Educação Ambiental e Marketing Verde: Por um consumo ecologicamente correto

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1 Educação Ambiental e Marketing Verde: Por um consumo ecologicamente correto Márcia Tobias Carneiro Resumo O presente artigo propõe apresentar a educação ambiental aliada ao marketing verde, por um consumo mais responsável. A sociedade atual vem tomando consciência pelas questões do meio ambiente, e o desejo de preservação e sustentabilidade faz com que surja um novo perfil de consumidor, que se preocupa com a qualidade e o processo produtivo dos produtos e suas possíveis conseqüências ambientais. O marketing verde em conjunto com a educação ambiental, vem com o intuito de gerar mudanças e oferecer produtos que minimizem os impactos sobre o meio ambiente, e que satisfaçam as necessidades do consumidor responsável, mostrando a importância de adotar uma atitude preservacionista dos recursos, reflexo para as futuras gerações. Palavras chave: Educação Ambiental, Marketing Verde, Consciência, Consumo. Abstract Environmental Education and Green Marketing: For an ecologically correct consumption

2 This article proposes to present environmental education coupled with green marketing, by a more responsible consumption. Current society comes realizing by environmental issues, and the desire of preservation and sustainability causes a new consumer profile, who cares about the quality and the production process of the products and its possible environmental consequences. The green marketing in conjunction with environmental education comes to generate changes and offer products that minimize impacts on the environment, and which meet the needs of the responsible consumer, showing the importance of adopting an attitude preservationist resources, reflection for future generations. Key words: Ambient Education, Green Marketing, Conscience, Consumption.

3 Introdução O crescente processo de globalização dos países trouxe ao longo dos últimos anos vários benefícios econômicos como desenvolvimento da tecnologia, avanço da economia mundial, e conseqüentemente, aumento do consumo. A partir da Revolução Industrial em meados do século XIX, esse consumismo começou a gerar vários problemas ambientais. A preocupação com tais questões vem se difundindo cada vez pelo mundo, gerando mudanças na sociedade como um todo. A humanidade está refletindo mais sobre sua cultura, crenças, valores, atitudes, que baseiam no seu comportamento cotidiano, e assim vem buscando meios de reduzir os atuais níveis de degradação ambiental, adotando o exercício de cidadania, requerendo seus direitos e assumindo seus deveres. Esta visão preservacionista dos consumidores faz com que as organizações e empresas invistam na propaganda ambiental, passando uma imagem positiva de seus produtos e preocupada com os impactos negativos que possam causar ao meio ambiente. As exigências desses consumidores induzem essas empresas a utilizarem como ferramenta o Marketing Verde que visa contribuir nas escolhas dos indivíduos, reconsiderando a opção de compra, impulsionando a comercialização de produtos sustentáveis, a fim de promover a fidelização desses clientes, informando os dos processos de elaboração, produção e descarte, das suas vantagens na aquisição, de modo que possa conscientizar e educar tais consumidores, mantendo a competitividade de mercado, e ao mesmo tempo, obtendo lucro ambientalmente responsável. O marketing verde aliado à educação ambiental permite ampliar a conscientização pelas questões do meio ambiente. A educação tem papel chave nesse processo, e as ações de marketing ecologicamente correto é reflexo na mudança de nossas atitudes, contribuindo nas decisões que procurem a preservação e sustentabilidade do planeta. Definições de Marketing Inicialmente no Brasil, Marketing foi chamado de mercadologia, apesar de a tradução significar ação no mercado. Muito foi discutido acerca disso, porém os profissionais da área entendem por comercialização, que visa basicamente satisfazer com produtos ou serviços os desejos dos consumidores.

