Moore Stephens ÍNDICE. 10 de agosto de Auditores e Consultores. Página 1

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1 10 de agosto de 2015 Moore Stephens Auditores e Consultores ÍNDICE LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA... 2 Direitos atropelados (O Estado de São Paulo)... 2 Seção do STJ mantém tributação de férias (Valor Econômico)... 3 STF volta a julgar isenção de IPTU para a Sabesp (Valor Econômico)... 4 Guardas municipais podem aplicar multas de trânsito (Valor Econômico)... 5 RECURSOS HUMANOS / TRABALHISTA... 6 Com demissões em alta, está mais difícil receber direitos (Folha de São Paulo)... 6 Desemprego turbina rombo da Previdência (em.com.br)... 7 CONTABILIDADE / AUDITORIA... 9 Pernambuco recebe a 16ª Convenção Nacional das Empresas de Serviços Contábeis (Fenacon) Integrantes da Comissão de Revisão do Manual de Contabilidade se reúnem no CFC (Comunicação CFC) OUTROS ASSUNTOS Cada vez mais portas fechadas (Fenacon) Comissão aprova projeto que proíbe renovação automática de contratos (Agência Câmara Notícias) Alckmin vai atuar para reverter cortes da Mercedes (DGABC) Commodities Agrícolas (Valor Econômico) SOBRE A MOORE STEPHENS AUDITORES E CONSULTORES A Moore Stephens é uma das maiores redes de auditoria, consultoria e outsourcing contábil do mundo (Top 10). Está presente em 105 países, com mais de 660 escritórios e cerca de colaboradores. No Brasil, em expansão, há mais de 300 profissionais e 40 sócios nas firmas-membro sediadas em: Belo Horizonte - Cuiabá - Curitiba - Florianópolis - Fortaleza - Joinville - Porto Alegre - Ribeirão Preto - Rio de Janeiro - Santa Maria - Campinas - São Paulo - São Luís - (correspondente) Página 1

2 LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA Direitos atropelados Nenhum contribuinte deve ser obrigado a utilizar as normas tributárias que mais o onerem se houver alternativas legais que lhe permitam recolher menos impostos. Essa garantia dos contribuintes nunca teve a concordância plena das autoridades fazendárias, que, de tempos em tempos, têm procurado derrubá-la por meio de normas por elas mesmas editadas ou sugeridas. Essas autoridades assim procedem mesmo sabendo correr o risco de ver suas iniciativas declaradas inconstitucionais pela Justiça. A última manobra com essa finalidade está embutida na Medida Provisória (MP) n.º 685, assinada no dia 21 de julho pela presidente Dilma Rousseff, que, além de criar um programa especial de quitação de débitos tributários, obriga o contribuinte a revelar os mecanismos de planejamento tributário que eventualmente tenha utilizado. Espanta que, na exposição de motivos na qual propõe à presidente a edição da MP, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, argumente que essa obrigatoriedade que transforma o contribuinte em fiscal de si mesmo para efeitos tributários, sujeitando-se às penalidades pelos atos por ele informados que sejam considerados ilegais pelo Fisco visa a aumentar a segurança jurídica no ambiente de negócios do País e gerar economia de recursos públicos em litígios desnecessários e demorados. O contribuinte honesto espera que essa proposta não prospere no Congresso, como não prosperou outra iniciativa dessa natureza espertamente incluída pela Secretaria da Receita Federal num projeto de minirreforma tributária apresentado em setembro de 2002 pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, então em fim de mandato, e para o qual obteve depois a concordância de seu sucessor eleito, Luiz Inácio Lula da Silva. Naquela ocasião, como agora, o objetivo da Receita era aumentar a arrecadação e, ao mesmo tempo, reduzir os custos da cobrança dos impostos, transferindo tarefas de sua responsabilidade para o próprio contribuinte, ao obrigá-lo a expor às autoridades fazendárias sua política de gestão tributária, transformando-se, assim, em agente do Fisco. A MP 685 cria o Programa de Redução de Litígios Tributários (Prorelit). O programa permite que o contribuinte quite débitos tributários vencidos até 30 de junho de 2015 que vinha contestando administrativa ou judicialmente com a utilização de créditos de recolhimentos da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), desde que desista da contestação. Se isso ocorrer, diminuirá a quantidade de litígios. O ministro da Fazenda, como se viu, argumenta que também a obrigatoriedade de o contribuinte declarar o conjunto de operações que envolva atos ou negócios jurídicos que acarretem supressão, redução ou diferimento de tributos reduzirá os litígios. A medida obriga o contribuinte a expor todo seu procedimento tributário. Se, no todo ou em parte, esse procedimento for considerado ilegal ou impróprio pelo Fisco que terá toda autoridade para fazê-lo, o contribuinte será punido sem direito de se defender, pois sua declaração será tomada como confissão. Ao contrário de aumentar a segurança jurídica, como tenta se justificar o governo, a medida gera grande insegurança para o contribuinte, na medida em que o sujeita a decisões subjetivas do funcionário da Receita que analisar sua declaração. A própria redação da MP abre espaço para interpretações subjetivas do Fisco ao especificar as operações que devem ser declaradas, como atos ou negócios jurídicos que não tenham razões extratributárias relevantes, adotem forma não usual, utilizem negócios que contenham cláusula que desnature os efeitos de um contrato típico, ou tratem de negócios previstos em atos da Receita Federal, que pode editá-los a qualquer tempo. Para a segurança jurídica, o contribuinte e o País necessitam de uma legislação que defina com clareza o que pode e o que não pode ser feito, não de artifícios para reduzir o trabalho do Fisco e aumentar a arrecadação passando por cima dos direitos dos contribuintes. Fonte: O Estado de São Paulo (10/08/2015) Página 2

3 Seção do STJ mantém tributação de férias Os contribuintes perderam um precedente contra o pagamento de contribuição previdenciária sobre férias usufruídas. A 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) aceitou o recurso (embargos de declaração) da Fazenda Nacional e alterou decisão proferida em 2013, em processo da Globex Utilidades (atual Via Varejo). O assunto é relevante para o governo. O impacto anual da discussão é de R$ 12,4 bilhões, de acordo com o relatório "Riscos Fiscais", da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para A alíquota da contribuição é de 20% sobre a folha de salário. No processo, a Globex discutia a incidência de contribuição previdenciária sobre férias e salário maternidade. Em 2013, os ministros, por unanimidade, votaram a favor da companhia. Porém, o julgamento foi suspenso até que fosse analisado um recurso repetitivo sobre o tema, que envolvia a Hidro Jet Equipamentos Hidráulicos. O repetitivo era mais abrangente. Discutia a incidência de contribuição previdenciária sobre cinco verbas trabalhistas. Mas não envolvia férias usufruídas. No julgamento, em 2014, os ministros entenderam que não devem ser tributados o auxílio doença, o aviso prévio indenizado e o terço constitucional de férias. Entram no cálculo, entretanto, os salários maternidade e paternidade. A Fazenda Nacional entrou, então, com um primeiro recurso (embargos de declaração) no caso Globex, que foi acolhido pelo relator, ministro Napoleão Nunes Maia Filho. A decisão, porém, gerou uma nova discussão. Por não terem analisado férias usufruídas no repetitivo, advogados entenderam que valeria o posicionamento favorável ao contribuinte no caso Globex. No decorrer do processo, os advogados da empresa desistiram da discussão sobre a licença maternidade. Agora, em julgamento de novos embargos de declaração, os ministros seguiram o voto vista do ministro Mauro Campbell Marques, ficando vencido o relator. Para o magistrado, é necessária a reforma do acórdão embargado para que a contribuição previdenciária incida sobre as férias usufruídas, "sobretudo para se preservar a segurança jurídica. "A preocupação maior é que o precedente cause, como já está a causar, insegurança na comunidade jurídica", disse o ministro Og Fernandes, em seu voto. O magistrado afirmou ter recebido vários recursos em que as partes trazem como paradigma esta decisão. Segundo o ministro, a jurisprudência da seção é firme no sentido de que o pagamento de férias usufruídas possui natureza remuneratória e salarial e, portanto, integra o salário de contribuição. Para a advogada Valdirene Lopes Franhani, do Braga & Moreno Consultores e Advogados, "a publicação [do acórdão] mostra que aparentemente a 1ª Seção mudou de opinião no caso da Globex". De acordo com a advogada, a incidência sobre férias não foi julgada no caso da Hidro Jet e, portanto, não caberia alterar o entendimento. Valdirene afirma que a decisão da 1ª Seção tem que ser valorizada e diante de mudança de opinião, a opção pode ser levar a discussão para o Supremo Tribunal Federal. Procurada pelo Valor, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) não retornou até o fechamento da edição. Já a Via Varejo informou que tomou ciência da decisão e analisará os fatos para definir se tomará as medidas cabíveis. Fonte: Valor Econômico (10/08/2015) Página 3

4 STF volta a julgar isenção de IPTU para a Sabesp A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) está perdendo no Supremo Tribunal Federal (STF) a disputa contra o pagamento de IPTU em Ubatuba, cidade do litoral paulista. No julgamento retomado ontem, formou-se maioria contra o recurso da empresa. O placar está em seis votos a um. Ainda faltam quatro votos. A análise do caso foi interrompida por um pedido de vista da ministra Cármen Lúcia. O julgamento em repercussão geral poderá afetar processos de outras empresas de economia mista, a depender da tese a ser elaborada pelos ministros. Há 89 casos sobrestados aguardando o julgamento. O tema, de acordo com o advogado Antonio Carlos Goncalves, do Demarest Advogados, não vinha sendo analisado pelo Superior Tribunal de Justiça, por considerá-lo eminentemente constitucional. No processo, a Sabesp questiona autuação fiscal que recebeu do município de Ubatuba referente a valores de IPTU não recolhidos entre os anos de 2002 e Alega que teria direito à imunidade tributária recíproca, para não recolher o imposto municipal. O julgamento do Supremo estava suspenso desde junho de 2014, quando o relator, ministro Joaquim Barbosa (sucedido por Edson Fachin), afirmou em seu voto que as atividades de exploração econômica destinadas, principalmente, a aumentar o patrimônio do Estado ou de particulares devem ser submetidas à tributação. Na ocasião, o voto do relator foi acompanhado pelos ministros Teori Zavascki e Luiz Fux. Para os magistrados, a Sabesp não prestaria um serviço público estadual. Portanto, não seria possível conceder a imunidade. Já o ministro Luís Roberto Barroso votou a favor da imunidade. Em seu voto, afirmou que o benefício deve ser concedido quando há prestação de serviço público, mesmo por meio de uma sociedade de economia mista. E acrescentou que a tributação das atividades da Sabesp poderia impactar os valores das tarifas. Por enquanto, votaram contra a imunidade o relator, Teori Zavascki, Luiz Fux, Rosa Weber, Gilmar Mendes e Dias Toffoli. A favor, somente Barroso. Ainda faltam os votos dos ministros Marco Aurélio, Celso de Mello, Ricardo Lewandowski e Cármen Lúcia. O STF já enfrentou o assunto outras vezes, mas sua jurisprudência tem oscilado, segundo a ministra Rosa Weber, que acompanhou o voto do relator. Na sessão de ontem, os ministros citaram alguns precedentes, como julgamento semelhante envolvendo os Correios. No caso, o STF entendeu que a companhia não deveria pagar ICMS sobre o transporte de mercadorias. O relator, ministro Dias Toffoli, defendeu na ocasião que não poderia haver tributação porque os Correios tem características diferentes das empresas privadas que transportam mercadorias. "O problema foi a abertura com a decisão dos Correios. Todos tentam pegar uma carona nessa jurisprudência", disse ontem Marco Aurélio que, na época, votou pela incidência do ICMS por entender que se trata de uma atividade concorrencial. Apesar dos precedentes, os magistrados destacaram a falta de um parâmetro único para analisar a matéria. "Não conseguimos enquadrar as decisões da Corte até hoje em algum tipo de pressuposto específico", afirmou Dias Toffoli. De acordo com o magistrado, é sempre "muito tormentoso" saber qual natureza deve balizar a decisão se a natureza do serviço ou da empresa ou o fato de a atividade econômica ser concorrencial ou monopolista. "Não vamos conseguir aqui decidir qual parâmetro iremos adotar", disse o ministro. Para Barroso, por exemplo, a imunidade não decorre da natureza jurídica da empresa, mas do serviço. No caso, como o fornecimento de água é um serviço público, a imunidade o alcançaria. Já a ministra Rosa Weber, disse que, apesar de pode ser considerada uma atividade pública, é prestada por uma sociedade de economia mista. A ministra Cármen Lúcia, por sua vez, afirmou que também é necessário ver como o serviço é prestado e não por quem é prestado e pediu vista. Apesar de não terminarem o julgamento, os ministros debateram qual tese poderia ser fixada se Umtexto abrangente ou restrito à Sabesp ou ao setor de saneamento. Fonte: Valor Econômico (07/08/2015) Página 4

5 Guardas municipais podem aplicar multas de trânsito O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou as guardas municipais a fiscalizar o trânsito e impor multas a infratores. Os ministros entenderam que os municípios podem exercer poder de polícia, por determinação do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A decisão foi dada em recurso com repercussão geral e deve ser seguida pelas instâncias inferiores. A matéria chegou ao STF por meio de um recurso do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Para o órgão, a atuação da guarda municipal usurparia atribuições da Polícia Militar e poderia caracterizar quebra do princípio federativo. Segundo o MP, a Lei municipal nº 9.319, de 2007, que instituiu o Estatuto da Guarda Municipal de Belo Horizonte, e o decreto que o regulamenta desrespeitaram o artigo 144 da Constituição. Na segunda instância, o Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG) julgou improcedente a ação direta de inconstitucionalidade proposta pelo MP. Para os desembargadores, o município tem competência para fiscalizar o trânsito. Esse também foi o entendimento do STF. O julgamento foi suspenso em maio, empatado. Na sessão de ontem, o desempate coube ao ministro Gilmar Mendes, que foi o último a votar. Tanto o voto do relator quanto o divergente eram favoráveis à fiscalização de trânsito pela guarda municipal. Mas o voto divergente, do ministro Luís Roberto Barroso, que prevaleceu no julgamento, era mais abrangente. Para Barroso, a guarda municipal tem competência legítima para fiscalizar e aplicar penalidades, e não precisa estar restrita à proteção de bens e equipamentos públicos. De acordo com o ministro, a questão não é de segurança pública, mas de poder de polícia de trânsito, que poderia ser exercido pelo município, por previsão no Código de Trânsito Brasileiro. O relator, ministro Marco Aurélio, também considerou ser possível à guarda municipal fiscalizar e emitir multas. Mas, para ele, a atuação deveria restringir-se ao controle do trânsito nos casos em que há conexão entre a atividade e a proteção de bens, serviços e equipamentos municipais. Em seu voto, o relator havia citado o parágrafo 8º do artigo 144 da Constituição Federal, pelo qual os municípios podem constituir guardas municipais para sua proteção. Porém, de acordo com o magistrado, não se extrai do artigo que a Polícia Militar tem competência exclusiva na autuação e aplicação de multas de trânsito. Fonte: Valor Econômico (07/08/2015) Página 5

