AVALIAÇÃO DO CLIMA ORGANIZACIONAL E ESTRESSE NO TRABALHO EM UMA EMPRESA DE GRANDE PORTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AVALIAÇÃO DO CLIMA ORGANIZACIONAL E ESTRESSE NO TRABALHO EM UMA EMPRESA DE GRANDE PORTE"

Transcrição

1 93 AVALIAÇÃO DO CLIMA ORGANIZACIONAL E ESTRESSE NO TRABALHO EM UMA EMPRESA DE GRANDE PORTE Gabriel Foizer; Eduardo Mussolin; Theodoro Rodas - Acadêmicos do Curso de Administração do Centro Universitário Uniseb/FGV. Giovana Bovo Facchini - Mestre em Ciências FFCLRP-USP Resumo Clima Organizacional (CO) é a qualidade do ambiente percebida pelos colaboradores, influenciando seu comportamento. Estresse se refere (1) à soma de respostas físicas e mentais causadas por determinados estímulos externos que permitem ao indivíduo superar as exigências do meio; (2) ao desgaste físico e mental causado por esse processo. Estresse Laboral (EL) é quando esta situação ocorre no contexto de trabalho. Realizou-se uma pesquisa de campo com cinco sujeitos, aplicando-se uma entrevista semiestruturada, a Escala de Clima Organizacional (ECO) e a Escala de Estresse no Trabalho (EET). Os resultados apontaram que os sujeitos não apresentaram EL e avaliaram o CO de sua empresa como positivo. Palavras-Chave: Clima Organizacional; Estresse Laboral; Comportamento Organizacional. Abstract Organizational Climate (OC) is the quality of the environment perceived by employees, influencing their behavior. Stress refers to (1) the sum of physical and mental responses caused by certain external stimuli that allow the individual to overcome the demands of the environment, (2) the physical and mental harm caused by this process. Stress Labor (SL) is when this situation occurs in the work context. We conducted a field study with five subjects, applying a semi-structured interview, the Organizational Climate Scale (OCS) and Work Stress Scale (WSS). The results showed that the subjects has no SL and rated the OC of your company as positive. Key-Words: Organizational Climate; Stress Labor; Organizational Behavior. 1. Introdução Para Mendes (1997) o estresse possui dois elementos que aparecem juntos: a reação emocional e a reação física. Com isso, nosso corpo emite respostas fisiológicas ao estresse que vão desde alterações músculo-esqueléticas até alterações cardiovasculares e respiratórias. Entender essas alterações fisiológicas é o primeiro passo para combater o estresse, pois uma vez que detectadas algo pode ser feito para que sejam evitadas.

2 94 Com isso, Packard (1988) pode descobrir que a insatisfação no trabalho está baseada na depressaão e hostilidade que as pessoas enfrentam diariamente e por suas características pessoais. As manifestações clínicas atingem homens e mulheres praticamente com a mesma intensidade frente ao estresse. Os sintomas e efeitos físicos são similares frente o estresse, e este, se somado ao fator salarial pode levar à evasão profissional, como salienta Rossi (1989). Alguns sentimentos podem vir a prejudicar a saúde quando ocorre o descrito anteriormente. É o caso de sentimentos como a indignidade e a inutilidade. Esses sentimentos podem se condensar, ampliando-os e traduzindo-os em fadiga. Segundo Dejours (1992) não existem psicoses ou neuroses no trabalho. O que existe é uma importância no estudo da correlação entre a exploração do sofrimento e a organização do trabalho como fator desencadeante de descompensações psicóticas e/ou neuróticas. A premissa principal da Abordagem Estrutural é a concepção de clima organizacional como resultante da participação de um conjunto de características objetivas da organização que exercem influência sobre as atitudes, os valores e as percepções das pessoas que a compõem, como foi estudado por Schneider & Reichers (1983). O clima organizacional surge, então, a partir da percepção de aspectos organizacionais como tamanho, divisão hierárquica, centralidade, tipo de tecnologia e regras de controle do comportamento. Segundo a Abordagem Perceptual, o gênesis do clima está no indivíduo e não em aspectos estruturais da organização. Assim, os indivíduos assumem o papel de protagonistas no processo de construção desse clima, pois são as suas percepções, acuradas ou não, que constituem os elementos de base a partir dos quais o clima organizacional se ergue. Os autores James & Jones (1974) manifestam que, segundo essa perspectiva, os indivíduos percebem e interpretam os eventos que acontecem no âmbito organizacional de forma psicologicamente significativa para eles e não somente com base na existência, ou não, de aspectos concretos. Dessa forma, o clima pode ser entendido como o resultado de processos de percepção, carregados de significado cognitivamente construído e psicologicamente importante para o sujeito. Ainda com James & Jones (1974), mas agora na Abordagem Interativa, afirmam que o cerne do clima não é apenas o indivíduo e os seus processos internos, mas também os processos de interação, tanto entre os indivíduos que compõem a organização como entre questões objetivas e subjetivas dos membros e do cenário organizacional em que se

3 95 encontram inseridos. A relação entre aspectos estruturais da organização e processos de percepção do sujeito não atribui, por si, um significado a essas percepções. O significado é atribuído a partir do valor ou da importância que determinados aspectos organizacionais têm para o grupo de indivíduos que compõem a organização. Em outras palavras, aspectos do cenário organizacional são vistos pelos membros como significativos e nesse reconhecimento têm papel fundamental as relações de troca, por isso é possível afirmar que o significado é socialmente construído. Por fim, a cultura organizacional, assim como a cultura de uma nação, constitui um modelo de definição de padrões de comportamento, construído ao longo da sua história e capaz de influenciar o comportamento dos seus membros, por cima de novas regras de controle. Essa influência, segundo os autores, não foi levada em consideração pelas abordagens precedentes. A Abordagem Cultural, além de propor o acréscimo das variáveis culturais à abordagem interativa, focaliza na forma como os indivíduos encaram, interpretam e constroem a realidade, processo esse todo permeado pela cultura organizacional. A cultura é composta, segundo Tamayo (1998), por um conjunto de elementos, como normas, valores, crenças, regras, que pode ser entendido como padrão de comparação, à luz do qual são julgados os comportamentos e desempenhos atuais. James e Jones (1974) afirmam que a cultura é o contexto que orienta a interpretação de um sistema ordenado de significados no qual as interações sociais acontecem. Nessa abordagem estão incluídos elementos do cenário organizacional, da sua estrutura, dos processos e do impacto ambiental. As características da organização constituem a base do processo de percepção individual que, por sua vez, está influenciado pelas características pessoais de quem percebe. As percepções desse sujeito, que já receberam influência vinda de diversas fontes, ainda vão ser moldadas por processos de interação social, e é a partir das atribuições de significados compartilhados socialmente que o clima social se constrói. Para cumprir o objetivo proposto, realizou-se uma pesquisa de campo na forma de entrevistas em uma grande empresa de Monte Azul Paulista, interior de São Paulo. Para tanto, neste estudo, primeiramente retoma-se a literatura de clima organizacional, satisfação no trabalho e a abordagem das externalidades. A seguir, é evidenciada a metodologia utilizada, e são apresentados os resultados da pesquisa de campo realizada em Monte Azul Paulista, que se focam principalmente em colher os dados sociodemográficos e captar a percepção que os

