Qualidade total para melhoria da qualidade de vida nas unidades militares

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Qualidade total para melhoria da qualidade de vida nas unidades militares"

Transcrição

1 Qualidade total para melhoria da qualidade de vida nas unidades militares JOÃO PAULO PEREIRA DA SILVA, IGOR BANDEIRA BRANDÃO, CARLA CHRISTINA PASSOS 1 Resumo. Este artigo aborda questões relevantes à Qualidade, Qualidade Total e o Programa de Excelência Gerencial do Exército Brasileiro (PEG-EB), assim como a sua influência na qualidade de vida do militar. A agregação de atributos voltados ao desempenho profissional coletividade e competência - permitirá um reflexo positivo nas organizações militares. Palavras-chave: Excelência Gerencial, Exército Brasileiro, Organização Militar, Profissão Militar, Qualidade de Vida. Abstract. This article approaches relevants topics to Quality, Total Quality and the Program of Managemental Excellency of the Brazilian Army (PEG-EB), as well as its influence in the quality of life of the military officer. The aggregation of attributes directed to the professional performance - collective and ability - will allow a positive consequence in the military organizations. Uniterms: Managemental Excellency, Brazilian Army, Military Organization, Military Profession, Quality of Life. 1. Introdução Este artigo tem por objeto tratar do emprego da qualidade total para a melhoria da qualidade de vida numa organização militar. A abordagem a ser feita está alinhada, principalmente, com as diretrizes do Comandante do Exército, o Exmo Sr Gen Ex Francisco Roberto de Albuquerque que, recentemente, em entrevista (2005) relatou a importância do programa de qualidade que iniciou ao assumir o comando e está em vigor nas 654 organizações militares que compõem a Força Terrestre. O programa denomina-se Programa Excelência Gerencial (PEG-EB) e funciona como ferramenta de aperfeiçoamento gerencial cujo objetivo é elevar a operacionalidade pela otimização de processos, o gerenciamento de projetos e a motivação dos seus integrantes, objetivando a sustentação da administração aberta à evolução permanente (EXÉRCITO BRASILEIRO, 2005). O presente estudo contribui para a exposição de caminhos que visam ao alcance da melhoria da qualidade de vida no trabalho tendo como pano de fundo a qualidade total, idéias que serão oportunamente exploradas. Adotou-se a revisão bibliográfica como metodologia abarcando regulamentos e normas vigentes no âmbito da Força Terrestre assim como trabalhos sobre qualidade total e qualidade de vida no trabalho. Analisar-se-á a qualidade de vida na profissão militar com suas peculiaridades inerentes à atividade, seu cotidiano, sua atividade-fim. A atividade militar envolve também o estresse como exemplo de fator de risco que pode gerar doenças ocupacionais, reflexos na longevidade saudável e o agravamento de diversas patologias geradas pela necessidade de adequação a um estilo de vida determinado pela caserna para o cumprimento da missão, fato exclusivo da vida do militar. O desconhecimento desses fatores de risco é o principal obstáculo à disciplina consciente que realimente e mantenha o processo de quebra de paradigmas em prol da saúde, da produtividade e do bem estar social. Funcionários satisfeitos parecem mais propensos a falar bem da organização, a ajudar as pessoas e a 1 EsAEx Escola de Administração do Exército, Rua Território do Amapá, Nº 455, Pituba, Salvador BA, Brasil,

2 ultrapassar as expectativas em relação ao seu trabalho. Além disso, eles podem se mostrar mais dispostos a ir além das suas atribuições regulares por quererem repetir experiências positivas. (ROBBINS, 2004, p. 22). É certo afirmar que a intensidade da qualidade está ligada aos fatores motivação e empenho conforme a definição e o entendimento da evolução da qualidade. 2. Qualidade definição e evolução Segundo Paladini (1990), podemos utilizar cinco abordagens, estabelecidas para a definição de qualidade: a) A abordagem transcendental que define a qualidade como uma característica, propriedade ou estado que permite aceitação plena de um serviço. Entretanto esta aceitação não deriva de análises ou de estudos, mas da constatação prática proveniente da experiência. b) A abordagem centrada no produto que estabelece o objeto de conceituação como uma variável passível de medição e muitas vezes precisa. c) A abordagem do valor como o centro de controle vinculando qualidade aos custos de produção, ou seja, a avaliação do produto vinculada ao grau de conformação com um custo aceitável que refletiria notável qualidade prática com altas doses de imaginação e criatividade aliados a desempenhos elevados de mão-de-obra, equipamentos e materiais que agregariam qualidade sem elevar seus custos de produção podendo, inclusive, reduzi-los. d) A abordagem da produtividade, a qualidade centrada na fabricação que enfatiza o processo de concepção do produto conforme suas especificações, sendo um indicador de averiguação e ocorre antes da apreciação do usuário. e) A abordagem que prevê o usuário como fonte de avaliação e estabelece padrões, pois enfatiza o conceito de qualidade em conformidade ao uso. O consumidor desse produto (bem ou serviço) é o centro que norteará as condutas para aperfeiçoamento e, com amadurecimento, fornecer a base para a Qualidade Total que é alcançada com o comprometimento dos envolvidos no processo de criação do produto, proporcionando o atendimento às necessidades do usuário. O amadurecimento desse estágio seria apresentar soluções para situações não identificadas pelos clientes. O grau de comprometimento e motivação dos envolvidos na criação e disponibilização do produto permitiriam apresentar soluções para situações não identificadas pelos clientes. O empenho, a dedicação e a motivação estimulariam a criatividade dos envolvidos que possibilitariam ir além das perspectivas do cliente, com soluções de grande importância para a garantia da excelência do produto ofertado. Há nesse estágio a necessidade de identificar todos os envolvidos e os ambientes de produção como ferramenta facilitadora e a adequação ao uso como indicador de qualidade. Pode-se mesmo considerar que, no sentido do conceito em questão, falar em Qualidade Total é o mesmo que falar em circunferência redonda...por que então qualidade total? Ocorre que, desde que foi criada, a circunferência foi sempre redonda. Já a qualidade nem sempre foi total, limitando-se, muitas vezes ao esforço de eliminar defeitos. (PALADINI, 1997, p. 17). A adequação ao uso como parâmetro de aferição exige uma identificação e reestruturação dos ambientes onde a qualidade seja produzida.(1997, p.23). 3. Ambientes de qualidade O modelo "in-line" enfatiza o processo nas linhas de produção de bens ou serviços. Possui como características a correção e a prevenção de defeitos. Campanhas de redução de custos, eliminação de desperdícios e a eliminação de retrabalho integram esse ambiente que

3 não garante o produto adequado ao cliente, mas sem defeito, logo desequilíbrios nocivos à empresa são gerados uma vez que a atenção volta-se com grande intensidade para as atividades nas quais é mais forte, podendo gerar o desprezo por outras, ou seja, essa desigualdade pode ser gerada pela superespecialização de setores ou pessoas sendo um obstáculo prejudicial à Qualidade Total. Cabe observar que se adota, aqui, a seguinte noção de defeito: defeito é a falta de conformidade que se observa em um produto quando determinada característica da qualidade é comparada as suas especificações. (1997, p. 22). A qualidade off-line destaca os indivíduos que desenvolvem ações indiretas na produção de bem ou serviço. Essas atividades não fazem parte do processo produtivo, mas servem de suporte. Se alguém desenvolve uma atividade, seja qual for, dentro da empresa, ela é relevante. Se for relevante, contribui de alguma forma para a utilização do produto. (1997, p.19). O modelo de qualidade "off-line" realça a agilidade da empresa em colher informações e, utilizando-se dos princípios da oportunidade e flexibilidade, direcionar seus esforços para melhor satisfazer ao cliente. A filosofia está apoiada no dinamismo das necessidades do seu público alvo e apoio direto do sistema de informações capaz de captar mudanças. Sobre os conceitos abordados, chega-se a conclusão de que qualidade bem como seu amadurecimento - que é a qualidade total- são filosofias abrangentes quanto a sua definição e aferição, porém devem ser buscadas continuamente pois, a qualidade reduz custos, gera mais qualidade, torna o planejamento da produção mais realista, eficiente, identifica, seleciona e personaliza uma empresa. Qualidade não é uma nova filosofia gerencial, é uma nova filosofia de vida, uma nova postura comportamental, não somente para produzir mais, porém melhor, com menor custo, menor desperdício, menos retrabalho. Deixou de ser opcional para ser pré-requisito de sobrevivência em um mercado cada vez mais competitivo.(zanon, 2002, p. 3). Um fato a ser observado segundo Zanon (2000) se refere à filosofia da qualidade de bens e serviços possuir raízes na vigilância sanitária, uma vez que elimina ou diminui o risco de dano à população e o seguimento industrial visa oferecer o melhor. Também é importante ressaltar que a busca pelo aperfeiçoamento e melhoria de qualidade não é mister das empresas privadas, logo o Exército Brasileiro como integrante da nação, instituição do setor público com suas missões constitucionais e sua cultura possui o permanente aperfeiçoamento e modernização com a finalidade de atender aos anseios da população hoje materializado pelo PEG-EB. 4. Programa Excelência Gerencial (PEG-EB) Em consonância com o Programa de Gestão Pública de Excelência, configura como um modelo de gestão ou de gerenciamento organizacional definido a partir de sete critérios (1-liderança; 2-estratégias; 3-cidadãos e sociedade; 4-informação; 5-pessoas; 6-processos; 7-resultados) que são aceitos em vários países e utilizados pelo Programa de Qualidade no Serviço Público (PQSP). O PEG-EB iniciou-se em 2003 com uma auto-avaliação (20 de abril a 20 de julho) com a finalidade de verificar a atual e real situação gerencial da Força, identificando os pontos fortes e as oportunidades de inovações e melhorias para manter e aperfeiçoar a operacionalidade do Exército, possibilitando atender, nas melhores condições, aos anseios de defesa e de segurança da população brasileira. Possui

4 como pilares a capacitação de recursos humanos, a otimização de processos, o gerenciamento de projetos e a motivação dos integrantes da Força Terrestre que serão colaboradores e defensores do programa. Qualidade, produtividade e competitividade, um tripé buscado a todo custo pelas empresas do mundo inteiro, têm, na participação, sua pedra angular. (FERNANDES, 1996). Segundo Fernandes (1996), a busca pela melhoria da qualidade e a excelência na gestão são objetivos que mobilizam esforços de toda a ordem das organizações brasileiras. Resultados positivos sempre são alcançados, mas a intensidade e a continuidade desse processo dependem do esforço em buscar sempre resultados, manter um clima interno motivador, propiciar a inovação e a flexibilidade. A empresa que não dispensar o devido cuidado às dimensões essenciais que afetem aspectos comportamentais, não terá êxito na totalidade do produto sob os aspectos de qualidade, produtividade e competitividade, logo é de suma importância a instituição reconheça questões-chave que levem ao comprometimento e ao envolvimento dos participantes, os estímulos a participação e o conseqüente aumento da produtividade. Nesse contexto apresenta-se a qualidade de vida no trabalho (QVT). 5. Entendendo QVT Segundo Fernandes (1996) o conceito de qualidade de vida no trabalho engloba além dos atos legislativos que protegem o profissional, o atendimento às necessidades e aspirações humanas calcado na idéia de humanização do trabalho, a responsabilidade social da empresa e a conscientização dos trabalhadores. Sob esse aspecto, torna-se necessária a investigação da QVT nas organizações, considerendo-se como fatores críticos a individualidade do ser humano e a prioridade que atribui a suas necessidades. Para estabelecer os elementos motivacionais com reflexos no desempenho e na autovalorização do indivíduo, a autora sugere a figura proposta por Maslow (1954) e Herzberg (1968). Figura 1. Motivadores (Maximização das habilidades e do potencial) Fatores de Manutenção Auto realização Estima Social Segurança Fisiológicas Fonte: FERNANDES, p.47. Os fatores motivadores das necessidades humanas são ratificados por Nadler e Lawler (apud CHIAVENTO, 1999) ao defenderem um modelo de QVT que considera, dentre outros, os seguintes aspectos: (1) reestruturação do cargo ou a reformulação dos postos individuais de trabalho, (2) enriquecimento de tarefas, (3) inovação no sistema de recompensas (4) melhoria do ambiente de trabalho quanto a condições físicas e psicológicas. Com o intuito de desenvolver a melhoria da qualidade de vida nas organizações são requeridas as seguintes fases (FERNANDES, 1996): a) Sensibilização representantes da organização buscam melhorias após avalição das condições de trabalho e seus efeitos no funcionamento da organização. b) Preparação escolha de meios necessários às mudanças nas condições de trabalho. c) Diagnóstico levantamento do nível de satisfação dos profissionais e funcionamento do sistema técnico. d) Concepção e implantação do projeto são estabelecidas prioridades na implantação de mudanças após a consolidação das informações colhidas na

