NORMA TÉCNICA CELG D Chaves Fusíveis de Distribuição Classes 15 e 36,2 kv Padronização e Especificação NTC-12 Revisão 3

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1 NORMA TÉCNICA CELG D Chaves Fusíveis de Distribuição Classes 15 e 36,2 kv Padronização e Especificação NTC-12 Revisão 3

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3 ÍNDICE SEÇÃO TÍTULO PÁGINA 1. OBJETIVO 1 2. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 2 3. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES 4 4. CONDIÇÕES GERAIS Geral Condições Normais de Serviço Identificação Embalagem Garantia Classificação dos Dispositivos Fusíveis CONDIÇÕES ESPECÍFICAS Características Nominais Requisitos Construtivos Mecanismo de Transferência de Carga (de uma Chave Fusível Religadora Características Mecânicas e Elétricas Geral Seleção da Classe do Dispositivo Fusível Geral INSPEÇÃO Generalidades Recomendações Comuns aos Ensaios Planos de Amostragem para os Ensaios de Recebimento Plano de Amostragem para os Ensaios de Tipo Critérios de Aceitação e Rejeição ENSAIOS Relação dos Ensaios Relação dos Ensaios Adicionais para Dispositivos com Isoladores Poliméricos Ensaios de Rotina/Recebimento Ensaios de Tipo Descrição dos Ensaios CONDIÇÕES PADRONIZADAS DE USO E DESEMPENHO COM RELAÇÃO À CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO Generalidades Condições Padronizadas de Uso com Relação à Capacidade de Interrupção 35 NTC-12 / DT SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA

4 SEÇÃO TÍTULO PÁGINA 8.3 Condições Padronizadas de Desempenho com Relação à Capacidade de Interrupção Relatórios de Ensaios 36 ANEXO A TABELAS 37 TABELA 1 CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS DAS CHAVES FUSÍVEIS DE DISTRIBUIÇÃO (CLASSE 2) 37 TABELA 2 CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS DAS CHAVES FUSÍVEIS RELIGADORAS 38 TABELA 3 LIMITES DE ELEVAÇÃO DE TEMPERATURA 38 TABELA 4 VALORES DE REFERÊNCIA PARA OS ENSAIOS DE CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO EM DISPOSITIVOS 40 FUSÍVEIS (CLASSE 2) TABELA 5 VALORES DA FREQUÊNCIA NATURAL DE OSCILAÇÃO DA TENSÃO DE RESTABELECIMENTO TRANSITÓRIA E DOS MÁXIMOS VALORES DE COS ϕ DO CIRCUITO DE 41 ENSAIO TABELA 6 ESPESSURA DA CAMADA DE ZINCO 41 TABELA 7 TORQUE EM PARAFUSOS 41 TABELA 8 PLANOS DE AMOSTRAGEM PARA OS ENSAIOS DE RECEBIMENTO 42 ANEXO B DESENHOS 43 DESENHO 1 CHAVE FUSÍVEL BASE TIPO C 43 DESENHO 2 PORTA FUSÍVEL BASE TIPO C 44 DESENHO 3 LÂMINA DESLIGADORA 300 A PARA BASE TIPO C 45 DESENHO 4 CHAVE FUSÍVEL RELIGADORA DE TRÊS ESTÁGIOS 46 DESENHO 5 PROLONGADOR E DISPOSITIVO PARA O ENSAIO DE IMPACTO NO SUPORTE 47 DESENHO 6 INTERPRETAÇÃO DOS OSCILOGRAMAS DOS ENSAIOS DE INTERRUPÇÃO 48 DESENHO 7 CIRCUITOS PARA OS ENSAIOS DE INTERRUPÇÃO DOS GRUPOS 1, 2 E 3 49 DESENHO 8 CIRCUITOS PARA ENSAIOS DE INTERRUPÇÃO PARA OS GRUPOS 4 E 5 50 ANEXO C PRESCRIÇÕES PARA O ENSAIO DE ELEVAÇÃO DE TEMPERATURA 51 ANEXO D QUADRO DE DADOS TÉCNICOS E CARACTERÍSTICAS GARANTIDAS 53 ANEXO E QUADRO DE DESVIOS TÉCNICOS E EXCEÇÕES 55 ANEXO F COTAÇÃO DE ENSAIOS DE TIPO 56 NTC-12 / DT SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA

5 1. OBJETIVO A presente norma técnica tem por objetivo definir as principais características elétricas e mecânicas relativas à fabricação e recebimento, bem como os demais requisitos básicos de chaves fusíveis de distribuição (classe 2) do tipo expulsão, de abertura automática, nas tensões nominais de 13,8 e 34,5 kv, e chaves fusíveis religadoras de 3 estágios nas tensões de 25,8 e 36,2 kv, a serem instaladas em subestações e redes de distribuição da CELG D. NTC-12 / DT SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 1

6 2. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Como forma de atender aos processos de projeto, fabricação, inspeção e ensaios, as chaves fusíveis e as chaves religadoras devem satisfazer às exigências da presente norma bem como de todas as demais normas técnicas mencionadas abaixo. ABNT NBR 5032 Isoladores para linhas aéreas com tensões acima de 1000 V - Isoladores de porcelana ou vidro para sistemas de corrente alternada. ABNT NBR 5370 Conectores de cobre para condutores elétricos em sistemas de potência. ABNT NBR 5405 Materiais isolantes sólidos - Determinação da rigidez dielétrica sob tensão em frequência industrial. ABNT NBR 5426 Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos. ABNT NBR 5460 Sistemas elétricos de potência - Terminologia. ABNT NBR 6323 Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido - Especificação. ABNT NBR 6939 Coordenação de isolamento - Procedimento. ABNT NBR 7282 Dispositivos fusíveis de alta tensão - Dispositivos tipo expulsão - Requisitos e métodos de ensaio. ABNT NBR 7398 Produto de aço ou ferro fundido galvanizado por imersão a quente - Verificação da aderência do revestimento - Método de ensaio. ABNT NBR 7399 Produto de aço ou ferro fundido galvanizado por imersão a quente - Verificação da espessura do revestimento por processo não-destrutivo - Método de ensaio. ABNT NBR 7400 Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido por imersão a quente - Verificação da uniformidade do revestimento - Método de ensaio. ABNT NBR 7571 Secionadores - Características técnicas e dimensionais. ABNT NBR 8158 Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas de distribuição de energia elétrica - Especificação. ABNT NBR 8159 Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas de distribuição de energia elétrica - Padronização. ABNT NBR Material isolante elétrico - Avaliação da resistência ao trilhamento e erosão sob condições ambientais severas. ABNT NBR IEC ABNT NBR IEC ASTM B545 ASTM D 1535 Especificações comuns para normas de equipamentos de manobra de alta tensão e mecanismos de comando. Equipamentos de alta tensão - Parte 102: Seccionadores e chaves de aterramento. Standard Specification for Electrodeposited Coatings of Tin. Standard Practice for Specifying Color by the Munsell System. Notas: 1) Nos pontos não cobertos por esta norma, devem ser atendidas as exigências da ABNT NBR 7282, aplicáveis ao conjunto e a cada parte. Nos pontos em que a ABNT for omissa, prevalecem as exigências da IEC. 2) Poderão ser utilizadas normas de outras organizações normalizadoras, desde que sejam oficialmente reconhecidas pelos governos dos países de origem, assegurem qualidade igual ou superior às mencionadas neste item, não contrariem esta norma e sejam submetidas a uma avaliação prévia por parte da CELG D. NTC-12 / DT SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 2

7 3) Caso haja opção por outras normas, que não as anteriormente mencionadas, essas devem figurar, obrigatoriamente, na documentação de licitação. Neste caso, o proponente deverá citar em sua proposta a norma aplicada, e submeter à CELG D cópias da norma alternativa proposta, indicando claramente os pontos onde as normas propostas desviam das normas ABNT correspondentes. 4) O fornecedor deve disponibilizar, para o inspetor da CELG D, no local da inspeção, todas as normas acima mencionadas, em suas últimas revisões. 5) Todos os materiais que não são especificamente mencionados nesta norma, mas que são usuais ou necessários para a operação eficiente do equipamento, considerar-se-ão como aqui incluídos e devem ser fornecidos pelo fabricante sem ônus adicional. 6) Esta norma foi baseada no seguinte documento: ABNT NBR Dispositivos fusíveis de alta tensão - Dispositivos tipo expulsão - Requisitos e métodos de ensaio. NTC-12 / DT SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 3

8 3. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES Para os efeitos desta norma são adotadas os termos e as definições seguintes, complementadas pelas constantes da ABNT NBR 5460 e ABNT NBR Base de um Dispositivo Fusível Peça fixa destinada a receber um fusível, ou porta-fusível com fusível, e ligá-lo ao circuito externo, compreendendo todas as partes necessárias para assegurar o isolamento. Capacidade de Interrupção de um Dispositivo Fusível Valor da corrente presumida de interrupção simétrica que um dispositivo fusível é capaz de interromper, sob uma tensão dada em condições especificadas de emprego e funcionamento. Características Tempo x Corrente Representação gráfica do tempo de operação, expresso como um tempo virtual, em função do valor eficaz da corrente presumida simétrica, em condições de operação especificadas. Chave Fusível Dispositivo fusível no qual o porta-fusível pode ser manipulado de forma a obter uma distância de seccionamento, sem que haja separação física entre o porta-fusível e a base. Chave Fusível de Abertura Automática Chave fusível que, após a sua operação, o porta-fusível passa automaticamente para uma posição que assegure uma distância de seccionamento. Chave Fusível Religadora Dispositivo formado por mais de uma chave fusível, montadas sobre uma mesma estrutura suporte, cujos contatos superiores são interligados por uma barra e cujos contatos inferiores são passíveis de interligação por meio de um mecanismo de transferência de carga, de tal modo que apenas um porta-fusível por vez fique inserido entre os terminais da chave religadora. Uma chave religadora para três operações é composta por três dispositivos fusíveis para permitir até duas religações automáticas de um circuito que tenha sido submetido a sobrecorrentes. Contato da Base Parte condutora de uma base, ligada ao terminal e destinada a fazer uma ligação com o contato do fusível ou com o contato do porta-fusível. Contato do Porta-Fusível Parte condutora de um porta-fusível destinada a fazer uma ligação com o contato fusível ou com o contato da base. NTC-12 / DT SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 4

9 Corrente Convencional de Fusão Valor especificado de corrente que provoca a fusão de um elemento fusível, dentro de um tempo especificado (tempo convencional). Corrente Convencional de não Fusão Valor especificado de corrente que um fusível é capaz de conduzir por um tempo especificado (tempo convencional). Corrente Presumida de Interrupção Corrente presumida que é avaliada no instante de início do arco de um processo de interrupção. Curvas Características Tempo-Corrente Representação gráfica do tempo de operação, expresso como um tempo virtual, em função do valor eficaz da corrente presumida simétrica, em condição de operação especificadas. Nota: As curvas características tempo-corrente, indicadas em geral para um fusível, referem-se aos tempos de pré-arco e de interrupção. Dispositivo Fusível Dispositivo de proteção que, pela fusão de uma parte especialmente projetada e dimensionada, abre o circuito no qual se acha inserido e interrompe a corrente, quando esta excede um valor especificado durante um tempo especificado. Dispositivo Fusível Tipo Expulsão Dispositivo fusível no qual o arco é extinto pela expulsão dos gases produzidos. Elemento Fusível Parte do fusível que funde quando o dispositivo opera. Fusível Parte de um dispositivo fusível que deve ser substituído após cada operação do dispositivo fusível e que contém o elemento fusível. Integral de Joule Integral do quadrado da corrente num intervalo de tempo especificado. Notas: 1) Do ponto de vista de um circuito protegido por um dispositivo fusível, o valor da Integral de Joule sobre o tempo de interrupção do dispositivo fusível é referido a uma energia especifica, isto é, a energia liberada em forma de calor em uma parte do circuito tendo 1Ω de resistência. NTC-12 / DT SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 5

10 2) Os valores da Integral de Joule geralmente indicados para fusíveis são a Integral de Joule de pré-arco e a Integral de Joule de interrupção aplicados respectivamente aos tempos de fusão (pré-arco) e de interrupção. Intercambialidade de Elos Fusíveis Compatibilidade de dimensões e características tempo x corrente de pré-arco entre fabricantes diferentes de elos fusíveis, permitindo o uso dos elos em portafusíveis de diferentes fabricantes, sem alteração significativa das características tempo x corrente de pré-arco. Mecanismo de Transferência de Carga Dispositivo acoplado aos contatos inferiores da chave fusível religadora que permite o rearme da mesma, após a ocorrência de um curto-circuito, inserindo, sequencialmente no circuito, as demais chaves componentes da chave religadora. Porta-Fusível Parte de um dispositivo fusível destinado a receber um fusível, mas não incluindo este. Prolongador Dispositivo utilizado para aumentar o distância entre a tampa do porta-fusível e o inicio do elo fusível. Tempo de Arco Intervalo de tempo entre o instante em que se inicia o arco e o instante da extinção final do arco. Tempo de Fusão (ou Tempo de Pré-Arco) Intervalo de tempo entre o instante em que a corrente atinge valor suficiente para fundir o elemento fusível, e o instante em que se inicia o arco. Tempo de Interrupção de um Fusível Soma do tempo de fusão e do tempo de arco. Tempo de Operação Tempo total de interrupção que é a soma do tempo de fusão com o tempo de arco. Tensão de Restabelecimento Tensão que se manifesta entre os terminais de um polo de um dispositivo de proteção e/ou manobra, em seguida à interrupção da corrente, em dois intervalos de tempo sucessivos, um no qual existe uma tensão transitória, seguido de um outro em que existe somente a tensão de frequência nominal do sistema. NTC-12 / DT SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 6

11 Tensão de Restabelecimento Transitória Tensão de restabelecimento entre os terminais do primeiro polo que interrompe a corrente, no intervalo de tempo em que ela apresenta uma característica transitória significativa. Nota: A tensão transitória pode ser oscilatória ou não oscilatória ou uma combinação destas duas formas, dependendo das características do circuito ou dispositivo de proteção e/ou manobra. Ela considera a variação de tensão do neutro de um circuito polifásico. Terminal de um Dispositivo Fusível Parte condutora de um dispositivo fusível destinada a ser ligada a um condutor de um circuito externo. NTC-12 / DT SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 7

12 4. CONDIÇÕES GERAIS 4.1 Geral As chaves fusíveis devem ser fornecidas com todos os acessórios necessários ao seu perfeito funcionamento, devendo o suporte L padrão NTC-02, ser fornecido somente quando especificado pela CELG D. Juntamente com a chave fusível religadora trifásica deve ser fornecido o travessão de fixação do conjunto, conforme Desenho 4. Os porta-fusíveis devem ser intercambiáveis com as bases de mesmas características nominais de todos os fabricantes, padronizadas de acordo com o Desenho 2. As chaves fusíveis devem ser apropriadas para montagem inclinada, indicar sua operação por deslocamento do porta-fusível para posição circuito aberto e permitir instalação e remoção deste utilizando-se vara de manobra. A base da chave fusível deve ser provida de ferragem própria que permita sua instalação no suporte L da cruzeta, padronizada conforme Desenhos 1 e 4. Todas as partes metálicas das chaves fusíveis devem ter superfícies lisas, sem saliências ou irregularidades, e formato tal que elimine áreas ou pontos de alta intensidade de campo elétrico. Todos os parafusos devem ter rosca métrica conforme indicado no Desenho 1. A base da chave fusível deve ser provida de dois ganchos incorporados ao seu terminal superior, para permitir a fixação da ferramenta de abertura em carga. 4.2 Condições Normais de Serviço 4.3 Identificação Base As chaves fusíveis devem ser projetadas para serem utilizadas sob as seguintes condições: a) altitude limitada a 1000 m; b) temperatura: máxima do ar ambiente 40 C e média, em um período de 24 horas, não superior a 35 C; c) temperatura mínima do ar ambiente: -5 C; d) pressão máxima do vento: 700 Pa (70 dan/m 2 ); e) umidade relativa do ar até 100%; f) exposição direta a chuva e poeira; g) nível de radiação solar: 1,1 kw/m 2, com alta incidência de raios ultravioleta. A base deve ser identificada de forma legível e indelével, que devem ser gravadas com tipo de, no mínimo, 2 mm de altura. A identificação deve ser feita através de placa de aço inoxidável, alumínio anodizado ou latão niquelado, fixada de modo NTC-12 / DT SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 8

13 4.3.2 Porta-fusível permanente, fora do suporte L ou através de gravações no próprio corpo do isolador e conter as seguintes informações: a) nome e/ou marca comercial do fabricante; b) mês e ano de fabricação; c) tipo e ou modelo; d) tensão nominal (Un) em kv; e) corrente nominal (In) em A; f) tensão suportável nominal de impulso atmosférico fase-terra (Ui) em kv. O porta-fusível deve ser identificado de forma legível e indelével, resistente às intempéries e à operação da chave, com as informações abaixo: a) nome e/ou marca comercial do fabricante; b) tensão nominal (Un) em kv; c) tipo e ou modelo; d) corrente nominal (In) em A; e) capacidade de interrupção assimétrica em ka; f) mês e ano de fabricação. Nota: Caso seja utilizada etiqueta, esta deve ser de poliéster, com cantos arredondados e deve envolver o tubo ao longo de toda sua circunferência Lâmina Desligadora 4.4 Embalagem Cada lâmina desligadora deve ser identificada, de forma legível e indelével, no mínimo com as seguintes informações: a) nome e/ou marca do fabricante; b) tensão nominal em kv; c) corrente nominal em A; d) mês e ano de fabricação. Nota: O isolador deve ser identificado de modo legível e indelével, no mínimo com a marca do respectivo fabricante e o ano de fabricação. As chaves fusíveis devem ser acondicionadas individualmente, juntamente com suas ferragens e acessórios, em embalagem adequada que permita o seu manuseio, armazenamento e transporte, desde a fábrica até o local de montagem sem lhes causar danos. O fornecedor deve julgar a adequação dos seus métodos de embalagem para atender às condições mínimas estabelecidas acima, independentemente da aprovação dos desenhos e inspeção pela CELG D e será o único responsável pela integridade dos equipamentos e acessórios. NTC-12 / DT SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 9

14 4.5 Garantia Os métodos empregados pelo fornecedor para embalar, transportar e armazenar os equipamentos e acessórios devem ser informados na proposta. O fabricante deverá considerar ao embalar o equipamento, condições adequadas para visualização das características constantes da placa de identificação sem necessidade de danificar a embalagem. Cada embalagem deverá ser identificada, no mínimo, com os seguintes dados: - nome e/ou marca comercial do fabricante; - a sigla da CELG D; - número do CFM; - mês e ano de fabricação; - número de série; - nome do equipamento; - tipo e/ou modelo; - classe de tensão; - massa; - número da nota fiscal; - outras informações exigidas no CFM. O fabricante deve apresentar, anexo à proposta, desenho detalhado da embalagem, especificando os materiais empregados. Cada volume deve ainda trazer indelevelmente marcadas, as seguintes indicações: a) nome e/ou marca comercial do fabricante; b) chave fusível de distribuição; c) número do Contrato de Fornecimento de Material (CFM); d) massa bruta do volume, em kg; e) tipo ou modelo; f) tensão nominal; g) corrente nominal; h) outras informações que o CFM exigir. O período de garantia dos equipamentos, obedecido ainda o disposto no CFM, será de dezoito meses a partir da data de entrada em operação ou vinte e quatro, a partir da entrega, prevalecendo o prazo referente ao que ocorrer primeiro, contra qualquer defeito de fabricação, material e acondicionamento. Caso os equipamentos apresentem qualquer tipo de defeito ou deixem de atender aos requisitos exigidos pelas normas da CELG D, um novo período de garantia de doze meses de operação satisfatória, a partir da solução do defeito, deve entrar em vigor para o lote em questão. Dentro do referido período as despesas com mão de obra decorrentes da retirada e instalação de equipamentos, comprovadamente com defeito de fabricação, bem como o transporte destes entre o almoxarifado da CELG D e o fornecedor, incidirão sobre o último. NTC-12 / DT SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 10

15 O período de garantia deverá ser prorrogado por mais doze meses em quaisquer das seguintes hipóteses: - em caso de defeito em equipamento e/ou componente que comprometa o funcionamento de outras partes ou do conjunto; sendo a prorrogação válida para todo equipamento, a partir da nova data de entrada em operação; - se o defeito for restrito a algum componente ou acessório o(s) qual(is) não comprometam substancialmente o funcionamento das outras partes ou do conjunto, deverá ser estendido somente o período de garantia da(s) peça(s) afetada(s), a partir da solução do problema, prosseguindo normalmente a garantia para o restante do equipamento. 4.6 Classificação dos Dispositivos Fusíveis Para um dado conjunto de valores nominais, duas classes de dispositivos fusíveis tipo expulsão (A e B) são definidas de acordo com a habilidade do dispositivo de atender aos requisitos da tensão de restabelecimento transitória (TRT) presumida, utilizada nos ensaios de capacidade de interrupção. Estes requisitos são mostrados para Classe A na Tabela 8 e Classe B na Tabela 9 constantes da ABNT NBR 7282 devendo ainda ser observado o Anexo A daquela norma para orientação sobre a aplicação correta. Notas: 1) As classes A e B referem-se à nomenclatura utilizada na IEC e estão conforme os requisitos da TRT apresentadas nas normas IEC. 2) Os parâmetros utilizados para definir os requisitos de TRT são definidos nas Figuras 6 e 7 na ABNT NBR NTC-12 / DT SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 11

16 5. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 5.1 Características Nominais As características elétricas das chaves fusíveis constam da Tabela 1. As temperaturas máximas admissíveis das chaves fusíveis constam da Tabela Valores Nominais a) Do dispositivo fusível: - tensão nominal; - corrente nominal; - capacidade de interrupção simétrica nominal; - nível de isolamento nominal; - frequência nominal. b) Da base: - tensão nominal; - corrente nominal; - nível de isolamento nominal. c) Do porta-fusível: - tensão nominal; - corrente nominal; - frequência nominal; - capacidade de interrupção simétrica nominal Tensão Nominal Os valores padronizados das tensões nominais são 13,8 e 34,5 kv. Nota: A tensão nominal é igual à tensão máxima de uso do equipamento Corrente Nominal A corrente nominal é a corrente usada na designação do dispositivo fusível, da base, do porta-fusível ou elo fusível, a partir da qual as condições de ensaios são determinadas. A corrente atribuída à base do dispositivo fusível é igual à máxima corrente que a base pode conduzir continuamente, nas condições do ensaio de elevação de temperatura, sem exceder as temperaturas e elevações de temperatura especificadas do item 8.7, quando provida com um porta-fusível e um elo fusível de mesmas correntes nominais para uso naquela base e em temperatura ambiente não superior a 40 C. A corrente nominal atribuída ao porta-fusível, quando montado em uma base especificada pelo fabricante, é igual à máxima corrente que o porta-fusível pode NTC-12 / DT SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 12

17 conduzir continuamente, nas condições do ensaio de elevação de temperatura do item 8.7, sem exceder as temperaturas e elevações de temperatura especificadas, em uma temperatura ambiente não superior a 40 C. O valor padronizado da corrente nominal da base é de 315 A Capacidade de Interrupção Nominal A capacidade de interrupção nominal atribuída a um dispositivo fusível e um portafusível é a máxima corrente de interrupção especificada, em quiloampéres eficazes simétricos, quando ensaiados de acordo com esta norma Frequência Nominal A frequência nominal é de 60 Hz Nível de Isolamento Os valores padronizados dos níveis de isolamento são os especificados na Tabela 1 para a chave fusível e Tabela 2 para a chave fusível religadora Elevação de Temperatura Os dispositivos fusíveis devem ser capazes de conduzir continuamente a sua corrente nominal nas condições prescritas em sem que a elevação de temperatura de suas diversas partes exceda os valores da Tabela 3. Estes limites não podem ser excedidos, mesmo quando a corrente nominal do elo fusível for igual à corrente nominal do porta-fusível no qual é utilizado. 5.2 Requisitos Construtivos Isolador Quando do ensaio mecânico, o dispositivo fusível deve ser capaz de permanecer em uma condição operável. O isolador deve: a) ser de porcelana, conforme ABNT NBR 5032; com camada de esmalte liso vitrificado, impermeável, com superfície isenta de bolhas, inclusões e outras imperfeições; b) ter cor conforme indicado na Tabela 1; c) ter as extremidades vedadas, se for oco, e não ter aberturas que possibilitem a entrada e o acumulo de água em seu interior; a vedação da parte superior e inferior deve ser permanente; d) atender às exigências da ABNT NBR 5032 referente a porosidade e tensão aplicada de alta e baixa frequência; e) suportar a aplicação de uma tensão mecânica, conforme item NTC-12 / DT SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 13

18 Notas: 1) Não serão aceitos isoladores com falhas no vidrado, que tenham recebido nova demão de esmalte, submetidos a nova queima, assim como isoladores que tenham sido retocados com tinta. 2) Poderão ser aceitos isoladores confeccionados em material polimérico mediante aprovação da CELG D Terminais e Conectores As bases das chaves fusíveis devem ser providas de conectores terminais do tipo paralelo de parafuso, próprios para cabos de alumínio ou cobre, confeccionados em liga de cobre, conforme a ABNT NBR 5370, estanhado, com espessura mínima de 8 µm, individualmente e média da amostra de 12 µm, conforme detalhe do Desenho 1. Os parafusos, porcas e arruelas devem ser em aço inoxidável ou em bronze-silício e arruelas de pressão em bronze fosforoso, bitolas M10 ou M12. Quando especificado, os conectores devem ser do tipo padrão NEMA de um furo, conforme detalhe do Desenho 1, em liga de cobre, com teor de zinco não superior a 6%, estanhado, que permita a utilização de conector terminal do tipo cabo-barra. O revestimento de estanho deve ter espessura mínima conforme definido anteriormente. Os conectores das chaves fusíveis devem admitir condutores de cobre ou alumínio de seções nominais entre 10 e 120 mm² Demais Partes Condutoras da Base Ganchos Devem ser confeccionadas em liga de cobre com teor máximo de zinco de 6%. As chaves de capacidade de interrupção nominal igual ou superior a 1,4 ka simétricos devem ter os contatos da base prateados com no mínimo 8 µm de espessura. As molas que mantém a tensão mecânica entre a base e o porta-fusível devem ser de aço inoxidável admitindo-se material similar, desde que previamente acordado entre CELG D e fabricante. As partes ferrosas, com exceção daquelas de aço inoxidável, devem ser zincadas de acordo com ABNT NBR Todas as superfícies zincadas que fiquem em contato com partes metálicas condutoras não ferrosas devem ser protegidas da ação galvânica ou eletrolítica através da pintura das superfícies em contato. Os ganchos para fixação da ferramenta de abertura em carga devem ser de aço inoxidável, aço carbono zincado a quente ou material não ferroso e suportar, individualmente, um esforço de tração mecânica de, no mínimo, 200 dan, aplicados NTC-12 / DT SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 14

19 5.2.5 Porta-Fusível perpendicularmente ao eixo do isolador e no plano do gancho. Nota: A posição do gancho deve permitir que, após operação com ferramenta de abertura em carga esta seja retirada sem que ocorra descarga disruptiva. O tubo do porta-fusível deve ser de fibra de vidro, com revestimento interno em fibra vulcanizada. O tubo do porta-fusível deve ter as seguintes características: a) rigidez dielétrica transversal (60 Hz), mínima: 6 kv/mm; b) tensão suportável longitudinal (60 Hz), mínima: 1 kv/mm; c) absorção de água em 24 horas: máxima 7% em peso. Os contatos do porta-fusível com capacidade de interrupção nominal superior a 1,4 ka simétricos devem ser prateados, com no mínimo 8 µm de espessura. O olhal do porta-fusível deve suportar tração mecânica de 200 dan. As cores dos porta-fusíveis devem estar de acordo com as exigências da Tabela 1. As dimensões do tubo do porta-fusível devem permitir uma fácil instalação do elo fusível especificado na ABNT NBR O dispositivo de fixação da cordoalha dos elos fusíveis deve ter dimensões tais que permita acomodação adequada de todos os elos utilizáveis no porta-fusível, sem provocar danos tais como esgarçamento e retirada da estanhagem da cordoalha, e construído com peças imperdíveis. Prolongadores, quando necessários, devem estar de acordo com o Desenho 5. A fixação dos contatos ao tubo deve ser feita de maneira tal que impeça a sua movimentação Lâmina Desligadora Deve ser constituída de três peças, rigidamente fixadas entre si, em liga de cobre, com teor máximo de zinco de 6%. Contato superior provido de olhal para operação por vara de manobra. Contato inferior provido de dispositivo adequado que permita a remoção ou instalação por intermédio de vara de manobra. NTC-12 / DT SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 15

20 5.3 Mecanismo de Transferência de Carga (de uma Chave Fusível Religadora) Dispositivo rearmavel provido de mola e contatos, acoplado aos contatos inferiores das chaves fusíveis, que ficam normalmente abertos enquanto estiver em operação o porta-fusível destinado a operar primeiramente. Quando da ocorrência de um curto-circuito, este porta fusível desarma e nesse movimento aciona o mecanismo de transferência de carga ligado à sua respectiva base, inserindo no circuito sucessivamente os demais porta-fusíveis (e respectivas bases) que formam a chave fusível religadora. O rearme de tal dispositivo é manual, por meio de vara de manobra. Deve ser em liga de cobre com teor de zinco não superior a 6%. A transferência de carga deve ser feita por meio de contatos apropriados com as mesmas características do contato principal. Deve ser provido de olhal que permita operação por intermédio de vara de manobra. 5.4 Características Mecânicas e Elétricas Os parafusos dos conectores das bases de chave fusível religadora devem suportar o torque de ensaio de 3,6 dan.m ou 4,7 dan.m, que corresponde a 120% do torque de instalação de 3,0 dan.m ou 4,7 dan.m, respectivamente para bitola M10 ou M12. O porta-fusível e as lâminas desligadora, depois de instalados, devem permanecer firmemente fixados à base, garantindo perfeito contato elétrico e necessitando para se desprender de um esforço F aplicado ao olhal entre 8 e 17 dan. O olhal para adaptação de vara de manobra, no porta-fusível, no mecanismo de transferência de carga e na lâmina desligadora, deve suportar um esforço de tração de 200 dan aplicado perpendicularmente ao eixo longitudinal do cartucho ou da lâmina, no plano do olhal. As bases, porta-fusíveis e lâminas desligadoras devem atender aos valores especificados nas Tabelas 1 e Resistencia Ôhmica dos Contatos 5.5 Geral A medição da resistência ôhmica dos contatos è realizada quando dos ensaios, não para obtenção de resultados conclusivos e sim para servir como referência para execução dos ensaios de operação mecânica e elevação de temperatura, nesta ordem. As chaves devem ser projetadas de forma a não submeter os elos fusíveis a trações superiores a 3 dan. As partes metálicas devem ser fixadas ao isolador por intermédio de cimento apropriado, o qual não deve reagir quimicamente com as partes que por ele são presas NTC-12 / DT SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 16

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