Projeto Político Pedagógico do Curso de Tecnologia em Marketing

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1 Projeto Político Pedagógico do Curso de Tecnologia em Marketing Brasília, novembro de 2009

2 Sumário 1 HISTÓRICO Institucional 3 2. CONTEXTUALIZAÇÃO Cenário profissional Mercado de trabalho Formas de acesso PRINCÍPIOS DA ÁREA DE MARKETING PERFIL DO EGRESSO RECURSOS Recursos Institucionais Ouvidoria Outros recursos: Biblioteca MATRIZ CURRICULAR FLUXO DAS DISCIPLINAS E ESTRUTURA DA MATRIZ REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 30 2

3 1 HISTÓRICO 1.1 Institucional A história traz, em si, a presença da memória individual e coletiva dos sujeitos e fatos que a constituem. O registro e a sistematização factual induzem a análises que necessitam do contexto particular e geral onde os fenômenos se manifestam. Esse é o princípio que norteia a história da UCB quanto às suas opções metodológicas e pedagógicas. A decisão política de Juscelino Kubitschek em construir Brasília nos anos de 1955/56, inaugurada em 21 de abril de 1960, promoveu a expansão econômica e a interiorização regional do país na direção do Centro-Oeste, Norte e Nordeste brasileiros. As conjunturas históricas do Brasil, nas décadas de 1960/70, possibilitaram um franco desenvolvimento urbano de Brasília e do entorno o que foi determinante para criação da Universidade Católica na nova capital. Essa criação deve-se a um grupo de diretores de colégios religiosos da Capital. Os idealizadores dessa futura Universidade Católica de Brasília 1 tomaram iniciativas no sentido de unir propósitos de dez entidades educativas católicas que se desdobraram em atividades e fundaram, em primeiro lugar, a Mantenedora e, a curto prazo, uma instituição que seria a primeira unidade de ensino 2. A fundação da União Brasiliense de Educação e Cultura UBEC se deu no dia 12 de agosto de 1972, como uma sociedade civil de direito privado e objetivos 1 - Uma experiência, bem sucedida, até agora, única no mundo, de uma ação conjunta de Congregações Religiosas, sob uma só administração. A União Brasiliense de Educação e Cultura UBEC é a única Mantenedora de Universidade Católica que é formada por membros de diversas Províncias Religiosas/Congregações, reunidas como Sociedade Civil. 2 - Participam da reunião de criação da mantenedora da Universidade Católica de Brasília: 1. Egídio Luiz Setti Diretor do Colégio Marista de Brasília (L2/Sul), da Associação Brasileira de Educação e Cultura (ABEC); 2. José Teixeira da Costa Nazareth Diretor do Colégio Dom Bosco (W3/Sul), da Inspetoria São João Bosco; 3. Joseph Arthur Leonel Lamy Diretor do Instituto Kennedy (W5/Sul), da Aliança Brasileira de Assistência Social e Educacional (ABASE); 4. Jaques Marius Testud Diretor do Colégio Marista (Taguatinga), da União Norte Brasileira de Educação e Cultura (UNABEC); 5. Silvestre Wathier Diretor do Colégio La Salle (Núcleo Bandeirante), da Associação Brasileira de Educadores Lassalistas (ABEL); 6. Martiniano Araújo Vela Diretor do Colégio Marista (L2/Norte), da União Brasileira de Educação e Ensino (UBEE); 7. Antón Câmara Diretor do Colégio Sagrada Família (W5/Norte), Associação Brasiliense de Educação (ABE); 8. Sophia Café Colégio Sagrado Coração de Maria (W3/Norte), da Sociedade Civil Casas de Educação; 9. Carlos Alberto Barata Silva representante do futuro Colégio Marista (W3/Norte), da União Sul Brasileira de Educação e Ensino (USBEE). 3

4 educacionais, assistenciais, filantrópicos e sem fins lucrativos. Instituída a UBEC, iniciou-se o processo de criar a primeira unidade, a Faculdade Católica de Ciências Humanas FCCH. Os jornais realçavam a importância de Taguatinga quanto ao desenvolvimento e crescimento populacional e da dificuldade que os jovens possuíam para fazerem seus cursos superiores em razão da distância do Plano Piloto, onde se encontravam a Universidade de Brasília -UnB e outras Faculdades Particulares: a AEUDF, o CEUB e a UPIS. Esclareciam que até à implantação do campus universitário as aulas aconteceriam no Colégio Marista 3. Sediada no Plano Piloto de Brasília, a nova Faculdade teve inicio, em 12 de março de 1974, com os cursos de Economia, de Administração de Empresas 4 e com o curso de Pedagogia (habilitações em Magistério do 2º grau, em Administração Escolar do 1º e 2º graus e Orientação Educacional 1º e 2º graus), ministrado na Cidade Satélite de Taguatinga por razões de espaço físico 5. Os cursos criados deveriam, então, serem ministrados de maneira a atrair os interesses da população e as aulas, no horário noturno, com um modelo de ensino específico, foi desenvolvido para os discentes que, em sua maioria, trabalhavam durante o dia e estudavam a noite. A Metodologia de Ensino da Faculdade foi definida a partir do Curso de Introdução aos Estudos Universitários - IEU, onde os estudantes recebiam as informações sobre o ensino superior e o funcionamento da Instituição. Havia uma exigência de que a organização de conteúdos e as aulas fossem feitas por trabalho em equipes de educadores, para cada disciplina, no início dos semestres; um material instrucional era distribuído aos estudantes, o que acabou resultando no Banco do Livro e no IEU para os matriculados no básico. Todas as equipes de educadores atuavam de acordo com as propostas metodológicas definidas para a FCCH, reforçados por um trabalho 3 Os jornais O Globo, do Rio de Janeiro, do dia 30/06/1973 e o Correio Braziliense, de Brasília, do dia 25/07/1973 noticiavam que, na cidade-satélite de Taguatinga, seriam iniciados, em 1974, os primeiros cursos da Faculdade Católica de Ciências Humanas que estava em fase de regularização junto ao CFE. 4 Diário Oficial, Ano CXII, nº 100, Capital Federal, 28/05/ Decreto nº , assinado pelo Presidente da República, Emílio Garrastazu Médici. O decreto nº foi reafirmado com o de nº de 27 de maio de 1974 e assinado pelo novo Presidente da República Ernesto Geisel cujo artigo 1º definia a autorização do funcionamento da Faculdade Católica de Ciências Humanas, mantida pela União Brasiliense de Educação e Cultura UBEC. 4

5 de formação dirigido aos educadores, instituindo-se o Curso de Formação de Educador Universitário. Em 8 de agosto de 1980 foi realizada uma alteração nos Estatutos e Regimentos da UBEC e FCCH, em razão de novas realidades conjunturais, permitindo que a instituição se organizasse numa estrutura de ensino mais coerente e adequada à sua própria expansão. Ocorreu, então, a instalação das Faculdades Integradas da Católica de Brasília FICB 6, reunindo a Faculdade Católica de Ciências Humanas, a Faculdade Católica de Tecnologia e a Faculdade (Centro) de Educação 7. Os cursos de licenciatura que foram autorizados pelo CFE eram frutos de uma longa etapa de escutar a sociedade brasiliense, demonstrada no interesse despertado no mercado, na atenção constante da Direção, avaliando as necessidades dessa comunidade de Brasília, e do seu entorno e, principalmente, de Taguatinga reforçou a opção pelas licenciaturas. A Católica priorizou as iniciativas de cursos na área de educação, capacitação docente da Fundação Educacional do DF e graduação na área de ciência e tecnologia, levando-se em conta o conhecimento, experiências históricas e proposições das FICB nessa área. A criação da Faculdade Católica de Tecnologia, que reunia os cursos de Ciências (Matemática, Física, Química e Biologia) e o Curso Superior de Tecnologia em Processamento de Dados, evidenciava a expansão do processo de informatização em todos os setores empresariais, inclusive a própria implantação do sistema de controle acadêmico por computação, na Católica. A Faculdade Católica de Ciências Humanas continuava oferecendo os cursos de Administração de Empresas e de Economia, compatibilizando a grade curricular com proposta do MEC/SESU e do Conselho Federal de Técnicos de Administração CFTA. Os cursos deveriam estar alinhados em conhecimentos, habilidades em relação à 6 De acordo com o Parecer nº 273/81 do antigo Conselho Federal de Educação CFE. 7 Regimento das Faculdades Integradas da Católica de Brasília,

