ARCADISMO BRASILEIRO: 1768 A Profª Suelen Martins

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1 ARCADISMO BRASILEIRO: 1768 A 1836 Profª Suelen Martins

2 ARCADISMO SÉCULO XVIII ORIGEM DO NOME Arcádia = região bucólica de Peloponeso, Grécia. CONTEXTO HISTÓRICO Fortalecimento da burguesia Inconfidência mineira Iluminismo

3 ARCADISMO SÉCULO XVIII CARACTERÍSTICAS Exatidão, linearidade, equilíbrio Visão racionalista Apego aos valores campestres (fugere urbem, locus amoenus, aurea mediocritas, inutilia truncat) e exaltação da natureza Carpediem Poetas árcades usam pseudônimos pastoris (fingimento poético).

4 CLÁUDIO MANUEL DA COSTA Nasceu em Mariana, 1729 Estudou Direito em Coimbra De família abastada, voltou-se contra as políticas governamentais ao se envolver na Inconfidência Mineiras; É preso e encontrado enforcado na cadeia em 1789; 1768: publica Obras, inicia-se o Arcadismo no Brasil Pseudônimo: Glauceste Satúrnio

5 CLÁUDIO MANUEL DA COSTA Quem deixa o trato pastoril amado Pela ingrata, civil correspondência, Ou desconhece o rosto da violência, Ou do retiro a paz não tem provado. Quem bem é ver nos campos transladado No gênio do pastor, o da inocência! E que mal é no trato, e na aparência Ver sempre o cortesão dissimulado

6 CLÁUDIO MANUEL DA COSTA Ali respira amor sinceridade; Aqui sempre a traição seu rosto encobre; Um só trata a mentira, outra a verdade: Ali não há fortuna, que soçobre; Aqui quanto se observa, é variedade: Oh ventura do rico! Oh bem do pobre

7 TOMÁS ANTONIO GONZAGA Nasceu em Porto, Portugal, em 1744; Bacharel em Direito por Coimbra; Vem para o Brasil para exercer os cargos de ouvidor e juiz; Relação amorosa com Maria Doroteia de Seixas Brandão (Marília) Envolve-se na Inconfidência Mineira; é preso e condenado ao degredo em Moçambique; Falece em 1810.

8 LIRA I TOMÁS ANTONIO GONZAGA Eu Marília, não sou algum vaqueiro Que viva de guardar alheio gado; De tosco trato, de expressões grosseiro, Dos frios gelos e dos sóis queimado. Tenho próprio casal e nele assisto; Dá-me vinho, legume, fruta, azeite; Das brancas ovelhinhas tiro o leite. E as ginas lãs, de que me visto. Graças, Marília bela, Graças à minha Estrela!

9 LIRA XIV TOMÁS ANTONIO GONZAGA Ah! Enquanto os Destinos impiedosos Não voltam contra nós a face irada, Façamos, sim, façamos, doce amada, Os nossos breves dias mais ditosos. Um coração, que, frouxo A grata posse de seu bem difere A si, Marília, a si próprio rouba, E a sim próprio fere.

10 LIRA XIV TOMÁS ANTONIO GONZAGA Que havemos d esperar, Marília bela? Que vão passando os florescentes dias? As glórias que vêm tarde, já vêm frias; E pode enfim mudar-se a nossa estrela. Ah! Não, minha Marília, Aproveite-se o tempo antes que faça O estrado de roubar ao corpo as forças E ao semblante a graça.

11 TOMÁS ANTONIO GONZAGA CARTAS CHILENAS ALEGORIA Chile = Brasil Santiago = Vila Rica Remetente = Critilo = Tomás Antonio Gonzaga Destinatário = Doroteu = Cláudio Manuel da Costa Fanfarrão Minésio = Governador de Minas =

12 TOMÁS ANTONIO GONZAGA CARTAS CHILENAS Carta I Amigo Doroteu, prezado Amigo, Abre os olhos, boceja, estende os braços, E limpa as pestanas carregadas O pegajoso humor, que o sono ajunta. Critilo, o teu Critilo é quem te chama; Ergue a cabeça da engomada fronha. Acorda, se ouvir queres cousas raras.

13 TOMÁS ANTONIO GONZAGA CARTAS CHILENAS Carta II Então o grande chefe, sem demora, Decide os casos todos que lhe ocorrem, Ou sejam de moral, ou de direito. Ou pertençam, também, à medicina. Sem botar, (que ainda mais), abaixo um livro Da sua sempre virgem livraria

14 TOMÁS ANTONIO GONZAGA CARTAS CHILENAS Carta III O povo, Doroteu é como as moscas, Que correm ao lugar; aonde sentem O derramado mel; é similhante Aos corvos, e aos abutres, que se ajuntam Nos ermos, onde fede a carne podre. À vista pois dos fatos, que executa O nosso grande Chefe decisivos Da piedade, que finge, a louca gente De toda a parte corre a ver, se encontra Algum pequeno alívio à sombra dele.

15 ALVARENGA PEIXOTO Nasceu no Rio de Janeiro em 1774 Estudou Direito em Coimbra Exerceu a magistratura em Portugal De volta ao Brasil, envolveu-se com a mineração, enriqueceu, casou-se com Bárbara Heliodora Envolvido com a Inconfidência, foi exilado em Angola A esposa enlouqueceu; a filha se matou; os filhos sofreram pelas atitudes políticas do pai; Faleceu em Angola em Pseudônimo: Eureste Fenício.

16 ALVARENGA PEIXOTO Bárbara bela, Do norte estrela, Que o meu destino Sabes guiar, De ti ausente, Triste, somente As horas passo A suspirar. Mais que o desejo Sem esperança De te encontrar. Por entre as penhas De incultas brenhas, Cansa-me a vista De te buscar; Porém não vejo

17 TRADIÇÃO ÉPICA: CLÁUDIO MANUEL DA COSTA Poema-épico Vila Rica, de Cláudio Manuel da Costa Narra a fundação de Vila Rica pelos bandeirantes

18 TRADIÇÃO ÉPICA: SANTA RITA DURÃO Caramuru: poema épico de descobrimento da Bahia Herói: o português Diogo Álvares Correia (vítima de um naufrágio no litoral baiano) Argumento: façanhas do herói entre os índios e seus amores com Paraguaçu (com quem se casa) e Moema (que morre ao tentar seguir o navio em que estava) índio= selvagem: perfeitamente integrado à natureza

19 TRADIÇÃO ÉPICA: BASÍLIO DA GAMA Poema épico a respeito da disputa da disputa de Sete povos das missões no Uruguai Herói: Gomes Ferreira de Andrade, comandante das tropas portuguesas; Argumento: os padres não desejam cumprir as determinações do Tratado de Madri e permanecem na região do rio Uruguai; os índios se rebelam e a tropa portuguesa combate os padres e os índios; Exaltação da política do Marquês de Pombal

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