Organização e Funcionamento de Biblioteca. Maria do Carmo Sá Barreto Ferreira Rejane Maria Rosa Ribeiro

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1 Organização e Funcionamento de Biblioteca Maria do Carmo Sá Barreto Ferreira Rejane Maria Rosa Ribeiro

2 Biblio Livro théke depósito Antigamente estavam em palácios e templos a serviço dos sacerdotes, reis e grandes autoridades que eram os poucos privilegiados que sabiam ler e escrever.

3 Minerais que trabalham com o suporte de argila. Vegetais que utilizam o papiro como suporte. Animais que usam o pergaminho como suporte.

4 Argila Papiro Pergaminho

5 Em torno de 280 a.c., surgiu no Egito, a maior e mais importante Biblioteca da Antigüidade, a Biblioteca de Alexandria, incorporando o acervo de muitas Bibliotecas existentes na época, chegou a ter uma coleção com aproximadamente um milhão de volumes, tornando-se o centro da Cultura e Ciência da Humanidade até 391 d.c. Seu lema era adquirir um exemplar de cada manuscrito existente na face da Terra. Ela foi fundada no início do séc III a.c. e destruída por um incêndio em 48 a. C.

6 Nos conventos, o culto dos livros e sua paciente reprodução prossegue como uma das virtudes monacais; As bibliotecas fecham-se ao exterior e destinam-se apenas à minoria que freqüenta os conventos, mosteiros e palácios; Os livros deixam de ser guardados nos armários e passam a ser acorrentados para permitir a consulta local, evitando o roubo destes. Séc. XIII: aparecimento das grandes universidades e, conseqüentemente, das bibliotecas de colégios e universidades;

7

8 Surgimento da Imprensa (primeiro livro impresso: Bíblia); Aumento na produção de livros; Necessidade de mudanças, na distribuição do espaço físico nas bibliotecas; Aumento considerável do número de unidades; Maior acesso aos livros por parte do público; Emprego dos primeiros sistemas de classificação. As bibliotecas reais, inicialmente com caráter privado, ficam primeiro acessíveis aos sábios e só a partir do séc. XVII se tornam públicas ; Surge a Cultura de Massa ; Surgimento da Internet

9 Biblioteca do Monastério Beneditino - Áustria Biblioteca Herzog August, Alemanha

10 Com o surgimento da Internet e os avanços das tecnologias da comunicação e informação, surge a expressão Biblioteca Híbrida e de acordo com Oppenhein & Smithson apud Macedo & Modesto (1999), é compreendido como uma fase intermediária na direção da biblioteca totalmente digital ; De acordo com Saunders (1992) a biblioteca Digital ou Virtual implica um novo conceito para a armazenagem da informação (forma eletrônica) e para sua disseminação independentemente de sua localização física ou do horário de funcionamento).

11 Surgimento dos termos: Biblioteca 1.0 Biblioteca 2.0 Biblioteca 3.0

12 O MUNDO NOVO Automação dos Catálogos impressos (Catálogo das Fichas); Surgimento dos Catálogos off line; Criação de Bases de Dados.

13 A ERA SOCIAL Bases de Dados e Catálogos online; Alguns serviços já são oferecidos via internet; Bibliotecas digitais; Surgimento dos e-books, revistas eletrônicas e áudio livros digitais; Criação dos Repositórios Institucionais digitais; Uso das Redes Sociais nas comunicações e serviços;

14 O QUE VEM POR AI... Permitirá aos computadores e humanos trabalharem em cooperação; Internet cada vez mais próxima da Inteligência Artificial; As Bibliotecas com acesso móbile; Uso da busca federada - Radiodifusão (RFID); Guarda da informação em nuvens; Ferramentas através dos dispositivos móveis (QR CODE);

15 Segundo a Unesco, biblioteca é uma coleção organizada de vários tipos de documentos, aliada a um conjunto de serviços destinados a facilitar a utilização desses documentos, com a finalidade de oferecer informações, propiciar a pesquisa e concorrer para a educação e o lazer; Aurélio (1986), biblioteca significa coleção pública ou privada de livros e documentos congêneres, organizada para o estudo, leitura e consulta.

