Imposto do Selo. O imposto do selo é devido pela prática de determinados atos previstos numa Tabela Geral, anexa ao Código do Imposto do Selo.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Imposto do Selo. O imposto do selo é devido pela prática de determinados atos previstos numa Tabela Geral, anexa ao Código do Imposto do Selo."

Transcrição

1 Imposto do Selo O imposto do selo incide sobre determinados atos e contratos, sendo cobrado um valor fixo ou aplicada uma taxa ao valor do ato ou contrato. O campo de aplicação deste imposto tem vindo a ser reduzido, aplicando-se a cada vez menos situações. O imposto do selo é devido pela prática de determinados atos previstos numa Tabela Geral, anexa ao Código do Imposto do Selo. Esta tabela prevê a realização de uma série de atos ou negócios jurídicos, a emissão de diversos documentos, títulos, livros, papéis, entre outros factos, ocorridos em Portugal. Este imposto não é cumulativo com o Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA). Assim, todos os atos e/ou factos que paguem IVA, não pagam imposto do selo. Estão também sujeitas a este imposto algumas operações realizadas fora do território nacional, das quais referimos as seguintes: - documentos, atos ou contratos apresentados em Portugal para quaisquer efeitos legais, de acordo com as regras aplicáveis à sua emissão ou celebração em território nacional; - operações de crédito realizadas e as garantias quaisquer empresas ou entidades, sediadas no estrangeiro, a quaisquer entidades com sede, filial, sucursal ou estabelecimento estável em território nacional; - juros e comissões cobradas a instituições de crédito ou sociedades financeiras sediadas no estrangeiro ou a filiais ou sucursais no estrangeiro de instituições de crédito ou sociedades financeiras sediadas no território nacional por quaisquer entidades com sede, filial, sucursal ou estabelecimento estável em território nacional; - seguros efetuados em empresas de outros Estados-membros da União Europeia, sobre riscos localizados em Portugal. Nas transmissões gratuitas, o imposto é devido sempre que os bens estejam situados em território nacional. Taxas As taxas devidas por cada facto sujeito a imposto do selo constam da Tabela anexa ao Código, que já prevê o seu valor em escudos e em euros, podendo corresponder a uma quantia fixa por operação ou a uma percentagem do valor da operação. Sempre que o mesmo ato ou documento seja abrangido por mais do que uma taxa, apenas é devida a mais alta. 1

2 A tabela seguinte enumera alguns atos sujeitos a este imposto, bem como a respetiva taxa e valor de incidência. Facto sujeito a imposto Taxa Observações Aquisição onerosa de imóveis 0,8% sobre o valor do imóvel 1.1 Verba da TGIS Aquisição gratuita de bens (estão isentas as transmissões entre cônjuges, unidos de facto, descendentes e ascendentes) 10% sobre o valor do bem 1.2 Arrendamento e subarrendamento 10% sobre o valor da renda ou do aumento acordado 2 Cheques passados em Portugal 0,05 euros por cada cheque 4 Garantias das obrigações, designadamente o aval, a caução e a garantia bancária autónoma, a fiança, a hipoteca, o penhor e o seguro: - até 1 ano - por mais de 1 ano - por mais de 5 anos ou sem prazo A prorrogação do prazo da garantia equivale a uma nova obrigação 0,04% 0,6% - por mês ou fração sobre o valor da garantia - sobre o valor da garantia - sobre o valor da garantia 10 Jogo: - prémios do bingo - prémios de outros jogos - prémios em espécie (acresce às taxas anteriores) - prémios do Euromilhões, Lotaria Nacional, Lotaria Instantânea, Totobola, Totogolo, Totoloto e Joker 25% 35% 10% 4,5% sobre o valor de cada aposta ou por cada cartão 11 Operações financeiras: - pela utilização de crédito (incluí a cessão de créditos, o factoring e as operações de tesouraria) * até ao primeiro ano * por mais de 1 ano * por mais de 5 anos * utilizado em conta corrente, descoberto bancário ou outra forma sem prazo determinado 0,04% 0,6% 0,04% - por mês ou fração sobre o valor da garantia - sobre a média mensal em dívida - utilização de crédito em virtude da concessão de crédito no âmbito de contratos de crédito ao sobre o respetivo valor, em função do prazo * crédito de prazo inferior a um ano * crédito de prazo igual ou superior a um ano * crédito de prazo igual ou superior a cinco anos * rédito utilizado sob a forma de conta corrente, descoberto bancário ou qualquer outra forma em que o prazo de utilização não seja determinado ou determinável 0,07% 0,90% 1% 0,07% - por cada mês ou fração - sobre a média mensal obtida através da soma dos saldos em dívida apurados diariamente, durante o mês, divididos por juros cobrados por instituições financeiras ou equiparadas 4% 4% 2

3 Facto sujeito a imposto Taxa Observações - prémios e juros por letras tomadas, de letras a receber ou de quaisquer transferências por instituições financeiras ou equiparadas - comissões por garantias prestadas por instituições financeiras ou equiparadas - outras comissões e contraprestações por serviços financeiros 3% 4% Verba da TGIS Precatórios ou mandados para levantamento e entrega de dinheiro ou valores sobre o valor a levantar ou a entregar 18 Reporte sobre o valor do contrato 21 Seguros: - sobre a apólice, conforme os ramos - sobre a comissão entre 3% a 9% 2% - sobre o valor total do prémio - sobre o valor da comissão 22 Títulos de crédito: - letras e livranças - ordens e escritos de qualquer natureza - extratos de faturas e faturas conferidas - sobre o valor do título no mínimo de 1 euro - sobre o valor do título no mínimo de 1 euro - sobre o valor do título no mínimo de 0,5 euro 23 Transferências onerosas de atividades ou de exploração de serviços (como trespasses, subconcessões, etc.) 5% Sobre o seu valor 27 Isenções As entidades públicas, as instituições de segurança social, pessoas coletivas de utilidade pública e instituições particulares de solidariedade social, estão isentas do pagamento deste imposto quando este seja da sua responsabilidade. No entanto, independentemente das partes envolvidas, há determinados atos que também beneficiam de isenção, nomeadamente: - prémios de resseguro efetuado em empresas instaladas em Portugal; - prémios e comissões de seguros do ramo "Vida"; - garantias inerentes a operações realizadas, registadas, liquidadas ou compensadas através de entidade gestora de mercados regulamentados ou através de entidade por esta indicada ou sancionada no exercício de poder legal ou regulamentar, ou ainda por entidade gestora de mercados organizados registados na CMVM, que tenham por objeto, direta ou indiretamente, valores mobiliários, de natureza real ou teórica, direitos a eles equiparados, contratos de futuros, taxas de juro, divisas ou índices sobre valores mobiliários, taxas de juro ou divisas; - juros cobrados e utilização de crédito concedido por instituições de crédito e sociedades financeiras a instituições de crédito, sociedades de capital de risco e sociedades financeiras residentes na União Europeia ou em qualquer país, com exceção das que se encontrem domiciliadas em territórios com regime fiscal privilegiado, a definir por portaria do Ministro das Finanças; 3

4 - comissões cobradas por instituições de crédito a outras instituições da mesma natureza ou sociedades de capital de risco, residentes na União Europeia ou em qualquer país, com exceção das que se encontrem domiciliadas em territórios com regime fiscal privilegiado, a definir por portaria do Ministro das Finanças; - operações financeiras, incluindo os juros, com prazo igual ou inferior a um ano, desde que exclusivamente destinadas à cobertura de carências de tesouraria e efetuadas por sociedades de capital de risco a favor das sociedades onde detenham participações, por sociedades gestoras de participações sociais (SGPS) a favor de sociedades por elas dominadas, ou efetuadas em benefício da SGPS pelas sociedades que com ela se encontrem em relação de domínio ou de grupo, desde que todas as sociedades intervenientes tenham sede em Portugal; - operações financeiras, incluindo os juros, com prazo igual ou inferior a um ano, desde que exclusivamente destinadas à cobertura de carências de tesouraria e efetuadas a sociedades pelos titulares de participações iguais ou superiores a 10% do seu capital social, há mais de 1 ano, ou desde essa participação se mantenha na titularidade do credor pelo período mínimo de 1 ano; - empréstimos com características de suprimentos, incluindo os respetivos juros efetuados por sócios à sociedade; - reporte de valores mobiliários ou direitos equiparados realizado em bolsa de valores; - atos, contratos e operações em que as instituições comunitárias ou o Banco Europeu de Investimentos sejam intervenientes ou destinatárias; - jogos organizados por institutos de solidariedade social ou outras pessoas coletivas de utilidade pública com fins de caridade, assistência ou beneficência, desde que a receita se destine aos seus fins estatutários ou reverta obrigatoriamente a favor de outras entidades. As entidades que efetuem qualquer operação que beneficie de isenção terão que fazer referência no documento ou título respetivo à disposição legal que a concede. Pagamento O imposto do selo é pago mediante documento de cobranças em modelo oficial. O pagamento deste imposto compete a quem tenha interesse económico na operação ou no ato realizado. Se existir interesse económico para várias entidades, o valor a pagar deve ser repartido proporcionalmente por estas. Para este efeito, a lei estabelece qual a parte que tem interesse económico em determinadas operações, das quais indicamos as seguintes: Ato ou operação Constituição de uma sociedade de capitais Aumento de capital de uma sociedade de capitais Transferência de sede estatutária ou de direção efetiva de uma sociedade de capitais Parte com Interesse económico sociedade a constituir sociedade cujo capital é aumentado sociedade cuja sede ou direção efetiva é transferida 4

5 Contratos de trabalho Aquisição de imóveis por compra ou doação Arrendamento ou subarrendamento Garantias Concessão de crédito Operações realizadas por instituições financeiras Cheques Letras e livranças Outros títulos de crédito Contratos de reporte Seguros empregador o adquirente o locador ou o sublocador quem está obrigado a apresentá-las o utilizador do crédito o cliente o titular da conta o sacado e o devedor o credor o primeiro alienante o tomador Atividade de mediação de seguros o mediador Quaisquer outros atos, contratos e operações o requerente, o requisitante, o primeiro signatário, o beneficiário, o destinatário dos mesmos, bem como o prestador ou fornecedor de bens e serviços O imposto a pagar deve ser descrito na declaração de retenção na fonte, obrigatoriamente submetida por via eletrónica, até ao dia 20 do mês seguinte ao da constituição da obrigação tributária (que em geral, coincidirá com a realização do ato). O pagamento efetua-se no mesmo prazo, por multibanco, num serviço de finanças ou em qualquer outro local autorizado (como por exemplo, os CTT e alguns bancos). Se a liquidação do imposto for da competência dos serviços da Administração fiscal, o contribuinte deverá aguardar a notificação para o pagamento, onde constará o prazo para esse efeito (que, por regra, será de 30 dias). O valor do imposto e a data da sua liquidação devem ser sempre referidos nos documentos, títulos ou livros a ele sujeitos. Liquidação e Cobrança O apuramento do valor a pagar e a sua cobrança ao contribuinte, em determinados atos, são da competência das seguintes entidades: - notários, conservadores e outros organismos públicos, relativamente aos atos e contratos em que sejam intervenientes ou que lhes sejam apresentados para efeitos legais; - entidades que concedem crédito, peticionárias da garantia ou credoras dos juros, prémios, comissões e outras contraprestações; 5

6 - instituições financeiras e entidades equiparadas residentes relativamente às operações de crédito realizadas por residentes com a sua intermediação, com instituições financeiras e entidades equiparadas não residentes; - companhias de seguros relativamente aos prémios cobrados e às comissões pagas; - entidades emitentes de letras, livranças e outros títulos de crédito; - entidades editantes de cheques ou, no caso de títulos emitidos no estrangeiro, a primeira entidade que intervenha na negociação ou pagamento; - locador e sublocador, nos contratos de arrendamento e subarrendamento; - outras entidades que intervenham nos atos e contratos ou emitam ou utilizem os documentos, livros, títulos ou papéis; - representantes, obrigatoriamente nomeados para o efeito em Portugal, das entidades emitentes das apólices dos seguros realizadas no território de outros Estados membros da Comunidade Europeia cujo risco ocorra em território português; - representantes, obrigatoriamente nomeados para o efeito em Portugal, das instituições de crédito ou sociedades financeiras que realizam operações financeiras no território português, em regime de livre prestação de serviços, não intermediadas por instituições de crédito ou sociedades financeiras domiciliadas em Portugal; - representantes, obrigatoriamente nomeados para o efeito em Portugal, de quaisquer entidades que realizem em Portugal quaisquer outras operações sujeitas a imposto do selo em regime de livre prestação de serviços. Declarações e Outras Obrigações Estas entidades são ainda obrigadas a ter contabilidade organizada, devendo tê-la de forma a permitir a identificação e verificação das operações sujeitas a imposto do selo, bem como dos valores liquidados e suportados. Para este efeito é necessário efetuar e manter atualizado o registo dos atos e operações sujeitos a imposto realizados, mencionando designadamente: - o valor dos atos e operações correspondentes a cada verba da Tabela anexa ao Código; - o valor dos atos e operações isentos de imposto, correspondentes a cada verba da Tabela anexa ao Código; - o valor de imposto liquidado, por verba da Tabela anexa ao Código; - o valor de imposto compensado. Os registos e os documentos que lhes servem de suporte devem ser conservados em bom estado durante 10 anos. As operações sujeitas a imposto do selo deverão ser incluídas na declaração anual que integra a IES (Informação Empresarial Simplificada), em anexo próprio, devendo indicar-se o valor do imposto liquidado a outras entidades e o valor do imposto em nome do sujeito passivo. Contudo, os sujeitos passivos enquadrados no regime de normalização contabilística para micro entidades estão dispensados de apresentar a declaração anual. 6

7 Este impresso é entregue juntamente e no mesmo prazo que aquela declaração, ou seja, até ao dia 15 de julho de cada ano. As declarações entregues devem ser assinadas pelo sujeito passivo ou pelo seu representante legal. Referências Código do Imposto do Selo Tabela Geral do imposto do Selo Atualizado a

QUE OPERAÇÕES PAGAM IMPOSTO DO SELO ISENÇÕES. Quem está isento? Que operações estão isentas?

QUE OPERAÇÕES PAGAM IMPOSTO DO SELO ISENÇÕES. Quem está isento? Que operações estão isentas? QUE OPERAÇÕES PAGAM IMPOSTO DO SELO ISENÇÕES Quem está isento? Que operações estão isentas? QUEM TEM QUE PAGAR O IMPOSTO DO SELO VALOR TRIBUTÁVEL DOS IMÓVEIS QUANDO É DEVIDO O PAGAMENTO? TAXAS Verba da

Leia mais

Reforma Fiscal Angolana

Reforma Fiscal Angolana Reforma Fiscal Angolana Impostos sobre aplicação de capitais Imposto de selo Imposto de consumo improve knowledge Luanda 2012 Imposto de Aplicação de Capitais Por diploma publicado com data de 30 de Dezembro

Leia mais

ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n.º 33/VII/2008. de 8 de Dezembro

ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n.º 33/VII/2008. de 8 de Dezembro ASSEMBLEIA NACIONAL Lei n.º 33/VII/2008 de 8 de Dezembro Por mandato do Povo, a Assembleia Nacional decreta, nos termos da alínea b) do artigo 174º da Constituição, o seguinte: Artigo 1º Aprovação É aprovado

Leia mais

A APLICAÇÃO DE CAPITAIS, IMPOSTO DO SELO E IMPOSTO DE CONSUMOC

A APLICAÇÃO DE CAPITAIS, IMPOSTO DO SELO E IMPOSTO DE CONSUMOC REFORMA FISCAL: IMPOSTO SOBRE A APLICAÇÃO DE CAPITAIS, IMPOSTO DO SELO E IMPOSTO DE CONSUMOC MARÇO 2012 Integrado na reforma fiscal que está em curso, a Imprensa Nacional disponibilizou recentemente o

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS - GABINETE DO SECRETÁRIO DE ESTADO DOS ASSUNTOS FISCAIS. Despacho normativo n.º 17/2014, de 26 de dezembro

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS - GABINETE DO SECRETÁRIO DE ESTADO DOS ASSUNTOS FISCAIS. Despacho normativo n.º 17/2014, de 26 de dezembro Legislação Diploma Despacho normativo n.º 17/2014, de 26 de dezembro Estado: vigente Resumo: Despacho Normativo que altera o Despacho Normativo nº 18-A/2010, de 1 de julho. Publicação: Diário da República

Leia mais

Regime de Contabilidade de Caixa em Sede de IVA

Regime de Contabilidade de Caixa em Sede de IVA Regime de Contabilidade de Caixa em Sede de IVA Legislação: Decreto-Lei n.º 71/2013 de 30 de Maio Data de entrada em vigência: 1 de Outubro de 2013 Aplicação: o regime de IVA de caixa aplica-se a todas

Leia mais

Fiscalidade 2013 Última atualização 2013/09/17. Cartões 6 Cartões de dupla funcionalidade (débito/crédito)

Fiscalidade 2013 Última atualização 2013/09/17. Cartões 6 Cartões de dupla funcionalidade (débito/crédito) GUIA FISCAL 2013 INDICE I. Introdução II. Enquadramento fiscal dos produtos financeiros Contas 1. Contas à ordem 2. Conta ordenado 3. Conta não residente 4. Depósito a prazo 5. Contas Poupança-Habitação

Leia mais

CÓDIGO DO IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO

CÓDIGO DO IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO Artigo 77.º Serviço de finanças competente 1 - Para efeitos do cumprimento das obrigações do presente diploma, considera-se serviço de finanças competente o da área fiscal onde o sujeito passivo tiver

Leia mais

Financiamento. Financiamento

Financiamento. Financiamento É preciso ter em conta o valor de: Imobilizações corpóreas Imobilizações incorpóreas Juros durante a fase de investimento Capital circulante permanente 1 O capital circulante tem que financiar o ciclo

Leia mais

Republicação do Despacho Normativo n. 18 -A/2010, de 1 de julho CAPÍTULO I. Disposições comuns. Artigo 1. Objeto. Artigo 2.

Republicação do Despacho Normativo n. 18 -A/2010, de 1 de julho CAPÍTULO I. Disposições comuns. Artigo 1. Objeto. Artigo 2. Republicação do Despacho Normativo n. 18 -A/2010, de 1 de julho CAPÍTULO I Disposições comuns Artigo 1. Objeto O presente despacho normativo regulamenta os pedidos de reembolso de imposto sobre o valor

Leia mais

CALENDÁRIO FISCAL 2015

CALENDÁRIO FISCAL 2015 CALENDÁRIO FISCAL 2015 QUADRITÓPICO & BAKER TILLY Obrigações mensais Q U A D R I T Ó P I C O P u b l i c a ç õ e s e D i s t r i b u i ç ã o i n f o @ q u a d r i t o p i c o. p t B A K E R T I L L Y i

Leia mais

Resumidamente os citados Decretos Legislativos Presidenciais têm o seguinte enquadramento:

Resumidamente os citados Decretos Legislativos Presidenciais têm o seguinte enquadramento: 2012 Reforma Fiscal Estimado Cliente, O presente documento tem por finalidade dar a conhecer a publicação no Suplemento do Diário da República, I Série Nº 252 de 30 de Dezembro de 2011, onde foram divulgados,

Leia mais

MEMORANDO. Cartões 6 Cartões de dupla funcionalidade (débito/crédito)

MEMORANDO. Cartões 6 Cartões de dupla funcionalidade (débito/crédito) GUIA FISCAL 2015 MEMORANDO INDICE I. Introdução II. Enquadramento fiscal dos produtos financeiros Contas 1. Contas à ordem 2. Conta ordenado 3. Conta não residente 4. Depósito a prazo 5. Contas Poupança-Habitação

Leia mais

IMPOSTO DO SELO Particularidades da sua aplicação Abílio Marques

IMPOSTO DO SELO Particularidades da sua aplicação Abílio Marques IMPOSTO DO SELO Particularidades da sua aplicação Abílio Marques Neste artigo, o leitor encontrará, tratadas e comentadas, várias questões respeitantes ao Imposto do Selo, o qual, se já não era de fácil

Leia mais

Contas à ordem Conta ordenado Conta não residente Depósito a prazo Contas Poupança-Habitação (CPH) Cartões de dupla funcionalidade (débito/crédito)

Contas à ordem Conta ordenado Conta não residente Depósito a prazo Contas Poupança-Habitação (CPH) Cartões de dupla funcionalidade (débito/crédito) GUIA FISCAL 2015 INDICE I. Introdução II. Enquadramento fiscal dos produtos financeiros Contas 1. 2. 3. 4. 5. Contas à ordem Conta ordenado Conta não residente Depósito a prazo Contas Poupança-Habitação

Leia mais

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS.

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS. CATEGORIA E RENDIMENTOS DE CAPITAIS Definem-se rendimentos de capitais, todos os frutos e demais vantagens económicas, qualquer que seja a sua natureza ou denominação, pecuniários ou em espécie, procedentes,

Leia mais

NEWS TCC SROC Julho 2014

NEWS TCC SROC Julho 2014 Novidades Portal das Finanças - Certificação de Software Foi divulgado pelo despacho n.º 247/2014 de 30 Junho de 2014, a prorrogação para 1 de outubro de 2014 a obrigação de certificação de software de

Leia mais

REGIME DE CONTABILIDADE DE CAIXA EM SEDE DE IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO (REGIME DE IVA DE CAIXA)

REGIME DE CONTABILIDADE DE CAIXA EM SEDE DE IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO (REGIME DE IVA DE CAIXA) REGIME DE CONTABILIDADE DE CAIXA EM SEDE DE IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO (REGIME DE IVA DE CAIXA) APROVADO PELO DECRETO-LEI N.º 71/2013, DE 30 DE MAIO ALTERADO PELOS SEGUINTES DIPLOMAS: - LEI N.º

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 29º, 36º e 40º

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 29º, 36º e 40º Diploma: CIVA Artigo: 29º, 36º e 40º Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Faturas - Mediadores de seguros que pratiquem operações isentas Processo: nº 4686, por despacho de 2013-05-15, do SDG do IVA, por delegação

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto *

Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto * Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto * CAPÍTULO I Âmbito de aplicação Artigo 1.º Âmbito O presente decreto-lei estabelece o regime fiscal das operações de titularização de créditos efectuadas no âmbito

Leia mais

500.000 FAMÍLIAS JÁ GEREM MELHOR AS SUAS DESPESAS

500.000 FAMÍLIAS JÁ GEREM MELHOR AS SUAS DESPESAS 500.000 FAMÍLIAS JÁ GEREM MELHOR AS SUAS DESPESAS CLIENTE FREQUENTE Poupe mais com esta solução integrada de produtos e serviços bancários e pague o mesmo todos os meses. MILLENNIUM. É PARA AVANÇAR. www.millenniumbcp.pt

Leia mais

Fiscalidade em Portugal. Um primeiro olhar

Fiscalidade em Portugal. Um primeiro olhar Fiscalidade em Portugal Um primeiro olhar ÍNDICE 01 IMPOSTOS PORTUGUESES A perspectiva global 02 TRIBUTAÇÃO DO RENDIMENTO Principais regras e taxas 03 TRIBUTAÇÃO DO PATRIMÓNIO Principais regras e taxas

Leia mais

FIN - FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA

FIN - FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA FIN - FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA PARTE I - CONDIÇÕES FINANCEIRAS DO CRÉDITO À HABITAÇÃO A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO E OBSERVAÇÕES 1. Identificação da Instituição Denominação Caixa Geral de Depósitos,

Leia mais

CALENDÁRIO FISCAL Outubro de 2015

CALENDÁRIO FISCAL Outubro de 2015 CALENDÁRIO FISCAL DATA DE CUMPRIMENTO DAS OBRIGAÇÕES FISCAIS Até ao dia 12 Envio da Declaração Periódica, por transmissão eletrónica de dados, acompanhada dos anexos que se mostrem devidos, pelos sujeitos

Leia mais

OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS 2016

OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS 2016 OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS 2016 Última atualização: janeiro 2016 IRS ATÉ AO DIA 11 Entrega da Declaração Mensal de Remunerações, por transmissão eletrónica de dados, pelas entidades devedoras de rendimentos

Leia mais

Comunicação de Operações com o Exterior (COPE) formação online. Casos práticos

Comunicação de Operações com o Exterior (COPE) formação online. Casos práticos Casos práticos Comunicação de Operações com o Exterior (COPE) formação online O presente documento compreende a informação correspondente aos casos práticos da Comunicação de Operações com o Exterior (COPE)

Leia mais

Faturação simplificada: Principais alterações

Faturação simplificada: Principais alterações Faturação simplificada: Principais alterações Informação elaborada pela Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas Atualizado em 22 11 2012 Nota: Agradece-se que coloque qualquer dúvida ou sugestão através

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Código do Imposto do Selo Verba 17.2 da TGIS

FICHA DOUTRINÁRIA. Código do Imposto do Selo Verba 17.2 da TGIS Diploma: Artigo: Assunto: Código do Imposto do Selo Verba 17.2 da TGIS FICHA DOUTRINÁRIA Isenção do imposto do selo prevista na parte final do n.º 1 do artigo 8.º do Estatuto Fiscal Cooperativo Processo:

Leia mais

Novo Regime de IVA de Caixa

Novo Regime de IVA de Caixa QA#005 / Junho.2014 Mónica Veloso * Área Jurídica da Unidade Empreendedorismo ANJE Novo Regime de IVA de Caixa Na Quinta edição da QuickAid Notas Informativas Jurídicas da Unidade de Empreendedorismo ANJE,

Leia mais

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 22/2013. Regime de caixa de IVA (DL 71/2013, 30.05)

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 22/2013. Regime de caixa de IVA (DL 71/2013, 30.05) INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 22/2013 Regime de caixa de IVA (DL 71/2013, 30.05) Índice 1.Âmbito... 1 2.Opção pelo regime - permanência e saída por opção do mesmo... 1 2.1.Opção pelo regime em 2013... 1 2.2.

Leia mais

TRIBUTAÇÃO DA CARTEIRA DO FUNDO

TRIBUTAÇÃO DA CARTEIRA DO FUNDO TRIBUTAÇÃO As informações apresentadas abaixo constituem um resumo das principais considerações fiscais da legislação brasileira que afetam o Fundo e seus investidores e não têm o propósito de ser uma

Leia mais

ABRIL 2012. Reforma Fiscal Angolana. Decreto Legislativo Presidencial n.º 5/11 Revisão ao Código do Imposto sobre a Aplicação de Capitais

ABRIL 2012. Reforma Fiscal Angolana. Decreto Legislativo Presidencial n.º 5/11 Revisão ao Código do Imposto sobre a Aplicação de Capitais 1 /5 Reforma Fiscal Angolana Foram publicados no início de Março, como suplemento ao Diário da República datado de dia 30 de Dezembro de 2011, os Decretos Legislativos Presidenciais n.º 5/11, n.º 6/11

Leia mais

Página 519 a 524, ANEXO A - Que refere o artigo 1.º, do Código do Imposto de Selo

Página 519 a 524, ANEXO A - Que refere o artigo 1.º, do Código do Imposto de Selo Página 519 a 524, ANEXO A - Que refere o artigo 1.º, do ANEXO A Que refere o artigo 1.º N.º Actos/Documentos/Contractos/Operações/Títulos Taxa 1 Aquisição onerosa ou gratuita do direito de propriedade

Leia mais

Comunicação de Operações com o Exterior (COPE) Perguntas Frequentes - COPE

Comunicação de Operações com o Exterior (COPE) Perguntas Frequentes - COPE Perguntas Frequentes - COPE Comunicação de Operações com o Exterior (COPE) Departamento de Estatística Banco de Portugal +351 707 201 409 ddebp.reporte@bportugal.pt Versão Maio de 2013 Comunicação de Operações

Leia mais

UNIDADE VI Tributação sobre a transmissão de bens e direitos e operações financeiras. 1.1.1. Constituição (art. 156, inciso II e parágrafo segundo)

UNIDADE VI Tributação sobre a transmissão de bens e direitos e operações financeiras. 1.1.1. Constituição (art. 156, inciso II e parágrafo segundo) UNIDADE VI Tributação sobre a transmissão de bens e direitos e operações financeiras 1. Imposto sobre a transmissão de bens imóveis 1.1. Legislação 1.1.1. Constituição (art. 156, inciso II e parágrafo

Leia mais

GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS)

GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS) GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS) ANEXO 3 E S DAS SOCIEDADES FINANCEIRAS Fernando Félix Cardoso Ano Lectivo 2004-05 SOCIEDADES CORRETORAS E FINANCEIRAS DE CORRETAGEM Compra e venda de valores mobiliários

Leia mais

INSTRUÇÃO N.º 44/2012 - (BO N.º 12, 17.12.2012) SUPERVISÃO Supervisão Comportamental

INSTRUÇÃO N.º 44/2012 - (BO N.º 12, 17.12.2012) SUPERVISÃO Supervisão Comportamental INSTRUÇÃO N.º 44/2012 - (BO N.º 12, 17.12.2012) Temas SUPERVISÃO Supervisão Comportamental ASSUNTO: Comunicação de informação relativa a contratos de crédito abrangidos pelos procedimentos previstos no

Leia mais

Avaliação geral de prédios urbanos

Avaliação geral de prédios urbanos Avaliação geral de prédios urbanos Foi publicada a Lei n 60-A/2011, de 30/11, que aditou os artigos 15 o -A a 15 -P ao Decreto-Lei n 287/2003, de 12/11, que regulamentam o regime da Avaliação Geral de

Leia mais

g ~ autoridade tributária e aduaneira A Portaria n 421/2012, de 21 de dezembro, aprovou os novos modelos de impressos da

g ~ autoridade tributária e aduaneira A Portaria n 421/2012, de 21 de dezembro, aprovou os novos modelos de impressos da Classificação: 000.05.02 Seg.: Pública Proc.: 20 12/9664 Of.Circulado N.' : 20 163 2013-01-30 Entrada Geral: N.' ldentificação Fiscal (NIF): Sua Ref.-: Técnico: MGN Exmos. Senhores Subdiretores-Gerais

Leia mais

IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO

IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO hhh IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) O Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) é aplicável quer ao rendimento obtido por entidades residentes

Leia mais

Portaria nº 913-I/2003, de 30 de Agosto

Portaria nº 913-I/2003, de 30 de Agosto Portaria n.º 913-I/2003 de 30 de Agosto * Na sequência do Decreto-Lei n.º 183/2003, de 19 de Agosto, que alterou o Estatuto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), aprovado pelo Decreto-Lei

Leia mais

TRIBUTAÇÃO DE JUROS, DIVIDENDOS E MAIS-VALIAS NO CHIPRE LEIS E DECRETOS

TRIBUTAÇÃO DE JUROS, DIVIDENDOS E MAIS-VALIAS NO CHIPRE LEIS E DECRETOS TRIBUTAÇÃO DE JUROS, DIVIDENDOS E MAIS-VALIAS NO CHIPRE LEIS E DECRETOS Lei (alterada) do Imposto sobre os Rendimentos de 2005 Lei (alterada) da Contribuição Especial para a Defesa de 2004 Lei (alterada)

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI N o 6.099, DE 12 DE SETEMBRO DE 1974. Dispõe sobre o tratamento tributário das operações de arrendamento mercantil e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL

Leia mais

VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO, EMPEENDEDORISMO, E I&D. Condições de Enquadramento

VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO, EMPEENDEDORISMO, E I&D. Condições de Enquadramento VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO, EMPEENDEDORISMO, E I&D Condições de Enquadramento Portaria nº 57-A/2015 de 27 de Fevereiro de 2015 0 VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO,

Leia mais

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 FISCAL E FINANÇAS LOCAIS NEWSLETTER RVR 2 Maio de 2007 ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 Sandra Cristina Pinto spinto@rvr.pt O Decreto Lei nº 238/2006 e a Lei nº 53-A/2006, publicados

Leia mais

CÓDIGO DO IMPOSTO DO SELO E TABELA ANEXA

CÓDIGO DO IMPOSTO DO SELO E TABELA ANEXA CÓDIGO DO IMPOSTO DO SELO E TABELA ANEXA Embora a PwC tenha envidado os seus melhores esforços na transcrição dos textos legais para estas páginas, não se responsabiliza pelo respetivo conteúdo, pelo que

Leia mais

ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CRÉDITO PESSOAL

ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CRÉDITO PESSOAL ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CRÉDITO PESSOAL Índice Finalidades do crédito pessoal Ficha de Informação Normalizada (FIN) Montante e prazo Modalidades de reembolso Garantias Custos do crédito Taxa

Leia mais

A aquisição de qualquer imóvel pressupõe o pagamento de IMT, IMI e imposto de selo.

A aquisição de qualquer imóvel pressupõe o pagamento de IMT, IMI e imposto de selo. Impostos A aquisição de qualquer imóvel pressupõe o pagamento de IMT, IMI e imposto de selo. IMT (Imposto sobre Transmissões Onerosas de Imóveis) Imposto sobre as transmissões onerosas do direito de propriedade

Leia mais

Responsabilidades no crédito II

Responsabilidades no crédito II Responsabilidades no crédito II PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA SEGUNDA-FEIRA, 26 DE MARÇO DE 2012 POR JM A Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal tem como principal objectivo apoiar

Leia mais

10. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (OUTROS CLIENTES) - FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS 10.1. Linhas de Crédito e Contas Correntes

10. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (OUTROS CLIENTES) - FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS 10.1. Linhas de Crédito e Contas Correntes 10. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (OUTROS CLIENTES) - FOLHETO DE COMSÕES E DESPESAS 10.1. Linhas de Crédito e Contas Correntes Crédito de Curto Prazo em Conta Corrente Iniciais Euros (min/máx) Valor Anual Acresce

Leia mais

REGIME AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA PARA INVESTIMENTO

REGIME AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA PARA INVESTIMENTO REGIME AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA PARA INVESTIMENTO Despacho n.º 1661-A/2013, de 28 de janeiro de 2013 A Lei n.º 29/2012, de 9 de agosto, que alterou a Lei n.º 23/2007, de 4 de julho, que aprova o regime

Leia mais

VAI ARRENDAR CASA? PRESTE ATENÇÃO AO SEGUINTE!

VAI ARRENDAR CASA? PRESTE ATENÇÃO AO SEGUINTE! VAI ARRENDAR CASA? PRESTE ATENÇÃO AO SEGUINTE! Locação é o contrato pelo qual uma das partes se obriga a proporcionar à outra o gozo temporário de uma coisa, mediante retribuição Art.º 1022.º do Código

Leia mais

Portaria. Gabinete da Ministra da Justiça Praça do Comércio, 1149-019 Lisboa, PORTUGAL TEL + 351 21 322 23 00 EMAIL gmj@mj.gov.pt www.portugal.gov.

Portaria. Gabinete da Ministra da Justiça Praça do Comércio, 1149-019 Lisboa, PORTUGAL TEL + 351 21 322 23 00 EMAIL gmj@mj.gov.pt www.portugal.gov. Portaria O Memorando de Entendimento sobre as Condicionalidades de Política Económica, celebrado entre a República Portuguesa e o Banco Central Europeu, a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional,

Leia mais

Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada. Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa

Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada. Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa Incentivos fiscais à Reabilitação Urbana e Nova Lei das Rendas Introdução Como instrumento

Leia mais

SEGURO CAUÇÃO COM A GARANTIA DO ESTADO

SEGURO CAUÇÃO COM A GARANTIA DO ESTADO SEGURO CAUÇÃO COM A GARANTIA DO ESTADO BENEFICIÁRIOS: entidades que em virtude de obrigação legal ou contratual sejam beneficiárias de uma obrigação de caucionar ou de afiançar, em que seja devido, designadamente,

Leia mais

NEWSLETTER FISCAL Nº 58 Novembro 2015

NEWSLETTER FISCAL Nº 58 Novembro 2015 Nº 58 Novembro 2015 IRC Informação Vinculativa Despacho de 17 de abril 1 Processo 750/2015 Tributação autónoma dos encargos com viaturas ligeiras de mercadorias referidas na alínea b) do n.º 1 do artigo

Leia mais

Junta de Freguesia de Roliça REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS

Junta de Freguesia de Roliça REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS Em conformidade com o disposto nas alíneas d) e j) do n.º2 do artigo 17º, conjugada com a alínea b) do n.º5 do artigo 34º da Lei das Autarquias Locais (Lei n.º169/99,

Leia mais

TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO

TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO Antas da Cunha LAW FIRM TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO I) MAIS-VALIAS A mais-valia consiste na diferença entre o valor de aquisição (que pode ser gratuita ou onerosa) e o valor de realização

Leia mais

Novas regras de faturação. (DL n.º197/2012 de 24 de agosto)

Novas regras de faturação. (DL n.º197/2012 de 24 de agosto) 1 Novas regras de faturação (DL n.º197/2012 de 24 de agosto) Este diploma introduz alterações às regras de faturação em matéria de imposto sobre o valor acrescentado, em vigor a partir de 1 de janeiro

Leia mais

CAPÍTULO I Incidência Artigo 1.º Artigo 1.º Pressuposto do imposto Pressuposto do imposto Artigo 2.º Artigo 2.º Sujeitos passivos Sujeitos passivos

CAPÍTULO I Incidência Artigo 1.º Artigo 1.º Pressuposto do imposto Pressuposto do imposto Artigo 2.º Artigo 2.º Sujeitos passivos Sujeitos passivos Anterior Código IRC Artigo 1.º Pressuposto do imposto O imposto sobre o rendimento das pessoas coletivas (IRC) incide sobre os rendimentos obtidos, mesmo quando provenientes de atos ilícitos, no período

Leia mais

a) agências de turismo e prestadores de serviços turísticos; b) embaixadas, legações estrangeiras e organismos internacionais;

a) agências de turismo e prestadores de serviços turísticos; b) embaixadas, legações estrangeiras e organismos internacionais; SEÇÃO : 1 - Disposições Gerais 1. Podem ser titulares de contas em moeda estrangeira no País na forma da legislação e regulamentação em vigor, observadas as disposições deste título: a) agências de turismo

Leia mais

Glossário de Crédito Habitação do NOVO BANCO

Glossário de Crédito Habitação do NOVO BANCO Glossário de Crédito Habitação do NOVO BANCO Tipo de Propriedade 1ª Habitação Residência habitual do agregado familiar (habitação própria permanente). 2ª Habitação Residência não habitual do agregado familiar

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: Código do Imposto do Selo 60.º CIS, Verba 2 TGIS

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: Código do Imposto do Selo 60.º CIS, Verba 2 TGIS Diploma: Código do Imposto do Selo Artigo: Assunto: 60.º CIS, Verba 2 TGIS FICHA DOUTRINÁRIA Comunicação de contratos de arrendamento Processo: 2010004346 IVE n.º 1703, com despacho concordante, de 2011.03.18,

Leia mais

PREÇÁRIO. Entrada em Vigor: 2 de janeiro de 2015

PREÇÁRIO. Entrada em Vigor: 2 de janeiro de 2015 PREÇÁRIO Entrada em Vigor: 2 de janeiro de 2015 Caixa Geral de Depósitos, SA Sede Social: Av. João XXI, 63 1000-300 Lisboa Portugal Capital Social: 5.900.000.000 CRCL e NIP C 500960046 www.bnu.tl Sucursal

Leia mais

EM QUE CONSISTE? QUAL A LEGISLAÇÃO APLICÁVEL?

EM QUE CONSISTE? QUAL A LEGISLAÇÃO APLICÁVEL? EM QUE CONSISTE? As entidades devedoras de pensões, com exceção das de alimentos, são obrigadas a reter o Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) no momento do seu pagamento ou colocação

Leia mais

V A L E I N O V A Ç Ã O Page 1 VALE INOVAÇÃO (PROJETOS SIMPLIFICADOS DE INOVAÇÃO)

V A L E I N O V A Ç Ã O Page 1 VALE INOVAÇÃO (PROJETOS SIMPLIFICADOS DE INOVAÇÃO) V A L E I N O V A Ç Ã O Page 1 VALE INOVAÇÃO (PROJETOS SIMPLIFICADOS DE INOVAÇÃO) Março 2015 V A L E INO V A Ç Ã O Pag. 2 ÍNDICE 1. Enquadramento... 3 2. Objetivo Específico... 3 3. Tipologia de Projetos...

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO. Acção de Formação Fiscalidade

DOCUMENTAÇÃO. Acção de Formação Fiscalidade DOCUMENTAÇÃO Acção de Formação Fiscalidade Painel Fiscalidade ENQUADRAMENTO FISCAL IRS IVA EBF IRC INCIDÊNCIA BASE DO IMPOSTO RENDIMENTOS ISENTOS DETERMINAÇÃO DA MATÉRIA COLECTÁVEL DETERMINAÇÃO DO RENDIMENTO

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 96/2013 de 3 de Outubro de 2013

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 96/2013 de 3 de Outubro de 2013 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 96/2013 de 3 de Outubro de 2013 Considerando a necessidade do Governo dos Açores continuar a potenciar a competitividade e crescimento sustentado

Leia mais

AS ASSOCIAÇÕES, CLUBES, COLETIVIDADES

AS ASSOCIAÇÕES, CLUBES, COLETIVIDADES AS ASSOCIAÇÕES, CLUBES, COLETIVIDADES São sujeitos passivos de: - IRC; - IVA. Têm obrigações previstas no Código do IRS Têm obrigação de documentar as despesas e os pagamentos. Algumas poderão beneficiar

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9º Isenções Prestações de serviços designadas "business broker", isto é, intermediário na compra e venda de participações sociais de sociedades. Processo:

Leia mais

Estatísticas de Operações e Posições com o Exterior

Estatísticas de Operações e Posições com o Exterior Estatísticas de Operações e Posições com o Exterior Apresentação do novo sistema de reporte de informação Março 2013 Esquema da Apresentação Área de Empresa Comunicação de Operações e posições com o exterior

Leia mais

2. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (PARTICULARES) (ÍNDICE)

2. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (PARTICULARES) (ÍNDICE) 2.1. Crédito à habitação e contratos conexos Crédito Habitação Para Aquisição, Construção, Obras e Aquisição de Terreno para Habitação Própria, Secundária ou Arrendamento, Crédito Sinal, Transferências;

Leia mais

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA ASPECTOS FUNDAMENTAIS 1 F U N D O S F E C H A D O S D E S U B S C R I Ç Ã O P Ú B L I C A ASPECTOS FUNDAMENTAIS RE GIM E JURÍDICO O enquadramento jurídico dos Fundos

Leia mais

CALENDÁRIO FISCAL Novembro de 2015

CALENDÁRIO FISCAL Novembro de 2015 DATA DE CUMPRIMENTO DAS OBRIGAÇÕES FISCAIS Até ao dia 02 IUC Liquidação, por transmissão eletrónica de dados, e pagamento do Imposto Único de Circulação (IUC), relativo aos veículos cujo aniversário da

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 6º

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 6º Diploma: CIVA Artigo: 6º Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Localização das operações Sujeito passivo na Holanda onde importa bens, os quais são vendidos a consumidores finais em território nacional, através de

Leia mais

As alterações do OE 2015 e da Lei 82-E/2014 com impacto nas relações laborais

As alterações do OE 2015 e da Lei 82-E/2014 com impacto nas relações laborais COELHO RIBEIRO E ASSOCIADOS SOCIEDADE CIVIL DE ADVOGADOS As alterações do OE 2015 e da Lei 82-E/2014 com impacto nas relações laborais CRA Coelho Ribeiro e Associados, SCARL Portugal Janeiro 2015 No passado

Leia mais

VALOR RESIDUAL Enquadramento contabilístico e fiscal

VALOR RESIDUAL Enquadramento contabilístico e fiscal perspetivas newsletter NOV2014 VALOR RESIDUAL Enquadramento contabilístico e fiscal 1- O que é o valor residual de um ativo fixo tangível? Nos termos previstos na Norma Contabilística e de Relato Financeiro

Leia mais

Preçário. ENVIO PONTUAL EXTRATO DE MOVIMENTOS (a pedido do cliente)

Preçário. ENVIO PONTUAL EXTRATO DE MOVIMENTOS (a pedido do cliente) 1 CONTAS DE DEPÓSITO 1.1. DEPÓSITOS À ORDEM ENVIO PONTUAL EXTRATO DE MOVIMENTOS (a pedido do cliente) Movimentos efetuados até últimos 31 meses inclusive Envio por email 1,00 Envio por correio 5,00 Movimentos

Leia mais

Obrigações declarativas das entidades que não exercem a título principal atividades comerciais, industriais ou agrícolas

Obrigações declarativas das entidades que não exercem a título principal atividades comerciais, industriais ou agrícolas Obrigações declarativas das entidades que não exercem a título principal atividades comerciais, industriais ou agrícolas Elaborado por Paula Franco e Amândio Silva Assessores do Bastonário da Ordem Com

Leia mais

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Artigo 102.º Objecto É aprovado o regime especial aplicável aos fundos de investimento imobiliário para arrendamento

Leia mais

CÓDIGOS TRIBUTÁRIOS EDIÇÃO DE BOLSO

CÓDIGOS TRIBUTÁRIOS EDIÇÃO DE BOLSO CÓDIGOS TRIBUTÁRIOS EDIÇÃO DE BOLSO (5.ª Edição) Actualização N.º 1 Códigos Tributários Edição de Bolso 2 TÍTULO: AUTORES: CÓDIGOS TRIBUTÁRIOS EDIÇÃO DE BOLSO Actualização N.º 1 Texto da Lei EDITOR: EDIÇÕES

Leia mais

NEWSLETTER FISCAL Junho 2013. Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento, Orçamento. Retificativo para 2013 e Outros Assuntos Relevantes

NEWSLETTER FISCAL Junho 2013. Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento, Orçamento. Retificativo para 2013 e Outros Assuntos Relevantes NEWSLETTER FISCAL Junho 2013 Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento, Orçamento Retificativo para 2013 e Outros Assuntos Relevantes 1. Introdução No dia 31 de Maio de 2013, foi submetida à Assembleia

Leia mais

Alguns aspetos do regime de IVA de caixa

Alguns aspetos do regime de IVA de caixa Alguns aspetos do regime de IVA de caixa O Decreto-Lei n.º 71/2013, de 30 de maio, aprovou o regime de IVA de caixa, concretizando assim a autorização legislativa constante do Orçamento do Estado para

Leia mais

PRÉVOIR PPR NOVA VERSÃO INFORMAÇÕES PRÉ-CONTRATUAIS ANEXO À PROPOSTA PRÉVOIR PPR

PRÉVOIR PPR NOVA VERSÃO INFORMAÇÕES PRÉ-CONTRATUAIS ANEXO À PROPOSTA PRÉVOIR PPR Este documento apresenta-se como um resumo das Condições Gerais e Especiais do seguro Prévoir PPR e não dispensa a consulta integral das mesmas. SEGURADOR FINALIDADE SEGMENTO-ALVO CONDIÇÕES DE SUBSCRIÇÃO

Leia mais

CLASSE 9 CONTAS EXTRAPATRIMONIAIS

CLASSE 9 CONTAS EXTRAPATRIMONIAIS Anexo à Instrução nº 4/96 CLASSE 9 CONTAS EXTRAPATRIMONIAIS As contas desta classe registam as responsabilidades ou compromissos assumidos pela instituição ou por terceiros perante esta e que não estão

Leia mais

5fe0d90107e74964b15fe89af08c53e4

5fe0d90107e74964b15fe89af08c53e4 DL 35/2014 2014.01.23 A Lei 64-B/2011, de 30 de dezembro, que aprovou o orçamento do Estado para o ano de 2012, promoveu a criação de novas medidas de combate à fraude e evasão fiscais. Neste contexto

Leia mais

Enquadramento jurídico-fiscal da atividade de alojamento local

Enquadramento jurídico-fiscal da atividade de alojamento local Enquadramento jurídico-fiscal da atividade de alojamento local A Autoridade Tributária e Aduaneira divulgou no passado dia 19, o ofíciocirculado n.º 20.180, contendo instruções sobre o enquadramento jurídicotributário

Leia mais

A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares.

A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares. A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares. Estamos à sua disposição para o aconselhar em questões

Leia mais

Artigo 33.º * Zona Franca da Madeira e Zona Franca da ilha de Santa Maria

Artigo 33.º * Zona Franca da Madeira e Zona Franca da ilha de Santa Maria ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO IV Benefícios fiscais às zonas francas Artigo 33.º * Zona Franca da Madeira e Zona Franca da ilha de Santa Maria 1- (Revogado pela Lei 64-B/2011, de 30 de Dezembro)

Leia mais

Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado. Batalha, 8 Julho de 2010

Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado. Batalha, 8 Julho de 2010 Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado Batalha, 8 Julho de 2010 As vossas necessidades... O apoio aos Empreendedores e às PME s

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO IV BENEFÍCIOS FISCAIS ÀS ZONAS FRANCAS ARTIGO 33.º * Zona Franca da Madeira e Zona Franca da ilha de Santa Maria 1. (Revogado pela Lei 64-B/2011, de 30 de Dezembro) 2. (Revogado pela Lei 64-B/2011,

Leia mais

Contabilidade Plano de Contas do Sistema Compensação Página : 001 Governo Municipal de Aquiraz

Contabilidade Plano de Contas do Sistema Compensação Página : 001 Governo Municipal de Aquiraz Plano de Contas do Sistema Compensação Página : 001 4 SISTEMA COMPENSADO 41 ATIVO COMPENSADO 419 ATIVO COMPENSADO 419.90 COMPENSAÇÕES ATIVAS DIVERSAS Funcionamento.: REPRESENTA O SOMATÓRIO DO VALOR DOS

Leia mais

IVA Na Actividade Agrícola

IVA Na Actividade Agrícola IVA Na Actividade Agrícola Maria Emília Pimenta Seminário A CONTABILIDADE E FISCALIDADE NA ACTIVIDADE AGRÍCOLA Santarém, 11 de Junho de 2013 1 Lei n.º66-b/2012, de 31 dezembro Revoga o n.º 33 do artigo

Leia mais

Preçário INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS. Data de Entrada em vigor: 11-09-2014

Preçário INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS. Data de Entrada em vigor: 11-09-2014 Preçário INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Data de Entrada em vigor: 11-09-2014 Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor: 03-08-2015 O Preçário

Leia mais

Antonio Chagas Meirelles Diretor. Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen.

Antonio Chagas Meirelles Diretor. Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen. 1 CIRCULAR Nº 765 Comunicamos que a Diretoria do Banco Central, em sessão realizada em 09.03.83, aprovou nova sistemática para a escrituração centralizada, sob o regime de "caixa única", das contas de

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Transferência de Crédito de ICMS de Fornecedor Optante do Simples Nacional

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Transferência de Crédito de ICMS de Fornecedor Optante do Simples Nacional 09/01/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 4 3.1 Transferência de Crédito do ICMS pelos Optantes do... 4 3.2 Do Ressarcimento

Leia mais

Linhas de Crédito. Capital de Giro

Linhas de Crédito. Capital de Giro Linhas de Crédito Capital de Giro Apresentação FIESP Jul/2015 Operações mais utilizadas NOME CONTA GARANTIDA CAIXA CH.EMPRESA CAIXA CREDITO ESPECIAL EMPRESA - PRE/PRICE - GARANTIA FGO GIROCAIXA RECURSOS

Leia mais