Cartões. na mesa. Descubra como o usuário classifica e organiza as informações

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1 50 :: Webdesign Cartões na mesa Descubra como o usuário classifica e organiza as informações Ambientes para inclusão de vídeos, álbuns de fotos, blogs, microblogging, podcasts, redes de relacionamento on-line... A lista de ferramentas para criação e compartilhamento de conteúdo, seja ele em formato de áudio, vídeo ou texto, não para de crescer e justifica o considerável volume de informações geradas diariamente pela internet. Neste universo, o uso de sistemas de categorização e classificação de conteúdo dentro do processo de desenvolvimento de um projeto digital se torna fundamental para se garantir o acesso simples e exato naquilo que o usuário deseja encontrar durante o seu período de navegação. Para tanto, os designers de interação e arquitetos de informação ajudam a definir sistemas de categorização/classificação, organizado o caos. Imagine como seria entregar uma carta em São Paulo, para o João Batista, se você não tivesse nomes de ruas, bairros, números de prédios, andares etc. Seria uma tarefa árdua. O mesmo se aplica ao tentar encontrar uma barra de chocolate em um supermercado sem seções claras. Porém, nem todo mundo pensa da mesma forma ou busca um determinado conteúdo com o mesmo objetivo. Daí a importância em se oferecer mais de uma forma de classificação do conteúdo. Os vídeos, por exemplo, podem ser organizados por mais vistos, mais recentes, vídeos relacionados, por tema ou outra classificação que auxilie o usuário a encontrar o que procura, explica Leandro Alves, sócio da Latitude14 (www.latitude14.com.br) e consultor em usabilidade e design de interação.

2 reportagem - Card sorting :: 51 A importância desses sistemas é, portanto, crucial para que não nos percamos nesse emaranhado de hipertextos. Ferramentas de tagging, como o Delicious (http://delicious.com/), são prova dessa necessidade que temos para organizar as coisas. Neste caso, obviamente me refiro a uma ferramenta externa a um sistema. Mas, se formos falar de ferramentas dos sistemas de produção de conteúdo, as categorias em blogs e sistemas de CMS e até a possibilidade de tagging mostram também a importância dessas ferramentas e do assunto, complementa Caio Cesar, professor e consultor em design centrado no usuário, marketing, comércio eletrônico e produção de mídias digitais (www.caiocesar.cc). Dentre suas principais análises publicadas nos últimos anos, o guru da usabilidade Jakob Nielsen diz que um erro muito comum no desenvolvimento de sites e de intranets é estruturar a informação baseado apenas em como a empresa enxerga a sua informação. Assim, a técnica do card sorting pode ajudar a transformar a realidade destes processos. Ele é uma técnica utilizada para suportar o processo de arquitetura de informação e que identifica como as pessoas agrupam os conteúdos segundo as suas necessidades. Desta forma, é possível identificar pontos de melhoria na categorização e rotulação do projeto; novas possibilidades de conteúdo e os diferentes modelos mentais existentes de acordo com os perfis dos usuários convidados. É importante lembrar que o resultado destes estudos, por mais definitivos que possam parecer, exigem a intervenção ativa do arquiteto de informação. Ele deve avaliar criticamente os resultados para propor a organização mais adequada ao público-alvo e ao negócio da empresa, ressalta Sergio Carvalho, coordenador da área de experiência do usuário da Sirius Interativa (www.sirius.com.br). Uma forma de evitar o erro citado por Nielsen é envolver usuários representativos do público-alvo nas sessões de card sorting. Por meio de cartões com os nomes/títulos de alguns conteúdos, os usuários são convidados a formar grupos que façam sentido para eles e, posteriormente, nomear cada um desses grupos. Este processo, quando acompanhado por um especialista, revela padrões/tendências que refletem o modo como os usuários realmente pensam e o resultado disso gera boas dicas sobre como o site deve ser organizado. Em outras palavras, o card sorting tem uma função de ajudar a equipe a criar soluções que sejam mais coerentes com a forma de pensar de seu público, resultando em produtos mais fáceis e prazerosos para os usuários, acrescenta Leandro. Quando aplicar e os investimentos Entendida a importância que o card sorting assume dentro do processo de categorização de conteúdo, o próximo passo é saber quando esta técnica deve ser aplicada no desenvolvimento de um projeto. A técnica é aplicada no início do desenho da arquitetura de informação do projeto e, ao final, para a sua validação. Neste caso, o arquiteto já propôs um modelo de organização da informação e pretende validá-lo. Será que os usuários vão agrupar os cartões da mesma maneira ou será que vão propor novas formas de organização?, argumenta Sergio.

