GUIA DE SUGESTÕES DE ATIVIDADES E CULMINÂNCIA

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1 GUIA DE SUGESTÕES DE ATIVIDADES E CULMINÂNCIA Enquanto acompanhávamos a aplicação do Florestabilidade nas escolas, observamos que os professores que planejavam e desenvolviam atividades intermediárias e de culminância obtinham muito sucesso junto a seus alunos e outros membros da comunidade escolar. Ficamos entusiasmados com essa perspectiva. Acreditamos que o êxito desses professores se deva ao ritmo que as atividades imprimiram ao processo de aprendizagem, criando sempre um ambiente novo para descobrir e aprender. Os contextos em que essas atividades aconteceram também gerou entusiasmo e ampliou a participação dos alunos. Inspirados por esses professores, preparamos um guia sucinto, e provavelmente incompleto, com algumas sugestões. Sem dúvida, os Planos de Aula, propostos no Livro do Mediador, contemplam uma série de outras atividades interessantes e fáceis de viabilizar em sala de aula. O objetivo aqui é dar ideias para que você vá além e se planeje para promover algumas dessas atividades, ao longo do ano letivo, tornando o estudo do manejo florestal ainda mais atrativo. Ficamos à disposição para orientá-lo no desenvolvimento dessas atividades e para construir outras, que nasçam de sua criatividade e experiência pedagógica. Equipe do Florestabilidade

2 Atividade 1: Dia de Florestabilidade Momento recomendado: início do ano letivo ou do semestre Objetivo: Apresentar a proposta do Florestabilidade aos estudantes dos últimos anos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio da escola ou da turma com a qual se quer trabalhar. Isso depende da abrangência de seu plano de aplicação do Florestabilidade. Participantes: Além dos estudantes, pode convidar outros membros da comunidade escolar se achar adequado, como: professores de outras disciplinas; funcionários da escola (do corpo pedagógico e/ou administrativo); familiares dos alunos; profissionais da floresta da região (extrativistas, agricultores, membros de cooperativas, pesquisadores, etc.); gestores públicos (da prefeitura, secretarias de educação, ambiente, desenvolvimento, saúde); sindicatos rurais; empresas ligadas à produção florestal, dentre outros. O que apresentar? Os objetivos do Florestabilidade, o que nós elaboramos assim: ampliar o entendimento sobre as florestas e despertar nos jovens o desejo de tornar-se gestor de um dos maiores patrimônios naturais e culturais do Brasil, a Amazônia. Se o jovem da Amazônia não tomar pra si a responsabilidade de gerenciar e cuidar das florestas, quem o fará? O que é o Florestabilidade: um programa de educação sobre o manejo sustentável na Amazônia; dirigido a estudantes do Ensino Médio e dos últimos anos do Fundamental. Funciona como tema gerador para várias disciplinas, pois trata da história, da geografia, do ambiente, da linguagem, da economia da floresta, dentre tantas outras perspectivas. Favorece a prática da interdisciplinaridade e a aquisição de conhecimentos significativos para o mundo do trabalho e a participação social. Retrata a vida e a cultura na Amazônia; os achados de cientistas que estudam a região e a experiência de manejadores da floresta. Ajuda a entender as possibilidades de profissões e negócios vinculados à floresta. Oferece conteúdo estruturado e propõe atividades ao jovem para conhecer o passado, o presente e imaginar o futuro da Amazônia. Os recursos pedagógicos do Florestabilidade: as videoaulas, os programas de rádio, os livros, o jogo e como o(s) professor(es) pretendem utilizá-los. Você pode eleger um vídeo para demonstrar esse conteúdo para os convidados e fazer o exercício da leitura de imagem, descrito no Livro do Mediador. Como você pretende aplicar o Florestabilidade na escola: vai utilizar com uma única turma? Em uma disciplina ou curso? Em parceria com outros professores? Durante o horário regular ou em horário complementar? Todos os alunos participarão ou apenas aqueles interessados em seguir carreiras florestais? Vai dar ênfase nas aulas teóricas? Ou pretende fazer algumas atividades extraclasse? Enfim, explique o que você planejou. Escuta: Agora que você apresentou suas ideias, é hora de ouvir a opinião dos participantes. O que acharam da proposta? Que interesse têm por manejo florestal? Alguém tem experiência nessa área? Que sugestões eles têm para o(s) professor(es) que propõe(m) o Florestabilidade? Reflexão: A partir das opiniões coletadas, ajuste seu plano, valide com a diretoria ou com a coordenação pedagógica e siga em frente.

