Willard Boyle (esquerda) e George Smith, inventores do sensor CCD primeira camera video de qualidade

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Willard Boyle (esquerda) e George Smith, inventores do sensor CCD. 1975 primeira camera video de qualidade"

Transcrição

1 Sensores CCD e CMOS CCD Willard Boyle (esquerda) e George Smith, inventores do sensor CCD primeira camera video de qualidade Desde a sua invenção nos laboratórios Bell (EUA), nos anos 70 do século XX, que os sensores do estado sólido têm sido do tipo CCD. O seu desenvolvimento e sucesso deve-se em grande medida ao seu excelente desempenho quer nas aplicações científicas (astronomia, física, etc) quer nas aplicações comerciais (scanners, camcorders). Assistimos actualmente ao surgimento de um novo sensor o CMOS que promete tornar-se o detector de eleição num vasto segmento do mercado. 18

2 Sensores CCD e CMOS Como já sabemos, os nossos sensores CCD colectam luz nos seus elementos fotosensores (través do efeito fotoeléctrico). A leitura da imagem digital é realizada por transferência sequencial das cargas eléctricas armazenadas em cada um dos pixeis, linha a linha para a linha de leitura do registo, onde após amplificação é digitalizada num conversor analógico-digital. Bolacha de sensores CCD DALSA 111 Megapixeis CCD 19

3 Sensores CCD e CMOS Embora seja tecnicamente possível, não é economicamente rentável incluir no processo de fabrico dos CCD, mais funções electrónicas necessárias para a obtenção final das imagens, embutidas no sensor. Funções de relógio, amplificação e processamento de de sinal são exemplos de operações realizadas por outros componentes electrónicos adjacentes ao próprio sensor. O número de chips varia de circuito/modelo para circuito/modelo, mas nunca é inferior a 3 e podem ser tantos como 8 elementos adicionais. CMOS D30 CMOS EOS D30 Canon 20

4 CMOS Sensores CCD e CMOS O maior problema dos CCD é não poderem ser obtidos numa escala de economia. O seu fabrico é especializado, isto é, a tecnologia só permite a construção de CCD. Entretanto na industria electrónica existe desde à muito uma classe de elementos/componentes do tipo CMOS (Complementary Metal Oxide Semiconductor) que são usados nas memórias e processadores dos nossos computadores. Este processo de fabrico é sem dúvida o processo actual mais abrangente, com muitos e muitos milhões de componentes fabricados. Por exemplo, o processador Pentium III contêm cerca de 10 milhões de transístores. Com as alterações necessárias de fabrico e de funcionamento, os CMOS podem ser convertidos em fotosensores, e assim sendo é praticamente a mesma linha de montagem que os produz. Desta forma devido ao seu elevado número e consequente baixo preço (cerca de 1/3 dos CCD), o CMOS começa a ser um sensor concorrencial do CCD. 21

5 Sensores CCD e CMOS CMOS Características A qualidade de imagem dos sensores CMOS é já quase igual aos dos sensores CCD, pelo menos nos pequenos e médios formatos. Nos formatos maiores o sensor CCD continua a ser muito superior. Os sensores de imagem CMOS incorporam outros circuitos no mesmo chip, eliminando a necessidade de juntar mais elementos/funções separadas, como no caso do CCD. Isto implica adicionar mais funções a custo pouco superior. Esta vantagem permite obter um número menor de peças, ficando a máquina mais compacta e leve, requerendo no final menos potência eléctrica, o que prolonga a duração das nossas baterias. A mudança entre a função de fotografia e video é instantânea nestes sensores CMOS. 22

6 Sensores CCD e CMOS A sensibilidade dos sensores CMOS é inferior aos dos CCD, pelo que as imagens em ambientes de pouca luz devem ser obtidas com luz articial. Esta menor sensibilidade é devida ao factor de preenchimento dos CMOS ser menor do que os dos CCD. Tal facto deriva de cada elementos do CMOS ter, para além da função de colector de fotões, circuitos electrónicos que realizam as demais funções. Desta forma parte da área do elemento é ocupada por elementos não fotossensíveis. Para a mesma imagem o CMOS ter de integrar por mais tempo do que o sensor CCD. Podemos melhorar a sensibilidade com introdução das micro-lentes. O maior tempo de integração faz com que o ruído na imagem seja maior, aliado ao maior ruído intrínseco do próprio CMOS comparativamente ao CCD, as imagens finais têm sempre mais ruído. CCD CMOS 23

7 Sensores CCD e CMOS Comparação CCD vs CMOS Tipo: CMOS CCD Sensibilidade: Alta Alta Alcance dinâmico: Moderado Alto Uniformidade: Baixa a média Alta velocidade : Alta Média a alta Antiblooming: Alto de nenhum a alto Consumo energético: Baixo Alto Relógio: Um Vários 24

8 Sensores CCD e CMOS 25

9 Sensores CCD e CMOS Desde a sua forma clássica matricial, os CCD e CMOS têm vindo a evoluir para tamanhos maiores e pixéis menores (quantidade) e para geometrias diversas, de modo a registarmos as melhores imagens (qualidade). 26

10 Super CCD da FujiFilm A Tecnologia Super CCD (HR) simula o que acontece com o olho humano. Isso ocorre, pois os pixels têm formato octogonal, isto é, ficam entrelaçados de forma a diminuir os espaços entre os pixeis. Esse resultado permite maior eficiência na captura da luz. Num CCD convencional, para melhorar a resolução de uma imagem, aumentava-se o número de pixeis, o que provoca um aumento no tamanho do arquivo gravado no cartão de memória e pode diminuir a proporção SNR (Relação Sinal/Ruído) já que o tamanho de cada pixel se torna menor. O Super CCD oferece solução para este tipo de problema pois sem aumentar o número de pixels gera mais definição na imagem. 27

11 4ª Geração do Super CCD da FujiFilm A nova tecnologia sacrifica resolução por alcance dinâmico, oferecendo um ganho de quatro vezes em relação ao CCD normais. A evolução rápida nos sensores digitais leva-nos cada vez mais perto da resolução espacial do nosso filme convencional. Este no entanto ainda oferece a vantagem do seu alcance dinâmico - a capacidade de registar fielmente um leque de intensidades luminosas muito diferentes. Estrutura de Duplo-Pixel SuperCCD "SR" A resposta linear do CCD e o seu limite físico (tamanho e capacidade de armazenamento do pixel) acabem por ser uma barreira ao nosso registo quando estamos na presença de uma grande variação luminosa. 28