3 52 :: Webdesign O card sorting tem uma função de ajudar a equipe a criar soluções que sejam mais coerentes com a forma de pensar de seu público (Leandro Alves) O card sorting é extremamente recomendado para organização de sites que têm uma grande quantidade de conteúdo - intranets, sites governamentais, universidades etc. -, embora sites médios também possam se beneficiar muito da técnica. Pode-se aplicar, também, limitado ao conteúdo de apenas uma seção de um site, quando se tem dúvida sobre como organizar seu conteúdo, completa Leandro. Em termos de custos, é preciso conhecer os elementos necessários para colocar esta técnica em prática (ver box sobre as etapas do card sorting, na página 54). Para realizá-la, a equipe precisa conhecer bem o conteúdo e sua classificação e ter um bom conhecimento dos diferentes perfis de usuários do sistema para recrutar usuários que se encaixem nestes perfis e executar o procedimento. Em termos de estrutura física, uma sala de reuniões é o bastante para receber os participantes (recomenda-se não mais que sete por sessão). Lanche para o pessoal é bom e remunerá-los pela participação também é recomendado. São necessários os cartões impressos e cartões em branco. Por último, uma equipe com um condutor e anotadores (um para cada dois participantes) e equipamento de captação de áudio e vídeo para registrar a sessão (dependendo do projeto, é necessário fazer mais do que uma sessão). Pode-se perceber que não é um procedimento caro. E o retorno é bem interessante, revela Caio. Modelos e ferramentas a utilizar Dentre os modelos existentes para aplicação do card sorting (aberto ou fechado; de alta ou baixa fidelidade), os especialistas ressaltam que você deverá escolher o tipo mais adequado para um determinado contexto e público-alvo. De qualquer forma, pela nossa experiência, o modelo aberto e com grupos pode trazer maior riqueza de informação para a etapa de análise de dados ao permitir a livre discussão entre os participantes, apesar de exigir um maior esforço de moderação, orienta Sergio. Outra questão importante a ser avaliada, como destaca Leandro, passa pelo tipo de informação que você deseja extrair através da técnica. Isso vale para qualquer técnica de design centrado no usuário. No card sorting fechado, você pede ao usuário que organize os cartões de acordo com uma lista de categorias preestabelecidas. É útil para sites que já existem e precisam expandir seu conteúdo. Já no card sorting aberto o usuário agrupa os cartões livremente e, posteriormente, dá um nome a cada grupo. Outra variação que existe é na homogeneidade do conteúdo. Num card sorting com cartas mais heterogêneas (tipos muito variados de conteúdo), o resultado que se obtém são insights, dicas sobre como se deve organizar o conteúdo. Já com cartas mais homogêneas (por exemplo, um card sorting de um site de e-commerce), o resultado dos testes tende a ser mais próximo da estrutura final (categorias de produtos, no exemplo citado). Sobre as ferramentas disponíveis, existem as opções entre os processos manuais (com cartões em papéis escritos à mão ou impressos) e o uso de software específico (WebSort - xsort - OptimalSort - optimalsort.com/ etc.). Neste assunto, a opinião dos especialistas parece ser unânime: o uso de ferramental

4 reportagem - Card sorting :: 53 não eletrônico ainda parece ser mais eficiente para a dinâmica do processo. Costumo priorizar os procedimentos realizados manual e presencialmente. Nada contra as ferramentas on-line (já as usei bastante e usarei sempre que necessário), mas é que elas impedem que os participantes conversem entre si, olhem nos olhos, discordem etc. Quando analisamos os vídeos e os áudios destas discussões, descobrimos muita coisa bacana para o projeto, diz Caio. Quando aplicamos um processo manual, que pessoalmente prefiro por oferecer ao usuário um ambiente mais natural de interação, a ferramenta que utilizamos desde a preparação dos cartões até a compilação e análise de dados é uma planilha eletrônica. Você pode encontrar na web vários modelos interessantes de planilhas para usar como base, complementa Sergio. Análise dos resultados Conhecidos todos os elementos necessários para que o card sorting possa ser realizado, a etapa final deste processo envolve a análise dos resultados gerados em sua aplicação. Dessa forma, alguns cuidados devem ser tomados para garantir que sua utilização represente bons caminhos para o desenvolvimento de um projeto. Acho que o maior cuidado de uma equipe é o de conduzir as sessões sem que o raciocínio dos participantes seja também conduzido. Com relação ao relatório, lembre que os resultados não são necessariamente imperativos. Pode ser que uma classificação feita pelos usuários esteja bastante errada e aí o que deve ser feito (na maioria dos casos) é uma readequação de rótulos, alerta Caio. O card sorting, por si só, não é suficiente para definição de uma estrutura final, apenas ajuda o especialista guiando-o para um resultado mais próximo do modelo mental do usuário. Com isso, a atenção deve ser direcionada para que se evite ser tendencioso na hora de definir a estrutura final. Não se deve levar o resultado das sessões à risca, nem ignorá-los por completo. O bom especialista conta com a prática nestas horas e deve ser capaz de identificar padrões e, junto do seu conhecimento adquirido em outros trabalhos, definir o que será melhor para o projeto, aliando o modelo mental dos usuários com os objetivos de negócio e de estratégia do cliente, finaliza Leandro.

5 54 :: Webdesign Etapas para aplicação do card sorting 1) Levantamento de todo o conteúdo do site, fazendo um inventário de conteúdo, no caso de sites que estão sendo reformulados; 2) Criação da lista de rótulos para os cartões, limitando de 30 a 100 itens, e mantendo uma granularidade regular, ou seja, selecionar conteúdos que sejam de níveis semelhantes (conteúdo de nível mais baixo, como produtos ou páginas, ou de um nível mais alto, como grupos de produtos ou seções de um site); 3) Criação dos cartões que podem ser escritos à mão ou impressos, em cartões de papel. Na Latitude14, costumamos usar folhas de gramatura grossa por facilitar o manuseio; 4) Encontrar e recrutar pessoas representativas do público-alvo; 5) Preparação do ambiente/equipamentos e treinamento dos auxiliares; 6) Realizar os testes observando, principalmente, os pontos de dúvida, nomenclaturas utilizadas, modelo de organização e outros aspectos que irão lhe ajudar na definição da estrutura; 7) Análise dos resultados e elaboração de relatório final. Fontes: Caio Cesar (5 e 7) e Leandro Alves (1 a 4; 6) Livros Internet - Artigo Card sorting: a definitive guide - Artigo Card sorting não é tudo - Blog da Locaweb - Site Adaptive Path - Site Boxes and Arrows - Card sorting: designing usable categories Autora: Donna Spencer - Don't make me think Autor: Steve Krug - Information Architecture: Blueprints for the Web Autora: Christina Wodtke - Information Architecture for the World Wide Web Autores: Louis Rosenfeld e Peter Morville - Rapid Problem Solving with Post-it Notes Autor: David Straker - Sorting things out Autores: Geoffrey Bowker e Susan Leigh - The Elements of User Experience Autor: Jesse James Garrett Fontes: Caio Cesar, Leandro Alves e Sergio Carvalho

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