SIMONE MAGANHOTTO ZITTA CARACTERÍSTICAS VOCAIS DA DEFICIÊNCIA AUDITIVA

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1 SIMONE MAGANHOTTO ZITTA CARACTERÍSTICAS VOCAIS DA DEFICIÊNCIA AUDITIVA Monografia apresentada ao CEFAC - Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica para a obtenção do certificado de conclusão do Curso de Especialização de Voz. CURITIBA-PR 1999

2 FICHA CATALOGRÁFICA ZITTA, Simone Maganhotto. A Deficiência Auditiva e as Características Vocais. Curitiba PR, p. Monografia ( Especialização). CEFAC - Cursos de Especialização em Fonoaudiologia Clínica. Descritores: DISTÚRBIOS DA VOZ / DEFICIÊNCIA AUDITIVA / DISTÚRBIOS DA FALA / CARACTERÍSTICAS VOCAIS. NLMC-WV 500

3 CURSO DE PÓS - GRADUAÇÃO ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: VOZ COORDENADOR: Profª. Dra. Silvia Maria Rebelo Pinho. Mestre e Doutora pela UNIFESP - Escola Paulista de Medicina, Especialista em Voz e Coordenadora dos Cursos de Especialização em Voz do CEFAC. ORIENTADOR DE CONTEÚDO: Profª. Dra. Silvia Maria Rebelo Pinho. Mestre e Doutora pela UNIFESP - Escola Paulista de Medicina, Especialista em Voz e Coordenadora dos Cursos de Especialização em Voz do CEFAC. ORIENTADOR METODOLÓGICO: Profª. Maria Helena U. Caetano. Mestre pela UNIFESP - Escola Paulista demedicina, Especialista em Audiologia e Doutoranda em Ciências na Área de Fisiopatologia Experimental da Faculdade da Faculdade de Medicina da USP.

4 AGRADECIMENTOS momentos. A minha eterna mãe, pelo carinho, dedicação e compreensão em todos os Ao fonoaudiólogo e amigo Francisco Pletsch, pelo incentivo constante. As minhas amigas do curso de Especialização em Voz, em especial a fonoaudióloga Sandra C. Machado, pelo companheirismo. Aos meus filhos (Vinicius e Rômulo) e meu marido (Carlos) pela compreensão da minha ausência em vários momentos. A todos aqueles que mesmo distantes, mas ao mesmo tempo próximos, auxiliaram de alguma forma nesta jornada. Em especial a minha segunda mãe Célia Maria Maganhotto de Souza Silva. A todos os professores desse curso de especialização em voz pela transmissão de seus conhecimentos com sabedoria e humildade. Em especial, a fonoaudióloga Dra. Silvia Rebelo Pinho, por acreditar na fonoaudiologia, o meu imenso agradecimento.

5 O sinal mais seguro da sabedoria é a constante serenidade. Montagne Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Por isso, aprendemos sempre. Paulo Freire

6 A ti, meu Deus, elevo o meu coração elevo as minhas mãos, meu olhar, minha voz A ti, meu Deus, eu quero oferecer meus passos e meu viver, meus caminhos, meu sofrer. ( Salmo 25 )

7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO LITERATURA AUDIÇÃO RESPIRAÇÃO RESSONÂNCIA RITMO E VELOCIDADE ALTURA E INTENSIDADE INTELEGIBILIDADE DE FALA E ARTICULAÇÃO DISCUSSÃO CONCLUSÃO RESUMO SUMMARY 26 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA FONTES CONSULTADAS... 33

