UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE JUSSARA LICENCIATURA EM HISTÓRIA JOÃO BERTO DE SOUZA NETO

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1 0 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE JUSSARA LICENCIATURA EM HISTÓRIA JOÃO BERTO DE SOUZA NETO SUPER-HERÓI E A POLÍTICA DOS ESTADOS UNIDOS: A ANÁLISE DO CAPITÃO AMÉRICA JUSSARA-GO 2012

2 1 JOÃO BERTO DE SOUZA NETO SUPER-HERÓI E A POLÍTICA DOS ESTADOS UNIDOS: A ANÁLISE DO CAPITÃO AMÉRICA Trabalho apresentado para fins de avaliação parcial do TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) do 4 ano do curso de Licenciatura em História da Universidade Estadual de Goiás, Unidade Universitária de Jussara, sob a orientação do Professor Rodrigo Fernandes da Silva. JUSSARA-GO 2012

3 2 JOÃO BERTO DE SOUZA NETO SUPER-HERÓI E A POLÍTICA DOS ESTADOS UNIDOS: A ANÁLISE DO CAPITÃO AMÉRICA Monografia aprovada como requisito parcial para a obtenção do grau de Licenciado em História na Universidade Estadual de Goiás UEG, pela Banca Examinadora: Orientador: Rodrigo Fernandes da Silva Examinador: Aruanã Antônio dos Passos Examinador: Josias José Freire Júnior JUSSARA, 10 DE NOVEMBRO DE 2012

4 3 AO BOM E FABULOSO CAPITÃO AMÉRICA: O mais honrado nome de todo o mundo da aventura! Seu brilho nunca foi perdido! Sua glória jamais se perderá! (Stan Lee). Quem lê as fantásticas aventuras do CAPITÃO AMÉRICA e constata sua força prodigiosa, não pode imaginar que ele já foi um fraco rapaz, recusado pelo exército para o serviço militar. Mas uma injeção poderosa transformou o magrinho Steve Rogers no extraordinário CAPITÃO AMÉRICA, super-herói treinado em artes marciais, acrobacias e ginástica, capaz de enfrentar, com sua força e recursos inesgotáveis, tremendas dificuldades e os inimigos mais poderosos. Quem ainda não conhece, apresentamos com prazer uma das mais soberbas criações dos quadrinhos, o CAPITÃO AMÉRICA. (Stan Lee). Todos nós sabemos que o bom e velho Capitão América possui bem menos poderes que a maioria dos machões uniformizados. É por isso que tentamos compensar o fato de ele não poder voar, erguer pequenas montanhas, tornar-se invisível ou destruir galáxias com histórias de tirar o fôlego, com ação ininterrupta e cenas que saltam os olhos! (Stan Lee). Em quase toda a minha vida li muitos gibis, e aprendi muito com o poderoso vingador vermelho, branco e azul; ter sempre coragem e jamais desistir de um sonho. Acreditar que o ser humano é capaz de realizar grandes feitos, através do trabalho duro e dedicação, se esforçando ao máximo sem deixar nada para trás. Podemos perseguir nossos sonhos em um mundo de dificuldades. Podemos acreditar que não há fracasso, e sempre existe a luta. Creio que super-heróis como o valoroso galante vingador lançador de escudo, nos ensinam que podemos superar as profundezas do fracasso, das críticas e do desespero, é assim que podemos chegar mais longe, construindo a nossa própria história. É fato que, ter um tema a respeito do Capitão América, pra mim é a maior glória de toda a minha trajetória no curso de História, e nos dias de hoje posso afirmar que o primeiro vingador é um dos meus grandes heróis, porque nos mostra a grandeza da qual os seres humanos são capazes.

5 4 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus, porque sem este eu não seria o que sou. Agradeço aos meus familiares que me apoiaram diretamente ou indiretamente. Meus pais; João Berto de Souza Filho e Maria da Luz Cândida Souza, pois estes são muito importantes na minha vida, são os meus verdadeiros heróis da vida real. As minhas irmãs; Sônia Regina, Sandra Berto e Suely Berto. As minhas sobrinhas e sobrinhos; Bruna, Beatriz, Jhonatham e Douglas. A todos os meus amigos e os colegas de minha geração do IV ano de História. Agradeço aos professores; Sandra Rodart, Aruanã e Josias, por terem me aconselhado em breves momentos, e o meu orientador Rodrigo Fernandes. Agradeço também aos meus colegas do IV ano que estiveram presentes na minha banca a me ver falar do Capitão América, pois creio que foi interessante para estes saberem de um tema difícil de saber no curso de História. Por fim, estou feliz por mais essa grandiosa vitória, a que merece ser escrita com letras douradas e imortalizada. Obrigada a todos!!