3 Atividade 2: Mostra do Manejo Florestal Momento recomendado: Junho, coincidindo com a semana ou mês em que se comemora o Meio Ambiente Objetivo: Estimular o contato dos estudantes com a cultura, a biodiversidade, a conservação e a produção das florestas da região. Organizar a socialização desses saberes com a comunidade escolar. Participantes: Além dos estudantes da escola, pode estender o convite aos professores de outras disciplinas; funcionários da escola; familiares dos alunos; profissionais da floresta da região (extrativistas, agricultores, membros de cooperativas, pesquisadores, etc.); gestores públicos (da prefeitura, secretarias de educação, ambiente, desenvolvimento, saúde); sindicatos rurais; empresas ligadas à produção florestal, artistas locais, dentre outros. Como preparar a Mostra? Em sala de aula: Após percorrer os conteúdos do Florestabilidade sobre manejo de produtos madeireiros (aulas 4 a 6), manejo de produtos não-madeireiros (aulas 7 a 12) e manejo de uso múltiplo (aula 13), faça uma lista das áreas florestais (reservas, parques, terras indígenas, por ex.), das comunidades (tradicionais, assentados, grupos indígenas, etc.) e dos produtos florestais e agrícolas (frutos, fibras, flores, óleos, resinas, pescado, medicamentos, etc.) que têm origem nessas florestas. Você pode, por exemplo, indicar as áreas, comunidades e produtos listados num mapa de sua região e discutir com seus alunos os principais temas de interesse para eles. Levantamentos: Oriente os alunos a investigar a história e as perspectivas das áreas, comunidades e produtos de interesse. Eles podem trabalhar individualmente ou em pequenos grupos, garantindo que a turma estude vários temas. Os estudos devem apresentar uma diversidade de fontes: jornais, revistas, museus, bibliotecas, acervos locais, arquivos digitais, entrevistas, visitas a comunidades e áreas de produção florestal. Na medida do possível, os alunos devem registrar os principais achados do levantamento com fotos, vídeos, textos, áudio, ilustrações, diagramas, de maneira a relatar, com criatividade, a(s) história(s) identificadas. Sistematização: Com as informações em mãos, os alunos devem desenvolver uma narrativa para apresentar os produtos, as comunidades e as áreas florestais estudadas. O papel do professor na coordenação da Mostra é fundamental. Em geral, suas responsabilidades incluem: viabilizar um espaço e uma data na escola para a Mostra; definir com os alunos a melhor forma de convidar o público; orientar a montagem e a apresentação dos trabalhos ao público; capturar a opinião dos participantes. Comunicação: É interessante destacar um grupo de alunos para divulgar a Mostra. Esse grupo também pode escrever uma nota para a imprensa local e informar a equipe da Fundação Roberto Marinho sobre as ações que serão realizadas na escola; podendo registrar a atividade em fotos e vídeos, se possível. Avaliação: Durante a atividade, o professor deve incentivar que os grupos conheçam o trabalho uns dos outros, construindo assim a apreciação entre colegas. Aproveitando a presença do público externo, os alunos também podem aplicar um breve questionário para capturar as impressões dos visitantes sobre os trabalhos apresentados: o que eles mais gostaram, o que aprenderam de mais importante, outros temas florestais ou ambientais que gostariam de conhecer. Reflexão: Após a Mostra, é importante que o professor reúna os alunos para refletir sobre o que deu certo e o que poderia ser aprimorado.

4 Atividade 3: Experiência de Campo Momento recomendado: Durante o estudo do manejo em florestas públicas (aula 3), do manejo florestal de produtos madeireiros (aulas 4 a 6) ou do manejo de produtos não-madeireiros (aulas 4 a 12), conforme a característica da experiência a ser visitada Objetivo: Vivenciar o manejo florestal na região; confrontar a experiência em campo com as práticas de manejo aprendidas nas aulas do Florestabilidade; discutir em que medida as práticas observadas em campo são sustentáveis, do ponto de vista ambiental, social e econômico. Participantes: Seus alunos; a comunidade visitada; técnicos que trabalham na área visitada, quando for o caso e outros públicos que você julgue adequados. Como preparar a Visita de Campo? Pesquisa: Identifique uma comunidade extrativista, ribeirinha, indígena, quilombola que produza na floresta ou até uma unidade de beneficiamento de produtos florestais próxima de sua escola. Quanto mais próxima, mais fácil será a logística e a influência que exercer sobre os alunos. No website do Instituto Chico Mendes, você encontra a lista de unidades federais de conservação na Amazônia: Nas secretarias estaduais e municipais de meio ambiente, você deve encontrar a lista de unidades de conservação gerenciadas pelas esferas estadual e local. No Canal do Produtor Rural, é possível localizar o endereço dos Sindicatos Rurais: O livro Negócios para Amazônia Sustentável publicado pela Secretaria de Coordenação da Amazônia do Ministério do Meio Ambiente traz 69 itens da Amazônia, produzidos de forma sustentável, e classificados em 8 categorias: arte e cestaria indígena, artesanato de sementes e fibras, castanha do brasil, ecoturismo, madeira certificada e artefatos, borracha nativa, produtos fitoterápicos e cosméticos e produtos gastronômicos. O livro trás ainda o contato dos produtores. Ver na Biblioteca do Florestabilidade. Você ainda pode optar por fazer uma visita a um museu ou centro de ciência de sua região. A Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social do Ministério da Tecnologia e Inovação tem um Guia de Centros e museus de ciência do Brasil que pode lhe ajudar: 62ed0798f567 É bom lembrar que várias das localidades de manejo florestal têm calendário sazonal e requerem autorização de entrada de visitantes, que pode demorar semanas a ser expedida. Para garantir uma visita bem sucedida, é importante planejar com antecedência e conversar com o responsável pela área e pela operação de manejo, construindo com eles um roteiro adequado para todos. Organização da visita: Escolhido o local, além das providências de transporte, alimentação, autorizações e o roteiro da visita, é importante preparar seus alunos para a experiência. Dentre as muitas possibilidades, pode-se identificar a localidade visitada no mapa do estado; pesquisar a história ou levantar dados da(s) comunidade(s) ou organização(ões) que opera(m) na região; investigar a paisagem e a biodiversidade do local; pesquisar as taxas de desmatamento e cobertura florestal. Vale ainda fazer uma conversar com os alunos sobre a atitude que se deve ter diante do novo e do diferente: um espírito aberto, curioso, respeitoso e amigável.

5 Durante a visita: Cada estudante ou grupo pode operar como um verdadeiro investigador ou jornalista, contrastando as informações que levantaram antes da visita com as situações observadas. O Memorial do Estudante é um recurso para registrar as informações, assim como a câmera fotográfica, de vídeo, o gravador, a ilustração ou a pintura, principalmente se houver talentos das artes plásticas na turma. Sempre que possível, o roteiro da visita deve conter: 1. uma introdução sobre o lugar, a história das pessoas de lá e sua conexão com a região onde a escola visitante está inserida. 2. um ou mais momentos de experiências com atividades de produção na floresta, nas quais os participantes possam entender o processo de produção e como ele transforma ou transformou a paisagem nativa. 3. vale concluir a visita com uma roda de conversa com seus anfitriões, na qual os alunos façam perguntas após vivenciar o processo de produção; contem suas impressões (de que forma a experiência alterou sua opinião); agradeçam a comunidade e digam como pretendem contar para outras pessoas aquilo que aprenderam. Após a visita: Você pode orientar uma série de produções: programas de rádio, documentários, exposições, seminários, etc. a depender da complexidade desejada e possível de realizar. Reflexão: Ao final do processo, busque refletir com seus alunos o que aprenderam. Você pode pedir, por exemplo, que redijam uma carta para uma ou mais pessoas que os receberam na visita contando como a experiência se propagou na escola.