8 INTRODUÇÃO Este trabalho relata as características vocais da deficiência auditiva, com a finalidade de esclarecer que apesar do controle vocal depender em grande parte da audibilização, há a necessidade de educação precoce da voz em portadores de surdez, por meio de recursos de monitoramento vocal como pistas auditivas, visuais, táteis, cinestésicas e também por meio de treinamentos específicos, como: respiração, ressonância, intensidade, altura, velocidade e ritmo, visando a inteligibilidade de fala. Desta forma, mesmo na atualidade, as alterações vocais em portadores de surdez, são consideradas objetos de pouco estudo e controvérsias. Espera-se que o conteúdo deste trabalho ajude a esclarecer efetivamente a problemática da audio-comunicação e que profissionais da área façam o uso do mesmo no sentido de facilitar a integração do portador de surdez na sociedade em que vive. O presente trabalho tem com objetivo a realização de um levantamento bibliográfico sobre as principais características vocais encontradas em portadores de surdez, sendo que uma voz com qualidades acústicas distorcidas podem levar a limitações da comunicação do indivíduo, dificultando sua vida social, familiar e principalmente profissional. Assim esta pesquisa bibliográfica visa desmistificar o assunto e servir de agente de divulgação e de mudanças de comportamento de profissionais da área, a fim de melhores ajustes dos portadores de surdez ao meio ouvinte.

9 LITERATURA AUDIÇÃO STRATTON (1973) afirmou que ouvir é essencial para o desenvolvimento da fala, assim como para controlar e modificar o desempenho vocal de todos os indivíduos. Salienta que para indivíduos surdos, a ausência do monitoramento auditivo traz conseqüências desastrosas para o seu desenvolvimento de fala. LING (1976) afirmou que é necessário dar a criança deficiente auditiva meios para se expressar de modo fluente e eficaz em todos os tipos de situações sociais. A criança deve fazer uso de um aparelho de amplificação sonora individual e deve ser encorajada a utilizá-lo e instruída a tomar cuidado com ele. NORTHERN & DOWNS (1989) propuseram como definição de perda auditiva em crianças "qualquer grau de audição que reduza a inteligibilidade de uma mensagem falada a um grau impróprio para interpretação acurada ou aprendizagem". Assim, as alterações de voz nos portadores de surdez variam de acordo com o tipo e grau da perda auditiva. Perdas condutivas acarretam apenas alterações quanto a intensidade e perdas do tipo sensório-neural causam distúrbios vocais variados, piorando em gravidade quanto maior for a perda. CASE (1991) afirmou que uma perda de audição causa um impacto direto na voz e esse efeito é proporcional ao grau da perda auditiva e a fase de desenvolvimento em que ela ocorreu.

10 RESPIRAÇÃO A respiração é a primeira e a última relação que existe entre o homem e o mundo exterior. É um ato muscular coordenado pelo qual o volume da cavidade do tórax é alternadamente aumentado e diminuído nos movimentos rítmicos de inspiração e expiração. HUDGINS (1937) afirmou que a produção vocal e o controle da respiração estão intimamente associados um ao outro. Afirma também que o grau de fechamento da glote é de importância vital na produção do tom, se a abertura da glote for larga, maior força de respiração será necessária para se iniciar um tom, e o tom, assim produzido terá uma qualidade fraca e nasal. E se a glote estiver muito fechada, a coluna de ar será bloqueada e as vibrações poderiam ser produzidas apenas com uma força excessiva na coluna de ar, e assim o tom sairá tenso e de qualidade estridente. Relatou que o problema encontrado na respiração e fala de crianças surdas está na falta ou pouco controle sobre a quantidade de ar que respiram, sendo mais do que o necessário para permitir a saída de ar para cada sílaba. A razão para o uso excessivo é dupla, os movimentos não são coordenados entre os músculos respiratórios e o ajuste da glote; tendo como resultado um grande desperdício de ar e uma voz com pouca qualidade. TARNEAUD (1961) observou que para respirar bem para a fonação é necessária uma rápida inspiração e uma expiração medida. Para um adequado controle respiratório, o ideal é que se tenha uma quantidade suficiente de ar nos pulmões, e fim de produzir uma emissão vocal prolongada. O padrão costodiafragmático-abdominal é o que proporciona melhor desempenho (ZITTA, 1992). FORNER & HIXON (1977) verificaram que os deficientes auditivos apresentam as funções respiratórias durante o repouso, dentro dos limites apropriados, mas que ao falarem apresentam, associadas às dificuldades lingüísticas, alterações no ajuste da função respiratória, nas funções da laringe e das vias aéreas superiores. O deficiente auditivo apresenta dificuldade em administrar o fluxo aéreo, não sincronizando o início da expiração com o início da fonação e tendendo a expelir o ar antes de falar. Este desperdício de ar causa prejuízos na coordenação pneumofônica, utilizando o ar de reserva e interrompendo frases com pausas em momentos inadequados.

11 PERELLÓ e TORTOSA (1978), comentaram que a freqüência da inspiração está aumentada na fala do surdo devido a uma respiração irregular. Afirmam que não há coordenação da inspiração e expiração quando o surdo fala. WIRZ e ANTHONY (1978) comentaram que deficientes auditivos apresentam esforço vocal em conseqüência da falta de monitoramento auditivo, pois a adução das pregas vocais ocorre de uma maneira tensa, necessitando uma maior pressão subglótica para produzir a voz. Essa qualidade de voz faz com que os surdos apresentem uma inteligibilidade de fala muito prejudicada. WILSON (1994) referiu que deficientes auditivos falam com velocidade lenta porque ela está relacionada com a falta de controle respiratório; expiram a cada poucas palavras e não tem ar suficiente para terminar a frase. CAMPOS (1995) e MONSEN (1979) relataram que deficientes auditivos apresentaram fluxo aéreo excessivo quanto insuficiente, havendo prejuízos no desempenho vocal. RESSONÂNCIA

12 O sistema de ressonância vocal é o conjunto ordenado de elementos do aparelho fonador, que guardam íntima relação entre si, visando a moldagem e a projeção do som no espaço. Este sistema é o responsável, em grande parte, pelas características estéticas de uma voz, embelezando-a ou não, tornando-a agradável ou desagradável, projetando ou não num ambiente. Dentre as caixas de ressonância, as principais são as cavidades da laringe, da faringe, da boca e do nariz. O uso equilibrado desse sistema confere a emissão um caráter de ajustamento perfeito, dando a sensação de que a voz pertence ao falante. O uso excessivo de uma das caixas ou regiões envolvidas gera um desequilíbrio no sistema ressonantal, facilmente identificado pela percepção auditiva de um foco de concentração de energia acústica no local (BEHLAU & PONTES, 1990). O problema de ressonância em crianças portadoras de surdez pode ser hiponasalidade, hipernasalidade, ressonância cul-de-sac, faríngea ou laringo-faríngea. (PINHO, 1990) BOONE (1966) afirmou que a fala e a voz do surdo soam diferentemente do ouvinte, ocorrendo ressonância faríngea, ao retraírem a língua em direção a faringe, em vez de elevá-la. Relata que muitas vezes o professor não percebe as dimensões dessas diferenças e por isso não avalia e não desenvolve um melhor trabalho de voz e fala. A voz tensa indica que a fonação é produzida com excessiva tensão na musculatura da laringe, resultando em superadução das pregas vocais. As alterações de ressonância parecem não estar relacionadas com a função laríngea. Quando ocorre ressonância hipernasal ou hiponasal, existe falta de controle na válvula palatofaríngea, resultando ausência ou excesso de nasalização das vogais e consoantes nasais e orais. COLTON & COOKER (1968) relataram que deficientes auditivos apresentam mais nasalidade que ouvintes, por apresentar dificuldade em controlar seu mecanismo velofaríngeo e devido ao tempo de fala reduzido. MAGNER (1971) afirmou que métodos de ressonância desenvolvidos no trabalho com crianças ouvintes devem ser usados com crianças deficientes auditivas. Exercícios especiais para controlar a respiração, movimentos de língua e dos músculos do palato mole são úteis. O aperfeiçoamento da articulação do /m/ /n/ /η/ freqüentemente auxiliam a aperfeiçoar o equilíbrio da ressonância.

13 SUBTELNY, WHITEHEAD, ORLANDO (1980) afirmaram também que a excessiva ressonância faríngea é produzida pela retração da língua para a faringe. Aprender o controle velar é difícil para o deficiente auditivo por duas razões: o abaixamento e a elevação do véu não são visíveis e portanto, não sendo detectado pela leitura labial; e a atividade do véu produz pequeno feedback proprioceptivo. LAPINE, STEWART, TATCHELL (1991) observaram em seus estudos que há uma tendência a diminuição dos valores de nasalance com o aumento da idade, indicando que o grau de fechamento velofaríngeo para a fala é modificado progressivamente até que um nível aceitável de nasalance seja alcançado. WILSON (1994) sugeriu um treinamento para o estabelecimento do equilíbrio das ressonâncias oral-nasal, enfatizado pelos aspectos visual, tátil e cinestésico.

14 VELOCIDADE E RITMO HUDGINS (1934), SCURI (1935), RAWLINGS (1935), DICARLO (1964), citados por NICKERSON (1975) afirmaram que o problema das pausas e do ritmo pobre está relacionado em parte com o controle inadequado da respiração durante a produção de fala. Os deficientes auditivos tendem a falar mais lentamente que as pessoas normais (Masson & Bright, 1937; Voelker, 1938; John & Howarth, 1965; Hood, 1966; Martony, 1966; Boone, 1966; Colton & Cooker, 1968; Nickerson et al., 1974; citados por Nickerson, 1975)). BOONE (1966) sugeriu que este problema é em parte o resultado do treinamento que enfatiza bastante a articulação das sílabas faladas individualmente, ou seja, sons isolados. Também afirmou que crianças deficientes auditivas geralmente prolongam a sua fala. ERVIN (1971) relatou que o ritmo da linguagem é um padrão de acento distintivo envolvendo variações em intensidade, tempo e altura; tempo envolve duração e velocidade. MAGNER (1971) relatou que o uso correto do acento em sílabas auxilia a criança deficiente auditiva a melhorar o ritmo e entonação. HARRIS (1971) descreveu que o uso da música é uma forma excelente de desenvolver a fala natural. Observou que algumas crianças com deficiência auditiva usam melhores inflexões em suas falas após exercícios com música, pois ao cantar respira-se livremente, promovendo uma melhora na coordenação pneumofônica. PRONOVOST (1977) afirmou que muitos indivíduos deficientes auditivos produzem fonemas separados e palavras com muitas pausas como resultado de terem sido ensinados a articular os sons da fala o mais precisamente possível. CAMPOS (1995) verificou em deficientes auditivos que a velocidade de fala é lentificada e há alteração de ritmo em palavras e frases.

15 ALTURA E INTENSIDADE HUDGINS (1937) relatou que há indícios de que algumas variações de tom não usuais ocorrem na fala do deficiente auditivo, sendo resultado da tentativa de falante aumentar o feedback proprioceptivo que recebe na atividade da produção da fala. Algumas das variações de tom de vogal para vogal, devem ser conseqüências do uso inadequado de determinados músculos ou uso de músculos inapropriados no controle das articulações da vogal. Essa contratação inapropriada do músculo deve resultar em um relaxamento ou tensionamento da prega vocal, resultando em excessiva variação de tom. ANGELOCCI, KOPP, HOLBROOK (1964) analisaram e compararam as formantes de vogais em deficientes auditivos e ouvintes entre 11 e 14 anos de idade e concluíram que há diferenças em relação a freqüência fundamental, sendo a variação de 187 a 204 Hz para ouvintes e de 214 a 254 Hz para deficientes auditivos. BOONE (1966) afirmou por meio de estudos espectográficos e cinefluográfico que a voz de criança deficientes auditivas entre 7 e 8 anos não diferem tanto da freqüência fundamental das crianças ouvintes. Na adolescência existe uma diferença significativa de freqüência fundamental, os deficientes auditivos geralmente permanecem com um tom bem mais elevado que os ouvintes. Segundo NICKERSON (1975) as características da fala de deficientes auditivos apresentaram alterações de entonação, controle do esfíncter velofaríngeo, articulação, tempo e ritmo. As alterações de entonação podem estar associadas as de altura, pois os surdos apresentam voz com altura excessiva, irregular ou monótona. O uso inadequado dos músculos pode explicar uma parte das variações de altura de vogal para vogal, assim como excessivas variações de altura podem ser o resultado de contrações musculares inadequadas, provocando tensão ou relaxamento das pregas vocais. WIRZ e ANTHONY (1978) comentam que para o falante descobrir a qualidade de altura e intensidade desejada é necessário atingir em equilíbrio optimal entre esforço toráxico e laríngico.

16 LAFON (1979) comentou que o deficiente auditivo é conhecido pela sua voz. Refere que a criança não tem possibilidade de controlar o tom da emissão vocal e reproduz o que ouve. Na perda auditiva profunda, a altura do som laríngeo pode variar muito, contudo, quando a criança deficiente auditiva é pequena e não aprendeu a falar, sua voz apresenta uma altura normal. Quando a criança inicia a educação da fala, constata-se modificações inerentes aos métodos de reeducação. A voz apresenta quedas bruscas de altura ou, ao contrário, é monótona e muito aguda. SUBTELNY, WHITEHEAD, ORLANDO (1980) afirmam que desvios no registro e no controle de tons são geralmente associados com desvios proporcionais de intensidade, e isto se deve ao fato da pressão da respiração sub-glotal ser altamente responsável pelo padrão e amplitude da vibração da prega vocal. ITOH, HORII, DANILOFF, BINNIE (1982) comentaram que a habilidade de se manter uma fonação contínua estável por um longo período requer um controle da musculatura intrínseca da laringe. HORII (1982) verificou que há variabilidade sobre a freqüência fundamental durante a fala espontânea e leitura oral entre ouvintes e deficientes auditivos. Observou-se que deficientes auditivos severos ou profundos apresentaram menor variação de freqüência fundamental em habilidades para fala. METZ; WHITEHEAD; WHITEHEAD (1984) afirmaram que deficientes auditivos apresentam uma inabilidade em controlar a musculatura intrínseca da laringe, a qual mantém a oscilação periódica das pregas vocais, havendo um posicionamento incorreto de estruturas laríngeas durante a produção da fala.

17 INTELIGIBILIDADE DE FALA E ARTICULAÇÃO BOONE (1966) afirmou que o deficiente auditivo emprega maior movimento de mandíbula que uma criança ouvinte. Isso sugere que o deficiente auditivo deve usar mais a mandíbula para várias posições de articulação que o ouvinte. O movimento geral da língua está relacionado com o da mandíbula e ambos contribuem para uma articulação ruim e para o prolongamento dos fonemas. WIRZ e ANTHONY (1978) afirmaram que a utilização da videoscopia auxiliam as crianças deficientes auditivas em aprenderem a falar inteligivelmente, por meio da efetividade da resposta visual. MONSEN e SHAUGHNESSY (1978) mencionaram que durante o ensino da vogal deve-se incorporar técnicas relacionadas a altura, intensidade, qualidade e eliminação de excesso de tensão, prestando particular atenção para que a criança use uma freqüência fundamental modal que seja apropriada a ela. Assim, quando a inteligibilidade de fala é melhorada, a qualidade de voz também será. SUBTELNY, WHITEHEAD, ORLANDO (1980) descreveram um programa de instrução para melhorar a compreensão de fala produzida por deficientes auditivos por meio do treinamento da percepção auditiva, sendo assim, professores aprenderam a identificar e classificar as vozes, para posteriormente realizar treinamento vocal específico. Relataram também que a tarefa de analisar a fala não é fácil, é particularmente difícil quando erros múltiplos estão presentes como na produção de fala do deficiente auditivo. MONSEN (1983) afirmou que a qualidade de voz e a inteligibilidade de fala da criança portadora de surdez estão relacionadas proximamente, sendo que tanto na articulação como na formação há anormalidades. Afirmou também em seus estudos que a boa produção de vogal é importante na fala porque as vogais são pontos de apoio das palavras e dão sentido aos ouvintes, trazendo informação prosódica. LEVITT e STROMBERG (1983) comentaram que os erros de articulação, consistem em omissão de consoantes, principalmente em final de palavra. Afirmam que os sons que são visíveis ao serem produzidos acabam sendo articulados melhor que os não visíveis.

18 Para LING (1989), a causa básica e óbvia sobre a falha na fala do deficiente auditivo é a percepção inadequada do feedback e a qualidade insuficiente de padrões de fala e de como eles são produzidos. PINHO (1990) apresentou uma proposta de avaliação vocal para deficientes auditivos, com o objetivo de direcionar a terapia, por meio dos seguintes aspectos respiração, coordenação pneumo-fonoarticulatória emissão sustentada de vogais, articulação, foco de ressonância, altura, intensidade e qualidades vocais. BOONE (1991) salientou que a voz natural requer um balanço entre o mecanismo básico da respiração, fonação e ressonância. É importante fazer uma distinção entre a habilidade de produzir som de fala individual apropriado isoladamente e a habilidade de combinar os mesmos sons para produzir uma fala fluente. WILSON (1994) comentou que os problemas vocais ligados à perda auditiva variam não somente quanto ao tipo e ao grau de perda, mas também em relação ao tipo de programa de treinamento a que a criança foi exposta; pois está muito interligado a problemas de articulação e linguagem. Relatou também que os problemas vocais típicos de crianças com perda auditiva severa/profunda são: aspiração, monotonia, registro muito alto, uso inadequado do volume, ritmo lento, hiponasalidade, hipernasalidade e ataque vocal brusco. Nos portadores de surdez não é a mera percepção visual que conduzirá ao sucesso na leitura da fala, pois a articulação tende a ser travada imprecisa, e é comum a distorção de fonemas, principalmente àqueles onde a visualização do ponto articulatório não é possível. BORGES (1998) realizou uma avaliação vocal num grupo de crianças deficientes auditivos pré-lingual, e três fonoaudiólogas experientes em deficientes auditivos seguiram o roteiro de avaliação da voz para deficientes auditivos proposto por Pinho (1990). Ambas fizeram o levantamento das dificuldades encontradas. FRANCO (1998) realizou uma pesquisa sobre a caracterização da voz e os fatores determinantes de surdos de uma escola especial, a fim de conhecer as características gerais da voz dos alunos e implementar um trabalho vocal integrado ao processo educacional.

19 DISCUSSÃO Qualidade vocal é um conjunto de características identificadas na voz humana, relacionada com a composição harmônica da onda sonora com a impressão total criada por sua voz. Embora a qualidade vocal varie de acordo com o contexto da fala e com as condições físicas e psicológicas do indivíduo, há sempre um padrão básico de emissão que o identifica (Borges, 1998). Sendo portanto, a meta do trabalho vocal com o deficiente auditivo encontramos este padrão básico de emissão, mas sem as distorções estéticas. A linguagem manifestada na oralidade é comunicada e aprendida por meio do desenvolvimento da audição e do mecanismo vocal. Considerando a definição de Northern & Downs (1989) que a perda auditiva é qualquer grau de audição que reduza a inteligibilidade de uma mensagem falada a um grau impróprio para interpretação acurada ou aprendizagem, os deficientes auditivos são limitados quanto ao progresso da linguagem, pois possuem alteração na fala quanto ao ritmo, voz e entonação, necessitando de estimulação mais acentuada. O surdo é conhecido por sua voz, uma vez que, as dificuldades da fala são freqüentes sinais de surdez intensa (Lafon, 1979). A criança surda não tem a possibilidade de controlar precisamente o tom de emissão da voz e reproduz o que ouve, mas pode melhorar sua performance vocal com treinamento adequado. A fala e a voz das crianças surdas geralmente soam diferentes da fala e da voz das crianças ouvintes. Isto tem sido reconhecido e descrito sobre vários pontos de vista (Hudgins,1937; Boone,1966; Nickerson,1975; Monsen,1983). Vários autores relatam os desvios na característica fonatória do deficiente auditivo (Hudgins, 1937; Boone, 1966; Magner, 1971; Forner & Hixon, 1977; Pronovost, 1977; Monsen, 1983; Lapine et al., 1991; Campos, 1995). As alterações de voz nos portadores de surdez variam de acordo com o tipo e grau da perda auditiva. Perdas condutivas acarretam apenas alterações quanto a intensidade e as perdas do tipo sensório-neural causam distúrbios vocais variados, piorando em gravidade quanto maior for a perda. Um aparelho auditivo bem adaptado é imprescindível para o melhor desempenho vocal aliado ao trabalho desenvolvimento das pistas visuais, táteis e cinestésicas.

20 Segundo Hudgins (1937) um dos principais distúrbios relativos à voz do deficiente auditivo refere-se ao controle do mecanismo respiratório relativo a coordenação do mecanismo velofaríngeo. O autor especificou a excessiva ressonância nasal como uma característica da voz dos surdos. Trabalhos posteriores como o de Colton & Cooker (1968) apoiam estas conclusões, tendo seus resultados demonstrado que os deficientes auditivos apresentaram maior nasalidade que os ouvintes, por apresentarem dificuldades em controlar seu mecanismo velofaríngeo e pelo reduzido tempo da fala. Algumas amostras de ouvintes estudados por estes autores foram consideradas tão nasais quanto as dos deficientes auditivos quando levaram em conta o fator tempo. De fato, o tempo de fala reduzido é considerado propriedade de indivíduos portadores de deficiência auditiva, porém, há técnicas terapêuticas que auxiliam no incremento no tempo da fala desses indivíduos, podendo produzir concomitantemente a redução na distinção da nasalidade. Os deficientes auditivos apresentam as funções respiratórias durante o repouso dentro dos limites apropriados mas, ao falarem apresentam, associadas às dificuldades lingüísticas, alterações no ajuste da função respiratória, nas funções da laringe e das vias aéreas superiores. Esses indivíduos apresentam dificuldade em administrar o fluxo aéreo, não sincronizando o início da expiração com o início da fonação e tendendo a expelir o ar antes de falar. Este desperdício de ar causa prejuízos na coordenação pneumofônica, utilizando o ar de reserva e interrompendo frases com pausa em momentos inadequados (Forner & Hixon, 1977; Pinho, 1990). Tabith Jr. (1997) avaliou a morfofisiologia laríngea em deficientes auditivos severos e profundos por meio de laringoscopia indireta. Observou alterações funcionais, aparentemente significativas, relativas as características vocais e a presença de esforço fonatório. Também observou alterações da voz descritas como uso de voz intensa que pode decorrer fundamentalmente da falta de monitoramento auditivo. Segundo Wirz & Anthony (1979) os deficientes auditivos apresentam esforço vocal em consequência da falta de monitoramento auditivo, pois a adução das pregas vocais ocorre de uma maneira tensa, necessitando maior pressão subglótica para produzir a voz. Essa qualidade da voz faz com que os surdos apresentem uma inteligibilidade de fala muito prejudicada. Acreditamos que o estresse gerado pela própria dificuldade de comunicação do deficiente auditivo possa exacerbar o quadro tensional prejudicando ainda mais a emissão da voz. Lapine e col (1991) utilizando um nasômetro durante a avaliação, observaram alto índice de hiponasalidade e concluíram que houve suficiente controle velofaríngeo. Também concluíram que houve tendência na diminuição dos valores de nasalidade com o aumento da idade, indicando que o modelo motor do fechamento velofaríngeo para fala é

21 aprimorado progressivamente e modificado continuamente até alcançar um nível aceitável de nasalidade. Os deficientes auditivos podem, também, apresentar alterações de ressonância além da inadequação da função velofaríngea, por modificações no posicionamento dos elementos que constituem o sistema periférico da fala (Subtelny et al., 1992; Ysunza & Vasquez, 1993, Pruszervicz et al., 1993). Wilson (1994) descreve que os problemas de ressonância em uma criança com perda auditiva pode ser hipernasalidade, hiponasalidade, ressonância faríngea ou qualidade abafada típica da ressonância cul-de-sac. Às vezes há uma combinação de dois ou mais parâmetros de ressonância, sendo freqüentemente a ressonância cul-de-sac a característica proeminente. Um problema típico da ressonância, encontrado em muitas crianças deficientes auditivas é uma combinação de ressonância cul-de-sac com hiponasalidade, o que é freqüentemente descrito como ressonância abafada. Em nossa opinião estes problemas não são usualmente relacionados com a insuficiência velofaríngea, mas sim com a incapacidade da pessoa deficiente auditiva em controlar suas tensões e monitorar-se auditivamente. Dados obtidos por Boone (1966) dão algum suporte para a crença de que a criança surda fala com a ressonância cul-de-sac, com o foco da ressonância talvez na hipofaringe ou mais abaixo, na região orofaringea. A análise dos formantes mostrou de forma consistente que nos 44 surdos avaliados, independentes da idade, houve uma tendência significativa em abaixar o segundo formante. O segundo formante da voz normal é influenciado pela posição da língua. Segundo o autor a correção da ressonância faríngea pode ser feita por meio de atividades que promovam uma melhor movimentação da parte anterior da língua, consideramos o ajuste dos órgãos fonoarticulatórios fundamental para inteligibilidade de fala e estética vocal no deficiente auditivo. Pinho(1990) sugeriu um plano terapêutico baseado na conscientização do mecanismo respiratório aliado à fonação, adequação da postura corporal, maior liberdade dos articuladores e livre de tensões faringo-laríngeas. Por sua vez, Wilson (1994), sugere os 10 passos da terapia Vocal para o equilíbrio da ressonância. O programa é iniciado com o fonoaudiólogo explicando a regra sobre o uso da ressonância adequada. Desenhos simples ajudam a mostrar como as consoantes /m/, /n/ e /η/ são nasalisadas e que a passagem velofaríngea é essencialmente fechada para os outros sons. A criança aprende que uma das causas da ressonância cul-de-sac é a retração da língua na parte posterior da boca. A ênfase dada ao treinamento da articulação, particularmente para sons línguo-alveolares como /t/, /d/, /s/, e /z/ irão promover uma maior anteriorização da língua (Boone, 1966).

22 A observação da fala de crianças surdas geralmente demonstra que as mesmas prolongam sua fala por mais tempo que os ouvintes normais. Segundo a avaliação espectográfica dos sujeitos surdos (Angelocci et al., 1964), a velocidade de sua fala é reduzida por duas razões: prolongamento de vogais, mudando-as para ditongos com inflexões baixas ou altas e utilização de pausas mais longas. Velocidade lenta na fala de uma criança pode estar relacionada a falta de controle respiratório, como descreve Hudgins (1937). Os surdos gastam uma respiração inteira em uma única palavra. A velocidade reduzida é considerada por vários autores como sendo a responsável pela pouca inteligibilidade da fala do deficiente auditivo. Boone (1966) observou que os surdos apresentaram uma duração muito longa na emissão das palavras porque prolongavam as vogais, mudando a inflexão. Freqüentemente utilizavam pausas longas entre as palavras, pois emitiam cada palavra como se fossem entidades separadas pausando excessivamente. Arends e col. (1990) afirmaram que a falta de controle na voz produz uma voz anormal e desagradável, e que isso, influencia negativamente na inteligibilidade da fala. Ressaltam que, independentemente dos problemas de controle do pitch e loudness, os problemas típicos da voz do indivíduo surdo são: soprosidade, rouquidão, aspereza e voz tensa e forçada. No levantamento das características vocais mais encontradas em alunos surdos de primeiro grau, Franco (1998) observou que 35,9% dos indivíduos do sexo masculino e 24,7% do sexo feminino não puderam controlar a duração da sílaba ou apresentaram nível muito acima ou muito abaixo do esperado para comunicação. Observou também que a pior alteração de duração estava relacionada com uma perda auditiva mais profunda em ambos os ouvidos. Foi constatado que as piores alterações de duração estavam associadas às qualidades vocais tensa e soprosa e, as menores às qualidades nasal, faríngea e normal. Segundo a mesma autora, dos indivíduos classificados como tendo fala em níveis piores de inteligibilidade, 53,7% não puderam controlar a duração da sílaba ou apresentaram duração muito acima ou muito abaixo da apropriada para comunicação. Os melhores níveis de inteligibilidade estiveram associados com níveis de duração normal ou levemente acima ou abaixo do optimal. Os resultados de um estudo de Hood & Dixon (1969) sugeriram que em algumas pessoas a melhora do ritmo da fala pode resultar de uma redução do tempo de fonação das sílabas e um aumento na velocidade da fala. Como resultado a inteligibilidade

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