GOVERNO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DO ESPORTE PROJETO INTEGRADO DE GESTÃO PARA RESULTADOS

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1 GOVERNO DE ALAGOAS PROJETO INTEGRADO DE GESTÃO PARA RESULTADOS SUBPROJETO VIDEO MONITORAMENTO NAS ESCOLAS TERMO DE REFERÊNCIA 1. FINALIDADE Fornecimento de sistema de monitoramento CFTV-IP e energização, para todas as escolas estaduais e construção de rede em fibra óptica para a interligação das escolas estaduais situadas em Maceió. 2. DA JUSTIFICATIVA Em um mundo em transformação onde a tecnologia é, cada vez mais, um instrumento essencial de trabalho, a interação/ interligação digital é o portal que marca o passado e o futuro da informação. Essa interligação traz um potencial inovador ímpar, pois a Secretaria de Educação irá ampliar seus canais de comunicação ao interligar os prédios da sede da SEE, das Coordenadorias de Ensino e das Escolas Estaduais situados no município de Maceió. A Secretaria de Estado da Educação vem empenhando esforços neste projeto de interligação através de rede de dados, que visa propiciar às unidades componentes do sistema estadual de ensino, oportunidades e condições de atuação de forma mais articulada e cooperativa por meio da cultura do trabalho em rede e da incorporação de novas tecnologias da informação às suas atividades educativas e administrativas. O Projeto tem como objetivo efetivar mudanças na forma de gestão da educação no Estado, pois com a interligação as Tecnologias da Informação e Comunicação - TIC serão incorporadas aos trabalhos funcionais e educativos, de modo a facilitar a comunicação, o acesso, bem como troca e publicação de informações entre os diversos setores e órgãos componentes da SEE. O que se pretende é estabelecer um processo de melhoria da comunicação de dados das escolas na capital, rompendo assim o paradigma que muitas escolas têm vivido devido às curtas velocidades instaladas atualmente, prejudicando o compartilhamento de informações e serviços de rede entre as unidades. 1

2 Na elaboração do projeto e serviços de construção da rede, deverão ser observadas e seguidas as informações, normas, orientações e procedimentos estabelecidos neste Termo de Referência. Outro ponto fundamental a ser abordado neste projeto é a questão da segurança nas Unidades Escolares componentes do sistema estadual de ensino, uma vez que a segurança dos seus profissionais e alunos é um dos maiores desafios do gestor educacional e, para viabilização da implantação de um sistema de segurança adequado, faz-se necessária a contratação de equipamentos para a instalação de CFTV-IP nas dependências das Escolas Estaduais. O intuito da SEE é o de fornecer maior nível de segurança aos funcionários, alunos, comunidade bem como garantir segurança nos ambientes que necessitem de sigilo e acesso restrito, através do controle do espaço físico e de uma cobertura mais eficaz na vigilância do prédio, visto que os sistemas de vigilância eletrônica serão dotados de câmeras que cobrirão toda a extensão das dependências da Unidade de Ensino. A implantação do sistema de videomonitoramento nas Escolas ajudará a assegurar a necessária segurança patrimonial das Instituições de Ensino Estaduais (ao buscar coibir possíveis ações de vandalismo e sabotagens), bem como aos profissionais que exercem seu ofício nas escolas e aos alunos que usufruem da rede estadual de ensino e aos seus familiares. O que se pretende do serviço de vídeo monitoramento é que o mesmo atue de forma sistemática e eficaz. Além disso, o mesmo aperfeiçoará/otimizará as funções de segurança desempenhadas pelos vigilantes integrantes da rede estadual de ensino, que passarão por treinamento específico para o conhecimento e a utilização adequada do sistema de vídeo, o que favorecerá a realização de suas funções, com atendimento eficaz das necessidades de segurança da comunidade escolar, e dos bens móveis e imóveis de modo ininterrupto. Para que tudo isso seja possível, e para que os novos sistemas funcionem de forma adequada, sem sobrecarga ou possibilidade de perda das máquinas a serem utilizadas, será implantando também neste projeto uma solução de energização que irá assegurar a operação do sistema contra oscilações ou interrupção no fornecimento de energia VANTAGENS Vantagens do Sistema de Vídeo monitoramento das Escolas: a) Grande eficácia contra assaltos: rapidez no tempo de resposta. b) Caráter preventivo: possível detecção antes de invasões, atos de vandalismo ou roubos. 2

3 c) Visualização remota do local: através da internet, é possível visualizar o patrimônio monitorado de qualquer lugar do mundo. d) Registro de ocorrências para futura verificação: todas as imagens ficam registradas no servidor do sistema. e) Inibição de furtos, roubos, vandalismos, depredadores, pichadores e pessoas mal intencionadas. f) Tranquilidade às pessoas presentes no local. g) Reduz os riscos dos envolvidos em caso de coação h) Permite que cada ocorrência seja tratada da maneira mais adequada: por estar vendo a ocorrência em tempo real, a central pode tomar a atitude mais correta para cada tipo de emergência. i) Possibilidade de acompanhamento, em tempo real, dos acontecimentos de áreas da escola. j) Visualiza monitora e grava imagens de diversos ambientes ao mesmo tempo. k) Facilita o trabalho de pronta resposta (polícia) fornecendo pormenores de situações e crimes que poderão acontecer no âmbito da escola. l) Auxilia sobremaneira no controle de acesso de pessoas, mercadorias, drogas e veículos Vantagens da Implantação da Rede de Dados Interligando a Sede da SEE e suas Unidades: a) Interligação da Sede da Secretaria com seus órgãos e unidades de ensinos componentes através de estações que se podem ligar à mesma rede local. b) Comunicação mais rápida e eficiente entre as unidades interligadas; c) Maior agilidade para efetuar manutenção remota; d) Redução de custo em relação ao contrato de comunicação existente atualmente; e e) Eficiências na transmissão e troca de dados e informações Vantagens da Energização: a) Sistema de energia capaz de suportar todos os equipamentos implantados; b) Segurança no funcionamento do sistema mesmo diante de quedas de energia; c) Evitar danos ou perda de equipamentos devido a oscilações ou quedas de energia; d) Economia na manutenção dos equipamentos; 3. DA SOLUÇÃO A SER CONTRATADA 3

4 3.1. DIVISÃO POR GRUPOS Devido às diversas soluções que envolvem o sistema a ser implantado e a necessidade de obter maior competitividade, traduzida em um menor custo de aquisição para o Estado, a contratação será dividida conforme Grupos abaixo: Grupo I Solução em Fibra Óptica a) Requisitos para construção e lançamento da rede óptica aérea; b) Requisitos para fornecimento e instalação dos switches, conversores, com reforma da sala de gerenciamento Grupo II Solução de Energização AL. a) Requisitos para o fornecimento e instalação dos nobreaks nas unidades de SEE Grupo III Solução de Vídeo Monitoramento a) Requisitos para fornecimento e instalação das câmeras, equipamentos para a sala de monitoramento e demais equipamentos; b) Requisitos do fornecimento e instalação do software A divisão por grupo visa trazer uma melhor adequação e enquadramento dos perfis de proponentes, porém poderia ser insuficiente para uma participação ainda mais ampla, de forma que será previsto na contratação a participação de empresas em consórcio, observando-se as regras contidas no art. 33 da Lei 8.666/ PARTICIPAÇÃO EM CONSÓRCIO 4.1. Para participação em consórcio as proponentes deverão apresentar comprovação do compromisso público ou particular de constituição de consórcio, subscrito por todas as empresas consorciadas, contendo a indicação da empresa líder, a qual será a responsável pelo consórcio e as seguintes disposições: a) Compromissos e obrigações das consorciadas, dentre os quais o de que cada consorciada responderá solidariamente, por todos os atos praticados em Consórcio, tanto na fase de licitação quanto na de execução do Contrato; b) Compromisso de que o consórcio não terá a sua composição ou constituição alterada ou, sob qualquer forma, modificada, sem prévia e expressa anuência da Comissão 4