12 4ª Geração do Super CCD da FujiFilm Esta resposta linear dos CCD, (uma das suas características funcionais mais importantes, principalmente em aplicações científicas), representa uma limitação face aos nossos filmes convencionais. Tudo o que fazemos na obtenção de uma imagem digital, quando na presença de grandes intensidades luminosas (sobre-exposição) terá certamente efeitos nocivos na nossa imagem. Nestes casos em que o filme convencional apresenta uma resposta tonal satisfatória, no nosso CCD a cura é pior que o remédio. Curva Característica - comparação Filme Diapositivo (Sensia 100) / CCD 29

13 4ª Geração do Super CCD da FujiFilm O sensor superccd SR da Fuji incorpora uma nova aproximação ao problema de tentar alcançar uma maior dinâmica, pela adição de um segundo sensor. Este novo sensor de fraca sensibilidade e pequeno tamanho, integra conjuntamente com o sensor primário o pixel do superccd SR, como podemos ver na figura abaixo. Estrutura do Pixel SuperCCD HR" Estrutura de Duplo-Pixel SuperCCD "SR" 30

14 A Fuji, no que parece ser um retrocesso (pela junção de um fotoelemento menos sensível), acrescenta um comportamento semelhante ao nosso filme convencional. Os de grãos de halogénetos de prata são depositados em camadas distintas, e em cada uma destas de maneira diferente. Grãos com grande superfície e altamente sensíveis, para responder a fracas quantidades de luz, e grãos de pouca sensibilidade e pequenas áreas para responder a grandes quantidades de iluminação. O SuperCCD SR simula essas duas funções num único pixel. 31

15 O fotosensor de baixa sensibilidade foi desenhado para ter um sensibilidade quatro vezes inferior ao elemento fotosensor primário. Significa isto que estes fotosensores secundários toleram intensidades luminosas 4 vezes superiores sem saturar. Fuji chama a estes sensores de baixa sensibilidade os pixeis "R" e aos sensores maiores os pixeis "S". O SuperCCD SR simula essas duas funções num único pixel. Com o processamento adequado, o sinal combinado dos pixeis R e S, permite um resultado que simula a resposta característica do filme convencional. 32

16 Como resultado, estes superccd SR obtêm um resultado melhor face a condições de iluminação adversas, de iluminação em excesso e alto contraste. É de notar no exemplo o detalhe no tecto, preservado pelos sub-pixeis "S, enquanto o detalhe nas zonas mais luminosas da imagem são registadas nos sub-pixeis "R". 16

17 4ª Geração SuperCCD Super CCD SR- camera Pixeis Efectivos 6.2 milhões (3.1 milhões S-pixeis +3.1 milhões R-pixeis) Sensor CCD 1/1.7" Super CCD SR 6.7 milhões (3.35 milhões S-pixeis milhões R-pixeis) total de pixeis Número de pixeis usados Máximo 2832 x 2128 (6.03 milhões) Sensibilidade ISO (a ISO 1600, em modo 1280 x 960 pixeis) Conversor A/D 14 bits Dinâmica Aproximadamente 4 vezes o normal superccd da Fuji Filme 30 imagens/segundo em modo VGA 34

18 Cor e Resolução Como sabemos já, a construção da cor pode ser realizada de vários modos, um deles por sobreposição directa de filtros (RGB alternados) sobre os fotosensores (pixeis). Mas a obtenção de imagem a cores não pode ser feita de um modo directo e simplesmente baseada no valor de cada pixel/cor, sob pena termos uma fraca descrição tonal a baixa resolução de apenas um terço do possível no modo a preto e branco (tons de cinzento). Obtenção de cor em pixeis filtrados (típica matriz de Bayer) 35

19 Cor e Resolução Interpolação simples para obtenção de cor Interpolação complexa para obtenção de cor Cada pixel regista um valor de cor (por exemplo a 8-bit). Para termos os usuais 24-bit de cor e toda a resolução geométrica que o sensor nos possibilita, temos de usar a informação de cor dos pixeis vizinhos/adjacentes, usando então para isso técnicas de interpolação. O que queremos obter em cada pixel são as duas cores ausentes, pois o pixel só vê apenas uma das três. Com a informação de cor dos pixeis vizinhos/adjacentes e do próprio a cor original é construída."i'm bright red and the green and blue pixels around me are also bright so that must mean I'm really a white pixel. Este processo de calculo de interpolação é muito intensivo, pois compara os valores de cor em muitos pixeis vizinhos do próprio, aumentando o tempo de processamento e o tamanho efectivo do ficheiro final da imagem. 36

20 Cor e Resolução Soluções possíveis para construir a cor das nossas imagens, partindo do tradicional filtro Bayer (1975), até uma matriz de 7 filtros (incluindo IR e UV). CFA (color filter array) 37

21 Cor e Resolução Possível solução para suprir pixéis defeituosos. Célula de 4x4, com 5 pixéis R, 5 G, 5 B e 1 de luminância. Actuais CFA empregues nas máquinas digitais Bayer RGB 2 - Bayer CYM 3 RGB + esmeralda 4 CMYG (video) e 5 YCG e luminância (video) 38

22 Cor e Resolução 1 sensibilidade cromática - olho humano. 2 típico conjunto RGB usado pela Philips. 3 típico conjunto RGB usado pela Kodak. 4 conjunto RGO da Intel. 5 conjunto RGO usado nos Foveon. O conjunto mais usado actualmente. 39

A CÂMARA DIGITAL A CAPTURA DE UMA IMAGEM NUMA CÂMARA DIGITAL ENVOLVE OS SEGUINTES PROCESSOS:

A CÂMARA DIGITAL A CAPTURA DE UMA IMAGEM NUMA CÂMARA DIGITAL ENVOLVE OS SEGUINTES PROCESSOS: A CÂMARA DIGITAL A CAPTURA DE UMA IMAGEM NUMA CÂMARA DIGITAL ENVOLVE OS SEGUINTES PROCESSOS: EXISTEM TRÊS TIPOS DE SENSORES UTILIZADOS NAS CÂMARAS DIGITAIS: CCD - Charge Coupled Device CMOS - Complimentary

Leia mais

ALCANCE DINÂMICO CCD CMOS

ALCANCE DINÂMICO CCD CMOS ALCANCE DINÂMICO Nos sensores de imagem CCD (charge-coupled device) ou CMOS (complementary metal oxide semiconductor), o alcance dinâmico (ou dinâmica) é especificado tipicamente como a razão entre o sinal

