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1 ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DO DIÁRIO ECONÓMICO Nº 5779 DE 15 DE OUTUBRO DE 2013 E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE Soluções Financeiras para PME Saiba como conseguir financiamento para internacionalizar a sua empresa Paulo Figueiredo As propostas dos bancos: todas linhas de crédito disponíveis QREN com grande procura por empresas que querem internacionalizar-se Mais de 17 mil empresas recorreram ao leasing em 2013

2 II Diário Económico Terça-feira 15 Outubro 2013 BREVES COMO SER UMA PME LÍDER Ser PME Líder pode ajudar no acesso ao financiamento. Mas para ser uma, estar focado na internacionalização e inovação é fulcral. A PME deve ainda provar que tem uma equipa de gestão profissional, crescimento sustentado e uma quota de mercado significativa. Também determinante é a prestação de contas auditadas anualmente. REGRAS DE OURO Uma PME que não tenha três anos de actividade fechados com resultados líquidos positivos e que não tenha um volume de negócios superior a 500 mil euros, e autonomia financeira superior a 25%, não é considerada PME Líder. Uma PME que acredita reunir as condições deve dirigir-se a um dos bancos parceiros para iniciar o processo. Empresas procuram alternativas ao financiamento tradicional Os bancos apresentam várias linhas de financiamento às PME. IRINA MARCELINO E RAQUEL CARVALHO Odiscurso de José Eduardo Carvalho, presidente da Associação Industrial Portuguesa (AIP) na semana passada na convenção empresarial da AIP, no Centro de Congressos de Lisboa, tocou no ponto: os empresários ali presentes, numa plateia cheia e pronta a ouvir o primeiro ministro Pedro Passos Coelho, foram os empresários que conseguiram sobreviver às várias tempestades por que o País passou, e que sobreviveram também às graves dificuldades de financiamento às empresas. São aqueles que viram o stock do financiamento bancário reduzir-se 16,4 mil milhões de euros (17,8%) em dois anos, serem asfixiados com rescisões unilaterais de contratos de financiamento. Ou que viram a descida significativa da euribor não ter qualquer reflexo nas taxas de juros praticadas e que continuam muito superiores aos seus concorrentes europeus. A associação defende, por exemplo, que a utilização do valor remanescente do fundo de recapitalização da banca deve ser utilizado para reforçar a solvabilidade das empresas através da sua recapitalização. É preciso encontrar formas mais fáceis e baratas para financiar as empresas, chegou a defender o presidente da República, Cavaco Silva, em Junho passado, dizendo o BCE, que empresta aos bancos a 0,5%, devia fazer algo mais para que as empresas, em particular PME, obtivessem crédito em condições mais favoráveis, já que as instituições financeiras acabam por financiar as empresas a 6 e 7%. Seja pelas elevadas taxas de juro, seja pelas regras cada vez mais apertadas que as entidades financeiras exigem - apesar destas defenderem que os projectos bons têm sempre acesso ao financiamento -, a dificuldade de acesso ao crédito é um problema que todas as empresas tentam ultrapassar. Mas quando se trata de empresas a iniciar a sua carreira, a situação pode ficar pior. Muitas destas empresas acabam por procurar apoios noutros países. Foi o caso da Belmont Electronics. Pedro Gray, presidente, conta o seu caso: infelizmente não temos tido sucesso apesar de nos candidatarmos por duas vezes ao Portugal Ventu- JOSÉ EDUARDO CARVALHO Presidente da Associação Industrial Portuguesa Os empresários que sobreviveram à crise viram o stock do financiamento bancário reduzir-se 17,8% em dois anos e foram asfixiados com rescisões unilaterais de contratos de financiamento. res. A solução foi procurar financiamento a fundo perdido no valor de 32 mil euros, que lhes foi concedido pelo governo chileno através do programa Start Up Chile. Para aumento do capital social foram cedidas participações a novos sócios no montante proporcional, diz, frisando que caso a empresa necessite de fundos adicionais prevemos recorrer a business angels ou capital de risco, cedendo equity em contrapartida, porque, explica, os business angels ou capital de risco são parceiros reais de negócio que participam na gestão e dinamização da empresa. Formas de financiamento alternativas têm estado a ter mais procura da parte das empresas. O próprio Fundo Monetário Internacional (FMI) aconselhou, numa análise recente em que referia o excesso de endividamento das empresas, nomeadamente em Portugal. Para aquela instituição, deve haver acesso das empresas a fontes de crédito que não os bancos ou incentivos às seguradoras e fundos para investirem a longo prazo e o Banco Central Europeu pode tomar mais medidas não convencionais para fazer o crédito chegar às PME. Numa conferência promovida pela multinacional Xerox na semana passada sobre a sustentabilidade financeira das PME face aos desafios do financiamento, a ideia da diversificação de fontes de financiamento acabou por surgir. Facilitar o acesso aos fundos comunitários, dinamizar a bolsa de valores para as PME, fomentar o capital risco e os business angels ou proporcionar incentivos para aumentos de capital e retenção de lucros foram algumas das soluções apresentadas pelos especialistas para resolver o problema do financiamento às PME. Pedro Quintela, director geral da Xerox Portugal, empresa que pertence à multinacional com o mesmo nome e na qual trabalham mais de 11 milhões de pessoas em todo o mundo, resume o porquê desta preocupação com o financiamento às PME: os nossos principais clientes são PME, sendo responsáveis por cerca de 60% do nosso volume de negócios. Queremos contribuir para as soluções que estão na base da sustentabilidade financeira destas empresas. É que na verdade, o problema das PME é o problema de toda a economia. Paulo Figueiredo Paula Nunes Paula Nunes

3 Terça-feira 15 Outubro 2013 Diário Económico III APOIOS AO TURISMO Foi assinado um protocolo entre o Turismo de Portugal, oito instituições bancárias e as sociedades de garantia mútua para a criação de uma linha de apoio à Consolidação Financeira, no valor de 150 milhões de euros, válida até 2015, visando alargar os prazos de reembolso dos empréstimos contraídos. Há ainda uma linha de apoio à tesouraria no valor de 80 milhões de euros e de apoio à qualificação de oferta, de 120 milhões. SER SUSTENTÁVEL A sustentabilidade da empresa no médio longo prazo é a principal condição de acesso ao crédito, acredita o BES. Para o banco, na análise a um crédito a solidez financeira, capacidade de gestão da sua equipa de liderança, as perspectivas do mercado onde actua são pontos-chave da concessão de crédito, considera. As soluções dos maiores bancos para as PME CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS 824 milhões de euros no apoio a empresas >> A quota de mercado da CGD no crédito a empresas era em Julho, de 17,7%. O banco já financiou 824 milhões de euros em novas operações de médio e longo prazo. No âmbito das Linhas de Crédito PME Invest, foram concedidos cerca de 180 milhões de novos créditos em 2013, totalizando milhões em carteira em 31 Agosto de 2013, diz fonte do banco, que realça o apoio através da linha Export, da Pme crescimento 2013 e da Linha Caixa Capitalização, uma linha de crédito pioneira no mercado financeiro nacional que combina atributos de dívida e de capital, explica. No apoio à internacionalização, o banco dispõe de várias soluções financeiras e serviços, tais como o IVA EnCaixa, o Caixa Maistesouraria, a Linha Caixa Exportação, a emissão e compra de cheques, a abertura de contas através da aliança internacional de bancos Connector, o caixa e-banking, e transferências internacionais. Oferece ainda operações bancárias que minimizam os riscos das transações de exportação e importação, através do trade finance. Faz acordos e parcerias com instituições financeiras multilaterais e bancos de desenvolvimento, garante Instrumentos de cobertura de risco. MILLENNIUM BCP 3400 empresas apoiadas através da PME Crescimento >> Na linha PME Crescimento 2013, o Millenniumbcp já aprovou financiamentos a mais de empresas num montante superior a 308 milhões de euros. Na sub-linha Empresas Exportadoras, já aprovou mais de 47 milhões de euros de financiamentos, a cerca de 170 empresas, ajudando ainda empresas através da Linha Export Invest e participando, de futuro, na linha PME Exportações. Quanto a linhas de crédito especiais, o Millenniumbcp destaca a linha de apoio ao investimento em Moçambique, com 100 milhões de dólares alocados, através do Millennium bim, subsidiária em Moçambique. Já através da Linha Millennium BEI, disponibiliza 200 milhões de euros, para projectos de investimento de pequena e média dimensão nas áreas da indústria, turismo e serviços, incluindo investigação e inovação, energia e proteção ambiental, explica fonte do banco que oferece ainda soluções complementares para apoio às empresas exportadoras, em articulação com as operações em Angola, Moçambique, Polónia e Macau. De frisar a Millennium Trade Solutions equipa dedicada em exclusivo ao negócio internacional, que disponibiliza produtos e serviços financeiros especializados. BANCO ESPÍRITO SANTO Banco tem 41% de quota na PME Crescimento 2013 >> Na Linha PME Crescimento 2013 Exportadoras, o BES tem uma quota de mercado de 41%, com 152 milhões de euros em 397 operações, e na Linha Export Investe, 57%, com 10,6 milhões de euros em 33 operações, diz fonte do banco que fará também parte da nova Linha de Crédito PME Exportações, em fase de operacionalização. A nível de apoio directo à internacionalização e exportações das empresas, o banco tem um departamento dedicado a esta área, a Unidade Internacional Premium, que desenvolve várias acções, nomeadamente, Missões Empresariais. O BES disponibiliza ainda seguros de crédito e lançou recentemente os Financiamentos à Exportação com o objectivo de acompanhar o cliente que decide exportar desde o primeiro momento, isto é, financiando o ciclo produtivo das exportações, informa a mesma fonte. De frisar o Portugal Exportador, uma iniciativa do banco, que vai já na 8º edição, e que se realizará no dia 27 de Novembro de 2013, reunindo empresas e instituições que procuram estreitar ou mesmo criar relações que venham facilitar e melhorar os seus processos de internacionalização e exportação. Paulo Figueiredo Paulo Figueiredo Paula Nunes BPI BPIExportaçãoSeguroemparceriacomaCOSEC >> No início de 2012, em parceria com a COSEC, o BPI lançou o BPI Exportação Segura : uma oferta que agrega soluções de apoio e financiamento à exportação e de cobertura de risco. Inclui o novo Seguro de Créditos Operações Exportação BPI-COSEC, que permite apoiar operações de exportação individuais e cobrir o risco de cobrança, factura a factura, frisa fonte do banco que dispõe de soluções específicas para mercados estratégicos em parcerias: Soluções Ibéricas, com o la Caixa, soluções-angola, com o Banco de Fomento Angola, Soluções-Moçambique, com o Banco Comercial e de Investimento, e a Linha Brasil Express, com o ITAÚ. No que respeita às Linhas de Crédito de apoio ao financiamento da internacionalização, o BPI está presente através da Linha PME Crescimento 2013, a Linha Export Investe e a Linha Investe QREN, tendo lançado duas linhas de crédito para PME: a Linha BPI Empresas 2013, de mil milhões de euros e a linha BPI Negócios 2013, de 500 milhões. Oferece ainda uma ferramenta de Corporate Internet Banking, o BPI Net Empresas, tem equipas especializadas de apoio às empresas e produtos de apoio às exportações. SANTANDER Aprovadas mais de cincomil operações no 1º semestre >> Na campanha Crédito Activação do Banco Santander Totta, até ao 1º semestre de 2013, foram aprovadas mais de cinco mil operações e um montante de cerca de dois mil milhões de euros concretizando a intenção de apoiar bons projectos, informa fonte do banco. Já nas linhas PME Investe/Crescimento o banco tem uma quota de mercado de 17%, tendo colocado nos primeiros seis meses do ano, mais de 15 mil operações, no montante global de cerca de 1,7 mil milhões de Euros. Na linha PME Crescimento 2013, a quota é de 18% em montante de financiamento de operações. No apoio à internacionalização, o Santander disponibiliza, através da Direcção Internacional, o International Desk que estabelece uma ligação comercial da Rede Empresas com as suas congéneres nos vários bancos do Grupo. Desde o arranque em Junho de 2011 até ao final de Maio de 2013, foram trabalhadas mais de 469 oportunidades, resultando na abertura de relacionamento formal de mais de 175 empresas portuguesas, esclarece o banco que criou a Chancela Top Exporta, um instrumento útil para os negócios internacionais das empresas e a Solução Exportação, um programa de apoio às PME Exportadoras. MONTEPIO Banco com papel activo no apoio a empresas >> O Montepio coloca à disposição das PME um vasto leque de instrumentos e ferramentas exclusivamente criados para o apoio ao negócio internacional, através do financiamento de operações comerciais, de situações de investimento realizado no estrangeiro, ou de garantias prestadas no pagamento de determinado montante, diz fonte do banco, que participa nas Linha de Crédito PME Crescimento e a Linha de Crédito Export Investe. Existem ainda vários apoios legais e financeiros à internacionalização, desde os sistemas de incentivos do QREN, aos protocolos financeiros entre o Estado e os Bancos, passando por gabinetes técnicos especializados e capazes de auxiliar as empresas com vocação para se expandirem para mercados internacionais, refere a mesma fonte. De frisar que o apoio ao comércio internacional e à internacionalização das empresas concretiza-se ainda em aconselhamento quanto a procedimentos e instrumentos de crédito a utilizar, na proteção do risco de negócio, na gestão de tesouraria, na identificação de oportunidades e acesso a linhas protocoladas, e na partilha de riscos e acesso a uma rede de correspondentes no estrangeiro.

4 IV Diário Económico Terça-feira 15 Outubro 2013 BREVES EMPRESAS FAMILIARES Peter Villax, presidente da Associação de Empresas Familiares, afirma que um dos problemas levantados por estas empresas na altura de entrarem em bolsa, é não estarem dispostas a delegarem o controlo a outras pessoas, o que considera ser uma falsa questão, uma vez que a família não deixa de estar presente na gestão. Essa passa é a ser mais profissional. VALOR MÉDIO LEASING De acordo com a Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Rating, presidido por Beja Amaro, até Agosto de 2013, o valor médio do contrato de leasing mobiliário foi de 37 mil euros e o de imobiliário de 364 mil euros. O leasing mobiliário financiou veículos, máquinas e equipamento industrial e o leasing imobiliário, imóveis comerciais e industriais e destinados a serviços de saúde e educação. Muitas empresas muitas empresas não querem estar expostas ao escrutínio, transparência e exigência que estar nos mercados implica, diz Luís Laginha de Sousa, presidente da Euronext. Maisde17mil empresas recorreram ao leasing Paulo Figueiredo Exposição da bolsa não atrai maioria das PME Apenas uma PME está cotada na Alternext, a ISA. RAQUEL CARVALHO Entrar em bolsa catapulta o negócio das empresas. Que o diga José Basílio Simões, presidente da ISA, a única PME cotada em bolsa em Portugal que, dessa forma, conseguiu notoriedade em Portugal e credibilidade na conquista de clientes e parceiros internacionais. Sentimos maior interesse por parte de investidores, assume. Esta é, de facto, uma das vantagens de se estar cotado. Porém, a decisão não é fácil e depende de três factores: dimensão da empresa, qualidade e risco do negócio e vontade da empresa em estar exporta ao mercado. Sobre isso, Luís Laginha de Sousa, presidente da Euronext, diz que um dadorelevanteéoiníciodeumarelação com os mercados, que muitas PME não estão interessadas em ter. O responsável não tem dúvidas de que estar na bolsa traz mais visibilidade junto do mercado e uma maior capacidade das empresas se promoverem, mas explica que esta presença em Bolsa também as expõe muito e muitas empresas não querem estar expostas ao escrutínio, transparência e exigência que estar nos mercados implica. Peter Villax, presidente da Associação de Empresas Familiares segue o mesmo raciocínio. Entrar em bolsa implica uma gestão mais profissional e catapulta o crescimento de uma ISA cotada A Intelligent Sensing Anywhere é a única PME cotada em bolsa. José Basílio Simões, CEO, diz que a decisão se deveu a uma forte dinâmica de crescimento e de expansão internacional e à necessidade de reforçar a notoriedade, bem como para facilitar futuros aumentos de capital. A entrada deu-se a 19 de Junho de 2012 e o balanço é positivo visto os objectivos terem sido cumpridos. Quanto a vantagens, destaca a transparência e partilha de informação exigida. empresa, dois pontos que muitas empresas familiares não estão interessadas em ter. Muitas preferem manter a gestão na família e crescer de forma sustentada. Três empresas com quem o Diário Económico falou não descartam a hipótese de entrar em bolsa, mas consideram não ser agora o momento, devido à dimensão e suas aspirações. Lídia Santos, administradora da Nutrigreen assume essa possibilidade, vemos com muito agrado uma entrada na bolsa, e certamente será muito vantajoso, no entanto ainda estamos numa fase de consolidação da empresa de forma a garantir essa entrada, explica. Já Pedro Gray, director-gerar da Belmonte Electronics garante que quando tivermos dimensão para tal poderemos considerar a hipótese. Carla Rocha, directora comercial da Viriato, acredita que para empresas cujo mercado não seja o cliente final e como tal os seu produtos não são do conhecimento do público ou objecto de uma difusão em massa, outras soluções poderão ser mais convenientes, pelo menos numa primeira fase, pelo que confessa que face ao actual estado dos mercados financeiros, a entrada na bolsa deverá ser bem preparada e devidamente suportada por instituições especializadas de maneira a garantir o sucesso da mesma e não um frustrar e gorar de expectativas. Até Agosto de 2013, o financiamento concedido através de Leasing, Factoring e Renting foi de milhões de euros, de acordo com dados da Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting (ALF), que informa que o número de empresas que, no mesmo período recorreu ao leasing foi de cerca de A ALF informa que o sector de serviços, incluindo o turismo, é o que mais recorre ao leasing, e frisa que esta solução financia todo o tipo de bens mobiliários e imobiliários, tendo como objectivo fazê-lo de forma mais económica, com a vantagem de ter aconselhamento especializado da própria financeira. O leasing é uma das soluções de financiamento que se disponibilizam às empresas, nomeadamente pelos bancos. De acordo com António Machado, director do Departamento de Leasing e Factoring do Montepio, além das linhas mais tradicionais de apoio à aquisição de imóveis, equipamentos e veículos, o banco disponibiliza uma linha específica para aquisição de veículos eléctricos - Montepio Eco, Até Agosto, o financiamento concedido através de leasing, factoring e renting ultrapassou em Portugal os 5 mil milhões de euros. produto que se destina a empresas e a particulares, explica, frisando que a opção pelo leasing permite menor necessidade de alocação de capital, e tem vantagem fiscal face a outras alternativas de financiamento e ainda opção de compra do bem no final do contrato. Os níveis de procura no Montepio são modestos, mas revelaram, no primeiro semestre do ano, uma taxa de crescimento acima da média do sector. No BES, o montante financiado em leasing tem paulatinamente vindo a subir face ao ano de 2012, assistindo-se até Agosto de 2013 a um incremento superior a 10% no montante total financiado. Assume lugar de destaque o leasing de equipamentos destinados ao sector produtivo, refere fonte do banco que privilegia e apoia os projectos de qualidade. A mesma exigência tem o Santander que disponibiliza serviço de leasing de equipamento com várias soluções de financiamento, o leasing automóvel, imobiliário, em que o financiamento pode atingir os 100% do valor de aquisição. O Santander tem também soluções de leasing ao abrigo das linhas PME Crescimento. R.C.

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6 VI Diário Económico Terça-feira 15 Outubro 2013 BREVES PLANO DE NEGÓCIOS A Portugal Ventures explica que para uma empresa conseguir apoio através de capital de risco, basta apresentar um plano de negócios sólido e credível, alicerçado numa forte capacidade de inovação e ter uma equipa de gestão ambiciosa, forte e coesa, determinada e resiliente. Ter cariz internacional também é relevante. CARTÃO DE CRÉDITO Gonçalo Medeiros, responsável pela área de Marketing, Comunicação e Associados da AEP, destaca o programa AEP Options, no âmbito do qual existem vários protocolos. Um deles é com a Caixa de Crédito Agrícola, que oferece às empresas um cartão com a componente de crédito, de adesão e anuidade gratuitas e atraentes soluções financeiras. AICEP diz que nunca o QREN registou tanta procura Em nenhum outro ano de vigência do QREN, a AICEP registou tão grande procura como em 2013, revela Francisco Baptista, Director de Incentivos PME da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AI- CEP), que afirma que em 2013 já receberam mais de candidaturas individuais de empresas a projectos de internacionalização. Numa altura em que o tema do acesso ao financiamento por parte das Pequenas e Médias Empresas (PME) é crítico, sobretudo atendendo às características do nosso tecido empresarial, composto, na sua esmagadora maioria, por empresas de muito pequena dimensão e à fraca capitalização desse tecido, Francisco Baptista destaca o facto de teren vindo a ser adoptadas medidas muito diversificadas com o objectivo de favorecer o acesso das PME ao financiamento. Entra estas formas de facilitação ao acesso estão as Linhas BEI aprovadas no início do Verão, das Linhas de Crédito Investe QREN ou dos Fundos Revitalizar, neste último caso direccionados para PME que, muito embora se confrontando com dificuldades, demonstram ser unidades economicamente viáveis. Em 2013 a AICEP já recebeu candidaturas individuais de empresas a projectos de internacionalização ligados ao QREN. Também no caso dos Sistemas de Incentivos às empresas tem existido uma preocupação acrescida de facilitar o acesso das PME aos apoios disponíveis. Nomeadamente através de um aumento das taxas de comparticipação dos projectos, uma menor exigência ao nível do envolvimento de capitais próprios e a adopção de um conjunto de medidas de simplificação que visam colocar os apoios aprovados o mais rapidamente possível nas empresas. No caso das empresas com operação nos mercados internacionais, a agência está a trabalhar na perspectiva de diversificação das fontes de financiamento, num trabalho muito próximo com a Banca Multilateral de Desenvolvimento e que esperamos que, a prazo, possa não só traduzir-se num aumento do procurement ganho por PME portuguesas, como também no aumento de projectos de investimento de empresas portuguesas financiados por essa via, conclui o responsável. I.M. Paulo Alexandre Coelho QREN ajudou empresas a ir para fora Valor do financiamento foi de mais de 3,3 mil milhões de euros. RAQUEL CARVALHO No âmbito do QREN, os apoios à internacionalização estão disponíveis através de sistemas de incentivo que passam por despesas para internacionalização. Luís Filipe Costa, presidente do IAPMEI (Agência para a Competitividade e Inovação), frisa que estes apoios já beneficiaram [no total] mais de projectos, num montante de 3,3 mil milhões de euros e alavancando 7,4 mil milhões de euros de investimento. O responsável esclarece que, adicionalmente, as empresas beneficiam do acesso a financiamento bancário no âmbito das linhas de crédito para PME Investe e PME Crescimento para apoio a investimento e a reforço de fundo maneio. Disponível desde23 de Janeiro, a Linha de Crédito PME Crescimento 2013 tem uma dotação global de dois mil milhões de euros, detendo duas linhas específicas destinadas a PME, no valor de 400 milhões de euros e uma linha específica geral, no valor de 1600 milhões de euros, informa, explicando que, na linha específica geral, é criada uma dotação geral no valor de 700 milhões de eu- LUÍS FILIPE COSTA, Presidente do IAPMEI Até Setembro, a Linha PME Crescimento 2013 já foi responsável pela aprovação de 1,1 mil milhões de euros de créditos a empresas. Desde 2008 que as linhas de crédito com Garantia Mútua beneficiaram empresas. ros e uma dotação específica empresas exportadoras, no valor de 900 milhões de euros. Luís Filipe Costa destaca que a linha PME Crescimento 2013 foi responsável pela aprovação de 1,1 mil milhões de euros de créditos a PME (até 30 de Setembro), correspondente a operações de crédito aprovadas a empresas, sendo que beneficia de cobertura da Garantia Mútua a 50%, ou 75% no caso das micro e pequenas empresas. O presidente do IAPMEI informa que desde o início do lançamento das linhas de crédito com Garantia Mútua em 2008 já foram concedidas 118 mil operações de crédito no valor de onze mil milhões de euros de financiamento a PME, que beneficiaram PME. Há ainda uma novas linhas Investe QREN para apoio a empresas que têm projectos do QREN em curso, mas sentem dificuldades no financiamento bancário do remanescente do investimento, explica, e a nova linha em fase de lançamento para apoio ao fundo de maneio das empresas exportadoras, as quais muitas vezes têm encomendas do exterior mas não dispõem de tesouraria suficiente para a aquisição das respectivas matérias primas. Ambas têm o apoio da Garantia Mútua.

7 Terça-feira 15 Outubro 2013 Diário Económico VII CROWDFUNDING A Massivemov, plataforma de financiamento colaborativo, ou crowdfunding, afirma que a Onframe, projecto que terminou há cerca de duas semanas, bateu alguns recordes na plataforma, transformando-se no primeiro projecto a passar a barreira dos 10 mil euros de financiamento e a ter o maior número de apoiantes, cerca de 248. A Onframe é um conceito que ajuda a imprimir imagens. RAMOS FERREIRA A Espírito Santo Capital entrou como accionista minoritário no capital do grupo Ramos Ferreira. O objectivo é apoiar a consolidação da empresa em Portugal e reforçar o processo de internacionalização. O grupo Ramos Ferreira é especializado em serviços nas áreas de instalações eléctricas, redes de telecomunicações, segurança electrónica, entre outros. Portugal Ventures gere 600 milhões A Portugal Ventures gere 23 fundos de capital de risco em Portugal. José Epifânio da Franca, CEOdaPortugal Ventures: É preciso ter a ambição da conquista do mundo. São 23 os fundos de capital de risco geridos pela PortugalVentures, num total de cerca de 600 milhões de euros de activos. De acordo com José Epifânio da Franca, CEO da Portugal Ventures, os fundos mais activos são os que contam com comparticipação comunitária, através do FINOVA gerido pela PME Investimentos e com a participação do COMPETE e dos Programas Operacionais. O responsável garante que os planos de investimento estão a decorrer como previsto e têm em comum o facto de apoiarem empresas com fortes planos de expansão internacional. José Epifânio da Franca informa que os sectores mais atractivos ao investimento incluem a indústria, comércio e serviços mais tradicionais e uma vaga emergente de empresas de base tecnológica para os mercados globais, O investimento de capital de risco sobretudo na vertente venture capital, tem que ser feito em projectos com potencial de globalização. além de empresas inseridas nas tecnologias de informação e ciências da vida. O CEO da Portugal Ventures explica que o investimento de capital de risco sobretudo na sua vertente de Venture Capital, tem que ser feito em projectos com potencial de globalização, frisando que isso permite perspectivar uma maior capacidade de crescimento e criação de valor. Por isso, garante, a ambição de internacionalização é essencial e condição necessária ao investimento. José Epifânio a Franca acredita que as empresas nacionais têm potencialidades de sucesso internacional iguais às empresas de qualquer outro país. É preciso ter a ambição da conquista do mundo e adoptar práticas de gestão empresarial que permitam o sucesso internacional. R.C. Paula Nunes PUB

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