5 de Acompanhamento e Fiscalização do Contrato, a ser constituída pela CONTRATANTE, até a conclusão dos trabalhos ou serviços que vierem a ser contratados; c) Indicação das responsabilidades de cada uma das consorciadas na execução do objeto do contrato, bem como, o percentual de participação de cada uma nos serviços objeto da licitação; d) Indicação da empresa líder do Consórcio, que deverá atender às condições de liderança abaixo descritas No consórcio de empresa brasileira e estrangeira, a liderança caberá obrigatoriamente à empresa brasileira, a qual será responsável: a) Por todas as providências que forem necessárias para atender à legislação nacional nos aspectos legais e de comércio exterior; b) Por todas as comunicações e informações do consórcio; c) Administrar o contrato O consórcio fica obrigado a promover, antes da celebração da contratação, a constituição e o registro do consórcio nos termos do compromisso referido. 5. OBRIGAÇÕES DA EMPRESA OU CONSÓRCIO CONTRATADO 5.1. Para atingir o objetivo geral deste documento, as empresas, dentro das suas competências, deverão estar capacitadas a executar as seguintes atividades: Elaborar projeto executivo das soluções de Rede Óptica, Vídeo e Energização, considerando a elaboração de estudo site survey ; Fornecer e instalar a infraestrutura de transmissão de dados, em cabos de fibras ópticas; Fornecer e instalar solução de fixação das câmeras, incluindo o painel outdoor definido neste termo de referência; Fornecer, implantar e configurar solução de equipamentos ativos de rede (Switches Concentradores Centrais e interfaces); Fornecer, implantar e configurar solução de infraestrutura de TI servidores para o processamento das imagens; Fornecer, instalar e configurar a solução de captura de imagens contemplando o fornecimento, implantação e configuração do software de gerência e gravação de imagens; Efetuar treinamento do software, para público de até 205 (duzentos e cinco) profissionais, sendo 200 vigilantes e 5 Analistas da TI; 5

6 Fornecer serviço de garantia, com substituição de partes e peças para as soluções de Rede Óptica e Vídeo Monitoramento, pelo prazo de 36 meses (03 anos); Fornecer serviço de garantia, com substituição de partes e peças para a solução de Energização, pelo prazo de 12 meses (01 ano); Fornecer serviço de manutenção preventiva e corretiva para as soluções de Rede Óptica e Vídeo Monitoramento, pelo prazo de 36 meses (03 anos); Fornecer serviço de manutenção preventiva e corretiva para a solução de Energização, pelo prazo de 12 meses (01 ano); Fornecer os Acordos de Níveis de Serviços de todas as soluções fornecidas, pelos prazos estipulados neste Termo de Referência - TR; 6. COMPOSIÇÃO DOS ITENS Item Descrição Unidade Qtde 1 Câmera fixa Day Night Interna Und Câmera móvel Day Night Externa Und Rack 16 U Und Rack 36 U Und 5 5 Terminal de Gravação das unidades (off-line) Und Poste metálico 6 m úteis/galvanizado/engastado Und Quadro de Proteção Und Instalação de quadros de proteções Und Nobreak 600VA Und Switch de Core Und 4 11 Switch Ethernet PoE 24 Portas 10/100mbps + 2 Portas Gigabit / SFP Und Conversor de mídia 10/100/1000 com fonte de alimentação Und Conversor de mídia 10/100 com fonte de alimentação Und Serviço de Instalação de Câmeras fixas (até 150 Km) Und Serviço de Instalação de Câmeras fixas (após 150 Km) Und Cabo de Fibra Óptica Autossustentada 24 fibras Metro Lançamento dos Cabos Ópticos de 24 fibras incluindo materiais de ancoragem, caixas de emenda, sinalização, metro entrada nas edificações e serviços correlatos 18 Distribuidor Interno Óptico (DIO) Und SFP+10 GBASE-LR ( 10Km) Und 8 20 Manutenção Preventiva e Corretiva da solução de Câmeras Mês Manutenção Preventiva e Corretiva da solução em Fibra óptica Mês Manutenção Preventiva e Corretiva da solução de Mês 12 6

7 energização 23 Cabo UTP Indoor/Outdoor, 4 Pares Metro Licença de Utilização do Software de Gerenciamento e Gravação, com o fornecimento do software. Licença Treinamento do Software Pessoa Nobreak para a Solução de Energização Und Reforma e adequação da Sala de Monitoramento, com instalação de equipamentos e mobiliário Und 1 28 Terminais de Gravação da Sala de Monitoramento Und Unidade Geradora de Energia 25KVA Und 1 30 Nobreak On Line Dupla Conversão 10kVA Und 1 31 Ar condicionado BTUs Und ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MÍNIMAS DOS EQUIPAMENTOS / SERVIÇOS Os equipamentos e softwares de todos os itens devem ser totalmente integráveis e interoperáveis entre si, garantindo o sucesso da implantação desde o início ao término do contrato, devendo possuir as seguintes características: Câmera fixa Day Night Interna - Quantidade: 2500 (duas mil e quinhentas) unidades Câmera fixa interna de alta definição com lente fixa a) Especificação do hardware da câmera: Deve possuir sensor de imagem em estado sólido do tipo CMOS ou CCD com 1/3 2 mega-pixel e varredura progressiva; Deve possuir lente fixa com 4,3 mm, F1,8; Deve possuir ângulo de visão de no mínimo 56 graus horizontal e 43 graus vertical Deve possuir resolução de 1600 X 1200(UXGA); Deve possuir sensibilidade mínima igual ou inferior 0,5 lux em modo F1,2; Deve possuir no mínimo 11 leds de luz branca para iluminação noturna. b) Especificação das funções de vídeo: Deve implementar formato de compressão H.264, M-JPEG e MPEG-4; Deve permitir no mínimo 20 visualizações simultâneas de usuários Deve permitir a transmissão de pelo menos 15fps em modo Mega-pixel e para resolução de modo VGA 30fps para VGA / QVGA / QQVGA; c) Especificação das funções de áudio: 7

8 A câmera deve suportar áudio bidirecional, com suporte a compressão G.711 e G.726; Deve possuir microfone e alto falante internos para comunicação bidirecional; d) Especificação das funções de rede Deve permitir configuração através de browser Deve possuir saída UTP para conexão em rede TCP/IP RJ BASE-TX conector RJ-45, com auto negociação 10/100; Deve possuir conformidade com os padrões IEEE e IEEE 802.3u; Deve possuir protocolos de rede: RTP, RTSP, FTP, NTP, 3GPP, PPoE, ICMP,, UDP, TCP, IP, HTTP, IGMP, SNMP, SMTP e DNS; e) Especificação da integração com outros sistemas: Deve ser fornecida com capacidade instalada para detectar movimentos; Deve possuir arquitetura aberta para integração com outros sistemas, ONVIF; Deve possuir sensor infravermelho (PIR) passivo com sensibilidade configurável e capacidade mínima de detectar uma pessoa até uma distância mínima de 5,5 mts; f) Especificação geral da câmera: Deve possuir consumo máximo de energia de 6 Watts; Deve permitir alimentação de energia através do padrão IEEE 802.3af, com fator de energia de 12V DC, 1A; Deve possibilitar operação a temperatura entre -10ºC ~ +40º C Deve possuir certificação: FCC e CE; Obs.: Não será aceito conversor IP externo Câmera móvel Day Night Externa - Quantidade: 620 (seiscentos e vinte) unidades a) Especificação do hardware da câmera Deve possuir sensor de imagem em estado sólido do tipo CCD (Charged Coupe Device) ou CMOS; Deve possuir lente com zoom ótico de pelo menos 12x com distâncias focais mínimas de 3,8mm a 46mm e com Zoom digital mínimo de 4X. Poderá ser outra relação de sensor e lente zoom, desde que comprove equivalência funcional igual ou superior com aquela estabelecida; Deve possuir resolução mínima de 704x480 pixels; Sensibilidade mínima deverá ser igual ou inferior 1 lux em modo colorido e 0,3 lux em modo preto e branco, ambos à, no mínimo, 30 IRE; Deve possuir lente auto-íris; Deve possuir recurso de foco automático; 8

