UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS, GESTÃO SOCIAL DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS, GESTÃO SOCIAL DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS, GESTÃO SOCIAL DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL ANA CRISTINA DE MENDONÇA SANTOS O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO INSTRUMENTO DE MUDANÇA ORGANIZACIONAL: limites e possibilidades. SALVADOR 2009

2 2 ANA CRISTINA DE MENDONÇA SANTOS O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO INSTRUMENTO DE MUDANÇA ORGANIZACIONAL: limites e possibilidades. Dissertação apresentada ao Programa de Mestrado Profissional Multidisciplinar- PGDR da Universidade Estadual da Bahia- UNEB, para obtenção do Título de Mestre em Políticas Públicas, Gestão Social do Conhecimento e Desenvolvimento Regional. Orientador: Prof. Dr. Laerton Andrade Lima SALVADOR 2009

3 3 ANA CRISTINA DE MENDONÇA SANTOS O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO INSTRUMENTO DE MUDANÇA ORGANIZACIONAL: limites e possibilidades. Dissertação apresentada ao Programa de Mestrado Profissional Multidisciplinar- PGDR da Universidade Estadual da Bahia- UNEB, para obtenção do Título de Mestre em Políticas Públicas, Gestão Social do Conhecimento e Desenvolvimento Regional. Salvador, 25 / 09 / 2009 BANCA EXAMINADORA Profº Dr. Laerton Andrade Lima - (Orientador) Doutor em Engenharia (UFSC) Universidade Estadual da Bahia Profª Drª Leliana de Santos Sousa - Doutora em Ciência da Educação Universidade Estadual da Bahia Profª Drª Rosana de Freitas Boullosa - Doutora em Políticas Públicas Universidade Federal da Bahia

4 4 FICHA CATALOGRÁFICA Biblioteca Central da UNEB Bibliotecária : Jacira Almeida Mendes CRB : 5/592 Santos, Ana Cristina de Mendonça O projeto político pedagógico como instrumento de mudança organizacional : limites e possibilidades / Ana Cristina de Mendonça Santos.- Salvador, f. : il. Orientador: Laerton Andrade. Dissertação (Mestrado) Universidade do Estado da Bahia. Departamento de Ciências Humanas. Campus I Contém referências e anexos. 1. Planejameto educacional. 2. Escolas - Aspectos sociais. 3. Educação. I. Lima, Laerton de Andrade. II.Universidade do Estado da Bahia, Departamento de Ciências Humanas. Dedico esse trabalho a Deus, meus pais, a meus filhos, minha mãe e irmãos pelo amor, CDD: apoio, incentivo e paciência nesse processo de conquista. AGRADECIMENTOS

5 5 AGRADECIMENTOS Inicialmente, agradeço a Deus pela minha existência, aos meus pais pela criação, e, principalmente, demonstração pelo exemplo, de caráter, generosidade e amor aos filhos. Á minha mãe, Lygia de Mendonça Santos, mulher guerreira, a herança da crença no potencial de cada um, na possibilidade de chegarmos onde quisermos com fé na capacidade de transformação dos sujeitos por meio da educação. Ao meu pai, Gilberto Santos agradeço a alegria de viver, a generosidade e despojamento de bens materiais. O mundo seria mais bonito se o ser fosse mais importante que o ter. Aos irmãos Gilberto Marcos de Mendonça Santos, Claudia Regina de Mendonça Santos, Sergio Luiz de Mendonça Santos e Carlos César de Mendonça Santos, meus companheiros incondicionais, meu amor eterno. Quem tem irmãos como vocês nunca está só. Com vocês aprendo a cada dia o cuidado com o outro, a disposição para participar e colaborar em todos os momentos da vida em família. Aos meus filhos Daiana de Mendonça Amorim, Danilo de Mendonça Amorim e Daniel de Mendonça Loconte, força e inspiração a cada segundo da minha vida. Não existe maior realização e maior desafio do que a maternidade. Agradeço a Deus diariamente por ter me concedido esta graça. Meus filhos representam tudo de belo, inteiro, frágil, forte, sensível e mágico da minha existência, meu porto seguro. Obrigada meus anjinhos pela tolerância e compreensão com a ausência da mãe nas brincadeiras e convívio diário, principalmente pelo perdão amoroso às crises nervosas e histéricas devido à ansiedade e cansaço mental. Agradeço a Wilson Lopes de Amorim e Rocco Ambrogio Loconte por terem feito parte da minha vida, contribuindo e motivando meu crescimento enquanto pessoa e enquanto profissional. Obrigada rapazes! Às minhas amigas, parceiras de todas as horas, cúmplices da terapia-amiga alternando ora como paciente, ora como terapeutas, tornando a caminhada menos árdua: Conceição Sobral (Conça), Alaíde Souza( Lai), Célia Batista (Celinha), Suzana Martins( Suca) e Jeane Amorim( Jeu), o meu amor sincero. Aos colegas da Especialização em Liderança Organizacional, à professora Ivete Araújo, Coordenadora de Educação Infantil e Ensino Fundamental e a colega Olímpia Giordano pelo incentivo, apoio, ajuda e compreensão dispensados no período seletivo do mestrado.

