SOLUÇÕES DE. Formação À SUA MEDIDA ÁREA DE: FINANÇAS CONTABILIDADE AUDITORIA FISCALIDADE MAIS INFORMAÇÃO

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1 SOLUÇÕES DE Formação À SUA MEDIDA ÁREA DE: FINANÇAS CONTABILIDADE AUDITORIA FISCALIDADE MAIS INFORMAÇÃO

2 Índice de Cursos PÁG. ABC/M: Activity Based Costing and Management 2 Advanced Budgeting 3 Advanced Financial Modelling com Excel 4 PÁG. Excel Avançado para Planeamento e Gestão Orçamental 38 Excel para Análise Financeira e Controlo de Gestão 39 Excel para Contabilistas 40 iir PORTUGAL S.L Análise de Margens e Processos de Diminuição de Custos 5 Análise de Projectos de Investimento 6 Auditoria Baseada em Riscos 7 Auditoria de Tesouraria 8 Mini MBA Auditoria Interna 9 Auditoria Pública do Sector Empresarial do Estado e das Parcerias Público-Privadas 10 KRIs & KPIs para Auditoria Interna 11 Reporting de Auditoria Interna 12 Gestão Eficaz dos Activos Financeiros e dos Passivos da Empresa 13 Reporting 14 Balanced Scorecard Fundamentals 15 Balanced Scorecard Specialist 16 Business Plan através do Excel 17 Planificação Estratégica 18 Business Plan de um Processo de Outsourcing 19 Cálculo Financeiro através do Excel 20 Cash Liquidity 21 Check-List Anti-Fraude 22 Fusões & Adquisições 23 Company Analysis Valuation and Forecasting 24 Comunicação Financeira 25 Consolidação de Contas 26 Contabilidade Analítica 27 Contabilidade de Produtos Derivados 28 Corporate Compliance 29 Estratégias e Modelos de Negócio para Financial Managers. Corporate Finance 30 Corporate Performance Reporting 31 Credit Analysis and Financial Modelling 32 Custo de Capital 33 Dividendos, Juros, Royalties e Management Fees 34 Due DiIigence 35 Estabelecimento Estável 36 Excel Avançado para Financeiros 37 Excel para Corporate Finance 41 Fast Close 42 Financial Modelling 43 Financial Analysis Forecasting 44 Forensic Accounting 45 Forensic Auditing 46 Fundamentos de Contabilidade 47 Fundos de Investimento Imobiliário 48 Preços de Transferência 49 Gestão, Controlo e Redução de Custos 50 IAS/IFRS 51 Advanced IAS 52 International Financial Reporting Standards IFRS 53 Integração Excel-PowerPoint 54 International Cash Management 55 Interpretação de Rácios Financeiros 56 KRI s e KPI s Controlo de Gestão 57 Leasing-Renting-ALD 58 Criação de Macros Personalizadas em Excel 59 Manual de Preços de Transferência 60 Mapas Financeiros 61 Controlo de Gestão 62 Controlo de Gestão Mini MBA 63 Corporate Risk Management Mini MBA 64 Cost Management 65 Gestão de Tesouraria 66 Planificação Estratégica Integral 67 Project Finance Modelling 68 Purchase to Pay 69 Quality Financial Reporting 70 Reclamação Jurídica de Incobráveis para Financeiros 71 Reestruturação Financeira 72 Rolling Forecast 73 Fiscalidade Angolana 74 Tax Risk Management 75

3 ABC/M: Activity Based Costing and Management O ABC/M VERSUS SISTEMAS TRADICIONAIS DE GESTÃO DE CUSTOS Como tem sido a evolução dos sistemas de custos Desenvolvimento histórico, Terminologias e Conceitos Em que consiste o sistema ABC/M? Método ABC Identificar e atribuir custos às actividades Identificação e selecção dos direccionadores de custos Levantamento da qualidade e quantidade de ocorrências dos direccionadores de actividades > A segunda geração do ABC e custeio variável > Gestão estratégica de custos COMO CONSTRUIR UM MODELO PRÁTICO PARA IMPLEMENTAR ABC Quais devem ser as principais etapas do proceso de implementação Produções, classificação de custos Elementos modeladores do custo contabilístico dos produtos Separação entre custos e despesas Departamentalização Repartições Primária, Secundária e Final Critérios de imputação dos custos indirectos comuns Distribuição dos custos dos departamentos produtivos aos produtos A influência dos custos fixos e variáveis A consistência nos critérios de distribuição Custeio por absorção Custeio directo/variável Custo padrão Quais são os requisitos prévios para conseguir a implementação do ABC Princípios fundamentais da gestão estratégica Mensuração do desempenho Gestão dos investimentos Resumo das vantagens da metodologia ABC Quando é recomendável iniciar um projecto de implementação do ABC Qual é a estrutura e organização ideal para a implementação do ABC Que recursos económicos e humanos são necessários para implementá-lo Como obter o apoio em todos os níveis da empresa para que o projecto tenha êxito Como tornar atractivo os modelos de custos ABC para as necessidades da direcção e os aspectos chave para a empresa Que áreas devem estar envolvidas no processo de implementação Como elaborar planos de comunicação e de formação para introduzir o sistema ABC Como empregar os sistemas informáticos para facilitar o processo de implementação do ABC Quais são as chaves da manutenção do modelo: como evitar que se perca o esforço de implementação Quais são os principais obstáculos para a manutenção do modelo Que mudanças organizativas hão-de introduzir-se para assegurar a manutenção do modelo Como elaborar e desenvolver um processo de actualização APLICAÇÕES DO MODELO ABC NAS DECISÕES EMPRESARIAIS Aplicações possíveis do modelo ABC Fixação de preços dos produtos/serviços Gestão/optimização da capacidade disponível Optimização da rendibilidade da carteira de clientes/serviços Utilização da informação do modelo para a avaliação de investimentos A PASSAGEM DO ABC PARA ABM A integração do ABC no ciclo de gestão das empresas: o Activity Based Management A integração do ABC no ciclo de planeamento e controlo da empresa ABC enquanto motor dos sistemas de suporte à decisão Sinergias do ABC com outras metodologias de gestão ABC E OS IMPACTOS NOS SISTEMAS TRADICIONAIS DE INFORMAÇÃO PARA GESTÃO Quais são as novas tendências no controlo de gestão como função de seguimento e controlo do plano estratégico Como está a evoluir a figura do Controller na empresa Qual o papel do Controller em função dos diferentes organigramas empresariais Como melhorar a fiabilidade da informação financeira no âmbito da Lei Sarbanes Oxley e que responsabilidades deve assumir o Controller Como focalizar o orçamento para a criação de valor: integração de indicadores chave de gestão Quais são os objectivos a alcançar com a implementação do Value Based Budget Como estabelecer indicadores de gestão e elaborar quadros de chefia sobre o cumprimento do orçamento Como gerir e controlar a implementação de um Rolling Forecasting como sistema integrado de planificação e geração de orçamentos Como aplicar os diferentes métodos de medida de criação de valor Métodos de desconto do Cash Flow DFC (Discounted Cash-Flow) / UCF EVA (Economic-Value Added) / MVA CVA (Cash Value Added) / TSR (Total Shareholder Return) CFROI (Cash- Flow Return on Investments) A problemática do ciclo de desenvolvimento da estratégia empresarial Os desafios permanentes da gestão estratégica A evolução dos instrumentos de acompanhamento e avaliação da performance A relevância e os contributos do Balanced Scorecard (BSC) Operacionalização do sistema de BSC Painel de indicadores [ 2 ] m

