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1 Devolução para Fundação ITAIPU-BR R. Comendador Araújo, 551 9º and Curitiba PR Compromisso através do tempo ANO 20 Nº Trabalhando e aprendendo Do relacionamento entre participantes e colaboradores muitas vezes surgem amizades e uma convivência harmônica, repleta de histórias e exemplos de sabedoria. Página 2 INSS procura beneficiários Mais de aposentados pelo INSS que responderam ao Censo não foram encontrados pelos fiscais do Instituto. Veja como proceder para verificar se seu nome não consta na lista. Página 3 Previpar promove curso de capacitação Teve início o I Curso de Capacitação de Dirigentes e Conselheiros promovido pela Previpar. O objetivo é aprimorar o grau de profissionalização junto ao sistema de previdência complementar. Página 4 Investimentos no setor elétrico A proposta do diretor superintendente da FIBRA, Silvio Rangel Silveira, que os fundos de pensão criem um FIP para investir no setor elétrico, foi bem recebida pelos participantes do Fórum promovido pela Eletros. Página 5 Um saboroso remédio Pesquisadores americanos reiteram uma informação já conhecida: algumas gramas diárias de chocolate meio-amargo podem reduzir os riscos de enfarto. Página 6 Onde Anda Você? José Maria Varassin continua trabalhando. Só que ao invés do traje formal, do rigor nos horários e do tumulto no trânsito, ele agora despacha de sua chácara, cercado pela natureza, pássaros e pelo jardim que ele mesmo cultiva. Página 7 Participe das eleições na FIBRA Os novos integrantes do Conselho Deliberativo e do Comitê de Investimentos serão escolhidos pelo voto direto. Faça parte do processo eleitoral se candidatando a uma das vagas. Página 8 ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO INTERNA DA FUNDAÇÃO ITAIPU-BR DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA SOCIAL- FIBRA Previpar inicia curso de capacitação para dirigentes e conselheiros A partir de janeiro de 2009, a Secretaria de Previdência Complementar (SPC) poderá exigir que os dirigentes e conselheiros de fundos de pensão comprovem experiência no exercício das atividades relacionadas às áreas financeira, administrativa, contábil, jurídica, atuarial, auditoria e fiscalização. O projeto encontra-se em fase de discussão e o órgão vem realizando uma série de reuniões pelo país para buscar um consenso entre as entidades que compõem o sistema. O objetivo da medida, conforme prevêem as leis complementares n.º 108 e 109, é o de aprimorar ainda mais o grau de profissionalização dos dirigentes, resultando numa melhor performance do processo de governança do sistema. Para o secretário de Previdência Complementar, Ricardo Pena, é preciso intensificar o que ele chamou de boas práticas internacionais. Citou o exemplo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), com sede em Paris, França, que prevê em suas diretrizes a necessidade de os dirigentes de fundos de pensão estarem sujeitos a padrões mínimos de aptidão ou conformidade a fim de assegurar um alto nível de integridade, competência, experiência e profissionalismo na administração dos fundos. Ainda segundo as regras da instituição, os dirigentes devem ter habilidades e os conhecimentos necessários para supervisionar todas as funções desempenhadas por um fundo de pensão. Com isso, afirmou Pena, estaremos conferindo ao regime de previdência complementar brasileiro uma maior credibilidade, transparência e estabilidade nas regras. O secretário justificou a implementação dessa prática ao lembrar que outros órgãos do sistema financeiro e previdenciário, como o Banco Central, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) e o próprio Regime Privado já têm suas regulamentações específicas. Continua na página 4 Ricardo Pena, secretário de Previdência Complementar Hélio de Almeida Machado presidente da Previpar Delúbio Gomes da Silva, diretor da secretaria de Políticas de Previdência Social

2 N A importância das eleições na FIBRA A FIBRA disponibilizou a todos os seus participantes, nas páginas da internet, intranet e por meio de correspondência impressa, as normas que regulamentam as eleições para a escolha de seus representantes junto ao Conselho Deliberativo e Comitê de Investimentos. Até 30 de setembro, os interessados poderão fazer suas inscrições mediante apresentação de ficha própria. As eleições estão marcadas para 17 e 18 de novembro leia matéria na página 8. Esses eventos inclusive a eleição do Conselho Fiscal são da maior relevância para a Fundação, uma vez que o papel exercido pelos Conselheiros é de suma importância e responsabilidade. Compete ao Conselho Deliberativo, por exemplo, fixar os objetivos, diretrizes e normas das políticas de benefício e de investimentos, além das reformas de estatuto e regulamento, entre outras funções. O Comitê de Investimentos por sua vez é responsável por assessorar a Diretoria nos temas relacionados a investimentos, em acompanhar e emitir relatórios sobre controles internos, avaliar e fiscalizar as operações efetuadas, além de recomendações sobre as eventuais deficiências, quando for o caso. Em síntese: todos os aspectos de gestão e investimento, diretamente ligados aos resultados e ao patrimônio da FIBRA, têm o mérito da atuação efetiva desses colegiados em parceria com a Diretoria Executiva. Daí a importância dessas eleições. No entanto, o interesse dos