6 RECURSOS HUMANOS / TRABALHISTA Com demissões em alta, está mais difícil receber direitos As demissões cresceram tanto neste ano que trabalhadores de São Paulo esperam até três meses para fazer a homologação da rescisão do contrato de trabalho e assim conseguir receber seus direitos e os documentos necessários para acessar o seguro desemprego e o FGTS. Em períodos pré-crise, o tempo de espera era em média de 15 a 20 dias, segundo sindicatos que prestam esse serviço a demitidos, com mais de um ano de casa. A procura para dar baixa na carteira cresceu até 700% em julho deste ano ante o mesmo mês do ano passado e levou os sindicatos a contratarem mais funcionários, realocarem empregados de outros setores e a fazerem mutirões aos sábados para atender os demitidos. É o caso dos sindicatos dos metalúrgicos, dos trabalhadores da construção civil de São Paulo e dos comerciários, três dos maiores do país. Nos metalúrgicos de São Paulo, homologações foram feitas de janeiro a julho deste ano, 260% mais que no mesmo período de "A demora é reflexo direto do aumento de demissões", afirma Miguel Torres, presidente da Força Sindical e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo. A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo ficou em 7,2% em junho, ante 5,1% um ano antes. No país, passou de 4,8% para 6,9% no mesmo período. Gerentes de recursos humanos e advogados de empresas da Grande São Paulo relataram à reportagem que optaram por fazer a homologação das rescisões de seus demitidos nos sindicatos porque o agendamento da homologação em agências do Ministério do Trabalho tem demorado até seis meses. As homologações podem ser feitas nos sindicatos ou nas superintendências do Trabalho (MTE), desde que esteja presente um representante do empregador. Além do maior número de demitidos e da falta de funcionários nos postos, em algumas unidades do ministério, como a da região central da capital paulista, os servidores administrativos estão em greve há cerca de duas semanas, o que prejudica ainda mais o atendimento. A Folha procurou o órgão, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição. Fonte: Folha de São Paulo (10/08/2015) Página 6

7 Desemprego turbina rombo da Previdência Aumento previsto das demissões em 2015 e a queda da receita das empresas deverão elevar déficit a R$ 105 bi em As contribuições ao INSS diminuíram 0,8% de janeiro a junho Brasília O rombo nas contas da Previdência Social deverá ultrapassar os R$ 105 bilhões em 2016 com o aumento do desemprego e a queda no faturamento das empresas. Se confirmado, o déficit corresponderá a 1,7% do Produto Interno Bruto (o PIB é a soma da produção de bens e serviços do país), nas contas da empresa de consultoria Tendências. Os cortes de pessoal, que em 2015 devem desempregar 1,24 milhão de brasileiros, vão conter o crescimento das contribuições ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Além disso, os recolhimentos que incidem sobre as receitas das companhias tendem a cair, com o agravamento da crise econômica e a baixa confiança do consumidor. A necessidade de financiamento projetada pelo especialista em finanças públicas da Tendências Fabio Klein será a segunda alta consecutiva. O governo estimou que o déficit equivalerá a 1,5% da geração de riquezas no país em 2015 (veja arte). Os cálculos de Klein levaram em conta que as despesas da Previdência Social com benefícios chegarão a R$ 488,6 bilhões no próximo ano e as receitas, a R$ 383,5 bilhões. Ao estimar o montante de contribuições ao INSS, ele considerou a aprovação do projeto de lei que tramita no Congresso Nacional e aumenta as alíquotas das desonerações da folha de pagamento. O Executivo estima incrementar R$ 12,5 bilhões às contas do INSS se o texto for ratificado pelos parlamentares. Entretanto, esse montante será insuficiente para cobrir o aumento de despesas, já que os benefícios são corrigidos pela mesma regra que reajusta o salário mínimo. Pensões e aposentadorias com valor superior ao mínimo são reajustadas apenas pela inflação. Mesmo quando o país gerava empregos, a Previdência Social era deficitária. Agora, a tendência é a situação se agravar com mais demissões. As empresas também reduzem as contribuições porque faturam menos, observa. O aumento do desemprego já afeta a Previdência Social. Dados do Tesouro Nacional apontam que as contribuições das empresas e dos trabalhadores no primeiro semestre diminuíram 0,8% em relação a idêntico período de 2014, enquanto as despesas seguiram em crescimento de 3,8% na mesma base de comparação. Somente a previdência urbana, que é tradicionalmente superavitária, acumula redução de 47,65% do saldo positivo entre arrecadação e pagamento de benefícios nos seis primeiros meses do ano. Com mais demissões, a tendência é de que as contas da Previdência acumulem mais prejuízos. Os analistas de bancos e corretoras esperam que a taxa de desemprego chegue a 10% em 2016 e preveem encolhimento de pelo menos 0,2% da economia. Para eles, uma mudança na trajetória de rombos passa pelo endurecimento das regras para concessão de benefícios. O governo criou um comitê para debater com empresários e trabalhadores mudanças nas normas, mas esse grupo nunca se reuniu. O Congresso Nacional, por sua vez, criou uma alternativa ao fator previdênciário que tem potencial para elevar os gastos em R$ 2 trilhões até Desemprego Nas contas de Rodolfo Peres Torelly, ex-diretor do Departamento de Emprego e Salário do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), 1,24 milhão de postos formais serão fechados até dezembro. Ele destaca que a crise econômica tem obrigado empresários de todos os setores a dispensar mão de obra para reduzir custos e não há qualquer indicativo de mudança nesse cenário. Torelly afirma que o volume de contratações no país se concentra entre junho e outubro, mas o total de demissões no primeiro semestre chegou a 345,4 mil postos formais. Nos últimos 12 meses, já foram fechadas 602 mil vagas no mercado formal e o especialista acredita que haverá mais demissões contabilizadas no mês passado. A situação só tem piorado e não sabemos se já chegamos ao fundo do poço. Quem perde o emprego tende a trabalhar por conta própria porque precisa de renda. Mesmo com os incentivos governamentais, como o programa microempreendedor individual (MEI), que cobra uma taxa pequena para o empresário ter direito a um benefício da Previdência Social, as pessoas se mantêm na informalidade, afirma Torelly. O especialista em mercado de trabalho aponta, ainda, que, com alta no desemprego e um volume menor de contribuições ao INSS, o governo será obrigado a cobrir o rombo previdenciário, e terá de custear benefícios assistenciais para quem nunca fez pagamentos regulares para ter direito a uma aposentadoria. O Brasil regrediu na busca pela formalização de trabalhadores, terá uma despesa maior com assistência social e em 2016 a tendência é que a situação piore. Não há qualquer sinal de recuperação. As leis precisam ser alteradas para que o modelo se torne sustentável, alerta. Página 7

8 Despesas sem volta Para o ex-secretário de Políticas de Previdência Social Leonardo Rolim, as despesas da Previdência Social terão crescimento real, acima da inflação, de pelo menos 3% em 2016 e as receitas devem aumentar só 1%. Assim, o déficit deverá crescer significativamente e o rombo em relação ao PIB voltará a aumentar. As contribuições ao INSS seguem tendência de queda, devido ao baque no mercado de trabalho. Mesmo que o ritmo de demissões diminua no próximo ano, a situação será pior e o Executivo terá dificuldades em fazer superávit primário (economia de recursos para o pagamento da dívida pública) porque precisará cobrir a necessidade de financiamento da Previdência Social, diz o especialista.(at) Fonte: em.com.br (09/08/2015) Página 8

9 CONTABILIDADE / AUDITORIA Pernambuco recebe a 16ª Convenção Nacional das Empresas de Serviços Contábeis Conescap ocorrerá pela 2ª vez no Estado em novembro, com palestras, oficinas e feira de negócios. Inscrições estão abertas Pernambuco receberá, pela segunda vez, a Convenção Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas, que ocorre a cada dois anos. A 16ª edição da Conescap está marcada para acontecer entre 11 e 13 de novembro, no Centro de Convenções, em Olinda. O Estado foi palco do evento, o maior do setor de serviços no País, em De lá para cá, muita coisa mudou. Um dos grandes desafios desta edição é lidar com a expectativa do empresariado daqui até a convenção, num cenário de incertezas econômicas, políticas e institucionais. Em 2015, o evento tem um tema amplo: As empresas de serviços, o governo e a sociedade em debate. Quem ministra a palestra magna é o polêmico ministro Joaquim Barbosa. Falará sobre Ética e política nos negócios. Também estarão presentes, entre vários outros nomes, o médico, psiquiatra, psicoterapeuta e escritor Augusto Cury, falando sobre Felicidade roubada: enfrentando os fantasmas da emoção que furtam nossa qualidade de vida. E a economista sênior do Fundo Monetário Internacional (FMI) Andrea Lemgruber, com palestra sobre O Brasil no contexto internacional, perspectivas a médio e longo prazo. A Conescap terá, ainda, oficinas e feira de negócios. A expectativa é receber mais de dois mil gestores da área de serviços de todo o Brasil. Profissionais que se inscreverem concorrerão a um carro 0km. As inscrições custam R$ Para acompanhantes, o valor é de R$ 550. Há possibilidade de parcelamento no cartão de crédito. Todas as informações estão no CONJUNTURA A área contábil é um segmento que praticamente não passa por crise. Isto é, o nosso trabalho é necessário independentemente do tamanho da empresa e da crise, diz o presidente da Fenacon, federação que reúne as empresas de serviços contáveis, Mário Berti. No entanto, tem o outro lado, porque as empresas que atendemos estão passando por uma crise, por isso estão com dificuldade de nos pagar e também de pagar um preço razoável e adequado, pondera ele, que prefere não ser pessimista sobre o futuro. O Brasil vive uma turbulência política muito séria, as instituições digladiando-se entre si. No meio disso, existem as vaidades pessoais e a busca pelo poder, que interfere bastante. Um dos fatores que estamos vendo aí é a alta do dólar, ninguém está investindo em outro coisa, a não ser em moeda estrangeira, opina. Jornal do Commercio - PE Fonte: Fenacon (10/08/2015) Página 9

10 Integrantes da Comissão de Revisão do Manual de Contabilidade se reúnem no CFC Brasília Foi realizada nos dias 4 e 5 de agosto, na sede do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) em Brasília, reunião de trabalho para definição dos itens de alteração do Manual de Contabilidade do Sistema CFC/CRCs. O Manual está em fase de revisão e atualização e esta é a sétima reunião realizada com o os integrantes da comissão. Este trabalho demanda bastante estudo sobre o tema devido a complexidade e amplitude. Temos buscado trocar experiências e informações com especialistas na área e, inclusive, na Secretaria do Tesouro Nacional, revela a vice-presidente de Controle Interno do CFC, Lucilene Florêncio Viana. Durante os dois dias de reunião, foram discutidos os assuntos sobre a contabilização da receita de cota parte, elaboração das tabelas de vinculação das naturezas de receitas e despesas às variações patrimoniais aumentativas e diminutivas, além da apresentação da minuta alterada do texto referente aos Procedimentos Orçamentários da Despesa, com validação do conteúdo técnico. Segundo a vice-presidente de Controle Interno, dos assuntos que foram amplamente discutidos, alguns merecem destaque como a adoção de natureza de despesa de acordo com as regras da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), com o objetivo de integrar os padrões de execução; a mudança do Plano de Contas, seguindo o modelo da STN; a inserção de fonte de recursos para as receitas, visando demonstrar a destinação legal dos recursos arrecadados; a adoção integral das NBCASP / STN aos padrões internacionais. O objetivo maior desse trabalho é buscar a unificação e a padronização, além de dar maior transparência na aplicação dos recursos do Sistema CFC/CRCs, avalia a vice-presidente. A comissão é composta por Lucilene Viana, vice-presidente de Controle Interno do CFC; Fernando Carlos Cardoso Almeida (CRCBA); Jaqueline Elmiro (CFC), Franciele Carini (CFC), Vera Lucia dos Santos (CFC), Ana Luiza Farias do Valle (CFC), Lucas da Silva Bernadinho (CFC), Hélio Corazza (CFC), Wilson Roberto Pedro (CRCSP), Avenir Régis (CRCRS), Mauro Benedito Primeiro (CRCMG), Vivaldo Barbosa de Araújo Filho (CFC), Maria do Rosário de Oliveira (CFC), Michele Patrícia Roncalio (CRCSC) e Dirceu Batista (CFC). Fonte: COMUNICAÇÃO CFC (07/08/2015) Página 10

