Faculdade de Agudos FAAG Agudos/SP, Brasil, Faculdade de Agudos FAAG Agudos/SP, Brasil,

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "marcosdg_12@hotmail.com; Faculdade de Agudos FAAG Agudos/SP, Brasil, Faculdade de Agudos FAAG Agudos/SP, Brasil,"

Transcrição

1 INFRAESTRUTURA RODOVIÁRIA BRASILEIRA: UMA ANÁLISE CRÍTICA A PARTIR DA APLICAÇÃO DA MATRIZ SWOT (ROAD INFRASTRUCTURE BRAZILIAN: A CRITICAL ANALYSIS OF APPLICATION SWOT MATRIX) MARCOS DANIEL GOMES DE CASTRO a,*, IVAN CARMELINGO ROCHEL b, FERNANDA SEROTINI GORDONO c, ERNANI RANIERI DOS SANTOS d, VANESSA DE PAULA BERBONE d a,*. Faculdade Orígenes Lessa FACOL Lençóis Paulista/SP, Brasil, b Faculdade de Agudos FAAG Agudos/SP, Brasil, c Faculdade de Agudos FAAG Agudos/SP, Brasil, d Faculdade Orígenes Lessa FACOL Lençóis Paulista/SP, Brasil. 46 O modal rodoviário é o mais importante do país para o escoamento de produtos e serviços, uma vez que se consolidou historicamente para o crescimento econômico do país desde Para a compreensão da infraestrutura atual rodoviária, participação no crescimento econômico e logístico do país, este trabalho objetiva analisar a gestão da infraestrutura rodoviária no Brasil, identificando fatores motivadores e restritivos para suas melhorias. A partir da análise bibliográfica e aplicação da matriz SWOT, possibilitou identificar fatores, diagnosticando a análise crítica deste setor. Como resultado desta pesquisa, observou-se que não houve o crescimento significativo de investimentos coerentes para a demanda apresentada pelo setor, nem por parte de iniciativas privadas e nem por parte do governo. Desta forma os gargalos existentes na infraestrutura continuam presentes, impedindo que se tenha uma logística eficiente para escoamento de mercadorias. O governo precisa fortalecer ainda mais a gestão, conduzindo processos licitatórios; elaborando editais; as agências reguladoras não governamentais poderiam intensificar a fiscalização para o cumprimento dos contratos, através de incentivos e penalidades; e também acompanhar continuamente os preços e tarifas cobrados, avaliando a evolução dos custos e ganho de produtividade. Palavras-chaves: Infraestrutura Rodoviária, Modal Rodoviário, Economia Brasileira. The road system is the most important country for the marketing of products and services, since historically been consolidated for the country s economic growth since To understand the current road infrastructure, participation in economic and logistic growth of the country, this aims to analyze the management of road infrastructure in Brazil, identifying motivators and restrictive factors for their improvements. From the literature and application of SWOT array analysis enabled us to identify factors, diagnosing critical analysis of this sector. As a result of this research, it was observed that there was significant growth consistent investments for the demand presented by sector or by private initiatives and not by the government. Thus, the existing bottlenecks in infrastructure are still present, avoiding having an efficient logistics for goods. The government needs to further strengthen the management,

2 47 conducting bidding processes; preparing notices; non-governmental regulatory agencies could step up surveillance for the enforcement of contracts through incentives and penalties; and continuously monitor the prices and tariffs charged by evaluating the evolution of costs and productivity gains. Keywords: Road Infrastructure, Road Modal, Brazilian Economy. 1 INTRODUÇÃO Com o crescimento econômico no país, a partir das últimas décadas, torna-se necessário trabalhar vários eixos de investimento. Cita-se o caso da infraestrutura rodoviária, setor importante responsável em subsidiar o escoamento da produção brasileira, uma vez, que a matriz de transporte se consolida, a partir do modal rodoviário. Com estes investimentos, possibilita eliminar os principais gargalos de produção, identificando oportunidades de melhorias e assim atraindo novos investimentos para a economia local de cada região. A eficiência da transportabilidade da produção interna ou exportação é diretamente proporcional às condições de infraestrutura rodoviária do país, possibilitando trazer vantagens competitivas para a economia brasileira. Segundo Freitas (2012), a construção e a manutenção de vias por onde os veículos transitam requerem de elevados recursos financeiros, principalmente quando o relevo da região é acidentado. Nesse caso, é indispensável à execução de complexas obras de engenharia, como a construção de túneis, viadutos, pontes, aterros, entre outros. De acordo com pesquisas da CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRANSPORTES (CNT) (2012), dos km de vias que foram avaliadas, (62,7%) apresentam algum tipo de deficiência. Em relação ao pavimento e à sinalização, km (45,9%) e km (66,2%), respectivamente, apresentam problemas. A incoerência da matriz de transporte direcionada ao modal rodoviário é tão grande que, apesar do valor dos pedágios cobrados nas rodovias serem equivalente ao praticado nas excelentes rodovias norte-americanas, ou seja, mais do que compatíveis com o nível de investimento necessário para adoção do concreto das pistas de rolamento das rodovias, as concessionárias dos diferentes trechos insistem

3 48 na cobertura asfáltica, totalmente inadequada às temperaturas observadas na maior parte do Brasil. Um recente trabalho - O Mito do Rodoviarismo Brasileiro - elaborado pelo doutor Geraldo Vianna, presidente por seis anos da Associação Nacional de Transporte de Cargas e Logística (NTC & Logística), confirma, de modo claro, como um dos principais problemas, a deficiência da infraestrutura logística do País tanto no segmento rodoviário como no ferroviário. O estudo mostra que entre as 20 maiores economias (PIBs) do mundo, o Brasil é o último em percentual de rodovias pavimentadas sobre o total de estradas existentes. Outro dado preocupante é a 13ª posição na extensão de rodovias pavimentadas, atrás de seis países desenvolvidos com territórios pequenos (15 a 35 vezes menores), e três concorrentes no grupo de países do chamado BRICs, além dos Estados Unidos, do Canadá e da Austrália, de extensão territorial próxima a do Brasil. Ao faltar investimento na infraestrutura, o que antes era visto como uma escolha do modal correto, tendo uma grande redução nos custos de transportes, passar a ser visto como a única opção para a maioria das empresas, porém com custos bem significativos, e nem sempre trazendo uma boa taxa de retorno, pois os custos na logística da infraestrutura rodoviária estão cada vez mais elevados. Para entender a importância do modal rodoviário na economia brasileira, é essencial que se tenha uma visão concreta das ameaças e oportunidades com que se defronta a infraestrutura rodoviária no Brasil. 2. METODOLOGIA (DESENVOLVIMENTO) 2.1 A LOGÍSTICA E SUA IMPORTÂNCIA PARA OS MODAIS DE TRANSPORTE A ampliação do comércio internacional tem acontecido de forma inevitável em virtude da globalização, que impulsiona as exportações do mercado interno. Desta forma o sistema logístico acaba tendo que acompanhar tal crescimento, oferecendo suporte aos negócios e auxiliando no sucesso do comércio. Os modais de transporte são parte indispensável nesse processo logístico, promovendo a chegada da mercadoria ao seu destino estabelecido. Desde muito tempo, o transporte de mercadorias vem sendo utilizado para

4 49 disponibilizar produtos ao comprador dentro do prazo estabelecido. De acordo com Ballou (2010), mesmo com os avanços da tecnologia, o transporte é fundamental para que o processo logístico seja concluído. E muitas empresas buscam na logística de transporte obter um diferencial competitivo. A empresa pode utilizar a logística como estratégia competitiva, uma vez que consiga se diferenciar dos concorrentes, aos olhos de seus clientes, e busque reduzir seus custos aumentando assim o seu lucro. Para Ballou (2010) a concepção logística agrupa as atividades relativas ao fluxo de produtos e serviços para administração coletiva. Essas atividades englobam atividades de comunicação, transporte e estoques. A empresa precisa, portanto, focalizar o controle e a coordenação coletivos das atividades logísticas para alcançar ganhos potenciais. Segundo Bowersox e Closs (2001) a logística envolve diversos setores da empresa, integrando informações, transporte, estoque, armazenamento, manuseio de materiais e embalagem. Abrange, assim, o planejamento, a implementação e o controle do fluxo e do armazenamento de produtos, com as respectivas informações sobre eles, do ponto de origem ao ponto de consumo. 2.2 O TRANSPORTE RODOVIÁRIO E SUA ECONOMIA Um dos principais desafios dos brasileiros para os próximos anos é eliminar os gargalos no setor de infraestruturas que limitam a competitividade do país. Após um período prolongado de baixos investimentos, o Brasil tem urgência em recuperar, modernizar e aumentar a capacidade das infraestruturas, de modo a permitir o crescimento sustentado da sua economia. De acordo com o IBGE, o PIB brasileiro cresceu 0,9% em 2012, encerrando o ano em R$ 4,4 trilhões (valores correntes). Apesar do resultado pouco expressivo, a elevação de 0,6% do PIB no último trimestre indica uma trajetória de recuperação da economia brasileira, gerando otimismo para Para retomar o crescimento do PIB o Brasil precisará, invariavelmente, intensificar os investimentos em infraestrutura. Desta forma, o setor de infraestrutura de transportes figurará no polo ativo das prioridades dos Governos Federal, Estadual e Municipal contando com a participação do setor privado na forma de concessões e Parcerias Públicas- Privadas (PPP).

