'í/i:í-'t. Fernando Luzio, você fazparte desta históriaì

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "'í/i:í-'t. Fernando Luzio, você fazparte desta históriaì"

Transcrição

1 $ 'í/i:í-'t Fernando Luzio, você fazparte desta históriaì

2 a chave dos qrandes neqócio.

3 Ele tem iníluencia em nosso! desejos, escolhas e atitudes. Mas é invisível e está além da percepçáo racional. O codigo cultural - que pode ser descrito como'significado emocional' - e a chave do sucesso para grandes corporaçóes se comu nicarern de forma eficaz e contundente com seus públicos. Uma vez desvendado, e capaz de despertar emoções profu ndas graças a referencias que guardamos desde os primeiros anos de vida. A explicaçáo e do administrador de em presas Fernando Luzio, sócio-d iretor e representante no Brasil da consultoria Archetype Discoveries, fundada pelo psiquiatra e antropólogo írancês Clotaire Ra paille. Professor de Estratégia Empresarial do MBA da Universidade de São Paulo (FlA e Fipe), consultoí de Gestão Estrategica e autor do livro Fazendo a Estratégía Acontecer, Luzio mostra, nesta entrevista, que a verdadeira vantagem competitiva reside no conhecimento desse cód igo RenaÌa cabral Comunicação 360o Cor o podê^ro' d.' nir cód go cultura? Dequeforma ele iní uen cia o cornportamento dos consurnidores? Fernando Luzio - Para deflnir o códì9o cukural. é p'ecrso lerrbrar antes o corceito de arquét po, que é o signiíicado incorscelle qre arrbumos às co'sas no ambientem que fomos criados. lsso vale para todos os eementos de uma cjltu'a - desde aurorróvel. so.vete, pasta de dente até conce tos corno gravìdez, ser brasileiro etc. Quer dizer que já temos uma espécie de predefiniçáo para Ìudo, que recebemos quando nascemos e nos pri'rìeiros anos de v dà. Po' isso, en cu - tjras drferentes os sgrfcados e a nanelra como nos relac onamos com eles podem ser diíerentes. O código crltu'al e a chave que.os ajroa a decodi'icôr o arquetrpo. E, qlôndo esse código é corretamente empregado "a corruni(açáo ol rè estíaregia do negóc o, è conexáo enocio.al que as pessoâs têrì com aqjela Ía.ca, aqle e pío d.to oj conceiìo e aì vâda. Dessa 'o'nê, é possível estimular o consumidor a ter uíìa'eação positiva àqlela'ìrensagerr. sso não significa que ele irá cornprêr o produto, rras certamenìe vêi desenvolve. u"na co.exão oiíe'ercaoa con aqjela mãrca ou empresã. Comunicação 360ô Dode'a tè' rí exemp o? F. L. - A Archetype Discoveries descobriu, assessorando a Nestlé, que o significado inconsciente do café nos Estados Unidos é rrlito pêticular A indústíiacreditava que esìavajm negocro em que o e55encial era o sabor EnÌretanto, a lembrança qle o.o.te-anericano gua'da do p'cduto vem do aroma. É uma recordação associada a acordar cedo e asslstir à mãe prepa.ar^do o caíe da r,ra"há - qje. a ás, é um evento cultural muito importãnte para eles, a principal reíeição do dia e o *,*,*:"rot,rufu.,r "h'_

4 'O jeitinho brasileiro é a mâneirâ de encontra r soluções com poucos recursos para equâçoes aparentemente impossíveis. Nós temos essã vantagem competitiva: encontrar saídas com bom humor, otimismo e inventividade' 'Vantagem competitiva é algo tra nsitório. O verdadeiro d iferencial está na cultura e nas pessoas. Cada empresa tem de descobrir o seu código cultu ral' A identidade. a cultura e os valores da organizaçáo ajudam as pessoas a tomar decisóes no diaa-dia toda vez que estão frente à dialética do certo e do errado, e também frente a d uas alternãtivas igualmente corretas' mornento em que a famí a se reúne. A Nestlé, que dentre outros produtos 'abrca ca'à. segu - 'lossds o. ellaçòes e produzir uma carpanha que corb rou o d q Jeripo de a cor o co^ce:to de vol ta pa'd ca>a. lsso po'q.e o ^one-èrre'i cano é nômade: mudâ de c dade quando se Íorma, quando entra no mercado de tíabà ho,.ons de'a1do ai^dê q Je 'nj tos viaja'n pe o pars è / oa rodè. No i re pu bl c tá'o. Lr'n jover voha da gjerra..ni form zado, ser av sar à r àe. Ao chegar,êm casa, prepara o café da manhã como su'píesè. O èrorra coìeça a sjbi' pe as escadas. a rãe acorda e terr d ceítero de que o f lho vo tou. O 'es-lìado fora'r Ì hères d" igaçóes e.nocionadas parè o 5e.viço de AÌerd mento ao consumìdot além de uma explosão do volume de vendas. sso fez (-or qle a eìpíesã.njdasce a eit'atê9ra e até a embalagem do produto, criando uma 50 ução a vácuo que consetvava o aroma e, quanoo aderì4, proleìava um _alo de èí cor o che Ío do café Â oesq-isa e o dosenvo v'.renlo de sere^ie5 e métodos de torragem e moagern, tudo fo redesenhado paía gefar aroma. Comunicação 360o Qre estrat-õg a. - " p. l " o o j o rè 5, l.i que sáo.jconsc Ênles? F. L. Qea za'nos urr trabalho de èrchetlpe discavery, oue e o p'oces so oe descobena oe Lr cód go cu t-ra. Trata-se de un.a metodologia que reúne dez grupos de pessoas que têrìì relação (orr o prodjto o- o co.certo a 5e' traba hèdo. 5áo realizadas sessóes drv didas err r'ès ^oíès, corr dois i^tervalos. D fe.ente^rerte de rrr /ocus grcup líad a a- na, a metodologla da Archetype é feita nârâ â1 nô r ô in.ôn<.iêniê Na p'imei'a tsora, e'limrlaros as pes- 5oè5 a usa.err sel ceíeb'o 'è(ional e (o^sciente pa'a'espo ^de. as pe'gu"tas. Elês acabâm dlzend o que acham que quereros o.-rvi'. \a segunda. u.a e,erci co ud co as desco.ecta da lóg (a raciolal coasciente e trãz a óg ca emocional. A terceìra sessáo é bastante inovadorâ e polêmìca: fazemos um relaxamento, conduzlndo um reìorno às memóras mais antigas assoc âdas àquele produto, conceitou marca. Depois, acendemos a uz, distrìbuímos papel e caneta e elas oescrevem e55e5 regrstros. Pel aná ise desses relatos, consegu mos chegar ao codrgo cutlrè. tssa eroeri ência tem demonstrado que a mesma estrututa 5e repet em pessoas d-ô sexo ge-èçaou crdades d fererres. a anals. do contejdo de,sè te Lei'a Àora 'ro.tíã os 'ètores rncon,cte'tes qle e'p i.a'n è Íelaçáo da5 oessoas corr deterrilèdo produro Ë 'os aijdèr a ettende'co'no o aon)u'ììdo lo'na dec.sóes, fdz esco lhas e estabelece vínculos. comunicação 360" As! 'ì aoìc ': pà 5a!, nat!tà rneììte a5 i:tìpresa5 ie fì :,4 ' pos5lrcm aod qo5 au tur.r 5.15t'ìto5 F. L. As organ zações, da mesrna Íormà que oc pêrses, Lerr cod gos c-ltu'ais d'e- 'e'ies. laço con5u tol a de P èneja"re^-c Estratég co para grandes ernpresas hà muilos ènos. [.ada ca\o tíar o Íesrrc èp e.dizèdo: e- agu'.r rorìerlo. o) concorrentes vão copiar seu produìo serviço o- estrareqia r'e'.edord. l5s( s gr f ca q-e vdntège'íì co'noerúi\a : algo trans tório. O verdadeìro dlferenc a estè ra all-u.a e 1a5 pessoas A rèrei ; coro eè( to1êrr decrtoes, se corp o- metem ou cram não pode ser copadô lsso signiíica que as empresas lêm va o res e cu turas diíerentes e, portanto, có. oigos di'e.ent"s. E cada e'noíesa ter di descobrrqua é o seu. Ìoda è "sr.ategiè. a logica ro'n^'cial. a de'i^ çáo de orocessos e p'oced rrento. são o que chamamos de lógica raciona do negoc o. Mas as pe'soas ro d a a dio ilreraqe^r cor a erp'esè taíìber peè logica e"locio^al. Por isso, se as dec sóe: de ges-áo de pessoas ou oolil.ds co'oo rat vas estiverem ìncompatíveis com o cóoigo c.hu'al da corroarhia, a eqrro. pooe parãr oe remar o oatco. comunicação 360" o o se iorìr.rm danlto cè5 org;n zicó-.!l F. L. A erpresa no'ra rrerte'ìascê con a c..rltu'a. os valores e o código c'iados pe os {u^dador.s. Corr o passèí do rerpo, eles seíáo esculpidos, ljst'ados Esses ajustes podem tanto consolldar a cu tura criada no berço da empresa como modlficá-la: durante sua história, há troca de CEO5, e1r'àr.ovas geraçòes de frrc onários. oco.'e.n àqlisiçó"s ol 'Lrsóes E55a5 questóesáo extre'rìà'1o'ie de lcadas e estrateg cas. l'.re'os dados "ìosl arì qje a ^raio'a das 'Lsõe5 e dãs aqusiçoes náo dáo ce(o po qjesìoes c-lru'ais q.e náo fo'an cu dadosaíe ^te trabalhadas no processo de ìntegração da empresa. comunicaç;o 360" \o " o d' sóe! Ênt a enìp e5.rs, coìro ao ì5ttu esta no!è dentloa.li tnìlto liê'e a 54 comunicação