5 etapa anterior. São arquitetadas alterações tecnológicas, reorganização do trabalho, mudança na metodologia de gestão, remanejamento e treinamento de pessoal além de ajustes no ambiente físico quanto a questões de segurança, higiene, fatores de estresse, etc. e) Avaliação e difusão monitorar a implantação das mudanças visando o prosseguimento do processo e a difusão dos resultados. Para aferir com instrumentos confiáveis os níveis de satisfação dos integrantes das organizações Fernandes (1996) ratifica a necessidade de implantação da Auditoria Operacional de Recursos Humanos para identificar como está a organização e os pontos críticos visando a melhoria da QVT. 6. Perspectivas da qualidade de vida no âmbito militar. O Exército de forma análoga e respeitadas as suas particularidades como força militar, busca proporcionar a qualidade de vida dos seus integrantes, conforme prevê o Regulamento Interno e dos Serviços Gerais (RISG R-1) aprovado pelo seu comandante. Cabe destacar que o referido regulamento, dentre outros, faz menção a atribuições e compromissos pela melhoria da qualidade de vida daqueles que compõem a OM. Como exemplo a atribuição do Comandante de determinar procedimentos dos seus subordinados seguindo os preceitos da Medicina Preventiva (inciso VIII do Art 21 do RISG); o oficial de comunicação social como responsável pelo acompanhamento para efeito de levantamento do grau de satisfação do público interno (inciso I do Art 35 do RISG); o oficial de treinamento físico como responsável pelo treinamento físico dos militares (Art 37 do RISG), o oficial médico como responsável por acompanhar e avaliar o estado sanitário do pessoal da OM e as condições higiênicas do quartel (art 55 do RISG); o capelão militar ao exercer assistência religiosa e espiritual dos militares (inciso I do art 68 do RISG); o oficial veterinário como responsável por examinar a qualidade da carne e dos demais alimentos de origem animal destinados ao consumo da unidade (inciso V do Art 70 do RISG); o oficial de prevenção de acidentes como responsável pela elaboração e atualização do plano de prevenção de acidentes da unidade (inciso III do Art 74 do RISG). Além das inúmeras atividades e responsabilidades especificadas no RISG e outros regulamentos, o Exército possui toda uma atenção voltada a proporcionar melhores condições de trabalho e vida a seus integrantes como é difundido, inclusive, pelo Departamento Geral de Pessoal (DGP) por intermédio do Programa Saúde 10 que estimula os militares a praticarem um estilo de vida saudável. 7. Programa Saúde 10 Esse projeto visa difundir preceitos simples quanto à concepção, mas que colaboram sensivelmente para uma vida saudável, como se segue: a) Uma alimentação equilibrada minimizando a ocorrência de males cardíacos, hipertensão, diabetes, colesterol alto, pedras na vesícula, problemas de coluna, etc. b) A prática regular de exercícios físicos como prevenção à doenças cardiovasculares fatais, óbitos por diabetes, mortes por câncer de colon, osteoporose e melhoria do humor (combate ao stress) devido o aumento da produção de endorfina pelo organismo. c) A importância de evidenciar a necessidade de dormir bem à noite contra os efeitos maléficos do estresse, como o envelhecimento precoce, a hipertensão, o controle dos níveis de colesterol, as disfunções de memória e dificuldades de aprendizado. d) A meditação para a regulação dos níveis pressóricos e da ansiedade, a melhoria das funções motoras e o aumento dos reflexos implementando uma qualidade de vida com mais criatividade,

6 vitalidade e menor necessidade de ações assistenciais. 8. QVT nas OM O Comando do Exército, quer seja pelos regulamentos ou por programas, estabelece procedimentos para a melhoria da qualidade de vida dos militares. Contudo, devido a dimensão de cada organização faz-se necessário o reconhecimento dos pontos nevrálgicos e específicos de cada unidade como as questões regionais de localização, suas peculiaridades, efetivo, natureza, atividade fim, ambiente, dentre outros. Aquilo que não se consegue medir, não se consegue melhorar. Poucas, muito poucas são as empresas que focalizam esta assertiva quando se trata de recursos humanos. (KERLING apud FERNANDES, 1996, p. 65). Diante desse contexto, Fernandes (1996) ratifica que a melhoria da qualidade de vida dentro da organização deve ser precedida de programa de auditoria de recursos humanos que busque no integrante a qualidade de vida no campo profissional, não importando a abordagem da equipe de auditoria, ela tem de coletar dados a respeito das atividades das pessoas da organização. Entre os instrumentos apontados na literatura se incluem: - Entrevistas; - Questionários e levantamentos; - Análise de registros; - Informações externas e internas; - Experiências e pesquisas; - Observação local, etc. A utilização de tais técnicas na gestão de recursos humanos permite descobrir suas necessidades a curto, médio e longo prazo, considerando-se que as organizações têm necessidades quantitativas e qualitativas em termos de pessoal, sendo utilizados padrões de quantidade, qualidade e tempo para estabelecer itens de controle visando avaliar o sistema de pessoal em determinada organização. Indicadores como efetivo (por categoria), rotatividade, acidentes em serviço, alimentação, treinamento e outros julgados necessários devem ser levantados e analisados no processo de auditoria dos recursos humanos. Essa metodologia já se faz presente no 19º Batalhão de Caçadores (BC) por intermédio da Pesquisa do Clima Organizacional ocorrida em maio de 2004 com o objetivo de mapear ou retratar os aspectos críticos que configuram o momento motivacional dos profissionais daquela OM: apuração dos seus pontos fortes, deficiências, expectativas e aspirações. Após o reconhecimento da situação, um plano de ação deverá traçar diretrizes frente aos dados obtidos. Essas medidas auxiliam a organização a potencializar a motivação, estabelecer programas de treinamentos específicos e conquistar a sinergia dos profissionais e das lideranças alavancando o processo. Como exemplo prático pode-se ter um questionário que aborde considerações categorizadas sobre integração dos militares, nível de participação, realização profissional, sensação de reconhecimento profissional, nível de treinamento recebido, qualidade da alimentação ofertada, atendimento médico-odontológico realizado pela seção de saúde da OM, facilidades e qualidade das ofertas de serviços diversos feitas por concessionários, assistência psicológica, assistência religiosa e atividades culturais, de lazer e sociais. Uma sugestão do presente artigo é dar continuidade ao projeto de busca da qualidade, com a implantação da auditoria de recursos humanos, que seria composta pelos militares integrantes da OM com atribuições específicas já elucidadas no RISG. Esse trabalho, como já abordado, permite a visão macro da situação organizacional, bem como o reconhecimento dos pontos-chave de cada segmento que compõe a esfera motivacional e de necessidades dos militares.