5 Quadro 1 Ranking de investimento em infraestrutura em transporte. INFRAESTRUTURA País/Economia Rank Pontuação Hong Kong 1 6,77 Coréia do Sul 18 5,59 Barbados 23 5,37 Chile 40 4,69 Panamá 44 4,53 Trinidad e Tobago 45 4,53 Porto Rico 49 4,44 China 50 4,44 Uruguai 53 4,29 El Salvador 59 4,13 Média BRIC n/a 4,1 Brasil 62 4,02 Fonte: Adaptado de Invepar Relações com Investidores (2012). 50 Conforme ilustra o Quadro 1 a seguir o Brasil ocupa a 62º no ranking sobre investimentos na infraestrutura em transporte. Para que um país cresça e se desenvolva de maneira sustentável, é necessário um investimento mínimo em infraestrutura de transporte. O aumento do investimento, quando invertido para o crescimento da oferta e melhoria na qualidade da infraestrutura gera inúmeros afeitos positivos para a economia. A possibilidade de redução do tempo de viagem, aliada ao aumento da segurança e da escala de operação, abre espaço para a redução do custo de transporte. Com isso, toda a cadeia produtiva é beneficiada (CNT) CARACTERÍSTICAS DA MATRIZ DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO NO BRASIL A malha rodoviária brasileira soma cerca de 1,7 milhões de quilômetros entre estradas federais, estaduais, municipais e concessionadas. Esta modalidade de transporte é responsável por 96,2% da locomoção de passageiros e a 61,8% da movimentação de cargas no País, segundo a Confederação Nacional do Transporte (CNT). De acordo com (CNT 2012) as melhores rodovias do país estão localizadas no Estado de São Paulo. Das 20 primeiras selecionadas no ranking divulgado, 19 são

6 51 paulistas, inclusive a primeira da lista, a rodovia dos Bandeirantes (SP-348), no trecho entre São Paulo e Limeira. Anhanguera (SP-330), Washington Luís (SP-310), sistema Ayrton Senna/Carvalho Pinto (SP-070) e Raposo Tavares (SP-270) aparecem entre as melhores estradas na pesquisa. O segundo melhor trecho abrange São Paulo, Itaí e Espírito Santo do Turvo. Na terceira posição aparece o trecho entre Bauru e Itirapina A pesquisa da CNT avalia aspectos do pavimento, sinalização e geometria da via de 100% da malha federal pavimentada e das principais rodovias estaduais pavimentadas. Também estão incluídas na pesquisa as rodovias concessionadas. Em 2012 foram pesquisados km durante 37 dias, entre 25 de junho e 31 de julho. Também cita-se várias principais rodovias federais (BR-116/RJ/SP Rio de Janeiro - São Paulo; BR-101/RJ Ponte Rio / Niterói; BR-040/MG/RJ Rio de Janeiro - Juiz de Fora; BR-116/RJ Rio de Janeiro Teresópolis Além Paraíba; BR-290/RS Osório - Porto Alegre; BR-116/293/392/RS Polo de Pelotas; BR-116/PR/SC Curitiba Div. SC/RS; BR-376/PR - BR-101/SC Curitiba Florianópolis; BR-116/SP/PR São Paulo Curitiba (Régis Bitencourt); BR-381/MG/SP Belo Horizonte São Paulo (Fernão Dias); BR-101/RJ Ponte Rio-Niterói Div. RJ/ES; BR-153/SP Div.MG/SP Div. SP/PR; BR-393/RJ Div. MG/RJ - Entr.BR-116 (Dutra); BR 116/324 BA BR Feira de Santana; BR 324 Salvador Feira BR 526 / BR 324 / BA 528 BA 528 / BA 526 / Aratu. 2.4 SITUAÇÃO DAS RODOVIAS BRASILEIRAS Segundo pesquisas CNT (2012), as rodovias pavimentadas no Brasil pioram em quase todos os aspectos a cada ano que se passa, dos quase dois terços estão em situação regular, ruim ou péssima. De acordo com o levantamento, dos quilômetros avaliados, 33,4% foram considerados em situação regular, 20,3%, ruim e 9%, péssima. Outros 27,4% estão em bom estado e 9,9% em ótimo. Se comparados com os dados da pesquisa de 2011, houve piora na qualidade das estradas nacionais. No ano passado, 57,4% foram classificadas como regulares, ruins ou péssimas, contra 62,7% este ano.

7 52 Se em 2011 a sinalização era considerada ótima ou boa em 43,1% das rodovias, esse número foi reduzido para 33,8% este ano. A geometria da via também registrou queda, embora de menor percentual. Em ótimo ou bom estado eram 23,2% do total, agora são 22,6%. O único quesito com melhorias foi o de pavimento. As rodovias avaliadas como ótimas ou boas neste ponto passaram de 52,1% do total para 54,1% nesta edição. De 2011 para 2012, houve aumento de 28,1% na quantidade de rodovias com faixa central desgastada ou inexistente; de 27,7% de faixas laterais desgastadas ou inexistentes e acréscimo de 36% de erosões na pista. Além disso, em km há placas totalmente cobertas pelo mato, o que representa 21,2% da extensão rodoviária pavimentada. Pesquisa realizada pela CNT (2012) em km de rodovias brasileiras pavimentadas, para avaliar e identificar as condições em relação ao pavimento, à sinalização e à geometria, constatou que: a. Pavimento: 46% da extensão pesquisada apresentam algum tipo de problema, e 86,7% das rodovias sob concessão foram classificadas como ótimo ou bom; b. Sinalização: 66,3% da extensão pesquisada apresenta algum tipo de problema; 72,2 % das rodovias sob gestão pública possui algum tipo de problema; 21,2% possui placas totalmente ou parcialmente cobertas pelo mato, e 40,3 % possui placas desgastadas ou totalmente ilegíveis. c. Geometria: 88,1 % é de pista simples de mão dupla, e 39,4% não possuem acostamento. Os pontos críticos obtidos pela pesquisa CNT (2012) foram buracos grandes, erosão na pista, pontes caídas e quebra de barreiras, que representam situações de risco considerável ou potencial para seus usuários, comprometendo a segurança no tráfego. Apesar de ter uma das maiores malhas rodoviária do mundo, o Brasil ainda está muito precário em investimentos nesse modal comparando com as principais economias do globo, com apenas 13% das rodovias pavimentadas. Ao contrário usando os Estados Unidos como efeito comparativo, país com características

