REPRESENTANTE DO EMPREENDEDOR: RICARDO SAAD - (DIAL) RESPONSÁVEL TÉCNICO DO EMPREENDIMENTO: LUIZ GUSTAVO CORRÊA (DIAL)

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2 REFINARIA DE ALUMINA BRASIL CHINA REFINARIA ABC EMPREENDEDOR: COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD REPRESENTANTE DO EMPREENDEDOR: RICARDO SAAD - (DIAL) RESPONSÁVEL TÉCNICO DO EMPREENDIMENTO: LUIZ GUSTAVO CORRÊA (DIAL) CNPJ CGC/MF: / AVENIDA GRAÇA ARANHA Nº 26 CENTRO RIO DE JANEIRO (RJ) RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL - RIMA REFINARIA DE ALUMINA BRASIL CHINA REFINARIA ABC MARÇO 2006 Empresa Consultora responsável pela realização do EIA/RIMA da Refinaria ABC: ERM BRASIL LTDA. COORDENAÇÃO TÉCNICA; Sonia Maria Csordas ERM Brasil Ltda. Presidente: Yanko L. V. Guimarães Jr. Responsável Técnico: Eugenio da Motta Singer CNPJ: / Av. dos Carinás, 635 Moema São Paulo SP

3 Í n d i c e APRESENTAÇÃO 4 O QUE É LICENCIAMENTO AMBIENTAL 5 O QUE É O EMPREENDIMENTO Como será a Refinaria ABC 7 Produção e Mercado 9 Área Industrial de Barcarena 9 Porque construir a Refinaria 11 Porque construir em Barcarena 11 Como será construída a refinaria ABC 13 Como irá funcionar a refinaria abc 20 Estudo de análise de risco 27 O MEIO AMBIENTE NA REGIÃO DE INFLUÊNCIA DA REFINARIA 29 O Meio Ambiente Físico O Clima da Região e a Qualidade do Ar 30 O Solo, as Rochas e a Água Subterrânea da Região 31 Os Rios da Região 32 Ruído na Região 34 O meio ambiente biológico 35 A Flora da Região 35 A Fauna na Região 39 O meio ambiente social e econômico 40 a ocupação da área de influência 41 Uso do solo na região 42 A indústria e a economia na região 44 A Infra-Estrutura (Construções e Serviços) da Região 47 O Valor Histórico e Cultural da Região 51 A história da região 52 Programas e Projetos Desenvolvidos na Região 57 A Organização Social na Região 58 O Governo da Região 59 O Setor Privado na Região 60 Os Meios de Comunicação na Região 61 As Associações, Sindicatos e Cooperativas da Região 61 Organizações Não-Governamentais (ONGs) na Região 62 As Comunidades na Região 63 As Universidades e Instituições de Pesquisa na Região 64

4 Í n d i c e A Arqueologia na Região 65 Município de Abaetetuba 67 Município de Barcarena 67 Os Impactos e as ações no empreendimento 70 etapa de planejamento 70 A implantação da refinaria abc 72 impactos sobre o meio físico 72 Impactos Sobre o meio biótico 74 impactos sobre a socioeconomia 75 O funcionamento da refinaria abc 80 impactos sobre o meio físico 81 impactos sobre o meio biótico 83 impactos sobre o meio socioeconômico 85 as ações de gestão propostas para a refinaria abc 88 Ações de gestão para o meio físico 88 Ações de Gestão para o Meio socioeconômico 92 Ações de gestão para o meio biológico 96 CONSIDERAÇÕES FINAIS 102 equipe técnica 116

5 A p r e s e n t a ç ã o A partir de agora, você vai conhecer o Relatório de Impacto Ambiental da Refinaria ABC, da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), projetada para a cidade de Barcarena, no Pará. Neste Relatório, conhecido como RIMA, você encontrará as principais informações e conclusões analisadas detalhadamente no Estudo de Impacto Ambiental (EIA). O EIA é composto por três partes: descrição detalhada do projeto do empreendimento, onde são apresentados o planejamento, a implantação e a operação da Refinaria ABC; o diagnóstico ambiental estudo das condições atuais do meio ambiente local; e avaliação e classificação dos impactos causados pela Refinaria ABC e detalhamento dos programas ambientais. Com as informações extraídas do Estudo de Impacto Ambiental, o principal objetivo deste RIMA é apresentar este estudo para a população, os líderes locais, os técnicos, as autoridades, as entidades ambientalistas e todos os interessados neste empreendimento. A meta deste RIMA é utilizar ao máximo uma linguagem compreensível às pessoas em geral que não possuam conhecimento técnico sobre os temas estudados, e possibilitar que estas pessoas possam compreender e participar do processo de decisão para a implantação do empreendimento. O RIMA deve ainda explicar para a população da região as mudanças que acontecerão no meio ambiente com a implantação da Refinaria e quando ela estiver funcionando. Por isso é muito importante que você esteja bem informado, para poder decidir acertadamente. 4