7 10. Referências 9. Conclusão O esforço em buscar a definição de Qualidade para compreender sua evolução permite considerar a adequação ao uso como a melhor definição dela. A Qualidade Total e o programa de excelência aplicado nas empresas foram diretamente influenciados pelo grau de comprometimento dos envolvidos no processo de produção, sejam eles in-line, off-line ou on-line. Nesse contexto enquadra-se, também, a Força Terrestre que hoje pratica o PEG-EB com fundamentos das filosofias comuns aplicadas em várias organizações nacionais e do mundo com particularidades da atividade militar. A motivação, o comprometimento e o empenho dos profissionais atuarão diretamente na performance alcançada na oferta de produtos (bens ou serviços). Desse conhecimento, além da consideração do profissional como ser humano, entende-se a necessidade de proporcionar continuamente melhor qualidade de vida no campo profissional promovendo a satisfação do indivíduo em pertencer à organização. Para atender as expectativas referentes à motivação da tropa, o Exército possui permanente preocupação em proporcionar melhores condições de vida a seus integrantes, seja por atribuições constantes em seus regulamentos ou implantação de projetos que refletem na melhoria da qualidade de vida. Logo, o presente artigo não teve a presunção de modificar ou reestruturar qualquer sistema vigente, entretanto, espera-se que sirva de reflexão para eventuais estudos com ações específicas para cada unidade militar uma vez que as OM possuem dentro do seu organograma profissionais com atribuições específicas em cada segmento da vida profissional, sejam atividades de natureza organizacional, social, salutar, alimentar e espiritual. EXÉRCITO BRASILEIRO. Notícias-Sala de Imprensa. Centro de Comunicação Social do Exército, Brasília, março de Disponível em: <http://www.exercito.gov.br/060ms/gabc mtex/peg-eb/artigopdf/folder-peg.pdf>. Acesso: 07 jun EXÉRCITO BRASILEIRO. Programa de Excelência Gerencial (PEG EB), Brasília, 05 abr Disponível em: <http://www.exercito.gov.br/060ms/gabc mtex/peg-eb/artigopdf/folder-peg.pdf>. Acesso: 07 jun ROBBINS, Stephen P. Fundamentos do Comportamento Organizacional. Tradução Reinaldo Marcondes. 7º ed. São Paulo: Prentice Hall, PALADINI, Edson Pacheco. Controle de Qualidade. São Paulo: Atlas, p Qualidade Total na Prática. 2º ed. São Paulo: Atlas, p ZANON, Uriel. Qualidade da Assistência Médico-Hospitalar. Rio de Janeiro: Medsi, p FERNANDES, Eda Conte. Qualidade de Vida no Trabalho: Como medir para melhorar. 5º ed. Salvador, BA: Casa da qualidade, PROGRAMA EXCELÊNCIA GERENCIAL-EXÉRCITO BRASILEIRO. Pesquisa de Clima Organizacional. 19º Batalhão de Caçadores - Batalhão Pirajá. Ago EXÉRCITO BRASILEIRO. Regulamento Interno e dos Serviços Gerais R-1 (RISG). Brasília, DF: EGGCF, p

8 . Programa Saúde 10, Brasília, junho Disponível em: <http://www.exercito.gov.br/vo/181/saud edgp.htm>. Acesso: 07 jun CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas: O novo papel dos recursos humanos. Rio de Janeiro: Campos, p ARAÚJO FILHO, Geraldo Ferreira de. A Criatividade Corporativa: Na era dos resultados. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, p BATITUCCI, Márcio Dayrell. Equipes 100%: O novo modelo do trabalho cooperativo no 3º milênio. São Paulo: Pearson Education do Brasil, p NOGUEIRA, Roberto Passos. Perspectivas da Qualidade em Saúde. Rio de Janeiro: Qualitymark, ROMM, Joseph J. Um Passo Além da Qualidade. Tradução Caetano Manuel Filgueira Pimentel. São Paulo: Futura, p

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

AÇÕES EFETIVAS DE GERENCIAMENTO DO STRESS OCUPACIONAL: Desafio de Conciliar Embasamento Científico e Planejamento Estratégico

AÇÕES EFETIVAS DE GERENCIAMENTO DO STRESS OCUPACIONAL: Desafio de Conciliar Embasamento Científico e Planejamento Estratégico AÇÕES EFETIVAS DE GERENCIAMENTO DO STRESS OCUPACIONAL: Desafio de Conciliar Embasamento Científico e Planejamento Estratégico Sâmia Simurro Novembro/2011 FATOS SOBRE O STRESS Inevitável Nível positivo?