Leia mais

Aula 2 Aquisição de Imagens

Aula 2 Aquisição de Imagens Processamento Digital de Imagens Aula 2 Aquisição de Imagens Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira mvieira@sc.usp.br EESC/USP Fundamentos de Imagens Digitais Ocorre a formação de uma imagem quando

Leia mais

Principais parâmetros na definição de qualidade numa imagem digitalizada

Principais parâmetros na definição de qualidade numa imagem digitalizada Principais parâmetros na definição de qualidade numa imagem digitalizada reprodução de tom reprodução de cor resolução ruído e luz parasita aberrações e erros de registo. Principais parâmetros na definição

Leia mais

O ABC DAS CÂMARAS CCD

O ABC DAS CÂMARAS CCD O ABC DAS CÂMARAS CCD Pedro Ré http://astrosurf.com/re O aparecimento recente de câmaras CCD 1 refrigeradas e não refrigeradas tem vindo a revolucionar as técnicas de obtenção de imagens astronómicas.

Leia mais

Fundamentos de Imagens Digitais. Aquisição e Digitalização de Imagens. Aquisição e Digitalização de Imagens. Aquisição e Digitalização de Imagens

Fundamentos de Imagens Digitais. Aquisição e Digitalização de Imagens. Aquisição e Digitalização de Imagens. Aquisição e Digitalização de Imagens Fundamentos de Imagens Digitais Aquisição e Serão apresentadas as principais características de uma imagem digital: imagem do ponto de vista matemático processo de aquisição e digitalização de uma imagem

Leia mais

Capítulo II Imagem Digital

Capítulo II Imagem Digital Capítulo II Imagem Digital Proc. Sinal e Imagem Mestrado em Informática Médica Miguel Tavares Coimbra Resumo 1. Formação de uma imagem 2. Representação digital de uma imagem 3. Cor 4. Histogramas 5. Ruído

Leia mais

Fotografia Digital no Brasil

Fotografia Digital no Brasil 1 Fotografia Digital no Brasil Hoje temos uma grande variedade de câmaras digitais, mas como elas captam a imagem e a transformam em informação digital é o que vamos ver a seguir. Um Pouco de História

Leia mais

Fotografia Digital Obtenção da Imagem e Impressão

Fotografia Digital Obtenção da Imagem e Impressão Fotografia Digital Obtenção da Imagem e Impressão 1 Diferenças entre o CCD e o Filme: O filme como já vimos, é uma película de poliéster, coberta em um dos lados por uma gelatina de origem animal com partículas

Leia mais

Tecnologias EOS 550D. Sensor CMOS Canon

Tecnologias EOS 550D. Sensor CMOS Canon Tecnologias EOS 550D Sensor CMOS Canon Desenhada pela Canon para se conjugar com os processadores DIGIC, a tecnologia CMOS integra circuitos avançados de redução de ruído em cada pixel proporcionando imagens

Leia mais

Coerência temporal: Uma característica importante

Coerência temporal: Uma característica importante Coerência temporal: Uma característica importante A coerência temporal de uma fonte de luz é determinada pela sua largura de banda espectral e descreve a forma como os trens de ondas emitidas interfererem

Leia mais

A cor e o computador. Teoria e Tecnologia da Cor. Unidade VII Pág. 1 /5

A cor e o computador. Teoria e Tecnologia da Cor. Unidade VII Pág. 1 /5 A cor e o computador Introdução A formação da imagem num Computador depende de dois factores: do Hardware, componentes físicas que processam a imagem e nos permitem vê-la, e do Software, aplicações que

Leia mais

Visão Computacional. Alessandro L. Koerich. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Visão Computacional. Alessandro L. Koerich. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Universidade Federal do Paraná (UFPR) Visão Computacional Alessandro L. Koerich Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Universidade Federal do Paraná (UFPR) Câmeras para Visão Computacional Agenda Tipos de Câmeras Câmeras Lentes

Leia mais

PROCESSAMENTO DE IMAGEM #01 TÓPICOS DESENVOLVIDOS NESTE MÓDULO

PROCESSAMENTO DE IMAGEM #01 TÓPICOS DESENVOLVIDOS NESTE MÓDULO PROCESSAMENTO DE IMAGEM #01 TÓPICOS DESENVOLVIDOS NESTE MÓDULO Que é Processamento Digital de Imagens (PDI) Quais as etapas fundamentais em um sistema de PDI Sensores CCD e CMOS Visão Humana x Visão de

Leia mais

Características do vídeo. Aquisição, síntese, edição e reprodução de vídeo. Características do vídeo analógico. Características do vídeo analógico

Características do vídeo. Aquisição, síntese, edição e reprodução de vídeo. Características do vídeo analógico. Características do vídeo analógico Características do vídeo Aquisição, síntese, edição e reprodução de vídeo Vídeo media dinâmico Vídeo corresponde a um movimento sequencial de um conjunto de imagens, chamados fotogramas ou frames. Frame

Leia mais

Scanners Manual Básico. Um guia prático e rápido para conhecer o melhor tipo de equipamento para seus trabalhos.

Scanners Manual Básico. Um guia prático e rápido para conhecer o melhor tipo de equipamento para seus trabalhos. Scanners Manual Básico Um guia prático e rápido para conhecer o melhor tipo de equipamento para seus trabalhos. Tipos de Scanners Diferentes tipos de scanners funcionam de diferentes maneiras. Conheça

Leia mais

Fotografia digital. Aspectos técnicos

Fotografia digital. Aspectos técnicos Fotografia digital Aspectos técnicos Captura CCD (Charge Coupled Device) CMOS (Complementary Metal OxideSemiconductor) Conversão de luz em cargas elétricas Equilíbrio entre abertura do diafragma e velocidade

Leia mais

Technologies Explained LEGRIA HF R series

Technologies Explained LEGRIA HF R series Technologies Explained LEGRIA HF R series Sistema de Câmara HD da Canon Para assegurar uma boa qualidade de imagem nas suas câmaras de vídeo HD, a Canon desenvolve e fabrica três componentes de imagem

Leia mais

Aula 6 Fundamentos da fotografia digital

Aula 6 Fundamentos da fotografia digital Aula 6 Fundamentos da fotografia digital Fundamentos da fotografia digital: Câmeras digitais CCD e CMOS Resolução Armazenamento Softwares para edição e manipulação de imagens digitais: Photoshop e Lightroom

Leia mais

Sumário do livro 1. APRESENTAÇÃO. 1.1. A Fotografi a é Necessária

Sumário do livro 1. APRESENTAÇÃO. 1.1. A Fotografi a é Necessária Sumário do livro 1. APRESENTAÇÃO 1.1. A Fotografi a é Necessária 1.2. Problema Léxico: Câmera ou Câmara Fotográfica? 1.3. Da Prata ao Silício 2. DICAS 2.1. 25 Questões Básicas sobre Fotografi a Digital

Leia mais

CAPITULO 9 Exemplo de Aplicação Científica da Imagem

CAPITULO 9 Exemplo de Aplicação Científica da Imagem CAPITULO 9 Exemplo de Aplicação Científica da Imagem 1. Imagem Planetária 1.1 A era argêntea Desde a invenção da fotografia no século XIX, que esta foi empregue como uma ferramenta de registo científico.