6 oferta de empregos nas áreas de atuação do administrador e atitudes profissionais sustentadas pela ética 8. A disposição pedagógica das FICB organizou-se em Departamentos Acadêmicos, racionalizando os trabalhos dos educadores e oportunizando a integração educador/estudante. Programas foram desenvolvidos para melhorar o convívio entre as pessoas e de trabalhos que reunissem conjuntos de estudantes de diferentes cursos, diferentes ocupações profissionais e diferentes educadores. O objetivo era melhorar as condições para que a Instituição se desenvolvesse de maneira global, em lugar de enfatizar o desenvolvimento parcial e unitário. Em 12 de março de 1985, o Campus I da Católica de Brasília foi inaugurado, em Taguatinga, com o primeiro prédio, hoje denominado de Prédio São João Batista de La Salle. A expansão das FICB era inquestionável, confirmando as possibilidades de trabalhos cujos objetivos, diretrizes de ação e metas a serem alcançadas visavam à elaboração do Projeto para o reconhecimento das FICB em Universidade Católica de Brasília. A cidade de Taguatinga, um local estratégico, foi inaugurada em 05 de junho de Essa cidade cresceu, a 25 km do Plano Piloto, e tornou-se um pólo econômico, com avenidas que se tornaram referência na cidade, altos prédios e uma população que, hoje tem, aproximadamente, habitantes. Sua expansão liga-se à própria condição de Brasília ser um espaço geopolítico que atraiu a gente brasileira com todos os seus conflitos sociais. O espaço geográfico do Campus I da Católica, com suas edificações, acabou se transformando num ponto de convergência populacional, com pessoas do Plano Piloto, Núcleo Bandeirante, Candangolândia, Taguatinga, Guará, Gama, Ceilândia, Samambaia, Brazlândia, Santa Maria, Recanto das Emas e Riacho Fundo. Os vários cursos criados, atendiam à demanda de uma população que buscava a formação acadêmica como forma de ascensão social, pessoal e profissional. 8 Relatório do Programa de trabalho/83, elaborado pela assessoria das FICB, aprovado pela Diretoria Geral para execução a partir de abril/1983 e apresentado à Assembléia Geral da UBEC em reunião do dia 17/03/1984, p

7 A partir de 1988/89, a Direção Geral das FICB, com dinâmica administração, renovando atitudes, acelerou as condições para o futuro reconhecimento em Universidade. Um dos principais objetivos dessa direção foi, exatamente, o desenrolar do processo para o reconhecimento, junto ao Conselho Federal de Educação. Os 17 cursos oferecidos estavam reunidos na Faculdade de Educação, Faculdade de Tecnologia, Faculdade de Ciências Sociais, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, mais os cursos de especialização e mestrado da Pós-Graduação. Depois de intenso trabalho, ao longo de dois anos, o Ministro de Estado da Educação e do Desporto assinou a Portaria de Reconhecimento das FICB como Universidade Católica de Brasília UCB, em 28 de dezembro de 1994, com sede na Cidade de Taguatinga (DF). No dia 23 de março de 1995 ela foi oficialmente instalada em seu Campus I. Iniciava-se a primeira gestão universitária UCB de acordo com o que estava sendo definido nos Planos de Ação e no Plano de Desenvolvimento Institucional PDI. Nesse mesmo ano foi desenvolvida uma metodologia específica para elaboração de Planos de Ação, os PAs Anuais. O objetivo geral dessa metodologia era permitir a elaboração, o acompanhamento e a avaliação dos Planos Anuais - planejamento setorial/operacional - da Universidade, devidamente vinculado ao PDI. Os PAs passaram a ser planejados, executados e avaliados, anualmente, considerando a acelerada expansão dos núcleos urbanos próximos à posição geográfica da UCB. A segunda Gestão Universitária iniciou-se em 23 de março de 1999 e confirmou as atitudes tomadas anteriormente, ampliando e expandindo os cursos de graduação e pós-graduação para as áreas mais demandadas pela sociedade e entidades de classe da época. Preocupou-se, sobremaneira, com a Pós- Graduação, com a Pesquisa e a Extensão e redefiniu o corpo docente, contratando mestres e doutores em tempo integral. Programas e projetos de extensão marcaram a presença da Universidade na comunidade de Brasília, Águas Claras e Taguatinga e o avanço do Ensino a Distância ganhou projeção 7

8 com o Curso de Aprendizagem Cooperativa e Tecnologia Educacional na Universidade em Estilo Salesiano. Até o ano de 2000, a Coordenação de Planejamento criou e implantou, prioritariamente, o Plano Estratégico, envolvendo os horizontes de 2002 e o de Nesse plano está estabelecida a Missão, a Visão de Futuro, os objetivos e as estratégias da UCB para o período. Implantou o Sistema de Planejamento- SISPLAN que permitiu a elaboração, o acompanhamento e a avaliação dos PAs, de forma on-line, totalmente automatizado. A orientação básica desse sistema era de acompanhar e avaliar tanto os PAs quanto o Plano Estratégico. Em 23 de março de 2003, um novo grupo de pessoas assumiu a terceira Gestão Universitária, com vistas à sustentação do patrimônio universitário e com uma proposta de trabalhar, cooperativamente, visando manter alguns projetos já delimitados pelas gestões anteriores e implementar o Projeto de Realinhamento Organizacional, o Projeto de Gestão Acadêmica e o Projeto Identidade. Os rumos tomados visavam satisfazer às necessidades dos cursos relacionados à estrutura de Centro de Educação e Humanidades, Centro de Ciências da Vida, Centro de Ciência e Tecnologia e Centro de Ciências Sociais Aplicadas; totalizando 92 Cursos oferecidos pela Graduação, Ensino à Distância, Pós-Graduação, além dos programas e projetos de pesquisas da Extensão, as avaliações institucionais e de curso, realizadas durante esse período, atestaram a excelência da educação superior realizada na UCB, bem como a indissociabilidade do Ensino, Pesquisa e Extensão 9. Em continuidade às avaliações positivas da UCB, a quarta Gestão Universitária assumiu em 31 de Janeiro de 2007 com o propósito de fazer conhecer em âmbito nacional a qualidade do Ensino, da Pesquisa e da Extensão desenvolvidos pela instituição. Uma reorganização estrutural interna da Universidade visa, hoje, revisar todo o processo de ensino oferecido pela UCB, 9 A UCB mantém a Graduação integrada à Pesquisa e à Extensão em projetos estratégicos e articulados, compartilhando espaços e diversificando os ambientes de aprendizagem para além da sala de aula. Fonte: Relatório de Gestão Reitora Débora Pinto Niquini. 2003/

9 comparando com as Diretrizes para o Ensino Superior definidas pelo Conselho Nacional de Educação, além de analisar o mercado e as ofertas de curso nas diversas instituições da região. Há uma tendência de integração, em função do fortalecimento do trabalho em equipe e da idéia de que a formação dos estudantes vai além de um determinado curso, perpassando áreas e diversas estratégias. Desta forma, a característica de um perfil de estudante e egresso, não é integrada somente pelo curso, mas pela área em que ele está inserido e pelas características que compõem os valores institucionais. No entanto, a UCB enfrenta o desafio de não mascarar a percepção das diferenças, esvaziando o processo de formação com atividades de treinamento, mas de criar um cidadão capaz de análise e crítica, sobre a realidade de vida cotidiana. A UCB na Atualidade 4ª Gestão Universitária A cerimônia de transmissão de cargo de Reitor para o Pe. José Romualdo Degasperi aconteceu às 9h00 do dia 31/01/2007, no auditório do Bloco São João Batista de La Salle. No dizer do Ir. Nelso Bordignon, Chanceler da UCB, neste ano comemora-se o 13º ano enquanto Universidade Católica e o 33 aniversário das atividades acadêmicas como Instituição de Ensino Superior. A tradição das Congregações reunidas na UBEC é a educação fundamental, média e superior, no mundo inteiro e a UCB deve ter sua visão voltada para o Brasil e para o Mundo. O Reitor, designado para o 4º Mandato da Universidade, de , Sacerdote Estigmatino e que exerceu, por doze anos, funções nas Pró-Reitorias da UCB, principalmente na Pró-Reitoria de Extensão sabe da história de compromissos sociais que os fundadores e os pioneiros da Católica definiram enquanto Missão, Princípios e Visão de Futuro. 10 Já nos primeiros três meses dessa Gestão a história do presente registrou, que o Mandato do Pe. Romualdo, atendia expectativas. Reais conhecimentos 10 BORDIGNON, Nelso. Discurso de Posse do Pe. Romualdo Degasperi. Brasília, UCB,31/01/

10 deram condições de manter o nível de expansão que até então a Universidade vem apresentando à sociedade brasileira. A convivência diária mostrou atitudes de racionalização administrativa e acadêmica. Com aparência tranquila e carismática influenciou os novos rumos da UCB, enquanto Pró-Reitor, desde A constante preocupação com os ideais católicos, sem proselitismo, a atenção muito direta para com os alunos, professores e também com as comunidades mais pobres que circundam a UCB confirmaram as expectativas otimistas. As passarelas que interligaram todas as edificações do campus fortaleceram a ambiência de liberdade e confiança. Um símbolo muito importante dessa direção foi mesmo, a decisão de retirar todas as catracas de controle de acesso às entradas e saídas no campus da UCB. Isso restaurou a liberdade de ir e vir no trânsito interno de um edifício ao outro. Pe. Romualdo fez uma realocação de diversos setores da UCB, adequando-os a espaços físicos mais convenientes à natureza de cada um. A partir do mês de janeiro de 2007, imediatamente à sua nomeação, Pe. Romualdo ampliou as condições para a expansão da Modalidade do Ensino a Distância nessa Universidade. Criou nessa Universidade, com o nome fantasia UCB Virtual ou Universidade Católica de Brasília Virtual, órgão de apoio da Reitoria para assuntos de Educação a Distância EAD, inclusive com divulgação externa. Essa foi uma decisão que motivou uma reestruturação interna na Católica Virtual, permitindo-lhe melhores condições de funcionamento e autonomia. 11 Ele criou a Diretoria de Administração como órgão subordinado à Reitoria da UCB e, junto a essa, a Gerência de Manutenção e Conservação; aprovou normas e procedimentos administrativos sobre o Regime de Trabalho Docente RTD; aprovou critérios de distribuição da carga horária docente extraclasse do ensino de graduação da UCB, na modalidade presencial; redimensionou a Assessoria da Reitoria para o Planejamento, Desenvolvimento e Avaliação Institucional, 11 PORTARIA N.º 58/07, DE 02 DE JANEIRO DE Cria a UCB Virtual ou Universidade Católica de Brasília- UCB Virtual. PORTARIA Nº 58-A/2007DE 02/01/

11 transformando-a em Diretoria de Desenvolvimento e Diretoria de Planejamento e Avaliação Institucional com a tarefa de propor à Reitoria o Plano de Ação e as Normas de Funcionamento; reestruturou o Colegiado de Gestão Acadêmica; e reconstituiu a Comissão Disciplinar da UCB. 12 Inaugurando uma Gestão colaborativa e democrática o Pe. Romualdo tem efetuado freqüentes visitas aos vários setores da Universidade o que estabelece uma comunicação direta e afetiva com todos os funcionários, professores e diretores. Confirmou-se a perspectiva de uma Gestão que respeita as diferenças e, ao mesmo tempo, com um compromisso acadêmico-científico moderno e responsável. Desde o início da gestão, o procedimento de redirecionamentos, exonerações, designações e até mesmo as demissões tiveram o objetivo de reformular os quadros da administração acadêmica compatíveis com as linhas de ação a serem implantadas. Os cargos de diretorias e demais setores que precisavam passar por mudanças e reestruturações foram sendo organizados com pessoas e ações voltadas para a execução das idéias, no sentido de garantir a saúde financeira e a sustentabilidade da competência acadêmica que a Católica conquistou ao longo dos anos. Dessa forma, foi criada a UCB Virtual, a Diretoria de Cursos de Pós-Graduação e Extensão a Distância, a Diretoria de Cursos de Graduação a Distância, a Diretoria de Programas Pastoral, a Diretoria de Desenvolvimento, a Diretoria de Planejamento e Avaliação Institucional, o Colegiado Consultivo da Reitoria, a Diretoria de Desenvolvimento e Inovação, a Diretoria dos Programas de Pós-Graduação com a inovação da criação da Diretoria de Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu, a Diretoria de Relações Estratégicas e o Comitê de Reflexão e Marketing da UCB. Tudo isso com o propósito de fazer valer a indissociabilidade, a extensionalidade, a sustentabilidade e a pastoralidade que foram os princípios identificadores para uma História das Mentalidades dessa Gestão. 12 PORTARIAS UCB

12 Em 2008, foram constituídos Grupos de Trabalhos-GTs para a Elaboração do Projeto Pedagógico de Extensão, para os assuntos pertinentes a Gestão Público-Privada do Hospital Regional de Santa Maria, reestruturou o Regime de Tempo Contínuo (RTC) de trabalho, novas Diretorias na área de Planejamento e Inovação o que vai permitir a criação do Núcleo de Inovação e das Unidades de Negócios Católica Tec, UCB Serviços e Escola de Extensão. Dar prioridade à inovação, com foco principal nas tecnologias sociais e na biotecnologia, buscando empresas parceiras, desenvolvendo bens de mercado, implantando um pólo biotecnológico como um degrau a mais do Núcleo de Alto Desempenho, fortalecendo o Núcleo de Inovação para torná-lo um verdadeiro escritório de negócios e tudo isso objetivando reforçar as Unidades Estratégicas de Gestão. 13 Em todo o ano de 2009 as ações da quarta Gestão Universitária foram para impulsionar as decisões já definidas anteriormente e os trabalhos priorizaram o que foi definido como marketing - Rumo aos 15 Anos da Universidade. Uma programação foi devidamente preparada para que o Ato de comemorar e de lembrar o momento do Reconhecimento em Universidade ficasse registrado na história. A Memória e a História da UCB foi um setor que mereceu o apoio da atual reitoria. A importância estratégica e permanente das pesquisas históricas da UCB foi considerada uma prioridade pois é um trabalho que apóia a própria Identidade Institucional. Em todos esses anos de 2007 a 2010 percebeu-se a preocupação constante com a transparência das decisões e como disse o Pe. Romualdo, na abertura do 2º semestre de 2010, numa cerimônia de Acolhida aos Professores, os Desejos da Reitoria, até 31/12/2010, é o de, em primeiro lugar, sustentar os quatro princípios definidos no início da Gestão: a indissociabilidade, a extensionalidade, a sustentabilidade e a pastoralidade da Universidade; desejos que estão voltados para a Qualidade de Gestão, sustentada no processo ensino aprendizagem, na convivência saudável e nas qualificações profissionais; voltados para a Docência com Convivência, onde prevalece a investigação, a transferência 13 - FALA DO PE. ROMUALDO NO ENCERRAMENTO DO SEMESTRE.. 12

13 do aprendizado e a extensionalidade; voltados para uma Comunidade Educativa onde se expressa a fraternidade, a solidariedade, o valor do espírito humano e a ética. O desafio das Universidades Particulares é grande em função da expansão do setor privado demonstrada quando as matrículas nas IES são muito maiores que nas instituições públicas 14. Um dado importante, informado pelo Cadastro Nacional das IES, em 2007, é a predominância de IES não-universitárias instituições que não precisam realizar pesquisas, somente transferir conhecimentos das IES, 92,6% são instituições não universitárias (faculdades e centros universitários). As universidades representam muito pouco nesse universo geral: somente 7,4% do total de IES. Estas devem, por obrigação legal realizar atividades de ensino, pesquisa e extensão, contar com 1/3 de doutores e mestres em seu quadro docente e com 1/3 de seus professores contratados em regime de tempo integral, segundo o artigo 52 da LDB (Brasil, 1996) 15. Neste sentido, a classe estudantil que precisa buscar sua formação acadêmica nas IES que o mercado oferece vai ter que escolher entre suas necessidades prementes de sobrevivência e a qualidade dos conhecimentos que as faculdades e universidades oferecem. Terão que avaliar que tipo de profissional quer ser para competir nas ofertas de empregos oferecidos e que formação pessoal quer para si enquanto sujeito que vai muito além de uma questão de mercado. Sem falar no ideal de educação que os docentes pretendem realizar. O Projeto Pedagógico da UCB não perde de vista as contradições dos sistemas políticos e econômicos da atualidade e luta com as próprias dificuldades internas, na ânsia de vencer as crises e sustentar seu espaço físico e de produção 14 Dahmer Pereira escreve que as matrículas dizem que, em 2004, o Censo da Educação Superior indicava que, das matrículas registradas, (71,7%) pertenciam ao setor privado e (28,3%) ao setor público (INEP/MEC,2005). Já em 2005, existiam matrículas, sendo (73,2%) delas em IES de natureza privada, enquanto o setor público contava com matrículas (26,8%), demonstrando um claro aumento da participação privada de um ano para o outro 15 DAHMER PEREIRA, L. Mercantilização de ensino superior e formação profissional em serviço Social: em direção a um intelectual colaboracionista? In Revista Agora: Políticas Públicas e Serviço social, Ano 3, nº 6,abr 2007 ISSN X. Disponível em 13

14 científica, cultural e de intervenção social no quadro da realidade nacional e regional do Brasil. 2. CONTEXTUALIZAÇÃO 2.1. Cenário profissional A dinâmica das ciências administrativas, inseridas no ambiente de uma economia em constantes transformações impostas pelo fenômeno da globalização e da competitividade, exige cada vez mais a formação de profissionais voltados ao mercado de trabalho que possuam perfil de especificidade e qualidade suficientes ao atendimento da demanda criada por este. A super-especialização dos profissionais que irão atuar neste segmento do mercado de trabalho cria condições para o desenvolvimento de novos cursos de nível superior tecnológico mais adequados à nova realidade, que possam oferecer serviços diferenciados e soluções adequadas às questões tecnológicas geradas no novo contexto econômico. Dessa forma, após observação e avaliação do cenário e da conjuntura atual, constatamos ser muito oportuna a implantação de cursos que visam à formação de tecnólogos para atuarem na área de Marketing, cuja matriz curricular apresentamos no item 6, demonstrando a possibilidade de se criar profissionais com formação objetiva e capaz de aplicar e difundir as tecnologias existentes, bem como as novas, considerando-se as tendências globais. Sendo assim, o cenário profissional mostra que os gestores de marketing devem ser profissionais com fortes capacidades de análise, organização e liderança, bem como devem ter a capacidade de elaborar e executar estratégias globais que tenham em conta os diversos fatores que afetam as vendas da empresa uma vez, também, que o trabalho de um gestor de marketing afeta e depende de todos os departamentos da empresa (produção, distribuição e logística, vendas, financeiro, recursos humanos, etc.). Pela mesma razão e por que contatam com um variado número de pessoas (internas e externas à 14

15 empresa), devem saber trabalhar em equipe e as suas capacidades de comunicação, orais e escritas, devem ser excelentes. Além disso, as suas funções exigem que sejam pessoas atentas a tudo o que as rodeia (economia, concorrência, hábitos de consumo, tendências de mercado, inovações tecnológicas, etc.) e criativas, de modo a conceber estratégias adequadas, inovadoras e capazes de aumentar as vendas da empresa Mercado de trabalho Os negócios domésticos e internacionais envolvem aspectos técnicos, financeiros, culturais e muitas outras questões que são mais que meros contratos de compra e venda de produtos e serviços. A nova realidade político-econômica mundial culminou por inverter a ordem natural dos fatos internacionais, relegando a outro plano as transações entre empresas e até mesmo entre países que não atinarem para o fato de que devem privilegiar as relações entre os grandes blocos econômicos. A situação dos profissionais de marketing no mercado de trabalho é algo variável e as oportunidades de emprego acompanham a evolução da economia: nos períodos de maior crescimento econômico, a sua procura tende a aumentar e, nos momentos de recessão, tende a diminuir. Essas oportunidades variam também em função da zona geográfica de trabalho: por norma, são maiores nos grandes centros urbanos e nas zonas mais industrializadas, embora a competitividade profissional seja mais acentuada nestas regiões, o que implica um maior esforço de procura ativa de emprego. No Brasil, bem como no Distrito Federal, a procura dos profissionais de marketing no mercado de trabalho tem evoluído de uma forma favorável. Esta situação resulta, para além das condições da economia, sobretudo, da importância que o marketing tem ganho junto às empresas, cada vez mais conscientes do seu valor estratégico. O profissional de Marketing torna-se imprescindível, então, por 15

16 sua característica de pesquisar, analisar, interpretar e formular informações sobre negócios, valores, e relações comerciais. As principais instituições empregadoras dos profissionais de marketing são as empresas, de grande e médio porte, multinacionais e nacionais do setor industrial e comercial. As empresas prestadoras de serviço oferecem também importantes oportunidades de emprego, em particular as do ramo financeiro (bancos, seguradoras, empresas de auditoria e consultoria, etc.), bem como as agências de marketing. Todavia, esta é uma profissão muito generalista, pelo que estes profissionais podem exercer a sua atividade nos mais diferentes tipos de organizações, independentemente da sua dimensão ou área de negócio. Dentre as áreas de atuação do profissional de marketing, destacamos: Analista de Mercado e Estratégias de Negócios Gerente de Desenvolvimento de Produtos e Serviços Analista de Marketing Político Gerente de Marketing, Relacionamento e Comunicação Gerente de Distribuição e Logística Gerente de Marcas Gerente de Pesquisa de Mercado e de acompanhamento de compra e consumo Gerente de planejamento estratégico de marketing 2.3. Formas de acesso O estudante ingressa no Curso, por meio de processo seletivo, denominado vestibular, que é realizado em data e horário estabelecidos em edital, amplamente divulgado. A execução técnico-administrativa do concurso vestibular fica a cargo da Coordenação de Pólos e Logística da UCBV. Poderão se inscrever no processo seletivo os candidatos que já tenham concluído ou estejam em fase de conclusão do ensino médio ou equivalente, devendo apresentar obrigatoriamente o documento de conclusão do Ensino Médio no ato da matrícula. O Processo Seletivo é feito de forma eletrônica na sede e nos pólos, constando de provas de Português, Matemática e Redação. Os critérios de aprovação e eliminação são previamente divulgados em edital no portal da UCBV. 16

17 Na possibilidade de ter vagas ociosas, a UCB recebe estudantes advindos de outras IES, desde que estas estejam regularizadas em consonância com a legislação brasileira. Há, na hipótese de vagas ociosas, possibilidade de aceitar candidatos que apresentam desempenho em outros processos seletivos realizados em outras IES, desde que tragam declaração de desempenho com aproveitamento mínimo de 70%, nesse caso, também é possível o ingresso de candidatos que tenham realizados avaliações oficiais, tais como o Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM. A UCB como participante do Programa de Governo Universidade para Todos possui vagas reservadas para os candidatos encaminhados pelo MEC habilitados para receberem bolsa PROUNI. 3. PRINCÍPIOS DA ÁREA DE MARKETING O Curso de Superior de Tecnologia em Marketing da UCB Virtual assume uma perspectiva generalista, baseada nos estudos da realidade regional, nacional e internacional, sem negligenciar uma consistente formação teórica aliada a uma integração entre teoria e prática, no sentido de formar profissionais com visão abrangente do campo de marketing e, além disso, evidencia uma concepção voltada para os valores éticos e humanísticos e para o desenvolvimento integral da pessoa humana. Essa abordagem generalista é complementada por princípios e temas a serem trabalhados ao longo do curso de forma transversal nas várias áreas ou disciplinas existentes, permeando sua concepção, objetivos, conteúdos e orientações didáticas, de forma a estabelecer coerência quanto aos valores experimentados na vivência propiciada pela universidade e aos acontecimentos e dinâmicas do mundo atual. Assim, o profissional formado pela UCB tem como principal característica a valorização do ser humano e de seu ambiente, tendo como princípios a responsabilidade social, a preservação ambiental, a ética profissional e a cultura empreendedora, pois um dos princípios da universidade é a formação de 17

18 profissionais com valores éticos e humanísticos e não apenas técnicos e voltados para os interesses do mercado. Interagindo com a realidade e seus desafios, o Curso Superior de Tecnologia em Marketing da UCB Virtual estabeleceu como meta ampliar a presença do tema empreendedorismo em seu currículo, redirecionando disciplinas e inserindo ações e programas de formação teórica e experimental do futuro empreendedor, inclusive do intra-empreendedor. Considerando a natureza e as opções estratégicas da UCB, enfatiza-se, no campo do empreendedorismo, a noção de empreendedorismo social. Assim, serão considerados, em síntese, os seguintes aspectos de empreendedorismo, enquanto eixo norteador do curso: É um princípio, mais do que um perfil, a ser obtido ao final do curso. Ultrapassa a ideia de apenas um conteúdo inserido em disciplinas específicas, perpassando todo o desenho do curso e as práticas de ensino. Abrange a noção de empreendedor social e de intra-empreendedor. Incorpora competências específicas a serem desenvolvidas no percurso da formação do aluno. Para a seleção dos temas transversais a serem incluídos no projeto pedagógico do curso, consideraram-se os seguintes critérios, ainda sob a inspiração dos PCNs (MEC, 1997, p. 25): urgência social; abrangência nacional/universal; favorecimento da compreensão da realidade e da participação social. Foram, então, eleitos os temas transversais listados a seguir para serem abordados no contexto de todas as disciplinas e nas atividades complementares do curso, com base nos critérios citados, bem como nos referenciais da educação do século XXI: a) Responsabilidade Social 18

19 O Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (1988 apud MATTAR, 2001) define a responsabilidade social corporativa como o comprometimento permanente dos empresários de adotar um comprometimento ético e contribuir para o desenvolvimento econômico, simultaneamente, a qualidade de vida de seus empregados e de seus familiares, da comunidade local e da sociedade como um todo. Essa concepção assume um investimento na formação de um administrador voltado para a responsabilidade social como expressão de uma postura ética comprometida com o resgate da cidadania, assumindo uma posição de co-responsabilidade na busca do bem-estar público, em articulação com as políticas sociais na comunidade e o contexto em que está inserido. b) Ética Profissional A Ética trata de identificar e refletir sobre as regras que deveriam fundamentar o comportamento das pessoas e os bens pelos quais vale a pena pensar. Prevê a participação da empresa como contribuinte ativa do desenvolvimento tanto da própria organização, com a responsabilidade social interna, como externamente, no exercício de sua responsabilidade social externa. Ashley (2005) concluiu que a Ética é a parte da filosofia que estuda a moralidade do agir humano livre, na forma de atos maus ou bons. Nesse contexto, a ética empresarial é o estudo da ética aplicada à atividade empresarial. Portanto, passa pela incorporação de valores morais capazes de levar uma pessoa a fazer diferenciações e tomar decisões que agregarão valores simultaneamente à organização, à comunidade e a ela própria. Para Ashley (2005) ter ética significa implementar suas atividades de forma consequente, refletindo sobre as repercussões que elas terão no contexto em que tal pessoa se insere, seja na hora de escolher os produtos da empresa, no processo de fabricação ou na política de recursos humanos, seja na hora de decidir o que fazer com o lucro da organização. 19

20 c) Desenvolvimento Sustentável e a Preservação Ambiental O desenvolvimento sustentável é um tema muito amplo. É uma resposta para os problemas enfrentados pelas pessoas e pelo planeta diante das incessantes exigências humanas as exigências de uma população cada vez maior de urbanização e super desenvolvimento que levam a: produção e consumo crescentes, super exploração de recursos não-renováveis, produção de poluição e lixo e pressões sobre a vida selvagem e os ecossistemas naturais. O desenvolvimento da sociedade capitalista estabeleceu entre homem e natureza uma relação de controle e expropriação. Do ponto de vista da racionalidade instrumental, a noção de natureza limitou-se à de fonte provedora de recursos para o capital. É um desafio à reversão lógica, uma vez que os processos entre capital e meio ambiente chegam aos limites do esgotamento, que se traduz no limite da capacidade humana de sobreviver neste planeta. Sob essa perspectiva, a lógica do meio ambiente no contexto do curso deve trabalhar com o conflito entre o mundo organizacional e o meio ambiente. Trata-se, portanto, de ampliar a noção ambiental para a preservação do ecossistema natural, estabelecendo uma relação educativa que reverta a concepção de recurso para uma outra lógica homem-natureza, que não tenha como base fundamental a noção de exploração. d) Qualidade de Vida Social e Educação para Paz Educar para a paz é uma forma de romper com a dependência, ajudando a compreensão das realizações coletivas e promovendo a realização individual por meio de uma educação dialógica. Educar para a paz é favorecer uma determinada relação, independentemente do conteúdo ensinado, ainda que, evidentemente, alguns conteúdos estejam diretamente mais relacionados com a paz que outros. Seu objetivo é educar para a consciência da razão fundamental pela qual os seres humanos se unem, identificar quando essa razão está sendo desvirtuada e atuar para a justiça das relações. Essa consciência se forma e se expressa por meio de 20

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