GESTÃO DEMOCRÁTICA ESCOLAR: UM BREVE DIÁLOGO

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1 1 A CONSTRUÇÃO EFETIVA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DA ESCOLA ARTICULADO À GESTÃO DEMOCRÁTICA ESCOLAR: RELAÇÕES INTRÍNSECAS COM O CURRICULO E AS APRENDIZAGENS ESCOLARES. PINHEIRO, Cláudia Aparecida Vieira 1 - UENF NOGUEIRA, Sônia Martins de Almeida 2 - UENF INTRODUÇÃO Pensar a escola pública e as ações políticas desenvolvidas no sentido de ir de encontro das diretrizes estabelecidas nos projetos políticos de governo e de alcançar os fins definidos nas políticas educacionais, construídas pelos textos legais, sobremaneira considerando a Constituição Federal e a partir de determinantes e possibilidades histórico-sociais favorável à melhor qualidade do ensino e da aprendizagem, demandam discussões e reflexões acerca do currículo, da gestão democrática escolar e implementação do projeto político-pedagógico. E empenhar-se na construção coletiva de um projeto político-pedagógico de qualidade, politicamente definido em favor das necessidades reais, significa conceber a escola do ponto de vista da educação, reconhecendo o projeto político-pedagógico e o currículo escolar como elementos mais importantes no cenário educacional. Elementos estes que devem impregnar em sua essência reflexões pautadas nos questionamentos: qual seria a função social da escola? Quais suas dimensões? Quais os determinantes para uma gestão de fato democrática? Quais as relações intrínsecas com o currículo e as aprendizagens escolares? E estes são neste sentido alguns pressupostos a serem abordados nesse trabalho. GESTÃO DEMOCRÁTICA ESCOLAR: UM BREVE DIÁLOGO Pontuar questões que permitam um aprofundamento acerca da compreensão sobre gestão democrática escolar na ótica das instituições educativas, fundamentadas nas políticas educacionais, e calcadas na descentralização administrativo-pedagógica, precisa ser analisado cautelosamente, decorrente da complexidade e polêmicas abarcadas pelo tema, ainda que 1 Mestranda em Políticas Sociais pela Universidade Estadual Norte Fluminense Darcy Ribeiro - UENF, na área de Educação Política e Cidadania. 2 Doutora em Educação pela UFRJ; docente do Programa de Pós - graduação em Políticas Sociais do Centro de Ciências do Homem - CCH da UENF.

2 2 perpassem nas discussões em torno das políticas educacionais vigentes e na legalidade que ampara a mesma. Partindo da premissa de que, como apontado por Saviani (2008, p.71) "toda prática educativa contém uma dimensão política e que toda prática política contém por sua vez inevitavelmente uma dimensão educativa", entendemos que a escola é vista em sua função social como responsável pelo desenvolvimento do cidadão, conforme sua visão de sociedade e, neste sentido tem imbricado em seu fazer a tarefa de se refletir em que tipo de cidadão formar e partindo do currículo proposto tem também a incumbência de definir as mudanças, revelando sua dimensão política na perspectiva de construir coletivamente a qualidade do ensino e da aprendizagem, pela via de um Projeto Político-Pedagógico autônomo e democrático que garanta a aplicabilidade do currículo, uma vez que ambos expressam a realidade escolar. Segundo Veiga (1995,p. 50), a razão da existência da escola, se faz por ser considerada em sua função "como um espaço-tempo da prática pedagógica" em que os atores se relacionam entre si, compartilhando de ideias, valores, cultura, problemas e desafios, concretizando sua missão de construir e reconstruir o saber. E a gestão escolar, ainda de acordo com Veiga, deve "prover formas democráticas de organização e funcionamento da escola". A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), lei nº 9.394/96, sancionada em 20/12/1996 e publicada no Diário Oficial em 23/12/1996, representa um papel crucial na formulação e gerenciamento de uma política educacional para a sociedade brasileira, dando um enfoque importante para a questão da gestão democrática, contemplada em seus artigos: Art. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: (...) VIII - gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de ensino. (...) Art. 14º. Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios: I - participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; II - participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes. Partindo da consideração de que gestão educacional relaciona-se com qualidade, participação, descentralização, autonomia, cidadania, eficiência, respeito e cooperação, a expressão gestão democrática abriga em seu sentido variadas possibilidades de entendimento. Neste sentido, tem-se a compreensão de que a democracia se amplia e se aprimora através de práticas