participantes tanto os ativos como os assistidos em compor esses colegiados por meio do processo eleitoral tem sido muito aquém da sua relevância. A FIBRA é parte do sistema de previdência complementar setor que detem cerca de 17% do PIB brasileiro com um patrimônio superior a R$ 1,5 bilhão. Gerir bem esses recursos, de forma a garantir o futuro e a estabilidade financeira de todos os seus participantes e dependentes, é uma tarefa a ser compartilhada coletivamente. O montante, na verdade, não pertence à FIBRA, mas a todos nós. Assim, direta ou indiretamente, somos responsáveis pela gestão e preservação deste imenso patrimônio. Vale a pena participar. Diretoria Executiva Prosa e trabalho. uma fórmula que dá certo O Departamento de Assistência ao Beneficiário é recente na história da FIBRA. Durante alguns anos não havia um setor exclusivo para o atendimento dos participantes assistidos. A escolha do local para as instalações físicas no andar térreo do edifício Parigot de Souza foi feita de forma estratégica, visando não só propiciar conforto como facilitar o acesso dos participantes. Para compor a equipe foram selecionados colaboradores que se identificavam com a atividade, afinal, o contato com pessoas é algo intrínseco à função. Odéli Maria de Oliveira, uma das mais antigas colaboradas da Fundação, estava entre as escolhidas. Aliás, além dessa particularidade, sua função era justamente uma das atividades a ser exercida pela área: o empréstimo pessoal. Comecei a trabalhar com empréstimo pessoal em Nessa época, confesso que sentia um grande temor. Não pelo atendimento aos participantes, mas o medo de errar nas informações, nos cálculos, afinal, eram feitos manualmente, lembra Odéli. Mas logo percebeu que o trabalho em si era prazeroso, agradável; que os aposentados eram pessoas compreensíveis, gostavam de conversar, de contar histórias e isso foi aumentando sua autoconfiança. Até hoje sinto a mesma satisfação em executar essa tarefa. O relacionamento acaba se transformando em amizade. Ainda gosto de ouvir suas histórias, suas experiências. A rigor, todo o Departamento tem um forte vínculo com os aposentados. Não é rara a presença daqueles que vêm para uma visita, um bate-papo ou apenas para cumprimentar, tomar um cafezinho. Outras vezes um simples telefonema em busca de informações pode se transformar numa animada conversa. Para Rodrigo Surdi, o mais jovem dos colaboradores do setor e que passa boa parte do tempo ao telefone atendendo aos participantes, o bom atendimento faz do cliente, um amigo. Fico feliz quando alguém pede para falar comigo. Sinto o meu trabalho valorizado, uma espécie de dever cumprido. Há casos, ainda segundo Surdi, que o participante aborda algumas questões de forma ríspida, incisiva de forma grosseira, mesmo! como que tentando se impor para fazer valer seus direitos. Mas quando percebe que a nossa tarefa é justamente ajudá-lo a encontrar uma solução para o seu problema, ele começa a amolecer. Já houve casos que, ao final da conversa, não só nos chama de filho como agradece pela existência da FIBRA. Mas nem todas as histórias têm um final feliz. Aqui, parece um divã, diz Odéli. Cada operação de empréstimos tanto pode ser para uma viagem à Europa, para a troca de carro ou a compra de um bem material, como pagar a UTI de um hospital, a morte de um filho ou socorrer um familiar em dificuldade. Na verdade, nosso dia-a-dia é um grande aprendizado. Eu agradeço a Deus por esse trabalho gratificante. Rua Comendador Araújo, 551-9º andar CEP Curitiba-Paraná-Brasil Telefone (41) Fax (41) Escritório em Foz do Iguaçu: Centro Executivo da Itaipu Telefone: (45) DIRETORIA EXECUTIVA Silvio Renato Rangel Silveira Diretor Superintendente Denyse Gubert Rocha Diretora Administrativa e Financeira Florício Medeiros da Costa Diretor de Seguridade CONSELHO DELIBERATIVO Titulares Antonio José Correia Ribas Presidente, José Ricardo da Silveira Presidente Substituto, Ariel da Silveira, Luis Antonio Schwanz, Reinaldo Rodrigues e Sérgio Possolo Gomes. Suplentes Antonio Carlos Nantes, Cristina de A. Maranhão Gomyde, Cícero Antônio Miller dos Santos, Giovani dos Anjos Teixeira, Bruno Túlio e Edemilson Mota Léo. CONSELHO FISCAL Titulares: Salomão Galperin Presidente, Rogério Duarte Presidente Substituto, Emilio Ruiz Gomes e José Carlos Siqueira Peçanha. Suplentes: Brasilino Rodrigues da Silva, Janete Czaikowski Galli, José Antônio Santos, Luiz André Muniz de Rezende, Simone Rogoginski e Vera Lúcia Graniska Ingeinczaki. COMITÊ DE INVESTIMENTOS Titulares: Thióphilo Cordeiro Neto Presidente, Silvio Schweidzon Melamed Presidente Substituto, Luiz Covello Rossi, João Carlos Ferrer Garcia, Humberto Ventura Godinho e Zilda do Rocio de Freitas Barbosa. Suplentes: Márcia Abreu de Aguiar Buerger, Giovanni Leiria da Silva, Marcos D ippolito, Luiz Alberto Pereira Oliveira, José Maria Varassin e Aroldo Guimarães Adur. EDITOR RESPONSÁVEL Jornalista René Ruschel Reg. Prof. Mtb PR - CONSULTOR/REDATOR Jornalista Milton Cavalcanti Reg. Prof. 123/02/62 - PR PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO Nexo Design (41) Responsável: Naotake Fukushima REVISOR Juan Saavedra FOTOLITO E IMPRESSÃO Fotolaser Gráfica e Editora Ltda TIRAGEM: exemplares As matérias publicadas no FIBRANotícias são de caráter meramente informativo, não gerando qualquer espécie de direito ou obrigação por parte da FIBRA.

