INFORME COMERCIAL. 28 de outubro de 2011 UFSC NO SÉCULO 21 - MODELO DE EXCELÊNCIA. w HOSPITAL UNIVERSITÁRIO

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1 INFORME COMERCIAL UFSC NO SÉCULO 21 - MODELO DE EXCELÊNCIA w HOSPITAL UNIVERSITÁRIO 7

2 2 3 história HU é referência há mais de 30 anos O Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago foi inaugurado em 1980 e é o único de Santa Catarina totalmente público. O HU foi criado com a perspectiva de contemplar o ensino, a pesquisa e a extensão, atendendo à comunidade da Grande Florianópolis, do Estado, turistas e visitantes da Capital sem distinção. Ao longo dos anos, o atendimento prioritário de ambulatório consolidou-se, permitindo que o HU se estruturasse em quatro áreas básicas: clínica médica, cirúrgica, pediatria e tocoginecologia, implantada com o Centro Obstétrico e as unidades de neonatologia em O atendimento de emergência 24 horas é considerado uma espécie de 'centro nervoso' do hospital, atingindo a média de 400 pacientes por dia. De acordo com a sua direção, há uma grande demanda da população, que vê o HU como centro de atendimento público e gratuito de elevado nível de competência técnica e atenção humanizada aos pacientes. A instituição também é referência estadual em patologias complexas, com grande demanda na área de câncer e cirurgia de grande porte, nas diversas especialidades, além disso pesquisas são desenvolvidas, por sua equipe, como a que testa a eficácia da vacina contra o HPV (human papiloma virus). Um 'Hospital de Ensino' Em outubro de 2004, o HU foi reconhecido como Hospital de Ensino, por meio de credenciamento junto aos Ministérios da Educação e da Saúde. Naquele momento, também foi firmado convênio com a Secretaria de Estado da Saúde, pactuando serviços e atividades e explicitando diretrizes e metas físicas de qualidade para as áreas de atenção à saúde, ensino e pesquisa e aprimoramento e aperfeiçoamento da gestão hospitalar. O HU conta atualmente com quase 300 leitos, aproximadamente 300 médicos, 150 enfermeiros e mais de 400 técnicos e auxiliares de enfermagem além de outros profissionais da área de saúde. O hospital coloca à disposição dos seus usuários tratamentos clínicos e cirúrgicos, obstetrícia/alojamento conjunto, berçário, pediatria, unidade de terapia intensiva (adulto e neonatal), emergências (adulto e pediátrica), ginecologia e centro de tratamento dialítico. Desde 2009, o HU oferece transplante de córnea e outros procedimentos de alta complexidade na área da oftalmologia. Além disso, transplantes de rins e fígado já começam a ser planejados, abrindo uma nova perspectiva para centenas de pessoas que aguardam esse tipo de cirurgia para voltar a ter uma vida normal. A equipe do HU vem trabalhando intensivamente na filosofia do atendimento humanizado, contando, nos últimos anos, com apoio da Associação de Amigos do HU e entidades da sociedade civil. Em 1998, um grupo de profissionais do hospital que vinha discutindo a questão do parto humanizado, formulou um projeto para permitir que os partos tivessem a presença de um acompanhante. A proposta, encaminhada pelos deputados, foi aprovada na esfera estadual e, em 2005, a Lei do Acompanhamento recebeu aprovação em âmbito federal. A ideia do parto humanizado evoluiu também para a criação do Grupo de Casais Grávidos ou Gestantes, para o estímulo ao resgate do parto natural e para a adoção de medidas como o método Mãe Canguru, para assistir aos recém-nascidos de baixo peso que necessitem de cuidados especiais. A criança é colocada junto ao corpo da mãe e dela recebe o calor suficiente para se manter aquecida. Diretores Do HU Em sua trajetória o Hospital Universitário teve nove diretores: Ernani Polydoro de São Thiago, Nelson Grisard, Alberto Chterpensque, Otmar Bauer, Marcelino Osmar Vieira, Fernando Osni Machado, Carlos Alberto Justo da Silva (atual vice-reitor), Marisa Helena Coral e o atual diretor, Felipe Felício. As obras de construção do hospital iniciaram em 1964, no Campus Universitário da Trindade, mas somente em maio de 1980, após intensa luta reivindicatória de alunos, professores e comunidade junto às autoridades federais para obtenção de recursos, ele foi inaugurado. Inicialmente instalaram-se os leitos de clínica médica e de clínica pediátrica com seus respectivos ambulatórios. Posteriormente, foram ativados o Centro Cirúrgico, a Clínica Cirúrgica I e a UTI Adulto. Finalmente, em 1996, foi criada a Maternidade do Hospital Universitário. O Atendimento prioritário de ambulatório consolidou-se nos anos seguintes, permitindo que o Hospital completasse sua estruturação. A Tocoginecologia, o Centro Obstétrico e as Unidades de Neonatologia foram implantadas em outubro de 1995, após longo período de preparação de recursos humanos, equipamentos e técnicas de intervenção, na tentativa de alcançar elevados índices de modernização técnica e humanização do atendimento. Atualmente, a Maternidade do HU já é reconhecida nacionalmente como centro de excelência em assistência obstétrica. Outra característica importante do HU é o seu atendimento de emergência que funciona ininterruptamente, atendendo a adultos e crianças em áreas separadas, em números crescentes e que atingem a média de 400 pacientes/dia. O corpo clínico do HU é constituído por professores dos departamentos do CCS (Centro de Ciências de Saúde) que utilizam o hospital como centro de ensino e de pesquisa; os médicos e demais profissionais da Enfermagem, Farmácia e Bioquímica, Nutrição, Serviço Social, Odontologia, Psicologia e Engenharia Biomédica, que possuem elevados índices de qualificação e titulação, aliados ao grande interesse na pesquisa e prática clínicas, conferem ao HU grande força e prestígio social e comunitário. entrevista Hospital vive uma grande evolução Ao modernizar suas estruturas e aprimorar a qualidade dos serviços oferecidos à sociedade, o Hospital Universitário da UFSC dá um excelente exemplo no campo do atendimento médico. Segundo o diretor geral da instituição, Dr. Felipe Felício, o HU caminha em duas direções. A primeira, a da ampliação física, com novos blocos e equipamentos. A segunda, a da racionalização e humanização do atendimento aos pacientes. Essas duas direções, unidas, permitem que possamos evoluir, atendendo melhor e, ao mesmo tempo, capacitando melhor os futuros profissionais que aprendem no hospital, diz o médico. Confira a entrevista com o diretor do HU, Dr. Felipe Felício. Os processos de humanização na maternidade e racionalização do atendimento na emergência do HU vêm obtendo um retorno positivo da população. Quando foi que a direção da instituição decidiu adotar esses procedimentos? Dr. Felipe Felício: Na verdade, a humanização da maternidade é um processo paulatino que ainda se desenvolve em benefício dos pacientes. No caso da emergência, copiamos uma proposta inglesa para ordenar o sistema de atendimento por gravidade. A classificação dos pacientes foi importante para acelerar o tempo de espera de quem apresenta problemas mais graves. Psicologicamente também é importante que o paciente seja observado por alguém da área de saúde antes de ser atendido. Caso ele receba uma qualificação indicando que não é muito grave, obviamente se sentirá mais tranquilo. Por outro lado, os que apresentarem quadros mais graves serão atendidos com mais urgência. O senhor considera que, pelo grande número de pessoas atendidas diariamente, o HU é a verdadeira extensão da universidade? Dr. Felício: Posso dizer que, na área da saúde temos ensino, pesquisa e extensão. A nossa extensão é assistência. Isso foi um ganho que tivemos há uns 20 anos no Conselho Universitário, já que a universidade não interpretava a assistência como extensão. Hoje, isso está definido. Era um equívoco porque todos nós professores temos uma atuação didática, temos que fazer pesquisa e extensão. Por exemplo, se eu pertenço à cirurgia, eu dou aula prática de cirurgia, ensino aos estudantes, dou aula teórica, faço trabalho. Enfim, a nossa extensão é a assistência. Agora, o nosso hospital tem como grande característica a formação de recursos humanos. Toda a capacitação na área da saúde é originária Dr. Felipe Felício, diretor geral do HU da nossa instituição. O senhor acredita que a essência de um hospital universitário seja paradoxal, já que, ao mesmo tempo em que precisa atender um número elevado de pacientes em tempo hábil, acaba, por outro lado, levando mais tempo em função de se estar capacitando os alunos? Dr. Felício: Isso se reflete em nossos índices. Por exemplo, temos um tempo de permanência maior do que o hospital puramente existencial. Isso ocorre porque a duração dos nossos procedimentos ocorre em um tempo um pouco maior, por causa da inserção do estudante. Temos também mais pessoas em volta do paciente. O Estado hoje conseguiu entender isso, na forma da contratualização, colocando 12% de financiamento a mais porque somos responsáveis pela formação de recursos humanos para toda a rede. Exatamente, o que isso significa? Dr. Felício: Na contratualização há um índice que vai de 8% a 12% pelo chamado ensino e formação de recursos humanos. Ou seja, nosso contrato não é puramente assistencial, há esse percentual a mais sobre o global. Qual a média de atendimentos? Dr. Felício: Temos alguns números de julho que são bem característicos: 596 consultas ambulatoriais diárias, o que dá mais de 13 mil por mês; internações são 916 por mês; atendimentos na emergência, por mês; cirurgias do ponto de vista ambulatorial, 400 por mês; e 266 dentro do centro cirúrgico; partos temos uma média de 170 por mês. Abrimos prontuários mensais. Como somos um hospital referência, atendemos pessoas de todo Estado. O senhor acredita que muitas dessas pessoas poderiam ser atendidas em unidades básicas e não no HU? Dr. Felício: Na verdade, nós precisamos ter uma unidade de pronto atendimento no Sul, no Norte, no Centro e no Continente. Os postos de saúde no meio delas. Chama-se contra-referência. Por exemplo, um paciente que recebe ficha azul na emergência poderia ser atendido em 30 minutos em um posto de saúde. Mas nós não temos isso, não funciona assim. O posto de saúde fecha às 19h e nós trabalhamos direto, então não há como funcionar, a não ser com as UPAs (Unidades de Pronto Atendimento). Como é feita a integração com os centros de ensino e como isso impacta no dia a dia do hospital? Dr. Felício: A integração docente-assistencial na área da medicina é fácil de entender porque todos os nossos departamentos vieram para dentro do hospital. Os serviços, via de regra são feitos pelos professores ou pelos técnico-administrativos (médicos que não são professores). Todos trabalham juntos, já que se trata de um hospital universitário. Há chefias que não são feitas por docentes, mas em todos os serviços há essa integração. Há ainda os percentuais satélites, representado por gente da fisioterapia, psicologia, assistência social, nutrição, farmácia. Todos esses também têm professores e outros profissionais contratados e, nesse caso, há uma diretoria de apoio assistencial. Há projetos inovadores dentro dos laboratórios do HU? Dr. Felício Sim. Temos alguns laboratórios muito fortes, como o laboratório de biomecânica, onde é feita uma integração com a engenharia; há um laboratório do pessoal que estuda asma e que tem uma grande pesquisa em cima de toda a parte pneumológica; há o laboratório de câncer de colo uterino, que tem um grande trabalho e; há um laboratório para técnica operatória e cirurgia experimental, onde são feitos todos os doutorados da UFSC nessa área, utilizando animais. São estudos bastante avançados. Quais as principais obras que estão sendo realizadas no hospital? Dr. Felício A ala para queimados está em plena construção. Começou em janeiro deste ano e deve ser concluída em janeiro próximos. Acredito que até o final de 2012 estará funcionando. Informe Comercial - UFSC Hospital Universitário - Este caderno circula encartado no Jornal Diário Catarinense / Subeditora: Jana Hoffmann / Jornalista colaborador: Alex Fernandes / Fotos: Divulgação e Acervo Agecom/ Projeto Gráfico: Edson Egerland

3 4 5 maternidade e ala dos queimados Foco no atendimento humanizado A maternidade do Hospital Universitário foi implantada em 1995, após um longo processo de construção da área física, aquisição de equipamentos e contratação de equipe especializada. De acordo com o chefe da divisão de tocoginecologia do HU. Dr. Alberto Trapani, a maternidade pauta suas ações na oferta de um atendimento humanizado à mãe, ao bebê e à família. Além disso, subordina sua prestação de serviços de assistência médica ao papel educativo da instituição, transferindo informações e educando a população, o que, segundo o médico, contribui para criar uma cultura de saúde. O foco da maternidade é o seu modelo de atendimento, que visa ofertar qualidade diferenciada ao paciente, o que a difere do padrão hospitalar tradicional, explica o Dr. Trapani. Segundo ele, a maternidade foi pioneira na humanização do atendimento à gestante, que passou a ter o direito de ser acompanhada o tempo todo, ou pelo marido, pela mãe, parente. Trata-se de um modelo inovador no Estado, já que, até então, a gestante ficava sozinha no hospital até dar à luz. O atendimento humanizado da maternidade do HU chegou a inspirar a então senadora Ideli Salvati a criar a Lei do Acompanhante (Lei B, de 2004 ), que permite que as gestantes possam ter companhia garantida durante todo trabalho de parto, no parto e no pós-parto imediato. Segundo o médico, a maternidade do HU funciona em regime de portas abertas, como se fosse uma emergência. Quando a gestante chega aqui, nossa equipe analisa a situação, vê se precisa de internamento no centro obstétrico ou se deve aguardar em casa. Há ainda os casos de gestações de alto risco (mulheres hipertensas ou diabéticas, por exemplo), que são encaminhadas a outras unidades do hospital, explica. A maternidade do HU recebe parturientes de diversas localidades, mas a grande maioria vem da região do entorno (Trindade, Pantanal Córrego Grande, Itacorubi, João Paulo), da Lagoa da Conceição e das praias do Norte da Ilha. Com essa demanda, a maternidade tem em média 180 nascimentos mensais. Claro que há meses que temos uns 150 nascimentos, mas em outros meses registramos uns 200, diz o Dr. Trapani. Um dos grandes focos da maternidade do HU é o ensino, já que se trata de uma instituição pertencente à Universidade Federal de Santa Catarina. No caso específico do curso de Medicina, participam da maternidade médicos especialistas, médicos residentes e alunos de graduação, que acompanham o sistema de atendimento e participam das atividades de assistência acompanhados por um médico. Maternidade do Hospital Universitário foi pioneira na humanização do atendimento à gestante No entanto, a maternidade do HU tem em seus preceitos filosóficos a interdisciplinaridade, que permite o envolvimento de profissionais de diversas áreas do conhecimento. Assim, são encontrados na maternidade médicos obstetras, neonatologistas e anestesistas; equipe de enfermagem, psicóloga, nutricionista e assistente social. ATENDIMENTO O atendimento humanizado e voltado à família direciona os trabalhos na maternidade do HU. Assim, após a gestante e seu acompanhante passarem no setor de triagem obstétrica, onde é feita a internação e iniciado o processo de informação sobre o parto, aleitamento e outros, os dois são acolhidos no Centro Obstétrico, onde se desenvolvem o trabalho de parto e o parto. A presença do pai, não somente é garantida, mas estimulada, pontua o Dr. Trapani. Durante o trabalho de parto, a gestante é incentivada a deambular, contando para isso com área específica, com barra de sustentação, banco desenhado especialmente para esse período e ajuda do acompanhante e de profissionais de saúde. Banho morno é estimulado com o intuito de amenizar a dor. O casal é convidado a conhecer as salas de parto, onde é apresentada a cadeira para o parto verticalizado, ou de cócoras, técnica que vem paulatinamente ganhando mais adeptos tanto na população assistida como entre os profissionais de saúde. Ala para queimados está quase pronta O HU vem concluindo as obras da futura ala para queimados - uma unidade de alta complexidade que é a primeira para adultos em Santa Catarina. O projeto de construção vêm sendo realizado desde o ano passado, com um investimento previsto para R$ 6 milhões. O programa prestará socorro e assistência a adultos vítimas de queimaduras e produtos tóxicos. Por enquanto, Santa Catarina conta apenas com alas de queimados para crianças. Nos últimos anos foram feitas diversas tentativas para obter recursos em Brasília para a construção da ala para queimados, mas somente em 2010 a verba foi autorizada. Quando iniciou suas atividades, há mais 30 anos, estava previsto que o HU teria uma ala para queimados, considerada pela direção do hospital como fundamental para aprimorar a qualidade dos serviços da instituição. Mas, apesar de todo o esforço da diretoria do HU, isso veio a acontecer somente agora. Um dos motivos do convênio ter sido autorizado é que Santa Catarina precisa ter meio de encaminhar vítimas de possíveis acidentes com veículos que transportam grandes quantidades de substâncias tóxicas de refinarias entre o Rio Grande do Sul e o centro do país pela BR-101. Quando a ala para queimados do HU estiver concluída, os pacientes catarinenses com ferimentos causados por queimaduras de alto grau, a maioria delas provocada por acidentes de trabalho ou de trânsito, receberão em Florianópolis o tratamento que antes só teriam deslocando-se aos estados vizinhos. Hoje, as vítimas com mais de 30% do corpo queimado não conseguem atendimento especializado em Santa Catarina e são levadas para Curitiba (PR). A nova ala deve contar com uma unidade de terapia intensiva (UTI) e centro cirúrgico próprio. emergência e toxicologia Avanços na emergência do HU Desde o início de agosto deste ano, a emergência do Hospital Universitário começou a fazer a classificação de risco dos pacientes. O Protocolo de Classificação de Risco de Manchester é um padrão internacional já adotado em muitos hospitais brasileiros, que por meio de uma triagem identifica o tipo de urgência que será adotado no atendimento. Os médicos do HU passaram a classificar os pacientes seguindo uma lógica baseada em cores, que determina o grau de prioridade e o tempo de espera de cada caso: vermelho atendimento imediato; laranja em até 10 minutos; amarelo até uma hora; verde e azul de duas a quatro horas (mas com a orientação, por assistentes sociais, de que podem buscar a rede básica). De acordo com o chefe da emergência do HU, Dr. Alfredo Schmidt, o antigo sistema de atendimento contemplava apenas a ordem de chegada, independente da gravidade dos pacientes. Era feita uma ficha, que não era vista por nenhum profissional da saúde, e não havia como priorizar os quadros mais graves. Normalmente, quem gritava mais tinha uma avaliação de maior gravidade e o resto do pessoal esperava por ordem de chegada. Agora não. Os enfermeiros é que fazem a avaliação da gravidade e com um protocolo pré-estabelecido eles avaliam o risco que essas pessoas têm pela queixa principal do paciente. Mas não se faz qualquer diagnóstico neste momento, nem conduta, nem se verifica sinais vitais - não ser que o próprio organograma peça isso - e ele vai ser classificado, explica o Dr. Schmidt. Quem chega pelo pré-hospitalar (Corpo de Bombeiro, SAMU, Polícia, por exemplo), também é pré-classificado. Anteriormente, quem chegava de ambulância era atendida sempre na frente, independente da gravidade. Às vezes a pessoa desmaiava e chegava de ambulância porque teve um mal súbito, e era atendido na frente de um infarto. Isso agora não acontece mais, explica o médico. MAIS AVANÇOS Ao longo dos anos a emergência do Hospital Universitário passou por outros avanços, como a ampliação da resolutividade, em que o atendimento do setor tornou-se mais complexo. No entanto, o Dr. Schmidt observa que falar de evolução na área de emergência significa ter todo um sistema e uma rede em pleno funcionamento, o que atualmente não ocorre. Setenta por cento dos pacientes que procuram a emergência do HU não deveriam estar ali, e sim em outras unidades de saúde, salienta. Segundo o chefe da emergência do HU, Dr. Alfredo Schmidt, hoje, os casos que chegam no hospital são classificados pelo grau de prioridade e tempo de espera Centro Toxicológico mantém Plantão 24 Horas O Centro de Informações Toxicológicas é um órgão público da Secretaria de Estado da Saúde que funciona há 26 anos dentro do Hospital Universitário e é uma referência estadual na área da toxicologia clínica. Seus objetivos são sistematizar, ampliar e difundir conhecimentos técnico-científicos sobre toxicologia, visando prevenir, controlar e fornecer tratamento adequado de acidentes, riscos e danos de natureza toxicológica provocados por medicamentos, cosméticos, domissanitários, produtos químicos em geral, animais peçonhentos, plantas tóxicas, agrotóxicos, poluentes industriais e quaisquer outras substâncias potencialmente agressivas para o ser humano. O centro mantém um serviço de Plantão 24 Horas, onde presta informações específicas em caráter de urgência a profissionais de saúde, principalmente médicos da rede hospitalar e ambulatorial e de caráter educativo/preventivo à população em geral, diretamente ou pela ligação gratuita pelo telefone No ano passado o Centro de Informações Toxicológicas realizou quase 10 mil atendimentos, sendo 90% intoxicações humanas. De acordo com o órgão, estima-se que o atendimento aumente ainda mais nos próximos anos tendo em vista a maior interação com profissionais de todas as regiões do Estado e a comunicação cada vez mais eficiente e acessível. Segundo a coordenadora do centro, Marlene Zannin, a maior parte da clientela se constitui de médicos e pacientes na porta de emergência, mas também há um canal aberto à população. Grande parte da exposição a substâncias químicas é leve e, às vezes, a pessoa sequer precisa sair de casa para cuidar do problema. Então, é melhor ligar para o centro, que vamos identificar o problema e informar exatamente o que deve ser feito, explica. Por estar localizado na Grande Florianópolis, o Centro de Informações Toxicológicas gera um grande fluxo de consultas e atendimentos dessa região, mas, de acordo com a coordenadora, deveria gerar também de outros municípios. O órgão está estruturado para atender chamados de todo o Estado. São seis linhas telefônicas que atendem até três ligações simultaneamente. Para agilizar o atendimento, todos os computadores estão habilitados a acessar os melhores bancos de dados de toxicologia do planeta. BANCO DE DADOS De acordo com Marlene Zannin, o Centro de Informações Toxicológicas existe porque no mundo há mais de 15 milhões de substâncias químicas e 100 mil em contato com o ser humano. Fica impossível para qualquer profissional da saúde dar conta de saber qual é a química que há nesses produtos. Então, é preciso buscar a informação em bancos de dados, acentua a coordenadora. Ao atender um paciente com suspeita de intoxicação, o médico pode entrar em contato pelo telefone e será atendido imediatamente. Então é aberta uma ficha daquele paciente e que começa a ser atendido por telefone.

4 6 7 ensino, atendimento e pesquisa Alunos aprendem teoria e prática Instituída pelo Decreto nº , de 5 de setembro de 1977, a residência médica é uma modalidade de ensino de pós-graduação destinada a médicos, sob a forma de curso de especialização. Funciona em instituições de saúde, sob a orientação de profissionais médicos de elevada qualificação ética e profissional, sendo considerada o padrão ouro da especialização médica. O Programa de Residência Médica, cumprido integralmente dentro de uma determinada especialidade, confere ao médico residente o título de especialista. A expressão residência médica só pode ser empregada para programas que sejam credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica. No Hospital Universitário, o Dr. Lúcio Botelho (exreitor da UFSC) coordena o Programa de Residência em Medicina da Família. Segundo ele, o termo residência médica reporta aos primórdios da profissão, quando o pai ensinava para o filho seu ofício. Quando ele ensinava para alguém que não era da família e o aprendiz vinha morar na casa do médico para aprender, era considerado residente. Na raiz do termo está o significado de aprender fazendo, aprender praticando, esclarece o médico. No entanto, ao longo dos anos, a medicina veio Arício Treitinger, diretor em exercício do Centro de Ciências da Saúde UFSC tem equipe de 85 médicos residentes se sofisticando cada vez mais ao ponto de, no início do século 20, o Relatório Flexner instituir uma visão mais especializada da medicina. O ensino da profissão de médico era terminalístico mas, à medida que evoluiu acabou subindo de patamar, com a especialidade profissional. De acordo com o coordenador do Programa de Residência Médica do HU, não se podia mesmo formar em seis anos um médico especialista. Claro que a residência médica já existia para os clínicos e cirurgiões gerais, que eram sujeitos que procuravam aprofundar seus conhecimentos residindo no hospital, observa. ESPECIALIDADES Atualmente, o Hospital Universitário tem um quadro de 85 médicos residentes, das mais diferentes especialidades. A residência básica dura ao todo 6 mil horas, sendo concluída em dois anos. O médico residente precisa estar formado e deve fazer uma prova para ingressar no programa que lhe permite aprender durante a prática no HU. Além disso, há ainda a parte teórica que complementa seus estudos. Após concluir o programa de dois anos, os médicos recebem o diploma na área de especialidade que escolheram (clínica médica ou cirurgia geral). Quem imagina que os estudantes do Centro de Ciências da Saúde aprendem apenas a prática profissional nos diferentes núcleos do Hospital Universitário, não faz ideia de que muita teoria também é estudada durante o período de estágio na instituição. Cada curso tem sua metodologia particular, o que influi diretamente na maneira como os alunos irão se relacionar com a rotina de aprendizado na instituição, mas, ao final desse período obrigatório para a formação profissional, todos compreenderão perfeitamente as lições do dia a dia de um hospital. Segundo o diretor em exercício do Centro de Ciências da Saúde, Arício Treitinger, todos os cursos da área de saúde utilizam o HU como laboratório para permitir aos alunos a vivência prática da profissão. Neste momento, alguns cursos têm mais teoria, outros menos, porque não há aprendizado sem base teórica, mas a ideia de usar o hospital é possibilitar ao aluno um período, normalmente, de seis meses de estágio, explica. Medicina, enfermagem, farmácia, nutrição, fonoaudiologia e odontologia são cursos que utilizam a estrutura do HU para os estágios. O curso de odontologia utiliza um pouco menos, já que o curso tem uma clínica fora da estrutura do HU. No entanto, alguns procedimentos cirúrgicos, especialmente buco maxilofaciais, são realizados dentro do hospital. Cada curso tem suas particularidades, mas a maior parte deles exige estágio de um semestre. Outros exigem dois semestres. O curso de medicina, dois anos, explica o diretor em exercício. Para Teritinger, além da importância dos vários núcleos do HU para o aprendizado, os laboratórios da instituição merecem destaque, já que permitem excelentes aulas práticas, como no caso de patologia e análises clínicas - este último sendo usado para estágios do curso de farmácia. Outro aspecto importante a ser ressaltado são as pesquisas realizadas dentro das dependências do HU. Quando se trata de seres humanos é preciso que haja tanto aprovação do comitê de ética quanto do próprio HU, ressalta. LABORATÓRIO DA MEDICINA Na opinião do diretor do curso de Medicina da UFSC, Dr. Carlos Eduardo Pinheiro, o Hospital Universitário é uma espécie de laboratório para os estudantes de medicina. Vejo que o estágio prático no HU é a única maneira de se treinar o médico, salienta. Segundo ele, historicamente, a medicina tinha uma parte básica e uma parte teóricoprática, que começava no terceiro ano de curso, dentro do HU. No último ano era internato, que é o treinamento em serviço. Mas isso mudou e agora são dois anos de internato, no qual o aluno cumpre 40 horas semanais, tendo uma tarde livre e um plantão a cada 10 dias. O diretor do curso explica que a ideia é reproduzir a rotina profissional dos médicos. Durante esse período o estudante passa a conhecer as cinco grandes áreas da medicina: pediatria, gineco-obstetrícia, cirurgia, clínica médica e saúde pública. Terá cerca de 10% de aulas teóricas e 90% de aulas práticas. Quando concluir o curso, ele estará apto a lidar com todas as cinco grandes áreas, diz o Dr. Pinheiro, acrescentando que é necessário esforço do aluno. Enquanto o semestre da UFSC tem 18 semanas, o do curso de medicina tem 23. Ou seja, além de ser o maior curso (seis anos), ainda tem os semestres mais longos. Então, é preciso dedicação e compromisso. Há pouco tempo, os estágios eram feitos somente dentro dos hospitais da rede. Mas agora parte deles podem ser realizados nas unidades básicas de saúde, estimulando o futuro profissional a trabalhar no SUS. Além disso, em um hospital o estudante vai ver em grande parte casos incomuns, pouco frequentes. Em um ambulatório, temos o dia a dia da medicina. O curso de medicina está passando por essa correção. De acordo com o diretor do curso de medicina, há um paradoxo em relação ao HU. Por um lado, é interessante que o hospital atenda um maior número de pacientes. Por outro, é preciso fazer com que os alunos possam praticar medicina. Mas os estudantes são mais lentos e aumentam o tempo de atendimento. Então, para mim, o grande desafio é saber conciliar a área de assistência com o ensino profissional, finaliza. laboratórios e serviços Atendimento de alta complexidade Inaugurado em 2006, o Laboratório de Estudos em Voz e Audição do Hospital Universitário é uma referência no atendimento de alta complexidade em próteses auditivas e na triagem auditiva neonatal, o famoso teste da orelhinha. Na verdade, a triagem é feita em bebês recém-nascidos para diagnosticar perda auditiva precoce. Todo mês a Secretaria de Estado da Saúde encaminha cerca de 250 novos pacientes à equipe do laboratório, formada por sete fonoaudiólogos, dois técnico-administrativos, um bolsista e dois estagiários. Há ainda uma equipe auxiliar, composta por dois otorrinolaringologistas, um pediatra, um assistente social, um neurologista, um psicólogo e um geneticista. Mais de 800 pacientes diagnosticados para o uso do aparelho auditivo são atendidos, mensalmente, sendo que cada um recebe quatro atendimentos durante a fase de tratamento. A maioria dos pacientes procura atendimento motivada pela família. As reclamações mais comuns referem-se ao zumbido no ouvido, que é um dos sintomas de perda auditiva, e à dificuldade de compreender aquilo que escuta. De acordo com um levantamento realizado no laboratório revelou que aproximadamente 35% do público que recebe assistência são idosos acima de 60 anos. Além dos atendimentos, desde 2004, o HU tenta obter o credenciamento do Ministério da Saúde para realizar cirurgias de implante coclear. Diferente do aparelho auditivo, que apenas amplifica ou intensifica o som, esse tipo de implante estimula diretamente fibras neurais na cóclea, possibilitando que a pessoa perceba o som. Em 2007, esse tipo de cirurgia foi realizada com sucesso pelo laboratório, que demonstrou ter condições necessárias para a realização do procedimento. Trabalhando para o bem-estar das pessoas com mais de 60 anos O Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa, Ensino e Assistência Gerontogeriátrica surgiu em 1988 da necessidade de se oferecer disciplinas na área geriátrica. Ele funciona dentro do Hospital Universitário e foi reconhecido oficialmente em 1998 para dar apoio ao desenvolvimento de estudos interdisciplinares em saúde do idoso, além de acompanhar e supervisionar estagiários e prestar atendimento ao público em nível ambulatorial. O objetivo do núcleo é reduzir o número e o tempo de internações. Para isso, são desenvolvidas atividades como acompanhamento psicológico e educativo na sala de espera com vídeos, minipalestras e distribuição de panfletos informativos sobre doenças como depressão, osteoporose e diabetes, direito do idoso, como evitar quedas e os perigos da automedicação. Também são realizadas visitas domiciliares de acompanhamento e consultorias na área de geriatria e gerontologia. Outras atividades do núcleo são as oficinas sobre memória, trabalhos para tratamento de incontinência urinária e orientações fisioterapêuticas. Atualmente, a equipe do núcleo tem dois médicos, uma enfermeira, um nutricionista, um assistente social, uma psicóloga voluntária, um fisiatra e um psiquiatra. Todo mês são atendidas entre 130 e 150 pessoas, que fazem entre dois e três retornos anuais. Segundo informações do núcleo, a faixa etária assistida é de 60 a 100 anos, com predominância de pacientes entre 70 e 85 anos. A maior parte das pessoas é da Grande Florianópolis. No Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa, Ensino e Assistência Gerontogeriátrica é desenvolvido um trabalho de apoio chamado Grupo de Ajuda Mútua com famílias dos idosos portadores de doenças degenerativas, como o Mal de Alzheimer, em parceria com o Núcleo de Estudos da Terceira Idade. Mais de 800 pacientes diagnosticados para uso do aparelho auditivo são atendidos pela equipe do Laboratório Serviço de Anatomia Patológica é pioneiro em Santa Catarina O Serviço de Anatomia Patológica do Hospital Universitário foi fundado em 1985 com a finalidade de atender à procura por análises e diagnósticos. É um serviço pioneiro no Estado na área de patologia, na qual, em geral, o médico trabalha direto com o paciente. A sua principal função é fazer as análises para que os médicos especialistas possam realizar corretamente os tratamentos em suas áreas específicas. O trabalho começa com a coleta de material (pedaços de ossos, pele ou qualquer outro tecido), que é preparado para que possa ser processado. Após isso há a análise e a emissão de laudo do patologista. A partir desse documento serão tomadas as medidas recomendadas para o tratamento do paciente. Atualmente, o Serviço de Anatomia Patológica tem cinco professores, cinco médicos, um bioquímico e seis técnicos. A equipe se divide entre os serviços de imunofluorescência, imuno-histoquímica, laboratório de anatomia patológica e necropsia. O serviço de imunofluorescência foi implantado em 1994 e hoje é uma referência nacional, servindo para a diferenciação de tumores. Ele é feito com uma técnica que deixa as células fosforescentes, de maneira que possa identificá-las para obter um resultado preciso. A imuno-histoquímica serve para encontrar certos antígenos em células de tecido. Esse serviço é prestado desde 1995 e, em 2002, passou por modernização.

5 8 humanização Sala de Leitura para os pacientes A humanização hospitalar é uma ideia antiga no Hospital Universitário e que vem sendo desenvolvida pelas equipes profissionais da instituição e pela vontade individual de cada um de seus membros. Dessa forma, em novembro de 2005, foi inaugurada a Sala de Leitura Salim Miguel, que, além de contribuir com o processo de humanização da instituição, incentiva o hábito da leitura de pacientes internos, externos, acompanhantes e servidores do HU, agregando valor aos serviços de atendimento oferecidos. De acordo com a responsável, Eva Maria Seitz, a sala de leitura proporciona aos seus usuários, além da leitura, algumas atividades de entretenimento, que são feitas pelo Grupo Reaja, autodenominados como médicos de almas. Em suas visitas aos pacientes, cantam músicas e apresentam números teatrais. O resultado é excelente e muito importante para os pacientes, diz Eva. O acervo, que atualmente soma cerca de 5 mil obras, é formado por livros de vários gêneros, como: literatura brasileira, estrangeira, infantil e autoajuda. Tem também revistas, gibis e jornais, todos doados pela comunidade. O acervo inicial foi doado pelo Instituto Oldemburg, pelo projeto Sala de Leitura. Na ocasião foram doadas mil obras (quinhentos títulos) de todos os gêneros literários. Segundo Eva, o acervo atual existe graças à colaboração da comunidade que não mede esforços para realizar sua doação. Hoje a procura por livros e revistas, especialmente, é muito grande dentro do HU. É claro que procuramos dar uma grande abrangência a esse trabalho, A Associação Amigos do Hospital Universitário completou 10 anos no último mês de setembro e, segundo seu presidente, Pedro Camacho, conseguiu solidificar-se como um agente atuante no hospital de todas as maneiras possíveis, ao ponto de tornar-se imprescindível. A entidade, sem fins lucrativos, é formada exclusivamente por voluntários, que dão apoio humano e espiritual aos pacientes e acompanhantes no HU. A associação tem duas frentes de trabalho: uma de atendimento direto ao paciente e ao acompanhante e a outra que se incumbe de buscar recursos para a instituição. Hoje, esses recursos vêm de contribuição de associados, doações da Receita Federal, busca de parcerias com lojas e doações de roupas para a realização de um brechó. Desde maio de 2010 a associação tornou-se uma entidade de utilidade pública federal, o que lhe permite contar com incentivos financeiros do governo. Além disso, a associação deixou de ser apenas uma A Sala de Leitura Salim Miguel, dentro do HU, conta atualmente com um acervo de 5 mil publicações. A maioria dos títulos é de doações da própria comunidade entidade de apoio aos pacientes e passou a ajudar diretamente no desenvolvimento do hospital. Em função da sua capacidade de captar recursos, foi possível ao HU adquirir a sua primeira UTI móvel. A associação vem fazendo uma parceria com a Receita Federal, que lhe permite captar produtos apreendidos para a realização de bazares. Com a renda obtida na venda das mercadorias, consegue adquirir equipamentos e materiais para o HU. VOLUNTARIADO E DEMANDAS O trabalho voluntário ganhou notoriedade e destaque internacional devido à relevância. Para a associação, trata-se de uma atividade essencial. Nos 10 anos da Associação mais de 500 pessoas já colaboraram, envolvendo-se nas mais diversas atividades. Mas, ainda que as atividades possam ser realizadas por qualquer pessoa, é necessário que o candidato a voluntário receba uma preparação antes do início de seus trabalhos. Para participar da diretoria ou realizar visitas mas algumas unidades da instituição não comportam o empréstimo de livros, devido a seu caráter de alta rotatividade. Então, o que fazemos é emprestar revistas, explica a responsável pela sala de leitura. Contando apenas com a força de trabalho de Eva e de mais quatro bolsistas, a Sala de Leitura Salim Miguel vai conquistando a simpatia do público e ganhando adeptos. De acordo com o levantamento do setor, em 2010, foram emprestados 332 livros, revistas e atendidas pessoas. Esse número tende a aumentar porque a aceitação é muito grande, observa. Além das obras, a Sala de Leitura Salim Miguel disponibiliza o uso de computador para que os pacientes possam se comunicar com seus familiares ou se entreter. Precisamos é de um kit multimídia, o que permitiria que a comunicação entre o paciente e seus familiares fosse ainda melhor, conclui. Associação Amigos do HU é imprescindível a pacientes, cada um deles passa por um processo de capacitação para desempenhar seu papel de forma eficiente e qualificada. Desde o início de suas atividades, a associação vem atendendo demandas do HU, como substituição de colchões em 140 leitos, aquisição de uma UTI móvel para atendimentos emergenciais, aparelhos de ventilação para uso na UTI, televisores para todos os quartos, cadeiras especiais para acompanhantes, equipamentos para os setores de transplantes e cirurgias. Em função da parceria entre a associação e a Receita Federal, foram obtidos recursos para a construção do Edifício Voluntária Dona Cora (homenagem à fundadora do serviço voluntário no HU), que abriga no andar térreo o posto de coleta do banco de sangue do hospital, no primeiro andar o serviço de acolhimento a pacientes e acompanhantes vindos do interior e, no segundo andar, a sede administrativa da entidade.

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