PRACTICES VIRTUAL MOBILITY TO SUPPORT THE CHALLENGE OF SUSTAINABLE MOBILITY

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1 PRACTICES VIRTUAL MOBILITY TO SUPPORT THE CHALLENGE OF SUSTAINABLE MOBILITY Ismael Eggers (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil) - Luís Felipe Machado do Nascimento (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil) - Henrique Mello Rodrigues de Freitas (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil) Cristina Dai Prá Martens (Universidade Nove de Julho, São Paulo, Brasil) This article addresses the challenge of sustainable mobility, bringing a critical eye on current goals and the alternatives that are on the agenda for the problems of urban mobility. The aim of this paper is to present practices of virtual mobility as the support to sustentable mobility, contributing to the debate about the potential use of ICTs as an alternative for sustainable mobility. The methodology adopted was a literature review and secondary data analysis, exploring practices that replace the physical displacement by virtual mobility, especially remote work, distance learning, e- commerce and telemedicine. The results show the advantages of using virtual mobility, recommending its adoption as an alternative to urban mobility problems, with a view to reducing the need for physical displacement through its replacement by remote activity. Keywords: Sustainable Mobility, No transport, Virtual Mobility, Physical Displacement, Information and Communication Technologies (ICTs). PRÁTICAS DE MOBILIDADE VIRTUAL COMO APOIO AO DESAFIO DA MOBILIDADE SUSTENTÁVEL Este artigo aborda o desafio da Mobilidade Sustentável, trazendo um olhar crítico sobre os atuais objetivos e as alternativas que estão em pauta para os problemas de mobilidade urbana. O objetivo do artigo é apresentar práticas de mobilidade virtual como apoio ao desafio da mobilidade sustentável, contribuindo para a reflexão a respeito do potencial de uso das TICs como alternativa para a mobilidade sustententável. Como metodologia, adotou-se a revisão bibliográfica e análise de dados secundários, explorando práticas que substituem o deslocamento físico, reduzindo a necessidade de transporte, pela mobilidade virtual, de modo especial o trabalho remoto, o ensino a distância (EAD), o comércio eletrônico e a telemedicina. Os resultados do estudo evidenciam vantagens do uso da mobilidade virtual, recomendando sua adoção como alternativa para problemas de mobilidade urbana, tendo em vista a redução da necessidade de deslocamento físico por meio de sua substituição pela atividade remota. Palavras-Chave: Mobilidade Sustentável, Não transporte, Mobilidade Virtual, Deslocamento físico, Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs). Agradecimentos: O presente trabalho foi realizado com o apoio de entidades do Governo Brasileiro [CAPES e CNPq] e do Governo Francês [COFECUB] voltadas para a formação de recursos humanos. 3473

2 1. Introdução A preocupação com a situação e o futuro da mobilidade, seja de pessoas ou de cargas, mas muito mais por causa do deslocamento das pessoas, apareceu de maneira mais contundente em 1989, no VII Congresso Brasileiro de Transporte Público, no qual um grupo de técnicos, através da Comissão de Circulação e Urbanismo da Associação Nacional de Transporte Público - ANTP apresentou o artigo intitulado Não transporte: a reconquista do espaço tempo social. Uma grande questão apontada pelo artigo foi acerca do ciclo burro do setor transporte, por meio do qual o transporte gera mais transporte, ou seja, os problemas e as soluções da mobilidade restringem-se no investimento e em ações que visam aumentar a capacidade de transporte. Praticamente todo o universo de análise e ação, seja em nível de planejamento, execução ou gestão está contido no próprio sistema de transporte e tem como objetivo central produzir mais transportes (ANTP, 1989). As conclusões do artigo mostram que os transportes urbanos, ao contrário do que acreditam a maior parte das pessoas, criam mais obstáculos e dificultam o deslocamento das pessoas e cargas. Fora isso, outro ponto importante levantado no artigo são os impactos sociais provocados pelo transporte como: o elevado número de mortes, a degradação da natureza, o tempo humano perdido no trânsito e a destruição dos espaços sociais, históricos e ambientais das cidades. Passados mais de 20 anos do referido artigo, a preocupação com a mobilidade urbana e os problemas ocasionados pelo transporte continuam presentes, só que agora de forma mais acentuada e contundente, como pode ser verificado em alguns estudos da área acadêmica (RESENDE E SOUSA, 2009; PORTUGAL et al, 2010;), mas principalmente nos noticiários país afora, sobretudo com a chegada da Copa do Mundo de 2014 (FOLHAPE, 2012; JORNAL DO BRASIL, 2012). A qualidade da mobilidade urbana tem se deteriorado dia após dia e os índices de mobilidade da população, especialmente a de baixa renda das regiões metropolitanas, vêm sendo brutalmente reduzidos (MINISTÉRIO DAS CIDADES, 2004, p.4). Na ótica de Renato Balbin, ex-coordenador do Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais do Ministério das Cidades (2005 a 2009) e Rafael Pereira, técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA, o não transporte não é apenas uma bandeira que luta pela redução e racionalização do uso dos meios de transporte motorizados, mas é, sobretudo, um esforço de se refundar a ideia de cidade, reforçar sua escala humana na ótica do pedestre, dos deslocamentos possíveis de serem realizados por meio de caminhadas e das interações humanas no cotidiano (BALBIM E PEREIRA, 2009). Haja vista que o artigo sobre não transporte foi escrito no final da década de 80, quando a Internet para uso comercial e pessoal ainda não era realidade, é justificável que não tenham sido imaginadas soluções para os problemas de transporte e de mobilidade urbana por meio da Internet e seus aplicativos móveis, elementos não contemplados nas recomendações oferecidas pelo artigo. Contudo, nos dias de hoje a realidade é outra. O conceito hoje em voga que trata da preocupação com a questão da mobilidade urbana e do seu impacto social, econômico e ambiental é o da mobilidade sustentável. O Instituto Rua Viva, originado do artigo de 1989 da ANTP, aborda conceitos sobre a mobilidade sustentável e traz consigo objetivos para a redução dos impactos sociais e ambientais, entre eles um amplia o conceito de transporte para o de comunicação através da utilização de novas tecnologias. A Lei /12 que institui a Política Nacional de Mobilidade Urbana também aborda princípios e diretrizes para o tema, mas nenhum deles 3474