5 mercado quanto para 05 Íunc onáf ost F. L.- tn inrìa5 gerd 5. o p'imei'o pàsso e te' conhe( rrenlo do cód go da errpresa-máe, a compradora. Em seguidã, íaze' o mes'ro exeí(io pa'a enìender o da cu tura da empresadquiridâ e, a part r daí, avaliar os pontos de convergéncia e os de descore^ào para verifica' como fazer urna melhor ntegração. Esse p anejamento é fundamenta: pode ser feiro por "nero de'ecu'sos cono po rticas corporat vas especiars de recursos hu^ranos, estratégias de desenvo vimento ou pro9ramas de integração. Comunicaçáo 3600 D" q.. 'o'1" " po5. I p'd o.dorô opo, vos e envolver toda a organ zação? F. L.- Toda erìpresê precisà enrerder 5eJs valoíes e pia.es cjrtlrèis, poqje eles ráo orientâr as açóes das pesscas.o d a-a-d a. F possivel consegu r isso por meio de um programa de educação sobre a cu tura, os pilares e os valores da organizaçáo. Querr esìive' em desacol do co'n o codigo -áo sob.evive.aquéle melo: a cultura acaba provocando oíocesso de seleç;o nat"ra das pessoas. JÍì processo ruloàmentêl e o da co^rl- 'caçáo iìierna oue reforça cot5cren- Ìização e slstê.ta o àp.e.dizado sobíe a cjltu.a, ê rdentidàde e os valoíes orgênizacio'ìars. Serr fala' ra importénc è oa gestão e da formação das lideranças na empresa. Conforme descemos nos níveis hierárquicos, o papel dos íderes como n"jltipli.ado.es da iderridade da c-lru- Ía (orporat va c'esce Os ãdultos apreldem muito pelo exemplo. E a 'ner to(.a('d 'u"cro"a quardo as pessoa são p'oíovidds ráo so porqle té.'ì urì ooì oeserperno, rìãs co45egjerr isso sem p.ecrsaíeco're' â prál cas e5- cusas ou de politcagem. As ernpresas culturèl-ìe"te al nhãdas coì seu cooigo sáo aquelas que escolhem, contratarn, proìovem e deniterr baseadas ros valo'es e ra :de.t dade da crltu.a organizacional. E a identidade, a cultura e os vôlo'es da organizaçáo a,r,dan as pessoas a tomar decisões no dia-a-dia toda vez que estão frente a dialét:ca do certo e do eírado, e têrrbeíì frente è duè5 a te'nd tn/r< i^' ':lmon+o.^rrôr,( Ouço muitos dìretores corporativos de p aneja'rìe.to estrètèg co, ao co.tarerr evoeriênc,as de sr-ras co.nparhias, aíirn arerr oue os prime ros faroíes de sucesso chamam-se comunìcação interna e endorra.keting. O bom desemperho da organizaçáo deperde de as pessoas e1- tôr o "relhor da cu tura desses pèrses pa'a tenderem a estratégia, a lógica comercial atingir o sucesso. e racional, e a cu lura, os va ores, a identldãde. É fundamenta para gârantir que prêr d dd> dê..ob"rra-",. pei o do -o Comunicação 360" - Podera dar!n è todos at rem no mesmo âlvo. d go culìural brasl e rol A Apple é um exemp o de empresâ que F. L. Ai-da náo terrrinamos o trdba está da.do u.na voltó po'crrìã raravlhosa. Em 1997, a companhia passava que posso adia^ta.. O pri"ne.ro e qle lào,.ras l^a dois aspecros nte.essantes por momentos diííce s e trouxe de novo o,eil nho brasilei'o não e tão negètivo para a pres dé.cia Steve lobs. l- Íì 200 coìo è5 oe55oa5'êlan. Está claro que quando já estavam 'surfando' e no sucesso a expíessáo de una crarvidade b'ural dè Íeesl.utJÍaçáo e do i-pod, o e{ecuìivo deu uma entrevista à revlsta Eusness uções (om pojcos 'ecursos oara eqjaçóes oo brasirei,o. É a ma^eira oe e-co.tra. so- u4leel. er qre oergurta'arn o qle estava apa.ente.nente rrpossivers. \ós ter.os essê por trás da esìratégia de reestruturação e do s.cesso dã Apple. Ele 'espoldeu: va.tage.n conpetir va: elconrar saídas corr "Estou bom hurnor, otlmismo e inventividade. me empenhando erì'ì recuperar O o.tío aspecto e qje a cu t"rà bíasileira tem uma alma íeminina rnuito Íor' um a5pecto de nossa cultura que sempre justiíicou o sucesso da App e. É a pa xão te, dà r.ull^er guerre ra e poderosa. tsso das pessoas em Íazer o melhor produto". tera rrpacto di'eto na.tane:ra como 05 Por sso trabalhararn Íortemente o corl Íalos ocorre'rì 10 BÍas L Por elerrplo, o cela'thìnk d;ffercnt. F Jobs revelor que l^orre.n, ouando faz escolhas, age po. não fez aquela campanha pensando nos e\cljsão cono.as compra5. A aìull'e' consurnìdores em prmeiro lugar, mas es(olhe deírne por ncl.sáo. Depois de en seus 'uncioráros. Porq-e qre'ia qle reu.i' o qle quer, dá mais u-ìa o hada eles Soubesserr que. se não pensàsserr para 5eeciona ès írelhores cosa<. PonatLrera, eia Á irreg'adora: recebe o d íererre. a aorpan^a.aras conse gu ria ser inovadora. A propaganda não ge.e nèsculilo e gera a vrda rnterrarrenre. A cu tlrè b'asiteira conserva esse apeaas est rrlla o corslnidor. f ã tènbem guarda rrra fnaldade estíaregi(a aspecto e isso ajjdã a entelde'(or.o lidamos bern com a miscigenação. Aqui, para o colaborador da empresa. (Confira o t'lme da campanha na loutubet 1\\p:,, 'ecebeíìos lodo5.nu to be.n, nos.n 5tLramos às pessoas. a wwwyoutube.corn/watch?v: julughjc Cj4&mode= related&search) Comunicaçáo 360' O - do d. ',. 'O '.qo o - segredo parâ supera r 1: o op. d... l"., po.up diferenças é entender o código rê assas alererça5 e ucrê. nìa s7 cultural e, mais do que isso, F. L. - Ìúuda murto. lntendendo a cultura, sabe-se o que se pode ou não Ía ar na agir em harmonia com ele' comunicação e nâ propaganda, assim como os símbolos e as metáforas que têm aderência ou não naquea cultura. O segredo para superar as diíerenças é entender o código cuturâl e, mais do que isso. agir em harmonia com ele. ljm dos nossos trabalhos hoje é assessorar empresas mu t naclonais que ingressam em novos países para garantir seu sucesso em culturas diferentes. Neste momenìo, esìamos decr- Írando o códìgo brasileiro. No próximo semestre, será o da Rússia. A idéia,óorientar as ernpresãs a aprove-

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.)

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.) 32988 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003 Art. 3º O Gru po Parlamentar reger-se-á pelo seu regulamento in ter no ou, na falta deste, pela decisão da ma i o ria absoluta de seus mem

Leia mais

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to.

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. GASTRONOMIA Instruções Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. Res pe i te mar gens e en tra das de pa rá gra fo. Use as in for ma ções

Leia mais

RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO

RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO 1. RESULTADOS QUESTIONÁRIO I - PARTES/ CONCILIAÇÃO 1.1- QUESTIONÁRIO I - PARTES/ CONCILIAÇÃO: AMOSTRA REFERENTE AS

Leia mais

Questionário sobre o Ensino de Leitura

Questionário sobre o Ensino de Leitura ANEXO 1 Questionário sobre o Ensino de Leitura 1. Sexo Masculino Feminino 2. Idade 3. Profissão 4. Ao trabalhar a leitura é melhor primeiro ensinar os fonemas (vogais, consoantes e ditongos), depois as

Leia mais

P i s cina s : 2 P i s ci n a e x te rior de á g u a d e m a r a q u e cida P i s ci n a i n te ri or d e á g u a

P i s cina s : 2 P i s ci n a e x te rior de á g u a d e m a r a q u e cida P i s ci n a i n te ri or d e á g u a E M P R IM E I R A MÃO T h e O i ta v os é o e x c lu s i v o h o te l d e 5 e s tre la s q u e co m p le t a e v a l ori za a ofe rta d a Q u i n ta d a M a ri n h a, co n s olid a n d o -a c om o d e

Leia mais

Vamos Subir Nova Voz

Vamos Subir Nova Voz c c Vamos Subir Nova Voz 2 Letra e Música: Lucas Pimentel Arr: Henoch Thomas 2 5 2 to Eu-pos tem - po te-nho ou vi - do a pro- 2 g g 8 mes - sa de que vi - rás pra res -ga -tar os fi-lhos Teus Nem sem-pre

Leia mais

Ainda há Tempo, Volta

Ainda há Tempo, Volta Ainda há empo, Volta Letra e Música: Diogo Marques oprano ontralto Intro Envolvente (q = 60) enor aixo Piano Ó Œ. R.. F m7 2 A b 2 E b.. 2 Ó Œ É 2 Ó Œ F m7 2.. 2 2 A b 2 2 Ainda há empo, Volta Estrofe

Leia mais

FACULDADES UNIFICADAS DA. Curso de Direito Escritório de Assistência Jurídica Registro OAB 6614 DA F UNDAÇ Ã O EDUCACIONAL DE B ARRETOS

FACULDADES UNIFICADAS DA. Curso de Direito Escritório de Assistência Jurídica Registro OAB 6614 DA F UNDAÇ Ã O EDUCACIONAL DE B ARRETOS FACULDADES UNIFICADAS DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BARRETOS Curso de Direito Escritório de Assistência Jurídica Registro OAB 6614 REGULAMENTO DO NÚ CLEO DE PRÁ TICA JURÍ DICA DA F UNDAÇ Ã O EDUCACIONAL DE

Leia mais

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 Estratégico III Seminário de Planejamento Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 G es tão Em pre sa rial O rie nta ção pa ra om erc ado Ino vaç ão et

Leia mais

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e :

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 13 DE JULH DE 2015! Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : Caso vo cê nunca t e nh a pa

Leia mais

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10 QUESTÃO 1 VESTIBULAR FGV 010 JUNHO/010 RESOLUÇÃO DAS 15 QUESTÕES DE MATEMÁTICA DA PROVA DA MANHÃ MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A O mon i tor de um note book tem formato retangular com a di ag o nal medindo

Leia mais

White Paper. Boas Práticas de E-mail Marketing

White Paper. Boas Práticas de E-mail Marketing White Paper Boas Práticas de E-mail Marketing Saiba como alguns cuidados simples podem melhorar os resultados de suas campanhas de e-mail marketing Para garantir a qualidade no mix de comunicação atual,

Leia mais

GLOSSÁRIO PREV PEPSICO

GLOSSÁRIO PREV PEPSICO GLOSSÁRIO PREV PEPSICO A T A A ABRAPP Aã Aã I Aí I R ANAPAR A A M A A A Lí Aá S C é ç í ê çõ 13ª í ã. Açã B E F Pê P. Cí ê, ã ê. V Cê Aã P ( á). N í, - I R P Fí (IRPF), S R F, à í á, ( 11.053 2004), çã.

Leia mais

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário Capítulo 10 Controle Orçamentário Essa etapa acon te ce após a exe cu ção das tran sa ções dos even tos eco nô mi cos pre vis - tos no plano orça men tá rio. Não se con ce be um plano orça men tá rio sem

Leia mais

Fa la de Ben to Ser ras, co bra dor de bi lhe tes, nas ci do e mo ra dor em Amo rins:

Fa la de Ben to Ser ras, co bra dor de bi lhe tes, nas ci do e mo ra dor em Amo rins: Fa la de Ben to Ser ras, co bra dor de bi lhe tes, nas ci do e mo ra dor em Amo rins: «Diz que quer con tar tu do dos prin cí pios? Dos prin cí pios a gen te nun ca sa be. Quan do é o ca so de se lhe pôr

Leia mais

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009 FGV 010/1-13.1.009 VESTIBULAR FGV 010 DEZEMBRO 009 MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A PROVA DE MATEMÁTICA QUESTÃO 1 (Prova: Tipo B Resposta E; Tipo C Resposta C; Tipo D Resposta A) O gráfico abaio fornece o

Leia mais

andréa del fuego os malaquias

andréa del fuego os malaquias andréa del fuego os malaquias 1 Serra Morena é ín gre me, úmi da e fértil. Aos pés de la vi vem os Malaquias, ja ne la com ta manho de porta, porta com autoridade de madeira escura. Corre, Adolfo! Donana

Leia mais

Si Mesmo. Logosófica. Carlos Bernardo González Pecotche. Editora RAUMSOL

Si Mesmo. Logosófica. Carlos Bernardo González Pecotche. Editora RAUMSOL Carlos Bernardo González Pecotche RAUMSOL A Herança de Si Mesmo Editora Logosófica A HerAnçA de Si Mesmo Ao publicar o presente tra balho, o autor levou em conta a repercussão que ele pode alcançar no

Leia mais

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades PNV 289 Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades Orides Bernardino São Leopoldo/RS 2012 Centro de Estudos Bíblicos Rua João Batista de Freitas, 558 B. Scharlau Caixa Postal 1051 93121-970

Leia mais

n o m urd ne Hel e n o mis

n o m urd ne Hel e n o mis Em nosso cotidiano existem infinitas tarefas que uma criança autista não é capaz de realizar sozinha, mas irá torna-se capaz de realizar qualquer atividade, se alguém lhe der instruções, fizer uma demonstração

Leia mais

w w w. v o c e s a. c o m. b r SEFAZ BAHIA

w w w. v o c e s a. c o m. b r SEFAZ BAHIA sumário executivo w w w. v o c e s a. c o m. b r w w w. e x a m e. c o m. b r melhores empresas para você trabalhar São Pau lo, setembro de 2010. Pre za do(a) Sr(a)., SEFAZ BAHIA Em pri mei ro lu gar,

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM No u s o d a c o mp e t ê n c i a p r e v i s t a al í n e a v ) d o n. º 1 d o ar t i g o 64º d o De c r e t o -Le i n. º 1

Leia mais

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O O s depós itos fos s ilíferos, o s s ítios paleontológ icos (paleobiológicos ou fossilíferos) e o s fós s eis q u e a p r e s e n ta m valores científico, educativo o u cultural

Leia mais

1. A cessan do o S I G P R H

1. A cessan do o S I G P R H 1. A cessan do o S I G P R H A c esse o en de reç o w w w.si3.ufc.br e selec i o ne a o p ç ã o S I G P R H (Siste m a I n te g ra d o de P la ne ja m e n t o, G estã o e R e c u rs os H u m a n os). Se

Leia mais

SISTEMA MODULAR DE FOLHA DE PAGAMENTO

SISTEMA MODULAR DE FOLHA DE PAGAMENTO SISTEMA MODULAR DE FOLHA DE PAGAMENTO TERMO DE ABERTURA DO PROJETO... 5 P A R T I C I P A N T E S... 5 I D E N T I F I C A Ç Ã O D O P R O J E T O... 5 Nome e Sigla do Projeto... 5 Cliente e Representante...

Leia mais

REFORMA POLÍTICA. Capítulo VI

REFORMA POLÍTICA. Capítulo VI REFORMA POLÍTICA Capítulo VI REFORMA QUE O GOVERNO LULA E O CONGRESSO NACIONAL DEVEM PRIORIZAR [espontânea e única, em %] Pe so 1 0 0 % Re fe rê ncia s a re form a s Re form a Agrá ria 7 Re form a Tra

Leia mais

MÃE. M esmo q u e o s eu f ilho j á t enha sido regi strad o procu r e o cartóri o d e R egi stro Civil de

MÃE. M esmo q u e o s eu f ilho j á t enha sido regi strad o procu r e o cartóri o d e R egi stro Civil de APRESENTAÇÃO O T r i b u n a l d e J u st i ç a d e S ã o P a u l o d e s e n v o l ve, d e s d e 2 0 0 7, o P r o j e to P a t e r n i d a d e R e s p o n s á v e l. S u a d i s c i p l i n a e s t á

Leia mais

DATAPREV Divisão de Gestão Operacional e Controle - D1GC Serviço Técnico a Softwares de Produção STSP

DATAPREV Divisão de Gestão Operacional e Controle - D1GC Serviço Técnico a Softwares de Produção STSP GIS Gertran Integration Suite Guia de T ransferência de Arquivos Entidade x DATAPREV Versão 1.0 HTTPS G I S G ui a de T ra n sf er ên ci a d e Ar qu i vo s 1/ 8 ÍNDICE ANALÍT ICO 1. INTRODU ÇÃO......4

Leia mais

Tópicos Quem é é a a PP aa nn dd ui t t?? PP oo rr qq ue um CC aa bb ea men tt oo PP er ff oo rr ma nn cc e? dd e AA ll tt a a Qua ll ii dd aa dd e e PP aa nn dd ui t t NN et ww oo rr k k II nn ff rr aa

Leia mais

Missa Nossa Senhora do Brasil

Missa Nossa Senhora do Brasil é%0'.m> }JÍU Pe. José Alves Mssa Nossa Senhoa do Basl PARTTURA Paa 3 vozes guas e Assebléa (*) (*) A pate paa Assebléa é edtada sepaadaente " en cha A 10. Publcado pela: Cossão Aqudocesana de Músca Saca

Leia mais

Correção da Unicamp 2009 2ª fase - Matemática feita pelo Intergraus. 14.01.2009

Correção da Unicamp 2009 2ª fase - Matemática feita pelo Intergraus. 14.01.2009 MATEMÁTICA 1. O transporte de carga ao porto de Santos é feito por meio de rodovias, ferrovias e dutovias. A tabela abaixo for ne ce al guns da dos re la ti vos ao trans por te ao por to no pri me i ro