11 OUTROS ASSUNTOS Cada vez mais portas fechadas No primeiro semestre, 191 mil empresas deixaram de funcionar no país, enquanto 232 mil estrearam. Há 15 anos, ritmo de abertura era cinco vezes o de encerramento A economia está em frangalhos e o país caminha para a pior recessão dos últimos 25 anos. Os equívocos na política macroeconômica cometidos durante o primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff estão deixando marcas. Nunca antes na história deste país se fecharam tantas empresas. De janeiro a junho deste ano, o número de firmas que encerraram as atividades, 191 mil, se aproxima do volume das que abriram: 232 mil. Esses são os dados da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, com base nos cadastros das Juntas Comerciais do país inteiro. Em 2014, o quadro era um pouco melhor: uma companhia fechava para cada duas que abriam. Há 15 anos, quando a pesquisa começou, a diferença era bem maior. Para cada uma que fechava, quase cinco iniciavam as atividades (leia quadro ao lado). Quem está prestes a entrar nessa triste estatística é a microempresária Liliane Trindade, 67 anos, dona de uma loja de roupas para mulheres há mais de 20 anos na Asa Sul. Ela decidiu fechar a loja no fim deste mês no Fashion Mall, onde está há uma década. A faixa de queima de estoque foi colocada na vitrine do estabelecimento, que tem o nome da madeira do cajado de Moisés, Acácia, há uma semana. Os custos subiram muito e as vendas despencaram mais de 30% neste ano. Não está sendo fácil pagar as contas, desabafa. Liliane conta que, como a conta de luz dobrou, ela só tem ligado o ar-condicionado quando as clientes pedem. Teve que demitir as quatro funcionárias. Agora, quando preciso ir ao banco, tenho que fechar a loja, diz. Mas Liliane não quer parar de trabalhar. Vai usar um espaço na loja da filha, que vende roupas infantis, para continuar atendendo as clientes. Nunca passei por uma crise tão aguda como a atual, diz ela, que culpa o governo da presidente Dilma pelas agruras que ela e o país enfrentam. Menos flores A empresária Nilza Gonçalves Vieira Oliveira, 73 anos, também se queixa da queda nas vendas em sua floricultura, a Flores de Barbacena, na Quadra 106 Sul. O volume de vendas encolheu 20% desde janeiro, mas acho que vamos encerrar o ano com queda de 40%, aposta ela, que se considera uma sobrevivente entre os vizinhos, pois está há 42 anos estabelecida e só não fecha porque não precisa pagar aluguel. O secretário-executivo da SMPE, José Constantino de Bastos Júnior, tenta minimizar o forte aumento do número de empresas fechando neste ano. É preciso olhar esses dados com cuidado, porque, desde agosto de 2014, com a Lei Complementar nº 147, ficou mais fácil fechar uma empresa. Havia um represamento de mais de 1 milhão de firmas inativas, diz. Ele destaca que a categoria de microempreendedor individual, na qual se concentra a regularização dos que estão na informalidade, tem cerca de 100 mil adesões por mês. Mas reconhece que o fraco crescimento da economia tem reflexo nos dados de abertura e de fechamento de empresa, que pioraram. O momento atual é crítico na avaliação do presidente da Federação do Comércio do Distrito Federal (Fecomércio-DF), Aldemir Santana. De acordo com dados da entidade, as vendas estão em queda desde janeiro. No mês de junho, encolheram 0,45% na comparação com maio e, no acumulado em 12 meses, o tombo foi de 11,45%. Segundo Santana, o risco de perda da renda das famílias vem crescendo. Por conta disso, o consumo vem diminuindo e, consequentemente, o varejo está sentindo na pele essa retração. Ele lembra que, no DF, o nível de endividamento é maior que a média nacional, em torno de 80%. Por isso, explica, não estamos na liderança no número de empresas fechadas. Pelos dados das Juntas Comerciais, Brasília ficou em 11º lugar entre as 27 unidades da Federação. Funcionários públicos se sentem mais seguros em contrair dívidas porque têm a estabilidade do emprego. Essas pessoas foram estimuladas a usarem crédito e financiamento de longo prazo, explica. A crise veio com muita força no país inteiro. Em Brasília, vamos sofrer, mas temos o manto da proteção da estabilidade do emprego dos serviços públicos, isso ajuda a situação não ser ainda pior, completa. A economista Marianne Hanson, da Confederação Nacional do Comércio e Serviços (CNC), conta que o cenário que se desenha este ano para o setor é o pior desde Com certeza, está muito ruim depois de anos de crescimento satisfatório. A retração na Página 11