9 Deve possuir sensibilidade compatível com a operação 24 (vinte quatro) horas por dia, apresentando imagens com qualidade e resolução adequadas ao perfeito funcionamento do sistema; Deve conter plataforma móvel na câmera com as seguintes características: 1. Deve apresentar, no mínimo, movimento de rotação horizontal ( pan ) de 360 (trezentos e sessenta) graus com Autoflip e movimento de rotação vertical ( tilt ) de ± 90 (noventa) graus com E-flip. 2. Velocidade de varredura variável de 0.5º ate 90º por segundos, com velocidade em presets de 100º/seg em pan e 100º/seg em Tilt; b) Especificação das funções de vídeo Deve implementar formato de compressão H.264 e M-JPEG Deve possuir imagem digital com até 704x480 pixels de tamanho a 30 fps; Deve permitir a transmissão de múltiplos streamings independentes de vídeo H.264 e Motion Jpeg em máxima resolução 704x480; Deve possibilitar compensação automática para tomada de imagem contra luz de fundo, ajustes de taxa de compressão, brilho, nitidez, contraste, balanço de branco, controle de exposição, sintonia fina do comportamento em baixa luminosidade, rotação, correção da taxa de proporção, sobreposição de texto e imagem e congelamento de imagem PTZ Deve dispor de, no mínimo, 99 (noventa e nove) posições programáveis (Presets), rotinas e varreduras múltiplas; c) Especificação das funções de rede Deve possuir largura de banda configurável - CBR e VBR; Deve possuir saída UTP para conexão em rede TCP/IP RJ BASE-TX conector RJ-45 Deve possuir protocolos Internet: RTP, UDP, TCP, IPv4, IPv6, HTTP, IGMP, SNMP, SMTP e DNS; Deve possuir os protocolos de segurança HTTPS e IEEE802.1x; A câmera deve permitir alimentação PoE conforme padrão IEEE 802.3af; Deve possuir a possibilidade de atualização de software e firmware através de software do fabricante da câmera, com disponibilização das versões de firmware no web site do mesmo; Deve possuir suporte total ao PTZ da câmera via protocolo IP. Deve permitir o acesso simultâneo de no mínimo 20 usuários em unicast, e acesso ilimitado em multicast; d) Especificação da integração com outros sistemas Deve ser fornecida com capacidade instalada para detectar movimentos; Deve ser fornecida com capacidade instalada para alarmar em caso temperatura extrema e em caso de cartão de memória cheio; Deve possuir arquitetura aberta para integração com outros sistemas; Deve possuir capacidade de armazenamento local através de SD card, compact Flash ou USB memory card; e) Especificação geral da câmera Deve conter caixa de proteção pendente em alumínio que deve proteger totalmente a câmera das vibrações causadas pelo tráfego, chuva, poeira, umidade e altas temperaturas (com grau 9

10 de proteção IP66). A caixa de proteção, bem como seus acessórios, deverá ser do mesmo fabricante da câmera garantindo a qualidade da solução; Deve possuir caixa de proteção com aquecedor e ventilação interna para controle de condensação; Deve possuir braço de fixação em postes do mesmo fabricante com entradas pré-perfuradas para os cabos de comunicação; Deve possibilitar operação a temperatura entre -20º C e +50º C Deve possuir certificação: FCC, CE; Obs.: Não será aceito conversor IP externo. O mesmo deve ser parte integrante da câmera Rack 16 U - Quantidade: 360 (trezentos e sessenta) unidades Deve atender aos seguintes requisitos mínimos: Rack, padrão 19 polegadas, com, no mínimo, 16U de altura, para acomodar todos os equipamentos das escolas. Deve possuir profundidade de 970mm; Deve dispor de unidades de distribuição de energia, compatível e em quantidade suficiente para suprir as necessidades de todos os equipamentos especificados nos itens deste edital, deverão ser fornecidos todos os cabos e conectores necessários à interligação de toda solução ofertada. Deve possuir porta frontal inteira perfurada e porta traseira perfurada, ambas com maçanetas escamoteáveis com fechadura, com tampa perfurada para proteção lateral do rack. Deve possuir circulação de ar adequada para que os equipamentos trabalhem em perfeito funcionamento. O equipamento e seus componentes devem ser novos para o primeiro uso e devem está em linha de produção. Deve possuir organizadores verticais e horizontais conforme necessidade Rack 36 U - Quantidade: 05 (cinco) unidades Deve atender aos seguintes requisitos mínimos: Rack, padrão 19 polegadas, com, no mínimo, 36 U de altura, para acomodar os terminais de gravação propostos. Deve possuir profundidade de 970 mm; Deve dispor de unidades de distribuição de energia, compatível e em quantidade suficiente para suprir as necessidades de todos os equipamentos especificados nos itens deste edital, deverão ser fornecidos todos os cabos e conectores necessários à interligação de toda solução ofertada. Deve possuir porta frontal inteira perfurada e porta traseira perfurada, ambas com maçanetas escamoteáveis com fechadura, com tampa perfurada para proteção lateral do 10

11 rack. Deve possuir circulação de ar adequada para que os equipamentos trabalhem em perfeito funcionamento. O equipamento e seus componentes devem ser novos para o primeiro uso e devem está em linha de produção. Deve possuir organizadores verticais e horizontais conforme necessidade Terminal de Gravação das Câmeras nas unidades (off-line) - Quantidade: 250 (duzentos e cinquenta) unidades Hardware Possuir interface de rede RJ45 10/100/1000 BASE-T Possuir gabinete padrão 19 para fixação em rack Possuir no mínimo, 8 GB de memória RAM DDR3 com ECC e barramento-1600mhz expansível até 32 Giga Possuir no mínimo duas portas SATA 6Gb/s Possuir no mínimo quatro portas SATA 3 Gb/s Suportar Raid 0, 1, 5, 10 Processamento Deve possuir frequência padrão mínima de 3,4 GHz Deve possuir frequência turbo mínima de 3,9 Ghz Deve possuir no mínimo 4 núcleos Deve possuir memória cache mínima de 8 MB Deve possuir conjunto de instruções de 64 Bits Armazenamento Deve possuir capacidade de 2 TB Deve possuir memória cache mínima de 64 MB Interface SATA 6.0 GB/s Especificações de vídeo Clock gráfico: 772 Mhz Clock de processador: 1544 Mhz Taxa de preenchimento de textura (bilhões/seg): 49,4 Memória Clock: 2004 Mhz Configuração de memória padrão: 1536 Mb GDDR5 Largura de interface de memória: 384-bit Largura de banda de memória (Gb/Seg): 192,4 Deve possuir resolução VGA até 2048x1536 Conexões de vídeo: Mini HDMI e dois dual link DVI Deve possuir suporte para vários monitores Deve possuir entrada de áudio para HDMI Temperatura máxima da GPU: 97 C 11

12 Potência da placa de vídeo: 244W Possuir conectores de alimentação suplementar Alimentação Tensão de entrada automático 100 a 240V Corrente de entrada 12 ~ 6A Frequência 50Hz ~ 60Hz Deve possuir potência real máxima de saída de 540W Deve possuir corrente de saída máxima de 70A Deve possuir eficiência superior a 85% Deve possuir ventoinha de 140 mm ou superior com controle automático Deve fornecer sua potencia nominal continuamente Deve suportar temperatura máxima de operação de 50 C Deve ser apresentar conformidade com os padrões ATX12V v2.31, EPS 2,92, ATX12V 2.2 e 2.01 Deve possuir barramento dedicado de 12V Deve possuir correção do fator de potência ativa (PFC), com valor máximo de 0,99 PF Deve possuir sistema de proteção a sobre tensão, sob tensão e curto circuito Softwares Deverá vir com Sistema Operacional de plataforma aberta, compatível com item 6.24 deste TR; Deverá ser fornecido com o software de gravação (item 6.24) instalado Poste de Aço - Quantidade: 620 (seiscentos e vinte) unidades Poste cônico contínuo tipo sinalização semafórica (único Lance) confeccionada em tubo com, mínimo de 4 e parede de, no mínimo, 3 mm; Deve ser confeccionado em aço 1010/1020, galvanização a fogo por imersão a quente com depósito de, no mínimo, 80u de zinco, conforme NBR 6323/1990; Deve suportar carga, mínima, de 20Kg; Deve possuir atura útil, mínima, de 6 metros; Deve possuir altura total mínima de 7,5 metros; Deve ser disponibilizado o uso de janelas para a passagem dos cabos pelo interior dos postes. Tais janelas deverão estar situadas próximas à base do poste, próxima à caixa de conexões, no início e no final do poste. Deverá ser instalado 1,5 metros em base de concreto e considerar também a confecção da base em concreto armado. 12

13 Quadro de Proteção - Quantidade: 620 (seiscentos e vinte) unidades Possuir dimensões mínimas de Altura-500 mm x Largura-500 mm x Profundidade-500 mm; Possuir Grau de proteção mínimo IP 54; Caixa e chapa de montagem devem ser produzidas em chapa de aço numero 18, tratada a base de fosfato de ferro e pintura a pó; Possuir trilho na porta para cabeamento; Possuir pontos de aterramento na porta e na placa de montagem; Possuir flange na parte inferior dos quadros, fecho fenda metálico e placa de montagem; Possuir porta removível com abertura de 130 graus e com borracha de vedação; Possuir duto de ventilação; Possuir duas entradas distintas com prensa-cabos de 1 para cabos de dados e energia Instalação dos Postes, Quadros de Proteções e Câmeras Móveis - Quantidade: 620 (seiscentos e vinte) unidades Procedimentos para fixação dos postes e fixação e alimentação elétrica dos quadros e câmeras: Os cabos de rede responsáveis pela ligação do painel outdoor à câmera deverão ser do tipo STP de quatro pares, blindado e para uso externo, certificado para, no mínimo, Categoria 5e (EIA/TIA-568-A). Deverão ser utilizados conectores blindados. A malha metálica deverá ser devidamente aterrada, de acordo com os padrões elétricos definidos em norma. Os cabos deverão ser instalados da caixa de conexões as câmeras pelo interior do poste, através de aberturas (furos) construídos na estrutura do poste. Os cabos deverão ser protegidos por eletrodutos flexíveis em seu trajeto entre a caixa de proteção (painel outdoor) e o poste e entre este e os equipamentos. Não serão aceitas soluções com cabos de rede expostos ao tempo. Os cabos deverão ser terminados em conectores RJ-45 fêmeas industriais, com graus de proteção IP 67, certificados, no mínimo, para categoria 5e. As ligações dos equipamentos a essas tomadas fêmeas RJ-45 deverão ser efetuadas por meio de patch cords, categoria 5e, pré-montados em fábrica. Os patch cords deverão ser disponibilizados em embalagens originais dos fabricantes. Todos os equipamentos de campo câmeras serão alimentados através de do Painel Outdoor, definido no item Este painel comportará os elementos ativos e passivos da distribuição de rede do sistema conversores de mídia(se aplicável) e caixas de bloqueio óptico. 13

14 Deverão estar inclusos nos serviços de infraestrutura o cabeamento para dados incluindo conectorizações e fusões e a rede elétrica associada (fornecimento e instalação). Os equipamentos de conectividade do Painel Outdoor também devem estar inclusos nos serviços de infraestrutura. Cada quadro deverá possuir uma entrada com trilho de fixação composto de disjuntor monofásico de 16A, ligado a um dispositivo de proteção de surto de corrente que deverá se aterrado com uma haste de aterramento. Para isto, deverá ser instalada uma barra de aterramento com, no mínimo, 12 (doze) posições para os conectores de terra do sistema. O quadro de proteção deverá ser fornecido com tomada de 10A padrão NBR e régua de alimentação para um mínimo de 05 (cinco) tomadas onde será alimentado. Os cabos de alimentação e fibra óptica provenientes da rede devem ser devidamente fixados ao poste por isoladores e/ou grampos de ancoragem quando necessário. A alimentação elétrica das câmeras deverá ser assegurada através de um nobreak monofásico instalado no quadro de proteção. O nobreak deve possuir as características do item e deverá ser instalado internamente ao Quadro de proteção. O quadro de proteção deverá ser preso aos postes por, no mínimo, dois pontos de fixação através de abraçadeiras ajustáveis para poste, com extensão mínima de 1200 mm, confeccionada em ferro galvanizado a fogo, com parafusos e suportes reforçados. As câmeras deverão ser fixadas no poste com conjunto de acessórios próprio para o produto ofertado. A solução de infraestrutura elétrica e de dados de cada quadro de proteção deverá atender aos quantitativos mínimos descritos na tabela abaixo: Descrição Unidade Quantidade Disjuntor monofásico 16 A Unidade 1 Protetor de Surto 12KA 275V Unidade 1 Cabo elétrico 3x2,5 mm, isolamento 750V Metro 25 Cabo elétrico 1x2,5 mm, isolamento 750V Metro 10 Cabo STP Cat5-e blindado Metro 10 Conector Macho RJ-45 Cat-5e Blindado Unidade 2 Terminal óptico para 4 fibras Unidade 1 Extensão óptica SIMPLEX SM SC 1,25 Mts Unidade 1 Eletroduto flexível Metro 4 Conector para eletroduto flexível Metro 4 Tomada 10A padrão ABNT Unidade 1 Régua de alimentação com 5 tomadas padrão ABNT Unidade 1 No Break 600 VA Unidade 1 Conversor de mídia (se aplicável) Unidade 1 Fonte de alimentação 12 VCC 2ª Unidade 1 14

15 Fonte de alimentação 23 VAC 20A Unidade 1 Prensa cabos 1 Unidade 2 a) Disjuntor monofásico 16A Tensão máxima de emprego nominal Ue: 440 Vca; Tensão de isolamento nominal Ui: 500 Vca; Tensão suportável de impulso nominal Uimp de 6000V; Possuir 1 (um) polo; Curva de disparo magnético B ; Estar em conformidade com as normas ABNT NBR NM 60898; Dispositivo limitador classe 3 de acordo com anexo ZA da NBR NM 60898; Fixação por trilhos DIN; Capacitação de interrupção de 10000A; Possuir dispositivo de travamento e protetor de bornes; Temperatura de operação. b) Protetor de Surto Monopolar entre (fase/terra-neutro) / (fase/terra); Tensão de operação: 275V; Máxima tensão de operação contínua: 350V; Corrente nominal de descarga: 10KA; Corrente máxima de descarga: 20KA; Máxima energia em pulso: 530J; Máxima potência de dissipação: 1W; Tensão de referência: 430V; Nível de proteção: 1,2 KV; Frequência de 50/60 Hz; Proteção por varistor de óxido de zinco MOV; Tempo de resposta menor que 25 ns; Máxima corrente de curto-circuito comprovada com fusível 50/60 Hz; Fusível de backup NH 125 A / 500 V (CA); Conexão com a rede elétrica por bornes e parafusos para cabos de 4 a 16 mm2; Temperatura nominal de operação: -40 a +80 C; Temperatura máxima de operação: -40 a +125 C; Grau de proteção IP20; 15