3 faz referência ao uso da Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) para apoiar a mobilidade sustentável (BRASIL, 2012). Ou seja, há uma enorme negligência das autoridades e responsáveis pela mobilidade sustentável com o aproveitamento do potencial da TIC, para que de fato, o não transporte seja um conceito real e não utópico. Uma ótima alternativa possibilitada pelas TICs é a substituição do deslocamento físico pelo virtual, ou seja, a mobilidade virtual permite que o indivíduo realize algumas atividades, que anteriormente necessitavam de locomoção, sem necessitar de deslocamento via transporte motorizado (VIRTUAL MOBILITY, 2012). Desta forma, o objetivo deste artigo é apresentar práticas de mobilidade virtual como apoio ao desafio da mobilidade sustentável, contribuindo para a reflexão a respeito do potencial de uso das TICs como alternativa para a mobilidade sustententável. Neste ínterim, o presente trabalho se propõe a exemplificar práticas reais de mobilidade virtual que já são adotadas por muitas pessoas para realizar atividades que há bem pouco tempo necessitavam de deslocamento físico, o que já não é mais necessário. O artigo encontra-se estruturado da seguinte maneira: As seções (2) Mobilidade Tradicional, (3) Mobilidade Sustentável e (4) Mobilidade Virtual apresentam o referencial teórico, que possibilita uma compreensão mais adequada dos conceitos abordados neste trabalho. Posteriormente, na quinta seção (5), encontra-se o método do estudo e são apresentadas as práticas de mobilidade virtual. Por fim, encontram-se as considerações finais (6) e sugestões de novas pesquisas. 2. Mobilidade Tradicional Para realizarem suas atividades diárias as pessoas necessitam, incondicionalmente, se deslocar por meio de transporte particular ou público para chegar ao trabalho, ao local de estudo, para fazer compras, para ir ao médico, para ir ao cinema, enfim, para fazer quase tudo que necessitam. Contudo, além de transportarem passageiros e cargas, os transportes também matam, destroem as cidades, consumem tempo de vida e, paradoxalmente, reduzem a mobilidade (ANTP, 1989). Segundo o Tribunal de Contas da União (2010), o conceito tradicional de mobilidade urbana trata da questão de forma fragmentada e considerando apenas a circulação de veículos: Deslocamento de pessoas e bens dentro do espaço das cidades, mediante utilização de veículos, de vias públicas e da infraestrutura disponível (TCU, 2010, p.1). Ainda, de acordo com o TCU, o problema da mobilidade urbana está no crescimento desordenado das cidades, na falta de integração entre planejamento urbano e transporte e pela centralização no transporte individual motorizado (TCU, 2010). De acordo com a pesquisa Sistema de Indicadores de Percepção Social do IPEA (2011), como pode ser observado na Figura 1, o meio de transporte mais utilizado pelo brasileiro é o transporte público, com pouco mais de 44%, seguido pelo transporte de carro, por volta de 24%. Com percentuais bem menores, aparecem os modais moto (12,6%) e a pé (12,3%). Na região Centro-Oeste é onde mais se utiliza o transporte de carro (36,5%). 3475

4 Figura 1: Utilização dos meios de transporte por região Fonte: IPEA (2011) O mesmo estudo apresenta os motivos pelos quais as pessoas realizam o deslocamento dentro da sua cidade, cruzado com o nível de escolaridade do indivíduo (Tabela 1). O que se observa é a predominância do motivo trabalho para o seu deslocamento diário. Este motivo se torna ainda mais importante à medida que aumenta a escolaridade, representando mais de 70% para quem possui ensino superior completo ou incompleto. Tabela 1: Motivo do deslocamento dentro da cidade (%) Fonte: IPEA (2011) O relatório geral de mobilidade urbana 2010, da ANTP, apresenta os custos da mobilidade e das suas externalidades. O Gráfico 1 indica um custo assustador, de 167, 5 bilhões de reais por ano, sendo o custo por acidentes de 11,6 bilhões, o custo de poluição somando 4,2 bilhões, o custo social de 13,8 bilhões e o custo individual atingindo um montante de 137,8 bilhões por ano. 3476