12 economia está generalizada, com elevação dos juros, retração do crédito, redução do emprego, inflação alta corroendo a renda do consumidor, o que é muito ruim para o comércio. A indústria começou a sentir essa crise primeiro, mas agora ela chegou ao setor varejista e de serviços, avisa. Pelas estimativas da CNC, todos os setores devem registrar queda neste ano, menos o de supermercados e de artigos farmacêuticos. O retrato da crise no comércio pode ser visto pelos corredores de um dos shoppings mais tradicionais de Brasília, o Liberty Mall, onde 16 lojas estão fechadas, algumas há mais de um ano. Fabíola Carvalho, 33, gerente de uma loja de roupas, conta que já demitiu uma vendedora e ficou com três porque o movimento só cai. Já ganhei muito dinheiro com o comércio. Mas hoje em dia está muito difícil, reclama. Mas há quem esteja conseguindo driblar a crise, caso da empresária Janaina Sebalho, 41 anos, proprietária da loja de roupas infantis 3Fases, no Sudoeste, há oito anos. Ela precisou diversificar com uma linha fitness quando as vendas começaram a cair há dois anos e, para não fechar as portas, há dois meses, mudou-se para um imóvel menor. O aluguel caiu 40% e a conta de luz, a metade, comemora. A gente tem que procurar uma forma de cortar as despesas para não fechar as portas, ensina. Ela tinha duas funcionárias e ficou com apenas uma para conseguir manter o negócio. Mais falências O economista da Boa Vista Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) Flávio Calife destaca que os pedidos de falência de empresas pelos credores subiram 13,6% no primeiro semestre do ano e atingiram níveis próximos aos de 2012, de 13,8%. Estamos percebendo que esse número começou a subir agora e a tendência é que ele continuará aumentando porque o cenário econômico está piorando e nossa expectativa é de alta de 15% a 20% até o fim do ano, diz. De acordo com ele, a média de pedidos por mês neste ano está em 150, acima dos 132 mensais registrados em Os números estão aparecendo agora. As empresas estão com dificuldade de gerar receita e os gastos estão cada vez mais elevados. Não há redução do custo da mão de obra, da energia elétrica e do crédito, explica. Correio Braziliense Fonte: Fenacon (10/08/2015) Página 12

13 Comissão aprova projeto que proíbe renovação automática de contratos A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou, na quinta-feira (5), proposta que proíbe a renovação automática de contratos de prestação de serviços sem autorização expressa do consumidor. Foi aprovado o substitutivo do relator, deputado Wolney Queiroz (PDT-PE), para o Projeto de Lei 341/15, do deputado Rômulo Gouveia (PSD-PB). Segundo Queiroz, o substitutivo pretende tornar a renovação dos contratos mais segura e cômoda para os consumidores, garantindo a prestação ininterrupta do serviço. Pelo texto, a possibilidade de renovação ou prorrogação deve estar explícita no contrato ou no aditivo e só poderá ocorrer por meio de autorização prévia do consumidor com antecedência mínima de 30 dias do fim da vigência do contrato. O projeto original previa 60 dias. A medida pretende combater prática generalizada entre prestadores de serviço de renovar o contrato firmado com seus usuários quando estes não se manifestam em contrário. A renovação ou prorrogação automática não contraria o interesse do consumidor quando ele necessita ou tem vontade de continuar utilizando o serviço por períodos sucessivos, sem comprometer-se, com obrigações de prazo indeterminado, disse o relator. Ao propor o substitutivo, o relator excluiu trechos do projeto original que previa punições para prestadores de serviço que descumprissem a medida, entre as quais sanções administrativas previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90) - multa, suspensão temporária da atividade, revogação de concessão ou até a interdição total do estabelecimento. Tramitação O projeto será ainda analisado conclusivamente pela Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania. ÍNTEGRA DA PROPOSTA: PL-341/2015 Fonte: 'Agência Câmara Notícias' (07/08/2015) Página 13