16 USUÁRIO BIBLIOTECA INFORMAÇÃO

17 PÚBLICA ESCOLAR COMUNITÁRIA VIRTUAL/ DIGITAL ESPECIALIZADA UNIVERSITÁRIA INFANTIL NACIONAL

18 Conjunto de documentos, devidamente selecionado, adquirido e organizado tendo em vista a natureza de seus objetivos. Esse conjunto forma a coleção da biblioteca que se constitui na memória cultural da humanidade. Esta coleção é formada por diversos tipos de documentos. LIVROS FOLHETOS FILMES MAPAS REVISTAS JORNAIS PARTITURAS FOTOGRAFIAS

19 Os documentos podem se apresentar em vários suportes: IMPRESSO CDROM DVD ON LINE DISCO RIGIDO

20 BIBLIOGRÁFICOS NÃO BIBLIOGRÁFICOS Livros, Folhetos, Patentes, Tese, Dissertações, Relatórios, Catálogos, Revistas, Jornais. Multimeios, Livro sonoro, gravação de som, Gravuras, desenho, cartõespostais, Gravação de vídeo, mapas, partituras, Globo, maquetes, jogos, brinquedos.

21 O LIVRO É AINDA O ELEMENTO MAIS IMPORTANTE NO ACERVO DE UMA BIBLIOTECA! Publicação impressa não periódica, contendo folhas grampeadas, ou costuradas ou coladas, revestidas de capa. De acordo com a ABNT, NBR 6029 o livro tem um número de páginas superior a 49, excluindo a capa, e o folheto tem de 4 até 49 páginas, excluindo também a capa.

22 . Fonte:

23 .

24 Os periódicos (revistas, jornais, boletins informativos, científicos ou de divulgação, atas, anuários, etc.) são importantes porque contém informações mais atualizadas que as encontradas nos livros. Em cada fascículo de publicação periódica podemos encontrar: CAPA inclui o título do periódico, o número do volume e do fascículo e a data, sumário, referência aos suplementos e índice (se houver) e legenda bibliográfica (conjunto de dados essenciais destinado a identificação de um período e dos artigos nele contidos). ARTIGO devem ser assinados pelos respectivos autores e trazer de preferência, resumo precedendo o texto e bibliografia normalizada. SUPLEMENTO é a parte de um periódico com material extraordinário, de complementação e de apoio, que acompanha alguns ou todos os seus fascículos. Podem ser regulares ou ocasionais. ÍNDICE em geral, publicado anualmente e relativo a cada volume. FASCÍCULO cada volume que compõe a coleção de um periódico.

25 .

26 Administração Seção de Aquisição e Intecâmbio Seção de Processos Técnicos Seção de Referência Seção de Circulação Seção de Periódicos Seção de Multimeios Seção infanto-juvenil Seção braile

27 Seleção: é feita de acordo com a necessidade dos usuários. Aquisição: é feita através de compra, doação e permuta. Intercâmbio ou Permuta: é a troca de materiais entre Bibliotecas. Descarte: retirada do acervo de livros e periódicos que estejam danificados ou desatualizados. Desbastamento: consiste na retirada de documentos, pouco utilizados pelos usuários, de uma coleção de uso frequente para outros locais ou depósitos especialmente criados para abrigar este material de consultas eventuais. Avaliação do Acervo: deve ser feita sempre que necessária e com a colaboração de um profissional da área que esta sendo avaliada. Registro ou Tombamento: todo material que passa a fazer parte do acervo deve ser registrado. Se a biblioteca for informatizada e o seu sistema dispara o registro, isto vai ser feito na catalogação do livro, se não é informatizada deve-se utilizar um livro de capa dura ou folhas soltas para se fazer o registro do material.

28 Qualquer material que faça parte do acervo da biblioteca, deve ser registrado ou tombado, este registro representa fielmente toda a coleção e documenta o patrimônio da biblioteca. O registro tem os seguintes objetivos: Identificar cada uma das publicações existentes na biblioteca; Tombar cada uma das publicações como bem patrimonial da biblioteca; Informar de maneira rápida, o número de publicações que formam a coleção da biblioteca; Esclarecer sobre as baixas sofridas pela coleção, e a razão das mesmas.

29 A obra tem que ser carimbada com mesmo número que recebeu no livro de registro, nas seguintes páginas: Verso da folha de rosto; Páginas no interior da obra a ser definido.

30 PREFEITURA DE SÃO PEDRO BIBLIOTECA ANÍSIO DUARTE REGISTRO DE ENTRADA DATA TOMBO AUTOR TÍTULO VOL. EDITORA ANO AQUISI PREÇO OBS.

31 Os periódicos requerem, por suas características, diferentes formas de registro, conforme sejam diários, semanais, quinzenais etc. O Registro de periódicos (revistas, boletins, etc) é feito na ficha Kardex. O Registro de jornais e diários é feito em formulário separado.

32 PREFEITURA DE SÃO PEDRO BIBLIOTECA ANÍSIO DUARTE REGISTRO DE REVISTA Título: Idioma: Cidade, País: Editor: Aquisição: Data inic. Term. Periodicidade: Endereço: Localização: Observação: ANO VOL. JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ

33 PREFEITURA DE SÃO PEDRO BIBLIOTECA ANÍSIO DUARTE REGISTRO DE JORNAIS TÍTULO: CIDADE, PAÍS: OBSERVAÇÃO: ANO VOL MÊS JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ

34 Exemplo de carimbos BIBLIOTECA ANÍSIO DUARTE Nº / / REGISTRADO NA BIBLIOTECA LEIA E LEVE REGISTRADO NA BIBLIOTECA BIBLIOTECA ANÍSIO DUARTE Nº / /

35 Compete a esse setor catalogar os documentos, classificar, indexar, alimentar os catálogos, preparar os materiais para empréstimo e etiquetar os livros.

36 É o processo técnico que registra e descreve um documento visando a organização dos catálogos da biblioteca e acesso rápido a informação que se deseja. O livro apresenta pelo menos oito elementos que servem para sua descrição: Autor Título Edição Cidade Editora Ano Assunto Páginas

37 EXEMPLO DE FICHA CATALOGRÁFICA 338 Furtado, Celso. F987a Análise do modelo brasileiro.- 7.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, p.: il. (Perspectiva do Homem,92) 1. Agricultura Aspectos econômicos Brasil. 2. Agricultura Aspectos sociais Brasil. I. Título. II Série.

38 DESDOBRAMENTO DE FICHA CATALOGRÁFICA POR ASSUNTO Agricultura Aspectos econômicos - Brasil 338 Furtado, Celso. F987a Análise do modelo brasileiro.- 7.ed. - Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, p.: il. (Perspectiva do homem, 92) 1. Agricultura Aspectos econômicos Brasil. 2. Agricultura Aspectos sociais Brasil. I. Título. II Série.

39 DESDOBRAMENTO DE FICHA CATALOGRÁFICA POR ASSUNTO Agricultura Aspectos sociais - Brasil 338 Furtado, Celso. F987a Análise do modelo brasileiro.- 7.ed. - Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, p.: il. (Perspectiva do homem, 92) 1. Agricultura Aspectos econômicos Brasil. 2. Agricultura Aspectos sociais Brasil. I. Título. II Série.

40 DESDOBRAMENTO DE FICHA CATALOGRÁFICA POR TÍTULO Análise do modelo brasileiro 338 Furtado, Celso. F987a Análise do modelo brasileiro.- 7.ed. - Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, p.: il. (Perspectiva do homem, 92) 1. Agricultura Aspectos econômicos Brasil. 2. Agricultura Aspectos sociais Brasil. I. Título. II Série.

