ReportBuilder. Nesta matéria estarei abordando um pouco mais sobre este gerador. Construindo um relatório com quebra de Grupo. delphi.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ReportBuilder. Nesta matéria estarei abordando um pouco mais sobre este gerador. Construindo um relatório com quebra de Grupo. delphi."

Transcrição

1

2

3 editorial Editorial THE CLUB Av. Profº Celso Ferreira da Silva, 190 Jd. Europa - Avaré - SP - CEP Informações: (14) Suporte: (14) Fax: (14) Internet Cadastro: Suporte: Informações: Dúvidas Correspondência ou fax com dúvidas devem ser enviados ao - THE CLUB, indicando Suporte. Opinião Se você quer dar a sua opinião sobre o clube em geral, mande a sua correspondência para a seção Tire sua dúvida. Reprodução A utilização, reprodução, apropriação, armazenamento em banco de dados, sob qualquer forma ou meio, de textos, fotos e outras criações intelectuais em cada publicação da revista The Club Megazine são terminantemente proibidos sem autorização escrita dos titulares dos direitos autorais. Impressão e acabamento: HIPERGRAF Indústria Gráfica Tel.: (14) Cep Rua Francisca A. Pereira Borges, 436 Barra Bonita - Vila São Caetano Tiragem: exemplares Olá Amigos do The Club, E stamos chegando em nossa edição de número 156 da The Club Megazine, com matérias, dicas e muitas outras coisas, tudo para satisfação dos senhores associados. Sempre trabalhamos com o intuito de poder ajudá-los. Estamos trazendo duas matérias do nosso Consultor Técnico Thiago Cavalheiro Montebugnoli, uma de um gerador de relatórios chamado ReportBuilder, com uma breve explicação de seus recursos seguido de um exemplo prático e a outra algumas dicas para instalar o Firebird no Windows Vista, inclusive uma dúvida freqüente em nosso suporte técnico. Vitor Scarso, nosso consultor técnico, vem com uma matéria interessante e prática sobre como trabalhar com Stored Procedures, com a intenção de poder sanar parte das dúvidas do pessoal que trabalha com elas. Não deixem de conferir duas matérias do nosso colaborador Fábio Câmara, uma que trata de Técnicas de Redimensionamento de Forms e outra denominada Gerente de Projetos, uma nova ótica, que certamente serão úteis. Não podemos esquecer de nossa seção de Dicas e Truques e Perguntas e Respostas. Boa Leitura e sucesso a todos. sumário - Editorial Report Builder Copyright The Club Megazine 2007 Diretor Técnico Mauro Sant Anna Construindo um relatório com quebra de grupo - MySQL 5.0 com DBExpress Consumindo WebService para consultas de CEPs Um cardápio de metodologias ágeis Colaboradores Mauto Sant Anna - SQL Server 2005 Express Delphi é marca registrada da Borland International, as demais marcas citadas são registradas pelos seus respectivos proprietários. - Perguntas & Respostas Dicas & Truques

4 delphi ReportBuilder Construindo um relatório com quebra de Grupo Nesta matéria estarei abordando um pouco mais sobre este gerador de relatórios. Montarei um relatório com quebra de grupo utilizando a tabela Department da Base de Dados Employee geralmente encontrado na seguinte pasta: Depois de configurado estes componentes Insira um Dbgrid para visualizarmos os registros e um Botão para chamarmos o relatório. O seu formulário deverá ficar parecido com o da Figura 01. C:\Arquivos de programas\firebird\firebird_1_5\examples Para iniciarmos a criação de nosso relatório primeiramente abriremos o Delphi 7 para criação de nosso Formulário onde chamaremos o Relatório. Adicionaremos os componentes de conexão e de acesso aos dados. Coloque um SqlConnection e ligue-o ao Database Empoloyee. Insira um SqlDataset e em sua propriedade Sqlconnection coloque como Sqlconnection1, em seguida defina em CommandText a instrução SQL: SELECT DEPT_NO, PHONE_NO, DEPARTMENT, LOCATION FROM DEPARTMENT ORDER BY LOCATION Insira um DatasetProvider e ligue-o ao SqlDataset pela propriedade Data- Set e logo em seguida coloque um ClientDataset alterando sua propriedade ProviderName para DataSetProvider1. Coloque um DataSource e através da propriedade DataSet deixe como ClientDataSet1. Insira em seu formulário os seguintes componentes do ReportBuilder: ppdbpipeline e ppreport e configure suas propriedades. ppdbpipeline DataSource = Datasource1 Name = ppdbdepartment PPReport DataPipeline = ppdbdepartment DeviceType = Screen Name = ppgrupo PreviewFormSettings - WindowState = wsmaximized (teremos o relatório Maximizado) - ZoomSetting = zs100percent (zoom de 100%) Figura 01. Formulário para chamar o relatório. Coloque o código abaixo no botão Visualizar, para assim podermos chamarmos nosso relatório. procedure TForm1.BitBtn1Click(Sender: TObject); ppgrupo.print; Montando o Relatório Dê um duplo clique sobre o componente ppgrupo para montarmos o relatório. Percebam que por padrão o ReportBuilder vem com as bandas Header, Detail e Footer, portanto iremos adicionar mais algumas, para isto clique no menu Report e adicione uma banda Title e logo em seguida uma Group. (veja Figura 02) 04

5 delphi Label4 - Font = Arial, Negrito e tamanho 10 Text - Caption = Phone_No - Font = Arial, Negrito e tamanho 10 Line1 Appearance - Pen - Color = clsilver Na Banda Group Header coloque um Dbtext, para podermos agrupar nosso relatório por LOCATION. Dbtext1 Data - DataField = LOCATION - DataPipeline = DBDepartment Text - Font = Arial, Negrito, Vermelho, Sublinhado e tamanho 10 Na banda Detail insira mais 3 Dbtexts. Figura 02. Adicionando uma banda do tipo Group. No combobox Groups defina como DB.Department.LOCATION em seguida clique em Add. Pronto, criamos uma Banda do tipo Group Header e outra do tipo group Footer sendo agrupadas pelo campo LOCATION. Na banda Title coloque um componente Label e outro Shape com as seguintes configurações: Label1 Dbtext2 Data - DataField = DEPT_NO - DataPipeline = DBDepartment Dbtext3 Data - DataField = DEPARTMENT - DataPipeline = DBDepartment Appearance - Color = clsilver Text - Caption = Agrupamento por Localização Font Arial, Preto e tamanho 16 Shape1 Appearance - Brush - Color = clsilver - Pen Color = clsilver - Shape = strectangle Na banda Header coloque 3 componentes Labels e um chamado Line. Label2 Text - Caption = Dept_No - Font = Arial, Negrito e tamanho 10 Label3 Text - Caption = Department 05

6 delphi Dbtext4 Data - DataField = PHONE_NO - DataPipeline = DBDepartment Em seguida dê um Save All e execute o projeto. A Figura 04 mostrará nosso relatório em run-time. Na Group Footer, coloque um Label e um DbCalc. Label5 Text - Caption = Total por Grupo: Text - Font = Arial, Negrito, Vermelho, Sublinhado e tamanho 10 DbCalc Calculations - DbCalcType = dccount Text - Font = Arial, Negrito, Vermelho, Sublinhado e tamanho 10 E por final colocaremos na banda Footer dois componentes do tipo SystemVariable e um Shape, para darmos um visual bacana em nosso relatório. SystemVariable1 Appearance - Color = clsilver - VarType = vtdatetime Text - Font = Arial, Negrito e tamanho 10 SystemVariable2 Appearance - Color = clsilver - VarType = vtpagesetdesc Text - Font = Arial, Negrito e tamanho 10 Shape2 Appearance - Brush - Color = clsilver - Pen Color = clsilver - Shape = strectangle Após configurar todos estes componentes, seu relatório deve estar parecido com o da Figura 03. Figura 04. Relatório em Run-time. Conclusão Nesta matéria vimos a facilidade para montar relatórios no ReportBuider, puderam perceber que com pouco esforço montamos um relatório com quebra de grupo. Espero que os senhores tenham gostado. Sucesso a todos e até a próxima. Download O exemplo referente a esta matéria está disponível para download no seguinte link. Grupo.zip Figura 03. Relatório Pronto. Sobre o autor Thiago Cavalheiro Montebugnoli é tecnólogo, formado pela Faculdade de Tecnologia de Botucatu SP (FATEC) e consultor técnico do The Club. 06

7 delphi MySQL 5.0 com DBExpress J á lançamos uma matéria para conectar com o Banco de Dados MySQL 5.0 com o conjunto de componentes Zeos. Os drivers dos componentes DBExpress, no Delphi 2006 ou inferior, dão suporte a versão 4.0 do MySQL. E por isso não é possível utilizar este conjunto de componentes para conexão ao MySQL 5.0. Com uma Dll fornecida pelo site é possível conectar com esta versão. Esta matéria vem trazendo essa opção para os programadores que trabalham com este excelente Banco de Dados. Primeiro vamos ver quais são algumas características deste driver Trabalha com a versão Delphi 6, Delphi 7, e Borland Delphi 2006 Trabalha com a versão MySQL 5.0 Suporte para todos os tipos de dados do MySQL. Está disponível o Driver e o código fonte. Tem suporte a Large BLOB. Downloads O código fonte e as Dlls estão na versão 1.3 e disponíveis para download no seguinte endereço: No BDS 2006 está localizado em: C:\Arquivos de programas\borland\bds\4.0\dbexpress. Dentro da seção [Installed Drivers] adicione a linha OpenMySQL50=1. Veja como ficará o arquivo DBXDrivers.ini: [Installed Drivers] DB2=1 Interbase=1 MySQL=1 Oracle=1 Informix=1 MSSQL=1 OpenMySQL50=1 Logo após, no mesmo arquivo, adicione uma seção com as seguintes informações: Código fonte: zip DLL s compilada: Instalação A instalação é bem simples. Extraia as duas Dlls do arquivo dbxopenmysql5_dll.zip no mesmo diretório que sua aplicação ou na pasta SYSTEM32. (Lembre-se fazer backup nos arquivos antes de atualizá-los). O primeiro passo é adicionar as informações no arquivo DBXDrivers.ini. Este arquivo localiza-se na seguinte pasta: (Delphi 7) C:\Arquivos de programas\arquivos comuns\borland Shared\DBExpress. [OpenMySQL50] LibraryName=dbxopenmysql50.dll GetDriverFunc=getSQLDriverMYSQL50 VendorLib=libmysql.dll HostName=localhost Database=NomeBD User_Name=root Password=senha Criando uma conexão com o Delphi Vamos criar agora uma conexão com o nosso Banco de Dados MySQL. Vou demonstrar usando o Delphi 7, usado pela maioria dos sócios. Adicione os seguintes componentes: SqlConnection, SqlTable, DataSetProvider, ClientDataSet, DataSource, DBGrid e um DBNavigator. No SqlConnection dê um duplo clique e vamos criar uma nova conexão, note que o driver está disponível com 07

8 delphi o nome (OpenMySQL50). Veja como ficou a conexão: (Figura 01 e 02) Driver Name: OpenMySQL50. HostName: Informe o local aonde esta instalado o Banco, no nosso exemplo estou usando em máquina local (LOCALHOST). Database: Nome da base de dados. Criamos uma com o nome TESTE User_Name: Nome do usuário Password: Senha Vamos ligar os outros componentes: Figura 01. Nova Conexão. No SQLTable1: SQLConnection: SQLConnection1 CommandText: Select * from teste No DataSetProvider1: DataSet: SQLTabel1 No ClientDataSet1: ProviderName: DataSetProvider1 No DataSource1: DataSet: ClientDataSet1 No DBGrid1: DataSource: DataSource1 No DBNavigator1: DataSource: DataSource1 Depois de atribuído os valores basta abrir o ClientDataset e as informações serão mostradas no DBGRID (veja figura 03). Lembrando que é necessário usar o método ApplyUpdates para gravar os dados, adicione esse código no evento OnAfterPost do ClientDataSet: Figura 02. Conexão com o Banco de Dados. A figura 02 traz pra nós as informações da nossa conexão: 08

9 delphi Conclusão procedure TForm1.ClientDataSet1AfterPost( DataSet: TDataSet); ClientDataSet1.ApplyUpdates(0); Este driver é free, uma ótima opção para quem não deseja trabalhar com componentes de terceiros. O desenvolvedor disponibiliza os fontes para manutenção. Foi testado no Delphi 7 e 2007 funcionando perfeitamente. Para mais informações sobre este driver não deixe de conferir o link: mysql_5.html. Espero que tenham gostado dessa matéria. Um abraço a todos e até a próxima. Sobre o autor Vitor Scarso é consultor técnico do The Club, trabalha com programação há 5 anos e é formado em Técnico de Informática pela CNEC Capivari. Figura 03. Informações exibidas no DBGrid. 09

10 delphi Consumindo WebService para consultas de CEPs Nesta matéria irei tratar de um assunto interessante e muito abordado em nosso suporte técnico, iremos consumir um WebService gratuito que tem por objetivo realizar consultas de CEP e Logradouros do Brasil. Atualmente sua base possui mais de logradouros cadastrados. Confira no seguinte link: (Figura 01) Para visualizarmos a implementação dos métodos (das funções acima) clique em Service Description e poderá conferir o XML que iremos utilizar. Construindo o Projeto Para podermos consumir este WebService iremos utilizar o Delphi 7 Interprise, mas ressalto que poderia ser utilizado facilmente outro Delphi que possua recursos para consumir WebServices. Abra o Delphi e vá em File/New/Other e na aba WebServices escolha WSDL Importer, neste momento iremos importar para nosso projeto, veja Figura 02. Figura 01. Página do WebService. Este WebService possui quatro funções, sendo elas: obterversao; obterlogradouro; obtercep; obtercepauth. Nesta parte de nossa matéria abordarei o método obterlogradouro que tem como retorno o nome do logradouro a partir do CEP fornecido. Figura 02. Importando para o projeto. Em seguida clique em Ok e na próxima tela digite o seguinte endereço clicando em Next. (Figura 03) cep?wsdl 10

11 delphi HTTPRIO: THTTPRIO = nil): CEPServicePort; implementation Figura 03. Importando a Interface. Após realizar estes processos iremos gerar uma Unit, parecida com a abaixo: unit cep; interface uses InvokeRegistry, SOAPHTTPClient, Types, XSBuiltIns; type ArrayOfstring = array of WideString; { urn:cepservice } CEPServicePort = interface(iinvokable) [ {EC28595B-95D2-DE51-E5B1-57- B81D4826D3} ] function obterversao: WideString; stdcall; function obterlogradouro(const cep: WideString): WideString; stdcall; function obtercep(const logradouro: WideString; const localidade: WideString; const UF: WideString): ArrayOfstring; stdcall; function obtercepauth(const logradouro: WideString; const localidade: WideString; const UF: WideString; const usuario: WideString; const senha: WideString): ArrayOfstring; stdcall; function GetCEPServicePort(UseWSDL: Boolean=System.False; Addr: string= ; function GetCEPServicePort(UseWSDL: Boolean; Addr: string; HTTPRIO: THTTPRIO): CEPServicePort; const defwsdl = ; defurl = ; defsvc = CEPService ; defprt = CEPServicePort ; var RIO: THTTPRIO; Result := nil; if (Addr = ) then if UseWSDL then Addr := defwsdl else Addr := defurl; if HTTPRIO = nil then RIO := THTTPRIO.Create(nil) else RIO := HTTPRIO; try Result := (RIO as CEPServicePort); if UseWSDL then RIO.WSDLLocation := Addr; RIO.Service := defsvc; RIO.Port := defprt; end else RIO.URL := Addr; finally if (Result = nil) and (HTTPRIO = nil) then RIO.Free; initialization InvRegistry.RegisterInterface(TypeInfo (CEPServicePort), urn:http://www.byjg. com.br, utf-8 ); InvRegistry.RegisterDefaultSOAP Action(TypeInfo(CEPServicePort), urn:cepserviceaction ); 11

12 delphi RemClassRegistry.RegisterXSInfo(TypeInfo (ArrayOfstring), urn:cepservice, ArrayOfstring ); end. Não iremos entrar em detalhes sobre a codificação desta unit, iremos nos focar apenas na função chamada obterlogradouro que tem como retorno um WideString e na Função GetCEPServicePort que tem por objetivo principal conectar o Webservice em nossa aplicação. Veja abaixo as funções: mesma pasta que salvamos a unit cep.pas anteriormente, Clique em Add File to Project ou pressione Shift + F11 para poder adicionar a unit cep.pas ao nosso projeto. Logo abaixo da sessão Implementation use a unit cep.pas, veja abaixo: implementation.. {$R *.dfm}. uses cep; function obterlogradouro(const cep: WideString): WideString; stdcall; function GetCEPServicePort(UseWSDL: Boolean=System.False; Addr: string= ; HTTPRIO: THTTPRIO = nil): CEPServicePort; É em cima destas funções que iremos montar nosso exemplo. Crie uma pasta no Windows, no meu caso C:\revista\webcep, em seguida salve esta unit chamada cep.pas. Vá em File/New/Application e adicione no formulário um Maskedit com sua propriedade editmask como: ;1;_, 2 Botões, 4 Edits, 4 Labels, um Memo e um StatusBar com o seguinte texto Clique em Buscar ou pressione [Enter]. O seu formulário deverá ficar parecido com o da figura 04. A partir daqui poderemos utilizar todos os métodos que estão definidos nesta unit. No evento Onclick do botão Buscar iremos colocar nosso código. Declare uma variável da classe do tipo CEPServicePort, para podermos utilizar a função GetCEPServicePort (que tem por objetivo conectar nossa aplicação cliente com o WebService) e obterlogradouro. Veja abaixo: procedure TForm1.BitBtn1Click(Sender: TObject); var ConsCEP: CEPServicePort; A lógica do programa é simples, iremos conectar ao WebService, jogar o resultado da função obterlogradouro (que é uma string) nos Edits e no Memo. Veja abaixo o código documentado. procedure TForm1.BitBtn1Click(Sender: TObject); var ConsCEP: CEPServicePort; Lista: TStringList; { Iremos testar se o MaskEdit está em branco} if (MaskEdit1.Text = - ) then Exit; Figura 04. Consumindo WebService dos Correios. Altere a propriedade dos Edits e do Memo para Readonly = true, pois usaremos estes componentes apenas para consulta. Neste momento iremos implementar nosso código. Salve o projeto na { Método responsável para conectar ao WebService} ConsCEP := GetCEPServicePort(); { Iremos jogar o Resultado da função obterlogradouro em um Memo, em seguida remover o utilizando a função StringReplace.} 12

13 delphi Memo1.Text := ConsCEP.obterLogradouro(S tringreplace(maskedit1.text, -,,[])); {Criar uma Stringlist para poder armazenar as strings obtidas} try Lista := TStringList.Create; {Testando se a consulta existe dados} if pos(,,memo1.text) > 0 then { ExtractStrings: função para desmembrar a string tendo como referência a vírgula e ir jogando seus itens nos edits.} ExtractStrings([, ],[ ],Pchar(Memo1.Text),Lista); Edit1.Text := Lista.Strings[0]; Edit2.Text := Lista.Strings[1]; Edit3.Text := Lista.Strings[2]; Edit4.Text := Lista.Strings[3]; end {Caso não encontre nenhum registro iremos limpá-los} else Edit1.Clear; Edit2.Clear; Edit3.Clear; Edit4.Clear; finally Lista.free; Importante ressaltar que para utilizar a função ExtractStrings é necessário declarar a unit Strutils, então até o momento estamos utilizando duas units adicionais em nosso projeto. uses cep, Strutils; Iremos acionar o código deste botão no evento OnKeyDown do Maskesdit, ou seja caso o usuário clique em Buscar ou pressione o botão enter nossa consulta será realizada, veja o código simples abaixo: procedure TForm1.MaskEdit1KeyDown(Sender: TObject; var Key: Word; Shift: TShiftState); { Se pressionarmos o Enter o botão será acionado } if (key = 13) then BitBtn1.Click; No botão Nova será implementado o seguinte código, veja abaixo: procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject); MaskEdit1.Clear; Edit1.Clear; Edit2.Clear; Edit3.Clear; Edit4.Clear; Memo1.Clear; MaskEdit1.SetFocus; Em seguida dê um Save All e teste nosso projeto, percebam que há uma pequena demora ao realizar a consulta, ou seja, a aplicação parece que travou, para melhorarmos o projeto iremos mandar uma mensagem para usuário, assim ele ficará ciente que nosso projeto está consultando a base de dados. Implementando o projeto Adicione mais um formulário e altere suas seguintes propriedades: Position = poscreencenter Borderstyle = bsnone ClientHeight = 100 ClientWidth = 270 Dentro deste formulário coloque um Panel, com as seguintes propriedades: Align = alclient Caption = Consultando... Font = Tamanho 14, Negrito e Vermelho. O formulário deverá ficar parecido com o da Figura

14 delphi Figura 05. Consulta... Salve o projeto, e declare a unit2 em nosso projeto principal. Iremos implementar o seguinte código em nosso botão Buscar... { Apresentar o form consulta} Form2.Show; Figura 06. Projeto em Run-time. Importante: Este Projeto funcionará até o momento que este serviço gratuito de consultas de CEPs estiver disponível. {Chamar ProcessMessages para permitir a aplicação processar as Mensagens que estão atualmente na fila} Application.ProcessMessages; { Iremos testar se o MaskEdit está em branco} if (MaskEdit1.Text = - ) then Exit; { Método responsável para conectar ao WebService} Conclusão Vimos nesta matéria que facilmente poderemos consumir um Webservice para consultas de CEPS. Para quem gostou da matéria o mês que vem estarei abordando outras funções deste WebService para podermos implementar nosso projeto. Abraço e Sucesso a todos. 14 ConsCEP := GetCEPServicePort(); { Iremos jogar o Resultado da função obterlogradouro em um Memo, em seguida remover o - utilizando a função StringReplace.} Memo1.Text := ConsCEP.obterLogradouro(S tringreplace(maskedit1.text, -,,[])); { Esconder o Form consulta} Form2.Hide;.. Veja a Figura 06 nosso projeto em Run-Time. Download O exemplo referente a esta matéria está disponível para donwload no seguinte link: Cep.zip Sobre o autor Thiago Cavalheiro Montebugnoli é tecnólogo, formado pela Faculdade de Tecnologia de Botucatu SP (FATEC) e consultor técnico do The Club.

15 delphi Um cardapio de metodologias ageis Um projeto de software está com sérios problemas e quando acordei percebi que não era um pesadelo. Peguei um livro e li: O mau gerenciamento pode incrementar os custos de um projeto de software mais rapidamente que qualquer outro fator, escreveu Barry Boehm em Temi pelo meu emprego e pensei: _ antes de desistir vou contratar muitos desenvolvedores. Peguei outro livro e li: Adicionar pessoas faz um atrasado projeto atrasar ainda mais, escreveu Frederick Brooks em Neste cenário assustador questionei-me: o que vou fazer diferente se preciso de resultados diferentes? Como compreender os verdadeiros obstáculos do gerenciamento de um projeto de software? Procurei por muitos caminhos mas a resposta que mais gostei me foi ensinada pelos métodos ágeis. Entre muitos aprendizados que tive, li que o pensamento ágil reconhece 5 obstáculos no gerenciamento de projetos de software. São eles: pessoas, tempo, funcionalidades, orçamento e recursos (excluindo pessoas). Com isto em mente, coloquei em prática um pouco de 4 propostas ágeis que estudei. Vamos conhecer um pouco destas propostas ágeis. São elas XP, MSF, SCRUM e FDD. extreme Programming Métodos ágeis são propostas incomuns de técnicas para projetos de software. XP, como o nome sugere, é algo um pouco mais radical. Propostas estranhas de técnicas esquisitas fazem os gerentes de projetos temerem utilizá-las em grandes projetos. Para atrapalhar ainda mais as poucas iniciativas de se quebrar paradigmas, o radicalismo de alguns pensadores de XP afastam a compreensão sobre as reais vantagens e os benefícios para o negócio que podemos alcançar com estes métodos. A programação em pares, um dos mais diferentes e originais métodos do XP, traz para o gerente do projeto a necessidade de uma posição sem hipocrisia. Ou você ama, ou você odeia. Até hoje não encontrei um gestor em cima do muro sobre esta técnica. Como exemplo, vamos citar Karl Wiegers, famoso autor de livros técnicos, que afirma em seus ensinamentos que a programação em pares como forma de inspecionar código não é efetiva na redução dos defeitos. Segundo o mesmo, entre 25 % e 35 % é o ganho atingido no aspecto defect reduction. Esta afirmativa é questionada por David Anderson, outro grandioso autor, que defende um número percentual em torno de 50%. Já em minha própria vivência, as reuniões em pé (stand-up meeting) são fabulosas em quase todos os aspectos. Particularmente acredito no pen- samento de Jonh Kennedy, ex-presidente dos EUA, que dizia: quando se quer não fazer nada fingindo que está trabalhando, entre em uma reunião. Listamos a seguir os principais métodos polêmicos do XP. Pair Programming; Continuous Integration; Stand-Up Meeting; Collective Ownership (código fonte coletivo); Refactoring; On-Site Customer; Generalists. Na minha leitura, o XP é uma proposta muito completa de ciclo de vida de desenvolvimento de software, agradando ou não um gestor de projetos. Um dos principais fundadores do XP chama-se Kent Beck. FDD Feature Driven Development Criado entre 1997 e 1999 em Cingapura por um time liderado pelo Jeff De Luca, é uma simples compilação de práticas estabelecidas nos últimos 30 anos. Um de seus maiores desenvolvedores, Peter Coad, definiu a idéia de Feature Definition e Feature List. Diversos renomados autores participaram da concepção das idéias do FDD. Dentre estes destacamos: Tom De Marco, Tim Lister, Jerry Weinberg e Frederic Brooks. Em sua essência, FDD é mais um método de gerenciamento de software do que um ciclo de vida de desenvolvimento de software. Resumidamente, FDD é dividido em 5 fases que explicam sua função. São elas: Shape Modeling é uma forma de questionar se todos compreendem o que é para fazer, analisar requisitos não-funcionais e modelo de arquitetura; Feature List É a representação do escopo listando a compreensão do que é para ser feito e os requerimentos a serem desenvolvidos; Plan by subject area É a modularização da lista em conjuntos de funcionalidades relacionadas, permitindo o desenvolvimento de parte do sistema autonomamente; Design by feature set É uma orientação que determina o desenvolvimento com base no domínio do problema. Sugere-se nesta fase uma 15

16 delphi modelagem profunda e detalhada em UML; Build by Chief Programmer Work Package É o empacotamento de pequenas funcionalidades, uma redução evolutiva que nasce na fase 2 até a fase 4. Prioriza-se este pacote, codificando sua funcionalidades e criando unit tests. FDD define também 4 camadas de arquitetura de software: 16 UI User Interface; PD Problem Domain (lógica do negócio); DM Data Management; SI Systems Interfaces. Notamos que o core de todas as fases e das camadas de arquitetura é a funcionalidade (feature). Cada funcionalidade é definida com uma fórmula simples, que permite ser repetível e confiável. A fórmula da funcionalidade tem a seguinte estrutura: <action> <result> <object> Exemplo: <action> O valor total de vendas <result> Faturamento bruto mensal <object> Produtos vendidos no período MSF Microsoft Solutions Framework Disseram-me que MSF só funciona em projetos com tecnologias da Microsoft. É impressionante a associação restritiva que naturalmente os desinformados impõem as coisas. Também já ouvi que metodologias ágeis só são recomendadas para projetos pequenos. Pior que isso! Ouvi de uma diretora de TI de um banco: _ Hoje nós somos ágeis (referindo-se a ausência de gestão e de análise de requisitos de seu departamento), queremos ser mais organizados. Estudando o assunto há 9 anos, eu sempre considerei o MSF uma proposta equilibrada, aonde seus 2 modelos e suas 3 disciplinas nunca se apresentaram como uma espécie de bíblia sagrada, determinística ao sucesso ou fracasso de seu projeto. Inclusive na versão 3.1 do MSF, antes da formalização das propostas ágeis no ano de 2001, tinha como conceito chave: _ Stay agile, expect changes. O MSF 4.2, possui duas novas instâncias: MSF for Agile Software Development e MSF for CMMI Process Improvement. Podemos afirmar que o MSF Agile é um mix de posições equilibradas, pois defende um SDLC (Software Development Life Cycle) mais curto com iterações de no máximo 4 semanas, contudo preserva a importância dos papéis definidos previamente e abomina a linha todo mundo pode fazer tudo no projeto. Outro quesito de destaque nesta fusão são os testes unitários e a preocupação com a cobertura de 100% do código fonte. Um tema muito forte dentro do MSF Agile é integração. Metodologias ágeis nescessitam que os stakeholders estejam presentes o tempo todo durante o projeto. Para isso são constituídos cenários de tarefas de trabalho que englobam atividades planejadas para um desenvolvedor. Estes cenários fazem parte de uma determinada iteração do plano de iterações. Esta iteração agrupa os cenários de desenvolvedores e os cenários de testes (que são efetuados em seguida ao desenvolvimento). Desta forma controla-se a integração de um time com papéis diversos dentro do projeto (usuário, desenvolvedor e analista de testes). Para o MSF, um projeto precisa dos seguintes pápeis (entende-se papéis como responsabilidades que devem ser assumidas por algum membro da equipe): Program Manager Product Manager User Experience Tester Developer Architect Release Manager É árduo afirmar que foi o fundamentador do MSF, porém o grande patrocinador sempre foi a própria Microsoft. Para não ficar em branco com nomes, Michael Cusomano, Steve Mc- Connell destacam-se entre muitos outros como personagens da história do MSF. SCRUM SCRUM é um método de gerenciamento de software que pode ser usado com XP ou MSF. É baseado na teoria do controle empírico de processos e seus fundamentos são originados na indústria de manufatura japonesa. Ciclo de vida empírico é um ciclo baseado na observação dos fatos. Muitos gerentes de projetos não gostam do método reativo sugerido pelo SCRUM e preferem trabalhar com um planejamento que na minha leitura é um trabalho especulativo, pois tenta prever uma seqüência de atividades lineares. Por mais

17 delphi que o cronograma tenha um valor que é o planejamento prévio, ou seja, pensar antes de sair fazendo, perde muito em tentar prever atividades distantes cheias de dependências predecessoras e não facilita o controle das mudanças de requisitos. Segundo o SCRUM, o desenvolvimento deve ser trabalhado em 3 níveis: Sprint, Release e Product. O ponto central é que os requisitos são convertidos em uma lista que contém valores do cliente chamada Product Backlog. Um sub-conjunto desta lista é criado e chamado de Release Backlog. Este sub-conjunto é particionado mais uma vez transformando-se em Sprint, uma espécie de acordo de desenvolvimento de funcionalidades que após aceito pela equipe não deve ser mais alterado. Praticando SCRUM, o que mais chama a atenção é a simplicidade. Controlar projetos desta forma é participar de um jogo competitivo e saudável em que todos se auto-avaliam todos os dias (daily stand-up meeting) tornando possível resultados e técnicas de melhoria contínua. O gerente de projetos como conhecemos hoje, na proposta SCRUM, é chamado de SCRUM Master. Suas principais responsabilidades resumem-se em duas: Proporcionar a passagem técnica e retirar todos os impedimentos. A equipe The Sprint Review. Para saber mais sobre SCRUM, é imprescindível ler algum dos títulos lançados por Ken Schwaber. O que experimentar Independente de sua curiosidade para novos sabores, os métodos ágeis são uma honesta resposta a pergunta: o que vou fazer diferente se preciso de resultados diferentes? Baseados em processos iterativos incrementais e empíricos, os métodos ágeis são indiscutivelmente diferentes das propostas tradicionais que são fundamentadas em processos cascata. Esta diferença pode ser a resposta a sua dúvida também. Meus resultados mudaram significativamente quando entendi a diferença essencial da proposta ágil em comparação ao modelo que eu havia aprendido nos ensinamentos do PMI Project Management Institute. A orientação PMI é: A orientação ágil é: Considere na imagem que a seta vermelha é uma constante, a seta verde é mais ou menos variável e a seta lilás é a mais variável. Compreendendo a diferença entre as duas e alinhando com as características das expectativas de seus stakeholders, você conseguirá alcançar resultados diferentes. Experimente! do projeto é dividida em apenas 3 pápeis: o SCRUM Master (coach), o Product Owner e a equipe. Em diversos aspectos, as técnicas do SCRUM diferenciam-se das propostas convencionais. Destaque para: Product Backlog; The 30-Day Sprint; The SCRUM Meeting; Team Size; Sobre o autor Fábio Câmara Microsoft MVP VSTS, MCT, MCSD.NET, MCTS - TFS, ITIL Foundations, Certified SCRUM Master e MSF Practitioner, é professor e consultor. Seu lema é: Antes de investir em metodologia, processos e ferramentas, lembre-se que o maior valor do seu projeto de software é o valor humano. 17

18 delphi SQL SERVER 2005 EXPRESS O SQL Server sem dúvida nenhuma é uma ótima opção de Banco de Dados mesmo com algumas limitações. Muitos usuários estão migrando para este Banco e estão encontrando algumas dificuldades no desenvolvimento de seus softwares. Já lançamos matéria falando da sua capacidade e de como instalar e fazer uma conexão local. Agora veremos algumas dicas de como trabalhar com este Banco de Dados em rede. Conectar ao Banco de Dados em Rede nections. Esta tela (Figura 02) é responsável por configurar os serviços e as conexões com o Servidor. No grupo Database Engine abrirá duas opções de configuração SERVICE e REMOTE CONNECTIONS. No tópico SERVICE mude a opção STARTUP TYPE para Automatic. No tópico REMOTE CONNECTIONS ative a opção Local and remote connections Using both TCP/ IP and named pipes. Aplique as alterações clicando no botão Apply em seguinda feche a tela. Por padrão o SQL SERVER 2005 Express vem com a opção de acesso por rede desabilitado. Aonde a máquina que esta instalada o SQL SERVER funciona corretamente a conexão e o desenvolvimento dos softwares. Aí surge uma pergunta: Como fazer para que as outras máquinas acessem o SQL SEVER na máquina onde está instalado? É simples. Basta seguir os seguintes passos: 1 - Junto com o SQL SERVER vem uma ferramenta que ajuda a configurá-lo, ela se chama SQL Server Surface Area Configuration está localizado no menu INICIAR/Microsoft SQL Server 2005/Configuration Tools (Veja a Figura 01): Figura 02. Alterando as configurações de Serviço e Conexões 3 Depois de aplicado as atualizações, é necessário reiniciar o Serviço do SQL SERVER. Para fazer isso entre no SQL Server Configuration Manager, fica localizado no menu INICIAR/Microsoft SQL Server 2005/Configuration Tools (Figura 03). No tópico SQL SERVER 2005 Services, clique com o botão direito do mouse em cima da opção SQL Server (Browser) e escolha RESTART. Feche a janela. Figura 01 Tela do SURFACE AREA CONFIGURATION. 2 - Entre na opção Surface Area Configuration for Services and Con- 18 Figura 03. Essa tela mostra os serviços que estão ativos.

19 delphi Conectando ao Servidor Vamos criar uma conexão com o nosso servidor a partir de uma máquina cliente. Estou trabalhando com o Delphi 7. Adicione os seguintes componentes: ADOConnection, ADOQuery, DataSource, DBGrid, DBNavigator. Primeiro iremos criar a string de conexão do ADOCOnnection, dê dois cliques sobre o componente vai aparecer uma janela como a Figura 04. Selecione a opção Use Connection String, clique no botão Build.... Figura 05. Informações da string de conexão Figura 04. Criando string de conexão Logo após de seguir esses passos, aparecerá uma tela para selecionar o driver de conexão, selecione o driver com o nome Microsoft OLE BD Provider for SQL Server depois clique sobre o botão AVANÇAR. A próxima tela é aonde fornecer as informações com o Servidor (Veja a Figura 05). No primeiro campo informe o endereço do servidor ou o nome da máquina na rede, seguido pela instância que foi designada no servidor. No nosso exemplo estamos usando o seguinte endereço: \SQLEXPRESS. Logo abaixo ele perguntará como devemos fazer a autenticação com o servidor, se é pelo login do Windows ou pelo usuário e senha. Depois basta selecionar o Banco de dados, no nosso caso THECLUB. Após inserirmos os dados, clique em Testar conexão, se tudo estiver certo clique no botão ok. 19

20 delphi Vamos ligar os componentes, siga as orientações: ADOCONNECTION1 LoginPrompt: False Connected: True ADOQUERY1 Connection: ADOConnection1 Active: True SQL: Select * from tabela DATASOURCE1 DataSource: ADOQUERY1 DBGRID1 DataSource: DATASOURCE1 DBNAVIGATOR1 DataSource: DATASOURCE1 Se tudo estiver conectado corretamente, compile o nosso projeto e veja o resultado: Figura 06. Resultado final. Conclusão Essa matéria teve como objetivo mostrar o básico para começar o desenvolvimento em rede, com o SQL SERVER 2005 Express. Futuramente teremos mais matérias se aprofundo nesse ótimo banco de dados. Até a próxima! Sobre o autor Vitor Scarso é consultor técnico do The Club, trabalha com programação há 5 anos e é formado em Técnico de Informática pela CNEC Capivari. 20

21 delphi HUMOR 21

22 delphi Imprimindo o Conteúdo de um StringList Primeiramente declare a Unit Printers Checando se a URL existe Declare a unit Uses Printers; uses WinInet; Para simular este exemplo utilize um botão E a seguinte função: // Função que imprime um Stringlist procedure ImprimeTStrings(Lst: TStrings); var I, Linha: Integer; I := 0; Linha := 0; Printer.BeginDoc; for I := 0 to Lst.Count - 1 do Printer.Canvas.TextOut(0, Linha, Lst[I]); Linha := Linha + Abs(Printer.Canvas. Font.Height); if (Linha >= Printer.PageHeight) then Printer.NewPage; Printer.EndDoc; // Evento OnClick do componente Button procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject); ImprimeTStrings(ListBox1.Items); function CheckUrl(url: string): boolean; var hsession, hfile, hrequest: hinternet; dwindex, dwcodelen: dword; dwcode: array[1..20] of char; res: pchar; if pos( lowercase(url)) = 0 then url := + url; Result := false; hsession := InternetOpen( InetURL:/1.0, INTERNET_ OPEN_TYPE_PRECONFIG, nil, nil, 0); if assigned(hsession) then hfile := InternetOpenUrl(hsession, pchar(url), nil, 0, INTERNET_FLAG_RELOAD, 0); dwindex := 0; dwcodelen := 10; HttpQueryInfo(hfile, HTTP_QUERY_STA- dwcodelen, dwindex); res := result := (res = 200 ) or (res = 302 ); if assigned(hfile) then InternetCloseHandle(hfile); 22

23 delphi InternetCloseHandle(hsession); Para utilizá-la coloque um botão no formulário com o seguinte código: procedure TForm1.BitBtn1Click(Sender: TObject); if CheckUrl( ) then Showmessage( Esta URL existe!! ) else Showmessage( Esta URL não Existe!! ); Ordenando arquivos por Data em um ListBox Esta dica foi bastante abordada em nosso suporte, irei listar arquivos.txt em um ListBox por ordem de Data de Modificação. Para isto adicione no formulário um botão e um ListBox (Figura 01) segue abaixo o código: //Função para Obter a Data e Hora do Arquivo function GetFileDate(Arquivo: String): String; var FHandle: integer; FHandle := FileOpen(Arquivo, 0); try Result := DateTimeToStr(FileDateToDateT ime(filegetdate(fhandle))); finally FileClose(FHandle); //Código para ser implementado no Botão procedure TForm1.BitBtn1Click(Sender: TObject); var sr: TSearchRec; i,j:integer; aux : string; L: Tstringlist; //Criar uma Lista de Strings L := TStringList.Create; //Jogando os registros em um StringList if FindFirst( C:\Caminho\*. txt,faanyfile,sr) = 0 then repeat L.Add(GetFileDate( c:\ teste\ +sr.name)+, +sr.name); until FindNext(sr) <> 0; FindClose(sr); //Ordenando o Stringlist por Data Figura 01. Formulário utilizado. for i:= 0 to L.Count-2 do 23

Fortes Report Parte 1 Desenvolvendo o Primeiro Relatório

Fortes Report Parte 1 Desenvolvendo o Primeiro Relatório Fortes Report Parte 1 1 Fortes Report Parte 1 Desenvolvendo o Primeiro Relatório Amigos, fazer relatórios é o famoso mal necessário, que particularmente eu não me incomodo em desenvolver, até porque, geralmente

Leia mais

Projeto Supermercado - Produtos

Projeto Supermercado - Produtos OBJETIVO: Este projeto possibilitará fazer a manutenção dos dados da tabela de Produtos. Didaticamente, ele permite ao programador iniciante ter os primeiros contatos com os objetos de visualização individual

Leia mais

Inserindo Dados no Banco de Dados Paradox.

Inserindo Dados no Banco de Dados Paradox. Inserindo Dados no Banco de Dados Paradox. - Construção do Banco de Dados: Para podermos inserir algo em um banco precisaremos de um Banco de Dados, para isto iremos montar um utilizando o Programa Database

Leia mais

Trabalhando com conexão ao banco de dados MySQL no Lazarus. Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011

Trabalhando com conexão ao banco de dados MySQL no Lazarus. Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011 Trabalhando com conexão ao banco de dados MySQL no Lazarus Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011 Edição 4 O Componente Trabalhando com conexão ao banco de dados MySQL no Lazarus Ano: 03/2011

Leia mais

Índice. Tutorial para Desenvolvimento de Conduits em Delphi

Índice. Tutorial para Desenvolvimento de Conduits em Delphi Índice Índice...1 Desenvolvendo Conduits...2 (Passo a Passo)...2 Criando um Arquivo.mdb... 2 Arquivos...6 Instalando os componentes... 7 Recompilando os Comonentes do Delphi...13 Configurando a Conexão

Leia mais

Sistema básico de cadastro em Delphi com banco de dados InterBase.

Sistema básico de cadastro em Delphi com banco de dados InterBase. Sistema básico de cadastro em Delphi com banco de dados InterBase. Nesta apostila vamos abordar o uso do banco de dados Interbase e o acesso nativo com os componentes da paleta InterBase do Delphi, eu

Leia mais

Listando itens em ComboBox e gravando os dados no Banco de Dados MySQL.

Listando itens em ComboBox e gravando os dados no Banco de Dados MySQL. Listando itens em ComboBox e gravando os dados no Banco de Dados MySQL. Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2012 Edição 7 Listando e Gravando Listando itens em ComboBox e gravando os dados no

Leia mais

Coleção de Dicas sobre programação Delphi. Retiradas do E-Zine Grandes Dicas em Delphi

Coleção de Dicas sobre programação Delphi. Retiradas do E-Zine Grandes Dicas em Delphi Coleção de Dicas sobre programação Delphi. Retiradas do E-Zine Grandes Dicas em Delphi Por Ramos de Souza Janones www.ramosdainformatica.com.br 1 Índice 1 Índice... 2 Descobrindo o código ASCII de uma

Leia mais

Usando o evento OnFilterRecord para filtrar ClientDataSets

Usando o evento OnFilterRecord para filtrar ClientDataSets Usando o evento OnFilterRecord para filtrar ClientDataSets O objetivo mais importante no desenvolvimento de um programa é fornecer ao cliente maior liberdade para usar as interfaces e ao mesmo tempo tornar

Leia mais

Projeto Supermercado - Manutenção

Projeto Supermercado - Manutenção OBJETIVO: Este projeto possibilitará fazer a manutenção dos dados das tabelas que compõem todo o Sistema. Didaticamente, ele permite ao programador iniciante ter os primeiros contatos com os objetos de

Leia mais

Acesso à Dados ZEOS x Delphi. Professor Anderson

Acesso à Dados ZEOS x Delphi. Professor Anderson Acesso à Dados ZEOS x Delphi Professor Anderson Introdução O ZEOS é uma biblioteca que provê o acesso à uma base de dados em MYSQL. Através dessa Library, podemos realizar operações de manipulação da base

Leia mais

Interface para Regras de Negócios em Multi-Banco

Interface para Regras de Negócios em Multi-Banco 1 Interface para Regras de Negócios em Multi-Banco MARCELO JALOTO (marcelo@jaloto.net) é graduado no curso superior Projetos e Gestão de Redes de Computadores e formado no curso Técnico em Processamento

Leia mais

CRIAÇÃO DE RELATÓRIOS EM DELPHI

CRIAÇÃO DE RELATÓRIOS EM DELPHI PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES II PROFESSOR RAFAEL BARRETO CRIAÇÃO DE RELATÓRIOS EM DELPHI Relatórios são tão importantes quanto as consultas, com a vantagem de poder imprimir os valores armazenados nos Bancos

Leia mais

Manual Captura S_Line

Manual Captura S_Line Sumário 1. Introdução... 2 2. Configuração Inicial... 2 2.1. Requisitos... 2 2.2. Downloads... 2 2.3. Instalação/Abrir... 3 3. Sistema... 4 3.1. Abrir Usuário... 4 3.2. Nova Senha... 4 3.3. Propriedades

Leia mais

Conhecendo o Visual FoxPro 8.0 Parte 1

Conhecendo o Visual FoxPro 8.0 Parte 1 AULA Conhecendo o Visual FoxPro 8.0 Parte 1 Em qualquer profissão é importante que se conheça bem as ferramentas que serão usadas para executar o trabalho proposto. No desenvolvimento de software não é

Leia mais

INSTALANDO E CONFIGURANDO O MY SQL

INSTALANDO E CONFIGURANDO O MY SQL INSTALANDO E CONFIGURANDO O MY SQL Este tutorial tem como objetivo mostrar como instalar o banco de dados My SQL em ambiente Windows e é destinado aqueles que ainda não tiveram um contato com a ferramenta.

Leia mais

Criação de uma base de dados em MS SQL Server e acesso com VB 6. Professor Sérgio Furgeri

Criação de uma base de dados em MS SQL Server e acesso com VB 6. Professor Sérgio Furgeri OBJETIVOS DA AULA: Criação de uma base de dados em MS SQL Server e acesso com VB 6. Fazer uma breve introdução a respeito do MS SQL Server 7.0; Criar uma pequena base de dados no MS SQL Server 7.0; Elaborar

Leia mais

Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop

Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop Apresentação da ferramenta Professor: Danilo Giacobo Página pessoal: www.danilogiacobo.eti.br E-mail: danilogiacobo@gmail.com 1 Introdução Visual

Leia mais

END OF FILE: Tutorial Chat Em Delphi

END OF FILE: Tutorial Chat Em Delphi END OF FILE: Tutorial Chat Em Delphi fórum: http://offile.umforum.net site: http://fts315.xp3.biz autor: kõdo no kami (www.facebook.com/hacker.fts315) - skype: hackefts315 greetz: mmxm, sir.rafiki, suspeit0@virtual,

Leia mais

Manual. Pedido Eletrônico

Manual. Pedido Eletrônico Manual Pedido Eletrônico ÍNDICE 1. Download... 3 2. Instalação... 4 3. Sistema de Digitação SantaCruz... 8 3.1. Configuração... 8 4. Utilização do Sistema Digitação SantaCruz... 11 4.1. Atualizar cadastros...11

Leia mais

Alternate Technologies Fevereiro/2013. FórmulaCerta Procedimentos para Atualização Versão 5.8 (Fevereiro/2013)

Alternate Technologies Fevereiro/2013. FórmulaCerta Procedimentos para Atualização Versão 5.8 (Fevereiro/2013) FórmulaCerta Procedimentos para Atualização Versão 5.8 () 1 Sumário: PROCEDIMENTOS PARA ATUALIZAÇÃO VERSÃO 5.8... 4 ATUALIZAÇÃO DO SISTEMA VIA CD... 6 1º Passo Atualizações e Alterações da Versão 5.8...

Leia mais

ETEC DR. EMÍLIO HENRNANDEZ AGUILAR PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I PROFESSOR RAFAEL BARRETO

ETEC DR. EMÍLIO HENRNANDEZ AGUILAR PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I PROFESSOR RAFAEL BARRETO ETEC DR. EMÍLIO HENRNANDEZ AGUILAR PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I PROFESSOR RAFAEL BARRETO DELPHI - UTILIZANDO OPENDIALOG PARA ARMAZENAR IMAGENS EM BANCO DE DADOS Criaremos uma solução simples para criar

Leia mais

ETEC DR. EMÍLIO HENRNANDEZ AGUILAR PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES II PROFESSOR RAFAEL BARRETO DELPHI FORMULÁRIO COM ABAS E BUSCAS DE REGISTROS

ETEC DR. EMÍLIO HENRNANDEZ AGUILAR PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES II PROFESSOR RAFAEL BARRETO DELPHI FORMULÁRIO COM ABAS E BUSCAS DE REGISTROS ETEC DR. EMÍLIO HENRNANDEZ AGUILAR PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES II PROFESSOR RAFAEL BARRETO DELPHI FORMULÁRIO COM ABAS E BUSCAS DE REGISTROS FORMULÁRIOS COM ABAS Trabalhar com abas (ou guias) é um recurso

Leia mais

Manual de utilização GDS Touch PAINEL TOUCH-SCREEN CONTROLE RESIDENCIAL INTERATIVO. Versão: 1.0 Direitos reservados.

Manual de utilização GDS Touch PAINEL TOUCH-SCREEN CONTROLE RESIDENCIAL INTERATIVO. Versão: 1.0 Direitos reservados. Bem Vindo GDS TOUCH Manual de utilização GDS Touch PAINEL TOUCH-SCREEN CONTROLE RESIDENCIAL INTERATIVO O GDS Touch é um painel wireless touchscreen de controle residencial, com design totalmente 3D, interativo

Leia mais

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Goiânia, 16/09/2013 Aluno: Rafael Vitor Prof. Kelly Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Objetivo Esse tutorial tem como objetivo demonstrar como instalar e configurar o IIS 7.0 no Windows Server

Leia mais

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Goiânia, 16/09/2013 Aluno: Rafael Vitor Prof. Kelly Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Objetivo Esse tutorial tem como objetivo demonstrar como instalar e configurar o IIS 7.0 no Windows Server

Leia mais

Manual de Instalação e Configuração do SQL Express

Manual de Instalação e Configuração do SQL Express Manual de Instalação e Configuração do SQL Express Data alteração: 19/07/11 Pré Requisitos: Acesse o seguinte endereço e faça o download gratuito do SQL SRVER EXPRESS, conforme a sua plataforma x32 ou

Leia mais

Tutorial de Computação Introdução a Programação Gráfica em Lazarus Para MEC 1100 v2010.10

Tutorial de Computação Introdução a Programação Gráfica em Lazarus Para MEC 1100 v2010.10 Tutorial de Computação Introdução a Programação Gráfica em Lazarus Para MEC 1100 v2010.10 Linha de Equipamentos MEC Desenvolvidos por: Maxwell Bohr Instrumentação Eletrônica Ltda. Rua Porto Alegre, 212

Leia mais

Curso de Delphi Projeto de Sistema. SISLFV Sistema de Locação de Fitas de Vídeo

Curso de Delphi Projeto de Sistema. SISLFV Sistema de Locação de Fitas de Vídeo Curso de Delphi Projeto de Sistema SISLFV Sistema de Locação de Fitas de Vídeo Jackson Pires de Oliveira Santos Júnior 2002 - 1 - Curso de Delphi Projeto de Sistema - 1º Passo (Iniciando o Projeto) - 1)

Leia mais

Utilizaremos a última versão estável do Joomla (Versão 2.5.4), lançada em

Utilizaremos a última versão estável do Joomla (Versão 2.5.4), lançada em 5 O Joomla: O Joomla (pronuncia-se djumla ) é um Sistema de gestão de conteúdos (Content Management System - CMS) desenvolvido a partir do CMS Mambo. É desenvolvido em PHP e pode ser executado no servidor

Leia mais

Manual de Instalação: Agente do OCS Inventory NG

Manual de Instalação: Agente do OCS Inventory NG Manual de Instalação: Agente do OCS Inventory NG Abril 2013 Sumário 1. Agente... 1 2. Onde instalar... 1 3. Etapas da Instalação do Agente... 1 a. Etapa de Instalação do Agente... 1 b. Etapa de Inserção

Leia mais

Revisando sintaxes SQL e criando programa de pesquisa. Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011

Revisando sintaxes SQL e criando programa de pesquisa. Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011 Revisando sintaxes SQL e criando programa de pesquisa. Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011 Edição 5 SELECT * FROM Minha_memoria Revisando Sintaxes SQL e Criando programa de Pesquisa Ano:

Leia mais

Sumário. 1. Instalação GVcollege... 4. 1.1. GVsetup... 4. 1.1.1. Instalação com Banco de dados... 6. 1.2. Configurações... 10

Sumário. 1. Instalação GVcollege... 4. 1.1. GVsetup... 4. 1.1.1. Instalação com Banco de dados... 6. 1.2. Configurações... 10 Sumário 1. Instalação GVcollege... 4 1.1. GVsetup... 4 1.1.1. Instalação com Banco de dados... 6 1.2. Configurações... 10 1.2.1. APS Licence Service... 11 1.2.2. APS Licence File... 11 1.2.3. DBXconfig...

Leia mais

AMBIENTE. FORMULÁRIO: é a janela do aplicativo apresentada ao usuário. Considere o formulário como a sua prancheta de trabalho.

AMBIENTE. FORMULÁRIO: é a janela do aplicativo apresentada ao usuário. Considere o formulário como a sua prancheta de trabalho. DELPHI BÁSICO VANTAGENS Ambiente de desenvolvimento fácil de usar; 1. Grande Biblioteca de Componentes Visuais (VCL - Visual Component Library), que são botões, campos, gráficos, caixas de diálogo e acesso

Leia mais

ETEC DR. EMÍLIO HENRNANDEZ AGUILAR PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES II PROFESSOR RAFAEL BARRETO

ETEC DR. EMÍLIO HENRNANDEZ AGUILAR PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES II PROFESSOR RAFAEL BARRETO ETEC DR. EMÍLIO HENRNANDEZ AGUILAR PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES II PROFESSOR RAFAEL BARRETO DELPHI CRIANDO UMA AUTENTICAÇÃO DE USUÁRIO UTILIZANDO O COMPONENTE QUERY A autenticação de usuários serve para

Leia mais

Memória Flash. PdP. Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 11/12/2005 Última versão: 18/12/2006. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos

Memória Flash. PdP. Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 11/12/2005 Última versão: 18/12/2006. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos TUTORIAL Memória Flash Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 11/12/2005 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br contato@maxwellbohr.com.br

Leia mais

Sumário SYSBIBLI INSTALAÇÃO

Sumário SYSBIBLI INSTALAÇÃO Sumário 1. Sysbibli...3 1.1 Informação... 3 1.2 Informações técnicas... 3 1.3 Requisitos de Hardware... 3 1.4 Requisitos de Software...3 1.5 Instalação...3 1.6 Configuração... 4 2. Criação das Tabelas

Leia mais

INSTALANDO SQL SERVER 2008

INSTALANDO SQL SERVER 2008 VERSÃO 2 INSTALANDO SQL SERVER 2008 Pré-requisitos para instalação do SQL SERVER 2008 Antes de iniciar o instalador do SQL SERVER 2008 é necessário instalar os seguintes componentes: Microsoft Windows

Leia mais

MANUAL DE CONFIGURAÇÃO

MANUAL DE CONFIGURAÇÃO MANUAL DE CONFIGURAÇÃO CONTMATIC PHOENIX SUMÁRIO CAPÍTULO I APRESENTAÇÃO DO ACESSO REMOTO... 3 1.1 O que é o ACESSO REMOTO... 3 1.2 Como utilizar o ACESSO REMOTO... 3 1.3 Quais as vantagens em usar o PHOENIX

Leia mais

Introdução a Banco de Dados em Delphi

Introdução a Banco de Dados em Delphi Introdução a Banco de Dados em Delphi Daniela Caio André Gomes Roberto Scalco 2013 3 Sumário CAPÍTULO 1 ELEMENTOS DE UM BANCO DE DADOS... 4 1. O ARQUIVO DADOS... 4 2. CONCEITOS BÁSICOS DE BANCOS DE DADOS...

Leia mais

Delphi 7 Aula 01 Área do Triângulo

Delphi 7 Aula 01 Área do Triângulo Delphi 7 Aula 01 Área do Triângulo Prof. Gilbert Azevedo da Silva I. Objetivos Conhecer o Ambiente Integrado de Desenvolvimento (IDE) do Delphi 7, Desenvolver a primeira aplicação no Delphi 7, Aprender

Leia mais

Conhecendo o Visual FoxPro 8.0 Parte 2

Conhecendo o Visual FoxPro 8.0 Parte 2 AULA Conhecendo o Visual FoxPro 8.0 Parte 2 Na aula anterior, vimos sobre: a) Janela de comando b) Gerenciador de Projetos c) Database Designer e Table Designer Prosseguiremos então a conhecer as ferramentas

Leia mais

Seu manual do usuário XEROX 6279 http://pt.yourpdfguides.com/dref/5579951

Seu manual do usuário XEROX 6279 http://pt.yourpdfguides.com/dref/5579951 Você pode ler as recomendações contidas no guia do usuário, no guia de técnico ou no guia de instalação para XEROX 6279. Você vai encontrar as respostas a todas suas perguntas sobre a XEROX 6279 no manual

Leia mais

GUIA DE INSTALAÇÃO. Plataforma Windows. Relatório Técnico Versão 0.1 (201305032030) Leandro Gomes da Silva, Tiago França Melo de Lima

GUIA DE INSTALAÇÃO. Plataforma Windows. Relatório Técnico Versão 0.1 (201305032030) Leandro Gomes da Silva, Tiago França Melo de Lima Laboratório de Engenharia e Desenvolvimento de Sistemas LEDS/UFOP Universidade Federal de Ouro Preto UFOP GUIA DE INSTALAÇÃO Plataforma Windows Relatório Técnico Versão 0.1 (201305032030) Leandro Gomes

Leia mais

Manual de Instalação de Telecentros Comunitários. Ministério das Comunicações

Manual de Instalação de Telecentros Comunitários. Ministério das Comunicações Manual de Instalação de Telecentros Comunitários Ministério das Comunicações As informações contidas no presente documento foram elaboradas pela International Syst. Qualquer dúvida a respeito de seu uso

Leia mais

Engenharia de Software I. Aula 15: Metodologias Ágeis. Prof. Márcio D. Puntel marcio@puntel.org

Engenharia de Software I. Aula 15: Metodologias Ágeis. Prof. Márcio D. Puntel marcio@puntel.org Engenharia de Software I Aula 15: Metodologias Ágeis Prof. Márcio D. Puntel marcio@puntel.org Março - 2008 Antes... Manifesto Mudança de contratos Foco nas premissas... 2 Algumas metodologias Extreme Programming

Leia mais

Apostila Delphi V 1.0

Apostila Delphi V 1.0 Preço: R$ 5,00 Link de download: setup.exe Tipo da licença: demonstração Limitações: perrmite visualizar até a página 12. Exige cadastro on-line para solicitar chave de registro. 1 / 7 Apostila completa

Leia mais

Usar Atalhos para a Rede. Logar na Rede

Usar Atalhos para a Rede. Logar na Rede GUIA DO USUÁRIO: NOVELL CLIENT PARA WINDOWS* 95* E WINDOWS NT* Usar Atalhos para a Rede USAR O ÍCONE DA NOVELL NA BANDEJA DE SISTEMA Você pode acessar vários recursos do software Novell Client clicando

Leia mais

Expresso Livre Correio Eletrônico

Expresso Livre Correio Eletrônico Expresso Livre Correio Eletrônico 1. EXPRESSO LIVRE Para fazer uso desta ferramenta de correio eletrônico acesse seu Navegador de Internet e digite o endereço eletrônico expresso.am.gov.br. Figura 1 A

Leia mais

9. EXECUTANDO OPERAÇÕES NO MENU UTILITÁRIOS...2

9. EXECUTANDO OPERAÇÕES NO MENU UTILITÁRIOS...2 1 9. EXECUTANDO OPERAÇÕES NO MENU UTILITÁRIOS...2 9.1 Cópia de Segurança (Backup)...2 9.1.a Adicionar ou Remover Empresas da Lista... 2 9.1.b Empresas Cadastradas no Sistema... 2 9.1.c Inserir uma Empresa...

Leia mais

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador.

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador. - INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

Requisitos do Sistema

Requisitos do Sistema PJ8D - 017 ProJuris 8 Desktop Requisitos do Sistema PJ8D - 017 P á g i n a 1 Sumario Sumario... 1 Capítulo I - Introdução... 2 1.1 - Objetivo... 2 1.2 - Quem deve ler esse documento... 2 Capítulo II -

Leia mais

Software e Serviços MANUAL DE HOMOLOGAÇÃO WEB SERVICE X SISTEMA DE AUTOMAÇÃO COMERCIAL

Software e Serviços MANUAL DE HOMOLOGAÇÃO WEB SERVICE X SISTEMA DE AUTOMAÇÃO COMERCIAL MANUAL DE HOMOLOGAÇÃO WEB SERVICE X SISTEMA DE AUTOMAÇÃO COMERCIAL CONSIDERAÇÕES INICIAIS Este manual tem como objetivo propiciar a integração do SISTEMA DE AUTOMAÇÃO COMERCIAL junto as ADMINISTRADORAS

Leia mais

Introdução ao X3. Exercício 1: Criando um registro de Contato

Introdução ao X3. Exercício 1: Criando um registro de Contato Introdução ao X3 Exercício 1: Criando um registro de Contato Inicie por adicionar um novo registro de Contato. Navegue para a tabela de Contato clicando na aba de Contato no alto da página. Existem duas

Leia mais

Guia de Utilização do Microsoft Dynamics CRM (Gestão de Relacionamento com Clientes)

Guia de Utilização do Microsoft Dynamics CRM (Gestão de Relacionamento com Clientes) Guia de Utilização do Microsoft Dynamics CRM (Gestão de Relacionamento com Clientes) 1. Sobre o Microsoft Dynamics CRM - O Microsoft Dynamics CRM permite criar e manter facilmente uma visão clara dos clientes,

Leia mais

Manual de Instalação de SQL Server (2005, 2008, 2012).

Manual de Instalação de SQL Server (2005, 2008, 2012). Manual de Instalação de SQL Server (2005, 2008, 2012). Instalação do SQL 2005. - Primeiro baixo o instalador do SQL nesse link: http://www.microsoft.com/pt-br/download/details.aspx?id=184 - Execute o arquivo

Leia mais

Tutorial: Instalando Linux Educacional em uma maquina virtual

Tutorial: Instalando Linux Educacional em uma maquina virtual Maria Augusta Sakis Tutorial: Instalando Linux Educacional em uma Máquina Virtual Máquinas virtuais são muito úteis no dia-a-dia, permitindo ao usuário rodar outros sistemas operacionais dentro de uma

Leia mais

Manual Digifort Evidence Versão 1.0.1 Rev. A

Manual Digifort Evidence Versão 1.0.1 Rev. A Manual Digifort Evidence Versão 1.0.1 Rev. A Índice ANTES DE VOCÊ COMEÇAR... 4 PRÉ-REQUISITOS... 4 SCREEN SHOTS... 4 A QUEM SE DESTINA ESTE MANUAL... 4 COMO UTILIZAR ESTE MANUAL... 4 Introdução... 5 INSTALANDO

Leia mais

Front-End Uso da Linguagem Turbo Delphi para Acesso ao Banco de Dados Mysql

Front-End Uso da Linguagem Turbo Delphi para Acesso ao Banco de Dados Mysql Universidade Federal de Mato Grosso-UFMT Sistemas de Informação Laboratório de Programação Visual Prof. Clóvis Júnior Front-End Uso da Linguagem Turbo Delphi para Acesso ao Banco de Dados Mysql Estrutura

Leia mais

Manual do Usuário Cyber Square

Manual do Usuário Cyber Square Manual do Usuário Cyber Square Criado dia 27 de março de 2015 as 12:14 Página 1 de 48 Bem-vindo ao Cyber Square Parabéns! Você está utilizando o Cyber Square, o mais avançado sistema para gerenciamento

Leia mais

FAQ PERGUNTAS FREQUENTES

FAQ PERGUNTAS FREQUENTES FAQ PERGUNTAS FREQUENTES 1 SUMÁRIO SUMÁRIO...2 1.Quais são as características do Programa?...4 2.Quais são os pré-requisitos para instalação do Sigep Web?...4 3.Como obter o aplicativo para instalação?...4

Leia mais

Desenvolvimento Ágil de Software

Desenvolvimento Ágil de Software Desenvolvimento Ágil de Software Métodos ágeis (Sommerville) As empresas operam em um ambiente global, com mudanças rápidas. Softwares fazem parte de quase todas as operações de negócios. O desenvolvimento

Leia mais

Centro Universitário do Triângulo Introdução ao Ambiente Delphi

Centro Universitário do Triângulo Introdução ao Ambiente Delphi Centro Universitário do Triângulo Introdução ao Ambiente Delphi A figura abaixo mostra a tela inicial do Delphi 7 e nos dá uma visão geral de seu ambiente de desenvolvimento, composto de múltiplas janelas

Leia mais

ZIM 8.50 PRIMEIROS PASSOS (WINDOWS E UNIX)

ZIM 8.50 PRIMEIROS PASSOS (WINDOWS E UNIX) ZIM TECHNOLOGIES DO BRASIL ZIM 8.50 PRIMEIROS PASSOS (WINDOWS E UNIX) Próx Antes de Iniciar O objetivo deste documento é apresentar os primeiros passos para utilizar a versão mais recente do Zim 8.50 para

Leia mais

STK VPN TEF IP Daruma (Configuração e Instalação) Ambiente ONLINE

STK VPN TEF IP Daruma (Configuração e Instalação) Ambiente ONLINE STK VPN TEF IP Daruma (Configuração e Instalação) Ambiente ONLINE Versão 1.0.0.6 Data: 23/05/2011 Pag. 1-20 Premissas: 1. Possuir um dos sistemas operacionais Windows a seguir: Windows XP, Vista, Windows

Leia mais

5 O Joomla: Web Apache Banco de Dados MySQL http://www.joomla.org/ - 55 -

5 O Joomla: Web Apache Banco de Dados MySQL http://www.joomla.org/ - 55 - 5 O Joomla: O Joomla (pronuncia-se djumla ) é um Sistema de Gestão de Conteúdos (Content Management System - CMS) desenvolvido a partir do CMS Mambo. É desenvolvido em PHP e pode ser executado no servidor

Leia mais

Instalando o Lazarus e outros sistemas de suporte. Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011

Instalando o Lazarus e outros sistemas de suporte. Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011 Instalando o Lazarus e outros sistemas de suporte Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011 Edição 1 Levante e ande - Instalando o Lazarus e outros sistemas de suporte. Ano: 02/2011 Nesta Edição

Leia mais

Aula Extra Conexão ODBC para aplicações Delphi 7 que usam SQL Server 2005

Aula Extra Conexão ODBC para aplicações Delphi 7 que usam SQL Server 2005 Nome Número: Série Aula Extra Conexão ODBC para aplicações Delphi 7 que usam SQL Server 2005 Proposta do projeto: Competências: Compreender a orientação a objetos e arquitetura cliente-servidor, aplicando-as

Leia mais

Uma vez no form, dê um clique duplo sobre o objeto e insira a tela conforme abaixo. Não esqueça do & e das teclas de atalho.

Uma vez no form, dê um clique duplo sobre o objeto e insira a tela conforme abaixo. Não esqueça do & e das teclas de atalho. Exercício 03 Construir um programa em Delphi com um menu, cadastrando informações de clientes de um banco, conforme tela abaixo. Para tal, inserir, na paleta Standard clicar em menu. Uma vez no form, dê

Leia mais

VESOFTWARE - DESENVOLIMENTO DE SISTEMAS E WEBSITES Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 1-13

VESOFTWARE - DESENVOLIMENTO DE SISTEMAS E WEBSITES Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 1-13 1-13 INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

Manual de Instalação e Configuração do Sistema Cali LAB View

Manual de Instalação e Configuração do Sistema Cali LAB View Manual de Instalação e Configuração do Sistema Cali LAB View www.cali.com.br - Manual de Instalação e Configuração do Sistema Cali LAB View - Página 1 de 29 Índice INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO (FIREBIRD E

Leia mais

Este documento consiste em 48 páginas. Elaborado por: Innova Tecnologia de Soluções. Liberado em Janeiro de 2010.

Este documento consiste em 48 páginas. Elaborado por: Innova Tecnologia de Soluções. Liberado em Janeiro de 2010. Manual de Configuração Este documento consiste em 48 páginas. Elaborado por: Innova Tecnologia de Soluções. Liberado em Janeiro de 2010. Impresso no Brasil. Sujeito a alterações técnicas. A reprodução

Leia mais

Manual da Ferramenta Metadata Editor

Manual da Ferramenta Metadata Editor 4 de março de 2010 Sumário 1 Introdução 3 2 Objetivos 3 3 Visão Geral 3 3.1 Instalação............................. 3 3.2 Legenda.............................. 4 3.3 Configuração Inicial........................

Leia mais

Criando Banco de Dados, Tabelas e Campos através do HeidiSQL. Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011

Criando Banco de Dados, Tabelas e Campos através do HeidiSQL. Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011 Criando Banco de Dados, Tabelas e Campos através do HeidiSQL Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011 Edição 2 Pedreiros da Informação Criando Banco de Dados, Tabelas e Campos através do HeidiSQL

Leia mais

Manual Software CMS. Introdução:

Manual Software CMS. Introdução: Introdução: O CMS é uma central de gerenciamento de DVRs, é responsável por integrar imagens de DVRs distintos, com ele é possível realizar comunicação bidirecional, vídeo conferência, função mapa eletrônico

Leia mais

MANUAL PARA USO DO SISTEMA GCO Gerenciador Clínico Odontológico

MANUAL PARA USO DO SISTEMA GCO Gerenciador Clínico Odontológico MANUAL PARA USO DO SISTEMA GCO Gerenciador Clínico Odontológico O GCO é um sistema de controle de clínicas odontológicas, onde dentistas terão acesso a agendas, fichas de pacientes, controle de estoque,

Leia mais

VESOFTWARE - DESENVOLIMENTO DE SISTEMAS E WEBSITES Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 www.vesoftware.com.

VESOFTWARE - DESENVOLIMENTO DE SISTEMAS E WEBSITES Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 www.vesoftware.com. Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 www.vesoftware.com.br 1-15 INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior,

Leia mais

Daruma NFCe Conheça todos os passos para testar a NFCe Daruma

Daruma NFCe Conheça todos os passos para testar a NFCe Daruma Pré-requisitos Mini Impressora Daruma versão 02.50.02 ou superior. Cadastro no servidor de Testes Daruma NFCe Conheça todos os passos para testar a NFCe Daruma Adquirir Mini Impressora a preço subsidiado

Leia mais

Manual do Teclado de Satisfação Local Versão 1.4.1

Manual do Teclado de Satisfação Local Versão 1.4.1 Manual do Teclado de Satisfação Local Versão 1.4.1 26 de agosto de 2015 Departamento de Engenharia de Produto (DENP) SEAT Sistemas Eletrônicos de Atendimento 1. Introdução O Teclado de Satisfação é uma

Leia mais

Objetivo do Sistema. Configuração Mínima (recomendada) Disposição do Manual

Objetivo do Sistema. Configuração Mínima (recomendada) Disposição do Manual Índice Objetivo do Sistema Configuração Mínima (recomendada) Disposição do Manual Módulo Básico Instalando o PDV Abertura e tela de Senha Seleções / Tecla de Funções Ajuda Usando o sistema como ferramenta

Leia mais

Roteiro de Uso do InstallShield

Roteiro de Uso do InstallShield Roteiro de Uso do InstallShield Ao iniciar o InstallShield, a janela Welcome to InstallShield será exibida: Selecione a opção Create New Setup Project, para criar um novo modelo de instalação. A janela

Leia mais

Microsoft Visual Studio 2010 C# Volume II

Microsoft Visual Studio 2010 C# Volume II Microsoft Visual Studio 2010 C# Volume II Apostila desenvolvida pelos Professores Ricardo Santos de Jesus e Rovilson de Freitas, para as Disciplinas de Desenvolvimento de Software I e II, nas Etecs de

Leia mais

Conecta S_Line. 2.2 Downloads Para instalar o Conecta S_Line, basta acessar www.sline.com.br/downloads.aspx

Conecta S_Line. 2.2 Downloads Para instalar o Conecta S_Line, basta acessar www.sline.com.br/downloads.aspx 1 Introdução O Conecta S_Line permite que o laboratório envie à Central S_Line os resultados de exames gerados pelo Sistema de Informação Laboratorial (LIS) em forma de arquivos digitais. Todo o processo

Leia mais

Instalação, configuração e manual

Instalação, configuração e manual Cardápio Moura Instalação, configuração e manual Conteúdo Instalação... 4 Requisitos mínimos... 4 Windows 8... 5 Instalação do IIS no Windows 8... 5 Configuração do IIS no WINDOWS 8... 15 Windows 7...

Leia mais

Manual do Teclado de Satisfação Local Versão 1.2.2

Manual do Teclado de Satisfação Local Versão 1.2.2 Manual do Teclado de Satisfação Local Versão 1.2.2 18 de fevereiro de 2015 Departamento de Engenharia de Produto (DENP) SEAT Sistemas Eletrônicos de Atendimento 1. Introdução O Teclado de Satisfação é

Leia mais

DIGISAT ERRO MIDAS.DLL

DIGISAT ERRO MIDAS.DLL DIGISAT ERRO MIDAS.DLL Para resolver esta questão, faça o download do "Registra Midas" e "midas.dll" que estão disponíveis nos links abaixo e salve-os dentro da pasta de instalação do sistema. Em seguida,

Leia mais

Introdução ao Sistema. Características

Introdução ao Sistema. Características Introdução ao Sistema O sistema Provinha Brasil foi desenvolvido com o intuito de cadastrar as resposta da avaliação que é sugerida pelo MEC e que possui o mesmo nome do sistema. Após a digitação, os dados

Leia mais

Manual de instrução Gerenciador de Certificados Digitais

Manual de instrução Gerenciador de Certificados Digitais Manual de instrução Gerenciador de Certificados Digitais Proibida a reprodução total ou parcial. Todos os direitos reservados 1 SUMÁRIO CONFIGURAÇÕES DO SISTEMA... 3 INSTALAÇÃO DO GERENCIADOR DE CERTIFICADOS

Leia mais

Para que o NSBASIC funcione corretamente em seu computador, você deve garantir que o mesmo tenha as seguintes características:

Para que o NSBASIC funcione corretamente em seu computador, você deve garantir que o mesmo tenha as seguintes características: Cerne Tecnologia www.cerne-tec.com.br Conhecendo o NSBASIC para Palm Vitor Amadeu Vitor@cerne-tec.com.br 1. Introdução Iremos neste artigo abordar a programação em BASIC para o Palm OS. Para isso, precisaremos

Leia mais

Visão Geral sobre o tutorial de Utilização de

Visão Geral sobre o tutorial de Utilização de Tutorial de Utilização de Impressoras Não Fiscais no NFC-e Visão Geral sobre o tutorial de Utilização de Impressoras Não Fiscais no NFC-e O intuito deste tutorial é descrever com detalhes técnicos como

Leia mais

INSTALAÇÃO DO MICROSOFT WINDOWS SHAREPOINT SERVICES 2.0

INSTALAÇÃO DO MICROSOFT WINDOWS SHAREPOINT SERVICES 2.0 CAPÍTULO 18 INSTALANDO E CONFIGURANDO O MICROSOFT OFFICE PROJECT SERVER 2003 INSTALAÇÃO DO MICROSOFT WINDOWS SHAREPOINT SERVICES 2.0 Antes de começar a instalação do Microsoft Office Project Server 2003

Leia mais

Objetivo do Sistema. Configuração Mínima (recomendada) Disposição do Manual

Objetivo do Sistema. Configuração Mínima (recomendada) Disposição do Manual Índice Objetivo do Sistema Configuração Mínima (recomendada) Disposição do Manual Módulo Básico Instalando o Mala Direta Abertura e tela de Senha Configuração de aparência Mudando o fundo da área de trabalho

Leia mais

ESUS SAMU V. 1.3 - INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO

ESUS SAMU V. 1.3 - INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO ESUS SAMU V. 1.3 - INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO O sistema Esus-SAMU, é o sistema que permite a regulação de solicitantes/pacientes, gravando históricos de procedimentos médicos tomados, veículos enviados

Leia mais

Estratégia para fazer cópias de segurança ( backup ) em nuvem

Estratégia para fazer cópias de segurança ( backup ) em nuvem 1 de 20 Estratégia para fazer cópias de segurança ( backup ) em nuvem Resolvi documentar uma solução que encontrei para fazer minhas cópias de segurança. Utilizo um software gratuito chamado Cobian Backup

Leia mais

Índice: Nitgen do Brasil www.nitgen.com.br

Índice: Nitgen do Brasil www.nitgen.com.br Índice: CAPÍTULO 3. PROGRAMAÇÃO EM DELPHI...2 3.1 INICIALIZANDO E FECHANDO O MÓDULO...2 3.1.1 Inicializando o módulo...2 3.1.2 Fechar o módulo após o uso...2 3.2 RELACIONANDO OS SENSORES NA PROGRAMAÇÃO...2

Leia mais

Moodle FTEC Versão 2.0 Manual do Usuário Acesse a área de LOGIN do site da FTEC www.ftec.com.br

Moodle FTEC Versão 2.0 Manual do Usuário Acesse a área de LOGIN do site da FTEC www.ftec.com.br Moodle FTEC Versão 2.0 Manual do Usuário Acesse a área de LOGIN do site da FTEC www.ftec.com.br Índice Como acessar o Moodle Editando seu PERFIL Editando o curso / disciplina no Moodle Incluindo Recursos

Leia mais

User Manager 1.0. edtusuario Nome do novo Usuário a ser criado edtsenha Senha do novo usuário Label

User Manager 1.0. edtusuario Nome do novo Usuário a ser criado edtsenha Senha do novo usuário Label Montando o Código: User Manager 10 Neste artigo vou abordar um pequeno problema que temos normalmente com nossos usuários, a criação de usuários e senhas para Interbase e Firebird, a demanda de trabalho

Leia mais

Manual do Teclado de Satisfação Online Web Opinião Versão 1.0.5

Manual do Teclado de Satisfação Online Web Opinião Versão 1.0.5 Manual do Teclado de Satisfação Online Web Opinião Versão 1.0.5 09 de julho de 2015 Departamento de Engenharia de Produto (DENP) SEAT Sistemas Eletrônicos de Atendimento 1. Introdução O Teclado de Satisfação

Leia mais

SIAFRO Módulo de Devolução 1.0

SIAFRO Módulo de Devolução 1.0 Conteúdo do Manual. Introdução. Capítulo Requisitos. Capítulo Instalação 4. Capítulo Configuração 5. Capítulo 4 Cadastro de Devolução 6. Capítulo 5 Relatório 7. Capítulo 6 Backup 8. Capítulo 7 Atualização

Leia mais

Revisão: Introdução. - Integração com o AutoManager; 1 Atualização de versão do banco de dados PostgreSQL

Revisão: Introdução. - Integração com o AutoManager; 1 Atualização de versão do banco de dados PostgreSQL Urano Indústria de Balanças e Equipamentos Eletrônicos Ltda. Rua Irmão Pedro 709 Vila Rosa Canoas RS Fone: (51) 3462.8700 Fax: (51) 3477.4441 Características do Software Urano Integra 2.2 Data: 12/05/2014

Leia mais