6 5 RESUMO Neste trabalho monográfico, visamos demonstrar o uso político do Capitão América para o combate aos nazistas e comunistas de mil novecentos e quarenta e um a mil novecentos e noventa e um, de fato as ideologias do Super-herói, suas mudanças e permanências em relação aos conflitos políticos e sociais, a partir das políticas que oscilam na mitologia do Super-herói, e visamos também o uso da representação como forma de entender os motivos das artes e das narrativas, buscando explicar através do imaginário social e político a compreensão dos fatores históricos dos Estados Unidos, porém a política não é diretamente das forças do governo federal, mas através de criação de símbolos e imagens que faz com que a crença no herói, de ser civilizado em uma sociedade organizada como nos Estados Unidos mobilize pelo ódio aos inimigos e paixões patrióticas e nacionalistas, as críticas ao governo e principalmente aos desejos de poder conectadas as relações políticas como o alistamento para o exército nas guerras, a segunda mundial e a do Vietnã, através de símbolos que a imagem, o caráter, e o valor que o Capitão América representa de ser fora do Estado mais nacionalista e dentro do Estado que ainda permanece, e mais crítico as ações políticas que ocorre após o seu ressurgimento, além de resgatar a imagem de outros super-heróis em suas contextualizações e representações. PALAVRAS-CHAVE: Capitão América, EUA, super-heróis, antinazismo, anticomunismo, imaginário, política.

7 6 ABSTRACT In this monograph, we aim to demonstrate the political use of Captain America to fight the Nazis and Communists nineteen forty and one thousand nine hundred and ninety-one, in fact the ideologies of the Superhero, its changes and continuities in relation to political and social conflicts, from policies that oscillate in the mythology of the superhero, and we aim to also use representation as a means to understand the motives of the arts and narratives, seeking to explain through the imaginary social and political understanding of the historical factors United States, but politics is not directly forces the federal government, but through the creation of symbols and images that makes the belief in the hero, of being civilized in an organized society like the United States to mobilize hatred and enemies patriotic and nationalistic passions, criticism of the government and especially the desires of the political power connected as enlistment into the army in war, second world and Vietnam, through symbols that the character image, and the value that Captain America is to be out of state more nationalistic and within the state that still remains, and most critical political action that occurs after its revival, and redeem the image of other superheroes in their contextualization and representations. KEYWORDS: Captain America, USA, superheroes, anti-nazi, anti-communism, imagination, policy.

8 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 08 CAPÍTULO 1 DAS ORIGENS DO CAPITÃO AMÉRICA AO SÉCULO XX A Raíz do Sistema Capitalista Para a Formação do Super-Herói A Propaganda do Super-Herói Patriótico A Visão Sobre o Personagem na Nova Era 16 CAPÍTULO 2 DIVERGÊNCIA DA IDEOLOGIA CULTURAL E POLÍTICA DA VISÃO DOS AMERICANOS EM RELAÇÃO À SEGUNDA GUERRA E A GUERRA FRIA: O COMBATE DO CAPITÃO AMÉRICA AOS NAZISTAS E COMUNISTAS Capitão América: Trajetória, Valores e Identidade Nacional O Confronto Ideológico na Segunda Guerra Nazistas e Comunistas: A partir do Imaginário, são Iguais Para os Editores O Capitão América e os Super-Heróis Inseridos na Luta a Favor e Contra a Guerra Fria 40 CONSIDERAÇÕES FINAIS 64 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 67 FONTES DOCUMENTAIS 69

