PROGRAMA DE COOPERAÇÃO CULTURAL ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DA TUNÍSIA PARA O PERÍODO

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1 PROGRAMA DE COOPERAÇÃO CULTURAL ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DA TUNÍSIA PARA O PERÍODO O Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Tunisiana, doravante denominados as "partes", animados pelo desejo de desenvolver e incrementar as relações de cooperação entre os dois países na área cultural, em cumprimento ao Acordo Cultural Brasil-Tunísia, assinado em 4 de junho de 1968, propõem a realização das seguintes atividades para o período : I Artes: As duas Partes encorajarão as iniciativas destinadas ao desenvolvimento da cooperação cultural entre os dois países, notadamente nas áreas da música, da dança, do teatro, do cinema e do audiovisual, das artes plásticas e da fotografia. Artigo 1: Intercâmbio cultural I. 1 As duas Partes intercâmbiarão informações sobre eventos culturais nacionais e internacionais realizados em cada uma delas, visando a facilitar conforme o regulamento do respectivo evento a participação, nos mesmos, de representantes da outra Parte. 1.2 A Parte brasileira convidará a Parte tunisiana para participar em eventos culturais organizados no Brasil, tais como: a) Festival de Dança do Rio de Janeiro; b) Festival Internacional de Dança de Belo Horizonte; c) Festival Internacional de Dança de Brasília; d) Festival Internacional de Dança da Amazônia; e) Encontro Internacional de Sapateadores do Rio de Janeiro; f) Festival Internacional de Teatro de Canela, Rio Grande do Sul; g) Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Canela;

2 h) Festival Internacional de Teatro de Palco de Rua, em Belo Horizonte; i) Festival Internacional de Artes Cênicas de São Paulo; j) Festival Internacional do Novo Circo de Belo Horizonte; k) Festival Internacional de Circo de Curitiba; e l) Festival de Teatro do Rio de Janeiro. 1.3 A Parte tunisiana convidará a Parte brasileira para participar em eventos culturais organizados na Tunísia, tais como as "Jornadas Teatrais de Cartago", as "Jornadas Cinematrográficas de Cartago", os festivais internacionais de Cartago e de Hammamet e o "Festival de Música Sinfônica de El Jem". Artigo 2: Música As duas Partes estimularão o desenvolvimento da cooperação direta entre instituições musicais dos dois países, notadamente entre o "Centro das Músicas Árabes e Mediterrâneas" da Tunísia e a "Comissão Nacional da Música" no Brasil. As duas Partes estimularão o desenvolvimento de contatos entre músicos por meio de: a) intercâmbio regular e oportuno de informações sobre os festivais e concursos musicais; b) intercâmbio de obras de compositores tunisianos e brasileiros, respeitando-se a legislação vigente em ambos os países no que se refere aos direitos autorais; c) intercâmbio de especialistas e pesquisadores na área da música, com vistas à sua participação em seminários e conferências organizados nos dois países; d) intercâmbio de revistas especializadas, de documentos sonóros e de publicações recentes em matéria de formação musical. Artigo 3: Dança As duas Partes estimularão o desenvolvimento de contatos entre grupos de dança ou dançarinos individuais e coreógrafos dos dois países, por meio de: a) intercâmbio regular e oportuno de informações sobre os festivais concursos de dança e estabelecimento de contatos diretos entre as associações e companhias de dança dos dois países; b) intercâmbio de obras coreográficas e de coreógrafos contemporâneos tunisianos e brasileiros; c) intercâmbio de documentos e de informações relativos à música, à dança e ao teatro em seus respectivos países.

3 Artigo 4: Teatro As duas Partes contribuirão para o desenvolvimento do intercâmbio na área do teatro favorecendo o estabelecimento de contatos diretos entre os grupos teatrais e aos profissionais de artes dramáticas e por meio do intercâmbio de informações relativas aos festivais e manifestações teatrais regionais e internacionais organizados em seus respectivos países. II Cooperação nas áreas de Patrimônio Cultural, Museus e Artes Plásticas II.1 As duas Partes estimularão a cooperação no domínio do patrimônio cultural e dos museus, favorecendo o intercâmbio de informações e experiências no âmbito da conservação e restauração de monumentos culturais, da gestão de museus públicos e na proteção a cidades históricas e sítios tombados. II..2 As duas Partes estimularão, por meio de instituições curadoras de monumentos, o intercâmbio de informações, publicações científicas e documentação na área da preservação e avaliação dos tesouros culturais, e facilitarão a participação de peritos de cada uma das Partes em encontros internacionais sobre o tema organizados na outra As duas Partes estimularão a cooperação entre suas respectivas organizações e instituições na área de artes plásticas, tais como galerias e institutos de arte. Essa cooperação poderá incluir o intercâmbio de documentação e informações, de peritos, e de coleções selecionadas. As condições serão estabelecidas diretamente entre as entidades interessadas As duas Partes estimularão a organização, durante a validade deste programa, de exposições de pintura, de artes aplicadas, de livros, de manuscritos, de cartazes, de fotografias e de obras de outros campos do patrimônio artístico e cultural As duas Partes acordam, igualmente, organizar exposições representativas do patrimônio nacional de cada Parte, com base em acordos específicos a serem assinados entre as respectivas instituições competentes As duas Partes estimularão o estabelecimento da cooperação entre o Museu Histórico Nacional e o Museu Nacional de Belas Artes da República Federativa do Brasil e o Museu de Cartago e o Museu do Bardo da República da Tunísia. A cooperação traduzir-se-á na troca de informações e documentação e no intercâmbio de técnicos e de coleções dos respectivos acervos; as condições serão definidas diretamente pelas instituições interessadas.

4 III Cooperação nas áreas de Cinema e Audiovisual As duas Partes estimularão a mpliação da cooperação na área de cinema, por meio de: - participação de representantes e filmes de cada uma das Partes em festivais internacionais de cinema organizados pela outra, conforme o regulamento de cada evento; - permuta de documentários e filmes científicos, de informações e publicações sobre cinema e de documentos legislativos e governamentais na área de audiovisual; - organização de semanas de cinema de cada uma das Partes no território da outra, sendo as condições financeiras acordadas diretamente entre as instituições envolvidas. III..2 A Parte tunisiana convidará à Parte brasileira para participar das Jornadas Cinematográficas de Cartago bienais, que se realizarão em outubro de IV Cooperação na área de bibliotecas As duas Partes estimularão à cooperação direta entre a Biblioteca Nacional da República Federativa do Brasil e Biblioteca Nacional da República da Tunísia, mediante o intercâmbio de fontes de informação, publicações e técnicos, com base em acordos celebrados, diretamente entre essas entidades e respeitandose a legislação interna de cada país. As duas Partes estimularão o intercâmbio de informações sobre seminários internacionais de literatura, colóquios, feitas e exposições de livros realizados nos respectivos territórios e envio de convites para participação nos eventos a editores, escritores e lingüistas da outra Parte. V Educação artística e criatividade infantil As duas Partes estimularão a cooperação no campo das manifestações culturais cinematográficas e teatrais destinadas às crianças. VI Cooperação na área de animação cultural As duas Partes estimularão a troca de experiências e de visitas entre administradores e especialistas no campo da animação cultural.

5 VII - Disposições Gerais e Condições Financeiras O intercâmbio de pessoas previsto no presente Programa será realizado dentro dos limites das disponibilidades financeiras estabelecidos pelos respectivos orçamentos anuais. Os custos dos eventos culturais serão discutidos caso a caso. Este Programa terá início na data de sua assinatura. Feito em Tunis, em 19 de julho de 2001, em 2 exemplares originais, redigidos em árabe, português e francês, os dois textos fazendo igualmente fé. Em caso de divergência de interpretação, prevalecerá o texto francês.

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