16 Atender aos requisitos da norma IEC (ClasseII); Atender aos requisitos da norma NBR c) Cabos Elétricos 750V, 3x2,5mm2 Condutor: Cobre eletrolítico nu, encordoamento classe 5, NBR NM 280; SOLAÇÃO: Composto termofixo Etileno Propileno (EPR/B), 90 C, alto módulo. Suas características físicas e químicas atendem aos requisitos da NBR COBERTURA: Composto termoplástico livre de halogênios e metais pesados, com características de não propagação de chama, baixa emissão de fumaça e gases tóxicos; ISOLAMENTO: 750V; BITOLA: 3x2,5mm2. d) Cabos Elétricos 750V, 1x2,5mm2 Condutor: Cobre eletrolítico nu, encordoamento classe 5, NBR NM 280; ISOLAÇÃO: Composto termofixo Etileno Propileno (EPR/B), 90 C, alto módulo. Suas características físicas e químicas atendem aos requisitos da NBR COBERTURA: Composto termoplástico livre de halogênios e metais pesados, com características de não propagação de chama, baixa emissão de fumaça e gases tóxicos; ISOLAMENTO: 750V; BITOLA: 1x2,5mm2. e) Cabo STP blindado Deve possuir certificado de performance elétrica (VERIFIED) pela UL ou ETL, conforme especificações da norma ANSI/TIA/EIA-568-B.2 Categoria 5e, bem como certificado para flamabilidade (UL LISTED ou ETL LISTED) CM ou CMR conforme UL impressos na capa externa. Deve possuir impresso na capa externa nome do fabricante, marca do produto, e sistema de rastreabilidade que permita identificar a data de fabricação dos cabos. Deve possuir, também na capa externa, gravação sequencial métrica decrescente de 1500m a zero que permita o reconhecimento imediato pela capa do comprimento de cabo residual dentro da caixa. Deve ser composto por condutores de cobre sólido 24AWG; isolados em polietileno especial, com blindagem em fita metalizada. Deve cumprir com os requisitos quanto à taxa máxima de compostos que não agridam ao meio ambiente, conforme a norma RoHS. 16

17 Deve exceder as características elétricas contidas na norma ANSI/TIA/EIA-568-B.2 Categoria 5e. Deve ter a Impedância característica de 100 W (Ohms). Deve ser apresentado através de catálogos, testes das principais características elétricas em transmissões de altas velocidades (valores típicos) de atenuação (db/100m), NEXT (db), PSNEXT(dB), RL(dB), ACR(dB), para frequências de 100 MHz. f) Conector macho RJ-45 Cat-5e Blindado Os conectores devem atender às especificações contidas na norma ANSI/TIA/EIA-568-B.2 Categoria 5e; Possuir corpo em material termoplástico de alto impacto não propagante a chama que atenda a norma UL 94 V-0 (flamabilidade); Possuir vias de contato produzidas em bronze fosforoso com camadas de 2,54μm de níquel e 1,27μm de ouro, para a proteção contra oxidação. g) Terminal Óptico Estrutura em aço de 1,2 mm; Bandeja metálica interna para acomodação das fibras emendadas; Canaleta para fixação dos protetores de emenda; Protetores de emenda; Tampa para fechamento em aço de 0,9mm; Kit de parafusos para fixação; Acabamento em epoxi texturizado. h) Extensão óptica SIMPLEX SM SC Deve ser constituído de fibra monomodo 9/125 mm; Deve ser disponibilizado nas opções de terminação com conector SC; Deve possuir comprimento mínimo de 1,25 mt. i) Eletroduto Flexível Eletroduto flexível em fita de aço galvanizada eletrolítica, com revestimento em PVC anti chama, bitola de 1. j) Conector para eletroduto Os conectores, por questões de compatibilidade, deverão ser do mesmo fabricante do eletroduto flexível. 17

18 k) Tomada 10A Atender aos padrões da norma ABNT 14136; Possuir caixa de proteção em PVC com dois pontos de fixação. l) Régua de alimentação com 5 (cinco) tomadas Atender aos padrões da norma ABNT m) No Break 600 VA Conforme item deste TR. n) Conversor de mídia Conforme item deste TR. o) Fonte de alimentação 12 VCC 2A Deve possuir tensão de entrada de 110~ 220VAC Deve possuir tensão de saída 12 VCC Deve possuir Potência de saída de no mínimo 120 W p) Fonte de alimentação 24 VAC 3A Deve possuir tensão de entrada de 110 ~ 220 VAC Deve possuir tensão de saída 24 VAC Deve possuir Potência de saída de no mínimo 120 W Nobreak VA Quantidade: 620 (seiscentos e vinte) unidades Potência nominal de saída 600VA / 360; Eficiência maior que 85%; Dimensões máximas (A x L x P mm) 100 x 140 x 330; Peso máximo de 6,5 Kg; Possuir conexão de entrada padrão NBR 14136P; Tensão de entrada VCA (120V) VCA (220V); Tensão nominal de entrada 120 / 220 V (Bivolt Automático); Frequência de 60 Hz; Faixa de Frequência Hz; Tensão nominal de saída 120VAC; 18

19 Faixa de tensão de saída 110/120; Regulação de saída +/- 10% modo bateria / +/- 15% modo rede; Range do fator de potência 0,6; Frequência de saída 50/60 Hz; Regulação de frequência +/- 1 Hz; Tempo de transferência 2-6 ms; Fator de crista 3:1; Possuir led indicador de operação; Tempo de recarga de 8 a 10 horas para até 90% da carga; Possuir porta de comunicação USB; Ruído audível máximo de 40 db; Temperatura de operação de 0 ~ 40 C; Umidade Relativa 0-90% não condensada; Suportar altitude menor ou igual a 1000 m; Possuir 3 tomadas padrão NBR : Switch de Core - Quantidade: 04 (quatro) unidades Deve atender aos seguintes requisitos mínimos: a) PORTAS Possuir no mínimo 24 portas 10/100/1000 BASE-T; Deve possuir no mínimo 02 (duas) portas do tipo SFP (Small Form-factor Pluggable) combo, com suporte as interfaces do tipo Mini Gbic, as quais devem suportar o padrão IEEE 802.3z; Deve possuir no mínimo 02 (duas) portas do tipo SFP+ (Small Form-factor Pluggable Plus), com suporte as interfaces do tipo Mini Gbic, as quais devem suportar o padrão IEEE 802.3z; b) ESTRUTURA Instalação em rack padrão EIA 19; Permitir o empilhamento de no mínimo 02 unidades através de interfaces específicas para esse fim ou através de módulos de 10 (dez) Gbps. As portas utilizadas para o empilhamento não deverão fazer parte do conjunto de portas solicitadas acima; c) DESEMPENHO Deve possuir um throughput mínimo de 65 Mpps por unidade da pilha; Deve possuir capacidade mínima agregada de throughput de 128 Gbps por unidade; Deve permitir no mínimo (dezesseis mil) entradas de endereços MAC em sua tabela 19

20 de endereçamentos; A interligação entre os switches deve ter uma velocidade mínima de 10 (dez) Gbps; Deve implementar Jumbo Frames em modo de operação L2 (switch) com tamanho mínimo de 9000 bytes para todas as portas Gigabit Ethernet; d) LAYER 2 Deve permitir a implementação de VLANs conforme o padrão IEEE 802.1Q; Deve permitir no mínimo 4094 identificadores de Vlan (VID); Deve implementar IEEE 802.1p - (Classe de Serviços); Deve implementar IEEE 802.1D - (Spanning Tree); Deve implementar IEEE 802.1w (Rapid Spanning Tree); Deve implementar IEEE 802.1s (Multiple Spanning Tree); Deve implementar IEEE 802.3x; Deve implementar IEEE 802.1Q; e) LAYER 3 Deve implementar Rotas estáticas; Deve implementar RIP v1 e v2; Deve implementar OSPF v2 e v3; Deve implementar roteamento IPv6; Deve implementar PIM-SM; Deve implementar VRRP; Deve implementar IGMP v1, v2 e v3. f) QoS Deve implementar classificação de tráfego para as camadas 2, 3 e 4 do modelo de referencia OSI; Deve implementar classificação e marcação do campo DiffServ; Deve suportar a classificação, marcação e remarcação do campo Type of Service (TOS) do cabeçalho IP; Deve possuir, no mínimo, 08 (oito) filas de prioridade por porta; Deve implementar gerenciamento de fila Weighted Round Robin (WRR); Deve Implementar supressão de Broadcast; Deve implementar Rate-Limiting. 20

21 g) SEGURANÇA Deve implementar o protocolo de autenticação IEEE802.1x com atribuição dinâmica de VLAN ; Deve implementar Autenticação MAC; Deve implementar RADIUS; Deve implementar gerenciamento seguro SSHv2; Deve implementar proteção contra ataques de spoofing; Deve possuir facilidade de segurança que permita especificar os endereços MAC permitidos numa determinada porta, funcionalidade Port Security ou similar. h) CONVERGÊNCIA Deve implementar IEEE 802.1AB-LLDP; Deve Implementar LLDP-MED. i) RESILIÊNCIA Deve permitir agregação de links conforme o padrão IEEE802.3ad, suportando no mínimo 8 portas agregadas por grupo LAG e permitindo que as portas agregadas estejam em qualquer unidade da pilha Cross-Stack ; Deve suportar fonte de alimentação redundante interna ou externa. j) GERENCIAMENTO Deve implementar gerenciamento via protocolo SNMP v1, v2c e v3; Deve suportar o gerenciamento via interface gráfica; Deve permitir o gerenciamento via HTTPS; Deve implementar Syslog; Deve implementar Command Line Interface CLI; Deve implementar no mínimo 4 (quatro) grupos de RMON ; Deve implementar TFTP Client ou FTP Client; Deve implementar Telnet; Deve implementar sincronismo de relógio interno via SNTP ou NTP; Deve implementar espelhamento de tráfego para análise de rede. RFC'S Deve implementar RFC 951, RFC 1542 BOOTP; Deve implementar RFC 2819 RMON ou RFC RMONv2; Deve implementar RFC 1981 Path MTU for IPv6; Deve implementar RFC 2373 ou RFC 3513 IPv6 Addressing; 21

22 Deve implementar RFC 2460 IPv6 Protocol Specification; Deve implementar RFC 2461 Neighbor Discovery; Deve implementar RFC 2462 IPv6 Stateless Autoconfiguration; Deve implementar RFC 2463 ICMPv6; Deve implementar RFC 2464 IPv6 over Ethernet; Deve implementar RFC 2740 OSPFv3; Deve implementar RFC 2893 Transition Mechanisms for IPv6 Hosts and Routers; Deve implementar RFC 3315 DHCPv6; Deve implementar RFC 3484 Default Address Selection for IPv6; Deve implementar RFC 3493 Basic Socket Interface for IPv6; Deve implementar RFC 3513 Addressing Architecture for IPv6; Deve implementar RFC 3542 Advanced Sockets API for IPv6; Deve implementar RFC 3587 IPv6 Global Unicast Address Format; Deve implementar RFC Security Module (USM). k) MIB's Deve implementar RFC 1213 MIB; Deve implementar RFC 2233 IF-MIB; Deve implementar RFC 2620 RADIUS Accounting Client MIB; Deve implementar RFC 2618 RADIUS Authentication Client MIB; Deve implementar RFC 1724 RIPv2 MIB; Deve implementar RFC 1850 OSPF v2 MIB; Deve implementar RFC 2571 SNMP Framework MIB; Deve implementar RFC 2465 IPv6 MIB; Deve implementar RFC 2466 ICMPv6 MIB; Deve implementar RFC 2787 VRRP MIB; Deve implementar RFC 3414 SNMP User-based MIB. l) ENERGIA Voltagem de entrada 100 a 240 VAC; Frequência de entrada 50/60 Hz; Consumo de energia 110 W (máximo) Switch Ethernet PoE 24 Portas 10/100mbps + 2 Portas Gigabit / SFP - Quantidade: 360 (trezentos e sessenta) unidades 22

23 Deve atender aos seguintes requisitos mínimos: Deve possuir 24 portas 10/100Base-TX RJ-45 Auto-MDI / MDI-X; Deve possuir 2 Portas 10 / 100 / 1000base-t mdi / mdix ; Deve possuir Base-SX/LX/BX, SFP / mini-gbic; Deve possuir Throughput mínimo de 6.54mbps; Deverá ser instalado no item 6.1.3; Deve conter entrada de alimentação 100 ~ 240V AC, 50 / 60Hz, Auto-sensing Não deverá ultrapassar mais do que 400 Watts / 1.372,4 BTU para seu consumo de energia, este fator interfere diretamente na solução de energização; Potência do PoE deve emitir por porta 48V DC, 350mA. Max. 15,4 Watts; Temperatura de operação 0 ~ 50º c; Temperatura de armazenamento -10 ~70º c; Umidade de operação: 5 ~90%; Deve estar em conformidade com fcc parte 15 classe a, ce; Deve implementar IEEE 802.3:10 Base-T ; Deve implementar IEEE 802.3u: 100Base-TX ; Deve implementar IEEE 802.3z 1000Base-SX / LX ; Deve implementar IEEE 802.3ab 1000Base-T ; Deve implementar IEEE 802.3x: Controle de Fluxo Back Pressure e ; Deve implementar IEEE 802.3ad: tronco do Porto com LACP ; Deve implementar IEEE 802.1D: Protocolo Spanning Tree ; Deve implementar IEEE 802.1w: Rapid Spanning Tree Protocol ; Deve implementar IEEE 802.1p: Classe de Serviço ; Deve implementar IEEE 802.1Q: Marcação de VLAN; Deve implementar IEEE 802.1x: Port Controle Authentication Network ; Deve implementar RFC 768: UDP ; Deve implementar RFC 793: TFTP ; Deve implementar RFC 791: IP ; Deve implementar RFC 792: ICMP ; Deve implementar RFC 2068: HTTP ; Deve implementar RFC 1112: IGMP versão 1 ; Deve implementar RFC 2236: IGMP versão 2; Deve implementar as SNMP MIBs: RFC-1213 MIB-II,RFC-2863 Interface MIB, RFC-2665 EtherLike MIB, RFC-1493 Bridge MIB, RFC-2819 RMON MIB (Grupo 1, 2, 3,9), RFC-2737 Entidade MIB,Power-over-Ethernet-MIB. 23

24 Conversor de mídia 10/100/ Quantidade: 100 (cem) unidades Deve atender aos seguintes requisitos mínimos: Possuir 01 (uma) porta 10/100/1000Base-T em fibra óptica monomodo com conector SC e 1 (uma) porta 10/100Mbps em par metálico (UTP), com conector UTP; Alcançar até 20km de distancia na porta em fibra; Ser compatível com o Chassi para Conversor de Mídia ofertado; Possuir Auto-Negociação nas portas em fibra e UTP; Possuir Auto-Cross na porta UTP, possibilitando a utilização de cabo cross ou direto, sem necessidade de configuração; Implementar Link Pass Through, que significa passar o estado da porta UTP para a porta em fibra e vice-versa; Atender às Normas IEEE 802.3, 802.3u, 802.3x; Possuir LEDs para indicação de ligado, falha do enlace da porta, transmissão de dados, full duplex e/ou half duplex; Deve ser configurável via dip switch permitindo habilitar ou desabilitar o LFP e Half e Full Duplex; Deve suportar temperatura de operação entre 0 C e +50 C e umidade entre 5 e 90% sem condensação; Deve ser compatível na parte de emissões eletromagnéticas EMI com FCC Class A e CE Class A Conversor de mídia 10/100 - Quantidade: (mil duzentos e quarenta) unidades Cumprir com IEEE 802.3, IEEE 802.3u 10/100Base-TX, 100Base-FX padrão Conectores: Um RJ-45 (Auto-MDI/MDI-X) de par trançado, EIA568 Cumprir com IEEE 802.3, IEEE 802.3u 10/100Base-TX, 100Base-FX padrão Conectores: Um RJ-45 (Auto-MDI/MDI-X) de par trançado, EIA568 Conectores: Um RJ45, (Auto-MDI/MDI-X) de par trançado, (EIA / TIA 568) Suportar conexões de até 20km para fibra WDM SC / mono modo Comprimento de onda óptica: TX 1310nm; RX 1550nm Lançamento Power (dbm) máximo: -8 Lançamento Power (dbm) 9dmínimo: -14 Sensibilidade de recepção (dbm): -31 Potência máxima de entrada (dbm): 0 Padrões e protocolos: IEEE 802.3, IEEE 802.3u 10/100Base-TX, 100Base-FX padrão Suportar selecionar para operar em half-duplex ou em full-duplex 24

25 Velocidade máxima: Full Duplex 200Mbps(para 100Base-TX) Half Duplex 100Mbps(para 100Base-Tx) Leds indicadores: PWR, FX LNK / ACT, FX FDX / COL, TP 100, TP LNK / ACT, TP FDX / COLLEDs indicadores: PWR, FX LNK / ACT, FX FDX / COL, TP 100, TP LNK / ACT, TP FDX / COL Possuir função LFP (Link Fault Pass Through, ou função falha de passagem pelo link) Alimentação: 5V DC, 2A, deverá vir com a fonte Temperatura de operação: 0 ~ 50 C grau Umidade de operação: 5 ~90% sem condensação Emissões: FCC Classe A, CE Classe A Serviço de Instalação de Câmeras fixas (até 150km) - Quantidade: (duas mil) unidades Os serviços de instalação e configuração serão definidos, caso a caso, mediante a seleção de itens do seguinte conjunto: A equipe da SEE apresentará o plano de trabalho com o cronograma a ser elaborado; Definido o cronograma de realização dos serviços, a não realização destes sujeitará a contratada às penalidades previstas no Contrato. a) Especificações do conjunto de câmera: O conjunto compreende a câmera, o suporte de fixação, e a lente. Os parafusos, buchas e demais acessórios deverão estar incluídos na mão de obra, de acordo com cada situação; Também fazem parte da instalação os ajustes de posicionamento e foco da câmera; Todos os acabamentos e arremates necessários no local deverão ser previstos, b) Preparação do ambiente de infraestrutura; Toda infraestrutura de cabeamento estruturado e de elétrica, até o ponto de localização da câmera, deverá ser fornecida pela Contratada. Caso haja necessidade, deve-se fazer uma verificação nas tensões conforme procedimento de instalação, para fazer a ligação elétrica; Desembalagem dos equipamentos; Montagem de conjunto de câmera que compreende a fixação na superfície determinada (parede, teto, viga, coluna, poste, fachada), através de parafusos e buchas, assim como a utilização de alguma ferramenta especial para instalação, de acordo com a situação; 25

26 Fazer as conexões de cabos, conforme especificação do fabricante; Configuração de IP, conforme configurações definidas pela equipe da SEE. Ajustes de configurações; Execução do plano de testes; Emissão do termo técnico informando a configuração de cada um dos equipamentos Serviço de Instalação de Câmeras fixas (após 150km) - Quantidade: 500 (quinhentas) unidades Os serviços de instalação e configuração serão definidos, caso a caso, mediante a seleção de itens do seguinte conjunto: A equipe da SEE apresentará o plano de trabalho com o cronograma a ser elaborado; Definido o cronograma de realização dos serviços, a não realização destes sujeitará a contratada às penalidades previstas no Contrato. a) Especificações do conjunto de câmera: O conjunto compreende a câmera, o suporte de fixação, e a lente. Os parafusos, buchas e demais acessórios deverão estar incluídos na mão de obra, de acordo com cada situação; Também fazem parte da instalação os ajustes de posicionamento e foco da câmera; Todos os acabamentos e arremates necessários no local deverão ser previstos, b) Preparação do ambiente de infraestrutura; Toda infraestrutura de cabeamento estruturado e de elétrica até o ponto de localização da câmera, deverá ser fornecido pela Contratada. A ligação elétrica, caso haja necessidade, deve-se fazer uma verificação nas tensões conforme procedimento de instalação; Desembalagem dos equipamentos; Montagem de conjunto de câmera que compreende a fixação na superfície determinada (parede, teto, viga, coluna, poste, fachada), através de parafusos e buchas, assim como a utilização de alguma ferramenta especial para instalação, de acordo com a situação; Fazer as conexões de cabos, conforme especificação do fabricante; Configuração de IP e de VLAN, conforme plano determinado pela equipe da SEE. Ajustes de configurações; Execução do plano de testes; Emissão do termo técnico informando a configuração de cada um dos equipamentos. 26

27 Cabo de Fibra Óptica Autossustentada - Quantidade: (cento e cinquenta e cinco mil) metros Este cabo óptico adotado para uso externo deverá ser do tipo loose, composto por 24 (vinte e quatro) fibras ópticas do tipo monomodo agrupadas entre si de forma não aderente dentro de tubo termoplástico com gel para acomodação das fibras. Deve possuir elemento de material dielétrico em FRP posicionado no centro do núcleo para prevenir os esforços de contração do cabo. Deve possuir pelo menos 04 fibras dielétricas de aramida aplicada sobre a capa interna para fornecer ao cabo resistência contra esforços de tração. Deve ser totalmente dielétrico, e deve capa externa em material termoplástico resistente a intempéries e ação solar (proteção UV); Deve ser constituído por fibras monomodo 9/125 nm, Deve apresentar diâmetro do campo modal: - 9,3 +/- 0,5nm em 1310nm; - 10,4 +/- 0,8nm em 1550nm; Apresentar atenuação máxima de: - 0,37 db/km em 1310nm; - 0,23 db/km em 1550nm; Deve possuir resistência à tração durante a instalação de, no mínimo, 130kgf; Deve permitir temperatura de operação de -10 a 65 graus, comprovado através de teste ciclo térmico; Deve permitir instalações aéreas entre postes com vãos livres de até 80m sem cordoalha de aço; Deve possuir impresso na capa externa nome do fabricante, marca do produto, data de fabricação, gravação seqüencial métrica (em sistema de medida internacional SI); Deve apresentar Certificação Anatel; Demais características de acordo com a norma ABNT NBR Lançamento dos Cabos Ópticos de 24 fibras incluindo materiais de ancoragem, caixas de emenda, sinalização, entrada nas edificações e serviços correlatos - Quantidade: metros A solução de transmissão de dados por enlace óptico será composta por um backbone com 25 (vinte e cinco) anéis de enlaces de cabos ópticos, devendo ser utilizados cabos ópticos do tipo monomodo revestido em acrilato, auto sustentável para até 80 metros, geleado, com 24 27

28 fibras e com capa de polietileno, ligados em anel. Os enlaces previstos, como já mencionados, são os apresentados abaixo. Legenda: Rota em azul já existente Rota em vermelho a implantar Em todas as etapas de lançamento do cabo óptico devem ser seguidas as normas e práticas exigidas pela Eletrobrás/AL (CEAL) Devem ser obedecidas as práticas e normas da ANATEL, TELEBRÁS - Telecomunicações Brasileiras SA, ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas, ITU-T e IEEE, indicadas a seguir, e todas outras normas não citadas previstas para este tipo de instalação: a) ITU-T G.650: Definition and Test Methods for the Relevant Parameters of Single-mode Fibres; 28

29 b) ITU-T G.650.1: Definition and Test Methods for linear, deterministic attributes of single fibre and cable; c) ITU-T G.650.2: Definition and Test Methods for statistical and non-linear attributes of single mode fibre and cable; d) ITU-T G.652: Characteristics of a Single-mode optical fibre cable. e) ITU-T G.653: Characteristics of a Dispersion-shifted single-mode optical fibre cable; f) ITU-T G.654: Characteristics of a cut-off shifted single-mode optical fibre and cable; g) ITU-T G.655: Characteristics of a non-zero-dispersion shifted single-mode optical fibre cable; h) Prática Telebrás Instalação de cabos ópticos aéreos autossustentados; i) Prática Telebrás Procedimento para lançamento de cabos ópticos subterrâneos em dutos e subdutos; j) Prática Telebrás Procedimentos de confecção de emendas em cabos ópticos; k) Prática Telebrás Construção de linha de dutos de PVC rígido de ponta e bolsa; l) Resolução ANATEL 274/ Regulamento de compartilhamento de infra-estrutura entre prestadoras de serviço de telecomunicações; m) Normas: ISO4427 e DIN8074; n) Normas aplicáveis da Concessionária de Energia Local (Eletrobrás/AL) Para a execução dos serviços deverá ser elaborado previamente Projeto Executivo detalhando a implantação da infraestrutura de fibras óticas nos segmentos previstos, de acordo com as normas previstas nos Manuais Técnicos de Compartilhamento de Dutos e de Postes da Concessionária de Energia O proponente deverá designar profissional qualificado que atuará como gerente de projeto, coordenando os demais profissionais envolvidos na execução do objeto, garantindo a sintonia das diversas atividades e o bom andamento do cronograma de trabalho. O gerente de projeto também será o ponto de contato com os representantes do Contratante, para os quais reportará diariamente as atividades, fatos e eventuais dificuldades que serão objeto de registro em diário de obra A contratada será responsável por todas as providências necessárias junto à Eletrobrás/AL para a realização dos serviços de lançamento e conectorização das fibras ópticas nos seus dutos e postes Nos serviços devem estar incluídos todos os acessórios e materiais necessários para 29

30 o lançamento e instalação do cabo óptico na parte interna dos prédios concentradores, inclusive pequenas obras civis, tais como recomposição de acabamentos em gesso, furação de lajes ou paredes, entre outros Na execução dos serviços deverão ser observadas as condições estabelecidas na norma regulamentadora NR 10 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade" e outras aplicáveis acima, que fixam as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalham em instalações elétricas e, também, de usuários e terceiros As atividades na rede de postes da Eletrobrás/AL devem ser executadas por profissionais devidamente habilitados, obedecendo a todos os requisitos de segurança, tais como: uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual), ERP (Equipamento de Proteção Coletiva), entre outros, nos termos das normas específicas sobre segurança em instalações elétricas. Qualquer acidente que venha a ocorrer com as equipes envolvidas na instalação do cabeamento óptico será de responsabilidade do executante do serviço Para os serviços de instalação dos cabos ópticos deverão ser utilizadas placas de sinalização, cones e iluminação de segurança em quantidades compatíveis com as características e necessidades de cada local Ferragens e Cordoalha Na execução do lançamento de cabos deverá ser executado a aparelhagem dos postes conforme segue: Instalação das ferragens para sustentação e ancoragem de cabos auto sustentados e de cordoalha e posterior aplicação dos cabos ópticos e acessórios; Colocação da cordoalha na altura recomendada, conforme orientações da CIA de energia; Posteamento provisório, instalação de prendedores e ganchos necessários à fixação e sustentação do cabo; Instalação, fixação e tensionamento ou retensionamento da cordoalha, amarração e emenda da cordoalha; Instalação de acessórios para isolamento e proteção elétrica da rede; Instalação de qualquer ferragem, suportes/alças para cabos auto-sustentáveis; Roçadas e podas de vegetação necessárias ao lançamento do cabo, em até 6 metros de largura; 30

31 Vinculações necessárias entre cordoalhas Lançamentos dos Cabos Ópticos O cabo óptico deverá ser instalado nas localidades definidas neste documento, sendo o cabo fixado através das ferragens instaladas em cada poste consistindo de puxamento, fixação, espinamento, tensionamento (nos casos de trechos com cabos espinados), amarrações, e fechamento da ponte dos cabos durante o lançamento. Na instalação de acessórios (suportes) para as reservas técnicas dos cabos e sua devida acomodação nestes acessórios. As reservas técnicas ficarão fixadas nos postes. No puxamento dos cabos, deverão ser utilizados os métodos manuais ou mecânicos (guincho). Após o lançamento, e conforme a necessidade deverá ser fixada às cordoalhas de aço através de fio de aço galvanizado (espinamento) Na fixação das reservas técnicas de cabo aos postes deverá ser instalado um suporte de ferro galvanizado em formado de X Instalações de Caixas de Emenda Após a instalação dos cabos deverão ser realizadas as emendas intermediárias entre lances de cabos diferentes, através da montagem da Caixa de Emenda e da realização de emendas por fusão. Consistem desta etapa as seguintes atividades: Curvatura e fixação dos cabos nas ferragens; Preparações das pontas dos cabos de qualquer tipo/marcação dos pontos de sangria (abertura de cabo); Retirada total ou parcial do conjunto de emenda; Abertura do cabo e corte dos elementos de tração; Limpeza da fibra; Amarração e retirada dos tubos de proteção das fibras; Instalação do estojo de acomodação das fibras em kits e emenda; Instalação de conector de blindagem, acessórios ópticos e do suporte do conjunto de emenda; Identificação e acomodação das unidades básicas no conjunto de emenda; Aberturas e fechamentos provisórios; Fechamento e teste de pressurização do conjunto de emenda Aterramento 31

32 O aterramento deverá ser feito através da instalação de 1 (uma) hastes cobreada 5/8 x 2,4mm (baixa camada) podendo chegar a colocação de até, 3 (três) hastes, dependendo da resistência oferecida pelo solo. Deverá ser conectada ao aterramento a carcaça da caixa de equipamentos ópticos, através de um cabo 6mm de cobre nu protegidos por uma proteção de madeira na qual a mesma será amarrada ao poste por fitas de aço inox 3/4 x 0,5mm. A resistência do aterramento não ultrapassa 30 Ohms Ilustração Caixa de Emenda Óptica Ilustração Ferragens De Ancoragem Para Rede Externa 32

PEDIDO DE COTAÇÃO - ANEXO I

PEDIDO DE COTAÇÃO - ANEXO I Folha: 0001 001 113374 Câmera IP Speed Dome Externa (PTZ) para vigilância externa; com sensor de imagem em estado sólido do tipo CCD (Charged Coupe Device) ou CMOS; com lente com zoom ótico de pelo menos

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