SUMÁRIO EXECUTIVO DAS RELAÇÕES ECONÔMICAS E COMERCIAIS. BRASIL x CHINA

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1 Ministério das Relações Exteriores MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos DPR Divisão de Inteligência Comercial DIC SUMÁRIO EXECUTIVO DAS RELAÇÕES ECONÔMICAS E COMERCIAIS BRASIL x CHINA I Prama econômico II Comércio exterior total III Comércio exterior bilateral IV Cruzamento estatístico Brasília, junho de 2015.

2 I Prama econômico China Dados econômicos e comerciais Sumário executivo O rápido e contínuo crescimento real de sua economia, registrado ao longo dos últimos 30 s, elevou a China à condição de segunda potência econômica mundial em A despeito dos efeitos recessivos da crise financeira de 2009, a economia chinesa cresceu 9,2% naquele e, em 2010, o incremento da economia alcançou o notável patamar de 10,4%. Em 2011 a China cresceu 9,3% e, desde 2012 houve uma desaceleração do crescimento de forma controlada ("soft landing"), em harmonia com a meta governamental de crescimento futuro da economia local em torno de 7,5% ao. Nessas condições, segundo o FMI a China registrou crescimento de 7,4% em 2014 elevando o PIB nominal do país ao patamar de US$ 10,380 trilhões. Por conseguinte, o PIB per capita chinês somou US$ 7,589 mil em A última avaliação do FMI, de abril de 2015, sugere que, de fato, a economia chinesa deverá expandir-se em ritmo menos exuberante, mas altamente significativo. Por conseguinte, o crescimento da economia chinesa em 2015 deverá ficar em 6,8%. Para o 2016, a mesma instituição multilateral prevê um PIB ainda mais moderado para os padrões chineses: 6,3%. A linha central da trajetória atualmente projetada pelo FMI leva em consideração o atual desaquecimento nas cotações internacionais de produtos da cadeia petrolífera, que tende a servir de estímulo ao crescimento da economia chinesa. China - Evolução do Produto Interno Bruto (PIB) Discriminação Variação real 10,41% 9,30% 7,65% 7,70% 7,40% 6,80% 6,30% Elaborado pelo MRE/DPR/DIC, com base em dados do FMI, World Economic Outlook Database, abril de II Comércio exterior total Em 2008, a China superou os Estados Unidos e consolidou-se como o maior exportador mundial de bens e, desde então, vem se mantendo neste patamar. Ao longo dos dez s, compreendidos entre 2005 e 2014, as exportações chinesas cresceram 207,7% considerando que evoluíram de US$ 761,3 bilhões, em 2005, para alcançar o nível de US$ 2,343 trilhões em Mesmo diante de uma conjuntura internacional desfavorável, as vendas cresceram 6,1% em 2014, sobre os valores do de 2013, atestando, de certo modo, a competitividade dos produtos chineses. Assim, segundo a Organização Mundial do Comércio (OMC), a China manteve a posição de principal exportador mundial de bens, no de Nesse mesmo, foram os seguintes os sete principais mercados de destino das exportações chinesas: Estados Unidos (17,0% de participação); Hong Kong (15,5%); Japão (6,4%); Coreia do Sul (4,3%); Alemanha (3,1%); Países Baixos (2,8%); Vietnã (2,7%). As exportações para a Ásia representaram cerca de 50% do total. O foi o 17º destino das exportações chinesas, com participação de 1,49% sobre o total geral. Ainda com relação a 2014, foram os seguintes os principais grupos de produtos da exportação total da China: máquinas e instrumentos elétricos ou eletrônicos (24,4% do total); máquinas e aparelhos mecânicos (17,1%); artigos de vestuário (7,4%); móveis (4,0%); instrumentos médicos e de precisão (3,2%); manufaturas de plástico (2,9%); veículos e autopeças (2,7%); ouro e pedras preciosas (2,7%); obras de ferro ou aço (2,6%). Nos últimos s, os produtos manufaturados vêm mostrando tendência de predominância no conjunto das exportações chinesas.