4 Advanced Budgeting Como Melhorar o Controlo Financeiro e Optimizar os Custos PRINCÍPIOS GERAIS DE PLANEAMENTO A visão de planeamento Budgeting Utilidade do planeamento > Estimar proveitos, custos e resultados > Gerir recursos > Análise de desvios > Delegar/responsabilizar: Centros de Custo, Centros de Proveitos, Centros de Investimento e Unidades de Negócio Técnicas de planeamento Planeamento com base no histórico Top down/bottom up Zero Based Budgeting (ZBB) Activity Based Budgeting (ABB) Rolling Plan Performance Budgeting Planeamento por Projecto Value Based Budgeting Previsões / Forecasting Diferentes Cenários de Planeamento Activity Based Budgeting - ABB Metodologia de aplicação Gestão de custos Introdução de melhorias evidentes na política de controlo e optimização de custos. A coexistência das tradicionais práticas de controlo orçamental com a evolução da gestão Sistemas de informação e reporting de suporte ao planeamento Principais aspectos a considerar na selecção do software de suporte ao planeamento da actividade CASO PRÁTICO ALINHAMENTO DA ESTRATÉGIA CORPORATIVA E O BUDGET Muitas empresas falham na implementação das suas estratégias e uma das principais causas é a falta de alinhamento entre a estratégia e o Budget. Em muitos casos, a elaboração isolada do Budget pelo departamento financeiro, sem o envolvimento do pensamento estratégico e da administração, origina falhas na implementação da estratégia das empresas A importância do alinhamento e razões para as falhas na implementação Definições de estratégia Formas e falhas na implementação da estratégia Os agentes de estratégia Importância do alinhamento entre estratégia e Budget Planeamento estratégico, operacional e o proceso de Budgeting Planeamento estratégico Planeamento operacional Qual a ligação entre o planeamento estratégico e operacional com o Budget de forma integrada Etapas no processo de definição e revisão estratégica CASO PRÁTICO CAPITAL BUDGETING O processo de orçamento do capital investido O Capital Fixo e o Capital Circulante Implicações nos orçamentos e nos investimentos da situação financeira da empresa A importância do capital investido no negócio Activo Fixo Necessidades de Fundo de Maneio Amortizações O princípio das amortizações As amortizações no processo de orçamentação Gestão por projectos Projectos de investimento Outros projectos relevantes na organização Análise de rentabilidade dos projectos Manual de procedimentos Orçamentos como suporte à estratégia de negócio Traduzir a missão, visão, valores em medidas e albos mensuráveis Como articular a estratégia do negócio como um conjunto de medidas e objectivos Como monitorizar a estratégia: revisão dos orçamentos [ 3 ]

5 Advanced Financial Modelling com Excel INTRODUÇÃO Definição de Modelo Financeiro Os seis componentes distintos em modelação financeira: >Processo > Situação > Variáveis > Relações > Dimensões > O processo de decisão Vantagens e objectivos dos modelos financeiros O IPO (Input, Processamento e Output) Exemplos de variáveis e relacionamentos Questões técnicas e Layout na construção de um modelo financeiro Exemplos e tipos de modelos Exemplos de modelos nas áreas de: Marketing, Recursos Humanos e Produção BASE DE DADOS E FOLHAS DE CÁLCULO Diferenças entre um SGBD e uma folha de cálculo Relações entre SGBD e a folha de cálculo A necessidade de usar folhas de cálculo para complementarem as necessidade de informação dos utilizadores dos Sistema de Informação de Gestão (SIG) Arquitectura de uma base de dados (SGBD relacional) Linguagem de programação para manipular dados em SGBD Arquitectura geral de uma folha de cálculo UTILIZANDO O EXCEL Formas de acesso a funcionalidade e funções do Excel Visão geral do código Objectos e colecções Plataforma para construir modelos: Worksheet e UserForm Exemplo de uso da folha como uma plataforma para uma situação de modelização VALIDAÇÃO DE DADOS Noções básicas Padrões, listas e parametrização Funções do Excel de validação e controlo de erros FUNÇÕES NO EXCEL Tipos de funções no Excel: > Built-in > User-defined > Add-ins ToolPak 9 categorias de Built-in Excel funções Como criar função definidas pelo utilizador Como ter acesso aos Add-ins Funções: definido pelo utilizador Exemplos de funções criadas pelo utilizador e revisão de alguma função Add-ins Using Edit/Go To/Special TIPOS DE CONTROLOS NO EXCEL Inserção de controlos sobre uma folha Relacionar controlos com células Controlos e UserForm GESTÃO DE TABELAS DE DADOS NO EXCEL Características de uma tabela de dados As diferentes formas de importação/acesso a dados dos SGBD Selecção da informação através de filtragem automática e avançada Operadores de filtragem Construção de critérios para a filtragem avançada As funções de bases de dados Exemplos e prática de gestão de tabelas AGREGAÇÃO DE INFORMAÇÃO ATRAVÉS DE PIVOT TABLES O que é uma Pivot Table? Utilizar diferentes origens de dados Exemplos de utilização das Pivot Tables ANÁLISE WHAT-IF Tipos de análise: > What If? > Tables > Goal Seek > Scenario Manager > Solver Data Tables: one-variable e twovariable Atingir objectivos (Goal Seek) Solver: algoritmos e exemplo Construção de Cenários no Excel [ 4 ]

6 Análise de Margens e Processos de Diminuição de Custos A ORGANIZAÇÃO E A QUESTÃO DO VALOR O desempenho de valor das organizações O risco, a rentabilidade e o perfil dos accionistas Controlling e Administração, Controlling e Auditoria, Controlling e Direcções ANÁLISE DE RENTABILIDADE E RISCO COM BASE EM MAPAS FINANCEIROS Instrumentos de Análise, os Indicadores de Gestão Alavancagem Operacional e Financeira Equilíbrio Económico e Financeiro > Análise de resultados obtidos com indicadores económico financeiros > Simulações de impactos de decisões económicas e decisões financeiras > A discussão do endividamento financeiro e das políticas de outsourcing ELABORAÇÃO, REVISÃO E CONTROLE DO ORÇAMENTO EMPRESARIAL Como construir e rever cenários económicos As variáveis chave Como definir e rever os objectivos > A rentabilidade do accionista > O desempenho da gestão administrativa, operacional e financeira O orçamento de vendas Os Custos Operacionais As Receitas diversas Operacionais Os Mapas de Exploração A previsão de Tesouraria e o Orçamento Financeiro O Orçamento Financeiro > A ligação dos objectivos económicos > As técnicas mais simples de planeamento > As previsões financeiras > As questões de Necessidades de Fundo de Maneio > A interligação entre decisões económicas e financeiras CONTABILIDADE DE GESTÃO. FINALIDADE OU MEIO? Os custos Os sistemas de custeio ABC, utopia? Necessidade de informação e sistemas de custeio Investimentos em Sistemas de Informação Margens Competitividade, mercados, sistemas de custeio Sistemas de custeio e álibis para ineficácias > Modelos de imputações de custos de estrutura > Discussão dos resultados obtidos com diferentes opções de critérios de custeio > Os modelos mais simples e a responsabilização dos gestores ANÁLISE DOS INVESTIMENTOS E A FUNÇÃO FINANCEIRA Rentabilidade, Mercado e Recuperação de Investimento Análise Financeira por excel e Análise Financeira como função nobre da gestão Investimentos, Necessidades de Fundo de Maneio Activos, um mal necessário Novas medidas de avaliação: do EVA ao CASH FLOW RETURN ON INVESTMENT. A função financeira como pedra fundamental na avaliação da oportunidade, rentabilidade e risco dos investimentos > Análise das XIRR > Os modelos all in cost e a avaliação do custo de capital das organizações > Os modelos de avaliação de desempenho e o papel crucial da previsão de tesouraria > Avaliação de activos e as IFRS COMBATE A CUSTOS. DAS INTENÇÕES À REALIDADE Custos Industriais Custos de Estrutura Custos com Pessoal Custos Administrativos, Comerciais, Industriais e Financeiros Activos Imobilizados Activos Circulantes Activos Disponibilidades [ 5 ]

7 Análise de PROJECTOS de INVESTIMENTO Planifique, Estruture e Desenvolva com sucesso os seus Projectos de Investimento A ELABORAÇÃO DE UM PROJECTO DE INVESTIMENTO: ESTUDOS PRELIMINARES E PRINCIPAIS FASES A concepção de um Projecto de Investimento A formalização de ideias concretas Diagnóstico Prévio, análise SWOT O estudo das anomalias e insuficiências nas diversas áreas funcionais que compõem a empresa ambiente interno) e oportunidades e ameaças existentes no meio externo Definição do Projecto de Investimento. Enquadramento do Projecto no Plano de Desenvolvimento Estratégico da Empresa, Identificação dos objectivos a alcançar A elaboração do Dossier do Projecto Diagnosticar fraquezas na fase de elaboração do Projecto de Investimento Desenvolver um Projecto de Investimento, estudos prévios e complementares O estudo do mercado e da sua evolução. Métodos de Previsão da Procura O estudo da localização: a localização óptima de um Projecto de Investimento Os estudos técnicos e a previsão dos custos Estudo e análise dos aspectos institucionais: regime de concorrência e sistema fiscal O enquadramento financeiro do Projecto A construção do orçamento previsional do Projecto Elementos Base para a avaliação de Projectos > O Plano de Investimento Global > O Plano de Exploração > O Plano de Financiamento A demonstração de Resultados e o Balanço previsional ANÁLISE DA VIABILIDADE ECONÓMICA E FINANCEIRA DO PROJECTO DE INVESTIMENTO A análise da Rentabilidade dos Projectos Capital Investido Os critérios de Avaliação baseados no Cash Flow > O Cash Flow dos Investimentos > O Valor Residual dos Investimentos > O Cash Flow de Exploração > As necessidades de Fundo de Maneio > O Cash Flow Líquido do Projecto A determinação da Taxa de Actualização tendo em conta o Custo do Capital O conceito de Actualização e de Valor Actual Os Regimes de Juros Compostos e o Cálculo da Capitalização A transposição do Cálculo da Capitalização para o Cálculo do Valor Actual O Custo do Capital O Custo do Capital Próprio O Custo dos Capitais Alheios e o Custo Médio Ponderado do Capital O Custo Marginal do Capital O Efeito Alavanca Duração da Vida Económica do Investimento Conceito de Valor Residual Critérios de Avaliação e de Selecção na óptica do Projecto e do Investidor A análise da Viabilidade do Investimento: os métodos mais utilizados na Avaliação de Projectos de Investimento Actualização de Cash Flow/fluxos financeiros O Valor Actual Líquido (VAL) A Taxa Interna de Rentabilidade (TIR) O Período de Recuperação do Capital Investido (Pay-back) Critérios Não Actualizados Índice de Rentabilidade do Projecto (IRP) Return of Investment (ROI) Taxa de Rentabilidade Média (TRM) Análise Financeira, Económica e Social do Projecto e a sua Articulação Metodológica A perspectiva privada e social na Avaliação de Projectos de Investimento Um esquema de Articulação Metodológica da Avaliação Financeira, Económica e Social O perfil privado do Projecto e o Fluxo Líquido de Caixa A construção do Perfil Social do Projecto O efeito da inflação e dos impostos na análise de Projectos de Investimentos A dependência dos Cash Flows em relação ao Grau de Inflação A Metodologia dos Preços Constantes e dos Preços Correntes A Inflação e a Taxa de Actualização O Efeito dos Impostos O Efeito Combinado da Inflação e dos Impostos AVALIAÇÃO, GESTÃO E PLANIFICAÇÃO DO RISCO NOS PROJECTOS DE INVESTIMENTO A análise de Risco e de Sensibilidade associados à decisão de Investimento O período de recuperação do Capital Análise de Sensibilidade Tipos de Risco Riscos Políticos em articulação com os Riscos Comerciais Riscos Financeiros Riscos do Mercado Riscos Legais, Meio Ambientais Riscos Tecnológicos Riscos de Manutenção Técnicas e Indicadores para Análise da Incerteza e Risco Taxa de Actualização ajustada pelo Risco > Método dos Equivalentes Certos > A Medida e a Valorização do Risco pelos Mercados Financeiros > Aplicação à Análise de Investimentos Métodos de Análise do Risco > Métodos Empíricos > Simulação > Estatístico Como neutralizar e diminuir o risco ao longo do Projecto de Investimento A INTERDEPENDÊNCIA ENTRE FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO As modalidades de Financiamento do Projecto O Financiamento de Curto Prazo e sua adequada aplicação no Projecto O Financiamento de Médio e Longo Prazo e sua adequada aplicação Tipos de Financiamento com Capital Próprio Tipos de Financiamento com Capital Alheio > Factory > Leasing > Capital de Risco O impacto do Financiamento Normal e do Financiamento Bonificado Decisões de Financiamento aplicadas às Decisões de Investimento As Teorias de Financiamento A influência das Decisões de Financiamento de Projectos na Estrutura Financeira da empresa O SEGUIMENTO E O CONTROLO DE UM PROJECTO DE INVESTIMENTO Que medidas aplicar para corrigir os desvios detectados Como replanificar perante mudança nas condições do Projecto Prolongamento dos prazos de Investimento Mudança nas condições políticas Alteração da data do Investimento Tipos de Desvios Como efectuar as análises periódicas Como utilizar o seguimento como feedback para futuros projectos ENQUADRAMENTO JURÍDICO- FISCAL DOS PROJECTOS Problemática do Licenciamento de novas actividades e sua influência na execução de Projectos de Investimento Enquadramento fiscal e incentivos ao Investimento Coberturas legais do risco Delimitação de responsabilidades [ 6 ]

8 Auditoria Baseada em Riscos Ferramentas, Técnicas e Metodologias Para Identificar, Mitigar e Controlar o Risco O Risco - Enquadramento no PROCESSO de AUDITORIA Conceitos e objectivos Natureza dos riscos Risco da auditoria e o controlo de riscos Identificação e avaliação dos riscos (metodologias: brainstorming, cenários, etc.) Gestão do risco: responsabilidade auditor versus responsabilidade da gestão O Risco e AUDITORIA INTERNA O novo alcance e novas atribuições da Auditoria Interna O planeamento baseado no risco As normas de Auditoria Interna e o risco A importância da identificação dos eventos O modelo ERM-Enterprise Risk Management para a Auditoria baseada no risco O RISCO DA FRAUDE em Auditoria Interna A responsabilidade da Auditoria Interna face à fraude Prevenir e detectar fraude Tipos de fraude Relatar a fraude: objectivos, destinatários e tempestividade Políticas antifraude Código de ética e de boaspráticas como mecanismo ideal As melhores práticas O REPORTING numa Auditoria baseada no Risco Relatórios tradicionais versus relatórios focalizados no risco Optimizar o processo reporting baseado no risco As normas de reporting Estrutura de reporting adequada à tomada de decisão baseada no risco As melhores práticas de reporting A GESTÃO EMPRESARIAL do Risco Enquadramento normativo Conceitos essenciais A Metodologia do COSO ERM - Enterprise Risk Management > Ambiente interno > Cenário dos objectivos > Identificação do evento > Avaliação do risco > Resposta ao risco > Actividades de controlo > Informação e comunicação > Monitorização A integração do ERM no quotidiano das organizações Os Factores Críticos de Sucesso A eficiência do ERM A importância da Auditoria Interna no ERM [ 7 ]

9 Auditoria de Tesouraria Como Proteger, Aplicar e Controlar os Riscos na sua Tesouraria QUAIS AS RAZÕES PARA AUDITAR A TESOURARIA Reveja 16 razões de importancia estratégica para Auditar a Tesouraria Corporativa Exemplos de Fraude > A importância dos processos > A importância da liquidez Como ligar erros de procesos a défice de liquidez A OPTIMIZAÇÃO DO CASH FLOW E ANÁLISE DE INVESTIMENTO: SECURITY, LIQUIDITY AND YIELD A Monitorização das alocações de Cash e as Actividades de Gestão de Tesouraria Estrutura Organizativa da Tesouraria e as suas diferentes funções A importância da Segregação de Funções Funções e processos em Tesouraria QUAIS AS FUNÇÕES DA TESOURARIA FINANCEIRA Política Financeira Categorias de Cash e políticas de Investimento Operating Cash (short-term) Reserve Cash (medium-term) Strategic Cash (long-term) Cash Flow Forecasts INDICADORES ESSENCIAIS Avaliar mudanças > Taxas - ponto base, inflação, sazonalidade O PORQUÊ DAS FUSÕES DE TESOURARIAS VANTAGENS ESTRATÉGICAS E CRIAÇÃO DE VALOR Cultura Corporativa Nacional e das pessoas Sistemas e processos National Cash Pooling Modalidades do Cash Pooling AUDITORIA DE TESOURARIA E ANÁLISE DE RISCO A importância da Análise de Risco A volatilidade Risco de Crédito e métodos de Análise VaR - Value at Risk Risco de Liquidez e Red Flags PRODUTOS DERIVADOS A Importância dos Derivados Contratos de Futuros Forward Rate Agreement (FRA) SWAPs Opções KEY CONTROLS E RED FLAGS [ 8 ]

10 Mini MBA Auditoria Interna O PAPEL DA AUDITORIA INTERNA Enquadramento Normativo para a prática profissional da Auditoria Interna Enquadramento Orgânico dos Auditores Independência dos Auditores, Recrutamento e Supervisão dos trabalhos efectuados Auditoria baseada em riscos: o risco e papel do Auditor Interno O estatuto do Auditor Interno O relacionamento da Auditoria Interna com os Órgãos de Gestão, a Comissão de Auditoria e o Auditor Externo Os resultados da Auditoria Interna COMPLIANCE RISCO E CONTROLO INTERNO A natureza do risco > Metodologia alinhada com o maior grau de risco Como e porque é que o AI necessita tomar o pulso ao risco Audição como um catalizador para o risco Tipologia de controlos para mitigação do risco (COSO e COBIT) Novas métricas de cálculo de risco e implicação na melhoria das práticas de Auditoria de processos, segregação de funções e responsabilidades associadas Como é que o AI deve conectar-se com a Auditoria Externa A necessidade de explicar o serviço de AI ao Management Expectativas do Management como ultrapassá-las (Value for Money Audit) COMO PLANIFICAR UMA AUDITORIA Preparar uma Auditoria Desenvolver termos de referência para a atribuição Determinar as fontes da informação Como assegurar o Input do Management COMO PLANIFICAR UM AUDIT ASSIGNMENT A ligação entre controlo, riscos e objectivos de controlo Objectivos da Audição Decidir quem se necessita entrevistar PROCESSO DE REALIZAÇÃO DE UMA AUDITORIA Explicitar e apresentar os objectivos de uma Auditoria ao staff da função que está a ser auditada Partilhar um exemplo de um processo preparatório de uma Auditoria e de uma apresentação Construir um desenho do sistema e processos Documentar o sistema O manual de Auditoria > Organização AI > Controlo de Framework > Plano de Auditoria > Completar o Assignment > Aviso interpessoal Report e Requisitos Requeridos > Standards profissionais e Requisitos Requeridos > Mudanças Comportamentais Valorizadas > Estrutura e tipos de relatórios COMO REPORTAR OS RESULTADOS DE UMA AUDITORIA Os desafios do reporte - Best Practices Reporting Detalhe e Ideias para linguagem e layout Análise de riscos Apresentação Como conseguir que as recomendações sejam implementadas O sumário executivo dos reports produzidos PREPARAÇÃO DA REUNIÃO DE DISCUSSÃO DO REPORT COM O MANAGEMENT O report principal best practices Palavras e frases a evitar Como expressar as opiniões decorrentes da Auditoria Como apresentar os resultados DEFINIÇÃO DE KPI s PARA A AUDITORIA NEGÓCIO E PRODUTIVIDADE Lista de distribuição Apresentação do report (incluindo o uso do e da intranet) Métodos alternativos de apresentação, e.g., apresentações em PowerPoint Alguns passos para o sucesso Folow up das recomendações das Auditorias > Uso do action plan [ 9 ]

11 AUDITORIA PÚBLICA do SECTOR EMPRESARIAL do ESTADO e das PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS ENQUADRAMENTO DA AUDITORIA PÚBLICA Missão e objectivos da Auditoria Pública Os princípios éticos do Auditor Público O Controlo externo e o Controlo interno Auditoria Financeira e a Auditoria de Gestão Auditoria Interna e a Auditoria Externa SECTOR EMPRESARIAL DO ESTADO Enquadramento jurídico Quadro legal do Sector Empresarial do Estado Estatuto do Gestor Público Princípios de Bom Governo Orientações estratégicas do Estado Transparência das relações financeiras entre o Estado e as empresas Regime de atribuição de subvenções públicas Princípios de Bom Governo das Sociedades Instruções sobre o governo societário Definição de objectivos e orientações de gestão Regras, princípios e medidas de Boa Governação Transparência e accountability (divulgação de informação em sites do SEE, sites das empresas, relatórios e contas anuais) Caracterização, missão, objectivos e políticas das empresas Grau de cumprimento dos objectivos Estatutos, regulamentos internos e externos Operações relevantes das empresas Estrutura organizacional Remunerações dos órgãos sociais Informação financeira Sustentabilidade económica, ambiental e social Análise e gestão de risco Avaliação do cumprimento dos princípios de Bom Governo Código de ética Áreas de risco nas Empresas Públicas Esforço financeiro público/apoios públicos Contratualização do serviço público Endividamento das empresas/custos financeiros Remunerações e Desempenho dos Gestores públicos Contratação directa em regime de ajuste directo Contratação em PPP Rigidez dos custos operacionais / custos de pessoal Despesas de consultoria Viabilidade económico financeira das empresas Critérios contabilísticos associados à formação do resultado operacional Encargos com pensões Casos Práticos no âmbito da Auditoria Pública ao SEE Exemplo de um ckeck list para avaliação do desempenho de uma empresa pública Fontes de informação chave no âmbito de Auditorias ao Desempenho de Empresas Públicas Contratos de Gestão Relatório de Gestão e Contas das Empresas Relatório do Revisor Oficial de Contas Relatório da avaliação do desempenho dos gestores do conselho fiscal Relatórios da Auditoria Interna Relatórios da Direcção Geral do Tesouro (SEE e Bom Governo) Sites das Empresas e da DGTF PARCERIAS PÚBLICO PRIVADAS / PROJECT FINANCE Enquadramento conceptual das PPP Os conceitos PPP/PFI e Project Finance Características de um projecto de PPP Os fundamentos da opção PPP O ciclo de gestão de uma PPP Contratação directa vs. contratação em PPP O custo público comparável e o conceito Value for Money Quadro Institucional, Jurídico e Orçamental das PPP/ Concessões em Portugal Stakeholders Institucionais Regime jurídico das PPP em Portugal Instrumentos jurídicos de regulação de uma PPP Enquadramento orçamental das PPP Modelos de PPP em Portugal Parcerias Institucionais vs. Parcerias Contratuais PPP Rodoviárias PPP Saúde (hospitais) PPP Ferroviárias A análise de riscos no âmbito de uma PPP Princípios inerentes à repartição e mitigação de riscos O Caso Base e o Equilíbrio Económico Financeiro Matriz de riscos de um contrato de PPP As cláusulas chave de um contrato de PPP Os encargos e riscos do Estado Português com as PPP Metodologias e Procedimentos de avaliação e controlo de PPP Linhas de orientação e boas práticas de auditoria pública no âmbito das concessões/ppp Guidelines da INTOSAI (Organizações Internacionais de Auditoria Pública) [ 10 ]

12 KRIs & KPIs para Auditoria Interna Selecção, Implementação, Avaliação e Risk Management DESENVOLVIMENTO E METODOLOGIA DE UTILIZAÇÃO DOS KPIs O que deve ser definido na estratégica da Apetência ao Risco > Rating Ambition > Acceptable Variations of Earnings > Growth Capacity > Profitability ROI Definition > Dividend payout ratio > Security of supply > Compliance with laws and regulations > Reputation > Know How/Development Definição de KPIs de acordo com a Definição da Estratégia e Apetência ao Risco da Empresa Parâmetros Essenciais para KPIs e KRIs de medição e de Acompanhamento > Definição e características > Especificidade > Mensurabilidade > Orientação ao negócio > Audição e Arquivo > KPIs versus KRIs > Margem Bruta / Risk > EBITDA / Risk > PMP, PMR, PME > CCC-Working Capital > ROIC-WACC > EBIT e Risk > Risco de Mercado > Risco de Credito > Risco Operacional Parâmetros Essenciais para KPIs e KRIs, analise de Risco, Medição e estratégia de acompanhamento Como preparar a área de auditoria Exemplos do que foi detectado, e das causas de risco que justificam a expectativa para a diferença do orçamentado. Exemplo: aumento do endividamento e do spread da dívida, aumento do CCC e suas possíveis causas, quem influencia, quem é o responsável, limites e competências, etc. KPIs E MÉTRICAS PARA A PLANIFICAÇÃO ANUAL DA AUDITORIA Como medir a eficiência da equipa de auditoria a partir de KPIs Apresentação dos resultados dos trabalhos à Direcção de Auditoria Interacção e avaliação das áreas avaliadas KPIs COMO FERRAMENTAS DE GESTÃO E DE DETERMINAÇÃO DE METAS Como superar as resistências apresentadas pelos KPIs Quais os benefícios que os KPIs podem trazer para a estratégia da organização Como estabelecer parcerias entre as áreas criando um ambiente favorável para a aplicação de KPIs Prática de follow up sistematizado entre as áreas para manutenção de informações Alinhamento entre as áreas, maximização, padronização e sistematização dos dados UTILIZAÇÃO DOS KPIs PARA A REDUÇÃO DO RISCO DE FRAUDE NOS PROCESSOS Acompanhamento eficaz proporcionado pela auditoria estratégica Definição de critérios para a classificação dos riscos através da utilização de KPIs O papel dos KPIs no processo preventivo contra fraudes e desvios Avaliação e gestão do risco através de indicadores COMO AVALIAR AS ÁREAS AUDITADAS ATRAVÉS DE KPIs Controle dos índices de implementação de recomendações através da utilização de KPIs Avaliação de oportunidades de melhorias para a empresa Planificação prévia da auditoria junto às áreas com base nas informações extraídas dos KPIs Planificação e controle a longo prazo de acções na organização [ 11 ]

13 REPORTING de Auditoria Interna IMPLEMENTAR AS MELHORES PRÁTICAS DE REPORTING EM AUDITORIA Enquadramento conceitos chave Mensagem que se pretende para o destinatário Como assegurar uma não sobrevalorização Incluir os pontos fortes Utilizar linguagem curta e focalizada ESTRUTURA DO RELATÓRIO Objectivos da auditoria Alcance Formas de opinião Benefícios e fraquezas Conclusões O poder do auditado Palavras e frases a evitar As melhores práticas de formato Reduzir o número de palavras O poder dos gráficos e das figuras Objectivos e riscos Recomendações e sugestões Comentários da gestão Planos de acção As melhores práticas de partilha dos relatórios APRESENTAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DO REPORTING E AVALIAÇÃO DO SUCESSO Lista de distribuição Apresentação ou divulgação dos assuntos Métodos alternativos de apresentação do reporting Etapas para o sucesso do reporting Auditoria de Follow up Uso de planos de acção Como obter da gestão a responsabilidade para tomar as acções correctivas Determinar indicadores chave de desempenho do reporting (KPIs) ESCREVER UM REPORTING SEGUNDO AS MELHORES PRÁTICAS DE FORMATAÇÃO. QUALIDADE DO REPORTING DE AUDITORIA Quem o produz Com que objectivos Como o produz A quem se destina Normas internacionais sobre a elaboração de relatórios de auditoria Planeamento ao relatório de auditoria Processo de avaliação do relatório de auditoria Apresentação de boas práticas Estrutura da informação Partes e componentes do relatório ENQUADRAMENTO DA AUDITORIA INTERNA. NORMAS/ REGULAMENTOS/BOAS PRÁTICAS IIA IPAI ACSS DOCUMENTAÇÃO DO TRABALHO DE AUDITORIA INTERNA Papéis de Trabalho Relatórios Tipos de relatórios Sumário Executivo Relatório Detalhado [ 12 ]

14 Gestão Eficaz dos Activos Financeiros e dos Passivos da Empresa O PLANEAMENTO ESTRATÉGICO Definição da Estrategia > Introdução > O Plano Estratégico A Estrategia O Processo do Plano Estratégico: etapas, participantes, fontes Exemplo de um Plano Estratégico concreto A tradução operacional do Plano Estratégico > Os planos operacionais: Marketing, Vendas, Operações (Compras, Produção, Logística) Finanças, Recursos Humanos Follow-up e Controlo do Plano Estratégico > Orçamentos, Revisões e Ajustamentos > O Controlo de Gestão > A Planificação como arma essencial de follow-up e ajustamentos OS RISCOS FINANCEIROS E A GESTÃO INTEGRAL Tipologia dos riscos Materialização dos riscos e seus impactos nos resultados das empresas A gestão dos riscos financeiros e a utilização de instrumentos derivados O risco de preço > Materias Primas, Produtos em Curso, Produtos Acabados > Mercadorias > Peças de substituição para equipamentos Valorização dos Stocks > Fifo, Lifo, Custos Standard Custos relacionados com os Stocks > Armazéns, Obsolescência, Rupturas-Robos... > Porque ter armazém? > Como reduzir os custos de stocks? Gestão dos stocks > Os players > Stock Ideal, Stock Mínimo, Stock Máximo. Porquê? > As variáveis fundamentais dos stocks > Sistemas de gestão informática GESTÃO DE CRÉDITOS Créditos > Crédito a terceiros e crédito de terceiros > Conceitos Associados A Gestão de Créditos a terceiros > Fontes de Financiamento > Salvaguardas ao Risco > Gestão do Incumprimento A Gestão de Créditos de terceiros > Gestão extrajudicial do Crédito > Gestão pré-judicial do Crédito > Gestão judicial do Crédito > Cessão de Créditos > Implicações fiscais GESTÃO DO CICLO FINANCEIRO DE EXPLORAÇÃO A importância no controlo das Necessidades de Fundo de Maneio Working capital como variável crítica das empresas Caso > Definição e quantificação do risco de preço > Hedging das posições através de derivados > A proposição da cobertura irrelevante O risco de taxa de câmbio > Exposição de risco no mercado cambial > Risco de conversão > Risco económico > Risco de transacção Gestão de risco no mercado cambial > Forwards e contratos de futuros > Contratos de futuros sobre taxas de câmbio > Opções cambiais > Alteração das políticas de financiamento O risco de taxa de juro > Definição do risco de taxa de juro > Gestão do risco de taxa de juro > Swaps de taxa de juro Outros instrumentos GESTÃO DO ENDIVIDAMENTO E O FINANCIAMENTO DA EMPRESA Capacidade de endividamento face à capacidade de geração de meios Como os bancos avaliam a capacidade de uma empresa obter divida Novos instrumentos de financiamento alternativos. Exemplos: a) Financiamento através de estruturas de Project Finance b) Aprender a aplicar estruturas de Private Equity A relação banco empresa A importância de Basileia II para as empresas [ 13 ]

15 REPORTING Últimas técnicas para dar valor acrescentado e estratégico à informação de gestão O SISTEMA DE REPORTING DE GESTÃO E A COMPETITIVIDADE DAS EMPRESAS A Arte de Guerra para os Executivos do Sec. XXI Os desafios para Portugal: os choques estratégicos e culturais Corporate Governance e a Ética nos Negócios Sarbanne-Oxley Act e as repercussões em Portugal e na Europa dos escândalos financeiros A estratégia e a competitividade A internacionalização das empresas portuguesas e as alianças estratégicas As Parcerias Público Privadas e as questões do respectivo financiamento CASOS PRÁTICOS O NOVO PAPEL DO CONTROLLER NA ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS O Reporting Estratégico A análise do negócio e respectiva segmentação O Balanced Scorecard - A estratégia em acção A análise do risco - risco país, risco de negócio e riscos operacionais Instrumentos de cobertura - hedging As Tecnologias de Informação e Comunicação e o gap de informação O Reporting Táctico e Operacional Marketing e Vendas Compras e Logística Operações da Empresa e a Cadeia de Valor - A tecnologia como um meio de criação de valor O Reporting Financeiro: Proveitos, Custos, EBITDA, Resultado Líquido e os Fluxos de Caixa O impacto das IAS/NIRFs no Reporting Financeiro O PLANO ESTRATÉGICO, O ORÇAMENTO ANUAL E OS SISTEMAS DE INCENTIVOS AO PESSOAL O que é o Plano Estratégico? Discussão da sua necessidade Visão, missão e objectivos estratégicos O orçamento como meio de implantação dos objectivos traçados no Plano Estratégico. Os falhanços mais comuns Strategic Business Units (SBUs) e o respectivo reporting As filiais e a necessidade de harmonização de conceitos Os recursos humanos e o seu alinhamento voluntário ao Plano Estratégico Plano Estratégico top down ou bottom up? GRI Global Reporting Initiative e o Desenvolvimento Sustentável A ORÇAMENTAÇÃO TRADICIONAL VS. A ORÇAMENTAÇÃO BASEADA EM ACTIVIDADES E A ANÁLISE DOS DESVIOS Orçamentação baseada em actividades a diversidade dos produtos e os erros analisados vs. a orçamentação tradicional Análise dos desvios ESTUDO DE CASO MÉTRICAS DE ANÁLISE DA RENTABILIDADE - ROI E EVA Conceito de ROI, EVA, IRR, PAY BACK e NPV Valores projectados vs. valores reais A necessidade de se obter uma métrica de análise de rendibilidade A mensuração contabilística e a análise falaciosa da rendibilidade Necessidade de reformulação do relato financiero tradicional para a obtenção de resultados nas medidas de performance O CONTROLO DE GESTÃO E O REPORTING Controlar as actividades correntes de uma Organização Planear as futuras estratégias, tácticas e operações Optimizar o uso dos recursos Mensurar e avaliar o desempenho Reduzir a subjectividade no processo de tomada de decisão Melhorar a comunicação externa e interna ESTUDO DE CASO PRÁTICO [ 14 ]

16 BALANCED SCORECARD FUNDAMENTALS Formule, Implemente e Monitorize a sua estratégia A FORMULAÇÃO DA ESTRATÉGIA, SUA IMPLEMENTAÇÃO E MONITORIZAÇÃO, BALANCED SCORECARD FUNDAMENTALS A PROBLEMÁTICA DO CICLO DE DESENVOLVIMENTO DA ESTRATÉGIA EMPRESARIAL Os desafios permanentes da gestão estratégica A evolução dos instrumentos de acompanhamento e avaliação da performance A relevância e os contributos do Balanced Scorecard O BALANCED SCORECARD COMO SISTEMA DE GESTÃO ESTRATÉGICA Em que consiste o Balanced Scorecard Representação tradicional do Balanced Scorecard O ciclo de desenvolvimento do Balanced Scorecard ESTRATÉGIA DE INTEGRAÇÃO, PLANEAMENTO E ORÇAMENTAÇÃO Articulação do Balanced Scorecard com os restantes reports da empresa Planeamento da calendarização dos reports da empresa Do Balanced Scorecard corporativo até às medidas individuais de performance OPERACIONALIZAÇÃO DO SISTEMA DE BALANCED SCORECARD Exemplo de um report de situação do Balanced Scorecard Painel de indicadores Síntese de resultados Fichas de indicadores O QUE NÃO PODE FALHAR NA CONCEPÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE BALANCED SCORECARD O QUE NÃO PODE FALHAR NO PROCESSO DE MONITORIZAÇÃO DE UM SISTEMA DE BALANCED SCORECARD [ 15 ]

17 Como garantir que a alocação de recursos está alinhada com as prioridades estratégicas BALANCED SCORECARD SPECIALIST O BALANCED SCORECARD (BSC) COMO MODELO DE GESTÃO ESTRATÉGICA A equação do negócio, as novas realidades e barreiras à gestão Principais conceitos O BSC como modelo de gestão estratégica Transpor a estratégia da empresa para o modelo BSC: > Missão, Visão. Valores, Competências Analisar e formular estratégias: > Análise SWOT. Modelo de Porter-5 forças competitivas SEGUIMENTO, AVALIAÇÃO E CONTROLO DO BSC Fazer o seguimento do BSC e valorizar o cumprimento dos objectivos estratégicos Como dirigir o mapa para a criação de valor Quais são as fases do indicador: > Definir métricas e indicadores. Recolher métricas. Calcular indicadores. Analisar resultados. Determinar acções e iniciativas Com que periodicidade efectuar o seguimento dos indicadores Como elaborar e integrar indicadores de gestão financeiros e não financeiros para a criação de valor Quais são os indicadores standard e como elaborar indicadores de acordo com os objectivos de negócio da empresa Como identificar as relações causa-efeito entre os diferentes indicadores Corrigir os desvios em relação aos objectivos previstos Como incide cada indicador nos resultados da empresa Como devem elaborar-se os relatórios de seguimento do negócio da empresa Utilizar o BSC como instrumento de informação contínua para a Direcção Geral Quais são as maiores dificuldades na hora de seguir um BSC e como superá-las EXERCÍCIOS PRÁTICOS Construção do mapa estratégico de negócio Identificação e elaboração de indicadores financeiros e não financeiros DESDOBRAMENTO E ALINHAMENTO ESTRATÉGICO Alinhar a organização com a estratégia O processo de desdobramento Estratégia de desdobramento Verificar a coerência interna dos mapas dentro dos BSC FAZER DA ESTRATÉGIA UM PROCESSO CONTÍNUO ATRAVÉS DO BSC Tornar o BSC como processo contínuo O processo de aprendizagem Identificar e definir mecanismos de gestão em torno do BSC as iniciativas Implementar feedback táctico e estratégico no BSC Promover reuniões de revisão da estratégia Criar relatórios com os temas estratégicos Modelo orçamental: Interligar o BSC através do orçamento de decisão integrando um BSC para o Controlo de Gestão: > Ligar os planos de negócios. Fixar objectivos e iniciativas estratégicos. Orçamentar investimentos estratégicos. Garantir a disponibilidade financeira para suportar as iniciativas. Planear os RH e TI ligados à estratégia. Realizar a análise financeira a partir dos seus objectivos Como obter informação estratégica para a tomada de decisão integrando um BSC O PROJECTO BSC: FALHAS E SUCESSO Equipas de trabalho, tipos de apoios (Consultoria, Elemento interno e/ou Assessoria) Por onde começar a implementação do BSC? Planeamento: Projecto Piloto, Arranque definitivo Tempo Projecto Piloto, Arranque definitivo Sessões de trabalho Ferramentas Custos de Definição do BSC e a sua Implementação Quais são os principais problemas do BSC e como resolvê-los Definição de uma proposta de implementação do Balanced Scorecard numa empresa real A LIGAÇÃO DO BSC COM O SISTEMA DE GESTÃO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO POR OBJECTIVOS Transmitir a estratégia e os objectivos globais da empresa às áreas de negócio Promover a participação de todos os implicados no desenho dos objectivos próprios e de cada área Conseguir o alinhamento estratégico da organização, do negócio e das pessoas A ligação do BSC com o sistema de gestão e avaliação de desempenho por objectivos: > Conceptualizar o modelo. Alinhar os objectivos individuais com os objectivos da empresa. Definir scorecards individuais. Ajustar o sistema de incentivos Identificar factores críticos de desempenho Identificação de objectivos e indicadores individuais ligados ao Scorecard da empresa BSC E A GESTÃO POR PROCESSOS - UMA VISÃO DE CONJUNTO ATRAVÉS DO BSC O BSC e O SISTEMA DE GESTÃO POR PROCESSOS > Mapeamento dos processos na cadeia de valor A LEITURA MATRICIAL DA INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS E SISTEMA DE CORRELAÇÕES > Dimensão estratégica. Dimensão processos. Dimensão táctica. Dimensão responsabilidade. Dimensão resultados GESTÃO INFORMÁTICA INTEGRAL DE BSC Qual o sistema de monitorização que tem para gerir Como desenhar e integrar o sistema de gestão informático Que funcionalidades se devem contemplar e dispor para desenvolver um BSC Os problemas associados à escolha da solução Que ferramentas informáticas existem Processo de selecção do fornecedor O processo de implementação da ferramenta - projecto piloto e implementação As várias etapas na automatização e integração de dados Como conseguir a automatização dos dados e agilizar o processo de tomada de decisão Utilização prática da ferramenta com visualização do mapa estratégico e dos dashboards [ 16 ]

18 Desenhe e Controle o seu Business Plan através do Excel O TRATAMENTO DAS FONTES DE FINANCIAMENTO NO EXCEL Reembolso de empréstimos bancários recorrendo às funções financeiras do Excel Método francês de amortização Cálculo do valor das componentes da prestação Cálculo da TAE e da TAEG Criação de funções e macros para situações não pré-definidas no Excel Quadro de reembolso de um empréstimo bancário Método francês de amortização com diferimento e carência Método americano de amortização Agregação de dados 1 Empréstimo bancário TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DE EMPRESAS E PROJECTOS DE INVESTIMENTO ATRAVÉS DO EXCEL Como tirar o máximo partido do Excel para elaborar as projecções financeiras Mapa de investimentos e de amortizações A Conta de Resultados Mapa do fundo de maneio necessário de exploração O Balanço Mapa de fluxos de tesouraria Como utilizar o Excel para calcular a Taxa de Actualização Os elementos do CAPM Como determinar o WACC - Weighted Average Cost of Capital Como utilizar o Excel para trabalhar com indicadores e obter a informação para a tomada de decisões financeiras Valor Actual Líquido Taxa Interna de Rendibilidade Índice de Rendibilidade Prazo de recuperação do investimento Valor Actual Líquido Ajustado EVA-Economic Value Added / MVA- Market Value Added 2 Avaliação de projectos de investimento ANÁLISE DO RISCO EM PROJECTOS DE INVESTIMENTO COM O AUXÍLIO DO EXCEL Como desenvolver a análise de sensibilidade Detecção das variáveis incertas determinantes para a realização do projecto Como desenvolver a análise do Break Even Point Cálculo do Break Even Point Representação gráfica Como desenvolver a análise de cenários Criação de cenários A interdependência de certas variáveis 3 Análise de risco COMO ENCONTRAR RESPOSTAS ATRAVÉS DO EXCEL E SUAS APLICAÇÕES EM CORPORATE FINANCE Modelos com inputs variáveis Determinar o valor de um único input variável Determinar os valores dos inputs variáveis quando temos mais que uma Modelos com restrições 4 Cálculo do nível de actividade Como criar uma tabela de dados Como definir critérios de selecção de dados Qual a ferramenta adequada ao objectivo a atingir Como mostrar as respostas 5 Análise de carteira de investimentos SIMULAÇÃO NO EXCEL: CONTROLO DO RISCO E DA INCERTEZA Probabilidade, números aleatórios e distribuições estatísticas Cálculo de indicadores estatísticos Representação gráfica e interpretação dos resultados da simulação 6 Simulação e suas aplicações em Corporate Finance ESTUDO DA RELAÇÃO ESTATÍSTICA ENTRE FENÓMENOS DE NATUREZA FINANCEIRA COM O EXCEL Análise de correlações Regressão linear simples Regressão linear múltipla 7 Relação entre resultados e vendas [ 17 ]

19 Defina e Implemente ESTRATÉGIAS de ÊXITO para a sua empresa PLANIFICAÇÃO ESTRATÉGICA QUAIS AS PRINCIPAIS DIFICULDADES NO MOMENTO DE DEFINIR A PLANIFICAÇÃO ESTRATÉGICA Que problemáticas podem encontrar as empresas quando elaboram o Plano Estratégico e como superá-las Quais os elementos que devem estar na base do seu Plano Estratégico Que ferramentas estão a ser utilizadas para melhorar a Planificação Estratégica Que problemática rodeia o desenvolvimento do Plano Estratégico > Estabelecimento de objectivos não realistas. Atrasos. Má comunicação da estratégia aos Recursos Humanos. Falta de compromisso e implicação dos Recursos Humanos na estratégia Planificação Estratégica em Ambiente de Crise CASOS PRÁTICOS Analisar os problemas práticos no desenvolvimento da planificação estratégica Prioridades/desafios as vantagens competitivas para definição da direcção do negócio COMO ESTABELECER A ESTRATÉGIA INTEGRAL DE NEGÓCIO Como desenvolver uma estratégia global que dê conteúdo à missão e visão da empresa: fase de fixação de objectivos Como estabelecer a visão e a missão da empresa Como definir o tipo de produtos e mercado ao qual nos queremos dirigir Como determinar os critérios de gestão que devemos seguir > Comerciais. De produção. Financeiros. De pessoal Como fixar os objectivos e metas a alcançar Fase de Avaliação Interna: como identificar as debilidades e forças, ameaças e oportunidades da situação actual para definir a estratégia Quais são os aspectos negativos e positivos da gestão actual e/ou interna Quais são os aspectos negativos e positivos da gestão futura e/ou externa Em que vantagens se baseia a nossa posição competitiva Que acontecimentos podem ocorrer no futuro em ambientes de elevada incerteza Como identificar a nossa vantagem competitiva sustentável COMO DESENVOLVER O PLANO ESTRATÉGICO AO LONGO DO TEMPO E VINCULAR OS OBJECTIVOS COM AS TAREFAS DIÁRIAS Como definir os planos de acção e os recursos de cada área e como vão contribuir para atingir os objectivos estratégicos da empresa Estabelecer e comunicar a estratégia Como preparar os programas: como planificar e distribuir os diferentes planos de acção no tempo Definir objectivos e proporcionar feedback Como quantificar os planos de acção mediante a elaboração do orçamento Métricas dos cenários alternativos Como fomentar o envolvimento e compromisso efectivo dos Recursos Humanos para conseguir um arranque e implementação estratégica participativa Quem está directamente implicado na elaboração do Plano Estratégico Como implicar a empresa na estratégia, a todos os níveis, para conseguir uma implementação estratégica participativa Alinhar os objectivos pessoais e dos departamentos com a estratégia CASO PRÁTICO Como traduzir a estratégia em acção desdobramento de objectivos Fase de Avaliação Externa: como analisar a situação da concorrência actual e potencial, clientes actuais e potenciais e fornecedores Qual a posição competitiva relativa e a estratégia dos principais concorrentes por unidade de negócio Que novos concorrentes podem aparecer no mercado e qual pode ser a sua estratégia e posição competitiva Qual é a capacidade de negociação dos clientes actuais e quem podem ser os clientes potenciais Qual é o poder de negociação dos nossos fornecedores Como aplicar os modelos de simulação de cenários para conhecer a incidência dos possíveis desvios Que informação é necessária para criar cenários Qual é a influência dos diferentes ambientes económicos nos resultados Qual é o impacto do ambiente nos diferentes planos de acção A DEFINIÇÃO DA ESTRATÉGIA INTEGRAL DE UM NEGÓCIO INTERNACIONAL A empresa, a missão e a cadeia de valor O projecto caracterizarão O projecto e a sua estratégia > Estudo de mercado e a tomada de decisão. Os aspectos técnicos. A Actividade de Trading e Logística supply chain; actividade comercial. O Plano de investimento. O Business Plan a análise do projecto; a matriz de inputs e a adopção de critérios objectivos. A aprovação interna do projecto. O financiamento. A conclusão e o início da actividade COMO GERIR E TORNAR OPERATIVA A IMPLEMENTAÇÃO DA ESTRATÉGIA Porque motivos fracassam as empresas no momento de implementar a sua estratégia e como superar esas dificuldades Como unir a implementação estratégica com a medição dos objectivos traçados Que problemática rodeia a implementação estratégica e quais são as novas ferramentas para melhorar a sua implementação Como articular a estratégia a longo prazo com a estratégia a curto prazo para obter os resultados previstos Como vincular os objectivos de negócio às actividades correntes Como conseguir que a estratégia operativa seja comunicada e compreendida por toda a organização Como conjugar objectivos pessoais e incentivos com os objectivos a longo prazo que define a estratégia Como impulsionar a mudança cultural e a criação das capacidades essenciais para o êxito da estratégia Como adaptar os indicadores de gestão à estratégia de cada negócio Como se seleccionam os indicadores de gestão para garantir a obtenção dos objectivos propostos CASO PRÁTICO Utilização de drivers de negócio para focalização da equipa de gestão / tableau de bord do negócio COMO AVALIAR A IMPLEMENTAÇÃO EFECTIVA DA ESTRATÉGIA Como medir a eficácia da estratégia, tanto ao nível macro da companhia como no seu arranque Como se realiza o controlo estratégico para evitar que se produzam desvios Como prevenir desvios sobre os objectivos marcados Como eliminar possíveis atrasos na implementação de acções estratégicas Quando se deve efectuar uma revisão e renovação dos objectivos marcados como parte da estratégia De que modo a implementação de um modelo de gestão estratégica integral fomenta a partilha do conhecimento estratégico e impulsiona a transformação da empresa Como contribui o BSC para criar um ambiente favorável à transmissão e intercâmbio do conhecimento CASO PRÁTICO Acompanhar os objectivos: aprendizagem/ sucesso [ 18 ]

20 Business Plan de um Processo de Outsourcing MARCO CONCEPTUAL Tipos de outsourcing Diferentes modelos de contratação: Outtasking, BPO (Business Process Outsourcing), BTO (Business Transformation Outsourcing) Metodologia para a realização de um outsourcing > Que passos seguir para analisar uma oportunidade de outsourcing > As Melhores Práticas do processo >O Business Plan Conclusões preliminares O PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO Porque pode interessar ou não exteriorizar um serviço, porque se pensa em outsourcing > Análise da oportunidade > Concentração no negócio ( Core Business ) da empresa > Que alternativas existem > Que serviços se podem exteriorizar Que necessita saber no momento de tomar a decisão > Que serviços são necessários e quais tem > Como se presta o serviço agora > Que níveis de qualidade se necessitam e como se medem > Quanto custa agora esse serviço fazendo-o em casa Que metodologia seguir para obter toda a informação que necessita > Funções e processos internos susceptíveis de ser exteriorizados > Serviços e projectos. Diferença na contratação > Evolução da oferta do mercado. Dos produtos aos serviços > Necessidade de uma orientação para a gestão de serviços MODELO DE REFERÊNCIA. A GESTÃO DOS SERVIÇOS Sujeito, objecto e objectivos para os serviços > Direcção de serviço > Definição dos serviços > Lições aprendidas Ferramentas para a gestão dos serviços > Modelo de Gestão Corporativo para os serviços, Arquitectura > Estratégias para a implementação do Modelo de Gestão Corporativo > Integração de novos elementos ao Modelo de Gestão Corporativo Políticas e convenções para a implementação e evolução de um modelo de gestão > Políticas para a gestão > Convenções para a gestão Modelo de gestão de serviços > Arquitectura > Ciclos de gestão > Áreas de gestão PROSPECÇÃO DO MERCADO Formalização do modelo de serviços a solicitar ao mercado Elaboração do RFI (Request for Information) Análise e avaliação das ofertas recebidas Revisão do modelo de serviços DEFINIÇÃO DO CENÁRIO FUTURO, TOMADA DE DECISÃO Critérios de decisão > Necessidade do negócio Consecução de objectivos de negócio Optimização de recursos Políticas corporativas sobre outsourcing Critérios de gestão Impacto interno > Estrutura da organização RH Processos Sistemas e Tecnologias da Informação Impacto externo. Imagens corporativas Valores objectivos e quantitativos Análise económica > Intercâmbio de activos > Modelo de preços (utility, pacote básico, pay per view, joint-venture, etc.) > O custo da mudança Actualização do Business Plan, conta de resultados. Decisão final Selecção do fornecedor > Elaboração do RFP final > Critérios de selecção > Avaliação das ofertas Adequação aos requerimentos do serviço Modelo financeiro: intercâmbio de activos, de recursos humanos, modelo de preços (incentivos e penalizações) Modelo de gestão proposto, sem perder o controlo Definição do SLA (Service Level Agreement). Processo de melhoria proposto NEGOCIAÇÃO Negociação com o fornecedor com melhor oferta Aspectos chave na negociação do contrato de outsourcing Problemática na definição do contrato > Nível de definição que há que conseguir. Problemas da excessiva ou escassa definição > Definição do SLA num contrato de outsourcing para incentivar o outsourcer a adaptar-se às necesidades de mudança do negócio > Necessidade de incluir incentivos para a pró-actividade do fornecedor para conseguir a eficiência do serviço subcontratado > Necessidades a incluir no contrato: a intenção do contrato, flexibilidade, objectivos de saída, mecanismos e ferramentas de gestão, gestão orçamental, etc. > Riscos que se devem gerir: perdas de controlo, perdas de flexibilidade, aumento de custo, degradação do serviço, etc. > Documentos de referência A GESTÃO DA RELAÇÃO (RBM RELATIONSHIP BASED MANAGEMENT) Fase de transição e colocação em prática > A gestão da mudança > Obtenção de recursos, negociação com o pessoal, atendimento e apoio, etc. Estrutura de gestão > O Escritório de Gestão do Programa (PMO) > Modelo de Gestão dos Serviços, o SLA e a sua evolução. Pontos de controlo > Incentivos ao fornecedor e à própria empresa para o éxito do contrato Evolução para BTO Business Transformational Outsourcing o outsourcer como suporte e catalizador para a transformação interna da empresa ATELIER PRÁTICO HANDS ON Ao longo deste Atelier os/as participantes deverão elaborar um Business Plan, com base num cenário virtual fornecido pelo Formador através da: Identificação das áreas susceptíveis de serem abrangidas por outsourcing Análise dos critérios de análise a nível funcional, técnico, organizacional e financeiro Estabelecimento de SLA s para cada uma das áreas [ 19 ]

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