Leia mais

Realizado por: Nuno Barros nº27283 Filipe Gonçalves nº27285 Ângelo Sousa nº28158 André Martins nº28531

Realizado por: Nuno Barros nº27283 Filipe Gonçalves nº27285 Ângelo Sousa nº28158 André Martins nº28531 Realizado por: Nuno Barros nº27283 Filipe Gonçalves nº27285 Ângelo Sousa nº28158 André Martins nº28531 Também conhecido por digitalizador Scanner é um periférico de entrada Leitura de textos e imagens

Leia mais

Desenho e Apresentação de Imagens por Computador

Desenho e Apresentação de Imagens por Computador Desenho e Apresentação de Imagens por Computador Conteúdo s: Aspetos genéricos sobre o trabalho com imagens computacionais. Imagens computacionais e programas que criam ou manipulam esse tipo de imagens.

Leia mais

Sistemas e Conteúdos Multimédia. 4.1. Imagem. Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt

Sistemas e Conteúdos Multimédia. 4.1. Imagem. Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Sistemas e Conteúdos Multimédia 4.1. Imagem Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Cores O que é a cor? Distribuição espectral do sinal de excitação. Função da reflectância e da iluminação

Leia mais

WEB DESIGN ELEMENTOS GRÁFICOS

WEB DESIGN ELEMENTOS GRÁFICOS ELEMENTOS GRÁFICOS Parte 4 José Manuel Russo 2005 24 A Imagem Bitmap (Raster) As imagens digitais ou Bitmap (Raster image do inglês) são desenhadas por um conjunto de pontos quadrangulares Pixel alinhados

Leia mais

CIRCUITOS E SISTEMAS ELECTRÓNICOS

CIRCUITOS E SISTEMAS ELECTRÓNICOS INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Enunciado do 2º Trabalho de Laboratório CIRCUITOS E SISTEMAS ELECTRÓNICOS MODELAÇÃO E SIMULAÇÃO DE CIRCUITOS DE CONVERSÃO ANALÓGICO-DIGITAL E DIGITAL-ANALÓGICO

Leia mais

Comunicado de imprensa

Comunicado de imprensa Comunicado de imprensa Canon EOS 1D Mark IV uma câmara com performance rápida, potente e de alta resolução para fotógrafos profissionais Para imagens em alta resolução efectue o download em http://www.canon.pt/press_centre/

Leia mais

Thales Trigo. Formatos de arquivos digitais

Thales Trigo. Formatos de arquivos digitais Esse artigo sobre Formatos de Arquivos Digitais é parte da Tese de Doutoramento do autor apresentada para a obtenção do titulo de Doutor em Engenharia Elétrica pela Escola Politécnica da USP. Thales Trigo

Leia mais

19/11/2015. Um pouco de história antes... A FOTOGRAFIA. James Clerk Maxwell (1831 1879) Escócia (Reino Unido) físico, filósofo e matemático.

19/11/2015. Um pouco de história antes... A FOTOGRAFIA. James Clerk Maxwell (1831 1879) Escócia (Reino Unido) físico, filósofo e matemático. Prof. Reginaldo Brito Um pouco de história antes... A FOTOGRAFIA Joseph-Nicéphore Niepce * França, (1765-1833) James Clerk Maxwell (1831 1879) Escócia (Reino Unido) físico, filósofo e matemático. 1826,

Leia mais

Sistemas Multimédia. Ano lectivo 2006-2007. Aula 9 Representações de dados para gráficos e imagens

Sistemas Multimédia. Ano lectivo 2006-2007. Aula 9 Representações de dados para gráficos e imagens Sistemas Multimédia Ano lectivo 2006-2007 Aula 9 Representações de dados para gráficos e imagens Sumário Gráficos e imagens bitmap Tipos de dados para gráficos e imagens Imagens de 1-bit Imagens de gray-level

Leia mais

O nosso trabalho. Desenvolver um sistema útil e robusto para aplicação em ambiente industrial/laboratorial. Objectivo

O nosso trabalho. Desenvolver um sistema útil e robusto para aplicação em ambiente industrial/laboratorial. Objectivo O nosso trabalho Objectivo Desenvolver um sistema útil e robusto para aplicação em ambiente industrial/laboratorial Estratégia Iniciar a investigação com um problema simples e fazer uma aproximação progressiva

Leia mais

Informática Aplicada à Química. Hardware - armazenamento

Informática Aplicada à Química. Hardware - armazenamento Informática Aplicada à Química Hardware - armazenamento Armazenamento de Dados e a CPU Dois tipos de armazenamento: Armazenamento primário (memória): Armazena dados temporariamente. A CPU referencia-o

Leia mais

Figura 1: Formato matricial de uma imagem retangular. Figura 2: Ampliação dos pixels de uma imagem

Figura 1: Formato matricial de uma imagem retangular. Figura 2: Ampliação dos pixels de uma imagem Universidade Federal de Santa Maria - UFSM Departamento de Eletrônica e Computação - DELC Introdução à Informática Prof. Cesar Tadeu Pozzer Julho de 2006 Imagens Uma imagem é representada por uma matriz

Leia mais

REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DIGITAL

REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DIGITAL REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DIGITAL Representação da imagem Uma imagem é uma função de intensidade luminosa bidimensional f(x,y) que combina uma fonte de iluminação e a reflexão ou absorção de energia a partir

Leia mais

Luis Filipe Baptista MEMM 2

Luis Filipe Baptista MEMM 2 INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLO CAPÍTULO V Transdutores Optoelectrónicos 2012/2013 Índice do capítulo Introdução Transdutores ópticos Transdutores optoelectrónicos - Absolutos - Incrementais Aplicações industriais

Leia mais

CIRCUITOS E SISTEMAS ELECTRÓNICOS

CIRCUITOS E SISTEMAS ELECTRÓNICOS INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Apontamentos sobre Famílias Lógicas CIRCUITOS E SISTEMAS ELECTRÓNICOS APONTAMENTOS SOBRE FAMÍLIAS LÓGICAS Índice Introdução... 1 Tempos de atraso

Leia mais

São Paulo, SP Brasil Todos os direitos reservados!