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO: O DESAFIO DAS ORGANIZAÇÕES. CARDOSO, Sandra Regina 1. BERVIQUE, Janete de Aguirre 2

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO: O DESAFIO DAS ORGANIZAÇÕES. CARDOSO, Sandra Regina 1. BERVIQUE, Janete de Aguirre 2 QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO: O DESAFIO DAS ORGANIZAÇÕES CARDOSO, Sandra Regina 1 BERVIQUE, Janete de Aguirre 2 RESUMO Este artigo tem por finalidade apresentar fatores que influenciam na qualidade de

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP 6. Procedimento de gerenciamento de risco O fabricante ou prestador de serviço deve estabelecer e manter um processo para identificar

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

O SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE NO GRUPO JMT 1

O SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE NO GRUPO JMT 1 O SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE NO GRUPO JMT 1 CATTELAN, Verônica Dalmolin 2 ; NORO, Greice de Bem 3; MAGALHÃES, Aline Cristina de Menezes 4 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Bacharel em Admninistração

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA 1. FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO 2. JUSTIFICATIVA. Promover a saúde e a segurança dos servidores e magistrados.

QUALIDADE DE VIDA 1. FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO 2. JUSTIFICATIVA. Promover a saúde e a segurança dos servidores e magistrados. QUALIDADE DE VIDA 1. FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO Promover a saúde e a segurança dos servidores e magistrados. 2. JUSTIFICATIVA Segundo França (1996), a Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) representa

Leia mais

Monografia apresentada ao Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília Curso de Especialização em Gestão da Segurança da

Monografia apresentada ao Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília Curso de Especialização em Gestão da Segurança da Monografia apresentada ao Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília Curso de Especialização em Gestão da Segurança da Informação e Comunicações 1 - Há milhões e milhões de anos

Leia mais

Luiz Ildebrando Pierry Porto Alegre, Maio de 2006

Luiz Ildebrando Pierry Porto Alegre, Maio de 2006 Luiz Ildebrando Pierry Porto Alegre, Maio de 2006 Evolução Estratégica do Movimento Qualidade RS 13 anos de atividade Instalação do Programa Cumulativo Consolidação do Programa como Promotor da Causa Evolução

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

Pessoas e Negócios em Evolução

Pessoas e Negócios em Evolução Empresa: Atuamos desde 2001 nos diversos segmentos de Gestão de Pessoas, desenvolvendo serviços diferenciados para empresas privadas, associações e cooperativas. Prestamos serviços em mais de 40 cidades

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

3 METODOLOGIA DA PESQUISA

3 METODOLOGIA DA PESQUISA 3 METODOLOGIA DA PESQUISA O objetivo principal deste estudo, conforme mencionado anteriormente, é identificar, por meio da percepção de consultores, os fatores críticos de sucesso para a implementação

Leia mais

Art. 1º Aprovar as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19).

Art. 1º Aprovar as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19). PORTARIA Nº 483, DE 20 DE SETEMBRO DE 2001. Aprova as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19). O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe é conferida

Leia mais

Administração de Pessoas

Administração de Pessoas Administração de Pessoas MÓDULO 14: QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E RELAÇÕES SINDICAIS 14.1 O processo de segurança e qualidade de vida O processo de segurança é o que visa estabelecer disciplina e segurança,

Leia mais

Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015

Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015 Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015 As 15 Melhores Práticas em Gestão de Pessoas no Pará VIII Edição 1 Pesquisa Prazer em Trabalhar Ano VI Parceria Gestor Consultoria e Caderno Negócios Diário do Pará A

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS Marino, Reynaldo Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde - FASU/ACEG GARÇA/SP-

Leia mais

Evanir Soares da Fonseca

Evanir Soares da Fonseca CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde AÇÕES DE COMBATE AO ESTRESSE: PROMOÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS TRABALHADORES DA SAÚDE DE PARACATU - MG Evanir Soares

Leia mais

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional Carlos Henrique Cangussu Discente do 3º ano do curso de Administração FITL/AEMS Marcelo da Silva Silvestre Discente do 3º ano do

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

Qualidade de Vida no Trabalho

Qualidade de Vida no Trabalho 1 Qualidade de Vida no Trabalho Alessandra Cristina Rubio¹ Thiago Silva Guimarães² Simone Cristina Fernandes Naves³ RESUMO O presente artigo tem como tema central a Qualidade de Vida no Trabalho, com um

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO ISSN 1984-9354 QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO JAQUELINE ARAUJO DOS SANTOS (LATEC / UFF) Resumo: Os temas relacionados à qualidade de vida no trabalho estão cada vez mais sendo objeto de estudo e presentes

Leia mais

INFORMAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS a pesquisa empírica em Portais Corporativos

INFORMAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS a pesquisa empírica em Portais Corporativos INFORMAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS a pesquisa empírica em Portais Corporativos Cláudia Peixoto de Moura Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS E-mail: cpmoura@pucrs.br Resumo do Trabalho:

Leia mais

Deming (William Edwards Deming)

Deming (William Edwards Deming) Abordagens dos principais autores relativas ao Gerenciamento da Qualidade. Objetivo: Estabelecer base teórica para o estudo da Gestão da Qualidade Procura-se descrever, a seguir, as principais contribuições

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Curso Empreendedorismo Corporativo

Curso Empreendedorismo Corporativo Curso Empreendedorismo Corporativo Todos os fatores relevantes atuais mostram que a estamos em um ambiente cada vez mais competitivo, assim as pessoas e principalmente as organizações devem descobrir maneiras

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO COMO FATOR DE MOTIVAÇÃO NO AMBIENTE CORPORATIVO Jéssica da Silva¹ Paola Faustino da Silva Cavalheiro¹ Rosane Hepp Ma²

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO COMO FATOR DE MOTIVAÇÃO NO AMBIENTE CORPORATIVO Jéssica da Silva¹ Paola Faustino da Silva Cavalheiro¹ Rosane Hepp Ma² QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO COMO FATOR DE MOTIVAÇÃO NO AMBIENTE CORPORATIVO Jéssica da Silva¹ Paola Faustino da Silva Cavalheiro¹ Rosane Hepp Ma² RESUMO A busca constante da produtividade, do foco e

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

ESF Estratégia de Saúde da Família GESTÃO DE PESSOAS. 40 Relatório de Gestão 2014. Copyright. Proibida cópia ou reprodução sem autorização do IABAS.