41 DESDOBRAMENTO DE FICHA CATALOGRÁFICA POR SÉRIE Perspectiva do Homem 338 Furtado, Celso. F987a Análise do modelo brasileiro.- 7.ed. - Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, p.: il. (Perspectiva do homem, 92) 1. Agricultura Aspectos econômicos Brasil. 2. Agricultura Aspectos sociais Brasil. I. Título. II Série.

42 CLASSIFICANDO O ACERVO CDD Existem formas diferentes de catalogação, mas a mais utilizada é a Classificação Decimal de Dewey - CDD - comum na maioria das bibliotecas. Ela divide o conhecimento humano em dez grandes classes e atribui um número para cada uma. Depois, define números para as subclasses, subsubclasses e assim por diante.

43 Classes gerais da CDD 000 Generalidades 100 Filosofia. Psicologia 200 Religião 300 Ciências Sociais 400 Linguagem 500 Ciências Naturais. Matemática 600 Tecnologia 700 Artes 800 Literatura 900 Geografia. História

44 CLASSIFICANDO O ACERVO CDU A Classificação Decimal Universal (CDU) é um esquema internacional de classificação de documentos. Baseia-se no conceito de que todo o conhecimento pode ser dividido em 10 classes principais, e estas podem ser infinitamente divididas numa hierarquia decimal.

45 0 Generalidades. Informação. Organização. 1 Filosofia. Psicologia. 2 Religião. Teologia. 3 Ciências Sociais. Economia. Direito. Política. Assistência Social. Educação. 4 Classe vaga. 5 Matemática e Ciências Naturais. 6 Ciências Aplicadas. Medicina. Tecnologia. 7 Arte. Belas-artes. Recreação. Diversões. Desportos. 8 Linguagem. Linguística. Literatura. 9 Geografia. Biografia. Historia.

46 NÚMERO DE CHAMADA O número de chamada (ou endereço do livro) é composto de: 1 Número que corresponde ao assunto da obra na tabela de classificação usada na biblioteca; 2 Número que corresponde ao autor da obra, antecedido da primeira letra do sobrenome do autor mais a primeira letra do título da obra; 3 Edição se não for a primeira; 4 Volume da obra se pertencer a uma coleção; 5 Número de exemplar se a biblioteca possuir mais de um; 6 Número de tombo do livro.

47 338 - Classificação/Assunto da obra (1) F987a - Classificação/ Sobrenome do autor e número do autor (2) 12 ed. - Edição (3) v.1 - Volume (4) Ex. 3 - Exemplar (5) Nº do Tombo (6) BIBLIOTECA ANÍSIO DUARTE 338 F987a Ex

48 As fichas depois de prontas são colocadas nos catálogos em ordem alfabética Fonte da imagem:

49 O Catálogo de Fichas é utilizado para registro e localização de itens do acervo (livros, teses, folhetos, separatas, etc.). É dividido em catálogo de autores, organizados por ordem alfabética de sobrenome, catálogo de títulos, e catálogo de assuntos, organizados em ordem alfabética. Fonte da imagem:

50 REGRAS DE ALFABETAÇÃO Pessoas físicas Pelo último sobrenome Pedro Paulo Guimarães Guimarães, Pedro Paulo Sonia Maria M. Bernardes Bernardes, Sonia Maria M. João Bosco de Lavor Neves Neves, João Bosco de Lavor

51 Quando houver sobrenomes iguais, prevalece a ordem alfabética do prenome Arquivam-se: Anibal Teixeira Marilda Teixeira Paulo Teixeira Vitor Teixeira Teixeira, Aníbal Teixeira, Marilda Teixeira, Paulo Teixeira, Vitor

52 Títulos acadêmicos ou honoríficos são colocados entre parênteses após o nome Padre Getulio Veiga - Veiga, Getulio (Padre) Dr. Elton Silva Xavier Xavier, Elton Silva (Dr.)

53 Sobrenome composto permanece inseparável Humberto Castelo Branco Castelo Branco, Humberto Carlos Henrique Vilas-Lobos Vilas-Lobos, Carlos Henrique Sobrenomes formados pelas palavras Santa, Santo, São - seguem a regra de sobrenomes compostos Waldemar Santa Rita Santa Rita, Waldemar Luciano Santo Cristo Santo Cristo,Lucino Carlos São Paulo São Paulo, Carlos

54 Sobrenomes que exprimem grau de parentesco são considerados parte integrante do ultimo sobrenome Antonio Almeida Filho Almeida Filho, Antonio Marcone Ribeiro Junior Ribeiro Junior, Marcone Joaquim Vieira Sobrinho Vieira Sobrinho, Joaquim Henrique Viana Neto, Viana Neto, Henrique

55 Abreviaturas Considerar como uma palavra isolada e antecede as palavras escritas por extenso, iniciadas com a mesma letra Ex: Melo, A. F. Melo, A. G. Melo, Armando Melo, B. Melo, Bruno Moreira, A. C. Moreira, Antonio Carlos

56 Pessoas Jurídicas Arquivar pela razão social e não pelo nome fantasia Fazer ficha remissiva para as formas de nome não usadas no arquivo Ex: Sapataria Modelo Ver Moura & Teles LTDA Governos Nacionais Pelo nome do órgão, seguido do nome do departamento/ Divisão etc. Ex: Secretaria da Fazenda de Pernambuco Secretaria de Finanças da cidade do Recife. Departamento de Pessoal Prefeitura de Feira de Santana Prefeitura de Feira de Santana. Secretaria de Obras

57 REGRAS DE ORDENAÇÃO Principais regras Letra por letra Seguir a seqüência das letras Ex: Almeida, Amanda Almeida, Gloria Antipas, Sergio Bastos, Luciano de Guimarães Bastos, Luciano de Lemos Bastos, Luciano Guimarães Palavra por palavra- Ignorar artigos, preposição Ex: Bastos, Luciano Guimarães Bastos, Luciano de Lemos Supermercado Dois Irmãos

58 Letra por letra Palavra por palavra Monte Alegre Monte Alegre Monte Branco Monte Branco Monteiro Monte Mor Monte Mor Monte Sinai Montenegro Monteiro Monte Sinai Montenegro

59 PREPARO TÉCNICO Etiquetagem; Bolso; Ficha de Empréstimo do Livro; Papeleta de data de devolução.

60 PREPARO TÉCNICO Na segunda capa a papeleta de lembrete da data de devolução Na terceira capa do livro - Bolso do livro BIBLIOTECA ANÍSIO DUARTE ESTA OBRA DEVE SER DEVOLVIDA NA ÚLTIMA DATA ESCRITA. BIBLIOTECA ANÍSIO DUARTE Autor: Título: Nº de Chamada: Tombo:

61 PREPARO TÉCNICO Na terceira capa do livro - as papeletas de empréstimo (uma com o lugar da assinatura e outra com a data de devolução) BIBLIOTECA ANÍSIO DUARTE Autor: Título: BIBLIOTECA ANÍSIO DUARTE Autor: Título: DATA DEVOLUÇÃO ASSINATURA DATA ASSINATURA Nº de Chamada: Tombo: Nº de Chamada: Tombo: Papeletas de empréstimo

62 SEÇÃO DE REFERÊNCIA Serviço principal da Biblioteca, serve de ligação entre os usuários e tudo o que a Biblioteca tem a oferecer. Neste setor encontramos obras usadas para consulta rápida. Identifica-se a obra de referência pelo R colocado na lombada do livro. São obras separadas das demais.tipos de obras de referência: dicionários enciclopédias glossários atlas mapas catálogos relatórios bibliográfias Índices etc

63 SEÇÃO DE CIRCULAÇÃO Serviço de empréstimo e devolução dos materiais. Para que possa utilizar deste serviço é importante que o usuário faça um cadastro na biblioteca. Materiais da circulação: livros teses monografias folhetos anais etc

64 SEÇÃO DE PERIÓDICOS Onde encontramos os materiais mais atualizados, este acervo, como as obras de referência não devem ser emprestado. É importante que a biblioteca faça um clipping de jornais. Acervo desta seção: revistas jornais diários clipping

65 SEÇÃO DE MULTIMEIOS É constituído de material não-convencional, obras não-bibliográficas. Pertencem a esta seção: cd rom fita de vídeo dvd fita cassete livros sonoros

66 INSCRIÇÃO DO USUÁRIO Todo usuário para utilizar do serviço de empréstimo domiciliar deve ser cadastrado na Biblioteca, ao tempo que deve receber as normas de funcionamento.

67 CARTÃO DO USUÁRIO BIBLIOTECA ANÍSIO DUARTE Cartão do Usuário BIBLIOTECA ANÍSIO DUARTE Cartão do Usuário FOTO FOTO Eu, abaixo assinado, inscrevo-me como usuário desta Biblioteca comprometendo-me a respeitar seu regulamento. Nome: End.: Cidade: UF Telefone: RG: CPF: Assinatura: Nome: End.: Cidade: UF Telefone: RG: CPF: Assinatura: Obs: no verso do cartão do usuário deve conter resumidas as Normas de Funcionamento da Biblioteca.

68 CARTÃO DO USUÁRIO

69 ARRUMAÇÃO DAS ESTANTES Sinalização As estantes devem estar todas sinalizadas e arrumadas sempre da esquerda para a direita e os materiais organizados de acordo com o número de classificação (ordem crescente) e pela notação do autor (ordem alfabética), essa organização facilita a localização da obra na estante.

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73 SERVIÇOS As bibliotecas oferecem vários serviços que vão desde os tradicionais e milenares como a guarda de documentos ate os inovadores como o empréstimo de guarda-chuvas. Abaixo alguns serviços oferecidos: Consulta ao acervo; Empréstimo domiciliar; Empréstimo interbibliotecário; Lista de novas aquisições; Visita orientada; Hora do conto Acesso a Internet; Acesso a Bases de dados; Levantamento bibliográfico; COMUT; Indexação de artigos de periódicos e anais de eventos; Catalogação na fonte; Normalização de trabalhos técnico-cientificos e culturais e publicações; Recorte de Jornais (Clipping);

74 PRODUTOS Através dos seus serviços as bibliotecas oferecem alguns produtos: Catálogos impressos; Folhetos informativos; Jornais com divulgação da biblioteca; Marcadores de página; Sacolas; Publicações; Outros.

75 ESTATÍSTICA É importante que a Biblioteca faça o registro dos serviços utilizados pelos usuários através dos formulários de estatística. Através deles temos uma visão geral da utilização dos serviços disponibilizados pela Biblioteca. A estatística deve ser feita diariamente e ao final de cada mês organiza-se a estatística do mês. No final do ano é recomendável que a Biblioteca elabore um Relatório Anual de todo o funcionamento e organização da Biblioteca.