3 N Governo quer ajuste até 2010 Projeções apresentadas pelo secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwarzer, indicam que haverá redução no déficit previdenciário em Será a primeira vez que o déficit não crescerá em relação ao ano anterior desde 1995, quando a Previdência passou a ter resultados negativos entre o que gasta e arrecada. Segundo Schwarzer, a diferença entre receitas e despesas do órgão não deve ultrapassar R$ 40 bilhões neste ano, 18,4% a menos do que os R$ 46 bilhões de déficit registrados em Schwarzer disse ainda que, em 2007, o déficit da Previdência já poderia ter apresentado queda, mas a antecipação do pagamentos dos benefícios do mês de janeiro deste ano para dezembro de 2007 provocou distorção dos valores. Para o secretário, as principais razões para redução do déficit do órgão são o aumento do emprego formal, a formalização do mercado de trabalho e medidas de gestão. A Receita Federal do Brasil está fortalecendo a fiscalização e estamos tendo resultados bastante favoráveis e a tendência será equilibrar as contas em 2010, avaliou. Por outro lado, Schwarzer defendeu o caráter social da Previdência rural, que, em junho, teve déficit de R$ 2,6 bilhões, frente a R$ 168 milhões da urbana. Na área rural, nenhum país tem um sistema previdenciário superavitário, salientou ao reiterar que a Previdência Social, além de seu caráter de gestão, desempenha forte papel na política social. Fonte: Correio do Povo INSS divulga lista de aposentados não encontrados O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) divulgou a relação de aposentados e pensionistas que não foram localizados pelos servidores do órgão no Censo Previdenciário. Esses beneficiários realizaram o Censo por meio de procurador ou representante legal. Mesmo com a atualização dos dados pelo procurador, o INSS precisa localizar e comprovar que o titular está vivo. Os convocados podem conferir a lista na página da Previdência Social e, depois, escolher o Estado em que o benefício é mantido. Os beneficiários relacionados têm prazo de 30 dias para comparecer à Agência da Previdência Social em que mantém seu benefício, pessoalmente, ou por meio de representante legal/procurador, a fim de fornecer novo endereço para que o pesquisador realize uma nova visita. Caso as informações sejam prestadas pelo procurador do titular, os servidores irão ao novo endereço indicado para nova pesquisa. Somente depois que o funcionário do INSS conseguir localizar o beneficiário é que o cadastro voltará à normalidade. Os aposentados e pensionistas (ou seu representante legal) devem levar o CPF, documento de identidade com fotografia e o endereço correto da residência do titular do benefício. Depois desse prazo, eles têm ainda 90 dias para atualizar as informações. Se ao final desses 120 dias persistir a falta de informação, o benefício será suspenso. Consulte Fonte: Agência Folha Previdência complementar paga 1,4 bilhão O número de participantes assistidos por seus fundos de pensão atingiu, em abril deste ano, a 651,9 mil pessoas. Esse contingente de brasileiros recebeu R$ 1,27 bilhão em aposentadorias e R$ 159,6 milhões em pensões, segundo os dados consolidados pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp). Fonte: Abrapp INSS faz alerta sobre cadastro Aposentados e pensionistas que se mudarem devem lembrar de transferir ou atualizar o endereço para a nova localidade. Sem os dados corretos, o INSS fica sem condições de localizar o segurado, quando necessário, e enviar com segurança documentos ou convocações de seu interesse. A atualização pode ser feita na própria Agência da Previdência Social onde mantém o benefício, pelo telefone 135 ou pela internet, por meio do endereço no item Atualização de Endereço, na página principal. Ao clicar sobre o atalho, aparece uma janela solicitando o número do benefício, a data de nascimento do beneficiário e o CEP. Fonte: Valor Econômico Governo quer alterar regras na previdência O governo deve enviar ao Congresso dois projetos de lei com mudanças na Previdência Social para vigor já em O primeiro prevê a inversão do ônus da prova quando o trabalhador for pedir aposentadoria, ou seja, a responsabilidade será do INSS. O segundo faz a separação formal das contas das aposentadorias urbanas das especiais rural, pesca, artesanal e atividade extrativista. Fonte: O Globo Conselho veta elevação de juros Por decisão da maioria de seus integrantes, o Conselho Nacional de Previdência Social decidiu manter o atual teto de juros do crédito consignado para aposentados do INSS em 2,5% ao mês. Atualmente os segurados podem comprometer 20% de seu ganho em operações regulares de empréstimos com desconto em folha de pagamento e 10% para uso do cartão de crédito. Benefícios representam 10,3% do PIB Os pagamentos dos benefícios previdenciários corresponderam a 10,34% do Produto Interno Bruto (PIB) da região Nordeste. Essa proporção é maior do que aquela observada para o país inteiro, que foi de 6,8%. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Previdência. ICSS propõe aproximação com universidades O Instituto Cultural de Seguridade Social (ICSS) vai propor à Abrapp a criação de uma comissão ad hoc, integrada por profissionais do sistema que já atuem em instituições de ensino, para que ajudem a definir um plano de ação destinado a aproximar o sistema de previdência complementar das universidades. Governo envia projeto que cria a Previc O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou em 29 de agosto último a mensagem do governo que encaminha à Câmara dos Deputados o projeto de Lei que cria a Previc. Trata-se de um pleito importante para o sistema, uma vez que, além de responsável pelo fiscalização dos fundos de pensão, terá autonomia orçamentária e quadro de recursos humanos adequados à nova realidade.