6 6 Aos colegas da SEC-SUPAV, pelo apoio e incentivo irrestrito, especialmente, Enir Bastos Superintendente de Acompanhamento e Avaliação Educacional, Diana Pipolo- Coordenadora de Avaliação, minha chefinha sempre solidária, sempre acolhedora, e aos colegas-amigos Rogério Fonseca, Rita Trindade, Neire Bridi, Índia Clara, Lindinalva Almeida e Fátima Medeiros pela compreensão e generosidade durante todo o período do Mestrado. Agradeço também aos colegas da Superintendência de Educação Básica- SUDEB, Bianca Machado, Célia Batista, Jacqueline Martins, Maria José Xavier, Ana Celeste David e Suzana Martins que contribuíram com o resgate dos Programas e Ações do Governo que subsidiaram a elaboração do PPP nas escolas. Valeu Maria José, seu acervo particular, foi muito importante nesse processo. A Coordenadoria Regional de Itapuã, nas pessoas da Coordenadora Regional Enaide Tavares e colegas, Neide Freitas, Ana Márcia Lima, Lucinda Araújo, Jacqueline Santos e Eli Ana Noberto pelo apoio e incentivo. O afeto de vocês e a compreensão da dificuldade de trabalhar em duas instituições e estudar o mestrado, ajudou muito a amenizar a caminhada. Obrigada pessoal! À Universidade do Estado da Bahia pela qualidade indiscutível da equipe profissional e conseqüentemente, do mestrado oferecido. Um obrigado especial a Ana Maria Damasceno, Secretária do PGDR e ao Assistente Administrativo Carlos Magno que nos acompanharam em todos os momentos ajudando e dando respostas as nossas questões de cunho burocrático, e à Professora Ana Meneses, Coordenadora do Mestrado, sempre atenciosa e disponível as nossas inquietações. Aos professores pelas reflexões proferidas e experiências vastas e variadas, que contribuíram grandemente para as construções em todo o processo: Dr. Milton Júlio Carvalho, Dra. Vanessa Cavalcanti, Dra. Leliana Santos de Sousa, Dr. Alex Cipriano, Dr. Laerton Andrade, Dr. Alfredo da Mata, Dra. Francisca de Paula, Dr.Roque Pereira, Dr. Ângelo Fonseca e demais professores, obrigada pela competência e ensinamentos proferidos. Cursar o Mestrado é uma etapa importante, é um descortinar para o conhecimento científico, um exercício de cognição e metacognição fantástico. Já não sou a mesma de antes. Obrigada, vocês tornaram este processo um momento de crescimento agradável.

7 7 Aos colegas, amigos, companheiros de Mestrado Alair Silva, Jacqueline Martins, Vanduy Cordeiro, Sandra Sedraz, Sandra Neris, Neire Bride, Meire Checa, Andréia Liger, Virgilio, Conceição Barboza e todos os outros pelo apoio mútuo, pela colaboração constante para seguir em frente sempre. À equipe escolar, principalmente os professores das unidades escolares pesquisadas Escola de Aplicação Anísio Teixeira e Colégio Rotary, que muito enriqueceram esse trabalho e colaboraram na construção dessa história. Um obrigado especial à professora do Rotary Jaqueline Santos sempre atenciosa e colaborativa, preocupada em atender às demandas desta pesquisa, sensibilizando os colegas da importância da contribuição de todos. A todos que de alguma forma colaboraram na execução desta pesquisa. A Dra. Leliana Santos de Sousa, pessoa humana belíssima e professora generosa, acolhendo as dificuldades dos alunos, apontando caminhos, e a Dra. Rosana Boullosa, professora convidada externa, criteriosa e experiente na temática. Ambas colaboraram imensamente com a qualificação deste estudo. Muito obrigada professoras! E especialmente ao professor Dr. Laerton Andrade pela orientação que dispensou durante o processo de pesquisa e construções, incentivando o processo com a sua experiência de vida e profissional. Obrigada professor!

8 A escola não pode ser pensada como tempo de preparação para a vida. Ela é a própria vida. Dentro deste princípio a escola confronta as situações do cotidiano de modo dialogante e conceitualizador, procurando compreender antes de agir. Refleti sempre sobre sua função social suas dificuldades e potencialidades para que busque evolução permanente. (ALARCÃO, 2001) 8

9 9 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS AC- Atividade Complementar AVALIE- Avaliação do Ensino Médio no Estado da Bahia DIREC- Diretorias Regionais da Educação na Bahia ENEM- Exame Nacional do Ensino Médio IAT Instituto Anísio Teixeira IDEB- Índice de Desenvolvimento da Educação Básica INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais LDB - Lei de Diretrizes e Bases MEC- Ministério da Educação e Cultura SEC - Secretaria de Educação do Estado da Bahia PPP- Projeto Político Pedagógico PEE- Plano Estadual da Educação PDE- Plano de Desenvolvimento da Escola PNE- Plano Nacional da Educação UNESCO- Organização das Nações unidas para a educação, ciência e cultura.

10 10 LISTA DE TABELAS DO QUESTIONÁRIO-I ETAPA DA PESQUISA Tabela 1A - Dados de identificação da amostra da pesquisa Tabela 1B - Dados de identificação da amostra da pesquisa Tabela 2- IDEB Brasil, Bahia e Salvador 2005, 2007 e Projeções Tabela 3A - IDEBs observados em 2005, 2007 e Metas para Escola Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira Tabela 3B-IDEBs observados em 2005, 2007 e Metas para Colégio Estadual Rotary Tabela 4- Resultados Prova Brasil- 8ª série nas unidades escolares pesquisadas Tabela 5A- Quantitativo de entrevistados Tabela 5B- Quantitativo de entrevistados Tabela 6A-O projeto político pedagógico colabora para o alcance da função social da escola? Tabela 6B- O projeto político pedagógico colabora para o alcance da função social da escola? Tabela 7A- Como? Tabela 7B- Como? Tabela 8A- Participou da elaboração do PPP? Tabela 8B- Participou da elaboração do PPP? Tabela 9A-O PPP altera a organização do trabalho escolar? Tabela 9B-O PPP altera a organização do trabalho escolar? Tabela 10A- O PPP favorece o desenvolvimento das ações administrativas e financeiras da escola? Em que sentido? Tabela 10B- O PPP favorece o desenvolvimento das ações administrativas e financeiras da escola? Em que sentido? Tabela 11A- Que elementos dificultam a manutenção e continuidade do projeto político pedagógico, após a sua implantação? Tabela 11B- Que elementos dificultam a manutenção e continuidade do projeto político pedagógico, após a sua implantação?...131