8 53 territoriais semelhantes existem 4,37 milhões de km de rodovias pavimentadas, malha 20 vezes maior do que a brasileira (214 mil km). Já a Índia, mesmo tendo um terço do território brasileiro, possui uma malha rodoviária pavimentada sete vezes maior do que a do Brasil (ILOS, 2011). A principal fonte para investimentos em infraestrutura em transporte rodoviário no Brasil ainda é o orçamento federal. Em todo ano a um valor estipulado para investimentos, montante máximo a execução de interversões no sistema rodoviário brasileiro, conforme o planejamento orçamentário do governo federal. De acordo com (CNT) 2013, de 2003 a 2011, os investimentos aumentaram anualmente, passando de R$ 0,9 bilhão para R$ 11,2 bilhões, em termos nominais (uma elevação de mais de 1.000%). Porém, entre 2012 e 2013, os recursos aplicados se reduziram. Outro ponto que chama a atenção é a comparação entre o total pago e o autorizado no início de cada ano. De 2002 até setembro de 2013, o total pago acumulado (R$ 64,2 bilhões) representou apenas 60,7% de todo o valor autorizado para o período (R$ 105,9 bilhões). Ou seja, o governo deixou de investir R$ 41,7 bilhões que já estavam autorizados nos orçamentos de cada ano fato evidencia que, apesar de dispor de recursos para melhorar e expandir a malha rodoviária, o governo federal tem dificuldade em executar e gerenciar os investimentos. 2.5 CARACTERÍSTICA DA MATRIZ SWOT A matriz SWOT (sigla em inglês) ou FOFA em português, é uma ferramenta de marketing utilizada para análise ambiental, sendo uma base para gestão e planejamentos estratégicos, têm como objetivo diagnosticar as fraquezas e forças existentes no ambiente interno, assim como as oportunidades e ameaças encontradas no ambiente externo, dando suporte confiável para decisões a serem tomadas a médio e a longo prazo. Strengths (forças) São vantagens internas que a empresa consegue trabalhar para se destacar no mercado; normalmente esta vantagem competitiva é resultante da gestão, e política interna. Weaknesses (fraquezas) Desvantagens internas que a empresa possui que interferem negativamente na vantagem competitiva dentro do mercado. Opportunities (oportunidades) Acontece quando fatores externos interferem

9 54 positivamente para o crescimento da empresa. Threats (ameaças) Desafios externos vindo geralmente das tendências impostas pelo próprio mercado que devem ser monitoradas constantemente para que não altere negativamente o lucro empresarial. O principal objetivo da análise SWOT é estudar e monitorar a relação existente entre a empresa e o ambiente, relacionado as oportunidades e ameaças, definindo assim estratégicas competitivas de sucesso. Figura 1 Matriz da Analise SWOT Ajuda Atrapalha AAMBIENTE INTERNO Strengths Forças Weaknesses Fraquezas AMBIENTE EXTERNO Opportunities Oportunidades Threats Ameaças Fonte: Adaptado de Kotler (2006). Segundo exemplo dado por Werneck (2005 apud Manktelow, 2002) um pequeno negócio de consultoria, a partir da análise, a consultoria pode decidir se especializar em resposta rápida, com boa relação custo-benefício para as empresas locais. O marketing seria centrado em publicações locais selecionadas, para obter a maior presença possível no mercado para um dado orçamento publicitário. A consultoria deve manter-se atualizada em mudanças na tecnologia onde possível. Com o uso da análise SWOT na infraestrutura rodoviária pode-se identificar quais são seus principais gargalos, e com isso analisar possíveis causas da situação real da infraestrutura da malha rodoviária do país.

10 2.6 METODOLOGIA APLICADA 55 Para realização deste estudo adotou-se a pesquisa bibliográfica exploratória, tendo como base levantamentos bibliográficos, que permite uma visão geral referente à aplicação científica acerca do objeto de estudo: rodovias do Brasil. Para coleta de dados foi usado os seguintes instrumentos: sites das principais bases científicas, documentos técnicos sobre o setor de transportes, experiências empíricas de conhecedor do setor e análise documental, possibilitando sistematizar fatores para a realização da análise crítica da infraestrutura rodoviária, e seus impactos na economia do país, a fim de, evoluir no processo de melhoria para este setor. A pesquisa bibliográfica sistematiza o trabalho que vai desde a identificação, localização e obtenção da bibliografia pertinente sobre o assunto, até a apresentação de um texto sistematizado, no qual é apresentada toda a literatura que o autor examinou, de forma a evidenciar o entendimento do pensamento dos autores, acrescido de ideias e opiniões (DUART e BARROS, 2006). Elaborada a partir de material já publicado, constituído principalmente de livros, artigos de periódicos e atualmente com material disponibilizado na Internet (GIL, 1999). Neste caso buscaram-se as principais bases científicas, a fim de, contextualizar o tema. Foram realizadas pesquisas nas bases científicas tais como: ANTT, Logware, Tecnologística, Livros da área de logística, Coppead e outras relacionadas a tema do trabalho. A partir da compilação dos assuntos pesquisados, definiu-se uma base de dados para compor a revisão bibliográfica da pesquisa. Com a composição da revisão literária, aplicou-se como instrumento de análise crítica, a ferramenta SWOT, em sua dimensão, contribuindo para atender os objetivos desta pesquisa. 2.7 DELINEAMENTO METODOLÓGICO DA PESQUISA Os elementos e levantamento teórico possibilitou estabelecer um modelo conceitual, explicando itens como: fatores chaves, construções ou variáveis e relações presumidas para eles.

11 Figura 2 Estrutura Esquemática da Delimitação Metodológica da Pesquisa 56 Fonte: Elaborado pelos autores (2014). Conforme a figura 2 é possível identificar as entradas no processo sistemático de revisão da literatura, que delimita as intenções do trabalho. Sequencialmente o processo de condução das buscas realizadas, e finalmente as análises, possibilitando a conclusão do trabalho e contribuição acadêmica e empresarial, para melhorias no setor. 2.8 ANÁLISES CRÍTICA DA INFRAESTRUTURA RODOVIÁRIA DO BRASIL A PARTIR DA APLICAÇÃO DA ANÁLISE SWOT Forças: A principal força da infraestrutura rodoviária brasileira é a integração de todas as regiões: norte, sul, leste, e oeste; oferece opções a serem exploradas na intermodalidade, e multimodalidade, permitindo que empresas exportadoras e importadoras tenham flexibilidade para oferecer vantagens competitivas. Em regiões, exemplo como estado de São Paulo possuem os melhores índices de qualidade de rodovias do país. Fraquezas: Falta de infraestrutura adequada para atender os milhares de veículos pesados que trafegam pela malha rodoviária brasileira, calculada em 1,6 milhão de quilômetros, atrapalha o dia a dia dos motoristas de caminhão e gera 30%

12 57 de aumento de custos para o país. De acordo com a coordenadora de economia da CNT (Confederação Nacional do Transporte) o transporte é o meio de ligação da integração nacional; porém é uma área com baixo investimento em infraestrutura. Segundo dados da CNT (2012) apenas 11,9% da malha rodoviária do país é pavimentada, enquanto 62% das rodovias registram problemas graves de infraestrutura geometria, pavimento e sinalização. Isso demonstra a falta de planejamento, possibilitando menos dinheiro no bolso dos transportadores, agricultores e representantes da indústria. O governo federal anunciou em agosto de 2012 a ampliação no programa de concessão de rodovias federais brasileiras; os investimentos previstos pelo PIL (Programa de Investimentos em Logísticas) até julho de 2013 previa uma licitação em 9 trechos rodoviários com valor de investimento estimado em R$42,0 bilhões para obras de duplicação e manutenção das vias; porém até outubro de 2013 apenas uns dos nove trechos anunciados foi licitado, sendo ele a BR-050 Minas Gerais. Em 2014 este processo continue no mesmo estágio. O governo tem feito parcerias com empresas privadas, porém estas empresas dependem muito do tempo de retorno, e das taxas atrativas para financiamentos, o que dificulta muito a participação e a escolha das empresas vencedora dos leilões. Oportunidades: Segundo CNT (2013) diante da necessidade de investimento em infraestrutura e da dificuldade de sua realização pelo governo federal, a participação da iniciativa privada na oferta de serviços de infraestrutura rodoviária é uma alternativa viável e eficiente. Cabe destacar que não existe um modelo ideal para financiar os investimentos necessários em infraestrutura. Isso porque cada intervenção deve ser analisada separadamente para definir as ações necessárias e a estratégia de investimento mais adequada. Ameaças: Segundo pesquisa da CNT (2013) foi autorizado um investimento pelo governo federal de R$ 12,7 bilhões, considerado pouco comparado aos R$ 355,2 bilhões que a CNT estima que as rodovias do país precisem. Do valor autorizado apenas R$ 4,2 bilhões (33,2%) foram pagos até o início de outubro. No ano de 2012 foi autorizado R$ 18,7 bilhões, porem somente R$ 9,4 bilhões (50,3%) foram pagos. Sendo as rodovias consideradas a principal infraestrutura de transportes disponível no país, este resultado deixa transparecer a necessidade do aumento de investimentos para que possa melhorar a condição existente, seja na manutenção,

13 58 reconstrução, ou aumento das rodovias, evitando problemas que resultam em prejuízos econômicos para a sociedade. Outra grande ameaça por investimento em infraestrutura rodoviária é o aumento da população; o crescimento e a diversificação da atividade econômica; a descentralização da população; a evolução da frota de veículos, e agrava ainda mais a poluição atmosférica. Este aumento populacional estimula um maior número de transações comerciais assim como a movimentação de pessoas e bens no território nacional, todos estes fatores ameaçam a viabilidade econômica do país. 2.9 O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR Desde que nascem as pessoas sentem necessidades, desejos e o consumo é uma forma de saciar esses desejos. As pessoas compram produtos ou serviços para satisfazerem suas necessidades. Essas necessidades surgem constantemente, é um ciclo, porque ao comprar um produto hoje, amanhã o mesmo produto surgirá no mercado com novas características e vantagens, daí surge a necessidade de se comprar novamente. Segundo Limeira (2007) o comportamento do consumidor pode ser influenciado de várias maneiras, não só por fatores de natureza pessoal, como personalidade, características demográficas, valores e hábitos, mas também por fatores ambientais, situações e marketing. São exemplos de fatores ambientais a cultura, a classe social, a família, a economia e a tecnologia. As influências de marketing são denominadas como produto, preço, ponto de distribuição e promoção, esses agem como estímulo para provocar as respostas dos consumidores. Outro tipo de influência são os fatores situacionais, por exemplo, o ambiente físico, o tempo e as circunstâncias. Para se entender o comportamento do consumidor, é necessário saber como funciona o processo de decisão de compra, ou seja, como as pessoas escolhem os produtos. O processo de decisão é dividido em quatro etapas: Na primeira, o consumidor identifica sua necessidade, que pode ser influenciada por fatores externos como estímulos do marketing, e por fatores internos, como a fome, cansaço, sede, etc.

14 59 Após a identificação da necessidade, o consumidor busca informações em várias fontes: as internas, que podem estar retidas na memória e as externas, consultando amigos, familiares, comerciais. Baseado nas informações obtidas, o consumidor analisa, compara as diversas alternativas, maneiras, recursos e os benefícios, características oferecidas por cada um deles. Por fim, a quarta etapa é a tomada de decisão, entendida como a escolha de uma opção entre mais de uma alternativa possível. Esse processo é interferido por vários fatores psicológicos inerentes a cada pessoa, como personalidade, motivação, atitude, percepção e aprendizado etc. O ato de compra pode gerar satisfação ou insatisfação do consumidor. Se satisfeito, o consumidor pode realizar compras repetidas do produto ou serviço, ou seja, se tornar fiel a marca. Por isso é importante que a empresa ofereça realmente o que o consumidor busca, atendendo suas expectativas, pois a insatisfação do consumidor pode fazer com que ele abandone a ideia de comprar o produto ou até mesmo a compra virtual. A inclusão digital da classe social com menos poder de compra foi um fator importante para o aumento do e-commerce, pois as pessoas que antes não tinham acesso à internet foram apresentadas a facilidade e diversidade de produtos na compra através da internet. O principal período de compra no ano é a época de natal. 3 CONCLUSÕES A partir da análise SWOT, foi possível identificar as principais características da infraestrutura rodoviária brasileira e elencar os fatores críticos constituídos no processo de melhorias da mesma. A participação do governo com recursos aplicados na infraestrutura é essencial para o crescimento econômico do Brasil, quando o governo investe recurso público na infraestrutura, gera uma situação econômica eficiente, capaz de atrair o aumento de investimento privado; para que isso ocorra é de fundamental importância que se intensifique a fiscalização com gastos públicos, objetivando mais transparência da aplicação destes recursos. Através de dados e informações consistentes

15 60 apresentados neste trabalho é notória, que a promessa do governo em investimentos na infraestrutura rodoviária nunca é feita em sua totalidade. A concessão de rodovias é a melhor forma de gestão que o setor governamental aplica, favorecendo investimentos em infraestrutura, pois a partir de processos menos burocráticos para a solução dos problemas, se têm condições de efetuar investimentos e contratações de acordo que a demanda apresentada pelo setor. O Governo precisa fortalecer ainda mais a gestão, conduzindo processos licitatórios; elaborando editais; as agências reguladoras não governamentais poderiam intensificar a fiscalização para o cumprimento dos contratos através de incentivos e penalidades; e também acompanhar continuamente os preços e tarifas cobrados, avaliando a evolução dos custos e ganhos de produtividade. Diante deste cenário da infraestrutura rodoviária, observa-se que não houve o crescimento significativo de investimentos coerentes para a demanda apresentada pelo setor, nem da parte de iniciativas privadas e pelo governo. Desta forma, os gargalos existentes na infraestrutura continuam presentes impedindo que se tenha uma logística eficiente para o escoamento de mercadorias. As empresas que dependem da logística feita através do modal rodoviário, e que nem sempre conseguem cumprir o contrato de compra e venda com os quesitos preço e prazo como diferencial competitivo, acaba optando por outro tipo de modal, deixando então de contribuir com impostos e taxas, destinados a infraestrutura rodoviária brasileira. Sugere-se como pesquisas futuras, realizar diagnósticos sobre o processo licitatório das rodovias do país, numa dimensão dos principais gargalos existente do setor envolvido neste processo. Além disso, fazer estudos dos impactos das rodovias na economia local e regional, setorizando as propostas de melhorias. 4 REFERÊNCIAS 1. ABTC (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LOGÍSTICA E TRANSPORTE DE CARGAS). Disponível em: <http://www.abtc.org.br/paginas/default.aspx.>. Acessado em 22 nov ANTT (AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTE TERRESTRE). Disponível em: <http://www.antt.gov.br/>. Acessado em 22/11/ BALLOU, R. H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos/ Logística empresarial. 5. ed. São Paulo, Bookman, 2010.

16 61 4. BOWERSOX, D.; CLOSS, D. J. Logística Empresarial: O Processo de Integração da Cadeia de Suprimento. 1ª ed. São Paulo, Atlas, CARMO. C. Expresso Jundiaí. Disponível em: <http://www.expressojundiai.com.br/expresso_news.php>. Acessado em 22/11/ CARVALHO, A. P. de. Geopolítica de Transporte Aéreo. São José dos Campos: Instituto Tecnológico Aeronáutico/ITA, CNT (CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO TRANSPORTE). Disponível em: <http://www.cnt.org.br/paginas/index.aspx>. Acessado em 20/11/ ER (DEPARTAMENTO DE ESTRADAS E RODAGEM). Disponível em: <http://www.der.sp.gov.br/website/home/>. Acessado em 23/11/ DIAS, M. A. P. Administração de materiais: Uma abordagem logística. 4ª ed. São Paulo, Atlas, DNIT (DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRURA DE TRANSPORTE). Disponível em: <http://www.dnit.gov.br>. Acessado em 20/11/ DUARTE, J.; BARROS, A. Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação. 2ª ed. São Paulo: Atlas, FERRAZ, A.; TORRES, I. Transporte Público Urbano. 2ª ed. São Carlos, Rima, FREITAS, E. Transporte Rodoviário. Disponível em: <www.brasilescola.com/geografia/rodovias.htm>. Acessado em 20/11/ GIL, A; C. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 5. ed. São Paulo: Atlas, IBGE (INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA). Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/>. Acessado em 21/11/ ILOS (INSTITUTO DE LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS). Disponível em: <http://www.ilos.com.br/web/index.php>. Acessado em 22/11/ INTELOG (INTELIGENCIA EM GESTÃO LOGÍSTICA). Disponível em: < Acessado em 23/11/ INVEPAR RELAÇÕES COM INVESTIDORES. Disponível em: <http://ri.invepar.com.br> Acessado em 23/11/ KEEDI, S. Transportes Unitização e Seguros Internacionais de Carga. 2. Ed. São Paulo: Aduaneira, KOTLER, P.; KELLER, K. Administração de Marketing. 12ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.

17 MASON FILHO, V.; FELEX, J. B. Apostila: Projeto Água Viva. São José do Rio Preto: EADI Rio Preto, NTC & Logística (ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE TRANSPORTE DE CARGAS E LOGÍSTICA). Disponível em: <http://www.ntc.org.br/principal.asp>. Acessado em 22/11/ Revista O Carreteiro. Ineficiência Viária. n Set. 2013, p RODOVIA BRASIL. Disponível em: <http://rodoviabrasil.com.br/?gclid=ckmbv9wx6rocfyzi7aod3g8ada>. Acessado em 22/11/ RODRIGUES, P.R. Introdução aos sistemas de transporte no Brasil e à Logística Internacional. 3ª ed. São Paulo: Aduaneiras, SILVEIRA, M.R. Revista Scripta Nova. Disponível em <http://www.ub.es/geocrit/sn>. Acessado em: 22/11/ WERNECK, P. Comércio Exterior e Despacho Aduaneiro. 3ª ed. Curitiba: Juruá, 2001.