5 Gráfico 1: Custos de mobilidade e de externalidades por tipo de transporte Fonte: IPEA (2011) A previsão do artigo Não transporte: a reconquista do espaço tempo social era de que se nada fosse feito, a consequência mais provável para os transportes nas principais áreas urbanas seria de serviços precários, superlotados, com preços elevados, terrivelmente lentos e consumindo uma parcela cada vez maior do salário e do tempo dos trabalhadores (ANTP, 1989). De fato, a previsão parece ter se concretizado. 3. Mobilidade Sustentável Diante desse cenário assustador acerca da mobilidade, que vem prejudicando as economias das cidades, a qualidade de vida das pessoas e degradando o meio ambiente, a preocupação com o tema aparece de maneira mais forte e estratégica. No Brasil, o governo federal instituiu a Secretaria Nacional de Transporte e de Mobilidade Urbana (SEMOB), vinculada ao Ministério das Cidades, com o objetivo de formular e implementar a política de mobilidade sustentável (BRASIL, 2012). Outro passo importante dado nesse mesmo ano foi a aprovação da Lei /12 que institui a Política Nacional de Mobilidade Urbana, objetivando a integração entre os diferentes modos de transporte e a melhoria da acessibilidade e mobilidade das pessoas e cargas (BRASIL, 2012). O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) define mobilidade sustentável como a capacidade de dar resposta às necessidades da sociedade de livre deslocamento, de se comunicar, de realizar transações e de estabelecer relações, sem sacrificar outros valores humanos e ecológicos, hoje e no futuro (MOBILIDADE 2030, 2004). Outra definição de mobilidade sustentável é dada pela Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor), que a define como uma nova cultura que promova a utilização equitativa do espaço público, priorizando o transporte coletivo e o transporte não motorizado e restringindo o uso indiscriminado do automóvel (FETRANSPOR, 2010). Com a proposta de reduzir a quantidade de viagens motorizadas, o artigo Não transporte: a reconquista do espaço tempo social traz uma série de recomendações como: a busca por soluções urbanas globais, não apenas o compartimento transporte isolado; romper com as práticas tradicionais que produzem mais transporte para os problemas do transporte; ocupar os espaços vazios e descentralização das atividades econômicas; 3477

6 priorizar os modos de transporte a pé e bicicleta; priorizar o transporte coletivo em relação ao automóvel; desenvolver ações para substituir os combustíveis atuais por fontes alternativas menos poluentes; buscar soluções globais para as cidades como forma de evitar ações setoriais isoladas (ANTP, 1989). Uma das decorrências desse artigo foi o surgimento do Instituto de Mobilidade Sustentável Rua Viva, para o qual a mobilidade sustentável tem como objetivo principal a redução dos impactos ambientais e sociais da mobilidade motorizada existente (RUA VIVA, 2012). O Rua Viva compartilha dos seguintes princípios: apropriação equitativa do espaço e do tempo na circulação urbana, priorizando os modos de transporte coletivo, a pé e de bicicleta, em relação ao automóvel particular; reordenamento dos espaços e das atividades urbanas, de forma a reduzir as necessidades de deslocamento motorizado e seus custos; eficiência e qualidade nos serviços de transporte público, com apropriação social dos ganhos de produtividade decorrentes; ampliação do conceito de transporte para o de comunicação, por meio da utilização de novas tecnologias; desenvolvimento das cidades com qualidade de vida, por meio de um conceito de transporte consciente, sustentável, ecológico e participativo; eficiência energética e redução da emissão de agentes poluidores, sonoros e atmosféricos; projetos e políticas públicas voltadas ao transporte público e à circulação urbana. Para Machado (2010), a sustentabilidade da mobilidade depende do objetivo dado ao sistema de transporte. Se este for facilitar o movimento de pessoas e mercadorias, devem ser promovidos os meios de transporte que permitam os deslocamentos com menor impacto social e ambiental. Por outro lado, se o objetivo for facilitar o acesso a bens e serviços, a sustentabilidade deve ser repensada a partir da redução da necessidade de deslocamentos motorizados e maximizar a capacidade do deslocamento a pé ou em bicicleta. 4. Mobilidade Virtual Está claro que a sociedade necessita se deslocar para realizar suas atividades rotineiras e básicas como ir ao trabalho, à escola e ao supermercado, por exemplo. Contudo, a opção das pessoas para realizar esta locomoção está centrada no deslocamento físico, principalmente no transporte motorizado, como já foi apresentado anteriormente. Porém, com o crescimento e o avanço das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), como é o caso da rede mundial de computadores (Internet), da rede wireless de comunicação sem fio e das inúmeras tecnologias móveis, entre elas notebooks, tablets, e smartphones, a possibilidade de realizar atividades sem se deslocar fisicamente virou realidade. A ascensão destas tecnologias origina a mobilidade virtual, que pode contribuir para a minimização dos problemas decorrentes do deslocamento físico realizado por meio do transporte motorizado. O Ministério Britânico dos Transportes encomendou um projeto sobre essa temática, cujos resultados estão disponíveis no Portal Virtual Mobility (http://www.virtual-mobility.com/index.htm), que define a mobilidade virtual como o uso das novas tecnologias de informação e comunicação como uma alternativa para a mobilidade física. Ou seja, trata-se de utilizar as TICs como meio de "ficar com" atividades que antes necessitariam obrigatoriamente de transporte (VIRTUAL MOBILITY, 2012). O Virtual Mobility destaca os aplicativos chaves que estão impactando no comportamento de viajar e de transportar coisas: e-trabalho (teletrabalho - todas as formas de trabalho remoto utilizam as TICs); 3478