4 96 trabalhadores de certa empresa possuem de seu contexto de trabalho. Por último, são apresentadas as conclusões do estudo. 2. Fundamentação Teórica 2.1 Clima Organizacional As dimensões do clima organizacional encontram-se divididas em duas, pode ser considerado como bom (positivo) ou poderá apresentar alguns fatores que a torne ruim (negativo). Nesse contexto, ressalva-se que os administradores devem estar em constante observação aos rumores que possam afetar o relacionamento entre as pessoas e o ambiente de trabalho, com o objetivo de assegurar um bom desempenho organizacional visando sempre um melhor clima (ARAUJO; GARCIA, 2009). Para tanto, Luz (2003), explica que quando no ambiente de trabalho é observado algumas atitudes favoráveis como a proatividade dos colaboradores, dedicação as atividades, segurança no que estão fazendo, o nível de motivação dessas pessoas está elevado, sentem-se importantes para aquela organização e divulgam a imagem da empresa para outras pessoas como sendo um lugar bom para se trabalhar, esse clima pode ser considerado positivo. Por outro lado, o autor enfatiza que quando no ambiente é notado à insatisfação dos funcionários por meio de alguns indicadores como, falta de interesse com o trabalho, conflitos, presença de elevados índices de faltas não justificadas (absenteísmo) e alta rotatividade de pessoal (turnover) o clima organizacional pode ser considerado ruim (negativo), por conta destes acontecimentos o colaborador é afastado da empresa. Quando há elevada motivação entre os membros, o clima motivacional se eleva e traduz-se em relações de satisfação, de animação, interesse, colaboração etc. Todavia, quando há baixa motivação entre os membros [...] o clima organizacional tende a diminuir, caracterizando-se por estados de depressão, desinteresse [...] podendo em casos extremos, chegar a estados de agressividade [...] (CHIAVENATO, 2009, p. 143). Segundo Taniguchi e Costa (2009), quando os colaboradores estão satisfeitos com o trabalho o clima organizacional pode ser considerado como alto, do contrário, o classifica como baixo e segundo os autores o clima poderá ser neutro, nem tão bom, nem tão ruim.

5 97 Ainda conforme os autores o clima de uma organização para se tornar bom ou ruim vai depender da percepção dos colaboradores em relação a algumas variáveis que cercam o ambiente de trabalho, por exemplo: A empresa está ou não buscando novas fatias de mercado? Está bem economicamente? Reconhece os esforços de seu capital intelectual? Oferece condições dignas de trabalho? Tem-se um plano de carreira bem definido? Estes são possíveis questionamentos que levará os funcionários a medir sua satisfação e motivação. Assim sendo, uma das coisas a serem feitas pelas organizações para tornarem seu clima agradável é a construção de alguns atributos essenciais como a realização pessoal e profissional de seus colaboradores, utilizando-se de métodos de reconhecimento com o objetivo de suprir suas expectativas em relação à empresa, desse modo, a mesma tornar-se competitiva no mercado em que atua, pois quando satisfeitos os indivíduos aumentarão seu desempenho e com isso, tendem a prestar um serviço de melhor qualidade (HASHIMOTO et al, 2010). Contudo, observa-se que o clima organizacional tende a ficar positivo à medida que os indivíduos achem pertinentes as práticas e diretrizes estabelecidas pela organização, a partir disso, o nível de motivação se eleva e o colaborador aumenta sua produtividade, do contrário o clima ficará negativo, uma vez que estará havendo um atrito entre indivíduo/organização. 2.2 Estresse Pode se definir estresse no trabalho como reações físicas e emocionais que ocorrem quando as exigências do trabalho não igualam as suas capacidades, ou as necessidades do trabalhador. O estresse no trabalho pode ocorrer da relação entre o indivíduo e o seu ambiente de trabalho no qual as exigências do trabalho ultrapassam as habilidades do trabalhador para enfrentá-las, podendo acarretar um desgaste excessivo do organismo, interferindo na sua produtividade. Para Chiavenato (1998) os profissionais vivem hoje sob contínua tensão, não só no ambiente de trabalho, como também na vida em geral. Pessoas que sofrem com estresse no trabalho, geralmente não são produtivas o bastante e se encontram irritadas e deprimidas. No ambiente de trabalho os agentes estressores são os mais variados. Para Spector (2002): Os modelos de processos de stress no trabalho presumem que os fatores estressantes levam ao desgaste. No entanto, sabe-se que o processo não é automático, e que as percepções e a avaliação dos funcionários sobre esse fator são parte essencial do processo. (p. 292)

6 98 A falta de clareza nas regras, normas e tarefas que o trabalhador deve desempenhar assim como os ambientes insalubres, a falta de ferramentas adequadas, podem ser fatores determinantes de estresse. Os agentes estressores ocupacionais variam de acordo com as atividades, podendo ser de natureza física, química, biológica, psicológica e social. No trabalho, atividades sem grande importância, sem significado ou aquelas onde não há razão aparente do por que está sendo feito podem ser extremamente estressantes. As tarefas altamente repetitivas ou desinteressantes também podem produzir estresse. Essas situações de carência de solicitações ou a sensação de falta de significado para as coisas podem ser altamente estressantes também. Alguns sinais como dor de cabeça, alterações do sono, falta de concentração, alto nível de irritabilidade, problemas no estômago, descontentamento no trabalho e moral baixa, são sinais de aviso de estresse no trabalho (SPECTOR, 2002). Algumas empresas partem do princípio que as condições estressantes do trabalho sejam um mal necessário em que as empresas devem aumentar a pressão sobre os trabalhadores e ignorar as preocupações com a saúde para continuar sendo produtivas e lucrativas na economia atual. No entanto, os estudos mostram que as condições estressantes de trabalho estão associadas ao absenteísmo, atrasos e um aumento no número de demissões, produzindo desta forma um efeito final negativo para a empresa. Andrade e Okabe (apud BERGAMINI, 1997) dão o significado de estresse como qualquer estímulo ou mudança no meio externo ou interno gerador de tensão, que ameaça a integridade sociopsicossomática da pessoa. Savoie e Forget (apud BERGAMINI, 1984) acreditam que exista stress à medida que as exigências do meio ambiente diferem da capacidade de adaptação do indivíduo. Para Bergamini (1997) o ritmo da mudança torna-se difícil para adaptação com a aquela rapidez considerada como suficiente às novas descobertas tornando se um ambiente turbulento. 3. Procedimentos Metodológicos Trata-se de um estudo de campo, descritivo, de corte transversal. A coleta de dados foi feita em uma cooperativa de médio porte de uma cidade do interior do estado de São Paulo. Participaram deste estudo 5 sujeitos, de ambos os sexos e maiores de 18 anos de idade, que ocupavam diferentes cargos dentro da organização. Na coleta de dados, os seguintes instrumentos foram utilizados:

7 99 1. Entrevista Semiestruturada: elaborada pelos pesquisadores, teve por objetivo coletar dados sociodemográficos e investigar nível de satisfação sobre algumas dimensões do contexto de trabalho, como autonomia, demandas e motivação. 2. Escala de Estresse no Trabalho (EET): escala do tipo Likert composta por 23 itens, cujos resultados indicam o nível de estresse percebido do sujeito em seu contexto de trabalho. 3. Escala de Clima Organizacional (ECO): escala do tipo Likert composta por 63 itens, cujos resultados indicam a percepção do clima organizacional pelo sujeito em 5 domínios (apoio da chefia e da organização; recompensa; conforto físico; controle/pressão; coesão entre colegas). Os dados do presente estudo foram analisados de forma quantitativa, com uso de estatística descritiva. Os dados dos instrumentos padronizados (EET e ECO) foram avaliados de acordo com os critérios apontados por seus autores. Os entrevistados participaram da pesquisa mediante interesse pessoal e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. 4. Apresentação e Discussão dos Resultados 4.1 Dados Sociodemográficos As entrevistas foram realizadas em uma empresa de grande porte da cidade de Monte Azul Paulista, interior de São Paulo, contando com um número de cinco participantes, de ambos os sexos e maiores de 18 anos. Foram avaliados sexo, nível de escolaridade, estado civil, renda mensal, profissão, situação no atual emprego, como pode ser visto na tabelo abaixo: Tabela 1: Dados sociodemográficos da amostra (n=5). Características Sócio Demográficas n % Sexo Masculino 2 40 Feminino 3 60 Total Nível de Escolaridade Analfabetos a Ensino Fundamental Incompleto 0 0

8 100 Ensino Fundamental Completo e Acima Total Estado Civil Com Parceiro (casado ou amasiado) 4 80 Sem Parceiro (solteiro, separado ou viúvo) 1 20 Total Renda Mensal em Salários Mínimos* Entre 1 e 3 SM 0 0 Mais de 3 SM 3 60 Sem Renda 2 40 Total * O salário mínimo considerado foi de 678 reais, vigente no ano de Na tabela acima observa-se que a maior parte da amostra foi composta de sujeitos do sexo feminino (60%), com alto nível de escolaridade (100%), com presença de parceiros (80%) e uma alta renda mensal (60%). 4.2 Escala de Estresse no Trabalho (EET) A Tabela 2 transcrita abaixo mostra os resultados obtidos a partir da aplicação da EET para cada sujeito da amostra, lembrando que valores acima de 2,5 indicam sintomas importantes de estresse. Tabela 2: Médias obtidas a partir da aplicação da Escala de Estresse no Trabalho para cada sujeito da amostra e média total da amostra (n=5). Sujeitos Total de Pontos Média Sujeito ,30 Sujeito ,04 Sujeito ,43 Sujeito ,08 Sujeito ,43 Média da Amostra 1,25 A partir dos dados apontados na tabela acima, pode-se observar que nenhum dos sujeitos estudados, nem a amostra considerada em sua totalidade, apresentaram sintomas

9 101 significativos de estresse. Os mesmos dados podem ser melhor visualizados no gráfico a seguir: Escala de Estresse no Trabalho Sujeito 5; 1,43 Sujeito 1; 1,3 Sujeito 4; 1,08 Sujeito 2; 1,04 Sujeito 3; 1,43 Gráfico 1: Médias obtidas a partir da aplicação da Escala de Estresse no Trabalho para cada sujeito da amostra (n=5). 4.3 Escala de Clima Organizacional (ECO) Para mensuração do clima organizacional, aplicou-se a ECO, que visa obter a percepção dos sujeitos em oito domínios: apoio da chefia, recompensa, conforto físico, controle/pressão e coesão entre colegas. A normatização da escala aponta que valores superiores à 4,0 indicam presença de clima positivo. A seguir, podem ser observados os resultados obtidos a partir da aplicação deste instrumento. Tabela 3: Médias obtidas para cada sujeito da amostra, por domínio e para a escala geral, a partir da aplicação da Escala de Clima Organizacional (n=5). Médias Domínios Sujeito 1 Sujeito 2 Sujeito 3 Sujeito 4 Sujeito 5 Média do Domínio Apoio da Chefia 4,19 4,76 4, ,47 4,54 Recompensa 4,69 3,38 4,46 4,30 4,00 4,16 Conforto Físico 4,76 4,46 4,84 4,15 5,00 4,64 Controle/Pressão 2,44 2,22 2,33 4,11 4,22 3,06 Coesão Entre Colegas 4,14 4,00 4,71 4,00 4,71 4,31

10 102 Média dos Sujeitos Para Escala Geral 4,04 3,76 4,19 4,14 4,48 Gráfico 2: Médias obtidas para cada domínio na Escala de Clima Organizacional (n=5). De acordo com o gráfico acima, podemos perceber que os sujeitos avaliados percebem o domínio apoio da chefia como o mais positivo de seu contexto de trabalho (Média = 4,76), enquanto o domínio com pior avaliação foi recompensa. O gráfico abaixo apresenta as médias obtidas na Escala de Clima Organizacional por sujeito:

11 103 Gráfico 3: Médias obtidas por cada sujeito a partir da aplicação da Escala de Clima Organizacional (n=5). No gráfico acima, temos que, para a amostra de cinco sujeitos considerada, o clima organizacional desta empresa, de um modo geral, encontra-se com pouco nível de discrepância entre os domínios considerados, com médias indicando uma percepção boa do clima organizacional. Ainda assim, podemos apontar o domínio conforto físico como o melhor avaliado pelos sujeitos (Média = 4,64) e o domínio controle/pressão aquele com pior avaliação (Média = 3,06), considerando-se sua proporção inversa. 5. Conclusão Após leitura de literatura especializada da área e realização da coleta de dados envolvendo os conceitos de clima organizacional e estresse no trabalho, pôde-se chegar a alguma conclusões. Pessoas de diferentes níveis hierárquicos foram entrevistadas e, analisando a tabela com os resultados referentes à Escala de Estresse no Trabalho, percebe-se que não houve presença de estresse na amostra. Isso pode se dever ao fato de que todos os funcionários entrevistados encontravam-se satisfeitos quando os quesitos analisados foram a autonomia, as demandas e a motivação de cada um para as atividades laborais. Porém, notou-se dois pontos específicos de dois sujeitos. O Sujeito 4 expôs que pessoas que não respeitam o ambiente e os colegas de trabalho o tem desagradado ultimamente, enquanto que o Sujeito 5 afirmou que a falta de departamentalização mais eficiente o tem desagradado. Os demais

12 104 entrevistados não expuseram nada que os desagradassem em seu contexto de trabalho quando responderam à entrevista semiestruturada realizada. Conclui-se, então, que os motivos que causam desagrado em alguns sujeitos não são suficientes para causar estresse dentro da empresa, o que parece ser um ponto positivo. Já na pesquisa de Clima Organizacional pôde-se tirar conclusões mais profundas. No quesito apoio da chefia, o Sujeito 2 foi o que teve a média mais alta dentre todos os entrevistados, ou seja, foi aquele que melhor avaliou este quesito. Uma das hipóteses para este resultado pode ser o fato de o sujeito ser da mesma família que o dono da empresa, podendo ter mais apoio do que o restante dos entrevistados. No quesito recompensa, o Sujeito 1 que melhor o avaliou este domínio. As possibilidades para esse resultado podem ser porque a empresa se preocupa com seu funcionário e recompensa seu funcionário de acordo com os resultados que ele apresenta. Podemos associar também a satisfação desse nível de remuneração com o fato de o entrevistado possuir apenas o ensino médio completo/incompleto e possuir uma renda entre dois e seis salários mínimos, que é utilizada para manter duas pessoas. Já no quesito conforto físico, quem melhor o avaliou foi o Sujeito 5. Isso pode ser justificado pelo fato de seu setor de trabalho não oferecer riscos pessoais a ele. Neste quesito o Sujeito 4 foi quem apresentou a pior avaliação. Chegou-se à conclusão de que isso ocorreu pelo fato de ele ter de lidar diretamente com clientes e com a chefia. Por lidar com clientes, conhece as necessidades destes e, por isso, talvez não tenha avaliado tão bem este quesito. O Sujeito 5 é também aquele que mais se sente pressionado/controlado. No quesito controle/pressão sua média foi a mais alta. Analisando sua entrevista, podemos ver que, na opinião deste sujeito, há muito controle em termos de horário dos funcionários e controle dos prazos. Uma hipótese para isso pode ser o fato listado por ele, como dito anteriormente, referente à falta de departamentalização, o que poderia ser de grande ajuda para ele e seu setor. No último fator analisado, coesão entre colegas, obteve-se um empate entre dois sujeitos com médias mais altas (Sujeito 3 e Sujeito 5). Ambos avaliaram os colegas como cooperadores e como pessoas que auxiliam e integram novos funcionários, além de haver integração entre colegas e funcionários da empresa.

13 105 Analisando a pesquisa em geral identificamos apenas um índice de controle/pressão maior do que o recomendado. Fora isso, pode-se afirmar a existência de um clima muito bom dentro da empresa estudada. REFERÊNCIAS BERGAMINI, C.W. Motivação nas organizações. 4. ed. São Paulo: Atlas, BERGAMINI, C.W. Psicologia aplicada à administração de empresas. 2. ed. São Paulo: Atlas CHIAVENATO, I. Os novos paradigmas. 2. ed. São Paulo: Atlas, DEJOURS, C. A loucura do trabalho: estudo da psicopatologia do trabalho. 5. ed. São Paulo: Cortez-Obbré, JAMES, L.R.; JONES, A. Organizational climate: a review of theory and research. Psychological Bulletin, v. 81, n. 12, p , MENDES, R. Patologia do trabalho. Rio de Janeiro: Atheneu, PACKARD, J. The impact on work-stress. Journal of Social Behavior and Personality, v. 3, p , ROSSI, A.M. Stress at merck: identification of physiological responses to occupational stressores. Officional Journal of The American Association of Occupational Health Nurses, p , SCHNEIDER, B.; REICHERS, A. On the etiology of climates. Personnel Psychology, v. 36, n. 1, p.19-39, SPECTOR, P.E. Psicologia nas organizações. São Paulo: Saraiva, TAMAYO, A. Valores organizacionais. In: Tamayo, A, Borgesandrade, JE, & Codo,W (Orgs.). Trabalho, organização e cultura. Coletâneas da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia. São Paulo: Cooperativa de Autores Associados, 1998.

PESQUISA SOBRE CLIMA ORGANIZACIONAL E ESTRESSE LABORAL NO CONTEXTO DE EDUCAÇÃO

PESQUISA SOBRE CLIMA ORGANIZACIONAL E ESTRESSE LABORAL NO CONTEXTO DE EDUCAÇÃO 91 PESQUISA SOBRE CLIMA ORGANIZACIONAL E ESTRESSE LABORAL NO CONTEXTO DE EDUCAÇÃO Camila Moroti Ribeiro; Karina Dos Reis De Moraes; Thauana Bueno - Bacharelandas em Administração. Centro Universitário

Leia mais

Qualidade de vida no Trabalho

Qualidade de vida no Trabalho Qualidade de Vida no Trabalho Introdução É quase consenso que as empresas estejam cada vez mais apostando em modelos de gestão voltados para as pessoas, tentando tornar-se as empresas mais humanizadas,

Leia mais

OTRABALHO NOTURNO E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ESTUDO EXPLORATÓRIO EM TAUBATÉ E SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

OTRABALHO NOTURNO E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ESTUDO EXPLORATÓRIO EM TAUBATÉ E SÃO JOSÉ DOS CAMPOS OTRABALHO NOTURNO E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ESTUDO EXPLORATÓRIO EM TAUBATÉ E SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Tatiane Paula de Oliveira 1, Adriana Leonidas de Oliveira (orientadora) 2 1 Universidade de Taubaté/ Departamento

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES CHAVES, Natália Azenha Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: natalya_azenha@hotmail.com

Leia mais

CULTURA ORGANIZACIONAL, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E A SAÚDE DO TRABALHADOR (2012) 1

CULTURA ORGANIZACIONAL, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E A SAÚDE DO TRABALHADOR (2012) 1 CULTURA ORGANIZACIONAL, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E A SAÚDE DO TRABALHADOR (2012) 1 SILVEIRA, J.F²; BRANDT, B. O²; CORRÊA, D. M. W²; POTRICH, A. C. G³; ROHDE, C. L. C 4. 1 Trabalho de Pesquisa 2 Psicóloga,

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL Julia Ferreira de Moraes (EEL-USP) moraes.julia@hotmail.com Everton Azevedo Schirmer

Leia mais

A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO MULTI-CASOS COM OS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS DO SISTEMA S

A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO MULTI-CASOS COM OS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS DO SISTEMA S A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO MULTI-CASOS COM OS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS DO SISTEMA S Marcos Henrique Pazini (Pós-Graduado da UNICENTRO), Sílvio Roberto Stefano (Orientador),

Leia mais

A Saúde Mental dos Trabalhadores da Saúde

A Saúde Mental dos Trabalhadores da Saúde A Saúde Mental dos Trabalhadores da Saúde Tatiana Thiago Mendes Psicóloga Clínica e do Trabalho Pós-Graduação em Saúde e Trabalho pelo HC FM USP Perita Judicial em Saúde Mental Panorama da Saúde dos Trabalhadores

Leia mais

TRABALHADORES DE SAÚDE DE UM MUNICÍPIO DO RIO GRANDE DO SUL

TRABALHADORES DE SAÚDE DE UM MUNICÍPIO DO RIO GRANDE DO SUL AVALIAÇÃO DA SÍNDROME S DE BURNOUT EM TRABALHADORES DE SAÚDE DE UM MUNICÍPIO DO RIO GRANDE DO SUL AUTORES: KALINE LÍGIA F. CAUDURO VICTOR N. FONTANIVE PAULO V. N. FONTANIVE INTRODUÇÃO A saúde do trabalhador

Leia mais

Análise da qualidade de vida no trabalho em uma empresa prestadora de serviços de fotocópias e serviços diversos no município de Bambuí/MG

Análise da qualidade de vida no trabalho em uma empresa prestadora de serviços de fotocópias e serviços diversos no município de Bambuí/MG Análise da qualidade de vida no trabalho em uma empresa prestadora de serviços de fotocópias e serviços diversos no município de Bambuí/MG Kamyla Espíndola Gibram REIS 1 ; Estefânia Paula da SILVA 2 ;

Leia mais

Corpo e Fala EMPRESAS

Corpo e Fala EMPRESAS Corpo e Fala EMPRESAS A Corpo e Fala Empresas é o braço de serviços voltado para o desenvolvimento das pessoas dentro das organizações. Embasado nos pilares institucionais do negócio, ele está estruturado

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CLIMA ORGANIZACIONAL E ESTRESSE NO TRABALHO EM UMA EMPRESA DE GRANDE PORTE

AVALIAÇÃO DO CLIMA ORGANIZACIONAL E ESTRESSE NO TRABALHO EM UMA EMPRESA DE GRANDE PORTE 27 AVALIAÇÃO DO CLIMA ORGANIZACIONAL E ESTRESSE NO TRABALHO EM UMA EMPRESA DE GRANDE PORTE Mariana Gallo - Acadêmica do Curso de Administração/FGV do Centro Universitário Estácio Uniseb. Mariana Louzada

Leia mais

Saúde psicológica na empresa

Saúde psicológica na empresa Saúde psicológica na empresa introdução Nos últimos tempos muito tem-se falado sobre qualidade de vida no trabalho, e até sobre felicidade no trabalho. Parece que esta discussão reflete a preocupação contemporânea

Leia mais

DESEMPENHO 1 INTRODUÇÃO

DESEMPENHO 1 INTRODUÇÃO DESEMPENHO 1 INTRODUÇÃO Esta pesquisa tem como objetivo abordar o tema voltado para a avaliação do desempenho humano com os seguintes modelos: escalas gráficas, escolha forçada, pesquisa de campo, métodos

Leia mais

Remuneração e Avaliação de Desempenho

Remuneração e Avaliação de Desempenho Remuneração e Avaliação de Desempenho Objetivo Apresentar estratégias e etapas para implantação de um Modelo de Avaliação de Desempenho e sua correlação com os programas de remuneração fixa. Programação

Leia mais

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 RECURSOS HUMANOS EM UMA ORGANIZAÇÃO HOSPITALAR COM PERSPECTIVA DE DESENVOLVIVENTO DO CLIMA ORGANIZACONAL: O CASO DO HOSPITAL WILSON ROSADO EM MOSSORÓ RN

Leia mais

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL: A CONDUTA DO INDIVÍDUO RESUMO

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL: A CONDUTA DO INDIVÍDUO RESUMO 1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL: A CONDUTA DO INDIVÍDUO ALCALDE, Elisângela de Aguiar 1 MARIANO, Rosiane da Conceição 2 SANTOS, Nathália Ribeiro dos SANTOS, Rosilei Ferreira dos SANTOS, Sirene José Barbosa

Leia mais

ESTRESSE EM ENFERMEIROS DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA (SAMU) DE RECIFE-PE

ESTRESSE EM ENFERMEIROS DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA (SAMU) DE RECIFE-PE ESTRESSE EM ENFERMEIROS DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA (SAMU) DE RECIFE-PE Izabel Cristina Brito da Silva 1 Emanuela Batista Ferreira 2 Jael Maria de Aquino 3 Sílvia Elizabeth Gomes de Medeiros

Leia mais

De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial

De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial Eliane Maria Monteiro da Fonte DCS / PPGS UFPE Recife PE - Brasil Pesquisa realizada pelo NUCEM,

Leia mais

Como desenvolver a resiliência no ambiente de Recursos Humanos

Como desenvolver a resiliência no ambiente de Recursos Humanos Como desenvolver a resiliência no ambiente de Recursos Humanos Edna Bedani Edna Bedani Mestre em Administração, Pós Graduada em Administração, com especialização em Gestão Estratégica de RH, graduada em

Leia mais

O que pensam os professores da educação básica de Campinas sobre a aprendizagem dos alunos: evidências da Prova Brasil 2013. Por Stella Silva Telles

O que pensam os professores da educação básica de Campinas sobre a aprendizagem dos alunos: evidências da Prova Brasil 2013. Por Stella Silva Telles O que pensam os professores da educação básica de Campinas sobre a aprendizagem dos alunos: evidências da Prova Brasil 2013 Por Stella Silva Telles - Apresentação; - Quem são os professores que responderam

Leia mais

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL DE UMA COOPERATIVA DE PROFISSIONAIS DO RAMO DE AGRONEGÓCIO DO NOROESTE DO PARANÁ

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL DE UMA COOPERATIVA DE PROFISSIONAIS DO RAMO DE AGRONEGÓCIO DO NOROESTE DO PARANÁ ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL DE UMA COOPERATIVA DE PROFISSIONAIS DO RAMO DE AGRONEGÓCIO DO NOROESTE

Leia mais

TÍTULO: QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO (QVT): ESTUDO DE CASO EM UMA CONCESSIONÁRIA DE MOTOS EM JALES-SP CATEGORIA: CONCLUÍDO

TÍTULO: QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO (QVT): ESTUDO DE CASO EM UMA CONCESSIONÁRIA DE MOTOS EM JALES-SP CATEGORIA: CONCLUÍDO TÍTULO: QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO (QVT): ESTUDO DE CASO EM UMA CONCESSIONÁRIA DE MOTOS EM JALES-SP CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

1. Problema Geral de Investigação

1. Problema Geral de Investigação O CONTRIBUTO DO DISTRESS, BURNOUT E BEM-ESTAR PARA O ABSENTISMO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO COM TRABALHADORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EM CONTEXTO UNIVERSITÁRIO Sónia Borges Índice 1. Enquadramento Geral da

Leia mais

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias Evolução da Administração e as Escolas Clássicas Anteriormente XVIII XIX 1895-1911 1916 1930 Tempo

Leia mais

ESTRESSE OCUPACIONAL SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO

ESTRESSE OCUPACIONAL SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO ESTRESSE SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO Página 1 de 9 1. OBJETIVO... 3 2. ESCOPO... 3 3. DEFINIÇÕES... 4 4. ESTRESSE OCUPACIONAL: CARACTERIZAÇÃO... 4 4.1. Conceitos fundamentais... 4 4.2. Conseqüências

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA RELATÓRIO SINTÉTICO - CLIMA ORGANIZACIONAL 2014

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA RELATÓRIO SINTÉTICO - CLIMA ORGANIZACIONAL 2014 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA RELATÓRIO SINTÉTICO - CLIMA ORGANIZACIONAL 2014 Natal, outubro de 2014 DESEMBARGADOR PRESIDENTE ADERSON SILVINO JUÍZES RESPONSÁVEIS

Leia mais

Auditoria Interna na gestão de pessoas: identificação de pontos fortes e fracos na política de recursos humanos

Auditoria Interna na gestão de pessoas: identificação de pontos fortes e fracos na política de recursos humanos Auditoria Interna na gestão de pessoas: identificação de pontos fortes e fracos na política de recursos humanos Letícia Baggio (UTFPR) leticia@uniao.edu.br Isaura Alberton de Lima, Dra (UTFPR) alberton@utfpr.edu.br

Leia mais

MULHER NO MERCADO DE TRABALHO

MULHER NO MERCADO DE TRABALHO MULHER NO MERCADO DE TRABALHO Tâmara Freitas Barros A mulher continua a ser discriminada no mercado de trabalho. Foi o que 53,2% dos moradores da Grande Vitória afirmaram em recente pesquisa da Futura,

Leia mais

Motivação para o Desempenho. Carlos Fracetti carlosfracetti@yahoo.com.br. Carlos Felipe carlito204@hotmail.com

Motivação para o Desempenho. Carlos Fracetti carlosfracetti@yahoo.com.br. Carlos Felipe carlito204@hotmail.com Motivação para o Desempenho Carlos Fracetti carlosfracetti@yahoo.com.br Carlos Felipe carlito204@hotmail.com Heitor Duarte asbornyduarte@hotmail.com Márcio Almeida marciobalmeid@yahoo.com.br Paulo F Mascarenhas

Leia mais

Antecedentes individuais do comportamento organizacional

Antecedentes individuais do comportamento organizacional Antecedentes individuais do comportamento organizacional Capacidades - Intelectuais - Físicas Personalidade Valores Percepções Atribuições Atitudes Motivação Stress Comportamento Desempenho Satisfação

Leia mais

RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL: PERSPECTIVAS E DESAFIOS PARA A GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS

RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL: PERSPECTIVAS E DESAFIOS PARA A GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL: PERSPECTIVAS E DESAFIOS PARA A GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS 2012 Graduando em Psicologia na Universidade Federal do Ceará (UFC), Brasil adauto_montenegro@hotmail.com

Leia mais

Introdução à Administração. Prof. Adilson Mendes Ricardo Novembro de 2012

Introdução à Administração. Prof. Adilson Mendes Ricardo Novembro de 2012 Novembro de 2012 Aula baseada no livro Teoria Geral da Administração Idalberto Chiavenato 7ª edição Editora Campus - 2004 Nova ênfase Administração científica tarefas Teoria clássica estrutura organizacional

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PSICOLOGIA Ementário/abordagem temática/bibliografia básica (3) e complementar (5) Morfofisiologia e Comportamento Humano Ementa: Estudo anátomo funcional

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DE VIDA PARA O TRABALHADOR NA GRÁFICA E EDITORA BRASIL

A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DE VIDA PARA O TRABALHADOR NA GRÁFICA E EDITORA BRASIL FACULDADES INTEGRADAS DO PLANALTO CENTRAL Aprovadas pela Portaria SESu/MEC Nº. 368/08 (DOU 20/05/2008) CURSO DE ADMINISTRAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DE VIDA PARA O TRABALHADOR NA GRÁFICA E EDITORA

Leia mais

Ponto de vista. Metodologia para um índice de confiança. E expectativas das seguradoras no Brasil

Ponto de vista. Metodologia para um índice de confiança. E expectativas das seguradoras no Brasil Ponto de vista 40 Metodologia para um índice de confiança E expectativas das seguradoras no Brasil Francisco Galiza Em 2012, no Brasil, algumas previsões econômicas não fizeram muito sucesso. Por exemplo,

Leia mais

COMO AS CRIANÇAS ENFRENTAM SUAS ALTERAÇÕES DE FALA OU FLUÊNCIA?

COMO AS CRIANÇAS ENFRENTAM SUAS ALTERAÇÕES DE FALA OU FLUÊNCIA? COMO AS CRIANÇAS ENFRENTAM SUAS ALTERAÇÕES DE FALA OU FLUÊNCIA? Autores: ANA BÁRBARA DA CONCEIÇÃO SANTOS, AYSLAN MELO DE OLIVEIRA, SUSANA DE CARVALHO, INTRODUÇÃO No decorrer do desenvolvimento infantil,

Leia mais

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Ultrapassando barreiras e superando adversidades. Ser um gestor de pessoas não é tarefa fácil. Existem vários perfis de gestores espalhados pelas organizações,

Leia mais

Clima organizacional e estresse laboral

Clima organizacional e estresse laboral 1 Clima organizacional e estresse laboral (Organizational climate and job stress) Ana C. F. Sales¹; Joice R. Zonato 1 ; Náira C. A. Pavan 1 ; Patrícia S Maia 1 1 Centro Universitário UNISEB Ribeirão Preto

Leia mais

MULHERES IDOSAS E AIDS: UM ESTUDO ACERCA DE SEUS CONHECIMENTOS E SITUAÇÕES DE VULNERABILIDADE

MULHERES IDOSAS E AIDS: UM ESTUDO ACERCA DE SEUS CONHECIMENTOS E SITUAÇÕES DE VULNERABILIDADE MULHERES IDOSAS E AIDS: UM ESTUDO ACERCA DE SEUS CONHECIMENTOS E SITUAÇÕES DE VULNERABILIDADE Karolayne Germana Leal e Silva e-mail: karolaynegermana@hotmail.com Magna Adriana de Carvalho e-mail: magnacreas@hotmail.com

Leia mais

Construção Civil: proposta de metodologia para avaliação das necessidades de funcionários visando aumentar a produtividade no canteiro de obras

Construção Civil: proposta de metodologia para avaliação das necessidades de funcionários visando aumentar a produtividade no canteiro de obras Construção Civil: proposta de metodologia para avaliação das necessidades de funcionários visando aumentar a produtividade no canteiro de obras Tárik de Moraes Biló, Lucas Andreatta de Oliveira Graduandos

Leia mais

Marketing de Serviços e de Relacionamento. MBA em Gestão de Marketing Prof.: Alice Selles

Marketing de Serviços e de Relacionamento. MBA em Gestão de Marketing Prof.: Alice Selles Marketing de Serviços e de Relacionamento MBA em Gestão de Marketing Prof.: Alice Selles AS EXPECTATIVAS DO CLIENTE COM O SERVIÇO Expectativas dos clientes São crenças acerca da execução do serviço que

Leia mais

A MOTIVAÇÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES E SUAS APLICAÇÕES PARA OBTENÇÃO DE RESULTADOS

A MOTIVAÇÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES E SUAS APLICAÇÕES PARA OBTENÇÃO DE RESULTADOS A MOTIVAÇÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES E SUAS APLICAÇÕES PARA OBTENÇÃO DE RESULTADOS GOMES, Elaine Dias. Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais/ACEG. E-mail: elaineapoderosa@hotmail.com

Leia mais

ORIENTADOR(ES): JANAÍNA CARLA LOPES, JOÃO ANGELO SEGANTIN, KEINA POLIANA PIVARRO DALMOLIN PAGLIARIN

ORIENTADOR(ES): JANAÍNA CARLA LOPES, JOÃO ANGELO SEGANTIN, KEINA POLIANA PIVARRO DALMOLIN PAGLIARIN Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: MOTIVAÇÃO HUMANA - UM ESTUDO NA EMPRESA MAHRRY CONFECÇÕES CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS

Leia mais

Administração de Pessoas

Administração de Pessoas Administração de Pessoas MÓDULO 16: RESULTADOS RELATIVOS À GESTÃO DE PESSOAS 16.1 Área de RH e sua contribuição O processo de monitoração é o que visa saber como os indivíduos executam as atribuições que

Leia mais

TURN OVER VOLUNTÁRIO UMA BREVE ANÁLISE DOS ESTÍMULOS www.factor9.com.br/educacional.php. Eduardo Varela

TURN OVER VOLUNTÁRIO UMA BREVE ANÁLISE DOS ESTÍMULOS www.factor9.com.br/educacional.php. Eduardo Varela TURN OVER VOLUNTÁRIO UMA BREVE ANÁLISE DOS ESTÍMULOS www.factor9.com.br/educacional.php Eduardo Varela 1 Turnover Voluntário Uma breve análise dos estímulos www.factor9.com.br/educacional.php Turnover

Leia mais

A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS?

A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS? A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS? Ana Carolina Gimenes Figueiredo Graduanda em Administração - Universidade

Leia mais

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul.

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul. Pesquisa A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul. Introdução Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e políticas capazes de ampliar a inserção da mulher no mercado de trabalho.

Leia mais

Revista Eletrônica Aboré Publicação da Escola Superior de Artes e Turismo - Edição 03/2007 ISSN 1980-6930

Revista Eletrônica Aboré Publicação da Escola Superior de Artes e Turismo - Edição 03/2007 ISSN 1980-6930 AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DA QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS NOS HOTÉIS DE CATEGORIA QUATRO ESTRELAS NA CIDADE DE MANAUS SEGUNDO A PERCEPÇÃO DOS COLABORADORES Érica de Souza Rabelo 1 Helen Rita Menezes Coutinho

Leia mais

Ilca Maria Moya de Oliveira

Ilca Maria Moya de Oliveira Ilca Maria Moya de Oliveira As necessidades de seleção de pessoal na organização são inúmeras e vão exigir diferentes ações da área de Gestão de Pessoas para cada uma delas. A demanda de seleção de pessoal

Leia mais

CONCLUSÕES. Conclusões 413

CONCLUSÕES. Conclusões 413 CONCLUSÕES Conclusões 413 Conclusões 414 Conclusões 415 CONCLUSÕES I - Objectivos do trabalho e resultados obtidos O trabalho realizado teve como objecto de estudo a marca corporativa e a investigação

Leia mais

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL Autor: Adalberto de Carvalho Júnior CPFL Paulista, uma empresa do Grupo CPFL Energia RESUMO A promoção do entendimento do indivíduo com relação a sua

Leia mais

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010 Empregabilidade: uma análise das competências e habilidades pessoais e acadêmicas desenvolvidas pelos graduandos do IFMG - Campus Bambuí, necessárias ao ingresso no mercado de trabalho FRANCIELE CLÁUDIA

Leia mais

PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL

PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II Departamento de Orientação Profissional - EEUSP PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL VERA LUCIA MIRA GONÇALVES AVALIAÇÃO JUÍZO DE VALOR Avaliação de desempenho

Leia mais

COMPORTAMENTO SEGURO

COMPORTAMENTO SEGURO COMPORTAMENTO SEGURO A experiência demonstra que não é suficiente trabalhar somente com estratégias para se conseguir um ambiente de trabalho seguro. O ideal é que se estabeleça a combinação de estratégias

Leia mais

Endomarketing: um estudo de caso em uma agência de uma instituição financeira de Bambuí- MG

Endomarketing: um estudo de caso em uma agência de uma instituição financeira de Bambuí- MG Endomarketing: um estudo de caso em uma agência de uma instituição financeira de Bambuí- MG Bruna Jheynice Silva Rodrigues 1 ; Lauriene Teixeira Santos 2 ; Augusto Chaves Martins 3 ; Afonso Régis Sabino

Leia mais

O TRABALHO DE UMA PSICÓLOGA ORGANIZACIONAL COM UMA FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIVERSIDADE. Eliane Pereira Messias¹; Sérgio Domingues²

O TRABALHO DE UMA PSICÓLOGA ORGANIZACIONAL COM UMA FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIVERSIDADE. Eliane Pereira Messias¹; Sérgio Domingues² 439 O TRABALHO DE UMA PSICÓLOGA ORGANIZACIONAL COM UMA FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIVERSIDADE Eliane Pereira Messias¹; Sérgio Domingues² Resumo: Este trabalho apresenta o resultado de uma entrevista realizada

Leia mais

1 IDENTIFICAÇÃO 2 E CAUSA O QUE É O ESTRESSE? EDITORIAL INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO EDITORIAL ÍNDICE COMBATA O ESTRESSE COMO IDENTIFICAR O ESTRESSE?

1 IDENTIFICAÇÃO 2 E CAUSA O QUE É O ESTRESSE? EDITORIAL INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO EDITORIAL ÍNDICE COMBATA O ESTRESSE COMO IDENTIFICAR O ESTRESSE? EDITORIAL EDITORIAL INTRODUÇÃO COMBATA O ESTRESSE Sérgio Butka Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba O estresse é uma das grandes pragas do mundo moderno. Este problema sintetiza

Leia mais

A percepção dos valores organizacionais e sua influência no clima e na satisfação no trabalho em uma instituição de ensino superior privada.

A percepção dos valores organizacionais e sua influência no clima e na satisfação no trabalho em uma instituição de ensino superior privada. A percepção dos valores organizacionais e sua influência no clima e na satisfação no trabalho em uma instituição de ensino superior privada. Resumo Francisca Fabiana Agostinho da Silva. 1 Marcos Vasconcelos

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO Professor Romulo Bolivar. www.proenem.com.br

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO Professor Romulo Bolivar. www.proenem.com.br QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO Professor Romulo Bolivar www.proenem.com.br INSTRUÇÃO A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação,

Leia mais

PROJETO-PILOTO: GERENCIAMENTO DE ESTRESSE NA AGÊNCIA REGIONAL DE FLORIANÓPOLIS

PROJETO-PILOTO: GERENCIAMENTO DE ESTRESSE NA AGÊNCIA REGIONAL DE FLORIANÓPOLIS PROJETO-PILOTO: GERENCIAMENTO DE ESTRESSE NA AGÊNCIA REGIONAL DE FLORIANÓPOLIS Cibele Regina Willms 04/09/2013 Situação atual -> empregado Trabalho Individuo OBJETIVOS Disponibilizar técnicas psicológicas

Leia mais

CLIMA ORGANIZACIONAL- O CASO DO POSTO DE COMBUSTÍVEIS BRASIL MASTER, GUARAPUAVA/PR

CLIMA ORGANIZACIONAL- O CASO DO POSTO DE COMBUSTÍVEIS BRASIL MASTER, GUARAPUAVA/PR CLIMA ORGANIZACIONAL- O CASO DO POSTO DE COMBUSTÍVEIS BRASIL MASTER, GUARAPUAVA/PR Emanuel Rosetti (UNICENTRO), Aline Cionek (UNICENTRO), Roseli de Oliveira Machado (Orientadora), e-mail: roseli_machado@yahoo.com

Leia mais

A GESTÃO DE PESSOAS NA ÁREA DE FOMENTO MERCANTIL: UM ESTUDO DE CASO NA IGUANA FACTORING FOMENTO MERCANTIL LTDA

A GESTÃO DE PESSOAS NA ÁREA DE FOMENTO MERCANTIL: UM ESTUDO DE CASO NA IGUANA FACTORING FOMENTO MERCANTIL LTDA ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 A GESTÃO DE PESSOAS NA ÁREA DE FOMENTO MERCANTIL: UM ESTUDO DE CASO NA IGUANA FACTORING FOMENTO MERCANTIL

Leia mais

Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga

Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga 1. Por que este estudo é relevante? Segundo o relatório sobre a Carga Global das Doenças (Global

Leia mais

ESTUDO DE CASO: QUAL GRUPO, FORMAL OU INFORMAL, POSSUI MAIOR INFLUÊNCIA NA EMPRESA V8 PRODUÇÕES LTDA, NA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES?

ESTUDO DE CASO: QUAL GRUPO, FORMAL OU INFORMAL, POSSUI MAIOR INFLUÊNCIA NA EMPRESA V8 PRODUÇÕES LTDA, NA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES? ESTUDO DE CASO: QUAL GRUPO, FORMAL OU INFORMAL, POSSUI MAIOR INFLUÊNCIA NA EMPRESA V8 PRODUÇÕES LTDA, NA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES? Andrieli Ariane Borges Avelar, UNESPAR/FECILCAM João Marcos Borges Avelar,

Leia mais

INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS

INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS Ari Lima Um empreendimento comercial tem duas e só duas funções básicas: marketing e inovação. O resto são custos. Peter Drucker

Leia mais

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO COM OS COLABORADORES DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO COM OS COLABORADORES DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO COM OS COLABORADORES DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO Bruno Samways dos Santos (UTFPR) bruno.samways@gmail.com Thais Distefano Wiltenburg (PUC) thais_distefano@hotmail.com

Leia mais

Como é o RH nas Empresas?

Como é o RH nas Empresas? Como é o RH nas Empresas? Informações gerais da pesquisa Objetivo: entender a percepção dos profissionais de RH sobre clima organizacional Pesquisa realizada entre 24/06 e 12/07 Parceria entre Hay Group

Leia mais

O COMPORTAMENTO INFORMACIONAL E A APRENDIZAGEM NO ENSINO SUPERIOR

O COMPORTAMENTO INFORMACIONAL E A APRENDIZAGEM NO ENSINO SUPERIOR III SBA Simpósio Baiano de Arquivologia 26 a 28 de outubro de 2011 Salvador Bahia Políticas arquivísticas na Bahia e no Brasil O COMPORTAMENTO INFORMACIONAL E A APRENDIZAGEM NO ENSINO SUPERIOR Poline Fernandes

Leia mais

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa 3 Metodologia Neste capítulo é descrita a metodologia da presente pesquisa, abordandose o tipo de pesquisa realizada, os critérios para a seleção dos sujeitos, os procedimentos para a coleta, o tratamento

Leia mais

Função do órgão GP NEAF. Contexto da GP. Objetivos da GP. Gestão de Pessoas:

Função do órgão GP NEAF. Contexto da GP. Objetivos da GP. Gestão de Pessoas: Gestão de Pessoas: Conceitos, importância, relação com os outros sistemas de organização. Fundamentos, teorias, escolas da administração e o seu impacto na gestão de pessoas. Função do órgão de recursos

Leia mais

TÍTULO: A RELAÇÃO DE DOR OSTEOMUSCULAR E A QUALIDADE DE VIDA DOS MILITARES DO BATALHÃO DO CORPO DE BOMBEIROS.

TÍTULO: A RELAÇÃO DE DOR OSTEOMUSCULAR E A QUALIDADE DE VIDA DOS MILITARES DO BATALHÃO DO CORPO DE BOMBEIROS. TÍTULO: A RELAÇÃO DE DOR OSTEOMUSCULAR E A QUALIDADE DE VIDA DOS MILITARES DO BATALHÃO DO CORPO DE BOMBEIROS. CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA INSTITUIÇÃO: CENTRO

Leia mais

Transcrição de Entrevista n º 22

Transcrição de Entrevista n º 22 Transcrição de Entrevista n º 22 E Entrevistador E22 Entrevistado 22 Sexo Masculino Idade 50 anos Área de Formação Engenharia Electrotécnica E - Acredita que a educação de uma criança é diferente perante

Leia mais

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM Salete Beatriz Scheid 1 Neide Tiemi Murofuse 2 INTRODUÇÃO: Vivemos atualmente numa sociedade marcada pelas intensas e rápidas

Leia mais

RECONHECIMENTO, OPORTUNIDADES E AUTONOMIA COMO FATOR MOTIVACIONAL. UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF.

RECONHECIMENTO, OPORTUNIDADES E AUTONOMIA COMO FATOR MOTIVACIONAL. UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF. RECONHECIMENTO, OPORTUNIDADES E AUTONOMIA COMO FATOR MOTIVACIONAL. UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF. Danilo Domingos Gonzales Simão 1 Fábio Augusto Martins Pereira 2 Gisele Maciel de Lima 3 Jaqueline

Leia mais

A Segurança consiste na responsabilidade de saber e agir da maneira correta.

A Segurança consiste na responsabilidade de saber e agir da maneira correta. Segurança do Trabalho É o conjunto de medidas que versam sobre condições específicas de instalações do estabelecimento e de suas máquinas visando à garantia do trabalhador contra riscos ambientais e de

Leia mais

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS Concurso para agente administrativo da Polícia Federal Profa. Renata Ferretti Central de Concursos NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS 1. Organizações como

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA Zuleide Demetrio Minatti 1 Nilson Thomé 2 UNIPLAC. Resumo: Na atualidade observa-se o crescimento da demanda por cursos

Leia mais

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL Ocilma Barros de Quental. Faculdade de Medicina do ABC(ocilmaquental2011@hotmail.com) Sheylla Nadjane Batista Lacerda.

Leia mais

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ANÁLISE DOS FATORES QUE INFLUENCIAM AS CONDIÇÕES DE SATISFAÇÃO E INSATISFAÇÃO NO AMBIENTE DE TRABALHO: UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA RETEP PRESS, MOSSORÓ

Leia mais

Formação Profissional em Psicologia Social: Um estudo sobre os interesses dos estudantes pela área.

Formação Profissional em Psicologia Social: Um estudo sobre os interesses dos estudantes pela área. Formação Profissional em Psicologia Social: Um estudo sobre os interesses dos estudantes pela área. Autores: Ligia Claudia Gomes de Souza Universidade Salgado de Oliveira Faculdades Integradas Maria Thereza.

Leia mais

Clima organizacional e o desempenho das empresas

Clima organizacional e o desempenho das empresas Clima organizacional e o desempenho das empresas Juliana Sevilha Gonçalves de Oliveira (UNIP/FÊNIX/UNESP) - jsgo74@uol.com.br Mauro Campello (MC Serviços e Treinamento) - mcampello@yahoo.com Resumo Com

Leia mais

ANÁLISE DAS MELHORIAS OCORRIDAS COM A IMPLANTAÇÃO DO SETOR DE GESTÃO DE PESSOAS NA NOVA ONDA EM ARACATI CE

ANÁLISE DAS MELHORIAS OCORRIDAS COM A IMPLANTAÇÃO DO SETOR DE GESTÃO DE PESSOAS NA NOVA ONDA EM ARACATI CE ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 ANÁLISE DAS MELHORIAS OCORRIDAS COM A IMPLANTAÇÃO DO SETOR DE GESTÃO DE PESSOAS NA NOVA ONDA EM ARACATI

Leia mais

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia MESQUITA NETO, Rui 1 DIAS, Vanessa Aparecida 2 NUNES, Ruth Vieira 3 RESUMO A organização depende das pessoas para atingir

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

Futuro do trabalho O futuro do trabalho Destaques O futuro do trabalho: Impactos e desafios para as empresas no Brasil

Futuro do trabalho O futuro do trabalho Destaques O futuro do trabalho: Impactos e desafios para as empresas no Brasil 10Minutos Futuro do trabalho Pesquisa sobre impactos e desafios das mudanças no mundo do trabalho para as organizações no B O futuro do trabalho Destaques Escassez de profissionais, novos valores e expectativas

Leia mais

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: DIFICULDADES, ANSEIOS E SUGESTÕES DOS ALUNOS.

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: DIFICULDADES, ANSEIOS E SUGESTÕES DOS ALUNOS. N 430 - OLIVEIRA Eloiza da Silva Gomes de, ENCARNAÇÃO Aline Pereira da, SANTOS Lázaro ACESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: DIFICULDADES, ANSEIOS E SUGESTÕES DOS ALUNOS. O Vestibular se reveste de grande

Leia mais

Aula 11 O Efeito Pigmalião

Aula 11 O Efeito Pigmalião Aula 11 O Efeito Pigmalião Objetivos da aula: Conhecer o chamado Efeito Pigmalião. Compreender a importância do conhecimento do Efeito Pigmalião pelo líder,l quando ele está envolvido no desenvolvimento

Leia mais

Estudo sobre Rotatividade de Funcionários no Brasil Ano I - 2008

Estudo sobre Rotatividade de Funcionários no Brasil Ano I - 2008 Estudo sobre Rotatividade de Funcionários no Brasil Ano I - 2008 Marco A. Quége* INTRODUÇÃO A rotatividade de funcionários (turnover) é sem dúvida um elemento que demanda atenção constante por parte de

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06 Questões sobre o tópico Avaliação de Desempenho: objetivos, métodos, vantagens e desvantagens. Olá Pessoal, Espero que estejam gostando dos artigos. Hoje veremos

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

TÍTULO: PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS PROFISSIONAIS FORMANDOS DA ÁREA DE NEGÓCIOS DA FACIAP

TÍTULO: PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS PROFISSIONAIS FORMANDOS DA ÁREA DE NEGÓCIOS DA FACIAP Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS PROFISSIONAIS FORMANDOS DA ÁREA DE NEGÓCIOS DA FACIAP CATEGORIA: CONCLUÍDO

Leia mais

6. Considerações finais

6. Considerações finais 84 6. Considerações finais Nesta dissertação, encontram-se registros de mudanças sociais que influenciaram as vidas de homens e mulheres a partir da chegada das novas tecnologias. Partiu-se da Revolução

Leia mais

Perfil e Competências do Coach

Perfil e Competências do Coach Perfil e Competências do Coach CÉLULA DE TRABALHO Adriana Levy Isabel Cristina de Aquino Folli José Pascoal Muniz - Líder da Célula Marcia Madureira Ricardino Wilson Gonzales Gambirazi 1. Formação Acadêmica

Leia mais

Planejamento de Recursos Humanos

Planejamento de Recursos Humanos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Planejamento de Recursos Humanos Profa. Marta Valentim Marília 2014 As organizações

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa.

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa. DIREITO DOS CLIENTES O que esperar de sua empresa de Executive Search Uma pesquisa de executivos envolve um processo complexo que requer um investimento substancial do seu tempo e recursos. Quando você

Leia mais

TEORIAS DE CONTÉUDO DA MOTIVAÇÃO:

TEORIAS DE CONTÉUDO DA MOTIVAÇÃO: Fichamento / /2011 MOTIVAÇÃO Carga horária 2 HORAS CONCEITO: É o desejo de exercer um alto nível de esforço direcionado a objetivos organizacionais, condicionados pela habilidade do esforço em satisfazer

Leia mais

FETEESUL AVALIAÇÃO DO ESTRESSE EM PROFESSORES DO ENSINO PRIVADO NO RIO GRANDE DO SUL

FETEESUL AVALIAÇÃO DO ESTRESSE EM PROFESSORES DO ENSINO PRIVADO NO RIO GRANDE DO SUL FETEESUL AVALIAÇÃO DO ESTRESSE EM PROFESSORES DO ENSINO PRIVADO NO RIO GRANDE DO SUL Coordenadora:Profa. Dra. Janine Kieling Monteiro - UNISINOS Colaboradora: Dra. Carolina Saraiva de Macedo Lisboa Mestranda:

Leia mais