25 de abril de 2016 LOJAS RENNER S.A. (BM&FBOVESPA: LREN3), maior varejista de moda no Brasil, anuncia seus resultados do primeiro trimestre (1T16).

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1 25 de abril de 2016 LOJAS RENNER S.A. (BM&FBOVESPA: LREN3), maior varejista de moda no Brasil, anuncia seus resultados do primeiro trimestre (1T16). COMENTÁRIOS DA ADMINISTRAÇÃO Informações Consolidadas 1T16 1T15 Var. % Receita Líquida das Vendas de Mercadorias 1.076, ,9 6,5% Crescimento de Vendas em Mesmas Lojas (%) 1,3% 16,5% - Lucro Bruto das Vendas de Mercadorias 598,6 550,3 8,8% Margem Bruta da Operação de Varejo (%) 55,6% 54,4% 1,2p.p. Despesas Operacionais (Vendas, Gerais e Administrativas) (473,8) (407,6) 16,2% Despesas como percentual da Receita Líquida (%) 44,0% 40,3% 3,7p.p. EBITDA Ajustado da Operação de Varejo 117,0 130,7-10,5% Margem EBITDA Ajustada da Operação de Varejo (%) 10,9% 12,9% -2,0p.p. Resultado de Produtos Financeiros 68,8 68,1 1,1% EBITDA Ajustado Total (Varejo + Produtos Financeiros) 185,8 198,8-6,5% Margem EBITDA Ajustada Total (%) 17,3% 19,7% -2,4p.p. Lucro Líquido 65,5 73,2-10,5% Margem Líquida (%) 6,1% 7,2% -1,1p.p. ROIC (%) 2,7% 3,3% -0,6p.p. Abertura por Negócios Lojas Área de Vendas (mil m²) 499,9 31,1 6,1 Receita Líquida 998,2 67,8 10,1 1T16 O primeiro trimestre do ano foi marcado por performances distintas entre os meses, com desaceleração das vendas em março. Mesmo com a alta base de comparação do 1T15, a Receita Líquida de Mercadorias alcançou R$ 1.076,1 milhões, apresentando crescimento de 6,5%, e as Vendas em Mesmas Lojas foram de 1,3%, impactadas, principalmente, pela menor disponibilidade de produtos mais leves na transição da coleção, bem como pela menor assertividade em parte da coleção. A postergação da entrada de itens importados e o maior rigor no controle de qualidade também influenciaram na redução dos níveis de estoque em algumas categorias. As temperaturas mais elevadas para o período e o cenário macroeconômico, igualmente, impactaram o desempenho apresentado. Já as vendas da Camicado e da Youcom mereceram destaque e contribuíram positivamente para esse resultado. % de Crescimento 5,2% 19,5% 81,1% O Lucro Bruto da Operação de Varejo foi de R$ 598,6 milhões, com Margem Bruta (%) 55,7% 53,5% 57,5% crescimento de 8,8% em relação ao 1T15, e a Margem Bruta atingiu 55,6%, 1,2p.p. acima do mesmo período do ano anterior, devido, principalmente, aos menores markdowns. A reoneração da folha de pagamentos beneficiou esse resultado em 0,6p.p.. As Despesas Operacionais (Vendas, Gerais e Administrativas) atingiram 44,0% da Receita Líquida de Mercadorias, ante 40,3% do 1T15, devido, principalmente, aos encargos da reoneração da folha de pagamento, ao aumento do custo da energia elétrica e à abertura de maior número de novas lojas no período. O EBITDA Ajustado da Operação de Varejo foi de R$ 117,0 milhões e apresentou retração de 10,5% ante 1T15, com Margem EBITDA de Varejo de 10,9%, ante 12,9% no mesmo período do ano anterior (11,8% se desconsiderado o efeito da reoneração da folha de pagamentos). O Resultado de Produtos Financeiros atingiu R$ 68,8 milhões, com crescimento de 1,1% em relação ao 1T15. Esse resultado foi impactado pela nova tributação sobre receitas financeiras e também já traduziu a melhor performance de crédito, resultante das medidas e estratégias adotadas em 2014 e 2015, tanto nas partes de concessão e manutenção de crédito como nas atividades de cobrança. As Perdas no Cartão Renner, Líquidas das Recuperações, foram de 1,8% sobre a carteira, apresentando melhora versus os 2,4% registrados no 1T15. O EBITDA Ajustado Total atingiu R$ 185,8 milhões, com decréscimo de 6,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. A Margem EBITDA Ajustada Total do trimestre foi de 17,3% (18,5% se desconsiderado o efeito da reoneração da folha de pagamentos) ante 19,7% do 1T15. Assim, o Lucro Líquido atingiu R$ 65,5 milhões, com retração de 10,5% ante 1T15, e a Margem Líquida foi de 6,1%, ante 7,2% do mesmo período do ano anterior. No 1T16, foram inauguradas 7 lojas, sendo 2 da Renner, 1 da Camicado e 4 da Youcom. Os investimentos, no trimestre, totalizaram R$ 87,5 milhões ante R$ 71,5 milhões do 1T16.

2 RECEITA LÍQUIDA A Receita Líquida das Vendas de Mercadorias apresentou crescimento de 6,5% ante o mesmo período de 2015, impactada, principalmente, pela menor disponibilidade de produtos mais leves na transição da coleção, bem como pela menor assertividade em parte da coleção. A postergação da entrada de itens importados e o maior rigor no controle de qualidade também influenciaram na redução dos níveis de estoque em algumas categorias. As temperaturas mais elevadas para o período e o cenário macroeconômico, igualmente, impactaram o desempenho apresentado. Já as vendas da Camicado e da Youcom mereceram destaque e contribuíram positivamente para esse resultado, que mais uma vez superou o índice do PMC Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, conforme informações já publicadas. As Vendas em Mesmas Lojas, no 1T16, apresentaram crescimento de 1,3%. LUCRO BRUTO O Lucro Bruto das Vendas de Mercadorias apresentou crescimento de 8,8% e a Margem Bruta da Operação de Varejo atingiu 55,6%, 1,2p.p. acima da do 1T15, favorecida pelo menor nível de remarcações (markdowns) no período. A reoneração da folha de pagamentos, no trimestre, também impactou positivamente esse resultado em 0,6p.p.. DESPESAS OPERACIONAIS Quanto às Despesas Operacionais, as Despesas com Vendas representaram 32,8% da Receita de Mercadorias, devido, principalmente, aos encargos da folha de pagamentos, ao aumento do custo da energia elétrica e ao maior número de lojas novas. Já as Despesas Gerais e Administrativas representaram 11,2% da Receita de Mercadorias, devido aos encargos da folha de pagamentos e ao aumento do custo da energia elétrica, além das despesas referentes ao novo CD de Santa Catarina, que no 1T15 ainda não estava em operação. Assim, as Despesas Operacionais (VG&A), apresentaram crescimento de 16,2%, (10,4% se excluídos os efeitos da reoneração da folha de pagamentos). As Outras Despesas Operacionais totalizaram R$ 7,8 milhões no 1T16, com decréscimo de 34,5% ante os R$ 11,9 milhões do 1T15. Despesas Operacionais 1T16 1T15 Var. % Despesas Operacionais (VG&A) (473,8) (407,7) 16,2% % s/receita Líq. das Vendas de Mercadorias 44,0% 40,3% 3,7p.p. Despesas com Vendas (353,1) (307,3) 14,9% Despesas Gerais e Administrativas (120,7) (100,4) 20,2% Outras Despesas Operacionais (7,8) (11,9) -34,5% Remuneração dos Administradores (2,1) (2,3) -10,0% Despesas Tributárias (10,5) (9,4) 12,0% Participação dos Empregados (4,3) (6,8) -36,6% Recuperação de Créditos Fiscais 6,4 10,2-37,3% Outras Receitas/(Despesas) Operacionais 2,7 (3,7) - Total das Despesas Operacionais (481,6) (419,6) 14,8% EBITDA AJUSTADO DO VAREJO Embora a Companhia tenha alcançado expansão da margem bruta em relação ao mesmo período do ano anterior, o menor ritmo de crescimento de vendas, associado à estrutura de despesas fixas, ao maior número de lojas e ao aumento da carga tributária, resultou em um decréscimo de 10,5% no EBITDA Ajustado do Varejo (4,0% se desconsiderado o efeito da reoneração da folha de pagamentos) sobre o 1T15. A Margem EBITDA Ajustada do Varejo foi de 10,9% contra 12,9% no 1T15.

3 RESULTADO DE PRODUTOS FINANCEIROS Abertura do Resultado de Produtos Financeiros 1T16 1T15 Var. % Receitas, Líquidas do Funding e Impostos 160,4 151,5 5,9% Cartão Renner (Private Label ) 74,8 81,5-8,2% Meu Cartão (Co-branded) 55,7 43,5 27,9% Saque Rápido e Seguros 29,9 26,5 12,8% Perdas em Créditos, Líquidas das Recuperações (50,2) (45,7) 9,7% Cartão Renner (Private Label ) (18,6) (24,8) -25,1% Meu Cartão (Co-branded) (22,4) (13,8) 62,0% Saque Rápido (9,2) (7,2) 29,1% Despesas Operacionais (Cartões e Outros Produtos) (41,4) (37,6) 10,0% Resultado de Produtos Financeiros 68,8 68,1 1,1% % Sobre o EBITDA Ajustado Total da Companhia 37,0% 34,3% 2,7p.p. O Resultado de Produtos Financeiros, no 1T16, totalizou R$ 68,8 milhões e representou 37,0% do EBITDA Total da Companhia. Esse resultado foi impactado pelos novos tributos de PIS/COFINS que passaram a incidir sobre as receitas financeiras a partir do 2S15 e foi beneficiado pelo menor nível de perdas do Cartão Renner. As despesas operacionais cresceram 10,0% quando comparadas com o 1T15. As Receitas, Líquidas de Funding e Impostos, foram 5,9% maiores que as do mesmo período do ano anterior, impulsionadas pelo Cobranded Meu Cartão. As receitas do Private Label, por sua vez, mesmo refletindo o aumento das taxas cobradas por atrasos, implementados no 2T15, seguiram ainda impactadas pelos novos impostos, maior custo de funding e pela redução do prazo médio de recebimentos, em função da antecipação da cobrança. Já as Perdas em Crédito, Líquidas das Recuperações, tiveram crescimento de 9,7% em relação ao 1T15, devido aos melhores níveis de recuperação de créditos, tanto nas carteiras vencidas, como nos créditos já baixados em períodos anteriores, principalmente no Private Label. Ao final do mês de março, o total de Cartões Renner emitidos somava 26,2 milhões, com uma participação de 46,6% sobre as vendas de mercadorias, ante 47,7% no 1T15, sendo 38,3% oriundos das vendas em 0+5 parcelas sem encargos e 8,3% referentes à condição de 0+8 parcelas com encargos. O Ticket médio do Cartão Renner atingiu R$ 170,82 no 1T16, 3,0% maior no 1T15. Já o Ticket médio da Companhia foi de R$ 125,52, ficando 5,1% acima do 1T15, refletindo o cenário de crédito mais restritivo e a baixa confiança do consumidor, o qual tem demostrado menor apetite ao crédito. As Perdas no Cartão Renner, Líquidas das Recuperações, atingiram 1,8% sobre a carteira total no 1T16, versus 2,4% no 1T15, devido às medidas e estratégias adotadas em 2014 e 2015, com maiores restrições na concessão de novos créditos e na manutenção dos limites aprovados, assim como a maior eficiência da cobrança, o que gerou melhores níveis de recuperações, tanto de créditos em atraso, quanto de valores já baixados. No período, a Companhia manteve os percentuais de provisionamento no Private Label inalterados, o que, consequentemente, se refletiu em maiores níveis de cobertura da carteira total e vencida.

4 Em março de 2016, o Meu Cartão atingiu a marca de 2,1 milhões de cartões, com crescimento de 28,5% da carteira ante 67,4% do ano anterior, que atingiu R$ 447,5 milhões. No trimestre, a receita do produto alcançou R$ 55,7 milhões, 27,9% maior que a apresentada no 1T15. As Perdas do Co-branded, Líquidas das Recuperações, no 1T16, foram de 5,0% ante 4,0%, devido, principalmente, ao menor crescimento da carteira em relação ao mesmo período do ano anterior, assim como uma leve piora na inadimplência no período. A carteira total do Saque Rápido atingiu R$ 179,8 milhões ao final de março de 2016 (R$ 123,0 milhões se ajustada a valor presente), versus R$ 181,9 milhões do 1T15, representando decréscimo de 1,1% sobre o mesmo período do ano anterior, totalizando 10,9% da Carteira Total de Produtos Financeiros. As Perdas do Saque Rápido, Líquidas das Recuperações, no 1T16, foram de 5,1% sobre a carteira total, ante 3,9% do mesmo período do ano anterior. Esse aumento é decorrente de um maior nível de inadimplência, dada a natureza do produto mais suscetível ao ambiente macroeconômico, e também de uma maior restrição na concessão de novos empréstimos, dado que, num primeiro momento, a redução da carteira impede a diluição das perdas dos créditos vencidos de períodos anteriores. As Despesas Operacionais de Produtos Financeiros atingiram R$ 41,4 milhões, consequência dos maiores volumes de recuperações (cobrança), bem como dos projetos em andamento, como a constituição da Instituição Financeira e a nova Plataforma de Produtos Financeiros. A reoneração da folha de pagamentos também impactou esse resultado. Contas a Receber de Clientes Mar.16 Dez.15 Mar.15 Cartão Renner (Private Label) - Carteira Total (Ajustada Valor Presente) 1.017, , ,7 Cartão Renner (Private Label) - Carteira Líquida 919, ,1 925,0 A Vencer 844, ,2 843,7 Vencidos 200,0 162,2 200,4 Ajuste a Valor Presente (27,6) (36,9) (24,3) Provisão para Perdas em Crédito - Varejo (56,0) (75,0) (49,6) Outros (41,9) (60,4) (45,1) Em 31 de março de 2016, o Contas a Receber de Clientes somava R$ 1.699,6 milhões, 5,5% maior que a posição de março de Este aumento está alinhado ao crescimento das vendas no período e é composto por R$ 919,2 milhões referentes ao Cartão Renner (Private Label), R$ 427,0 milhões do Meu Cartão (Co-Branded), R$ 143,8 milhões do Saque Rápido, assim como pelos Cartões de Terceiros e Outras Contas que somavam R$ 209,6 milhões. Meu Cartão (Co-Branded) - Carteira Total 447,5 455,2 348,2 Meu Cartão (Co-Branded) - Carteira Líquida 427,0 435,1 335,5 A Vencer 342,4 374,4 267,8 Vencidos 105,1 80,8 80,4 Provisão para Perdas em Crédito - Cartão bandeira (20,4) (20,1) (12,7) Saque Rápido - Carteira Total 179,8 179,3 181,9 Saque Rápido - Carteira Líquida 143,8 143,2 153,6 Comissões e Operações a Receber 179,8 179,3 181,9 Provisão para Perdas em Crédito - EP (36,0) (36,1) (28,2) Administradora de Cartões de Terceiros 208,8 405,0 192,0 Outras Contas a Receber 0,8 1,4 4,4 Carteira de Crédito Total, Líquida 1.699, , ,5

5 EBITDA AJUSTADO TOTAL: VAREJO + PRODUTOS FINANCEIROS Assim, o EBITDA Ajustado Total teve decréscimo de 6,5%, com Margem EBITDA Ajustada Total de 17,3%, 2,4p.p. abaixo da margem do 1T15, decorrente de maiores despesas operacionais, dos encargos da reoneração da folha de pagamento e do resultado estável de Produtos Financeiros. A reoneração da folha de pagamentos, no trimestre, impactou este resultado em 1,2p.p.. Reconciliação do EBITDA 1T16 1T15 Lucro líquido 65,5 73,2 ( + ) IR, CSLL 15,9 29,4 ( + ) Despesas (Receitas) Financeiras, Líquidas 24,1 28,0 ( + ) Depreciações e Amortizações 73,4 61,4 EBITDA Total 178,9 192,0 ( + ) Plano de Opção de Compra de Ações 6,7 6,5 ( + ) Resultado da Baixa de Ativos Fixos 0,2 0,3 EBITDA Ajustado Total* 185,8 198,8 Margem EBITDA Ajustada Total* 17,3% 19,7% *De acordo com o previsto no art. 4º da Instrução CVM nº 527, a Companhia optou por divulgar o EBITDA Ajustado, conforme tabela acima, visando demonstrar a informação que melhor reflete a geração operacional bruta de caixa em suas atividades. Tais ajustes se fundamentam em: a) o Plano de Opções de Compra de Ações - corresponde ao valor justo dos respectivos instrumentos financeiros, registrado em uma base pro rata temporis, durante o período de aquisição do direito ao exercício e tem como contrapartida a Reserva de Capital do Patrimônio Líquido e, portanto, não representa saída de caixa; b) as Participações Estatutárias tem caráter contingente e estão relacionadas à própria geração de lucros conforme o art. 187 da lei 6.404/76; e c) o Resultado Baixa de Ativos Fixos refere-se aos resultados apurados na venda ou baixa de ativos fixos, na sua maior parte, sem nenhum impacto no caixa. FLUXO DE CAIXA LIVRE Fluxo de Caixa 1T16 1T15 Var. EBITDA Ajustado Total 185,8 198,8 (13,0) (+/-) IRCSLL/Outros (74,0) (77,0) 3,0 Fluxo de Caixa Operacional 111,8 121,8 (10,0) (+/-) Variação Capital de Giro 27,0 (113,1) 140,1 No 1T16, a Companhia gerou Fluxo de Caixa Livre de R$ 51,3 milhões, com uma variação positiva de R$ 114,0 milhões ante o 1T15. Esse desempenho deveu-se principalmente a uma menor alocação de capital de giro em estoques e contas a receber. Contas a Receber, Líquido de Financiamentos Operacionais 449,9 346,6 103,3 Estoques (52,3) (92,8) 40,5 Fornecedores (150,1) (154,3) 4,2 Outras Contas a Receber/Pagar (220,5) (212,6) (7,9) (-) Capex (87,5) (71,5) (16,0) (=) Fluxo de Caixa Livre 51,3 (62,7) 114,0 RESULTADO FINANCEIRO, LÍQUIDO Resultado Financeiro, Líquido (R$MM) 1T16 1T15 Var. % Receitas Financeiras 17,2 14,0 22,7% Rendimentos de Equivalentes de Caixa 15,8 13,9 13,9% Outras Receitas Financeiras 1,4 0,1 945,7% Despesas Financeiras (40,4) (43,1) -6,2% Juros de Empréstimos, Financiamentos, Debêntures e SWAP (35,3) (38,2) -7,7% Outras Despesas Financeiras (5,2) (4,9) 5,9% No 1T16, o Resultado Financeiro Líquido foi negativo em R$ 24,1 milhões, com decréscimo de 14,0%, não obstante o nível mais alto das taxas de juros neste trimestre. As estratégias de proteção contra as oscilações nas dívidas indexadas à inflação contribuíram na redução das despesas financeiras, ao tempo que o maior saldo de caixa ao longo do trimestre permitiu maior geração de receitas financeiras. Variação Cambial, Líquida (0,3) (0,6) -47,2% Operações de Hedge (NDF), Líquidas (0,6) 1,6 - Resultado Financeiro, Líquido (24,1) (28,0) -14,0%

6 ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO Endividamento Líquido Mar.16 Dez.15 Mar.15 Empréstimos e Financiamentos (1.145,4) (1.057,1) (1.150,3) Circulante (397,7) (317,3) (197,4) Não Circulante (747,6) (739,8) (952,9) Financiamentos Operacionais (826,7) (796,5) (801,8) Circulante (410,8) (380,9) (387,7) Não Circulante (415,9) (415,6) (414,1) Caixa e Equivalentes de Caixa 827,2 737,5 748,2 Endividamento Líquido (1.144,9) (1.116,1) (1.203,9) Endividamento Líquido/EBITDA Ajustado Total (12M) 0,93x 0,89x 1,08x Em 31 de março de 2016, o Endividamento Líquido da Companhia era de R$ 1.144,9 milhões, nível similar a posição de 31 de dezembro de 2015 e 4,9% menor do que o apresentado no mesmo trimestre do ano anterior, como resultado, principalmente, da melhor geração de caixa no trimestre. O endividamento composto pelas debêntures, por empréstimos tomados junto ao BNDES e Banco do Nordeste e linhas de capital de giro da Camicado é decorrente das decisões de gestão de capital. Os financiamentos operacionais destinam-se ao financiamento das carteiras de Produtos Financeiros e sua variação está atrelada aos volumes financiados destes produtos. As despesas dos serviços da dívida relacionadas à Gestão de Capital estão contabilizadas no Resultado Financeiro, Líquido. Já os Financiamentos Operacionais, que são atrelados a Produtos Financeiros, têm seus custos refletidos no Resultado Operacional. INVESTIMENTOS (CAPEX) Sumário dos Investimentos 1T16 1T15 Novas Lojas 39,6 32,8 Remodelação de Instalações 23,4 25,3 Sistemas e Equip. de Tecnologia 17,6 8,5 Centros de Distribuição 3,7 4,3 Outros 3,3 0,6 Total dos Investimentos 87,5 71,5 No 1T16, os Investimentos em ativos fixos totalizaram R$ 87,5 milhões. Desse montante, R$ 39,6 milhões foram aplicados na abertura de novas lojas, R$ 23,4 milhões em Remodelações de Instalações, R$ 17,6 milhões em Sistemas e Equipamentos de Tecnologia, assim como R$ 3,7 milhões em Centros de Distribuição e R$ 3,3 milhões em Outros. No trimestre, foram inauguradas 7 lojas, sendo 2 da Renner, 1 da Camicado e 4 da Youcom. Em março de 2016, a Renner operava com 277 lojas e a Youcom com 41 lojas, com metragens de vendas de 499,9 mil m 2 e 6,1 mil m 2, respectivamente. A Camicado, por sua vez, contava com 69 lojas, com área de vendas de 31,1 mil m 2. As despesas com Depreciações e Amortizações totalizaram R$ 73,4 milhões no 1T16, apresentando uma variação de 19,5% sobre o mesmo período do ano anterior. Este crescimento está associado, basicamente, ao maior número de lojas, decorrentes do plano de expansão em andamento. LUCRO LÍQUIDO Como resultado da contração de 6,5% do EBITDA Total e de maiores níveis de depreciação, o Lucro Líquido da Companhia, no 1T16, foi de R$ 65,5 milhões, com decréscimo de 10,5% em relação ao 1T15, e a Margem Líquida foi de 6,1% ante 7,2% no 1T15. DIVIDENDOS No 1T16, a Lojas Renner creditou aos seus Acionistas dividendos na forma de Juros Sobre Capital Próprio no montante de R$ 40,7 milhões, correspondentes a R$ 0,06365 por ação, considerando a quantidade de ações ordinárias, líquidas das ações em tesouraria.

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