Maior parte da extensão de rodovias avaliadas tem problema

Maior parte da extensão de rodovias avaliadas tem problema Mais de 100 mil km percorridos Maior parte da extensão de rodovias avaliadas tem problema Estudo da CNT mostra que 57,3% têm alguma deficiência no estado geral; 86,5% dos trechos são de pista simples e

Leia mais

Infraestrutura: situação atual e investimentos t planejados. Setembro 2011 Paulo Fleury

Infraestrutura: situação atual e investimentos t planejados. Setembro 2011 Paulo Fleury Infraestrutura: situação atual e investimentos t planejados Setembro 2011 Paulo Fleury Agenda Infraestrutura Logística Brasileira PAC: Investimentos e Desempenho PAC: Investimentos e Desempenho Necessidade

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA PARA O DESENVOLVIMENTO REGIONAL

A IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA PARA O DESENVOLVIMENTO REGIONAL A IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA PARA O DESENVOLVIMENTO REGIONAL 04/05/2011 Senado Federal - Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo O BRASIL EM NÚMEROS BASE PARA O CRESCIMENTO Os investimentos nas áreas

Leia mais

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo O artigo aborda relações entre logística, formação profissional e infra-estrutura do país. São debatidas questões sobre a evolução da logística no Brasil, a preparação educacional do profissional de logística

Leia mais

OBRAS DE INFRAESTRUTURA NO BRASIL

OBRAS DE INFRAESTRUTURA NO BRASIL OBRAS DE INFRAESTRUTURA NO BRASIL Estudo realizado com 259 empresas; Faturamento das empresas pesquisadas representando mais de 30% do PIB brasileiro; O objetivo principal é mapear e avaliar a importância

Leia mais

Fase 2 (setembro 2012) Sondagem: Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário - 2012

Fase 2 (setembro 2012) Sondagem: Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário - 2012 Sondagem: Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário - 2012 Apresentação A sondagem Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário 2012 Fase 2 apresenta a visão do empresário do transporte

Leia mais

Rodovia Perimetral Norte

Rodovia Perimetral Norte Buscando criar um novo caminho que integre as três rodovias Federais (Br s 101, 116 e 324), que cruzam Feira de Santana, a rodovia perimetral norte de 33 km, surge como uma alternativa muito importante

Leia mais

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 3 } 1. INTRODUÇÃO: PARQUE TECNOLÓGICO CAPITAL DIGITAL - PTCD Principal polo de desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação do Distrito Federal, o PTCD

Leia mais

QUESTÕES FUNDAMENTAIS DA LOGÍSTICA NO BRASIL. Agosto de 2013

QUESTÕES FUNDAMENTAIS DA LOGÍSTICA NO BRASIL. Agosto de 2013 QUESTÕES FUNDAMENTAIS DA LOGÍSTICA NO BRASIL Agosto de 2013 PRINCIPAIS CADEIAS PRODUTIVAS Soja, milho e bovinos AGROPECUÁRIA AÇÚCAR E ÁLCOOL Soja, milho e bovinos Cana de açúcar MINERAÇÃO E SIDERURGIA

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte

Leia mais

Veículo de Diagnóstico de Rodovias (VDR)

Veículo de Diagnóstico de Rodovias (VDR) Veículo de Diagnóstico de Rodovias (VDR) Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) Ministério dos Transportes (MT) Para cobrir os 55 mil km de rodovias federais eram precisos 18 meses

Leia mais

Secretaria de Logística e Transportes DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM

Secretaria de Logística e Transportes DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM Matriz de Transporte Brasil Estado de São Paulo Modal Participação Modal Participação Rodoviário 61,20% Ferroviário 20,70% Hidroviário 13,60% Dutoviário 4,20% Aéreo 0,40% Rodoviário 93,10% Ferroviário

Leia mais

Bruno Batista Diretor Executivo da CNT Brasília, Abril de 2009

Bruno Batista Diretor Executivo da CNT Brasília, Abril de 2009 Gargalos no Sistema de Transporte de Cargas no Brasil Bruno Batista Diretor Executivo da CNT Brasília, Abril de 2009 Panorama do Transporte Composição da Matriz de Transportes comparação outros países

Leia mais

9. Referencias Bibliográficas

9. Referencias Bibliográficas 96 9. Referencias Bibliográficas ADVFN Advanced Financial Network. Indicadores. Disponível em: . Acesso em: 15 Mar. 2012. Alvarenga, A. C.; Novaes, A. G. N. Logística Aplicada:

Leia mais

As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm

As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm ESTUDO DA CNT APONTA QUE INFRAESTRUTURA RUIM AUMENTA CUSTO DO TRANSPORTE DE SOJA E MILHO As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm impacto significativo na movimentação

Leia mais

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras Por Marcelo Bandeira Leite Santos 13/07/2009 Resumo: Este artigo tem como tema o Customer Relationship Management (CRM) e sua importância como

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

Concessão Rodoviária Estadual Trecho Litoral Norte

Concessão Rodoviária Estadual Trecho Litoral Norte Concessão Rodoviária Estadual Trecho Litoral Norte Descrição Concessão à iniciativa privada dos principais eixos rodoviários de acesso ao litoral norte de Alagoas, visando a melhoria operacional, manutenção,

Leia mais

COPA DO MUNDO FIFA 2014 BRASIL. Oportunidades e Desafios

COPA DO MUNDO FIFA 2014 BRASIL. Oportunidades e Desafios COPA DO MUNDO FIFA 2014 BRASIL Oportunidades e Desafios COPA DO MUNDO - OPORTUNIDADES Um evento esportivo do porte de uma Copa do Mundo é como uma grande vitrine do país no exterior e corresponde a um

Leia mais

REDUÇÃO DA TAXA DE POUPANÇA E AS EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS: 2010-2014

REDUÇÃO DA TAXA DE POUPANÇA E AS EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS: 2010-2014 NOTAS CEMEC 01/2015 REDUÇÃO DA TAXA DE POUPANÇA E AS EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS: 2010-2014 Carlos A. Rocca Lauro Modesto Santos Jr. Fevereiro de 2015 1 1. Introdução No Estudo Especial CEMEC de novembro

Leia mais

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo III.1 GESTÃO DE TRANSPORTES 1.1. O desenvolvimento econômico e o transporte. 1.2. A geografia brasileira, a infraestrutura dos estados, municípios

Leia mais

Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar

Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar AGENDA BAHIA Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar Além das reformas tributária e trabalhista, país precisa investir em infraestrutura eficaz, na redução do custo da energia

Leia mais

ENGENHARIA CONSULTIVA FOMENTAR O PARQUE CONSULTIVO NACIONAL

ENGENHARIA CONSULTIVA FOMENTAR O PARQUE CONSULTIVO NACIONAL ENGENHARIA CONSULTIVA FOMENTAR O PARQUE CONSULTIVO NACIONAL A Engenharia Consultiva Nacional e a Construção da Infraestrutura Um breve diagnóstico O setor de infraestrutura apresenta aspectos distintos

Leia mais

Ser grande não significa ser mais rico, e ter relevância em um dos indicadores não confere a cada país primazia em comparação a outro.