ESF Estratégia de Saúde da Família GESTÃO DE PESSOAS. 40 Relatório de Gestão 2014. Copyright. Proibida cópia ou reprodução sem autorização do IABAS. ESF Estratégia de Saúde da Família GESTÃO DE PESSOAS 40 Relatório de Gestão 2014 B lanço Soci l ESF Estratégia de Saúde da Família Relatório de Gestão 2014 41 GESTÃO DE PESSOAS Gestão de Pessoas Com o

Leia mais

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO Simplificar e padronizar os processos internos, incrementando o atendimento ao usuário. Especificamente o projeto tem o objetivo de: Permitir

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 Institui as diretrizes gerais de promoção da saúde do servidor público federal, que visam orientar os órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração

Leia mais

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

A GESTÃO DE PESSOAS NA ÁREA DE FOMENTO MERCANTIL: UM ESTUDO DE CASO NA IGUANA FACTORING FOMENTO MERCANTIL LTDA

A GESTÃO DE PESSOAS NA ÁREA DE FOMENTO MERCANTIL: UM ESTUDO DE CASO NA IGUANA FACTORING FOMENTO MERCANTIL LTDA ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 A GESTÃO DE PESSOAS NA ÁREA DE FOMENTO MERCANTIL: UM ESTUDO DE CASO NA IGUANA FACTORING FOMENTO MERCANTIL

Leia mais

RELATÓRIO DE CONTROLES INTERNOS 1º SEMESTRE/2009

RELATÓRIO DE CONTROLES INTERNOS 1º SEMESTRE/2009 RELATÓRIO DE CONTROLES INTERNOS 1º SEMESTRE/2009 I. INTRODUÇÃO O mundo corporativo tem demonstrado muito interesse nos aspectos que se relacionam à adoção de metodologias de controles internos, motivado

Leia mais

TÍTULO: O PAPEL DA LIDERANÇA NA MOTIVAÇÃO DENTRO DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL UM ESTUDO NA EMPRESA VISÃO DIGITAL 3D E-COMMERCE

TÍTULO: O PAPEL DA LIDERANÇA NA MOTIVAÇÃO DENTRO DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL UM ESTUDO NA EMPRESA VISÃO DIGITAL 3D E-COMMERCE TÍTULO: O PAPEL DA LIDERANÇA NA MOTIVAÇÃO DENTRO DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL UM ESTUDO NA EMPRESA VISÃO DIGITAL 3D E-COMMERCE CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Avaliação como instrumento de gestão de pessoas

Avaliação como instrumento de gestão de pessoas Glaucia Falcone Fonseca No contexto cada vez mais competitivo das organizações, a busca por resultados e qualidade é cada vez maior e a avaliação de pessoas assume o importante papel de instrumento de

Leia mais

PRÁTICA DE ENSINO INTERDISCIPLINAR NO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO NA PERSPECTIVA DOS DISCENTES.

PRÁTICA DE ENSINO INTERDISCIPLINAR NO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO NA PERSPECTIVA DOS DISCENTES. PRÁTICA DE ENSINO INTERDISCIPLINAR NO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO NA PERSPECTIVA DOS DISCENTES. Introdução As mudanças e desafios no contexto social influenciam a educação superior, e como consequência, os

Leia mais

Ilca Maria Moya de Oliveira

Ilca Maria Moya de Oliveira Plano de Desenvolvimento Relação Ergonomia e Moda e Educação Corporativa Ilca Maria Moya de Oliveira Segundo Dutra (2004), a preparação para o futuro exige investimentos simultâneos: um na modernização

Leia mais

A Estratégia do Conselho da Justiça Federal 2015/2020 CJF-POR-2015/00359, de 26 de agosto de 2015

A Estratégia do Conselho da Justiça Federal 2015/2020 CJF-POR-2015/00359, de 26 de agosto de 2015 A Estratégia do Conselho da Justiça Federal CJF-POR-2015/00359, de 26 de agosto de 2015 SUEST/SEG 2015 A estratégia do CJF 3 APRESENTAÇÃO O Plano Estratégico do Conselho da Justiça Federal - CJF resume

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Planejamento de Recursos Humanos

Planejamento de Recursos Humanos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Planejamento de Recursos Humanos Profa. Marta Valentim Marília 2014 As organizações

Leia mais

RECRUTAMENTO, SELEÇÃO, AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO: ATUAÇÃO ESTRATÉGICA DOS RECURSOS HUMANOS

RECRUTAMENTO, SELEÇÃO, AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO: ATUAÇÃO ESTRATÉGICA DOS RECURSOS HUMANOS Centro de Educação Superior Barnabita CESB 1 RECRUTAMENTO, SELEÇÃO, AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO: ATUAÇÃO ESTRATÉGICA DOS RECURSOS HUMANOS Clara de Oliveira Durães 1 Profª. Pollyanna

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais.

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. RESOLUÇÃO Nº 306, DE 5 DE JULHO DE 2002 Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das competências

Leia mais

5.2. Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra. Revisão 00 NOV/2013

5.2. Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra. Revisão 00 NOV/2013 PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.2 Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já realizadas... 2 2. Justificativa... 6 3. Objetivos... 8 4. Área de abrangência...