4 Muitos associam marketing apenas como vendas e propaganda, pois todos os dias somos bombardeados por comerciais de TV, anúncios em jornais, entre outros tipos de comunicação, entretanto, ele tem um papel transformador que age modificando o perfil da sociedade capitalista. Las Casas (1997) define: Marketing é a postura atual dos comerciantes que devem considerar o consumidor como ponto de partida para qualquer negócio, que se deve incorporar na empresa em todos os níveis. Deverá ser feito todo esforço possível para satisfazer os consumidores, desde o mais alto executivo até o mais baixo escalão na empresa. Corroborando com Las Casas, McCarthy (1997) propõe que o Marketing desempenha papel essencial ao fornecer aos consumidores bens e serviços adequados que satisfaçam suas necessidades, preocupado com o que desejam, orientando o que de ser produzido. Conforme Kotler (2000), um dos autores mais influentes da área, conceitua Marketing como [...] processo social por meio do qual pessoas e grupos de pessoas obtém aquilo de que necessitam e o que desejam com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros. Godri (1997) simplifica Marketing como atividade de descobrir, conquistar e manter clientes. Para Carpenter (2001, apud GONZAGA, 2005, p.359), o marketing deve basear se no pressuposto de que (...) pelo menos no início, os clientes não sabem o que querem, mas aprendem o que querem. Suas escolhas e preferências são resultado do processo de aprendizagem através de informações que faz que as opções de mercado cresçam de modo que a aprendizagem dos consumidores aconteça. O marketing atua como ferramenta imprescindível para as empresas que querem vender seus produtos e conquistar fidelização dos consumidores que optam por comprá los. Atualmente encontra desafios, pois com o crescimento do poder de compra e o aumento da concorrência, faz com que encontrem novos meios de conquista e novas práticas mercadológicas.

5 Conceituando Marketing Verde A maioria das pessoas quando ouvem falar sobre Marketing Verde, associam a propaganda com características ecológicas e ambientais. No entanto, apesar desse tipo de marketing usar de alguns termos específicos como ecologicamente correto, reciclável, retornável, entre outros, por trás há uma conceituação mais ampla do que se é visto. Nessa área do marketing alguns nomes também são utilizados, como por exemplo: marketing ambiental, marketing ecológico ou ecomarketing, mas que basicamente designam a mesma definição. O marketing verde propõe várias atividades, como a modificação de produtos e no processo produtivo, preocupado com os impactos negativos que possam causar no ambiente, refletindo isso na propaganda. A terminologia surgiu nos anos setenta, quando a Associação Americana de Marketing (AMA American Marketing Association), realizou em 1975 o primeiro Worshop a fim de discutir o impacto do marketing sobre o meio ambiente. Resultado deste evento foi lançado o primeiro livro sobre Marketing Verde intitulado Ecological Marketing, escrito por dois autores americanos Henion e Kinnear, em Desde então, muitos outros livros foram publicados com muitas definições, porém a mais abrangente definida por Polonsky (1994) ordena: Marketing verde ou ambiental consiste em todas as atividades designadas para gerar e facilitar trocas voltadas com a intenção de satisfazer as necessidades ou desejos humanos, de modo que a satisfação dessas necessidades e desejos ocorra com o mínimo de impacto sobre o meio ambiente. O marketing verde incide na prática das atividades inerentes ao marketing, no entanto incorporando a questão ecológica e a problemática atual, contribuindo para estimular e despertar a conscientização ambiental do mercado consumidor. Na concepção de Gonzaga (2005), O termo marketing verde refere se aos instrumentos mercadológicos utilizados para explorar os benefícios ambientais proporcionados por um produto. Os benefícios ambientais mais valorizados são aqueles que contribuem para a sustentabilidade dos ecossistemas do planeta. Como sustentabilidade dos recursos naturais necessários para a produção de bens destinados ao consumo humano implica mudanças quantitativas da oferta e da demanda, a utilização do marketing verde pressupõe a idéia de que seja possível criar riquezas com a diminuição de impactos ambientais negativos e a

