CVE RELATÓRIO METODOLÓGICO 06 DE JULHO Largo Castro Soromenho, 4 1ºDTO Lisboa Portugal

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1 CVE RELATÓRIO METODOLÓGICO 06 DE JULHO 2015 Largo Castro Soromenho, 4 1ºDTO Lisboa Portugal t./f

2 INDICE INDICE INTRODUÇÃO PORTFOLIO DE SERVIÇOS Formação Certificação Energética e Fiscalização Certificação e/ou Ensaio de Produtos Investigação, Inovação e Empreendorismo Serviços Especializados de Engenharia Comunicação, Capacitação e Cidadania Energética ABORDAGEM METODOLÓGICA Recolha de Informação: Análise Externa Macro Ambiente Mercado Clientes Concorrência Recolha de Informação: Análise Interna Visão Mercado Competências Financiamento INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS... 25

3 4.1 Variáveis e Serviços Fontes Lista preliminar Atualização Acompanhamento Métodos Análise documental Entrevista Outros métodos Integração das metodologias Análise de Informação Recolhida Análise SWOT Marketing Mix PLANO DE TRABALHOS ANEXO 1 RELATÓRIO MISSÃO #

4 1. INTRODUÇÃO O Contrato CVE (Contrato) dedica-se ao estudo de mercado, no período de 2015 a 2020, dos serviços a prestar pelo Centro de Energias Renováveis e Manutenção Industrial (CERMI), Cabo Verde, no espaço geográfico dos Países de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe (Figura 1). Figura 1 Espaço geográfico dos PALOP O Contrato tem como principal objectivo avaliar a viabilidade económica e financeira dos serviços contemplados no Quadro Estratégico do CERMI (QE- CERMI), datado de Dezembro de 2014, para o mesmo período, dentro do âmbito de atuação estabelecido. Apesar das categorias de serviços estarem genericamente estabelecidas no QE-CERMI, o detalhe dos serviços concretos a prestar está ausente. Esta é aliás assumida naquele documento como uma atividade a incorporar num

5 eventual estudo técnico-económico dos serviços a prestar pelo CERMI. A necessidade de proceder à definição de serviços e seus segmentos constitui-se como diferença fundamental entre um estudo de mercado convencional e o estudo que resultará do Contrato. Neste sentido, os trabalhos contêm duas partes fundamentais, que se constituem como objectivos específicos do Contrato: - Proceder à definição detalhada do portfólio de serviços a prestar no âmbito de atuação e temporal estabelecidos no QE-CERMI. - Proceder à definição da visão, da estratégia e objectivos de marketing do CERMI, bem como à elaboração do Plano de Marketing para os diferentes serviços que integram o portfólio estabelecido e nos diferentes países que integram os PALOP. De notar que o primeiro objectivo precede o segundo, no sentido em que tem de existir pelo menos uma definição prévia dos serviços a prestar pelo CERMI para que se possam conduzir análises de marketing associadas a cada segmento. O âmbito técnico de atuação do CERMI é, genericamente e como a designação indica, o das energias renováveis e da manutenção industrial. No QE-CERMI pode-se igualmente inferir uma orientação para que este âmbito técnico seja focado nos sectores finais de consumo de energia os edifícios residenciais; os edifícios de serviços, privados e públicos; o sector industrial e o sector dos transportes. Este é ainda assim um âmbito vasto que tem de ser focado naquilo que são as competências e infraestruturas do CERMI, existentes ou que se possam antecipar como possíveis e/ou prováveis. A equipa da Green Egg realizou um esforço inicial de definição dos serviços a prestar pelo CERMI, bem como do foco técnico a prosseguir, através da condução de duas missões a Cabo Verde e de análise documental. Estas missões incluíram entrevistas com atores chave nacionais, reuniões com a

6 equipa do CERMI e uma sessão de trabalho com o Grupo Técnico de Acompanhamento. No âmbito das energias renováveis, a orientação para os sectores finais de consumo, associado à infraestrutura existente, orienta o foco técnico do CERMI para as tecnologias solares, térmicas e eléctricas, de dimensão associável a um consumidor final; e para as tecnologias micro-eólicas. Sem prejuízo, poder-se-ão detetar oportunidades no decorrer do Contrato relativas a outras tecnologias, como as de conversão de biomassa ou de conversão da energia das ondas, embora não sejam à partida consideradas prioritárias. No âmbito da manutenção industrial, entende-se que esta deve assumir uma definição lata, abrindo o âmbito estrito da indústria aos sectores de serviços e residencial, especialmente no que se refere ao frio industrial e à climatização, às tecnologias mecânicas e às tecnologias eléctricas e de automação e controlo. No cruzamento entre manutenção industrial e energias renováveis encontram-se todas as atividades relativas à manutenção e operação de ativos de energias renováveis, quer dedicados à produção centralizada (gestão da oferta) quer dedicados à produção descentralizada (gestão da procura) de eletricidade. Mais uma vez, tecnologicamente os serviços a prestar antecipam-se focados nas tecnologias solares e eólicas, agora incluindo as de grande dimensão (i.e. parque solares e eólicos). Finalmente, no Contrato serão considerados prioritários os sectores finais de consumo residencial, de serviços e industrial, remetendo para segundo plano o sector dos transportes. As categorias de serviços contempladas no QE-CERMI podem ser agrupadas da seguinte forma: - Formação e Certificação Profissional;

7 - Certificação Energética e Fiscalização; - Certificação e/ou ensaio de equipamentos; - Investigação, Inovação e Empreendorismo; - Serviços técnicos especializados; - Comunicação, Capacitação e Cidadania Energética Tendo por base o mercado de Cabo Verde, as categorias de serviços estabelecidas no QE-CERMI não são uniformemente aplicáveis aos PALOP. No Contrato dá-se primazia ao mercado cabo verdiano, entendendo-se os PALOP como mercados de exportação de serviços disponibilizados e consolidados no primeiro, ainda que sujeitos a adaptações de contexto. De acordo com o planeamento prévio estabelecido no QE-CERMI, a internacionalização de serviços só deverá ocorrer a partir de 2017, o que reforça o foco do Contrato no mercado de Cabo Verde no que se refere à definição de serviços, sem prejuízo de se poderem vir a identificar oportunidades de antecipação da estratégia de internacionalização, de oportunidades de serviços que não estavam inicialmente contemplados para o mercado de Cabo Verde ou de existirem serviços que têm necessariamente um âmbito transnacional. Na secção seguinte apresenta-se a primeira versão do portfólio de serviços a prestar pelo CERMI, que resultou da análise da informação recolhida nas duas missões anteriormente referidas; bem como de uma análise documental inicial, em particular aos documentos oficiais do CERMI.

8 2. PORTFOLIO DE SERVIÇOS Na Figura 2 representa-se o portfólio inicial de serviços propostos para o CERMI pela equipa da Green Egg, Os serviços são detalhados nas secções que se seguem. Figura 2 Esquema do Portfólio de Serviços do CERMI 2.1 Formação Os serviços de formação e certificação de profissionais constituem-se como a orientação de génese do CERMI. Como indicado na Figura 2, estes serviços podem ser divididos em 3 segmentos distintos: - Formação Profissional que atribui um nível de qualificação de acordo com o Sistema Nacional de Qualificações (SNQ) de Cabo Verde,, tal como definida na lei de bases da educação de Cabo Verde, Decretolegislativo nº2/2010, de 7 de Maio, e com base nos perfis e referenciais constantes do Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ),

9 tal como regulado no Decreto-Lei 66/2010, de 27 de Dezembro. Este segmento pode ser adicionalmente sub-segmentado em formação inicial e formação contínua. - Formação Profissional Contínua não regulada pelo SNQ, i.e. com base em perfis e referenciais que estejam fora do âmbito do CNQ. Este segmento pode ser adicionalmente sub-segmentado em formação certificada e formação não certificada, a última incluindo formação de formadores e outras que venham a ser identificadas como adequada. - Formação Académica, em parceria com universidades, que serão as entidades responsáveis pela atribuição do grau e pela gestão da graduação (licenciatura e/ou pós-graduação), cabendo ao CERMI a componente formativa prática. No segmento da Formação Profissional CNQ, a oferta formativa deverá ser orientada para os perfis de qualificação nível 3 e 4 constantes do CNQ e que se dedicam à formação e qualificação de instaladores de sistemas de energias renováveis, bem como nas áreas das tecnologias mecânicas, eletricidade e automação e controlo. No segmento da Formação Profissional Contínua antecipam-se oportunidades de formação certificada associada a perfis profissionais criados no âmbito da regulamentação energética (vide secção 2.2). São exemplos disso a formação de peritos qualificados para a implementação do Sistema de Certificação Energética de Edifícios, de projetistas de sistemas de energias renováveis e de auditores energéticos qualificados para o Sistema de Gestão de Consumidores Intensivos de Energia. Este não é um âmbito estrito, devendo-se explorar outras oportunidades, em particular no domínio da manutenção industrial. No segmento de formação académica o CERMI encontra-se já a estabelecer parcerias com as principais universidades de Cabo Verde que ministram cursos de engenharia ou relacionados. A primeira parceria é estabelecida com a Uni-CV em protocolo dedicado ao lançamento da Licenciatura em

10 Engenharia Mecânica. A segunda parceria, em estudo, deverá ser estabelecida com a Universidade Jean Piaget relativa ao lançamento da Licenciatura em Energia Renováveis. A formação académica, não sendo diretamente oferecida pelo CERMI, será considerada no Contrato apenas naquilo que impactar sobre a oferta de outros serviços (e.g. disponibilidade física das instalações oficinais e/ou salas de formação). As atividades de formação foram já iniciadas em 2015 e até agora dedicadas à formação de formadores que integram a bolsa de formadores associados ao CERMI. Os formadores constantes da bolsa poderão vir a ser contratados pelo CERMI, garantindo uma disponibilidade mínima de profissionais para ministrar os cursos programados. No espaço geográfico dos PALOP, os dois primeiros segmentos de mercado deverão ser exportáveis. No que se refere à formação profissional regulada pelo SNQ, existe um esforço de convergência normativa nos PALOP que permitirá oferecer este tipo de formação com adaptações mínimas. Antecipase ainda a oportunidade de oferecer serviços de formação talhados à medida das necessidades de entidades formativas nos PALOP, especialmente no contexto da oferta formativa contínua, com foco na formação de formadores. No que se refere à oferta académica, não se antecipam oportunidades significativas nos restantes PALOP, por não se considerar viável a realização de protocolos com universidades não estabelecidas em Cabo Verde. Esta assunção é informada por experiências internacionais que não foram bem sucedidas, e.g. no espaço europeu. Os serviços de formação certificada são entendidos como competitivos, ainda que a formação profissional regulada pelo SNQ esteja sujeita a regulamentação específica em Cabo Verde no que se refere à aplicação de propinas e assim às receitas esperadas.

11 2.2 Certificação Energética e Fiscalização No QE-CERMI, é atribuída à instituição a missão de se constituir como um instrumento operacional de política pública na área de energia em Cabo Verde. Neste sentido, o QE-CERMI assume como objectivo a supervisão e realização de atividades de certificação e fiscalização no domínio da gestão da procura da energia. As atividades derivadas deste objectivo são atividades de gestão operacional de sistemas de certificação energética, relacionadas com a gestão da procura, i.e., com a gestão energética nos sectores finais de consumo; e de fiscalização, associadas aos mesmos sistemas de certificação. Estas são atividades reguladas legislativamente e que, sendo atribuições do órgão que tutela a energia, estão abertas à delegação de funções. Assume-se assim o posicionamento do CERMI como entidade a quem serão delegadas funções de gestão e fiscalização dos sistemas de certificação energética. Atualmente, não estão ainda concretizadas regulamentarmente as opções políticas relativas aos sistemas de certificação energética em Cabo Verde. A política energética para a eficiência energética e energias renováveis está vertida em três planos principais aprovados pelo Governo de Cabo Verde em 2015: o Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE), o Plano Nacional de Ação para as Energias Renováveis (PNAER) e a Agenda de Ação da Energia Sustentável para Todos (AA SE4ALL). O PNAEE estabelece como eixos prioritários de intervenção a certificação energética de equipamentos e electrodomésticos, com especial enfoque na iluminação eficiente; a eficiência energética em edifícios; a distribuição eficiente de eletricidade; os consumidores intensivos; e a cocção segura, sustentável e acessível. Neste quadro de política pública, antecipam-se oportunidades de delegação de funções para a gestão do sistema de certificação energética de edifícios e/ou sua fiscalização, embora o foco e âmbito de intervenção tenha de ser

12 confirmado ao longo do processo legislativo que consubstancia o desenvolvimento regulamentar. Embora não explicitamente, o quadro de intervenção pública deverá ainda contemplar a certificação de instalações eléctricas de utilização de baixa tensão, quadro este onde poderão igualmente surgir oportunidades para a delegação de funções, quer na gestão operacional do sistema de certificação, quer na fiscalização de atividades dos intervenientes. Mais uma vez, o foco e âmbito de intervenção tem de ser confirmado face à definição regulamentar específica que venha a ser aprovada. No âmbito da Certificação Energética de Equipamentos e Electrodomésticos, antecipam-se para o CERMI oportunidades de oferta de serviços que são incluídas na categoria Certificação e/ou Ensaio de Equipamentos, abaixo descrita. Não se antecipam oportunidades significativas de delegação de funções de gestão do sistema de certificação. De facto, a responsabilidade de certificação energética de equipamentos e electrodomésticos reside nos fabricantes, que deverão proceder às diligências necessárias para o cumprimento dos requisitos regulamentares e à emissão da etiqueta energética que comunica o desempenho energético do equipamento. A exceção poderá residir nos equipamentos sistémicos, i.e., os sistemas que se compõem de múltiplos equipamentos oriundos de diferentes fabricantes. Estão nestas condições os sistemas de aquecimento de águas e de climatização, com particular enfoque nos sistemas que incluem componentes solares térmicos. Neste âmbito, a emissão da etiqueta energética poderá ser centralizada numa entidade que recolhe informação sobre cada equipamento constituinte e que, através de métodos regulados, determina a classe energética equivalente e procede à emissão da etiqueta respectiva. Esta é uma oportunidade de mercado para o CERMI. No âmbito das energias renováveis, antecipam-se oportunidades de delegação de funções de gestão operacional e/ou fiscalização dos sistemas de certificação de instalações de microgeração, quer elétricas quer térmicas, com principal enfoque em instalações solares e micro-eólicas.

13 No espaço geográfico dos PALOP, não se antecipam oportunidades de monta na exportação de serviços relacionados com a Certificação Energética uma vez que estes são sistemas regulamentares de foro nacional cuja implementação envolve entidades locais. Não obstante, estando consolidada em Cabo Verde a operacionalização de sistemas de certificação energética, esta experiência pode ser exportada ao nível da assistência técnica para entidades congéneres nos restantes PALOP. Não se antecipa no entanto que essa experiência seja consolidada e assim exportável no período de análise do presente Contrato (i.e ). Os serviços de Certificação Energética e Fiscalização entendem-se como maioritariamente não competitivos, tendo associados contratos-programa com a entidade que tutela a área de energia e/ou receitas resultantes da operacionalização. 2.3 Certificação e/ou Ensaio de Produtos Os serviços de Certificação e/ou Ensaio de Produtos inserem-se no contexto e quadro legislativo do Sistema Nacional de Qualidade (SNQ), tal como representado na Figura 3. A entidade gestora do SNQ é em Cabo Verde o Instituto de Gestão da Qualidade e Propriedade Intelectual (IGQPI). Os serviços de Certificação e/ou Ensaio de Produtos podem ser segmentados em dois serviços distintos: - Verificação de Conformidade Normativa de Equipamentos. Neste segmento o CERMI assume funções delegadas, quer pela entidade gestora do SNQ, quer pela entidade que tutela a área de energia, o último especialmente relacionado com o quadro da Certificação Energética de Equipamentos e Electrodomésticos. - Laboratório de Ensaio de Produtos de acordo com normativos nacionais e/ou internacionais, inserido no sub-sistema de Metrologia

14 do SNQ, e acreditado por um organismo nacional de acreditação de acordo com o normativo aplicável. Para os serviços de verificação de conformidade de equipamentos e electrodomésticos, e tendo em atenção o quadro técnico de atuação do CERMI, antecipam-se oportunidades de estabelecer laboratórios de ensaio de conformidade de contadores de eletricidade e de conformidade energética de equipamentos de iluminação. A primeira oportunidade deverá ser promovida pelo SNQ, enquanto que a segunda se insere no quadro da fiscalização do Sistema de Certificação Energética de Equipamentos e Electrodomésticos. Figura 3 Constituição do Sistema Nacional de Qualidade Estando incluídos no sub-sistema de metrologia, os serviços laboratoriais de ensaio inserem-se num contexto de comércio global competitivo e num âmbito de intervenção de categorias de produto bastante vasto. Deste modo, o produto específico para o qual o CERMI será capacitado e acreditado como

15 laboratório de ensaio será alvo de estudo no Contrato no contexto geográfico dos PALOP, tendo em atenção as orientações estratégicas do CERMI, bem como o seu âmbito e prioridades de atuação técnica; e a procura de serviços de ensaio, bem como a concorrência existente em espaços geográficos relevantes. Neste sentido antecipa-se a necessidade de alargar o foco geográfico de análise e,g, à região da CEDEAO, sob pena de se especificar um laboratório que seja alvo de concorrência consolidada noutros países fora dos PALOP mas geograficamente e economicamente relacionados com Cabo Verde. Embora sujeito a confirmação no decorrer do Contrato, antecipa-se igualmente a oportunidade para o estabelecimento de um laboratório acreditado de ensaio de sistemas solares térmicos. Esta é uma hipótese que tem já um enquadramento possível no âmbito do projeto ECREEE SOLTRAIN WEST AFRICA, no qual o CERMI participa e que se revela sinérgica com outros serviços passíveis de virem a ser oferecidos pelo CERMI, em particular os relacionados com a etiquetagem energética de produtos sistémicos e com os serviços de Investigação, inovação e Empreendorismo abaixo descritos. Assim sendo, os serviços de ensaio laboratorial acreditados são entendidos como competitivos e sujeitos a concorrência tão global quanto maior for a ligação do SNQ aos sistemas normativos internacionais (e.g. adopção de normas IEC e ISO), enquanto que os serviços de verificação de conformidade normativa, sendo delegados por entidades governamentais, deverão estar sujeitos à celebração de contratos-programa em Cabo Verde, não se antecipando oportunidades de exportação de serviços para o espaço PALOP, ainda que esta assunção deva ser confirmada no decorrer do Contrato. De notar que a infraestrutura física atualmente disponível no CERMI não é adequada ao estabelecimento de um laboratório de ensaio acreditado, independentemente dos produtos a serem testados. Assim sendo, ou uma das oficinas existentes atualmente existente é reconvertida em laboratório de ensaio, ou será necessário construir nova infraestrutura dedicada ao efeito.

16 2.4 Investigação, Inovação e Empreendorismo Os serviços de Investigação, Inovação e Empreendorismo (I2E) são segmentados em dois serviços distintos: - Plataforma Tecnológica de Ensaio, dedicada ao ensaio por terceiros, em condições ambientais e outras eventualmente normalizadas, de novos produtos e sistemas relacionados com energias renováveis e que possam ser alavancados nas infraestruturas laboratoriais existentes, bem como nos ativos de energias renováveis instalados; - Incubação Tecnológica, dedicada à incubação de produtos inovadores numa lógica de prototipagem e demonstração funcional e em eventual conjugação com entidades terceiras para a incubação das empresas que venham a ser constituídas e que estão associadas à comercialização das inovações respectivas (e.g. Agência de Desenvolvimento Empresarial e Inovação, ADEI). Estando as atividades de Investigação sujeitas a estudo dedicado a ser contratado pela Cooperação Luxemburguesa, a especificação de serviços de investigação fica no presente Contrato limitada ao seu enquadramento no âmbito dos segmentos acima identificados. Os serviços de I2E são entendidos como competitivos e exportáveis para o espaço geográfico dos PALOP. 2.5 Serviços Especializados de Engenharia Os Serviços Especializados de Engenharia têm como motivação a valorização do capital físico e humano disponível no CERMI e segmentam-se em dois serviços distintos: - Serviços Oficinais/Laboratoriais, que pretendem oferecer às empresas serviços relacionados com as oficinas existentes atualmente, em

17 particular as oficinas de tecnologia mecânica, de eletricidade e de automação e controlo. Os serviços a prestar podem consubstanciar aluguer de equipamentos específicos por empresas de âmbito relacionado; ou o fornecimento pelo CERMI de serviços chave-na-mão (e.g. serviços de soldadura). - Serviços de consultoria, que pretendem oferecer, às empresas, organismos do Estado e famílias, serviços relacionados com o capital humano contido da Bolsa de Formadores e/ou numa Bolsa de Peritos/Consultores, a constituir, que sejam formados e certificados pelo CERMI de acordo com o seu programa formativo e tirando eventualmente partido de equipamento de medição disponível no CERMI. São exemplos destes serviços a auditoria energética e o projeto e/ou aconselhamento relacionados com a instalação de sistemas de energias renováveis. De notar que o âmbito de atuação nos serviços de consultoria poderá estar limitado por incompatibilidades que surjam da prestação de serviços por delegação de funções no âmbito de regulamentação específica de eficiência energética e energias renováveis. Como exemplo, se ao CERMI for delegada a competência de gestão do sistema de certificação de instalações solares fotovoltaicas, esta atividade será incompatível com a oferta de serviços de projeto dos mesmos sistemas. Os serviços de consultoria são entendidos como competitivos e exportáveis para o espaço geográfico dos PALOP. Os serviços oficinais/laboratoriais, são entendidos como competitivos em Cabo Verde, devendo a sua aplicabilidade aos restantes PALOP dever ser confirmada no decorrer da recolha de informação.

18 2.6 Comunicação, Capacitação e Cidadania Energética A valência expansiva de informar, sensibilizar e educar a sociedade civil cabo-verdiana para a utilização de energia e para as energias renováveis está inscrita no QE-CERMI. Neste sentido, o CERMI pode e deve assumir serviços de comunicação, capacitação e cidadania energética tirando para isso partido da sua infraestrutura física demonstradora de conceitos e sistemas, bem como de parcerias estratégicas a estabelecer com organizações não governamentais (ONG), de que é exemplo a ADEQE. Estas parcerias dever-se-ão revelar como estratégicas para que se possa aceder a fundos disponíveis internacionalmente para o efeito e aos quais o acesso é permitido através de ONGs. Esta é também uma categoria de serviços que pode ser delegada pela, embora não se limite à, tutela governamental da área de energia. No caso de delegação de funções, antecipa-se a comunicação e capacitação dos mercados criados regulamentarmente, associados à eficiência energética e energias renováveis. Como exemplo refira-se o quadro de certificação energética de edifícios, cuja implementação carece de uma estratégia de comunicação não só com os profissionais e empresas envolvidos na implementação, como também com os destinatários finais da regulamentação, como as famílias, as empresas e o próprio Estado. Estes são serviços que apenas terão enquadramento quando estiver estabelecida e publicada a regulamentação relevante. Os serviços de Comunicação, Capacitação e Cidadania Energética, regulados e não regulados, são entendidos como competitivos e exportáveis para o espaço geográfico dos PALOP.

19 3. ABORDAGEM METODOLÓGICA A abordagem metodológica geral prosseguida no Contrato está representada na Figura 4, dividida por fase de implementação e incluindo os entregáveis devidos em cada fase. Figura 4 Abordagem metodológica Na primeira fase, no final da qual é devido o presente Relatório Metodológico, são estabelecidas a visão e missão associadas à estratégia de marketing, o portfólio inicial de produtos sobre o qual incidirão as análises de marketing e a definição inicial da matriz metodológica, que contém os instrumentos para a recolha de informação. A segunda fase, no final da qual é devido o Relatório Intercalar, é dedicada à recolha de informação, bem como ao seu tratamento e análise, para cada categoria e/ou segmento de mercado constituinte do portfólio de serviços. A recolha de informação distingue variáveis internas de variáveis externas, que

20 serão na sequência tratadas e analisadas em abordagens SWOT, de marketing mix e técnico-económicas. Na terceira e última fase os resultados são consolidados, elaborando-se a Estratégia e Plano de Marketing associados a cada uma das categorias de serviços. Serão igualmente elaborados planos de negócios preliminares, no sentido em que serão nesta fase consolidadas as análises técnicoeconómicas e as projeções de mercado associadas. Estes planos de negócios deverão ser detalhados em estudos dedicados, adicionais ao, e distintos do, presente Contrato. No que se segue descrevem-se as variáveis incluídas na recolha de informação. O tratamento e análise de dados são detalhados na secção 4 deste documento. 3.1 Recolha de Informação: Análise Externa A análise externa refere-se a todas as variáveis que não são internas à organização (i.e. o CERMI) e que impactam sobre, e conformam a, adequabilidade de mercado dos serviços a prestar pelo CERMI. As variáveis descritoras da análise externa podem ser agrupadas em variáveis relativas ao macro-ambiente, ao mercado potencial, aos clientes potenciais e à concorrência para cada um dos segmentos de serviços identificados no portfólio. Na Figura 5 esquematizam-se as variáveis de análise externa. No que se segue estas variáveis são brevemente descritas.

21 Figura 5 Variáveis constituintes da análise externa Macro Ambiente As variáveis de macro ambiente pretendem caracterizar a situação atual relativa ao ambiente político, sócio-económico, legal e regulatório e cultural no espaço geográfico dos PALOP. Estas variáveis impactam sobre a definição e conformação dos serviços a oferecer pelo CERMI, bem como sobre as estratégias de marketing a prosseguir para os mesmos Mercado As variáveis de mercado pretendem caracterizar, para cada segmento de serviços a serem prestados pelo CERMI, as expectativas que podem ser assumidas pelo CERMI na entrada nos mercados respectivos. Assim sendo, para cada segmento de serviços em consideração no portfólio, o mercado deverá ser definido e os segmentos relevantes identificados; a sua dimensão deverá ser estimada, idealmente para cada segmento; bem como identificada

22 a estrutura de mercado, a existência eventual de agrupamentos estratégicos e potenciais parcerias estratégicas. A análise das variáveis de mercado dever-se-á focar na situação presente, embora se deva igualmente recolher informação que permita avaliar as tendências de mercado para cada um dos serviços potencialmente oferecidos pelo CERMI Clientes As variáveis relativas a clientes pretendem caracterizar a base de potenciais clientes para cada um dos serviços a oferecer pelo CERMI. Neste sentido, para além da identificação de potenciais clientes, procede-se igualmente à sua caracterização em termos de motivações e expectativas, da natureza da decisão e de outras variáveis psicográficas que se mostrem relevantes Concorrência As variáveis relativas a concorrentes pretendem caracterizar o ambiente competitivo em que o CERMI irá disponibilizar os seus serviços. Neste sentido, para além da identificação dos principais concorrentes, procede-se igualmente à caracterização da estrutura de mercado no que diz respeito à sua concentração e distribuição de quotas. A concorrência deverá ser igualmente caracterizada no que se refere às suas variáveis internas, identificando-se as suas forças e fraquezas; bem como às estratégias de marketing mix prosseguidas. 3.2 Recolha de Informação: Análise Interna A análise interna refere-se a todas as variáveis que são internas à organização, i.e. ao CERMI, e que impactam sobre os serviços a prestar pela mesma, bem como sobre a estratégia de marketing a prosseguir. As variáveis descritoras da análise interna podem ser agrupadas, para cada um dos segmentos de serviços identificados no portfólio, em variáveis

23 relativas à visão de marketing, aos mercados almejados, às competências existentes ou a criar, e ao modelo de financiamento. Na Figura 6 esquematizam-se as variáveis de análise externa. No que se segue estas variáveis são brevemente descritas. Figura 6 Variáveis constituintes da Análise Interna Visão A visão de marketing associada a cada um dos serviços potencialmente oferecidos pelo CERMI deverá ser compatível com a visão global e com os objectivos financeiros que regem a instituição. A recolha de informação deverá ser orientadora dos princípios de marketing a prosseguir, nomeadamente no que se refere às estratégias de posicionamento de mercado.

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