Leia mais

Motivação para o Desempenho. Carlos Fracetti carlosfracetti@yahoo.com.br. Carlos Felipe carlito204@hotmail.com

Motivação para o Desempenho. Carlos Fracetti carlosfracetti@yahoo.com.br. Carlos Felipe carlito204@hotmail.com Motivação para o Desempenho Carlos Fracetti carlosfracetti@yahoo.com.br Carlos Felipe carlito204@hotmail.com Heitor Duarte asbornyduarte@hotmail.com Márcio Almeida marciobalmeid@yahoo.com.br Paulo F Mascarenhas

Leia mais

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL Julia Ferreira de Moraes (EEL-USP) moraes.julia@hotmail.com Everton Azevedo Schirmer

Leia mais

humor : Como implantar um programa de qualidade de vida no trabalho no serviço público Profa. Dra. Ana Magnólia Mendes

humor : Como implantar um programa de qualidade de vida no trabalho no serviço público Profa. Dra. Ana Magnólia Mendes Universidade de Brasília -UnB Instituto de Psicologia - IP Departamento de Psicologia Social e do Trabalho - PST Só de Pensar em vir Trabalhar, jáj Fico de mau-humor humor : Como implantar um programa

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) A CONCERT Technologies S.A. prioriza a segurança de seus Colaboradores, Fornecedores,

Leia mais

b) supervisionar o cumprimento desta política pelas entidades integrantes do Sistema Sicoob;

b) supervisionar o cumprimento desta política pelas entidades integrantes do Sistema Sicoob; 1. Esta Política institucional de gestão de pessoas: Política institucional de gestão de pessoas a) é elaborada por proposta da área de Gestão de Pessoas da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob

Leia mais

Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas

Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas (Produto 1) TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DA BAHIA PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE EXTERNO DOS ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS

Leia mais

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Avaliação de: Sr. Mario Exemplo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Leia mais

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ANA LAURA CANASSA BASSETO (UTFPR) alcanassa@hotmail.com Caroline Marqueti Sathler (UTFPR)

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

Avaliação Confidencial

Avaliação Confidencial Avaliação Confidencial AVALIAÇÃO 360 2 ÍNDICE Introdução 3 A Roda da Liderança 4 Indicadores das Maiores e Menores Notas 7 GAPs 8 Pilares da Estratégia 9 Pilares do Comprometimento 11 Pilares do Coaching

Leia mais

MOTIVAÇÃO UM NOVO COMBUSTÍVEL EMPRESARIAL

MOTIVAÇÃO UM NOVO COMBUSTÍVEL EMPRESARIAL MOTIVAÇÃO UM NOVO COMBUSTÍVEL EMPRESARIAL Daniele Cristine Viana da Silva 1 Maria José Vencerlau 2 Regiane da Silva Rodrigues 3 André Rodrigues da Silva 4 Fábio Fernandes 5 RESUMO O Artigo Científico tem

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Existem três níveis distintos de planejamento: Planejamento Estratégico Planejamento Tático Planejamento Operacional Alcance

Leia mais

PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA

PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA 1. Introdução A apresentação dos Projetos de Inovação e Melhoria - PIM pelos Escalões/Divisões possui os seguintes objetivos: a. Estimular os Escalões e Divisões do Cmdo

Leia mais

FACULDADE ARQUIDIOCESANA DE CURVELO

FACULDADE ARQUIDIOCESANA DE CURVELO BEATRIZ APARECIDADE MOURA JOYCE SOARES RIBAS JUCIELE OTTONE MALAQUIAS MARTINS LUANA PÉRSIA DINIZ MÍRIAN DUARTE MACHADO GONZAGA DA SILVA O PAPEL DO GESTOR E A AUTO-ESTIMA DOS FUNCIONÁRIOS UMA ANÁLISE DA

Leia mais

Título do Case: Programa ELOS - Cliente e Colaborador como uma só corrente. Categoria: Projetos Internos Tema: Pessoas

Título do Case: Programa ELOS - Cliente e Colaborador como uma só corrente. Categoria: Projetos Internos Tema: Pessoas 1 Título do Case: Programa ELOS - Cliente e Colaborador como uma só corrente. Categoria: Projetos Internos Tema: Pessoas RESUMO A empresa vivia um cenário claro de desequilíbrio na gestão empresarial e

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas

MBA em Gestão de Pessoas REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Profª. Dra. Ana Ligia Nunes Finamor A Escola de Negócios de Alagoas. A FAN Faculdade de Administração e Negócios foi fundada

Leia mais

Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo

Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo INTRODUÇÃO O Balanced Scorecard (BSC) é uma metodologia desenvolvida para traduzir, em termos operacionais, a Visão e a Estratégia das organizações

Leia mais

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO FORNECEDOR

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO FORNECEDOR Prezado Fornecedor, A Innova S/A, empresa certificada nas normas ISO 9001:2000, ISO 14001:1996, OHSAS 18001, avalia seus fornecedores no atendimento de requisitos relativos a Qualidade, Meio Ambiente,

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

Principal Projeto: Implementação do PEG-SEDEC

Principal Projeto: Implementação do PEG-SEDEC Principal Projeto: Implementação do PEG-SEDEC PROGRAMA EXCELÊNCIA GERENCIAL DA SEDEC ( PEG SEDEC ) 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS a. O PEG-SEDEC é a ferramenta de implementação da estratégia de melhoria da

Leia mais

RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE

RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE COACHING EDUCATION By José Roberto Marques Diretor Presidente - Instituto Brasileiro de Coaching Denominamos de Coaching Education a explicação, orientação e aproximação

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

Carreira: definição de papéis e comparação de modelos

Carreira: definição de papéis e comparação de modelos 1 Carreira: definição de papéis e comparação de modelos Renato Beschizza Economista e especialista em estruturas organizacionais e carreiras Consultor da AB Consultores Associados Ltda. renato@abconsultores.com.br

Leia mais

De Boas Ideias para Uma Gestão Baseada em Processos

De Boas Ideias para Uma Gestão Baseada em Processos De Boas Ideias para Uma Gestão Baseada em Processos O que você vai mudar em sua forma de atuação a partir do que viu hoje? Como Transformar o Conteúdo Aprendido Neste Seminário em Ação! O que debatemos

Leia mais

TREINAMENTO COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA O CRESCIMENTO ORGANIZACIONAL.