3 3 participativas em que o protagonista é o sujeito, considerado em sua multiplicidade de status e papéis. Entende-se a democracia, em seu sentido mais amplo vinculada à condição do próprio ser, entendida como princípio norteador na busca de estratégias de democratização da gestão escolar. Sob esse aspecto, gestão democrática não pode ser entendida apenas como um novo paradigma educacional, deve ao contrário, se pautar em princípios claros e objetivos no sentido de nortear as práticas de gestão escolar e consequentemente, as possibilidades de uma ação administrativo-pedagógica compartilhada por todos os atores do universo escolar, garantindo a efetividade de práticas curriculares, garantidas no projeto político - pedagógico. No âmbito educacional, não há espaços para tomadas de decisões de ordem unipessoal, há sim um incentivo as ações escolares se construam sob a coletividade, com tomadas de decisões compartilhadas, refletindo o currículo e garantindo a efetividade do projeto político - pedagógico. Assim, o grande desafio que se insere no cenário educacional contemporâneo ao se construir seus projetos políticos pedagógicos e se discutir o currículo, está em interpretar a capacidade e a própria ação através de situações que promovam relações interculturais no âmbito escolar, proporcionando a garantia de maior equidade social e cultural, oportunizando além disso, maior proximidade com os ideais de uma sociedade democrática. A concepção de gestão escolar não é única e igual para todas as escolas, ao contrário, se concebe sob diferentes percepções dos diferentes atores escolares e suas ações/atuações, implicando um estudo aprofundado da organização e da gestão escolar, articuladas de modo a garantir a congruência entre os valores e os objetivos demandados do contexto e das determinações legais, enquanto práticas implícitas nas dimensões políticas e pedagógicas possibilitando a concretude dos ideais educativos das instituições de ensino. Em síntese, a função da gestão democrática escolar pautada no princípio constitucional de organização dos sistemas de ensino e das escolas é de articular as relações em torno da pluralidade de consensos, aproximando os aspectos administrativos e pedagógicos da gestão de modo a garantir que o projeto escolar expresse princípios, valores aplicados à ação político-pedagógica, proporcionando de fato a aplicação de um currículo que se aproxime da vivência e do potencial de educabilidade dos atores escolares. Neste sentido, a educação é entendida como um direito social e político subjetivo, em que a democracia é trazida como princípio de gestão democrática escolar, relacionada à cidadania e à dignidade humana. É algo intrínseco à essência da cidadania, que não se impõe mais se

4 4 constrói através de posturas e ações, de autonomia administrativa, pedagógica e participativa. Assim, todas as atividades da gestão escolar carregam si uma dimensão pedagógica e uma dimensão política indissociáveis, garantindo novas formas de organização curricular. A CONCRETUDE DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO O projeto político-pedagógico pode ser comparado, de forma análoga, a uma árvore. Ou seja, plantamos uma semente que brota, cria e fortalece suas raízes, produz sombra, flores e frutos que dão origem a outras árvores, frutos... Mas, para mantê-la viva, não basta regá-la, adubá-la e podá-la apenas uma vez. (LIBÂNEO, 2004, p. 152) Por acreditar que o projeto político-pedagógico auxilia no processo de busca da autonomia da instituição, proporciona a participação dos atores escolares, desde o âmbito geral dos sistemas de ensino à unidade escolar propriamente dita, além de ser considerado um meio para se chegar à qualidade do ensino e excelência da educação, este tem sido alvo de muitos estudos e debates entre as diversas instâncias educacionais. Mas, o que é o projeto político-pedagógico? O que o legitima? No sentido etimológico, o termo projeto vem do latim projectu, particípio passado do verbo projicere, que significa lançar para adiante. (FERREIRA apud VEIGA. 2002, p.12). E ainda nas palavras de Gadotti: Todo projeto supõe rupturas com o presente e promessas para o futuro. Projetar Significa tentar quebrar um estado confortável para arriscar-se, atravessar um período de instabilidade e buscar uma nova estabilidade em função da promessa que cada projeto contém de estado melhor do que o presente. Um projeto educativo pode ser tomado como promessa frente à determinada ruptura. As promessas tornam visíveis os campos de ação possível, comprometendo seus atores e autores (GADOTTI, apud VEIGA p.12). Diante das afirmativas, a intenção da escola na construção do projeto político-pedagógico é o que define de forma clara o rumo, o tipo de ação educativa que se pretende, suscita na ação de planejar o currículo, de buscar uma direção, um caminho, de forma participativa e coletiva. VEIGA define ainda o Projeto Político-Pedagógico como:

5 5 Um instrumento de trabalho que mostra o que vai ser feito, quando, de que maneira, por quem para chegar a que resultados. Além disso, explicita uma filosofia e harmoniza as diretrizes da educação nacional com a realidade da escola, traduzindo sua autonomia e definindo seu compromisso com a clientela. É a valorização da identidade da escola e um chamamento à responsabilidade dos agentes com as racionalidades interna e externa. Esta idéia implica a necessidade de uma relação contratual, isto é, o projeto deve ser aceito por todos os envolvidos, daí a importância de que seja elaborado participativa e democraticamente. (VEIGA, 2001 p.110) O projeto político-pedagógico não é algo acabado, construído para cumprir normas burocráticas e encaminhado às autoridades educacionais. Ele é pra ser construído por todos, vivenciado e experimentado em todos os momentos do processo educativo da escola. Deve partir do compromisso sócio-político, de interesses reais e coletivos, retratando o pensamento, a ação, exprimindo a visão de mundo, de sociedade e de educação desejada tornando-se assim político, e é pedagógico ao delinear ações educativas, por possibilitar tornar reais tais ações e características necessárias às escolas, transformando concepções e práticas em ações concretas, de modo a cumprirem seus propósitos e suas intenções curriculares. Político e pedagógico têm assim um sentido indissociável, uma relação recíproca. Mendes se refere a esta questão nos seguintes termos: Política, aqui pode ser entendida como uma maneira de pensar e agir. Traduz uma visão de mundo, (...). Agimos, lidamos com o conhecimento e com o aluno de forma política. A Pedagogia como ciência da educação, compreende um conjunto de doutrinas e princípios teóricos que visam subsidiar e orientar a ação educativa. (...) a teoria pedagógica é uma ciência da e para a prática educacional. Temos nela um movimento da teoria à prática e da prática à teoria. (MENDES, 2000, p.01) O projeto político - pedagógico é considerado um elemento básico ao se pensar em escola democrática, é o que garante de certa forma a autonomia da escola. Autonomia nesse caso é entendida como condição necessária para que a escola tenha capacidade de delinear sua própria identidade, elaborando e realizando seu próprio projeto político-pedagógico e sua base de sustentação que aparecem legitimados, na Lei Diretrizes Bases da Educação (LDBEN), a qual diz em seus artigos: Art. 12º. Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de: I - elaborar e executar sua proposta pedagógica; (...)

6 6 Art. 13º. Os docentes incumbir-se-ão de: I - participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino; II - elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino; (...). Com base na legalidade que sustenta e justifica a construção do projeto político-pedagógico e diante das dificuldades inerentes aos sistemas da sociedade atual, pretende-se que a escola tenha uma administração participativa, comprometida com essa construção, que se preocupe com o coletivo, com o desenvolvimento dos seus profissionais, focando sobremaneira na realização de um trabalho de qualidade, visando ao alcance de objetivos sociais e educacionais, que envolva os ideais de um todo, não apenas à elaboração de um documento escrito para cumprir exigências e formalidades. Entende-se dessa forma, de acordo com Freitas que: O projeto pedagógico não é uma peça burocrática e sim um instrumento de gestão e de compromisso político e pedagógico coletivo. Não é feito para ser mandado para alguém ou algum setor, mas sim para ser usado como referência para as lutas da escola. É um resumo das condições e funcionamento da escola e ao mesmo tempo um diagnóstico seguido de compromissos aceitos e firmados pela escola consigo mesma sob o olhar atento do poder público. (FREITAS et al., 2004, p. 69). A relevância do projeto político-pedagógico para a gestão democrática escolar, vai além do caráter normativo, implica partir de uma visão e um diagnóstico do que a instituição escolar pretende ou idealiza fazer, seus objetivos, metas e estratégias permanentes, tanto no que se refere às suas atividades pedagógicas, como às funções administrativas, devendo passar por constante avaliação e reconstrução, uma vez que entendemos a escola com espaço de vivências e que necessita de constante reformulações em suas ações. Nesse sentido, o projeto político-pedagógico deve ser considerado como um processo permanente de reflexão e discussão dos problemas da escola, buscando alternativas viáveis à efetivação de sua intencionalidade, além de propiciar a vivência democrática necessária para a participação de todos os membros da comunidade escolar e o exercício da cidadania. É considerado o fruto da interação entre os objetivos e prioridades estabelecidas pela coletividade, através da reflexão, as ações necessárias à construção de uma nova realidade. É, antes de tudo, um trabalho que exige comprometimento de todos os envolvidos no processo

7 7 educativo: professores, equipe técnica, alunos, pais, colegiados 3 e a comunidade como um todo. Com isso, para a construção efetiva do projeto político-pedagógico não deve existir um padrão único, um modelo homogêneo, deve-se partir do princípio da autonomia e da gestão democrática, para estabelecer, executá-lo e avaliá-lo progressivamente e criticamente, com responsabilidades pelos resultados que produzem. Ao se constituir sob a luz de um processo democrático de decisões, elimina em sua essência as relações competitivas, corporativas e autoritárias, diminuindo os efeitos fragmentários da divisão do trabalho que reforça as diferenças e hierarquiza os poderes de decisão. Mais do que isso, afirma Freitas que: As novas formas têm que ser pensadas em um contexto de luta, de correlações de força, às vezes favoráveis às vezes desfavoráveis. Terão que nascer no próprio chão da escola 4, com apoio dos professores e pesquisadores. Não poderão ser inventadas por alguém longe da escola e da luta da escola. (Freitas 1991, p. 23). Significa dizer que a escola vista e entendida como uma instituição social, deve partir de sua realidade, de seu contexto, no intuito de ter sua identidade garantida, reconhecendo-a como espaço público, lugar de debate, de diálogo, fundado na reflexão coletiva. A construção do projeto político-pedagógico parte dos princípios de igualdade, qualidade, liberdade, gestão democrática e valorização do magistério e se dá através do diagnóstico da situação que indicam avaliar as reais condições materiais, financeiras e humanas, das diretrizes que subsidiam as políticas educacionais, das formas de gestão e o desenvolvimento curricular, do plano de ação que indicam como realizar e por último, a implementação das ações planejadas. Quais são, afinal, as possibilidades do projeto pedagógico para o contexto da escola? Como o projeto pedagógico pode ser uma estratégia e, ao mesmo tempo, uma aposta para enfrentar a incerteza da ação, o confronto com o risco, o diálogo com o novo, a possibilidade de encontrar soluções para situações novas? (Morin, 1999, p.79) 3 Colegiados aqui se referem a conselhos comunitários escolares, grêmios estudantis e demais conselhos de instâncias municipais ou estaduais. 4 Grifos do autor

8 8 Refletindo sobre as indagações de Morin, o projeto político-pedagógico contribui para que a escola possa ser um espaço de participação dos sujeitos, possibilitando transformações, provocando o sentimento de pertencimento por seus atores. Sobre participação Marques em suas palavras acrescenta: A participação ampla assegura a transparência das decisões, fortalece as pressões para que sejam elas legítimas, garante o controle sobre os acordos estabelecidos e, sobretudo, contribui para que sejam contempladas questões que de outra forma não contrariam em cogitação. (Marques, apud VEIGA p.18) E essa participação só se concretiza mediante uma gestão democrática que inclui, necessariamente, a ampla participação dos representantes dos diferentes segmentos da escola nas decisões/ações administrativo-pedagógicas ali desenvolvidas dentro e fora dos muros da escola. O esforço conjunto e a vontade política da comunidade escolar consciente da necessidade e da importância desse processo para a qualificação da escola, é que estabelece o diferencial dessa participação. Um enfrentamento em relação a concretude do projeto político - pedagógico é que seus atores o entenda e o considere um processo sempre em construção e que uma vez elaborado, sua existência não encerra o processo nem o finaliza. Por fim, as demandas da construção do projeto político- pedagógico, remetem a um constante ir e vir partindo da reflexão/ação/reflexão, em torno da gestão democrática escolar, pois esta auxilia nas realizações de ações coletivas, com a devida abrangência, para que alcance seus objetivos e cumpra sua tarefa sócio-educativa. CONSIDERAÇÕES FINAIS A Gestão democrática é um princípio basilar da política educacional, que se institui principalmente na lei 9394/96 e considerando o exposto até aqui, pode-se afirmar que a razão da existência da escola, está fundamentada no espaço-tempo da prática político-pedagógica em que seus atores se relacionam entre si, contribuindo com os fazeres escolares, concretizando assim a verdadeira a missão da escola de criar a partir de sua proposta curricular, oportunidades para que todos se desenvolvam, construam e reconstruam os saberes.

9 9 O Projeto político - pedagógico é considerado um instrumento teórico-metodológico, que intenciona-se em mudanças significativas nos planejamentos e currículo nos contexto escolar. O currículo escolar, por sua vez, como dizia Sacristán (1998, p. 25), é o recheio do percurso na vida dos alunos e seu conteúdo é o guia do processo de escolaridade. Daí a necessidade em se refletir nas ações educativas, no currículo, pautados nas demandas socioculturais vivenciadas por seus atores. O projeto político - pedagógico deve levar em conta as possibilidades de aprendizagem, a seleção de metas e conteúdos que fazem ou farão parte do currículo. Veiga complementa: O Currículo é uma construção social do conhecimento, pressupondo a sistematização dos meios para que esta construção se efetive; a transmissão dos conhecimentos historicamente produzidos e as formas de assimilá-los, portanto, produção, transmissão e assimilação são processos que compõem uma metodologia de construção coletiva do conhecimento escolar, ou seja, o currículo propriamente dito. (VEIGA, 2002, p.7) Por fim, a escola ao se elaborar seu projeto político - pedagógico, deve se pautar nos princípios de autonomia e gestão democrática, considerando a organização curricular de modo a garantir qualidade das aprendizagens escolares, uma vez que a razão de ser de todo planejamento da vida escolar é favorecer os processos de aprendizagem. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALVES, José Matias. Organização, gestão e projeto educativo das escolas. Porto, Edições Asa, FREITAS, L. C. et al. Dialética da inclusão e da exclusão: por uma qualidade negociada e emancipadora nas escolas. In: GERALDI, C. M. G.; RIOLFI, C. R.; GARCIA. Escola Viva: elementos para a construção de uma educação de qualidade social. M.F. Campinas: Mercado de Letras Edições e Livraria Ltda, Crítica da organização do trabalho pedagógico e da didática. Campinas, SP: Papirus, FREIRE, Paulo. Política e Educação. São Paulo: Cortez, 1993.

10 10 GADOTTI, Moacir, ROMÃO, José E. (orgs.). Autonomia da Escola: Princípios e propostas. São Paulo, Cortez, 1997 LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola: teoria e prática. 5ª ed. Goiânia: Alternativa, Educação escolar, políticas, estruturas e organização. 2ª ed. SP: Cortez, BRASIL. Congresso Nacional. Lei Diretrizes Bases da Educação. Lei nº 9394/96, de 20 de dezembro de MENDES, Rosa Emília de Araújo. Projeto Pedagógico em favor da escola. Belo Horizonte: AMAE Educando. Ano XXXIII. Nº291 mai.2000 MORIN, Edgar. O Método: 3. Conhecimento do Conhecimento. Porto Alegre, Sulina, PADILHA, Paulo Roberto. Planejamento dialógico como construir o projeto políticopedagógico da escola. São Paulo: Cortez/Instituto Paulo Freire, RESENDE, Lúcia Maria Gonçalves de; VEIGA, Ilma Passos A.( orgs.). Escola: espaço do Projeto Político-Pedagógico. Campinas: Papirus, SAVIANI, Demerval. Escola e Democracia: Polêmicas do nosso tempo. Campinas: Autores Associados, SOUSA, J. V. de. A construção da identidade do sujeito no projeto político-pedagógico. In: FONSECA, M. & VEIGA, I. P. A. (orgs.) Dimensões do projeto político-pedagógico. Campinas: Papirus: VEIGA, Ilma Passos Alencastro. (Org.) Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. 23 ed. Campinas: Papirus, Escola: espaço do projeto político-pedagógico. 4 ed. Campinas: Papirus, 1998.

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