6 promoção de mudanças sociais que afetem os hábitos de consumo no mercado. Segundo Peattie e Charter (2003), marketing verde é a gestão holística dos processos responsáveis por identificar, antecipar e satisfazer as necessidades dos clientes e sociedade, de forma lucrativa e sustentável. Lavorato (2006) destaca que o marketing verde contribui para o desenvolvimento de produtos e serviços direcionados a um segmento específico, que valoriza e consome produtos ecologicamente corretos. A questão central do marketing verde é a educação ambiental, instrumento essencial durante o processo de tornar os cidadãos mais alertas às conseqüências de suas atitudes em relação ao meio ambiente. Essa educação deve ser transformadora de maneira que os indivíduos percebam as causas de seus hábitos, que mudem seus comportamentos e escolhas de compra antes de consumir. A partir dessa transformação, as oportunidades para produtos verdes e ecológicos aumentaram à medida que as futuras gerações sejam educadas sobre a questão ambiental, e incorporem ao seu modo de vida. Essa área do marketing parte do princípio de que é necessário que a empresa se posicione ambientalmente, e para isso ela requer que sua estrutura interna se comporte do mesmo modo. Portanto, todos dentro da organização devem estar conscientes de sua função e trabalhar para que isso se concretize. Os meios de comunicação contribuem por meio de debates, filmes, artigos e propagandas, enfatizando os problemas ambientais, para conscientização ou a mudança de concepções da população. O marketing precisa encontrar maneiras de satisfazer as necessidades dos consumidores, sem sacrificar o meio ambiente atual e futuro. Breve histórico da Educação Ambiental Em 1968, foi realizada na Itália, uma reunião de cientistas dos países desenvolvidos a fim de discutir a situação ambiental no planeta, o consumo, e a preservação de recursos, aliado ao crescimento populacional até o século XVI. Nesta reunião denominada Clube de Roma, concluiu se que deveria estabelecer uma mudança em relação ao consumismo, devido aos impactos negativos ao meio ambiente e a diminuição do crescimento da população. Um dos debates do Clube de Roma foi colocar em discussão a problemática ambiental no mundo, e a

7 partir disso, a Organização das Nações Unidas (ONU), realizou em 1972, em Estocolmo na Suécia, a Primeira Conferência de Meio Ambiente Humano, que tinha como tema principal a poluição decorrente das indústrias. Brasil e índia defendiam a idéia de que a poluição é o preço que se paga pelo progresso, com isso muitas empresas multinacionais se instalaram nesses países, pois poderiam operar e poluir com altos níveis, onde em seus respectivos países foram impedidos. Uma importante resolução da conferência de Estocolmo foi a de que se deve educar o cidadão para a solução dos problemas ambientais. A ONU, através da UNESCO, órgão responsável pela divulgação e realização de seminários em todo o mundo, procurando inserir conhecimentos filosóficos e pedagógicos, deu origem a vários textos e trabalhos acerca da educação ambiental. Um exemplo foi em 1975, em Belgrado na antiga Iugoslávia, foi realizada uma reunião de especialistas em educação, geografia, biologia, história, entre outros, onde se definiu os objetivos da Educação Ambiental, publicados no que chamaram de A Carta de Belgrado. Os seis objetivos estabelecidos foram: 1. Conscientização; 2. Conhecimento; 3. Comportamento; 4. Competência; 5. Capacidade de Avaliação; 6. Participação. Em 1977, em Tbilisi na Geórgia (ex URSS), realizou se o Primeiro Congresso Mundial de Educação Ambiental, onde apresentaram os primeiros trabalhos desenvolvidos em vários países. Em 1987, a segunda edição ocorreu em Moscou na Rússia, onde as discussões permeavam nos temas sobre desarmamento, acordos de paz entre URSS e EUA, democracia e liberdade de opinião. No mesmo período a primeira ministra norueguesa, Gro Brundtland, patrocinava reuniões em várias cidades no mundo, para discussão da situação ambiental e as soluções encontradas após a conferência de Estocolmo. As conclusões foram publicadas em várias línguas. O livro O Nosso Futuro Comum conhecido como Relatório Brundtland, forneceu subsídios temáticos para a ECO 92 (RIO 92), que fala também do conceito de desenvolvimento sustentável se torna mais conhecido e divulgado, onde inclui a importância da Educação Ambiental para resolução dos problemas.

8 Diante das conferências mundiais realizadas, houve uma mudança considerável na concepção de meio ambiente e sua problemática no mundo, que está refletindo em práticas e projetos educacionais desde então. Educação Ambiental e o papel das empresas A partir da década de setenta, com a evolução da questão ambiental, decorrente da conscientização do impacto dos padrões de consumo e de produção na degradação ao meio ambiente, o movimento ambiental se destacava, provocando transformações nas demandas da sociedade. Era necessária a adoção de medidas que revertesse essa situação de deterioração ambiental. Apoiado por campanhas e mobilizações contra produtos prejudiciais ao meio ambiente, surgiu o conceito de mercado verde. Em favor da melhoria da qualidade de vida, os consumidores passaram a optar por produtos verdes, que causavam menor impacto sobre o meio ambiente, comparado a similares. Com isso, o setor industrial sentiu se na obrigação de mudar seus processos e métodos produtivos, pressionados por ambientalistas e consumidores, por ser um dos setores com mais altos índices de poluição, a fim de reduzirem os danos ao meio ambiente. A exigência de mais responsabilidade social por parte das organizações e empresas faz com que estas corram atrás da imagem positivista a seus clientes, que cada vez mais exigem mudanças no processo e operações dos produtos. As empresas têm o compromisso de informar seus consumidores sobre os problemas ambientais, numa linguagem acessível a todos, comunicando o agravamento desses ao ambiente em que vivem, amenizando os possíveis impactos negativos causados pelos processos produtivos e ações das organizações. Elas devem estar fre quentemente se aperfeiçoando em relação à proteção ambiental adotando atitudes que melhorem a qualidade do meio ambiente. Para Callenbach et al. (1999 apud GONZAGA, 2005), a publicidade dos produtos verdes deve enfatizar a satisfação duradoura do comprador, a atratividade do custo em relação ao tempo de vida do produto, a competitividade em termos de confiabilidade e ausência de problemas, as possibilidades de reutilização e/ou de reciclagem dos produtos e seus invólucros, o baixo impacto ecológico da manufatura, distribuição, uso e descarte de produtos. Hoje existem programas de rotulagem ambiental que atestam as condições ambientais tanto nos processos produtivos quanto nos produtos, como Selo Verde e certificações que visam

9 fornecer informações sobre a ambientabilidade e aumentar a credibilidade no mercado diante da sociedade que está cada vez mais exigente. A Educação Ambiental em busca do consumo consciente O progresso científico e tecnológico na avaliação dos impactos ambientais e sua contabilização monetária são elementos importantes nesse processo de educação e conscientização ecológica. A Educação Ambiental poderia também ser programada para despertar sentimentos amigáveis em relação a que foram geneticamente condicionados [...] Em relação à natureza, a sensação de simpatia, beleza e paz que esta desperta em muitas pessoas refletiria, portanto, um sentimento geneticamente condicionado, o qual se encontra amortecido pelo peso de um determinado cultural, mas que poderia ser reativado através da educação. (May et al., 2003) A humanidade vem desfrutando de uma gama de produtos e serviços que muitas vezes levaram a um custo ambiental elevado. Muitos países têm buscado soluções para minimizar os impactos do desenvolvimento econômico e a preservação ambiental. O conceito de Desenvolvimento Sustentável ainda não foi totalmente concretizado pelas nações industrializadas e suas organizações, devido à continuidade dos problemas ambientais resultado das atividades produtivas. O problema ambiental está no consumo exacerbado dos recursos naturais, principalmente através do desperdício e do descarte incorreto do lixo que afetam o bem estar e a qualidade de vida. No entanto, a sociedade vem se tornando mais responsável e preservacionista, requerendo o mesmo comportamento das empresas, contra os danos negativos que causam ao meio natural. A educação ambiental entra como fator importante nesse processo de educar e conscientizar, base para o desenvolvimento pessoal e social. Segundo Reigota (2006), Educação Ambiental deve ser entendida como educação política, uma vez que prepara os cidadãos para exigir justiça social, cidadania global e planetária, autogestão e ética nas relações sociais e com a natureza. Conforme documento sobre Educação Ambiental produzido pela Coordenação de Educação Ambiental do MEC, as principais características da EA, sob a ótica do Congresso de Tbilisi realizado em 1997, são:

10 1) Processo dinâmico integrativo: a Educação Ambiental foi definida [...] como um processo permanente no qual os indivíduos e a comunidade tomam consciência do seu meio ambiente e adquirem o conhecimento, os valores, as habilidades, as experiências e a determinação que os torna aptos a agir individual e coletivamente e resolver problemas ambientais. 2) Transformadora: a Educação Ambiental possibilita a aquisição de conhecimentos e habilidades capazes de induzir mudanças de atitudes. Objetiva a construção de uma nova visão das relações do homem com o seu meio e a adoção de novas posturas individuais e coletivas em relação ao ambiente. A consolidação de novos valores, conhecimentos, competências, habilidades e atitudes refletirão na implantação de uma nova ordem ambientalmente sustentável. 3) Participativa: a Educação Ambiental atua na sensibilização e conscientização do cidadão, estimulando a participação individual nos processos coletivos. 4) Abrangente: a importância da Educação Ambiental extrapola as atividades internas da escola tradicional; deve ser oferecida continuamente em todas as fases do ensino formal, envolvendo ainda a família e a coletividade. A eficácia vai atingindo a totalidade dos grupos sociais. 5) Globalizadora: a Educação Ambiental deve considerar o ambiente em seus múltiplos aspectos e atuar com visão ampla de alcance local, regional e global. 6) Permanente: a Educação Ambiental tem um caráter permanente, pois a evolução do senso crítico e a compreensão da complexidade dos aspectos que envolvem as questões ambientais se dão de modo crescente e continuado, não se justificando sua interrupção. Despertada a consciência, se ganha um aliado para a melhoria das condições de vida no planeta. 7) Contextualizadora: a Educação Ambiental deve atuar diretamente na realidade da comunidade, sem perder de vista a sua dimensão planetária. É uma educação transformadora do perfil da sociedade, que busca um futuro sustentável e com qualidade para as gerações futuras, fazendo com as pessoas assumam suas responsabilidades sociais, adotando atitudes colaborativas nas decisões do dia a dia. Para Carvalho (2000 apud LUZZI, 2005), destaca que a maior contribuição da Educação Ambiental estaria no fortalecimento de uma ética socioambiental que incorpore valores políticos emancipatórios e que, junto com outras forças que integram o projeto de uma cidadania democrática, reforce a construção de uma sociedade justa e ambientalmente sustentável.

11 A educação ambiental deve levar em consideração não apenas o meio natural, mas também as relações socioeconômicas e culturais dos indivíduos que nela vivem, desenvolvendo práticas que levem a mudanças expressivas de atitudes e comportamentos, agindo na formação de cidadãos críticos, e consumidores responsáveis. À medida que as questões ambientais começaram a ser discutidas, como o bem estar e a qualidade de vida, estimulando o consumo responsável e consciente, o acesso à informações e novas tecnologias e infra estruturas que facilitem esse consumismo ecologicamente correto, cada vez mais vão sendo incorporadas no cotidiano da sociedade. Na sua maioria, os consumidores são motivados pelas suas necessidades e desejos de manter o controle, fazendo a diferença no mundo, satisfazendo seu estilo de vida. Os consumidores ambientalistas são os que buscam responsavelmente e conscientemente produtos que causem mínimo impacto sobre o meio ambiente. O consumo consciente se baseia nas relações de ética e compromisso de se construir sociedades mais responsáveis e justas. Para isso é necessário ter informação, vontade e capacidade de decisão que façam a diferença no meio em que vivemos, adotando uma atitude ecologicamente correta a cada dia, nas escolhas de compra e preferência de produtos que assegurem sustentabilidade ao meio ambiente. Educação Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável A globalização e o desenvolvimento econômico trouxeram grandes transformações no processo produtivo das empresas que acarretou na forte exploração de recursos naturais, resultando na crise ambiental que se instalou no decorrer do século XX. A partir daí, surgiram discussões e conceituações para um novo desenvolvimento, o Desenvolvimento Sustentável. O conceito foi definido e divulgado em 1987 no Relatório Brundtland, que definia como aquele que atende as necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem as suas próprias necessidades. Segundo Mendes (2006) e Leff (2006; 2002 apud SILVA et al., 2007), Desenvolvimento Sustentável ocorre de forma efetiva quando há equilíbrio entre tecnologia e ambiente, relevandose os diversos grupos sociais de uma nação e, também, os diferentes países na busca da equidade e justiça social.

12 O Desenvolvimento Sustentável (Bursztyn, 1994) visa buscar conciliar o desenvolvimento econômico à preservação ambiental e ainda ao fim da pobreza no mundo. As metas para se alcançar o desenvolvimento são: Satisfazer as necessidades básicas da produção (educação, alimentação, saúde, lazer, etc.); Solidariedade com as gerações futuras (preservar o ambiente de modo que elas tenham chance de viver); Participação da população envolvida (todos devem se conscientizar da necessidade de conservar o ambiente e fazer cada um a parte que lhe cabe para tal); Preservar os recursos naturais (água, oxigênio, etc.); Elaborar um sistema social, garantindo emprego, segurança social e respeito a outras culturas (erradicação da miséria, do preconceito e do massacre de populações oprimidas, como por exemplo, os índios). Para o ambiente sustentável se tornar concreto é necessário uma ação conjunta de poder público, empresas e a sociedade em geral, na busca de práticas preservacionistas que fortaleçam essa sustentabilidade. A educação ambiental tem papel indispensável nessa formação cidadã dos indivíduos, através de um processo pedagógico participativo permanente que tem como meta despertar uma conscientização crítica sobre a problemática atual do meio ambiente, agindo como alfabetizadora ecológica, objetivando principalmente a educação para uma sociedade sustentável, desenvolvendo ações que atendam as necessidades do presente e das futuras gerações. Considerações finais A questão ambiental está levando com que a sociedade reflita sobre suas ações e comportamentos diante aos impactos ao meio natural. Isto esta motivando com que governos, pessoas físicas e jurídicas, a mudarem seus hábitos de consumo e assumirem maior responsabilidade ambiental. A educação ambiental atualmente está presente no discurso de políticos, empresários, professores e estudantes, por meio deste, acredita se ser uma método essencial para se ensinar e conscientizar a quem quer se tornar preservacionista.

13 Atender as necessidades e expectativas dos consumidores é a principal tarefa do marketing verde ou ambiental que também está inserindo em suas atividades a educação ambiental, visando à preservação de recursos naturais, através da redução dos danos causados pelo processo produtivo, embalagem e descarte dos produtos, incorporando valores ecológicos que promovam e ao mesmo tempo eduquem o público, auxiliando na escolha desses produtos verdes e na tomada de decisões mais responsáveis quanto à sustentabilidade ambiental em um processo contínuo para o consumo ecologicamente correto. A educação ambiental aliada ao marketing verde vem contribuindo para desenvolver a consciência ecológica diante da sociedade capitalista que cada vez mais aumenta o nível do consumismo, e tem como papel alertar sobre a problemática atual do meio ambiente. Através desse processo de educação e conscientização, o desenvolvimento sustentável se torna mais próximo e mais concreto, por meio de práticas sociais e cidadãs que atendam as necessidades ambientais, que satisfaçam o presente e o futuro da humanidade. Referências Bibliográficas BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto Coordenação de Educação Ambiental. A implantação da Educação Ambiental no Brasil. Brasília, BURSZTYN, Marcel. Para Pensar o Desenvolvimento Sustentável. São Paulo: Brasiliense, GODRI, Daniel. Marketing em ação. O marketing que se ensina nas universidades e se pratica nas melhores empresas. Blumenau SC: EKO, GONZAGA, Carlos Alberto Marçal. Marketing verde de Produtos Florestais: teoria e prática. Curitiba: Unicentro, 2005 p. 359 Disponível em: <http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/floresta/article/view/4623> Acesso em: 30 maio de KOTLER, Philip. Administração de Marketing: a edição do novo milênio. São Paulo: Prentice Hall, LAVORATO, Marilena. L. de Almeida. Marketing verde, a oportunidade para atender demandas da atual e futuras gerações. Art. N. 4. Mar/2003. Disponível em: Acesso em: 30 de maio de 2010.

14 LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing: conceitos, exercícios, casos. São Paulo: Atlas, º edição. LUZZI, Daniel. Educação Ambiental: Pedagogia, Política e Sociedade. In: PHILIPPI JR, Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi. Educação Ambiental e Sustentabilidade. São Paulo: Manole, pp MAY, Peter H.; LUSTOSA, Maria Cecília, VINHA, Valeria da. Economia e Meio Ambiente: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, McCARTHY, E. Jerome; PERREAULT, D. Jr. Marketing Essencial: uma abordagem gerencial e global. São Paulo: Atlas, PEATTIE, Ken ; CHARTER, Martin. Green marketing. In: BAKER, Michael (Ed.). The marketing book. Gram Britannia. Ed. Butter wealth, POLONSKY, Michael Jay. An Introduction to Green Marketing. Electronic Green Journal, ISSN: Vol. 1. Issue2, Nov REIGOTA, Marcos. O que é Educação Ambiental. São Paulo: Brasiliense, SILVA, Gedson Alves da; CARVALHO, Cintia Marinho; SILVA, Otoniel Bertossi da; SATTLER, Marcos Antônio. Subsídios ao Debate Científico: ética, Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável. Volume 18, jan. a jul Disponível em: <http://www.remea.furg.br/edicoes/vol18/art20v18a4.pdf> Acesso em: 03 de julho de 2010.

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