Conheça o Conselho Fiscal. Dicas de Investimento: Por que investir? 2ª Parte. Boas FEstas e um Próspero 2007! Pág. 3 Pág. 4

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1 Praça da Liberdade - Belo Horizonte/MG Tudo o que um sonho precisa para tornar-se realidade é Alguém acreditar que ele possa ser realizado. Boas FEstas e um Próspero 2007! Conheça o Conselho Fiscal Dicas de Investimento: Por que investir? 2ª Parte Pág. 3 Pág. 4

2 Editorial Veja nesta edição A DERMINAS procura agir sempre em prol de seu associado, sendo uma de suas preocupações constantes a transparência. Através deste nosso informativo, procuramos mostrar como são feitas as aplicações do patrimônio e os resultados obtidos. Por isso, a cada edição buscamos repassar aos leitores os conceitos e as informações básicas relativos ao setor da previdência complementar, por acreditarmos que o nosso maior fiscal é o próprio associado (pág. 5). Temos ainda uma política de proporcionar ao nosso funcionário a oportunidade de participar de cursos voltados para o setor, pois os conhecimentos adquiridos irão certamente contribuir para seu melhor desempenho na Entidade (pág. 6). O resultado do trabalho de funcionários e dirigentes é sempre colocado à prova pelo nosso Conselho Fiscal, muito rigoroso nas suas verificações, que, em constantes reuniões, sempre acompanha e monitora as ações implementadas pelos dirigentes da DERMINAS, tendo como missão poder assegurar a tranqüilidade necessária aos nossos associados. Conheça mais sobre esse órgão colegiado na pág. 3. Com destaque para a DERMINAS, o nosso Diretor Superintendente, Daniel José Magalhães de Melo, foi o paraninfo da primeira turma do curso de MBA em Previdência Complementar da PUC Minas (pág. 6) e também foi eleito o Dirigente do Ano pelos demais dirigentes da Regional Leste da ABRAPP (veja matéria abaixo). Notícia Prêmio de Dirigente Regional Por iniciativa do Instituto Cultural de Seguridade Social (ICSS), através de votação eletrônica, o Diretor Superintendente da DERMINAS, Daniel José Magalhães de Melo, foi eleito, pelos demais colegas da região, o Dirigente do Ano da Regional Leste da ABRAPP - Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar. Essa eleição tem como objetivo distinguir e homenagear, através da iniciativa do voto, os dirigentes que são vistos como exemplos por suas atitudes pessoais e profissionais, sua capacidade de liderança e contribuição oferecida ao sistema de fundos de pensão no Brasil. A apuração distinguiu os seguintes dirigentes nas 6 regiões da ABRAPP: Regional Centro Norte Leste Nordeste Sudeste Sudoeste Sul Dirigente Manoel Moacir Costa Macêdo Daniel José Magalhães de Melo Derminas Luiz Ovídio Fisher Sérgio Ricardo Silva Rosa Flávia Thais Fontana Gemignani João Laércio de Amorim Entidade Ceres Ecos Previ Estado Distrito Federal Minas Gerais Bahia Rio de Janeiro Fund. Attilio Fontana São Paulo Previsc Santa Catarina EXPEDIENTE Conselho Deliberativo Adalberto Bahia (Presidente) Carlos Roberto de Oliveira César Pomárico José Alberto Coutinho Márcio José dos Reis Santos Ronaldo de Assis Carvalho Conselho Fiscal Dalva Maria Ferreira de Souza (Presidente) Geralda Borges da Silva Roberto Dias Alves Sebastião Vieira dos Santos Diretoria Executiva Diretor Superintendente Daniel José Magalhães de Melo Diretor Financeiro-Administrativo Delson Chaves Campos Diretor de Seguridade Luiz Gonzaga Chaves Campos Patrocinador Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Minas Gerais - DER/MG Conselho Editorial Daniel José Magalhães de Melo Adilson Andrade Soares Jornalista Responsável Mário Chrispim - MTb Fotografia Bernadete Campos Amado Paulo Roberto Palião Lagaris (estagiário) Projeto Gráfico e Diagramação Kamayurá Propaganda Impressão: Gráfica e Editora O Lutador Tiragem: exemplares Periodicidade: Trimestral Obs.: As matérias publicadas neste jornal são de caráter exclusivamente informativo, não gerando qualquer espécie de direito ou obrigação por parte da DERMINAS. 2

3 Conhecendo a DERMINAS Conselho Fiscal: Instrumento de Gestão A separação crescente entre a gestão executiva, cada vez mais profissionalizada, e os membros acionistas/participantes das empresas/entidades faz com que o Conselho Fiscal se torne um interlocutor indispensável aos interesses das partes envolvidas. No caso da DERMINAS, é um órgão de controle interno, que tem o papel controlador, fiscalizador e relator, opinando sobre a administração da Entidade e seus aspectos organizacionais, contábeis, econômico-financeiros e atuariais. O Conselho Fiscal, portanto, não deve se ater apenas à verificação de assuntos de natureza contábil/financeira, como a análise de balancetes e as demonstrações financeiras do exercício social. A primeira e a mais importante competência do Conselho Fiscal é a de fiscalizar os atos dos administradores (Conselho Deliberativo e Diretoria Executiva) e verificar o cumprimento de seus deveres legais e estatutários. A eficiência de um Conselho Fiscal depende da disponibilidade de seus componentes, de reuniões periódicas e produtivas, da amplitude dos seus trabalhos de fiscalização e, principalmente, da qualificação e competência de seus membros. Um Conselho Fiscal eficiente é um instrumento a mais de governança corporativa. Conheça agora os integrantes do Conselho Fiscal da DERMINAS. DALVA MARIA FERREIRA DE SOUZA Admitida no DER em 1975, atuou na Diretoria de Transportes, na Assessoria de Planejamento e na Assessoria Jurídica. Aposentou-se em Formada em Geografia pela Universidade Federal de Minas Gerais, seu dinamismo levou-a para a prática do magistério. Na Derminas, é a Presidente do Conselho Fiscal. ROBERTO DIAS ALVES Seu ingresso no DER ocorreu em 1972, como celetista, exercendo atividades na 1ª Coordenadoria Regional. Prestou serviços na Diretoria de Manutenção, na Vice-diretoria e na Divisão Administrativa. Trabalha há 18 anos na Auditoria. Formou-se Bacharel em Direito pela Faculdade Milton Campos de Divinópolis. 3 GERALDA BORGES É técnica em Contabilidade. Passou a integrar o quadro de funcionários do DER/MG em 1976, na Diretoria Administrativa-Financeira, onde atuou por 24 anos. Funcionária aposentada desde 2000, seus conhecimentos contábeis a levaram a participar do Conselho Fiscal da DERMINAS. SEBASTIÃO VIEIRA DOS SANTOS Técnico em Contabilidade, ingressou no DER/MG em 1994, com a transferência da Transmetro. Desde então, trabalha na Diretoria Financeira, exercendo suas funções na Contabilidade.

4 Dicas de Investimentos Por que investir? 2ª Parte Estabelecer um planejamento de poupança, mesmo com valores considerados pequenos, é bastante salutar do ponto de vista do controle e da disciplina financeira. Sem ele, as pessoas acabam fazendo dívidas que podem comprometer seus orçamentos, sendo vítimas da própria negligência. É também menos traumático que ser forçado a apertar o cinto em situações de gastos inesperados. Daí, a importância de se adotar uma estratégia que garanta alguma sobra de dinheiro no final do mês. Ao contrário do que a maioria imagina, definir e conduzir um processo de investimento financeiro não é complicado. Pelo contrário, é algo interessante, que pode trazer alguma contribuição para a sua qualidade de vida. Portanto, baseado no seu orçamento, defina um valor fixo mensal para ser investido (sugerimos utilizar a tabela Controle de Gastos publicada na última edição deste jornal, que permitiu a você avaliar a sua saúde financeira). Temos que ressaltar que, em caso de imprevistos, deve ser redimensionado o valor estabelecido. O importante é evitar a perda da disciplina de poupança em razão de uma sobrecarga financeira temporária. Quanto mais claros forem os objetivos a serem atingidos, mais fácil será escolher a aplicação mais adequada à sua realização. Seja realista. Trabalhe inicialmente com metas possíveis de serem alcançadas e cumpridas sem muitos sacrifícios. Depois de cada conquista, estabeleça metas mais ambiciosas. Assim, cada objetivo conquistado servirá de estímulo para que você dê passos cada vez maiores. Objetivos de curto, médio e longo prazos requerem aplicações em tempos similares. Recursos de curto prazo não devem ser expostos a riscos, pois você não terá tempo suficiente para recuperar possíveis perdas. Portanto, se você busca oportunidades de maior retorno, direcione-se para objetivos e aplicações de longo prazo, nos quais as oscilações geralmente ocorrem, mas tendem a se diluir ao longo do tempo. Outros fatores que influenciam na escolha do investimento é o total da sua renda mensal e o montante do seu patrimônio. Também a faixa etária e a existência de dependentes influenciam diretamente na definição dos prazos previstos. No entanto, a aversão a riscos costuma ser a maior limitação dessa decisão. É extremamente difícil definir uma medida padrão de risco para todos os investidores, visto que as pessoas reagem de forma distinta às diversas situações que surgem em suas vidas. Problemas para uns poderão significar oportunidades para outros. Porém, o que deve ser enfatizado é que, por ser avessa a prejuízos, a maioria das pessoas está mais propensa a agir com medo de sofrer perdas do que de obter ganhos. De forma geral, as pessoas só aprendem a lidar com essa situação com o tempo e a experiência, mas, se você ainda perde o sono com possíveis oscilações de seus investimentos, é melhor optar por aplicações mais conservadoras, como poupança ou renda fixa. Historicamente, essas aplicações apresentam menor rendimento ao longo do tempo, mas garantem uma proteção total ao seu patrimônio. No extremo oposto, encontram-se investidores que até acham divertido as oscilações do mercado, pois, por experiência própria, sabem que a baixa momentânea dos ativos abre oportunidade para novas compras e que, quanto maior o risco, maior será o retorno previsto. Essas pessoas sabem que investir implica sempre em correr riscos de forma calculada, podendo, inclusive, recuperar à frente perdas passadas. Nessas condições, procuram aplicações mais agressivas, como a renda variável (bolsa de valores), suportando sempre as perdas que geralmente ocorrem no curto prazo. Logicamente existe aquele investidor meio-termo, defensor das aplicações moderadas, como é o caso dos fundos multimercado, ou que procura a diversificação de suas aplicações, alocando uma maior parte em renda fixa e uma outra menor em renda variável. Por tudo isso, se você conseguiu ficar mais familiarizado e adepto desses conceitos, o próximo passo será compatibilizar o seu perfil com os investimentos disponíveis no mercado, ou seja, as aplicações a serem feitas devem se enquadrar perfeitamente nos seus objetivos de prazo, de liquidez (tempo necessário para transformar a aplicação em dinheiro novamente) e de risco desejado. Nesse caso, você deve evitar fazer uma aplicação fora dessas características só porque foi sugerida por alguém. Nos próximos números, faremos uma abordagem geral sobre as diversas possibilidades de investimentos existentes no mercado, iniciando pela renda fixa, que é considerada a mais conservadora. Até lá, comece por estabelecer e poupar aquele valor fixo mensal para as suas aplicações. 4

5 Evolução do Patrimônio Posição dos investimentos No último mês de setembro, de maneira geral, o mercado apresentou baixa volatilidade. Na Bovespa esperase a perspectiva de uma recuperação no curto prazo, com a volta dos investidores estrangeiros. Entretanto, nunca é demais lembrar que o comportamento da economia americana exerce forte influência no mercado internacional, principalmente em países emergentes, tais como Brasil, Rússia, Índia e China. A carteira de investimentos da DER- MINAS não apresentou movimentações importantes naquele mês. Na renda fixa, manteve suas apostas nos fundos multimercado e de direitos creditórios, além dos Certificados de Depósito Bancário e Títulos Públicos. Na renda variável, acompanhando a expectativa do mercado, manteve sua posição em 2 fundos e 3 carteiras administradas de ações. Nos imóveis, a intenção é alienar parte da carteira, em função da baixa rentabilidade que pode ser obtida nesse segmento. Já os empréstimos, apesar da boa rentabilidade para a Entidade, estão limitados à capacidade financeira dos mutuários, que é o desconto de até 30% do salário, conforme regra estabelecida pela Secretaria de Planejamento e Gestão (SEPLAG). O comportamento do mercado, bem como a alocação estratégica da DERMINAS no ano de 2006, propiciou uma rentabilidade de 374,88% acima da meta atuarial da Entidade, conforme gráfico a seguir: É importante ressaltar que, para o ano de 2007, a DERMINAS pretende manter a mesma estrutura atual dos investimentos, com uma participação mais acentuada em Notas do Tesouro Nacional (NTN-B), com o objetivo de fazer hedge (proteção) do passivo da Entidade. Apresentamos no quadro ao lado, a rentabilidade acumulada e a alocação por segmento em relação ao patrimônio total em 29/09/06: Segmento Renda Fixa Renda Variável Investimentos Imobiliários Operações com Participantes Consolidado Geral Rentabilidade 14,49% 22,86% 3,06% 32,14% 19,42% % do Total 55,44% 32,60% 4,71% 7,26% 100,00% Trocando em Miúdos O que é Benefício Definido? O Conselho de Gestão da Previdência Complementar definiu que o plano de caráter previdenciário na modalidade benefício definido é aquele cujos benefícios programados têm seu valor ou nível previamente estabelecido, sendo o custeio determinado atuarialmente, de forma a assegurar sua concessão e manutenção. Na DERMINAS, o benefício definido é uma complementação da pensão recebida pelos beneficiários de seus 5 associados, de modo que o valor total da pensão seja, no mínimo, igual ao do último salário-base de contribuição (ativo ou aposentado), sendo assegurado um valor mínimo de até 15% (quinze por cento) desse salário.

6 Destaque Mais conhecimento para a DERMINAS O Diretor Superintendente da DER- MINAS, Daniel José Magalhães de Melo, foi homenageado no dia 14 de setembro, sendo paraninfo da primeira turma em Minas Gerais do curso de MBA em Previdência Complementar. Trata-se do pioneiro e consagrado curso de pósgraduação lato sensu que o Instituto de Desenvolvimento e Estudos Aplicados à Seguridade - IDEAS coordena em parceria com a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, que recentemente foi reconhecida como a melhor instituição nacional privada de ensino superior. O objetivo do curso é capacitar os profissionais das Entidades Fechadas e Abertas de Previdência Complementar com conceitos e técnicas que lhes permitam atuar nas complexas atividades diretivas e gerenciais dessas organizações. A duração foi de 2 anos, com aulas às sextas e aos sábados, tendo a participação de 4 funcionários da DERMI- NAS, que sacrificaram momentos de lazer com a família em busca de mais conhecimento e qualificação profissional. Durante o seu discurso de paraninfo, Daniel Melo expôs a complexidade do sistema de Previdência Complementar, bem como a falta de mão-de-obra qualificada para atuar no setor. Ressaltou que a maioria dos treinamentos nesse segmento é realizada nos locais de trabalho de entidades afins, sendo raros os cursos existentes Por essa razão, os profissionais do setor não podem deixar de participar desse tipo de especialização quando surge a oportunidade. Daniel José Magalhães de Melo, Diretor Superintendente da DERMINAS, paraninfo da primeira turma em Minas Gerais do curso de MBA em Previdência Complementar, uma parceria do Instituto IDEAS e da PUC Minas. Funcionários da DERMINAS com MBA em Previdência Complementar, a partir da esquerda: Antônio Eustáquio Generoso, Ricardo José da Silva, Aymon Gracielle Salles Lopes Cançado e Adilson Andrade Soares. Política de Investimentos 2007 Em conformidade com a legislação que disciplina o funcionamento das entidades fechadas de previdência complementar, a DERMINAS informa que a sua Política de Investimentos de 2007 encontra-se disponível no site da Entidade: 6

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