São Paulo, SP Brasil Todos os direitos reservados! Sua Câmera fotográfica Digital Mód03Bas_Cs00B01 www.fotomboe.com São Paulo, SP Brasil Todos os direitos reservados! 2014 Vivaldo Armelin Júnior www.fotomboe.com Lembretes A Proposta do curso Chegamos ao

Leia mais

Representação de Imagens

Representação de Imagens Representação de Imagens Primitivas Gráficas As primitivas gráficas são os elementos básicos que formam um desenho. Exemplos: Ponto, segmento, polilinha, polígono, arco de elipse, etc. Primitivas já definidas

Leia mais

Imagem digital - 1. A natureza da imagem fotográfica. A natureza da imagem fotográfica

Imagem digital - 1. A natureza da imagem fotográfica. A natureza da imagem fotográfica A natureza da imagem fotográfica PRODUÇÃO GRÁFICA 2 Imagem digital - 1 Antes do desenvolvimento das câmeras digitais, tínhamos a fotografia convencional, registrada em papel ou filme, através de um processo

Leia mais

Introdução à Multimédia conceitos

Introdução à Multimédia conceitos 1. Introdução à Multimédia conceitos Popularidade mercado potencial aparece nos anos 90 Avanços Tecnológicos que motivaram o aparecimento/ desenvolvimento da MULTIMÉDIA Indústrias envolvidas - Sistemas

Leia mais

Conceitos Básicos de Fotografia Digital. Marcus Ramos marcus@marcusramos.com.br www.marcusramos.com.br

Conceitos Básicos de Fotografia Digital. Marcus Ramos marcus@marcusramos.com.br www.marcusramos.com.br Conceitos Básicos de Fotografia Digital Marcus Ramos marcus@marcusramos.com.br www.marcusramos.com.br Compreender as características, as possibilidades e as limitações da fotografia digital e seus instrumentos;

Leia mais

Sensores de câmeras digitais: uma visão geral

Sensores de câmeras digitais: uma visão geral Sensores de câmeras digitais: uma visão geral Mário Jorge Tavares 1 Introdução Muita coisa mudou, para melhor, desde que os filmes negativos e os diapositivos (também conhecidos como slides ou cromos)

Leia mais

DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA - 1

DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA - 1 DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA - 1 Mauricio Baggio ÍRIS / DIAFRAGMA Dispositivo que permite o controle da quantidade de luz que atinge o filme ou o sensor no interior da câmera. Este controle é realizado definindo-se

Leia mais

Remoção da Vinhetagem de Imagens Astronômicas no Adobe Photoshop

Remoção da Vinhetagem de Imagens Astronômicas no Adobe Photoshop Remoção da Vinhetagem de Imagens Astronômicas no Adobe Photoshop Marco Antonio De Bellis - REA/R.Janeiro INTRODUÇÃO. Denomina-se vinhetagem a não uniformidade de iluminação em uma fotografia qualquer,

Leia mais

Imagem digital. Unidade 3

Imagem digital. Unidade 3 Imagem digital Unidade 3 Objectivos Reconhecer o potencial comunicativo/ expressivo das imagens; Reconhecer as potencialidades narrativas de uma imagem; A criação de sentido nas associações de imagens

Leia mais

+O O ESTADO DA ARTE NA RADIOLOGIA NO SÉC. XXI

+O O ESTADO DA ARTE NA RADIOLOGIA NO SÉC. XXI + V JORNADAS DE RADIOLOGIA +O O ESTADO DA ARTE NA RADIOLOGIA NO SÉC. XXI 21-10-2011 Joana Santos + Introdução A evolução tecnológica na Radiologia tem sido exponencial; Faz parte do Perfil Profissional

Leia mais

SCANNER. Introdução. Aplicações para o scanner. Ilustrações. Texto

SCANNER. Introdução. Aplicações para o scanner. Ilustrações. Texto SCANNER Introdução O scanner traduz as informações que vê na página para um formato que o computador pode usar. O scanner é como uma fotocopiadora, exceto que cria um arquivo de computador em vez de uma

Leia mais

Fundamentos de Processamento de Imagens SCC0251/5830 Processamento de Imagens

Fundamentos de Processamento de Imagens SCC0251/5830 Processamento de Imagens Fundamentos de Processamento de Imagens SCC0251/5830 Processamento de Imagens Prof. Moacir Ponti Jr. www.icmc.usp.br/~moacir Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação USP 2012/1 Moacir Ponti Jr.

Leia mais

Fotografia digital. Origens da foto digital

Fotografia digital. Origens da foto digital Fotografia digital Este manual, terá como tema uma introdução à fotografia digital, permitindo que os internautas tenham noções básicas de uso da câmera digital, seu funcionamento e recursos, de como transferir

Leia mais

Utilização do Sistema Multimédia. 2. Formatos de ficheiros 2.1. Compressão 2.2. Formatos mais comuns 2.3 Captura de imagens. 2. Formatos de ficheiros

Utilização do Sistema Multimédia. 2. Formatos de ficheiros 2.1. Compressão 2.2. Formatos mais comuns 2.3 Captura de imagens. 2. Formatos de ficheiros Utilização do Sistema Multimédia 2.1. Compressão 2.2. Formatos mais comuns 2.3 Captura de imagens 2.1. Compressão Formatos com e sem compressão Técnicas de compressão (reduzem tamanho) de 2 tipos: Compressão

Leia mais

Informática Aplicada a Radiologia

Informática Aplicada a Radiologia Informática Aplicada a Radiologia Apostila: Imagem Digital parte I Prof. Rubens Freire Rosa Imagem na forma digital A representação de Imagens na forma digital nos permite capturar, armazenar e processar

Leia mais

Monitores. Introdução

Monitores. Introdução Monitores Introdução Até os dias de hoje, o principal método para exibição de vídeos em computadores é o tradicional monitor CRT (Catodic Ray Tube - Tubo de Raios Catódicos). Comparando de uma forma grosseira,

Leia mais

Geoprocessamento e Cartografia Prof. MSc. Alexander Sergio Evaso

Geoprocessamento e Cartografia Prof. MSc. Alexander Sergio Evaso Geoprocessamento e Cartografia Prof. MSc. Alexander Sergio Evaso Aula 02 Componentes de um GIS (SIE, ou SIG) Ideias dependem de pessoas. Pessoas trazem o conhecimento para uma equipe, que engendra ideias.

Leia mais

Eclipse solar observado em Lovania através de uma câmara escura, 1544

Eclipse solar observado em Lovania através de uma câmara escura, 1544 Eclipse solar observado em Lovania através de uma câmara escura, 1544 2 A luz entrava na câmara através de uma pequena abertura (pinhole ou buraco de agulha) projectando a imagem na parede oposta. 3 No

Leia mais

Introdução à Organização e Arquitetura de Computadores. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Introdução à Organização e Arquitetura de Computadores. Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Introdução à Organização e Arquitetura de Computadores Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Evolução dos Computadores; Considerações da Arquitetura de von Neumann; Execução de uma instrução

Leia mais

Conversores D/A e A/D

Conversores D/A e A/D Conversores D/A e A/D Introdução Um sinal analógico varia continuamente no tempo. Som Temperatura Pressão Um sinal digital varia discretamente no tempo. Processamento de sinais digitais Tecnologia amplamente

Leia mais

AS ORIGENS DO RUÍDO NO CCD E A RELAÇÃO SINAL - RUÍDO

AS ORIGENS DO RUÍDO NO CCD E A RELAÇÃO SINAL - RUÍDO AS ORIGENS DO RUÍDO NO CCD E A RELAÇÃO SINAL - RUÍDO Os sensores CCD (dispositivo de carga acoplada) têm muitas vantagens em comparação com a película fotográfica, especialmente nas aplicações científicas

Leia mais

Bitmap X Vetorial OS DOIS PRINCIPAIS TIPOS DE ARQUIVOS NA COMPUTAÇÃO GRÁFICA

Bitmap X Vetorial OS DOIS PRINCIPAIS TIPOS DE ARQUIVOS NA COMPUTAÇÃO GRÁFICA OS DOIS PRINCIPAIS TIPOS DE ARQUIVOS NA COMPUTAÇÃO GRÁFICA Editores vetoriais são frequentemente contrastadas com editores de bitmap, e as suas capacidades se complementam. Eles são melhores para leiaute

Leia mais

Trabalho 2 Fundamentos de computação Gráfica

Trabalho 2 Fundamentos de computação Gráfica Trabalho 2 Fundamentos de computação Gráfica Processamento de Imagens Aluno: Renato Deris Prado Tópicos: 1- Programa em QT e C++ 2- Efeitos de processamento de imagens 1- Programa em QT e C++ Para o trabalho

Leia mais

CÓD. 3819 Webcam Magnética MANUAL DO USUÁRIO

CÓD. 3819 Webcam Magnética MANUAL DO USUÁRIO CÓD. 3819 Webcam Magnética MANUAL DO USUÁRIO INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA Leia as instruções de segurança cuidadosamente e guarde esse manual para consultas futuras. DECLARAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS Nenhuma

Leia mais

Fotografia: conceitos e técnicas

Fotografia: conceitos e técnicas ca leo Carlos Leonardo S Mendes wwwcaleocombr caleo Carlos Leonardo dos S Mendes Fotografia: conceitos e técnicas Exposição Setembro de 2008 Versão 10 Nota: os textos ou fotos contidos neste material não

Leia mais

CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO INFORMÁTICA BÁSICA AULA 03. Docente: Éberton da Silva Marinho e-mail: ebertonsm@gmail.com 25/06/2014

CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO INFORMÁTICA BÁSICA AULA 03. Docente: Éberton da Silva Marinho e-mail: ebertonsm@gmail.com 25/06/2014 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE INFORMÁTICA BÁSICA AULA 03 Docente: Éberton da Silva Marinho e-mail: ebertonsm@gmail.com 25/06/2014 Unidades de armazenamento

Leia mais

11ºano MÓDULO 1. Material a utilizar: esferográfica preta ou azul, máquina de calcular

11ºano MÓDULO 1. Material a utilizar: esferográfica preta ou azul, máquina de calcular 11ºano MÓDULO 1 Matriz da Prova de Equivalência à Frequência (Decreto-lei nº 74/2004) PROVA ESCRITA E PRÁTICA DE FÍSICA E QUÍMICA APLICADA 11º E 12º anos Vertente Imagem Código da Prova 815 1ª Fase / 2ªFase

Leia mais

Gestão, metodologia e digitalização de documentos:

Gestão, metodologia e digitalização de documentos: Gestão, metodologia e digitalização de documentos: resultados de um projeto conjunto entre o Arquivo da Cidade e a Câmara Municipal de Belo Horizonte Vilma Camelo Sebe Yuri Melo Mesquita O Arquivo Público

Leia mais

Dispositivos de Entrada e Saída

Dispositivos de Entrada e Saída Dispositivos de Entrada e Saída Prof. Márcio Bueno {cgtarde,cgnoite}@marciobueno.com Fonte: Material do Prof. Robson Pequeno de Sousa e do Prof. Robson Lins Dispositivos de Entrada Teclado, Mouse, Trackball,

Leia mais

Fotografia digital 1

Fotografia digital 1 Fotografia digital 1 Indice 1 Origens da foto digital... 4 2 Imagens Inusitadas... 6 2.1 Resgatando Álbuns de Família... 8 3 Diferenças entre tradicionais e digitais... 8 4 Conceitos e procedimentos...

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA SÉRIE DE EXERCÍCIO #A (1) CONVERSOR A/D APROXIMAÇÃO SUCESSIVA (SAR) A figura

Leia mais

Os Elementos da máquina Fotográfica

Os Elementos da máquina Fotográfica Os Elementos da máquina Fotográfica Os Elementos da máquina Fotográfica 1. Obturador de velocidade 2. Diafragma 3. Objetiva 4. Visor 5. Sapata 6. Botão disparador 7. Sensor 8. LCD Os Elementos da máquina

Leia mais

O processador é composto por: Unidade de controlo - Interpreta as instruções armazenadas; - Dá comandos a todos os elementos do sistema.