3 Anos ,3 28,3% 660,0 17,6% ,1% 101, ,9 27,3% 791,5 19,9% ,9% 177, ,9% ,8% ,6% 263, ,3% ,5% ,8% 298, ,0% ,2% ,9% 196, ,3% ,8% ,7% 181, ,4% ,2% ,2% 155, ,9% ,3% ,2% 230, ,8% ,2% ,6% 259, ,1% ,6% ,5% 380,7 Var. % ,7% ,3% ,9% -- n.c. Elaborado pelo MRE/DPR/DIC - Divisão de Inteligência Comercial, com base em dados da UN/UNCTAD/ITC/TradeMap, June (n.c.) Dado não calculado. Evolução do Comércio Exterior da China - US$ bilhões Exportações Importações Intercâmbio comercial Saldo comercial Ao longo de dez s, as importações chinesas de bens cresceram 197,3% uma vez que passaram de US$ 660,0 bilhões, em 2005, para atingir o patamar de US$ 1,962 trilhão, em Em, as aquisições externas cresceram 0,6% em Segundo a OMC, a China manteve a segunda posição (após os Estados Unidos) entre os maiores importadores mundiais de bens, em Ainda no que concerne ao de 2014, foram os seguintes principais fornecedores da China: Coreia do Sul (9,7% de participação); Japão (8,3%); Estados Unidos (8,2%); Taiwan (7,8%); Alemanha (5,4%); Austrália (5,0%); Malásia (2,8%). As aquisições chinesas originárias da Ásia representaram aproximadamente 55% do total geral. O foi o 8º supridor da China, com 2,65% de participação sobre o total geral da importação desse país. Em relação à composição da demanda, foram os seguintes os principais grupos de produtos da importação global da China, em 2014: máquinas e aparelhos elétricos (21,7% do total); combustíveis e lubrificantes (16,1%); máquinas e instrumentos mecânicos (9,2%); minérios (6,9%); instrumentos médicos e de precisão (5,4%); veículos e autopeças (4,6%); manufaturas de plástico (3,8%); produtos químicos orgânicos (3,1%); cobre e manufaturas (2,4%); soja em grãos e sementes (2,3%). A China, historicamente, é reconhecida pela geração de vultosos superávits em transações comerciais de bens. Em 2014, por exemplo, a China passou a ocupar a principal posição entre os países detentores de excedentes comerciais, superando a Alemanha. Em valores, o superávit chinês em 2014 atingiu o patamar de US$ 380,7 bilhões. Para a expansão do superávit em apreço, é válido lembrar que as exportações chinesas mostraram crescimento de 6,1% no passado, enquanto que as importações do país tiveram sua expansão limitada a 0,6%. Vale mencionar que o atual enfraquecimento das cotações da cadeia petrolífera também contribuiu, de certo modo, para o fortalecimento do superávit chinês ao longo do passado. III Comércio exterior bilateral De acordo com os dados estatísticos fornecidos pelo MDIC/SECEX-Aliceweb, desde 2009 a China tornou-se o principal parceiro comercial do, superando os Estados Unidos. De 2005 a 2014, o comércio bilateral entre o e a China cresceu 539,6% evoluindo de US$ 12,190 bilhões, para US$ 77,961 bilhões, respectivamente. Em 2014 o intercâmbio registrou, todavia, diminuição de 6,4% em comparação ao de O saldo comercial no período analisado só não foi favorável ao em 2007 e 2008

4 (déficits de US$ 1,872 bilhão e US$ 3,522 bilhões, respectivamente). No último triênio os superávits foram de US$ 6,976 bilhões (2012); US$ 8,722 bilhões (2013); e US$ 3,271 bilhões (2014). Salienta-se que, em 2014, o saldo diminuiu 62,5% em comparação ao de 2013; ao passo que em 2011, em que as exportações tiveram o segundo melhor desempenho da série, o superávit aumentou 122% em resultado do de De janeiro a maio de 2015 as trocas comerciais somaram o valor de US$ 28,156 bilhões, um decréscimo de 19,2% em mesmo período do. O resultado comercial inflexionou tendência, tendo em vista o déficit de US$ 687 milhões registrado pelo no comércio com a China, até maio de Nos últimos dez s as exportações brasileiras para a China, cresceram 494,2% evoluindo de US$ 6,835 bilhões em 2005, para US$ 40,616 bilhões em Principal destino das exportações brasileiras desde o de 2009, as vendas para a China em 2014, todavia, apresentaram uma retração 11,8% em de A retração das exportações ao mercado chinês no passado deveu-se, basicamente, em razão da diminuição nos embarques de minérios de ferro (-24,8%) e de petróleo (-13,9%). Entre janeiro e maio de 2015 as exportações se resumiram ao valor de US$ 13,734 bilhões, o que representou um decréscimo de 28,1%, comparadas ao mesmo período do. Essa retração foi motivada, principalmente, por nova diminuição nas vendas de minérios de ferro e de soja em grão. Os principais produtos exportados para a China em 2014 foram: i) soja em grão (valor de US$ 16,6 bilhões, equivalentes a 40,9% do total); ii) minérios de ferro (US$ 11,9 bilhões; 29,3% do total); iii) óleos brutos de petróleo (US$ 3,5 bilhões; 8,6% do total); iv) pasta química de madeira - celulose (US$ 1,4 bilhão; 3,5% do total); e v) açúcar (US$ 875,9 milhões; 2,2% do montante total). Anos Evolução do intercâmbio comercial com a China - US$ milhões, fob Exportações Importações Intercâmbio Comercial Saldo ,6% 5,77% ,3% 7,28% ,2% 6,34% ,9% 6,10% ,2% 8,75% ,5% 7,15% ,9% 6,69% ,0% 10,46% ,6% 8,31% ,7% 8,35% ,8% 11,59% ,5% 10,96% ,1% 13,73% ,6% 12,46% ,0% 13,15% ,6% 15,25% ,9% 14,08% ,7% 14,69% ,9% 17,31% ,1% 19,59% ,8% 15,99% ,0% 17,00% ,5% 15,35% ,1% 16,21% ,6% 19,02% ,9% 15,56% ,4% 17,30% ,8% 18,04% ,1% 16,30% ,4% 17,17% (jan-mai) ,1% 18,39% ,5% 18,73% ,2% 18,56% -687 Var. % ,2% ,4% ,6% -- n.c. Elaborado pelo MRE/DPR/DIC - Divisão de Inteligência Comercial, com base em dados do MDIC/SECEX/Aliceweb, Junho de (n.c.) Dado não calculado. Ainda segundo os dados do Aliceweb, de 2005 a 2014, as importações brasileiras originárias da China cresceram 597,4% evoluindo de US$ 5,355 bilhões, para US$ 37,345 bilhões, respectivamente. Desde 2009 a China passou a ser o principal fornecedor de mercadorias brasileiras, seguida pelos Estados Unidos. Entre 2013 e 2014, as compras do mercado chinês praticamente não se alteraram (aumento de 0,1%). Entre janeiro e maio de 2015, as importações somaram valor de US$ 14,421 bilhões, com uma diminuição de 8,5% em mesmo período do que foi motivada, principalmente, por queda nas compras de partes para aparelhos de radiodifusão/televisão (-21,9%). Os principais produtos adquiridos pelo, em 2014, foram: i) partes para aparelhos de telefonia (US$ 1,460 bilhão; 3,9% do total); ii) partes para aparelhos receptores de radiodifusão/televisão (valor de US$ 1,397 bilhão, equivalentes a 3,7% do total); iii) terminais portáteis de telefonia celular (US$ 537,3 milhões; 1,3% do total); iv) tela para microcomputadores

5 Ranking portáteis (US$ 417,9 milhões; 1,1% do total); e v) barcos-faróis, guindastes, docas, diques flutuantes, etc. (US$ 370,0 milhões; 0,9% do total). IV Cruzamento estatístico entre as pautas de exportações e importações O cruzamento estatístico entre a pauta exportadora brasileira e importadora da China em 2014 identificou a existência de potenciais oportunidades para as exportações de vários segmentos do setor produtivo brasileiro. Com base no Sistema Harmonizado (SH-6) os produtos brasileiros que em princípio apresentaram maior potencial de inserção no mercado local foram os seguintes: i) minérios de ferro; ii) soja em grão; iii) aviões e helicópteros; iv) pasta de madeira celulose; v) veículos automóveis; vi) óxidos de alumínio; vii) partes de turborreatores e de turbo propulsores; viii) minérios de cobre; ix) fumo não manufaturado; x) algodão. Cruzamento entre a oferta exportadora do e a demanda importadora da China es em US$ mil SH Descrição dos produtos(*) Exportações brasileiras para a China Importações totais da China Exportações totais do Potencial indicativo de comércio Part.% do Total geral ,07% 1º Minérios de ferro ,0% 2º Soja em grãos ,2% 3º Aviões e helicópteros ,2% 4º Pasta química de madeira - celulose ,8% 5º Automóveis ,0% 6º Óxidos de alumínio ,8% 7º Partes de turborreatores e de turbopropulsores ,00% 8º Minérios de cobre ,9% 9º Fumo não manufaturado ,6% 10º Algodão ,7% Elaborado pelo MRE/DPR/Divisão de Inteligência Comercial, com base em dados da UNCTAD/ITC/Trademap. (1) Exclusive petróleo, por razões específicas.

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