4 N Previpar inicia curso de capacitação para dirigentes e conselheiros De acordo com o presidente da Associação dos Fundos de Pensão do Paraná (Previpar) e da Fundação Assistencial e Previdenciária da Emater (Fapa), Hélio de Almeida Machado, a responsabilidade dos dirigentes é, de fato, muito grande. Ele lembra que, segundo informações da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), os fundos de pensão detêm cerca de 17% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, o que corresponde a um patrimônio acumulado superior a R$ 413 bilhões. Tão ou mais importante que o montante financeiro, diz Machado, é o papel social que cada entidade representa para os seus participantes. Somos, sim, diretamente responsáveis pelos benefícios que irão garantir a qualidade de vida a milhares de pessoas. Os dados mostram ainda que atualmente 2,6 milhões de trabalhadores brasileiros participam do sistema de previdência complementar e que, se somados aos seus dependentes, este número ultrapassa a seis milhões de pessoas. Em contrapartida, a maioria dos dirigentes ou conselheiros quando assumem suas funções tem pouca ou, muitas vezes, nenhum conhecimento do setor. As razões são facilmente justificáveis. Como profissionais eles são preparados, treinados, para exercer tarefas nas instituições onde constroem suas carreiras os patrocinadores. Por uma questão legal, os dirigentes de fundos de pensão ou pelo menos a maioria, assim como parte dos conselheiros devem ser empregados ativos e oriundos dos quadros da empresa patrocinadora. Nestas circunstâncias, quando assumem as novas funções se deparam com uma realidade bastante diversa daquela que estavam acostumados. Os fundos de pensão têm uma legislação complexa e muito específica. Daí a necessidade desses treinamentos, explica Machado. Para o presidente do Conselho Deliberativo da FIBRA, Antonio Correia Ribas, além das atribuições intrínsecas às funções, que tratam da gestão do patrimônio que garantirá a tranqüilidade futura de participantes e assistidos, existem aquelas que ele chamou de subjetivas. Cada dirigente responde, por ação ou omissão, pelas decisões tomadas e que podem comprometer a vida pessoal de cada dirigente, uma vez que garantem eventuais prejuízos ou erros administrativos com seus patrimônios pessoais. Portanto, é muito importante esse treinamento sob todos os aspectos, afirma Ribas. Antes mesmo da medida ser aprovada oficialmente, a Previpar, em parceria com o Centro Universitário Franciscano (Unifae), já implantou o I Curso de Capacitação de Dirigentes e Conselheiros no Paraná. O treinamento teve início em 28 de agosto último e será realizado em sete módulos mensais entre os meses de agosto de 2008 e maio de 2009, com duração de 96 horas e a participação de quarenta pessoas. O projeto nasceu de uma decisão da Diretoria da Previpar em alterar o foco dos eventos que até então vinham sendo realizados no Paraná. Quase todos eram relacionados ao mercado financeiro. Resolvemos privilegiar outros também importantes, porém pouco oferecidos, assinala Machado. Por coincidência, nesse mesmo período, o presidente da Fundação Copel, Edilson Bertholdo, foi procurado por dirigentes de uma instituição de ensino que ofereceram uma parceria para formatar novos cursos de interesse da Fundação. O presidente da Fundação Copel sugeriu que a idéia fosse ampliada e a partir daí começamos a trabalhar com mais afinco no projeto. Os diretores da Previpar, Claudia Trevisan e Silvio Rangel, abordaram o tema com o secretário Ricardo Pena e assim, aos poucos, idealizamos um projeto cujos resultados começam a ser colhidos. Graças às parcerias estabelecidas com a Unifae, com empresas de consultoria, profissionais de mercado e as próprias fundações, que inclusive cederam colaboradores para atuar como professores, os custos finais são muito baixos. Incluído material, o custo é de R$ 900 por participante. Mas para isso foi necessário o empenho de todos. Todo o processo operacional esteve sob os cuidados dos colaboradores da Fundação Sanepar (Fusan). A surpresa ficou por conta do interesse das fundações. Nosso propósito inicial era uma turma de vinte alunos. Depois, evoluímos para vinte e cinco; trinta, até que chegamos a quarenta. No entanto, tivemos setenta e oito inscrições. Para o ano que vem a intenção é criar uma nova turma. A aula inaugural aconteceu no dia 27, no auditório da Unifae, tendo como palestrantes Ricardo Pena e o diretor da secretaria de Políticas de Previdência Social, Delúbio Gomes da Silva, que falaram sobre o tema Cenários e Perspectivas do Regime de Previdência Complementar no Brasil. Como convidados estiveram presentes o presidente do Sindicato Nacional das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Sindapp), Jarbas Antonio de Biagi; o diretor regional da Abrapp, José Manoel de Oliveira; o reitor da Unifae, frei Nelson José Hilleshein; os diretores da Previpar, Claudia Trindade, presidente da Fundação Sanepar (Fusan) e Silvio Rangel Silveira, diretor superintendente da FIBRA. Participaram pela FIBRA, além dos diretores Denyse Gubert Rocha e Florício Medeiros da Costa, os conselheiros Antônio Correia Ribas; Luiz Covello Rossi; Sérgio Possolo Gomes; Rogério Duarte; gerentes e colaboradores. Na condição de participantes estão inscritos o diretor Florício Costa e os conselheiros João Carlos Ferrer Garcia, Luiz Covello Rossi, Rogério Duarte, Salomão Galperin e Sérgio Possolo Gomes.

5 Carteira de investimentos da FIBRA AGOSTO 2008 ALOCAÇÃO POR SEGMENTO SEGMENTO RENDA FIXA 69,9% DESEMPENHO RENDA VARIÁVEL 20,2% DEZ/2007 R$ MILHÕES % PL RENTABILIDADE ACUMULADA OP. PART. 2,6% IMÓVEIS 1,8% DÉB PATR. 5,5% EVOLUÇÃO PATRIMONIAL (R$ milhões) AGO/2008 R$ MILHÕES % PL RENDA FIXA 1.036,8 66, ,8 69,9 RENDA VARIÁVEL 372,9 24,0 322,7 20,2 EMPRÉSTIMOS 39,3 2,5 42,2 2,6 IMÓVEIS 20,9 1,3 29,7 1,8 SUB TOTAL 1.469,9 94, ,4 94,5 DÉB. PATROCINADORA 83,9 5,4 86,4 5,5 TOTAL GERAL 1.553,8 100, ,8 100,0 AGO/2008 Mês 2008 FIBRA (Contábil) FIBRA (MtM) 12 Meses 24 Meses 36 Meses 60 Meses -0,64 3,54 9,78 29,94 54,92 123,26-1,01 2,16 7,76 30,37 INPC+6% 0,70 9,25 13,58 26,20 37,59 73,13 INPC 0,21 5,09 7,15 12,32 15,52 29,38 IPCA 0,28 4,48 6,17 10,60 14,85 30,51 IGP-M -0,32 8,35 13,63 18,89 21,79 41,63 CDI 1,01 7,58 11,29 25,35 46,51 103,03 IBOVESPA -6,43-12,88 2,47 53,25 99,33 269,35 IBRX-50-5,99-16,55 3,51 53,73 102,36 310,53 DÓLAR 4,33-7,73-16,70-23,58-30,85-44,90 Fundações estudam investimentos no setor elétrico N Os fundos de pensão das empresas vinculadas ao sistema Eletrobrás estudam criar um Fundo de Investimentos em Participações (FIP) para aplicar em projetos no setor de energia elétrica. A proposta, apresentada durante a palestra do diretor superintendente da FIBRA, Silvio Rangel Silveira, no I Fórum das Fundações do Sistema Eletrobras, realizado no Rio de Janeiro e promovido pela Fundação Eletros, mereceu destaque do jornal Valor Econômico, de 5 de setembro último. A idéia é montar uma carteira para investir em projetos de transmissão e geração, disse Rangel. Temos profundo conhecimento do setor de energia e creio que juntos podemos tomar essa frente, completou ele. A sugestão foi apresentada aos dirigentes das fundações Real Grandeza, Fachesf, Eletros, Previnorte, Elos, Nucleos, Faceal e Facepi. Juntas, essas entidades possuem quase R$ 17 bilhões de patrimônio, sendo a maior delas a Real Grandeza (de Furnas), com cerca de R$ 7 bilhões, seguida pela Fachesf, com R$ 3 bilhões e Eletros (R$ 2,3 bilhões). Um dos objetivos do fórum é retomar um trabalho mais próximo e conjunto dos fundos de pensão das empresas que compõem o sistema Trocando idéias podemos melhorar práticas de governança e tomar decisões mais produtivas e bem embasadas, disse Sylvio Murad, diretor de investimentos da Eletros. Os FIPs ou fundos de private equity estão no radar de várias dessas fundações, como o investimento alternativo à renda fixa mais atraente. Na Fibra, por exemplo, que possui patrimônio de R$ 1,6 bilhão, há investimento de 3% da carteira em seis diferentes FIPs: Logística e Empreendedor, geridos pela BRZ; Mezanino, com gestão da Neo; Brascan Óleo e Gás e Terra Viva, gerido pela DGF. Estamos em fase de seleção de mais um fundo no segmento de tecnologia e com isso vamos chegar no máximo permitido pela política de investimentos, disse Rangel, acrescentando, porém, que em breve pretende propor a revisão para cima desse percentual máximo. Os fundos de pensão podem ter a liderança na formatação de FIPs que sejam adequados às suas necessidades, diz ele, e não apenas ficar esperando que os gestores ofereçam os produtos, até porque é preciso casar a fase de desinvestimento e por isso os investimentos iniciais têm que ser escalonados, não podem ser todos feitos ao mesmo tempo, diz ele. Os FIPs são um grande foco nosso, pois são de longo prazo e podem trazer ganhos bem diferenciados. Nós não queremos ser compradores nos IPOs [lançamentos iniciais de ações na bolsa], queremos ser vendedores, e para isso é preciso investir no ciclo de maturação dos projetos e empresas, por meio desses fundos. A própria Fundação Eletros é outra interessada no produto. Segundo Murad, a instituição está em fase de seleção do primeiro investimento em private equity e também se integrou a um programa de inovação da Finep para conhecer melhor esse universo. Na Fachesf, o diretor de investimentos Luiz da Penha Souza e Silva, diz que já tem dois investimentos em FIPs, no Rio Bravo II e no Terra Viva, mas diz que ainda há espaço para elevar os investimentos nesse segmento, conforme o que está previsto na política de investimentos. Entre os setores que interessam aos fundos estão vários ligados à energia, seja por meio de Pequenas Centrais Hidrelétricas, linhas de transmissão e fontes alternativas, como energia eólica. O agronegócio também está na mira, principalmente projetos de biocombustíveis. Fonte: FIBRA com informações do Valor Econômico