7 e-business e e-commerce (B2B e B2C para transações on-line e entrega de serviço/produto); e-serviços (serviços de governo eletrônico, e-learning, telemedicina, etc). Tudo isso, em princípio, implica que a viagem física é, em certa medida, substituída por atividades on-line usando as TICs. Isto permite substituir viagens, trabalhar conjuntamente sem o deslocamento físico e redistribuir viagens e transporte de mercadorias (VIRTUAL MOBILITY, 2012). Kenyon et al (2002) definem mobilidade virtual como o processo de acessar atividades que tradicionalmente necessitavam de acesso físico, mas que agora podem ser realizadas sem recorrer ao deslocamento físico do indivíduo. Assim, a mobilidade virtual cria oportunidades de acessibilidade, tanto substituindo a mobilidade física como permitindo acesso onde anteriormente havia deficit de acessibilidade. Ainda, segundo os autores: A mobilidade virtual não permite criar tempo, mas possibilita que as pessoas usem o tempo de forma mais eficaz, eliminando a necessidade de viajar para trabalhar, para acessar redes sociais e acessar bens e serviços, por exemplo, compras, ou suporte de atendimento. Assim, as pessoas podem obter mais tempo de qualidade fora do tempo disponível, permitindo-lhes "tempo de contagem dupla - realizando mais de uma atividade simultaneamente, por exemplo, compras online enquanto supervisiona o filho brincando (KENYON et al, 2002, p. 215). Peter Arnfalk (2002), em sua tese de doutorado que estuda a relação entre mobilidade virtual e a prevenção da poluição, argumenta que a mobilidade virtual se encaixa bem com uma estratégia de prevenção da poluição. O autor comenta sobre as possibilidades da mobilidade virtual com a telemedicina, o teletrabalho e a teleconferência, permitindo redução de viagens, redução de CO2 e outros benefícios ambientais. Há, contudo, principalmente do início dos anos 2000, estudos que apontam que não existe uma redução significativa da quantidade de quilômetros rodados com a aplicação da mobilidade virtual. Existe sim, uma redução do número de deslocamentos em função do trabalho e, em decorrência, um ganho em tempo; porém, esse tempo livre, normalmente, é consumido em outros tipos de viagens, compensando o não deslocamento para o trabalho. Mas mesmo assim, o ponto positivo é a redução dos congestionamentos nos horários de pico (HJORTHOL, 2001; KENYON et al, 2002 ). Para Hjorthol (2001), uma redução no tempo de viagem para o trabalho pode proporcionar alguns benefícios, a exemplo de mais viagens de lazer ou compras, e uma maior utilização do veículo por outros membros da família. 5. Metodologia Este trabalho parte da problemática da mobilidade urbana sustentável, anteriormente apresentada, que tem por base princípios e objetivos que apontam medidas e diretrizes para solucionar e/ou minimizar os problemas da mobilidade urbana, mas que não trazem referência e não abordam o potencial da mobilidade virtual como uma das alternativas que podem auxiliar no desafio da mobilidade sustentável. Contudo, a mobilidade virtual é totalmente aderente ao princípio do não transporte, fugindo da solução burra de buscar resolver os problemas de transporte com mais transporte. Este trabalho possui caráter qualitativo, não visando quantificar e nem generalizar as informações, sendo classificado como de natureza exploratória, o que é indicado para os casos em que existe pouco conhecimento acumulado e organizado sobre um determinado 3479