Ser grande não significa ser mais rico, e ter relevância em um dos indicadores não confere a cada país primazia em comparação a outro. ASSUNTO em pauta O BRIC em números P o r Sérgio Pio Bernardes Ser grande não significa ser mais rico, e ter relevância em um dos indicadores não confere a cada país primazia em comparação a outro. É Smuito

Leia mais

Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 5 a 8 de outubro, 2009 131 RESUMOS EXPANDIDOS...132

Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 5 a 8 de outubro, 2009 131 RESUMOS EXPANDIDOS...132 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 5 a 8 de outubro, 2009 131 RESUMOS EXPANDIDOS...132 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 5 a 8 de outubro, 2009 132

Leia mais

Preços de Frete Rodoviário no Brasil

Preços de Frete Rodoviário no Brasil Preços de Frete Rodoviário no Brasil Maria Fernanda Hijjar O Brasil é um país fortemente voltado para o uso do modal rodoviário, conseqüência das baixas restrições para operação e dos longos anos de priorização

Leia mais

Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Notas sobre o balanço de um ano do PAC

Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Notas sobre o balanço de um ano do PAC Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Notas sobre o balanço de um ano do PAC Brasília, 22 de janeiro de 2008 NOTAS SOBRE O BALANÇO DE UM ANO DO PAC AVALIAÇÃO GERAL Pontos positivos e destaques: 1)

Leia mais

A navegação de cabotagem no Brasil

A navegação de cabotagem no Brasil A navegação de cabotagem no Brasil Um imenso potencial com grandes desafios e barreiras João Guilherme Araujo Diretor de Desenvolvimento de Negócios ILOS - Instituto de Logística e Supply Chain Ultimamente

Leia mais

20 de dezembro de 2010. Perguntas e Respostas

20 de dezembro de 2010. Perguntas e Respostas Perguntas e Respostas Índice 1. Qual é a participação de mercado da ALL no mercado de contêineres? Quantos contêineres ela transporta por ano?... 4 2. Transportar por ferrovia não é mais barato do que

Leia mais

ENCONTRO 1 Logística e Transporte

ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte TÓPICO 1: Contextualizando o encontro Olá! Você está iniciando o primeiro encontro do curso Logística Internacional. Neste encontro,

Leia mais

Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br

Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br C1 Introdução Este guia traz noções essenciais sobre inovação e foi baseado no Manual de Oslo, editado pela Organização para a Cooperação

Leia mais

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 1 A Situação Industrial A etapa muito negativa que a indústria brasileira está atravessando vem desde a crise mundial. A produção

Leia mais

Gestão e Marketing Análise SWOT - FFOA

Gestão e Marketing Análise SWOT - FFOA Gestão e Marketing Análise SWOT - FFOA SWOT Strengths (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças) Forças Oportunidades Fraquezas Ameaças Interno Externo Ajudam Atrapalham

Leia mais

Marketing em Design. 3. Planejamento Estratégico e Processos de Marketing. Profª Ms. Angela Maria Ramos

Marketing em Design. 3. Planejamento Estratégico e Processos de Marketing. Profª Ms. Angela Maria Ramos Marketing em Design 3. Planejamento Estratégico e Processos de Marketing Profª Ms. Angela Maria Ramos 4. Planejamento de novos negócios, redução de negócios superados Os planos da empresa para seus negócios

Leia mais

CUSTOS LOGÍSTICOS NO BRASIL 2014. Logística, Supply Chain e Infraestrutura. Núcleo de Logística, Supply Chain e Infraestrutura

CUSTOS LOGÍSTICOS NO BRASIL 2014. Logística, Supply Chain e Infraestrutura. Núcleo de Logística, Supply Chain e Infraestrutura CUSTOS LOGÍSTICOS NO BRASIL 2014 Logística, Supply Chain e Infraestrutura Núcleo de Logística, Supply Chain e Infraestrutura Paulo Tarso Vilela de Resende Paulo Renato de Sousa Bolsistas Fapemig Gustavo

Leia mais

ATUAÇÃO DO TCU CONCESSÕES DE SERVIÇOS PÚBLICOS DE INFRA ESTRUTURA

ATUAÇÃO DO TCU CONCESSÕES DE SERVIÇOS PÚBLICOS DE INFRA ESTRUTURA SEMINÁRIO INTERNACIONAL CONCESSÃO DE AEROPORTOS ATUAÇÃO DO TCU NO ACOMPANHAMENTO DE CONCESSÕES DE SERVIÇOS PÚBLICOS DE INFRA ESTRUTURA Francisco Giusepe Donato Martins Secretaria de Fiscalização de Desestatização

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DE MÉDIO PORTE NO BRASIL. Elisabete Maria de Freitas Arquiteta

Leia mais

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida Unidade IV MERCADOLOGIA Profº. Roberto Almeida Conteúdo Aula 4: Marketing de Relacionamento A Evolução do Marketing E-marketing A Internet como ferramenta As novas regras de Mercado A Nova Era da Economia

Leia mais

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ AREA TEMÁTICA: TRABALHO LAIS SILVA SANTOS 1 CARLOS VINICIUS RODRIGUES 2 MARCELO FARID PEREIRA 3 NEUZA CORTE DE OLIVEIRA

Leia mais

PROGRAMA PROREDES BIRD

PROGRAMA PROREDES BIRD ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA PROGRAMA PROREDES BIRD TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR INDIVIDUAL PARA APOIO TÉCNICO À GESTÃO DOS PROJETOS DE RESTAURAÇÃO

Leia mais

A ascensão dos subdesenvolvidos. Geografia Professor Daniel Nogueira

A ascensão dos subdesenvolvidos. Geografia Professor Daniel Nogueira GE GRAFIA A ascensão dos subdesenvolvidos Geografia Professor Daniel Nogueira Os grupos econômicos são grupos de países com comportamento econômico específico. Geralmente economias com aspectos semelhantes.

Leia mais

REFERÊNCIA Transporte Rodoviário Agenda Setorial 2012 Acompanhamento/Monitoramento da política pública de transporte rodoviário

REFERÊNCIA Transporte Rodoviário Agenda Setorial 2012 Acompanhamento/Monitoramento da política pública de transporte rodoviário 3ª Câmara de Coordenação e Revisão Consumidor e Ordem Econômica SAF Sul Quadra 4 Conjunto C Bloco B Sala 301; Brasília/DF, CEP 70050-900, (61)3105-6028, http://3ccr.pgr.mpf.gov.br/, 3camara@pgr.mpf.gov.br

Leia mais

MARKETING INTERNACIONAL

MARKETING INTERNACIONAL MARKETING INTERNACIONAL Produtos Ecologicamente Corretos Introdução: Mercado Global O Mercado Global está cada dia mais atraente ás empresas como um todo. A dinâmica do comércio e as novas práticas decorrentes

Leia mais

Nos trilhos do progresso

Nos trilhos do progresso Nos trilhos do progresso brasil: polo internacional de investimentos e negócios. Um gigante. O quinto maior país do mundo em extensão e população e o maior da América Latina, onde se destaca como a economia

Leia mais

Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil

Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil Thayne Garcia, Assessora-Chefe de Comércio e Investimentos (tgarcia@casacivil.rj.gov.br) Luciana Benamor, Assessora de Comércio e Investimentos

Leia mais

INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS

INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS Lucinei Tavares de Assuncao Michelle Andrade INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS Lucinei Tavares

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DO MERCADO DA MADEIRA DE REFLORESTAMENTO NO BRASIL. Sebastião Renato Valverde 1

CARACTERÍSTICAS DO MERCADO DA MADEIRA DE REFLORESTAMENTO NO BRASIL. Sebastião Renato Valverde 1 CARACTERÍSTICAS DO MERCADO DA MADEIRA DE REFLORESTAMENTO NO BRASIL Sebastião Renato Valverde 1 A economia do setor florestal brasileiro até o ano de 1965 era pouco expressiva, tanto que as atividades de

Leia mais

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO.

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. 1 ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. Juliana da Silva RIBEIRO 1 RESUMO: O presente trabalho enfoca as estratégias das operadoras de telefonia móvel TIM,VIVO e CLARO

Leia mais

INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS - Marketing Internacional

INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS - Marketing Internacional INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS - Marketing CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio FONTE: DIAS, Reinaldo. RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. Atlas. São Paulo: 2004 2.4d_ização de

Leia mais

PLANEJAMENTO URBANO E DE TRANSPORTES BASEADO EM CENÁRIO DE MOBILIDADE SUSTENTÁVEL O CASO DE UBERLÂNDIA, MG, BRASIL

PLANEJAMENTO URBANO E DE TRANSPORTES BASEADO EM CENÁRIO DE MOBILIDADE SUSTENTÁVEL O CASO DE UBERLÂNDIA, MG, BRASIL PLANEJAMENTO URBANO E DE TRANSPORTES BASEADO EM CENÁRIO DE MOBILIDADE SUSTENTÁVEL O CASO DE UBERLÂNDIA, MG, BRASIL Thiago Silva Pereira José Aparecido Sorratini PLANEJAMENTO URBANO E DE TRANSPORTES BASEADO

Leia mais

Ferrovias e o Impacto na Gestão de Transporte de Cargas. Adriana Silva Jéssica Alves PEU/POLI/UFRJ

Ferrovias e o Impacto na Gestão de Transporte de Cargas. Adriana Silva Jéssica Alves PEU/POLI/UFRJ Ferrovias e o Impacto na Gestão de Transporte de Cargas Adriana Silva Jéssica Alves PEU/POLI/UFRJ INTRODUÇÃO O cenário econômico atual incita a criação de novas alternativas para a gestão integrada da

Leia mais

Vantagens da consolidação de embarque nos processos de importação de cargas fracionadas.