6 N Chocolate amargo reduz pressão em 15 dias, diz pesquisa Comer alguns gramas de chocolate meio-amargo por dia durante duas semanas pode ajudar a reduzir os riscos de doenças cardíacas, sugere um estudo publicado na edição de agosto da revista científica Journal of Nutrition, dos Estados Unidos. Segundo a pesquisa, compostos conhecidos como flavonóides, presentes no cacau, principal ingrediente do chocolate, seriam os responsáveis pela ação benéfica do alimento. Isso porque os flavonóides impulsionam o aumento da produção de óxido nítrico uma substância química produzida pelo corpo que atua no relaxamento e dilatação das artérias. O consumo de chocolate enriquecido com os compostos ajudaria na redução da pressão sangüínea e da resistência à insulina fatores que contribuem para diminuir o risco de doenças cardíacas. Nossa descoberta sugere que uma dieta com alimentos à base de cacau ricos em flavonóides e pouco calóricos pode ter um impacto positivo nos fatores de risco das doenças cardíacas. Impacto A pesquisa das universidades de L Aquila, na Itália, e Tufts, em Boston, foi feita com base nas informações de homens e mulheres que apresentavam problemas de pressão alta e resistência à insulina. As pessoas foram divididas em dois grupos: o primeiro teve direito a comer 6g diários de chocolate meio-amargo durante duas semanas; o segundo, a mesma quantidade de chocolate branco. Após 15 dias, os pesquisadores observaram que a pressão sangüínea dos primeiros caiu de maneira significativa, enquanto entre os segundos nenhuma mudança foi verificada. Pesquisas anteriores já haviam indicado os benefícios do cacau enriquecido com flavonóides na redução do risco de problemas cardíacos. No entanto, o médico cardiologista e professor June Davison, da British Heart Foundation (BHF), da Inglaterra, afirmou que é preciso ter cautela com a dieta. É importante lembrar que o chocolate é normalmente parte do problema de saúde cardíaca, não a solução, disse. Todo mundo pode comer um chocolate de vez em quando. No entanto, comer cinco porções de frutas e vegetais é a melhor maneira de consumir antioxidantes sem ter que se preocupar com a gordura e o açúcar do chocolate, concluiu. Fonte: BBC Brasil Estudo determina nível de açúcar ideal para diabético Um estudo realizado pelo Institut George for International Health, de Sidney, Austrália, sobre o diabete tipo 2, concluiu que a intensificação do tratamento para manter em 6,5% o nível de açúcar no sangue (índice glicêmico) é a forma mais eficaz para reduzir em até 30% as complicações renais provocadas pela doença. O Advance, nome dado a pesquisa, foi considerado pela comunidade acadêmica um dos mais amplos estudos já realizados até agora sobre o tema. Os cientistas acompanharam 11 mil pacientes durante cinco anos entre 2003 e 2008, com idade média de 66 anos e diabéticos há pelo menos oito anos. A importância deste resultado é porque, até hoje, as pesquisas ainda não tinham estabelecido o percentual ideal de açúcar no sangue capaz de prevenir as complicações mais freqüentes, tais, como acidente vascular cerebral (AVC), cegueira, hipertensão, enfarte e comprometimentos dos rins. Para o endocrinologista e pesquisador Bruno Geloneze, da Universidade de Campinas (Unicamp), o resultado foi surpreendente uma vez que a maioria dos médicos acreditava que não fazia diferença se o índice glicêmico fosse mantido abaixo de 7% valor preconizado pela Sociedade Americana de Diabetes (ADA) (sigla em inglês). Atualmente, cerca de 250 milhões de pessoas em todo planeta são portadores do diabete tipo 2, que está relacionado, na maior parte dos casos, à obesidade e ao sedentarismo. A incidência é maior em pessoas acima de 40 anos. Fonte: O Estado de S. Paulo Médico com deficiência auditiva descobre terapia que pode reverter surdez Uma equipe de pesquisadores da Oregon Health and Science University, dos Estados Unidos, descobriu uma forma de regenerar as células ciliares do ouvido, fundamentais para o aparelho auditivo. Entre 60% e 90% dos casos de surdez são causados por danos a essas células. O estudo, publicado na revista científica Nature, dos EUA, foi liderada pelo cientista John Brigande, que desde os 10 anos sofre com a perda gradual da audição. Recuperar a audição é um grande desafio, tanto para minha vida pessoal como para a profissional, disse ele ao jornal britânico The Times. Em pessoas com audição normal, as células ciliares de uma região interna do ouvido a cóclea transformam sons em impulsos elétricos, que são transmitindo para o cérebro. Se danificadas ou mortas, estas células não podem mais ser repostas naturalmente. Os cientistas mostraram que, no caso de embriões de ratos, a terapia pode ser usada para transformar algumas células em células ciliares. O tratamento usa um vírus inofensivo, Atoh1, que insere cópias de um gene da célula ciliar em outras células, que por sua vez se replicam com a mutação. Esta capacidade é um primeiro passo fundamental para definir terapias de tradução para melhorar os efeitos de doenças intra-ouvido em humanos, afirmam os pesquisadores. A aplicação em humanos ainda está longe, mas a descoberta sugere uma alternativa para tratar cócleas danificadas sem utilização de instrumentos mecânicos ou elétricos. No experimento, as células tratadas com o Atoh1, funcionaram exatamente como as células ciliares originais. Fonte: www. cienciaesaude. uol.com.br