8 tema (YIN, 2010). A técnica adotada é, portanto, de levantamento bibliográfico e de exploração de alguns dados secundários sobre algumas práticas de mobilidade virtual, no intuito de contribuir para a reflexão a respeito do potencial de uso das TICs como alternativa para a mobilidade sustententável. Para isso, são exploradas práticas de mobilidade virtual relacionadas a: trabalho remoto, ensino a distância (EAD), comércio eletrônico e telemedicina. Dado que a mobilidade virtual é proporcionada, sobretudo, pela Tecnologia da Informação e Comunicação, principalmente por meio da Internet, cabe destacar alguns dados referentes à presença da Internet nos lares dos brasileiros, pois ela é condição indispensável para a mobilidade virtual. Recente pesquisa divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que apenas 33% dos brasileiros possuem acesso à Internet em casa, o que deixa o Brasil em 63º lugar no ranking de 154 países onde o acesso domiciliar à Internet foi contabilizado (IDG NOW, 2012). Esta informação indica que ainda é preciso avançar bastante para que haja uma maciça inclusão digital do brasileiro, com maior investimento do governo público para disponibilizar e baratear a Internet, proporcionando assim, condições para que um número maior de pessoas possa aderir à mobilidade virtual, contribuindo para a mobilidade sustentável, com redução do deslocamento físico sem a sua imediata necessidade. Mesmo assim, embora essa realidade, diversos exemplos já podem ser identificados e sua análise pode ser útil para reflexão e ação para prover soluções aos problemas decorrentes da mobilidade urbana, em busca da mobilidade sustentável, principalmente em grandes centros urbanos. A seguir, exemplos nesse sentido são explorados. 6. Práticas de Mobilidade Virtual Nesta seção são apresentadas algumas práticas de mobilidade virtual que já estão sendo utilizadas alternativamente ao transporte físico, substituindo, em muitos casos, a necessidade de deslocamento físico do indivíduo para realização de suas atividades. As práticas de mobilidade virtual que analisadas são: o trabalho remoto, a EAD, o comércio eletrônico e a telemedicina Trabalho Remoto ou Teletrabalho Conforme ilustrado na Tabela 1, anteriormente apresentada, fica evidente que a principal razão para o deslocamento físico diário, seja por veículo próprio ou por transporte público, é a necessidade de o indivíduo trabalhar. Desta forma, o trabalho remoto se apresenta como uma importante medida para a redução do número de deslocamentos diários para atividades que podem ser realizadas em casa, com a utilização da Internet. Além do benefício para a mobilidade urbana, há o ganho ambiental com a redução de transporte. Adicionalmente, as empresas podem identificar no teletrabalho formas de reduzir custos e aumentar a produtividade do trabalhador. Segundo Araújo (apud MELO, 2009), a flexibilidade do trabalho, por vezes exigida pelos novos métodos gerenciais, em geral está relacionada à multifuncionalidade e ao comprometimento do trabalhador com a solução de problemas, com a redução de custos e, consequentemente, com a melhoria contínua do trabalho. Para Melo (2009), essas são algumas das características que o trabalhador do Século XXI precisa ter para se destacar e demonstrar um perfil adequado às novas exigências do mercado. 3480

9 Com o teletrabalho, o funcionário pode acessar redes de forma remota, conversar instantaneamente, telefonar virtualmente e fazer reuniões por vídeo conferência, na internet e em tempo real, agilizando o trabalho dos colaboradores. Trabalho remoto é uma maneira em que o profissional de algumas profissões desempenha suas atividades remotamente, ou seja, em sua própria casa (SISNEMA, 2005). A Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades SOBRATT classifica o termo como todo e qualquer trabalho realizado a distância, ou seja, fora do local habitual de trabalho, servindo-se para isso da tecnologia da informação e da comunicação como os computadores, a telefonia fixa e móvel e qualquer outra tecnologia que possibilite trabalhar em qualquer lugar, recebendo e transmitindo informações (SOBRATT, 2012). O rápido avanço do teletrabalho e das novas modalidades para sua realização são suportados basicamente pela Tecnologia da Informação e Comunicação, que criam e desenvolvem novas ferramentas e plataformas web. O trabalho remoto está fundamentalmente ligado à informática (KUGELMASS, 1996). De acordo com Kugelmass (1996), trabalho remoto caracteriza uma flexibilização dos limites de tempo-lugar, para evitar a necessidade de viagem ao trabalho. Este modelo de trabalho apresenta vantagens e ganhos para o indivíduo, para a empresa e para a sociedade, possuindo grande relevância na gestão de uma organização. Em Teletrabalho: Novas Oportunidades para o Trabalho Flexível, Kugelmass (1996) aponta melhoras na produtividade, principalmente, pela redução do absenteísmo; melhoras na atração e retenção de empregados; melhora no atendimento ao cliente e em benefícios ao meio ambiente como, por exemplo, na redução da emissão de CO 2. Alvaro Mello (1999), no seu livro Teletrabalho, relaciona algumas vantagens e desvantagens da prática do trabalho remoto. Entre elas, as seguintes vantagens são aderentes ao conceito de mobilidade sustentável: ocorre menos turn over de funcionários talentosos que por alguma razão necessitam mudar de local físico ou geográfico; os funcionários não precisam ir ao escritório todos os dias, e assim ganham tempo produtivo e têm menos stress provocados pelos congestionamentos no trânsito, pelas relações conflitantes no trabalho etc.; há mais tempo com a família e dedicação ao lazer e aos hobbies. Ou seja, com o teletrabalho os trabalhadores não necessitam se deslocar diariamente para trabalhar, o que pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida e para a redução do trânsito e da poluição do planeta. Melo (2009) afirma que, apesar de ser sutil, o teletrabalho ajuda as pessoas a serem bons vizinhos na comunidade, por contribuir na redução da poluição do ar e no congestionamento de trânsito. Segundo estudo da BSP Business School São Paulo com o tema: O trabalho flexível nas empresas, do total de 75 trabalhadores remotos entrevistados, 77% apontam que a mudança contribui para reduzir a poluição, enquanto que 61% dos profissionais ouvidos afirmam que sua qualidade de vida melhorou muito, além de 46% crerem ser uma forma de trabalho sustentável. Para Alvaro Mello, coordenador do estudo, e que também é presidente da SOBRATT, o teletrabalho deve ganhar maior relevância com a alteração do artigo 6º da Consolidação de Leis do Trabalho (CLT, Lei n ), que equipara o trabalho realizado no estabelecimento do empregador, o executado no domicílio do empregado e o realizado a distância (EPOCA NEGÓCIO, 2012; REVISTA INCORPORATIVA, 2012). Segundo Mello, como estratégia para reduzir o impacto em transportes durante a realização da Copa do Mundo de 2014, será apresentado um projeto para os governos das 3481

