Relatório de Atividades Biênio

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2 Relatório de Atividades Biênio Compilação: Assessoria de Gestão Estratégica

3 RELATÓRIO DE ATIVIDADES Biênio COMPOSIÇÃO Ministra ELLEN GRACIE (Presidente) Ministro GILMAR MENDES (Vice-Presidente) Ministro CELSO DE MELLO Ministro MARCO AURÉLIO Ministro CEZAR PELUSO Ministro CARLOS BRITTO Ministro JOAQUIM BARBOSA Ministro EROS GRAU Ministro RICARDO LEWANDOWSKI Ministra CARMEN LÚCIA Ministro MENEZES DIREITO Primeira Turma Ministro MARCO AURÉLIO (Presidente) Ministro CARLOS BRITTO Ministro RICARDO LEWANDOWSKI Ministra CARMEN LÚCIA Ministro MENEZES DIREITO Segunda Turma Ministro CELSO DE MELLO (Presidente) Ministro GILMAR MENDES Ministro CEZAR PELUSO Ministro JOAQUIM BARBOSA Ministro EROS GRAU 2

4 SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA Secretário-Geral da Presidência Manoel Lauro Volkmer de Castilho Assessor-Chefe da Presidência Vilmar Nery Lourenço Assessora de Assuntos Internacionais Cláudia Nunes Pinta Gama Secretário de Comunicação Social Delorgel Valdir Kaiser SECRETÁRIA DE CONTROLE INTERNO Edna Isabel Brito Gonçalves Prandini SECRETARIA DO TRIBUNAL Diretor-Geral Sérgio José Américo Pedreira Assessora Jurídica Mônica Maria Gomide Madruga Ribeiro Assessora de Gestão Estratégica Andréia Fernandes de Siqueira Secretária Judiciária Ana Luiza Mottecy Veras Secretário das Sessões Luiz Shiyoji Tomimatsu Secretária de Documentação Altair Maria Damiani Costa Secretário de Administração Edmilson Palma Lima Secretário de Tecnologia da Informação Paulo Roberto da Silva Pinto Secretária de Recursos Humanos Luciléa Zaban Carneiro Secretário de Serviços Integrados de Saúde Osmar William Vieira 3

5 Ellen Gracie Northfleet ELLEN GRACIE NORTHFLEET nasceu na cidade do Rio de Janeiro-RJ, filha de José Barros Northfleet e D. Helena Northfleet. Iniciou os estudos acadêmicos na Faculdade de Direito da então Universidade do Estado da Guanabara, tendo concluído, em 1970, em Porto Alegre, o Curso de Bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Graduou-se, em nível de especialização, em Antropologia Social, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1980/1982). Durante o ano letivo de 1991/1992, foi bolsista da Fundação Fulbright do Governo dos EUA- Hubert Humphrey Fellowship Program, com vinculação acadêmica à American University, Washington D.C. School of Public Affairs - Department of Justice, Law & Society, onde cursou Complex Organizational Theories in Court Systems and Legal Organizations e Court Management Practices. Foi Jurista em Residência junto à Law Library of Congress dos EUA, tendo participado da elaboração do Projeto GLIN -Global Legal Information Network. Foi aprovada, em 1983, mediante Concurso Público de Provas e Títulos para o provimento de vaga de Professor-horista no Departamento de Direito Privado e Processual Civil da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Também em Concurso da mesma natureza, realizado em 1987, foi aprovada Docente do Centro de Ciências Jurídicas da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, RS, na disciplina de Direito Constitucional. Exerceu a advocacia liberal, inicialmente como solicitadora acadêmica e, após a colação de grau, no foro de Porto Alegre. Integrou o Conselho Seccional da OAB/RS, foi fundadora da Escola Superior de Advocacia da OAB/RS e eleita Vice-Presidente do Instituto dos Advogados do RS. 4

6 Ingressou no serviço público ao ser nomeada para o cargo em comissão de Assistente Técnico, junto ao Gabinete do Consultor-Geral do Estado do Rio Grande do Sul, permanecendo de 11 de outubro de 1971 a 25 de outubro de 1973, período em que editou a Revista da Consultoria-Geral. Aprovada em Concurso Público de Provas e Títulos para o cargo Procurador da República de 3a Categoria, foi nomeada em 5 de novembro de 1973, tomando posse e entrando em exercício a 7 do mesmo mês. Foi promovida, por merecimento, à 2ª Categoria, em 12 de março 1974, passando à 1ª Categoria, por antigüidade, em 28 de maio de 1980, cargo que exerceu até 30 de março de Durante a permanência no Ministério Público Federal exerceu o cargo de Procuradora Regional Eleitoral Substituta em sessões do Tribunal Regional Eleitoral, integrou o Conselho Penitenciário do Rio Grande do Sul, de 31 de março de 1976 a 14 de março de 1978, e foi membro do Conselho Deliberativo da Superintendência do Desenvolvimento da Região Sul -SUDESUL, como representante do Ministério da Justiça. Em 22 de março de 1989, foi nomeada para compor o Tribunal Regional Federal da 4a Região, em vaga destinada a membros do Ministério Público Federal, tomando posse e entrando em exercício em 31 do mesmo mês, sendo indicada pelo Plenário, nessa data, para compor a Comissão Elaboradora do Regimento Interno da Corte. Escolhida em reunião plenária do TRF 4ª Região, de 22 de agosto 1990, integrou o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul, biênio Participou da Comissão de Estudos e Cursos do TRF 4ª Região, dedicada ao aperfeiçoamento de magistrados. Integrou a Comissão Permanente de Magistrados do Centro de Estudos Judiciários do Conselho da Justiça Federal, como representante do TRF-4a Região, exercendo a função até 9 de dezembro de A partir de 10 de outubro de 1994, passou a compor o Conselho de Administração do TRF-4a Região. Membro integrante da 1a Turma do Tribunal, desde a sua criação, passou a presidir a 4a Turma (especializada em Previdência Social) em dezembro de

7 Foi eleita pelo Plenário do Tribunal Regional Federal da 4a/Região, sessão de 31 de maio de 1995, para exercer o cargo de Vice-Presidente do Tribunal, tomando posse em 21 de junho de Em sessão plenária de 28 de maio de 1997, foi eleita para exercer o cargo de Presidente do Tribunal Regional Federal da 4a/Região, no biênio , tomando posse em 20 de junho de 1997, tendo dedicado sua gestão às metas de ampliação e interiorização da Justiça Federal de Primeira Instância e à racionalização dos serviços e praxes judiciários. Ao término da gestão, passou a presidir a 1a Turma do Tribunal Regional Federal da 4a Região. Por decreto de 23 de novembro de 2000, publicado no Diário Oficial do dia imediato, foi nomeada, pelo Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, para exercer o cargo de Ministra do Supremo Tribunal Federal, na vaga decorrente da aposentadoria do Ministro Luiz Octavio Pires e Albuquerque Gallotti. Tomou posse em 14 de dezembro de 2000, tornando-se a primeira mulher a integrar a Suprema Corte do Brasil desde a sua criação. Eleita por seus pares, empossou-se no cargo de Vice-Presidente do Supremo Tribunal Federal, em 3 de junho de 2004; e também eleita por seus pares, em sessão plenária de , empossou-se no cargo de Presidente do Supremo Tribunal Federal, em 27 de abril de 2006, para o biênio Fonte: Secretaria de Documentação do STF 6

8 SAUDAÇÃO DO MINISTRO CELSO DE MELLO, DECANO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, À MINISTRA ELLEN GRACIE, NA ÚLTIMA SESSÃO PLENÁRIA DA SUPREMA CORTE POR ELA PRESIDIDA, REALIZADA EM 16/04/2008, QUARTA-FEIRA. Esta, eminente Senhora Ministra ELLEN GRACIE, é a última sessão plenária que Vossa Excelência dirige como Presidente do Supremo Tribunal Federal. Trata-se de fato que merece registro nos anais desta Corte. A ascensão de Vossa Excelência à Presidência do Supremo Tribunal Federal constituiu um marco impregnado de profunda significação histórica, pois rompeu, definitivamente, barreiras culturais e ideológicas que, ao longo dos séculos, marginalizaram, arbitrariamente, a mulher em nosso País, com grave comprometimento da essencial dignidade da condição feminina. A presença de Vossa Excelência, Senhora Ministra ELLEN GRACIE, na Presidência do Supremo Tribunal Federal, neste ano em que celebramos o bicentenário da criação do primeiro órgão de cúpula da Justiça nacional e comemoramos o 20º aniversário da promulgação da Constituição democrática de 1988, representa como pude dizê-lo quando de sua eleição para esse altíssimo cargo - a expressão visível de que, em nosso País, as relações de gênero passaram a ostentar um novo perfil, superando-se, desse modo, um contexto ideológico cujas premissas institucionalizavam uma inaceitável discriminação de gênero, que impedia, injustamente, o pleno acesso da mulher às instâncias mais elevadas de poder. 7

9 A investidura de Vossa Excelência na Presidência desta Suprema Corte (e na Chefia simbólica do Poder Judiciário nacional), Senhora Ministra ELLEN GRACIE, mostrou-se emblemática, pois, com esse fato, pudemos celebrar, em nosso País, um novo tempo, que significou verdadeiro rito de passagem nas práticas sociais e institucionais, pois se tornou claro, com a presença de Vossa Excelência na sédia presidencial, que o Brasil repudia condutas discriminatórias fundadas em razões de gênero, ao mesmo tempo em que consagra o exercício afirmativo, democrático e republicano da igualdade. Não hesito em proclamar, Senhora Presidente, em meu nome e no dos eminentes Juízes que compõem esta Alta Corte, a honra e o privilégio que nos foram dados de atuar, no Supremo Tribunal Federal, nesta particular quadra histórica de nossa vida republicana, sob a qualificada, competente e digna Presidência de Vossa Excelência. Estendo, por isso mesmo, Senhora Presidente, neste momento tão importante para a vida do Supremo Tribunal Federal, as nossas homenagens, além de manifestar o nosso respeito e o reconhecimento, que é geral, por sua atuação independente, por sua condução firme, sóbria e eficiente dos trabalhos desta Corte Suprema e pelo alto sentido de que se revestiram as medidas que Vossa Excelência adotou e por cuja implementação se empenhou, sempre agindo com o elevado propósito de modernizar e de agilizar as práticas processuais no seio da instituição judiciária, em ordem a conferir real efetividade ao sistema de administração da justiça. Receba, pois, Senhora Presidente, de seus colegas do Supremo Tribunal Federal, as nossas saudações, os nossos cumprimentos, o nosso respeito e os nossos melhores votos de plena felicidade. 8

10 Prefácio O encerramento do período presidencial de administração do Tribunal sempre evoca referências aos resultados e sucessos nele acontecidos. Não é diferente desta vez. Desde 23 de abril de 2006 sob a direção e orientação da Senhora Ministra Ellen Gracie os trabalhos da Corte Suprema foram de modo geral impregnados de propósitos de incorporar ferramentas modernizadoras e práticas de racionalização, tanto do serviço administrativo como, em especial, do desenvolvimento da função jurisdicional que toca constitucionalmente ao STF. Tudo com o intuito único de propiciar rapidez e simplicidade aos seus veredictos. Nessa medida, o relatório do biênio que ora se apresenta mostra números que confirmam essa verificação e indica que o Tribunal efetivamente alcançou um desempenho altamente significativa e afirmativa de suas propostas originárias de eliminação da demora e de agilidade da produção judiciária. Vale assinalar, outrossim, que o toque feminino de organização e delicadeza fez as mudanças se passarem mais silenciosa e suavemente. Com efeito, a partir da apreciação precoce dos agravos de instrumento pela própria Presidência ainda antes da distribuição normal com o fim de expungir dentre eles os que contivessem defeitos formais que pudessem desde logo impedir seu curso com enorme vantagem para os Ministros Relatores, assim como a introdução e intensificação do processo eletrônico no âmbito do STF (e-re) do mesmo modo que a atuação decidida do mecanismo de repercussão geral virtual na admissibilidade dos recursos extraordinários endereçados à Corte, revelam providências de grande oportunidade no rumo do seu descongestionamento. Mesmo ainda em fase de implantação e familiarização o e-re e a repercussão geral virtual têm mostrado, inobstante, o grande potencial de produção de resultados com economia de trabalho, de recursos materiais e de espaço físico nos diferentes órgãos do Tribunal. Por fim, embora concentrada neste último semestre da atual gestão, a informatização geral do processo subido ao Supremo Tribunal Federal desde as instâncias inferiores está a indicar que são muito interessantes as perspectivas de facilitação e velocidade na prestação jurisdicional lá como aqui, e graças ao esforço e dedicação de todos os integrantes da Presidência do Tribunal, na seqüência será possível manter e aprimorar os modelos e práticas correspondentes ao longo das gestões que se sucederem. Manoel Lauro Volkmer de Castilho Secretário-Geral da Presidência do STF 9

11 Abertura do Ano Judiciário 2007 Ministra Ellen Gracie Northfleet Presidente do Supremo Tribunal Federal No dia 1º de fevereiro de 2004, o então Ministro Presidente Maurício Corrêa deu início a uma tradição que faltava a esta Casa tão cheia de tradições e de ritos. A partir de então, registra-se solenemente a abertura do ano judiciário com sessão que permite reiterar, com o prestígio que lhe conferem as presenças do Senhor Presidente da República e dos Senhores Presidentes do Senado e do Congresso e da Câmara dos Deputados, a mais perfeita harmonia e cooperação que devem caracterizar a atuação dos Poderes do Estado. Poderes que, inobstante a sua independência, são necessária e permanentemente convergentes na constante busca do bem comum do povo brasileiro. Os motivos eleitorais, de todos conhecidos, impedem a presença hoje dos Senhores Presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Exatamente neste momento, realizam-se, em ambas as casas do Congresso Nacional, posses e eleições para as Mesas diretoras. Suas Excelências, nas mensagens encaminhadas a esta Casa, fazem-nos chegar os votos de um profícuo ano de trabalho. Honra-nos com sua presença o Senhor Presidente da República. É minha primeira palavra a de acolhida a Sua Excelência, realçando o histórico relacionamento de respeito, acatamento e cooperação entre os Poderes. Devo assinalar que a atuação concertada dos Poderes da República resultou, ao final do ano passado, no estabelecimento de marco significativo de uma nova etapa de aperfeiçoamento para os serviços de prestação da Justiça que nos competem a nós, juízes. A aprovação pelo Congresso Nacional e a posterior sanção presidencial das Leis , e têm significado que só poderá ser devidamente apreciado com maior perspectiva de tempo. Já nos é possível, no entanto, afirmar que são elas divisores de águas na estruturação e na funcionalidade do Poder Judiciário. A edição de súmulas com força vinculante para a Administração dificilmente poderá ser suficientemente louvada. Tudo porque é fato inconteste que a Administração, em suas diversas esferas por motivos vários, mas também pela falta de mecanismo que desse aos seus representantes judiciais o necessário respaldo, tantas vezes insiste em ignorar interpretação reiterada do Supremo Tribunal Federal, e com este proceder obriga o cidadão a intentar mais uma das milhares de causas idênticas que congestionam os serviços forenses. Esse congestionamento lhes retira a agilidade necessária para o enfrentamento 10

12 de questões novas e urgentes. O novo instrumento irá, então, permitir que seja desinflada a demanda que hoje recai sobre a Justiça Federal e as Varas de Fazenda Pública, de maneira particularmente sensível. Todas as causas de massa, que tenham por núcleo uma mesma questão de direito, ficarão definidas se já ajuizadas ou serão mesmo estancadas no nascedouro. Outra das medidas, a autorização para que esta Corte defina quais as questões que - por veicularem interesse geral - devam merecer a sua atenção, corresponde à garantia de funcionalidade para este Tribunal, hoje sobrecarregado com questões de somenos. Trata-se de demandas que apenas a pertinácia de litigantes recalcitrantes impulsiona através de toda a extensa cadeia de possibilidades recursais, reiterando, vezes sem conta, a mesma argumentação. As duas primeiras leis a que me referi dizem de perto com a atuação deste Supremo Tribunal Federal, mas repercutem sobre a totalidade da estrutura judiciária. A terceira, porém, representa uma mudança de paradigma para toda a Justiça brasileira. A possibilidade de utilização de procedimento eletrônico abre ao Poder Judiciário a oportunidade de livrar-se daquele que é reconhecidamente o seu problema básico, a morosidade. Com a tramitação automatizada, poderemos enfim encurtar o que, em ocasião anterior, já rotulei como tempo neutro do processo, um tempo não-criativo de mera rotina burocrática, que a praxe centenária, acriticamente reproduzida, fazia por alongar desmesuradamente. Tive ocasião de demonstrar, no já longínquo ano de 1992, com base em pesquisa sobre processos do arquivo da Justiça Federal, que não menos que 70% do tempo total de um processo correspondem a essa repetição de juntadas, carimbos, certidões e movimentações físicas dos autos. Assim, a utilização dos recursos tecnológicos significará uma racionalização e redução drástica de tais tarefas, permitindo aos magistrados dedicarem-se, verdadeiramente, às criativas tarefas de construção das soluções para os litígios que lhes são submetidos. Pois bem, os Poderes Legislativo e Executivo já cumpriram suas tarefas de fornecer as condições legais para o aperfeiçoamento de nossa instituição. Folgo em dizer, Senhor Presidente, que o Poder Judiciário, confiando nesse desdobramento, já vinha se preparando para dar conseqüência imediata às inovações. Já fizemos circular, desde o final do ano passado, entre os Ministros desta Casa as primeiras propostas-tentativas de enunciados de súmulas vinculantes, elaboradas por nossa comissão de jurisprudência. Elas serão formalmente encaminhadas à apreciação do Plenário, após a tramitação prevista pela nova Lei nº /06. 11

13 Por igual, estamos detalhando os procedimentos a serem adotados para aplicação do filtro da repercussão geral. No que diz respeito à adoção de procedimento eletrônico para tramitação de recursos, informo, com satisfação, que o Tribunal está habilitado a receber, em formato digital, os recursos extraordinários enviados pelos tribunais que compõem um projeto piloto de aplicação desta inovação e que são, a saber, o Tribunal Superior do Trabalho, os Tribunais de Justiça do Espírito Santo e de Sergipe. Uma vez conferida, com estes tribunais, a operacionalidade do sistema, a ele se integrarão os Tribunais de Justiça de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, destes tribunais se originam 63% dos recursos extraordinários enviados ao Supremo Tribunal Federal. Mas, Senhor Presidente, não é só esta Corte que ingressa com vigor na era digital. É de justiça mencionar, também, o trabalho desenvolvido pelos demais Tribunais Superiores e pelo sistema judicial como um todo. Peço licença para mencionar, muito resumidamente, apenas o pioneirismo do Tribunal Superior do Trabalho, que, sob a direção do Ministro Ronaldo Lopes Leal, já inaugurou o e-recurso, módulo de apoio às decisões, com utilização de métodos de inteligência artificial, que garantirá aos feitos uma celeridade de solução antes impensável. Devo mencionar também os esforços do Superior Tribunal de Justiça, presidido pelo Ministro Raphael de Barros Monteiro, e do Conselho da Justiça Federal, mediante os quais 80% dos Juizados Especiais Federais Cíveis, hoje em número de 258 em todo o país, já funciona em meio eletrônico. Além disso, 29 das 30 Turmas Recursais respectivas também fazem uso do processo virtual. Esse, senhoras e senhores, é o Judiciário do futuro, o Judiciário que ingressa numa nova fase de dinamismo. Mas, Senhor Presidente, o Supremo Tribunal Federal também se volta para o seu passado. Um passado honroso de bons serviços prestados a esta nação. O Brasil apresenta inúmeras singularidades. Dentre elas, a de ser um país que se tornou judiciariamente independente antes da sua independência política. Quatorze anos se passaram entre um e outro fato histórico. Tudo porque, em 10 de maio de 1808, por alvará expedido pelo Príncipe Regente, D. João, foi a Relação da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro elevada à Casa de Suplicação do Brasil, vale dizer, a última instância judiciária, onde terminariam os feitos, sem mais atuação da Casa de Suplicação de Lisboa (Gabriel Martins dos Santos Vianna, Organização e Distribuição da Justiça no Brasil, Revista do Supremo Tribunal Federal, vol. 49, 1923, p. 342). Por isso, afirma João Mendes de Almeida Júnior, ex-ministro desta Casa, que, antes mesmo da elevação do Brasil à categoria de Reino, o que se deu, em 16 de dezembro de 1815, já estava, de fato, estabelecida a mais completa autonomia das Justiças ( O Processo Criminal Brasileiro, Rio, Tip. Baptista de Souza, 1920, p. 159). 12

14 E dessa situação de autonomia não regrediu o judiciário brasileiro nem com o retorno de D. João VI a Portugal, nem com a ordem expressa contida no Decreto de 11 de janeiro de 1822, pelo qual as Cortes Portuguesas (Cortes Gerais Extraordinárias e Constituintes da Nação Portuguesa) determinaram a extinção de todos os tribunais criados no Rio de Janeiro desde que El-rei para ali trasladou a sua Corte desde Especificava esse decreto que a Casa de Suplicação do Rio de Janeiro fica reduzida a uma relação provincial. Essa determinação, no entanto, nunca chegou a ter execução, mas, antes, serviu para acirrar o movimento pela independência, formalmente proclamada poucos meses depois. À Casa de Suplicação, sucedeu, durante o Império, o Supremo Tribunal de Justiça (9/1/1829) e, na República, o Supremo Tribunal Federal (28/2/1891), sem solução de continuidade e com a permanência de muitos de seus membros nas transições. Para assinalar os duzentos anos de história independente do Poder Judiciário no Brasil, contados a partir do estabelecimento de uma instância terminativa no país, o Tribunal deliberou estabelecer uma comissão organizadora de atividades que se sucederão até 10 de maio de Compõem-na os Senhores Ministros aposentados da Casa, em homenagem simbólica que o Tribunal presta a todos quantos ilustraram as cátedras que hoje ocupamos. É nossa intenção, ao longo deste ano, estimular o intercâmbio com outras cortes constitucionais e, de modo particular, com aquelas que exerceram influência sobre a formação do nosso sistema de controle de constitucionalidade. Um sistema que, exatamente, por haver amalgamado modelos e soluções advindas de origens diversas, pode ser considerado dos mais completos e dos mais complexos. Ele oferece as mais amplas oportunidades de acesso. Tanto pela largueza com que defere a legitimidade ativa, quanto pela generosidade com que garante um extenso e diversificado rol de instrumentos processuais a serem manejados para o efeito de averiguação da conformidade constitucional. É, portanto, Senhor Presidente, reverente à obra de construção institucional que corresponde à sua história, que o Supremo Tribunal Federal e o sistema judiciário brasileiro reafirmam, nesta abertura do Ano Judiciário de 2007, o seu compromisso tradicional de interpretar, com fidelidade e isenção, o texto básico da nacionalidade, cumprindo e fazendo cumprir a Constituição Federal. Muito Obrigada. Ministra Ellen Gracie Northfleet Presidente do Supremo Tribunal Federal 13

15 Abertura do Ano Judiciário 2008 Ministra Ellen Gracie Northfleet Presidente do Supremo Tribunal Federal As falas de instalação do Ano Judiciário são como elos de uma cadeia. Elas trazem informações e realizações do ano recém-findo e projetam planos futuros, não apenas para esta Casa, mas para o Poder Judiciário como um todo. Do ano de 2007 se dirá, inicialmente, que foi ano de intensa atividade. O Supremo Tribunal Federal superou-se no esforço de atender à demanda por prestação jurisdicional: foi de 106% o incremento nos julgamentos colegiados, também dobrou a produção de nossos acórdãos, e em 35% cresceram os julgamentos monocráticos. Adotando medidas de aceleração procedimental e afastando-se da tendência à reprodução pura e simples da praxe vetusta, pôde o Tribunal agilizar a tramitação dos feitos. Autorizaram-me os Colegas a atalhar o seguimento dos recursos inviáveis, por intempestivos ou incompletos, e, com isso, mais de 26 mil expedientes deixaram de ser distribuídos. Procedemos ao julgamento concentrado de causas idênticas em plenário, com isso obviando a proliferação dos recursos internos. Mais importante foi o desencadear do processo de edição de súmulas vinculantes, com sua formalização por emenda regimental e a publicação dos primeiros enunciados. A parcimoniosa utilização do instrumento sinaliza claramente aos seus críticos remanescentes que a prudência da Corte não permitirá sua vulgarização. Antes, fará desse mecanismo a pedra fundamental para a segurança jurídica, eliminando a reiteração de discussões superadas em matérias repetitivas. Também fundamental para esse efeito foi a ponderada elaboração da melhor forma de operacionalizar o exame do requisito da repercussão geral. Essa nova condição de admissibilidade já foi reconhecida em 13 das 29 questões submetidas ao crivo dos Senhores Ministros. Localizamos os quinze temas que correspondem à metade de nosso passivo, e a seu deslinde o Plenário comprometeu-se até o mês de novembro próximo. Tudo nos permite prever que os resultados desse gerenciamento do fluxo processual se farão sentir de forma significativa ao final de Os benefícios correspondentes, porém, não se limitam às pautas desta Casa, mas se refletem no sistema judiciário como um todo, na medida em que obstam a tramitação de causas idênticas, mediante a determinação de seu sobrestamento, 14

16 para que a elas seja aplicada a solução alcançada pelo Supremo Tribunal Federal. A essa aceleração de processamento, há de associar-se o uso da tecnologia de informação. Para tanto, o Tribunal inaugurou, em meados do ano de 2007 (20 de junho), o e-stf, sistema que lhe permite receber e decidir recursos em formato eletrônico. Já em setembro, ao Senhor Ministro Carlos Britto coube a relatoria do primeiro processo que percorreu todas as instâncias judiciais sem registro em papel. O RE , originado de decisão de Turma Recursal de Juizado Especial (1ª Região Federal) e decidido em 17 de outubro passado, teve tramitação inteiramente digital. Além disso, também contribuímos para a preservação do meio ambiente, com a adoção do Diário da Justiça eletrônico, cujas funcionalidades facilitam sobremaneira a pesquisa, pois ele é interligado ao nosso banco de dados de tramitação processual. Difundida foi a certificação digital e a chancela eletrônica, hoje utilizada por todos os Senhores Ministros. O acesso às nossas informações foi facilitado e estimulado mediante a arquitetura do novo portal, no qual 130 serviços diversos são oferecidos aos usuários. Dentre tantos serviços, destaco o de biblioteca digital, em que se inserem a obra completa de Rui Barbosa e os processos nos quais o patrono da advocacia brasileira atuou e que fazem parte de nosso acervo. Deveremos acrescentar, em breve, a essa notável ferramenta de difusão do conhecimento, os processos históricos, hoje em depósito junto ao Arquivo Nacional e sobre os quais uma equipe, que reúne historiadores e profissionais de documentação, vem trabalhando incessantemente. No campo da diplomacia judiciária, também se registraram realizações importantes em Ao longo do ano, recebemos a prestigiosa visita de sete presidentes de Cortes Supremas, que aderiram ao nosso projeto de traçar quadro comparativo do controle de constitucionalidade, tal como ele se pratica na atualidade, em diversas jurisdições. O Tribunal sediou pela quinta vez o Fórum de Presidentes de Cortes Supremas do Mercosul, evento que oferece oportunidade para intercâmbio de experiências entre os países da região. O Fórum tem o objetivo de marcar, de forma muito clara, a adesão dos Judiciários nacionais aos ideais de integração, estabelecendo o exemplo para nossas magistraturas e preparando-as para a aplicação o mais homogênea possível do novo direito que deverá reger uma etapa de maior progresso e bemestar para nossos povos, e de inserção, em condições privilegiadas, nos mercados mundiais para nossos países. 15

17 Acreditamos que é o Direito e a aplicação do Direito, tal como compete aos Poderes Judiciários nacionais, que haverão de servir de conduto às iniciativas de superação dos desafios inerentes ao processo de integração. Anunciávamos, na abertura do Ano Judiciário de 2007, a intenção de assinalar, com o devido destaque, os 200 anos em que o Brasil já dispõe de instância terminativa dos litígios iniciados em seu território. A linha sucessória traçada a partir da Casa da Suplicação do Brasil, criada por alvará régio de 10 de maio de 1808, coloca-nos a responsabilidade de evocar e de valorizar essa rica tradição. Mais do que mera curiosidade histórica, o fato de termos estabelecido nossa autonomia judiciária antes mesmo da independência política assinala, de forma muito significativa, a característica do Estado Brasileiro, no qual um Poder Judiciário autônomo e eqüipotente em relação aos demais Poderes assegura, na prática do sistema de freios e contrapesos, a concretização do Estado de Direito. A presença honrosa de Vossas Excelências, Senhor Presidente da República e Senhor Presidente do Congresso Nacional, demonstra, simbolicamente, essa realidade. Inúmeras atividades marcaram os preparativos para o Bicentenário do Judiciário Independente no Brasil. Concursos de fotografia e de monografias foram realizados, e diversas exposições preencheram nossos espaços. Dentre todas, realço a Exposição das Constituições Brasileiras, que ilustrou o ambiente sócio-político-cultural correspondente a cada uma das diversas Cartas que já regeram a história brasileira. Restauramos o nosso Edifício Anexo Um, cujas instalações causavam preocupação especialmente em relação à sobrecarga elétrica. É nele que está situada nossa central de processamento de dados. Para protegê-la, foi instalada uma sala-cofre, onde se preservarão os registros de nossa atividade. Pois este ano se prenuncia ainda mais dinâmico. Há a perspectiva de alternância na condução dos trabalhos da Corte e de enfrentamento de inúmeros temas da maior relevância para o País. É, por isso, com satisfação que dou por instalado o Ano Judiciário de Muito obrigada. Ministra Ellen Gracie Northfleet Presidente do Supremo Tribunal Federal 16

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