9 8 INTRODUÇÃO A razão principal deste trabalho monográfico é de esclarecer a representação do símbolo maior dos EUA, a partir da política dos anos 40 aos 90, quando se trata de três épocas; Segunda Guerra Mundial, Guerra Fria e a Revolução Cultural, embora esta última para caracterizar a questão de pátria. Contudo, o que visa demonstrar a evolução do personagem durante esses anos, sua importância para o público leitor enquanto consumidores potenciais através do conformismo, que não implicou discordância entre o público, com excessão dos anos 40, quando era mais problemático devido ao nazismo que era necessário os EUA fazer propaganda contra a tirania, pois odiar nazistas era muito frequente nas histórias do Capitão, pois o conformismo não generaliza nas críticas, pois visa minimizar censura supostamente aos comunistas em ascensão, no entanto para chegarmos a compreensão, visaremos o sistema capitalista como desenvolvedor dos meios de comunicação de massa, a sua formação e importância para o surgimento dos canais de mensagens. As histórias em quadrinhos que foram selecionadas para ser desenvolvida a pesquisa foram cruciais para trabalharmos as representações das imagens e das narrativas, conhecendo mais bem o papel dos super-heróis a partir do imaginário dos roteiristas. As representações desse modo se tornam importantes para compreendermos o personagem, composto por conjuntos de ideias. O tema é considerado interessante pelas ideologias transmitidas nas histórias em quadrinhos e nos personagens, pois dificilmente as histórias em quadrinhos são consideradas valorosas para muitas pessoas através do senso comum. O super-herói que atrai vários públicos é um folclore que merece ser estudado, por isso existe o tema que se trata do poder ideológico dos EUA transmitidos pelo herói da Segunda Guerra Mundial; Capitão América. Cada capítulo vai tratar sobre patriotismo e nacionalismo, que por trás existe a política dos EUA, pois o personagem caracteriza-se não somente pelas figuras e histórias cheias de ação, mas pelas ideologias dos contextos de época. Porém, a criticidade e o apoio que os autores fazem ao governo, é algo que atrai o público, na era da crise dos mísseis, por exemplo, quando os novos heróis da Marvel foram criados, tais como o Quarteto Fantástico, Hulk, Homem Aranha e outros que desbancaram a rival DC.

10 9 Consequentemente, as histórias em quadrinhos, dizem muito a respeito dos acontecimentos históricos, desde que existam fatores políticos ou signos de moral, conforme compreendemos.

11 10 CAPÍTULO 1 DAS ORIGENS DO CAPITÃO AMÉRICA AO SÉCULO XX A força que desperta o sentimento nacionalista e patriótico, através dos meios de comunicação de massa pode considerar ser obscuro a partir do momento em que um personagem de história em quadrinhos é criado e ativado para mobilizar jovens e adultos em pleno século XX. Por razões óbvias as ideologias configuradas nas histórias através de um personagem principal que é comparado ao Estado-nação, são profundamente poderosos para descrever o contexto histórico. Dentre lutas propagandistas contra o fascismo e o comunismo, em que até os tempos presentes ainda sangram nas histórias em quadrinhos. O Capitão América é o maior exemplo disso tudo, foi criado por três gênios da quadrisfera; Joe Simon, Jack Kirb e Stan Lee. Este personagem se tornou político demais para auxiliar na mobilização antifascista de um Estado, e logo após uma queda econômica e retração pelos estragos e horrores da guerra seguidas para seguir a luta contra a ideologia comunista dos soviéticos. É verossímil afirmar que as histórias em quadrinhos são eficientes e que sempre querem dizer algo que não está dito, mas o que devemos perceber é que há uma relação constante das Histórias em quadrinhos com a História, desde os anos 30 em que estas começaram à propagar-se. 1.1 A Raíz do Sistema Capitalista Para a Formação do Super-Herói Segundo Bybe-Luyten, os Super-Heróis surgiram devido à necessidade de ativar o patriotismo, devido à fraqueza econômica e a superioridade da Alemanha fascista. Os meios de comunicação de massa ou mais precisamente os quadrinhos, tinham símbolos incrivelmente capazes de incentivar o povo, porém nenhum super-herói foi mais patriota e dramático quanto o Capitão América que nos primeiros anos de sua existência transmitia ideologias patrióticas, e também nacionalistas, militaristas e antifascistas, que foi seguida dez anos após à sua queda, pelo comunismo, mas esse fato estaria excluso se não fosse o avanço capitalista.

12 11 O avanço capitalista foi forjado devido à Revolução Puritana Inglesa do século XVII. Segundo Roper, não há como provar de forma crucial essa agressão, que iniciou desde a Revolução, o que de fato foi verdade, mas a evolução do capitalismo poderia ter ocorrido mesmo sem a Revolução Puritana que forjou o acumulo de capitais servindo como modelo aos EUA, devido que em 1700 os capitais eram mais avançados, portanto mesmo se a Revolução tivesse fracassado, poderia haver o avanço tardio. Contudo, os EUA filhos da Inglaterra, consideravam estáveis quanto aos males do capitalismo, devido parte da Europa não ter conseguido à evolução rapidamente. Segundo Dobb, os EUA estavam vangloriando a sua estabilidade econômica, pois acreditavam que a crise não iria os afetar, mesmo nos fins dos anos 20 quando a avalanche estava prestes à fluir. No ano pressago de 1929, um relatório da Comissão sobre Recentes Modificações Econômicas, sob a direção do Presidente Hoover, apresentou o pronunciamento confiante de que economicamente, temos um terreno sem limite à nossa frente; há necessidades novas que abrirão incessamente caminho para outras mais novas ainda, à medida que sejam satisfeitas. (...) Parecemos ter apenas tocado na orla de nossas potencialidades. Quando examinamos essas coisas, o ânimo de tal período vem a se enumerar entre as maravilhas dos tempos modernos. Tal otimismo não estava destinado a perdurar por muito tempo. Os sonhos de um paraíso econômico iriam ser rudemente desfeitos pelos acontecimentos de 1929 a 1931 (...) (DOBB, p.230). Deve-se afirmar que os EUA eram superior à Grã-Bretanha, devido ao sistema econômico que não conseguiu sustentar por falta de equilíbrio econômico das indústrias, portanto não era possível afirmar que a agressão capitalista que surgiu na Grã-Bretanha foi realmente crucial, mesmo com a debilidade dos EUA; essa crise não tinha como não acontecer. Segundo Dobb, os EUA se recuperaram dentro de políticas governamentais, e que chegou a concentrar mais do que a Grã-Bretanha, mesmo explorando os países vizinhos, porém a Crise foi se desfazendo, devido a produção de armamentos no entre guerras. De acordo com Hooper (1983) o capitalismo já recuperado pelos EUA, pois teve condições de fortalecer os meios de comunicação de massa, por isso foi possível com a ascensão de Adolf Hitler. Segundo Hobsbawm (2004), Adolf Hitler foi o responsável pela Segunda Guerra Mundial, mesmo com todas as potências que tentaram evitar a guerra, pelo fracassado Tratado de Versalhes, que criou uma Alemanha ameaçadora e ultranacionalista de direita, que foi mobilizada pela Itália e logo mobilizou o Japão. Este último tinha intenções de criar um império econômico, mas os EUA tinham interesses por exportações, pois congelaram

13 12 a economia dos japoneses, mas estes sabiam que não poderiam vencer os EUA, mesmo assim atacaram de surpresa em falha dos americanos; era a única solução para não ser um país independente de exportações. O Japão jamais iria abrir mão de seus interesses, mas sabia que os EUA iriam reagir a qualquer custo. Na verdade, foram o embargo ocidental (isto é, americano) ao comércio japonês e o congelamento de bens japoneses que obrigaram o Japão a passar à ação, se não queria que sua econômia, inteiramente dependente de importações oceânicas, fosse estragada de repente. A jogada que fez era perigosa, e revelou-se suicida. O Japão talvez aproveitasse sua única oportunidade de estabelecer rapidamente seu império sulista; mas como já calculava que isso exigia imobilização da marinha americana, a única força que podia intervir, também significava que os EUA, com suas forças e recursos esmagadoramente superiores, seriam imediatamente arrastados para a guerra. Não havia como o Japão vencer esta guerra. (HOBSBAWM, 2004, p. 48) Os EUA não iriam entrar na guerra necessariamente para vingar o Japão, pois o que temiam os americanos era a ascensão da Alemanha fascista, porém Adolf Hitler não acreditava na capacidade dos EUA que tinham condições de vencê-lo junto aos Aliados, devido sua força econômica e tecnológica. Hitler subestimava as democracias liberais como os EUA, mas os meios de comunicação de massa, preferencialmente as histórias em quadrinhos onde nasceu o Capitão América em 1941, ainda antes do ataque dos kamikazes japoneses à Base Naval de Pearl Harbor, quando o presidente Roosevelt era julgado pelos políticos da democracia liberal, por ser incapaz de fazer política eficiente contra o fascismo alemão, para mostrar que a Alemanha nazista ou as forças do Terceiro Reich eram perigosos para a democracia americana, porém era preciso que os meios de comunicação de massa, ou os super-heróis das histórias em quadrinhos; inclusive o Capitão América que foi o mais eficiente dos super-heróis para divulgar esse perigo que atormentava a democracia e a liberdade dos EUA, mas esse auxílio do Capitão América tentava vislumbrar que os fascistas alemães podiam enviar espiões e sabotadores para destruir a economia dos EUA que produzia armamentos para a Grã-Bretanha. Necessitava de super-heróis no imaginário para demonstrar esse perigo. Segundo Hobsbawm, não está claro sobre o que realmente mobilizou os EUA para entrar na guerra, pois o ataque do Japão e a guerra forjada por Adolf Hitler não pode ser afirmada como estímulo devido ao momento de reação, mas fica claro que o Capitão América auxiliou para essa participação imediata dos EUA na guerra, porém divulgou esse perigo através de suas histórias nacionalistas, como veremos no segundo capítulo. É indubitável que os meios de

