O Leasing em Portugal

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1 O Leasing em Portugal 2007

2 ÍNDICE NOTA INTRODUTÓRIA O LEASING EM QUE É QUE ESTA BROCHURA O PODE AJUDAR CONCEITO BREVE RESENHA HISTÓRICA QUADRO JURÍDICO E REGULAMENTAR Das Sociedades de Locação Financeira Dos Contratos de Locação Financeira CONTABILIZAÇÃO DO LEASING FISCALIDADE DO LEASING Benefícios Fiscais e Outros Tributação por tipo de imposto: O LEASING EM PORTUGAL CONTEXTO EUROPEU ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO PRINCIPAIS INDICADORES DA ACTIVIDADE COMO SE DESENVOLVE UMA OPERAÇÃO DE LOCAÇÃO FINANCEIRA REPRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA DO CIRCUITO DE UMA OPERAÇÃO IDENTIFICAÇÃO DA NECESSIDADE ESCOLHA DO BEM E DO FORNECEDOR PROPOSTA DE OPERAÇÃO ANÁLISE E DECISÃO CONTRATO ENCOMENDA/ENTREGA DO BEM CASOS PARTICULARES CONCLUSÃO

3 NOTA INTRODUTÓRIA Em finais dos anos 70, num contexto global de profunda descapitalização das empresas e de fortes necessidades de investimento privado, com vista ao relançamento da economia, o Governo cria o primeiro quadro regulamentar da locação financeira em Portugal (Decretos- Lei 135 e 171/79). Fortemente inspirada no credit-bail francês, a locação financeira é definida como sendo a operação através da qual a locadora disponibiliza ao locatário o gozo económico pleno de um bem móvel ou imóvel, por tempo determinado, contra o pagamento de uma quantia periódica (renda), estando contratualmente garantida ao locatário uma opção de compra no termo do contrato, mediante o pagamento de um montante fixado à partida (valor residual). Durante os anos 80, com especial destaque para o segundo quinquénio, a locação afirmouse em Portugal como uma das mais populares formas de financiamento dos investimentos, com taxas de crescimento do volume de negócios do sector que chegaram a ultrapassar os 100%. No princípio da década de 90, a locação financeira contribuía já com mais de 10% para o financiamento do investimento global. Com excepção de 1994 ano negro para o sector na sequência da mudança dos critérios de contabilização e alteração da fiscalidade do produto as sociedades de locação financeira (sociedades de leasing ou locadoras, como também são conhecidas) apresentam um forte crescimento. Com a publicação, em 1995, dos Decretos-Lei 72 e 149, de 15 de Abril e 24 de Junho, respectivamente, o quadro regulamentar é alterado flexibilizando-se alguns dos parâmetros das operações e simplificando-se o formalismo dos Contratos. As locadoras financeiras, que desde 1992, Decreto Lei 298/92, 31 de Dezembro tinham ascendido à Categoria de Instituições de Crédito (antes eram empresas parabancárias), passam a poder dar em locação quaisquer bens móveis ou imóveis e desde então também aos particulares, alargando-se desta forma, substancialmente, o seu âmbito de actuação e mercado. Embora se tivesse tornado possível aos Bancos exercer a actividade, estes não enveredaram, desde logo, por esse caminho pelo que, no essencial, a locação financeira continuou a ser disponibilizada pelas sociedades de locação financeira até finais da década de 90. No final desta década o sector iniciou um período de profunda reestruturação com várias aquisições, fusões e integração nos próprios bancos. A APELEASE Associação Portuguesa de Empresas de Leasing, foi constituída em 1984 e manteve-se como tal até Neste ano funde-se com a APEF Associação Portuguesa de Empresas de Factoring, por incorporação desta última na APELEASE, dando origem à ALF Associação Portuguesa de Leasing e Factoring. A ALF conta actualmente com 27 Associadas, representando quase 100% do total das entidades que exercem a actividade de locação financeira e de factoring no nosso País. A missão da ALF consiste na promoção da actividade de locação financeira e seus desenvolvimentos, ao serviço da economia nacional, destacando-se: 3

4 Defesa dos interesses do sector e dos locatários, junto das autoridades monetárias, fiscais e outras, quer através da apresentação de propostas, quer pela tomada de posição sobre medidas que nos são apresentadas ou implementadas por aquelas entidades. Recolha, manutenção e divulgação periódica, junto dos Associados, de informação sobre a actividade do sector. Apoio aos Associados no esclarecimento de questões de natureza fiscal, jurídica, contabilística, etc. Representação das locadoras nacionais nos diferentes forums da Leaseurope Federação Europeia de Empresas de Leasing, onde são analisados e debatidos assuntos relacionados com a actividade do leasing, alguns dos quais acabam por ser regulamentados pela legislação comunitária. Contactos com outras Associações Empresariais para abordagem de matérias de interesse comum. Hoje em dia, a quota de penetração da locação financeira no financiamento dos investimentos em equipamentos já ultrapassou a fasquia dos 30% e continua a crescer, tudo leva a crer, para níveis próximos dos verificados nos países da U.E., onde o leasing assume maior importância. O leasing continua, pois, a prestar bons e relevantes serviços à economia nacional em geral e às Empresas, ENI s, Profissionais Liberais em particular, revelando-se como uma das mais adequadas, cómodas e acessíveis fontes de financiamento dos activos fixos. As autoridades monetárias, de supervisão, fiscais e outras, têm sabido compreender a importância da contribuição da actividade para o financiamento da economia e a necessidade da sua constante modernização e, por isso, têm vindo a acarinhar as iniciativas da ALF e a avançar com iniciativas próprias naquele sentido, das quais se espera um tratamento fiscal adequado e equitativo, uma vez que o quadro regulamentar já evoluiu para uma legislação moderna e flexível. É nossa profunda convicção que a presente publicação, que se pretendeu simples e despretensiosa, poderá contribuir para uma ainda maior divulgação do leasing nos seus diferentes aspectos, revestindo-se, portanto, de utilidade prática para os seus leitores a quem é, obviamente, dedicada. 4

5 1. O LEASING 1.1. Em que é que esta brochura o pode ajudar Este documento pode ser útil para si se deseja fazer um investimento, em bens móveis e/ou imóveis, e pretende encontrar um produto financeiro, de médio e longo prazo, flexível (que se adapte à sua situação concreta), simples e com rápida decisão. Ao longo dele ficará a conhecer porque é que cerca de 32% dos equipamentos e 13% dos imóveis em Portugal e restantes países da Europa são adquiridos com o apoio do Leasing, quais as características fundamentais deste produto financeiro, as suas vantagens e a forma de o obter Conceito O leasing (locação financeira, tal como o entendemos em Portugal) consiste na disponibilização de um bem (móvel ou imóvel) adquirido pelo Locador de acordo com as instruções do seu cliente (Locatário), mediante o pagamento de uma quantia periódica (Renda), por prazo determinado e, relativamente ao qual o locatário tem uma Opção de Compra no final do mesmo prazo, contra o pagamento de uma quantia contratualmente fixada (Valor Residual). O Leasing é assim um instrumento de financiamento dos investimentos, para o locatário e também um instrumento auxiliar de venda dos bens para o fornecedor, porquanto se torne mais fácil vender um equipamento ou imóvel associando-lhe uma solução para o respectivo financiamento Breve resenha histórica O leasing tem uma longa e bem sucedida história. Existem evidências de que os Sumérios, anteriormente a a.c. utilizaram uma forma de leasing operacional para financiar ferramentas e alfaias agrícolas. O leasing financeiro da terra e dos edifícios tornou-se bastante popular na Europa durante o período medieval por virtude das limitações impostas à transmissão por herança de propriedades plenas. A locação de material rolante para os caminhos-de-ferro nos anos 40 do século passado, constitui o primeiro exemplo conhecido de um leasing financeiro de equipamento comercial ou industrial. As locadoras, conhecidas ao tempo por companhias de vagões contaram-se entre as primeiras a serem registadas na Grã- Bretanha e a tirarem partido da forma jurídica da responsabilidade limitada. No princípio do sec. XX, a locação de equipamentos, com destaque para a indústria de calçado e para as comunicações telefónicas privadas, foi-se desenvolvendo na Grã- Bretanha e nos EUA. Durante a II Guerra Mundial, o leasing tornou-se um importante instrumento de financiamento dos contratos celebrados com os Governos, no quadro do esforço de guerra. 5

6 A indústria do leasing, no sentido contemporâneo, inicia-se com o estabelecimento, em 1952, em São Francisco da Califórnia, da primeira locadora conhecida, que ainda hoje opera sob a sigla USL (United States Leasing ou U.S. Leasing) Em Portugal, em finais dos anos 70, num contexto global de profunda descapitalização das empresas e de fortes necessidades de investimento privado, com vista ao relançamento da economia, o Governo cria o primeiro quadro regulamentar da locação financeira em Portugal (Decretos Lei 135 e 171/79 de 18 de Maio e 6 de Junho respectivamente). A regulamentação então criada era muito minuciosa, encontrando-se previstos quase todos os aspectos, desde os prazos dos contratos à periodicidade das rendas, passando ainda pela dimensão dos valores residuais, fórmula de cálculo das rendas, relação entre as rendas máxima e mínima, etc. Pouco ficava, de resto, à consideração das partes e revelava-se um grande cuidado em evitar que a locação fosse utilizada para fins diversos do pretendido: o financiamento do investimento. Neste quadro regulamentar, são atribuídas a locadoras e locatários importantes vantagens de natureza fiscal. Destas, a de maior impacte traduzia-se na aceleração dos custos dos locatários e, portanto, no diferimento no tempo dos respectivos impostos sobre lucros, resultando do efeito combinado de dois aspectos: - Tratamento das rendas de locação financeira como custos contabilísticos e fiscais, para os locatários; - Possibilidade de aceleração das quotas de depreciação dos bens, por parte das locadoras, o que na prática, se traduzia na celebração de contratos de locação por períodos inferiores à vida útil fiscal dos bens. A locação viria a proporcionar todas as vantagens inerentes a uma forma específica e especializada de financiamento dos investimentos: simplicidade, comodidade, flexibilidade, rapidez de decisão e financiamento, que podia ir até 100%. Ou seja, a locação vinha dar resposta a necessidades que os instrumentos tradicionais de financiamento, ao tempo, não serviam eficazmente. Em 1982, constituem-se as primeiras locadoras em Portugal: SLIBAIL e LOCAPOR. Em 1983, arrancam mais quatro sociedades de locação financeira mobiliária: EUROLEASING, LEASINVEST, SOFINLOC, LUSOLEASING e ainda a IMOLEASING (primeira locadora imobiliária). No final da década de 80, inicia-se um processo de constituição de novas sociedades, que vai ter continuidade no princípio dos anos 90, atingindo, em meados da década, mais de 30 operadores no mercado. A partir de 1997 assiste-se já ao desaparecimento de algumas locadoras, em resultado de acções de reestruturação dos grupos financeiros, até obtermos à configuração actual. Durante os anos 80, com especial destaque para o segundo quinquénio, a locação afirmou-se em Portugal como uma das mais populares formas de financiamento dos investimentos, com taxas de crescimento do volume de negócios do sector que chegaram a ultrapassar os 100%. No princípio da década de 90, a locação financeira contribuía já com mais de 10% para o financiamento do investimento global. Actualmente contribui com mais de 13%. Sobretudo no caso de bens móveis, os fornecedores de equipamentos cedo perceberam que a locação financeira ajudava a vender, e como tal, constituía um importante 6

7 instrumento complementar da venda. Desta forma passam, progressivamente, não só a apresentar a possibilidade da locação como, também, a sugerir, em concreto, determinada locadora. Estava em marcha a criação de um novo canal de distribuição, o canal fornecedor que, no segundo quinquénio da década passada, deverá ter encaminhado para a locação mais de 50% do volume de negócios do sector, na área mobiliária. A política de contenção do crédito, através do sistema dos limites impostos pelo Banco Central, veio dar uma boa ajuda à locação aumentando a procura, sem que isso pusesse em causa os objectivos da política monetária, já que, sendo a locação uma forma de financiamento exclusiva do investimento, as tensões inflacionistas que gerava eram mínimas. Que locatários? Essencialmente as PME; Que equipamentos? Essencialmente sobre rodas (equipamentos de transporte de mercadorias e passageiros, viaturas ligeiras e equipamentos de movimentação de terras), isto é, equipamentos com mercado secundário activo. No final dos anos 80, a locação era, claramente, um bom negócio para locadoras e locatários, com grandes volumes de actividade, taxas de sinistralidade (incumprimento de clientes) relativamente baixas, ajudadas por uma economia que continuava bem aquecida ou mesmo demasiado aquecida. É nesta fase que, progressivamente, vêm juntar-se aos pioneiros as novas sociedades de locação, dando lugar à configuração actual do mercado, conforme referido anteriormente. As sociedades de locação, constituídas no final da década de 80 e no princípio dos anos 90, emergiram, por via de regra, apoiadas em redes bancárias de distribuição muito fortes (grandes volumes a custos baixos), operando quase sempre sobre o cliente bancário ( canal cliente ) de forma particularmente activa. É assim que chegamos à configuração actual do mercado, com 23 locadoras e um volume anual global de novos contratos, em 2006, de valor superior 5,6 mil milhões de euros. Em 1995 foi alterado o quadro regulamentar do sector em relação ao qual há a sublinhar os seguintes aspectos inovadores: a abertura a particulares, flexibilização quanto aos parâmetros da operação e simplificação na formalização dos contratos, conforme se esquematiza no quadro seguinte: 7

8 Quadro 1 Simplificação dos contratos de locação financeira Regime Anterior Regime Intercalar (D.L. 72/95 e D.L. 149/95) Regime Actual D.L. 72/95 e D.L. 149/95 com Alterações introduzidas pelo D.L. 285/2001 Entidades Locadoras As Sociedades de Locação Financeira são Instituições Parabancárias As Sociedades de Locação Financeira são Instituições de Crédito As Sociedades de Locação Financeira são Instituições de Crédito Exercício Actividade de Sociedades Locação Financeira: Mobiliária (equipamentos) e Imobiliária (imóveis) Bancos e SLF, podendo exercer em simultâneo o mobiliário e o imobiliário. Bancos, Sociedades Locação Financeira e IFIC s Objecto Contrato do Bens móveis e imóveis destinados à actividade produtiva Qualquer tipo de bens Qualquer tipo de bens Locatários Empresas, Empresários em nome individual, Prof. liberais, Organ. Públicos Idem e Particulares Idem e Particulares Prazos Mínimos Valor Residual Mobiliário - 2 anos Imobiliário - 10 anos Mobiliário - 2 a 6% Imobiliário - > 2% 18 Meses Mobiliário 7 Anos - Imobiliário Mobiliário Equipamento 2 a 25%, Imobiliário Mínimo de 2 % com o limite < 50% As partes são livres de fixar o prazo que entenderem Não há limite fixado na lei Periodicidade Rendas Mensal, Trimestral e Semestral Qualquer, desde que não superior a 1 ano Qualquer, desde que não superior a 1 ano Valor Rendas Mínimo Mobiliário - Metade de uma renda de termos constantes Imobiliário Sem limite Não inferior aos juros do período Não inferior aos juros do período Formalização Contrato Mobiliário - Documento particular com reconhecimento presencial Imobiliário - Escritura Pública Mobiliário - Documento particular sem reconhecimento presencial. Imobiliário - Documento particular c/ reconhecimento presencial. Mobiliário - Documento particular sem reconhecimento presencial. Imobiliário - Documento particular c/ reconhecimento presencial. Operações Permitidas Apenas Financeira Locação Apenas Financeira Locação Locação Financeira e Operacional Desde 1996 que se vem assistindo a um forte movimento de fusões e aquisições no sector, fruto dos processos de concentração em curso no Sector Financeiro, sendo o seguinte o número de empresas de locação financeira: 8

9 Quadro 2 Número de empresas de Leasing Associadas a 31 de Dezembro Sector Imobiliário Mobiliário Imob/Mobiliário Bancos IFIC Total do Sector De salientar a redução do número de sociedades de locação financeira e o aparecimento de bancos a efectuarem, directamente, contratos de leasing. Apesar de só a partir de meados de 1995 as empresas de locação financeira poderem fazer leasing a particulares, este segmento de mercado já representa cerca de 15% da produção anual do sector Quadro Jurídico e Regulamentar Das Sociedades de Locação Financeira As sociedade de locação financeira são, de acordo com o Dec.-Lei nº 298/92 de 31 de Dezembro (Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras), Instituições de Crédito e, como tal, sujeitas a registo, regras prudenciais e supervisão do Banco de Portugal, o que se traduz num reforço da segurança das operações e dos clientes, aplicando-se-lhes, portanto, as mesmas regras e procedimentos pelos quais se regem os Bancos e restantes Instituições de Crédito. De acordo com aquele diploma e o Dec.-Lei nº 72/95 de 15 de Abril (que regulamenta as sociedades de locação financeira), conjugado com outras disposições legais, as principais condições para o exercício da actividade são: Tipo de Sociedade: Banco e/ou Sociedade de Locação Financeira e/ou IFIC s Capital Mínimo: c para a locação financeira de bens mobiliários; c para as de bens imobiliários (portaria nº 40/89 de 23 de Janeiro); Tipos de Operações: Locação financeira de bens móveis e/ou imóveis. A locação simples é possível nos casos dos bens resultantes de situação de incumprimento ou do não exercício da opção de compra pelo locatário. È permitido o "Leasing Operacional" e o Lease-back. 9

10 Para além destas, existem outras condições para o exercício da actividade, impostas pelo Banco Central, tais como: Rácios de Solvabilidade e de Grandes Riscos; Provisões para Riscos Gerais de Crédito, para Crédito Vencido e para Crédito de Cobrança Duvidosa Dos Contratos de Locação Financeira De acordo com o Dec.-Lei 149/95 de 24 de Junho após as alterações introduzidas pelo Dec.-Lei 285/2001, de 3 de Novembro os contratos de locação financeira apresentam as seguintes características: Objecto: Locatários: Forma: Quaisquer bens móveis e imóveis susceptíveis de serem dados em locação; Públicos ou privados; empresas, empresários em nome individual, profissões liberais ou particulares; Documento particular, exigindo-se, no caso dos imóveis, reconhecimento notarial presencial das assinaturas das partes. Os bens imóveis ou móveis sujeitos a registo deverão ser inscritos na competente conservatória; Prazo: Liberdade das partes na sua definição. Na sua ausência vigorara: Bens móveis - mínimo 18 meses, máximo igual ao período presumível de utilização económica; Bens imóveis - mínimo 7 anos, máximo 30 anos; Opção de compra: Existência obrigatória; Valor Residual: Livre arbítrio das partes para a sua fixação. Lease Back: São permitidas operações de Lease-Back (Dec.-Lei nº 171/79), definitivamente autorizado para a generalidade dos bens através da Carta-Circular do Banco de Portugal nº 94 de 17 de Outubro de O lease back consiste na venda, pelo locatário, à locadora que depois lhe cede o mesmo bem em regime de locação financeira. 10

11 1.5.Contabilização do Leasing Em nome do princípio da prevalência da substância sobre a forma e à luz de um processo de harmonização das práticas contabilísticas e fiscais relativas à locação financeira no seio da Comunidade Europeia, a actividade passou por um conjunto de alterações, de resto desenhadas mas suspensas desde o início dos anos 90, ao nível do enquadramento regulamentar. De acordo com o Dec.-Lei nº. 29/93 de 12 de Fev., a partir de 1 de Janeiro de 1994 entrou em vigor a actual (nova) forma de contabilização das operações de locação financeira. Assim: No Locatário Com base no Dec.-Lei nº.410/89 de 21 de Nov. que aprovou o Plano Oficial de Contabilidade (Capítulo 12, Notas Explicativas da conta 42), os locatários deverão: Inscrever no seu imobilizado o valor de aquisição dos bens adquiridos em locação financeira; Inscrever igual montante na rubrica: Fornecedores de Imobilizado ; Amortizá-los de forma consistente com a política contabilística da empresa; se não existir certeza razoável de que o locatário obtenha a titularidade do bem no fim do contrato, o activo deve ser amortizado durante o período do contrato se este for inferior ao da sua vida útil; Os custos incluídos nas rendas, para além da parcela de reembolso do capital que debitará a conta de Fornecedores de Imobilizado, são considerados custos do exercício de acordo com a legislação geral em vigor. No Locador De acordo com as orientações do Banco de Portugal de Setembro de 1992 (emanadas na sequência da Carta-Circular nº 71/N-DSB e do Dec.-Lei nº 410/89) as locadoras deverão: Reflectir o valor dos bens locados no Balanço, como créditos, que serão reembolsados através das amortizações de capital contidas nas rendas e constantes no plano financeiro; Relevar a parte restante das rendas na respectiva conta de proveitos, a título de juros auferidos. 11

12 1.6. Fiscalidade do Leasing Benefícios Fiscais e Outros No quadro geral da neutralidade fiscal a legislação tem vindo a aproximar o leasing do crédito bancário daí resultando a perda de alguns benefícios fiscais. Mesmo assim, temos como principais aspectos: Não sujeição ao Imposto do Selo sobre os juros e abertura de crédito/mútuo; A componente de juros incluída nas rendas é dedutível, por regra, em sede de IRC; Permite o registo integral da reintegração anual do bem, independentemente da altura do ano em que este é adquirido, desde que o início da utilização do bem se efectue no ano da reintegração; O IVA, normalmente dedutível, quando não dedutível tem um menor impacto na tesouraria, uma vez que o seu pagamento é distribuído pela duração do contrato, incluído em cada uma das rendas. Quando existem sistemas de incentivos, não fiscais, ao investimento, é normal que o leasing também beneficie. Como foi o caso dos investimentos no Turismo em que as rendas do leasing eram subsidiadas a fundo perdido em cerca de 25%. Foi também o caso das PME s em que os juros incluídos nas rendas de leasing eram bonificados em 50%, no caso da iniciativa Comunitária PME. A Comunidade Europeia atribui grande importância ao financiamento do leasing no âmbito dos apoios comunitários. Esta posição está expressa no conjunto de regras que a Comunidade define para utilização dos seus fundos. A actual legislação da tributação automóvel permite que o locatário mantenha todos os benefícios fiscais quando adquire a(s) viatura(s) em locação financeira Tributação por tipo de imposto: - Imposto sobre os Rendimentos das Pessoas Colectivas (IRC) Este imposto incide sobre os rendimentos das pessoas colectivas e tem uma taxa genérica de 27,5% (25% + 2,5% quando a Derrama é de 10%). Para uma análise mais detalhada iremos analisá-lo na óptica do locador e na do locatário. No Locador: Os juros incluídos nas rendas, que constituem proveitos para o locador, são tributados em sede de IRC. No Locatário Os juros incluídos nas rendas, bem como as amortizações fiscais dos bens adquiridos em locação financeira, são considerados como custos para efeitos de IRC. 12

13 - IMT Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis Este imposto incide sobre o valor dos bens imóveis e é devido no momento da escritura, isto é, no início do contrato. O artigo 5º do Dec. -Lei nº 311/82 de 4 de Agosto, na alínea b) do seu número 1 prevê uma redução da taxa de IMT para 4%, para os prédios ou terrenos para a sua construção, que se destinarem, através da locação financeira, a indústrias de interesse para o desenvolvimento económico do país. Não se verificando os requisitos acima referidos, a taxa a aplicar é a normal. - IMI Imposto Municipal sobre Imóveis De acordo com o quadro jurídico-fiscal actualmente em vigor, o IMI incide sobre o valor tributável dos prédios, o qual corresponde ao seu valor patrimonial. - Imposto sobre o Valor Acrescentado O imposto sobre o valor acrescentado, IVA, incide sobre as transmissões de bens e serviços e tem como taxa genérica os 21%. Porque dedutível para as empresas nas condições gerais do Código, este imposto não implica nenhum custo adicional para elas. Regra geral, o regime de IVA das operações de locação financeira é o que se aplica às prestações de serviços (art. 4º do CIVA) e a sua taxa a que seria aplicável no caso de transmissão dos bens dados em locação (art. 18º, nº3, do mesmo Código). Assim: Leasing Mobiliário: as rendas são tributadas na sua generalidade com a taxa de 21% (ou 5% conforme os casos) Leasing Imobiliário: em princípio, se o imóvel não paga IVA as rendas de leasing usufruem da mesma situação, pelo que os locatários não podem deduzir o IVA dos bens e serviços adquiridos no âmbito das operações de locação financeira imobiliária. As rendas do leasing imobiliário não são objecto deste imposto. No entanto esta isenção é passível de renúncia pelo que aquelas podem ser abrangidas pelo regime: taxa de 21%. - Imposto de Selo: A componente juros contida nas rendas de leasing não é objecto deste imposto, uma vez que toda a renda se encontra sujeita a IVA. - Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares No caso de profissionais liberais, sujeitos passivos deste imposto, os bens adquiridos em leasing têm parte das suas amortizações fiscais consideradas como custos, de acordo com as condições gerais daquele imposto. 13

14 2. O LEASING EM PORTUGAL 2.1. Contexto Europeu A ALF é membro da Federação Europeia das Empresas de Leasing, através de quem obtém informações sobre o leasing nos diferentes países. Como se constata pela análise do gráfico seguinte, conjugado com o gráfico 3, a distribuição do leasing pelo subsector mobiliário e pelo imobiliário não é muito diferente em Portugal face ao resto da Europa. De assinalar a evolução do subsector imobiliário que vem ganhando peso no nosso país, em detrimento do mobiliário., ao contrário da média europeia. No caso de Portugal, esta evolução encontra a sua explicação em diversos factores: - Desde finais de 1995, ser permitido, como já atrás se referiu, que a mesma sociedade de locação financeira efectue simultaneamente operações de financiamento de equipamentos e de imóveis; - Maior divulgação do produto - Melhor apreensão do conceito por parte da clientela - Uma maior maturidade do produto - Utilização por parte do Sector Público Gráfico 1 - Composição Subsectorial na Europa 300,0 250,0 200,0 150,0 100,0 50,0 0,0 136,4 94,5 106,7117,6 89,0 95,0 79,7 85, COMPOSIÇÃO SUBSECTORIAL (Biliões de Euros) 199,0 192,4 193,9 173,9 154,4 242,6 231,1 271, Mobiliário Imobiliári o Total 14

15 Quadro 3 - Leasing Mobiliário Produção Anual 2006 / 2005 Milhões de Euros PAÍS Variação % AT 5.861, ,47 11,37% BA 120,06 134,03-10,43% BE 3.543, ,91 10,70% BG 770,41 443,54 73,70% CZ 4.048, ,14 13,40% DE , ,00-0,16% DK 4.278, ,46 1,94% EE 1.232,66 908,31 35,71% ES , ,50 8,63% FI 3.353, ,00 6,31% FR , ,00 5,61% GB , ,07 2,15% HU 3.565, ,51-19,99% IT , ,00 10,56% LT 1.530,35 0,00 LU 228,51 0,00 LV 1.279,81 0,00 NL 4.823, ,30 11,66% NL 4.523,00 0,00 PL 6.155, ,99 79,14% PT 3.489, ,00 14,17% RO 1.552, ,16 41,51% RU 5.529, ,05 103,15% SK 1.856, ,38 31,07% TOTAL , ,82 13,96% De entre o grupo dos 15, Portugal é o que apresenta maior taxa de crescimento. 15

16 Quadro 4 - Leasing Imobiliário Produção Anual 2006 / 2005 Milhões de Euros PAÍS Variação (%) AT 1.249, ,64-13,73% BA 90,81 23,06 293,79% BE 419,84 643,97-34,80% BG 47,75 41,01 16,42% CZ 394,57 422,27-6,56% DE 7.000, ,00 4,48% DK 0,00 92,07-100,00% EE 29,78 53,94-44,79% ES 3.644, ,90 1,10% FI 24,00 46,00-47,83% FR 5.092, ,00-1,49% GB 139, ,55-89,29% HU 416,98 274,37 51,98% IT , ,00 7,30% LT 268,77 0,00 NL 214,00 219,70-2,59% PL 521,32 611,48-14,75% PT 2.187, ,00 19,31% RO 12,85 4,37 194,14% RO 134,72 0,00 RU 89,06 37,44 137,85% SK 90,70 69,07 31,31% TOTAL , ,84 2,41% No imobiliário a taxa de crescimento de Portugal ainda se torna mais evidente de entre o grupo dos 15, uma vez que parte deles apresenta taxas de evolução negativas. 16

17 2.2. Enquadramento Macroeconómico Gráfico 2 - Evolução da Comparticipação do Leasing no financiamento da FBCF Importância da Locação Financeira na FBCF (Base de Informação: INE, ALF) 35,0% 32,50% 30,0% 29,39% 28,23% 25,0% 27,21% 26,94% 23,44% 23,96% 23,57% 24,26% 20,0% 19,08% 17,73% 15,0% 15,04% 16,95% 13,86% 15,01% 13,14% 10,0% 11,69% 11,45% 11,71% 11,43% 10,53% 9,03% 9,56% 10,99% 5,0% 6,85% 7,69% 8,05% 6,79% 5,69% 5,16% 5,37% 2,39% 2,94% 3,06% 0,0% Total da Produção Leasing em % da FBCF Total da Produção Leasing Mob em % da FBCF Mob. Total da Produção Leasing Imob em % da FBCF Imob. Da observação do gráfico 2, facilmente ressalta o peso crescente que o leasing vem tendo no financiamento do investimento em equipamento e transporte, em Portugal (32,2% no caso representado no gráfico). Em termos globais (equipamentos e imóveis) o Sector é responsável por 17,7% do investimento global nacional Principais indicadores da actividade 2006 foi um ano decididamente marcado pela consolidação do crescimento acentuado do sector do leasing em Portugal. Com um crescimento do valor dos contratos efectuados de 14,2% na locação financeira mobiliária e de 19,3% na imobiliária, a actividade saldou-se por um resultado bastante positivo. Igual tendência se verificou em De facto, com um crescimento da produção mobiliária de 25,4% face ao período homólogo do ano anterior e de 16,1% na produção imobiliária, o sector, que na sua globalidade cresceu 23,6%, aproximou-se dos valores verificados em 1993, ano a que se seguiu a crise económica de 1994/ segue-se à crise de 2002/ e 1999 foram também anos de acentuado crescimento tendo, pela primeira vez sido ultrapassados os 500 milhões de contos de produção (700 milhões em 1999). 17

18 Neste ano o sector cresceu 32,8%, correspondendo 31,8% ao sector mobiliário e 36,2% ao sector imobiliário. A evolução deste último tem sido notável (73% em 1998). A esta evolução não foi alheia a situação da conjuntura económica nacional. A evolução verificada pela locação financeira tem sido, nos últimos tempos, superior à verificada pela Formação Bruta de Capital Fixo (investimento total efectuado no país). Efectivamente, e tendo como fonte o Instituto Nacional de Estatística, temos o seguinte crescimento em 2006: Quadro 5 Taxas de crescimento em volume em 2006 Em percentagem Rubricas Investimento Nacional Investimento em Leasing Bens de Equipamento/Mat. Transportes 3,26% 32,5% Construção -0,12% 13,1% Total -1,70% 17,7% Fonte: INE e ALF Quadro 6 Produção do Leasing Ano Valor do mobiliário % (1) Valor do imobiliário % (1) Total do Sector Unid.: 10 3 Euros. % (1) , , , , , , , , , , , , , , ,08 (1) Variação relativa ao período homólogo do ano anterior Também não é alheia à evolução favorável que o sector da locação financeira vem apresentando a forte implementação do produto no apoio ao investimento, a forte concorrência dentro do sector o que tem determinado uma forte quebra nos spreads, 18

19 tornando o custo das operações de leasing competitivas face a outras formas de financiamento, designadamente o financiamento bancário, e o desenvolvimento de uma política comercial dos grupos económicos assente no reforço do cross-selling. Desde o seu início, a produção do leasing evoluiu de acordo com o seguinte gráfico: Gráfico 3 - Evolução do Leasing em Portugal Mobiliário/Produção Imobiliário/Produção Sector/Produção Quanto à evolução da carteira de Crédito Concedido (valor total do crédito vivo ) nos últimos anos, temos: Gráfico 4 Crédito Concedido CRÉDITO CONCEDIDO

20 A composição da produção anual (valor de novos contratos no ano), em termos de bens locados e tipo de clientes é a seguinte: Gráfico 5 Produção por tipo de equipamentos LOCAÇÃO FINANCEIRA MOBILIÁRIA 2006 PRODUÇÃO POR TIPO DE EQUIPAMENTOS 8,1% 13,1% 23,3% 3,6% 51,9% Maquinas e Equip.Industrial Veículos Computadores e Equip. Escritório Barco, Aviões e Mat.Fer.Circ. Outros Gráfico 6 Produção por tipo de Imóveis LOCAÇÃO FINANCEIRA IMOBILIÁRIA 2006 PRODUÇÃO POR TIPO DE IMÓVEIS 7,9% 0,0% 0,6% 9,0% 29,1% 7,3% 10,0% 36,2% IMÓVEIS INDUSTRIAIS IMÓVEIS ESCRITÓRIO HABITACIONAIS SERVIÇOS SAÚDE EDUCAÇ.PRIVAD IMÓVEIS COMERCIAIS HOTÉIS E LAZER SERVIÇOS PÚBLICOS OUTROS 20

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