6 Atividade 4: A Floresta na Merenda Momento recomendado: No início do segundo semestre, caso a aplicação do Florestabilidade dure todo o ano Objetivos: Refletir sobre a cadeia produtiva dos alimentos (relação produçãotransporte-consumo). Investigar se e como os produtos da Floresta Amazônica estão presentes na merenda da escola e na dieta das famílias. Questionar se a escola poderia dinamizar a economia local, ao adquirir ingredientes de produtores locais para a própria merenda. Participantes: Estudantes; merendeiras; gestores da escola; produtores agrícolas ou florestais da região; nutricionistas ou agentes de saúde, se for o caso; outros agentes públicos, se julgar adequado. O que temos para hoje? Pesquisa: Essa pesquisa pode se desdobrar em vários momentos de atividade. Convide seus alunos a organizar uma entrevista com a(s) merendeira(s) da escola para entender quem elas são; como funciona o trabalho delas; quais são suas receitas prediletas e por quê; se elas recebem alguma orientação para cozinhar e como isso funciona; como elas acessam os ingredientes; de onde vêm os produtos; se há uma preferência por ingredientes locais e quem os fornece. Organize uma visita à cozinha da escola para conhecer mais de perto a matéria-prima da merenda. Convide os gestores da escola responsáveis pela compra dos itens alimentares para contar a experiência e os desafios dessa gestão. Peça a eles para falar sobre o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e as oportunidades de aquisição de alimentos de agricultores familiares ou produtores locais. Se quiserem ir mais além, também podem fazer um Guia de Produtores Locais de Alimentos, contendo as informações sobre os produtos disponíveis, sazonalidade, localidade, nome e contato do produtor. Vale destacar se há produtores orgânicos, certificados ou que privilegiam a integração sustentável da lavoura, do pasto e da floresta. Um ponto de partida possível é o contato com o Sindicato Rural de sua região. Consulte: Sempre que possível, façam entrevistas com alguns produtores para entender se eles comercializam a produção localmente e se a escola está entre seus compradores. Aprender também é saboroso! Produções e socialização: Todo esse levantamento pode se transformar em informações úteis para os gestores da escola, as famílias e os demais alunos e professores. Ao sistematiza-las em Guias, Manuais, Livros de Receitas ou outros, você e seus alunos podem compartilhar esse conhecimento com a comunidade escolar de uma forma saborosa. Com a ajuda das merendeiras, dos produtores locais, dos alunos e suas famílias, comemore a Agricultura Familiar e os Ingredientes Florestais na escola: apresente os resultados da pesquisa, acompanhados por receitas que contenham ingredientes da floresta. Deixe que os convidados provem os pratos; descrevam os sabores; e reflitam com vocês a importância dos produtos na saúde, no ambiente e na economia local. Abertura para mudanças? Reflexão: Se durante esse processo vocês constataram a necessidade de mudanças no preparo ou na gestão da merenda escolar, este é o momento de declarar e registrar que mudanças são essas e comunica-las aos gestores da escola ou da instância de governo à qual a escola está vinculada, num exercício de participação da governança da educação, da saúde e do meio ambiente.

7 Atividade 5: Feira de Carreiras Florestais Momento recomendado: Após a aula 15 ou num momento dedicado à orientação vocacional dos alunos Objetivos: Conhecer a diversidade de carreiras ligadas à gestão e à produção florestal na Amazônia; encontrar pessoas que optaram por essa área de trabalho e saber que estilo de vida elas têm; investigar o que é preciso para tornar-se um profissional ou empreendedor da floresta Participantes: Estudantes; profissionais da floresta convidados; familiares dos estudantes, se julgar adequado. Como preparar a Feira? Levantamento de interesses e oportunidades: Após trabalhar a Aula 15 do Florestabilidade com seus alunos, construam uma lista de carreiras vinculadas a floresta, exemplificando alguns dos interesses dos estudantes. Dentre essas profissões estão: Agricultor, Biólogo, Engenheiro Agrônomo, Engenheiro Florestal, Engenheiro Hídrico, Geólogo, Gestor Ambiental, Gestor de Cooperativa, Identificador Botânico, Veterinário, dentre muitos outros. Ao concluir a lista, discutam como ela se relaciona com a economia local. Em nossa região, há oportunidades de negócios e empregos nessas áreas? Conhecemos profissionais dessas áreas para convidar para uma conversa? Quem conhece quem? Lembrar que não estamos apenas buscando pessoas com formação universitária; buscamos também profissionais no nível técnico ou que aprenderam com a experiência de vida ou com o conhecimento tradicional. Organizando a Feira: Após listar as profissões de interesse e os possíveis convidados, prepare uma carta convite da escola e envie-a aos profissionais selecionados. Vale reforçar o convite por telefone e confirmar a disponibilidade. Vocês podem planejar uma roda de conversa ou uma apresentação dos profissionais. Isso pode ser feito dentro de uma sala de aula ou em um auditório para beneficiar um número maior de alunos e professores. Recomendamos convidar dois profissionais por sessão, no máximo, para que os participantes possam interagir em profundidade com eles. A Feira de Profissões pode ser estruturada em várias sessões durante o ano ou concentrar-se em poucos dias, sequenciando sessões com vários profissionais. Se optar por uma ação de grande monta e concentrada em poucos dias ou num fim de semana, vale convidar empresas do setor produtivo florestal e universidades da região interessadas em incentivar a formação de novos profissionais florestais na região. Eles também podem fazer palestras ou montar pequenos stands ou mesas em sua escola para falar de suas atividades e cursos. A participação de um orientador vocacional também é bem-vinda. Compilando os dados da Feira: Seja num calendário esparso no ano letivo, seja de forma concentrada, a Feira vai despertar o interesse dos estudantes e esclarecer muitas dúvidas sobre as possíveis escolhas profissionais e como se preparar para elas. Seus alunos podem, então, disseminar essas descobertas para outros jovens da região. Eles podem fazer isso por meio de blogs, websites, vídeos, programas de rádio, redes sociais e outras ferramentas de comunicação a seu alcance. O mais importante é que planejem como vão organizar esse acervo e divulga-lo. Por que fazer uma Feira e/ou um Guia de Profissões quando há tantos guias disponíveis na internet sobre o assunto? Veja o Guia do Estudante, por ex: Em primeiro lugar, porque a maior parte de seus alunos conta com a escola para viabilizar seus anseios profissionais. Como educadores, temos a responsabilidade de refletir com eles sobre essas oportunidades. Em segundo lugar, porque essa é uma ocasião para conhecer as vocações da minha região e conciliar o desenvolvimento profissional do meu aluno com o desenvolvimento socioeconômico local.

8 Culminância: Feira de Ciências e Cultura da Floresta Momento recomendado: Após a conclusão de todas as aulas do Florestabilidade, encerrando o programa com pesquisas e inovações propostas pelos alunos Objetivos: Demonstrar o entendimento sobre a questão florestal adquirido pelos alunos; apresentar propostas de soluções para os desafios de conservação das florestas da região Participantes: Estudantes; professores e gestores da escola; familiares dos estudantes; moradores no entorno da escola; produtores florestais e rurais; todos os que contribuíram com a aplicação do Florestabilidade Interesses, Problemas, Pesquisas e Soluções Cultivando interesses e despertando o cientista: Ao longo da aplicação do Florestabilidade, incentive seus alunos a utilizar o Memorial do Estudante ou um caderno (também chamado, às vezes, de Diário de Bordo) aonde ele possa registrar os principais elementos apreendidos e as questões de maior interesse para eles(as). Ao concluir as aulas do Florestabilidade, os alunos devem revisitar o Memorial/Caderno/Diário e identificar uma questão que pretende de entender mais ou um problema que gostaria de resolver. Incentive seus alunos a escolher uma questão ou problema que eles possam, de fato, tentar resolver. Não deve ser tão complexa e ambiciosa a ponto de ficar completamente fora de seu alcance, nem tão singela para não causar desinteresse. A questão pode estar associada à descoberta de novas propriedades de um produto da floresta (novas para seu aluno, que seja!); ou ao uso mais sustentável do solo, levando em conta o que se produz ou extrai na região; ou como estimular condições mais dignas e seguras para o trabalhador florestal; ou à reformulação da merenda escolar, utilizando produtos locais e sustentáveis; ou a um novo negócio florestal, enfim, tudo depende do interesse do aluno e da necessidade local observada. O mais importante é responder com clareza: qual é a questão ou o problema a ser tratado? Orientador e Referências: Definido o problema, ajude seu aluno a encontrar um Orientador. Se o Orientador tiver familiaridade com o problema ou com o tema, isso vai ser ótimo! O mais importante, no entanto, é que o Orientador ajude o aluno a encontrar caminhos, a definir metodologias de estudos e a selecionar referências. O aluno deve buscar pesquisas já realizadas sobre o tema escolhido. Anotar os autores que trabalharam com esse tema. Ele pode pesquisar o tema em livros, jornais, revistas, filmes, no kit pedagógico do Florestabilidade, dentre outros. Muitas dessas referências estão disponíveis também na internet, na biblioteca de sua escola ou na biblioteca do bairro e da cidade. O estudante também pode conversar com pessoas da comunidade atingidas pelo problema; observar como elas agem ou são afetadas quando o problema se apresenta. Elas podem ajudar a formular Hipóteses para solucionar o problema. Ideias: O Orientador deve recomendar ao aluno que comece a registrar suas ideias desde cedo. Além de descrever o Problema que ele quer resolver e as Hipóteses de solução (que, em geral, surgem a partir da revisão das referências), deve Justificar a importância desse problema para sua comunidade e sintetizar os Objetivos que pretende alcançar. Problema, Justificativa e Objetivos devem ser apresentados na Feira de Ciências e Cultura. Materiais e Planejamento: O estudante deve preparar uma lista de materiais necessários para desenvolver sua pesquisa. Os materiais a serem utilizados dependem do tipo da coleta de dados e informações proposta. Podem variar de um questionário a equipamentos de laboratório, visitas ou materiais para produzir uma maquete, por exemplo. O aluno deve listar esses materiais e verificar se estão a seu alcance. Caso não estejam, é recomendável rever o plano de pesquisa ou pedir ajuda

9 a pesquisadores de uma universidade ou centro de pesquisa. Se a ideia for promissora, sempre é possível encontrar aliados. Desenvolvimento. Com o plano de pesquisa em mãos, o estudante pode dar continuidade ao trabalho. Ele(a) já identificou o Problema; coletou Referências por meio de leituras e discussões e pensou numa Hipótese de solução. Agora, é fazer os experimentos e observações necessários para comprovar a Hipótese. Analisar os resultados preliminares e avaliar se a Hipótese está correta ou se ela não resultou na solução esperada do problema. Na pesquisa, isso pode ocorrer com frequência. O mais importante é ser coerente com seus achados; relatar o que aconteceu; reformular as Hipóteses e recomeçar, sem desistir de encontrar uma solução para o Problema. Na Feira: Os alunos motivados a mostrar seu trabalho para o público devem se organizar para narrar o Problema, a Justificativa, os Objetivos, as Hipóteses de solução; os Métodos da Pesquisa e as Conclusões. Eles podem ou não ter encontrado a Solução desejada. A busca é o que mais importa. Faça da Feira um local de encontro, diversidade, conversa, respeito e diversão. Celebre o feito de seus alunos com eles e reconheça os aprendizados com a comunidade escolar. Comunicação: Compartilhe o planejamento e os resultados da culminância com a equipe da Fundação Roberto Marinho para que possamos dar mais visibilidade a seus esforços. E para inspirar outros professores a seguir esse caminho. Escuta e reflexão: Capture as impressões de seus alunos sobre o Florestabilidade: o que eles gostaram; o que precisa ser melhorado; se alguma atividade mudou seu modo de ver as pessoas, o ambiente, os produtos que consome. Se possível, ouça os familiares de seus alunos para entender se o aprendizado se propagou de alguma forma na família.

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