14 13 comunicação de massa nessa parte foram cruciais, foi o que motivou os EUA a entrarem na guerra com intenção de vencer. A democracia liberal (que por definição não existia no lado fascista ou autoritário) alargou esse fosso. Tornou lenta ou impediu a decisão política, notadamente nos EUA, e sem dúvida lhe dificultou, e às vezes impossibilitou, a doção de políticas impopulares. Sem dúvida alguns governos usaram isso para justificar seu próprio torpor, mas o exemplo dos EUA mostra que mesmo um presidente forte como Franklin D. Roosevelt era incapaz de executar sua política antifascista contra a opinião do eleitorado. Não fosse Pearl Harbor e a declaração de guerra de Hitler, os EUA sem dúvida teriam continuado fora da guerra. Não está claro sob que circunstâncias poderia ter entrado. (HOBSBAWM, 2004, p. 153) Os EUA, obviamente não iriam arriscar sua economia fazendo guerra contra as forças do Eixo, mas o destino estava marcado devido aos problemas já citados no Japão. Hobsbawm afirma que os EUA não iriam entrar na guerra para vingar o Japão, mas para vencer o nazismo na Alemanha, e logo atacou brutalmente Hiroxima e Nagazaki, para a rendição dos japoneses e o fim da guerra. 1.2 A Propaganda do Super-Herói Patriótico De acordo com Luciana Chagas, Os editores do Capitão América divulgavam o perigo fascista, e estamparam na primeira capa da edição, o Capitão América refletido no Estadonação socando Hitler, que representava o nazismo. Segundo Hobsbawm, é viável que nesse período, que nós entendemos as histórias em quadrinhos do Capitão América como também um meio de defender o nacionalismo e o patriotismo, porém é demonstrável a busca pela identidade e defesa da unidade do Estado; o Capitão América ou qualquer outro super-herói que vestia as cores de sua pátria, defendia a cultura e a ideologia dos EUA, garantindo aos jovens de classe média a identificação imaginária com o símbolo do Estado. O Capitão América permanece sendo essa representação simbólica. (...) em eficácia, para inculcar sentimentos nacionalistas, de todo modo só para homens, foi a facilidade com que até mesmo os menores indivíduos políticos ou públicos podiam se identificar com a nação, simbolizada por jovens que se destacavam no que praticamente todo o homem quer, ou uma vez na vida ter querido: ser bom naquilo que faz. (HOBSBAWM, 2011, p.171).

15 14 Contudo, vários super-heróis deram continuação nas histórias em quadrinhos, mas o Capitão América, defensor da liberdade e da democracia, que foi reconhecido pelos editores como a lenda viva da Segunda Guerra Mundial, cai no esquecimento. Após a vitória dos EUA na Segunda Guerra Mundial ao lado da Rússia soviética, o Capitão América morre, pois os horrores da guerra e as suas fantásticas histórias não tinham mais sentido. O Capitão América não tinha mais sentido para divulgar a guerra, pois este foi criado pela esperteza dos editores para fazer política ao governo. De acordo com Leandro Karnal (2007) Roosevelt em sua política de combater o fascismo, fazia propaganda para a liberdade e a democracia através dos meios de propagandas, segundo Vieira Guerra somente o imaginário tratará a necessidade da guerra contra as forças do Terceiro Reich, e Eco fala da associação às fantasias dos artistas que podiam associar-se aos desejos do governo, pois a força do imaginário cria o guerreiro, cria heróis que a sociedade sonha para minimizar seus problemas pessoais, fracassos e frustações, pois o homem precisa de um herói. Através das idéias de Chagas e Inácio, poderemos entender em três fatores, o tempo de hibernação e regresso do Super-Herói. Primeiro os editores não tinham idéias suficientes para ter o que fazer com o Capitão América, após a Segunda Guerra, lembrando que a missão do super-herói já estava concluída. Segundo, que a guerra não tinha mais sentido para os EUA, com exceção das participações nos conflitos na Coréia e no Vietnã, contra os comunistas, e logo que o super-herói entrou em falência a URSS era assustadora pois na época da Guerra da Coréia nos anos cinquenta em que os EUA estavam perdendo vários combatentes, pode ser o fato mais preciso para recriar o Capitão América, assim como a editora criou uma gama de personagens famosos e cultuados no mundo inteiro. Terceiro, o super-herói retorna justamente para mais uma missão na Guerra Fria, que é a melhor das hipóteses para explicarmos o retorno triunfal do Capitão América. A concretização para definirmos esse problema então, foi que as histórias em quadrinhos do Capitão América retornaram um ano após o assassinato do presidente John F. Kennedy em Março de 1963, portanto a política deste governo não era eliminar os comunistas, mas sim de manter a supremacia americana, que pode ser explorada nas primeiras histórias do pós- hibernação do super-herói; a questão do patriotismo retornava assim como a do anticomunismo, pois para ter-se propagandas patrióticas era preciso opor-se ao comunismo, algo similar entre os tempos de Segunda Guerra Mundial quando o antifascismo também gerava o patriotismo na ficção. Houve histórias em que os editores deixavam explícito o ideal americano, quando o Capitão

16 15 América questiona: Será que os combatentes comunistas são tão fracos, tão inseguros, que temem um americano sozinho?? É esse o propalado poder dos vietcongues?. (BIBLIOTECA HISTÓRICA MARVEL CAPITÃO AMÉRICA, Marvel Comics, 2008, Pg.31) Segundo Hobsbawm, a URSS era ameaçadora, mas sem perigo para uma suposta Terceira Guerra, porém, como já é sabido, havia uma divisão entre o comunismo e o capitalismo, e isso se tornou uma ameaça à hegemonia capitalista dos EUA, mas as duas forças temiam uma a outra. É fato, de que o Capitão América iria provar a superioridade dos EUA em seu retorno nas histórias em quadrinhos. Em suma, enquanto os EUA se preocupavam com o perigo de uma possível supremacia mundial soviética num dado momento futuro, Moscou se preocupava com a hegemonia de fato dos EUA, então exercida sobre todas as partes do mundo não ocupadas pelo Exército Vermelho. Não seria preciso muito para transformar a exausta e empobrecida URSS numa região cliente da economia americana, mais forte na época que todo o resto do mundo junto(...). (HOBSBAWM, p.231). Segundo Hobsbawm, com a percepção que a URSS não podia vencer o capitalismo, esta apenas suportou com seus avanços tecnológicos e ameaças, porém em conflitos como na Guerra do Vietnã, os EUA sempre buscavam meios para vencer os comunistas. Foi justamente essa ameaça vermelha que propositou a reação do Capitão América pela Editora Marvel Comics, portanto os editores alegavam que as histórias que tinham personagens vilãos comunistas foram poucos, o que importava realmente era as qualidades das histórias com mais entretenimento. O herói sumiu alguns anos do fim da guerra e só a partir de março de 64 voltou definitivamente à ativa (Com uma versão que dizia que ele havia ficado congelado desde 1945) (...) Uma das questões centrais era: QUEM um símbolo antinazista poderia enfrentar? Espiões soviéticos? Essa idéia chegou a ser desenvolvida na década de 50 (...). (CAPITÃO AMÉRICA, Editora Abril, Marvel Comics. N.9, 1990). O medo era de espiões soviéticos, assim como acreditavam os editores sobre os nazistas, foi uma pertubação comunista que fez com que fosse criado uma gama de superheróis reconhecidos mundialmente que provaram na ficção a superioridade do Estado. O Capitão América em suas primeiras histórias dos anos 60 demonstrava assim como na dos anos 40, o ideal patriótico, pois o que diferencia era que este personagem não era mais o cão do governo dos anos 40; era e ainda é um ídolo da cultura pop, mas que esbanjava ideais de patriotismo, como os próprios editores afirmaram em uma de suas histórias dos anos

17 16 40, quando o Capitão América auxiliava o Estado para defender a democracia; Quem é o Capitão América? Todo um país se emociona com seus feitos ousados. Seu nome se torna símbolo de coragem para milhões de americanos... e sinônimo de terror no mundo dos espiões! (CAPITÃO AMÉRICA: As Primeiras Histórias, Marvel Comics, 1992, Pg.14) 1.3 A Visão Sobre o Personagem na Nova Era Segundo Hobsbawm, não seria excluso que a Revolução Cultural no qual foi iniciada nos EUA e na Grã-Bretanha, pois nada melhor que os meios de comunicação de massa para levar uma nova atitude de vida aos jovens do final dos anos 60. Contudo, o Capitão América estava no auge assim como os super-heróis das histórias em quadrinhos, contribuindo junto com a Broadway e Hollywood, esse avanço da cultura, onde Hobsbawm vai afirmar que os jovens dos meados do século XX tinham uma vida diferente e mais liberal do que tiveram seus pais que viveram na Grande Depressão e isso é conhecido como o abismo de gerações em um tempo que os jovens terão a liberdade de que seus pais não tiveram, porque as indústrias estavam bem desenvolvidas e os empregos em alta; homens e mulheres jovens podiam definir seu futuro. Entretanto, a partir de Viana, após a Segunda Guerra neste período de revolução cultural, o herói americano que é revivido por Stan Lee, começa a questionar sobre si mesmo num mundo diferente em que vivia, pois no imaginário do Lee o herói americano, símbolo de heroísmo dos EUA teria que sofrer alterações para retornar-se anos após a guerra, no entanto cria-se uma narrativa onde o Capitão sofre um acidente na tentativa de evitar um ataque do arqui-inimigo Caveira Vermelha aos EUA, algo que seria a trama que apagava o fracasso da venda de quadrinhos que comprometeu no fim da Era de Ouro dos quadrinhos nos meados dos anos 50. Contudo, para caracterizar o inicio da Era de Prata, Lee transforma o personagem mais pensativo e critico do governo após ser encontrado congelado no Atlântico Norte por Namor nas páginas de The Avengers n. 04 de 1964, sendo assim no auge da Guerra Fria o símbolo de heroísmo dos EUA ou a Lenda Viva da Segunda Guerra Mundial integra-se aos Vingadores se tornando líder do grupo. Levando em conta da era da Guerra Fria e a ameaça sofrida pelos EUA, Lee mantém o personagem como por não mudar a figura do Capitão, e atrai o público leitor com histórias que fazem críticas ao governo e a Guerra Fria.

18 17 Em sua trajetória, o Capitão América nos anos 40 apoiador do governo, era como o Tio Sam, incentivava que os jovens alistassem no Exército dos EUA, é fato, pois com o aniquilamento da Alemanha nazista, os quadrinhos sofrem queda de vendas, o Capitão é cancelado, mas com o fato do inicio da Era de Prata, quando a Timley Comics se torna a Marvel com a criação de novos heróis devido às concepções da Guerra Fria, o herói americano é reativado conforme sabemos para estar do lado dos EUA na Guerra Fria e criticar o governo, é fato. Percebe-se um oscilamento de fato entre a política interna e externa onde será mais bem explorado no segundo capítulo que o personagem luta contra os comunistas, mas não tão frequente quanto lutar contra nazistas o que era a mesma coisa, pois a indústria Marvel tem interesses econômicos, porém é o que transforma o personagem com traços políticos, devido a defesa da pátria através de lutas contra inimigos e suas mensagens ideológicas. Consequentemente, o Capitão América constrói toda a ideologia do Estado-nação, devido as suas formas de agir e pensar dentro dos quadros da ficção, que buscou desde o inicio tentar garantir a estabilidade patriótica de seu país, mesmo que na contemporaneidade, não desenrraigou dessas ideologias.

19 18 CAPÍTULO 2 DIVERGÊNCIA DA IDEOLOGIA CULTURAL E POLÍTICA DA VISÃO DOS AMERICANOS EM RELAÇÃO À SEGUNDA GUERRA E A GUERRA FRIA: O COMBATE DO CAPITÃO AMÉRICA AOS NAZISTAS E COMUNISTAS De acordo com Viana (2005), Super-herói é diferente de herói e de fato que o herói é mais humano quando não tem nenhum ser que seja poderoso com determinado tipo de superpoder, este vive num realismo mais próximo do homem, portanto super-heróis são todos os seres que tendo ou não superpoderes são considerados super-heróis se enfrentar inimigos com superpoderes, porém super-herói significa não somente sobre-humano, mas humano desde que esteja ao lado de seres com poderes sobre-humanos. 2.1 Capitão América: Trajetória, Valores e Identidade Nacional Capitão América fora criado para que os jovens e adultos pudessem se identificar com os valores que carrega, dando sentido e significado a verdade da precisão da guerra, pois causa representação do que esses necessitam para tornar o impossível em possível, devido que necessitam explicar a sua realidade. O Capitão América é um mito, pois segundo Umberto Eco (1965), sendo uma necessidade da demanda do imaginário social e político, visa que os homens se sentiram minimizados com a ascensão tecnológica e necessitam da imagem do herói, este que traz a esperança para os que sofrem com as frustações do poder coletivo, no entanto visamos nas décadas da Segunda Guerra Mundial, essa necessidade para que os Estados Unidos participassem da Guerra. Parafraseando Leandro Karnal (2007), o presidente Roosevelt ( ) sabia que a qualquer momento os Estados Unidos poderiam participar da Guerra, devido a manutenção de armamentos para a França e a Inglaterra e seus conflitos contra o Japão, explicados no primeiro capítulo, portanto Roosevelt tinha esquemas para que os meios culturais participassem da propaganda antifascista, porém, após a criação do Super-Homem, surge um Super-herói militar na luta contra as forças do Terceiro Reich. Segundo Luciana Chagas, o Capitão América era um verdadeiro caçador de nazistas e ao mesmo tempo um Sentinela da Liberdade, pois era o maior anti-nazista que já havia sido

20 19 criado, devido as suas mensagens de ataque ao líder nazista e seus seguidores, para a defesa dos EUA, gerando a necessidade de guerra, motivando que os jovens pudessem realizar os seus sonhos de ajudar os EUA na luta incansável contra a Alemanha nazista, porém as mensagens eram nacionalistas e patrióticas, pois o Capitão América era um símbolo do nacionalismo dos EUA e ao mesmo tempo um patriota como sempre, sendo que nas décadas de quarenta o Sentinela da Liberdade era, devido ao ufanismo nacionalista, consistentemente e declaramente a favor do governo dentro da política externa, cujo oscila com a política interna, pois dentro da política externa este não se desenvolve por ser nacionalista, com excessão as lutas políticas contra nazistas e comunistas através do tempo, e na política interna veremos mais adiante o desenvolvimento que evoluiu o Capitão América nas lutas sociais em sua pátria, e o seu código moral que se universalizou, passando a defender os valores universais. Chagas afirma sobre o presidente Roosevelt, que por aproximar das forças militares, recomendou as primeiras tiragens da revista Captain America Comics n.1 de Simon e Kirb, para o exército de prontidão, para motiva-los e inspira-los a manter o ideal americano de liberdade, democracia, igualdade e justiça, era algo que permeasse o imaginário dos militares para a consciente participação dos EUA na Segunda Guerra Mundial, no entanto conforme é de saber que, conforme Backzo (1985), o personagem imaginário faz com que os militares acreditem em suas ilusões e leve-os para a guerra verdadeira a fim defender sua pátria, então o Capitão seria a verdade para os seus sentimentos de vitória, acreditando que possam inspirar em um herói incapaz de mentir, corajoso e incorruptível. A partir da primeira revista em quadrinhos do Capitão América, visaremos o seu surgimento no alvorecer da Era de Ouro dos quadrinhos ( ), seus valores e sua identidade, na trama um rapaz franzino sem história passada, é submetido a uma proposta secreta do governo de criar um exército de super-homens para que os EUA aniquilassem os espiões e sabotadores nazistas que estavam destruindo as usinas de armamentos que muniam a Grã-Bretanha e que vencessem os alemães e os japoneses, então Steve Rogers se voluntariou para o experimento bioquímico do melhor cientista dos EUA, o Dr. Reinstein, que após injetar o soro de supersoldado, esse sobrevive e torna-se forte, capaz e corajoso o suficiente, no ápice da condição humana e física de um atleta. Mas um agente da Gestapo assassina o Doutor e a fórmula que seria para criar um exército faz com que Steve Rogers se tornasse o único, após a fala do cientista maluco que havia batizado Steve Rogers de Capitão América.

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