O processador é composto por: Unidade de controlo - Interpreta as instruções armazenadas; - Dá comandos a todos os elementos do sistema. O processador é composto por: Unidade de controlo - Interpreta as instruções armazenadas; - Dá comandos a todos os elementos do sistema. Unidade aritmética e lógica - Executa operações aritméticas (cálculos);

Leia mais

HOSPITAL DE CLÍNICAS DR. RADAMÉS NARDINI

HOSPITAL DE CLÍNICAS DR. RADAMÉS NARDINI HOSPITAL DE CLÍNICAS DR. RADAMÉS NARDINI PROJETO REVELAÇÃO DE IMAGEM DIAGNÓSTICA DIGITALIZADA ECIMARA DOS SANTOS SILVA Email: e.santos@hospitalnardini.org.br Telefone: (11) 4547-6906 Cel. (11) 98697-6908

Leia mais

Mídia Impressa X Mídia Eletrônica

Mídia Impressa X Mídia Eletrônica Diferenças entre Mídia Impressa e Eletrônica Resolução Web >> 72dpi Impressão >> 300dpi Padrão de cores Web >> RGB Impressão >> CMYK Tipos de Arquivos Web >> GIF / JPEG Impressão >> TIF / EPS Tamanho dos

Leia mais

IMAGENS DO CÉU PROFUNDO

IMAGENS DO CÉU PROFUNDO IMAGENS DO CÉU PROFUNDO Pedro Ré http://astrosurf.com/re Realizar fotografias objectos do céu profundo é um procedimento que requer alguma presistência e equipamente adequado. A enorme evolução sofrida

Leia mais

Relatório do trabalho sobre medição de temperatura com PT100

Relatório do trabalho sobre medição de temperatura com PT100 Relatório do trabalho sobre medição de temperatura com PT100 Alunos: António Azevedo António Silva Docente: Paulo Portugal Objectivos Este trabalho prático tem como finalidade implementar uma montagem

Leia mais

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE GED. MÁJORY MIRANDA majory.oliv@ufpe.br. VILDEANE BORBA vildeane.borba@gmail.com

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE GED. MÁJORY MIRANDA majory.oliv@ufpe.br. VILDEANE BORBA vildeane.borba@gmail.com UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO CURSO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS GED MÁJORY MIRANDA majory.oliv@ufpe.br

Leia mais

SISTEMAS DE UNIDADES DO COMPUTADOR

SISTEMAS DE UNIDADES DO COMPUTADOR SISTEMAS DE UNIDADES DO COMPUTADOR Sistemas de unidades do computador Unidade de Armazenamento e informação Unidade de Frequência Unidade de Transmissão Unidade de velocidade de transmissão Unidade de

Leia mais

A primeira câmara digital com telémetro do mundo

A primeira câmara digital com telémetro do mundo A primeira câmara digital com telémetro do mundo Você leva a fotografia a sério. E a qualidade da imagem é a nossa paixão. Digitalização, impressão e projecção o processamento de imagens digitais está

Leia mais

CALIBRAÇÃO DO SISTEMA - SCANNER MONITOR 2 CLÁUDIO MELO

CALIBRAÇÃO DO SISTEMA - SCANNER MONITOR 2 CLÁUDIO MELO GESTÃO DE CORES - OBJECTIVOS DA GESTÃO DE COR A NECESSIDADE DE UM SISTEMA DE GESTÃO DE COR (CMS) OS PERFIS DE COR A CRIAÇÃO DE PERFIS OS MODELOS DE COR 1 GESTÃO DE CORES - OBJECTIVOS DA GESTÃO DE COR A

Leia mais

2.1.2 Definição Matemática de Imagem

2.1.2 Definição Matemática de Imagem Capítulo 2 Fundamentação Teórica Este capítulo descreve os fundamentos e as etapas do processamento digital de imagens. 2.1 Fundamentos para Processamento Digital de Imagens Esta seção apresenta as propriedades

Leia mais

ferramentas da imagem digital

ferramentas da imagem digital ferramentas da imagem digital illustrator X photoshop aplicativo ilustração vetorial aplicativo imagem digital 02. 16 imagem vetorial X imagem de rastreio imagem vetorial traduz a imagem recorrendo a instrumentos

Leia mais

CÂMERAS. fotográficas

CÂMERAS. fotográficas CÂMERAS fotográficas Quanto ao suporte: Digital Analógico Como classificar e diferenciar os tipos de Câmeras? Quanto a automação: Automáticas Semi-automáticas Auto e manual Quanto ao visor: Visor direto

Leia mais

Introdução... 2. Características das placas de som... 2

Introdução... 2. Características das placas de som... 2 á Placa de som: principais características... 2 Introdução... 2 Características das placas de som... 2 Conversores ADC e DAC... 2 Resolução das placas de som... 2 Taxa de amostragem... 3 Resposta de freqüência...

Leia mais

HARDWARE COMPONENTES BÁSICOS E FUNCIONAMENTO. Wagner de Oliveira

HARDWARE COMPONENTES BÁSICOS E FUNCIONAMENTO. Wagner de Oliveira HARDWARE COMPONENTES BÁSICOS E FUNCIONAMENTO Wagner de Oliveira SUMÁRIO Hardware Definição de Computador Computador Digital Componentes Básicos CPU Processador Memória Barramento Unidades de Entrada e

Leia mais

Operações Geométricas com Imagens

Operações Geométricas com Imagens Introdução ao PID Processamento de Imagens Digitais Operações Geométricas com Imagens Glaucius Décio Duarte Instituto Federal Sul-rio-grandense : Campus Pelotas Engenharia Elétrica Atualizado em 17mar2015

Leia mais

Oficina de fotografia e tratamento de imagem. Facilitadora: Camila Silva Aula: 05

Oficina de fotografia e tratamento de imagem. Facilitadora: Camila Silva Aula: 05 Oficina de fotografia e tratamento de imagem Facilitadora: Camila Silva Aula: 05 Objetivas É uma lente óptica ou conjunto de lentes usada em conjunto com um corpo de câmera e um mecanismo para reproduzir

Leia mais

Câmera de Vídeo Útil MPEG-4 de 5,0 mega pixels reais

Câmera de Vídeo Útil MPEG-4 de 5,0 mega pixels reais Câmera de Vídeo Útil MPEG-4 de 5,0 mega pixels reais A Genius agora lança uma câmera de vídeo inovadora de desenho horizontal, a G-Shot DV5122. Este dispositivo oferece clipes de vídeo de 640 x 480 pixels

Leia mais

SEGMENTAÇÃO DE IMAGENS EM PLACAS AUTOMOTIVAS

SEGMENTAÇÃO DE IMAGENS EM PLACAS AUTOMOTIVAS SEGMENTAÇÃO DE IMAGENS EM PLACAS AUTOMOTIVAS André Zuconelli 1 ; Manassés Ribeiro 2 1. Aluno do Curso Técnico em Informática, turma 2010, Instituto Federal Catarinense, Câmpus Videira, andre_zuconelli@hotmail.com

Leia mais

RUÍDOS EM IMAGENS FILTRAGEM DE RUÍDOS. o Flutuações aleatórias ou imprecisões em dados de entrada, precisão numérica, arredondamentos etc...

RUÍDOS EM IMAGENS FILTRAGEM DE RUÍDOS. o Flutuações aleatórias ou imprecisões em dados de entrada, precisão numérica, arredondamentos etc... RUÍDOS EM IMAGENS FILTRAGEM DE RUÍDOS RUÍDOS EM IMAGENS Em Visão Computacional, ruído se refere a qualquer entidade em imagens, dados ou resultados intermediários, que não são interessantes para os propósitos

Leia mais

Profº. Emerson Siraqui

Profº. Emerson Siraqui RADIOLOGIA DIGITAL Profº. Emerson Siraqui Nome: Emerson Siraqui Formação Acadêmica: Graduação: Tecnólogo em Radiologia Médica-FASM Especialização: APRESENTAÇÃO Operacionalidade e Capacitação em aparelhos

Leia mais

Sensores e Atuadores (1)

Sensores e Atuadores (1) (1) 4º Engenharia de Controle e Automação FACIT / 2009 Prof. Maurílio J. Inácio Introdução Sensores Fornecem parâmetros sobre o comportamento do manipulador, geralmente em termos de posição e velocidade

Leia mais

Prof. Fernando V. Paulovich http://www.icmc.usp.br/~paulovic paulovic@icmc.usp.br. 3 de maio de 2011. SCC0250 - Computação Gráca

Prof. Fernando V. Paulovich http://www.icmc.usp.br/~paulovic paulovic@icmc.usp.br. 3 de maio de 2011. SCC0250 - Computação Gráca Dispositivos de Entrada e Saída SCC0250 - Computação Gráca Prof. Fernando V. Paulovich http://www.icmc.usp.br/~paulovic paulovic@icmc.usp.br Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) Universidade

Leia mais

Primeiras Informações

Primeiras Informações Primeiras Informações Para que um trabalho escolar fique com melhor qualidade é importante registrálo, não apenas para ser apresentado aos pais, mas principalmente como arquivo. Guardar o registro de trabalhos

Leia mais

SESC Petrolina 09, 10 e 11 de agosto de 2010. Marcus Ramos UNIVASF

SESC Petrolina 09, 10 e 11 de agosto de 2010. Marcus Ramos UNIVASF SESC Petrolina 09, 10 e 11 de agosto de 2010 Marcus Ramos UNIVASF Engenheiro elétrico (USP/82); Mestre em Sistemas Digitais (USP/91); Professor do curso de Engenharia de Computação da UNIVASF em Juazeiro-BA

Leia mais

FOTOGRAFIA DIGITAL Conceitos básicos e aplicações práticas Alexandre Cruz Leão 1 Paulo Baptista 2 revisado em Fevereiro/2007

FOTOGRAFIA DIGITAL Conceitos básicos e aplicações práticas Alexandre Cruz Leão 1 Paulo Baptista 2 revisado em Fevereiro/2007 FOTOGRAFIA DIGITAL Conceitos básicos e aplicações práticas Alexandre Cruz Leão 1 Paulo Baptista 2 revisado em Fevereiro/2007 1 Doutorando em Artes pela UFMG 2 Professor do Departamento de Fotografia, Teatro

Leia mais

29/08/2011. Radiologia Digital. Princípios Físicos da Imagem Digital. Unidade de Aprendizagem Radiológica. Professor Paulo Christakis

29/08/2011. Radiologia Digital. Princípios Físicos da Imagem Digital. Unidade de Aprendizagem Radiológica. Professor Paulo Christakis Radiologia Digital Unidade de Aprendizagem Radiológica Princípios Físicos da Imagem Digital Professor Paulo Christakis 1 Em sistemas digitais de imagens médicas, as mudanças não se apresentam somente no

Leia mais

Atividade: matrizes e imagens digitais

Atividade: matrizes e imagens digitais Atividade: matrizes e imagens digitais Aluno(a): Turma: Professor(a): Parte 01 MÓDULO: MATRIZES E IMAGENS BINÁRIAS 1 2 3 4 5 6 7 8 Indique, na tabela abaixo, as respostas dos 8 desafios do Jogo dos Índices

Leia mais

Moldura Digital para Fotografias

Moldura Digital para Fotografias DENVER DPF 741 Manual do Utilizador Moldura Digital para Fotografias ATENÇÃO O cabo de alimentação com adaptador/dispositivo para desligar o aparelho deve estar facilmente acessível e deve poder ser desligado

Leia mais

TEORIA DA COR E DA IMAGEM COM PHOTOSHOP

TEORIA DA COR E DA IMAGEM COM PHOTOSHOP TEORIA DA COR E DA IMAGEM COM PHOTOSHOP Docente: Bruno Duarte Fev 2010 O que é uma imagem digital? Uma imagem diz-se digital quando existe um ficheiro em computador que guarda a informação gráfica desta

Leia mais

CPU - Significado CPU. Central Processing Unit. Unidade Central de Processamento

CPU - Significado CPU. Central Processing Unit. Unidade Central de Processamento CPU - Significado CPU Central Processing Unit Unidade Central de Processamento CPU - Função Na CPU são executadas as instruções Instrução: comando que define integralmente uma operação a ser executada

Leia mais

Imagens Digitais Tratamento de Imagens

Imagens Digitais Tratamento de Imagens Imagens Digitais Imagens de Bitmap Bitmap = Mapa de Bits ou Imagens Raster São as imagens formadas por pixels em oposição às imagens vetoriais. Imagens de Bitmap Imagem de bitmap Imagem vetorial Imagens

Leia mais

Teoria da Cor TI. Elisa Maria Pivetta

Teoria da Cor TI. Elisa Maria Pivetta Teoria da Cor TI Elisa Maria Pivetta A percepção da cor é um processo complexo, resultante da recepção da luz pelo olho e da interpretação desta pelo cérebro. O que de fato determina a cor de um objeto

Leia mais