Fundamentos da Tecnologia Audiovisual FOTOGRAFIA

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1 Fundamentos da Tecnologia Audiovisual FOTOGRAFIA Leonardo Antonio de Andrade Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, São Paulo, Brasil 1. SURGIMENTO DA FOTOGRAFIA Quando a França ainda vivia um período de instabilidade política, em meados do século XIX, conseqüência da Revolução Francesa e do Império Napoleônico, surgiu uma nova profissão, reconhecida mais tarde, também como arte: a fotografia. Na verdade, registros revelam que na época de Aristóteles já se conhecia o fenômeno de produção de imagens pela passagem da luz através de um pequeno orifício e boa parte dos princípios básicos da ótica e da química que envolveriam mais tarde o surgimento da fotografia. No século X, o erudito árabe Alhazen mostrou como observar um eclipse solar no interior de uma câmara obscura: um quartoàs escuras, com um pequeno orifício aberto para o exterior. Durante a Renascença, uma lente foi colocada num pequeno orifício e obteu-se uma melhor qualidade da imagem. A câmara obscura começou a se tornar cada vez menor, até se transformar em um objeto que pudesse ser levado para qualquer lugar. Já com um tamanho portátil, no século XVII, a câmara obscura era utilizada por muitos pintores na execução de suas obras. Um cientista italiano, Angelo Sala, em 1604, observou o escurecimento de um certo composto de prata por exposição ao sol,mas não conseguia fixar a imagem que acabava desaparecendo. Foram muitos os estudiosos que ao passar dos anos acrescentaram novas descobertas: em 1725 com Johan Heinrich Schulze, um professor de medicina da Universidade de Aldorf, na Alemanha e no início do século XIX com Thomas Wedgwook, que, assim como Schulze obteve silhuetas fixas em negativo, mas a luz continuava a escurecer as imagens. Fotografia de fato, surgiu no verão de 1826, pelo inventor e litógrafo francês Joseph Nicéphore Niépce. Contudo, a invenção da fotografia não é obra de um só autor, mas um processo de acúmulo de avanços por parte de muitas pessoas, trabalhando juntas ou em paralelo ao longo de muitos anos. Se por um lado os princípios fundamentais da fotografia se estabeleceram há décadas e, desde a introdução do filme fotográfico colorido, quase não sofreram mudanças, por outro, os avanços tecnológicos têm sistematicamente possibilitado melhorias na qualidade das imagens produzidas, agilização das etapas do processo de produção e a redução de custos, popularizando o uso da fotografia.

2 A primeira fotografia reconhecida produzida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, foi realizada numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judeia. A imagem foi produzida com uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Nièpce chamou o processo de "heliografia", gravura com a luz do Sol. Paralelamente, outro francês, Daguerre, produzia com uma câmera escura efeitos visuais em um espetáculo denominado "Diorama". Daguerre e Niépce trocaram correspondência durante alguns anos, vindo finalmente a firmarem sociedade. Após a morte de Nièpce, Daguerre desenvolveu um processo com vapor de mercúrio que reduzia o tempo de revelação de horas para minutos. O processo foi denominado daguerreotipia. Daguerre descreveu seu processo à Academia de Ciências e Belas Artes, na França e logo depois requereu a patente do seu invento na Inglaterra. A popularização dos daguerreótipos, deu origem às especulações sobre o "fim da pintura", inspirando o Impressionismo. A fotografia atraiu a atenção de tantas pessoas que, movidos pelo entusiasmo, tornaram-se adeptos daquela técnica. Assim, tanto em Londres como em Paris, houve um boom na compra de lentes e reagentes químicos. Os fotógrafos e suas câmeras fotográficas (caixas de formas estranhas) começavam a registrar suas imagens. Fotografar tornou-se uma atividade em franca expansão. Rapidamente tomou conta do mundo. Em 1853, cerca de 10 mil americanos produziram três milhões de fotos, e três anos mais tarde a Universidade de Londres já incluía em seu currículo a fotografia. Louis Arthur Ducos du Hauron, em seu livro de 1869: As cores na fotografia, solução do problema, avançou na questão de chegar à fotografia colorida (ou heliocromia, como a chamou). Ele disse: Observar os pintores me ensinou que uma mistura em proporções corretas de vermelho, amarelo e azul produz quase todas as outras cores. Expôs três negativos revestidos com filtros verde, laranja e violeta. Os positivos foram realizados sobre folhas bicromatadas que incorporavam pigmentos de carvão de cores vermelha, azul e amarela. Depois, superpunha as três cópias transparentes sobre papel ou vidro. Em junho de 1888, com George Eastman, surge a Kodak. A fotografia tornou-se mais popular com este tipo de câmera que era bem mais leve, de baixo custo e simples de operar. A fotografia deu ao homem um visão real do mundo, tornando-se assim, um instrumento de como captar imagens dos registros da História. 2. FOTOGRAFIA NO BRASIL Um dos pioneiros da Fotografia no Brasil foi o pintor e naturalista francês radicado no Brasil, Antoine Hercules Romuald Florence. Florence, que chegou ao Brasil em 1824, estabeleceu-se em Campinas, onde realizou uma série de invenções e experimentos. No ano de 1833 Florence fotografou através da câmera escura com uma chapa de vidro e usou papel sensibilizado para a impressão por contato. Ainda que totalmente isolado e sem conhecimento do que realizavam seus contemporâneos europeus, Niépce e Daguerre, obteve o resultado fotográfico, que chamou pela primeira vez de Photografie Pela descoberta de Florence, o Brasil é considerado um dos pioneiros na Fotografia.

3 O início da fotografia no Brasil não se pode esquecer do Imperador Dom Pedro II, que foi um fotógrafo apaixonado. O abade Louis Compte em 16 de janeiro de 1840 quando aportou no Rio de Janeiro fez uma demonstração à Dom Pedro II da daguerrotipia (fonte: Jornal do Commercio, de 17 de janeiro de 1840, Rio de Janeiro). D. Pedro II, possivelmente tenha se tornado o primeiro fotógrafo com menos de 15 anos do Brasil, quando no mesmo ano de 1840 adquiriu um daguerreótipo, em Paris. Augustus Morand, fotógrafo norte-americano ( ), fez as primeiras fotos da família imperial do Brasil, isso ainda em Novas tecnologias chegam ao Brasil, trazidas por imigrantes radicados no Brasil, por exemplo o colódio úmido. Estúdios de retratistas se espalham pelas principais cidades brasileiras. O alemão Alberto Henschel abre escritórios em São Paulo, Recife, Salvador e no Rio e tornandose no primeiro grande empresário da fotografia brasileira. Neste período também se destacam Walter Hunnewell, que faz a primeira documentação fotográfica da Amazônia, Marc Ferrez, que produz imagens panorâmicas de paisagens brasileiras, e Militão Azevedo, o primeiro a retratar sistematicamente a transformação urbana da cidade de São Paulo. E ainda Victor Frond, George Lauzinger, August Stahl e Felipe Fidanza Fotografia de George Lauzinger, Porto do Rio de Janeiro, 1867 Guilherme Gaensly foi um fotógrafo suíço protestante, reconhecido internacionalmente que atuou em Salvador, Bahia, desde a década de Aos 50 anos de idade transferiu-se para São Paulo, onde retratou aspectos da capital paulista entre 1895 e 1925.

4 Cartão-postal: Largo de São Bento, São Paulo Fotografia de Guilherme Gaensly O fotógrafo Louis Niwmeyer registrou a implantação da Colônia Dona Francisca, na província de Santa Catarina (atual cidade de Joinville). Raro documento da gênese de uma cidade de porte no Brasil. Foto: Louis Niemeyer, SC, 1866/Biblioteca Nacional. O engenheiro A. Wunderwald e seus amigos paramentados para a caça, exibindo suas armas.

5 Em 1872, Revert Henrique Klumb lança o livro Doze Horas em Diligência, que era um guia do viajante de Petrópolis a Juiz de Fora. Com textos e fotografias de sua autoria, foi um dos primeiros livros integralmente impressos no Brasil. Em 1888, Luís Ferreira registra a multidão reunida de fronte do Paço Imperial, após o anúncio da assinatura da Lei Áurea, extinguindo a escravidão no Brasil, no dia 13 de maio, e a missa comemorativa realizada no dia 17 na Praça Pedro I (atual Campo de São Cristóvão). Trabalho precursor da fotografia de cunho jornalístico. Rodolfo Frederico Francisco Lindemann era natural de Paris, e nasceu por volta de 1852, de pais austríacos. Iniciou suas atividades profissionais em Salvador, no começo da década de oitenta do século XIX, como assistente do já reconhecido fotógrafo Guilherme Gaensly, no Largo do Theatro, 92, atual Praça Castro Alves. Mais tarde tornaram-se fotógrafos associados no estabelecimento Photographia Gaensly & Lindemann, talvez o estúdio mais produtivo e reconhecido da cidade até o final do século. Rodolpho Lindemann trabalhou em Salvador, Recife e Maceió, produzindo vistas urbanas, mas era responsável também pelos retratos realizados no estúdio. Com apurada direção de cena e excelente domínio técnico, ele desenvolveu uma série de retratos de tipos negros que foi intensamente veiculada através de milhares de cartões postais produzidos já no início do século XX. Parte dessa série, foi amplamente divulgada, principalmente na Europa. Em março de 1865, Walter Hunnewell, acompanhando uma expedição de um naturalista suíço Louis Agassiz, é o primeiro a documentar fotograficamente a região amazônica. Hunnewell trouxe uma câmera e trabalhou muito aprendendo a usar aquela engenhoca que chamava a atenção. Enquanto na expedição Agassiz estava especialmente interessado nos nativos, mas não seria prático levá-los, Hunnewll recomendou que os fotografasse (provavelmente, foi o primeiro antropologista). Em julho de 1866, a expedição terminou, conseguindo-se mais de 80 mil exemplares para o Museu de Zoologia Comparativa de Cambridge. Em 1867 o alemão Alberto Henschell se estabelece em Recife (PE), tornando-se o maior empresário da fotografia do século XIX.

6 Alberto Henschel - Retrato de uma Negra e de um Negro em 1870 Em 1895, a fábrica de fumos Veado (Rio de Janeiro) inicia a difusão maciça da fotografia no país, ao distribuir vistas estereoscópicas como brinde para seus clientes. Em 1888, foi lançada a primeira câmera da linha Kodak, capaz de produzir 100 fotografias com um único filme, que era revelado em seguida pelo fabricante. Mais de 20 anos depois (em 1910), as primeiras câmaeras Kodak chegam ao Brasil. Só no ano de 1925 que ocorreu o lançamento da câmera 35mm da Leica. As primeiras fotos da imprensa brasileira aparecem na Revista da Semana, em Nos anos seguintes, outros jornais e revistas intensificam o uso de fotografias, entre eles A Cigarra, O Malho, Kosmos, A Vida Moderna, Fon-Fon, Careta, Paratodos, entre outros. Em 1901, Castro Moura introduz o cartão postal no Brasil. Em 1910, as primeiras câmeras Kodak chegam ao Brasil. No ano seguinte (1911), Augusto Malta registra cenas do carnaval carioca, tornando-se o primeiro fotojornalista brasileiro. Em 1924, antes da difusão da Leica, foi uma câmera de chapas que facilitou a vida dos fotógrafos que queriam uma câmera rápida. A Ermanox, lançada pela casa Ernemann de Dresden, traziam objetivas potentes (f1.8 e f.2.0) que levavam chapas pancromáticas de 4,5x6cm e, com um pouco de luz, permitia fotografar interiores, e foi utilizada pelos primeiros repórteres fotográficos, como Erich Salomon e Felix H. Man. Outra câmera reflex muito conhecida, anterior à II Guerra, também era alemã: a Reflex Korrelle. Depois da guerra, todas

7 perderiam fama e espaço para a sueca Hasselblad, de Gotemburgo, que acomodava chapas de 6x6cm em compartimento intercambiável. Em 1929, a Frank & Heidecke, de Braunschweig, lançou a Rolleiflex, a precursora de inúmeras reflex de duas objetivas e filme de rolo, que logo sofreu uma inovação que a tornou muito popular, a possibilidade de troca das lentes para mudança de distâncias focais. É importante destacar a Revista São Paulo publicação do governo paulista dos anos 30. Fundada em 1935, com publicação de projeto gráfico arrojado, que valoriza o fotojornalismo e a fotomontagem. No final dos anos 30, sobretudo em 1939, fotógrafos de origem alemã imigram para o Brasil trazendo influências do movimento Bauhaus, como a ênfase nas formas e no grafismo e o uso de recursos como ampliação, montagem, dupla exposição e solarização, entre outros. A partir da década de 40, iniciam-se os estudos do desenvolvimento da fotografia com a publicação do primeiro e clássico texto de Gilberto Ferrez, A Fotografia no Brasil, na Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em A fotografia, desde o final do século XIX, consolidou-se como o meio tecnológico de expressão mais popular e acessível da história. Ao lado das câmeras profissionais, foram desenvolvidos modelos práticos, as chamadas câmeras automáticas, que progressivamente foram eliminando requintes como a abertura do diafragma e o tempo de exposição, permitindo que a atividade fotográfica fosse dissociada do conhecimento da luz e do processo fotográfico. No entreguerras, a mais difundida dessas câmeras foi a Optima, fabricada pela AGFA. Em 1947, surgiu a primeira Polaroid, criada por Edward H. Land, nos EUA, permitiu que um positivo fosse obtido em 60 segundos após a exposição, revelando o papel dentro da própria câmera e aproximando a fotografia de uma brincadeira de criança, lúdica e divertida. Em 1947, ocorreu o lançamento da Revista Íris, a mais antiga publicação brasileira especializada em fotografia ainda em circulação. 3. CONCEITOS BÁSICOS DE FOTOGRFIA 3.1. Abertura e Diafragma Em ótica uma abertura é algo que restringe o diâmetro da trajetória da luz que atravessa um plano num sistema ótico. Isto pode ser a borda de uma lente ou espelho, ou um anel ou outro acessório que mantém um elemento óptico no sítio, ou pode ainda ser um elemento especial colocado deliberadamente na trajectória ótica para limitar a luz admitida pelo sistema. O stop da abertura é a abertura que restringe o diâmetro do cone ou cilindro de luz que pode entrar e passar pelo sistema. O diâmetro do stop da abertura é às vezes referido apenas como a abertura do sistema, especialmente quando se fala de câmeras e telescópios. A magnificação e demagnificação através de lentes e outros elementos podem fazer com que a abertura de um sistema seja relativamente grande. O stop de abertura é um elemento extremamente importante na maior parte dos sistemas ópticos. A sua função mais óbvia é reduzir a quantidade de luz que pode chegar ao plano de

8 imagem de modo a prevenir a saturação de um detector ou causar a sobre-exposição de uma película. Contudo, a abertura tem muitas outras funções: * O tamanho da abertura determina a profundidade de campo do sistema. Aberturas menores produzem maiores profundidades de campo, permitindo que objectos separados por grandes distâncias estejam focados ao mesmo tempo. * A abertura limita o efeito de aberrações óticas. Se a abertura for muito grande a imagem ficará distorcida. Sistemas ópticos mais sofisticados conseguem mitigar o efeito das aberrações, permitindo a utilização de aberturas maiores e por conseguinte a captura de maior quantidade de luz. * A abertura determina o campo de visão (field of view) do sistema. * Aberturas maiores fazem com que a intensidade luminosa que chega à película ou detector seja menor quanto mais perto dos limites da imagem. A pupila do olho é a sua abertura. A refracção na córnea faz com que a abertura efetiva (a pupila de entrada) difira ligeiramente do diâmetro físico da pupila. A pupila de entrada tem tipicamente cerca de 4mm de diâmetro, apesar de poder ir de 2mm (f/8.3) num lugar bastante claro até 8mm (f/2.1) no escuro. A abertura de uma objectiva fotográfica pode ser ajustada para controlar a quantidade de luz que chega à película fotosensível ou ao sensor digital (CCD Dispositivo de Carregamento Duplo ou CMOS Sensor Semicondutor Complementar de Óxido Metálico). Em combinação com variações na velocidade de obturador e sensibilidade da película, o valor da abertura vai regular o nível de exposição (fotografia) à luz. Assim, quanto mais rápida for a velocidade de obturador maior será a abertura necessária para garantir luz suficiente. Inversamente, quando mais baixa for a velocidade de obturador menor terá que ser o tamanho da abertura para evitar a sobre-exposição. Um dispositivo chamado diafragma controla a abertura. Pode-se considerar o funcionamento do diafragma como semelhante ao da pupila do olho controla o diâmetro efectivo da abertura da objectiva. Ao reduzir-se o tamanho da abertura aumenta-se a profundidade de campo. Este efeito descreve até que ponto objectos que estão mais ou menos perto do plano de foco aparentam estar nítidos. Regra geral, quanto menor for a abertura (maior o valor), maior é a distância do plano de foco a que os objectos podem estar enquanto permanecem nítidos. Diafragma de aberturas decrescentes f-stop A abertura é usualmente medida em números f. Uma objetiva tem um conjunto de "f-stop" que representam o dobro na quantidade de luz que passa através da abertura. Uma "parada-f" menor representa uma abertura maior que permite que mais luz alcance o filme. Uma objetiva padrão vai ter números "f-stop" que vão de f/16 (pequena abertura) a f/2 (grande abertura). Lentes profissionais podem ter "f-stop" tão pequenas quanto f/1.0 (abertura muito grande). Estas são conhecidas como lentes rápidas porque permitem que muito mais luz atinjam o filme e consequentemente reduzem o tempo requirido para exposição. Lentes principais de grande abertura (lentes que têm uma distância focal fixa) são favoritas especialmente dos fotojornalistas que frequentemente trabalham em luz escassa, não tem como introduzir luz suplementar e captam eventos rápidos.

9 Diferentes aberturas do diafragma. Lentes zoom tipicamente vão de f/2.8 a f/6.3. Uma lente zoom muito rápida vai ser constantemente f/2.8, o que quer dizer que a abertura permanecerá a mesma dentro dos limites do zoom. Um zoom normal vai ser uma constante f/4 e um zoom comercial tipicamente vai ter um diafrágma variável, normalmente sendo algo ao longo das linhas de f/4.5 até f/5.6, ou mesmo f/4.5 à f/6.3 (raro). Há poucas exceções para esta regra, uma vez que hiperzooms de alta qualidade frequentemente têm aberturas tão lentas quanto f/5.6 em todo o limite de zoom. Este é o caso da maioria das lentes quem tem mais de 4x o limite de zoom, como a mm f/5.6. Diafragma de aberturas decrescentes f-stop A razão pela qual zooms comerciais tem uma abertura variada é que o número f é proporcional à razão do comprimento focal pelo diâmetro da abertura do diafragma. Isto quer dizer que se você tem lentes mm, um diafragma de abertura fisicamente maior será mais necessário em lentes 300 mm do que em lentes de 75 mm, para manter o mesmo número f. Quanto mais a distância focal aumenta, maior será a necessidade de luz, para compensar o fato de que a luz de um campo menor de visão está sendo espalhada pela mesma área do filme ou detector. Aberturas máximas e mínimas f/32 - Abertura pequena e velocidade baixa de fechamento f/5 - Abertura grande e alta velocidade de fechamento

10 As especificações para uma determinada lente devem incluir as aberturas máxima e mínima. Estas se referem aos números F máximos e mínimos nos quais as lentes podem ser ajustadas para que atinjam, respectivamente, a mínima e a máxima entrada de luz. Por exemplo, as lentes Canon EF mm têm uma abertura máxima de f/2.8 e mínima de f/32. Isto deve parecer contra-intuitivo uma vez que a abertura máxima tem o número menor enquanto a abertura mínima tem um número maior, mas faz sentido uma vez que o número menor corresponde à maior ebertura física. Isto pode ser memorizado se pensarmos nos números f como frações e nos lembrarmos que 1/2.8 é maior que 1/32. Deve-se notar que a abertura máxima tende a ser de maior interesse (facilita que se tire fotos sob condicões de luz escassa porque as lentes deixam entrar mais luz através do filme ou CCD) e isto usualmente mencionado na descrição da lente (por exemplo, mm f/5.6, mm f/2.8). f/32 - Abertura pequena e velocidade baixa de fechamento A abertura mínima é útil para fotos em intervalos de tempo, tiradas em filme (ela coloca um limite superior no tempo de exposição para uma determinada condição de luz) e um campo de profundidade máxima. f/5 - Abertura grande e alta velocidade de fechamento

11 3.2. Profundidade de Campo Em ótica, profundidade de campo é um efeito que descreve até que ponto objetos que estão mais ou menos perto do plano de foco aparentam estar nítidos. Regra geral, quanto menor for a abertura do diafragma/íris (maior o valor), para uma mesma distância do objecto fotografado, maior será a distância do plano de foco a que os objetos podem estar enquanto permanecem nítidos. De salientar que só pode existir um ponto focalizado, e a profundidade de campo gera uma impressão de focalização nos elementos contidos em diversos planos. A profundidade de Campo depende da abertura do diafragma (ou íris, para as câmeras de vídeo) e da proximidade que se está do objeto a ser fotografado ou filmado. O diafragma é um mecanismo da objetiva, composto por várias láminas justapostas, e que regula a intensidade de luz que entra na câmera. Conforme é feita esta regulagem na intensidade de luz, ela afeta a nitidez entre os planos, ou seja, a profundidade de campo. A abertura do diafragma pode variar entre fechado e aberto, dependendo somente da objetiva utilizada para determinar os valores. O valor do diafragma se dá através de números, conhecidos como números f ou "f-stop", e seguem um padrão numérico universal, iniciando se em 1, 1.4, 2, 2.8, 4, 5.6, 8, 11, 16, 22, 32, 45 etc. Cada numeração é 1,4x mais elevada que sua antecessora, sendo que os valores menores são os que representam maiores aberturas, que permitem maior incidencia de luz. Entretanto, são os que darão uma menor profundidade de campo. O inverso é verdadeiro, portanto, os valores maiores representam os que permitem menor incidencia de luz, e darão maior profundidade de campo. Nas objetivas intercambiáveis de câmeras SLR, ou simplesmente reflex, há um anel regulável onde girando-o à esquerda ou à direita, seleciona se o número f (ou abertura) que lhe proporcionará a profundidade de campo desejada. Os números f são sempre apresentados em uma escala padrão. Quanto maior esse número, maior a profundidade de campo e por conseqüência, os elementos em diferentes planos ficarão nítidos. Porém, independentemente da abertura escolhida, a proximidade que se está do objeto a ser fotografado é determinante para se ter uma grande ou baixa profundidade de campo na fotografia. Quanto mais próximo se está do assunto a se fotografar, menor será a profundidade de campo que se obterá. endo conhecimento deste recurso, o fotógrafo poderá trabalhar com diversos planos, em diversas situações de luz. A consequência da escolha do número f é o tempo em que a câmera necessitará para registrar a fotografia, dentro dos parâmetros que se deseja. Numa situação de muita luz, seja no ambiente externo ou num estúdio bem iluminado, ao utilizar, por exemplo, um número f maior (ex: f/22), será necessário utilizar um tempo de exposição mais longo (controlado pelo obturador), o que pode propiciar que a fotografia saia tremida (se não for utilizado um tripé) ou com registro de movimento do assunto. Porém esta é a melhor situação de luz para se fazer estes ajustes da melhor maneira possível, tendo ainda por cima uma alta gama de tempos do obturador.

12 Efeito da abertura no foco e profundidade de campo. Os pontos em foco (2) projetam pontos no plano da imagem (5), mas pontos a diferentes distancias (1 e 3) projetam imagens desfocadas. Diminuindo a abertura (4) a intensidade do desfoque é reduzida em planos fora do ponto de focagem, tornando tal desfoque imperceptível. Com a abertura menor todos os pontos estarão dentro da profundidade de campo. Já numa situação de pouca luz, como a noite ao ar livre, torna-se mais difícil realizar estas mudanças no diafragma, pois conforme o número f é diminuído, menor o tempo de exposição, porém há um limite sutil onde o registro pode ocorrer de maneira errônea, devido a falha na Lei de Reciprocidade Fotográfica, onde, numa situação de pouca luz, conforme há alteração no diafragma, a alteração correspondente necessária que seria feita no obturador pode não ser suficiente, devendo ser corrigida para mais ou para menos, dependendo do suporte utilizado (sensores digitais CCD ou CMOS, ou ainda os filmes fotográficos e sua incrível gama de opções). A escolha da profundidade é uma das opções mais importantes quando se define a abertura e o tempo durante o qual que se expõe uma fotografia. Por exemplo, para fotografar uma pessoa e isolá-la do fundo, usa-se a menor profundidade de campo possível através de um número f menor. Pelo contrário, ao fotografar uma paisagem

13 grandiosa e querer que tudo o que se ve fique nítido, desde os objetos mais próximos até o infinito, deve se usar a maior profundidade de campo possível através do número f maior. Para que se possa fotografar sem preocupar se com fotografias tremidas, recomenda se o uso de um tripé ou suporte, como uma mesa Distância Focal A distância focal é, junto com a abertura do diafragma, uma das mais importantes características de uma objetiva. É a partir dela que o usuário (como fotógrafo ou profissionais que utilizem um microscópio óptico) define, por exemplo, a maior ou menor aproximação de uma imagem, ou ainda escolhe o campo de visão que deseja trabalhar. A distância focal de uma objetiva é determinada a partir dos pontos nodais até dos focais, ou seja, é a distância, em milímetros, entre o ponto de convergência da luz até o ponto onde a imagem focalizada será projetada. Todas as objetivas recebem classificações como grande angular, normal e tele objetiva, e quase todas elas podem ser do tipo macro (que permite uma focalização de objetos mais próximos) ou não Objetiva Normal Projeto da construção de uma objetiva de 50 mm. De maneira geral, considera-se assim uma objetiva que possua uma distância focal praticamente igual a diagonal de um quadrado cujo lado tem tamanho semelhante ao lado maior do sensor full frame. Estas objetivas são formadas em sua grande maioria, por cinco ou seis elementos, e a abertura máxima do diafragma, em geral, são as maiores, variando entre 1,0 e 2,0. Na fotografia, uma objetiva normal para o formato 35mm é a 50mm. O campo de visão desta objetiva é da ordem de 50. São chamadas assim também porque a imagem projetada tem distorção perspectiva muito próxima da distorção perspectiva do olho humano.

14 Objetiva Grande-Angular Projeto da construção de uma objetiva grande angular São objetivas que apresentam distâncias focais menores que a diagonal da imagem projetada, tendo, portanto, um grande campo de visão. Este campo pode ser desde a ordem de 180, como em objetivas "olho de peixe", como 60. Seu uso, em geral, fica limitado a fotografia e vídeo. Projeto da construção de uma objetiva de 10 mm com retrofoco.

15 Há casos, como na objetiva "olho de peixe", em que a construção da objetiva é diferenciada. É aplicado um conceito de retrofoco, pois a distância da última lente até a superfície do filme ou suporte fotográfico (CCD ou CMOS) é menor que a distância focal. Com este projeto de retrofoco, uma lente divergente é colocada antes do conjunto principal, e após a primeira lente (que é convergente). Assim, o ponto nodal é "alterado" de posição, e assim permite se que câmeras fotográficas do tipo reflex funcionem sem que o espelho tenha que ser removido. Uma característica marcante é a tendência de causar distorções dos planos, sensação de prolongamento, onde objetos ou pessoas que estejam mais próximos a elas apareçam maiores do que aquilo que estiver mais distante. E outra característica é que a focalização é muito mais fácil, pois possui um grande ângulo de visão. Também possui naturalmente uma profundidade de campo muito maior, comparado com a mesma abertura do diafragma utilizado em outros tipos de objetivas Objetiva Teleobjetiva, ou de foco longo Projeto da construção de uma objetiva de 135 mm. Estas objetivas são sistemas ópticos cujas distâncias focais são maiores que as das objetivas normais. O número de lentes é menor e a distância entre os primeiros elementos e o plano do filme é praticamente igual a distância focal da lente.

16 Área de visualização de diferentes objetivas, em comparação a normal 50 mm. A característica mais marcante no uso destas objetivas é a produção de imagens ampliadas e um aparente "achatamento" nos planos da imagem. Isto porque elas são produzidas para observar ou fotografar objetos numa distância mais elevada, e assim as distâncias relativas entre os objetos se tornam menores. Justamente por buscar imagens de objetos mais distantes, a focalização é mais crítica e difícil de ser feita, exigindo muita atenção de quem a utiliza. E também tem menor profundidade de campo se comparado com a mesma abertura do diafragma de outros tipos de objetivas. Com estas objetivas, é mais adequado a utilização do recurso de macro fotografia, pois assim pode se manter uma distância um pouco mais elevada do objeto e ainda sim conseguir focalizar algo que tenham um tamanho reduzido. Uma utilização muito comum é feita por cirurgiões dentistas, assim como por biólogos que pretendem catalogar amostras recolhidas, pois estas lentes também permitem fotografar numa proporção de 1: Objetivas Zoom ou de foco variável Projeto da construção de uma objetiva zoom mm.

17 Em razão da praticidade, estas objetivas possuem características de variadas distâncias focais, porém não necessariamente de diferentes tipos, como grande-angular, normal e tele objetiva. As objetivas zoom também são divididas em famílias, em função das distâncias focais, que podem abranger de 28 a 50mm, de 35 a 70 mm, de 50 a 135 mm, de 80 a 200 mm, sendo que algumas destas objetivas apresentam o recurso de macro. O início de sua produção se deu no ano de 1959, e no início os resultados obtidos eram muito pouco satisfatórios, o que lhe rendeu impopularidade por parte dos fotógrafos. Hoje são muito populares e com a reputação de oferecer boas imagens, sendo utilizadas em larga escala por câmeras de pequeno formato. Representam uma opção de ótima qualidade ótica e de custo financeiro ao fotógrafo, além da praticidade que oferecem Obturador O obturador é um dispositivo mecânico que abre e fecha, controlando o tempo de exposição do filme (ou do sensor das câmeras digitais) à luz em uma câmera fotográfica. É uma espécie de cortina que protege a câmera da luz, e quando acionado o disparador, ele se abre. Quanto mais tempo aberto, mais luz entra. Ele fica embutido no interior do corpo da câmera após o diafragma. A velocidade do obturador, é um dos fatores utilizados para alterar o resultado final de uma fotografia pelo fotógrafo. Quanto menor o tempo de exposição, menos luz é absorvida no interior da máquina, maior a abertura do diafragma necessária para se obter uma exposição correta. O tempo de exposição é normalmente dado no formato 1 / x, em que X representa uma fracção de tempo em segundos. Os valores comuns são: * 1/8000 s * 1/4000 s * 1/2000 s * 1/1000 s * 1/500 s * 1/250 s * 1/125 s * 1/60 s * 1/30 s * 1/15 s * 1/8 s * 1/4 s * 1/2 s * 1 s * B (de bulb) Que mantém o obturador aberto enquanto o botão disparador estiver pressionado. Demonstração em foto noturna de como maiores tempos de exposição influenciam a formação da imagem. Fotografias obtidas com a mesma abertura do diafragma

18 Velocidade alta do obturador (exposição curta) Velocidade baixa do obturador (exposição longa)

19 Velocidade baixa do obturador, foto com longa exposição 4. CRONOLOGIA DA TECNOLOGIA FOTOGRÁFICA * Nicéphore Niépce tira a primeira fotografia permanente, uma iagem de um menino guiando um cavalo. * William Fox Talbot inventa o processo Calótipo e produz fotografias permanentes. * Louis Daguerre patenteia o Daguerreótipo. * William Fox Talbot inventa o processo positivo / negativo usado na fotografia moderna. * Frederick Scott Archer. inventa o processo de colódio úmido. * Richard Maddox inventa a placa seca usando emulsão de gelatina e brometo de prata. * Louis Ducos du Hauron tira a primeira foto colorida. * F. Hurter e V. C. Driffield começam a estudar a sensitividade de filmes(sensitometria). * Eadweard Muybridge captura o movimento de um cavalo com o uso de várias câmeras. * Filme de celulóide * A Kodak lança uma câmera para consumidores comuns. * Thomas Edison patenteia o Cinetoscópio * Auguste e Louis Lumière - inventam o Cinematógrafo * A Kodak lança as câmeras dobraveis. * Arthur Korn cria um processo prático de fototelegrafia. * As fotografias coloridas chegam ao mercado com o Autochrome Lumière. * Harold Edgerton inventa o flash fotográfico. * A Leica lança o formato 35mm para fotografia. * Lançada a camera Hasselblad. * Edwin H. Land inventa a primeira camera instantânea.

20 * Primeira camera reflex lançada pela Asahi Pentax. * Lançada a Nikon F. * A Agfa produz a primeira câmera totalmente automática. * A Fairchild Semiconductor lança o primeiro chip CCD. 5. BIBLIOGRAFIA * BERNIER, Jules. 200 assuntos fotograficos. 1. ed. São Paulo: Iris, p. * BUSSELLE, Michael. Tudo sobre fotografia. São Paulo: Círculo do Livro, p. * GURAN, Milton. Linguagem fotográfica e informação. 3. ed. Rio de Janeiro: Gama Filho, p. * HEDGECOE, John. Guia completo de fotografia. São Paulo: Martins Fontes, p. * HUMBERTO, Luis. Fotografia, a poética do banal. Brasília: Universidade de Brasília, p. * LIMA, Ivan. Fotojornalismo brasileiro: Realidade e linguagem. 1. ed. Rio de Janeiro: Fotografia Brasileira, p. * MOURA, Edgar. 50 anos luz, câmera e ação. 2. ed. São Paulo: SENAC, p. * SOUSA, Jorge Pedro. Uma história crítica do fotojornalismo ocidental. Chapecó: Argos, p. * KOSSOY, Boris. Fotografia e História, São Paulo: Ateliê Editorial, ISBN * KUBRUSLY, Cláudio A., O que é Fotografia, Coleção Primeiros Passos, São Paulo: Brasiliense, 1982

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