10 12 cidades-sede da Copa para que adotem, durante o período do evento, o teletrabalho (EPOCA NEGÓCIO, 2012). Caso tal projeto seja bem sucedido durante a Copa do Mundo, o mesmo deve ser adotado em âmbito nacional, como medida de apoio à mobilidade sustentável. Há estimativa de que haja no Brasil por volta de 10 milhões de trabalhadores remotos, com projeção para chegar a 50 milhões em 2017 (EPOCA NEGÓCIO, 2012) Educação a Distância (EAD) Outra possibilidade de mobilidade virtual, que permite que as pessoas possam realizar suas atividades sem necessitar se deslocar fisicamente é a Educação a Distância (EAD). Esta modalidade de ensino no Brasil iniciou durante as décadas de 60 e 70 com a oferta de cursos pela televisão, mas o EAD veio a popularizar-se mesmo na década de 90 com o desenvolvimento das ferramentas tecnológicas como a Internet. A definição legal de educação a distância veio com a publicação do Decreto número de 2005, que regulamentou o artigo 80 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB): A Educação a Distância é a modalidade educacional na qual a mediação didáticopedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos (BRASIL, 2005). Esta definição é corroborada pela Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED) que define EAD como uma modalidade de educação em que as atividades de ensino-aprendizagem são desenvolvidas principalmente, e em bom número de casos, exclusivamente, sem que alunos e professores estejam presentes no mesmo lugar à mesma hora. Para isto fazem uso de diversos meios de comunicação como, por exemplo: material impresso distribuído pelo correio, transmissão de rádio ou TV, fitas de áudio ou de vídeo, redes de computadores, sistemas de teleconferência ou videoconferência, telefone (ABED, 2012). O último censo sobre a EAD no Brasil, organizado pela ABED (2010), aponta que em 2008 o número de alunos que estudaram na modalidade de ensino a distância foi de , contabilizando as Instituições credenciadas, os cursos livres e a educação corporativa, representando um aumento de 96,9% em relação ao ano anterior. Outro dado relevante é quanto à evasão escolar, que na EAD representa 18,5% dos alunos matriculados, enquanto que no ensino presencial a evasão atingiu um percentual de 58% (ABED, 2010). Quanto ao benefício da EAD para a mobilidade sustentável, percebe-se que há ainda um grande potencial de disseminar o ensino a distância para mais estudantes, retirando a obrigatoriedade do deslocamento físico até a Instituição de Ensino, tanto para o ensino superior quanto para o ensino médio. Sobre este tema, o Conselho Estadual de Educação de São Paulo (Ceesp) aprovou a deliberação 77/2008, que entre outras orientações, em seu artigo 4º, permite que qualquer disciplina do ensino médio possa ser ministrada no modelo semipresencial. Para Mauro de Salles Aguiar, diretor-presidente do Colégio Bandeirantes e também membro do Ceesp, a educação a distância não deve substituir o ensino presencial, mas pode ser aplicada para as aulas de redação e reforço, por exemplo, especialmente em cidades como São Paulo, onde minimizariam problemas de deslocamento causados pelo trânsito (REVISTA EDUCAÇÃO, 2012). 3482

11 A livre escolha do aluno para determinar o seu espaço de estudo implica na redução dos custos com transporte diário, na diminuição do stress causado pela locomoção nas vias urbanas das grandes cidades, na diminuição da probabilidade de acidentes pessoais no trânsito e na escolha de um local mais confortável, tranqüilo e, portanto, mais adequado para estudar, nem sempre encontrado na maioria das escolas. Certamente, é possível enumerar diversas vantagens para o aluno (MORAES FILHO, 2006). Conforme os problemas da mobilidade urbana vão se acentuando, o incentivo pela educação a distância pode ser um alívio para os grandes congestionamentos que são formados, principalmente nos horários de início e término das aulas. Portanto, a EAD é outra forma interessante de reduzir a necessidade do deslocamento físico, permitindo que os estudantes tenham maior flexibilidade e liberdade para assistir as aulas e realizar as tarefas demandadas Comércio Eletrônico (CE) ou E-commerce Outra forma de mobilidade virtual que vem alcançando grande destaque, principalmente na economia nacional, é o comércio eletrônico. Mesmo que esta modalidade de comércio já existisse há mais tempo, por meio do uso de catálogos e de telefones, é com a Internet que o e-commerce ganhou fôlego. Figura 2: Faturamento anual do e-commerce no Brasil - Bilhões Figura 3: e-consumidores no Brasil - Milhões O comércio eletrônico é a compra e a venda de produtos, serviços e informações pela Internet. A definição de O`Brien (2009) para e- commerce é a que mais se aproxima da abordagem deste artigo. Para o autor, CE é a realização de marketing, vendas e compras e a utilização de assistência técnica de produtos por meio de redes como a Internet e suas derivadas Intranets e Extranets. Segundo pesquisa realizada pela E-bit (Figura 2), o e-commerce representou um faturamento de R$ 18,7 bilhões em 2011, o que representa um percentual 26% maior que o verificado no ano anterior. A expectativa para o ano de 2012 era de que o setor atinjisse a marca de R$ 23,4 bilhões de faturamento, representando um crescimento de 25% em relação a 2011 (CAMARA-E.NET, 2012; E- COMMERCE, 2012). A Figura 3 mostra o número de consumidores do EC, o qual cresceu quase 9 milhões de 2010 para 2011, atingindo um total de 31,7 milhões de e-consumidores em 2011 (E- COMMERCE, 2012). 3483

12 O comércio eletrônico também apresenta benefícios para a mobilidade urbana, por causa da conveniência, praticidade e economia que é realizar compras pela Internet sem precisar sair de casa. São gastos alguns minutos na Internet, ao invés de horas no trânsito (E-COMMERCE, 2012). Segundo Carlos Cruz, diretor do Instituto Brasileiro de Vendas, muitas pessoas que realizam compras pela Internet procuram conforto, ou seja, alternativas para otimizar o tempo e evitar transtornos, como, por exemplo, fugir das filas, trânsito e shoppings centers lotados (ADMINISTRADORES, 2012). Desta forma, o CE pode ser uma ótima alternativa para a redução de deslocamentos físicos, pois agora é possível realizar muitas das compras, tradicionalmente efetuadas no centro da cidade, nos shoppings centers e nos supermercados, pela Internet Telemedicina e Telessaúde Alguém que necessite ir a algum hospital de uma grande cidade, ou quem passa diariamente pelas ruas próximas a estes hospitais, se depara com um grande número de ônibus, vans e carros de prefeituras do interior do Estado. Essa rotina se repete diariamente, com milhares de pessoas, muitas delas de locais bem distantes, se deslocando até algum hospital da capital, muitas vezes apenas para agendar uma consulta, retirar algum exame ou então para fazer uma consulta. Em muitos casos, boa parte desses procedimentos poderia ser realizada a distância. Esses deslocamentos que não necessitam que o paciente saia de sua casa para ir ao encontro do médico ou até o hospital, podem ser proporcionados por um contato virtual, que caracteriza a chamada telemedicina. De acordo com o Conselho Brasileiro de Telemedicina e Telessaúde (CBTMS): telemedicina consiste nas tecnologias que permitem praticar Medicina à distância. Geralmente o paciente vai ao médico ou então este ao paciente. Entretanto, há muitas situações nas quais seria melhor (ou obrigatório) transportar o ato médico do profissional ao doente, sem qualquer deslocamento físico (CBTMS, 2012). Segundo o CBTMS existem quatro modalidades de telemedicina que são: a teleconsulta (que é o processo pelo qual se realiza uma consulta médica a distância); a teleconferência (que seria uma orientação terapêutica, pelo médico e seu paciente, com um profissional que se encontra em outro local); a televigilância (que é o acompanhamento de um paciente que convalesce em sua residência) e a teleassistência (prestação de auxílio médico a um doente distante). O CBTMS também diferencia o termo telemedicina, que se restringe à medicina, como as atividades dos médicos e telessaúde, que é mais abrangente, pois inclui todos os profissionais e atividades relacionadas com a saúde: enfermagem, odontologia, saúde pública, e outras (CBTMS, 2012). Um exemplo nacional do uso da Telemedicina e Telessaúde é o programa desenvolvido pelo Estado de Santa Catarina, o qual permitiu a criação da maior e mais avançada Rede Pública de Telemedicina do Hemisfério Sul. O programa está presente em 287 dos 293 municípios do Estado, com serviços que vão desde laudos à distância de eletrocardiogramas, exames de dermatologia, de análises clínicas e de alta complexidade, como tomografia computadorizada e ressonância magnética (SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA, 2012). A Secretaria de Saúde de Santa Catarina comemorou em 2011 a marca de um milhão de exames realizados com o sistema de telemedicina, que além de diminuir o tempo de acesso aos laudos, possibilita a redução do custo dos exames e evita viagens 3484

13 desnecessárias. A Secretaria estima que apenas com a realização de eletrocardiogramas digitais ocorridos até o mês de janeiro de 2011, tenha impactado numa redução de 13 milhões de quilômetros rodados (SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA, 2012). Essa iniciativa de Santa Catarina mostra como a Telemedicina pode ser benéfica para a mobilidade sustentável, pois retiram de circulação muitos veículos que levavam e traziam pacientes para os hospitais, sem que houvesse uma necessidade desse deslocamento presencial. Este modelo de sucesso pode ser adotado em âmbito nacional, trazendo uma redução de custos para o Estado, uma melhora na qualidade de vida dos pacientes e consideráveis melhorias na mobilidade urbana Outras formas de mobilidade virtual Além das quatro práticas de mobilidade virtual apresentadas, existem outras tantas que já são adotadas e que impactam na mobilidade sustentável, mas que podem contribuir muito mais para a substituição do deslocamento físico, reduzindo os crescentes problemas de congestionamentos e de mobilidade urbana. Umas dessas práticas é o Banco Eletrônico ou Internet Banking, que segundo pesquisa divulgada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), representou um volume de 15,7 bilhões em transações em 2011, um crescimento de 20% em relação ao ano anterior, e desta forma, se consolidou como principal meio de transação financeira, com participação de 25%, frente aos 13,5% do autoatendimento, dos 12,5% dos cartões, dos 6,8% das agências e dos 5,2% dos correspondentes (A TARDE, 2012). Os bancos que disponibilizam endereço eletrônico ou formulário para envio via Internet também estão contribuindo para a otimização do tempo de seus clientes, permitindo que eles resolvam assuntos sem a necessidade do deslocamento até a agência (OLIVEIRA E FREITAS, 2003). Outra prática de mobilidade virtual interessante e que oferecem um serviço e espaço importante ao cidadão, direto pela Internet, sem necessitar que haja um movimento da sociedade e um deslocamento físico para que a opinião e as reivindicações do cidadão sejam ouvidas, é o portal Reclame Aqui (http://www.reclameaqui.com.br/), que oferece um serviço parecido com o que é prestado pelo PROCOM, recebendo reclamações de consumidores insatisfeitos com produtos e serviços das empresas. O governo do Rio Grande do Sul também possui o portal para Participação Popular e Cidadã (http://www.participa.rs.gov.br/) que é para o cidadão gaúcho votar nas prioridades orçamentárias do Estado, pelo site o cidadão pode votar nas prioridades da mesma forma como se fosse votar em uma urna disponibilizada na sua cidade. O que se percebe é que o potencial da mobilidade virtual pode ser incorporado em muitas outras atividades realizadas diariamente, reduzindo o deslocamento físico, consequentemente, minimizando a utilização do automóvel ou transporte público. Basta apostar no potencial da Internet e acreditar que a mobilidade virtual pode contribuir para a melhoria da mobilidade urbana. 3485

14 7. Considerações Finais A partir do objetivo traçado para este artigo, de apresentar práticas de mobilidade virtual como apoio ao desafio da mobilidade sustentável, contribuindo para a reflexão a respeito do potencial de uso das TICs como alternativa para a mobilidade sustententável foram exploradas quatro práticas de mobilidade virtual, as quais não são consideradas na política atual de mobilidade urbana, pois ela não considera o potencial das TICs nos programas e ações que são desenvolvidos neste País. O que é feito em relação a esse tema e ao problema do transporte é buscar soluções sempre com mais transporte, num ciclo vicioso que sempre gera mais trânsito. Pode-se constatar que os problemas com o transporte estão aumentando e o custo financeiro, social e ambiental crescendo em volumes estratosféricos. A falta de soluções para essa realidade resulta na necessidade de conviver com um custo de mais de 160 bilhões de Reais por ano causado pelos transportes, somando-se o custo individual, com mortes e ambientais, que implica em deixar de investir este montante ou parte dele em educação, saúde, saneamento básico e combate a pobreza. As políticas atuais de mobilidade urbana e a aplicação do conceito de mobilidade sustentável buscam soluções e alternativas para minimizar os impactos dos transportes na sociedade. No entanto, muitos dos objetivos e das diretrizes destas políticas se restringem à busca por soluções que envolvem o transporte e deslocamento físico, sem que haja uma consideração maior para os potenciais das TICs. Desta forma, a contribuição deste artigo está em destacar o potencial da mobilidade virtual como forma de apoiar a mobilidade sustentável, cuja prática ataca de frente o problema do transporte, contribuindo para tornar realidade o conceito do não transporte, por meio da atuação virtual em substituição ao deslocamento físico. Assim, o estudo contribui para as discussões a respeito de soluções em busca da mobilidade sustentável. Mas ainda há muito espaço para o desenvolvimento das práticas de mobilidade virtual apresentadas, além de outras tantas práticas que podem ser melhor exploradas. O teletrabalho, por exemplo, pode ser uma importante ação para reduzir os enormes congestionamentos que afligem as grandes cidades, sempre nos horários de pico, início de manhã e final da tarde, haja vista que o motivo principal para os deslocamentos diários é o trabalho. O estudo aponta a mobilidade virtual como uma iniciativa interessante para a mobilidade sustentável, mas não traz uma comprovação científica e quantitativa dos benefícios que as práticas de atividades remotas podem oferecer, nem de quanto ela contribui para a redução dos deslocamentos físicos por atividade virtual, e do impacto global para a mobilidade urbana. Ao mesmo tempo em que isso é uma limitação deste estudo, sinaliza a necessidade de novas pesquisas sobre o tema, tanto qualitativas sobre os conceitos e práticas de mobilidade virtual, quanto estudos quantitativos que venham demonstrar os reais benefícios da mobilidade virtual para a redução do trânsito e demais problemas causados pelo transporte. Referências ABED - Associação brasileira de educação à distância. O que é Educação a Distância? Acessado em 14 de junho, 2012, em <http://www2.abed.org.br/faq.asp?faq_id=8> A tarde. Internet Banking puxa aumento de transações bancárias. Acessado em 22 de junho, 2012, em: 3486

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