Certificação Digital e sua Utilização no Contexto das Universidades Brasileiras

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1 Certificação Digital e sua Utilização no Contexto das Universidades Brasileiras Diego M. Friedrich e Rodrigo A. Scholz 1 1 Acadêmicos do Curso de Ciência da Computação Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) dmf, Resumo. O objetivo principal deste artigo é fazer uma análise da situação atual do que existe em relação à certificação digital no Brasil englobando também uma nova tendência chamada certificação digital acadêmica, colocando em ênfase quais suas vantagens, desvantagens e quais progressos já foram obtidos em relação a esse assunto que a cada dia vem tomando mais espaço nas Universidades do País. 1. Introdução O cotidiano torna-se cada vez mais acostumado com a insegurança existente no dia-a-dia das cidades e do mundo como um todo. Por tais condições, passamos a tomar medidas mais rígidas para que fatos desagradáveis não venham a nos comprometer. No meio digital o mesmo comportamento vem tomando mais espaço a cada dia através de pesquisas, implementações e atitudes que tomam como premissa aumentar a segurança das informações compartilhadas através da Internet. Neste meio, a segurança está relacionada à necessidade de proteção contra o acesso ou manipulação, intencional ou não, de informações confidenciais por elementos não autorizados, e a utilização não autorizada do computador ou de seus dispositivos periféricos. A necessidade de proteção deve ser definda em termos das possíveis ameaças e riscos e dos objetivos de uma organização, formalizados nos termos de uma política de segurança. [Soares, Lemos, Colcher 2000 p448] A certificação digital situa-se nesse contexto e surgiu para melhorar a segurança das informações que trafegam pela grande rede. Esse é um, entre tantos outros benefícios, que um certificado digital, se utilizado de forma correta, pode prover sobre as informações, pois, além de utilizar o artifício da criptografia, também armazena dados de seu proprietário a fim de garantir o não-repúdio de mensagens [Felippe 2006]. No presente trabalho, não entraremos em detalhes relativos ao funcionamento e modos de uso de certificados digitais, pois assim estaríamos fugindo ao escopo do tema central. A grande dedicação nessa área também é conseqüência da intensidade na qual vem crescendo a alternativa da substituição do papel por documentos eletrônicos seguros e, como citado acima, pela busca por segurança nas transações, já que o comércio eletrônico vem quebrando recordes de faturamento a cada ano que passa [IDG Now 2007]. Artigo escrito sob orientação da Prof a. Dr a. Roseclea D. Medina para o VI Simpósio de Informática da Região Centro do RS - VI SIRC/RS - Que será realizado de 08 a 11/10 no Centro Universitário Franciscano.

2 Desse modo, têm-se como objetivo neste artigo realizar uma explanação sobre o assunto com o propósito de apresentar um panorama atual no contexto da certificação digital nacional, incluindo aspectos sobre certificação digital acadêmica. 2. Certificação Digital - Conceito Tradicional É difícil utilizar o termo tradicional para se referir a algo relativamente novo e totalmente vinculado com tecnologia. Porém, utilizamos este conceito no sentido de salientar as diferenças do que tem sido desenvolvido e utilizado até o presente momento para um novo ramo que vem se destacando cada vez mais na atualidade e que será abordado logo mais. Basicamente, entende-se por certificação digital nos moldes tradicionais aquela que provê os requisitos de disponibilidade, integridade, confidencialidade, autenticidade, irretratabilidade (não-repúdio) [Nunes 2006] e na qual o interessado em questão recorre à empresas privadas, geralmente desembolsando quantias monetárias consideráveis, para conseguir através dessas empresas estabelecer bons níveis de segurança em suas transações, seja em um servidor ou através de uma assinatura digital, por exemplo. Na assinatura digital informações são criptografadas com uma chave de entidade privada e anexadas a uma mensagem para assegurar ao destinatário a autenticidade e a integridade da mensagem. Ela comprova que a mensagem foi assinada pela entidade que possui ou tem acesso à chave privada ou chave simétrica secreta compartilhada. [Soares, Lemos, Colcher 2000 p457] Desta maneira o interessado tem que se submeter a renovações periódicas para que possa continuar a usufruir de tal benefício, gerando um vínculo entre ele e a empresa fornecedora do serviço o que, por fim, acarreta em um ciclo contínuo de investimento por parte do interessado. Os valores desses investimentos variam conforme o tipo de certificado, mecanismo de armazenamento (token ou smart cards, por exemplo) e periodicidade de renovação [PROGEMGE 2007]. É desta forma que ainda muitas das Universidades Brasileiras atuam quando desejam possuir/oferecer serviços relativos à certificação digital. No entanto, como dito, uma nova vertente vem surgindo e tomando seu lugar no contexto atual: A Certificação Digital Acadêmica, que será abordada a seguir. 3. Certificação Digital - Âmbito Acadêmico A partir das necessidades e também com o propósito de dispor uma alternativa ao mercado no ramo de certificação digital que existia no País, em 2003 a RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa), uma das instituições de maior influência na área, lançou uma chamada pública de projetos. Estes deveriam apresentar soluções viáveis para a implantação de uma infra-estrutura capaz de dar suporte ao cotidiano das universidades brasileiras. Essa chamada teve como vencedor o projeto GT ICP-EDU - Grupo de Trabalho: Infra-estrutura de Chaves Públicas Educacional - desenvolvido em cooperação entre algumas Universidades brasileiras, tais como a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e a Unicamp (Universidade

3 Estadual de Campinas), que possui como objetivo melhorar a segurança digital no âmbito acadêmico e atualmente está em sua terceira fase [RNP 2004]. Com base nos resultados obtidos por esse grupo de trabalho, que é o pioneiro no País, têm-se a possibilidade de implantação de uma ferramenta poderosa para a proteção da informação em sistemas e serviços que atuam na Internet atendendo aos mesmos requisitos da considerada aqui como certificação digital nos moldes tradicionais. Pois, apesar da Internet ser um recurso de comunicação que possibilita uma fácil manipulação de grandes volumes de dados independente da localização geográfica, muitas vezes a rede faz com que as informações circulem de forma vulnerável e em, certos casos, há a necessidade de que estas informações trafeguem inacessíveis para usuários mal intencionados. Este é, entre outros pontos, um benefício o qual tal ferramenta proporciona. Contudo, nessa alternativa o funcionamento é totalmente de forma gratuita e eficiente para instituições de ensino e seus usuários para que os mesmos possam usufruir dessa nova tecnologia. 4. Vantagens e Desvantagens Quanto as considerações sobre vantagens e desvantagens perante certificação digital podemos afirmar que as vantagens são imensuravelmente maiores se comparadas com sua oposta. Porém, não podemos deixar de mencionar as desvantagens, que dependem e variam muito de acordo com cada caso e muitas vezes se confundem a meras dificuldades Vantagens Tendo como premissa básica a correta utilização de certificados digitais, as vantagens são muitas visto que o fruto final dessa prática é o aumento significativo de segurança, através dos requisitos já mencionados, e também da economia como um todo. Esta tecnologia pode funcionar como grande aliada das instituições de ensino e de seus usuários, auxiliando o ambiente acadêmico, pois este utiliza um tráfego digital de informações importantes, como históricos escolares, resultados de pesquisas, notas de provas [RNP 2004]. Ela traz nesse âmbito a otimização de processos, ou seja, a disponibilização de serviços com uma maior agilidade e menor burocracia, oferecendo ainda maior segurança. Outra vantagem, dentre as que podem ser citadas, é a substancial redução de custos possibilitada pela desmaterialização dos processos através do uso de documentos digitais, acarretando em grandes economias com gastos em papel [SERPRO 2007]. O que, além de colaborar para a economia citada anteriormente, também ocasiona uma imensa diminuição do impacto ambiental. Por fim, atualmente a maioria das universidades brasileiras, para poderem contar com uma assinatura digital válida e de confiança, necessitam recorrer a instituições privadas. Então, unicamente se tratando de certificação digital acadêmica, os benefícios em relação à custos são ainda maiores, pois estes restringem-se apenas a instalação e disponibilização do serviço para a comunidade acadêmica em geral, para a qual o serviço é ofertado gratuitamente.

4 4.2. Desvantagens No que abrange a área de infra-estrutura de chaves públicas privada, a maior desvantagem encontrada não é o fato da renovação periódica de certificados, pois esse método é utilizado como mais um mecanismo para reforçar a segurança e confiabilidade dos certificados, mas sim o custo dessa renovação. Um fato existente que pode ser considerado não como uma desvantagem, mas sim como um obstáculo inicial é a dificuldade dos usuários a se habituarem a utilizar certificados digitais, pois este fato implica em mudanças no modo de agir, afinal em os mesmos devem preocupar-se com o sigilo das chaves de seus certificados. Se, no entanto, o certificado for usado de forma incautelosa ou incorreta seu proprietário dará chance para que outra pessoa assuma sua identidade, podendo causar diversos danos a si e ao receptor da informação falsamente certificada. Surge aí uma desvantagem, como a certificação digital confere veracidade e pessoalidade de informações, esse tipo de fraude será mais dificilmente identificável. Em se tratando especificamente de certificação digital acadêmica, as ACs (autoridades certificadoras), que são as entidades que possuem o poder de emitir certificados válidos, não têm o poder de emissões com valor jurídico, ao contrário da ICP-Brasil (Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira) que foi concebida com o intuito de oferecer também tal funcionalidade para que os certificados possam ser utilizados, caso haja necessidade, em eventuais disputas jurídicas entre seus usuários [RNP 2004]. 5. Estado da Arte Em se tratando do que existe de mais atual quando se refere à esse ramo em âmbito mundial, está o que se chama de EV-SSL (Extended Validation - Secure Sockets Layer) ou Certificados Digitais de Validação Avançada, que são certificados qualificados que se apresentam aos usuários da Internet de forma distinta dos demais certificados, garantindo assim aos usuários que o site acessado possui um certificado SSL emitido segundo um processo altamente seguro e verificado através de uma auditoria [Wikipedia 2007]. Porém, esta novidade tem sido palco de muitas discussões proferidas por quem é entendedor do assunto. De um lado, encontram-se as empresas fornecedoras desses certificados alegando que seu novo produto oferece mais segurança para seus usuários finais [CertiSign 2006]. De outro, estão os que defendem o ponto de vista de que essa nova modalidade de certificação não passa de uma atitude no sentido caça-níquel realizado pelas autoridades certificadoras, e que, se utilizando dos certificados convencionais, já se consegue os níveis de segurança necessários, basta que as ACs realizem suas tarefas da maneira mais confiável possível [de Barros 2007]. Entretanto, este é um tema muito vasto podendo ser abordado, quem sabe, em um próximo artigo. No que tange o foco da certificação digital acadêmica, o grupo de trabalho eleito pela RNP desenvolveu o HSM (Hardware Secure Module) ou Módulo Criptográfico Seguro. Ele é um protótipo que possui a finalidade de propiciar uma transmissão de dados realmente segura para sistemas de gerenciamento de certificados, para isso as universidades precisariam acoplar aos seus sistemas tal equipamento. O grande desafio que foi lançado na produção desse hardware e posteriormente alcançado era que seu custo final

5 ficasse por volta de US$1.000,00. Atualmente o sistema de gerenciamento de certificados acadêmico encontra-se em uso na UFSC e o desenvolvimento do HSM está em seu início de produção em maior escala, para que possa ser fornecido às instituições de ensino interessadas em tal dispositivo [AGECOM 2006]. Um projeto piloto foi elaborado com base na implantação, em caráter experimental, da AC raiz da RNP e outras AC s subordinadas (UFSC, Unicamp, UFMG, LNCC, UFF, etc) incluindo AR s para cada uma das instituições participantes do projeto. O objetivo deste projeto foi testar todos os softwares, hardwares e políticas desenvolvidas em projetos anteriores em um contexto de aplicação real. Suas atividades englobaram a criação de uma AC raiz, de AC s intermediárias, vinculadas à AC raiz e geradas pelas instituições que participaram do projeto, de uma AC de correio eletrônico, para emitir certificados para determinados domínios de s e de uma AC de propósito geral para emitir certificados para qualquer indivíduo, em caráter de teste [LABSEC 2006]. 6. Considerações Finais A certificação digital é uma assinatura virtual. Portanto, torna mais segura a prática de atividades on-line, como o uso de Internet banking, compras on-line e declaração de Imposto de Renda. Por exemplo, em transações bancárias, o banco terá a certeza de que quem está acessando sua conta corrente é você, evitando fraudes [WNews 2006]. Por essa importância e por todos outros benefícios citados anteriormente, tentouse, aqui, expor um panorama da situação atual da certificação digital em geral, suas vantagens e desvantagens, abordando também detalhes sobre os trabalhos que têm sido realizados na área acadêmica e já utilizados em ambientes de algumas instituições universitárias brasileiras. Mas, no final, o que podemos concluir é que ainda se tem muito a discutir de uma forma produtiva sobre este tema, que por sinal é muito vasto, para que nós venhamos a conseguir mais meios de nos beneficiar dessa tecnologia que, se ainda não faz parte de nossas vidas, irá fazer provavelmente muito em breve. 7. Referências AGECOM (2005). Universidades desenvolvem chave pública. Disponivel em:http://www.agecom.ufsc.br/index.php?secao=arqid=3064. Acesso em: Julho de de Barros, A. P. (2007). Idéia inócua: Ev-ssl. Disponível em: Acesso em: Julho de Felippe W. (2006). Certificação Digital - A validade e aplicabilidade do e-cnpj na Assinatura Digital de Documentos Eletrônicos. Disponível em: Acesso em: Julho de IDG Now (2007). Faturamento de lojas eletrônicas brasileiras cresce 49% no primeiro trimestre. Disponível em: Acesso em: Agosto de 2007.

6 LABSEC (2006). Projeto piloto - GT ICP-EDU. Disponível em: https://projetos.labsec.ufsc.br/icpedu/wiki/piloto?version=17. Acesso em: agosto de 2007 Nunes, W. B. (2006). Segurança da informação e certificação digital. Disponível em: Acesso em: Agosto de PROGEMGE (2007). Tecnologia garante autoria segura. Disponível em: Acesso em: Agosto de RNP (2004). ICP-EDU: disseminando a certificação digital no âmbito acadêmico. Disponível em: Acesso em: Julho de RNP (2006). RNP lança autoridade certificadora raiz para a comunidade acadêmica. Disponível em: Acesso em: Julho de SERPRO (2007). Sem Papel. Disponível em: publicacoes/. Acesso em: Julho de Soares, L. F., Lemos, G., Colcher, S.(2000). Redes de Computadores - das LANs, MANs e WANs às Redes ATM. 2 a edição. Editora Campus. Rio de Janeiro. Wikipedia (2007). Disponível em: SSL. Acesso em: Agosto de WNews (2006). Certificação Digital. Disponível em: Acesso em: Julho de 2007.

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