Leia mais

MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS

MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS João Pedro Cordeiro Resumo O presente artigo versa sobre as práticas de gestão de recursos humanos pelas empresas, e mais especificamente

Leia mais

White Paper. Datas Comemorativas. Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais

White Paper. Datas Comemorativas. Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais Datas Comemorativas White Paper Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais As datas comemorativas podem ser exploradas para rentabilizar o seu comércio, seja ele físico ou online. Dedique

Leia mais

T e c n o l o g i a g e r a n d o v a l o r p a r a s e u n e g ó c i o w w w. s o f t c a s e n e t. c o m. b r ERP CASE

T e c n o l o g i a g e r a n d o v a l o r p a r a s e u n e g ó c i o w w w. s o f t c a s e n e t. c o m. b r ERP CASE T e c n o l o g i a g e r a n d o v a l o r p a r a s e u n e g ó c i o w w w. s o f t c a s e n e t. c o m. b r ERP CASE ERP CASE UM SISTEMA SEGURO UMA FERRA MENTA INDIS PENSAVEL Cada unidade tem suas

Leia mais

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Geografia feita pelo Intergraus. 12.01.2010

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Geografia feita pelo Intergraus. 12.01.2010 UNICAMP 2010 - GEOGRAFIA 13. Ob serve o gráfico abaixo e responda às questões: a) Indi que a(s) re gião(ões) do glo bo com ta xa de es pe ran ça de vi da ao nas cer in fe ri or à mé dia mun di al, nos

Leia mais

A history of child's rights in Portuguese speaking countries.

A history of child's rights in Portuguese speaking countries. Estudos Históricos (Rio de Janeiro), vol. 25, núm. 50, 2012, pp. 475-478. A history of child's rights in Portuguese speaking countries. Arend, Silvia Maria Favero. Cita: Arend, Silvia Maria Favero (2012).

Leia mais

RELAÇÕES ENTRE MUNDO RURAL E MUNDO URBANO Evolução histórica, situação actual e pistas para o futuro

RELAÇÕES ENTRE MUNDO RURAL E MUNDO URBANO Evolução histórica, situação actual e pistas para o futuro RELAÇÕES ENTRE MUNDO RURAL E MUNDO URBANO Evolução histórica, situação actual e pistas para o futuro João Ferrão Resumo As visões recentes sobre o mundo rural revelam grande permeabilidade à ideia de património

Leia mais

KEITH CAMERON SMITH. As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média

KEITH CAMERON SMITH. As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média KEITH CAMERON SMITH As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média Prefácio Por que es cre vi es te livro? Três mo ti vos me le va ram a es cre ver es te li vro. O pri - meiro foi a

Leia mais

SÊNECA Sobre os enganos do mundo

SÊNECA Sobre os enganos do mundo coleção idealizada e coordenada por Gustavo Piqueira SÊNECA Sobre os enganos do mundo fotos Olegario Schmitt 3 são paulo 2011 Quem se la men ta de que al guém te nha mor ri do se la men ta de ter nas

Leia mais

10 motivos para investir e se apaixonar

10 motivos para investir e se apaixonar 10 motivos para investir e se apaixonar CONHEçA UM POUCO MAIS SObRE A CIDADE que NãO PARA DE CRESCER E que TEM TUDO PARA fazer O MESMO PELA SUA EMPRESA. o Brasil está se firmando como um gigante do desenvolvimento

Leia mais

I n tr oduçã o a G es tã o da Qua lida de. E n gen h a r ia

I n tr oduçã o a G es tã o da Qua lida de. E n gen h a r ia I n tr oduçã o a G es tã o da Qua lida de E n gen h a r ia P r ofes s or Bacharel em Administração de Empresas com Ênfase em Gestão da Informação; MBA em Gestão da Qualidade e Produtividade; 20 anos de

Leia mais

HABERMAS E A ESFERA PÚBLICA: RECONSTRUINDO A HISTÓRIA DE UMA IDEIA

HABERMAS E A ESFERA PÚBLICA: RECONSTRUINDO A HISTÓRIA DE UMA IDEIA HABERMAS E A ESFERA PÚBLICA: RECONSTRUINDO A HISTÓRIA DE UMA IDEIA Filipe Carreira da Silva Resumo Este artigo tem por objectivo discutir a noção de esfera pública proposta por Jürgen Habermas. Para tanto,

Leia mais

RESOLUÇÃO Matemática APLICADA FGV Administração - 24.10.10

RESOLUÇÃO Matemática APLICADA FGV Administração - 24.10.10 VESTIBULAR FGV 2011 OUTUBRO/2010 RESOLUÇÃO DAS 10 QUESTÕES DE MATEMÁTICA APLICADA QUESTÃO 1 O gráfico no plano cartesiano expressa a alta dos preços médios de televisores de tela plana e alta definição,

Leia mais

Boa Pro va! INSTRUÇÕES

Boa Pro va! INSTRUÇÕES INSTRUÇÕES A du ra ção da pro va é de 2 ho ras. Escreva um texto argumentativo. Cer ti fi que-se de ha ver es co lhi do um dos te mas pro pos tos e dê um tí tu lo a seu tex to. Use as informações disponíveis

Leia mais

Sa i ba mais so bre Fator Previdenciário Págs. 10 a 13. O que você pre ci sa saber sobre re ci cla gem de lixo Pág. 20

Sa i ba mais so bre Fator Previdenciário Págs. 10 a 13. O que você pre ci sa saber sobre re ci cla gem de lixo Pág. 20 Sa i ba mais so bre Fator Previdenciário Págs. 10 a 13 O que você pre ci sa saber sobre re ci cla gem de lixo Pág. 20 To dos so mos igua is, ape nas te - mos di fi cul da des di fe ren tes. Le o nar do

Leia mais

Boa Pro va! INSTRUÇÕES

Boa Pro va! INSTRUÇÕES INSTRUÇÕES Escreva um texto argumentativo. Seu texto deve apresentar introdução, desenvolvimento e conclusão. Cer ti fi que-se de ha ver es co lhi do um dos te mas pro pos tos e dê um tí tu lo a seu tex

Leia mais

Cadastro Territorial Multifinalitário no planejamento e gestão territorial urbana

Cadastro Territorial Multifinalitário no planejamento e gestão territorial urbana Mundo Geo Connect Seminário Geotecnologia na Gestão Municipal Sessão Desafios para as Prefeituras: o CTM como instrumento de política fiscal e urbana São Paulo, 16 de junho de 2011 Cadastro Territorial

Leia mais

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Física feita pelo Intergraus. 12.01.2010

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Física feita pelo Intergraus. 12.01.2010 da Unicamp 010 ª fase - Física 1.01.010 UNICAMP 010 - FÍSICA Esta prova aborda fenômenos físicos em situações do cotidiano, em experimentos científicos e em avanços tecnológicos da humanidade. Em algumas

Leia mais

A Gonçalves no México I N F O R M A

A Gonçalves no México I N F O R M A I N F O R M A Novembro de 2007 Depois de atuar por quase três anos no México com um escritório comercial, a Gonçalves investe em uma unidade industrial no país, que entrará em operação no início de 2008.

Leia mais

UNICAMP 2012 (2ª Fase)

UNICAMP 2012 (2ª Fase) 1. Re so lu ção (se rá con si de ra do ape nas o que es ti ver den tro des te es pa ço). a)...in te res se do pú bli co (L1): Tra ta-se de um subs tan ti vo pos to que de ter mi na do pe lo ar ti go o,

Leia mais

======================== ˆ_ ˆ«

======================== ˆ_ ˆ« Noss fest com Mri (Miss pr os simpes e pequenos, inspirdo em Jo 2,112) ( Liturgi I Puus) 1) eebremos n egri (bertur) Rgtime & c m m.. _ m m.. _ e e bre mos n_ e gri, nos s fes t com M ri : & _.. _ º....

Leia mais

botika búfalo Bufalo v7.indd 3 17/09/10 17:22

botika búfalo Bufalo v7.indd 3 17/09/10 17:22 botika búfalo Bufalo v7.indd 3 17/09/10 17:22 sumário Introdução... 17 Gua ra ná Porrada... 25 Muletas... 39 Exó ti cas gan gues... 47 Um mons tro e um pinguim... 55 Si ga o cão... 61 Dia de campeão...

Leia mais

Art. 243. Vender, fornecer ain da que gratuita -

Art. 243. Vender, fornecer ain da que gratuita - Agosto de 2003 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Qu in ta-fe i ra 7 22447 LEGISLAÇÃO CITADA ANEXADA PELA SECRETARIA-GERAL DA MESA LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990 Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente

Leia mais

CONTRATO Nº 229/ 2014

CONTRATO Nº 229/ 2014 CONTRATO Nº 229/ 2014 Prestação de Serviços de Consultoria especializada em gestão na área de planejamento estratégico e mapeamento de processos. Que fazem entre si de um lado a Prefeitura Municipal de

Leia mais

VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009

VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009 VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009 Comentário da Redação Nes te ano, a pro va de Re da ção da Uni camp foi ex ce len te. Em pri me i ro lu gar, pelo res pe i to ao for ma to tra di ci o nal

Leia mais

ér co pe pa as le so se al tr on ro pr arc lie ond ase ete ole es ima ine red air o ca re uta mito K iro tei K bj or d orei ali tr tio seg as o em ocr at co arc h ong ab chl

Leia mais

'!"( )*+%, ( -. ) #) 01)0) 2! ' 3.!1(,,, ".6 )) -2 7! 6)) " ) 6 #$ ))!" 6) 8 "9 :# $ ( -;!: (2. ) # )

'!( )*+%, ( -. ) #) 01)0) 2! ' 3.!1(,,, .6 )) -2 7! 6))  ) 6 #$ ))! 6) 8 9 :# $ ( -;!: (2. ) # ) !" #$%&& #% 1 !"# $%& '!"( )*+%, ( -. ) #) /)01 01)0) 2! ' 3.!1(,,, " 44425"2.6 )) -2 7! 6)) " ) 6 #$ ))!" 6) 4442$ ))2 8 "9 :# $ ( -;!: (2. ) # ) 44425"2 ))!)) 2() )! ()?"?@! A ))B " > - > )A! 2CDE)

Leia mais

UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO IESMA PROGRAMA DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL

UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO IESMA PROGRAMA DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO IESMA PROGRAMA DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL Reconhecido Pela Portaria Nº 1.705 De 18 de Outubro de 2010,

Leia mais

Benefícios aos associados da ABQV

Benefícios aos associados da ABQV Faça a diferença na sua empresa. Junte-se a nós. Associe-se à ABQV. O bene fício é mútuo. Mais qualidade de vida para os seus co laboradores. Maior produtividade para a sua empresa. Empresa Mantenedora

Leia mais

Análise sobre a (não) caracterização do crime de racismo no Tri bu nal de Justiça de São Paulo

Análise sobre a (não) caracterização do crime de racismo no Tri bu nal de Justiça de São Paulo Análise sobre a (não) caracterização do crime de racismo no Tri bu nal de Justiça de São Paulo Anal y sis of the (non) char ac ter iza tion of the crime of rac ism in São Paulo Court of Jus tice Simone

Leia mais

MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR

MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR O Sonho de Renato O Sonho de Renato a e i o u A E I O U so nho de Re na to Eu sou Renato Valadares Batista. Tenho 14 anos. Sou filho de Pedro Batista e Luzia Valadares.

Leia mais

White Paper. Flexibilidade e economia na era IP

White Paper. Flexibilidade e economia na era IP White Paper Flexibilidade e economia na era IP Saiba como utilizar as tecnologias mais modernas de comunicação de voz pela internet para conseguir mais economia e rapidez em telefonia para sua empresa

Leia mais

Uni ver si da de lan ça gri fe com a mar ca PUC Mi nas

Uni ver si da de lan ça gri fe com a mar ca PUC Mi nas Informativo mensal da unidade Contagem da PUC Minas nº 78 Agosto de 2008 Uni ver si da de lan ça gri fe com a mar ca PUC Mi nas Com três li nhas de pro du tos bá si ca, es cri tó rio e es por ti va, a

Leia mais

PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA

PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA Rosário Mauritti Resumo Este artigo começa por analisar a influência das origens sociais nas trajectórias de

Leia mais

Quadro de conteúdos. Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano. Lição 1 As crianças e os lugares onde vivem

Quadro de conteúdos. Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano. Lição 1 As crianças e os lugares onde vivem Quadro de conteúdos Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano Língua Portuguesa Matemática História Geografia Ciências Naturais Arte Inglês ABC da passarinhada O alfabeto Quantidade A ideia de quantidade Eu, criança

Leia mais

Relator Lúdio Coelho José Roberto Arru da.

Relator Lúdio Coelho José Roberto Arru da. 14288 Sexta-feira 30 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Junho de 2000 Constant ter aberto mão de 150 casas e demonstrar in - teresse específico em apenas 13 casas? 7. Como se justifica a tamanha necessidade des

Leia mais

Oferta Significado 2011. Candidaturas POPH 3.2, 8.3.2 e 9.3.2 Formação para a Inovação e Gestão. Setembro 2011

Oferta Significado 2011. Candidaturas POPH 3.2, 8.3.2 e 9.3.2 Formação para a Inovação e Gestão. Setembro 2011 Oferta Significado 2011 Candidaturas POPH 3.2, 8.3.2 e 9.3.2 Formação para a Inovação e Gestão Setembro 2011 Data para submissão das Candidaturas: Até 10 de Outubro 2011 Financiamento Formação Geral Micro

Leia mais

EDITAL Nº 01 / 2 011 DE 2 8 DE FEVERE IRO DE 2 0 1 1 CONCURSO PARA I NGRES SO EM ESTÁG IO NA ÁREA DE D IRE ITO

EDITAL Nº 01 / 2 011 DE 2 8 DE FEVERE IRO DE 2 0 1 1 CONCURSO PARA I NGRES SO EM ESTÁG IO NA ÁREA DE D IRE ITO EDITAL Nº 01 / 2 011 DE 2 8 DE FEVERE IRO DE 2 0 1 1 CONCURSO PARA I NGRES SO EM ESTÁG IO NA ÁREA DE D IRE ITO A Co o r d e n a ç ã o d e E s t á g i o d a P r o c u r a d o r i a d a R e p ú b l i c a

Leia mais

7a. Edição Editora Atlas

7a. Edição Editora Atlas FIB - FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU Pós-graduação em Auditoria, Controladoria e Finanças Disciplina: PLANEJAMENTO E CONTROLE ORÇAMENTÁRIO Slide 1 Professor: MASAKAZU HOJI ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Leia mais

Fabiano Leoni. William Corbo

Fabiano Leoni. William Corbo Fabiano Leoni William Corbo O CURSO Este é um curso pensado especialmente para líderes inquietos e cheios de vontade de mergulhar fundo em PESSOAS. O curso Cultura & Encantamento pretende fornecer importantes

Leia mais

LEI Nº 5.869, DE 11 DE JANEIRO DE 1973. Insti tui o Código de Processo Ci vil.

LEI Nº 5.869, DE 11 DE JANEIRO DE 1973. Insti tui o Código de Processo Ci vil. Outubro de 2003 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Sexta-feira 31 34351 ares, me diante a exibição de ofí cio ou mandado em forma regular. 1º So men te se ex pe di rá pre ca tó ria, quando, por essa for ma, for

Leia mais

AS PEC TOS DA ECO NO MIA MINE RAL

AS PEC TOS DA ECO NO MIA MINE RAL 4 AS PEC TOS DA ECO NO MIA MINE RAL DO ESTA DO DE ROND ÔNIA O ouro e a cassiterita são os principais bens mi - nerais explotados no estado de Rondônia. A cassiterita tem um histórico com atividades operacionais

Leia mais

o bje tiv o f in a l d o C oa c h in g é fa z e r c o m qu e o s c lie n te s t o rn e m -s e a u tô no m o s.

o bje tiv o f in a l d o C oa c h in g é fa z e r c o m qu e o s c lie n te s t o rn e m -s e a u tô no m o s. O r ie n ta ç õ e s In i ci ai s E u, R ic k N e ls o n - P e rs on a l & P rof e s s io n al C o a c h - a c re dito qu e o o bje tiv o f in a l d o C oa c h in g é fa z e r c o m qu e o s c lie n te

Leia mais

ORDEM DE SERVIÇO Nº 016/11.

ORDEM DE SERVIÇO Nº 016/11. ORDEM DE SERVIÇO Nº 016/11. Porto Alegre, 6 de julho de 2011. AOS SENHORES SECRETÁRIOS MUNI- CIPAIS, PROCURADO R-GER AL DO MU- NICÍPIO, D IRETORES-GERAIS DE AU- TARQUIAS, COORDENADORES-GERAIS DE G ABIN

Leia mais

REGULAÇÃO POLÍTICA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

REGULAÇÃO POLÍTICA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL REGULAÇÃO POLÍTICA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL José Nuno Lacerda Fonseca Resumo Analisando vários indícios da existência de efeitos anti-sociais da actividade dos meios de comunicação social, reflecte-se

Leia mais

p rofissional em foco por Carolina Vilela De olho no

p rofissional em foco por Carolina Vilela De olho no por Carolina Vilela De olho no O economista Ricardo Amorim fala das boas perspectivas para o Brasil nos próximos anos e comenta a reviravolta social e de classes que acontece no país. fu Na semana em que

Leia mais

Mapeamento de Ações e Discursos de Combate às Desigualdades Raciais no Brasil

Mapeamento de Ações e Discursos de Combate às Desigualdades Raciais no Brasil Mapeamento de Ações e Discursos de Combate às Desigualdades Raciais no Brasil Rosana Heringer Resumo O ar ti go apre sen ta as prin ci pa is con clu sões da pes qui sa Ma pe a - men to de Ações e Dis cur

Leia mais

Técnicas de Linearização de Sistemas

Técnicas de Linearização de Sistemas EA66 Pro. Vo Ze DCA/FEEC/Uc éccs e Lerzção e Sses Iroção ese óco vos recorrer reqüeeee éccs e lerzção e sse ão-ler e oro e oo e oerção. Iso ere qe o sse ler resle se lso co se s oeross erres e álse váls

Leia mais

COASTAL TOURISM, ENVIRONMENT, AND SUSTAINABLE LOCAL DEVELOPMENT

COASTAL TOURISM, ENVIRONMENT, AND SUSTAINABLE LOCAL DEVELOPMENT RECENSÃO COASTAL TOURISM, ENVIRONMENT, AND SUSTAINABLE LOCAL DEVELOPMENT [Lígia Noronha, Nelson Lourenço, João Paulo Lobo-Ferreira, Anna Lleopart, Enrico Feoli, Kalidas Sawkar, e A. G. Chachadi (2003),

Leia mais

UM MODELO DE ANÁLISE DA DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA ESCRITA

UM MODELO DE ANÁLISE DA DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA ESCRITA UM MODELO DE ANÁLISE DA DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA ESCRITA Pedro Diniz de Sousa Resumo Parte-se de uma definição do conceito de dramatização e da identificação das funções que o discurso dramático pode desempenhar

Leia mais

M. J. Ryan. O poder da autoconfiança

M. J. Ryan. O poder da autoconfiança M. J. Ryan O poder da autoconfiança Para a verdade, a beleza e a sabedoria que existem em cada um de nós. E, em particular, para Dawna Markova, que me ensinou a cultivar essas qualidades. Confie em si

Leia mais

In for má ti ca, ar qui vos, me mó ria, in ter net.

In for má ti ca, ar qui vos, me mó ria, in ter net. UMA MEMÓRIA PARA A TECNOLOGIA Fa us to Co lom bo Re su mo O tema da me mó ria, quan do as so ci a do ao das no vas tec no lo gi as, pro duz in te res san tes cor re la ções na me di da em que a in for

Leia mais

Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos

Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos Pesqui Odontol Bras 2003;17(Supl 1):33-41 Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos Conselho Nacional de Saúde - Resolução 196/96 Pes qui sa Qu a li fi ca ção do pesquisador

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Cristina Soares Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Quando decidi realizar meu processo de coaching, eu estava passando por um momento de busca na minha vida.

Leia mais

Programa 1: O Processo Educacional: Saúde ou Alienação

Programa 1: O Processo Educacional: Saúde ou Alienação Programa 1: O Processo Educacional: Saúde ou Alienação DEPA R TAMENTO : Psicologia Social PERÍODO/A NO : 7º/2014 CA RG A HOR Á RIA : 34 PR OFESSOR AS : A na Mercês Bahia Bock A driana Eiko Matsumoto O

Leia mais

FORMAÇÃO, TENDÊNCIAS RECENTES E PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIOLOGIA EM PORTUGAL José Madureira Pinto

FORMAÇÃO, TENDÊNCIAS RECENTES E PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIOLOGIA EM PORTUGAL José Madureira Pinto FORMAÇÃO, TENDÊNCIAS RECENTES E PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIOLOGIA EM PORTUGAL José Madureira Pinto Primórdios Afir mar que a so ci o lo gia por tu gue sa só co me çou ver da de i ra men te

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA DE 02 DE OUTUBRO DE 1986. atribuições que lhe são conferidas em Lei, com base nos arts.

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA DE 02 DE OUTUBRO DE 1986. atribuições que lhe são conferidas em Lei, com base nos arts. LEI N2 129 DE 02 DE OUTUBRO DE 1986. fflm Autoriza o Poder Executivo a emi tir títulos da. dívida pública do Tesouro do Estado de Rondônia, e dá outras providencias.,.^í p 4 ** j O GOVERNADOR DO ESTADO

Leia mais

LIVRO DO DESASSOSSEGO

LIVRO DO DESASSOSSEGO Fernando Pessoa LIVRO DO DESASSOSSEGO composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa organizaçã0 Richard Zenith 3 a edição Copyright 2011 by Assírio & Alvim e Richard Zenith

Leia mais

PROTAGONISTAS E CONTEXTOS DA PRODUÇÃO TECNOLÓGICA EM PORTUGAL O caso da invenção independente

PROTAGONISTAS E CONTEXTOS DA PRODUÇÃO TECNOLÓGICA EM PORTUGAL O caso da invenção independente PROTAGONISTAS E CONTEXTOS DA PRODUÇÃO TECNOLÓGICA EM PORTUGAL O caso da invenção independente Cristina Palma Conceição Resumo Tendo como pano de fundo algumas das questões suscitadas pelo debate teórico

Leia mais

A SALA DOS RÉPTEIS. l Desventuras em Série l. de LE MONY SNIC KET. Livro segundo. Ilustrações de Brett Hel quist Tradução de Carlos Sussekind

A SALA DOS RÉPTEIS. l Desventuras em Série l. de LE MONY SNIC KET. Livro segundo. Ilustrações de Brett Hel quist Tradução de Carlos Sussekind l Desventuras em Série l Livro segundo A SALA DOS RÉPTEIS de LE MONY SNIC KET Ilustrações de Brett Hel quist Tradução de Carlos Sussekind 22 ª- reimpressão Copy right do tex to 1999 by Le mony Snic ket

Leia mais

IMPLICAÇÕES DEMOCRÁTICAS DAS ASSOCIAÇÕES VOLUNTÁRIAS O caso português numa perspectiva comparativa europeia

IMPLICAÇÕES DEMOCRÁTICAS DAS ASSOCIAÇÕES VOLUNTÁRIAS O caso português numa perspectiva comparativa europeia IMPLICAÇÕES DEMOCRÁTICAS DAS ASSOCIAÇÕES VOLUNTÁRIAS O caso português numa perspectiva comparativa europeia José Manuel Leite Viegas Introdução Na úl ti ma dé ca da do sé cu lo pas sa do as sis tiu-se

Leia mais

16 CARLOS RODRIGUES BRANDÃO

16 CARLOS RODRIGUES BRANDÃO 16 CARLOS RODRIGUES BRANDÃO 1 a Começa assim Este jogo começa com todos os participantes procurando as PA LAVRAS SEMENTES. E isso não é nada difícil! Basta as pessoas que vão jogar o jogo saírem conversando

Leia mais

INDÍGENAS NO BRASIL PRECONCEITO CONTRA INDÍGENAS

INDÍGENAS NO BRASIL PRECONCEITO CONTRA INDÍGENAS Capítulo 3 PRECONCEITO CONTRA INDÍGENAS Concordância com afirmações sobre indígenas Os í nd io s vivem mais d e aco rd o co m a nat ureza d o q ue o s b ranco s 75 15 3 432 Os í nd io s p ro t eg em mais

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL Termo de Apreensão de mercadorias e outros bens (Artigo 859, 8º - RICMS/RO) (NR dada pelo Dec. 18976, de 30.06.14 efeitos a partir de 30.06.14) GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA D.R.F. AR/PF TERMO DE APREENSÃO

Leia mais

Responsabilidade civil do Estado por da nos pro ve nien tes de vei cu laç ão de da dos nos si tes dos tri bu nais

Responsabilidade civil do Estado por da nos pro ve nien tes de vei cu laç ão de da dos nos si tes dos tri bu nais Responsabilidade civil do Estado por da nos pro ve nien tes de vei cu laç ão de da dos nos si tes dos tri bu nais Má rio Antônio LOBATO DE PAIVA Resumen Má rio Antônio Loba to De Pai va ini cia su ar tícu

Leia mais

A Prefeitura Municipal de Conceição da Feira, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR.

A Prefeitura Municipal de Conceição da Feira, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. Edição Nº Nº 030/2012 00034 Sexta-Feira Quit-Feira 22 08 de de Fevereiro Março de 2012 2013 A Prefeitura Municipal de Conceição da Feira, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR.

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAl DA PARAiBA

UNIVERSIDADE ESTADUAl DA PARAiBA CRIADA PELA LEI N,O4.977, DE 11 DE OUTUBRO DE 1987 58100-001 - CAMPINA GRANDE - PARAI'BA FAX: 083) 341-4509 ESTABELECE NORMAS PARA FIXAc;AO, ALTERAc;XO E APLICAc;AO DOS REGIMES DE TRABALHO DOS DOCEN TES.

Leia mais

AUTORIZAÇÃO A PESSOAS FÍSICAS PREPARO E USO DE FONTES RADIOATIVAS NÃO SELADAS

AUTORIZAÇÃO A PESSOAS FÍSICAS PREPARO E USO DE FONTES RADIOATIVAS NÃO SELADAS CNEN-NE- 6.01 FEV-I9SI AUTORIZAÇÃO A PESSOAS FÍSICAS PARA O PREPARO E USO DE FONTES RADIOATIVAS NÃO SELADAS COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR RESOLUÇÃO -CNEN-10/S0 A Comissão Deliberativa da Comissão

Leia mais

ronaldo cagiano dicionário de pequenas solidões (contos)

ronaldo cagiano dicionário de pequenas solidões (contos) dicionário de pequenas solidões (contos) , eu já tinha vin te e tan tos anos e a úni ca ima gem que me po voa va a men te com pa vor e ab jeção era aquele homúnculo, coxo, reles, vil, desaparecendo no

Leia mais

Sistema de Arquivos. Sistemas de Arquivos

Sistema de Arquivos. Sistemas de Arquivos Sistemas de Arquivos Definições Básicas 1.Um arquivo é uma unidade lógica de informação criado por processos. As informações podem representar instruções e dados de qualquer tipo [1]. Exemplo de arquivos.

Leia mais