CIPD ALÉM DE 2014: DIÁLOGO COM JORNALISTAS

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1 CIPD ALÉM DE 2014: DIÁLOGO COM JORNALISTAS INDICADORES DEMOGRÁFICOS AMÉRICA LATINA E CARIBE José Eustáquio Diniz Alves e Débora Thomé Rio de Janeiro, 17 de julho de 2013

2 Indicadores Demográficos para América Latina e Caribe América Latina e Caribe estão vivendo um importante processo de transformação demográfica; Nos slides seguintes são apresentados alguns indicadores demográficos para toda a região e um slide sobre a população brasileira.

3

4 Populacão da América Latina e Caribe: = 167,9 milhões de habitantes 2010 = 596,2 milhões de habitantes 2050, segundo as projeções da ONU = 781,6 milhões O ponto máximo (pico), de 791,6 milhões, se dará em = 736,2 milhões de habitantes (projeção média). Projeção alta: milhões em Projeção baixa: Máximo em 2040 = 684,8 milhões 2100 = 420,3 milhões de habitantes

5 Brasil:

6 Populacão brasileira: = 3,4 milhões de habitantes 1900 = 17,4 milhões de habitantes 2000 = 170 milhões de habitantes Crescimento de 50 vezes em 200 anos 2013 = 200 milhões de habitantes (segundo a ONU) O ponto máximo (pico), de 231,2 milhões, se dará em (declínio da população na segunda metade do século XXI) Projeção média: 195 milhões de habitantes em Projeção alta: 331 milhões em Projeção baixa: 107 milhões de habitantes em 2100

7

8 Esperança de vida, América Latina e Caribe Período = 49,7 anos para os homens e 53,1 anos para as mulheres. Período = 71,5 anos para os homens e 77,9 anos para as mulheres. (21,8 anos a mais/ 24,8 anos a mais, respectivamente) Período = 85,7 anos para os homens e 90,1 anos para as mulheres. (14,2 anos a mais/ 12,2 anos a mais, respectivamente) Reflexo da melhoria da saúde, educação e maior acesso aos direitos de cidadania.

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10 Taxa de Fecundidade Total e média anual de nascimentos Fecundidade = 6 filhos nascidos vivos por mujer 2020 = Chega aos níveis de reposição de 2,1 filhos por mulher (segundo última projeção da ONU) = Entre 1,8 e 1,9 filhos por mulher. Nascimentos anuais = 11 milhões de nascidos vivos = 7,1 milhões A população total seguirá crescendo até 2062 devida à inercia demográfica. A projeção média da ONU indica o máximo de habitantes em América Latina e Caribe em 2062.

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12 Transição demográfica, América Latina e Caribe => => => Taxa Bruta de Mortalidade = 15,5 por mil Taxa Bruta de Natalidade = 42,5 por mil Taxa natural de crescimento de 2,7% aa. Taxa Bruta de Mortalidade = 5,9 por mil (punto más bajo) Taxa Bruta de Natalidade = 18 por mil Taxa natural de crescimento de 1,1% aa. Taxas de mortalidade e natalidade coincidem em 10 por mil e zera o crescimento vegetativo. A partir de 2062 (na projeção média da ONU) haverá decrescimento da população da ALC.

13 Transição demográfica continuação Transição demográfica é a mudança para baixo das taxas de mortalidade e natalidade; É um fenômeno que só ocorre uma vez e se produz de maneira sincrônica com o processo de desenvolvimento econômico; A Transicão Demográfica começa com a queda da mortalidade seguida, depois de um certo lapso de tempo, pela queda das taxas de natalidade; Primeiro ocorre um crescimento acelerado do volume de população. Depois as duas curvas se encontram e o crescimento vegetativo se estabiliza. Em seguida começa o declínio da população, se as taxas de fecundidade permanecerem abaixo dos níveis de reposição.

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15 ALC: uma região com maioria de mulheres = pequeno déficit feminino 1981 = excedente de 1 milhão de mulheres 2013 = excedente de 9 milhões de mulheres (303,372 milhões de homens e 313,273 milhões de mulheres) 2050 = 2100 = excedente de 13 milhões de mulheres excedente de 7,6 milhões de mulheres ** A Região registra alto índice de mortalidade masculina em idades jovens, especialmente devido a causas violentas, tais como homicídios e acidentes de trânsito.

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17 Mortes violentas e o excedente feminino na ALC Proporção de sobre-nascimentos (razão de sexo ao nascer) de homens varia de 3% a 5% no mundo; Percentagens tais como os mais de 10% da China podem indicar algum tipo de preferência por filhos homens ou a prática de femicídio ou fetocídio ; Na América Latina e Caribe a proporção de nascimentos é de 1,05 meninos para cada menina; Brasil e especialmente El Salvador são dois países com altas taxas de mortalidade de jovens varões, em decorrência das mortes por causas externas ; A Região apresenta um grande excedente de mulheres idosas.

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19 Envelhecimento populacional na ALC 1950 = 9,4 milhões de pessoas com 60 anos e mais (5,6%) 5,9 milhões de pessoas com 65 anos e mais 719 mil pessoas com 80 anos e mais 2010 = 58,6 milhões de pessoas com 60 anos e mais (9,8%) 40,4 milhões de pessoas com 65 anos e mais 8,6 milhões pessoas com 80 anos e mais 2050 = 195,9 milhões de pessoas com 60 anos e mais (25,1%) 150,5 milhões de pessoas com 65 anos e mais 44,4 milhões pessoas com 80 anos e mais Este rápido processo de envelhecimento da população da América Latina e Caribe representa um tsunami grisalho, pois um quarto (1/4) da população da ALC terá 60 anos ou mais em 2050 e mais de um terço (36,3%), em 2100.

20

21 Mortalidade infantil e esperança de vida na ALC = mortalidade infantil de 126 por mil esperança de vida ao nascer de 51 anos = mortalidade infantil de 18 por mil esperança de vida ao nascer de 74,7 anos = mortalidade infantil de 6,6 por mil esperança de vida ao nascer de 81,8 anos = mortalidade infantil de 2,9 por mil esperança de vida ao nascer de 87,9 anos A despeito das desigualdades nacionais, do ponto de vista da sobrevivência, as taxas médias dos indicadores vitais da ALC apresentam um processo de convergência com os países mais desenvolvidos do mundo.

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23 Razão de Dependência e Janela de Oportunidade 1965 = 89 pessoas dependentes (81 crianças e 7 adultos) para 100 pessoas em idade ativa; 2010 = 54 dependentes (43 crianças e 10 adultos); 2025 = 50 dependentes (34 crianças e 15 adultos) menor nível; 2050 = 58 dependentes (28 crianças e 30 adultos); 2100 = 82 pessoas dependentes (27 crianças e 55 adultos) para 100 pessoas em idade ativa; Entre o ano 2000 e 2050 a razão de dependência demográfica vai ficar abaixo de 60%. Neste período, pode-se aproveitar o momento favorável para incentivar o crescimento econômico, a redução da pobreza e a melhoria da qualidade de vida. O Bônus Demográfico é um fenômeno temporário e só acontece uma vez na história de cada país.

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25 Padrão reprodutivo rejuvenescido = 101 nascimentos para mil mulheres de anos 264 nascimentos para mil mulheres de anos 287 nascimentos para mil mulheres de anos = 68 nascimentos para mil mulheres de anos 121 nascimentos para mil mulheres de anos 111 nascimentos para mil mulheres de anos Esta estrutura das taxas de fecundidade específica de representa um padrão rejuvenescido de reprodução, com altas taxas de fecundidade na adolescência. A ALC deve continuar sendo uma região em que uma parcela significativa das mulheres começam a ter filhos cedo e termi-nam a parturição também em idades relativamente jovens, o que tem um impacto no tipo de método contraceptivo usado.

26 Redução da Pobreza na ALC

27 Redução da pobreza na ALC 1980 => pobres =136 milhões de pessoas (40,5% do total) indigentes = 62 milhões (18,6% do total) 1990 => pobres = 204 milhões de pessoas (48,4% do total) indigentes = 95 milhões (22,6% do total) 2002 => pobres = 225 milhões de pessoas (43,9% do total) indigentes = 99 mihões (19,3% do total)** 2012 => pobres = 167 milhões de pessoas (28,8% do total) indigentes = 66 milhões (11,4% do total) Uruguai é o país com as menores taxas de pobreza, mas Argentina, Peru, Brasil e Venezuela foram os que registraram as maiores reduções em seus índices de pobreza na última década.

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29 Urbanização na América Latina e Caribe 1950 = 41,4% da população urbana e 58,6% rural 1965 = 53,3% urbana e 46,7% rural (pela primeira vez, a população urbana supera a rural) 2010 = 78,8% urbana e 21,2% rural 2050 = 86,6% da população urbana e 13,4% rural A América Latina e Caribe é uma das regiões mais urbanizadas do mundo. A região deixou de ser rural e agrária para ser predominantemente urbana com base no setores de industria e serviços.

30 Visite o Blog e a página da ALAP BLOG: La CIPD más allá de La CIPD más allá de 2014 y la dinámica demográfica de América Latina y del Caribe. 15, 16 y 17 de julio Rio de Janeiro, Brasil article&id=1211&itemid=584

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