TREINAMENTO COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA O CRESCIMENTO ORGANIZACIONAL. TREINAMENTO COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA O CRESCIMENTO ORGANIZACIONAL. André Murilo de Souza Cavalcante Resumo: Este artigo estuda as etapas do treinamento e suas características, Desta maneira, o

Leia mais

1 Introdução. 2 O Modelo Gerencial na Administração Pública

1 Introdução. 2 O Modelo Gerencial na Administração Pública 2 1 Introdução A fiscalização pelo uso mais racional dos recursos públicos arrecadados pelo Estado tem crescido consideravelmente nos últimos anos. Como conseqüência, os gestores perceberam a necessidade

Leia mais

INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS. Conteúdo

INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS. Conteúdo Conteúdo O Instituto Ethos Organização sem fins lucrativos fundada em 1998 por um grupo de empresários, que tem a missão de mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente

Leia mais

Regimento como elaborar

Regimento como elaborar PGQ - Programa Gestão com Qualidade d Sistema 4 - Oficina Melhores Práticas Oficina i 1 Regimento como elaborar Facilitador Dr.Sérgio Luz sergiol@webcorensp.org.br Apresentação PGQ Programa Gestão com

Leia mais

OS DESAFIOS DA GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO(*)

OS DESAFIOS DA GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO(*) OS DESAFIOS DA GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO(*) Joilson Oliveira Malta Administrador público e Assistente técnico da Diretoria Legislativa da Câmara Municipal de Salvador Mat.2031 Este artigo tem

Leia mais

PARANÁ ---------------------------- GOVERNO DO ESTADO PROGRAMA FORMAÇÃO DE GESTORES PARA O TERCEIRO SETOR

PARANÁ ---------------------------- GOVERNO DO ESTADO PROGRAMA FORMAÇÃO DE GESTORES PARA O TERCEIRO SETOR PARANÁ ---------------------------- GOVERNO DO ESTADO PROGRAMA FORMAÇÃO DE GESTORES PARA O TERCEIRO SETOR CURITIBA Maio 2012 1 PROGRAMA TÍTULO: Formação de Gestores para o Terceiro Setor. JUSTIFICATIVA:

Leia mais

As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012

As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012 As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012 Universo TOTVS Fundada em 1983 6ª maior empresa de software (ERP) do mundo Líder em Software no Brasil e

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade Sistema de Gestão da Qualidade Coordenadora Responsável Mara Luck Mendes, Jaguariúna, SP, mara@cnpma.embrapa.br RESUMO Em abril de 2003 foi lançado oficialmente pela Chefia da Embrapa Meio Ambiente o Cronograma

Leia mais

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 Narjara Bárbara Xavier Silva 2 Patrícia Morais da Silva 3 Resumo O presente trabalho é resultado do Projeto de Extensão da Universidade Federal da

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

DELOITE TOUCHE TOHMATSU Código PO-SIGA POLITICA CORPORATIVA Revisão 02

DELOITE TOUCHE TOHMATSU Código PO-SIGA POLITICA CORPORATIVA Revisão 02 Pagina 1/6 ÍNDICE 1. OBJETIVO...3 2. ABRANGÊNCIA / APLICAÇÃO...3 3. REFERÊNCIAS...3 4. DEFINIÇÕES...3 5. DIRETRIZES E RESPONSABILIDADES...4 5.1 POLITICAS...4 5.2 COMPROMISSOS...4 5.3 RESPONSABILIDADES...5

Leia mais

Política de Gerenciamento do Risco Operacional Banco Opportunity e Opportunity DTVM Março/2015

Política de Gerenciamento do Risco Operacional Banco Opportunity e Opportunity DTVM Março/2015 Política de Gerenciamento do Risco Operacional Banco Opportunity e Opportunity DTVM Março/2015 1. OBJETIVO Esta política tem como objetivo estabelecer as diretrizes necessárias para o adequado gerenciamento

Leia mais

Plano Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação. Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região

Plano Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação. Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região Plano Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região Dezembro/2010 2 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Missão: Prover soluções efetivas de tecnologia

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP A IMPORTÂNCIA DA CONSULTORIA NA SELEÇÃO / IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO - ERP Alinhamento das expectativas; O por que diagnosticar; Fases do diagnóstico; Critérios de seleção para um ERP; O papel da

Leia mais

Art. 1º Aprovar a Diretriz de Implantação do Sistema de Protocolo Eletrônico de Documentos (SPED) no âmbito do Exército Brasileiro.

Art. 1º Aprovar a Diretriz de Implantação do Sistema de Protocolo Eletrônico de Documentos (SPED) no âmbito do Exército Brasileiro. PORTARIA Nº 002-EME, DE 17 DE JANEIRO DE 2012. Aprova a Diretriz de Implantação do Sistema de Protocolo Eletrônico de Documentos (SPED) no âmbito do Exército Brasileiro. O CHEFE DO ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO,

Leia mais

12/09/2015. Conceituação do SIG. Introdução. Sistemas de Informações Gerenciais Terceira Parte

12/09/2015. Conceituação do SIG. Introdução. Sistemas de Informações Gerenciais Terceira Parte Sistemas de Informações Gerenciais Terceira Parte Prof. William C. Rodrigues Copyright 2015. Todos direitos reservados. Atualizado em setembro de 2015 Conceituação do SIG Introdução Nessa fase o executivo

Leia mais

www.dehterakm.com beatriz@dehtearkm.com

www.dehterakm.com beatriz@dehtearkm.com www.dehterakm.com beatriz@dehtearkm.com Quem somos? A BEATRIZ DEHTEAR KM apresenta a seus clientes uma proposta totalmente inovadora para implementar a Gestão do Conhecimento Organizacional. Nosso objetivo

Leia mais

GERIC GERENCIAMENTO DO I.T.I.L E DO COBIT

GERIC GERENCIAMENTO DO I.T.I.L E DO COBIT GERIC GERENCIAMENTO DO I.T.I.L E DO COBIT Angélica A. da Silva, Regiani R.Nunes e Sabrina R. de Carvalho 1 Tathiana Barrére Sistemas de Informação AEDB - Associação Educacional Dom Bosco RESUMO Esta sendo

Leia mais

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental GOVERNO DO ESTADO DE SÃO APULO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DIRETRIZES PEDAGÓGICAS O que se espera

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais