MÉTODOS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM PARA AVALIAÇÃO DA GLÂNDULA TIREÓIDE EM CÃES E GATOS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MÉTODOS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM PARA AVALIAÇÃO DA GLÂNDULA TIREÓIDE EM CÃES E GATOS"

Transcrição

1 MÉTODOS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM PARA AVALIAÇÃO DA GLÂNDULA TIREÓIDE EM CÃES E GATOS LETÍCIA ATHAYDE REBELLO CARVALHO 1, NATHALIA BRANT MALTA SALGUEIRO 2, VÂNIA CHAVES DE FIGUEIREDO 3, RODRIGO MARTINS PIMENTEL DA SILVA 4, ANTONIO CARLOS LACRETA JUNIOR 5 RESUMO: A glândula tireoide é responsável por diversas funções no organismo, principalmente como reguladora do metabolismo através da produção dos hormônios T3 e T4. As afecções oriundas dessa glândula podem causar sinais clínicos diversos em variados sistemas orgânicos. Os métodos de imagem são importantes ferramentas auxiliares para o diagnóstico, acompanhamento, avaliação prognóstica e tratamento de afecções tireoidenas. O presente trabalho analisou as indicações, vantagens e desvantagens dos principais métodos de diagnóstico por imagem. A ultrassonografia se mostrou como um excelente método de triagem e com boa atuação na avaliação de margens tumorais, entretanto com limitações de acesso a estruturas adjacentes. A cintilografia é utilizada para determinar extensão do tecido tireoideo hiperfuncionante, constituindo-se também como um bom método de triagem, principalmente em felinos onde não foi identificado o tecido hiperfuncionante. A ressonância magnética e a tomografia computadorizada supriram as limitações de todos os métodos anteriores, sendo indicados principalmente na avaliação de estruturas adjacentes para um bom planejamento terapêutico. Palavras-chave: Tireóide, Diagnóstico por imagem, Ultrassonografia, Cintilografia. INTRODUÇÃO A glândula tireoide é detentora de diversas funções no organismo, sendo a sua principal função a regulação do metabolismo. Qualquer afecção que atinja a tireoide pode interferir em todos os outros sistemas através da atuação dos hormônios T3 e T4. Os métodos de imagem são importantes ferramentas auxiliares para diagnóstico, acompanhamento, avaliação de prognóstico e de tratamento de afecções tireoideanas. Tais benefícios são alcançados mais comumente por meio da ultrassonografia, radiografia, ressonância magnética, tomografia computadorizada e cintilografia. O presente trabalho tem o objetivo de analisar as indicações de cada método, assim como as vantagens e desvantagens de cada um. REFERENCIAL TEÓRICO O diagnóstico por imagem pode ser utilizado para acessar a glândula tireoide em relação ao tamanho, forma, presença de lesões císticas, sólidas e calcificações (DEMARCO; LARSSON, 2006). Para diagnóstico de afecções tireoideanas é muito utilizada a ultrassonografia, que é uma modalidade de diagnóstico acessível na avaliação dos nódulos tireoideos, alterações anatômicas e apresenta uma boa correlação com os aspectos macroscópicos do nódulo e da glândula da tireoide (KEALY; MACALLISTER, 2005; DEMARCO; LARSSON, 2006) Na radiografia simples apenas será detectadas alterações de maior escala, como grandes massas (geralmente neoplasias), as quais podem ser visualizadas contra a coluna de ar da traqueia, ou inferidas por seu deslocamento e distorção (FARROW, 2006). Também será abordada uma breve análise da ajuda de métodos como a ressonância magnética, a tomografia computadorizada e a cintilografia para diagnósticos de afecções referentes à glândula tireoidea. 1 Mestranda em Ciências Veterinárias Universidade Federal de Lavras/ DMV, 2 Médica Veterinária Residente em Diagnóstico por Imagem/ DMV, 3 Mestranda em Ciências Veterinárias Universidade Federal de Lavras/ DMV, 4 Médico Veterinário Residente em Clínica de Pequenos animais/dmv, 3 Professor adjunto do Setor de Diagnóstico por Imagem Universidade Federal de Lavras/ DMV,

2 Anatomia A glândula tireoide situa-se caudalmente à laringe e adjacente à traqueia. Ela é uma estrutura dupla que poderá estar conectada ventralmente à traqueia. Ela pode ser encontrada localizando-se uma artéria carótida na forma de uma estrutura pulsátil e anecóica no interior do sulco jugular. O ângulo do transdutor entre os aspectos lateral e ventral do pescoço é de aproximadamente 45º. Os lobos situamse medialmente às artérias carótidas e são estruturas bem definidas, homogêneas, que formam ondulações ao longo da parede traqueal. A ecogenincidade tecidual é menor que a da musculatura adjacente. O tamanho de cada lobo é 2,5 a 3,0 cm de comprimento e 0,4 a 0,6 cm de largura nos cães. Nos gatos, o comprimento é cerca de 2 cm e a largura é de aproximadamente 0,2 cm. (KEALY; MACALLISTER, 2005) Neoplasias de tireoide Entre 1 e 2% de todas as neoplasias caninas são da glândula tireoide: adenocarcinomas e adenomas, sendo 85% malignos. Os cães idosos, principalmente Beagles, Boxers e Golden Retrievers são mais suscetíveis a desenvolver essa neoplasia (FARROW, 2006). O diagnóstico e estadiamento de carcinoma de tireoide em cães pode ser desafiador. Frequentemente a doença permanece clinicamente indetectável até a massa se tornar grande o suficiente para ser palpada e/ou comprime estruturas como laringe e faringe resultando em sinais clínicos como tosse persistente, regurgitação, vômito e mudança no latido. A maioria dos cães com tumor na tireoide não apresentam alterações nos níveis hormonais. A palpação e a US são comumente usados para diagnosticar e estadiar a doença. (TAEYMANS; PENNINCK; PETERS, 2013) Os adenomas ou os carcinomas da tiroide são visualizados com frequência na US. O tecido tireoideano ectópico é difícil de ser diferenciado dos linfonodos. Os adenomas tiroideanos funcionais envolvem, às vezes, ambos os lobos da glândula e são as causa mais comuns de hipertiroidismo nos gatos. A glândula está aumentada de tamanho, é hipoecóica e com uma textura homogênea ou mista. Infiltrados nodulares distintos ou aumento de tamanho generalizado de um lobo são visualizados. (KEALY; MACALLISTER, 2005) Os carcinomas da tireoide são visualizados na US tanto nos cães como nos gatos. Eles são geralmente unilaterais e hipoecóicos. Tendem a possuir margens insuficientemente definidas e ecotextura mista. A invasão tecidual local significa, com frequência, que as estruturas vitais como a veia jugular ou a artéria carótida estão intimamente associadas ou diretamente envolvidas na massa. Os linfonodos regionais devem ser também investigados. A aspiração com agulha fina, guiada por ultrassom, é particularmente útil no diagnóstico definitivo de doença tiroideana benigna ou maligna. Causas menos comuns de massas tiroideanas incluem cistos, hemorragia ou doença inflamatória (KEALY; MACALLISTER, 2005). Ultrassonografia da glândula tireoide A abordagem ultrassonográfica da glândula tireoide deve ser realizada com o paciente em decúbito dorsal e o pescoço esticado para permitir acesso adequado à região cervical cranial. A estreita proximidade da glândula com o transdutor principalmente em gatos e cães pequenos pode exigir o uso de um recuo, dependendo do tipo de transdutor utilizado para o exame. Coloca-se o transdutor no sulco jugular e examina-se um lobo de cada vez, localizando-se a artéria carótida comum no eixo longo, imediatamente caudal à laringe. Em seguida, move-se o transdutor de um lado para outro na direção ventromedial, o que permite identificação da glândula tireoide, medialmente à artéria carótida comum, na sua posição entre esta e a traqueia (KEALY; MACALLISTER, 2005; MANNION, 2010). A imagem de cada lobo é obtida como uma estrutura fina, fusiforme, bem definida, hipoecoica com relação ao tecido circunjacente, porém mais ecogênica do que a musculatura adjacente. Ela é homogênea, porém cercada por uma fina capsula fibrosa, hiperecoica. Entretanto, o tamanho diminuto

3 da glândula normal pode torna difícil visualizá-la em todos os planos, a menos que se utilize um transdutor de alta frequência, coo o de 10 MHz, de maneira que pode não ser possível determinar esses parâmetros em todos os casos (MANNION, 2010). Ambos os lobos da glândula tireoide devem ser examinados, em uma série de planos de imagem. No plano transversal, eles aparecem como estruturas triangulares hipoecoicas imediatamente mediais às artérias carótidas comuns. Às vezes é possível obter a imagem das artérias tireoideas caudais e craniais usando-se um transdutor de alta frequência. Elas aparecem como estruturas tubulares pequenas, anecóicas, seguindo em direção à glândula tireoide a partir das artérias carótidas comuns, podendo ser difícil identifica-las na ausência de ultrassom Doppler para confirmar a presença de fluxo sanguíneo em seu interior (MANNION, 2010). A ultrassonografia da região cervical ventral irá confirmar a presença da massa, independente de seu tamanho e localização; pode diferenciar entre tumores cavitários, císticos ou sólidos; pode identificar a presença e gravidade da invasão local do tumor; pode identificar a presença e localização de locais metastáticos na região cervical e aumentar a probabilidade de o tecido representativo para a avaliação citológica ou histológica ser obtido durante aspiração com agulha fina ou biopsia percutânea da massa (NELSON; COUTO, 2010) A ultrassonografia é usada para realização de biópsia guiada. Ela identifica áreas sólidas da massa, para quais a biópsia é necessária, e os vasos sanguíneos maiores, que deverão ser evitados (NELSON; COUTO, 2010) Radiografia As radiografias cervicais podem identificar uma pequena massa suspeita, que não havia sido identificada definitivamente no exame físico, podem mostrar a gravidade do deslocamento de estruturas adjacente e identificar a invasão local da massa da laringe e da traqueia (NELSON; COUTO, 2010). Caso a neoplasia seja grande, a radiografia simples poderá mostrar a massa abaixo de C2-C4, ventralmente convexa, causando compressão faríngea e deslocando em direção ventral à laringe e à traqueia proximal; pequenas lesões geralmente não podem ser visualizadas. No esofagograma, poderão ser observados a compressão e o deslocamento (FARROW, 2006). No felino, a radiografia não é o exame adequado para avaliar a tireoide, com exceção de grandes massas (geralmente neoplasias), as quais podem ser visualizadas contra a coluna de ar da traqueia, ou inferidas por seu deslocamento e distorção (FARROW, 2006). Cintilografia A cintilografia tireoideana é usada como um teste diagnóstico naqueles felinos com sinais característicos de hipertireoidismo, mas com concentrações séricas de T4 não diagnósticas; para identificar tecido tireódeo ectópico em felinos com sinais característicos de hipertireoidismo e concentrações séricas de T4 aumentadas, mas sem nódulo tireoideano cervical palpável e para ajudar a formular o melhor protocolo de tratamento, especialmente por prognosticar a probabilidade de sucesso e o risco de hipercalcemia que se desenvolve após a tireoidectomia (NELSON; COUTO, 2010). A Cintilografia irá determinar se a doença envolve um ou ambos os lobos tireoidianos e irá localizar tecido tireoidiano ectópico hiperfuncionante. O pertecnetato é aprisionado no interior das células e concentrados foliculares da tireoide devido às suas semelhanças com iodeto. Supõe-se que o aumento da atividade metabólica da tireoide irá resultar em um aumento proporcional no aprisionamento de pertecnetato e, portanto, a quantificação da acumulação pertecnetato seria um preditor da atividade metabólica da tireoide. Uma correlação significativa foi encontrada entre a porcentagem de dose injetada pertecnetato que se acumula dentro da tireoide a concentração de T4 sérico em gatos com hipertireoidismo. Cálculo da percentagem de absorção da dose pertecnetato pela tireoide não é rotineiramente realizado, porque exige uma avaliação precisa da dose injetado, com correção de fundo (DANIEL et al, 2001)

4 A imagem nuclear utilizando 99m TcO 4 ou isótopos radioativos do iodo (I 131, I 132 ), é capaz de identificar um adenoma de tiroide funcionante e carcinoma em gatos com hipertiroeidismo. O diagnóstico de hipertireoidismo em gatos é baseado na captação aumentada do radioisótopo e no aumento simétrico de um ou ambos os lobos tireoideanos (FARROW, 2006). A cintilografia também pode detectar e mostrar a extensão da neoplasia de tireoide para a cavidade torácica. A porcentagem de captação do 99m TcO 4, pode ser calculada para se determinar seu aumento: assim como comparar os níveis séricos de T3 e T4 (FARROW, 2006). O tecnécio 99m radioativo (pertecnetato) é usado rotineiramente para obtenção de imagem da glândula tireoide em felinos. O agente tem uma meia-vida física curta (6 horas), é concentrado nas células foliculares da tireoide funcionantes, e reflete o mecanismo de captação da glândula. As drogas anti-tireoideanas não afetam o mecanismo de captura da bomba tireoideana e, assim, o pertecnetato ainda se concentra na glândula tireoide, mesmo depois do completo impedimento da síntese do hormônio da tireoide por drogas antitireoideanas. As glândulas salivares e a mucosa gástrica também concentram pertecnetato; este é excretado pelos rins (NELSON; COUTO, 2010). A cintilografia da tireoide produz uma imagem de todo o funcionamento do tecido tireoideo e permite o delineamento e a localização das áreas funcionantes contrárias às não funcionantes da tireoide. A proporção de 1:1 de absorção da glândula salivar para a absorção do lobo tireoideo é o critério pelo qual se julga o estado da tireoide. Os achados na maioria dos felinos com hipertireoidismo são marcantemente anormais e geralmente fáceis de interpretar fig. (NELSON; COUTO, 2010). Tomografia e Ressonância Magnética A tomografia computadorizada é comumente usada para investigar massas cervicais em cães. Informações sobre origem, tamanho, forma, relação com órgãos adjacentes, vasos e características de vascularização são essenciais no planejamento terapêutico. (ROSSI et al, 2013) A tomografia computadorizada e as imagens por ressonância magnética da região cervical podem definir a extensão da invasão tumoral nas estruturas adjacentes, informação valiosa, caso esteja sendo considerada a cirurgia (NELSON; COUTO, 2010). Taeymans, Penninck e Peters (2013) mostraram que o US deve ser usado como um método inicial de triagem para avaliar suspeita de carcinoma de tireoide em cães. Entretanto é recomendado o uso da ressonância magnética ou tomografia computadorizada no pré-operatório e estadiamento da doença. Todos os 3 métodos de imagem tendem a ser mais confiáveis que a palpação clínica para avaliação de invasão tecidual local. A US e a cintilografia são geralmente usadas para avaliar massas tireoidenas. A invasão de tecidos adjacentes das massas tireoideanas podem afetar o resultado da ressecção cirúrgica a sobrevida pós-operatória. A cintilografia carece de resolução espacial para avaliar locais que foram invadidos. A US tem excelente resolução espacial, tornando-a adequada para avaliar as margens tumorais. As limitações da ultrassonografia incluem a incapacidade de visualizar tecidos moles dorsais a traqueia. Tem um campo de visão limitado, um limitado acesso a estrutura intratorácicas e dificuldade em confirmar a origem de tecido tireoideano anatomicamente distorcidos. A RM e a TC superam essas limitações. (TAEYMANS; DENNIS; SAUNDERS, 2008). CONSIDERAÇÕES FINAIS O exame ultrassonográfico se mostrou um excelente método de triagem e com boa atuação na avaliação das margens tumorais. Possui limitações no que diz respeito a incapacidade de visualizar tecidos moles dorsais a traqueias e limitado acesso a estruturas intratorácicas, além da dificuldade de confirmar a origem de tecidos tireoideanos. A cintilografia se faz útil em determinar a extensão da neoplasia por meio da visualização de tecido tireoideo hiperfuncionante. Caracterizando um ótimo método de varredura da tireoide, entretanto útil apenas na triagem do animal com suspeita de hipertireoidismo.

5 A ressonância magnética e a tomografia computadorizada já supre as limitações abordadas pelos métodos anteriores, permitindo uma ampla avaliação de estrutura adjacentes, assim como oferece condições de um planejamento terapêutico adequado. REFERÊNCIAS DANIELD, G; SHARPB, D; JANETA, S. NIECKARDZV, M; WILLIAMAD A. Quantitative thyroid scintigraphy as a predictor of serum thyroxin concentration in normal and hyperthyroid cats Veterinary Rudiology & Ultrasound, Vol. 43, No. 4, pp DEMARCO V; LARSSON C. E. Hipotireoidismo na Espécie Canina: Avaliação da Ultrassonografia Cervical como Metodologia Diagnóstica. Brazilian Journal of Veterinary Research Animal Science, 43: FARROW, C. S. Veterinária Diagnóstico por imagem do cão e gato. São Paulo: Roca, KEALY, J. K; MACALLISTER H; GRAHAM, J. P. Radiologia e ultra-sonografia do cão e gato MANNION, P. Ultrassonografia de pequenos animais, 2. Ed. Iowa: Blacwell Publishing, 2010 NELSON, R. W. COUTO, C. G. Medicina Interna de Pequenos Animais. 4ª ed. Rio de Janeiro- RJ: Elsevier, TAEYMANS, O; DENNIS,R; SAUNDERS, J. H. Magnetic resonance imaging of the normal canine thyroid gland. Veterinary Radiology & Ultrasound, Vol. 49, No. 3, 2008, pp TAEYMANS, O; PENNINCK, D. G.; PETERS, R.M. comparison between clinical, ultrasound, ct, mri, and pathology findings in dogs presented for suspected thyroid carcinoma. Veterinary Radioogy Ultrasound, Vol. 54, No. 1, 2013, pp TAEYMANS O, PEREMANS K, SAUNDERS JH. Thyroid Imaging in the Dog: Current Status and Future Directions. Journal of Veterinary Intern Medicine, 21: , 2007

22 - Como se diagnostica um câncer? nódulos Nódulos: Endoscopia digestiva alta e colonoscopia

22 - Como se diagnostica um câncer? nódulos Nódulos: Endoscopia digestiva alta e colonoscopia 22 - Como se diagnostica um câncer? Antes de responder tecnicamente sobre métodos usados para o diagnóstico do câncer, é importante destacar como se suspeita de sua presença. As situações mais comuns que

Leia mais

Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço Dr. Bruno Pinto Ribeiro Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço Hospital Universitário Walter Cantídio Introdução Mais de 99% câncer de tireóide tópico Locais ectópicos struma ovarii, pescoço Objetivo

Leia mais

Nódulos Tireoideanos. Narriane Chaves P. Holanda, E2 Endocrinologia HAM Orientador: Dr. Francisco Bandeira, MD, PhD, FACE

Nódulos Tireoideanos. Narriane Chaves P. Holanda, E2 Endocrinologia HAM Orientador: Dr. Francisco Bandeira, MD, PhD, FACE Nódulos Tireoideanos Narriane Chaves P. Holanda, E2 Endocrinologia HAM Orientador: Dr. Francisco Bandeira, MD, PhD, FACE Nódulos Tireoideanos Introdução Revised American Thyroid Association Management

Leia mais

Caracterização de lesões Nódulos Hepá8cos. Aula Prá8ca Abdome 2

Caracterização de lesões Nódulos Hepá8cos. Aula Prá8ca Abdome 2 Caracterização de lesões Nódulos Hepá8cos Aula Prá8ca Abdome 2 Obje8vos Qual a importância da caracterização de lesões através de exames de imagem? Como podemos caracterizar nódulos hepá8cos? Revisar os

Leia mais

05/03/ /2015. Equipe NATS, Bom dia!

05/03/ /2015. Equipe NATS, Bom dia! 05/03/2015 03/2015 Biópsia de nódulo tireoidiano SOLICITANTE : Juíza Cláudia Helena Batista, da 3ª Unidade Jurisdicional do Juizado Especial de Belo Horizonte NÚMERO DO PROCESSO: 9013419.97.2015.813.0024

Leia mais

Imagem da Semana: Ressonância nuclear magnética

Imagem da Semana: Ressonância nuclear magnética Imagem da Semana: Ressonância nuclear magnética Imagem 01. Ressonância Margnética do Abdomen Imagem 02. Angiorressonância Abdominal Paciente masculino, 54 anos, obeso, assintomático, em acompanhamento

Leia mais

IMAGIOLOGIA NOS TUMORES DE CÉLULAS RENAIS

IMAGIOLOGIA NOS TUMORES DE CÉLULAS RENAIS IMAGIOLOGIA NOS TUMORES DE CÉLULAS RENAIS Tiago Saldanha José Durães Serviço de Radiologia HEM - CHLO Curso de carcinoma de células renais Lisboa 2015 PAPEL DOS MÉTODOS DE IMAGEM Diagnóstico Estadiamento

Leia mais

XVII Reunião Clínico - Radiológica Dr. RosalinoDalasen.

XVII Reunião Clínico - Radiológica Dr. RosalinoDalasen. XVII Reunião Clínico - Radiológica Dr. RosalinoDalasen www.digimaxdiagnostico.com.br CASO CLÍNICO Paciente AJ, masculino, 40 anos, iniciou com quadro clínico de dor e aumento volumétrico testicular há

Leia mais

Imagem da Semana: Ultrassonografia, Tomografia Computadorizada

Imagem da Semana: Ultrassonografia, Tomografia Computadorizada Imagem da Semana: Ultrassonografia, Tomografia Computadorizada Imagem 01. Ultrassonografia Cervical (região de espaço carotídeo direito) Imagem 02. Ultrassonografia Cervical com Doppler (região de espaço

Leia mais

Bócio Nodular e Câncer de Tireóide ide na infância e adolescência

Bócio Nodular e Câncer de Tireóide ide na infância e adolescência Bócio Nodular e Câncer de Tireóide ide na infância e adolescência Introdução Maria Christina Morpurgo Kurdian Massas no pescoço são frequentes achados na população pediátrica Massas no pescoço Imagem Gânglio

Leia mais

NÓDULO DA TIREÓIDE CONDUTA CIRÚRGICA. Prof. Francisco Monteiro

NÓDULO DA TIREÓIDE CONDUTA CIRÚRGICA. Prof. Francisco Monteiro NÓDULO DA TIREÓIDE CONDUTA CIRÚRGICA Prof. Francisco Monteiro CIRURGIA DA TIREÓIDE (HISTÓRICO) Somente o homem que é familiar com a arte e a ciência do passado é competente para ajudar no seu progresso

Leia mais

Gaudencio Barbosa LCCP/HUWC 08/2011

Gaudencio Barbosa LCCP/HUWC 08/2011 Gaudencio Barbosa LCCP/HUWC 08/2011 O manejo cirurgico de pacientes com hiperparatiroidismo primario (HPTP) evoluiu consideravelmente A exploração das quatro glandulas bilateralmente foi substituida por

Leia mais

RADIOGRAFIA ABDOMINAL. Profª Drª Naida Cristina Borges

RADIOGRAFIA ABDOMINAL. Profª Drª Naida Cristina Borges RADIOGRAFIA ABDOMINAL Profª Drª Naida Cristina Borges Produção de Radiografias Diagnósticas Preparo adequado jejum/enema Pausa da inspiração evita o agrupamento das vísceras Indicações para a Radiologia

Leia mais

6º Imagem da Semana: Cintilografia e tomografia de Tórax

6º Imagem da Semana: Cintilografia e tomografia de Tórax 6º Imagem da Semana: Cintilografia e tomografia de Tórax Legenda da Imagem 1: Cintilografia com 131-Iodo. Legenda da Imagem 2: Tomografia computadorizada de tórax. Paciente do sexo feminino, 71 anos, procurou

Leia mais

Imagem da Semana: Fotografia

Imagem da Semana: Fotografia Imagem da Semana: Fotografia Imagem 01. Fotografia da lesão na face anterior do pescoço do paciente. Paciente do sexo masculino, 15 anos, previamente hígido, procurou assistência médica devido à presença

Leia mais

Ultra-sonografia nas Lesões Hepáticas Focais Benignas. Dr. Daniel Bekhor DDI - Radiologia do Abdome - UNIFESP

Ultra-sonografia nas Lesões Hepáticas Focais Benignas. Dr. Daniel Bekhor DDI - Radiologia do Abdome - UNIFESP Ultra-sonografia nas Lesões Hepáticas Focais Benignas Dr. Daniel Bekhor DDI - Radiologia do Abdome - UNIFESP Hemangioma Típico Prevalência: 1 a 20%. F: M até 5:1 Assintomático. Hiperecogênico bem definido

Leia mais

TERMO DE CIÊNCIA E CONSENTIMENTO. Termo de ciência e consentimento

TERMO DE CIÊNCIA E CONSENTIMENTO. Termo de ciência e consentimento TERMO DE CIÊNCIA E CONSENTIMENTO Termo de ciência e consentimento Por este instrumento particular o(a) paciente ou seu responsável, Sr.(a), declara, para todos os fins legais, que dá plena autorização

Leia mais

CÂNCER LARINGE. UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ Hospital Walter Cantídio Residência em Cirurgia de Cabeça e Pescoço CÂNCER DE LARINGE

CÂNCER LARINGE. UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ Hospital Walter Cantídio Residência em Cirurgia de Cabeça e Pescoço CÂNCER DE LARINGE UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ Hospital Walter Cantídio Residência em Cirurgia de Cabeça e Pescoço CÂNCER DE LARINGE GEAMBERG MACÊDO ABRIL - 2006 INTRODUÇÃO Câncer de cabeça e pescoço : 6º lugar. 90% são

Leia mais

ASPECTOS ULTRASSONOGRÁFICOS DE NEOPLASIA HEPÁTICA EM PERIQUITO AUSTRALIANO (Melopsittacus undulatus): RELATO DE CASO

ASPECTOS ULTRASSONOGRÁFICOS DE NEOPLASIA HEPÁTICA EM PERIQUITO AUSTRALIANO (Melopsittacus undulatus): RELATO DE CASO 1 ASPECTOS ULTRASSONOGRÁFICOS DE NEOPLASIA HEPÁTICA EM PERIQUITO AUSTRALIANO (Melopsittacus undulatus): RELATO DE CASO Sonographic aspects of hepatic neoplasia in Australian budgerigar (Melopsittacus undulatus):

Leia mais

ASPECTOS RADIOGRÁFICOS NO DIAGNÓSTICO DE MEGAESÔFAGO IDIOPÁTICO CONGÊNITO EM UM PASTOR ALEMÃO: RELATO DE CASO

ASPECTOS RADIOGRÁFICOS NO DIAGNÓSTICO DE MEGAESÔFAGO IDIOPÁTICO CONGÊNITO EM UM PASTOR ALEMÃO: RELATO DE CASO ASPECTOS RADIOGRÁFICOS NO DIAGNÓSTICO DE MEGAESÔFAGO IDIOPÁTICO CONGÊNITO EM UM PASTOR ALEMÃO: RELATO DE CASO NATHALIA BRANT MALTA SALGUEIRO 1, TATIANA SCHULIEN 2, LETÍCIA ATHAYDE REBELLO CARVALHO 3, VÂNIA

Leia mais

Manejo Ambulatorial de Massas Anexiais

Manejo Ambulatorial de Massas Anexiais Instituto Fernandes Figueira FIOCRUZ Departamento de Ginecologia Residência Médica Manejo Ambulatorial de Massas Anexiais Alberto Tavares Freitas Tania da Rocha Santos Abril de 2010 Introdução Representam

Leia mais

Journal Club (set/2010)

Journal Club (set/2010) Journal Club (set/2010) van Werven et al Academic Medical Center University of Amsterdam Netherland Thiago Franchi Nunes Orientador: Dr. Rogério Caldana Escola Paulista de Medicina Universidade Federal

Leia mais

CONTRASTE EM ULTRASSONOGRAFIA! Detecção e Caracterização de Lesões Hepáticas

CONTRASTE EM ULTRASSONOGRAFIA! Detecção e Caracterização de Lesões Hepáticas CONTRASTE EM ULTRASSONOGRAFIA! Detecção e Caracterização de Lesões Hepáticas Joana Carvalheiro! Dr. Eduardo Pereira Serviço de Gastrenterologia do Hospital Amato Lusitano! Director do Serviço: Dr. António

Leia mais

Agenda. Nódulo da Tireóide. Medicina Nuclear. Medicina Nuclear em Cardiologia 17/10/2011

Agenda. Nódulo da Tireóide. Medicina Nuclear. Medicina Nuclear em Cardiologia 17/10/2011 Agenda Medicina Nuclear Endocrinologia Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com O objetivo desta aula é abordar a Medicina nuclear em endocrinologia (notadamente aplicações Câncer de Tireóide).

Leia mais

Caso Clínico. Paciente do sexo masculino, 41 anos. Clínica: Dor em FID e região lombar direita. HPP: Nefrolitíase. Solicitado TC de abdome.

Caso Clínico. Paciente do sexo masculino, 41 anos. Clínica: Dor em FID e região lombar direita. HPP: Nefrolitíase. Solicitado TC de abdome. Caso Clínico Paciente do sexo masculino, 41 anos. Clínica: Dor em FID e região lombar direita. HPP: Nefrolitíase. Solicitado TC de abdome. Apendicite.

Leia mais

Noções Básicas sobre a Glândula Tireoide

Noções Básicas sobre a Glândula Tireoide Noções Básicas sobre a Glândula Tireoide Clínica Prof. Geraldo Medeiros Rua Prof. Artur Ramos, 96 5º Andar 01454-903 São Paulo-SP Pinheiros Marcação de Consultas: +55 11 3812-5711 clingmedeiros@uol.com.br

Leia mais

PLANO DE TRABALHO 2 SEMESTRE 2016 TECNOLOGIA EM RM - I

PLANO DE TRABALHO 2 SEMESTRE 2016 TECNOLOGIA EM RM - I UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FACULDADE DE MEDICINA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM RADIOLOGIA PLANO DE TRABALHO 2 SEMESTRE 2016 TECNOLOGIA EM RM - I PROFESSOR RESPONSÁVEL: Luiz Cláudio Souza 1.

Leia mais

DISCIPLINA DE OTORRINOLARINOGOLOGIA UNESP- BOTUCATU

DISCIPLINA DE OTORRINOLARINOGOLOGIA UNESP- BOTUCATU TRAQUEOTOMIA Profa Livre Docente Regina H. Garcia Martins DISCIPLINA DE OTORRINOLARINOGOLOGIA UNESP- BOTUCATU Unesp TRAQUEOTOMIA X TRAQUEOSTOMIA INDICAÇÕES DE TRAQUEOTOMIA DESOBSTRUÇÃO DAS VIAS AÉREAS

Leia mais

ORGANIZADOR. Página 1 de 6

ORGANIZADOR. Página 1 de 6 RESIDÊNCIA MÉDICA UERJ 07 Página de 6 RESIDÊNCIA MÉDICA UERJ 07 ENDOSCOPIA GINECOLÓGICA ) Mulher de 6 anos, com prole constituída, optou por método contraceptivo cirúrgico. Após avaliar o caso, o médico

Leia mais

Hemangiomas: Quando operar e quando observar Orlando Jorge M.Torres Nucleo de Estudos do Fígado F - UFMA

Hemangiomas: Quando operar e quando observar Orlando Jorge M.Torres Nucleo de Estudos do Fígado F - UFMA Hemangiomas: Quando operar e quando observar Orlando Jorge M.Torres Nucleo de Estudos do Fígado F - UFMA Lesões Benignas do FígadoF Tumores Epiteliais Hepatocelular Hiperplasia nodular focal Hiperplasia

Leia mais

REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA ISSN: Ano IX Número 18 Janeiro de 2012 Periódicos Semestral

REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA ISSN: Ano IX Número 18 Janeiro de 2012 Periódicos Semestral ESTUDO RETROSPECTIVO DA APLICAÇÃO DO DIAGNÓSTICO CITOPATOLÓGICO E AVALIAÇÃO DA SOBREVIDA DAS NEOPLASIAS MAMÁRIAS DE CADELAS ATENDIDAS HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE DO PARANÁ UENP-CLM

Leia mais

O que fazer perante:nódulo da tiroideia

O que fazer perante:nódulo da tiroideia 10º Curso Pós-Graduado NEDO 2010 Endocrinologia Clínica ASPECTOS PRÁTICOS EM ENDOCRINOLOGIA O que fazer perante:nódulo da tiroideia Zulmira Jorge Serviço Endocrinologia Diabetes e Metabolismo. H. Santa

Leia mais

CAPÍTULO 1. Tireoidectomia e Dissecção Cervical. Amit K. Mathur, MD, e Gerard M. Doherty, MD. INDICAÇÕES Lobectomia na glândula tireoide

CAPÍTULO 1. Tireoidectomia e Dissecção Cervical. Amit K. Mathur, MD, e Gerard M. Doherty, MD. INDICAÇÕES Lobectomia na glândula tireoide CAPÍTULO 1 Tireoidectomia e Dissecção Cervical Amit K. Mathur, MD, e Gerard M. Doherty, MD INDICAÇÕES Lobectomia na glândula tireoide Nódulo tóxico unilateral. Cisto ou adenoma solitário. Tireoidectomia

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE lesões de tireóide, citologia, ultrassonografia, epidemiologia.

PALAVRAS-CHAVE lesões de tireóide, citologia, ultrassonografia, epidemiologia. 14. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido - ISSN 2238-9113 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE

Leia mais

PLANO DE TRABALHO: TECNOLOGIA EM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA I

PLANO DE TRABALHO: TECNOLOGIA EM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA I PLANO DE TRABALHO: TECNOLOGIA EM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA I PROFESSOR: Rodrigo Modesto Gadelha Gontijo 1. EMENTA: Introdução de conhecimentos básicos sobre o equipamento de Ressonância Magnética, seu funcionamento

Leia mais

PLANO DE TRABALHO TECNOLOGIA EM RM - I

PLANO DE TRABALHO TECNOLOGIA EM RM - I UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FACULDADE DE MEDICINA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM RADIOLOGIA PLANO DE TRABALHO TECNOLOGIA EM RM - I TURMA 1 PROFESSOR RESPONSÁVEL: Luiz Cláudio Souza 1. EMENTA:

Leia mais

TUSS 3.02 - Modificações

TUSS 3.02 - Modificações 40813185 Angioplastia transluminal percutânea para tratamento de obstrução arterial MÉTODOS DIAGNÓSTICOS POR IMAGEM 13/02/09 15/10/10 SIM Alteração 40901068 Ecodopplercardiograma com contraste para perfusão

Leia mais

XIV Reunião Clínico - Radiológica Dr. RosalinoDalazen.

XIV Reunião Clínico - Radiológica Dr. RosalinoDalazen. XIV Reunião Clínico - Radiológica Dr. RosalinoDalazen www.digimaxdiagnostico.com.br CASO CLÍNICO 1 Pcte do sexo feminino com queixa de dor abdominal difusa. Coronal Sagital Laudo Aspecto compatível

Leia mais

RM padrão de 1,5T no câncer endometrial: moderada concordância entre radiologistas

RM padrão de 1,5T no câncer endometrial: moderada concordância entre radiologistas Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina Departamento de Diagnóstico por Imagem RM padrão de 1,5T no câncer endometrial: moderada concordância entre radiologistas Especializanda: Renata

Leia mais

30/05/2016. Como solucionar dúvidas na mamografia. Como melhorar? - Controle de Qualidade - Experiência. Dicas Úteis

30/05/2016. Como solucionar dúvidas na mamografia. Como melhorar? - Controle de Qualidade - Experiência. Dicas Úteis Como solucionar dúvidas na mamografia Como solucionar dúvidas na mamografia : como melhorar a mamografia ou que método é mais adequado para qual tipo de achado? Como melhorar? - Controle de Qualidade -

Leia mais

Câncer de Próstata. Dr.Adolfo Oliveira

Câncer de Próstata. Dr.Adolfo Oliveira Câncer de Próstata Dr.Adolfo Oliveira Câncer de Próstata Aproximadamente 46 mil casos/ano Cerca 24% de chance de desenvolver Câncer de Próstata durante a vida Aproximadamente 30% não são avaliadas para

Leia mais

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Aspectos cirúrgicos no tratamento de tumores hepatobiliares caninos: uma revisão

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Aspectos cirúrgicos no tratamento de tumores hepatobiliares caninos: uma revisão PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Aspectos cirúrgicos no tratamento de tumores hepatobiliares caninos: uma revisão Marcel Vasconcellos Médico Veterinário, Zootecnista, discente do

Leia mais

Up to date da radiologia no câncer de pulmão

Up to date da radiologia no câncer de pulmão Up to date da radiologia no câncer de pulmão Ana Paula Santo Lima Radiologista torácica Med Imagem ÍNDICE Difusão é superior ao PET-CT na detecção e avaliação linfonodal no câncer de pulmão Nódulos pulmonares

Leia mais

Audiência Pública Projeto de Lei 3.661/2012 Projeto de Lei do Senado 26/2008

Audiência Pública Projeto de Lei 3.661/2012 Projeto de Lei do Senado 26/2008 Audiência Pública Projeto de Lei 3.661/2012 Projeto de Lei do Senado 26/2008 Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985 Regula o exercício da profissão de Técnico em Radiologia, conceituando-se como tal todos

Leia mais

Altair da Silva Costa Júnior

Altair da Silva Costa Júnior 1 O seu médico recomendou a cirurgia do pulmão porque é a melhor forma para tratar a sua doença. Provavelmente você deve ter realizado diversos exames para a decisão da cirurgia, em conjunto com seu médico.

Leia mais

Nódulo de Tireoide. Diagnóstico:

Nódulo de Tireoide. Diagnóstico: Nódulo de Tireoide São lesões comuns à palpação da tireoide em 5% das mulheres e 1% dos homens. Essa prevalência sobe para 19 a 67% quando utilizamos a ecografia. A principal preocupação é a possibilidade

Leia mais

TUMORES DE PELE E TECIDO SUBCUTÂNEO EM CÃES E GATOS

TUMORES DE PELE E TECIDO SUBCUTÂNEO EM CÃES E GATOS TUMORES DE PELE E TECIDO SUBCUTÂNEO EM CÃES E GATOS Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria INTRODUÇÃO AOS TUMORES DE

Leia mais

XVI Reunião Clínico - Radiológica. Dr. RosalinoDalasen.

XVI Reunião Clínico - Radiológica. Dr. RosalinoDalasen. XVI Reunião Clínico - Radiológica Dr. RosalinoDalasen www.digimaxdiagnostico.com.br CASO 1 Paciente: M. G. A., 38 anos, sexo feminino. Queixa: Infecção do trato urinário de repetição. Realizou ultrassonografia

Leia mais

SETOR DE ABDOME - JOURNAL CLUB

SETOR DE ABDOME - JOURNAL CLUB SETOR DE ABDOME - JOURNAL CLUB Leonardo S. Carvalho OBJETIVOS Avaliar a capacidade da MDCT com MPRs, para a predição da ressecabilidade do adenocarcinoma pancreatico MATERIAL E MÉTODO Trabalho retrospectivo

Leia mais

Cistos e cavidades pulmonares

Cistos e cavidades pulmonares Cistos e cavidades pulmonares Gustavo de Souza Portes Meirelles 1 1 Doutor em Radiologia pela Escola Paulista de Medicina UNIFESP 1 Definições Cistos e cavidades são condições em que há aumento da transparência

Leia mais

Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Jônatas Catunda de Freitas

Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Jônatas Catunda de Freitas Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Jônatas Catunda de Freitas Fortaleza 2010 Lesões raras, acometendo principalmente mandíbula e maxila Quadro clínico

Leia mais

A ULTRASSONOGRAFIA NA ODONTOLOGIA: REVISÃO DE LITERATURA

A ULTRASSONOGRAFIA NA ODONTOLOGIA: REVISÃO DE LITERATURA CONEXÃO FAMETRO: ÉTICA, CIDADANIA E SUSTENTABILIDADE XII SEMANA ACADÊMICA ISSN: 2357-8645 A ULTRASSONOGRAFIA NA ODONTOLOGIA: REVISÃO DE LITERATURA Italo Lamarke da Silva Gomes¹ Daniel Rodrigues Pinho²

Leia mais

Imagens de adição -úlceras

Imagens de adição -úlceras Tracto Digestivo 8 -Estudos contrastados do tubo digestivo (conclusão) Imagens de adição (cont.) os processos ulcerativos A radiologia digestiva na era da endoscopia 9 -A imagiologiaseccional no estudo

Leia mais

PLANO DE TRABALHO: DISCIPLINA TECNOLOGIA EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA II

PLANO DE TRABALHO: DISCIPLINA TECNOLOGIA EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA II PLANO DE TRABALHO: DISCIPLINA TECNOLOGIA EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA II 1 O SEMESTRE DE 2016 PROFESSORES: Andréa de Lima Bastos Giovanni Antônio Paiva de Oliveira 1. EMENTA: Procedimentos, Protocolos,

Leia mais

PLANO DE TRABALHO: DISCIPLINA TECNOLOGIA EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA II

PLANO DE TRABALHO: DISCIPLINA TECNOLOGIA EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA II PLANO DE TRABALHO: DISCIPLINA TECNOLOGIA EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA II 2 O SEMESTRE DE 2015 PROFESSORES: Andréa de Lima Bastos Giovanni Antônio Paiva de Oliveira 1. EMENTA: Procedimentos, Protocolos,

Leia mais

FIGURA 06 Posicionamento radiográfico adequado

FIGURA 06 Posicionamento radiográfico adequado FIGURA 06 Posicionamento radiográfico adequado 27 28 2.6.2 Sinais Radiográficos Os sinais radiográficos comuns da DCF a todas as espécies são o raseamento acetabular, incongruência entre a cabeça femoral

Leia mais

DIVERTÍCULO DE ZENKER. R1 Jean Versari - HAC

DIVERTÍCULO DE ZENKER. R1 Jean Versari - HAC DIVERTÍCULO DE ZENKER R1 Jean Versari - HAC Divertículo de Zenker Evaginação da mucosa e submucosa do esôfago posterior por área de fraqueza entre as partes tireofaríngea e cricofarínega do músculo constritor

Leia mais

PAPEL DA IMAGEM NA AVALIAÇÃO DA PELVE FEMININA

PAPEL DA IMAGEM NA AVALIAÇÃO DA PELVE FEMININA PAPEL DA IMAGEM NA AVALIAÇÃO DA PELVE FEMININA Métodos de Diagnóstico por Imagem 1. Detecção de Lesões 2. Benigno vs. Maligno 3. Conduta (Cx, Seguimento...) Iyer VR et al. AJR 2010;194:311-321 Métodos

Leia mais

Embolia Pulmonar. Profº. Enf.º Diógenes Trevizan Especialização em urgência e Emergência

Embolia Pulmonar. Profº. Enf.º Diógenes Trevizan Especialização em urgência e Emergência Embolia Pulmonar Profº. Enf.º Diógenes Trevizan Especialização em urgência e Emergência Embolia Pulmonar - Conceito Entre os agravos respiratórios que apresentam elevados índices de morbidade destaca-se

Leia mais

TUMORES DA VESÍCULA E VIAS BILIARES. Dr. Francisco R. de Carvalho Neto

TUMORES DA VESÍCULA E VIAS BILIARES. Dr. Francisco R. de Carvalho Neto TUMORES DA VESÍCULA E VIAS BILIARES Dr. Francisco R. de Carvalho Neto TUMORES BENIGNOS ( classificação de Christensen & Ishate A) TUMORES BENIGNOS VERDADEIROS 1) De origem epitelial adenoma papilar ( papiloma)

Leia mais

Journal Club. Setor Abdome. Apresentação: Lucas Novais Bomfim Orientação: Dr. George Rosas. Data: 10/04/2013

Journal Club. Setor Abdome. Apresentação: Lucas Novais Bomfim Orientação: Dr. George Rosas. Data: 10/04/2013 Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina Departamento de Diagnóstico por Imagem Setor Abdome Journal Club Apresentação: Lucas Novais Bomfim Orientação: Dr. George Rosas Data: 10/04/2013

Leia mais

Características endoscópicas dos tumores neuroendócrinos retais podem prever metástases linfonodais? - julho 2016

Características endoscópicas dos tumores neuroendócrinos retais podem prever metástases linfonodais? - julho 2016 A incidência de tumores neuroendócrinos (TNE) retais tem aumentado ao longo dos últimos 35 anos. A maioria dos TNEs retais são diagnosticados por acaso, provavelmente devido ao aumento do número de sigmoidoscopias

Leia mais

[ESTUDO REFERENTE À ENCF - JOELHO]

[ESTUDO REFERENTE À ENCF - JOELHO] 2011 IMPOL Instrumentais e Implantes Samuel de Castro Bonfim Brito [ESTUDO REFERENTE À ENCF - JOELHO] Casos apresentados neste estudo foram operados e pertencem à Fundação Pio XII Hospital do Câncer de

Leia mais

O que é e o que faz a glândula tiróide?

O que é e o que faz a glândula tiróide? CANCÊR DE TIRÓIDE RESUMO O que é e o que faz a glândula tiróide? O que é câncer de tiróide? Por que é importante fazer exames regulares pelo resto da vida, para ter certeza de que o câncer de tiróide não

Leia mais

TRAUMA CERVICAL - IMPORTÂNCIA. área restrita. vários sistemas. experiência individual pequena FCMSCSP - AJG

TRAUMA CERVICAL - IMPORTÂNCIA. área restrita. vários sistemas. experiência individual pequena FCMSCSP - AJG TRAUMA CERVICAL IMPORTÂNCIA área restrita vários sistemas experiência individual pequena TRAUMA CERVICAL IMPORTÂNCIA Nº de lesões Mortalidade Guerra de Secessão (EUA) 4114 15% Guerra Espanhola Americana

Leia mais

10 de Outubro de 2007. Professor Amphilophio.

10 de Outubro de 2007. Professor Amphilophio. 10 de Outubro de 2007. Professor Amphilophio. A coluna no estudo do abdome é mal estudada. Para estudar bem a coluna aumenta-se muito a penetração e se queimam as estruturas de partes moles na frente.

Leia mais

- termo utilizado para designar uma Dilatação Permanente de um. - Considerado aneurisma dilatação de mais de 50% num segmento vascular

- termo utilizado para designar uma Dilatação Permanente de um. - Considerado aneurisma dilatação de mais de 50% num segmento vascular Doenças Vasculares Aneurisma A palavra aneurisma é de origem grega e significa Alargamento. - termo utilizado para designar uma Dilatação Permanente de um segmento vascular. - Considerado aneurisma dilatação

Leia mais

Seminário Grandes Síndromes

Seminário Grandes Síndromes Seminário Grandes Síndromes TEMA: DISPEPSIA Residente: Paloma Porto Preceptor: Dr. Fortunato Cardoso DEFINIÇÃO De acordo com os critérios de Roma III, dispepsia é definida por 1 ou mais dos seguintes sintomas:

Leia mais

Programa para Seleção Clínica Cirúrgica e Obstetrícia de Pequenos Animais

Programa para Seleção Clínica Cirúrgica e Obstetrícia de Pequenos Animais Programa para Seleção Clínica Cirúrgica e Obstetrícia de Pequenos Animais - Princípios cirúrgicos básicos: assepsia/antissepsia; pré, trans e pós-operatório; instrumentação cirúrgica; fundamentos em esterilização

Leia mais

CAPÍTULO 18. MIOMAS SUBMUCOSOS: ESTADIAMEnTOS PARA TRATAMEnTO HISTEROSCÓPICO. 1. INTRODUçãO

CAPÍTULO 18. MIOMAS SUBMUCOSOS: ESTADIAMEnTOS PARA TRATAMEnTO HISTEROSCÓPICO. 1. INTRODUçãO CAPÍTULO 18 MIOMAS SUBMUCOSOS: ESTADIAMEnTOS PARA TRATAMEnTO HISTEROSCÓPICO 1. INTRODUçãO Leiomiomas uterinos são os tumores mais frequentes do trato genital feminino, clinicamente aparentes em 25% das

Leia mais

Distribuição Esquemática das Atividades Didáticas do Curso de Medicina - UFSJ/SEDE 2º Semestre Semana Unidades Curiculares Turno Seg Ter Qua Qui Sex

Distribuição Esquemática das Atividades Didáticas do Curso de Medicina - UFSJ/SEDE 2º Semestre Semana Unidades Curiculares Turno Seg Ter Qua Qui Sex Distribuição Esquemática das Atividades Didáticas do Curso de Medicina - UFSJ/SEDE 2º Semestre Semana Unidades Curiculares Turno Seg Ter Qua Qui Sex 1 2 Módulo I: M 3 BBPM Aparelho Cardiorrespiratório

Leia mais

Imagem da Semana: Ultrassonografia transvaginal

Imagem da Semana: Ultrassonografia transvaginal Imagem da Semana: Ultrassonografia transvaginal Imagem 01. Ultrassonografia transvaginal em topografia de ovário esquerdo. Paciente sexo feminino, 34 anos, G0P0A0, procura serviço de ginecologia relatando

Leia mais

PRINCÍPIOS DA RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA

PRINCÍPIOS DA RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA PRINCÍPIOS DA RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA Diagnóstica Terapêutica Drenagem de abscessos Ablação de tumores Tratamento da dor 2 Princípios da intervenção: Avaliar os exames prévios

Leia mais

Cistos e doença policística renal

Cistos e doença policística renal Cistos e doença policística renal Introdução Cistos simples (com paredes finais e regulares e conteúdo líquido) são considerados benignos, não sendo necessário nenhum seguimento ou exame complementar para

Leia mais

Prostatic Stromal Neoplasms: Differential Diagnosis of Cystic and Solid Prostatic and Periprostatic Masses

Prostatic Stromal Neoplasms: Differential Diagnosis of Cystic and Solid Prostatic and Periprostatic Masses Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina Departamento de Diagnóstico por Imagem Setor Abdome Prostatic Stromal Neoplasms: Differential Diagnosis of Cystic and Solid Prostatic and Periprostatic

Leia mais

Curso Carcinoma Células Renais Coimbra Setembro 2013

Curso Carcinoma Células Renais Coimbra Setembro 2013 Tumores de Células Renais Tiago Saldanha José Durães Serviço de Radiologia HEM - CHLO Curso Carcinoma Células Renais Coimbra Setembro 2013 Tumores de Células Renais Tríade Clássica: Dor Hematúria Massa

Leia mais

ANEXO 4 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE MEDICINA E CIRURGIA

ANEXO 4 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE MEDICINA E CIRURGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO: MEDICINA DEPARTAMENTO: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS DISCIPLINA: FARMACOLOGIA I CARGA HORÁRIA: 60 HORAS CRÉDITOS: 03 CÓDIGO: SCF00019 PROFESSOR: PRÉ-REQUISITOS: FISIOLOGIA

Leia mais

PÂNCREAS ENDÓCRINO. Felipe Santos Passos 2011

PÂNCREAS ENDÓCRINO. Felipe Santos Passos 2011 PÂNCREAS ENDÓCRINO Felipe Santos Passos 2011 LOCALIZAÇÃO Região epigástrica e hipocondríaca esquerda Nível de L1 L3 Transversalmente na parede posterior do abdome LOCALIZAÇÃO Retroperitoneal Relações Anatômicas:

Leia mais

Imagenologia das Lesões Hepáticas

Imagenologia das Lesões Hepáticas Curso Continuado em Cirurgia Geral do CBCSP 2014 Imagenologia das Lesões Hepáticas Dr. Lucas Scatigno Saad 26/07/2014 Fígado Maior órgão parenquimatoso do corpo 1.000-2.500 g no adulto saudável Hipocôndrio

Leia mais

Tomografia Computadorizada

Tomografia Computadorizada Tomografia Computadorizada Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com Aula 05: Dose em Tomografia Agenda Introdução Dose absorvida, dose equivalente, e dose efetiva Definição das Medidas de

Leia mais

Distribuição Esquemática das Atividades Didáticas do Curso de Medicina - UFSJ/SEDE 2º Semestre Semana Unidades Curiculares Turno Seg Ter Qua Qui Sex

Distribuição Esquemática das Atividades Didáticas do Curso de Medicina - UFSJ/SEDE 2º Semestre Semana Unidades Curiculares Turno Seg Ter Qua Qui Sex Distribuição Esquemática das Atividades Didáticas do Curso de Medicina - UFSJ/SEDE 2º Semestre Semana Unidades Curiculares Turno Seg Ter Qua Qui Sex 1 2 Módulo I: 3 BBPM Aparelho Cardiorrespiratório 4

Leia mais

Revisão da Anatomia e definição dos volumes de tratamento: câncer de próstata

Revisão da Anatomia e definição dos volumes de tratamento: câncer de próstata FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS UNIVERSIDADE DE CAMPINAS Revisão da Anatomia e definição dos volumes de tratamento: câncer de próstata JUMARA MARTINS R3 RADIOTERAPIA/ 2013 FCM- UNICAMP Anatomia Classificação

Leia mais

Distribuição Esquemática das Atividades Didáticas do Curso de Medicina - UFSJ/SEDE Semana Unidades Curiculares Turno Seg Ter Qua Qui Sex

Distribuição Esquemática das Atividades Didáticas do Curso de Medicina - UFSJ/SEDE Semana Unidades Curiculares Turno Seg Ter Qua Qui Sex Distribuição Esquemática das Atividades Didáticas do Curso de Medicina - UFSJ/SEDE Semana Unidades Curiculares Turno Seg Ter Qua Qui Sex 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Módulo I: Aparelho

Leia mais

RADIOTERAPIA ESTEREOTÁXICA CORPÓREA

RADIOTERAPIA ESTEREOTÁXICA CORPÓREA RADIOTERAPIA ESTEREOTÁXICA CORPÓREA Bases da Radioterapia Tipos de Radioterapia Efeitos Colaterais Enf. Alexandre Barros Departamento de Radioterapia Hospital Israelita Albert Einstein - SP Paciente :

Leia mais

INTRODUÇÃO AO LINFOMA EM GATOS

INTRODUÇÃO AO LINFOMA EM GATOS INTRODUÇÃO AO LINFOMA EM GATOS Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria Linfoma em gatos (sinônimos) Linfoma Século XXI

Leia mais

Patologia Clínica e Cirúrgica

Patologia Clínica e Cirúrgica V e t e r i n a r i a n D o c s Patologia Clínica e Cirúrgica Prolapso Retal Definição É uma enfermidade caracterizada pela protrusão de uma ou mais camadas do reto através do ânus. Ele pode ser parcial

Leia mais

Múltiplos nódulos pulmonares, que diagnóstico?

Múltiplos nódulos pulmonares, que diagnóstico? Múltiplos nódulos pulmonares, que diagnóstico? Cecília Pacheco, João F Cruz, Daniela Alves, Rui Rolo, João Cunha 44º Curso Pneumologia para Pós-Graduados Lisboa, 07 de Abril de 2011 Identificação -A.F.O,

Leia mais

Heterologous antibodies to evaluate the kinetics of the humoral immune response in dogs experimentally infected with Toxoplasma gondii RH strain

Heterologous antibodies to evaluate the kinetics of the humoral immune response in dogs experimentally infected with Toxoplasma gondii RH strain 67 4.2 Estudo II Heterologous antibodies to evaluate the kinetics of the humoral immune response in dogs experimentally infected with Toxoplasma gondii RH strain Enquanto anticorpos anti-t. gondii são

Leia mais

PLANO DE ENSINO. Anatomia humana de estruturas reunidas em um mesmo território anatômico e suas representações em exames de imagem normais.

PLANO DE ENSINO. Anatomia humana de estruturas reunidas em um mesmo território anatômico e suas representações em exames de imagem normais. NOME: ANATOMIA TOPOGRÁFICA E IMAGEM Código: IMA002 Carga horária: 120 HORAS-AULA (30 HORAS TEÓRICAS E 90 HORAS PRÁTICAS) Créditos: 08 Período do curso: 4 PERÍODO Pré-requisitos: FIB040 EMENTA PLANO DE

Leia mais

O coração como fonte embolígena: não basta realizar ecocardiograma transesofágico. É preciso ser bem feito

O coração como fonte embolígena: não basta realizar ecocardiograma transesofágico. É preciso ser bem feito O coração como fonte embolígena: não basta realizar ecocardiograma transesofágico. É preciso ser bem feito Lueneberg ME, Monaco CG, Ferreira LDC, Silva CES, Gil MA, Peixoto LB, Ortiz J. Rev.Bras.Ecocard

Leia mais

RADIOLOGIA PULMONAR INCIDÊNCIA : PÓSTERO-ANTERIOR (PA)

RADIOLOGIA PULMONAR INCIDÊNCIA : PÓSTERO-ANTERIOR (PA) RADIOLOGIA PULMONAR RADIOLOGIA PULMONAR INCIDÊNCIA : PÓSTERO-ANTERIOR (PA) É A MAIS UTILIZADA NA RADIOGRAFIA SIMPLES DO TÓRAX. É NECESSÁRIA UMA DISTÂNCIA MÍNIMA PARA A SUA REALIZAÇÃO, DA ORDEM DE 1,50

Leia mais

Luxação Congênita do Quadril (Displasia Acetabular) Doença de Legg-Perthes-Calvet Epifisiólise. Prof André Montillo UVA

Luxação Congênita do Quadril (Displasia Acetabular) Doença de Legg-Perthes-Calvet Epifisiólise. Prof André Montillo UVA Luxação Congênita do Quadril (Displasia Acetabular) Doença de Legg-Perthes-Calvet Epifisiólise Prof André Montillo UVA Patologia Evolução Fisiológica A Partir dos 4 anos de idade haverá uma Obstrução da

Leia mais

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial (PA).

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial (PA). A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial (PA). Associa-se frequentemente a alterações funcionais e/ou

Leia mais

Ecografia abdomino-pélvica Distribuição anormal dos gases abdominais. Ileus paralítico e mecânico Diagnóstico radiológico

Ecografia abdomino-pélvica Distribuição anormal dos gases abdominais. Ileus paralítico e mecânico Diagnóstico radiológico Estudo Imagiológico gico do Abdómen Ecografia abdomino-pélvica Distribuição anormal dos gases abdominais Ileus paralítico e mecânico Diagnóstico radiológico Tipos de ecografia Ecografia Abdominal Visualização

Leia mais

Curso de Cirurgia Laparoscópica Urológica Parte IV

Curso de Cirurgia Laparoscópica Urológica Parte IV 81 Curso de Laparoscopia Curso de Cirurgia Laparoscópica Urológica Parte IV Rui Lages*, Rui Santos** *Consultor de Urologia H. S. João de Deus Fão **Consultor de Urologia H. S.ta Isabel Marco de Canaveses

Leia mais

T E L E RA D I O L O G I A

T E L E RA D I O L O G I A ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS NA IMPLANTAÇÃO DE UM CENTRO DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM T E L E RA D I O L O G I A Dany Jasinowodolinski danyjasino@gmail.com Analógica Digital Porque investir em DIGITAL? Velocidade

Leia mais

I MÓDULO Aparelho Cardiorrespiratório 7 SEMANAS (162 h)

I MÓDULO Aparelho Cardiorrespiratório 7 SEMANAS (162 h) Distribuição Esquemática das Atividades Didáticas do Curso de Medicina - UFSJ/SEDE Semana Unidades Curiculares Turno Seg Ter Qua Qui Sex 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Módulo I: Aparelho

Leia mais

NEOPLASIAS HEPÁTICAS DE MAIOR OCORRÊNCIA EM CÃES _ REVISÃO DE LITERATURA

NEOPLASIAS HEPÁTICAS DE MAIOR OCORRÊNCIA EM CÃES _ REVISÃO DE LITERATURA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO TACIANNA CAVALCANTI DE GODOY NEOPLASIAS HEPÁTICAS DE MAIOR OCORRÊNCIA EM CÃES _ REVISÃO DE LITERATURA RECIFE-PE 2009 TACIANNA CAVALCANTI DE GODOY NEOPLASIAS HEPÁTICAS

Leia mais

MÉTODOS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM NA AVALIAÇÃO DE ALTERAÇÕES GASTROINTESTINAIS EM GATOS: UMA REVISÃO

MÉTODOS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM NA AVALIAÇÃO DE ALTERAÇÕES GASTROINTESTINAIS EM GATOS: UMA REVISÃO MÉTODOS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM NA AVALIAÇÃO DE ALTERAÇÕES GASTROINTESTINAIS EM GATOS: UMA REVISÃO DAIANNE CARNEIRO DE OLIVEIRA SANTOS 1, ANTONIO CARLOS CUNHA LACRETA JUNIOR 2 RESUMO: As principais enfermidades

Leia mais

A N E X O III A T R I B U I Ç Õ E S

A N E X O III A T R I B U I Ç Õ E S A N E X O III A T R I B U I Ç Õ E S MÉDICO CIRURGIÃO VASCULAR Realizar procedimentos diagnósticos e terapêuticos, inclusive em Hemodinâmica; Prescrever e ministrar tratamento para as diversas afecções

Leia mais