6 O que é Licenciamento Ambiental Para iniciar o licenciamento ambiental de um empreendimento é preciso, antes de tudo, fazer uma análise detalhada sobre as modificações que poderão acontecer no meio ambiente e o que será feito para compensar e minimizar estas alterações. Esta análise é chamada de Avaliação de Impacto Ambiental AIA e o Estudo de Impacto Ambiental, conhecido como EIA, é um de seus instrumentos. Este estudo, feito por técnicos e especialistas contratados pela empresa responsável pelo projeto, faz parte das exigências necessárias para que o órgão ambiental forneça as licenças ambientais para que as obras sejam realizadas e, também, para que depois de prontas, o empreendimento possa começar a operar. A avaliação inicial de um empreendimento ou de uma atividade que possa trazer modificações no meio ambiente é exigida pela Constituição Federal (artigo 225, parágrafo 1º, inciso IV), pela Lei da Política Nacional do Meio Ambiente (nº 6.938/81) e pela Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente, o Conama. Este Conselho propõe ao governo as formas para preservar o meio ambiente. É um colegiado, composto por representantes de diversos setores do governo e da sociedade civil. Suas reuniões são públicas e, muitas vezes, têm como resultado documentos chamados de Resoluções. O EIA contém informações e análises técnicas sobre as mudanças que serão causadas pela construção e funcionamento do empreendimento, baseadas nas características do local onde está prevista sua instalação e da área que poderá sofrer alterações. Com esse estudo é possível avaliar se o empreendimento é ou não viável do ponto de vista ambiental. Do EIA nasce o Relatório de Impacto Ambiental, conhecido como RIMA. A função do RIMA é esclarecer todos os elementos da Refinaria, com uma linguagem simples e compreensível, para que possa ser divulgado e avaliado pela população, pelos grupos sociais interessados e por todas as instituições envolvidas na tomada de decisão sobre o licenciamento ambiental. 5 A Resolução do CONAMA nº 001/86 determina que o RIMA seja apresentado à população de forma objetiva e adequada à sua compreensão. Isto significa que as informações devem ser traduzidas em linguagem acessível e com ilustrações para que todas as pessoas possam entender as vantagens e desvantagens do projeto e também todas as conseqüências ambientais de sua implantação. A mesma Resolução determina, ainda, que uma obra só pode ser iniciada depois da análise do EIA/RIMA por técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) ou dos órgãos de meio ambiente dos Estados. Para a Refinaria ABC, a SECTAM Secretaria Executiva de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente, é o órgão responsável pela análise do EIA/ RIMA.

7 O que é Licenciamento Ambiental Para você entender melhor, vamos detalhar como funciona o licenciamento. A primeira licença concedida pelo órgão ambiental é a Licença Prévia, chamada de LP. Ela é concedida após a análise do EIA e do RIMA e somente quando o projeto é ambientalmente viável. Isso quer dizer que, se alguém quiser fazer uma obra que pode afetar significativamente o meio ambiente, o órgão ambiental pode não conceder a LP. Nesse caso, os responsáveis pelo projeto vão ter que refazer os seus estudos ou desistir do projeto. A LP, ao ser fornecida, traz as exigências que devem ser cumpridas para que a segunda licença seja concedida. A segunda licença necessária é a Licença de Instalação, chamada de LI. Para obtê-la, os responsáveis pela obra deverão entregar ao órgão licenciador um documento que reúne todas as medidas que serão tomadas para diminuir as alterações que o empreendimento trará ao meio ambiente. Esse documento se chama Plano de Controle Ambiental, chamado de PCA. Uma vez obtida a LI, as obras podem começar. Somente quando as obras terminam é que a terceira e última licença é fornecida. É a Licença de Operação, a LO. Mas não basta terminar a obra para obter a LO. As exigências feitas pelo órgão ambiental licenciador devem ser cumpridas para que o processo de licenciamento seja completado. Ainda assim, a LO precisa ser renovada periodicamente pelos responsáveis pela operação do empreendimento. No processo de licenciamento há a participação fundamental da sociedade, que irá opinar sobre o empreendimento. É quando ocorre o processo de Audiência Pública, determinada pela Resolução CONAMA nº 009/87, de Uma das finalidades da Audiência Pública é explicar para a população as informações do EIA e do RIMA. Outra finalidade é ouvir o que as pessoas têm a dizer sobre o projeto, suas críticas, observações e sugestões. A data e o local da Audiência Pública são divulgados para os interessados pelos meios de comunicação. 6 Por isso a leitura do RIMA é fundamental, pois ele é o documento que ajudará as pessoas a compreenderem o projeto e servirá como base para a participação na Audiência Pública.

8 O que é o Empreendimento Como será a Refinaria ABC? Conhecido como funciona o licenciamento ambiental de uma obra podemos agora saber como será a Refinaria ABC, prevista para ser construída na cidade de Barcarena, situada a 40 quilômetros de Belém, no Estado do Pará. O projeto da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) é de uma refinaria que irá produzir alumina, matéria-prima usada para fabricar alumínio. Para realizar esta obra, a CVRD se associou à empresa chinesa China Aluminium Company (CHALCO). Por esta razão, o nome do projeto é Refinaria de Alumina Brasil China, ou Refinaria ABC. O terreno escolhido para a Refinaria ABC tem aproximadamente 588 hectares e fica entre a rodovia PA-483, que liga o trevo do Peteca a Belém, e a rodovia PA-481, que liga o trevo do Peteca a Abaetetuba. (Veja o mapa da localização na próxima página) A Refinaria ABC vai extrair a alumina da bauxita, uma rocha que é o principal minério utilizado na cadeia de produção de alumínio. Para produzir alumina serão necessários usar alguns produtos que chegarão até a Refinaria ABC por tubovia (óleo combustível e soda cáustica) e por caminhões (carvão). A alumina produzida na Refinaria será transportada por caminhões até a área de estocagem (retro-área) de onde será embarcada em navios para o exterior. Os esgotos industriais tratados da Refinaria serão transportados por uma galeria até o rio Pará. Pilha de Bauxita da MRN Refinar significa tornar mais fino e apurar. Por isso a ABC é chamada de refinaria, pois o seu trabalho será extrair a alumina da bauxita, que é uma rocha, e transformá-la em um pó branco, que é a alumina. 7 O projeto foi dividido em fases. A Fase 1 é quando será construída a unidade que produzirá 1,86 milhões de toneladas por ano de alumina. As outras fases serão de instalação de mais seis linhas de produção, que futuramente terão estudos ambientais específicos e não estão neste EIA/RIMA. A imagem a seguir mostra a localização da Refinaria. Alumina Calcinada

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10 O que é o Empreendimento Produção e Mercado A Refinaria ABC produzirá alumina metalúrgica arenosa, do tipo chamado sandy, com um processo de produção chamado Bayer de baixa temperatura, que foi aprimorado pela Alunorte. Este processo consome menos energia e tem um custo menor de implantação. Esta tecnologia, desenvolvida pela Alunorte, é uma referência no que diz respeito a produtividade, custos e qualidade. Toda a produção da Refinaria ABC será exportada, atendendo principalmente o mercado consumidor da China. Esta Refinaria de alumina terá uma capacidade inicial de 1,86 milhões de toneladas por ano (Mtpa), em dois módulos de 0,93 Mtpa cada, sendo esse o objeto do presente Estudo de Impacto Ambiental. Entretanto, a Refinaria está sendo projetada para atingir uma capacidade final de produção de 7,44 Mtpa, estando prevista a instalação de oito linhas de produção, o que a tornará a maior unidade de produção de alumina do mundo. O investimento projetado para a primeira fase da Refinaria ABC é de milhões de dólares, o que representa 545 dólares por tonelada de alumina produzida, um valor competitivo quando comparado ao praticado no mercado internacional. É importante destacar que existem empreendimentos similares localizados principalmente na Austrália, China e Jamaica, os quais serão concorrentes da Refinaria ABC. Mas o baixo custo de investimento e operacional da Refinaria ABC vai permitir concorrer de maneira competitiva com as grandes refinarias internacionais. A Área Industrial de Barcarena A bauxita, minério de alumínio utilizado para a produção de alumina, foi inicialmente encontrada na região Sudeste (Minas Gerais e São Paulo), o que propiciou o desenvolvimento da indústria do alumínio nessa região. 9 A partir dos anos 70, com a iniciativa de integração da região Amazônica pelo governo brasileiro, novas fronteiras, tanto agrícolas como minerais, puderam ser desenvolvidas. A mineração correspondeu a uma das atividades que recebeu mais incentivos, resultando na descoberta de novas reservas minerais. Dentre essas, destaca-se a reserva de bauxita de Porto Trombetas, no estado do Pará, explorada pela Mineração Rio do Norte (MRN). Localizada no município de Oriximiná, essa reserva mineral tem sua produção escoada pela utilização de transporte fluvial, através do rio Trombetas. A maior parte deste minério é fornecida para

11 O que é o Empreendimento o mercado brasileiro (Alunorte e Alumar Alumina do Maranhão) e o restante é exportado para os Estados Unidos, Canadá e Europa. Devido à grande capacidade de produção da MRN (reservas para mais de 100 anos) e do aumento da procura e uso do alumínio em diversos setores industriais, bem como da disponibilidade de energia elétrica proveniente da Usina Hidrelétrica de Tucuruí, o governo brasileiro decidiu implantar o ciclo do alumínio na área industrial de Barcarena, no estado do Pará, onde foram implantadas as indústrias Albras e Alunorte. A Alunorte, da qual a CVRD é a maior acionista, está localizada em Barcarena e iniciou suas atividades em julho de Produz atualmente 4,3 Mtpa de alumina, das quais 20% abastecem a vizinha Albras na fabricação de alumínio e o restante é exportado para suprir o mercado consumidor da Europa, Canadá e Ásia. A Alunorte encontra-se em fase de ampliação, sendo a entrada em operação da Expansão 3 prevista para Após a referida expansão, a Alunorte produzirá 6,2 Mtpa de alumina, aumentando sua participação no mercado internacional. Atualmente, 100% do minério de bauxita recebido pela Alunorte é proveniente da MRN, que chega através de navios graneleiros que descarregam o minério no Porto de Vila do Conde. As demandas - necessidade e procura por um produto - crescentes do alumínio e alumina estimularam a entrada no mercado de novos investidores. Com a Expansão 3 da Alunorte e a construção da Refinaria ABC, uma maior quantidade de minério de bauxita será demandada. Considerando-se que a MRN encontra-se em seu limite de produção, a alternativa encontrada para o suprimento de bauxita foi o desenvolvimento de uma nova mina. 10 Novas tecnologias de transporte do minério foram desenvolvidas, possibilitando a exploração de novas jazidas de bauxita. Esse é o caso das reservas de minério do município de Paragominas, também no estado do Pará, que contém cerca de três vezes mais bauxita que a mina de Porto Trombetas (MRN). A Mineração de Bauxita Paragominas, atualmente na etapa de implantação, enviará a bauxita através de um mineroduto até o município de Barcarena, atendendo assim à demanda da Alunorte e da futura Refinaria ABC. Assim, tanto a Alunorte quanto a Refinaria ABC terão seus fornecimentos de minério de bauxita garantidos, a partir da entrada em operação da Mineração de Bauxita Paragominas e do seu mineroduto.

12 O que é o Empreendimento Porque Construir a Refinaria Vários fatores foram decisivos para a CVRD construir a Refinaria ABC. Entre eles está a necessidade do mercado consumidor de alumina. Um levantamento feito sobre este mercado prevê a falta de alumina para os próximos anos. Segundo estas previsões, haverá um aumento de 5% no consumo médio global de alumínio primário, entre 2004 e O mesmo ocorre com a demanda de alumina. Outros fatores foram somados a estas projeções, que levaram a CVRD a procurar parceiros para a construção de uma nova refinaria de alumina. Dentre estes fatores, destacam-se: A disponibilidade de matéria-prima de excelente qualidade representada pela grande reserva de minério de bauxita no Brasil; A técnica nacional desenvolvida na Alunorte; A presença de novos parceiros, especialmente países da Ásia, com interesse nesta área de mercado; O desenvolvimento da tecnologia de transporte de minérios em dutos, viabilizando a exploração das novas reservas existentes no município de Paragominas, de onde a bauxita será transportada por mineroduto até o município de Barcarena, atendendo à demanda da futura Refinaria. Porque Construir em Barcarena Escolher o local onde será construído o empreendimento é um passo fundamental de sua implantação. Para a Refinaria ABC, as alternativas estudadas para a seleção do local foram baseadas em uma avaliação comparativa entre os municípios de Paragominas, Abaetetuba e Barcarena. Estes municípios deveriam apresentar viabilidade para os transportes de matéria-prima (bauxita), insumos - elementos que entram no processo de produção de mercadorias, tais como o carvão mineral e o óleo combustível - e produto final (alumina), em relação à localização do empreendimento. 11 Para a escolha do local, os critérios básicos considerados na análise foram: A proximidade da área portuária para o transporte de insumos e do produto final; A existência de água para a produção de alumina;

13 O que é o Empreendimento A existência de estradas para acesso, construção, transporte de equipamentos e de pessoal durante a construção da Refinaria; A existência de mão-de-obra próxima à área da Refinaria, minimizando a necessidade da instalação de alojamentos provisórios e minimizando os impactos associados à desmobilização desse contingente de mão-de-obra; A existência de área para implantação da Refinaria, com a menor quantidade possível de desapropriações requeridas; A existência de atividade industrial similar próxima que permita a utilização de infra-estrutura em comum, como por exemplo, a gestão de resíduos sólidos. Das três áreas avaliadas, a localizada no município de Barcarena foi a que melhor atendeu aos critérios utilizados. A baía de Marajó, próxima à área selecionada, não só é adequada para a instalação da retro-área necessária para o recebimento de carvão e escoamento da alumina, como também já possui infra-estrutura portuária para o recebimento de insumos que serão utilizados na Refinaria. A localização da área selecionada, em terreno próximo ao complexo industrial metalúrgico no município de Barcarena, formado pela Albras e Alunorte, é vantajosa por já ter uma estrutura viária - estradas e vias de acesso - já implantada, além de permitir o compartilhamento de infraestrutura entre a Refinaria e a Alunorte. Uma outra vantagem da proximidade à Alunorte seria a disponibilidade de mão-de-obra na região, uma vez que a Alunorte está passando por uma recente ampliação. A área de Barcarena conta também com a disponibilidade de minério de bauxita através do mineroduto proveniente da Mineração de Bauxita Paragominas. Ainda em relação à área de Barcarena, a tubovia de transporte de insumos e a galeria de efluentes líquidos tratados atravessariam apenas terrenos industriais, não havendo a necessidade de desapropriação de propriedades particulares. 12 Agora vamos mostrar a você como será o processo de implantação da Refinaria ABC. É importante lembrar que o empreendimento está projetado para ser construído em um terreno de 588 hectares (ha), sendo que aproximadamente 360 ha serão ocupados por áreas construídas, áreas de atividades ao ar livre, depósito de rejeitos sólidos (DRS) e acessos. O projeto do empreendimento está dividido em três etapas: Planejamento, Implantação e Operação. É importante memorizar esta divisão, pois ela estará presente também quando serão descritos neste RIMA os impactos do empreendimento.

14 O que é o Empreendimento O início da Refinaria ABC se dá na etapa de Planejamento, quando são elaborados os estudos téc nicos, econômicos e ambientais, tais como EIA/RIMA, Estudo de Viabilidade e Projeto Conceitual; a aquisição de propriedades, incluindo todas as negociações com a Companhia de Administração e Desenvolvimento de Áreas e Distritos Industriais no Pará (CDI), atual proprietária do terreno; execução dos levantamentos topográficos do terreno e a mobilização de pessoal e equipamentos para essa etapa. Uma outra atividade importante desta etapa é a obtenção das licenças ambientais prévia (LP) e de instalação (LI) para o empreendimento, cujo processo para obtê-las você conheceu no início deste RIMA. Como será Construída a Refinaria ABC Após a etapa de Planejamento é possível partir para a etapa de Implantação, quando se dá início a instalação e construção de toda a infra-estrutura necessária às atividades operacionais e de apoio da Refinaria. A etapa de Implantação da Refinaria ABC terá duração de 30 meses. Vamos fazer uma breve descrição das atividades desta etapa, destacando as características que, de alguma forma, apresentam implicações de caráter ambiental ou que auxiliaram na identificação e análise dos impactos ambientais. O acesso à Refinaria ABC será realizado a partir da rodovia PA-483, através de uma rotatória a ser construída pelo empreendedor. O projeto dessa rotatória será submetido à análise e aprovação do DER Departamento de Estradas e Rodagem. Além deste, um acesso temporário será construído a partir da rodovia PA-481 durante a etapa de implantação, apenas. Também serão necessárias as construções de pátios de estocagem de insumos e de matérias-primas. Para o abastecimento dos veículos industriais que circularão na área da Refinaria ABC, um posto de combustível será construído, provido de um tanque aéreo de óleo diesel, construído de acordo com a legislação e as normas técnicas aplicáveis, e bombas para abastecimento. 13 A construção da Refinaria inclui dois tipos de obras civis: a construção das instalações de apoio tanto para funcionamento durante a etapa de implantação como para a etapa de operação e a construção civil das instalações prediais necessárias para a produção de alumina (etapa de operação). Veja a seguir a imagem de como será a Refinaria.

15 S SE E SO NE MIN ERO DUT OP PSA PA PÉ RA IGA BACIA DE DECANTAÇÃO NASCENTE PA NASCENTE DO RIO ARIENGA VIL AD OC ON DE BA TETU E A B A 481 PA - LEGENDA 02 MOAGEM/REPOLPAMENTO DE BAUXITA ESTAÇÃO DE DESAGUAMENTO DO MINERODUTO 23 ESTOCAGEM DE ÓLEO COMBUSTIVEL 28 DECANTAÇÃO E LAVAGEM DE LAMA 57 GERAÇÃO VAPOR / CO-GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA 04 DIGESTÃO 30 TANQUE DE CONDENSADO 58 SISTEMA CENTRAL DE RESFRIAMENTO DE ÁGUA 05 FILTRAÇÃO 31 LIMPEZA DE ÁCIDO 71 OFICINAS CENTRAIS E ALMOXARIFADO 06 ESPESSAMENTO DE HIDRATO 33 PREPARAÇÃO E ESTOCAGEM DE FLOCULANTE 72 VESTIÁRIOS/RESTAURANTE 07 PRECIPITAÇÃO 34 FILTRAÇÃO DE LAMA VERMELHA 73 ESCRITÓRIOS DA FÁBRICA E LABORATÓRIO 08 PREPARAÇÃO DE LEITE DE CAL E AUXILIAR DE FILTRAÇÃO 38 ESTOCAGEM DE SODA LÍQUIDA 76 PRÉDIO DA ADMINISTRAÇÃO 09 FILTRAÇÃO DE HIDRATO 41 RESFRIAMENTO A VÁCUO 82 SISTEMA DE ESGOTOS 10 CALCINAÇÃO DE ALUMINA 45 BOMBEAMENTO E ENTREGA DE ÁGUA 83 SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO 12 ESTOCAGEM DE ALUMINA EVAPORAÇÃO 48 DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA POTÁVEL E INDUSTRIAL FILTRAÇÃO DE SEMENTE 14 AR COMPRIMIDO 49 ESTOCAGEM DE ALUMINA 15 ESTOCAGEM DE CARVÃO 53 TUBULAÇÃO EXTERNA TANQUE DE TESTE 54 SISTEMA DE DEPOSIÇÃO DE REJEITOS SÓLIDOS - DRS PA EIXO DA GALERIA DE EFLUENTES EIXO DA TUBOVIA DE INSUMOS 56 DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA INSTALAÇÕES DA FASE I DA REFINARIA INSTALAÇÕES PROJETADAS PARA A FASE II (AMPLIAÇÃO) MINERODUTO DE BAUXITA E ORT ALUN 18 FONTE: REFINARIA ABC IMPLEMENTAÇÃO 1ª E 2ª LINHAS - PLANO DIRETOR. CÓDIGO DOCUMENTO ALUNORTE G003R01.DOCUMENTO FORNECIDO PELA CVRD ESCALA 1: m O NO N TA UÁ IG AR AP É ALÇ AV IAR IA BACIA DE DECANTAÇÃO UÁ TA

16 O que é o Empreendimento No primeiro grupo, referente às instalações de apoio, estão a construção de restaurante da Refinaria, ambulatório médico, laboratório físico-químico, escritórios, prédios e almoxarifado. As infra-estruturas temporárias, destinadas aos trabalhos de implantação, serão construídas no canteiro de obras localizado ao lado do acesso temporário (PA-481). O segundo grupo, referente à construção civil para a etapa de operação, incluirá a construção de áreas e sistemas ligados ao processo de produção de alumina que ainda passam pela etapa de montagem mecânica, elétrica e eletrônica. A energia elétrica para a Refinaria ABC será fornecida por unidades de co-geração através de ciclo combinado com a distribuição de vapor, sendo a energia reserva fornecida pela subestação da Eletronorte, localizada em Vila do Conde, a cerca de 2 km de distância, e transmitida através de uma única linha de 230 kv, com capacidade de 250 MVA. A subestação elétrica principal da Refinaria distribuirá energia para as subestações secundárias, que alimentarão as estações terciárias. O empreendimento gerará a própria energia elétrica que será consumida nos processos da Refinaria, sendo, portanto, auto-suficiente. Será construída uma tubovia, com cerca de 6,1 km de extensão, ligando a Refinaria ABC a retroárea e ao Terminal de Granéis Líquidos (TGL) do Porto de Vila do Conde. A tubovia transportará óleo combustível descarregado no TGL e a soda cáustica estocada na retro-área até a Refinaria. Também será construída uma galeria subterrânea, com cerca de 5,7 km, a qual será composta por um duto que conduzirá os efluentes líquidos tratados - esgoto e água industrial gerados pela produção da Refinaria ABC - para lançamento no rio Pará. (Veja na próxima página a figura do Transporte de Carvão, Alumina, Insumos e Efluentes Líquidos) Com o objetivo de controlar dos aspectos ambientais (aspectos ambientais = elemento das atividades, produtos ou serviços da Refinaria ABC que pode interagir com o meio ambiente, causando os impactos ambientais) gerados nas etapas de Implantação e Operação da Refinaria ABC, serão instalados equipamentos e/ou sistemas de controle qualidade ambiental. São eles os sistemas de drenagem, fossas sépticas, Estação de Tratamento de Efluente Sanitários (ETE), umectação de vias para controle de emissões de poeiras, depósito de fontes radioativas (instalação adequada para o armazenamento seguro de fontes radioativas utilizadas nos medidores de densidade), Depósito Intermediário de Resíduos (DIR), entre outros que serão necessários durante a etapa de Implantação. 15 O transporte de cargas (equipamentos e materiais) entre os fornecedores e a área da Refinaria será realizado principalmente por caminhões, correspondendo a cerca de 380 caminhões/mês ou 1,5 caminhões por hora na entrada da obra. Os materiais e equipamentos utilizados na implantação da Refinaria serão procedentes de diversas regiões do Brasil.

17 Baia de Marajó Vila dos Cabanos Vila dos Cabanos Transporte de Carvão, Alumina, Insumos e Efluentes Líquidos CDP 9828 Murucupi (Vila do Conde) Pará Pigmentos Imerys Alunorte Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Murucupi Murucupi Murucupi Murucupi Murucupi Murucupi Murucupi Murucupi Murucupi Albras Subestação Eletronorte Pramajó PA-481 Igarapé Tauá Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Japinzinho Japinzinho Japinzinho Japinzinho Japinzinho Japinzinho Japinzinho Japinzinho Japinzinho Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Água Água Água Água Água Água Água Água Água Verde Verde Verde Verde Verde Verde Verde Verde Verde LT 230 KV (Vila do Conde - Belém) Legenda Ruas Hidrografia Caminho Rodovia Não Pavimentada Rodovia Pavimentada Trilha Vilas Linhas de Transmissão Mineroduto de Bauxita em Implantação Limite do Terreno do Empreendimento Limites das Áreas de Intervenção do Empreendimento LT (Nova Linha Vila do Conde - Tucuruí) Retro-área Rio Rio Rio Rio Rio Rio Rio Rio Rio Barcarena Barcarena Barcarena Barcarena Barcarena Barcarena Barcarena Barcarena Barcarena 9824 Rota de Transporte Rodoviário de Carvão e Alumina Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Cujari Cujari Cujari Cujari Cujari Cujari Cujari Cujari Cujari Cujari Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Acui Acui Acui Acui Acui Acui Acui Acui Acui LT 500 KV (Tucuruí - Vila do Conde) PA-483 Colônia do Japiim Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Japim Japim Japim Japim Japim Japim Japim Japim Japim Nova Santarém Igarapé Pau-amarelo Galeria de Efluentes Líquidos Tratados e Tubovia de Insumos Ponto de Lançamento de Efluentes Km PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR DATUM HORIZONTAL: SAD-69 Base Cartográfica: IBGE - Escala 1: Atualizações: Imagem Landsat 5-15/05/2004 Rio Rio Rio Rio Rio Rio Rio Rio Rio Arienga Arienga Arienga Arienga Arienga Arienga Arienga Arienga Arienga ou ou ou ou ou ou ou ou ou Uruenga Uruenga Uruenga Uruenga Uruenga Uruenga Uruenga Uruenga Uruenga Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Igarapé Tacupé Tacupé Tacupé Tacupé Tacupé Tacupé Tacupé Tacupé Tacupé Formato A3

18 O que é o Empreendimento O período de maior fluxo de veículos pesados está previsto entre o 18º e 28º mês de obras, concentrando-se no período diurno. O transporte de equipamentos pesados será acompanhado por veículos de segurança. A mão-de-obra necessária para a etapa de Implantação deverá envolver um número médio de funcionários, diretos e indiretos, estimado entre e 4.000, podendo atingir até pessoas no período de pico das obras. A maior parte deste contingente (cerca de 75%) será preferencialmente contratada nos municípios de Barcarena e Abaetetuba, reduzindo assim a necessidade de alojamentos, sendo que 10% será preferencialmente recrutada na região da Grande Belém. Mas durante a execução da montagem de equipamentos será necessário fornecer alojamentos para 1500 a 2000 empregados, uma vez que se trata de mão-de-obra especializada, proveniente de fora da região. Para tanto, serão utilizados alojamentos existentes no bairro São Francisco, que têm sistema de captação e tratamento de água e tratamento de esgoto. Poderão ser utilizados também hotéis, casas e apartamentos existentes no município, os quais vêm sendo utilizados pela Alunorte, durante as obras da Expansão 3. Número de pessoas a serem contratadas pela Refinaria ABC ao longo da etapa de construção (30 meses) 17 Cerca de 85% do contingente de mão-de-obra a ser contratado será composto por operários da construção civil e montagem. O transporte de pessoal ficará a cargo de cada uma das empreiteiras contratadas para a etapa de Implantação do empreendimento e deverá ser feito de acordo com as normas de transporte de passageiros, em veículos gerenciados pelas próprias empreiteiras. As obras de implantação utilizarão os equipamentos comuns às grandes obras, tais como bate-estacas, perfuratrizes, betoneiras, compressores de ar, usinas móveis de asfalto, guindastes, máquinas de solda elétrica, etc.

19 O que é o Empreendimento Ao final da etapa de implantação da Refinaria ABC, junto com a desmobilização do canteiro de obras, serão desmobilizados alguns dos sistemas de controle da qualidade ambiental temporários previamente instalados, tais como fossas sépticas, sistemas de drenagem que não puderem ser aproveitados na etapa de Operação e Depósito Intermediário de Resíduos (DIR). Durante a etapa de Implantação será desmatada aproximadamente 35 a 40 % da área total do terreno (área total 588 ha), além de 20 ha para o canteiro de obras e 16 ha para a estocagem de solo orgânico. Vale ressaltar que esta área já se encontra parcialmente desmatada, principalmente junto às rodovias PA 481 e PA 483. As áreas correspondentes a uma faixa de 30 metros ao longo das margens do igarapé Tauá e de 50 metros ao redor das nascentes identificadas a sudoeste do terreno, contribuintes do rio Arienga, e nas proximidades do igarapé Tauá, serão mantidas como Áreas de Preservação Permanente (APP) e não sofrerão intervenções. A retirada da vegetação e a estocagem e destino final da madeira (troncos) removida serão realizadas após autorização e de acordo com as diretrizes do órgão ambiental competente. Todo o solo orgânico retirado será armazenado dentro do terreno da Refinaria e utilizado posteriormente, podendo ser utilizado na recuperação das áreas que sofreram intervenção, ao final das obras de implantação. As obras de solo (terraplanagem) compreenderão intervenções a serem realizadas em uma área de 210 ha, mantendo-se, para a área restante do terreno, suas atuais características e a cobertura vegetal. A partir de experiências na implantação de outras empresas da CVRD na região, acredita-se que não será necessário o emprego de áreas de empréstimo retirada de solo - e bota-fora disposição de solo. Caso seja necessário material de empréstimo, o mesmo será obtido em jazidas da própria região, devidamente licenciadas para este fim. Da mesma forma, caso se verifique a necessidade de disposição de solo (bota-fora), o mesmo será estocado internamente e reutilizado no futuro pela própria Refinaria (diques de contenção do DRS Depósito de Rejeitos Sólidos, o qual será explicado mais a frente). 18 Durante a implantação da Refinaria ABC, serão mantidos escritórios, prédios administrativos e restaurante para fornecimento de alimentação para os empregados das obras (pico de pessoas). As refeições serão preparadas fora da área de obras e fornecidas por empresas de alimentação. Os sanitários e vestiários serão implantados no terreno, e os efluentes sanitários gerados esgotos - serão direcionados para fossas sépticas durante o primeiro ano da etapa de implantação, sendo então direcionados para a Estação de Tratamento de Efluentes Sanitários (ETE), a partir do segundo ano, sendo os efluentes tratados conduzidos através de duto até o rio Pará.

20 O que é o Empreendimento O canteiro de obras contará ainda com um ambulatório para atendimentos de primeiros socorros. Os casos de emergência, bem como os exames admissionais e demissionais, serão efetuados pelo Hospital São José, localizado na Vila dos Cabanos, sendo os casos mais graves direcionados para os hospitais credenciados em Belém. O fornecimento de energia elétrica durante a etapa de Implantação será realizado por uma subestação conectada à rede CELPA Centrais Elétricas do Pará S.A. O canteiro de obras ocupará uma área de cerca de 20 hectares, a ser recuperada após a conclusão das obras de implantação. Além do canteiro, serão instaladas áreas provisórias destinadas à estocagem de materiais de construção, central de concreto, armazenamento temporário de resíduos sólidos e sucatas do canteiro de obras. O canteiro incluirá ainda as instalações dos escritórios, cercas e sistemas de proteção, área de estocagem do material de construção, sanitários, chuveiros e sistema de fossas sépticas, almoxarifados, refeitórios e ambulatório médico. Estima-se a utilização de um volume de m 3 de cimento e de m 3 de areia para a produção de concreto durante a etapa de Implantação. Por esta razão, será instalada uma central de concreto que contará ainda com um pátio de lavagem e tanque para estocagem e decantação - tratamento das águas para remoção de determinadas impurezas - da água de processo, a qual será reutilizada na própria produção de concreto. O consumo de água estimado para a etapa de Implantação é de 250 m 3 /dia, atingindo um valor de máximo de 50 m 3 /h de trabalho durante o período de pico das obras. Esta água será bombeada de 2 a 3 poços profundos a serem perfurados na área da Refinaria, de acordo com autorização (outorga) a ser obtida junto ao órgão responsável. Os poços perfurados serão aproveitados para o fornecimento de água durante a etapa de Operação do empreendimento. A água dos poços servirá a usos diversos (sanitários, chuveiros, refeitórios e limpeza em geral), esperando-se ainda uma demanda total de m 3 para as atividades de construção, principalmente para a fabricação do concreto, para toda a etapa de implantação do empreendimento. Sempre que destinada ao consumo humano, a água será tratada. 19 A geração de efluentes líquidos sanitários - esgotos - prevista para a etapa de implantação é da ordem de 70 litros/dia/pessoa. Em função do número elevado de empregados a ser contratado nesta etapa, a construção da Estação de Tratamento de Efluentes Sanitários (ETE) será antecipada, entrando em operação ao término do primeiro ano das obras. Até que a ETE esteja operando, o canteiro de obras será provido de sistemas de sumidouro e fossa séptica, e o material sólido formado nessas fossas será recolhido por empresas especializadas.

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