11 11 Tabela 12A-O PPP fortalece a autonomia escolar?de que maneira? Tabela 12B- O PPP fortalece a autonomia escolar?de que maneira? Tabela 13A- Como os compromissos efetivados coletivamente modificam o conjunto das ações docentes executadas o interior da escola e, conseqüentemente, geram resultados que expressam melhoria da qualidade do ensino? Tabela 13B- Como os compromissos efetivados coletivamente modificam o conjunto das ações docentes executadas o interior da escola e, conseqüentemente, geram resultados que expressam melhoria da qualidade do ensino? Tabela 14A-O PPP contribui para a gestão do conhecimento na escola? De que maneira?..134 Tabela 14B- O PPP contribui para a gestão do conhecimento na escola? De que maneira?.134 Tabela 15A- O PPP contribui para a ampliação da relação da equipe escolar? Justifique Tabela 15B-O PPP contribui para a ampliação da relação da equipe escolar? Justifique Tabela 16A - O PPP favorece interações da família e a equipe escolar? Justifique Tabela 16B - O PPP favorece interações da família e a equipe escolar? Justifique Tabela 17A-A participação de todos os professores, funcionários, pais e alunos na elaboração do PPP altera a sua efetividade no cotidiano escolar, de que forma? Tabela 17B - A participação de todos os professores, funcionários, pais e alunos na elaboração do PPP alteram a sua efetividade no cotidiano escolar, de que forma? Tabela 18A - Você utiliza o PPP no decorrer do ano para subsidiar o desenvolvimento das suas atribuições? Quando? Tabela 18B- Você utiliza o PPP no decorrer do ano para subsidiar o desenvolvimento das suas atribuições? Quando? Tabela 19A- A SEC orienta ou acompanha a elaboração do PPP na escola? Tabela 19B- A SEC orienta ou acompanha a elaboração do PPP na escola? Tabela 20A - Qual a importância da participação da SEC no processo de elaboração do PPP? Tabela 20B - Qual a importância da participação da SEC no processo de elaboração do PPP? Tabela 21 - Ações desenvolvidas pela SEC e pela própria U E, para efetivar a implantação do PPP...139

12 12 LISTA DE FIGURAS- DINÃMICA DE GRUPO COM OS DOCENTES II ETAPA DA PESQUISA Fig. 1 Ambiente escolar Fig. 2 Ambiente escolar: interação dos alunos Dinâmica de grupos baseada no teatro do oprimido na escola Estadual de Aplicação Anísio Teixeira Fig. 3 Escola Estadual de Aplicação Anísio Teixeira Fig. 4 Apresentando a dinâmica de grupo Fig. 5 Professores realizando a atividade Fig. 6 Professores concluindo a atividade Fig. 7 Desenho de Alan, professor de Biologia Fig. 8 Desenho de Ana, professora de artes visuais Fig. 9 Desenho de Maria, professora de educação física Fig. 10 Desenho de Eliana professora de português e inglês Fig. 11 Desenho de Izabel, professora de língua portuguesa Fig. 12 Desenho de Sandra, professora de língua portuguesa Fig. 13 Desenho de Nelson, professor de geografia Fig. 14 Desenho de Luiza professora de história Fig. 15 Desenho de Alba professora de matemática Dinâmica de grupos baseada no teatro do oprimido no Colégio Estadual Rotary Fig. 16 e 17 - Colégio Rotary Fig. 18 Dialogando com os docentes Fig. 19 Professores realizando a atividade Fig. 20 Acompanhando a realização da atividade Fig. 21 Conversando sobre o desenho da professora Fig. 22 Desenho de Marcela, professora de história Fig. 23 Desenho de Sandra, professora de língua portuguesa Fig. 24 Desenho de João, professor de física

13 13 Fig. 25 Desenho de Rogério, professor de história Fig. 26 Desenho de Márcio, professor de educação física Fig. 27 Realizando a dinâmica de grupo Fig. 28 Professoras desenhando Fig. 29 Desenho de Lúcia professora de artes Fig. 30 Desenho de Ivana, professora de educação física Fig. 31 Desenho de Zuleide professora de biologia Fig. 32 Desenho de Ana, professora de Sociologia Fig. 33 Apresentando a Dinâmica de grupo Fig. 34 Realizando a atividade Fig. 35 Desenho de Amélia, professora de Sociologia Fig. 36 Desenho de Alzira professora de Geografia

14 14 LISTA DE TABELAS DA DINÂMICA DE GRUPO COM OS DOCENTES-II ETAPA DA PESQUISA Síntese dos Dados da Dinâmica de grupo Escola A - Escola de Aplicação Anísio Teixeira Tabela 01- Identificação Escola A Tabela 02 - Quantitativo de professores que responderam a atividade solicitada segundo o Gênero Tabela 03 - Tempo de serviço na unidade escolar Tabela 04 - Participação na elaboração ou revisão do PPP Tabela 05 - Foi realizado diagnóstico para elaboração do PPP na unidade escolar? Tabela 06 - É membro do colegiado escolar? Síntese dos dados da Dinâmica de grupo Escola B - Colégio Rotary Tabela 07 - Identificação da Escola B Tabela 08 - Quantitativo de professores que responderam a atividade solicitada segundo o Gênero Tabela 09 - Tempo de serviço na unidade escolar Tabela 10 - Participação na elaboração ou revisão do PPP Tabela 11 - Foi realizado diagnóstico para elaboração do PPP na unidade escolar? Tabela 12 - E membro do colegiado escolar

15 15 RESUMO Esta investigação científica buscou responder por que apesar da marcante necessidade de planificação do processo educativo, instrumentos de planejamento coletivo como o Planejamento Político Pedagógico (PPP) não conseguem se consolidar no interior escolar? Tem-se como pressuposto que o convívio social demanda de cada sujeito atitudes, habilidades e competências que o instrumentalizem para agir e intervir neste convívio de forma satisfatória, tanto para ele como para a sociedade. Para favorecer a educação da população, as instituições sociais precisam organizar-se atendendo as especificidades de cada grupo social, contextualizado no tempo histórico social vivido. Cumprir com esta tarefa constitui-se num grande desafio para as instituições escolares, pois a complexidade das relações sociais e os acontecimentos decorrentes da ordem social, exigem respostas das mais diversas, às vezes até contraditórias e confusas, exigindo atenção e planificação cuidadosa do processo educativo. Mais, quais são os entraves que inviabilizam a efetividade do PPP? Para responder a estas questões, foi realizada uma pesquisa bibliográfica sobre o tema, investigando os conceitos, princípios, limites e possibilidades do PPP como instrumento de organização escolar. Em seguida uma pesquisa de campo de base qualitativa, utilizando-se como procedimento o estudo de caso em duas escolas públicas estaduais, e realizadas entrevistas e dinâmicas envolvendo o segmento professor. No decorrer da pesquisa, elegeu-se o grupo de professores como universo amostral dos atores que participam do processo, como sendo o mais significativo dentro dos limites da pesquisa. Esta escolha se deriva da percepção de que este importante grupo encontra-se à margem tanto do processo de formulação, quanto de implementação do PPP. Como resultado, a pesquisa constatou a necessidade de revisão da própria cultura organizacional da escola para que instrumentos de construção coletiva possam ser viabilizados no seu interior. A forma como as unidades escolares organizam os seus espaços e tempos escolares se revela como um dos principais entraves para a efetivação do PPP, por impedir o encontro, o diálogo e consequentemente a elaboração e implementação de propostas coletivas no espaço escolar. Em síntese, pode-se afirmar, pela investigação realizada, que não é o PPP que propicia a mudança e organização da instituição escolar, ao contrário, é a organização escolar e os mecanismos de participação e cultura organizacional construídos que garantem, ou não, a elaboração de propostas coletivas, a exemplo do PPP. Palavras chave. Função Social da Escola. Mudança. Projeto político-pedagógico.(ppp)

16 16 SUMMARY This research sought to answer that despite the striking need for educational planning process, planning tools such as collective Policy Planning Education Program (PPEP) can not be consolidated in side of the school? It is based on the assumption that social life demands of each individual attitudes, skills and competencies to retool the act and intervene in living satisfactorily, both for itself and for society. To promote the education of the population, social institutions must be organized given the peculiarities of each social group, contextualized social history at the time lived. Comply with this task has become a major challenge for educational institutions because of the complexity of social relations and the events arising from the social order, demand answers from various, sometimes contradictory and confusing, requiring careful attention and planning of the educational process. Further, what are the barriers that impede the effectiveness of the PPP? To answer these questions we conducted a survey of literature on the subject, investigating the concepts, principles, limits and possibilities of PPP as an instrument of school organization. Then a field of qualitative basis, using the procedure as a case study in two public schools, interviews and dynamic segment involving the teacher. During the search he was elected the group of teachers as the sampling universe of the actors involved in the process, as the most significant within the limits of research. This choice derives from the perception that this important group is outside both the process of formulation, the implementation of PPP. As a result the survey found a need for revision of the organizational culture of the school to which instruments of a collective may be possible within its interior. The way that schools organize their space and time school is revealed as a major constraint to the realization of the PPP, by preventing the encounter, dialogue and consequently the development and implementation of the collective in school. In summary, it can be said for the investigation, which is the PPP that provides change and organization of the school, by contrast, is a school organization and participation mechanisms and organizational culture built to ensure whether or not the development of collective proposals like the PPP. Keywords. Social function of school. Social transformation. Political project - Pedagógico.(PPP)

17 17 SUMÁRIO INTRODUÇÃO O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: uma questão de participação Questões introdutórias: breve análise do contexto educacional brasileiro Projeto Político Pedagógico - PPP : definindo conceitos Participação: elemento essencial para o processo democrático de construção do PPP Realidade educacional: como as unidades escolares operacionalizam o planejamento escolar Autonomia escolar: interseção para efetivação do PPP Bases históricas do planejamento escolar PPP: instrumento de transformação ou reprodução? AS POSSIBILIDADES E OS LIMITES DO PPP NO CONTEXTO ESCOLAR PPP: como instrumento de gestão democrática O papel do profissional de educação para efetivação do PPP como instrumento de gestão democrática PPP como instrumento de gestão do conhecimento A gestão da aprendizagem: um caminho a perseguir Limites de efetivação do PPP nas unidades escolares Programas de governos que orientam a implementação do PPP nas unidades escolares Entraves na efetivação dos documentos orientadores nas unidades escolares METODOLOGIA: um percurso em duas etapas Contextualizando metodologia de pesquisa A opção metodológica do presente estudo ESTUDO DE CASO: COLEGIO ROTARY E A ESCOLA DE APLICAÇAO INSTITUTO ANISIO TEIXEIRA Caracterizando as unidades escolares Primeiras impressões: inicio da pesquisa de campo Análise de dados dos questionários ETAPA DA PESQUISA DE CAMPO: dialogando com os docentes Síntese dos Dados da Dinâmica de grupo Síntese dos dados colégio Rotary Entrevistas aos docentes da Escola Estadual de Aplicação Anísio Teixeira e Colégio Rotary Análise do projeto político-pedagógico Escola de Aplicação Anísio Teixeira Análise do PPP da Escola Rotary Matriz de análise da pesquisa de campo...195

18 CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERENCIAIS... ANEXOS... 18

19 19 INTRODUÇÃO Uma aranha executa operações semelhantes as do tecelão, e a abelha supera mais de um arquiteto ao construir sua colméia. Mas o que distingue o pior arquiteto da melhor abelha é que ele figura na mente sua construção antes de transformá-la em realidade. No fim do processo de trabalho aparece um resultado que já existia antes idealmente na imaginação do trabalhador. Ele não transforma apenas o material sobre o qual opera, ele imprime ao material o projeto que tinha conscientemente em mira, o qual constitui a lei determinante do seu modo e ao qual tem de subordinar sua vontade. MARX 1980 Este estudo investiga o projeto político pedagógico (PPP) escolar como um instrumento de gestão democrática que contribui para a organização coletiva da escola e conseqüentemente para o êxito de suas finalidades educativas. Parte-se da premissa de que o projeto político pedagógico constitui-se um importante instrumento de organização e direcionamento das ações educativas, fortalecendo a autonomia e gestão democrática escolar, via ação coletiva. O foco da pesquisa é avaliar os limites do projeto político-pedagógico e suas contribuições para a organização e gestão escolar, e o problema que se buscou responder foi: Quais fatores interferem no sucesso do PPP, segundo os docentes das Escolas Públicas Estaduais? O objetivo geral nesta pesquisa foi identificar os fatores que interferem na efetivação do projeto político pedagógico em duas escolas públicas estaduais: a) Colégio Rotary e b) Escola de Aplicação Anísio Teixeira, na ótica de seus docentes. Neste percurso, buscou-se conceituar o projeto político pedagógico identificando seus princípios, caracterização e as bases legais que fundamentam sua elaboração; investigar os limites e possibilidades do projeto político pedagógico como instrumento de mudança organizacional, estabelecendo um estudo de caso com as Escolas de Aplicação e o Rotary e, finalmente, apontar alguns caminhos que possam contribuir para ampliar a discussão desta temática. A relevância da temática insere-se na necessidade de reorganização do sistema educacional atual para atender as demandas da sociedade, onde o avanço científico e tecnológico e as mudanças no sistema produtivo exigem do sistema educacional transformações que atingem os setores administrativo e pedagógico da escola, sendo também uma exigência legal, já que foi instituída pela Lei de Diretrizes e Bases 9394/96, ao definir como obrigatória a elaboração do PPP em todas as unidades escolares. Assim, nos últimos 10 anos todos os sistemas educacionais centraram esforços no sentido de redimensionar seus processos com vistas a

20 20 consolidar um modelo de educação que responda ao contexto social e econômico atual. O PPP representa uma das possibilidades de planejamento coletivo e participativo das finalidades educacionais, podendo contribuir para o direcionamento das mudanças desejadas em educação. Para atender a essas exigências, é necessário que seja efetivado um modelo de educação que instrumentalize o cidadão para o convívio social em todos os setores, habilitando o sujeito para agir e intervir nos grupos sociais a que pertence. Nesse sentido, cabe iniciar um diálogo sobre o conceito de educação: Freire (1991) nos diz que... a educação tem caráter permanente. Não há seres educados e não educados, estamos todos nos educando. Existem graus de educação, mas estes não são absolutos. Freire defende que a educação está relacionada ao contexto social, influenciando e sendo influenciada no processo histórico-social. Para Saviani (2000), educar é, (...) formar cidadãos e homens livres, através de práticas sociais globais, contextualizadas tanto com o momento histórico social, quanto com as necessidades, objetivos e interesses destes indivíduos. Isto resultará em autonomia, criticidade e participação social ativa e efetiva. (SAVIANI, 2000, p.36.) Na visão de ambos os autores, a educação não tem uma fórmula pronta a seguir. É um processo construído, sentido e direcionado a cada passo, a cada necessidade vivida, a cada vivência de grupo específico. Serve, portanto, ao momento histórico na qual está inserida, podendo representar uma ação transformadora alterando o statuo quo, instrumentalizando a população para lutar e diminuir as desigualdades sociais, ou reprodutora, mantendo o modelo dominante, que exclui e descrimina aqueles que estão fora do modelo social vigente. Na concepção transformadora, na qual se fundamenta esta pesquisa, a educação é um processo de construção onde a comunidade educativa atua sobre o desenvolvimento do indivíduo e este influencia no seu próprio desenvolvimento. Neste modelo de educação considera-se o educando nos seus aspectos físicos, intelectuais, sociais, e afetivos, conscientizando-o das suas possibilidades e limitações para que possa compreender e atuar no mundo que o cerca, contribuindo para o desenvolvimento social e das pessoas.

21 21 A educação está classificada em formal, não formal e informal. A educação formal é aquela desenvolvida nas escolas com conteúdos previamente demarcados, com objetivos e metas definidas, a priori, por profissionais da educação: Compreende o sistema educativo institucionalizado cronologicamente graduado e hierarquicamente estruturado Depende de uma diretriz educacional centralizada como currículo. Inclui instituições de educação infantil até as Universidades. (cf. CINE 1997, UNESCO). A informal é o processo pelo qual os indivíduos aprendem no interior da socialização - na família, bairro, clube, amigos etc. Neste processo adquire valores, princípios e normas própria da cultura do grupo social no qual está inserido, espontaneamente. Recebida no decurso do quotidiano pelos media, leituras, contactos com grupos sociais, atividades de tempos livres. A não intencionalidade é sempre informal, mas nem toda a educação informal é não intencional (ex: educação familiar). (cf. CINE 1997, UNESCO). A educação não-formal é aquela que se aprende no convívio social, com os amigos e com os pares, através da organização da sociedade civil para compartilhar experiências em espaços e ações coletivos cotidianas. Abrange atividades e técnicas que operam na realidade educacional, com metodologias alternativas, sem obedecerem a diretrizes tituladas pelo Ministério da Educação. Toda a atividade educacional organizada, sistemática, executada fora do quadro do sistema formal para oferecer tipos selecionados de ensino a determinados grupos da população. Objetivos explícitos de formação ou de instrução, que não estão diretamente dirigidos à provisão de graus próprios do sistema educativo regular. (cf. CINE 1997, UNESCO). À instituição escolar cabe a responsabilidade pela educação formal, cuja função direcionase na organização de seus processos educativos de forma a atender as necessidades de cada sociedade histórica, ou seja, possibilitar o acesso aos conhecimentos produzidos historicamente pela humanidade, assegurando a aquisição de competências, habilidades e atitudes específicas e necessárias ao exercício da cidadania. Sendo formal o processo educativo desenvolvido no interior escolar, possui caráter sistemático e seqüencial, e no caso específico da educação pública, deve seguir as orientações e procedimentos ditados pelos órgãos competentes. Portanto, é função do poder público garantir e fortalecer políticas públicas indispensáveis ao bom funcionamento e à construção da identidade da escola. (Plano Estadual de Educação da Bahia, 2006, p.17).

PÚBLICO-ALVO Assistentes sociais que trabalham na área da educação e estudantes do curso de Serviço Social.

PÚBLICO-ALVO Assistentes sociais que trabalham na área da educação e estudantes do curso de Serviço Social. OBJETIVOS: Promover o debate sobre o Serviço Social na Educação; Subsidiar as discussões para o Seminário Nacional de Serviço Social na Educação, a ser realizado em junho de 2012 em Maceió-Alagoas; Contribuir

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO Secretaria de Estado da Educação Estado do Paraná Núcleo Regional de Educação de União da Vitória COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio Rua Presidente Kennedy, 200 Fone: (42) 3552

Leia mais

CURSO PREPARATÓRIO PARA PROFESSORES. Profa. M. Ana Paula Melim Profa. Milene Bartolomei Silva

CURSO PREPARATÓRIO PARA PROFESSORES. Profa. M. Ana Paula Melim Profa. Milene Bartolomei Silva CURSO PREPARATÓRIO PARA PROFESSORES Profa. M. Ana Paula Melim Profa. Milene Bartolomei Silva 1 Conteúdo: Concepções Pedagógicas Conceitos de Educação; Pedagogia; Abordagens Pedagógicas: psicomotora, construtivista,

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE Cabe a denominação de novas diretrizes? Qual o significado das DCNGEB nunca terem sido escritas? Educação como direito Fazer com que as

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ROSINALDO PANTOJA DE FREITAS rpfpantoja@hotmail.com DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO RESUMO: Este artigo aborda o Projeto político pedagógico e também

Leia mais

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT Myrian Lucia Ruiz Castilho André Luiz Castilho ** A educação é um direito

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

Formação docente e movimentos sociais: diálogos e tensões cotidianas

Formação docente e movimentos sociais: diálogos e tensões cotidianas A PRÁTICA PEDAGÓGICA E MOVIMENTOS SOCIAIS: DIÁLOGOS FORMATIVOS PARA O TRABALHO DOCENTE NA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA Eliziane Santana dos Santos 1 Ludmila Oliveira Holanda Cavalcante 2 ¹ Bolsista FAPESB,

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana Turibio Maria Nhyara Fernanda K. Halila Cecilia Hauresko

Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana Turibio Maria Nhyara Fernanda K. Halila Cecilia Hauresko O PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO NA ESCOLA: ANALISE DOS PPP DO COLÉGIO ESTADUAL PADRE CHAGAS E COLÉGIO ESTADUAL DO CAMPO DA PALMEIRINHA, PELO PIBID- GEOGRAFIA 1 Resumo: Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT

RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT Dispõe sobre a Implantação do Ensino Fundamental para Nove Anos de duração, no Sistema Estadual de Ensino de Mato Grosso, e dá outras providências. O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA Profª. Ms. Marilce da Costa Campos Rodrigues - Grupo de estudos e pesquisas em Política e Formação Docente: ensino fundamental

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 Janete Maria Lins de Azevedo 2 Falar sobre o projeto pedagógico (PP) da escola, considerando a realidade educacional do Brasil de hoje, necessariamente

Leia mais

Plano de Ação. Colégio Estadual Ana Teixeira. Caculé - Bahia Abril, 2009.

Plano de Ação. Colégio Estadual Ana Teixeira. Caculé - Bahia Abril, 2009. Plano de Ação Colégio Estadual Ana Teixeira Caculé - Bahia Abril, 2009. IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR Unidade Escolar: Colégio Estadual Ana Teixeira Endereço: Av. Antônio Coutinho nº 247 bairro São

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA Coordenação-Geral de Ensino Médio Orientações para a elaboração do projeto escolar Questões norteadoras: Quais as etapas necessárias à

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 Ulisses F. Araújo 2 A construção de um ambiente ético que ultrapasse

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA (EDUCAÇÃO) DO CAMPO

PÓS-GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA (EDUCAÇÃO) DO CAMPO PÓS-GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA (EDUCAÇÃO) DO CAMPO Instituição Certificadora: FALC Faculdade da Aldeia de Carapicuíba Amparo Legal: Resolução CNE CES 1 2001/ 2007 Carga Horária: 460h Período de Duração: 12

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1245 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR Maria Luiza de Sousa Pinha, José Camilo dos

Leia mais

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal.

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal. A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA MUNICIPAL RECANTO DO BOSQUE: LIMITES E POSSIBILIDADES PARA UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA A PARTIR DO SUBPROJETO DA EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESEFFEGO/UEG.

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor.

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A ESCOLA PRECISA SER VISTA COMO UMA UNIDADE FUNDAMENTAL PARA

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA SANTOS *, Josiane Gonçalves SME/CTBA josiane_2104@hotmail.com Resumo Os tempos mudaram, a escola mudou. Refletir sobre a escola na contemporaneidade

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

SANDRA MARY ALMEIDA MATTJIE CRENÇAS DE PROFESSORES E ALUNOS DE ESCOLAS DE COMUNIDADE BILÍNGUE SOBRE O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE INGLÊS

SANDRA MARY ALMEIDA MATTJIE CRENÇAS DE PROFESSORES E ALUNOS DE ESCOLAS DE COMUNIDADE BILÍNGUE SOBRE O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE INGLÊS SANDRA MARY ALMEIDA MATTJIE CRENÇAS DE PROFESSORES E ALUNOS DE ESCOLAS DE COMUNIDADE BILÍNGUE SOBRE O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE INGLÊS PORTO ALEGRE 2010 SANDRA MARY ALMEIDA MATTJIE CRENÇAS DE

Leia mais

Avaliação Econômica. O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras

Avaliação Econômica. O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras Avaliação Econômica O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras Objeto da avaliação: adoção de diferentes mecanismos para a seleção de diretores de escolas públicas brasileiras

Leia mais

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Silvia Christina Madrid Finck E-mail: scmfinck@ uol.com.br Resumo: Este artigo refere-se ao projeto de pesquisa

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID DETALHAMENTO DO SUBPROJETO 1. Unidade: 2. Área do Subprojeto: Dourados 3. Curso(s) envolvido(s) na proposta: Letras - Inglês Obs.: Para proposta

Leia mais

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense Projeto de Extensão Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense 1.0 - JUSTIFICATIVA Considerando que a Extensão Universitária tem entre as suas

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Leia mais

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem da Criança de 0 a 5 anos Docente do Curso Gilza Maria Zauhy Garms Total da Carga

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NO COTIDIANO ESCOLAR

OS PRINCÍPIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NO COTIDIANO ESCOLAR OS PRINCÍPIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NO COTIDIANO ESCOLAR Alex Vieira da Silva 1 RESUMO O presente artigo pretende discutir os princípios da gestão democrática no contexto educacional, visando perceber

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO A universidade vivencia, em seu cotidiano, situações de alto grau de complexidade que descortinam possibilidades, mas também limitações para suas

Leia mais

Relatos de Experiência Paraisópolis: relato do processo de transformação da Biblioteca Comunitária em rede do conhecimento

Relatos de Experiência Paraisópolis: relato do processo de transformação da Biblioteca Comunitária em rede do conhecimento S. M. R. Alberto 38 Relatos de Experiência Paraisópolis: relato do processo de transformação da Biblioteca Comunitária em rede do conhecimento Solange Maria Rodrigues Alberto Pedagoga Responsável pelo

Leia mais

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares C M E CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NATAL/RN RESOLUÇÃO Nº 003/2011 CME Estabelece normas sobre a Estrutura, Funcionamento e Organização do trabalho pedagógico da Educação de Jovens e Adultos nas unidades

Leia mais

A EDUCAÇÃO DO CAMPO E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS ESCOLAS DO ASSENTAMENTO SÃO FRANCISCO III.SOLÂNEA/PB.

A EDUCAÇÃO DO CAMPO E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS ESCOLAS DO ASSENTAMENTO SÃO FRANCISCO III.SOLÂNEA/PB. A EDUCAÇÃO DO CAMPO E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS ESCOLAS DO ASSENTAMENTO SÃO FRANCISCO III.SOLÂNEA/PB. Otaciana da Silva Romão (Aluna do curso de especialização em Fundamentos da Educação UEPB), Leandro

Leia mais

CURSINHO POPULAR OPORTUNIDADES E DESAFIOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOCENTE

CURSINHO POPULAR OPORTUNIDADES E DESAFIOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOCENTE CURSINHO POPULAR OPORTUNIDADES E DESAFIOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOCENTE INTRODUÇÃO Lucas de Sousa Costa 1 Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará lucascostamba@gmail.com Rigler da Costa Aragão 2

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

PSICOLOGIA E PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: EVIDÊNCIAS DE UMA RELAÇÃO.

PSICOLOGIA E PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: EVIDÊNCIAS DE UMA RELAÇÃO. PSICOLOGIA E PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: EVIDÊNCIAS DE UMA RELAÇÃO. Betânia Maria Oliveira de Amorim UFCG betânia_maria@yahoo.com.br Polliany de Abrantes Silva UFCG pollianyabrantes_psico@hotmail.com

Leia mais

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Democracia na escola Ana Maria Klein 1 A escola, instituição social destinada à educação das novas gerações, em seus compromissos

Leia mais

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional)

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) Universidade Federal de Roraima UFRR Brasil Especialista em Alfabetização (Prática Reflexiva

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA NECESSÁRIA RELAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA. Dayane

Leia mais

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X DA INVISIBILIDADE AFROBRASILEIRA À VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE

Leia mais

I FÓRUM DAS LICENCIATURAS UFMT/PROEG/PRODOCÊNCIA

I FÓRUM DAS LICENCIATURAS UFMT/PROEG/PRODOCÊNCIA I FÓRUM DAS LICENCIATURAS UFMT/PROEG/PRODOCÊNCIA TEMA 1: CICLOS DE FORMAÇÃO HUMANA A Organização da Escola de Ensino Fundamental em Ciclos de Formação da Rede Estadual de Mato Grosso: concepções, estratégias

Leia mais

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS Kely-Anee de Oliveira Nascimento Graduanda em Pedagogia - UFPI Patrícia Sara Lopes Melo Mestre em Educação

Leia mais

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental GOVERNO DO ESTADO DE SÃO APULO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DIRETRIZES PEDAGÓGICAS O que se espera

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Regulamento de Projeto Integrador dos Cursos Superiores de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Segurança da Informação e Sistemas para Internet

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM

AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM MARÇO/ABRIL/2012 Considerações sobre as Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio Resolução CNE/CEB

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA ELEMENTOS COMPLEMENTARES NO COTIDIANO ESCOLAR

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA ELEMENTOS COMPLEMENTARES NO COTIDIANO ESCOLAR EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA ELEMENTOS COMPLEMENTARES NO COTIDIANO ESCOLAR LUZ, Janes Socorro da 1, MENDONÇA, Gustavo Henrique 2, SEABRA, Aline 3, SOUZA, Bruno Augusto de. 4 Palavras-chave: Educação

Leia mais

educacaobarra@yahoo.com.br CEP: 18.325-000 BARRA DO CHAPÉU - SP

educacaobarra@yahoo.com.br CEP: 18.325-000 BARRA DO CHAPÉU - SP Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte Rua Prof. Paulo Francisco de Assis 82 Centro Fone e Fax (15) 3554-1290 E-mail educacaobarra@yahoo.com.br CEP: 18.325-000 BARRA DO CHAPÉU - SP I As ações

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: Atendimento e o Currículo para o Trabalho com Pessoas com Necessidades Educativas Especiais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: Atendimento e o Currículo para o Trabalho com Pessoas com Necessidades Educativas Especiais EDUCAÇÃO INCLUSIVA: Atendimento e o Currículo para o Trabalho com Pessoas com Necessidades Educativas Especiais Edilson José de Carvalho¹ Jarbas de Holanda Beltrão² 1 Pedagogo e Especialista em Educação

Leia mais

O PROFESSOR ITINERANTE E A INCLUSÃO EDUACIONAL : a prática pedagógica no estado de Pernambuco.

O PROFESSOR ITINERANTE E A INCLUSÃO EDUACIONAL : a prática pedagógica no estado de Pernambuco. O PROFESSOR ITINERANTE E A INCLUSÃO EDUACIONAL : a prática pedagógica no estado de Pernambuco. Autora: Maria José de Souza Marcelino. Orientador: Professor Dr. Washington Luiz Martins (UFPE). Instituto

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA MINHA CIDADE É UM MORANGO

PROJETO DE PESQUISA MINHA CIDADE É UM MORANGO UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL CENTRO DE FILOSOFIA E EDUCAÇÃO PROJETO NOSSA ESCOLA PESQUISA SUA OPINIÃO - PÓLO RS CURSO ESCOLA E PESQUISA: UM ENCONTRO POSSÍVEL Maria Rosane Flach Rosangela Beatriz Dienstmann

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA MODALIDADE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (BOLSA PIC/FACIT/FAPEMIG)

PROJETO DE PESQUISA MODALIDADE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (BOLSA PIC/FACIT/FAPEMIG) PROJETO DE PESQUISA MODALIDADE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (BOLSA PIC/FACIT/FAPEMIG) MONTES CLAROS FEVEREIRO/2014 1 COORDENAÇÃO DE PESQUISA PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM CURSOS

Leia mais

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre Sumário I. Apresentação do Manual II. A Prevenção de Acidentes com Crianças III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre IV. Como a Educação pode contribuir para a Prevenção de Acidentes no Trânsito V. Dados

Leia mais

Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES GOIÁS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES GOIÁS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES GOIÁS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais G O V E R N O F E D E R A L P A Í S R

Leia mais

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 721 CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE Elaine Fernanda Dornelas de Souza Serviço Nacional de

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

GESTOR COMUNITÁRIO DA EDUCAÇÃO: UMA FIGURA PARA FORTALECER O CARÁTER DEMOCRÁTICO DO CONSELHO ESCOLAR

GESTOR COMUNITÁRIO DA EDUCAÇÃO: UMA FIGURA PARA FORTALECER O CARÁTER DEMOCRÁTICO DO CONSELHO ESCOLAR 1 GESTOR COMUNITÁRIO DA EDUCAÇÃO: UMA FIGURA PARA FORTALECER O CARÁTER DEMOCRÁTICO DO CONSELHO ESCOLAR Renata Pierini Ramos Orientador: Prof. Dr. Celso Luiz Aparecido Conti Mestrado em Educação Linha de

Leia mais

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA Conceito: PROJETO: -Proposta -Plano; Intento -Empreendimento -Plano Geral de Construção -Redação provisória de lei; Estatuto Referência:Minidicionário - Soares Amora

Leia mais

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA Conceito: PROJETO: -Proposta -Plano; Intento -Empreendimento -Plano Geral de Construção -Redação provisória de lei; Estatuto Referência:Minidicionário - Soares Amora

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE Elaine Barbosa da Silva Xavier Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco - Mestranda Neuma Kelly Vitorino

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA A ELABORAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESCOLAR O Planejamento é o principal instrumento norteador da ação dos coordenadores e profissionais

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

O Projeto Político Pedagógico. Norteadores para uma Gestão Democrática na Escola: PPP e Regimento Escolar

O Projeto Político Pedagógico. Norteadores para uma Gestão Democrática na Escola: PPP e Regimento Escolar O Projeto Político Pedagógico Norteadores para uma Gestão Democrática na Escola: PPP e Regimento Escolar 1 A sua escola possui uma Proposta Pedagógica (ou Projeto Político Pedagógico - PPP? Em caso afirmativo,

Leia mais

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO Elaine Cristina Penteado Koliski (PIBIC/CNPq-UNICENTRO), Klevi Mary Reali (Orientadora), e-mail: klevi@unicentro.br

Leia mais

Instrumento para revisão do Projeto Político Pedagógico

Instrumento para revisão do Projeto Político Pedagógico SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO MÉDIO SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO INFANTIL E FUNDAMENTAL

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional Maria Madalena Dullius, madalena@univates.br Daniela Cristina Schossler,

Leia mais

PROGRAMA ULBRASOL. Palavras-chave: assistência social, extensão, trabalho comunitário.

PROGRAMA ULBRASOL. Palavras-chave: assistência social, extensão, trabalho comunitário. PROGRAMA ULBRASOL Irmo Wagner RESUMO Com a intenção e o propósito de cada vez mais fomentar e solidificar a inserção da Universidade na Comunidade em que encontra-se inserida, aprimorando a construção

Leia mais

Orientações para o Projeto Político Pedagógico PPP

Orientações para o Projeto Político Pedagógico PPP Orientações para o Projeto Político Pedagógico PPP Pensar e construir o Projeto Político-Pedagógico é refletir, numa primeira instância, sobre questões fundamentais que assegurem uma visão de totalidade

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Maribel Manfrim Rohden PUCPR Ana Maria Eyng PUCPR Este trabalho apresenta a reflexão desenvolvida num projeto de

Leia mais

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública 1 A construção histórica do Curso de Pedagogia 2 Contexto atual do Curso de Pedagogia 3 O trabalho do Pedagogo prática

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais