nº 293 Cadeia Petroquímica e do Plástico, Economia e Política, Sustentabilidade, América Latina e Mundo 18 de Setembro de 2008 Ano 4 Cadeia Produtiva

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "nº 293 Cadeia Petroquímica e do Plástico, Economia e Política, Sustentabilidade, América Latina e Mundo 18 de Setembro de 2008 Ano 4 Cadeia Produtiva"

Transcrição

1 nº 293 Cadeia Petroquímica e do Plástico, Economia e Política, Sustentabilidade, América Latina e Mundo 18 de Setembro de 2008 Ano 4 Cadeia Produtiva Braskem finaliza processo de consolidação com IPQ e Petroquímica Paulínia A Braskem vai incorporar as companhias controladas, Ipiranga Petroquímica e da Petroquímica Paulínia. Tratase de mais uma etapa, do longo processo de rearranjo societário que criou a Braskem - iniciado ainda em Ambas as empresas serão extintas. O objetivo é ampliar sinergias, alinhar o interesse dos acionistas, simplificar a cadeia societária e melhorar o acesso ao mercado. O capital da Braskem será ampliado em R$ 14,1 milhões. O custo total da reorganização é de R$ 3 milhões. A companhia também conseguiu captar US$ 550 milhões por cinco anos com juros de 1,75% ao ano sobre a Libor, taxa interbancária de Londres, em operação de pré-pagamento à exportação. O pré-pagamento à exportação rola empréstimo-ponte de US$ 1,2 bilhão tomado pela Braskem para comprar os ativos petroquímicos da Ipiranga. Em maio, a conquista do grau de investimento pelo Brasil possibilitou à Braskem realizar a maior e mais barata emissão de bônus de sua história como parte da rolagem do empréstimo de US$ 1,2 bilhão. A empresa emitiu US$ 500 milhões em eurobônus com vencimento em 2018 pagando rendimento de 7,375% ao ano aos investimentos internacionais, informou o Valor Econômico Online. Firjan defende revisão do Comperj O presidente do Comitê de Energia da Firjan e membro do IBP, Armando Neto, defendeu, na última segundafeira (15), que os projetos do Comperj e das refinarias Premium deveriam ser revisados. Segundo ele, os atuais modelos não incentivam a formação de parcerias com empresas privadas e não levam em consideração, a produção de gás natural. O executivo ressaltou que é muito mais fácil tirar o etano do gás natural e transformá-lo em eteno do que construir unidades tão complexas quanto essas. Não sou contra os projetos, mas a viabilidade deles seria tecnicamente e economicamente mais fácil. Além disso, o executivo alertou que a produção dos derivados do petróleo nessa atual configuração dos projetos não será tão competitiva quanto ao cracking de gás natural e nafta dos países da Ásia do Pacífico e do Oriente Médio, informou O Globo Online. Indústria petroquímica está de olho no gás natural do pré-sal A indústria petroquímica pode ser beneficiada pelos gigantescos volumes de gás natural, que poderão ser retirados de áreas na camada pré-sal da bacia de Santos, de acordo com avaliação de Carlos Alberto Lopes, sócio-diretor da Gas Energy, consultoria especializada na área de gás e petroquímica, presente em toda a América Latina. Lopes observa que o aproveitamento da parte líquida do gás, onde se encontram matériasprimas para a indústria petroquímica - etano, propano e butano - não compromete a venda do gás para usos energéticos e agregaria mais valor ao produto. Ele destaca que o etano "é a jóia da coroa para a petroquímica". O consultor diz que não existe, com isso, nenhuma postura, "contra a exportação do GNL, mas a indústria química oferece oportunidades de agregação de valor e, não vamos ficar dependentes da exportação de produtos primários". Lopes disse ainda, na Rio Oil & Gas, onde o debate sobre o pré-sal tem sido o tema dominante, que "há muita expectativa do que será gerado de matéria-prima petroquímica no pré-sal e o que vai poder se retirar". Atualmente, a principal matéria-prima petroquímica é a nafta, cujo preço oscila com o petróleo e cuja demanda tem sido apertada em relação à oferta. Na última segunda-feira (15), Armando Guedes, ex-presidente da Petrobras e conselheiro do IBP, polemizou com o diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, ao defender uma utilização mais nobre para o gás da bacia de Santos, que segundo a Gas Energy, poderá significar produção de 100 a 120 milhões de m 3 /dia, contra os 60 milhões atuais. De acordo com Lopes, para separar a parte líquida do gás, seriam necessários investimentos maiores, do que se apenas fossem extrair o gás e levá-lo à costa. "Tecnicamente existem soluções, se são soluções rentáveis e suportam investimentos é necessário um estudo mais profundo, mas que tem que ser feito", avaliou Lopes. O consultor informou que atualmente apenas no Catar, se tem notícia de uma planta que separe os produtos líquidos do gás natural, em pleno mar. Ainda segundo Lopes, no projeto de Camisea, no Peru, desenvolvido pela argentina Pluspetrol, a parte térmica do gás, está sendo vendida para uma térmica no México e será feito um leilão, para saber com quem fica a parte líquida, que pode ser vendida para a indústria petroquímica. "É um investimento a mais, porque você tem que extrair do gás, as matérias-primas petroquímicas", explicou. Informou a Agência Reuters. Dólar limita ganho com queda da nafta Depois de nos últimos meses terem suas margens comprimidas pela alta da nafta, as petroquímicas agora contam com menor pressão de custos graças à tendências de queda dos preços do insumo. Mas a valorização do dólar limita os ganhos. Cotada atualmente em US$ 925, a nafta já apresenta queda de cerca de 20% em relação a junho e julho, quando superou US$ mil por tonelada. Mas apesar da correlação de preços entre produto comercializado pela Petrobras e o vendido na Europa, é provável que a queda nos valores do mercado internacional não ocorra na mesma proporção no País por causa da variação cambial, informou O Estado de S. Paulo. Dow Chemical lança unidade de negócios na área de óleo e gás A Dow Chemical anunciou, na última quarta-feira (17), o lançamento da Dow Oil & Gas, uma nova unidade de negócios criada para oferecer soluções inovadoras de produtos, tecnologia e serviços para o setor de petróleo e gás. A Dow Oil & Gas atenderá clientes que operam desde o poço de petróleo até a bomba de combustíveis por meio de ofertas para os segmentos de mercado de exploração e produção, refino e processamento de gás e transporte de combustíveis. A nova unidade de negócios, que será sediada em Houston, representa um realinhamento dos recursos da empresa, para abordar o mercado de uma maneira mais efetiva; fornecendo estrutura dedicada para trabalhar mais de perto dos clientes, entender seus desafios e oportunidades e também, atendê-los melhor. Janet Giesselman, gerente-geral da Dow Oil & Gas, observa que "à medida que a demanda global por energia aumenta, torna-se fundamental agregar valor às reservas comprovadas do mundo, através da extração de maiores quantidades de petróleo dos reservatórios existentes". Segundo ela, o negócio também se dedicará à oferta de tecnologias especializadas e formulações químicas para condições não-convencionais de perfuração e transporte de combustíveis, informou o Investnews. Ciba nega oferta A Bestinver, maior acionária da Ciba, disse que irá rejeitar a oferta de 3,45 bilhões de francos suíços (US$ 3,1 bilhões) feita pela Basf para a compra do laboratório farmacêutico suíço. De acordo com a Bestinver, a oferta subestima o valor da unidade. Os 0,50 francos suíços por ação que a gigante alemã ofereceu não condizem com outras transações similares feitas no setor químico e com a capacidade de geração de caixa da Ciba, alegou a acionária da empresa. Incluindo dívidas, a oferta de compra chega a 6,1 bilhões de francos suíços, informou a Gazeta Mercantil.

2 Negócios para o Plástico Mais de 3 milhões de celulares vendidos em agosto Com o mercado aquecido pelo Dia dos Pais, as operadoras de celular (produto onde o plástico é bastante usado) venderam mais de 3,04 milhões de aparelhos em agosto. Foi o mês que registrou o maior volume de vendas no ano. Agosto superou, inclusive, o desempenho de maio, quando foram vendidos 2,8 milhões de aparelhos, por conta do Dia das Mães, e de junho, que registrou a venda de 2,6 milhões de celulares. De acordo com dados preliminares divulgados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), o Brasil têm agora 138,3 milhões de aparelhos, 2,25% a mais do que em julho, informou o Jornal Indústria & Comércio, do Paraná. Crédito a eletroeletrônicos e veículos deve escassear As linhas de crédito de mais longo prazo como o financiamento de veículos e eletroeletrônicos de maior valor - produtos que utilizam o plástico na sua produção -, o consignado e o crédito imobiliário serão as mais afetadas pelas repercussões da crise financeira internacional. Dirceu Bezerra, fundador da Rosenberg Associados, afirmou que o contágio da crise internacional sobre o mercado doméstico de crédito se dá pela diminuição do fluxo de investimentos nos países emergentes e aumento das incertezas que pressionam o dólar, ampliam os prêmios de risco, diminuindo a oferta de hedge. Para conceder esses créditos de longo prazo, sem descasamento em relação aos prazos de captação, os bancos brasileiros fazem hedge no mercado futuro. Com a redução da disponibilidade de hedge, a tendência é cortar a oferta de crédito, disse Bezerra. Marcel Solimeo, economista-chefe e superintendente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), espera a redução de prazo das linhas mais longas como o financiamento de automóveis e mesmo o crédito dado pelo setor varejista. Comprar um computador ou uma geladeira em 24 vezes, diz ele, tende a ser cada vez mais complicado. Ao cenário externo, que encarece a captação dos bancos, somam-se os vários apertos monetários do Banco Central. Ele prevê a piora do cenário no início de 2009, pois no Natal o 13º salário tende a amenizar o cenário mais desfavorável. O cenário atual não é nada favorável na avaliação do economista Bruno Rocha, especialista em crédito da consultoria Tendências. Bancos e empresas estão com forte dificuldade de acessar o mercado externo para captar recursos. Para os bancos, há ainda o encarecimento da captação no mercado doméstico. O impacto de tudo isso é o encarecimento do crédito, para pessoas físicas e empresas, informou o Valor Econômico. Sandália de plástico ganha força internacional A London Fashion Week deste ano vai ganhar ares brasileiros. Uma festa durante a semana da moda na capital britânica, que começou no último domingo (14) marcará o primeiro evento internacional da Melissa, com o lançamento do modelo criado por Zaha Hadid, arquiteta iraquiana radicada na Inglaterra. A sandália de plástico brasileira, fabricada pela Grendene, busca a internacionalização. Já presente em mil pontos-de-venda em mais de 50 países, como Japão, Itália, França e Estados Unidos, o objetivo é reforçar a marca e conquistar novos espaços. "O evento em Londres reflete o sucesso de nossa estratégia", diz Raquel Scherer, coordenadora de marketing da Melissa. Ela revela que a empresa está iniciando exportações para a Rússia e abriu recentemente um distribuidor nos Emirados Árabes para atender o Oriente Médio. Agora, os próximos alvos são a Índia e a Coréia, reforçando assim a participação na Ásia, onde a sandália já é vendida na China e em Hong Kong. O curioso é que no exterior a Melissa ganha outra cara, na linha descolada-chique. Se no Brasil são as meninas de 15 aos 25 anos que usam a sandália de plástico, em outros países as consumidoras são mais maduras, até os 30 anos. Foi a primeira vez que a iraquiana criou um sapato. Ela tem dito que conseguiu fazer a sandália do jeito que imaginou, se aproveitando da mobilidade do plástico. O resultado é um calçado em peça sem emendas, cheio de curvas, refletindo a fluidez do design, algo que não sairia com o couro, informou O Estado de S. Paulo. Marrocos dobra exportação de calçados ao Brasil O volume de importações brasileiras de calçados do Marrocos, de janeiro a agosto, dobrou em relação ao mesmo período do ano passado. O país árabe exportou ao Brasil quatro mil pares. As vendas somaram US$ 282 mil nos oito primeiros meses do ano, contra US$ 77 mil no mesmo período de O Marrocos foi um dos 15 principais fornecedores brasileiros de sapatos alguns deles produzidos com material de plástico. No total, as compras externas brasileiras de calçados tiveram um aumento de 56,4%. O Brasil importou US$ 204,4 milhões, 55,7% a mais do que os primeiros oito meses de Os dados são da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). O principal fornecedor brasileiro foi a China, com 23,5 milhões de pares, um aumento de 62%. As exportações chinesas somaram US$ 146,4 milhões, o que representou um crescimento de 63%. Os calçados sintéticos lideraram as compras brasileiras, com 13,1 milhões de pares. Também foram responsáveis pelo maior valor: US$ 88,8 milhões. Por outro lado, as exportações brasileiras de calçados somaram US$ 1,3 bilhão, um aumento de apenas 0,5% em relação aos oito primeiros meses do ano passado. Foram embarcados 113,8 milhões de pares, o que representou uma queda de 4,2%. Os principais países compradores dos calçados brasileiros foram Estados Unidos, com importações de US$ 343,8 milhões em valor e 28,3 milhões de pares; Reino Unido, com US$ 176,2 milhões e 7,4 milhões de pares; e Argentina, com US$ 120,2 milhões e 9 milhões de pares. Os calçados com material sintético na sua parte superior, isto é, que utilizam borracha, plástico, tiras ou correias foram os mais exportados no período. O setor embarcou 65,6 milhões de pares deste produto. Em seguida, vêm os calçados em couro, com 39,7 milhões, informou a Agência de Notícias Brasil Árabe. Ráfia utilizada em calçados Na Arezzo - empresa que fabrica calçados - os modelos dos calçados são construídos a partir de elementos de geografias tão distantes e diversas como Peru, México, África e Índia. Couros, detalhes de chifres, capim, madeira e inclusive ráfia somam-se ao um grupo de acessórios, informou Portal O Progresso, de Mato Grosso do Sul. Artecola assume controle da MVC fabricante de componentes de plástico A Artecola Indústrias Químicas, uma das mais importantes companhias de adesivos e laminados especiais da América Latina está adquirindo da gaúcha Marco Polo o controle da MVC Componentes Plásticos Ltda, com sede em São José dos Pinhais, no Paraná, por R$ 55 milhões. A empresa paranaense é líder brasileira na produção de componentes plásticos para a indústria automobilística, principalmente os localizados na parte externa de carros, caminhões e ônibus, o que significou 85% do faturamento de R$ 100 milhões obtido em A empresa tem sede em Campo Bom (RS) e vai ficar, a partir de novembro, com 54% do controle da MVC e mais 6% em fevereiro de Adicionalmente, está sendo concedida à Artecola a opção de adquirir outros 4% das quotas da MVC em fevereiro de 2010, e mais 10% em fevereiro de A Marco Polo manterá o restante das ações, informou a Gazeta Mercantil. Movimentos da Indústria Indústria paulista abre 7 mil postos de trabalho em agosto, diz Fiesp O nível de emprego da indústria de transformação paulista aumentou 0,46% em agosto ante o mês anterior, com ajuste sazonal. Na série sem ajuste, houve alta de 0,32% no mês passado. Tais variações representaram a geração de 7 mil vagas. Segundo levantamento divulgado há pouco pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), de janeiro a agosto, a indústria de transformação elevou em 7,14% seu nível de emprego, com 156 mil postos de trabalho criados. Em 12 meses, o indicador acumula expansão de 4,64%, com 104 mil vagas abertas. No mês passado, os setores industriais que registraram maior aumento em sua folha de pagamento foram os de máquinas de escritório e equipamentos de informática, com crescimento de 4,14%, couros e artigos de couro, artigos de viagem e calçados, com alta de 3,96%. Em sentido contrário, os maiores cortes de pessoal proporcionalmente à dimensão do setor foram encontrados em coque, refino de petróleo, combustíveis nucleares e álcool (-2,27%), acompanhado por borracha e plástico (-0,80%). Dos 21 setores pesquisados, 15 ampliaram seu quadro de pessoal, cinco fecharam vagas e um verificou estabilidade, informou o Valor Econômico. Produção industrial deve cair 2% em agosto A produção da indústria paulista referente a agosto deve cair 2%, na comparação com o mês anterior. É o que mostra o Sinalizador da Produção Industrial (SPI) de São Paulo, divulgado na última segunda-feira (15) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Em julho, o índice teve alta de 0,1% ante junho, na série com ajuste sazonal - sendo que a produção de São Paulo apresentou alta de 0,3% naquele mês, de acordo com dados oficiais do IBGE. O objetivo do indicador, elaborado por meio de parceria entre a FGV e a AES Eletropaulo, é o de antecipar as tendências da atividade industrial no Estado de São Paulo. Em comunicado, as instituições esclarecem que, "em termos acumulados em 12 meses, a variação ficou estável em relação a julho, em 9,3%, mostrando uma acomodação do nível de atividade da indústria paulista". Porém, na série sem ajuste sazonal, o SPI apresenta alta de 1,4% em agosto ante julho - sendo que, no mês passado, o dado sem ajuste do índice registrou alta de 3,4%, informou o DCI.

3 Sustentabilidade Solvay vende primeiros créditos de carbono e busca processos sustentáveis A Solvay Indupa do Brasil - líder na produção de PVC e soda cáustica na Região Mercosul - recebeu na última quarta-feira (17), a quantia de 1,4 milhão de dólares provenientes da primeira venda de créditos de carbono originados na unidade industrial de Santo André, São Paulo, Brasil. Os créditos de carbono são oriundos da redução média de 42 mil toneladas anuais de gases geradores de efeito estufa. A obtenção dos créditos só foi possível graças à substituição de óleo combustível por gás na alimentação das caldeiras e dos fornos de pirólise na fábrica de Santo André. A Solvay Indupa (signatária do Programa de Atuação Responsável- Responsible Care) é a primeira empresa do Pólo Petroquímico do Grande ABC (São Paulo, Brasil) a obter créditos de carbono no âmbito do Protocolo de Kyoto. Estamos implementando nossa estratégia de crescimento sustentável por meio de um conjunto de investimentos e ações focadas na eficiência tecnológica e na implantação de processos inovadores. O objetivo é garantir a sustentabilidade do nosso negócio e do meio ambiente da forma mais ampla possível, ressalta, Augusto Di Donfrancesco, CEO da Solvay Indupa. Ainda como parte da estratégia, a Solvay Indupa acelera a construção de sua planta de etileno baseado em etanol fabricado a partir da cana-de-açúcar, o que permitirá produzir o primeiro PVC verde na região, elaborado com recursos naturais e renovavéis, tais como cana-de-açúcar e sal marinho. Este projeto, previsto para a segunda metade de 2010, também credencia a empresa a requerer novos créditos de carbono num futuro próximo, informou a Assessoria de imprensa da Solvay Indupa. Uso adequado das sacolas em debate Criciúma foi sede para o debate sobre a importância do uso adequado das sacolas plásticas, na última quarta-feira (17), durante o Encontro Regional Sul de Supermercadistas e Fornecedores da Associação Catarinense de Supermercados (Acats) A palestra sobre o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas ocorreu no Sisos Hall. O programa prevê a conscientização dos consumidores para a necessidade do uso racional das sacolas plásticas e redução no volume consumido. O Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, desenvolvido pela Plastivida Instituto Sócio- Ambiental dos Plásticos, Instituto Nacional do Plástico (INP) e Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (Abief), realiza também um trabalho para melhorar a qualidade das sacolinhas fabricadas, fazendo com que o produto, fabricado de acordo com as exigências técnicas, seja mais resistente. Com sacolas mais fortes, o consumidor evita a utilização de mais de uma sacola para embalar as compras. Com sacolas qualificadas, o passo seguinte contou com a ação dos supermercados (através do apoio da Associação Brasileira de Supermercados - Abras - e das associações supermercadistas estaduais) e de representantes da indústria, numa parceria que já contempla grande parte do País. O programa contempla ainda treinamento de supervisores, operadores de caixa e empacotadores para que informem ao consumidor que as novas sacolas adotadas são mais resistentes; visando à conscientização da população e a redução de 30% no consumo de sacolas plásticas em um ano. O projeto piloto do programa, realizado em São Paulo, apresentou dados interessantes. Após um mês de campanha em 16 supermercados, a redução no consumo de sacolas foi de 12%, informou A Tribuna de Criciúma. Agrotóxicos: 100 mil toneladas de embalagens O Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev) atingiu, entre março de 2002 e agosto de 2008, a marca de 100 mil toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos que foram recolhidas e levadas à destinação correta. Descartadas incorretamente, elas teriam o potencial de gerar um grande problema ambiental e de saúde pública, já que resíduos de seu conteúdo são altamente poluidores e tóxicos aos animais e aos seres humanos. Conforme o diretor-presidente do Inpev, João Cesar Rando, o Brasil é líder entre os países que possuem sistemas de destinação final de embalagens vazias de defensivos agrícolas. "Do volume comercializado em 2007 no País, foram destinados corretamente cerca de 80% do total", diz. Para este ano, a intenção é aumentar esta porcentagem, ampliando o número de unidades de recebimento de embalagens vazias de 375 para 380 unidades, em todo o País. "No ano que vem pretendemos alcançar a marca de 400 unidades de recebimento de unidades vazias", diz Rando. "Do total de embalagens de defensivos produzidos no País, 30% são secundárias e 70% primárias", explica Rando. "Entre as embalagens primárias, quase 100% já são devolvidas em alguns Estados, como Mato Grosso", continua. "Entre as secundárias, porém, apenas 45% do total tem sido devolvido, e a lei manda que o agricultor devolva ambas as embalagens", diz. "As caixas de papelão são úteis para o agricultor acondicionar as embalagens primárias, após a tríplice lavagem", explica. Ainda segundo Rando, atualmente, do total de embalagens que acondicionam agrotóxicos, 95% podem ser recicladas e 5% não têm condições de ser recicladas e devem ser incineradas pela indústria. Mais informações sobre reciclagem de embalagens vazias, acesse o site Política e Economia A crise vai ficar conosco um bom tempo O sistema financeiro mundial está em plena crise sistêmica, que poderia ser amenizada se o os Estados Unidos adotassem um programa semelhante ao Proer, instituído no Brasil no governo Fernando Henrique Cardoso. A afirmação foi feita na última quinta-feira (17) pelo economista Edmar Bacha, um dos criadores do Plano Real e hoje consultor sênior do Banco Itaú BBA. Para Bacha, é possível que o mundo entre em recessão em 2009 e perdure até Ele diz que essa é uma crise financeira inusitada porque o que está em xeque todo um sistema financeiro novo, que foi desenvolvido nos últimos 30 anos, diferente do tradicional, baseado em bancos comerciais. Segundo o economista, essa crise vai ficar conosco por um bom tempo. Vamos atravessar este ano e 2009 em crise, mesmo que o mercado financeiro fique relativamente tranqüilo a crise vai chegar tranqüilamente até 2010, vai ser altamente recessiva. O mundo terá que operar durante um bom tempo com volume de crédito extremamente contraído disse Bacha. Ainda segundo o economista o Brasil está melhor do que no passado e deve crescer 3% em Mas a crise chegou na Coréia do Sul e à Rússia, países que têm reservas cambiais muito fortes. O dólar ficou muito perto de R$ 1,90. Precisamos colocar as barbas de molho, vestir as sandálias da humildade, parar de dizer que a economia é robusta e que somos invencíveis, afirmou. Informou O Estado de S. Paulo. Crise afeta meta de exportação A crise financeira internacional inviabilizará qualquer projeção, neste momento, sobre o desempenho da balança comercial brasileira em 2009, na opinião de José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). Mesmo para este ano, as previsões já não são mais seguras por causa da queda nos preços internacionais das commodities exportadas pelo País, iniciada em julho do ano passado, e da ração dos principais mercados consumidores desses produtos Estados Unidos, União Européia e China à crise mundial. Para Castro, a meta do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) de exportações de US$190,0 bilhões em 2008 pode ser alcançada. Mas não seria recomendável aumentá-la para US$ 200 bilhões, como sinalizou o ministério recentemente. Na avaliação da AEB, a pauta exportadora brasileira já se tornou vulnerável à queda nos preços das commodities. No caso do petróleo, os preços de exportação e de importação em setembro não foram divulgados pela Petrobras. Entretanto, os dados da Secex mostraram que o comércio de petróleo e seus derivados fechou o período com um déficit de US$ 475 milhões. De forma geral, as importações das duas semanas totalizaram US$ 8,074 bilhões, com média diária de US$ 807,4 milhões, informou O Estado de S. Paulo. América Latina América Latina está melhor preparada para enfrentar crise A vice-presidente para a América Latina e Caribe do Banco Mundial (BM), Pamela Cox, afirmou em Assunção, que os países latino-americanos estão melhor preparados para enfrentar a crise dos mercados financeiros nos Estados Unidos. Cox, que está em visita oficial ao Paraguai, considerou ainda que os países da região se encontram em melhores condições para suportar a "desaceleração do crescimento econômico não somente em relação aos EUA, mas também em comparação com Japão, Europa e os mercados emergentes". "O impacto da crise financeira pode ser sentido em uma queda da demanda e uma subseqüente queda nos preços das commodities, fator de importância para o crescimento dos últimos anos", indicou. Cox disse que a América Latina enfrenta agora o desafio de "manter o crescimento e a redução da pobreza e da desigualdade em um entorno mundial e regional de maior incerteza". "No caso dos países com laços indiretos com os EUA, e devido ao menor crescimento de Ásia e Europa, o impacto demorará mais para chegar. Na América Latina em geral, espera-se que as taxas de crescimento caiam cerca de 4% em médio prazo", considerou. Informou a EFE. Bolívia retoma controle total da rede de gasodutos O governo da Bolívia disse que retomou o controle completo de sua rede de gasodutos, depois de seis dias de ocupação por manifestantes da oposição, e afirmou que espera duplicar o fornecimento de gás natural para a Argentina a partir da próxima sexta-feira (19). Uma usina de processamento de gás natural e gás liquefeito e uma estação de controle e fornecimento na região do Chaco foram desocupadas pelos manifestantes, depois que foi firmado um acordo preliminar entre governo e oposição. O Ministério de Hidrocarbonetos afirmou que foi reaberto o gasoduto para a Argentina e o fornecimento completo será atingido na próxima sexta-feira (19). O fornecimento para o mercado brasileiro pode crescer ligeiramente quando concluído o conserto de um duto danificado no Chaco, o que ocorrerá provavelmente dentro de uma semana. As exportações de gás para a Argentina e o Brasil, que alcançariam neste ano mais de US$ 2 bilhões, são a principal fonte de renda da Bolívia, informou a Gazeta Mercantil. Havana aceita dialogar com a União Européia O governo cubano aceitou na última terça-feira (16) retomar as negociações políticas com a União Européia (UE) sobre sanções diplomáticas à ilha. A UE levantou em junho o bloqueio que havia imposto em após a prisão de 75 dissidentes - e convidou o governo de Cuba a estabelecer um diálogo. A eliminação dos bloqueios e a retomada das conversas abrem caminho para a normalização das relações entre Cuba e o bloco europeu. Proposta pela Espanha, a suspensão do bloqueio ocorreu após negociações com membros do bloco, como Alemanha e Suécia, informou O Estado de S. Paulo.

4 Mundo Produção industrial tem forte queda A produção industrial nos Estados Unidos caiu 1,1% em agosto, a maior queda em quase três anos. A queda nos gastos do consumidor levou o setor automobilístico setor que utiliza plástico em determinadas peças na sua produção - a reduzir o número de carros fabricados. A queda na indústria foi maior do que a esperada por economistas. A produção de carros desabou 12%, a maior redução em uma década, e o declínio atingiu diversos setores, de semicondutores ao material de construção. Os dados divulgados na última segunda-feira (15) pelo Federal Reserve (Fed) indicam que a crise interna está puxando para baixo a indústria de transformação, que vem sendo sustentada por exportações recorde. Os dados podem gerar o temor de que a desaceleração econômica se agrave, em um cenário de recessão do setor de moradias, desemprego em alta aperto no crédito. A utilização da capacidade instalada da indústria caiu para 78,7%, o nível mais baixo desde outubro de 2004, informou Bloomberg. Economia mundial sucumbirá à turbulência e crescerá menos A divisão de análises econômicas do grupo britânico The Economist diminuiu para 1,8% sua previsão para o crescimento da economia dos Estados Unidos este ano e também previu uma inflação de 4,4% no país. Para 2009, a Economist Intelligence Unit (EIU) prevê crescimento de 0,6% no Produto Interno Bruto (PIB) americano, que aumentaria para 1,7% no ano seguinte e 2,5% em 2011, enquanto a inflação cairia para 2,6% no próximo ano e 2,5% nos dois anos subseqüentes. A EIU afirma que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) voltará a cortar a taxa de juros pelo menos uma vez antes do final do ano, situando-a em cerca de 1,5% ao ano no início de Já o Banco Central Europeu (BCE), cuja maior preocupação é a inflação, reduzirá os juros em 0,25 ponto percentual, até alcançar 4% ao ano, embora espere até o segundo trimestre de 2009 para fazer isto. Quanto à zona do euro, a EIU prevê crescimento do PIB de 1,2% este ano, que seria ainda mais baixo (0,8%) em 2009, para voltar a crescer 1,6% em 2010 e 2% em Segundo a EIU, a inflação dos preços ao consumidor na zona do euro deve ficar em 3,6% este ano, que diminuiria para 2,5% em 2009 e voltar a cair nos dois anos seguintes. Reino Unido, Espanha e Itália, países com baixos índices de produtividade, estão entre as economias que terão pior comportamento em 2009, diz o EIU. Até agora o crescimento das exportações tem se sustentado bem, mas é normal que as mudanças na cotação das moedas afetem, com efeito retardado de dois anos, o setor exportador, informou Agência Estado. Cotação Barril sobe US$ 6 em Nova York e fecha sessão cotado a US$ 97,16 Os preços do petróleo se recuperaram no pregão de na última quinta-feira (17) da bolsa de Nova York, saltando mais de US$ 6 com o dólar recuando frente ao euro e após operadores reavaliarem os dados mostrando uma forte queda nos estoques de petróleo e gasolina nos Estados Unidos. Durante a sessão, as cotações futuras da commodity operaram em baixa e a gasolina recuou, apesar dos dados altistas do governo. Na bolsa novaiorquina, o contrato para entrega em outubro do petróleo WTI fechou a sessão em alta de US$ 6,01, ou 6,59%, atingindo US$ 97,16 por barril, sendo negociado durante a sessão entre US$ 91,36 e US$ 97,45. Na bolsa de Londres, o contrato para entrega em novembro do petróleo tipo Brent registrou valorização de US$ 5,62, ou 6,3%, fechando em US$ 94,84 por barril, sendo negociado entre US$ 89,03 e US$ 95,13. Informaram agências internacionais. Agenda Grande ABC vai se tornar a capital do plástico Há poucas vagas disponíveis para quem quiser participar do encontro Grande ABC, a Capital Nacional do Plástico, que reúne o VII Seminário do Setor Plástico do Grande ABC e a III Rodada de Negócios Plásticos. A iniciativa, que é uma das ações mais importantes do calendário do segmento petroquímico-plástico, ocorre na próxima quinta-feira (25), das 8h às 19h, no Clube Primeiro de Maio (Avenida Portugal, 79, Centro, Santo André/SP). O seminário, na parte da manhã, tem entrada franca e abordará o tema O cenário mundial e o futuro do plástico no Grande ABC. Serão duas mesas de discussão: uma sobre a competitividade global (formação da Quattor, que é a segunda maior petroquímica do país, e a política industrial brasileira) e a outra debaterá os desafios do setor (qualificação, tributação, logística e fornecimento de matéria-prima). À tarde será a vez da Rodada de Negócios que, por meio de um sistema dinâmico de apresentação comercial, oferecerá a oportunidade para todas as empresas participantes se conhecerem. As pessoas que se inscreverem para a III Rodada terão participação garantida, automaticamente, no VII Seminário. No entanto, o contrário não vale, ou seja, a inscrição no Seminário não significa presença na Rodada. As inscrições devem ser feitas antecipadamente pelo telefone (11) ou pelo site Setor petroquímico Dias 14 e 15 de outubro, em São Paulo, ocorre a 3 a Conferência Avaliação Econômica e Desafios na Consolidação do Setor Petroquímico e indústria do Plástico, promovido pela International Business Communications (IBC). Informações pelo telefone (11) Embalagens plásticas O Centro de Tecnologia de Alimentos (Cetea-Ital), de Campinas (SP), está promovendo o curso "Especificando embalagens plásticas com base nos requisitos de proteção aos alimentos" para os dias 8 e 9 de outubro. Informações no site: Santos Offshore São Paulo começa a se movimentar em torno das boas notícias do setor petrolífero e será sede da Santos Offshore BS 2008 Petro & Gás International Fair, maior feira de Petróleo e Gás do Estado paulista, dirigida também às áreas de Petroquímica e Química, Siderurgia e Meio Ambiente. A 2ª edição da Santos Offshore tem como objetivo apresentar os lançamentos de máquinas, equipamentos e outros insumos utilizados pela indústria de petróleo e gás nos próximos anos. O evento acontece entre os dias 21 e 24 de outubro, no Mendes Convention Center, localizada próxima a uma das mais importantes descobertas potências de exploração deste mercado, a Bacia de Santos. De acordo com a organização do evento, a Santos Offshore tem um papel fundamental no desenvolvimento organizacional e tecnológico do setor, pois opera como um canal para as principais tendências do mundo, sendo tanto fornecedora quanto receptora de informações das mais diferentes características e impactos. Informações pelo telefone (11)

5 Artigo A segurança e eficiência das fibras alternativas Cada vez mais o consumidor se questionará sobre o uso e comercialização de produtos não nocivos ao meio ambiente e à saúde humana. Para atender às novas exigências e necessidades, a indústria busca substitutos técnicos e econômicos adequados a esse novo perfil de consumo. A questão do banimento do amianto no Brasil acompanha essa discussão. A certeza sobre os malefícios do amianto permite a avaliação da eficácia das propostas alternativas, como o polipropileno (PP) e o poliálcool vinílico (PVA). Órgãos de suma importância e credibilidade, nacionais e internacionais, atestam essa eficácia, assim como a segurança desses produtos. O PP já vem sendo usado no Brasil em produtos de fibrocimento (telhas, caixas d'água etc.) com qualidade técnica comprovada, além de segurança ao trabalhador e ao usuário. O Ministério da Saúde analisou as fibras de PVA e PP, por meio de um grupo formado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em cumprimento ao artigo 6 do Decreto n 2.350, de 15 de outubro de 1997, que regulamenta a Lei n 9.055, de 1 de junho de Esse grupo teve a participação de representações de técnicos, ONGs, cientistas, universidades, Abifibro, Fundação Osvaldo Cruz, Confederação Nacional da Indústria, Sindicato de Minaçu (Goiás), Eternit, produtores de fibras alternativas e outros. Após meticulosa avaliação, durante mais de um ano de trabalho, o grupo emitiu uma nota técnica, esclarecendo: "Estas fibras de PVA e PP possuem diâmetro entre 10 e 20 m e comprimento superior a 5 mm, e em temperatura ambiente não fibrilam (subdivisão de uma fibra em um conjunto de fibras menores de menor diâmetro), sendo portanto caracterizadas como não respiráveis". Após essas considerações, o grupo encarregado da análise das fibras chegou ao seguinte consenso: "pela recomendação da utilização das fibras de PVA e PP, nas dimensões descritas, na produção de fibrocimento". Essa conclusão foi informada à Associação Brasileira das Indústrias e Distribuidores de Produtos de Fibrocimento (Abifibro) por meio do Ofício n 145/GM, do Gabinete do Ministro da Saúde, em 28 de dezembro de A International Agency for Research on Cancer (IARC), da Organização Mundial da Saúde, não considera o polipropileno cancerígeno e afirma: "tem uma produção maciça e o seu uso, de forma geral, em inúmeras aplicações, inclusive cirúrgicas, nas últimas décadas, indicam que a exposição dos trabalhadores e da população em geral a essa fibra, é comum". Trata-se de uma resina utilizada em diversas aplicações, desde brinquedos injetados, peças automotivas, cadeiras e mesas, embalagens para produtos alimentícios, no setor têxtil, ráfias, fibras, filmes, não tecidos, entre outros. O alto desempenho do polipropileno é obtido graças a um equilíbrio de propriedades, como alta tenacidade, baixo peso específico, boa claridade, resistência a altas temperaturas, etc. Como o PP é um polímero termoplástico, existem formas de reaproveitamento (químico, energético e mecânico) e pode ser reciclado, contribuindo para preservação do meio ambiente. O cenário para o mercado de polipropileno é otimista e tende a ser cada vez mais interessante quando a oportunidade de substituição do amianto começa a ser vislumbrada no Brasil. Em carta dirigida à Abifibro, em 5 de junho de 2006, professores da Escola Politécnica da USP, Departamento de Engenharia de Construção Civil e Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP - Grupo de Construções e Ambiência, declaram: "Não dispomos de qualquer indício que outros produtos de fibrocimento sem amianto hoje existentes no mercado brasileiro possam apresentar problemas de durabilidade". E ainda: "Em resumo, mantido o quadro hoje existente, somos otimistas sobre o futuro dos produtos de fibrocimento sem amianto no Brasil, incluindo o desempenho destes produtos no longo prazo". Hoje, 48 países proíbem a extração, produção, comercialização e utilização de todos os tipos de amianto. O Brasil ainda não figura neste cenário, mas conta com tecnologia e insumos adequados para a substituição. A Abifibro considera que o Brasil deve cumprir o acordo assumido na Convenção OIT 162 e, também, na Lei n 9.055/95 de substituir o amianto, inclusive o crisotila, por outros materiais ou tecnologias não nocivos à saúde humana. Artigo publicado na Gazeta Mercantil/Caderno A - Pág. 3 por João Carlos Duarte Paes, Presidente da Associação Brasileira das Indústrias e Distribuidores de Produtos de Fibrocimento (Abifibro). Expediente O Leia! é produzido com base em leituras de jornais, revistas, agências e sites de notícias, boletins corporativos dos principais setores ligados à petroquímica, reuniões e eventos realizados na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Comitê editorial Presidente: Vítor Mallmann Rosana Paulis e Eduardo Sene - Assuntos Fiesp/Siresp Marcio Freitas - Editor Natasha Lima, Isabela Barbosa e Sandro Almeida - Redação David Freitas Diretor de arte Roberta Provatti - Jornalista responsável - MTB-24197/SP Acesse nosso site Clique aqui

20 de agosto de 2013. Xisto muda geopolítica da energia

20 de agosto de 2013. Xisto muda geopolítica da energia 20 de agosto de 2013 Xisto muda geopolítica da energia A "revolução do xisto" em curso nos Estados Unidos, que já despertou investimento de US$ 100 bilhões na indústria americana, vai resultar em uma nova

Leia mais

C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA

C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA HENRIQUE MARINHO MAIO DE 2013 Economia Internacional Atividade Econômica A divulgação dos resultados do crescimento econômico dos

Leia mais

Indústria química no Brasil

Indústria química no Brasil www.pwc.com.br Indústria química no Brasil Um panorama do setor Indústria química no Brasil A indústria química e petroquímica é um dos mais importantes setores da economia brasileira e está entre as

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Agosto 2013 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

ÁREA DE MILHO CRESCEU 4,9% NA SAFRA 2012/2013, A MAIOR DESDE 1937, INDICANDO QUE O PAÍS COLHERIA UMA SAFRA RECORDE ESTE ANO

ÁREA DE MILHO CRESCEU 4,9% NA SAFRA 2012/2013, A MAIOR DESDE 1937, INDICANDO QUE O PAÍS COLHERIA UMA SAFRA RECORDE ESTE ANO GRÃOS: SOJA, MILHO, TRIGO e ARROZ TENDÊNCIAS DOS MERCADOS PARA 2012/2013 NO BRASIL E NO MUNDO Carlos Cogo Setembro/2012 PRODUÇÃO MUNDIAL DEVE RECUAR 4,1% NA SAFRA 2012/2013 ESTOQUES FINAIS MUNDIAIS DEVEM

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Julho 2013 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS- GRADUADOS

Leia mais

Empresas aéreas continuam a melhorar a rentabilidade Margem de lucro líquida de 5,1% para 2016

Empresas aéreas continuam a melhorar a rentabilidade Margem de lucro líquida de 5,1% para 2016 COMUNICADO No: 58 Empresas aéreas continuam a melhorar a rentabilidade Margem de lucro líquida de 5,1% para 2016 10 de dezembro de 2015 (Genebra) - A International Air Transport Association (IATA) anunciou

Leia mais

Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015. Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015

Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015. Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015 Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015 Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015 O cenário econômico nacional em 2014 A inflação foi superior ao centro da meta pelo quinto

Leia mais

Lucro líquido de R$ 5 bilhões 816 milhões no 1º trimestre de 2009

Lucro líquido de R$ 5 bilhões 816 milhões no 1º trimestre de 2009 Nota à Imprensa 11 de maio de 2009 Lucro líquido de R$ 5 bilhões 816 milhões no 1º trimestre de 2009 O preço médio do barril do petróleo tipo Brent caiu 55%, passando de US$ 97 no 1º trimestre de 2008

Leia mais

Guia de sustentabilidade para plásticos

Guia de sustentabilidade para plásticos Guia de sustentabilidade para plásticos Maio 2014 1 2 3 4 5 6 7 8 Introdução... 4 Contextualização dos plásticos... 6 Composição dos móveis e utensílios de plásticos...7 Requerimentos para materiais que

Leia mais

Cenários da Macroeconomia e o Agronegócio

Cenários da Macroeconomia e o Agronegócio MB ASSOCIADOS Perspectivas para o Agribusiness em 2011 e 2012 Cenários da Macroeconomia e o Agronegócio 26 de Maio de 2011 1 1. Cenário Internacional 2. Cenário Doméstico 3. Impactos no Agronegócio 2 Crescimento

Leia mais

Dólar sem freios. seu dinheiro #100. Nem intervenções do BC têm sido capazes de deter a moeda americana

Dólar sem freios. seu dinheiro #100. Nem intervenções do BC têm sido capazes de deter a moeda americana #100 seu dinheiro a sua revista de finanças pessoais Dólar sem freios Nem intervenções do BC têm sido capazes de deter a moeda americana Festa no exterior Brasileiros continuam gastando cada vez mais fora

Leia mais

2013: RECESSÃO NA EUROPA EMPURRA MUNDO PARA A CRISE

2013: RECESSÃO NA EUROPA EMPURRA MUNDO PARA A CRISE 2013: RECESSÃO NA EUROPA EMPURRA MUNDO PARA A CRISE 30 países mais ricos do mundo (OCDE) tiveram uma queda no PIB de 0,2% no quarto trimestre de 2012. Diminuição forte do consumo na Europa vai afetar economia

Leia mais

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado Políticas Públicas Lélio de Lima Prado Política Cambial dez/03 abr/04 ago/04 dez/04 abr/05 ago/05 Evolução das Reservas internacionais (Em US$ bilhões) dez/05 abr/06 ago/06 dez/06 abr/07 ago/07 dez/07

Leia mais

Soluções Integradas em Petróleo, Gás e Energia BRASIL

Soluções Integradas em Petróleo, Gás e Energia BRASIL BRASIL O Brasil possui uma economia sólida, construída nos últimos anos, após a crise de confiança que o país sofreu em 2002, a inflação é controlada, as exportações sobem e a economia cresce em ritmo

Leia mais

Economia, Estado da Indústria e Perspectivas. Apresentação para: SIMPESC. Joinville Março de 2010

Economia, Estado da Indústria e Perspectivas. Apresentação para: SIMPESC. Joinville Março de 2010 INDÚSTRIA PETROQUÍMICA E DE PLÁSTICOS Economia, Estado da Indústria e Perspectivas Apresentação para: SIMPESC Joinville Março de 2010 MaxiQuim Assessoria de Mercado Criada em 1995 Base em Porto Alegre

Leia mais

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - FIESP

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - FIESP FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - FIESP CONSELHO SUPERIOR DE COMÉRCIO EXTERIOR DA FIESP - COSCEX PALESTRA AS DIFICULDADES DO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO NA ARGENTINA, VENEZUELA, EUA E

Leia mais

Força de greves pode diminuir com evolução de canais de serviços on-line

Força de greves pode diminuir com evolução de canais de serviços on-line Boletim 853/2015 Ano VII 15/10/2015 Força de greves pode diminuir com evolução de canais de serviços on-line O impacto das novas plataformas deve ser maior no médio e longo prazo, principalmente com a

Leia mais

VALOR E PARTICIPAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES, POR FATOR AGREGADO E PAÍS DE DESTINO

VALOR E PARTICIPAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES, POR FATOR AGREGADO E PAÍS DE DESTINO VALOR E PARTICIPAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES, POR FATOR AGREGADO E PAÍS DE DESTINO 1 - CHINA 2 - ESTADOS UNIDOS 2014 34.292 84,4 4.668 11,5 1.625 4,0 6.370 23,6 5.361 19,8 13.667 50,6 2013 38.973 84,7 5.458 11,9

Leia mais

Cenário Macroeconômico

Cenário Macroeconômico INSTABILIDADE POLÍTICA E PIORA ECONÔMICA 24 de Março de 2015 Nas últimas semanas, a instabilidade política passou a impactar mais fortemente o risco soberano brasileiro e o Real teve forte desvalorização.

Leia mais

Almir Guilherme Barbassa Diretor Financeiro e de Relações com Investidores 18 de Agosto de 2009

Almir Guilherme Barbassa Diretor Financeiro e de Relações com Investidores 18 de Agosto de 2009 Teleconferência / Webcast DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS 2 o trimestre de 2009 (Legislação Societária) Almir Guilherme Barbassa Diretor Financeiro e de Relações com Investidores 18 de Agosto de 2009 Reservatório

Leia mais

Panorama Mundial (2013)

Panorama Mundial (2013) Panorama Mundial (2013) Produção mundial alcançou US$ 444 bilhões em 2013; Mesmo com os efeitos da crise internacional, registra 85% de crescimento desde 2004, a uma taxa média de 7% ao ano; 54% da produção

Leia mais

QUÍMICA SUSTENTÁVEL Carlos Fadigas 24/08/2011

QUÍMICA SUSTENTÁVEL Carlos Fadigas 24/08/2011 QUÍMICA SUSTENTÁVEL Carlos Fadigas 24/08/2011 AGENDA BRASKEM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL QUÍMICA SUSTENTÁVEL PILARES BRASKEM FUTURO VISÃO E ESTRATÉGIA AGENDA BRASKEM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL QUÍMICA

Leia mais

Perspectivas da economia em 2012 e medidas do Governo Guido Mantega Ministro da Fazenda

Perspectivas da economia em 2012 e medidas do Governo Guido Mantega Ministro da Fazenda Perspectivas da economia em 2012 e medidas do Governo Guido Mantega Ministro da Fazenda Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal Brasília, 22 de maio de 2012 1 A situação da economia internacional

Leia mais

1º a 15 de agosto de 2011

1º a 15 de agosto de 2011 1º a 15 de agosto de 2011 As principais informações da economia mundial, brasileira e baiana Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia Diretoria de Indicadores e Estatísticas Coordenação

Leia mais

Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro

Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia e Comércio / Integração Regional Jéssica Naime 09 de setembro de 2005 Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia

Leia mais

BRASIL Comércio Exterior

BRASIL Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC BRASIL Comércio Exterior Novembro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Petrobras aprova Plano de Negócios 2010-2014

Petrobras aprova Plano de Negócios 2010-2014 1 Petrobras aprova Plano de Negócios 2010-2014 O Conselho de Administração aprovou o Plano de Negócios 2010-2014, com investimentos totais de US$ 224 bilhões, representando a média de US$ 44,8 bilhões

Leia mais

Termoelétricas Ou Termelétricas

Termoelétricas Ou Termelétricas Termoelétricas Ou Termelétricas É uma instalação industrial usada para geração de energia elétrica/eletricidade a partir da energia liberada em forma de calor, normalmente por meio da combustão de algum

Leia mais

M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 8 15 de maio de 2007

M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 8 15 de maio de 2007 M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 8 1 de maio de 27 Síntese gráfica trimestral do comércio bilateral e do desempenho macroeconômico chinês Primeiro trimestre de 27 No primeiro trimestre de 27, a economia chinesa

Leia mais

Indústria Automobilística: O Desafio da Competitividade Internacional

Indústria Automobilística: O Desafio da Competitividade Internacional Encontro Econômico Brasil-Alemanha Indústria Automobilística: O Desafio da Competitividade Internacional Jackson Schneider Presidente Anfavea Blumenau, 19 de novembro de 2007 1 Conteúdo 2 1. Representatividade

Leia mais

ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES Janeiro a Dezembro / 2007

ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES Janeiro a Dezembro / 2007 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES / 2007 1- Balança Comercial Mato Grosso continua tendo superávit na Balança Comercial registrando em 2007 um expressivo saldo de US$ 4,38 bilhões valor que representa

Leia mais

Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR

Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS NO AGRONEGÓCIO EM 1. RESULTADO

Leia mais

Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro

Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro - 2º Congresso Florestal do Tocantins - André Luiz Campos de Andrade, Me. Gerente Executivo de Economia e Mercados do Serviço Florestal

Leia mais

Notícias Economia Internacional. e Indicadores Brasileiros. Nº 1/2 Julho de 2012

Notícias Economia Internacional. e Indicadores Brasileiros. Nº 1/2 Julho de 2012 Notícias Economia Internacional e Indicadores Brasileiros Nº 1/2 Julho de 2012 Sindmóveis - Projeto Orchestra Brasil www.sindmoveis.com.br www.orchestrabrasil.com.br Realização: inteligenciacomercial@sindmoveis.com.br

Leia mais

Superintendência de Desenvolvimento Industrial Setembro, 2011

Superintendência de Desenvolvimento Industrial Setembro, 2011 Integração de Cadeias Produtivas Superintendência de Desenvolvimento Industrial Setembro, 2011 Agenda 1. Crescimento do Mercado Consumidor e Ascensão da Classe Média 1. Áreas de Investimento e Adensamento

Leia mais

Boletim de Comércio Exterior da Bahia Abril 2013

Boletim de Comércio Exterior da Bahia Abril 2013 ISSN 2179-8745 Boletim de Comércio Exterior da Bahia Abril 2013 Sumário SUMÁRIO Governo do Estado da Bahia Jaques Wagner Secretaria do Planejamento José Sergio Gabrielli Superintendência de Estudos Econômicos

Leia mais

Teleconferência de Resultados 4T14 e 2014. São Paulo, 12 de fevereiro de 2015

Teleconferência de Resultados 4T14 e 2014. São Paulo, 12 de fevereiro de 2015 Teleconferência de Resultados 4T14 e 2014 São Paulo, 12 de fevereiro de 2015 Ressalva sobre declarações futuras Esta apresentação contém declarações prospectivas. Tais informações não são apenas fatos

Leia mais

Perspectivas para a Inflação

Perspectivas para a Inflação Perspectivas para a Inflação Carlos Hamilton Araújo Setembro de 213 Índice I. Introdução II. Ambiente Internacional III. Condições Financeiras IV. Atividade V. Evolução da Inflação 2 I. Introdução 3 Missão

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Junho 2012 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

ABDIB Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de base

ABDIB Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de base ABDIB Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de base Cenário Econômico Internacional & Brasil Prof. Dr. Antonio Corrêa de Lacerda antonio.lacerda@siemens.com São Paulo, 14 de março de 2007

Leia mais

Importações de aço acima do previsto em 2013

Importações de aço acima do previsto em 2013 Aço AÇO BRASIL DEZEMBRO 5 anos 0 I N F O R M A 23ª 23EDIÇÃO DEZEMBRO 2013 Importações de aço acima do previsto em 2013 As importações de produtos siderúrgicos deverão ser de 3,8 milhões de toneladas em

Leia mais

PUCRS -REGINP -ANPROTEC. Antônio L. Bragança Diretor de Tecnologia

PUCRS -REGINP -ANPROTEC. Antônio L. Bragança Diretor de Tecnologia PUCRS -REGINP -ANPROTEC Experiência da Braskem Antônio L. Bragança Diretor de Tecnologia XXI Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas Porto Alegre, 26 Out 2011 AGENDA A BRASKEM

Leia mais

PANORAMA EUA VOL. 3, Nº 5, JUNHO DE 2013

PANORAMA EUA VOL. 3, Nº 5, JUNHO DE 2013 PANORAMA EUA VOL. 3, Nº 5, JUNHO DE 2013 PANORAMA EUA OBSERVATÓRIO POLÍTICO DOS ESTADOS UNIDOS INSTITUTO NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA ESTUDOS SOBRE OS ESTADOS UNIDOS INCT-INEU ISSN 2317-7977 VOL.

Leia mais

ED 2059/09. 9 fevereiro 2009 Original: inglês. A crise econômica mundial e o setor cafeeiro

ED 2059/09. 9 fevereiro 2009 Original: inglês. A crise econômica mundial e o setor cafeeiro ED 2059/09 9 fevereiro 2009 Original: inglês P A crise econômica mundial e o setor cafeeiro Com seus cumprimentos, o Diretor-Executivo apresenta uma avaliação preliminar dos efeitos da crise econômica

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Crise Mundo Os EUA e a Europa passam por um forte processo de desaceleração economica com indicios de recessão e deflação um claro sinal de que a crise chegou

Leia mais

Segunda-feira 01 de Dezembro de 2014. DESTAQUES

Segunda-feira 01 de Dezembro de 2014. DESTAQUES DESTAQUES Bovespa tem queda, mas encerra mês em alta Mercado vê inflação maior e PIB baixo em 2015 Casino vai acelerar expansão do Pão de Açúcar Minério de ferro cai 48% e tem pior cenário Brokers fecha

Leia mais

Número 12 (18 de abril de 2008) Publicação periódica do Clube Brasileiro-Catalão de Negócios. Com o apoio de:

Número 12 (18 de abril de 2008) Publicação periódica do Clube Brasileiro-Catalão de Negócios. Com o apoio de: Clube Brasileiro-Catalão de Negócios (CB-CN) Av. Juscelino Kubitschek, 1726 conj. 111 sala 9 Vila Olímpia São Paulo SP Brasil CEP: 04543-000 www.cb-cn.com E-mail: info@cb-cn.com Número 12 (18 de abril

Leia mais

PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior

PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior Outubro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

O BRASIL NO NOVO MANDATO PRESIDENCIAL (2015-2019) 02 de Dezembro de 2014 IFHC

O BRASIL NO NOVO MANDATO PRESIDENCIAL (2015-2019) 02 de Dezembro de 2014 IFHC O BRASIL NO NOVO MANDATO PRESIDENCIAL (2015-2019) 02 de Dezembro de 2014 IFHC 1 1. Economia Internacional 2. Economia Brasileira 2 Cenário Internacional: importante piora nas últimas semanas Zona do Euro

Leia mais

Relatório Econômico Mensal Agosto de 2015. Turim Family Office & Investment Management

Relatório Econômico Mensal Agosto de 2015. Turim Family Office & Investment Management Relatório Econômico Mensal Agosto de 2015 Turim Family Office & Investment Management ESTADOS UNIDOS TÓPICOS ECONOMIA GLOBAL Economia Global: EUA: PIB e Juros... Pág.3 Europa: Recuperação e Grécia... Pág.4

Leia mais

PAINEL 9,6% dez/07. out/07. ago/07 1.340 1.320 1.300 1.280 1.260 1.240 1.220 1.200. nov/06. fev/07. ago/06

PAINEL 9,6% dez/07. out/07. ago/07 1.340 1.320 1.300 1.280 1.260 1.240 1.220 1.200. nov/06. fev/07. ago/06 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 35 15 a 30 de setembro de 2009 EMPREGO De acordo com a Pesquisa

Leia mais

Lucro líquido da Petrobras em 2010 alcança valor recorde de R$ 35 bilhões 189 milhões

Lucro líquido da Petrobras em 2010 alcança valor recorde de R$ 35 bilhões 189 milhões Nota à Imprensa 25 de fevereiro de 2011 Lucro líquido da Petrobras em 2010 alcança valor recorde de R$ 35 bilhões 189 milhões O lucro líquido aumentou 17% em relação a 2009 e EBITDA atingiu de R$ 60 bilhões

Leia mais

Copersucar completa 50 anos de liderança em açúcar e etanol com planos para aumentar ainda mais sua atuação global

Copersucar completa 50 anos de liderança em açúcar e etanol com planos para aumentar ainda mais sua atuação global Copersucar completa 50 anos de liderança em açúcar e etanol com planos para aumentar ainda mais sua atuação global Exportações de açúcar da empresa devem aumentar 86% na safra 2009/2010 A Copersucar completa

Leia mais

Terça-feira, 25 de Agosto de 2015. DESTAQUES

Terça-feira, 25 de Agosto de 2015. DESTAQUES DESTAQUES Bovespa cai ao nível de 2009 com tensão global CCR tem expectativa positiva de crescimento para o próximo ano Ações PNA da Vale fecham na menor cotação desde 2006 Corte de produção na China e

Leia mais

O Futuro da Indústria Química CARLOS FADIGAS

O Futuro da Indústria Química CARLOS FADIGAS O Futuro da Indústria Química CARLOS FADIGAS A indústria química é relevante para o Brasil... Faturamento da Indústria Química Brasileira (US$ bilhões) +6% a.a. 166 160 162 124 129 101 2008 2009 2010 2011

Leia mais

ARGENTINA Comércio Exterior

ARGENTINA Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC ARGENTINA Comércio Exterior Agosto de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

A Ameaça Inflacionária no Mundo Emergente

A Ameaça Inflacionária no Mundo Emergente BRICS Monitor A Ameaça Inflacionária no Mundo Emergente Agosto de 2011 Núcleo de Análises de Economia e Política dos Países BRICS BRICS Policy Center / Centro de Estudos e Pesquisa BRICS BRICS Monitor

Leia mais

Indicadores da Semana

Indicadores da Semana Indicadores da Semana O saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional atingiu 54,5% do PIB, com aproximadamente 53% do total do saldo destinado a atividades econômicas. A carteira

Leia mais

Indústria começa a substituir insumos importados

Indústria começa a substituir insumos importados Boletim 823/2015 Ano VII 01/09/2015 Indústria começa a substituir insumos importados Com alta do dólar, empresas aceleram planos para comprar no mercado nacional matériasprimas e componentes usados nas

Leia mais

Monitor do Déficit Tecnológico. Análise Conjuntural das Relações de Troca de Bens e Serviços Intensivos em Tecnologia no Comércio Exterior Brasileiro

Monitor do Déficit Tecnológico. Análise Conjuntural das Relações de Troca de Bens e Serviços Intensivos em Tecnologia no Comércio Exterior Brasileiro Monitor do Déficit Tecnológico Análise Conjuntural das Relações de Troca de Bens e Serviços Intensivos em Tecnologia no Comércio Exterior Brasileiro de 2012 Monitor do Déficit Tecnológico de 2012 1. Apresentação

Leia mais

Petroquímica Básica Instrutor André Costa

Petroquímica Básica Instrutor André Costa Petroquímica Básica Instrutor André Costa Como é explotado da jazida não possui valor agregado para o homem. É uma mistura complexa de compostos orgânicos e inorgânicos, em que predominam carbono e hidrogênio.

Leia mais

O indicador do clima econômico piorou na América Latina e o Brasil registrou o indicador mais baixo desde janeiro de 1999

O indicador do clima econômico piorou na América Latina e o Brasil registrou o indicador mais baixo desde janeiro de 1999 14 de maio de 2014 Indicador IFO/FGV de Clima Econômico da América Latina¹ O indicador do clima econômico piorou na América Latina e o Brasil registrou o indicador mais baixo desde janeiro de 1999 O indicador

Leia mais

Cenário Macroeconômico 2015 X-Infinity Invest

Cenário Macroeconômico 2015 X-Infinity Invest Cenário Macroeconômico 2015 X-Infinity Invest SUMÁRIO PANORAMA 3 ATUAL CONTEXTO NACIONAL 3 ATUAL CONTEXTO INTERNACIONAL 6 CENÁRIO 2015 7 CONTEXTO INTERNACIONAL 7 CONTEXTO BRASIL 8 PROJEÇÕES 9 CÂMBIO 10

Leia mais

Análise Semanal. Edição nº 23 10/07/15 CONJUNTURA ECONÔMICA. Mais um plano

Análise Semanal. Edição nº 23 10/07/15 CONJUNTURA ECONÔMICA. Mais um plano Mais um plano CONJUNTURA ECONÔMICA A chave da agenda positiva tão perseguida pelo governo federal em tempos de crise política e volta da inflação parece ser a preservação dos empregos. Na última terça-feira

Leia mais

1 a 15 de setembro de 2011

1 a 15 de setembro de 2011 1 a 15 de setembro de 2011 As principais informações da economia mundial, brasileira e baiana Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia Diretoria de Indicadores e Estatísticas Coordenação

Leia mais

Em Compasso de Espera

Em Compasso de Espera Carta do Gestor Em Compasso de Espera Caros Investidores, O mês de setembro será repleto de eventos nos quais importantes decisões políticas e econômicas serão tomadas. Depois de muitos discursos que demonstram

Leia mais

CONJUNTURA ECONÔMICA INDICADORES SELECIONADOS PELO FAE INTELLIGENTIA 1 IPC-FAE ÍNDICE DE PREÇOS DA CLASSE MÉDIA CURITIBANA

CONJUNTURA ECONÔMICA INDICADORES SELECIONADOS PELO FAE INTELLIGENTIA 1 IPC-FAE ÍNDICE DE PREÇOS DA CLASSE MÉDIA CURITIBANA CONJUNTURA ECONÔMICA INDICADORES SELECIONADOS PELO FAE INTELLIGENTIA 1 IPC-FAE ÍNDICE DE PREÇOS DA CLASSE MÉDIA CURITIBANA O Índice de Preços ao Consumidor da Classe Média de Curitiba - IPC-FAE, medido

Leia mais

Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento

Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento Henrique de Campos Meirelles Novembro de 20 1 Fundamentos macroeconômicos sólidos e medidas anti-crise 2 % a.a. Inflação na meta 8 6 metas cumpridas

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Julho 2012 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

COMO A GIR NA CRI $E 1

COMO A GIR NA CRI $E 1 1 COMO AGIR NA CRI$E COMO AGIR NA CRISE A turbulência econômica mundial provocada pela crise bancária nos Estados Unidos e Europa atingirá todos os países do mundo, com diferentes níveis de intensidade.

Leia mais

Mercados nervosos, investidores tensos. O que pensar?

Mercados nervosos, investidores tensos. O que pensar? 16/07/2008 Mercados nervosos, investidores tensos. O que pensar? Paulo Ângelo Carvalho de Souza Presidente Bolsas em queda; juros em alta; rentabilidade em queda; inflação em alta; preço do petróleo fora

Leia mais

Choques Desequilibram a Economia Global

Choques Desequilibram a Economia Global Choques Desequilibram a Economia Global Uma série de choques reduziu o ritmo da recuperação econômica global em 2011. As economias emergentes como um todo se saíram bem melhor do que as economias avançadas,

Leia mais

O Setor de Transformados Plásticos. Jose Ricardo Roriz Coelho Presidente da ABIPLAST

O Setor de Transformados Plásticos. Jose Ricardo Roriz Coelho Presidente da ABIPLAST O Setor de Transformados Plásticos. Jose Ricardo Roriz Coelho Presidente da ABIPLAST 1 O Setor de Transformados Plásticos 2 A cadeia petroquímica e o plástico GLP Gasolina Óleo Diesel Resíduo Nafta Refinamento

Leia mais

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 27 de Janeiro de 2014

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 27 de Janeiro de 2014 Associação Brasileira de Supermercados Nº48 tou ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 27 de Janeiro de 2014 Vendas dos supermercados crescem 2,24% em 2014 Em dezembro, as

Leia mais

Perspectivas da Economia Brasileira

Perspectivas da Economia Brasileira Perspectivas da Economia Brasileira Márcio Holland Secretário de Política Econômica Ministério da Fazenda Caxias do Sul, RG 03 de dezembro de 2012 1 O Cenário Internacional Economias avançadas: baixo crescimento

Leia mais

Boletim de Comércio Exterior da Bahia Janeiro 2014

Boletim de Comércio Exterior da Bahia Janeiro 2014 ISSN 2179-8745 Boletim de Comércio Exterior da Bahia Janeiro 2014 Sumário SUMÁRIO Governo do Estado da Bahia Jaques Wagner Secretaria do Planejamento José Sergio Gabrielli Superintendência de Estudos Econômicos

Leia mais

Economia mundial. Perspectivas e incertezas críticas. Reinaldo Gonçalves

Economia mundial. Perspectivas e incertezas críticas. Reinaldo Gonçalves Economia mundial Perspectivas e incertezas críticas Reinaldo Gonçalves Professor titular UFRJ 19 novembro 2013 Sumário 1. Economia mundial: recuperação 2. Macro-saídas: eficácia 3. Incertezas críticas

Leia mais

31º ENCONTRO NACIONAL DE COMÉRCIO EXTERIOR - ENAEX EXPORTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA: MITOS E VERDADES

31º ENCONTRO NACIONAL DE COMÉRCIO EXTERIOR - ENAEX EXPORTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA: MITOS E VERDADES 31º ENCONTRO NACIONAL DE COMÉRCIO EXTERIOR - ENAEX PALESTRA EXPORTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA: MITOS E VERDADES JOSÉ AUGUSTO DE CASTRO Rio de Janeiro, 27 de Setembro de 2012 2 DEFINIÇÃO DE SERVIÇOS

Leia mais

2.3 Transformados Plásticos. Diagnóstico

2.3 Transformados Plásticos. Diagnóstico 2.3 Transformados Plásticos Diagnóstico A indústria de plásticos vem movendo-se ao redor do mundo buscando oportunidades nos mercados emergentes de alto crescimento. O setor é dominado por um grande número

Leia mais

Cenário Econômico para 2014

Cenário Econômico para 2014 Cenário Econômico para 2014 Silvia Matos 18 de Novembro de 2013 Novembro de 2013 Cenário Externo As incertezas com relação ao cenário externo em 2014 são muito elevadas Do ponto de vista de crescimento,

Leia mais

Panorama Econômico Abril de 2014

Panorama Econômico Abril de 2014 1 Panorama Econômico Abril de 2014 Alerta Esta publicação faz referência a análises/avaliações de profissionais da equipe de economistas do Banco do Brasil, não refletindo necessariamente o posicionamento

Leia mais

Plano Estratégico Petrobras 2030 e Plano de Negócios e Gestão 2014 2018

Plano Estratégico Petrobras 2030 e Plano de Negócios e Gestão 2014 2018 Plano Estratégico Petrobras 2030 e Plano de Negócios e Gestão 2014 2018 A Petrobras comunica que seu Conselho de Administração aprovou o Plano Estratégico Petrobras 2030 (PE 2030) e o Plano de Negócios

Leia mais

TÓPICO ESPECIAL Agosto

TÓPICO ESPECIAL Agosto Jan-94 Dec-94 Nov-95 Oct-96 Sep-97 Aug-98 Jul-99 Jun-00 May-01 Apr-02 Mar-03 Feb-04 Jan-05 Dec-05 Nov-06 Oct-07 Sep-08 Aug-09 Jul-10 Jun-11 May-12 Apr-13 Mar-14 Feb-15 Mar-10 Jul-10 Nov-10 Mar-11 Jul-11

Leia mais

Grupo 3 - Cadeias em que oportunidades e ameaças são localizadas e ou se anulam

Grupo 3 - Cadeias em que oportunidades e ameaças são localizadas e ou se anulam Grupo 3 - Cadeias em que oportunidades e ameaças são localizadas e ou se anulam 3.1 Cosméticos Diagnóstico Os países desenvolvidos dominam o mercado mundial do setor de cosméticos, perfumaria e artigos

Leia mais

Edição 44 (Abril/2014)

Edição 44 (Abril/2014) Edição 44 (Abril/2014) Cenário Econômico: Prévia da inflação tem maior alta desde janeiro de 2013 O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial,

Leia mais

O Cenário Econômico Brasileiro e as Oportunidades de Investimentos

O Cenário Econômico Brasileiro e as Oportunidades de Investimentos O Cenário Econômico Brasileiro e as Oportunidades de Investimentos Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos Apex-Brasil Alessandro Teixeira Presidente Novo Ciclo do Crescimento Econômico

Leia mais

INDX avança 4,71% em Fevereiro

INDX avança 4,71% em Fevereiro INDX avança 4,71% em Fevereiro Dados de Fevereiro/15 Número 95 São Paulo O Índice do Setor Industrial (INDX), composto pelas ações mais representativas do segmento, encerrou o mês de fevereiro com elevação

Leia mais

5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA

5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA 5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA Os sinais de redução de riscos inflacionários já haviam sido descritos na última Carta de Conjuntura, o que fez com que o Comitê de Política Monetária (Copom) decidisse

Leia mais

Estrutura de Refino: até quando o Brasil importará derivados de petróleo?

Estrutura de Refino: até quando o Brasil importará derivados de petróleo? Estrutura de Refino: até quando o Brasil importará derivados de petróleo? 14º Encontro Internacional de Energia Carlos Alberto Lopes 06/08/2013 Gas Energy Quem Somos A GAS ENERGY S.A. é uma empresa brasileira

Leia mais

Açúcar: Informativo Quinzenal. Oferta se acentua e preços cedem. Indicador de Açúcar Cristal Cepea/Esalq Estado de São Paulo.

Açúcar: Informativo Quinzenal. Oferta se acentua e preços cedem. Indicador de Açúcar Cristal Cepea/Esalq Estado de São Paulo. Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada CEPEA/ESALQ/USP 25 de maio de 2011 Volume 1, Edição 22 Açúcar: Informativo Quinzenal Indicador de Açúcar Cristal Cepea/Esalq Estado de São Paulo DATA Valor

Leia mais

REINO UNIDO Comércio Exterior

REINO UNIDO Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC REINO UNIDO Comércio Exterior Setembro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

BOA NOITE INVESTIDOR: Bovespa ajusta, Europa ganha e WS recua com dólar

BOA NOITE INVESTIDOR: Bovespa ajusta, Europa ganha e WS recua com dólar ÚLTIMO INSTANTE - 11/03/2015 às 18h28 BOA NOITE INVESTIDOR: Bovespa ajusta, Europa ganha e WS recua com dólar Ásia perde com expectativa para decisão do Federal Reserve Os principais mercados acionários

Leia mais

"Desvalorizar o real e abrir mais o País dariam um rumo à indústria"

Desvalorizar o real e abrir mais o País dariam um rumo à indústria Nº EDIÇÃO: 816 30.MAI.13 ENTREVISTAS Edmar Bacha, economista e ex-presidente do BNDES "Desvalorizar o real e abrir mais o País dariam um rumo à indústria" O economista Edmar Bacha, que integrou a equipe

Leia mais

DESEMPENHO DA INDÚSTRIA CATARINENSE

DESEMPENHO DA INDÚSTRIA CATARINENSE DESEMPENHO DA INDÚSTRIA CATARINENSE SANTA CATARINA e BRASIL Desempenho econômico em 2013 INDICADOR SANTA CATARINA BR % % acumulado 2013/2012 % acumulado 2012/2011 acumulado 2013/2012 Produção Ind. (jan-ago)

Leia mais

Balança Comercial 2003

Balança Comercial 2003 Balança Comercial 2003 26 de janeiro de 2004 O saldo da balança comercial atingiu US$24,8 bilhões em 2003, o melhor resultado anual já alcançado no comércio exterior brasileiro. As exportações somaram

Leia mais

Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014

Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014 1 Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014 Brasil: Fundamentos Macroeconômicos (1) Reservas International

Leia mais

Palestra: Macroeconomia e Cenários. Prof. Antônio Lanzana 2012

Palestra: Macroeconomia e Cenários. Prof. Antônio Lanzana 2012 Palestra: Macroeconomia e Cenários Prof. Antônio Lanzana 2012 ECONOMIA MUNDIAL E BRASILEIRA SITUAÇÃO ATUAL E CENÁRIOS SUMÁRIO I. Cenário Econômico Mundial II. Cenário Econômico Brasileiro III. Potencial

Leia mais