14 Alckmin vai atuar para reverter cortes da Mercedes O governador Geraldo Alckmin (PSDB) tomará iniciativa na tentativa de reverter a decisão da Mercedes-Benz de demitir até funcionários em São Bernardo a partir de 1º de setembro. O governo não divulga, por enquanto, o que vai fazer, mas vai procurar a empresa para discutir alternativas. Uma das possibilidades seria a liberação de créditos de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), por meio do programa Pró-Veículo, que vincula o crédito do imposto à modernização de fábricas. A medida já foi adotada, por exemplo, em 2012, para que a General Motors investisse na fábrica de São José dos Campos e deixasse de demitir empregados. Ontem, o secretário estadual de Emprego e Relações do Trabalho, José Luiz Ribeiro, telefonou para o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques, em nome de Alckmin, para falar sobre as intenções do governo. Eles vão se reunir, na semana que vem, possivelmente na segunda-feira, para debater a situação da montadora. A fabricante sente o cenário de vendas retraídas e a falta de perspectiva de melhora da economia, segundo o diretor de comunicação e relações institucionais da companhia, Luiz Carlos de Moraes. O mercado de caminhões registra queda de 43% no volume comercializado de janeiro a julho na comparação com mesmo período de 2014, e o de ônibus está com retração de 28%. DECISÃO - A Mercedes procurou ontem o sindicato para comunicar, oficialmente, que a decisão de demitir excedentes estava tomada. Por meio de nota, a montadora disse que esgotou todas as medidas de flexibilização para continuar a gerenciar o excesso de pessoas na fábrica, hoje calculado em pessoas. Atualmente, além da adoção de lay-off (suspensão temporária de contratos) há 215 em casa até 30 de setembro, já fez uso de semanas curtas e férias coletivas neste ano. Ainda, cerca de funcionários das áreas produtivas estão, desde ontem, até o dia 21, em licença remunerada. Confirmamos que vamos ter de fazer demissões, afirmou Moraes. O Diário já tinha noticiado, no sábado passado, com base em comunicado interno da companhia aos empregados, que a fabricante iria demitir. Moraes lembrou que proposta prevendo a redução da jornada com diminuição de salários, e garantindo estabilidade de empregos, já foi rejeitada em votação dos trabalhadores. Mas estamos sempre abertos a conversar sobre o PPE (Programa de Proteção ao Emprego), assinalou. O programa do governo federal, que foi regulamentado dia 22, poucos dias depois da votação dos empregados, prevê jornada e salários até 30% menores, com metade da redução no rendimento sendo complementada com recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Se houver cortes em massa, no entanto, o sindicato pretende paralisar a fábrica. Tomaram a decisão de zerar os excedentes. Se concretizarem as demissões, a greve é o que nos resta fazer, disse Sérgio Nobre, diretor da entidade dos metalúrgicos. A alternativa seria o PPE, mas a empresa já disse que não é suficiente, assinalou. O número certo de dispensas a Mercedes só determinará quando terminar o prazo para adesão ao PDV (Programa de Demissão Voluntária), no dia 14. A montadora se mostra disposta a adotar o programa, desde que seja combinado com o repasse apenas parcial da inflação em 2016 e outras ações de corte de custos como uma PLR (Participação nos Lucros e Resultados) menor. Questionado sobre o que Nobre achava da disposição de Alckmin em ajudar a reverter a decisão da empresa, o dirigente aprovou. Acho ótimo, o governo do Estado tem margem para isso, disse. Fonte: DGABC (08/08/2015) Página 14

15 Commodities Agrícolas Alta em NY: Após cinco quedas seguidas, os preços do cacau registraram alta na sexta feira na bolsa de Nova York. Os lotes da amêndoa para dezembro subiram US$ 50, cotados a US$ a tonelada. Os traders cobriram posições vendidas depois da sequência de desvalorização ao longo da semana. Há analistas que citam as expectativas com a safra principal no oeste da África como motivo para incertezas, embora o clima esteja favorável para o desenvolvimento das lavouras. Até o início da colheita porém, os produtores da Costa do Marfim podem segurar as vendas à espera da definição dos novos preços de apoio do governo, que devem sair antes das eleições no país. Em Ilhéus e Itabuna, o preço médio seguiu em R$ 124 a arroba, segundo a Central Nacional de Produtores de Cacau. Negócio da China: Os futuros da soja avançaram na sexta feira na bolsa de Chicago, após a venda de um grande volume do grão dos EUA para a China e com as apostas para as próximas estimativas do Departamento de Agricultura americano (USDA) já no radar. Os lotes para setembro subiram 19,5 centavos, a US$ 9,755 o bushel. Os exportadores americanos acertaram a venda de 132 mil toneladas de soja para o gigante asiático para entrega na safra 2015/16, que começa em setembro. A notificação ocorreu após indicações de fraqueza na demanda. Os traders também já operam com a perspectiva de que o USDA vá reduzir sua estimativa para os estoques de passagem da safra 2014/15 e 2015/16. No mercado interno, os preços da oleaginosa no Paraná subiram 0,45%, para R$ 65,41 a saca, segundo o Deral/Seab. Apostas na mesa: As cotações do milho apresentaram alta na sexta feira na bolsa de Chicago, ante as apostas de que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduzirá as estimativas para os estoques do cereal. Os lotes para dezembro fecharam a US$ 3,8375 o bushel, uma elevação de 3,25 centavos. Os analistas acreditam que a projeção do órgão para os estoques finais em 2014/15 será de 192,9 milhões de toneladas e de 187,7 milhões de toneladas em 2015/16. O USDA divulgará seu novo relatório de oferta e demanda na quarta feira. As previsões meteorológicas, por sua vez, indicam um cenário mais favorável para as lavouras nesta semana, com possibilidade de chuvas no Meio Oeste americano. No mercado interno, o preço médio da saca no Paraná caiu 0,66%, a R$ 21,05, segundo o Deral/Seab. Estoques na mira: As apostas para as novas estimativas do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) para oferta e demanda de trigo ofereceram suporte para as cotações do cereal na sexta feira nas bolsa americanas. Em Chicago, os lotes para dezembro subiram 4,5 centavos, a US$ 5,1575 o bushel. Em Kansas, onde se negocia o trigo de melhor qualidade, os papéis com igual vencimento tiveram alta de 3,75 centavos, a US$ 5,1375 o bushel. Os analistas acreditam que o USDA reduzirá suas projeções para os estoques finais de trigo no mundo referentes à safra 2014/15 e à safra 2015/16 para 211,3 milhões de toneladas e 218,6 milhões de toneladas, respectivamente. No mercado doméstico, o preço médio no Paraná caiu 0,44%, para R$ 34,13a saca, de acordo com o Deral/Seab. Fonte: Valor Econômico (10/08/2015) *********************** Página 15

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