7 N Varassin faz perícias, trabalha em casa e cuida de uma bela chácara O economista e contador José Maria Varassin, começou a trabalhar com 14 anos na Hermes Macedo S/A, importante empresa do comércio de Curitiba. Tive Carteira de Menor Trabalhador, afirma com orgulho. Ingressou, em 1968, na Companhia de Desenvolvimento Econômico do Paraná (Codepar), depois BADEP, de onde saiu, em 1972, para o Grupo Bamerindus. Começou como gerente do Banco de Investimentos e chegou a diretor de agências de todo o Brasil. Na Fundação Itaipu Em 1990, Varassin foi trabalhar na FI- BRA, inicialmente na assessoria do diretor superintendente e, depois, nas áreas de Orçamento e Tesouraria. Os 10 anos em que trabalhei na FIBRA tiveram grande influência na história da minha vida, tanto por ter experimentado novas e desafiadoras experiências no dia-a-dia da minha atividade profissional, desbravando um cenário até então praticamente desconhecido no Brasil, como eram as entidades fechadas de previdência privada que iniciavam sua vitoriosa arrancada para se firmarem como um dos esteios da economia do país como pela fraterna convivência com os amigos que encontrei e outros que fiz e lá deixei. Aposentado, mas sempre trabalhando Ao me aposentar, em 2001, como muitos dos meu amigos e ex-colegas fizeram, optei por não pendurar as chuteiras. Decidi capitalizar a experiência de tantos anos trabalhando na área econômico-financeira e passei a ser colaborador do Poder Judiciário, na função de perito. Acho que é uma atividade extremamente útil para a sociedade porque trata da solução de conflitos que, na hipótese de não serem resolvidos por uma conciliação entre as partes, exigem uma decisão do juiz. E este necessita ter à sua disposição, para decidir com justiça, todos os elementos, prós e contras, que envolvem a causa em questão. Varassin destaca que o perito deve ater-se exclusivamente aos fatos, além de ser conclusivo em seus pareceres, de modo a auxiliar os juízes a esclarecer os pontos da demanda onde haja dificuldade de análise. A área econômico-financeira é o foco de sua Na foto acima, a família reunida para comemorar, em 13 de setembro último, o aniversário de 63 anos do nosso personagem desta edição. Da esquerda para a direita, o filho Marcelo, proprietário de uma loja de informática; a filha Daniele, administradora de empresa que trabalha em um escritório de advocacia; a nora Verena, enfermeira e comerciante; a filha Luciana, advogada da Prefeitura Municipal de Curitiba; José Maria Varassin e o neto Paulo Arthur, estudante no colégio Bom Jesus. Na foto ao lado, Varassin faz carinhos no Bob, pastor alemão de dois anos que é seu companheiro inseparável e guardião de confiança da chácara Santa Clara. atuação: cálculos, planilhas, análise de contratos, etc. Ele só trabalha no foro cível, sem participar nas varas federal e criminal, nem na Justiça do Trabalho. Destaca que também atende a clientes particulares, na condição de assistente técnico, acompanhando o perito do juiz. Paralelamente, como especialista formado em tributação, faço cálculos envolvendo diversos planos econômicos editados pelo governo que deram prejuízo a tanta gente, e dou pareceres sobre perdas em cadernetas de poupança e atualização de valores para recuperação de impostos estaduais e federais como FINSOCIAL, IPI, PIS e imposto de importação entre outros, onde haja duplicidade de tributação e sejam cabíveis processos administrativos e judiciais. Nesses casos, utilizo o sistema da Receita Federal PER/ DCOMP. A vida que pediu a Deus Para afastar-se do tumulto crescente que aflige os moradores de Curitiba, Varassin resolveu morar numa chácara de um hectare e meio, que comprou três anos atrás, na zona rural de Campo Largo, município da Região Metropolitana de Curitiba. É lá que trabalho, pesquisando na internet, lendo e analisando os documentos de interesse de cada caso, estudando os processos e elaborando os pareceres que apresento aos juizes. Desse modo, sem deixar de ser útil à sociedade, asseguro qualidade de vida à minha aposentadoria, ele conclui. José Maria Varassin Chácara Santa Clara Estrada Boi Carrero, nº 270 Itaqui de Cima CEP Campo Largo, PR Tel

8 René Ruschel N Participe das eleições para o Conselho Deliberativo e Comitê de Investimentos O processo eleitoral para escolha dos representantes dos participantes ativos e assistidos da FIBRA junto ao Conselho Deliberativo e Comitê de Investimentos teve início em 11 de agosto de último. Os representantes eleitos um membro titular e dois suplentes para os ativos e um titular e dois suplentes para os assistidos, em cada Colegiado irão exercer o mandato no período entre 1º de abril de 2009 e 31 de março de De acordo com a Norma Eleitoral da Fundação, todos os participantes devem ser comunicados em tempo hábil. Assim, os ativos receberam as informações via correio eletrônico e os assistidos por meio de correspondência encaminhada anexa ao comprovante de pagamento dos benefícios do mês de agosto. FIBRA faz doação de cartuchos usados à associação dos deficientes Mauro Nardini presidente da Associação dos Deficientes Físicos do Paraná ADFP Como parte da sua missão de empresa socialmente responsável, a FIBRA vem atuando em ações que não gerem qualquer tipo de custo administrativo, dentro das limitações impostas aos fundos de pensão. Uma delas foi a entrega de mais de 200 cartuchos de impressoras usados à Associação dos Deficientes Físicos do Paraná ADFP. A entidade, presidida por Mauro Nardini, foi criada em 1979 e faz um excelente trabalho na defesa dos direitos das pessoas com deficiência. Um diferencial importante, que mostra o esforço e a seriedade dos dirigentes na gestão da entidade é que, anexo à sede, funciona uma agência franqueada do Correio de propriedade da Associação. Para nós é importante como fonte de renda e geradora de mão-deobra, pois os empregados são deficientes físicos, diz Nardini. No campo social, a entidade atende a aproximadamente pessoas/mês, sendo 200 como pacientes em especialidades como fisioterapia, atendimento odontológico, psicológico e esportivo. Aliás, nos Jogos Paraolímpicos de 2008, realizados em Pequim, quatro atletas da ADFP fizeram parte da delegação brasileira. Nosso esforço para levar adiante esse trabalho é grande. Temos sócios, mas os que utilizam a entidade são cerca de 800 pessoas. A quase totalidade é oriunda de famílias pobres, que não podem custear qualquer tratamento. Nós fazemos o que é possível, afirmou o dirigente. Outra preocupação é fazer valer os direitos dos deficientes. Pela falta de consciência da sociedade, eles acabam privados das necessidades mais elementares, como a falta de vagas em estacionamentos de empresas ou mesmo nas vias públicas, banheiros adequados e rampas de acesso. No caso das vagas em estacionamentos, muitas vezes elas existem, mas a falta de sensibilidade das pessoas faz com que muitos usem mesmo não sendo deficientes, explicou Nardini. Os participantes interessados em se candidatar têm prazo até 30 de setembro para fazer a inscrição mediante o preenchimento e apresentação de formulário específico. Em 7 de outubro será divulgada a relação oficial dos candidatos. A partir de então, até 14 de novembro, será o período de campanha eleitoral. A eleição acontecerá em 17 e 18 de novembro e a divulgação dos resultados no mesmo dia 18. Para os assistidos, a única diferença é quanto a forma de votação. Enquanto os ativos poderão optar entre o voto eletrônico e a cédula de papel na urna, os assistidos só poderão fazê-lo por correspondência via carta-resposta do Correio. Cada eleitor receberá todos os documentos informativos, inclusive a carta-resposta, que deverá ser entregue nos escritórios da FIBRA, em Curitiba e Foz do Iguaçu, entre 20 de outubro e 17 de novembro, às 17h30. Todas as informações, como Norma Eleitoral, Edital de Candidatura, Calendário e o formulário para Pedido de Inscrição, estão disponíveis nas páginas da internet Se preferir, telefone para e fale com Flávia, ramal 4007 ou José Alberto (Fito), ramal A participação de todos nesse processo eleitoral, seja como candidato ou exercendo o direito ao voto, é de suma importância. A FIBRA é uma entidade que pertence a todos os participantes e zelar pela segurança do seu patrimônio é a melhor garantia de uma aposentadoria tranqüila e com qualidade de vida. Seguuuura peão!!!!!!! O 6º Encontro de Participantes já tem dia, hora e local definidos: 15 de novembro de 2008, a partir das 19 horas, no Clube Concórdia, em Curitiba. O tema deste ano é A felicidade está na simplicidade O que é bom, nunca envelhece. A novidade é que a festa será country, tendo como atrações a dupla Álvaro & Daniel e o show com o instrumentista gaúcho Borghetinho. Em breve, todos estarão recebendo a ficha de adesão que deverá ser preenchida e devolvida à FIBRA impreterivelmente até 31 de outubro. O custo é de R$ 35,00 por pessoa, mais um quilo de alimento não perecível. Anote na sua agenda e venha se divertir. Ah! Se quiser, venha trajado a caráter. Quer Falar com a FIBRA? Ou acesse:

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