ESCOLA SUPERIOR ABERTA DO BRASIL ESAB MBA EM GESTÃO ADMINISTRATIVA E MARKETING HAROLDO KALLEDER

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESCOLA SUPERIOR ABERTA DO BRASIL ESAB MBA EM GESTÃO ADMINISTRATIVA E MARKETING HAROLDO KALLEDER"

Transcrição

1 ESCOLA SUPERIOR ABERTA DO BRASIL ESAB MBA EM GESTÃO ADMINISTRATIVA E MARKETING HAROLDO KALLEDER O CONHECIMENTO E O USO DAS FERRAMENTAS DO MARKETING-MIX PELOS MICRO E PEQUENOS EMPREENDEDORES, EM FACE DOS ÍNDICES DE MORTALIDADE EMPRESARIAL NO MUNICÍPIO DE BERTIOGA/SP VITÓRIA 2007

2 HAROLDO KALLEDER 1 O CONHECIMENTO E O USO DAS FERRAMENTAS DO MARKETING-MIX PELOS MICRO E PEQUENOS EMPREENDEDORES, EM FACE DOS ÍNDICES DE MORTALIDADE EMPRESARIAL NO MUNICÍPIO DE BERTIOGA/SP Monografia apresentada à Escola Superior Aberta do Brasil - ESAB, sob orientação da Professora Beatriz Christo Gobbi, para conclusão do curso de MBA em Gestão Administrativa e Marketing. VITÓRIA Pós-Graduando do Curso de MBA em Gestão Administrativa e Marketing pela Escola Superior Aberta do Brasil - ESAB, sob a orientação da Professora Beatriz Chisto Gobbi Vitória/ES: 2007.

3 HAROLDO KALLEDER O CONHECIMENTO E O USO DAS FERRAMENTAS DO MARKETING-MIX PELOS MICRO E PEQUENOS EMPREENDEDORES, EM FACE DOS ÍNDICES DE MORTALIDADE EMPRESARIAL NO MUNICÍPIO DE BERTIOGA/SP Aprovado em de de VITÓRIA 2007

4 À minha família, pelo apoio, incentivo e compreensão.

5 AGRADECIMENTOS Agradeço à Professora Beatriz Christo Gobbi, sempre prestativa e disponível para auxiliar-me com as orientações necessárias, à minha esposa e filhos pelo incentivo e apoio recebidos e a todos os que, de maneira direta ou indireta, me ajudaram a atingir mais este objetivo.

6 A vida faz os caminhos da gente, ou a gente faz os caminhos da vida?. (do autor) Administre seu destino, ou alguém o fará. (Prof. José Antonio de Oliveira)

7 RESUMO Muitos fatores já foram apontados como vilões do empreendedorismo, como a falta de planejamento, dificuldades em administrar a empresa, falta de clientes ou dificuldades em atender às necessidades do mercado, concorrência, falta de capital de giro, elevada carga tributária, entre outros. É preciso analisar a questão sob uma nova ótica. Tais fatores são apresentados como se fossem incontroláveis, quase que fatalidades. O vilão essencial parece ser a capacitação gerencial inadequada ou, em alguns casos, inexistente. Afinal, a superação das dificuldades acima citadas demanda conhecimento administrativo dos dirigentes empresariais, especialmente na área de Marketing. O presente trabalho foi alicerçado em pesquisas bibliográficas de cunho exploratório, descritivo e explicativo. Contou com elementos obtidos através de investigação de dados em fontes primárias e secundárias, objetivando analisar e identificar as relações entre o grau de conhecimento das ferramentas do Marketing-Mix pelos micro e pequenos empreendedores, o nível de aplicação dessas ferramentas nos empreendimentos e as taxas de mortalidade empresarial, no município de Bertioga/SP. Procurou-se identificar o nível de capacitação em administração mercadológica dos micro e pequenos empreendedores do município, e como tais conhecimentos são efetivamente aplicados em seus empreendimentos; procurou-se descrever as características do mercado e apurar o índice de mortalidade das micro e pequenas empresas locais; finalmente, buscou-se estabelecer a possível relação existente entre o nível e a aplicação de conhecimentos técnico-administrativos de Marketing dos micro e pequenos empreendedores, e os índices de mortalidade empresarial no município. Como resultado prático, constatou-se que o nível de conhecimentos gerenciais dos micro e pequenos empreendedores, face às particularidades do mercado local, é a principal dificuldade encontrada na administração do próprio negócio e um dos mais importantes fatores determinantes para o encerramento das atividades. O insuficiente preparo gerencial manifesta-se, por exemplo, ainda antes da abertura da empresa, na falta de identificação de uma real oportunidade de negócio e na escolha inadequada do ponto comercial. A adequada capacitação gerencial dos candidatos a empreendedor é, portanto, peça fundamental para a redução dos índices de mortalidade empresarial verificados no município de Bertioga/SP.

8 LISTA DE TABELAS Tabela 1 - As MPE s por categorias econômicas na economia brasileira...31 Tabela 2 - As MPE s por categorias econômicas na região sudeste...32 Tabela 3 - As MPE s por categorias econômicas - Bertioga/SP...35 Tabela 4 - Empresas ativas por subcategorias econômicas Bertioga/SP...35 Tabela 5 - Bertioga - Estrutura empresarial Tabela 6 - Informações estatístico-econômicas MPE S - Bertioga/SP...37 Tabela 7 - Aberturas e encerramentos de inscrições municipais no município de Bertioga/SP, por ramo de atividade (março de 2006 a fevereiro de 2007)...43 Tabela 8 - Perfil dos principais produtos e serviços Bertioga/SP...46 Tabela 9 - Atividade anterior à abertura da empresa...50 Tabela 10 - Perfil das habilidades gerenciais determinantes para o sucesso da empresa Bertioga/SP...52 Tabela 11 - Meios de divulgação mais importantes e freqüência com que são utilizados...53 Tabela 12 - Razões para comprar em outro local população flutuante...57 Tabela 13 - Razões para comprar em outro local população fixa...58 Tabela 14 - Pontos fortes identificados no comércio local...59

9 Tabela 15: Pontos fracos identificados no comércio local...59 Tabela 16 - Fatores determinantes para o encerramento da empresa...60 Tabela 17 - Comparativo - Fatores positivos x condição atual da empresa...62 Tabela 18 - Comparativo - Fatores negativos x condição atual da empresa...63

10 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 - PIB a preços correntes e per capita - Bertioga/SP (2001 / 2004)...34 Gráfico 2 Principal origem do faturamento das MPE s de Bertioga/SP...47 Gráfico 3 Participação no faturamento das MPE s de Bertioga/SP, segundo a origem dos consumidores finais...48 Gráfico 4 Motivos determinantes para empreender Bertioga/SP...49 Gráfico 5 Fatores determinantes do empreendedorismo por necessidade...49 Gráfico 6 Fatores determinantes do empreendedorismo por oportunidade...50 Gráfico 7 Índice de manutenção de cadastro de clientes nas MPE s...51 Gráfico 8 - Estratégias de vendas mais praticadas pelas MPE s...55 Gráfico 9 Principais ações de fidelização de clientes - Bertioga/SP...56 Gráfico 10 Local de realização das compras - população flutuante...57 Gráfico 11 Local de realização das compras - população fixa...58 Gráfico 12 Taxa de mortalidade empresarial por idade da empresa Bertioga/SP...60 Gráfico 13 Comparativo: Características positivas x condição atual da empresa Bertioga/SP...64 Gráfico 14 Comparativo: Características negativas x condição atual da empresa Bertioga/SP...65

11 LISTA DE QUADROS Quadro 1 Demandas, características e ações de marketing correspondentes...25 Quadro 2 Instrumentos de marketing-mix recomendados para MPE s...26

12 LISTA DE SIGLAS ACE Associação Comercial e Empresarial BNDES Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social CDL Câmara dos Dirigentes Lojistas CRA-SP Conselho Regional de Administração / São Paulo 8ª. Região IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBQP Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade no Paraná MTE Ministério do Trabalho e Emprego PMB Prefeitura do Município de Bertioga RAIS Relação Anual de Informações Sociais SA Secretaria de Administração, Finanças e Jurídico SEBRAE Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEFL Seção de Fiscalização Tributária SESCON-SP Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo. STM Sistema Tributário Municipal

13 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO PALAVRAS-CHAVE EXPOSIÇÃO PROBLEMA DE PESQUISA JUSTIFICATIVA OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS HIPÓTESES DELIMITAÇÃO DO TRABALHO CARÁTER E METODOLOGIA DE PESQUISA ESTRUTURA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O MARKETING-MIX MICRO E PEQUENOS EMPREENDIMENTOS...28