Vantagens da consolidação de embarque nos processos de importação de cargas fracionadas. Logística para aprender Vantagens da consolidação de embarque nos processos de importação de cargas fracionadas. Divulgação Maria Gabriela Frata Rodrigues Liboni Analista de Importação. Especialista em

Leia mais

FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA

FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Abordagem da estratégia Análise de áreas mais específicas da administração estratégica e examina três das principais áreas funcionais das organizações: marketing,

Leia mais

Secretaria de Logística e Transportes DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM. ARSESP - Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo

Secretaria de Logística e Transportes DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM. ARSESP - Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo Matriz de Transporte Modal Brasil Participação Estado de São Paulo Modal Participação Rodoviário 61,20% Ferroviário 20,70% Hidroviário 13,60% Dutoviário 4,20% Aéreo 0,40% Rodoviário 93,10% Ferroviário

Leia mais

MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS

MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS 1 Questão: Considere uma economia na qual os indivíduos vivem por dois períodos. A população é constante e igual a N. Nessa economia

Leia mais

Mobilidade Urbana: Esse Problema tem Solução? Ronaldo Balassiano Programa de Engenharia de Transportes PET/COPPE/UFRJ

Mobilidade Urbana: Esse Problema tem Solução? Ronaldo Balassiano Programa de Engenharia de Transportes PET/COPPE/UFRJ Mobilidade Urbana: Esse Problema tem Solução? Ronaldo Balassiano Programa de Engenharia de Transportes PET/COPPE/UFRJ 1 1 Introdução Sustentabilidade Mudança nos atuais modelos de produção e consumo Alternativas

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro Matheus de Aguiar Sillos matheus.sillos@pmlog.com.br AGV Logística Rua Edgar Marchiori, 255, Distrito

Leia mais

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade.

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. A educação de nível superior superior no Censo de 2010 Simon Schwartzman (julho de 2012) A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. Segundo os dados mais recentes, o

Leia mais

Cidades e Aeroportos no Século XXI 11

Cidades e Aeroportos no Século XXI 11 Introdução Nos trabalhos sobre aeroportos e transporte aéreo predominam análises específicas que tratam, por exemplo, do interior do sítio aeroportuário, da arquitetura de aeroportos, da segurança aeroportuária,

Leia mais

FÓRUM DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGA

FÓRUM DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGA FÓRUM DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGA 5ª REUNIÃO PLENÁRIA MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES (28/10/2015) APRESENTAÇÃO DAS ANÁLISES E PROPOSTAS DO GT3 ESTRUTURA DO GRUPO DE TRABALHO 3 (GT3) OBJETIVO: Formular

Leia mais

Plano de Mobilidade Urbana Sustentável

Plano de Mobilidade Urbana Sustentável Viajeo Plus City Showcase in Latin America Plano de Mobilidade Urbana Sustentável Nívea Oppermann Peixoto, Ms Diretora de Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil EMBARQ Brasil auxilia governos e empresas

Leia mais

Carta de Infraestrutura Inter. B Consultoria Internacional de Negócios

Carta de Infraestrutura Inter. B Consultoria Internacional de Negócios BR-060 (GO). PAC2; divulgação. Setembro/2013 Carta de Infraestrutura Inter. B Consultoria Internacional de Negócios 31 de março de 2014 Ano 1, nº 3 Setor Rodoviário BR-262(MS). PAC2; divulgação. Outubro/2012

Leia mais

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Artigo para a Revista Global Fevereiro de 2007 DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O conceito de Supply Chain Management (SCM), denominado Administração da Cadeia de Abastecimento

Leia mais

Fundamentos do Transporte

Fundamentos do Transporte Prof.: Deibson Agnel Livro: Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos/Logística Empresarial Autor: Ronald Ballou Cap. 06 1 A importância de um sistema de transporte eficaz A movimentação de cargas absorve

Leia mais

Pesquisa sobre Logística no E-commerce Brasileiro 2013

Pesquisa sobre Logística no E-commerce Brasileiro 2013 Pesquisa sobre Logística no E-commerce Brasileiro 2013 www.brazilpanels.com.br www.abcomm.com.br www.ecommerceschool.com.br Apoio: INTRODUÇÃO A Logística foi escolhida para ser o tema do primeiro estudo

Leia mais

Diálogos Governo -Sociedade Civil COPA 2014. O que o Brasil já ganhou com a Copa

Diálogos Governo -Sociedade Civil COPA 2014. O que o Brasil já ganhou com a Copa Diálogos Governo -Sociedade Civil COPA 2014 O que o Brasil já ganhou com a Copa 2 O que o Brasil já ganhou com a Copa Investimentos A Copa do Mundo é um grande investimento para todos brasileiros Os únicos

Leia mais

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA Daniela Vaz Munhê 1 Jenifer Oliveira Custódio Camara 1 Luana Stefani 1 Murilo Henrique de Paula 1 Claudinei Novelli 2 Cátia Roberta Guillardi

Leia mais

A Importância da Logística para o Desenvolvimento Regional Wagner Cardoso

A Importância da Logística para o Desenvolvimento Regional Wagner Cardoso A Importância da Logística para o Desenvolvimento Regional Wagner Cardoso Secretário-Executivo do Conselho de Infraestrutura da Confederação Nacional da Indústria CNI Brasília, 4 de maio de 2011 1 Qualidade

Leia mais

Strenghts: Vantagens internas da empresa ou produto(s) em relação aos seus principais concorrentes;

Strenghts: Vantagens internas da empresa ou produto(s) em relação aos seus principais concorrentes; Gerir - Guias práticos de suporte à gestão A análise SWOT A Análise SWOT é uma ferramenta de gestão muito utilizada pelas empresas para o diagnóstico estratégico. O termo SWOT é composto pelas iniciais

Leia mais

O Mundo em 2030: Desafios para o Brasil

O Mundo em 2030: Desafios para o Brasil O Mundo em 2030: Desafios para o Brasil Davi Almeida e Rodrigo Ventura Macroplan - Prospectiva, Estratégia & Gestão Artigo Publicado em: Sidney Rezende Notícias - www.srzd.com Junho de 2007 Após duas décadas

Leia mais

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas 1) Resumo Executivo Descrição dos negócios e da empresa Qual é a ideia de negócio e como a empresa se chamará? Segmento

Leia mais

Laboratório de Políticas Públicas Municipais (LPPM) Nota Técnica n 02 ANÁLISE DO MUNICÍPIO DE CARUARU

Laboratório de Políticas Públicas Municipais (LPPM) Nota Técnica n 02 ANÁLISE DO MUNICÍPIO DE CARUARU Laboratório de Políticas Públicas Municipais (LPPM) Nota Técnica n 02 ANÁLISE DO MUNICÍPIO DE CARUARU Caruaru, 2013 Diretor Presidente da Associação Caruaruense de Ensino Superior Prof. Paulo Muniz Lopes

Leia mais

Operadores Logísticos : uma tendência nos sistemas de distribuição das empresas brasileiras?

Operadores Logísticos : uma tendência nos sistemas de distribuição das empresas brasileiras? Operadores Logísticos : uma tendência nos sistemas de distribuição das empresas brasileiras? Introdução O Contexto econômico do mundo globalizado vem sinalizando para as empresas que suas estratégias de

Leia mais

O IDEC é uma organização não governamental de defesa do consumidor e sua missão e visão são:

O IDEC é uma organização não governamental de defesa do consumidor e sua missão e visão são: 24/2010 1. Identificação do Contratante Nº termo de referência: TdR nº 24/2010 Plano de aquisições: Linha 173 Título: consultor para desenvolvimento e venda de produtos e serviços Convênio: ATN/ME-10541-BR

Leia mais

Concessão Rodoviária Estadual Trecho Litoral Sul

Concessão Rodoviária Estadual Trecho Litoral Sul Concessão Rodoviária Estadual Trecho Litoral Sul Descrição Concessão à iniciativa privada dos principais eixos rodoviários de acesso ao litoral sul de Alagoas, visando a melhoria operacional, manutenção,

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

CONCESSÃO DE RODOVIA. Regulação da Concessão de Rodovias Federais

CONCESSÃO DE RODOVIA. Regulação da Concessão de Rodovias Federais Regulação da Concessão de Rodovias Federais 1ª ETAPA 2ª ETAPA FASE I 2ª ETAPA FASE II 3ª ETAPA FASE I 3ª ETAPA FASE II Década de 60 e 70 -Rodovia Presidente Dutra; Histórico -Freeway entre Porto Alegre

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO EDITAL 041/2010 - PROJETO BRA/06/032 CÓDIGO: CARTEIRA DE LONGO PRAZO O Projeto BRA/06/032

Leia mais

O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO

O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO O Banco Europeu de Investimento (BEI) promove os objetivos da União Europeia ao prestar financiamento a longo prazo, garantias e aconselhamento a projetos. Apoia projetos,

Leia mais

Processo Brasileiro de Privatização dos Modais de Transporte

Processo Brasileiro de Privatização dos Modais de Transporte Processo Brasileiro de Privatização dos Modais de Transporte Prof. Manoel de Andrade e Silva Reis - FGV 1 Sumário Matriz Brasileira de Transportes Características do Sistema Logístico Brasileiro O Plano

Leia mais

Análise do Ambiente Interno

Análise do Ambiente Interno Análise do Ambiente Interno Professor: Claudemir Duca Vasconcelos Disciplina: Estratégia e Planejamento Corporativo Alunas: Gleice Costa e Cintia Belo 16 Abril 2015 Ambiente Interno de uma Organização

Leia mais

Conferência Alemanha Europeia / Europa Alemã. 26 de novembro de 2014

Conferência Alemanha Europeia / Europa Alemã. 26 de novembro de 2014 Conferência Alemanha Europeia / Europa Alemã 26 de novembro de 2014 1. Empresas Alemãs em Portugal 2. Investimento Direto Alemão em Portugal 3. Exportação / Importação 1. Empresas Alemãs em Portugal Perspetiva

Leia mais

Faixa de Domínio Solicitação para adequação/regularização de acesso

Faixa de Domínio Solicitação para adequação/regularização de acesso Faixa de Domínio Solicitação para adequação/regularização de acesso Nos termos do Contrato de Concessão, bem como dos regulamentos administrativos impostos pelo Poder Concedente, compete à ECO101 Concessionária

Leia mais

Investimento para Mulheres

Investimento para Mulheres Investimento para Mulheres Sophia Mind A Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado é a empresa do grupo de comunicação feminina Bolsa de Mulher voltada para pesquisa e inteligência de mercado. Cem

Leia mais

REGULAMENTO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

REGULAMENTO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS UNINORTE LAUREATE INTERNATIONAL UNIVERSITIES PRÊMIO DE EMPREENDEDORISMO JAMES McGUIRE EDITAL DE SELEÇÃO REGULAMENTO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1. O Prêmio James McGuire de Empreendedorismo é uma competição

Leia mais

Em Crise Profunda no Mercado Interno. Em Expansão Acelerada nos Mercados Externos

Em Crise Profunda no Mercado Interno. Em Expansão Acelerada nos Mercados Externos 2ª JORNADAS DA ESPECIALIZAÇÃO EM DIREÇÃO E GESTÃO DA CONSTRUÇÃO ENGENHARIA CIVIL OS NOVOS DESAFIOS O PAPEL DA CONSTRUÇÃO NO FUTURO Índice: Onde Estamos Europa 2020 e Crescimento da Construção em Portugal

Leia mais

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO O QUE É NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO? É a qualidade com que o fluxo de bens e serviços

Leia mais

2. Revisão bibliográfica

2. Revisão bibliográfica 17 2. Revisão bibliográfica 2.1. Logística de transportes A Logística recebeu diversas denominações ao longo dos anos: distribuição física, distribuição, engenharia de distribuição, logística empresarial,

Leia mais

Estoque e Logística. Henrique Montserrat Fernandez www.henriquemf.com

Estoque e Logística. Henrique Montserrat Fernandez www.henriquemf.com Estoque é capital investido, com liquidez duvidosa e altos custos de manutenção. Por isso, quanto menor for o investimento em estoque, melhor. Para as empresas, o ideal seria efetuar as aquisições de estoques

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA PROJETO INTEGRADOR. Suzano

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA PROJETO INTEGRADOR. Suzano CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA PROJETO INTEGRADOR Suzano PROJETO INTEGRADOR 1. Introdução O mercado atual de trabalho exige dos profissionais a capacidade de aplicar os conhecimentos

Leia mais

Formação em Parcerias Público Privadas. Desenvolvimento de uma carteira de projetos

Formação em Parcerias Público Privadas. Desenvolvimento de uma carteira de projetos Formação em Parcerias Público Privadas Desenvolvimento de uma carteira de projetos Novembro de 2013 1. Contexto Atual 2. Análise das Demandas do Setor Público 3. Como Estruturar um Procedimento 4. Como

Leia mais

MANUAL DE INVESTIMENTOS

MANUAL DE INVESTIMENTOS IPEA - INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA MANUAL DE INVESTIMENTOS PROPOSTA DE COLETA E CADRASTRAMENTO DE INFORMAÇÕES SOBRE INTENÇÕES DE INVESTIMENTOS EMPRESARIAIS (Segunda Versão) Luciana Acioly

Leia mais

Matriz para avaliação do sistema de Distribuição de produtos do setor de bebidas

Matriz para avaliação do sistema de Distribuição de produtos do setor de bebidas Matriz para avaliação do sistema de Distribuição de produtos do setor de bebidas Isabel Marcia Rodrigues (UTFPR) imarcia.r@hotmail.com João Carlos Colmenero (UTFPR) colmenero@utfpr.edu.br Luiz Alberto

Leia mais

Pesquisa de Expectativa de Emprego Manpower indica que ritmo de contratação no Brasil deverá manter-se forte no 3 º trimestre de 2012

Pesquisa de Expectativa de Emprego Manpower indica que ritmo de contratação no Brasil deverá manter-se forte no 3 º trimestre de 2012 Informações para a Imprensa: DFREIRE Comunicação e Negócios Tel. (11) 5505-8922 Debora Freire debora@dfreire.com.br Daniela Cabral danielacabral@dfreire.com.br Victor Santana victor@dfreire.com.br Pesquisa

Leia mais

Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais

Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais Carlos Figueiredo Diretor Executivo Agenda Anahp Brasil: contexto geral e econômico Brasil: contexto

Leia mais

Matemática. Aula: 02/10. Prof. Pedro. www.conquistadeconcurso.com.br. Visite o Portal dos Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.

Matemática. Aula: 02/10. Prof. Pedro. www.conquistadeconcurso.com.br. Visite o Portal dos Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM. Matemática Aula: 02/10 Prof. Pedro UMA PARCERIA Visite o Portal dos Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.BR Visite a loja virtual www.conquistadeconcurso.com.br MATERIAL DIDÁTICO EXCLUSIVO PARA ALUNOS

Leia mais

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza Prova 1 09 de Maio de 2013 Nome: 1ª QUESTÃO (1,0) Segundo os dados divulgados pela ood and Agriculture Organization (AO, 2011) sobre as exportações brasileiras, em

Leia mais

GERALDO ALCKMIN 18/10/2011

GERALDO ALCKMIN 18/10/2011 GERALDO ALCKMIN 18/10/2011 AÇÕES E PROJETOS HABITAÇÃO - 150 mil novas moradias nos próximos quatro anos, para atender a famílias que ganham até 5 salários mínimos, triplicando a produção de moradias no

Leia mais

RELATÓRIO SITUAÇÃO DA BR 163/364

RELATÓRIO SITUAÇÃO DA BR 163/364 RELATÓRIO SITUAÇÃO DA BR 163/364 Fevereiro/2014 1 1. Introdução O Movimento Pró-Logística, que reúne as entidades Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (APROSOJA), Associação

Leia mais

Ministério dos Transportes

Ministério dos Transportes Secretaria de Política Nacional de Transportes Pesquisa Nacional de Tráfego 2011: Volumétrica e Origem e Destino Luiz Carlos Rodrigues Ribeiro Coordenador Geral de Planejamento OBJETIVO Elaboração de estudos

Leia mais