76 Exemplos de formulários de estatística Formulário 1 BIBLIOTECA ANÍSIO DUARTE ESTATÍSTICA DE FREQUÊNCIA DATA: NOME ESCOLARIDADE ASSUNTO TOTAL

77 Exemplos de formulários de estatística Formulário 2 BIBLIOTECA ANÍSIO DUARTE ESTATÍSTICA DE CONSULTA MÊS: DIAS LIVRO JORNAL REVISTA CLIPPING TOTAL TOTAL

78 Exemplos de formulários de estatística Formulário 3 ESTATÍSTICA DE EMPRÉSTIMO MÊS: BIBLIOTECA ANÍSIO DUARTE DIAS MATUTINO VESPERTINO TOTAL TOTAL

79 Exemplos de formulários de estatística Formulário 4 BIBLIOTECA ANÍSIO DUARTE Saída de material para reprografia BIBLIOTECA ANÍSIO DUARTE USUÁRIO: TELEFONE: TÍTULO TOMBO Este material deve ser devolvido a Biblioteca no prazo de uma hora. DATA: Ass. do resp.:

80 ACESSIBILIDADE EM BIBLIOTECAS Acervo de livros em braile e de livros falados; Adaptação física: rampas na entrada da biblioteca e banheiro acessível para usuários de cadeira de rodas; Adaptação virtual com, Ampliadores de tela: Voyager; Leitor de tela: Dosvox e Virtual Vision; Escaner e editor de texto; Corredores com largura mínima de 1,20m; Espaço reservado para cadeira de rodas e rampas nos auditórios. Acesso por elevador ou rampa para os outros andares; Sinalização em braile.

81 MOBILIÁRIO E EQUIPAMENTOS Toda biblioteca tem seu mobiliário próprio, especifico e precisa de: ESTANTE que vão abrigar os livros. Recomenda-se de aço por causa dos cupins. Não devem passar de 1,80 de altura e com prateleiras modulares para se adaptarem ao tamanho dos livros; REFERENCIA podem ser estantes mais baixas (evitar estantes inferiores a 1,50m); SEÇÃO INFANTO-JUVENIL Também nesta seção as estantes podem ser menores, recomenda-se estantes coloridas.

82 MOBILIÁRIO E EQUIPAMENTOS PERIÓDICOS - Existem, no mercado, estantes apropriadas para periódicos, bem como caixas bibliográficas (com fundo aberto e com fundo fechado) para arquivar periódicos e folhetos; ESTANTES EXPOSITORAS - para colocar as Novas Aquisições ou alguma exposição como as de obras danificadas; ESTANTES PARA CDS E DVDS apropriadas; Existem no mercado estantes BIBLIOCANTOS suporte de aço em forma de L com 0,80 cm de altura e 0,10 cm de largura por 0,14cm de comprimento para segurar os livros.

83 MOBILIÁRIO E EQUIPAMENTOS MESAS de estudo e cadeiras; MAPOTECAS Caso a biblioteca possua mapas; MURAL para avisos, cartazes, informações, exposições; FICHÁRIO para as fichas catalográficas do acervo (catálogo), caso a biblioteca não seja informatizada; CARIMBOS com o nome da biblioteca; CARRINHOS PARA TRANSPORTAR LIVROS O ideal é que toda biblioteca possua carrinhos para transportar livros o que vai facilitar na reposição das obras nas estantes e transporte das obras da Aquisição para o Processo técnico e deste para os outros setores; ARMÁRIOS PARA GUARDA-VOLUMES Podem ser de metal com chaves ou escaninhos de madeira.

84 AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS Para automatizar os serviços de uma biblioteca é necessário seguir alguns passos: Diagnostico da situação atual da biblioteca; Identificação dos produtos (software e hardware) e fornecedores; Aquisição do sistema (levando em conta que geralmente se paga 10% do valor da licença do software em manutenção)

85 AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS Na seleção da aquisição do Software levar em consideração os seguintes fatores: Se possui modulo de Aquisição permite o gerenciamento do processo de aquisição; Processamento técnico quais as rotinas desenvolvidas pelo programa e que suportes (materiais tipo livro, disco, disquete, folhetos etc) informacionais poderão ser cadastrados; Intercambio permite a importação e exportação de dados; Pesquisa permite buscas em todos os campos e uso de operadores boleanos; Circulação permite empréstimo, devolução, reserva, renovação e uso de código de barras; Controle de periódicos permite o gerenciamento do processo de assinatura de periódicos, permite indexação (analítica) dos artigos; Relatórios permite a visualização e impressão de relatórios administrativos; Segurança o sistema permite o controle através de senhas. Se o software realiza o registro (tombamento da obra), pois se o software não cria um numero de tombo é necessário fazer o tombamento à parte.

86 SOFTWARES PARA BIBLIOTECAS PERGAMUM da Puc-Paraná Na Bahia esta na UNIFACS, FTC, UEFS, Faculdade da Cidade, UNEB, UESC e UFBa; PHL Utilizado pelo Centro de Cultura da cidade de Araci Ba. E pela Faculdade teológica Feira Biblioteca fácil utilizado pela biblioteca municipal da cidade de ARACI Ba. SAGRES Sistema da empresa Tecnotrends. Foi adotado pela UHNIANA VTLS Sistema da FGV; ALEPH Sistema da empresa AxLibris; TESAURUS Sistema da Via Apia; MICROISIS Sistema do IBICT; SYSBIBLI Sistema da Comtempory; SOPHIA ARCHES LIB CONTROL Porto Alegre; BIBLIOTECA ARGONAUTA Rio de Janeiro SIABI Natal,RN. Biblioteca Livre - (É GRATUITO) qualquer analista pode instalar, é fácil de usar

87 SEGURANÇA NO ACERVO Sistema de segurança por vídeo; Sistema eletrônico de alarme nas janelas; Portão eletrônico ou antenas ; Etiquetas magnetizadoras para magnetizar o acervo que deve passar pelo portão eletrônico; Radio Frequency Identification (RFID) - identificação por radiofreqüência.

88 SEGURANÇA NO ACERVO EMPRESAS QUE TRABALHAM COM SISTEMA DE SEGURANÇA 3 M IDSYSTEMS MULTISYSTEMS ADVANCE CHECKPOINT RFIDBRASIL

89 REFERÊNCIAS ARENILLAS, Esteban C.; OLIVEIRA, Lúcia Martins. Conceito, evolução e aspectos da biblioteca. Manaus, Apresentação em power poin. SORDI, Neide de. Gestão do conhecimento aplicada às unidades de informaçãoda Rede Bibliocontas. In: Fórum Nacional de bibliotecários e arquivistas do Tribunal de Contas, 6., 2014, Salvador. Apresentação em power point. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS ABNT. NBR 6021 Informação e documentação publicação periódica científica impressa: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS ABNT. NBR 6029 Informação e documentação livros e folhetos: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS ABNT. NBR Informação e documentação trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, MILANESI, Luís. Biblioteca. São Paulo: Ateliê, FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo dicionário da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, FONSECA, Edson Nery da. Introdução à biblioteconomia. São Paulo: Pioneira, MACEDO, Neusa Dias de; MODESTO, Fernando. Equivalências do serviço de referência convencional e novos ambientes de redes digitais em bibliotecas. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação: Nova Série, São Paulo, v. 1, n. 1, p , OSÓRIO, Maria Aparecida de Lima; ALFANO, Maria Cecília. Trabalhando na biblioteca: manual para os auxiliares das bibliotecas de instituições teológicas evangélicas. São Paulo: Instituto Mackenzie, PRADO, Heloísa Almeida. Organização e administração de bibliotecas. 2. ed. São Paulo: T. A. Queiroz, SCHMIDT, Luciana; OHIRA, Maria Lourdes Blatt. Bibliotecas virtuais e digitais: análise das comunicações em eventos científicos (1995/2000), Revista ACB, v. 7, n.1, Disponível em: <http://www.acbsc.org.br/ revista/ojs/viewarticle.php?id=75&layout=html>. Acesso em : 24 nov SILVA, Divina Aparecida da; ARAUJO, Iza Antunes. Auxiliar de biblioteca: técnicas e práticas para formação profissional. 6. ed. Brasília: Thesaurus, 2009.

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