14 2.2.1 O panorama nacional O panorama regional O panorama estadual O panorama municipal O MERCADO BERTIOGUENSE MORTALIDADE EMPRESARIAL RESULTADOS DAS PESQUISAS DE CAMPO ATIVIDADES ECONÔMICAS E MERCADO CAPACITAÇÃO GERENCIAL MORTALIDADE EMPRESARIAL EM BERTIOGA CONSIDERAÇÕES FINAIS...66 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...72 GLOSSÁRIO...74 ANEXOS...76 ANEXO I...76 ANEXO II...84

15 ANEXO III...87

16 16 1 INTRODUÇÃO 1.1 PALAVRAS-CHAVE Capacitação Gerencial; Empreendedorismo; Mortalidade Empresarial. 1.2 EXPOSIÇÃO Os elevados índices de mortalidade dos micro e pequenos empreendimentos verificados em Bertioga/SP despertam a atenção e requerem uma observação mais detalhada acerca de suas origens. As condições do mercado onde os mesmos estão inseridos ou o cenário macroeconômico do município, por si só, não justificam a grande rotatividade empresarial ali existente. A falta de planejamento estratégico e a pouca ou nenhuma capacitação gerencial dos empresários podem ser a principal razão. O presente estudo procura exatamente estabelecer uma relação entre o nível de capacitação gerencial dos empreendedores locais, o grau de conhecimento das ferramentas do Marketing-Mix pelos mesmos, o nível de aplicação dessas ferramentas nos empreendimentos e os índices de mortalidade empresarial no município. 1.3 PROBLEMA DE PESQUISA Qual o grau de capacitação gerencial, de conhecimento e uso das ferramentas do Marketing-Mix pelos micro e pequenos empreendedores, em face dos índices de mortalidade empresarial no município de Bertioga/SP?

17 JUSTIFICATIVA Na qualidade de Administrador de Empresas, Consultor Empresarial e Fiscal Tributário do Município de Bertioga/SP, o autor do presente trabalho mantém estreito e constante contato com inúmeros empreendedores locais. Durante longos períodos, o mesmo teve a oportunidade de presenciar a abertura de muitos novos negócios. Infelizmente, o que se observa é que a quase totalidade destes novos negócios não logra êxito em sua sobrevivência. Os índices de mortalidade empresarial desperta a atenção, face à sua vultuosidade. Algo, portanto, deve ser feito, no sentido de se identificar as possíveis causas da questão, em busca das soluções adequadas. A determinação da relação conhecimento gerencial de Administração de Marketing dos empreendedores / mortalidade dos empreendimentos é peça-chave fundamental para a tomada de iniciativas que visem, no mínimo, atenuar o problema da rotatividade empresarial no município, o custo social oriundo do encerramento das atividades empreendedoras e suas inúmeras conseqüências negativas, dentre as quais perda de poupança, desemprego, distribuição de renda, entre outros. Serão mapeadas junto aos empreendedores, gerentes, contabilistas, representantes de classe e demais atores envolvidos, as principais adversidades enfrentadas pelas empresas. Tais dificuldades deverão ser analisadas à luz dos conhecimentos técnico-administrativos de marketing. Por fim, com base nos resultados obtidos, serão apresentadas as possibilidades mais viáveis em busca da resolução destas dificuldades. 1.5 OBJETIVO GERAL Examinar o grau de capacitação gerencial, de conhecimento e uso das ferramentas do Marketing-Mix pelos micro e pequenos empreendedores, em face dos índices de mortalidade empresarial no município de Bertioga/SP.

18 OBJETIVOS ESPECÍFICOS a. Apurar o grau de capacitação gerencial e dos conhecimentos do Marketing-Mix dos micro e pequenos empreendedores estabelecidos no município de Bertioga/SP; b. Quantificar a utilização de tais conhecimentos pelos micro e pequenos empreendedores em seus negócios; c. Determinar as características e os hábitos de consumo mais relevantes no município; d. Estabelecer possíveis relações das informações acima, com os índices de mortalidade empresarial verificados no ambiente em estudo; e. Ser um elemento multiplicador de conhecimento, disseminando conceitos e técnicas que possam orientar os gestores das micro e pequenas empresas para a implementação das principais funções de marketing, cumprindo assim sua missão social, e; f. Estimular e auxiliar o processo de Planejamento de Marketing nas micro e pequenas empresas do município de Bertioga/SP. 1.7 HIPÓTESES Com intuito de nortear os trabalhos, foram levantadas duas hipóteses acerca das causas da mortalidade empresarial em Bertioga/SP, capazes de clarificar o problema objeto do estudo: a. A mortalidade empresarial em Bertioga/SP é diretamente associada às características macroeconômicas do município e às dificuldades inerentes e naturais - ao empreendedorismo? Seriam efetivamente incontornáveis tais dificuldades?

19 19 b. A mortalidade empresarial em Bertioga/SP é conseqüência da falta de planejamento, da insuficiente capacitação gerencial e do desconhecimento ou aplicação deficitária das ferramentas de Marketing-Mix nos negócios, fazendo com que tais dificuldades sejam intransponíveis? Não é a água que mata, mas o fato de não saber nadar. (do autor) 1.8 DELIMITAÇÃO DO TRABALHO Para que os trabalhos tomassem uma dimensão executável, necessária foi a limitação do universo da investigação, direcionando-a às micro e pequenas empresas estabelecidas no município, regularmente constituídas ou não, tomandose como base determinadas unidades representativas (amostras) do todo, de forma a considerar a maior diversidade possível de atividades econômicas. Foram utilizados ainda, materiais teóricos e índices fornecidos pelo SEBRAE-SP, além de dados obtidos através de instrumentos de coleta de informações qualitativas, aplicados às associações de classe, contabilistas e demais atores detentores de informações que ilustram as características do micro e pequeno empresariado local. 1.9 CARÁTER E METODOLOGIA DE PESQUISA Este trabalho segue a Linha de Pesquisa de Gestão, Marketing e Finanças, na Área de Investigação de Mercado e Consumo, tem caráter predominantemente exploratório e busca abordar o problema da mortalidade empresarial sob um novo ponto de vista. Foram utilizados ainda, concomitantemente, métodos de pesquisa descritivos e explicativos. Tal trabalho exploratório amparou-se, inicialmente, num apanhado geral sobre os principais trabalhos já realizados sobre o assunto, cuja propriedade em fornecer dados de relevância e atualidade os revestem da importância necessária ao tema (MARCONI, 1990). O trabalho foi subsidiado através da utilização de diversos instrumentos de coleta de dados primários e secundários,

20 20 posteriormente analisados sob os ângulos quantitativos e qualitativos. Levantamento bibliográfico em livros, revistas, publicações técnicas especializadas, boletins informativos de órgãos de classe, páginas eletrônicas (Internet); avaliação documental em banco eletrônico de dados em órgãos públicos (PMB, SEBRAE); observação da realidade associada a entrevistas não estruturadas, e; coleta de informações fornecidas pelos atores envolvidos, através da aplicação de roteiros de entrevistas e questionários semi-estruturados, sendo que, para que se evitasse o viés de seleção, os atores participantes foram escolhidos por sorteio. Foram aplicadas três pesquisas de campo distintas, em que os respondentes podiam indicar mais de uma alternativa: a. Pesquisa de Campo Entrevista Semi- Estruturada com 93 respondentes, consistindo de micro e pequenos empreendedores estabelecidos no município, em maio de 2007; b. Pesquisa de Campo Entrevista Semi-Estruturada com 110 respondentes, consistindo de consumidores diversos, residentes no município ou não, em Maio de c. Pesquisa de Campo Entrevista Semi-Estruturada com 8 respondentes, consistindo de escritórios de contabilidade e outros atores qualitativamente importantes, em maio de Foram analisadas ainda, as informações cadastrais de inscrições municipais junto ao banco de dados da P.M.B. A presente pesquisa também se reveste de características descritivas, ao fornecer a descrição das características econômicas do município de Bertioga/SP, além de caracterizar o mercado consumidor do mesmo, buscando estabelecer o inter-relacionamento entre as variáveis estudadas e o levantamento de atitudes, crenças e opiniões (ROSSONI, 2002). Além das características exploratórias e descritivas acima apresentadas, ao identificar e explicar os fatores determinantes para a ocorrência do fenômeno aqui estudado, o presente trabalho se reveste também de características explicativas ESTRUTURA O trabalho é composto por quatro capítulos, cuja breve descrição abaixo se apresenta: O Capítulo Primeiro constitui-se da Introdução do mesmo, onde são apresentadas as

21 21 palavras-chave, a exposição, a definição do problema de pesquisa, as razões que justificaram o desenvolvimento do mesmo, o objetivo geral e os objetivos específicos, hipóteses, a delimitação do trabalho, o caráter e a metodologia de pesquisa utilizada para o desenvolvimento do mesmo e a sua estrutura. O Capítulo Segundo Fundamentação Teórica se divide em quatro secções. A Primeira Secção O Marketing-Mix busca rememorar conceitos de marketing e suas ferramentas, tendo em mira a aplicabilidade das mesmas nas micro e pequenas empresas. A Segunda Secção Micro e Pequenos Empreendimentos procura conceituar micro e pequenas empresas à luz dos diplomas legais vigentes, traçando ainda suas principais características. A Terceira Secção O Mercado Bertioguense - apresenta o mercado e avalia as características macroeconômicas do ambiente objeto do estudo, no município de Bertioga/SP e apresenta o estágio atual do marketing nos micro e pequenos empreendimentos locais. Finalmente, a Quarta Secção Mortalidade Empresarial conceitua mortalidade empresarial e as causas do fenômeno, apresentando também a visão de outros autores. Ilustra ainda a dimensão do problema em nível nacional e estadual, como parâmetro de comparação com os índices apresentados em Bertioga. O Capítulo Terceiro Resultados das Pesquisas de Campo apresenta e descreve os dados obtidos através de levantamento em campo. Este capítulo está subdividido em três secções. A Primeira Secção Atividades Econômicas e Mercado apresenta um panorama das atividades econômicas desenvolvidas no município, sob vários aspectos. Empreendimentos formais e informais, mercantis e prestadores de serviços, tempo de atividade, perfil dos empresários, etc. A Segunda Secção Capacitação Gerencial indica o grau de conhecimento e o nível de aplicação dos conhecimentos técnico-administrativos de Marketing-Mix nos micro e pequenos empreendimentos da cidade. A Terceira Secção - Mortalidade Empresarial em Bertioga - indica os resultados do levantamento de dados sobre as taxas de mortalidade empresarial no município de Bertioga e apresenta as causas mais determinantes para o fenômeno. O Capítulo Quarto Considerações Finais Indica os resultados e conclusões obtidos com a pesquisa, apresenta o arrazoado deste pesquisador e, por fim,

22 22 apresenta caminhos e/ou alternativas em busca da resolução das dificuldades identificadas, alcançando assim os objetivos essenciais do trabalho, de disseminar conhecimento, condição Sine-qua-non para a validação do mesmo perante a sociedade.

23 23 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 O MARKETING-MIX A fim de quantificar o grau de conhecimento das ferramentas de marketing e a freqüência da aplicação destas pelos empreendedores em seus negócios, necessário se faz prévia e correta interpretação das mesmas. Assim, esta Secção busca rememorar conceitos de marketing e suas ferramentas, tendo em mira a aplicabilidade das mesmas nas micro e pequenas empresas. O primeiro e fundamental conceito estabelece que qualquer atividade de troca, em busca de se atender desejos ou necessidades, constitui-se em Marketing (KOTLER, 1980). Trata-se de uma definição genérica e por demais abrangente, de pouca aplicabilidade prática. Mais se aproxima do enfoque esperado para o presente trabalho, a definição de Marketing como sendo toda e qualquer atividade empresarial que vise à aproximação, de modo perene, das necessidades e desejos dos consumidores com as possibilidades de produção (COBRA, 1997). Aprofundando-se mais no tema em direção aos objetivos propostos encontramos, pois, a definição de Administração de Marketing, mais adequada: A Administração de Marketing é a análise, o planejamento, a implementação e o controle de programas destinados a realizar as trocas desejadas com os mercados-alvo com o propósito de atingir as metas da organização. Isso depende, sobretudo do planejamento da oferta da organização, em termos das necessidades e desejos dos mercados-alvo, usando eficazmente o preço, a comunicação e a distribuição, a fim de informar, motivar e servir o mercado (KOTLER, 1980, p. 34). Assume aqui especial importância, a correta diferenciação entre vendas e marketing, posto que tais conceitos são objeto de freqüentes confusões. As vendas focam o produto e marketing foca a satisfação das necessidades do consumidor. Tal diferenciação encontra definição mais precisa, segundo Theodore Levitt: A venda enfoca as necessidades do vendedor; o marketing, as necessidades do comprador. A venda está preocupada com a necessidade

24 24 do vendedor de converter seu produto em dinheiro; o marketing, com a idéia de satisfazer às necessidades do cliente por meio do produto e toda a gama de coisas associadas com a criação, a entrega e o consumo final. (LEVITT, 1960, p ). Diante dessas definições de Marketing e de Administração de Marketing, podemos concluir que as empresas devem criar, produzir, determinar o preço, promover e distribuir idéias, bens e serviços que satisfaçam as necessidades dos consumidores, tendo flexibilidade para competir em um ambiente em constante metamorfose, com maior eficácia, antecipando-se às mudanças ambientais (TERRY VAVRA, 1993). Para tanto, devem fazer uso das ferramentas do Marketing-Mix, em busca de seus objetivos. O Marketing deve ser utilizado de forma integrada, focando a satisfação dos clientes, como instrumento para atender aos objetivos da empresa (KOTLER, 1980). A estratégia mercadológica do composto de marketing pode então ser definida como o conjunto de variáveis controláveis que a empresa pode utilizar para influenciar as respostas dos consumidores, podendo ser classificadas em quatro fatores, conhecidos como Quatro Pês : Produto, Preço, Praça ou Ponto de Venda, e Promoção e Propaganda (McCARTHY, 1997). Podemos sintetizar, através da fusão dos conceitos anteriores, que a prática do Marketing se traduz em integrar todas as suas funções, percebendo, através de pesquisas, as necessidades do mercado; antecipar-se e atender a essas necessidades, desenvolvendo produtos e/ou serviços adequados; criar e desenvolver o posicionamento da empresa e de seus produtos na mente dos consumidores, ativando as vendas; avaliar os desempenhos, corrigindo as ações quando necessário. As empresas, através dessas estratégias mercadológicas, podem modificar a demanda por bens e serviços. Demanda pode ser definida como o número de compras possíveis para um determinado produto ou serviço, num determinado espaço de tempo e em um determinado mercado. É a propensão de compra de produtos para a satisfação de necessidades e desejos. Dependendo de suas características, as demandas podem ser classificadas em: Demandas latentes, excessivas, desejáveis, plenas, declinantes, inexistentes, irregulares ou negativas. Para cada tipo de demanda, diferentes estratégias de Marketing devem ser adotadas, em busca dos objetivos da empresa. A relação entre os vários tipos de demanda, suas características e ações de Marketing correspondentes, estão demonstrados conforme abaixo (quad. 1):

25 25 Quadro 1 Demandas, características e ações de Marketing correspondentes. TIPO DE DEMANDA CARACTERÍSTICAS ESTRATÉGIA DE MKT Demanda Negativa É um estado no qual a maioria dos segmentos do mercado potencial não gosta do produto ou do serviço e, na realidade, poderia Marketing de Conversão até chegar a ponto de pagar um preço para evitá-lo. É um estado em que todos ou importantes segmentos do Demanda Inexistente mercado potencial estão Criar a demanda, através desinteressados ou são do Marketing de Estímulo. indiferentes a uma oferta específica. Demanda Latente Demanda Declinante Demanda Irregular Demanda Plena Demanda Excessiva Demanda indesejável Existe quando um número substancial de pessoas compartilham de uma forte necessidade por algo que não existe na forma de um produto ou serviço real. É um estado no qual a demanda para um produto ou serviço é menor num instante do que era no instante anterior e onde se espera ainda declínios posteriores na ausência de atividades corretivas para revisar o mercado-alvo, a oferta e/ou esforços de marketing. É um estado em que a tendência secular corrente da demanda é caracterizada por flutuações sazonais que fogem do padrão de comportamento da oferta. É um estado no qual o nível e o tempo atual da demanda é igual ao nível e ao tempo desejado da demanda. É um estado em que a demanda excede o nível em que o especialista de marketing se sente capaz ou motivado para estabelecer a oferta. É o estado em que qualquer demanda é considerada como excessiva por causa das qualidades negativas associadas à oferta. Desenvolver a demanda, através do Marketing de Desenvolvimento. Revitalizar a demanda, através do Marketing de Revitalização. Sincronizar a demanda através do Marketing de Sincronização. Manter a demanda, via Marketing de Manutenção. Reduzir a demanda, via Marketing de Redução. Destruir a demanda, via Marketing de eliminação. Fonte: Adaptado pelo autor, de: KOTLER, Philip Marketing São Paulo, Atlas, 1980.

26 26 A administração do composto de marketing não é prerrogativa apenas das grandes corporações. Pode e deve - ser praticada por empresas de qualquer porte, e até por profissionais autônomos, respeitadas as características, realidades e necessidades de cada empresa em particular. O Plano de Marketing adaptado às micro e pequenas empresas é ferramenta indispensável para o sucesso empresarial, posto que o ambiente macroeconômico que lhes é peculiar apresenta-se muito volátil, penalizando aqueles que administram de improviso. Dentro do conjunto de variáveis controláveis que as micro e pequenas empresas podem utilizar para influenciar as respostas dos consumidores, podemos destacar (quad. 2): Quadro 2 Instrumentos de Marketing-Mix recomendados para MPE s. VARIÁVEL PRODUTO: Toda e qualquer atividade relativa à combinação de produtos e/ou serviços oferecidos aos consumidores. PREÇO: Atividades relacionadas com a formação do valor do produto ou serviço, tais como " mark-up". PRAÇA OU PONTO DE VENDA: Atividades de transferência do RAMO DE ATIVIDADE Comércio Serviços Comércio e Serviços Comércio e Serviços - Oferecer portfólio de produtos adequado; - Pesquisar as necessidades dos consumidores; - Pesquisar as necessidades dos consumidores; - Operar com Produto Ampliado e Produto Potencial; - Treinamento de pessoal; - Formação de preços adequada; - Facilidades de pagamento; - Crédito; - Oferecer serviços associados; INSTRUMENTOS - Variedade de itens (mix de produtos); - Variedade de marcas; - Qualidade compatível com o público-alvo; - Quantidade disponível; - Identificar as carências dos mesmos, visando supri-las; - Identificar as carências dos mesmos, visando supri-las; - Oferecer produtos e serviços diferenciados e inovadores, que superem as expectativas dos clientes; - Cursos, Workshops; - Recompensas, premiações; - Análise do Ponto de Equilíbrio; - Análise da Margem de Contribuição Unitária; - Monitorar o preço praticado pela concorrência; - Dinheiro; -Cheques; - Cartões de débito e crédito; - Vales, tickets, etc); - Crediário Próprio; - Financeiras. - Entregas; - Traslados; - Leva e traz. - Garantia da Loja;

27 27 produto ou serviço, desde o fabricante até o consumidor final. - Escolha do ponto comercial, mediante prévio planejamento; - Escolha de fornecedores adequados; - Concorrência; - Fluxo de pessoas; - Acessibilidade, estacionamento; - Visibilidade; - Adequação do imóvel à atividade, custos de compra ou locação; - Layout do estabelecimento. - Variedade; - Condições de pagamento; - Condições de entrega; PROMOÇÃO: Envolve todo esforço de comunicação com o mercado, para melhor divulgação do produto ou serviço. Comércio e Serviços - Segmentar o mercado; - Propaganda (divulgação); - Marketing direto; - Merchandising; - Promoção de vendas; - Venda pessoal; - Relações públicas; - Determinar seu público-alvo; - Comunicação Interpessoal; - Jornais e Revistas locais; - Guias de Bairros; - Cartão de visitas; - Luminosos e letreiros; - Vitrines; - Pintura da porta / fachada; - Outdoor móvel, carro de som; - Uniformes dos funcionários; - Bancos de praças, lixeiras, pontos de ônibus; - Anúncios em Rádio; - Faixas, banners e cartazes no PVD; - Panfletagem, volantes; - Internet. - Mala Direta; - Telemarketing; - Medir a satisfação dos clientes. - Demonstrações; - Degustações; - Descontos; - Amostras grátis; - Cupons; - Displays; - Shows (palhaços, malabaris); - Sorteios; - Liquidações, saldos; - Pacotes promocionais; - Concursos sorteios; - Brindes (bonés, camisetas, chaveiros, etc); - Apresentação oral; - Personalização do atendimento; - Cadastro de Clientes; - Responsabilidade social (participação em jogos, campanhas comunitárias, quermesses); - Ética nos negócios. Fonte: Adaptado pelo autor, de: Ralph S. Alexander, Chairman, MARKETING DEFINITIONS: A GLOSSARY OF MARKETING TERMS, compilados pelo Committes on Definition of the American Marketing Association, Chicago, American Marketing Association, 1960.

28 28 A prática metódica, dirigida, organizada e integrada das ferramentas de marketing, da pesquisa mercadológica e desenvolvimento de novos produtos, passando pelo estabelecimento de preços, a propaganda e a promoção e campanhas de vendas, até as ações de pós-venda, constitui-se no Marketing Integrado, recurso de grande valor para as MPE s buscarem competitividade em busca da longevidade. Poder diferenciar-se em qualidade, preço, inovação e bons serviços, proporciona êxito às empresas num ambiente competitivo. Aquele que não conseguir essa diferenciação, certamente fracassará. Cada vez mais, faz-se necessário estudar o ambiente e desenvolver novas formas de diferenciar-se da concorrência com criatividade, despertando a atenção dos clientes. Cada empresa, pois, deve determinar a melhor forma de combinar e utilizar as ferramentas do Marketing-Mix, considerando sua situação atual, os objetivos a serem atingidos e a otimização dos recursos disponíveis. De acordo com KOTLER, o empreendedor deve buscar um conjunto de ferramentas e estratégias, visando obter sucesso num ambiente competitivo. 2.2 MICRO E PEQUENOS EMPREENDIMENTOS Esta Secção procura conceituar micro e pequenas empresas à luz dos diplomas legais em vigor, traçando ainda suas principais características. Cabe, para abertura desta Secção, delimitar o conceito de microempresa e empresa de pequeno porte, nos termos da legislação vigente. Nesse aspecto, por ser mais recente, abre as definições o estabelecido através da Lei Complementar nº 123 de 14 de dezembro de 2006 (Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas - Supersimples), que entrou em vigor em Primeiro de Julho do corrente; que em seu Capítulo II - Da Definição de Microempresa e de Empresa de Pequeno Porte estabelece 2 : Art. 3º Para os efeitos desta Lei Complementar, consideram-se microempresas ou empresas de pequeno porte a sociedade empresária, a sociedade simples e o empresário a que se refere o art. 966 da Lei nº 2 A Lei n , de Estatuto da Microempresa - e o Supersimples Paulista foram revogados com a entrada em vigor, em 1º de julho do corrente, da Lei Complementar nº 123 de 14 de dezembro de 2006 (Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas Supersimples).

Pequenos Negócios no Brasil. Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br

Pequenos Negócios no Brasil. Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br Pequenos Negócios no Brasil Pequenos Negócios no Brasil Clique no título para acessar o conteúdo, ou navegue pela apresentação completa Categorias de pequenos negócios no Brasil Micro e pequenas empresas

Leia mais

MPE INDICADORES Pequenos Negócios no Brasil

MPE INDICADORES Pequenos Negócios no Brasil MPE INDICADORES Pequenos Negócios no Brasil Categorias de pequenos negócios no Brasil MPE Indicadores MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL (MEI) Receita bruta anual de até R$ 60 mil MICROEMPRESA Receita bruta

Leia mais

Programa de Formalização do Micro Empreendedor Individual Sustentabilidade Social. Florianópolis - SC

Programa de Formalização do Micro Empreendedor Individual Sustentabilidade Social. Florianópolis - SC Programa de Formalização do Micro Empreendedor Individual Sustentabilidade Social Florianópolis - SC 27 de outubro de 2014 A INFORMALIDADE NO BRASIL A INFORMALIDADE Pesquisa ECINF IBGE Pertencem ao setor

Leia mais

CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS

CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS APRESENTAÇÃO A Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico SEPLAN em parceria com a SUFRAMA e sob a coordenação

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 Conteúdo 1. O Sistema SEBRAE; 2. Brasil Caracterização da MPE; 3. MPE

Leia mais

O QUE É UMA MICROEMPRESA

O QUE É UMA MICROEMPRESA O que é empresa O Artigo 6º da Lei n.º 4.137, de 10/09/1962 define empresa como "... toda organização de natureza civil ou mercantil destinada à exploração por pessoa física ou jurídica de qualquer atividade

Leia mais

PIB DO ESTADO DE SÃO PAULO 2005

PIB DO ESTADO DE SÃO PAULO 2005 PIB DO ESTADO DE SÃO PAULO 2005 A Fundação Seade, em parceria com o IBGE, divulga os resultados do PIB do Estado de São Paulo, em 2005. Simultaneamente, os órgãos de estatística das demais Unidades da

Leia mais

Importância da Lei Geral e do Simples Nacional para o Desenvolvimento. SEBRAE. Curitiba, 24 de janeiro de 2012. 0800 570 0800 / www.sebrae.com.

Importância da Lei Geral e do Simples Nacional para o Desenvolvimento. SEBRAE. Curitiba, 24 de janeiro de 2012. 0800 570 0800 / www.sebrae.com. Importância da Lei Geral e do Simples Nacional para o Desenvolvimento. Curitiba, 24 de janeiro de 2012 REPRESENTATIVIDADE DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL 7 milhões de negócios formais (99%) e 10 milhões

Leia mais

Apresentação. - Palestrante Quem é? - Sebrae O que é? - Atendimento à Indústria? - Carteira de Alimentos? Sorvetes?

Apresentação. - Palestrante Quem é? - Sebrae O que é? - Atendimento à Indústria? - Carteira de Alimentos? Sorvetes? Apresentação - Palestrante Quem é? - Sebrae O que é? - Atendimento à Indústria? - Carteira de Alimentos? Sorvetes? 2 Importância dos Pequenos Negócios 52% dos empregos formais 40% da massa salarial 62%

Leia mais

10 Anos de Monitoramento da Sobrevivência e Mortalidade de Empresas. 13/Outubro/2008

10 Anos de Monitoramento da Sobrevivência e Mortalidade de Empresas. 13/Outubro/2008 10 Anos de Monitoramento da Sobrevivência e Mortalidade de Empresas 13/Outubro/2008 1 Características da pesquisa Objetivos: Identificar (atualizar) a taxa de mortalidade das empresas; Identificar os principais

Leia mais

Convênio FIESP/SEBRAE. APL de Jóias de São José do Rio Preto

Convênio FIESP/SEBRAE. APL de Jóias de São José do Rio Preto Convênio FIESP/SEBRAE APL de Jóias de São José do Rio Preto Rio de Janeiro - Outubro, 2004 1 Metodologia FIESP 2 Objetivos: Micros e Pequenas Empresas Aumentar a Competitividade Criar Processos de Auto-Sustentação

Leia mais

ATENDIMENTO AO CLIENTE - 15H (R$ 90,00)

ATENDIMENTO AO CLIENTE - 15H (R$ 90,00) 3 ABRIL ATENDIMENTO AO CLIENTE - 15H (R$ 90,00) DATA: 06 a 10/04/2015 HORÁRIO: 19h às 22h CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Bem tratado ou bem atendido? Momentos da verdade das empresas O perfil do profissional de

Leia mais

LAJES PINTADAS 1 DADOS GERAIS 2 PERFIL DOS EMPREENDIMENTOS

LAJES PINTADAS 1 DADOS GERAIS 2 PERFIL DOS EMPREENDIMENTOS 1 DADOS GERAIS - Data de emancipação: 31/12/1958 - Distância da capital: 128 km - Área: 130 Km 2 - Localização Mesorregião: Agreste Potiguar Microrregião: Borborema Potiguar - População: 4.217 (IBGE/2007)

Leia mais

DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Nova Série do Produto Interno Bruto dos Municípios referência 2002

DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Nova Série do Produto Interno Bruto dos Municípios referência 2002 DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC Nova Série do Produto Interno Bruto dos Municípios referência 2002 (versão para informação e comentários) Versão 1 Apresentação O Instituto

Leia mais

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 A economia piauiense, em 2008, apresentou expansão em volume do Produto Interno Bruto (PIB) de 8,8% em relação ao ano anterior. Foi a maior taxa de crescimento

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DA CONTABILIDADE GERENCIAL NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE PRESIDENTE PRUDENTE SP

A UTILIZAÇÃO DA CONTABILIDADE GERENCIAL NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE PRESIDENTE PRUDENTE SP Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 392 A UTILIZAÇÃO DA CONTABILIDADE GERENCIAL NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE PRESIDENTE PRUDENTE SP Débora Regina

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 Aprova a NBC T 11.8 Supervisão e Controle de Qualidade. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Considerando que as Normas

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015 PRODUTOS O COMÉRCIO RESPONDE POR 12,7% DO PIB BRASILEIRO O COMÉRCIO VAREJISTA É RESPONSÁVEL POR 42% DO COMÉRCIO

Leia mais

O PAPEL DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL: um estudo de caso sobre o curso técnico em administração de cruzeiro

O PAPEL DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL: um estudo de caso sobre o curso técnico em administração de cruzeiro O PAPEL DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL: um estudo de caso sobre o curso técnico em administração de cruzeiro Geraldo José Lombardi de Souza, Paulo César Ribeiro Quintairos, Jorge

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

Unidade de Gestão Estratégica. Perfil Socioeconômico. Regional Centro

Unidade de Gestão Estratégica. Perfil Socioeconômico. Regional Centro Unidade de Gestão Estratégica Perfil Socioeconômico Regional Centro Sebrae em Conselho Deliberativo Pedro Alves de Oliveira Presidente Diretoria Executiva Igor Montenegro Diretor Superintendente Wanderson

Leia mais

Perfil Econômico Municipal

Perfil Econômico Municipal indústria Extração de carvão mineral Extração de petróleo e gás natural Extração de minerais metálicos Extração de minerais não-metálicos Fabricação de alimentos e bebidas Fabricação de produtos do fumo

Leia mais

Gestão de Pequenas e Medias Empresas

Gestão de Pequenas e Medias Empresas Gestão de Pequenas e Medias Empresas Os pequenos negócios são definidos por critérios variados ao redor do mundo. Para o Sebrae, eles podem ser divididos em quatro segmentos por faixa de faturamento, com

Leia mais

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS 1. Sumário Executivo Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso 2. Sumário da Empresa 2.1 Composição da Sociedade Perfil Individual dos sócios, experiência, formação, responsabilidades

Leia mais

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO PONTA GROSSA

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO PONTA GROSSA FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO ANÁLISE CONJUNTURAL DO MÊS DE JANEIRO DE 2014 PONTA GROSSA Este relatório, referente ao mês de Janeiro de 2014, da Pesquisa Conjuntural

Leia mais

Gestão das organizações contábeis

Gestão das organizações contábeis Gestão das organizações contábeis Análise dos resultados da pesquisa Dezembro/2014 por Roberto Dias Duarte Sobre a pesquisa O Sistema Público de Escrituração Digital e seus vários subprojetos têm sido

Leia mais

1 Introdução 1.1 Contextualização do Problema

1 Introdução 1.1 Contextualização do Problema 1 Introdução 1.1 Contextualização do Problema O papel do líder é muito relevante numa pequena empresa familiar. Isso se dá devido a vários fatores, dentre outros, deve-se enfatizar a dificuldade de criação

Leia mais

EMPREENDEDORISMO Marketing

EMPREENDEDORISMO Marketing Gerenciando o Marketing EMPREENDEDORISMO Marketing De nada adianta fabricar um bom produto ou prestar um bom serviço. É preciso saber colocálo no mercado e conseguir convencer as pessoas a comprá-lo. O

Leia mais

DESEMPENHO RECENTE DO COMÉRCIO VAREJISTA

DESEMPENHO RECENTE DO COMÉRCIO VAREJISTA ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 - AO2 GERÊNCIA SETORIAL DE COMÉRCIO E SERVIÇOS Data: Dezembro/98 N o 20 DESEMPENHO RECENTE DO COMÉRCIO VAREJISTA O comércio é a ponta da cadeia produtiva e é o primeiro

Leia mais

A relação das MPEs paulistas com o Poder Público

A relação das MPEs paulistas com o Poder Público A relação das MPEs paulistas com o Poder Público SONDAGEM DE OPINIÃO Dezembro 2007 1 Introdução Objetivos: Conhecer o relacionamento das micro e pequenas empresas (MPEs) com a comunidade e com os órgãos

Leia mais

EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO

EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO Odilio Sepulcri odilio@emater.pr.gov.br www.odiliosepulcri.com.br www.emater.pr.gov.br Telefone: (41) 3250-2252 ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO 1. Perfil para empreender

Leia mais

Subáreas. Marketing estratégico: Marketing de varejo

Subáreas. Marketing estratégico: Marketing de varejo Marketing estratégico: Marketing de varejo Marketing de serviços: Marketing de agronegócios Área: Marketing e Vendas Competências diagnóstico mercadológico; metodologia de análise e segmentação de mercado

Leia mais

1- O que é um Plano de Marketing?

1- O que é um Plano de Marketing? 1- O que é um Plano de Marketing? 2.1-1ª etapa: Planejamento Um Plano de Marketing é um documento que detalha as ações necessárias para atingir um ou mais objetivos de marketing, adaptando-se a mudanças

Leia mais

LISTA DE CURSOS DE TECNOLOGIA COM BASE NAS RN's 374/2009, 379/2009, 386/2010, 396/2010 404/2011, 412/2011, 414/2011 DO CFA

LISTA DE CURSOS DE TECNOLOGIA COM BASE NAS RN's 374/2009, 379/2009, 386/2010, 396/2010 404/2011, 412/2011, 414/2011 DO CFA LISTA DE CURSOS DE TECNOLOGIA COM BASE NAS RN's 374/2009, 379/2009, 386/2010, 396/2010 404/2011, 412/2011, 414/2011 DO CFA Curso Superior de Tecnologia em Comércio Exterior Exportação e Importação Gerência

Leia mais

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO A economia brasileira tem passado por rápidas transformações nos últimos anos. Neste contexto ganham espaço novas concepções, ações

Leia mais

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de viabilidade As perguntas seguintes terão que ser respondidas durante a apresentação dos resultados do estudo de viabilidade e da pesquisa de campo FOFA.

Leia mais

CARTÃO DE CRÉDITO CARTÃO DE DÉBITO

CARTÃO DE CRÉDITO CARTÃO DE DÉBITO TIPOS DE CARTÃO CARTÃO DE CRÉDITO Instrumento de pagamento que possibilita ao portador adquirir bens e serviços nos estabelecimentos credenciados mediante um determinado limite de crédito. O cliente poderá

Leia mais

7. Viabilidade Financeira de um Negócio

7. Viabilidade Financeira de um Negócio 7. Viabilidade Financeira de um Negócio Conteúdo 1. Viabilidade de um Negócios 2. Viabilidade Financeira de um Negócio: Pesquisa Inicial 3. Plano de Viabilidade Financeira de um Negócio Bibliografia Obrigatória

Leia mais

NOVAS ESTIMATIVAS DO MODELO DE GERAÇÃO DE EMPREGOS DO BNDES* Sheila Najberg** Roberto de Oliveira Pereira*** 1- Introdução

NOVAS ESTIMATIVAS DO MODELO DE GERAÇÃO DE EMPREGOS DO BNDES* Sheila Najberg** Roberto de Oliveira Pereira*** 1- Introdução NOVAS ESTIMATIVAS DO MODELO DE GERAÇÃO DE EMPREGOS DO BNDES* Sheila Najberg** Roberto de Oliveira Pereira*** 1- Introdução O Modelo de Geração de Empregos do BNDES 1 (MGE) estima o número de postos de

Leia mais

Sobrevivência e Mortalidade das Empresas Paulistas de 1 a 5 anos. Outubro de 2005

Sobrevivência e Mortalidade das Empresas Paulistas de 1 a 5 anos. Outubro de 2005 Sobrevivência e Mortalidade das Empresas Paulistas de 1 a 5 anos Outubro de 2005 1 Objetivos: Características da pesquisa Identificar (atualizar) a taxa de mortalidade das empresas de 1 a 5 anos. Identificar

Leia mais

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE 1º SEMESTRE 7ECO003 ECONOMIA DE EMPRESAS I Organização econômica e problemas econômicos. Demanda, oferta e elasticidade. Teoria do consumidor. Teoria da produção e da firma, estruturas e regulamento de

Leia mais

ESTABELECIMENTOS NO MUNICÍPIO DE PIRACICABA POR SUBSETOR DO COMÉRCIO VAREJISTA - 2000

ESTABELECIMENTOS NO MUNICÍPIO DE PIRACICABA POR SUBSETOR DO COMÉRCIO VAREJISTA - 2000 ESTABELECIMENTOS NO MUNICÍPIO DE PIRACICABA POR SUBSETOR DO COMÉRCIO VAREJISTA - 2000 Comércio Varejista 2000 Comércio a Varejo e por Atacado de VeículosAutomotores 50 Manutenção e Reparação de VeículosAutomotores

Leia mais

Doze anos de monitoramento da sobrevivência e mortalidade de empresas. Agosto/2010

Doze anos de monitoramento da sobrevivência e mortalidade de empresas. Agosto/2010 Doze anos de monitoramento da sobrevivência e mortalidade de empresas Agosto/2010 1 Objetivos: Características da pesquisa Calcular (atualizar) a taxa de mortalidade (fechamento) das empresas. Identificar

Leia mais

PAINEL 9,6% dez/07. out/07. ago/07 1.340 1.320 1.300 1.280 1.260 1.240 1.220 1.200. nov/06. fev/07. ago/06

PAINEL 9,6% dez/07. out/07. ago/07 1.340 1.320 1.300 1.280 1.260 1.240 1.220 1.200. nov/06. fev/07. ago/06 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 35 15 a 30 de setembro de 2009 EMPREGO De acordo com a Pesquisa

Leia mais

Cadastros Estatísticos de Empresas construídos a partir de Registros Administrativos

Cadastros Estatísticos de Empresas construídos a partir de Registros Administrativos Cadastros Estatísticos de Empresas construídos a partir de Registros Administrativos Maria Luiza B. Zacharias - IBGE, Brasil Segunda Reunião da Conferência de Estatística das Américas da Comissão Econômica

Leia mais

CURSOS: ÁREA ADMINISTRAÇÃO E COMÉRCIO

CURSOS: ÁREA ADMINISTRAÇÃO E COMÉRCIO CURSOS: ÁREA ADMINISTRAÇÃO E COMÉRCIO ELABORANDO O PLANO DE NEGÓCIOS 16h Entendendo o negócio Perfil do Empreendedor de Sucesso Visão e missão do Negócio Características do Plano de Negócios Plano de Investimento

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: As relações com as grandes empresas e com o Estado e as relações com a contabilidade e com os empregados.

Resumo Aula-tema 01: As relações com as grandes empresas e com o Estado e as relações com a contabilidade e com os empregados. Resumo Aula-tema 01: As relações com as grandes empresas e com o Estado e as relações com a contabilidade e com os empregados. Todos nós já vivenciamos casos de empreendedores, na família ou no grupo de

Leia mais

9 Plano de Marketing 9.1 Estratégias de Produto

9 Plano de Marketing 9.1 Estratégias de Produto 1 Sumário Executivo (O que é o plano de negócios) 2 Agradecimentos 3 Dedicatória 4 Sumário ( tópicos e suas respectivas páginas) 5 Administrativo - Introdução (O que foi feito no módulo administrativo)

Leia mais

BOLETIM EMPREGO Setembro 2014

BOLETIM EMPREGO Setembro 2014 Introdução A seguir são apresentados os últimos resultados disponíveis sobre o emprego no Brasil, com foco no ramo Metalúrgico. Serão utilizadas as bases de dados oficiais, são elas: a RAIS (Relação Anual

Leia mais

1. COMÉRCIO 1.1. Pesquisa Mensal de Comércio

1. COMÉRCIO 1.1. Pesquisa Mensal de Comércio Nº 46 - Julho/2015 1. COMÉRCIO 1.1. Pesquisa Mensal de Comércio O volume de vendas do comércio varejista restrito do estado do Rio de Janeiro registrou, em abril de 2015, queda de 3,9% em relação ao mesmo

Leia mais

FORMALIZAÇÃO formalização será feita pela internet no endereço no endereço www.portaldoempreendedor.gov.br, a partir de 01/07/2009.

FORMALIZAÇÃO formalização será feita pela internet no endereço no endereço www.portaldoempreendedor.gov.br, a partir de 01/07/2009. M.E.I. (Micro empreendedor Individual) Lei Complementar numero 128 de 19 de dezembro de 2008. Considera-se MEI o empresário individual a que se refere o art. 966 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002

Leia mais

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO CLÍNICA DE ESTÉTICA

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO CLÍNICA DE ESTÉTICA OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO CLÍNICA DE ESTÉTICA 2009 SEBRAE-DF Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser fotocopiada,

Leia mais

Profissionais formados em Cursos Superiores de Tecnologia ligados à área de Administração podem obter seu registro profissional no CRA/RJ

Profissionais formados em Cursos Superiores de Tecnologia ligados à área de Administração podem obter seu registro profissional no CRA/RJ 19/11/2009 Profissionais formados em Cursos Superiores de Tecnologia ligados à área de Administração podem obter seu registro profissional no CRA/RJ (fonte: CFA) Nos últimos anos cresceu significativamente

Leia mais

ABERTURA DE EMPRESAS

ABERTURA DE EMPRESAS ABERTURA DE EMPRESAS PLANO DE CONTABILIDADE COM FIDELIDADE 2 ANOS ESCRITÓRIO - Abertura de empresa sem custo no plano de fidelidade; ESCRITÓRIO DE COMERCIO - Carência de 03 (três) meses (honorário); ESCRITÓRIO

Leia mais

Principais dificuldades

Principais dificuldades Principais dificuldades A maior dificuldade apontada pelas organizações contábeis pesquisadas foi receber informações dos clientes com qualidade e prazo. Apenas 16% delas indicaram problemas com a aderência

Leia mais

Apoio às MPMEs. Sorocaba/SP. 30 de novembro de 2011

Apoio às MPMEs. Sorocaba/SP. 30 de novembro de 2011 Apoio às MPMEs Sorocaba/SP 30 de novembro de 2011 Missão Banco do DESENVOLVIMENTO Competitividade e sustentabilidade Redução das desigualdades sociais e regionais Áreas de atuação Inovação Infra-estrutura

Leia mais

PESQUISA DE MERCADO JÓIAS, FOLHEADOS E BIJUTERIAS

PESQUISA DE MERCADO JÓIAS, FOLHEADOS E BIJUTERIAS PESQUISA DE MERCADO JÓIAS, FOLHEADOS E BIJUTERIAS AGENDA Metodologia Dados Secundários Dados Primários Comentários, Sugestões e Críticas das Empresas Considerações Finais TRABALHO DE CAMPO PASSO A PASSO

Leia mais

Administração Financeira e Orçamento Empresarial UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAS APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

Administração Financeira e Orçamento Empresarial UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAS APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAS APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS PROF: HEBER LAVOR MOREIRA GISELE KARINA NASCIMENTO MESQUITA MARIA SANTANA AMARAL Flor de Lis MATERIAL

Leia mais

EXPECTATIVAS, GESTÃO E AÇÕES DOS EMPRESÁRIOS DO COMÉRCIO VAREJISTA PARA O NATAL DE 2013 MACAPÁ - 2013

EXPECTATIVAS, GESTÃO E AÇÕES DOS EMPRESÁRIOS DO COMÉRCIO VAREJISTA PARA O NATAL DE 2013 MACAPÁ - 2013 EXPECTATIVAS, GESTÃO E AÇÕES DOS EMPRESÁRIOS DO COMÉRCIO VAREJISTA PARA O NATAL DE 2013 MACAPÁ - 2013 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 POPULAÇÃO... 3 4 COLETA DE DADOS... 3 5 RESULTADOS... 4 Ilustração 1 -

Leia mais

na região metropolitana do Rio de Janeiro

na região metropolitana do Rio de Janeiro O PERFIL DOS JOVENS EMPREENDEDORES na região metropolitana do Rio de Janeiro NOTA CONJUNTURAL MARÇO DE 2013 Nº21 PANORAMA GERAL Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE) de 2011,

Leia mais

INSERIR LOGOMARCA DA INSTITUIÇÃO PROPONENTE INSERIR O TÍTULO DO PROJETO

INSERIR LOGOMARCA DA INSTITUIÇÃO PROPONENTE INSERIR O TÍTULO DO PROJETO INSERIR LOGOMARCA DA INSTITUIÇÃO PROPONENTE INSERIR O TÍTULO DO PROJETO O título do projeto deve delimitar a área de abrangência onde as ações serão executadas. Setembro, 2014 1 SUMÁRIO 1. DADOS GERAIS

Leia mais

Prof. Dr. José Dornelas www.josedornelas.com. Manual do Professor

Prof. Dr. José Dornelas www.josedornelas.com. Manual do Professor Prof. Dr. José Dornelas www.josedornelas.com Manual do Professor Manual do professor Este manual deve ser usado em conjunto com o vídeo do autor disponível no site da editora: www.campus.com.br Maiores

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS QUE DEVERÃO SER APRESENTADOS PELO REQUERENTE JUNTAMENTE COM A FICHA PREENCHIDA E ASSINADA.

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS QUE DEVERÃO SER APRESENTADOS PELO REQUERENTE JUNTAMENTE COM A FICHA PREENCHIDA E ASSINADA. LISTA DE DOCUMENTOS RELAÇÃO DE DOCUMENTOS QUE DEVERÃO SER APRESENTADOS PELO REQUERENTE JUNTAMENTE COM A FICHA PREENCHIDA E ASSINADA. O Responsável Financeiro deverá entregar cópias autenticadas/ simples

Leia mais

Curso de Especialização em MBA EXECUTIVO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS E TURISMO

Curso de Especialização em MBA EXECUTIVO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS E TURISMO Curso de Especialização em MBA EXECUTIVO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS E TURISMO ÁREA DO CONHECIMENTO: Administração. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em MBA Executivo

Leia mais

II Seminário sobre o SCN - Brasil Referência 2010. Base 2010

II Seminário sobre o SCN - Brasil Referência 2010. Base 2010 II Seminário sobre o SCN - Brasil Referência 2010 Base 2010 Coordenação de Contas Nacionais (São Paulo, 19 de junho de 2013) 1 MUDANÇA DE BASE Por que uma mudança na série? Atualização de pesos não faz

Leia mais

Circular de Oferta 5102/ sto Ago

Circular de Oferta 5102/ sto Ago Circular de Oferta Agosto / 2015 Índice Introdução 03 Quem Somos 04 Como funciona o negócio 05 Vantagens de ser constituir uma agência 06 Produtos e serviços 07 Ferramentas de apoio 08 Atividades desempenhadas

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS W ARTE "SERRALHARIA E ESQUADRIA RAPOSÃO" Empreendedor(a): WALBER MACEDO DOS SANTOS

PLANO DE NEGÓCIOS W ARTE SERRALHARIA E ESQUADRIA RAPOSÃO Empreendedor(a): WALBER MACEDO DOS SANTOS PLANO DE NEGÓCIOS W ARTE "SERRALHARIA E ESQUADRIA RAPOSÃO" Empreendedor(a): WALBER MACEDO DOS SANTOS Maio/2013 SUMÁRIO 1 SUMÁRIO EXECUTIVO 1.1 Resumo dos principais pontos do plano de negócio 1.2 Empreendedores

Leia mais

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO ASSISTÊNCIA TÉCNICA - HARDWARE E SOFTWARE

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO ASSISTÊNCIA TÉCNICA - HARDWARE E SOFTWARE OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO ASSISTÊNCIA TÉCNICA - HARDWARE E SOFTWARE 2009 SEBRAE-DF Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação

Leia mais

Apresentação ao Shopping

Apresentação ao Shopping Apresentação ao Shopping O GrupoM8 utiliza o formato Norte-americano na administração e comercialização de sua rede de franquias Você Sabia? Há trinta anos os Estados Unidos adotaram um modelo inovador

Leia mais

Sede Sebrae Nacional

Sede Sebrae Nacional Sede Sebrae Nacional Somos o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa, uma entidade privada sem fins lucrativos, e a nossa missão é promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável

Leia mais

Diretoria de Pesquisa. Serviços 25/08/2010

Diretoria de Pesquisa. Serviços 25/08/2010 Diretoria de Pesquisa Coordenação de Serviços e Comércio Pesquisa Anual de Serviços PAS 2008 25/08/2010 Objetivos da PAS 1 - Reunir um conjunto de informações econômicofinanceiras que permitam estimar

Leia mais

FACULDADE DE SÃO VICENTE CURSO ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS

FACULDADE DE SÃO VICENTE CURSO ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS FACULDADE DE SÃO VICENTE CURSO ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS SANDRA REGINA ALMEIDA DE SOUZA CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO São Vicente 2011 SANDRA REGINA ALMEIDA DE SOUZA RELATÓRIO

Leia mais

APOIO: AGRADECIMENTOS:

APOIO: AGRADECIMENTOS: RELATÓRIO ANUAL - 2013 APOIO: AGRADECIMENTOS: BOLETIM DO COMÉRCIO Relatório Anual - 2013 Pág. 2 RELATÓRIO ANUAL - 2013 Prezados Comerciantes, Esse boletim é uma edição especial sobre o comportamento do

Leia mais

VENHA FAZER PARTE DA NOSSA EQUIPE DE VENCEDORES! PROPOSTA DISTRIBUIDOR LA POZZI

VENHA FAZER PARTE DA NOSSA EQUIPE DE VENCEDORES! PROPOSTA DISTRIBUIDOR LA POZZI VENHA FAZER PARTE DA NOSSA EQUIPE DE VENCEDORES! PROPOSTA DISTRIBUIDOR LA POZZI INTRODUÇÃO A LaPozzi Professional Cosméticos fornece ao mercado de cosméticos capilar profissional, produtos inovadores,

Leia mais

REGISTRO PROFISSIONAL

REGISTRO PROFISSIONAL REGISTRO PROFISSIONAL 19/11/2009 Profissionais formados em Cursos Superiores de Tecnologia ligados à área de Administração podem obter seu registro profissional no CRA/RJ (fonte: CFA) Nos últimos anos

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Artigo 2º - O Currículo, ora alterado, será implantado no início do ano 2000, para os matriculados no 1º semestre.

R E S O L U Ç Ã O. Artigo 2º - O Currículo, ora alterado, será implantado no início do ano 2000, para os matriculados no 1º semestre. RESOLUÇÃO CONSEPE 30/99 ALTERA O PLANO CURRICULAR E O REGIME DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso da atribuição

Leia mais

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA Há muito se discute que o mercado de farmácias é ambiente competitivo e que a atividade vem exigindo profissionalismo para a administração de seus processos, recursos e pessoal.

Leia mais

Este Plano de Negócios foi elaborado em Junho de 2014

Este Plano de Negócios foi elaborado em Junho de 2014 ESPETO VACA LOUCA Pc TUBAL VILELA Nº 0 CENTRO- UBERLANDIA MG (34) 9876-5432 contato@vacalouca.com Ademir Gonçalves Filho Diretor Administrativo Gustavo Rodovalho Oliveira - Diretor de Marketing Jhonata

Leia mais

IMPACTOS DO SISTEMA SIMPLES SOBRE A MORTALIDADE DE MICROS E PEQUENAS EMPRESAS: um estudo sobre os empreendimentos no município de Castanhal, PA

IMPACTOS DO SISTEMA SIMPLES SOBRE A MORTALIDADE DE MICROS E PEQUENAS EMPRESAS: um estudo sobre os empreendimentos no município de Castanhal, PA IMPACTOS DO SISTEMA SIMPLES SOBRE A MORTALIDADE DE MICROS E PEQUENAS EMPRESAS: um estudo sobre os empreendimentos no município de Castanhal, PA Rui Cidarta Araújo de Carvalho, Edson Aparecida de Araújo

Leia mais

Rafael de Farias Costa Moreira (Sebrae)

Rafael de Farias Costa Moreira (Sebrae) Rafael de Farias Costa Moreira (Sebrae) Metodologia Entrevistas por telefone com 9.657 Microempreendedores Individuais feitas em abril de 2015. Análise da base de dados do Microempreendedor Individual

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 374, de 12 de novembro de 2009 (Alterada pela Resolução Normativa CFA nº 379 de 11/12/09)

RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 374, de 12 de novembro de 2009 (Alterada pela Resolução Normativa CFA nº 379 de 11/12/09) Publicada no D.O.U. nº 217, de 13/11/09 Seção 1 Página 183 e 184 RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 374, de 12 de novembro de 2009 (Alterada pela Resolução Normativa CFA nº 379 de 11/12/09) Aprova o registro profissional

Leia mais

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010 Metodologia Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Através de e-survey - via web Público Alvo: Executivos de empresas associadas e não associadas à AMCHAM Amostra: 500 entrevistas realizadas Campo: 16

Leia mais

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE Palestra para o Conselho Regional de Administração 1 O QUE É O SEBRAE? 2 O Sebrae O Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas da Bahia

Leia mais

AVANÇOS NA IMPLEMENTAÇÃO E APRIMORAMENTO DA LEI GERAL DAS MPE

AVANÇOS NA IMPLEMENTAÇÃO E APRIMORAMENTO DA LEI GERAL DAS MPE AVANÇOS NA IMPLEMENTAÇÃO E APRIMORAMENTO DA LEI GERAL DAS MPE O MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL - MEI Seminário tripartite - OIT Políticas para superar a informalidade Maio/09 - Brasília - DF 12/08 07/09

Leia mais

SUMÁRIO EMPRESÔMETRO CENSO DAS EMPRESAS E ENTIDADES PÚBLICAS E PRIVADAS BRASILEIRAS. 3 QUANTIDADE DE EMPREENDIMENTOS EM ATIVIDADE NO BRASIL...

SUMÁRIO EMPRESÔMETRO CENSO DAS EMPRESAS E ENTIDADES PÚBLICAS E PRIVADAS BRASILEIRAS. 3 QUANTIDADE DE EMPREENDIMENTOS EM ATIVIDADE NO BRASIL... 1 SUMÁRIO EMPRESÔMETRO CENSO DAS EMPRESAS E ENTIDADES PÚBLICAS E PRIVADAS BRASILEIRAS. 3 QUANTIDADE DE EMPREENDIMENTOS EM ATIVIDADE NO BRASIL... 4 QUANTIDADE DE EMPREENDIMENTOS POR ESTADO... 4 QUANTIDADE

Leia mais

Nós nos responsabilizamos pelo processo de procura, estudo de viabilidade e planejamento do ponto em shopping center

Nós nos responsabilizamos pelo processo de procura, estudo de viabilidade e planejamento do ponto em shopping center Nós nos responsabilizamos pelo processo de procura, estudo de viabilidade e planejamento do ponto em shopping center O GrupoM8 utiliza o formato Norte-americano na administração e comercialização de sua

Leia mais

COMO ABRIR SEU NEGÓCIO

COMO ABRIR SEU NEGÓCIO COMO ABRIR SEU NEGÓCIO 08 a 11 de outubro de 2014 08 a 11 de outubro de 2014 Reflexão Qual o principal motivo para buscar a formalização de seu negócio? É importante lembrarmos que: Para desenvolver suas

Leia mais

Uma situação típica...

Uma situação típica... Uma situação típica... A Empresa X é do setor têxtil Tamanho - Micro-Pequena (9 Operários) Produção Diversificada (aproximadamente 800 itens) Cartela de cores com aproximadamente 100 cores variáveis Pedido

Leia mais

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro.

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. PLANO DE MARKETING Andréa Monticelli Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. 1. CONCEITO Marketing é

Leia mais

NOTA TÉCNICA TERCEIRIZAÇÃO

NOTA TÉCNICA TERCEIRIZAÇÃO NOTA TÉCNICA TERCEIRIZAÇÃO Abril de 2015 1 Sumário Executivo O trabalho utiliza a mesma base de dados e metodologia que o elaborado pela CUT/DIEESE, ou seja, agregações de setores terceirizados e contratantes

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE Módulo 2 CLIENTES: DEFINIÇÕES E ENTENDIMENTOS Objetivo: Ao final desse módulo, você estará capacitado a termos, como: cliente, comprador, cliente final, consumidor,

Leia mais

Soluções em Tecnologia da Informação

Soluções em Tecnologia da Informação Soluções em Tecnologia da Informação Curitiba Paraná Salvador Bahia A DTS Sistemas é uma empresa familiar de Tecnologia da Informação, fundada em 1995, especializada no desenvolvimento de soluções empresariais.

Leia mais

COMO DIVULGAR SUA EMPRESA

COMO DIVULGAR SUA EMPRESA COMO DIVULGAR SUA EMPRESA João Abdalla Consultor de Marketing Unid. Org. Capital Sebrae SP Tel.: (0XX11) 3177-4500 joaon@sebraesp.com.br 4/1/2011 1 QUESTÕES BÁSICAS Quem são os meus clientes? Quantos são?

Leia mais

Tabela de Códigos de Atividades Econômicas - CAE (Título I, Capítulo X, 2.2.2.7, "d", da IN/DRP nº 045/98)

Tabela de Códigos de Atividades Econômicas - CAE (Título I, Capítulo X, 2.2.2.7, d, da IN/DRP nº 045/98) Tabela de Códigos de Atividades Econômicas - CAE (Título I, Capítulo X, 2.2.2.7, "d", da IN/DRP nº 045/98) A) COMÉRCIO VAREJISTA: C A E DESCRIÇÃO DO C A E 801000000 AÇOUGUES E PEIXARIAS 801010000 Açougues

Leia mais

Entendendo custos, despesas e preço de venda

Entendendo custos, despesas e preço de venda Demonstrativo de Resultados O empresário e gestor da pequena empresa, mais do que nunca, precisa dedicar-se ao uso de técnicas e instrumentos adequados de gestão financeira, para mapear a situação do empreendimento

Leia mais

Agenda para Micro e Pequenas Empresas

Agenda para Micro e Pequenas Empresas Agenda para Micro e Pequenas Empresas As Micro e Pequenas Empresas (MPE) são de vital importância para o desenvolvimento econômico de Goiás, pois atuam em diversas atividades econômicas, tais como indústria,

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais