UTILIZAÇÃO DA SEMENTE DO MELÃO COMO CATALISADOR NA REAÇÃO DE ESTERIFICAÇÃO DO ÁCIDO OLÉICO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UTILIZAÇÃO DA SEMENTE DO MELÃO COMO CATALISADOR NA REAÇÃO DE ESTERIFICAÇÃO DO ÁCIDO OLÉICO"

Transcrição

1 UTILIZAÇÃO DA SEMENTE DO MELÃO COMO CATALISADOR NA REAÇÃO DE ESTERIFICAÇÃO DO ÁCIDO OLÉICO A. L. FREIRE 1, B. J. P. COSTA 1, Z. M. SANTOS 2, A. D. T. PINHEIRO 2 e I. L. LUCENA 2 1 Universidade Federal Rural do Semi-Árido 2 Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Departamento de Agrotecnologia e Ciências Sociais para contato: RESUMO Neste trabalho foi avaliado a aplicação da semente de melão como catalisador heterogêneo na reação de esterificação do ácido oléico para produção do biodiesel. A semente do melão foi submetida a vários processos: lavagem, caracterização granulométrica, acidificação com H2SO4 (1 mol/l) por 3 horas a temperatura de 35 C e por fim, o tratamento térmico em estufa com recirculação de ar por 24 horas. Para avaliar o desempenho catalítico da semente na reação de esterificação foi feito um planejamento fatorial do tipo 2 k, na qual as variáveis estudadas foram a concentração do catalisador e a razão molar álcool: ácido graxo (A:AG). A reação foi realizada em um agitador orbital da marca TECNAL modelo TE-40. As conversões de ácidos graxos livres em éster em ambas as granulometrias (Mesh18 e 30) apresentaram valores entre 85% a 90%. A variável concentração de catalisador apresentou-se mais significativa no processo, independentemente da razão molar A:AG estudada. 1. INTRODUÇÃO O biodiesel vem tendo uma utilização crescente no cenário mundial. O biodiesel pode ser definido quimicamente como um éster alquílico de cadeia longa de ácidos graxos derivados de fontes renováveis, provenientes de óleos vegetais ou gordura animal utilizado em motores de ignição por compressão (MEHER, 2006). Existe vários métodos para a obtenção do biodiesel como a esterificação, a transesterificação, micro emulsificação e a pirólise, o método mais utilizado é a transesterificação. A esterificação é dada pela reação de ácidos graxos com um álcool de cadeia curta, e uma catalisador ácido, este processo se torna um pouco melhor que a transesterificação, pois não se tem a formação de sabão durante o processo. Os catalisadores heterogêneos apresentam uma série de vantagens em relação aos catalisadores homogêneos, uma vez que facilitam a separação do catalisador dos produtos, permitindo sua regeneração e reutilização e a diminuição do risco de manipulação de grandes quantidades de ácidos líquidos (ZHANG et al., 2010).

2 O estado do Rio Grande do Norte é privilegiado pelo clima favorável para o desenvolvimento da agricultura, fazendo com que detenha o 1º lugar na produção de melão e sendo Mossoró a cidade com maior cultivo nacional, segundo o EMBRAPA. De acordo com esses aspectos o objetivo principal deste trabalho é a utilização da semente do melão como catalisador da reação de esterificação para produção de biodiesel via rota metílica. 2. MATERIAIS E MÉTODOS 2.1. Lavagem e Caracterização Granulométrica da Semente As sementes foram lavadas para a retirada do material orgânico, as mesmas foram levadas a estufa para secar a uma temperatura de 30ºC por um tempo de quatro horas. Posteriormente, as sementes foram trituradas e separadas por granulometria através do peneiramento, no qual ficaram retidas em peneiras de Mesh 18 e Tratamento Ácido e Térmico da Semente No processo de acidificação os dois tipos sementes de granulométrica diferentes (Mesh 18 e 30) foram colocadas em contato com uma solução de ácido sulfúrico (1mol/L). As amostras foram levadas para um agitador orbital e expostas a uma agitação de 140 RPM e uma temperatura de 30ºC, por três horas. Após esse processo as sementes foram filtradas e colocadas para secar na estufa por 18h a uma temperatura de 25ºC Índices de Acidez e Porcentagem de Ácidos Graxos Livres O índice de acidez corresponde ao número de miligramas de hidróxido de potássio necessário para neutralizar a acidez de um grama de amostra. A porcentagem de ácidos graxos livres é um método para a determinação de ácidos graxos existentes em uma amostra. As metodologias para a determinação do índice e a porcentagem de ácidos graxos livres são sugeridas pela American Oil Chemists Society (A. O. C. S.) 2.4. Reação de Esterificação do Ácido Oléico No processo de esterificação o ácido graxo utilizado foi o ácido oléico. Foram adicionados o ácido, metanol e o catalisador em um Erlenmeyer nas quantidades estipuladas pelo planejamento experimental abordado no tópico seguinte. Todos os frascos foram levados a um agitador orbital com agitação 140 RPM e temperatura de 30ºC por 24h. Posteriormente, a solução dos frascos foram filtradas para a retirada do catalisador e decantadas para a separação de fases éster/álcool. Posteriormente, as fases ésteres obtidas foram analisadas pelo método volumétrico do índice de acidez para determinação da conversão das reações Planejamento Experimental O processo de esterificação depende de muitas variáveis como: temperatura, concentração do catalisador e a razão molar entres os reagentes. A tabela 1 mostra os valores das variáveis adotadas nesse trabalho. Tabela 1 Valores adotados para variáveis

3 CODIFICAÇÃO CONCENTRAÇÃO DO CATALISADOR (%) RAZÃO MOLAR (ÁLCOOL/ÁCIDO OLÉICO) : : :1 Na referente pesquisa foi admitido o planejamento fatorial onde abrangendo dois níveis de variáveis que poderiam vir a influenciar o resultado. Nos experimentos do tipo 2 K, os níveis de fatores foram codificados em -1 (valor mais baixo da variável), +1 (valor mais alto da variável) e foram realizados triplicatas no ponto central (valor médio de cada variável estudada) visando a verificação do ajuste do modelo. 3. RESULTADO E DISCUSSÕES 3.1. Semente do Melão Mesh 18 Os resultados experimentais obtidos para avaliar a reação de esterificação do ácido oleico com a utilização da semente acidificada de Mesh 18 podem ser observados na tabela 2. Pode-se observar que as maiores conversões foram obtidas para os experimentos 4 e 2, ambos para as maiores concentrações de catalisador aplicadas no processo. Na figura 1 observa-se que a variável concentração de catalisador apresenta um efeito significativo sobre a variável resposta para um intervalo de confiança de 95%. Isso pode se dar pela maior concentração de sítios ácidos ativos disponíveis para conversão do ácido graxo a éster. Tabela 2 Resultados do planejamento experimental para conversão da reação de esterificação do ácido oleico com a semente do melão Mesh 18. MESH 18 EXPERIMENTOS CATALISADOR (%) ÁLCOOL/ÓLEO CONVERSÃO (%) 1 2 2:1 87, :1 94, :1 84, :1 95, :1 92, :1 93, :1 92,42

4 Figura 1 Pareto, Influência das variáveis. Com a análise de regressão linear dos resultados obtidos foi possível a formulação de um modelo polinomial para descrever a variável resposta, nesse caso a concentração catalisador foi a única variável significativa. A equação 1 descreve o modelo polinomial de primeira ordem. Conversão (%) = 91,64 + 4,33 x Cat(%) ±0,65 ±0,86 (1) Na tabela 3 estão apresentados a análise das variâncias (ANOVA). Fonte de Variação Tabela 3 ANOVA. F(tabelado)3;3;0,05 =9,28 Soma Quadrática Graus de Liberdade Quadrado Médio F Calculado Regressão 81, ,12 9,03 Erro 9, ,002 Total SS 90, Pode-se observar na tabela 3 o coeficiente de determinação (R) obtido foi de 0,90. A figura 2 apresenta a comparação entre os valores observados experimentalmente e aqueles preditos pelo modelo ajustado. Na figura 2 pode-se observa que os pontos não estão muitos dispersos o que pode significar um bom ajuste de modelo. Para tal confirmação foi realizado o teste F, onde para ser significativo estatisticamente, o valor de F calculado para a regressão deve ser maior que o F tabelado. Comparando ambos se nota uma pequena variação entre o F

5 calculado (Fcalculado = 9,03) e o F tabelado (Ftabelado = 9,28), mostrando que o modelo obtido apresenta falta de ajuste aos dados obtidos de acordo com faixa estuda da variável concentração de catalisador. Figura 2 Valores preditos x Observados A figura 3 apresenta a superfície de resposta para a variável dependente conversão em função da concentração catalisador e da razão molar álcool/óleo. Analisando a figura se pode observar que a variável conversão sofre mais influência da concentração do catalisador, pois as maiores conversões se dão com as maiores concentrações de catalisador, já a variável razão molar entre os reagentes não apresenta uma significância relativa para faixa estudada. Figura 3 Superfície de resposta para conversão da reação de esterificação ao longo do processo em função da concentração de catalisador e da razão molar entre o álcool e o ácido oleico.

6 3.2. Semente do Melão Mesh 30 Os resultados experimentais obtidos para avaliar a reação de esterificação do ácido oleico com a utilização da semente acidificada de Mesh 30 podem ser observados na tabela 4. Pode-se observa novamente que as maiores conversões foram obtidas para os experimentos 4 e 2, no qual utilizou-se as maiores concentrações de catalisador. Na Figura 4 observar-se que a variável concentração de catalisador apresenta um efeito significativo sobre a variável resposta para um intervalo de confiança de 90%. Tabela 4 Resultados do planejamento experimental para conversão da reação de esterificação do ácido oleico com a semente do melão Mesh 30. MESH 30 EXPERIMENTOS CATALISADOR (%) ÁLCOOL/ÓLEO CONVERSÃO (%) 1 2 2:1 69, :1 89, :1 78, :1 90, :1 89, :1 89, :1 89,85 Figura 4 Pareto, Influência das variáveis. Com a análise de regressão linear dos resultados obtidos foi possível a formulação de um modelo polinomial para descrever a variável resposta, nesse caso a concentração catalisador foi a

7 única variável significativa. A equação 2 descreve o modelo polinomial de primeira ordem. Conversão (%) = 85,16 + 8,060 x Cat(%) ±2,27 ±3,00 (2) Na tabela 5 estão apresentados a análise das variâncias (ANOVA). Tabela 5 ANOVA. F(tabelado)3;3;0,1 =5,39 Fonte de Variação Soma Quadrática Graus de Liberdade Quadrado Médio F Calculado Regressão 301, ,44 2,782 Erro 108, ,1017 Total SS 409, Pode-se observar na tabela 5 o coeficiente de determinação (R) obtido foi de 0,74. Na figura 5 pode-se observa que os pontos estão muitos dispersos indicando falta ajuste do modelo. Para tal confirmação foi realizado o teste F, comparando ambos, se nota uma elevada variação entre o F calculado (Fcalculado = 2,782) e o F tabelado (Ftabelado = 5,39), mostrando que o modelo obtido apresenta falta de ajuste aos dados obtidos. Figura 5 Valores preditos x Observados Analisando a figura 6 pode-se observar que a variável conversão sofre mais influência da concentração do catalisador, pois as maiores conversões se dão devido ao uso de maiores concentrações de catalisador.

8 Figura 6 Superfície de resposta para conversão da reação de esterificação ao longo do processo em função da concentração de catalisador e da razão molar entre o álcool e o ácido oleico. 4. CONCLUSÃO O catalisador se mostrou como uma variável de grande importância, pois foi observado que quanto maior a concentração, melhor será a conversão da reação. Dentre os experimentos realizados a maior conversão obtida para Mesh 18 e para a Mesh 30 foi para o experimento 4, no qual aplicou-se 8% de catalisador e uma razão molar (álcool/óleo) de 4:1 Ficou confirmado que os modelos polinomiais descritos para a MESH 18 e 30 com uma confiança de 95% e 90%, respectivamente, não foram adequados para descrever a variável resposta conversão. 5. REFERÊNCIAS MEHER, L. C.; SAGAR, D. V.; NAIK, S. N.; Technical aspects of biodiesel production by transesterification - a reveiw. Renewable and Sustainable Energy Reviews, v. 10, p , ZHANG, J. et al. Biodiesel production from vegetable oil using heterogenous acid and alkali catalyst. Fuel, London, v. 89, n. 10, p , Oct

APLICAÇÃO DE QUITOSANA MODIFICADA COMO CATALISADOR HETEROGÊNEO NA PRODUÇÃO DE BIODIESEL POR ESTERIFICAÇÃO

APLICAÇÃO DE QUITOSANA MODIFICADA COMO CATALISADOR HETEROGÊNEO NA PRODUÇÃO DE BIODIESEL POR ESTERIFICAÇÃO APLICAÇÃO DE QUITOSANA MODIFICADA COMO CATALISADOR HETEROGÊNEO NA PRODUÇÃO DE BIODIESEL POR ESTERIFICAÇÃO D. GURGEL 1, A. L. FREIRE 1, B. J. P. COSTA 1, I. L. LUCENA 1 e Z. M. dos SANTOS 1 1 Universidade

Leia mais

USO DE PLANEJAMENTO COMPOSTO CENTRAL NA AVALIAÇÃO DAS VARIÁVEIS TEMPERAURA E CONCENTRAÇÃO DE SOLVENTES NO ESTUDO DA SOLUBILIDADE DA UREIA

USO DE PLANEJAMENTO COMPOSTO CENTRAL NA AVALIAÇÃO DAS VARIÁVEIS TEMPERAURA E CONCENTRAÇÃO DE SOLVENTES NO ESTUDO DA SOLUBILIDADE DA UREIA USO DE PLANEJAMENTO COMPOSTO CENTRAL NA AVALIAÇÃO DAS VARIÁVEIS TEMPERAURA E CONCENTRAÇÃO DE SOLVENTES NO ESTUDO DA SOLUBILIDADE DA UREIA F. M. A. S. COSTA 1, A. P. SILVA 1, M. R. FRANCO JÚNIOR 1 e R.

Leia mais

Avaliação da potencialidade de aplicação de lipase comercial livre em reações de esterificação

Avaliação da potencialidade de aplicação de lipase comercial livre em reações de esterificação Avaliação da potencialidade de aplicação de lipase comercial livre em reações de esterificação Guzzo, Maria Eduarda 1 ; Erig, Cátia Lohmann 1 ; Bonissoni, Camila 1 ; Soligo, Andressa 1 ; Dalla Rosa, Andréia

Leia mais

APLICAÇÃO DE PLANEJAMENTO FATORIAL NA OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO DE BIODIESEL DE GIRASSOL

APLICAÇÃO DE PLANEJAMENTO FATORIAL NA OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO DE BIODIESEL DE GIRASSOL APLICAÇÃO DE PLANEJAMENTO FATORIAL NA OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO DE BIODIESEL DE GIRASSOL Suzana Pedroza da Silva 1, Ceci Felinto Vieira de França 2, Breno José Marques de Melo 3, Allan Kardec Ribeiro Teixeira

Leia mais

ANÁLISE ESTATÍSTICA E CURVA DE SUPERFÍCIE DOS RENDIMENTOS DA EXTRAÇÃO POR SOLVENTE DO ÓLEO DE PINHÃO MANSO

ANÁLISE ESTATÍSTICA E CURVA DE SUPERFÍCIE DOS RENDIMENTOS DA EXTRAÇÃO POR SOLVENTE DO ÓLEO DE PINHÃO MANSO ANÁLISE ESTATÍSTICA E CURVA DE SUPERFÍCIE DOS RENDIMENTOS DA EXTRAÇÃO POR SOLVENTE DO ÓLEO DE PINHÃO MANSO B. K. S. A. ANDRADE 1, J. I. SOLETTI 1, S. H. V. de CARVALHO 1 1 Universidade Federal de Alagoas,

Leia mais

USO DE DELINEAMENTO EXPERIMENTAL PARA A ANÁLISE DA EFICIÊNCIA DE ADSORÇÃO COM BASE NA PRODUÇÃO E ENSAIO DE ADSORÇÃO DO CARVÃO ATIVADO

USO DE DELINEAMENTO EXPERIMENTAL PARA A ANÁLISE DA EFICIÊNCIA DE ADSORÇÃO COM BASE NA PRODUÇÃO E ENSAIO DE ADSORÇÃO DO CARVÃO ATIVADO USO DE DELINEAMENTO EXPERIMENTAL PARA A ANÁLISE DA EFICIÊNCIA DE ADSORÇÃO COM BASE NA PRODUÇÃO E ENSAIO DE ADSORÇÃO DO CARVÃO ATIVADO Bruno Capiche Ladeira (brunocapiche@hotmail.com) Aluno de graduação

Leia mais

6º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM PETRÓLEO E GÁS

6º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM PETRÓLEO E GÁS 6º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM PETRÓLEO E GÁS TÍTULO DO TRABALHO: Aplicação de metodologia de superfície de resposta para otimização do desempenho da dolomita na produção de biodiesel

Leia mais

SEMINÁRIO REGIONAL SOBRE PRODUÇÃO E USO DE BIODIESEL BACIA DO PARANÁ III

SEMINÁRIO REGIONAL SOBRE PRODUÇÃO E USO DE BIODIESEL BACIA DO PARANÁ III SEMINÁRIO REGIONAL SOBRE PRODUÇÃO E USO DE BIODIESEL BACIA DO PARANÁ III Santa Helena PR 28 de março de 2006 TECNOLOGIAS PARA PRODUÇÃO DE BIODIESEL Dra. Roseli Aparecida Ferrari DEA UEPG O que é BioDiesel?

Leia mais

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 02. Física Geral e Experimental III 2014/1

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 02. Física Geral e Experimental III 2014/1 Diretoria de Ciências Exatas Laboratório de Física Roteiro 02 Física Geral e Experimental III 2014/1 Dilatação Térmica Volumétrica de um Líquido 1. Dilatação Térmica de um Líquido Nesta tarefa será abordado

Leia mais

Henrique John Pereira Neves (1); Eliane Bezerra de Moraes Medeiros (1); Otidene Rossiter Sá da Rocha (2); Nelson Medeiros de Lima Filho (3)

Henrique John Pereira Neves (1); Eliane Bezerra de Moraes Medeiros (1); Otidene Rossiter Sá da Rocha (2); Nelson Medeiros de Lima Filho (3) INFLUÊNCIA DA CONCENTRAÇÃO DE CORANTE, MASSA DE ADSORVENTE E GRANULOMETRIA DE ADSORVENTE NO TRATAMENTO POR ADSORÇÃO DE ÁGUA CONTAMINADA COM CORANTE REMAZOL BLACK B Henrique John Pereira Neves (1); Eliane

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE OBTENÇÃO DE LEITE EM PÓ PELO PROCESSO DE SECAGEM EM SPRAY DRYER

AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE OBTENÇÃO DE LEITE EM PÓ PELO PROCESSO DE SECAGEM EM SPRAY DRYER AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE OBTENÇÃO DE LEITE EM PÓ PELO PROCESSO DE SECAGEM EM SPRAY DRYER M. BALKE 1, J. KILIAN 2, C. STEFFENS 2, M. B. A. SOARES 2, J. STEFFENS 2 1 Instituto Federal Rio Grande do Sul Campus

Leia mais

Síntese do Biodiesel a partir de óleo vegetal Procedimento experimental (adaptado de 1 )

Síntese do Biodiesel a partir de óleo vegetal Procedimento experimental (adaptado de 1 ) Síntese do Biodiesel a partir de óleo vegetal Procedimento experimental (adaptado de 1 ) O biodiesel é atualmente um combustível em fase de desenvolvimento no nosso país, estando algumas fábricas já em

Leia mais

INFLUÊNCIA DO PH E TEMPERATURA NA ATIVIDADE ENZIMÁTICA

INFLUÊNCIA DO PH E TEMPERATURA NA ATIVIDADE ENZIMÁTICA INFLUÊNCIA DO PH E TEMPERATURA NA ATIVIDADE ENZIMÁTICA DA ENZIMA ALFA-ACETOLACTATO DECARBOXILASE: DETERMINAÇÃO DE CONDIÇÕES ÓTIMAS UTILIZANDO PLANEJAMENTO EXEPRIMENTAL J. B. M. ROCHA NETO 1, A. S. PEREIRA

Leia mais

INFLUÊNCIA DA RELAÇÃO ÁLCOOL:ÓLEO NA PRODUÇÃO DE BIODIESEL POR ROTA ETÍLICA

INFLUÊNCIA DA RELAÇÃO ÁLCOOL:ÓLEO NA PRODUÇÃO DE BIODIESEL POR ROTA ETÍLICA INFLUÊNCIA DA RELAÇÃO ÁLCOOL:ÓLEO NA PRODUÇÃO DE BIODIESEL POR ROTA ETÍLICA Ceci Felinto Vieira de França 1, Suzana Pedroza da Silva 2, Alexandre Ricardo Pereira Schuler 3 1 Mestranda em Engenharia Química,

Leia mais

USO DA QUIMIOMETRIA PARA OTIMIZAÇÃO DA SÍNTESE DE BIODIESEL DE SOJA.

USO DA QUIMIOMETRIA PARA OTIMIZAÇÃO DA SÍNTESE DE BIODIESEL DE SOJA. USO DA QUIMIOMETRIA PARA OTIMIZAÇÃO DA SÍNTESE DE BIODIESEL DE SOJA. K. L. C. OLIVEIRA 1, H. G. MARQUES 2, D. F. F. MARTINS 3. 1 Graduando em Ciência e Tecnologia na Universidade Federal Rural do Semi-árido

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO E CONTROLE DA QUALIDADE DO BIODIESEL ASPECTOS GERAIS

CARACTERIZAÇÃO E CONTROLE DA QUALIDADE DO BIODIESEL ASPECTOS GERAIS CARACTERIZAÇÃO E CONTROLE DA QUALIDADE DO BIODIESEL ASPECTOS GERAIS DR. BILL COSTA AGENDA APRESENTAÇÕES OBJETIVO DA C&CQ DO BIODIESEL C&CQ DO BIODIESEL NO BRASIL APRESENTAÇÕES BILL COSTA QUÍMICO MSc.,

Leia mais

IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 18

IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 18 Página 18 AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE OXIDATIVA DE BIODIESEL METÍLICO DE GIRASSOL COM ADIÇÃO DIFERENTES CONCENTRAÇÕES DE BHT PELO MÉTODO RANCIMAT E PDSC Mariana Helena de O. Albuquerque 1 ; Amanda Duarte

Leia mais

Termodinâmica das Reações de Transesterificação e de Esterificação

Termodinâmica das Reações de Transesterificação e de Esterificação UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS Laboratório de Catálise Termodinâmica das Reações de Transesterificação e de Esterificação Mini-curso: Biodiesel Demian Patrick Fabiano Outubro - 2007 1 Sumário A) Catálise

Leia mais

PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE MISTURAS DE ÓLEO DE MAMONA E ÓLEO DE BABAÇU COM METANOL VIA CATÁLISE ALCALINA

PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE MISTURAS DE ÓLEO DE MAMONA E ÓLEO DE BABAÇU COM METANOL VIA CATÁLISE ALCALINA PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE MISTURAS DE ÓLEO DE MAMONA E ÓLEO DE BABAÇU COM METANOL VIA CATÁLISE ALCALINA 1 Luana Souza Macêdo, 2 Josenildes Gomes Silva, 3 Silvio A. B. Vieira Melo, 3 Ednildo A.

Leia mais

ESTUDO DO PROCESSO DE PRODUÇÃO PARA O BIODIESEL DE GIRASSOL

ESTUDO DO PROCESSO DE PRODUÇÃO PARA O BIODIESEL DE GIRASSOL ESTUDO DO PROCESSO DE PRODUÇÃO PARA O BIODIESEL DE GIRASSOL 1 Juliana Cordeiro Nunes, 2 Amanda Santana Peiter, 3 Sandra Helena Vieira de Carvalho, 3 João Inácio Soletti 1 Bolsista de iniciação Científica

Leia mais

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015 AVALIAÇÃO DO USO DE CASCAS DE SEMENTE DE Moringa oleifera Lam PARA PURIFICAÇÃO DO BIODIESEL Manoela Lea de Oliveira 1, Alexandre de Faria Lima 2, David Maikel Fernades 3 1 Universidade Federal do Triângulo

Leia mais

ESTERIFICAÇÃO DOS ÁCIDOS GRAXOS LIVRES DE ÓLEO DE GIRASSOL SEMIREFINADO UTILIZANDO DIFERENTES TIPOS DE CATALISADORES ÁCIDOS

ESTERIFICAÇÃO DOS ÁCIDOS GRAXOS LIVRES DE ÓLEO DE GIRASSOL SEMIREFINADO UTILIZANDO DIFERENTES TIPOS DE CATALISADORES ÁCIDOS ESTERIFICAÇÃO DOS ÁCIDOS GRAXOS LIVRES DE ÓLEO DE GIRASSOL SEMIREFINADO UTILIZANDO DIFERENTES TIPOS DE CATALISADORES ÁCIDOS Patrick Rodrigues Batista [Bolsista Iniciação Tecnológica/ CNPq] 1, Paulo Roberto

Leia mais

AVALIAÇÃO DE CATALISADORES PARA A PREPARAÇÃO DE BIODIESEL UTILIZANDO ÁLCOOL NÃO-CONVENCIONAL.

AVALIAÇÃO DE CATALISADORES PARA A PREPARAÇÃO DE BIODIESEL UTILIZANDO ÁLCOOL NÃO-CONVENCIONAL. AVALIAÇÃO DE CATALISADORES PARA A PREPARAÇÃO DE BIODIESEL UTILIZANDO ÁLCOOL NÃO-CONVENCIONAL. Maria Cláudia Rodrigues Brandão 1 ; Juliana Kelly Dionísio de Souza 2, Wandson Lukas do Nascimento Amorim 3

Leia mais

FUVEST 2015 (Questões 1 a 6)

FUVEST 2015 (Questões 1 a 6) (Questões 1 a 6) Provas de Vestibular 1. O metabissulfito de potássio (K 2 S2O 5 ) e o dióxido de enxofre (SO 2 ) são amplamente utilizados na conservação de alimentos como sucos de frutas, retardando

Leia mais

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 03. Física Geral e Experimental III 2012/1

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 03. Física Geral e Experimental III 2012/1 Diretoria de Ciências Exatas Laboratório de Física Roteiro 03 Física Geral e Experimental III 2012/1 Experimento: Dilatação Térmica de um Líquido 1. Dilatação Térmica de um Líquido Nesta tarefa será abordado

Leia mais

Submetido ao II SJPB - AVALIAÇÃO DE ESPÉCIES IÔNICAS VOLATILIZADAS APÓS OXIDAÇÃO ACELERADA DO BIODIESEL DE SOJA

Submetido ao II SJPB - AVALIAÇÃO DE ESPÉCIES IÔNICAS VOLATILIZADAS APÓS OXIDAÇÃO ACELERADA DO BIODIESEL DE SOJA Submetido ao II SJPB - AVALIAÇÃO DE ESPÉCIES IÔNICAS VOLATILIZADAS APÓS OXIDAÇÃO ACELERADA DO BIODIESEL DE SOJA Carvalho, A. (UFBA) ; Cardoso, E.A. (UFBA) ; Santana, S.M.F. (UFBA) ; da Rocha, G.O. (UFBA)

Leia mais

OBTENÇÃO DE ÁCIDO FOSFÓRICO DE ALTA PUREZA A PARTIR DE CALCINADO DE OSSOS BOVINOS

OBTENÇÃO DE ÁCIDO FOSFÓRICO DE ALTA PUREZA A PARTIR DE CALCINADO DE OSSOS BOVINOS OBTENÇÃO DE ÁCIDO FOSFÓRICO DE ALTA PUREZA A PARTIR DE CALCINADO DE OSSOS BOVINOS C.M.S. dos Santos¹, P. C. Bastos², S.D.F. Rocha 3 ¹,3 Departamento de Engenharia de Minas, Universidade Federal de Minas

Leia mais

EFEITO DA NATUREZA E CONCENTRAÇÃO DE ÁCIDOS HOMOGÊNEOS NA ESTERIFICAÇÃO DE ÁCIDOS GRAXOS

EFEITO DA NATUREZA E CONCENTRAÇÃO DE ÁCIDOS HOMOGÊNEOS NA ESTERIFICAÇÃO DE ÁCIDOS GRAXOS Copyright 2004, Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás - IBP Este Trabalho Técnico Científico foi preparado para apresentação no 3 Congresso Brasileiro de P&D em Petróleo e Gás, a ser realizado no período

Leia mais

Exercícios sobre Equilíbrio químico

Exercícios sobre Equilíbrio químico Exercícios sobre Equilíbrio químico 01 - (Ueg GO) Baseado na charge e em seus conhecimentos sobre Química, responda ao que se pede. a) Caso o cientista tivesse misturado quantidades adequadas de ácido

Leia mais

TRANSESTERIFCAÇÃO DIRETA DE MISCELA DE ÓLEO DE SOJA PARA PRODUÇÃO DE BIODIESEL ABSTRACT

TRANSESTERIFCAÇÃO DIRETA DE MISCELA DE ÓLEO DE SOJA PARA PRODUÇÃO DE BIODIESEL ABSTRACT TRANSESTERIFCAÇÃO DIRETA DE MISCELA DE ÓLEO DE SOJA PARA PRODUÇÃO DE BIODIESEL Samuel Schievano Groppo 1 ; Naiane Sangaletti. 2 ; Thais M. F. S. Vieira 3 ; Marisa A.B. Regitano d Arce, 3. Resumo A miscela

Leia mais

PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DA GORDURA DE FRANGO PELO MÉTODO DE TRANSESTERIFICAÇÃO HETEROGÊNEA

PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DA GORDURA DE FRANGO PELO MÉTODO DE TRANSESTERIFICAÇÃO HETEROGÊNEA PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DA GORDURA DE FRANGO PELO MÉTODO DE TRANSESTERIFICAÇÃO HETEROGÊNEA J. P. C. dos Santos, S. M. Viana e M. N. Sousa Universidade de São Paulo, Escola de Engenharia de Lorena,

Leia mais

Neste caso, diz-se que a reação é de primeira ordem, e a equação pode ser resolvida conforme segue abaixo:

Neste caso, diz-se que a reação é de primeira ordem, e a equação pode ser resolvida conforme segue abaixo: 1. Introdução Cinética Química A termodinâmica indica a direção e a extensão de uma transformação química, porém não indica como, nem a que velocidade, uma reação acontece. A velocidade de uma reação deve

Leia mais

3º Congresso Norte Nordeste de Química, São Luís, Maranhão 2009

3º Congresso Norte Nordeste de Química, São Luís, Maranhão 2009 AVALIAÇÃO DA TRA SESTERIFICAÇÃO DE TRÊS AMOSTRAS DE ÓLEOS VEGETAIS PARA OBTE ÇÃO DE BIODIESEL Victor Augusto Araújo de Freitas * (IC), Jackieline Souza Veras Lima (IC), Paulo Rogério da Costa Couceiro

Leia mais

Reações de Substituição Folha 01 Prof.: João Roberto Mazzei

Reações de Substituição Folha 01 Prof.: João Roberto Mazzei www.professormazzei.com Reações de Substituição Folha 01 Prof.: João Roberto Mazzei 01. (UFC 2009) A cânfora é uma cetona que possui um odor penetrante característico. É aplicada topicamente na pele como

Leia mais

Síntese de Biodiesel a partir da utilização de Óleo Residual

Síntese de Biodiesel a partir da utilização de Óleo Residual Síntese de Biodiesel a partir da utilização de Óleo Residual Nome dos autores: Filipe dos Santos Alves 1 ; Emerson Adriano Guarda 2 1 Aluno do Curso de Engenharia Ambiental; Campus de Palmas; e-mail:filipe_2990@hotmail.com

Leia mais

I ENCONTO REGIONAL DE QUÍMICA: Ciência, Tecnologia e Sociedade Obtenção do Biodiesel Através da Transesterificação do Óleo de Moringa Oleifera

I ENCONTO REGIONAL DE QUÍMICA: Ciência, Tecnologia e Sociedade Obtenção do Biodiesel Através da Transesterificação do Óleo de Moringa Oleifera Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado de Educação e Cultura SEEC UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE -UERN Faculdade de Ciências Exatas e Naturais FANAT DEPARTAMENTO DE

Leia mais

AVALIAÇÃO DA REDUÇÃO DE ÁGUA UTILIZADA NA PURIFICAÇÃO DE BIODIESEL

AVALIAÇÃO DA REDUÇÃO DE ÁGUA UTILIZADA NA PURIFICAÇÃO DE BIODIESEL AVALIAÇÃO DA REDUÇÃO DE ÁGUA UTILIZADA NA PURIFICAÇÃO DE BIODIESEL A. C. S. NUNES, T. M. AMORIM, J. G. SGORLON e M. C. S. GOMES Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Departamento de Tecnologia em

Leia mais

AVALIAÇÃO DE CATALISADORES DE TRANSFERÊNCIA DE FASE NA PRODUÇÃO DE BIODIESEL.

AVALIAÇÃO DE CATALISADORES DE TRANSFERÊNCIA DE FASE NA PRODUÇÃO DE BIODIESEL. AVALIAÇÃO DE CATALISADORES DE TRANSFERÊNCIA DE FASE NA PRODUÇÃO DE BIODIESEL. Lidirene Sousa Rocha (IC)*, Maria Silvani Gama Linhares (IC), Francisca Janaila Alves dos Santos (IC), Hildeberto Xavier de

Leia mais

QUÍMICA MINERAL. Para continuarmos a aula, será necessária uma noção sobre reação de esterificação, ou seja, reação entre ácido e álcool.

QUÍMICA MINERAL. Para continuarmos a aula, será necessária uma noção sobre reação de esterificação, ou seja, reação entre ácido e álcool. QUÍMICA MINERAL Prof. Borges LIPÍDIOS É importante lembrarmos de alguns conceitos básicos antes de iniciarmos a aula de bioquímica. Todo hidrocarboneto é apolar e, portanto insolúvel em água e solúvel

Leia mais

ACTIVIDADE LABORATORIAL - QUÍMICA 12º ANO. Produção de BIODIESEL a partir de óleo alimentar usado

ACTIVIDADE LABORATORIAL - QUÍMICA 12º ANO. Produção de BIODIESEL a partir de óleo alimentar usado ACTIVIDADE LABORATORIAL - QUÍMICA 12º ANO Produção de BIODIESEL a partir de óleo alimentar usado 1. Objectivo: Reutilizar os óleos vegetais rejeitados 2. O que se pretende: 2.1 Seleccionar material adequado

Leia mais

ESTUDO DA SÍNTESE DE BIODIESEL DE ÓLEO DE COCO BRUTO

ESTUDO DA SÍNTESE DE BIODIESEL DE ÓLEO DE COCO BRUTO ESTUDO DA SÍNTESE DE BIODIESEL DE ÓLEO DE COCO BRUTO P. V. S. SILVA 1, E. L. GALVÃO 1, R. H. R. CARVALHO 1, S. P. SILVA 2 e A. G. C, ROSAL 3 1 Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Departamento de

Leia mais

Camila Bonissoni. Profª Drª M. Manuela C. Feltes Profª Drª Giniani C. Dors Me Andréia Dalla Rosa Catia Lohmann Erig Luana Gonçalves Dorli M.

Camila Bonissoni. Profª Drª M. Manuela C. Feltes Profª Drª Giniani C. Dors Me Andréia Dalla Rosa Catia Lohmann Erig Luana Gonçalves Dorli M. Camila Bonissoni Profª Drª M. Manuela C. Feltes Profª Drª Giniani C. Dors Me Andréia Dalla Rosa Catia Lohmann Erig Luana Gonçalves Dorli M. Da Croce Dentre os óleos vegetais comestíveis comercializados

Leia mais

PRODUÇÃO DE BIODIESEL POR TRANSESTERIFICAÇÃO COM CATÁLISE HETEROGÊNEA UTILIZANDO CaO COMO CATALISADOR EM REATOR CONTÍNUO COM RECIRCULAÇÃO

PRODUÇÃO DE BIODIESEL POR TRANSESTERIFICAÇÃO COM CATÁLISE HETEROGÊNEA UTILIZANDO CaO COMO CATALISADOR EM REATOR CONTÍNUO COM RECIRCULAÇÃO PRODUÇÃO DE BIODIESEL POR TRANSESTERIFICAÇÃO COM CATÁLISE HETEROGÊNEA UTILIZANDO CaO COMO CATALISADOR EM REATOR CONTÍNUO COM RECIRCULAÇÃO K. COLOMBO 1, C. I. YAMAMOTO 1, L. ENDER 2 e A. A. C. BARROS 3

Leia mais

PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE ÓLEO DE SOJA E ETANOL POR REAÇÃO ASSISTIDA EM ULTRASSOM

PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE ÓLEO DE SOJA E ETANOL POR REAÇÃO ASSISTIDA EM ULTRASSOM PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE ÓLEO DE SOJA E ETANOL POR REAÇÃO ASSISTIDA EM ULTRASSOM M.A. PRADO 1, F. HAMERSKI 2, A. ZANDONÁ 2, L.P. RAMOS 3 e M.L. CORAZZA 2 1 Universidade Federal do Paraná, Mestrando

Leia mais

MODELAGEM EMPÍRICA DA PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE GORDURA SUÍNA

MODELAGEM EMPÍRICA DA PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE GORDURA SUÍNA MODELAGEM EMPÍRICA DA PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE GORDURA SUÍNA Gustavo Araújo Alves [PIBITI/ Voluntário] 1, Rafaella Morães Scaravonatti [ Colaboradora] 1, Eduardo Eyng [Orientador] 2, Paulo Rodrigo

Leia mais

DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO DO MÉTODO ANALÍTICO PARA DETERMINAÇÃO DOS TEORES DE SÓDIO, POTÁSSIO E CÁLCIO EM BIODIESEL POR FOTOMETRIA DE CHAMA.

DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO DO MÉTODO ANALÍTICO PARA DETERMINAÇÃO DOS TEORES DE SÓDIO, POTÁSSIO E CÁLCIO EM BIODIESEL POR FOTOMETRIA DE CHAMA. DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO DO MÉTODO ANALÍTICO PARA DETERMINAÇÃO DOS TEORES DE SÓDIO, POTÁSSIO E CÁLCIO EM BIODIESEL POR FOTOMETRIA DE CHAMA. VANDERLANDIO SOARES LIMA¹, DANILO LUIZ FLUMIGNAN 2 1 Graduado

Leia mais

Viabilidade do refino de gorduras para a produção de Biodiesel

Viabilidade do refino de gorduras para a produção de Biodiesel Expo Biocom 2007 Foz do Iguaçu, Outubro de 2007 Viabilidade do refino de gorduras para a produção de Biodiesel José António F. Moreira 1 Definição: As gorduras de origem animal tais como; o sebo, a graxa

Leia mais

Centrifugação: Uma Alternativa Para Purificação de Biodiesel¹

Centrifugação: Uma Alternativa Para Purificação de Biodiesel¹ Revista Brasileira de Energias Renováveis Centrifugação: Uma Alternativa Para Purificação de Biodiesel¹ Janaína Fernandes Medeiros², Thiago Luiz Belo Pasa³, Fernanda Naiara Campos de Almeida³, Maria Carolina

Leia mais

EXTRAÇÃO DO ÓLEO ESSENCIAL DA AMÊNDOA DO BUTIÁ CAPITATA

EXTRAÇÃO DO ÓLEO ESSENCIAL DA AMÊNDOA DO BUTIÁ CAPITATA EXTRAÇÃO DO ÓLEO ESSENCIAL DA AMÊNDOA DO BUTIÁ CAPITATA P. F. MARTINS 1, M. BOTTEGA 1, O. W. PIETSCH JR 1, J. M. M. de MELLO 1, F. DALCANTON 1 1 Universidade Comunitária da Região de Chapecó, Área de Ciências

Leia mais

Experimento 03: Cinética Química

Experimento 03: Cinética Química Experimento 03: Cinética Química 1 OBJETIVO - Verificar alguns fatores que influenciam na velocidade das reações químicas: temperatura, superfície de contato e efeito do catalisador. 2 INTRODUÇÃO A cinética

Leia mais

DETERMINAÇÃO DE ALGUNS PARÂMETROS CINÉTICOS DA REAÇÃO DE DECOMPOSIÇÃO DO PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO.

DETERMINAÇÃO DE ALGUNS PARÂMETROS CINÉTICOS DA REAÇÃO DE DECOMPOSIÇÃO DO PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO. DETERMINAÇÃO DE ALGUNS PARÂMETROS CINÉTICOS DA REAÇÃO DE DECOMPOSIÇÃO DO PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO. Glauber Silva Godoi Aula 13 META Desenvolver no aluno a capacidade de extrair informações quanto aos parâmetros

Leia mais

ANÁLISE DAS PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS E ESTUDO DA ESTABILIDADE TÉRMICA DO ÓLEO, BIODIESEL E DA MISTURA B10 DE DIESEL COM BIODIESEL DE ALGODÃO 1

ANÁLISE DAS PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS E ESTUDO DA ESTABILIDADE TÉRMICA DO ÓLEO, BIODIESEL E DA MISTURA B10 DE DIESEL COM BIODIESEL DE ALGODÃO 1 Página 13 ANÁLISE DAS PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS E ESTUDO DA ESTABILIDADE TÉRMICA DO ÓLEO, BIODIESEL E DA MISTURA B10 DE DIESEL COM BIODIESEL DE ALGODÃO 1 João Paulo da Costa Evangelista¹; Anne Gabriella

Leia mais

O ÓLEO DE ALGODÃO COMO FONTE PARA O BIODIESEL - Aspectos Técnicos

O ÓLEO DE ALGODÃO COMO FONTE PARA O BIODIESEL - Aspectos Técnicos O ÓLEO DE ALGODÃO COMO FONTE PARA O BIODIESEL - Aspectos Técnicos VI Congresso Brasileiro do Algodão Uberlândia, 15 de agosto de 2007 Rosilene Aparecida Nascimento Gerente de P&D O que é Biodiesel? Definição

Leia mais

Atividades EXERCÍCIOS. Materiais Naturais e Artificiais

Atividades EXERCÍCIOS. Materiais Naturais e Artificiais Atividades EXERCÍCIOS 1. Uma amostra de areia úmida foi levada a uma estufa onde permaneceu por 24h a 100ºC, a fim de se determinar o teor de umidade presente. Antes de ser colocada na estufa a amostra

Leia mais

CINÉTICA QUÍMICA. Profa. Loraine Jacobs DAQBI.

CINÉTICA QUÍMICA. Profa. Loraine Jacobs DAQBI. CINÉTICA QUÍMICA Profa. Loraine Jacobs DAQBI lorainejacobs@utfpr.edu.br http://paginapessoal.utfpr.edu.br/lorainejacobs Cinética Química Lei de Velocidade Integrada Mostra a variação das concentrações

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIA PARA EXTRAÇÃO DO ÓLEO DE ABACATE

DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIA PARA EXTRAÇÃO DO ÓLEO DE ABACATE DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIA PARA EXTRAÇÃO DO ÓLEO DE ABACATE G. B. HERMSDORFF 1, V. P. de BRITO 1 e V. S. AGUIAR 1,2 1 Faculdade de Engenharia de Sorocaba, FACENS 2 Universidade Estadual de Campinas,

Leia mais

QUÍMICA. Professores: Andréia, Herval, Thiago

QUÍMICA. Professores: Andréia, Herval, Thiago QUÍMICA Professores: Andréia, Herval, Thiago Comentário Geral A prova de química deste ano foi abrangente, porém, infelizmente, faltaram alguns assuntos relevantes: atomística, tabela periódica, hibridação

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL / TRIMESTRAL 2014 Conteúdos/ atividades Habilidades Avaliação/ Atividade 1º Trimestre: (12 semanas)

PLANEJAMENTO ANUAL / TRIMESTRAL 2014 Conteúdos/ atividades Habilidades Avaliação/ Atividade 1º Trimestre: (12 semanas) Disciplina: Química Trimestre: 1º Professor(a): Rodrigo Valério e Georgia Monique. Série: 1º Turmas: 101,102,103,104. Conteúdos/ atividades Habilidades Avaliação/ Atividade 1º Trimestre: (12 semanas) 1-

Leia mais

Profº André Montillo

Profº André Montillo Profº André Montillo www.montillo.com.br Definição: É uma Mistura Homogênia de 2 ou mais substâncias. Na Solução não ocorre uma reação química, porque não há formação de novas substâncias e não há alterações

Leia mais

Físico-Química Experimental Exp. 10. Cinética Química

Físico-Química Experimental Exp. 10. Cinética Química Cinética Química 1. Introdução Cinética química é o estudo da progressão das reações químicas, o que determina suas velocidades e como controlá-las. Ao estudar a termodinâmica de uma reação, leva-se em

Leia mais

PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE ÓLEO BRUTO DE SOJA EXTRAÍDO COM ETANOL

PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE ÓLEO BRUTO DE SOJA EXTRAÍDO COM ETANOL Franco e Pereira 211 PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE ÓLEO BRUTO DE SOJA EXTRAÍDO COM ETANOL Filipe Alonso Saad * Marisa Aparecida Bismara Regitano-d Arce ** Celso Tomazin Júnior *** Thaís Maria Ferreira

Leia mais

PRODUÇÃO DE BIODIESEL DO ÓLEO DA POLPA DE MACAÚBA POR CATÁLISE HETEROGÊNEA E APLICAÇÃO DA SUPERFÍCIE DE RESPOSTA

PRODUÇÃO DE BIODIESEL DO ÓLEO DA POLPA DE MACAÚBA POR CATÁLISE HETEROGÊNEA E APLICAÇÃO DA SUPERFÍCIE DE RESPOSTA PRODUÇÃO DE BIODIESEL DO ÓLEO DA POLPA DE MACAÚBA POR CATÁLISE HETEROGÊNEA E APLICAÇÃO DA SUPERFÍCIE DE RESPOSTA Thiago Luiz Belo Pasa 1 ; Janaína Fernandes Medeiros 1 ; Jéssica Violin Berni 1 ; Fernanda

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA GRANULOMETRIA DO MILHO NA AMOSTRA NATURAL X AMOSTRA SECA

PROJETO DE PESQUISA GRANULOMETRIA DO MILHO NA AMOSTRA NATURAL X AMOSTRA SECA PROJETO DE PESQUISA GRANULOMETRIA DO MILHO NA AMOSTRA NATURAL X AMOSTRA SECA 1 SCHMITT, Clederson Idenio; ²Jorgens, Elbio Nallen; ³ZANOTTO, Dirceu L. Palavras Chaves: Granulometria, Milho, DGM. Introdução

Leia mais

PAGQuímica 2011/1 Exercícios de Equilíbrio Químico

PAGQuímica 2011/1 Exercícios de Equilíbrio Químico PAGQuímica 2011/1 Exercícios de Equilíbrio Químico 1. Para o equilíbrio gasoso entre NO e O 2 formando NO 2 (2 NO (g) + O 2 (g) 2 NO 2 (g)), a constante de equilíbrio é Kc = 6,45 x 10 5. a) em que concentração

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS # 05 QUÍMICA ANALÍTICA PROF. Wendell

LISTA DE EXERCÍCIOS # 05 QUÍMICA ANALÍTICA PROF. Wendell LISTA DE EXERCÍCIOS # 05 QUÍMICA ANALÍTICA PROF. Wendell 1. Considere uma solução aquosa de NH 3, preparada na concentração de 0,100 mol L -1. Calcule o ph desta solução. Use K b = 1,8 10-5. 2. Uma alíquota

Leia mais

Influência dos parâmetros reacionais para produção de ésteres etilicos de material graxo do caroço de pequi a partir de catálise heterogênea

Influência dos parâmetros reacionais para produção de ésteres etilicos de material graxo do caroço de pequi a partir de catálise heterogênea Influência dos parâmetros reacionais para produção de ésteres etilicos de material graxo do caroço de pequi a partir de catálise heterogênea Munique Gonçalves Guimarães 1, Julio Lemos de Macedo 1, Grace

Leia mais

4 Materiais e métodos

4 Materiais e métodos 40 4 Materiais e métodos 4.1. Reagentes O fenol (C 6 H 5 OH) utilizado foi fornecido pela Merck, com pureza de 99,8%. O peróxido de hidrogênio (H 2 O 2 ) 50% P/V foi fornecido pela Peróxidos do Brasil

Leia mais

ESTUDO DA CINÉTICA DA HIDRÓLISE ÁCIDA DO ACETATO DE ETILA.

ESTUDO DA CINÉTICA DA HIDRÓLISE ÁCIDA DO ACETATO DE ETILA. ESTUDO DA CINÉTICA DA HIDRÓLISE ÁCIDA DO ACETATO DE ETILA. Glauber Silva Godoi Aula 14 META Desenvolver no aluno a capacidade de extrair informações quanto aos parâmetros cinéticos de uma reação a partir

Leia mais

ESTUDO DA SOLUBILIDADE DO PARACETAMOL EM ALGUNS SOLVENTES UTILIZANDO O MODELO NRTL

ESTUDO DA SOLUBILIDADE DO PARACETAMOL EM ALGUNS SOLVENTES UTILIZANDO O MODELO NRTL ESTUDO DA SOLUBILIDADE DO PARACETAMOL EM ALGUNS SOLVENTES UTILIZANDO O MODELO NRTL H. A. R. GOMES 1, A. B. N. BRITO 1 1 Universidade Federal do Espírito Santo, Centro Universitário Norte do Espírito Santo,

Leia mais

Sistemas Catalíticos na produção de Biodiesel por meio de óleo residual

Sistemas Catalíticos na produção de Biodiesel por meio de óleo residual SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Sistemas Catalíticos na produção de Biodiesel por meio de óleo residual Vinícius Soares Brolese vsbrolese@hotmail.com AEDB Graduando em Engenharia

Leia mais

ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA AGITAÇÃO NA PRODUÇÃO DE BIODIESEL POR TRANSESTERIFICAÇÃO ETÍLICA

ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA AGITAÇÃO NA PRODUÇÃO DE BIODIESEL POR TRANSESTERIFICAÇÃO ETÍLICA ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA AGITAÇÃO NA PRODUÇÃO DE BIODIESEL POR TRANSESTERIFICAÇÃO ETÍLICA E. G. LIMA 1, M. B. SATIRO 1, J. C. MARINHO 1, M. W. N. C. CARVALHO 1, A. A. CUTRIM 2 1 Universidade Federal de

Leia mais

Ácidos,sais carboxílicos e ésteres. Karla Gomes Diamantina-MG

Ácidos,sais carboxílicos e ésteres. Karla Gomes Diamantina-MG Ácidos,sais carboxílicos e ésteres Karla Gomes Diamantina-MG ÁCIDOS CARBOXÍLICOS São compostos que possuem como grupo funcional a carbonila (C=O), ligada a uma hidroxila (-OH),e que se denomina grupo carboxila.

Leia mais

SIMULAÇÃO DO PROCESSO CONTÍNUO DE PRODUÇÃO DE BIODIESEL

SIMULAÇÃO DO PROCESSO CONTÍNUO DE PRODUÇÃO DE BIODIESEL SIMULAÇÃO DO PROCESSO CONTÍNUO DE PRODUÇÃO DE BIODIESEL M.A. PASA 1, D. TOSS 1 1 Universidade de Caxias do Sul, Centro de Ciências Exatas e da Tecnologia, Curso de Engenharia Química E-mail para contato:

Leia mais

Influência da temperatura, razão molar (óleo de soja/etanol) e tipo de óleo de soja na reação de transesterificação

Influência da temperatura, razão molar (óleo de soja/etanol) e tipo de óleo de soja na reação de transesterificação Influência da temperatura, razão molar (óleo de soja/etanol) e tipo de óleo de soja na reação de transesterificação Influence of temperature, molar ratio (soybean oil/ethanol) and type of soybean oil on

Leia mais

Relatório 7 Determinação do produto de solubilidade do AgBrO3

Relatório 7 Determinação do produto de solubilidade do AgBrO3 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO QUÍMICA GERAL Prof. Maria Regina Alcântara Relatório 7 Determinação do produto de solubilidade do AgBrO3 Mayara Moretti Vieira Palmieri 7159862 Rodrigo Tonon 7993766 Outubro,

Leia mais

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 02. Física Geral e Experimental III 2012/1

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 02. Física Geral e Experimental III 2012/1 Diretoria de Ciências Exatas aboratório de Física Roteiro Física Geral e Experimental III 1/1 Experimento: Dilatação érmica de Sólidos 1. Dilatação érmica de um Sólido Nesta tarefa serão abordados os seguintes

Leia mais

CIÊNCIAS PROVA 3º BIMESTRE 9º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ

CIÊNCIAS PROVA 3º BIMESTRE 9º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO CIÊNCIAS PROVA 3º BIMESTRE 9º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ 2010 01. A tabela

Leia mais

EQUILÍBRIO QUÍMICO MOLECULAR

EQUILÍBRIO QUÍMICO MOLECULAR EQUILÍBRIO QUÍMICO MOLECULAR Profº Enéas Torricelli 1 Equilíbrio químico é uma reação reversível na qual a velocidade da reação direta é igual à da reação inversa e, conseqüentemente, as concentrações

Leia mais

ESTUDO DE VIABILIDADE DO CATALISADOR RENOVÁVEL RFBK NA PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE ÓLEO RESIDUAL DE FRITURA.

ESTUDO DE VIABILIDADE DO CATALISADOR RENOVÁVEL RFBK NA PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE ÓLEO RESIDUAL DE FRITURA. ESTUDO DE VIABILIDADE DO CATALISADOR RENOVÁVEL RFBK NA PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE ÓLEO RESIDUAL DE FRITURA. Rennêr Ribeiro Pinto 1, Gicélia Rodrigues 2, Nataly Albuquerque 3,Carlos Cabral 4,Fabio

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Instituto de Ciências Exatas Departamento de Química

Universidade Federal de Juiz de Fora Instituto de Ciências Exatas Departamento de Química Prática 5. ELETROFORESE CAPILAR Determinação de acidez livre em óleos vegetais 1. Introdução A acidez em óleos vegetais é devido à reação de hidrólise de triacilglicerídeos, onde ácidos graxos livres são

Leia mais

não podem ser aplicados em experimentos que envolvem

não podem ser aplicados em experimentos que envolvem 1 - INTRODUÇÃO A adição de produtos químicos aos alimentos, para a sua conservação, não é um processo novo. O homem préhistórico, com a descoberta do fogo, criou o processo de defumação. Depois, aprendeu

Leia mais

USO DA CINETICA DE ORDEM ZERO E PRIMEIRA ORDEM DO CLORETO FERRICO PARA PURIFICAÇÃO DE ÁGUA

USO DA CINETICA DE ORDEM ZERO E PRIMEIRA ORDEM DO CLORETO FERRICO PARA PURIFICAÇÃO DE ÁGUA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 USO DA CINETICA DE ORDEM ZERO E PRIMEIRA ORDEM DO CLORETO FERRICO PARA PURIFICAÇÃO DE ÁGUA Joseane D. P.Theodoro 1, Grasiele S. Madrona 1, Paulo S. Theodoro

Leia mais

O estudo de oxidação da amônia foi realizado usando-se solução sintética de 100mg/L de NH 3 obtida a partir de uma solução de NH 4 OH, PA, 33%.

O estudo de oxidação da amônia foi realizado usando-se solução sintética de 100mg/L de NH 3 obtida a partir de uma solução de NH 4 OH, PA, 33%. 3. Metodologia 3.1. Características da Amostra O estudo de oxidação da amônia foi realizado usando-se solução sintética de 100mg/L de NH 3 obtida a partir de uma solução de NH 4 OH, PA, 33%. 3.2. Determinação

Leia mais

APLICAÇÃO DA CINETICA DE SEGUNDA E TERCEIRA ORDEM DO CLORETO FÉRRICO PARA OBTENÇÃO DE ÁGUA POTAVÉL

APLICAÇÃO DA CINETICA DE SEGUNDA E TERCEIRA ORDEM DO CLORETO FÉRRICO PARA OBTENÇÃO DE ÁGUA POTAVÉL 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 PLICÇÃO D CINETIC DE SEGUND E TERCEIR ORDEM DO CLORETO FÉRRICO PR OBTENÇÃO DE ÁGU POTVÉL Joseane D. P.Theodoro 1, Grasiele S. Madrona 1, Paulo S. Theodoro

Leia mais

CINÉTICA QUÍMICA. Obs.: a variação da quantidade deverá ser sempre um valor positivo, então ela deverá ser em módulo. 1.

CINÉTICA QUÍMICA. Obs.: a variação da quantidade deverá ser sempre um valor positivo, então ela deverá ser em módulo. 1. CINÉTICA QUÍMICA 1. Introdução O Conhecimento e o estudo da velocidade das reações, além de ser muito importante em termos industriais, também está relacionado ao nosso dia-adia, verificamos que há algumas

Leia mais

DETERMINAÇÃO DE EQUAÇÕES DE REGRESSÃO OBTIDAS EM TERMÔMETROS DE GLOBO NEGRO PADRÃO E PLÁSTICO VERÃO E INVERNO

DETERMINAÇÃO DE EQUAÇÕES DE REGRESSÃO OBTIDAS EM TERMÔMETROS DE GLOBO NEGRO PADRÃO E PLÁSTICO VERÃO E INVERNO DETERMINAÇÃO DE EQUAÇÕES DE REGRESSÃO OBTIDAS EM TERMÔMETROS DE GLOBO NEGRO PADRÃO E PLÁSTICO VERÃO E INVERNO Patrícia da Silva Simão 1 ; Sandra Regina Pires de Moraes 2 ; André Luiz Ribas de Oliveira

Leia mais

2017 Obtenção da amida do ácido cinâmico através da reação do cloreto do ácido cinâmico com amônia

2017 Obtenção da amida do ácido cinâmico através da reação do cloreto do ácido cinâmico com amônia 217 Obtenção da amida do ácido cinâmico através da reação do cloreto do ácido cinâmico com amônia O O Cl NH 3 NH 2 C 9 H 7 ClO (166.6) (17.) C 9 H 9 NO (147.2) Classificação Tipos de reação e classes de

Leia mais

PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE ÓLEO VEGETAL COMERCIAL IN-NATURA

PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE ÓLEO VEGETAL COMERCIAL IN-NATURA PRDUÇÃ DE BIDIESEL A PARTIR DE ÓLE VEGETAL CMERCIAL IN-NATURA M. V.. Costa 1, F. F. S. Maia 2, L. M. Bertini 3 email: m_vini_doc@hotmail.com 1, felipe.maia@ifrn.edu.br 2, luciana.bertini@ifrn.edu.br 3

Leia mais

MSc. Bolsista CNPq/Embrapa Clima Temperado. 2. Acadêmica de Engenharia Química FURG.

MSc. Bolsista CNPq/Embrapa Clima Temperado. 2. Acadêmica de Engenharia Química FURG. TEOR DE ÓLEO, PERFIL GRAXO E ÍNDICE DE IODO DE GENÓTIPOS DE PINHÃO MANSO CULTIVADOS NA EMBRAPA CLIMA TEMPERADO. Juliana Silva Lemões, Sabrina Peres Farias 2, Paula Fernandes e Silva 3, Mariana da Luz Potes,

Leia mais

Utilização de catalisadores heterogêneos na produção de Biodiesel

Utilização de catalisadores heterogêneos na produção de Biodiesel PESQUISA Utilização de catalisadores heterogêneos na produção de Biodiesel COLOMBO, Kamila * ; BARROS, António André Chivanga ** Resumo A busca por combustíveis limpos tem resultado no desenvolvimento

Leia mais

UTILIZAÇÃO DA GLICERINA OBTIDA NA PRODUÇÃO DE BIODIESEL PARA NEUTRALIZAÇÃO DE ÓLEO VEGETAL RESIDUAL

UTILIZAÇÃO DA GLICERINA OBTIDA NA PRODUÇÃO DE BIODIESEL PARA NEUTRALIZAÇÃO DE ÓLEO VEGETAL RESIDUAL UTILIZAÇÃO DA GLICERINA OBTIDA NA PRODUÇÃO DE BIODIESEL PARA NEUTRALIZAÇÃO DE ÓLEO VEGETAL RESIDUAL Maria Clara dos Santos Ligabo¹, Daniel Thomaz² INTRODUÇÃO De acordo com Mittelbach et al., (1988) e Neto

Leia mais

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (11) Número de Publicação: PT 104718 (51) Classificação Internacional: G06Q 99/00 (2006) (12) FASCÍCULO DE PATENTE DE INVENÇÃO (22) Data de pedido: 2009.08.18 (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação

Leia mais

PROPRIEDADES TERMOFÍSICAS DE MISTURAS BINÁRIAS CONTENDO BIODIESEL E METANOL

PROPRIEDADES TERMOFÍSICAS DE MISTURAS BINÁRIAS CONTENDO BIODIESEL E METANOL PROPRIEDADES TERMOFÍSICAS DE MISTURAS BINÁRIAS CONTENDO BIODIESEL E METANOL T. M. B. U. MOREIRA 1, A. J. SILVA 1, B. S. COSTA 2 e E. E. G. ROJAS 1,2 1 Universidade Federal Fluminense, Pós Graduação em

Leia mais

PERFIL SENSORIAL DE CAFÉS TRADICIONAL E EXTRAFORTE

PERFIL SENSORIAL DE CAFÉS TRADICIONAL E EXTRAFORTE 5ª Jornada Científica e Tecnológica e 2º Simpósio de Pós-Graduação do IFSULDEMINAS 06 a 09 de novembro de 2013, Inconfidentes/MG PERFIL SENSORIAL DE CAFÉS TRADICIONAL E EXTRAFORTE Carla M. de MORAES 1

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PERFIL DE ÁCIDOS GRAXOS DE SEMENTES OLEAGINOSAS Jatropha gossypifolia L. E Jatropha curcas L. DO CERRADO POR GC-FID

AVALIAÇÃO DO PERFIL DE ÁCIDOS GRAXOS DE SEMENTES OLEAGINOSAS Jatropha gossypifolia L. E Jatropha curcas L. DO CERRADO POR GC-FID AVALIAÇÃO DO PERFIL DE ÁCIDOS GRAXOS DE SEMENTES OLEAGINOSAS Jatropha gossypifolia L. E Jatropha curcas L. DO CERRADO POR GC-FID Francielly Julião da Silva ¹; Rogério Cesar de Lara da Silva²; Unidade Universitária

Leia mais

Química Orgânica Experimental

Química Orgânica Experimental Química Orgânica Experimental Destilação Simples para Purificação do Cloreto de Terc-butila e do Acetato de Isopentila Discentes: Ana Carolina Boni Eliana Alves Arxer Fernanda Maciel Barbosa Gubbiotti

Leia mais

, e o óxido de ferro III, iniciada por centelha elétrica. A equação para a reação é: 6NaN 3. (s) 3Na 2

, e o óxido de ferro III, iniciada por centelha elétrica. A equação para a reação é: 6NaN 3. (s) 3Na 2 20 QUÍMICA s automóveis modernos estão equipados com air bags (bolsas de ar) para proteger os ocupantes em caso de colisão. Muitos deles são inflados com nitrogênio, N 2, gás liberado na reação muito rápida

Leia mais

Revista Brasileira de Energias Renováveis PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DA TRANSETERIFICAÇÃO DE ÓLEOS RESIDUAIS¹

Revista Brasileira de Energias Renováveis PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DA TRANSETERIFICAÇÃO DE ÓLEOS RESIDUAIS¹ Revista Brasileira de Energias Renováveis PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DA TRANSETERIFICAÇÃO DE ÓLEOS RESIDUAIS¹ Carolina Sayury Miyashiro ², Carlos de Oliveira ³, Edilene Campos 4, Joel G. Teleken 5

Leia mais

Conceitos Básicos Teste t Teste F. Teste de Hipóteses. Joel M. Corrêa da Rosa

Conceitos Básicos Teste t Teste F. Teste de Hipóteses. Joel M. Corrêa da Rosa 2011 O 1. Formular duas hipóteses sobre um valor que é desconhecido na população. 2. Fixar um nível de significância 3. Escolher a Estatística do Teste 4. Calcular o p-valor 5. Tomar a decisão mediante

Leia mais

IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 188

IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 188 Página 188 SÍNTESE, CARACTERIZAÇÃO E ESTUDO CINÉTICO DO ÓLEO DE DENDÊ E SEU BIODIESEL 1 Anne Gabriella Dias Santos1*, Vinícius Patrício da Silva Caldeira1, Mirna Ferreira Farias1, Edjane Fabiula Buriti

Leia mais