SEMIÓTICA E CULTURA ORGANIZACIONAL: Estudo multicaso em organizações militares brasileiras

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SEMIÓTICA E CULTURA ORGANIZACIONAL: Estudo multicaso em organizações militares brasileiras"

Transcrição

1 SEMIÓTICA E CULTURA ORGANIZACIONAL: Estudo multicaso em organizações militares brasileiras RESUMO O objetivo deste artigo é identificar quais os valores organizacionais, sob o ponto de vista da semiótica, são os princípios orientadores da vida de organizações militares da Forças Armadas Brasileiras, segundo a percepção de seus integrantes. O estudo tem um delineamento qualiquantitativo (misto) e adapta um instrumento de pesquisa já validado por estudos anteriores (Escala de Valores Organizacionais EVO), para obtenção de resultados construídos através de processo semiótico. O lócus da pesquisa empírica foram organizações militares das Forças Armadas Brasileiras e os resultados apontaram um grupo de valores que caracterizam a cultura organizacional dessas instituições, segundo o universo simbólico dos seus integrantes. PALAVRAS-CHAVES: Semiótica. Cultura Organizacional. Valores Organizacionais. 1 INTRODUÇÃO As profundas modificações sociais que se instalaram nas ultimam décadas, demandaram e ainda demandam modificações igualmente profundas no modo de atuar das organizações. Toda tecnologia que visa um aprimoramento da gestão encontra terreno fértil no ambiente organizacional, destarte toda teoria já publicada a respeito do tema. Atualmente o paradigma da administração tem sido o ser humano, que se constitui a peça fundamental de funcionamento de qualquer organização moderna. Nesse contexto o tema cultura organizacional tem ensejado uma gama de pesquisas que colocam o homem e seu universo simbólico como aspecto importante para a gestão organizacional. Srour ( ) afirma que as representações imaginárias que uma organização cultiva pautam os comportamentos e constituem uma espécie de mapa ou kit de sobrevivência organizacional. O estudo desse universo simbólico, sob o ponto de vista da Semiótica é oportuno e plausível, já que essa ciência tem por objeto, as relações de significâncias das mentes humanas e o universo simbólico que as constituem.

2 1.1 Objetivo O objetivo geral deste estudo é identificar quais valores organizacionais orientam a vida de organizações integrantes das Forças Armadas brasileiras, sob um ponto de vista semiótico, segundo a percepção de seus integrantes? 2. BASE TEÓRICA 2.1 Semiótica Por ter como objeto de estudo os símbolos, a Semiótica pode ser considerada como a ciência dos signos, ou seja, uma teoria geral dos significados incutidos nas idéias de cada signo, que por sua vez tem uma representação subjetiva e peculiar para cada interpretante. Santaella (58) apresenta uma conceituação de signo de onde afirma que, signo é tudo aquilo que proporciona uma relação tripla entre o objeto (fato), interpretante (entendimento que alguém abstrai do fato) e o representâmen (corpo do signo em si). A ilustração 2.1 traz a representação do conceito. Ilustração 2.1: Figura da relação Tripla do Signo. Fonte: Eco, 2007, p. 56, adaptado. Embora seja necessária uma capacidade de abstração considerada alta para o entendimento deste conceito, o fato é que uma vez assimilado esse campo de relações conceituais, ocorre uma modificação no entendimento dos fenômenos aos quais estamos sujeitos, nos permitindo vê-los de ângulos e enfoques nunca antes percebidos e nos levando a diferenciações sutis nas linguagens com as quais vivemos. Santaella apud Peirce (58) alega que:

3 Um signo intenta representar, em parte pelo menos, um objeto que é, portanto, num certo sentido, a causa ou determinação do signo, mesmo se o signo representar seu objeto falsamente. Mas dizer que ele representa seu objeto implica que afete uma mente, de tal modo que, de certa maneira, determine naquela mente algo que é mediatamente devido ao objeto. Essa determinação da qual a causa imediata é o objeto, pode ser chamada de interpretante. [g.n.] Esses conceitos levam ao entendimento de que existe uma relação de causa e efeito em um processo semiótico, sendo que quando uma mente detém o conhecimento do código ao qual determinado signo está intentando representar, seja o objeto concreto ou abstrato, a interpretação desse objeto na mente em questão impulsiona essa mesma mente à ação no sentido de adequar o meio externo aos entendimentos ou idiossincrasias existentes nos conjuntos de signos conhecidos por essa mente. 2.2 Cultura Organizacional Segundo Schein (44-167), o termo cultura deve ser usado para se designar as crenças e os pressupostos básicos compartilhados pelos membros de uma organização, os quais operam inconscientemente e definem a visão que a organização tem de seu ambiente e de si própria. Nesse sentido o autor afirma que cultura organizacional consiste em um padrão de pressupostos básicos que se mostraram eficazes para resolver os problemas de adaptação externa e integração interna, na razão pela qual vão sendo ensinados aos novos membros, passando assim a fazer parte da cultura da organização. Em suma, as organizações são formadas por indivíduos que carregam manifestações culturais que são compartilhadas coletivamente e acham-se impregnadas nas práticas organizacionais que são constituídas por uma série de representações mentais e por um conjunto complexo de saberes dos indivíduos que a compõem.

4 2.3 Valores Organizacionais Gomes (4) apresenta a seguinte conceituação de valores: são os princípios ou qualidades considerados compensadores pela organização, tais como atendimento ao cliente ou inovações no produto, sinceridade ou poder e autoridade compartilhados entre os colegas [...] Segundo Hofstede (21-103), as práticas organizacionais configuram-se a partir dos valores dos fundadores e/ou de figuras significativas que ocupam os escalões hierarquicamente superiores da organização, mas nem todos os membros compartilham tais valores, na medida que não precisam necessariamente externa-los. No entanto, devem adotar as práticas da organização se quiserem fazer parte dela. Desse modo, os valores dos líderes e fundadores indubitavelmente moldam a cultura, porém é por meio das práticas diárias, transmitidas aos membros mediante mecanismos de socialização, que essa cultura afeta seus membros, razão pela qual as percepções compartilhadas de tais práticas constituem a essência da cultura de uma organização. 2.4 Semiótica x Valores Organizacionais (pontos convergentes) Os pressupostos encontrados no referencial teórico apontam para uma congruência entre os processos semióticos e aqueles processos determinantes da cultura como um todo e da cultura organizacional especificamente. Com base nesse pressuposto, Eco (21) comenta que: a cultura, como um todo, deveria ser estudada como um fenômeno de comunicação baseado em sistemas de significação, apontando uma natural convergência ou transversalidade das teorias que abordam a semiótica e a cultura organizacional. Esse alinhamento também pode ser encontrado entre a semiótica e os valores organizacionais. Neste sentido Eco (21) diz: [...] a cultura, em sua complexidade, pode ser entendida melhor se for abordada de um ponto de vista semiótico. Quer dizer, em suma que os objetos, os comportamentos e os valores funcionam como tais porque obedecem a leis semióticas. [g.n].

5 Esse entendimento se dá por que, os valores são um dos elementos que compõem a cultura organizacional e são observáveis como um aspecto de identificação social entre os elementos de uma organização, ou seja, são representações mentais que se encontram entranhadas nas práticas cotidianas da organização. 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A presente pesquisa tem a característica metodológica de levantamento exploratório (mista). O instrumento de coleta de dados foi adaptado da Escala de Valores Organizacionais validada por Tamayo e Gondim (62-72). Foram adicionados a listagem original mais 5 (cinco) valores que constam da declaração de valores do Exército Brasileiro, que estão explicitados no art. 27 do Estatuto dos Militares: Patriotismo; Civismo; Amor à profissão; Fé na missão da organização e Aprimoramento técnico-profissional, sendo que esta inclusão se constituiu na principal modificação do instrumento de pesquisa original. A confiabilidade do instrumento adaptado foi feita utilizando-se o coeficiente Alfa de Cronbach através da utilização do programa Statistical Package the Social Sciences SPSS, sendo encontrado o coeficiente 0,82 para a primeira parte do instrumento e 0,73 para a segunda seção. Por fim numa terceira parte do questionário os respondentes elencaram as práticas que observavam na organização e que estavam associadas àqueles valores com níveis de conhecimento cujo escore fosse igual ou superior a 3. Essa seção do instrumento de pesquisa teve tratamento diferenciado na coleta e análise dos dados, com a utilização de uma abordagem qualitativa, o que caracterizou a pesquisa como sendo quali-quantitativa ou mista. Na aplicação do instrumento se pretendeu conhecer as associações mentais ligadas aos valores organizacionais, construídas pelas práticas organizacionais e aprendidas através de um processo de socialização organizacional. Essa abordagem semiótica, procurou identificar os três pressupostos básicos do signo na sua categoria símbolo que segundo Santaella (1-41) é tudo aquilo que proporciona uma relação tripla entre o objeto (fato) evidenciado na 3ª parte do instrumento;

6 interpretante (entendimento que alguém abstrai do fato), demonstrado na segunda parte do instrumento e o representâmen (corpo do signo em si), associado a 1ª parte do questionário, construído assim um conjunto de valores que foram identificados por um processo semiótico de entendimento. 3.1 Lócus da pesquisa O lócus da pesquisa se constituiu de unidades das Forças Armadas brasileiras, do Exército, Marinha e Aeronáutica, localizadas em Porto Velho RO, que zelam pela defesa da Pátria, a garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa destes, da lei e da ordem. As Forças Armadas do Brasil são a segunda maior força militar das Américas, sendo a maior da América Latina. 3.2 População e amostra A população da pesquisa se constituiu do efetivo profissional atualmente lotado na cidade de Porto Velho, estes distribuídos em unidades militares da Marinha, Exército e Aeronáutica e integrantes dos círculos hierárquicos dos oficiais e sargentos totalizando 256 (duzentos e cinqüenta e seis) militares de carreira. Os questionários foram aplicados no período de 1 de maio a 25 de junho de 2009, de forma direta e com o auxilio do correio eletrônico obtendo um número de retorno de 118 (cento e dezoito) questionários válidos. 3.3 Análise dos dados A estatística descritiva foi a opção mais apropriada para analisar os dados obtidos na primeira e segunda parte do instrumento de pesquisa e a moda foi utilizada como medida de freqüência. Com esses dados procedeu-se a criação de um ranking de importância e um ranking de conhecimento sobre os valores elencados no instrumento.

7 Ao final dessa fase foi apresentado um rol de valores habilitados a seguir para a fase seguinte do estudo. No entanto optou-se pela construção de uma escala de performance que compatibilizasse os dados da primeira e segunda fase da pesquisa. A ilustração 3.2 traz essa escala e seus conteúdos. ESCALA DO NÍVEL DE IMPORTÂNCIA ESCALA DO NÍVEL DE CONHECIMENTO ESCALA DE PERFORMANCE GRAU DE PERFORMANCE MODA = 7 MODA = 4 4 MÁXIMO MODA = 6 MODA = 3 3 MODA ENTRE (4 e 3) MODA = 2 2 MODERADO ALTO MODERADO BAIXO MODA ENTRE (2 e 1) MODA ENTRE (zero e -1) MODA = 1 1 BAIXO MODA = zero zero INEXISTENTE Ilustração 3.2 Quadro da escala de compatibilização de performance dos níveis de importância e conhecimento Fonte: Chritopher e Thor, 1993 p (adaptado) Uma análise integrada dos dados da primeira e segunda fase da pesquisa foi então realizada e nela eliminou-se aqueles valores que não tiveram nível máximo de performance nas duas fases seguidamente. Assim o novo rol de valores habilitados passou a terceira e última fase da pesquisa Na terceira e última parte do questionário o ranking de nível de conhecimento foi utilizado para se apontar práticas organizacionais observadas pelos respondentes em suas organizações e que estivessem associadas aos valores descritos no ranking de nível de conhecimento. A partir desse ponto procedeu-se a análise dos dados qualitativos, utilizando-se a análise de conteúdo. Nesse momento foram destacadas das respostas dos respondentes 2 (duas) práticas organizacionais associadas para cada um dos valores estudados, para tanto a freqüência relativa foi utilizada como critério de escolha. O produto final desse processo foi um conjunto de valores construídos através de um processo semiótico, e orientadores da vida organizacional das instituições estudadas, segundo as percepções de seus integrantes.

8 4 Resultados 4.1 Ranking do nível de importância A ilustração 4.1 mostra graficamente a configuração do ranking construído de acordo com as percepções dos respondentes sobre o nível de importância dos valores organizacionais. Na observação do ranking construído com os resultados obtidos na primeira fase da pesquisa, verificase que o valor hierarquia se apresenta em primeiro lugar na percepção dos respondentes. Logo em seguida os valores competência e aprimoramento técnico-profissional aparecem rankeados em segundo e terceiro lugar respectivamente. O ranking segue o escalonamento de importância delineado pelas percepções dos respondentes até a posição 42 e seus cinco últimos valores foram: coleguismo, abertura, polidez, democracia e competitividade. 39 ABERTURA 42 COMPETITIVIDADE 41 DEMOCRACIA 40 POLIDEZ 1 HIERARQUIA COMPETÊNCIA 3 APRIMORAMENTO TECNICO PROFISSIONAL 4 DEDICAÇÃO 5 COMPROMETIMENTO 36 INTEGRAÇÃO INTERORGANIZACIONAL 38 COLEGUISMO 37 EFICÁCIA HONESTIDADE 7 ORGANIZAÇÃO 8 RESPEITO 35 SOCIABILIDADE 2 9 POSTURA PROFISIONAL 34 HARMONIA 1 10 COOPERAÇÃO 33 SUPERVISÃO 32 PLANO DE CARREIRA ESPÍRITO DE CORPO 12 PONTUALIDADE 31 FLEXIBILIDADE 13 OBEDIÊNCIA 30 INCENTIVO A PESQUISA 14 FÉ NA MISSÃO DA ORGANIZAÇÃO 29 MODERNIZAÇÃO 15 JUSTIÇA 28 PRODUTIVIDADE 16 PATRIOTISMO 27 BENEFÍCIOS 26 EFICIÊNCIA 17 QUALIDADE 18 PLANEJAMENTO 25 AMIZADE 19 FISCALIZAÇÃO 24 PROBIDADE 20 TRADIÇÃO 23 CIVISMO 21 CRIATIVIDADE 22 RECONHECIMENTO Ilustração Gráfico do ranking do nível de importância dos valores organizacionais Fonte: Dados da pesquisa, 2009.

9 Ao apresentar os valores organizacionais aos respondentes, utilizou-se a grafia dos valores (palavras que representavam os valores) para iniciar em suas mentes um processo mental (semiose) que relacionava essa representação gráfica dos valores aos conceitos individuais entendidos sobre esses termos. Assim fica pontuada a utilização das palavras como símbolos da imagem mental de cada conceito dos valores subjetivamente entendidos por cada respondente, podendo-se afirmar que essas palavras funcionaram como os representâmen s vistos na estrutura sígnica proposta por Peirce (2008). 4.2 Ranking do nível de conhecimento O ranking explicitado na ilustração 4.2, trata do nível de conhecimento a respeito dos valores organizacionais na percepção dos respondentes. 33 INCENTIVO A PESQUISA 34 PROBIDADE 35 HARMONIA 37 PLANO DE CARREIRA 36 FISCALIZAÇÃO 1 HONESTIDADE COMPETÊNCIA 3 AMIZADE 4 HIERARQUIA 5 RESPEITO 6 POSTURA PROFISIONAL 32 CIVISMO 31 INTEGRAÇÃO INTERORGANIZACIONAL 2 7 PONTUALIDADE 8 DEDICAÇÃO 30 FLEXIBILIDADE 1 9 COOPERAÇÃO 29 SOCIABILIDADE 0 10 PATRIOTISMO 28 MODERNIZAÇÃO 11 OBEDIÊNCIA 27 EFICÁCIA 12 FÉ NA MISSÃO DA ORGANIZAÇÃO 26 PRODUTIVIDADE 13 TRADIÇÃO 25 BENEFÍCIOS 14 QUALIDADE 24 ESPÍRITO DE CORPO 15 APRIMORAMENTO TÉCNICO PROFISSIONAL 23 EFICIÊNCIA 16 COMPROMETIMENTO 22 CRIATIVIDADE 21 PLANEJAMENTO 20 SUPERVISÃO 17 JUSTIÇA 18 RECONHECIMENTO 19 ORGANIZAÇÃO Ilustração Gráfico do ranking do nível de conhecimento dos valores organizacionais Fonte: Dados da pesquisa, 2009.

10 O ranking foi construído com os trinta e sete valores que atendiam os critérios de rankeamento (escore mínimo de três no nível de importância), e a honestidade aparece no topo do ranking de conhecimento em primeiro lugar, seguida da competência ; hierarquia ; respeito e postura profissional, respectivamente em segundo, terceiro, quarto e quinto lugar. Essa configuração do ranking permite inferir que a conduta ética é na percepção dos respondentes, o enfoque com o maior nível de conhecimento nas organizações militares brasileiras, seguidos de aspectos de profissionais e hierárquicos, o que de certa forma está alinhado com os níveis de importância encontrados anteriormente. Como observado na ilustração 4.2 o nível de conhecimento decresce de forma gradual até o seu 29 lugar (sociabilidade) quando então ocorre uma inflexão nos escores conotando a ausência de conhecimentos dos valore: Flexibilidade, integração interorganizacional, civismo, incentivo a pesquisa, probidade, harmonia, fiscalização e plano de carreira. Nessa segunda fase fez-se o alinhamento entre o representâmem (denotado pelo nível de importância apontado pelo respondente) e o interpretante (denotado pelo nível de conhecimento) identificado no esquema sígnico de Peirce. Na análise integrada dos dados iniciais optou-se pela construção de uma escala que compatibilizasse as graduações das escalas de nível de importância e conhecimento num mesmo patamar de performance, pois como as escalas gradativas de cada nível (importância e conhecimento) tem pontos de medição compostos por graus numéricos diferentes isso dificulta a definição de parâmetros comparativos na análise integrada. A ilustração 4.4 informa a performance dos 11 (onze) primeiros valores rankeados na segunda fase da pesquisa (nível de conhecimento) em comparação com suas performances na primeira fase do estudo (nível de importância). Da verificação das performances dos valores organizacionais, percebe-se que dois valores não mantiveram o nível máximo na primeira parte da pesquisa, quais sejam: obediência e

11 patriotismo. Este fato motivou suas exclusões da listagem de valores habilitados à fase final do estudo. VALORES FASE I - IMPORTÂNCIA FASE II - CONHECIMENTO RANKING PERFORMANCE RANKING PERFORMANCE HIERARQUIA 1 4 = MÁXIMO 1 4 = MÁXIMO COMPETÊNCIA 2 4 = MÁXIMO 2 4 = MÁXIMO DEDICAÇÃO 5 4 = MÁXIMO 3 4 = MÁXIMO HONESTIDADE 7 4 = MÁXIMO 4 4 = MÁXIMO RESPEITO 9 4 = MÁXIMO 5 4 = MÁXIMO POSTURA PROFISIONAL 10 4 = MÁXIMO 6 4 = MÁXIMO COOPERAÇÃO 11 4 = MÁXIMO 7 4 = MÁXIMO PONTUALIDADE 13 4 = MÁXIMO 8 4 = MÁXIMO OBEDIÊNCIA 14 3 = MODERADO ALTO 9 4 = MÁXIMO FÉ NA MISSÃO DA ORGANIZ = MÁXIMO 10 4 = MÁXIMO PATRIOTISMO 17 3 = MODERADO ALTO 11 4 = MÁXIMO Ilustração Tabela de performance dos valores organizacionais( fases I e II) Fonte: Dados da pesquisa, Ao final da fase inicial encontramos um conjunto de valores que foi utilizado como base categorial para aplicação da terceira e ultima fase da pesquisa. A ilustração 4.5 explicita esses valores. VALORES HABILITADOS A FASE QUALITATIVA HIERARQUIA HONESTIDADE COOPERAÇÃO COMPETÊNCIA RESPEITO PONTUALIDADE DEDICAÇÃO POSTURA PROFISSIONAL FÉ NA MISSÃO Ilustração 4.5 Quadro dos valores habilitados à fase qualitativa Fonte: Dados da pesquisa, 2009.

12 4.3 Resultados da fase final O dados da fase final do estudo se constituíram de um conjunto de textos descritivos das práticas organizacionais que estavam associadas aos 9 (nove) valores encontrados ao final das fases iniciais. Essas práticas surgiram dos entendimentos dos respondentes a respeito desses valores e essas associações foram feitas de forma espontânea e completaram o ciclo semiótico e, por conseguinte, o processo de semiose iniciado nas fases anteriores do estudo, com a identificação do objeto (fenômeno) que constitui o ultimo correlato do esquema semiótico peirceano. Pretendeu-se com isso conhecer o alinhamento signico entre os fenômenos observados (objeto) pelos respondentes e o entendimento (interpretante) das representações (representâmem) desses fenômenos (valores) nas mentes dos integrantes das instituições estudadas. A abordagem qualitativa da análise de conteúdo foi utilizada para o tratamento desses dados. Por conveniência metodológica optou-se apresentar apenas uma prática organizacional relacionada a cada um dos valores, entendo que essa opção atende perfeitamente aos objetivos da pesquisa. O critério utilizado para essa seleção foi a freqüência com que apareceram no conjunto de dados estudados, sendo destacada a de maior freqüência Relacionamento: práticas e valores da organização As práticas organizacionais apresentadas pelos respondentes estão descritas na ilustração 4.6 e organizadas segundo as categorias (valores organizacionais) habilitadas nos critérios da primeira e segunda fase da pesquisa. A ilustração também informa a freqüência que essas idéias apresentaram no conjunto dos dados. Como verificado, no conteúdo das percepções textualizadas pelos respondentes a respeito dos valores organizacionais, em praticamente todas as categorias foram associadas práticas do cotidiano dessas organizações que estivessem associadas a cada um dos valores em observação. Exceção feita ao valor Fé na missão da organização que não foi contemplado com nenhuma prática organizacional associada, segundo a percepção dos respondentes.

13 VALORES HONESTIDADE COMPETÊNCIA HIERARQUIA RESPEITO POSTURA PROFISSIONAL PONTUALIDADE DEDICAÇÃO COOPERAÇÃO FÉ NA MISSÃO DA ORGANIZAÇÃO PRÁTICAS ORGANIZACIONAIS 1 Todos os dias cabo responsável pela guarda dos armamentos faz a conferência dos mesmos para que não haja desvios e roubos 1 para pilotar um avião, um militar tem que demonstrar muito conhecimento e habilidade, e todos as semanas existem vôos de treinamento. 1- Toda vez que um subordinado encontra um superior tem que prestar a continência individual. 1 Em qualquer situação sempre o militar mais antigo tem a preferência na escolha. 1 Todos os dias o oficial de dia exige dos soldados que estão de serviço uma boa apresentação na guarda do quartel 1 Ao iniciar o expediente realiza-se uma reunião para verificar se todos os militares já estão no quartel e atrasos não são tolerados sendo punidos com advertência. 1 O militar tem que estar 24 horas disponível para cumprir qualquer missão 1 O serviço de guarda no quartel, é feito por uma equipe que sempre está cooperando entre si. Não foram relacionadas pelos respondentes, práticas organizacionais associadas a esse valor. Ilustração 4.6 Quadro de categorização dos valores habilitados na fase qualitativa Fonte: Dados da pesquisa, Essa fase da pesquisa teve o propósito de identificar os fenômenos no mundo real a que Peirce chamou de objeto ou seja o fato observado fora da mente (objeto) e que é levado até ela por uma representação desse fato, que no caso foi realizado pelas representações gráficas ou palavras que representavam esses valores no instrumento de pesquisa (representâmem) e que continham um conteúdo entendível na mente dos respondentes ou seja que fosse parte dos seus universos simbólicos (interpretante). Nesse sentido pode-se afirmar que os valores: hierarquia, respeito, postura profissional, pontualidade, dedicação e cooperação, completaram o processo de semiose na mente dos respondentes e que o valor Fé na missão da organização não pode ser caracterizado como signo, pois não se conseguiu identificar um dos correlatos sígnicos descritos por Peirce: o objeto. 2.3 Valores orientadores das Forças Armadas brasileiras A ilustração 4.7 apresenta a listagem final dos valores organizacionais orientadores da vida de organizações militares das Forças Armadas brasileiras após a aplicação da pesquisa.

14 QUANTITATIVA QUALITATIVA VALORES FASE I FASE II FASE III PERFORMANCE PERFORMANCE PRÁTICAS IMPORTÂNCIA CONHECIMENTO ORGANIZACIONAIS HONESTIDADE 4* 4* IDENTIFICADAS COMPETÊNCIA 4* 4* IDENTIFICADAS HIERARQUIA 4* 4* IDENTIFICADAS RESPEITO 4* 4* IDENTIFICADAS POSTURA PROFISIONAL 4* 4* IDENTIFICADAS PONTUALIDADE 4* 4* IDENTIFICADAS DEDICAÇÃO 4* 4* IDENTIFICADAS COOPERAÇÃO 4* 4* IDENTIFICADAS 4* = NÍVEL MÁXIMO DE PERFORMANCE Ilustração 4.7 Tabela de valores orientadores Fonte : Dados da pesquisa 2009 Os 8 (oito) valores organizacionais emergiram de um universo de 42 (quarenta e dois) valores propostos na pesquisa. Esses valores surgiram após serem submetidos a vários filtros estatísticos e lógicos que foram definidos pela metodologia de investigação, além de estarem alinhados com os conceitos de semiótica defendidos por Charles Sanders Peirce, principal teórico contemporâneo dessa ciência. Todos os valores encontrados tiveram nível de performance máximo nas duas primeiras fases da pesquisa e tiveram seus processos de semiose confirmados pela identificação de práticas organizacionais associadas aos seus conteúdos. Encerra-se assim a proposta de identificação semiótica dos valores organizacionais de organizações militares. 5 CONCLUSÕES O conjunto de valores encontrados e hierarquizados, sob um ponto de vista semiótico, elege paradigmas de conduta ética e moral que são formados contínua e paulatinamente. Eles emergem e consolidam-se como características próprias da organização, tornando-a impar entre outras, pois definem um particular modus vivendi dos seus integrantes. Enfatiza-se a existência de uma identidade, que marca as organizações militares brasileiras, pautada na capacitação e no comportamento dos seus membros, em especial dos seus profissionais em transmitir os ensinamentos e de proceder de forma alinhada com seus objetivos institucionais para, pelo exemplo,

15 cooptar seus novos integrantes, formando um ciclo virtuoso que potencializa na instituição o alcance dos mais altos resultados institucionais possíveis. OBRAS CITADAS Brasil. Estatuto dos Militares. Lei de 09 de dezembro de Eco, Umberto. Tratado geral de semiótica. 4ª ed. São Paulo: Perspectiva Hofstede, G. Attitudes, values and organizational culture: disentangling the concepts, Organization Studies. Berlin, v.19, n.3, p , May Peirce, Charles S. The collected papers of Charles Sanders Peirce. 4ª ed. São Paulo. Perspectiva, Schein, E. H. Organization culture and leadership. 2nd ed. São Francisco: Jossey-Bass, Srour, R. H. Poder cultura e ética nas organizações. Rio de Janeiro. Campus, Tamayo, A.; Gondin, M. G. C. Escala de Valores Organizacionais. Revista de Administração Rausp, São Paulo, v.31, n, 2, p , abr

CONCLUSÕES. Conclusões 413

CONCLUSÕES. Conclusões 413 CONCLUSÕES Conclusões 413 Conclusões 414 Conclusões 415 CONCLUSÕES I - Objectivos do trabalho e resultados obtidos O trabalho realizado teve como objecto de estudo a marca corporativa e a investigação

Leia mais

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7. Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.5, 7.5.1, 7.5.2, 7.6, 7.6.1, 7.6.2 Exercícios 7 Competência

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015

Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015 Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015 As 15 Melhores Práticas em Gestão de Pessoas no Pará VIII Edição 1 Pesquisa Prazer em Trabalhar Ano VI Parceria Gestor Consultoria e Caderno Negócios Diário do Pará A

Leia mais

1. AS PESSOAS SÃO IGUAIS NO DESEMPENHO DE TAREFAS?

1. AS PESSOAS SÃO IGUAIS NO DESEMPENHO DE TAREFAS? CARTILHA DO CANDIDATO APRESENTAÇÃO Uma seleção criteriosa e bem fundamentada premia tanto a organização que necessita incluir profissionais em seus quadros, quanto o candidato que anseia por nela ingressar.

Leia mais

Administração Judiciária

Administração Judiciária Administração Judiciária Planejamento e Gestão Estratégica Claudio Oliveira Assessor de Planejamento e Gestão Estratégica Conselho Superior da Justiça do Trabalho Gestão Estratégica Comunicação da Estratégia

Leia mais

Palavras-chave: Transição acadêmico-profissional; formação em Psicologia; mercado de trabalho.

Palavras-chave: Transição acadêmico-profissional; formação em Psicologia; mercado de trabalho. 1 FORMAÇÃO, INSERÇÃO E ATUAÇÃO PROFISSIONAL NA PERSPECTIVA DOS EGRESSOS DE UM CURSO DE PSICOLOGIA. BOBATO, Sueli Terezinha, Mestre em Psicologia pela UFSC, Docente do Curso de Psicologia na Universidade

Leia mais

PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011

PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011 CENTRO DA QUALIDADE, SEGURANÇA E PRODUTIVIDADE PARA O BRASIL E AMÉRICA LATINA PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011 Diretrizes para auditorias de sistemas de gestão da qualidade e/ou ambiental

Leia mais

Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso

Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso Carlos Alberto Rovedder, Gustavo Zanini Kantorski Curso de Sistemas de Informação Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) Campus

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS Manual de Aplicação Questionário de Levantamento Organizacional e de Fatores Humanos Brasília, novembro

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ENSINO REGULAR

ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ENSINO REGULAR ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ENSINO REGULAR Luciana Barros Farias Lima e Claudia Regina Pinheiro Machado Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro UNIRIO lucpeda@gmail.com

Leia mais

Métodos qualitativos:

Métodos qualitativos: Métodos AULA 11 qualitativos: Pesquisa-Ação Quando iniciou-se a pesquisa-ação? Para Susman e Evered (1978), o termo pesquisa-ação foi introduzido por Kurt Lewin em 1946 para denotar uma abordagem pioneira

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

HÉLIO MENDES RODRIGUES AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ORGANIZACIONAL: ESTUDO DE CASO NO 1º GRUPAMENTO DE ENGENHARIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

HÉLIO MENDES RODRIGUES AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ORGANIZACIONAL: ESTUDO DE CASO NO 1º GRUPAMENTO DE ENGENHARIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS COORDENAÇÃO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO SERVIÇO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ADMINISTRAÇÃO HÉLIO MENDES RODRIGUES AVALIAÇÃO

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO BACHETI, Luciane Serrate Pacheco, FERNANDES, Márcia Alessandra de Souza, SILVA, Maria Izabel

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS Universidade Federal do Ceará Faculdade de Economia, Administração, Atuária, Contabilidade e Secretariado Curso de Administração de Empresas GESTÃO POR COMPETÊNCIAS MAURICIO FREITAS DANILO FREITAS Disciplina

Leia mais

Ontologia para Gestão de Competências dos Profissionais em Tecnologia da Informação

Ontologia para Gestão de Competências dos Profissionais em Tecnologia da Informação Ontologia para Gestão de Competências dos Profissionais em Tecnologia da Informação Paulo Roberto Corrêa Leão; Káthia M. Oliveira; Eduardo A. D. Moresi Universidade Católica de Brasília (UCB) SGAN 916

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES CHAVES, Natália Azenha Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: natalya_azenha@hotmail.com

Leia mais

Avaliação como instrumento de gestão de pessoas

Avaliação como instrumento de gestão de pessoas Glaucia Falcone Fonseca No contexto cada vez mais competitivo das organizações, a busca por resultados e qualidade é cada vez maior e a avaliação de pessoas assume o importante papel de instrumento de

Leia mais

3 METODOLOGIA DA PESQUISA

3 METODOLOGIA DA PESQUISA 3 METODOLOGIA DA PESQUISA O objetivo principal deste estudo, conforme mencionado anteriormente, é identificar, por meio da percepção de consultores, os fatores críticos de sucesso para a implementação

Leia mais

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa 3 Metodologia Neste capítulo é descrita a metodologia da presente pesquisa, abordandose o tipo de pesquisa realizada, os critérios para a seleção dos sujeitos, os procedimentos para a coleta, o tratamento

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR. Prof. Bento

ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR. Prof. Bento ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR Prof. Bento QUESTÕES Doc. # 1 Revisão Indique se é Verdadeira ou Falsa a seguinte afirmação UMA TEORIA É UMA EXPLICAÇÃO LÓGICA OU ABSTRACTA DE UM PROBLEMA OU CONJUNTO DE

Leia mais

Gestão de Portfólio Práticas e Competências Necessárias

Gestão de Portfólio Práticas e Competências Necessárias Gestão de Portfólio Práticas e Competências Necessárias Margareth Carneiro, PMP, MSc PMI GovSIG past-chair PMA Diretora Executiva Wander Cleber da Silva, PhD Fundação Funiversa 1 O Guia do PMBoK O Guia

Leia mais

PLANO DE CARGOS, REMUNERAÇÃO E CARREIRA - PCRC

PLANO DE CARGOS, REMUNERAÇÃO E CARREIRA - PCRC PLANO DE CARGOS, REMUNERAÇÃO E CARREIRA - PCRC DEZEMBRO DE 2013 1 Sumário 1 APRESENTAÇÃO... 3 2 CONCEITOS BÁSICOS... 4 3 OBJETIVO DO PCRC... 6 4 REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS PARA FORMULAÇÃO DO PCRC... 7 5

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA NECESSÁRIA RELAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA. Dayane

Leia mais

Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas

Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas (Produto 1) TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DA BAHIA PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE EXTERNO DOS ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS

Leia mais

Plano Anual de Educação Institucional 2013

Plano Anual de Educação Institucional 2013 Plano Anual de Educação Institucional 2013 Sumário Apresentação Metodologia de Construção do Plano Anual de Educação Ações do CEAF Planejadas para 2013 Programa Direito Programa Atuação Ministerial Programa

Leia mais

Pesquisa Clima Organizacional 2009. Relatório Embrapa Gado de Corte

Pesquisa Clima Organizacional 2009. Relatório Embrapa Gado de Corte Pesquisa Clima Organizacional 2009 Relatório Embrapa Gado de Corte 1. Fundamentação Teórica A Pesquisa de Cultura e Clima Organizacional é um instrumento de levantamento de informações, utilizado para

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2.1 IMPORTÂNCIA DA ADMINISTRAÇÃO Um ponto muito importante na administração é a sua fina relação com objetivos, decisões e recursos, como é ilustrado na Figura 2.1. Conforme

Leia mais

1. Escopo ou finalidade da iniciativa

1. Escopo ou finalidade da iniciativa 1. Escopo ou finalidade da iniciativa O Poder Judiciário tem-se conscientizado, cada vez mais, de que se faz necessária uma resposta para a sociedade que exige uma prestação jurisdicional mais célere e

Leia mais

Como transformar a sua empresa numa organização que aprende

Como transformar a sua empresa numa organização que aprende Como transformar a sua empresa numa organização que aprende É muito interessante quando se fala hoje com profissionais de Recursos Humanos sobre organizações que aprendem. Todos querem trabalhar em organizações

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

Ministério da Educação. Primavera 2014. Atualização do Redesenho do Currículo

Ministério da Educação. Primavera 2014. Atualização do Redesenho do Currículo Ministério da Educação Primavera 2014 Atualização do Redesenho do Currículo Em 2010, o Ministério da Educação começou a transformar o sistema educacional de British Columbia, Canadá, Ensino Infantil Médio

Leia mais

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ARQUITETURA E URBANISMO Graduar arquitetos e urbanistas com uma sólida formação humana, técnico-científica e profissional,

Leia mais

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1 Página 1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL As pessoas que supervisionam as atividades das outras e que são responsáveis pelo alcance dos objetivos nessas organizações são os administradores. Eles tomam decisões,

Leia mais

FACULDADE ESTÁCIO DE SANTO ANDRÉ SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

FACULDADE ESTÁCIO DE SANTO ANDRÉ SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: CST em Gestão em Recursos Humanos MISSÃO DO CURSO A missão do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da ESTÁCIO EUROPAN consiste em formar

Leia mais

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo:

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo: 3 METODOLOGIA Apresenta-se a seguir a descrição da metodologia utilizada neste trabalho com o objetivo de expor os caminhos que foram percorridos não só no levantamento dos dados do estudo como também

Leia mais

SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO

SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO MESTRADO SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO Justificativa A equipe do mestrado em Direito do UniCEUB articula-se com a graduação, notadamente, no âmbito dos cursos de

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM EDITAL DE CHAMADA PARA A V MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE ENFERMAGEM Nº 05 /2012

CURSO DE ENFERMAGEM EDITAL DE CHAMADA PARA A V MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE ENFERMAGEM Nº 05 /2012 CURSO DE ENFERMAGEM EDITAL DE CHAMADA PARA A V MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE ENFERMAGEM Nº 05 /2012 A Coordenação do Curso de Enfermagem da Fanor- DeVry Brasil, no uso de suas atribuições,

Leia mais

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler AULA 5 - PERSPECTIVA DE APRENDIZADO E CRESCIMENTO Abertura da Aula Uma empresa é formada

Leia mais

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 RECURSOS HUMANOS EM UMA ORGANIZAÇÃO HOSPITALAR COM PERSPECTIVA DE DESENVOLVIVENTO DO CLIMA ORGANIZACONAL: O CASO DO HOSPITAL WILSON ROSADO EM MOSSORÓ RN

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA RELATÓRIO SINTÉTICO - CLIMA ORGANIZACIONAL 2014

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA RELATÓRIO SINTÉTICO - CLIMA ORGANIZACIONAL 2014 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA RELATÓRIO SINTÉTICO - CLIMA ORGANIZACIONAL 2014 Natal, outubro de 2014 DESEMBARGADOR PRESIDENTE ADERSON SILVINO JUÍZES RESPONSÁVEIS

Leia mais

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking.

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking. Os programas de Pós-Graduação oferecidos pela Faculdade de Tecnologia do Istituto Europeo di Design estão em conformidade legal e atendem as Resoluções CNE/CES nº 1, de 3 de abril de 2001 e nº 1, de 8

Leia mais

3.2 Descrição e aplicação do instrumento de avaliação

3.2 Descrição e aplicação do instrumento de avaliação Após uma revisão literária dos vários autores que se debruçaram sobre a temática do nosso estudo, passamos a apresentar os procedimentos metodológicos adoptados no presente estudo. Neste capítulo apresentamos

Leia mais

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DO SERVIÇO FEDERAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS (SERPRO) - PCS A Política de Comunicação do Serviço

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 Aprova a NBC T 11.8 Supervisão e Controle de Qualidade. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Considerando que as Normas

Leia mais

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte 4 Metodologia [...] a metodologia inclui as concepções teóricas de abordagem, o conjunto de técnicas que possibilitam a apreensão da realidade e também o potencial criativo do pesquisador. (Minayo, 1993,

Leia mais

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo:

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo: Perguntas e respostas sobre gestão por processos 1. Gestão por processos, por que usar? Num mundo globalizado com mercado extremamente competitivo, onde o cliente se encontra cada vez mais exigente e conhecedor

Leia mais

ANEC PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO UMA ABORDAGEM. Reflexões voltadas para a Gestão

ANEC PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO UMA ABORDAGEM. Reflexões voltadas para a Gestão ANEC PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO UMA ABORDAGEM Reflexões voltadas para a Gestão MUDANÇAS EDUCAÇÃO NO BRASIL 1996 Lei 9.934 LDB 1772 Reforma Pombalina 1549 Ensino Educação público no dos Brasil Jesuítas Lei

Leia mais

A atuação do TecSaúde e da Fundação do Desenvolvimento Administrativo para a formação em EAD de trabalhadores do SUS

A atuação do TecSaúde e da Fundação do Desenvolvimento Administrativo para a formação em EAD de trabalhadores do SUS A atuação do TecSaúde e da Fundação do Desenvolvimento Administrativo para a formação em EAD de trabalhadores do SUS São Paulo SP Maio 2012 Setor Educacional Educação Corporativa Classificação das Áreas

Leia mais

PESSOAS ORGANIZACIONAL

PESSOAS ORGANIZACIONAL #7 #8 CULTURA GESTÃO DE PESSOAS ORGANIZACIONAL ÍNDICE 1. Apresentação 2. Definição de cultura 3. A cultura organizacional 4. Níveis da cultura organizacional 5. Elementos da cultura organizacional 6. Dicas

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA Código PC.00.001. PRESIDÊNCIA Revisão 00

POLÍTICA CORPORATIVA Código PC.00.001. PRESIDÊNCIA Revisão 00 Páginas 1/8 1. OBJETIVO O Código de Ética é um conjunto de diretrizes e regras de atuação, que define como os empregados e contratados da AQCES devem agir em diferentes situações no que diz respeito à

Leia mais

Gestão por Valores. com foco em Liderança. Carlos Legal

Gestão por Valores. com foco em Liderança. Carlos Legal Gestão por Valores com foco em Liderança Carlos Legal Quem somos Resultados melhores podem ser alcançados de forma sustentável. Pessoas melhores, geram lideranças e organizações melhores Nosso propósito

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL - "QDO" 5. ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE QDO

QUESTIONÁRIO DE DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL - QDO 5. ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE QDO QUESTIONÁRIO DE DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL - "QDO" 1. FOLHA DE RESULTADOS DO QDO 2. PERFIL E INTERPRETAÇÃO DO D.O. 3. FUNDAMENTAÇÃO 4. INTERPRETAÇÃO DO DIAGNÓSTICO 5. ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE QDO 6.

Leia mais

ÍNDICE 3. ABORDAGEM CONCEITUAL DO MODELO DE GESTÃO DO DESEMPENHO

ÍNDICE 3. ABORDAGEM CONCEITUAL DO MODELO DE GESTÃO DO DESEMPENHO ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. GLOSSÁRIO DE TERMINOLOGIAS ADOTADAS 3. ABORDAGEM CONCEITUAL DO MODELO DE GESTÃO DO DESEMPENHO 4. OBJETIVOS DA GESTÃO DO DESEMPENHO 5. BENEFÍCIOS ESPERADOS DO MODELO 6. DIRETRIZES

Leia mais

www.odmconsulting.com.br www.odmconsulting.com

www.odmconsulting.com.br www.odmconsulting.com www.odmconsulting.com.br www.odmconsulting.com Quem somos 3 Remuneração e Desempenho 4 Desenvolvimento de Pessoas 5 Engajamento Funcional 6 Desenvolvimento Organizacional 7 Desenvolvimento do RH 8 Treinamento

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO TREINAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO

A IMPORTÂNCIA DO TREINAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO A IMPORTÂNCIA DO TREINAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO 2009 Renata Araújo Volpe Estudante do curso de Engenharia de Produção (Brasil) Docente orientadora Carla Bittencourt Lorusso Email: revolpe@pop.com.br

Leia mais

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG Curso de Graduação Administração Modalidade a Distância Dados do Curso Contato Ver QSL e Ementas Universidade Federal do Rio Grande / FURG 1) DADOS DO CURSO: COORDENAÇÃO: Profª MSc. Suzana Malta ENDEREÇO:

Leia mais

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA Sumaya Mattar Moraes Mestranda na Área de Linguagem e Educação da FEUSP Esta pesquisa coloca em pauta

Leia mais

GABARITO OFICIAL(preliminar)

GABARITO OFICIAL(preliminar) QUESTÃO RESPOSTA COMENTÁRIO E(OU) REMISSÃO LEGAL 051 A 052 A 053 A RECURSO Recrutar faz parte do processo de AGREGAR OU SUPRIR PESSOAS e é o ato de atrair candidatos para uma vaga (provisão). Treinar faz

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

5 Conclusão e Considerações Finais

5 Conclusão e Considerações Finais 5 Conclusão e Considerações Finais Neste capítulo são apresentadas a conclusão e as considerações finais do estudo, bem como, um breve resumo do que foi apresentado e discutido nos capítulos anteriores,

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE GEduc 2012 - Novos Rumos para a Gestão Educacional Pág 1 Temas Pressupostos teórico-metodológicos As necessidades

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA DE GESTÃO E RECURSOS HUMANOS - SEGER MANUAL DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO INDIVIDUAL

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA DE GESTÃO E RECURSOS HUMANOS - SEGER MANUAL DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO INDIVIDUAL GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA DE GESTÃO E RECURSOS HUMANOS - SEGER MANUAL DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO INDIVIDUAL 2013 PARTE I 1. OBJETIVOS DO MANUAL Este manual tem como propósito orientar

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MACHADO DE ASSIS FACULDADES INTEGRADAS MACHADO DE ASSIS Curso de Ciências Contábeis

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MACHADO DE ASSIS FACULDADES INTEGRADAS MACHADO DE ASSIS Curso de Ciências Contábeis FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MACHADO DE ASSIS FACULDADES INTEGRADAS MACHADO DE ASSIS Curso de Ciências Contábeis A ÉTICA PROFISSIONAL EXERCIDA PELOS CONTADORES RESENHA LARISSA DE C. PAVÉGLIO RAQUEL F. SCHAEFER

Leia mais

Curso Empreendedorismo Corporativo

Curso Empreendedorismo Corporativo Curso Empreendedorismo Corporativo Todos os fatores relevantes atuais mostram que a estamos em um ambiente cada vez mais competitivo, assim as pessoas e principalmente as organizações devem descobrir maneiras

Leia mais

Palavras-chave: Fisioterapia; Educação Superior; Tecnologias de Informação e Comunicação; Práticas pedagógicas.

Palavras-chave: Fisioterapia; Educação Superior; Tecnologias de Informação e Comunicação; Práticas pedagógicas. A INTERAÇÃO DOS PROFESSORES DO CURSO DE FISIOTERAPIA COM AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO PEDAGÓGICO Heloisa Galdino Gumueiro Ribeiro 1, Prof. Dirce Aparecida Foletto De Moraes 2

Leia mais

3 Metodologia. 3.1. Tipo de pesquisa

3 Metodologia. 3.1. Tipo de pesquisa 3 Metodologia Neste capítulo apresenta-se a pesquisa realizada, abrangendo o tipo de pesquisa, os critérios para a seleção de sujeitos, o processo de coleta de dados e o tratamento de dados. 3.1. Tipo

Leia mais

Introdução à Semiótica

Introdução à Semiótica Introdução à Semiótica Prof. Ecivaldo Matos Dept. de Ciência da Computação Colégio Pedro II Pesquisador LEAH - UERJ Março/2008 Síntese dos principais tópicos O que a Semiótica estuda Signos, significação

Leia mais

O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO

O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO III Congresso Consad de Gestão Pública O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DA SEPLAG Norma Maria Cavalcanti Alcoforado Painel 02/007 Avaliação de desempenho e remuneração variável O NOVO MODELO DE

Leia mais

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa.

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa. A Liderança Faz a Diferença Guia de Gerenciamento de Riscos Fatais Introdução 2 A prevenção de doenças e acidentes ocupacionais ocorre em duas esferas de controle distintas, mas concomitantes: uma que

Leia mais

1 Introdução 1.1 Contextualização do Problema

1 Introdução 1.1 Contextualização do Problema 1 Introdução 1.1 Contextualização do Problema O papel do líder é muito relevante numa pequena empresa familiar. Isso se dá devido a vários fatores, dentre outros, deve-se enfatizar a dificuldade de criação

Leia mais

FUNÇÕES MOTORAS (Produtos e Serviços)

FUNÇÕES MOTORAS (Produtos e Serviços) FUNÇÕES MOTORAS (Produtos e Serviços) 1. MÉTODO MENTOR - Modelagem Estratégica Totalmente Orientada para Resultados Figura 1: Método MENTOR da Intellectum. Fonte: autor, 2007 O método MENTOR (vide o texto

Leia mais

Categoria Temática- Sequenciamento Proposto Modelo de Comércio Exterior- Padronização das Ações Preparação

Categoria Temática- Sequenciamento Proposto Modelo de Comércio Exterior- Padronização das Ações Preparação 1 1. Apresentação A ideia de investigar o processo de internacionalização de micro, pequenas e médias empresas, em Pernambuco, surgiu de observações iniciais realizadas pelo pesquisador enquanto profissional

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 33-CEPE/UNICENTRO, DE 6 DE JUNHO DE 2011. Aprova o Curso de Especialização em Administração de Marketing com Ênfase em Negócios Comerciais, modalidade regular, a ser ministrado no Campus Santa

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO SOCIAL

O PAPEL DO PSICÓLOGO SOCIAL Página 1 de 5 O PAPEL DO PSICÓLOGO SOCIAL Leandro Nunes 1 Primeiramente, gostaria de me posicionar e anunciar de que campo da ciência psicológica vou estruturar meu argumento. No entanto afirmo que me

Leia mais

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT Myrian Lucia Ruiz Castilho André Luiz Castilho ** A educação é um direito

Leia mais

UNIP Universidade Paulista Estudos Políticos e Sociais

UNIP Universidade Paulista Estudos Políticos e Sociais SOCIEDADE E EDUCAÇÃO INTRODUÇÃO Citelli (2004) apresenta um ponto de vista acerca do momento vivido pela escola e, conseqüentemente, pela educação, bastante elucidativo: A escola está sendo pensada, assim,

Leia mais

AGNÈS VAN ZANTEN PESQUISADORA DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA CIENTÍFICA CNRS. PARIS/FRANÇA

AGNÈS VAN ZANTEN PESQUISADORA DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA CIENTÍFICA CNRS. PARIS/FRANÇA AGNÈS VAN ZANTEN PESQUISADORA DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA CIENTÍFICA CNRS. PARIS/FRANÇA COMPRENDER Y HACERSE COMPRENDER: COMO REFORZAR LA LEGITIMIDADE INTERNA Y EXTERNA DE LOS ESTUDIOS CUALITATIVOS

Leia mais

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing Plano de Marketing Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing 1 Plano de Marketing É o resultado de um processo de planejamento. Define o quevai ser vendido, por quanto,

Leia mais

Práticas de Apoio à Gestão

Práticas de Apoio à Gestão Práticas de Apoio à Gestão Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Organizações de Aprendizagem Learning Organization Conceitos Organizações de Aprendizagem

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS Amplitude de Controle Conceito Também denominada amplitude administrativa ou ainda amplitude de supervisão, refere-se ao número de subordinados que um

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012.

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012. RESOLUÇÃO CONSEACC/SP 04/2012 ALTERA O REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA, DO CAMPUS SÃO PAULO DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. A Presidente do Conselho Acadêmico de Campus

Leia mais

Roteiro para Análise de Projetos de Pesquisas Científicas Quantitativas

Roteiro para Análise de Projetos de Pesquisas Científicas Quantitativas Roteiro para Análise de Projetos de Pesquisas Científicas Quantitativas Comitê de Ética em Pesquisa Universidade de Caxias do Sul Sumário da Reunião de Educação Continuada sobre Ética em Pesquisa realizada

Leia mais

Código de Ética e Conduta Profissional da MRC Consultoria e Sistema de Informática Ltda. - ME

Código de Ética e Conduta Profissional da MRC Consultoria e Sistema de Informática Ltda. - ME 1 - Considerações Éticas Fundamentais Como um colaborador da. - ME eu devo: 1.1- Contribuir para a sociedade e bem-estar do ser humano. O maior valor da computação é o seu potencial de melhorar o bem-estar

Leia mais

MUDANÇA CULTURAL NAS ORGANIZAÇÕES

MUDANÇA CULTURAL NAS ORGANIZAÇÕES 1 MUDANÇA CULTURAL NAS ORGANIZAÇÕES Wainy Indaiá Exaltação Jesuíno 1 Marco Antônio 2 Resumo O objetivo deste trabalho é demonstrar a importância da análise do clima organizacional para mudança da cultura

Leia mais

RESOLUÇÃO N 003/2010

RESOLUÇÃO N 003/2010 RESOLUÇÃO N 003/2010 Institui regulamento para o cumprimento das atividades de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Pedagogia da FCH/ FUMEC. O PRESIDENTE DO COLEGIADO DE CURSOS NO USO DE SUAS

Leia mais

A importância do RH estratégico para as empresas familiares. Sheila Madrid Saad

A importância do RH estratégico para as empresas familiares. Sheila Madrid Saad A importância do RH estratégico para as empresas familiares Sheila Madrid Saad Anos 30... Pagadoria Registros e controles Enfoque jurídico FOCO NA MANUTENÇÃO DA LEGALIDADE Anos 50... Pagadoria Registros

Leia mais

O PROFESSOR ITINERANTE E A INCLUSÃO EDUACIONAL : a prática pedagógica no estado de Pernambuco.

O PROFESSOR ITINERANTE E A INCLUSÃO EDUACIONAL : a prática pedagógica no estado de Pernambuco. O PROFESSOR ITINERANTE E A INCLUSÃO EDUACIONAL : a prática pedagógica no estado de Pernambuco. Autora: Maria José de Souza Marcelino. Orientador: Professor Dr. Washington Luiz Martins (UFPE). Instituto

Leia mais

Educação Corporativa. Liderança Estratégia Gestão. KM Partners Educação Corporativa

Educação Corporativa. Liderança Estratégia Gestão. KM Partners Educação Corporativa Educação Corporativa Liderança Estratégia Gestão O que é Educação corporativa? Educação corporativa pode ser definida como uma prática coordenada de gestão de pessoas e de gestão do conhecimento tendo

Leia mais

Gestão por Competências

Gestão por Competências Gestão por Competências Unimed Apucarana Gestão por Competências Unimed Apucarana Unimed Apucarana em números 158 médicos cooperados 16 aspirantes a cooperado 17.676 clientes 63 colaboradores 79 recursos

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais