A Colônia Juliano Moreira na década de 1940: política assistencial, exclusão e vida social

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A Colônia Juliano Moreira na década de 1940: política assistencial, exclusão e vida social"

Transcrição

1 A Colônia Juliano Moreira na década de 1940: política assistencial, exclusão e vida social Ana Teresa A. Venancio Doutora em antropologia social pelo Museu Nacional (UFRJ), pesquisadora do Departamento de Pesquisa da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), professora e coordenadora adjunta do Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde da COC/Fiocruz. Este trabalho analisa a história da Colônia Juliano Moreira (CJM), no contexto da política assistencial à doença mental empreendida no Brasil na década de 1940 e início dos anos 50. Utilizando como fontes registros médicos, documentos do Ministério da Educação e Saúde, legislação e artigos e notícias em periódicos, considera como marco temporal inicial a criação do Serviço Nacional de Doenças Mentais (SNDM) em 1941 ao qual a CJM esteve subordinada. Busca demonstrar como, nesse período, a assistência psiquiátrica no Brasil esteve articulada a uma política de saúde, voltada para o planejamento e implantação de diretrizes modernizadoras de organização do próprio Estado, incrementando-se o modelo de isolamento dos doentes mentais, ao mesmo tempo em que produziu uma vida social na instituição em questão. Do ponto de vista historiográfico investiga um período raramente estudado da história da psiquiatria no Brasil, tendo em vista que as pesquisas sobre esse tema têm se detido, majoritariamente, no período entre a criação do primeiro hospício brasileiro (1852) até meados dos anos 1930 (Amarante, 1982; Carrara, 1998; Cunha, 1986; Engel, 2001; Oda, 2001; Portocarrero, 2002). Do ponto de vista analítico este trabalho discute resultados de pesquisa que ampliam as conclusões de estudos fundamentados tanto na perspectiva de Michel Foucault (1978; 1979) sobre a exclusão social da loucura nos asilos e manicômios levada efeito pelo poder médico; quanto na perspectiva de Erving Goffman (1968) sobre a despersonalização e perda dos vínculos sociais a que são 1

2 submetidos os internos nesse tipo de instituição total. Nosso argumento é o de que, no caso da história da Colônia Juliano Moreira na década de 1940 e início dos anos 50, essa prática de internamento e isolamento dos pacientes, caminhou pari passu a dois outros processos. Partindo da constatação de que os resultados da assistência psiquiátrica nesse período acabaram por gerar um processo social de exclusão de indivíduos e de grupos amplos de pessoas, queremos destacar que essa política assistencial foi também produtora do próprio Estado brasileiro e de instituições cujas histórias são marcadas pelas relações sociais que lá se formaram. Observar essas produções nos remete a consideração de outros processos que estiveram articulados à conformação dessa realidade de exclusão social. O primeiro processo foi o de construção de uma identidade nacional pautada pelo fortalecimento de um Estado modernizador, ancorado em um planejamento para a União, no qual se investiu em ações de saúde pública e, neste contexto, nas relativas à assistência psiquiátrica. O outro processo foi o de busca de ações terapêuticas que pudessem operar um lidar com a loucura a partir de diferentes modos, e, nesta direção, sendo dispensada grande atenção para com a vida cotidiana dos funcionários que moravam na Colônia Juliano Moreira e ali criavam suas famílias. A assistência psiquiátrica no contexto das políticas públicas de saúde A organização de uma política assistencial psiquiátrica nos anos 40 no sentido do planejamento e implantação de novas diretrizes para o problema da assistência aos doentes mentais esteve articulada à constituição de um Estado, ao mesmo tempo modernizador e centralizador. Já em 1937 o Departamento Nacional de Saúde do então Ministério da Educação e Saúde substitui o Departamento Nacional de Saúde Pública, buscando melhorar a fiscalização e a execução das políticas de saúde pública. Por 2

3 contraste à área da educação, e sob a rubrica mais geral da saúde, todos os órgãos passam a integrar o Departamento Nacional de Saúde (DNS), incluindo-se aqueles relativos à assistência a psicopatas. O DNS seria então composto de quatro divisões: Divisão de Saúde Pública, Divisão de Assistência Hospitalar, Divisão de Amparo à Maternidade e à Infância e a Divisão de Assistência a Psicopatas. Esta última produziria, a partir daquele mesmo ano, um inquérito de âmbito nacional, que tinha por finalidade obter um diagnóstico da assistência psiquiátrica no país. Sua principal função era encarregar-se: "dos serviços relativos à assistência a psicopatas e à profilaxia mental, de caráter nacional, bem como dos que, de caráter local, sejam executados pela União, competir-lhe-á ainda promover a cooperação da União nos serviços locais, por meio de auxílio e da subvenção federais fiscalizando o emprego dos recursos concedidos" (Artigo 17 da Lei n 378 de 13 de janeiro de 1937). O que se observa nesse período, no campo da saúde, é um processo tanto de centralização política quanto de descentralização no que se refere à implantação efetiva dessas políticas, buscando uma interação entre as esferas federal, estadual e municipal de governo. Essas novas ações seguiam as diretrizes de políticas de saúde pública que vinham sendo discutidas internacionalmente em eventos e congressos patrocinados principalmente pelos Estados Unidos. Entre 1930 e 1945 a Organização Pan-americana de Saúde havia promovido várias reuniões preconizando o modelo de centralização normativa e descentralização executiva (Fonseca et. al., 2005: 45), criando distritos sanitários que compreendiam grupos de municípios. Através destes distritos é que seria feito o controle das ações de saúde. A intenção era de instituir a fiscalização dos municípios sob responsabilidade dos estados, garantindo hierarquicamente o controle 3

4 federal sobre todas as instâncias, sem, entretanto, deixar de dialogar com os poderes locais que detinham, dessa forma, alguma relevância no jogo do poder. João de Barros Barreto, primeiro diretor do Departamento Nacional de Saúde (DNS), que se manteve no cargo até 1956, observava as dificuldades em controlar devidamente as ações de saúde, passando a regulamentar as atividades relativas a essa área por meio de uma intensificação do caráter centralizador do órgão. Em 1941 a reforma do DNS promovida por Barros Barreto foi institucionalizada, através do decreto-lei n de 2 de abril, segmentando as ações de saúde segundo doenças determinadas. A partir de então o DNS passaria a ser composto dos seguintes órgãos específicos: Serviço Nacional de Lepra, Serviço Nacional de Malária, Serviço Nacional de Peste, Serviço Nacional de Tuberculose, Serviço Nacional de Febre Amarela e o Serviço Nacional de Doenças Mentais (SNDM), o qual reunia a Divisão de Assistência a Psicopatas (DAP) e o Serviço de Assistência a Psicopatas (SAP). O DNS ampliava sua ação na área psiquiátrica, até então nitidamente mais centrada na atuação no Distrito Federal. A tarefa de formulação de uma política assistencial psiquiátrica de âmbito nacional saía fortalecida. O inquérito relativo a assistência psiquiátrica iniciado em 1937 daria origem, neste contexto, à formulação do Plano Hospitalar Psiquiátrico 1. O referido Plano, intitulado como um conjunto de sugestões para a ação supletiva da União na área psiquiátrica, mencionava a diversidade da assistência prestada nos diferentes estados brasileiros distinguindo entre: os estados que não prestavam assistência a seus doentes (Sergipe, Goiás e território do Acre); os que ofereciam uma assistência rudimentar, sem tratamento diferenciado e especializado (Mato Grosso, Espírito Santo e Piauí); os que 1. Departamento Nacional de Saúde. Plano Psiquiátrico para a União Sugestões para a Ação Supletiva da União s/d. Centro de Pesquisa e Documentação Histórica Contemporânea da Fundacão Getúlio Vargas (CPDOC/FGV), Río de Janeiro; Arquivo Gustavo Capanema, série Ministério da Educação e Saúde Saúde e Serviço Social, GCh II-14. Este documento em papel timbrado do DNS ao Ministro da Educação e Saúde, sem data, foi produzido após 1938 (pois cita legislação deste ano) e antes de 1941 dadas as referências aos órgãos DAP e SAP, extintos em

5 prestavam alguma orientação especial, ainda que a assistência fosse considerada bastante deficiente (Amazonas, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas e Santa Catarina); os que ofereciam assistência especializada, mas ainda reduzida (Paraíba, Pará, Bahia e Rio de Janeiro); os que assistiam seus doentes com base nos métodos psiquiátricos considerados mais modernos e preocupados com a prevenção (Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco, São Paulo e Minas Gerais) (Departamento Nacional de Saúde, s/d : 13). Como diretrizes, o Plano propunha a organização de uma assistência psiquiátrica nacional, buscando também a reordenação dos serviços existentes no Distrito Federal e o constrangimento do afluxo de pacientes de outros estados para a região sudeste do Brasil, em particular o próprio Distrito Federal o qual, por muito tempo, acolheu os então chamados doentes mentais de diferentes regiões do país. Tendo como principal personagem seu primeiro diretor, o médico psiquiatra Adauto Botelho, o SNDM passaria assim a gerenciar a expansão da assistência psiquiátrica em todo o território nacional. Ao mesmo tempo em que o decreto de 03 de janeiro de 1946 autorizava o SNDM a realizar acordos com os Estados a fim de expandir a assistência prestada, a gestão de Adauto Botelho ( ) no SNDM, instituía como modelo institucional o hospital-colônia, implantado em diferentes estados brasileiros. Dentre os 20 estados mencionados no Plano Hospitalar Psiquiátrico, 14 deles são citados como contemplados com a construção ou ampliação de hospitalcolônia ou colônia. Para os seis outros estados (Amazonas, Pará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Bahia e Paraná) observa-se a construção de hospitais ou de pavilhões no interior destes (cf. Ministério, 1955). As propostas empreendidas pelo Plano Hospitalar Psiquiátrico, portanto, privilegiaram como estrutura hospitalar o tipo padrão colônia, modelo institucional 5

6 defendido desde os anos de 1910 no Brasil, como veremos. Já nesses anos 40 e 50 do século XX o modelo colônia expandia-se nos moldes de um complexo hospital ocupando área física considerável, afastado dos núcleos mais urbanizados e formado por pavilhões e outras estruturas físicas assistenciais. É neste contexto que se verifica, a partir da década de 1940 a ampliação da estrutura físico-assistencial da Colônia Juliano Moreira, a qual acarretou também a consolidação de uma vida social no interior dessa instituição. A Colônia Juliano Moreira: exclusão e vida social Instalada na área de um dos mais antigos engenhos de cana de açúcar da região, a Colônia situada em Jacarepaguá foi inaugurada em 1924, mas desde 1912, através do decreto nº 9.748, de 31 de agosto, o governo brasileiro desapropriara o engenho, seguindo as recomendações do Dr. João Augusto Rodrigues Caldas, de se buscar novo espaço para as atividades de duas antigas colônias de alienados Colônia Conde de Mesquita e Colônia S. Bento já consideradas em condições inadequadas. Em 1918 o governo brasileiro libera as terras do antigo engenho e, no ano seguinte, começava a construção da então Colônia de Psicopatas-Homens, renomeada Colônia Juliano Moreira em 1935 (cf. Almeida, 1967). Em sua fundação, essa instituição fundamentava-se em dois alicerces: a praxiterapia e a assistência hetero-familiar. Este último inspirava-se na experiência da aldeia de Geel, na Bélgica, que desde o século XVII recebia romarias de alienados. Esta afluência de doentes para a pequena aldeia levou a que muitos camponeses, mediante pagamento, recebessem em suas casas os alienados e seus parentes, na época das festas religiosas, ou passassem a cuidar dos doentes ali deixados pelas famílias até o ano seguinte (Amarante, 1982: 52). No Brasil esse modelo da assistência hetero-familiar 6

7 tomaria forma na colônia de Jacarepaguá, planejando-se o contato sistemático dos doentes com pessoas normais e sadias, através da construção de casinhas higiênicas (Moreira, 1910:19) para seus funcionários, os quais serviriam ao convívio doméstico com os pacientes, ajudando na sua inserção numa vida social mínima. Mas foi na década de 1940 que a Colônia Juliano Moreira recebeu o maior número de pacientes. A quantificação das fichas de observações indica o internamento de homens durante essa década, comparados aos 122 pacientes masculinos internados na década de 1920 e aos pacientes homens na década de Já na segunda metade da década de 1930 a CJM passa a receber pacientes mulheres, havendo também nos anos 40 um maior afluxo de pacientes do sexo feminino do que na década anterior ou posterior. Os pacientes advinham em grande parte do Hospital Nacional Psiquiátrico, herdeiro do antigo hospício e que, a essa época transferia seus pacientes, remanescentes na Praia Vermelha, para a Colônia Juliano Moreira e para o Centro Psiquiátrico Nacional no Engenho de Dentro. Nesse projeto para abrigar os muitos doentes enviados para a Colônia Juliano Moreira, a Seção de Obras do SNDM ficou encarregada da construção de novos pavilhões, inaugurados com a presença de várias autoridades. Observa-se ao longo da década de 1940 e início dos anos 50 a solicitação de construção de diversas unidades, muitas delas realizadas: o Bloco Médico-Cirúrgico Álvaro Ramos, Pavilhão de Tisiologia para Tuberculosos, Clínica Psico-cirúrgica Egaz Muniz, dois pavilhões para adolescentes de ambos os sexos, dois pavilhões de admissões e reformatório para alcoolistas, residências para o tratamento hetero-familiar e para o diretor, pavilhão da administração, forno de incineração, novo necrotério, Núcleo Teixeira Brandão (para mulheres), centro desportivo, entre outras. 7

8 Em a Colônia abrigava cerca de enfermos de ambos os sexos e tinha como principais unidades hospitalares 4 clínicas psiquiátricas, (2 nos núcleos masculinos Ulysses Viana e Rodrigues Caldas e 2 nos núcleos femininos Teixeira Brandão e Franco da Rocha ), Bloco Médico Cirúrgico (de clínicas especializadas), 2 Pavilhões de Tisiologia (feminino e masculino), a Pupileira e o Ambulatório de Higiene Mental, situado fora da área física da Colônia, com endereço na então Avenida Taquara. O Ambulatório de Higiene Mental da CJM tinha como objetivo o diagnóstico do paciente agudo e encarregava-se da triagem dos pacientes que entravam na Colônia. Localizado fora dos terrenos da instituição, o ambulatório produzia uma maior proximidade da assistência psiquiátrica com os moradores das áreas vizinhas, como indica a produção de informe publicitário para a população. No que se refere aos recursos terapêuticos utilizados ao longo da década de 1940, a Colônia mantinha a assistência hetero-familiar e a praxiterapia, passando a empregar a convulsoterapia (elétrica e química), o choque insulínico, o eletro-narcose e a psicocirurgia. As principais atividades relativas à praxiterapia eram: lavoura de cereais e hortaliças, pecuária e pequenas indústrias, destacando-se entre estas as de artefatos de vime e de colchões, com cerca de 1600 doentes, classificados em trabalho (Algo sobre a Colônia, 1951). Paralelamente a estas, entretanto, a Colônia começou a desenvolver atividades voltadas para o cinema, os esportes (futebol, basquete, voleibol, peteca, etc.), a rádio (rede de auto-falantes em toda a Colônia) e as artes aplicadas, inclusive a pintura, com a exposição em 1950 de trabalhos de pacientes resultantes dessa atividade. Segundo o próprio diretor da Colônia à época, Heitor Péres, destacavam-se: 2. As informações a seguir foram coletadas de Informe Publicitário de março de 1951, intitulado Algo sobre a Colônia Juliano Moreira. Documento avulso encontrado dentro do exemplar de Boletim da Colônia Juliano Moreira, Vol. V, Nº I, (Biblioteca Nacional, Seção de Periódicos.) 8

9 os esportes, os exercícios coletivos, as recreações modernas como o rádio e o cinema, a música desenvolvida que se faz dentro da terapêutica ocupacional, a musicoterapia ou meloterapia, o teatro; são ainda de grandes possibilidades humanizadoras, a leitura, bem dirigida e bem dosada, a biblioterapia, etc. (Péres, 1949: 6) Já em 1951 o Boletim da Colônia Juliano Moreira noticiava a Instalação Definitiva do Sistema de Amplificação Sonora e Autofalantes da CJM, afirmando que a rádio serviria como meio de fixação de tempo e espaço dos pacientes, não os deixando desambientados de seu tempo. Inicialmente previsto para funcionar apenas em um pavilhão, o serviço de rádio se estendia por toda a área da instituição, sendo considerado como benéfico tanto para os pacientes quanto para os servidores e suas famílias. Além da população hospitalar, desde a fundação da Colônia estabeleceu-se em sua área física considerável número de funcionários, cujas famílias serviam à normalização do convívio dos doentes. A partir dos anos 40 esse ambiente se desenvolveu em direção a vida de uma verdadeira cidade, com investimentos em vários equipamentos coletivos e sociais. A própria instituição tinha um papel central neste desenvolvimento. A construção de novas casas para o tratamento hetero-familiar, de melhoria das estradas internas da Colônia e do transporte para seu acesso, que aparecem no relatório do Serviço Nacional de Doenças Mentais de 1941 e 1945, refletem os anseios para a comunidade que ali crescia. Soma-se a isso a criação, pela instituição, de órgãos auxiliares destinados à assistência à sua população normal : Escola Primária Municipal, a Cooperativa de Consumo, o Posto de Puericultura Maria Solange Pinto, o Curso de Educação de Adultos e o Clube Atlético da CJM. Desde 1946 a CJM criara também A Pequena Ação Social, entidade de utilidade pública, subvencionada pela prefeitura do Distrito Federal. 9

10 Sob os auspícios da direção da Colônia a Pequena Ação Social tinha por objetivos: velar pelo bem-estar dos doentes internados na Colônia Juliano Moreira; elaborar com a direção da Colônia o amparo e assistência aos referidos enfermos, seus filhos e suas famílias; pugnar pela recuperação social e proteção ao egresso da Colônia; associar-se a todos os movimentos oficiais ou particulares, que visem à reabilitação do psicopata, em geral; cooperar no auxílio médico-social aos servidores Colônia Juliano Moreira e suas famílias. (Colônia, 1954: 2) A nova entidade era composta em sua maioria por mulheres, muitas delas esposas dos médicos e psiquiatras da instituição, demonstrando a importância e valorização da família nas relações sociais que conformam a história da Colônia: as famílias dos servidores para a assistência hetero-familiar, a família dos próprios médicos para ajudar na reinserção social do doente e na assistência aos servidores e seus familiares.. A vida social no interior da instituição também foi incrementada em 1951 com a realização de festas religiosas, de missas nos pavilhões e na Igreja Nossa Senhora dos Remédios, situada nas terras da CJM. Observa-se ainda a inauguração em 1954 do Parque Infantil, que consistia numa praça com aparelhos especializados (gangorras, voadores, balanços, deslizadores) considerados compatíveis com as chamadas modernas técnicas dos play-grounds, visando proporcionar atividades recreativas-educacionais para os filhos dos funcionários (cf. Colônia, 1954). Esse panorama da instituição no início da década de 1950 nos informa, portanto, que a implantação da Colônia voltada para a assistência hetero-familiar produzia, juntamente com as ações assistenciais propriamente ditas, toda uma vida social que incluía os funcionários, seus filhos e familiares, designados privilegiadamente como moradores. Estimulada pelos tratamentos mais socializantes, independente do êxito dos mesmos, observa-se a constituição e reprodução de um ambiente que buscava diluir os 10

11 sentidos de isolamento e internamento próprios dos lugares asilares. Produzia-se uma vida social na qual os doentes eram chamados de hóspedes, o lugar de cura dos enfermos e de trabalho para os profissionais passava a ser também locus de moradia dos funcionários, e onde diversos equipamentos sociais o clube, o cinema, o rádio, a igreja, o parque infantil, a escola eram providenciados e mantidos pela instituição. A Colônia Juliano Moreira passava assim a ter uma outra função social que não apenas a do tratamento e da exclusão social decorrente do internamento prolongado dos pacientes e do afastamento geográfico do centro urbano; contraditoriamente, ela reproduzia em certa medida um núcleo urbano, tomando como população alvo dessa empreitada as pessoas consideradas comuns e sadias. Bibliografia Algo sobre a Colônia Juliano Moreira - Informe publicitário, março de Documento avulso encontrado dentro do Boletim da Colônia Juliano Moreira, V (1), Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro. Seção de Periódicos. ALMEIDA, Antonio Gouvêa de. Colônia Juliano Moreira sua origem e um pouco de sua trajetória histórica. Revista Brasileira de Saúde Mental, XI: p , AMARANTE, Paulo. Psiquiatria Social e Colônia de Alienados no Brasil ( ). [dissertação de mestrado]. Instituto de Medicina Social/UERJ, CARRARA, Sérgio. Crime e Loucura. O aparecimento do manicômio judiciário na passagem do século. Rio de Janeiro: Editora UERJ, COLÔNIA Juliano Moreira. Boletim da Colônia Juliano Moreira, V (1), COLÔNIA Juliano Moreira. Boletim da Colônia Juliano Moreira, Vol. IX, COSTA, Jurandir Freire. História da psiquiatria no Brasil: um corte ideológico. Rio de Janeiro: Campus,

12 CUNHA, Maria Clementina Pereira. O Espelho do Mundo Juquery, a história de um asilo. Rio de Janeiro: Paz & Terra, DEPARTAMENTO Nacional de Saúde. Plano Psiquiátrico para a União. Sugestões para a Ação Supletiva da União. Centro de Pesquisa e Documentação Histórica Contemporânea da Fundação Getúlio Vargas (CPDOC/FGV), Río de Janeiro; Arquivo Gustavo Capanema, série Ministério da Educação e Saúde Saúde e Serviço Social, GCh II-14, s/d. ENGEL, Magali Gouveia. Os Delírios da Razão: médicos, loucos e hospícios (Rio de Janeiro, ). Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, FONSECA, Cristina et. al.. A Saúde na Construção do Estado Nacional no Brasil: Reforma Sanitária em Perspectiva Histórica. In: LIMA, Nísia Trindade et. al. (orgs.) Saúde e Democracia: História e Perspectivas do SUS. Rio de Janeiro, Editora Fiocruz, p , FOUCAULT, Michel. História da Loucura na Idade Clássica. São Paulo: Perspectiva, FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, GOFFMAN, Erving. Manicômios, prisões e conventos. São Paulo: Perspectiva, MINISTÉRIO da Saúde/ DNS / SNDM. Noticiário. Realizações do Serviço Nacional de Doenças Mentais. Arquivos do Serviço Nacional de Doenças Mentais, Vol. IV, N 4, p , MINISTÉRIO da Saúde/ DNS / SNDM. Relatório do Serviço Nacional de Doenças Mentais de Arquivos do Serviço Nacional de Doenças Mentais. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional,

13 MINISTÉRIO da Saúde/ DNS / SNDM. Relatório do Serviço Nacional de Doenças Mentais de Arquivos do Serviço Nacional de Doenças Mentais. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, MOREIRA, Juliano. Quaes os melhores meios de assistência aos alienados. Arquivos Brasileiros de Psiquiatria, Neurologia e Medicina Legal, VI (3-4), ODA, Ana Maria G. R. A teoria da degenerescência na fundação da psiquiatria brasileira: contraposição entre Raimundo Nina Rodrigues e Juliano Moreira. Psychiatry On-line Brazil. Disponível em: PÉRES, Heitor. Praxiterapia Integral. Boletim da Colônia Juliano Moreira, Vol. III, Nº VIII e IX, Mar-Abr, PORTOCARRERO, Vera. Arquivos da Loucura: Juliano Moreira e a descontinuidade histórica da psiquiatria. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, WADI, Yonissa Marmitt. Palácio para guardar doidos: uma história das lutas pela construção do hospital de alienados e da psiquiatria no Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Editora da UFRGS,

O Serviço Nacional de Doenças Mentais no Governo JK: a Assistência Psiquiátrica Para o Distrito Federal.

O Serviço Nacional de Doenças Mentais no Governo JK: a Assistência Psiquiátrica Para o Distrito Federal. O Serviço Nacional de Doenças Mentais no Governo JK: a Assistência Psiquiátrica Para o Distrito Federal. André Luiz de Carvalho Braga 1 1. Introdução. Desde 1937, o governo federal representado pelo Serviço

Leia mais

PROJETO ACERVO: INFORMAÇÕES HOSPITAIS COLÔNIAS. 1 - Nome da Instituição: Hospital Colônia Itapuã (HCI) 2 - Histórico:

PROJETO ACERVO: INFORMAÇÕES HOSPITAIS COLÔNIAS. 1 - Nome da Instituição: Hospital Colônia Itapuã (HCI) 2 - Histórico: PROJETO ACERVO: INFORMAÇÕES HOSPITAIS COLÔNIAS 1 - Nome da Instituição: Hospital Colônia Itapuã (HCI) 2 - Histórico: Inaugurado em 11 de maio de 1940 no distrito de Itapuã, o Hospital Colônia foi construído

Leia mais

Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos

Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos Unidades da Federação 1980 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

LUTA ANTIMANICOMIAL. Tiago Luiz Pereira - Esp. Saúde Mental Coletiva

LUTA ANTIMANICOMIAL. Tiago Luiz Pereira - Esp. Saúde Mental Coletiva LUTA ANTIMANICOMIAL Tiago Luiz Pereira - Esp. Saúde Mental Coletiva Durante o Século XVIII, a partir das postulações de Descartes, a percepção sobre o funcionamento do corpo humano como o de uma máquina

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS

Leia mais

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 0 0,00 0 0 0 0,00 Rondônia

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Documento que marca as reformas na atenção à saúde mental nas Américas.

Documento que marca as reformas na atenção à saúde mental nas Américas. CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas LEVANTAMENTO DOS MARCOS TEÓRICOS E LEGAIS DO CAPS CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL 1. Marco Teórico NORMATIVAS

Leia mais

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA -

Leia mais

RANKING NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009)

RANKING NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009) NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009) População Ocupada 5 a 17 anos 2008 Taxa de Ocupação 2008 Posição no Ranking 2008 População Ocupada 5 a 17

Leia mais

CREDITO SUPLEMENTAR PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00

CREDITO SUPLEMENTAR PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 ORGAO : 36000 - MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : 36211 - FUNDACAO NACIONAL DE SAUDE ANEXO I CREDITO SUPLEMENTAR PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 E G R M I F FUNC.

Leia mais

Apresentação. A AMIB (Associação de Medicina Intensiva. Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa. apresentar uma visão do cenário das Unidades

Apresentação. A AMIB (Associação de Medicina Intensiva. Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa. apresentar uma visão do cenário das Unidades Apresentação A AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa apresentar uma visão do cenário das Unidades de Terapias Intensivas (UTI) no país. Objetivos Elaborar

Leia mais

ANNA BEATRIZ DE SÁ ALMEIDA. Resumo Expandido:

ANNA BEATRIZ DE SÁ ALMEIDA. Resumo Expandido: XXVIII Simpósio Nacional de História Lugares dos historiadores: velhos e novos desafios 27 e 31 de julho, Florianópolis, Santa Catarina. Organização: ANPUH Nacional, Universidade Federal de Santa Catarina

Leia mais

Uma Nova Agenda para a Reforma do

Uma Nova Agenda para a Reforma do Uma Nova Agenda para a Reforma do Setor Saúde: Fortalecimento das Funções Essenciais da Saúde Pública e dos Sistemas de Saúde FORO REGIONAL ANTIGUA/GUATEMALA 19-22 DE JULHO DE 2004 PERSPECTIVAS NACIONAIS

Leia mais

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA RODOVIÁRIAS Quadro 13 - UF: ACRE Ano de 211 82 5 6 8 9 5 3 14 4 11 9 4 4 63 2 4 7 6 6 9 4 8 4 4 3 6 68 4 2 8 3 1 8 4 9 2 6 7 5 63 3 6 3 2 13 9 8 7 5 1 5 1 67 4 2 9 6 8 5 5 7 6 6 4 5 85 3 7 1 1 4 7 9 6

Leia mais

Recursos Humanos em Nutrição no Brasil Nutricionistas

Recursos Humanos em Nutrição no Brasil Nutricionistas Recursos Humanos em Nutrição no Brasil Nutricionistas INTRODUÇÃO A formação em Nutrição no país é relativamente recente, sendo portanto, recente a inserção maciça do profissional no mercado de trabalho.

Leia mais

FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO

Leia mais

Revista: Archivos Brasileiros de Hygiene Mental: Órgão Oficial da Liga Brasileira de Higyene Mental. Ano 1 Março de 1925 - N 1

Revista: Archivos Brasileiros de Hygiene Mental: Órgão Oficial da Liga Brasileira de Higyene Mental. Ano 1 Março de 1925 - N 1 Revista: Archivos Brasileiros de Hygiene Mental: Órgão Oficial da Liga Brasileira de Higyene Mental. Ano 1 Março de 1925 - N 1 Bolsista: Samantha Valério Parente Souza Prof.: Margarida de Souza Neves Departamento

Leia mais

NOTA TÉCNICA 50 2013 REGULAMENTAÇÃO DO INCENTIVO ÀS AÇÕES DE VIGILÂNCIA, PREVENÇÃO E CONTROLE DAS DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS

NOTA TÉCNICA 50 2013 REGULAMENTAÇÃO DO INCENTIVO ÀS AÇÕES DE VIGILÂNCIA, PREVENÇÃO E CONTROLE DAS DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS NOTA TÉCNICA 50 2013 REGULAMENTAÇÃO DO INCENTIVO ÀS AÇÕES DE VIGILÂNCIA, PREVENÇÃO E CONTROLE DAS DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS Brasília, 18 de novembro de 2013 REGULAMENTAÇÃO DO INCENTIVO ÀS AÇÕES DE VIGILÂNCIA,

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES Barbara Christine Nentwig Silva Professora do Programa de Pós Graduação em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Social /

Leia mais

Setores indutriais com maior demanda por formação segundo UF (todas as ocupações) - Média anual 2014/15

Setores indutriais com maior demanda por formação segundo UF (todas as ocupações) - Média anual 2014/15 Setores indutriais com maior demanda por formação segundo UF (todas as ocupações) - Média anual 2014/15 Estado Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte

Leia mais

Arte e Saúde Mental: mapeamento e análise de trabalhos na Região Sudeste

Arte e Saúde Mental: mapeamento e análise de trabalhos na Região Sudeste Arte e Saúde Mental: mapeamento e análise de trabalhos na Região Sudeste Patrícia Fonseca de Oliveira (PIBIC/FAPEMIG) Walter Melo Júnior (Orientador/DPSIC) pattypsiche@hotmail.com wmelojr@gmail.com Resumo:

Leia mais

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre N o Brasil há 2.361 municípios, em 23 estados, onde vivem mais de 38,3 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. Para eles, o Governo Federal criou

Leia mais

PORTARIA Nº 1.824/GM, em 02 de setembro de 2004.

PORTARIA Nº 1.824/GM, em 02 de setembro de 2004. PORTARIA Nº 1.824/GM, em 02 de setembro de 2004. Dispõe sobre as normas relativas aos recursos adicionais destinados a estados, ao Distrito Federal e a municípios, qualificados para o recebimento de incentivo

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

2014 DEZEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos

2014 DEZEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos 2014 DEZEMBRO Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos Elaboração, distribuição e informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) Diretoria

Leia mais

Boletim Informativo* Agosto de 2015

Boletim Informativo* Agosto de 2015 Boletim Informativo* Agosto de 2015 *Documento atualizado em 15/09/2015 (Erratas páginas 2, 3, 4 e 9) EXTRATO GERAL BRASIL 1 EXTRATO BRASIL 396.399.248 ha 233.712.312 ha 58,96% Número de Imóveis Cadastrados²:

Leia mais

Redes de Serviços de Reabilitação Visual no SUS

Redes de Serviços de Reabilitação Visual no SUS Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Ações Programáticas Estratégicas Área Técnica Saúde da Pessoa com Deficiência Redes de Serviços de Reabilitação Visual no SUS Érika Pisaneschi

Leia mais

Erradicação do Trabalho Infantil. Secretaria de Inspeção do Trabalho Departamento de Fiscalização do Trabalho

Erradicação do Trabalho Infantil. Secretaria de Inspeção do Trabalho Departamento de Fiscalização do Trabalho Erradicação do Trabalho Infantil Secretaria de Inspeção do Trabalho Departamento de Fiscalização do Trabalho Estrutura do MTE para o Combate ao Trabalho Infantil a Serviço da Rede de Proteção à Infância.

Leia mais

Análise dos resultados

Análise dos resultados Análise dos resultados Caracterização da entidade e supervisão A Pesquisa das Entidades de Assistência Social Privadas sem Fins Lucrativos - PEAS, realizada em 2006, levantou informações sobre 16 089 entidades,

Leia mais

RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 *

RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 * RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 * Os resultados aqui apresentados foram extraídos do Atlas da Vulnerabilidade Social nos Municípios Brasileiros, elaborado pelo Instituto

Leia mais

Qualidade na saúde. Mais recursos para o SUS, universalização do acesso e humanização das relações dos profissionais da saúde com os pacientes.

Qualidade na saúde. Mais recursos para o SUS, universalização do acesso e humanização das relações dos profissionais da saúde com os pacientes. Qualidade na saúde Mais recursos para o SUS, universalização do acesso e humanização das relações dos profissionais da saúde com os pacientes. Qualidade na saúde Essa iniciativa da CNTU, em conjunto com

Leia mais

Oficinas de tratamento. Redes sociais. Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas

Oficinas de tratamento. Redes sociais. Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas Oficinas de tratamento Redes sociais Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas Irma Rossa Médica Residência em Medicina Interna- HNSC Médica Clínica- CAPS ad HNSC Mestre em Clínica Médica- UFRGS

Leia mais

REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL. Patricia Maia von Flach

REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL. Patricia Maia von Flach REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL Patricia Maia von Flach Rede de Atenção Psicossocial PORTARIA 3088 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 OBJETIVOS: I - Ampliar o acesso à atenção psicossocial da população em geral; II

Leia mais

EDITAL DE ELEIÇÃO E CONSTITUIÇÃO DOS CONSELHOS DE USUÁRIOS DA SKY

EDITAL DE ELEIÇÃO E CONSTITUIÇÃO DOS CONSELHOS DE USUÁRIOS DA SKY EDITAL DE ELEIÇÃO E CONSTITUIÇÃO DOS CONSELHOS DE USUÁRIOS DA SKY São convocados os senhores Usuários dos serviços de Telecomunicações e as associações ou entidades que possuam em seu objeto social características

Leia mais

III ENCONTRO DA REDE IBEROAMERICANA EM HISTÓRIA DA PSIQUIATRIA 03 A 05 DE NOVEMBRO DE 2010 LOCAL: Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, Rio de Janeiro- Brasil

III ENCONTRO DA REDE IBEROAMERICANA EM HISTÓRIA DA PSIQUIATRIA 03 A 05 DE NOVEMBRO DE 2010 LOCAL: Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, Rio de Janeiro- Brasil III ENCONTRO DA REDE IBEROAMERICANA EM HISTÓRIA DA PSIQUIATRIA 03 A 05 DE NOVEMBRO DE 2010 LOCAL: Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, Rio de Janeiro- Brasil O campo da história da psiquiatria no Brasil, assim

Leia mais

EDITAL PROCESSO SELETIVO 2013 - PROGRAMA NOSSAS CRIANÇAS

EDITAL PROCESSO SELETIVO 2013 - PROGRAMA NOSSAS CRIANÇAS EDITAL PROCESSO SELETIVO 2013 - PROGRAMA NOSSAS CRIANÇAS O seguinte edital tem por objetivo convidar organizações da sociedade civil a participarem do processo de seleção de projetos para obtenção de apoio

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL EM GENÉTICA CLÍNICA

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL EM GENÉTICA CLÍNICA NOTA TÉCNICA 05 2007 POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL EM GENÉTICA CLÍNICA Versão preliminar Brasília, 20 de março de 2007. POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL EM GENÉTICA CLÍNICA 1. Antecedentes

Leia mais

Rosangela Peixoto Santa Rita. Maceió,, 05 de junho de 2008

Rosangela Peixoto Santa Rita. Maceió,, 05 de junho de 2008 A condição da criança a no espaço o penitenciário Rosangela Peixoto Santa Rita Maceió,, 05 de junho de 2008 Perfil Nacional Pesquisa 2006 Percentual de unidades femininas exclusivas e alas ou pavilhões

Leia mais

SERVIÇO RESIDENCIAL TERAPÊUTICO (SRT): UM AVANÇO NO PROCESSO ANTIMANICOMIAL E REFORMA PSIQUIÁTRICA.

SERVIÇO RESIDENCIAL TERAPÊUTICO (SRT): UM AVANÇO NO PROCESSO ANTIMANICOMIAL E REFORMA PSIQUIÁTRICA. SERVIÇO RESIDENCIAL TERAPÊUTICO (SRT): UM AVANÇO NO PROCESSO ANTIMANICOMIAL E REFORMA PSIQUIÁTRICA. Josiane F. Lozigia Carrapato 1 Sueli Cavicchioli Azevedo 2 INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA A Saúde Mental vem

Leia mais

CERCA DE 76% DOS CONDENADOS NO BRASIL ESTÃO OCIOSOS NA PRISÃO, APONTA ESTUDO. Do UOL Notícias Em São Paulo

CERCA DE 76% DOS CONDENADOS NO BRASIL ESTÃO OCIOSOS NA PRISÃO, APONTA ESTUDO. Do UOL Notícias Em São Paulo CERCA DE 76% DOS CONDENADOS NO BRASIL ESTÃO OCIOSOS NA PRISÃO, APONTA ESTUDO Ana Sachs* 20/09/2009-07h00 Do UOL Notícias Em São Paulo Ainda que seja uma exigência da lei de Execuções Penais, o trabalho

Leia mais

2014 SETEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos

2014 SETEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos 2014 SETEMBRO Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários,

Leia mais

FLUXO CONSTRUÇÃO - SERVIÇOS ESPECIALIZADOS PARA CONSTRUÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO CONSTRUÇÃO - SERVIÇOS ESPECIALIZADOS PARA CONSTRUÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO - SERVIÇOS ESPECIALIZADOS PARA, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados

Leia mais

NOTA CIENTÍFICA: A EVOLUÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL E A AMPLITUDE E COMPLEXIDADE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

NOTA CIENTÍFICA: A EVOLUÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL E A AMPLITUDE E COMPLEXIDADE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE NOTA CIENTÍFICA: A EVOLUÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL E A AMPLITUDE E COMPLEXIDADE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Ana Iva Corrêa Brum Barros 1 Rayana de Carvalho Freitas 2 Prof. Esp. Gilmar dos Santos Soares

Leia mais

IESUS. Anexo 1. Novas Metodologias para Vigilância Epidemiológica: Uso do SIH/SUS. Informe Epidemiológico do SUS 22

IESUS. Anexo 1. Novas Metodologias para Vigilância Epidemiológica: Uso do SIH/SUS. Informe Epidemiológico do SUS 22 IESUS Novas Metodologias para Vigilância Epidemiológica: Uso do SIH/SUS Anexo 1 Instrumentos do Sistema de Informação Hospitalar Laudo Médico para Emissão de AIH O Laudo Médico é o instrumento para solicitação

Leia mais

2013 Março. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos

2013 Março. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos 2013 Março Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários,

Leia mais

SÍNTESE DE INDICADORES SOCIAIS

SÍNTESE DE INDICADORES SOCIAIS ESTUDOS & pesquisas INFORMAÇÃO DEMOGRÁFICA E SOCIoeconômica 5 SÍNTESE DE INDICADORES SOCIAIS 2000 IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Presidente da República Fernando Henrique Cardoso

Leia mais

SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO BÁSICA O VÍNCULO E O DIÁLOGO NECESSÁRIOS ÍNDICE

SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO BÁSICA O VÍNCULO E O DIÁLOGO NECESSÁRIOS ÍNDICE MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS / DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO GERAL DE SAÚDE MENTAL COORDENAÇÃO DE GESTÃO DA ATENÇÃO BÁSICA

Leia mais

FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS TRANSPORTES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS TRANSPORTES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008 (continua) Produção 5 308 622 4 624 012 4 122 416 3 786 683 3 432 735 1 766 477 1 944 430 2 087 995 2 336 154 2 728 512 Consumo intermediário produtos 451 754 373 487 335 063 304 986 275 240 1 941 498

Leia mais

Psicólogo: o seu fazer nos interessa!

Psicólogo: o seu fazer nos interessa! Serviço de Enfrentamento à Violência, Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes Pesquisa Online Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas Psicólogo: o seu fazer nos

Leia mais

FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

CREDITO SUPLEMENTAR PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00

CREDITO SUPLEMENTAR PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 ORGAO : 36000 - MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : 36211 - FUNDACAO NACIONAL DE SAUDE ANEXO I CREDITO SUPLEMENTAR PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 E G R M I F FUNC.

Leia mais

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016 LEI Nº 325/2013 Data: 04 de Novembro de 2013 SÚMULA: Dispõe sobre o Plano Municipal de Políticas Públicas Sobre Drogas, que tem por finalidade fortalecer e estruturar o COMAD como órgão legítimo para coordenar,

Leia mais

FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Informações sobre salários e escolaridade dos professores e comparativo com não-professores

Informações sobre salários e escolaridade dos professores e comparativo com não-professores Informações sobre salários e escolaridade dos professores e comparativo com não-professores Total de profissionais, independentemente da escolaridade 2003 2007 2008 Professores da Ed Básica (públicas não

Leia mais

AS REFORMAS DA LOUCURA: DA CONSTRUÇÃO DO CONCEITO AOS EMPREGOS DA PSIQUIATRIA NO BRASIL

AS REFORMAS DA LOUCURA: DA CONSTRUÇÃO DO CONCEITO AOS EMPREGOS DA PSIQUIATRIA NO BRASIL AS REFORMAS DA LOUCURA: DA CONSTRUÇÃO DO CONCEITO AOS EMPREGOS DA PSIQUIATRIA NO BRASIL SOTARELLI, Álvaro F. GRANDI, Ana Lúcia de. Universidade Estadual do Norte do Paraná Resumo: O presente estudo trabalha

Leia mais

Ministério da Cultura Secretaria de Articulação Institucional SAI

Ministério da Cultura Secretaria de Articulação Institucional SAI Secretaria de Articulação Institucional SAI O Processo de Construção do SNC Teresina-PI 04/Dez/2012 A Importância Estratégica do SNC Após os inúmeros avanços ocorridos nos últimos anos no campo da cultura

Leia mais

li'm(i)~mr:.\r&~ ~[~ ~~~ ~~~.l, ~~~:r,,~{íe.c.~ ~~ ~@)g ~ 1liiJ~mmrl!&

li'm(i)~mr:.\r&~ ~[~ ~~~ ~~~.l, ~~~:r,,~{íe.c.~ ~~ ~@)g ~ 1liiJ~mmrl!& li'm(i)~mr:.\r&~ ~[~ ~~~ ~~~.l, ~~~:r,,~{íe.c.~ ~~ ~@)g ~ 1liiJ~mmrl!& A RENTEGRACÃOSOCAL ~ É O MELHOR TRATAMENTO Na história da atenção às pessoas com transtornos mentais no Brasil, por muito tempo o

Leia mais

Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias: expansão e reordenamento

Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias: expansão e reordenamento Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias: expansão e reordenamento Brasília, 06/03/2014 Contextualização Em 2008, a Pesquisa Nacional sobre a População em Situação de Rua apontou que 76,15% da população

Leia mais

CONSTITUIÇÃO FEDERAL CONSTITUIÇÃO FEDERAL

CONSTITUIÇÃO FEDERAL CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1 Art. 196: A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário

Leia mais

Boletim Informativo. Junho de 2015

Boletim Informativo. Junho de 2015 Boletim Informativo Junho de 2015 Extrato Geral Brasil 1 EXTRATO BRASIL ÁREA ** 397.562.970 ha 227.679.854 ha 57,27% Número de Imóveis cadastrados: 1.727.660 Observações: Dados obtidos do Sistema de Cadastro

Leia mais

Universidade Estadual de Goiás Centro Regional de Referência

Universidade Estadual de Goiás Centro Regional de Referência Universidade Estadual de Goiás Centro Regional de Referência CURSO DE ATUALIZAÇÃO SOBRE INTERVENÇÃO BREVE E ACONSELHAMENTO MOTIVACIONAL PARA USUÁRIOS DE ÁLCOOL, CRACK E OUTRAS DROGAS Rede de Atenção e

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE GERÊNCIA DE SAÚDE MENTAL

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE GERÊNCIA DE SAÚDE MENTAL GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE GERÊNCIA DE SAÚDE MENTAL RELAÇÃO DOS HOSPITAIS PSIQUIÁTRICOS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIÃO CENTRO SUL Três Rios Clínica de Repouso

Leia mais

6 Considerações finais

6 Considerações finais 6 Considerações finais Este pesquisa objetivou investigar como vem se caracterizando o processo de reforma psiquiátrica em Juiz de Fora e suas repercussões no trabalho dos assistentes sociais no campo

Leia mais

DEPARTAMENTO NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA (DNSP)

DEPARTAMENTO NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA (DNSP) DEPARTAMENTO NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA (DNSP) Departamento criado em 2 de janeiro de 1920, pelo Decreto nº 3.987, para ser o principal órgão federal da área de saúde, subordinado ao Ministério da Justiça

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRA4007 EDITAL Nº 3/2010 1. Perfil: no. 1 Sol e Praia 3. Qualificação educacional: Pós-graduação em turismo, geografia, educação ambiental, recreação

Leia mais

Educação e trabalho em saúde

Educação e trabalho em saúde Educação e trabalho em saúde Dra. Celia Regina Pierantoni, MD, DSc Professora Associada do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do IMS/UERJ. Coordenadora Geral do ObservaRH. Diretora do Centro Colaborador

Leia mais

CREDITO SUPLEMENTAR E G R M I F FUNC PROGRAMATICA PROGRAMA/ACAO/SUBTITULO/PRODUTO S N P O U T VALOR F D D E 0083 PREVIDENCIA SOCIAL BASICA 48553400

CREDITO SUPLEMENTAR E G R M I F FUNC PROGRAMATICA PROGRAMA/ACAO/SUBTITULO/PRODUTO S N P O U T VALOR F D D E 0083 PREVIDENCIA SOCIAL BASICA 48553400 ORGAO : 33000 - MINISTERIO DA PREVIDENCIA SOCIAL UNIDADE : 33201 - INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL ANEXO CREDITO SUPLEMENTAR PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1,

Leia mais

Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012

Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012 Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012 Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação Quadro Resumo- Estatísticas Gerais da Educação Superior por Categoria Administrativa - - 2012 Categoria

Leia mais

O QUE É. Uma política de governo para redução da pobreza e da fome utilizando a energia como vetor de desenvolvimento. Eletrobrás

O QUE É. Uma política de governo para redução da pobreza e da fome utilizando a energia como vetor de desenvolvimento. Eletrobrás O QUE É Uma política de governo para redução da pobreza e da fome utilizando a energia como vetor de desenvolvimento 1 QUEM SÃO Total de Pessoas: 12.023.703 84% Rural 16% Urbano Total: 10.091.409 Total:

Leia mais

Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM )

Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM ) Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM ) PROGRAMA NACIONAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL DOS RISCOS DECORRENTES DOS DESASTRES NATURAIS Documento em discussão COORDENAÇÃO GERAL DE

Leia mais

NOTA TÉCNICA AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E O MERCADO DE TRABALHO NO CEARÁ

NOTA TÉCNICA AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E O MERCADO DE TRABALHO NO CEARÁ Setembro de 2013 AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E O MERCADO DE TRABALHO NO CEARÁ O contexto histórico do desenvolvimento humano auxilia a compreender as dificuldades ainda existentes para o ingresso da pessoa

Leia mais

Boletim Informativo. Maio de 2015. * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado

Boletim Informativo. Maio de 2015. * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado Boletim Informativo Maio de 2015 * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado Extrato Geral Brasil EXTRATO BRASIL ÁREA ** 397.562.970 ha 212.920.419 ha 53,56 % Número de Imóveis cadastrados: 1.530.443

Leia mais

RESUMO. Palavras- chave: saúde mental. Desinstitucionalização, hospital dia, terapia ocupacional INTRODUÇÃO

RESUMO. Palavras- chave: saúde mental. Desinstitucionalização, hospital dia, terapia ocupacional INTRODUÇÃO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE TERAPIA OCUPACIONAL EM SAÚDE MENTAL E PSIQUIATRIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA Deyse Paula de Almeida Silva Juliana de Fátima Faria Patrícia Vilse Luzetti Vânia Oliveira Burocco Ana

Leia mais

Figura 1: Distribuição de CAPS no Brasil, 25. RORAIMA AMAPÁ AMAZONAS PARÁ MARANHÃO CEARÁ RIO GRANDE DO NORTE PAIUÍ PERNAMBUCO ACRE ALAGOAS SERGIPE TOCANTINS RONDÔNIA PARAÍBA BAHIA MATO GROSSO DISTRITO

Leia mais

O DILEMA DOS GESTORES O DESAFIO DA GESTÃO

O DILEMA DOS GESTORES O DESAFIO DA GESTÃO 1 O DILEMA DOS GESTORES NECESSIDADES CRESCENTES RECURSOS LIMITADOS O DESAFIO DA GESTÃO SITUAÇÃO DE SAÚDE DA POPULAÇÃO Condições crônicas MODELO DE ATENÇÃO Condições agudas 3 Um sistema formador complexo

Leia mais

O PAPEL DO ASSISTENTE SOCIAL NA SAÚDE PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS

O PAPEL DO ASSISTENTE SOCIAL NA SAÚDE PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS O PAPEL DO ASSISTENTE SOCIAL NA SAÚDE PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS MÁRCIA APARECIDA DOS SANTOS SOLANGE RODRIGUES DE ALMEIDA BERNACHI ACADEMICAS DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL 2012 ASSOCIAÇÃO DE ENSINO

Leia mais

Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009

Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Diretoria de Pesquisas Coordenação detrabalho e Rendimento Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS MINISTÉRIO DA SAÚDE Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS Brasília DF 2009 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Hanseníase no

Leia mais

ANÁLISE DA PRÁTICA INSTITUCIONAL

ANÁLISE DA PRÁTICA INSTITUCIONAL ANÁLISE DA PRÁTICA INSTITUCIONAL Prof.ª Mônica Ferreira dos Santos José Augusto Guilhon de Albuquerque é sociólogo e professor da USP. No Serviço Social alguns autores já usaram seu referencial. Weisshaupt

Leia mais

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 A economia piauiense, em 2008, apresentou expansão em volume do Produto Interno Bruto (PIB) de 8,8% em relação ao ano anterior. Foi a maior taxa de crescimento

Leia mais

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO HEPATITES VIRAIS. ano III nº 01

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO HEPATITES VIRAIS. ano III nº 01 B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO HEPATITES VIRAIS ano III nº 01 2012. Ministério da Saúde É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. Expediente Boletim Epidemiológico Hepatites

Leia mais

Dimensão social. Educação

Dimensão social. Educação Dimensão social Educação 218 Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2004 36 Taxa de escolarização Representa a proporção da população infanto-juvenil que freqüenta a escola. Descrição As variáveis

Leia mais

Política Municipal para a População em Situação de Rua em Belo Horizonte

Política Municipal para a População em Situação de Rua em Belo Horizonte Política Municipal para a População em Situação de Rua em Belo Horizonte Elizabeth Leitão Secretária Municipal Adjunta de Assistência Social Prefeitura Municipal de Belo Horizonte Março de 2012 Conceito

Leia mais

Aulas de Saúde Mental para Equipes do Programa de Saúde da Família

Aulas de Saúde Mental para Equipes do Programa de Saúde da Família Aulas de Saúde Mental para Equipes do Programa de Saúde da Família Coordenadoria de Educação Permanente - CEP Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais Elaboração: Ana Marta Lobosque 2007 AULA

Leia mais

Boletim Epidemiológico Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Influenza: Monitoramento até a Semana Epidemiológica 37 de 2015

Boletim Epidemiológico Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Influenza: Monitoramento até a Semana Epidemiológica 37 de 2015 Boletim Epidemiológico Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Influenza: Monitoramento até a Semana Epidemiológica 37 de 2015 A vigilância da influenza no Brasil é composta pela vigilância

Leia mais

Área teórico\prática: Clinicas y Politicas: procesos de subjetivación y invención

Área teórico\prática: Clinicas y Politicas: procesos de subjetivación y invención FORMAÇÃO ANTIMANICOMIAL NO ESTADO DE MINAS GERAIS: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Autores: Camila Alves Soares Ana Marta Lobosque Sílvia Melo Karine Lage Fonseca Maria Elisa Freitas Camila Castanheira Rodrigues.

Leia mais

Censo Demográfico 2010 Retratos do Brasil e do Piauí

Censo Demográfico 2010 Retratos do Brasil e do Piauí Censo Demográfico 2010 Retratos do Brasil e do Piauí Eduardo Pereira Nunes Presidente do IBGE Teresina, 12 de Agosto de 2011 Brasil Todos os domicílios residenciais particulares foram recenseados A coleta

Leia mais

FLUXO COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 29 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 29 E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS,

Leia mais

PROINFANTIL: AÇÕES DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS DA INFÂNCIA E SUA EDUCAÇÃO EM DIFERENTES CONTEXTOS (NEPIEC) EM UM PROJETO DE EXTENSÃO 1

PROINFANTIL: AÇÕES DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS DA INFÂNCIA E SUA EDUCAÇÃO EM DIFERENTES CONTEXTOS (NEPIEC) EM UM PROJETO DE EXTENSÃO 1 PROINFANTIL: AÇÕES DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS DA INFÂNCIA E SUA EDUCAÇÃO EM DIFERENTES CONTEXTOS (NEPIEC) EM UM PROJETO DE EXTENSÃO 1 SOARES, Marcos Antônio i ; BARBOSA, Ivone Garcia ii ; ALVES,

Leia mais

ASSISTÊNCIA PSIQUIÁTRICA NO ESTADO DO PARANÁ: UM MAPA DOS HOSPITAIS ESPECIALIZADOS.

ASSISTÊNCIA PSIQUIÁTRICA NO ESTADO DO PARANÁ: UM MAPA DOS HOSPITAIS ESPECIALIZADOS. 1 ASSISTÊNCIA PSIQUIÁTRICA NO ESTADO DO PARANÁ: UM MAPA DOS HOSPITAIS ESPECIALIZADOS. Yonissa Marmitt Wadi UNIOESTE / CNPq yonissa@pq.cnpq.br Attiliana De Bona Casagrande UNIOESTE attiliana_@hotmail.com

Leia mais

5.4 Transplantes. 1 Rim. Os dados dos transplantes serão analisados por grupos de órgãos.

5.4 Transplantes. 1 Rim. Os dados dos transplantes serão analisados por grupos de órgãos. 5.4 Transplantes Os dados dos transplantes serão analisados por grupos de órgãos. 1 Rim Entre 1995 e 2001, o número de transplantes renais realizados anualmente cresceu cerca de 66,7% no país (TABELA 150).

Leia mais

Curriculum Vitae. Eliania Pereira da Silva Terapeuta Ocupacional CREFITO 12806-TO. Resumo. Formação Acadêmica. elianiasq@hotmail.

Curriculum Vitae. Eliania Pereira da Silva Terapeuta Ocupacional CREFITO 12806-TO. Resumo. Formação Acadêmica. elianiasq@hotmail. Curriculum Vitae Eliania Pereira da Silva Terapeuta Ocupacional CREFITO 12806-TO (98) 8850-2012 Resumo Formação Acadêmica Ensino superior MBA em Gestão da Saúde Fundação Getúlio Vargas, 2014 (previsão)

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

2.463.466 NACIONAL F 3 2 90 0 112 2.463.466 TOTAL - FISCAL 44.744.830 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL 44.744.830

2.463.466 NACIONAL F 3 2 90 0 112 2.463.466 TOTAL - FISCAL 44.744.830 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL 44.744.830 UNIDADE : 26101 - MINISTERIO DA EDUCACAO 0750 APOIO ADMINISTRATIVO 5.580.000 12 122 0750 2000 ADMINISTRACAO DA UNIDADE 5.580.000 12 122 0750 2000 0053 ADMINISTRACAO DA UNIDADE - NO DISTRITO FEDERAL 5.580.000

Leia mais

Princípios Gerais. Política Nacional de Saúde Integral da População Negra 15/10/2012

Princípios Gerais. Política Nacional de Saúde Integral da População Negra 15/10/2012 Princípios Gerais Política Nacional de Saúde Integral da População Negra PORTARIA Nº 992, DE 13 DE MAIO DE 2009 Profª Carla Pintas A Constituição de 1988 assumiu o caráter de Constituição Cidadã, em virtude

Leia mais

Odesenvolvimento da pesquisa Assistência Médico-Sanitária - AMS,

Odesenvolvimento da pesquisa Assistência Médico-Sanitária - AMS, Análise de alguns indicadores da pesquisa Odesenvolvimento da pesquisa Assistência Médico-Sanitária - AMS, com seu caráter censitário junto aos estabelecimentos de saúde, tem sido um elemento valioso para

Leia mais

Relatório produzido em conjunto por três agências das Nações Unidas

Relatório produzido em conjunto por três agências das Nações Unidas Relatório produzido em conjunto por três agências das Nações Unidas Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) Organização Internacional

Leia mais