XII Semana CIESP/FIESP de Meio Ambiente

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1 XII Semana CIESP/FIESP de Meio Ambiente Tema: As questões ambientais da Região Metropolitana de São Paulo Palestra: Estratégias de Proteção da Qualidade do Ar na RMSP Debatedor: Nelson Nefussi Consultor do Departamento de Meio Ambiente da FIESP 1

2 ESTRATÉGIA BÁSICA B DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR (CETESB DIRETORIA DE TECNOLOGIA DO AR E DE AÇÃO A METROPOLITANA MARÇO/75) 2

3 ESTRATÉGIA BÁSICA B DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR (CETESB DIRETORIA DE TECNOLOGIA DO AR E DE AÇÃO A METROPOLITANA MARÇO/75) 3

4 REDE DE MONITORAMENTO DA QUALIDADE DO AR LOCALIZAÇÃO DAS ESTAÇÕES DA REDE AUTOMÁTICA TICA (Fonte- Rel. Qualidade do Ar- Cetesb, 2008) 4

5 REDE DE MONITORAMENTO DA QUALIDADE DO AR LOCALIZAÇÃO DAS ESTAÇÕES E PONTOS DA REDE MANUAL(Fonte (Fonte- Rel. Qualidade do Ar- Cetesb, 2008) 5

6 CICLO FOTOLÍTICO TICO DO NO 2 ATMOSFÉRICO 6

7 CICLO FOTOLÍTICO TICO DO NO 2 ATMOSFÉRICO COM A INTERAÇÃO DE HIDROCARBONETOS 7

8 CICLO DO OZÔNIO

9 ESTRATÉGIA BÁSICA B DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR (CETESB DIRETORIA DE TECNOLOGIA DO AR E DE AÇÃO A METROPOLITANA MARÇO/75) 9

10 AVALIAÇÃO DO GRAU DE EXPSIÇÃO DE AMOSTRAS POPULACIONAIS DE SÃO PAULO DE MONÓXIDO DE CARBONO (1977) 10

11 GRÁFICOS DO TRABALHO DA CETESB/1976: AVALIAÇÃO DE EFEITOS DAPOLUIÇÃO DO AR SOBRE A SAÚDE, ATRAVÉS S DO ESTUDO DA MORTALIDADE DIÁRIA DA GRANDE SÃO PAULO Gráfico 1: Distribuição das concentrações médias diárias de dióxido de enxofre e de material particulado, no período de 25 de julho a 8 de agosto de 1973 (Fonte Susan/Cetesb) Gráfico 2: Distribuição dos óbitos diários na Grande São Paulo, no período de 25 de julho a 8 de agosto de 1973 (Fonte : Tabulação direta de mapas fornecidos pelo DEE) 11

12 GRÁFICOS DO TRABALHO DA CETESB/1976: AVALIAÇÃO DE EFEITOS DAPOLUIÇÃO DO AR SOBRE A SAÚDE, ATRAVÉS S DO ESTUDO DA MORTALIDADE DIÁRIA DA GRANDE SÃO PAULO Gráfico 5: Nº diário de doenças do aparelho respiratório, ocorridos na Grande São Paulo, no período de 25 de julho a 8 de agosto de

13 DISTRIBUIÇÃO DO NÚMERO DE ATENDIMENTOS MÉDICOS DE MATETIAL PARTICULADO (MP), Dióxido de enxofre (SO 2 ) e do produto (MPxSO 2 ) DIA A DIA - JUNHO,

14 CRITÉRIOS RIOS DE QUALIDADE DO AR OFERECIDOS PELA OMS Média 24h (%99= 3 dias ano) MP 10 MP 2,5 Base teórica Valor intermediário Aumento 5% mortalidade comparado ao PQAr Valor intermediário ,50% Valor intermediário ,5 1,20% PQAr Baseado na relação entre média diária e anula de MP Média anual MP 10 MP 2,5 Base teórica Valor intermediário Valor intermediário Valor intermediário PQAr Aumento 15% mortalidade comparado ao PQAr Reduz risco mortalidade prematura em 6% (2 a 11%) Reduz risco mortalidade em 6% (2 a 11%) Nível mais baixo em que se demonstrou que a mortalidade total por câncer de pulmão e doenças cardiopulmonares aumentou em resposta ao MP2,5 14

15 CRITÉRIOS RIOS DE QUALIDADE DO AR OFERECIDOS PELA OMS Média 8h O 3 Base teórica Níveis altos 240 Valor intermediário PQAr 100 Efeitos importantes mesmo jovens expostos a longos períodos de exercício Proteção adequada embora ainda se possa observar alguns efeitos em conc. mais baixas Média 8h SO 2 10 min SO2 24h Valor intermediário Valor intermediário (conseguido por controle de emissão veic., emissão ind. e produção de energia, e melhora significativamente a saúde) PQAr NO2 40 (anual) 200 (1h) 15

16 PADRÕES NACIONAIS DE QUALIDADE DO AR (RESOLUÇÃO CONAMA 03 DE 28/06/90 16

17 CRITÉRIOS RIOS PARA EPISÓDIOS AGUDOS DE POLUIÇÃO DO AR (RESOLUÇÃO CONAMA 03 DE 28/06/90) 17

18 PADRÕES DE QUALIDADE DO AR ADOTADOS PELA EPA AGENCIA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DOS ESTADOS UNIDOS (Fonte- Rel. Qualidade do Ar- Cetesb, 2008) 18

19 VALORES DE REFERÊNCIA ADOTADOS PELA UNIÃO EUROPÉIA Rel. Qualidade do Ar- Cetesb, 2008) IA(Fonte- 19

20 chumbo dióxido de enxofre (SO2) TABELA COMPARATIVA DE CRITÉRIOS RIOS E PADRÕES t de amostr M.M.T. (15/10/ 2008) M.A.T. (1978) 24h EPA EU OMS CONAMA (28/06/90) Conc t. de amostr Conc 0,15 µg/m³ 1 ano 0,5 µg/m³ (perto ind.) 1,5 ug/m³ 365 µg/m³ (1xano) 24h 125 µg/m³ (3xano) M.A.A. 1 hora 350 µg/m³ t. de amostr. Conc 24h 20 µg/m³ 10 minutos 500 µg/m³ t. de amostr. M.M.T.(SP) Conc 1,5 µg/m³ 24h 365 µg/m³ (1xano) M.A.A. 80 µg/m³ (24xan o) dióxido de nitrogênio (NO2) 1h 189 µg/m³ (0,100ppm) (%98 média 3anos da máx.diária 1h) 1h 200µg/ m³ (18xan o) 1h 200 µg/m³ 1h 320 µg/m³ M.A.A. 100 µg/m³ (0,053ppm) M.A.A. 40 µg/m³ M.A.A. 40 µg/m³ M.A.A. 100 µg/m³ 20

21 ozônio (O3) t de amos 1h TABELA COMPARATIVA DE CRITÉRIOS RIOS E PADRÕES EPA EU OMS CONAMA (28/06/90) Conc 0,12 ppm (235µg/m³) (áreas diferenciadas) 8h* 0,08 ppm (97) (157µg/m³) 0,075ppm (80) (147µg/m³) MP10 24h 150 µg/m³ (1xano média de 3anos) MP2,5 24h 35 µg/m³ (média 3anos do %98) M.A.A. 15 µg/m³ (média de 3anos) T de amos 8h 24h Conc 120µg/m³ (25dias em 3anos) 50 µg/m³ (35xano) T. de amos Conc 8h 100 µg/m³ 24h 50 µg/m³ (%99) M.A.A. 40 µg/m³ M.A.A. 20 µg/m³ M.A.A. (meta/limite) M.A.A. (meta/limite) 25 µg/m³ (2010/15) 20 µg/m³ (2015/20) 24h 25µg/m ³ (%99) M.A.A. 10 µg/m³ T.de amos 1h 24h M.A.A. Conc 160 µg/m³ 150 µg/m³ (1xano) 50 µg/m³ PTS 24h 240 µg/m³ (1xano) M.G.A. 80 µg/m³ FMC 24h 150 µg/m³ ( 1xano) M.A.A. 60 µg/m³ 21

22 ESTRATÉGIA BÁSICA B DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR (CETESB DIRETORIA DE TECNOLOGIA DO AR E DE AÇÃO A METROPOLITANA MARÇO/75) 22

23 ESTIMATIVA DE EMISSÃO DAS FONTES DE POLUIÇÃO DO AR NA RMSP EM 2008 (Fonte- Rel. Qualidade do Ar- Cetesb, 2008) 23

24 CONTRIBUIÇÃO RELATIVA DAS FONTES DE POLUIÇÃO DO AR NA RMSP EM 2008 (Fonte- Rel. Qualidade do Ar- Cetesb, 2008) 24

25 EMISSÕES RELATIVAS DE POLUENTES POR TIPO DE FONTE (Fonte- Rel. Qualidade do Ar- Cetesb, 2008) 25

26 ESTRATÉGIA BÁSICA B DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR (CETESB DIRETORIA DE TECNOLOGIA DO AR E DE AÇÃO A METROPOLITANA MARÇO/75) 26

27 ESTRATÉGIA BÁSICA B DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR (CETESB DIRETORIA DE TECNOLOGIA DO AR E DE AÇÃO A METROPOLITANA MARÇO/75) 27

28 ESTRATÉGIA BÁSICA B DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR (CETESB DIRETORIA DE TECNOLOGIA DO AR E DE AÇÃO A METROPOLITANA MARÇO/75) 28

29 CUSTOS 29

30 CUSTOS 30

31 ESTRATÉGIA BÁSICA B DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR (CETESB DIRETORIA DE TECNOLOGIA DO AR E DE AÇÃO A METROPOLITANA MARÇO/75) 31

32 ESTRATÉGIA BÁSICA B DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR (CETESB DIRETORIA DE TECNOLOGIA DO AR E DE AÇÃO A METROPOLITANA MARÇO/75) 32

33 ESTRATÉGIA BÁSICA B DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR (CETESB DIRETORIA DE TECNOLOGIA DO AR E DE AÇÃO A METROPOLITANA MARÇO/75) 33

34 ESTRATÉGIA BÁSICA B DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR (CETESB DIRETORIA DE TECNOLOGIA DO AR E DE AÇÃO A METROPOLITANA MARÇO/75) 34

35 ESTRATÉGIA BÁSICA B DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR (CETESB DIRETORIA DE TECNOLOGIA DO AR E DE AÇÃO A METROPOLITANA MARÇO/75) 35

36 ESTRATÉGIA BÁSICA B DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR (CETESB DIRETORIA DE TECNOLOGIA DO AR E DE AÇÃO A METROPOLITANA MARÇO/75) 36

37 ESTRATÉGIA BÁSICA B DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR (CETESB DIRETORIA DE TECNOLOGIA DO AR E DE AÇÃO A METROPOLITANA MARÇO/75) 37

38 CONDIÇÕES DE SATURAÇÃO DA UGRHI 6 DECRETO 52469/07 38

39 LEGISLAÇÃO ESTADUAL REVOLUCIONARIA DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR 1. Decreto Estadual nº , de 02/03/2004 Reação FIESP/CIESP 2. Decreto Estadual nº , de 28/04/2006 Forte Reação FIESP /CIESP 3. Decreto Estadual nº , de 12/12/2007 Expectação (mistura de ação, expectativa e esperança) 39 FIESP / CIESP

40 Decreto Estadual nº. n , de 02/03/2004 Reação FIESP / CIESP em base aos dados publicados pela CETESB do Inventário das fontes de Poluição do Ar e dos Estudos da Qualidade do Ar de 2003 e dos anos anteriores Inventário não atualizado Ausência de Estudos do Smog Fotoquímico Paulista 40

41 Decreto Estadual nº , de 02/03/2004 Aspectos Meritórios, Convenientes e Oportunos Conceito adequado de saturação da qualidade do ar Áreas Saturadas (SAT) e Áreas em Vias de Saturação (EVS) Estabelecimento de Planos e Programas de Prevenção e Controle de Poluição nas SAT e nas EVS Compensação de Emissões com ganho ambiental 41

42 Decreto Estadual nº , de 02/03/2004 Aspectos Meritórios, Convenientes e Inoportunos - Implementação dos mecanismos de compensação de emissão 42

43 Decreto Estadual nº , de 02/03/2004 Aspectos Não Meritórios, Convenientes e Inoportunos Limitação de novas emissões, independentemente do poluente emitido, em 30 toneladas por ano; em SAT compensar 110% das emissões adicionadas, e nas EVS, 100% Delimitação espacial das sub-regiões de gerenciamento da qualidade do ar Poluentes primários: município, ou municípios cornubados Poluentes secundários: toda área que diste de 30 km de qualquer estação de monitoramento 43

44 Decreto Estadual nº , de 02/03/2004 Aspectos Não Meritórios, Inconvenientes e Inoportunos Não atuação sobre os veículos automotores principal fonte de poluição urbana do ar, especialmente em áreas metropolitanas Concentração de Poder na CETESB, que em base a ações técnicas de controle de poluição podem provocar desdobramentos econômicos e sociais negativos; nem mesmo o CONSEMA é consultado. Mecanismo não democrático para elaboração do Decreto 44

45 Decreto Estadual nº. n , de 28/04/ Reação FIESP / CIESP em base aos dados publicados pela CETESB do Inventário e dos Estudos da Qualidade do Ar em 2005 e nos anos anteriores Inventário não atualizado Ampliação da rede de monitoramento da qualidade do ar, porém mantida a ausência de Estudos publicados do Smog Fotoquimico Paulista 45

46 Decreto Estadual nº. n , de 28/04/2006 Aspectos Meritórios, Convenientes e Oportunos Inclusão das fontes móveis no cadastro e inventario das fontes de poluição do ar, como atribuição legal da CETESB Aprimoramento dos critérios para definição de SAT e EVS, incluindo áreas não saturadas (NS) Eliminação da limitação para fontes novas de 30 toneladas por ano para qualquer poluente Vinculação das metas de redução da emissão em SAT ou EVS com base na contribuição relativa do empreendimento no Inventário das Fontes de Poluição da respectiva sub-região Extende claramente a Compensação da Emissão como alternativa para atingir as metas de redução Aprimoramento dos mecanismos teóricos e técnicos de compensação da emissão Eliminação do mecanismo não democrático para elaboração do decreto 46

47 Decreto Estadual nº. n , de 28/04/2006 Aspectos Meritórios, Convenientes e Inoportunos Ausência de critérios para definir Melhor Tecnologia Pratica Disponível, para fontes fixas especificas, tanto em termos de controle primário, como em termos de controle secundário das emissões atmosféricas. Ausência de critérios para definir Planos de Monitoramento das Emissões Atmosféricas 47

48 Decreto Estadual nº. n , de 28/04/2006 Aspectos Não Meritórios, Convenientes e Inoportunos Estabelece obrigatoriamente compensação de emissões tanto para fontes fixas existentes como para novos estabelecimentos, localizados em SAT e EVS, com limitação de emissões de 100 t/ano (MP), 40 t/ano (NO x ), 40 t/ano (COV s, não CH 4 ), 250 t/ano (SO x ), e 100 t/ano (CO) Estabelece obrigatoriamente compensação de emissões, para estabelecimentos existentes ou novos, localizados em SAT o EVS: Empresas automobilísticas e/ou aeronáuticas Terminais e/ou bases de armazenamento, carga e descarga de combustíveis ou substancias voláteis Manutenção dos critérios anteriores de limitação espacial das regiões de gerenciamento da qualidade do ar, especialmente os 30 km para poluentes secundários 48

49 Decreto Estadual nº. n , de 28/04/2006 Aspectos Meritórios, Inconvenientes e Inoportunos Ausência de mecanismos práticos e viáveis para compensação das emissões com ganho ambiental 49

50 Decreto Estadual nº. n , de 28/04/2006 Aspectos Não Meritórios, Inconvenientes e Inoportunos Não atuação sobre as fontes móveis, exceto no aspecto inventário Manutenção da concentração de poder na CETESB Não revogação do Decreto anterior 50

51 Decreto Estadual nº n , de 12/12/2007 Expectativa da FIESP / CIESP em base aos dados do inventario de fontes que será legalmente atualizado, ate 31/12/2011; e na esperança no aprofundamento dos estudos do Smog Fotogênico Paulista, em relação a ação futura da CETESB. 51

52 Decreto Estadual nº n , de 12/12/2007 Aspectos Meritórios, Convenientes e Oportunos Ampliação do conceito de SAT e EVS estabelecendo para exposição de ozônio em curto prazo, os critérios de exposição moderada, seria, ou severa, e para as outras exposições, moderada e severa, abrindo o leque de restrições para cada caso. Classificação anual das SAT, EVS e NS por resolução do secretario do meio ambiente, por proposta da CETESB, aprovada pelo CONSEMA Inclusão das fontes móveis no PREA Programa de Redução das Emissões Atmosféricas nos SAT e EVS, adotando a curva ABC para priorizar os empreendimentos, e enfatizando o inventário como base de referencia 52

53 Decreto Estadual nº n , de 12/12/2007 Aspectos Meritórios, Convenientes e Oportunos Eliminação da renovação da LO de fontes fixas das limitações anteriores ( limites anuais de emissão), e a partir de 2013 estabelecimento de metas de redução em base do inventário, podendo ser utilizado o mecanismo de compensação de emissões. Eliminação no caso de Licenciamento de novos empreendimentos as restrições por tipo de atividade Publicação, oportunamente, de metas de redução das emissões para todos os tipos de fontes, conforme o grau de saturação das sub- regiões Ampliação positiva dos critérios de aplicação dos mecanismos de contenção de emissões, para fontes novas diminuindo restrições de 28/04/06 à 31/12/12 53

54 Decreto Estadual nº n , de 12/12/2007 Aspectos Meritórios, Convenientes e Oportunos Inclui redução de emissões controladas no período de 3 anos que antecedem 28/04/06 Dispensa de compensação de emissão até 31/12/12 de ampliação de empreendimentos existentes desde que adotem a melhor tecnologia disponível Ampliação do conceito de melhor tecnologia pratica disponível, incluindo os sistemas primários de redução (alterações de processos) Minimiza as restrições para novos estabelecimentos em termos de compensação de emissões, tendo em vista os critérios de exposição severa, seria e moderada. Renovação explicita de alguns incisos e artigos do Decreto , 28/04/

55 Decreto Estadual nº n , de 12/12/2007 Aspectos Meritórios, Convenientes e Inoportunos Ausência de critérios para definir Melhor Tecnologia Pratica Disponível, para fontes fixas especificas, tanto em termos de controle primário, como em termos de controle secundário das emissões atmosféricas. Ausência de critérios para definir Planos de Monitoramento das Emissões Atmosféricas 55

56 Decreto Estadual nº n , de 12/12/2007 Aspectos Não Meritórios, Convenientes e Inoportunos Estabelece obrigatoriamente compensação de emissões tanto para fontes fixas existentes como para novos estabelecimentos, localizados em SAT e EVS, com limitação de emissões de 100 t/ano (MP), 40 t/ano (NO x ), 40 t/ano (COV s, não CH 4 ), 250 t/ano (SO x ), e 100 t/ano (CO) Manutenção dos critérios anteriores de limitação espacial das regiões de gerenciamento da qualidade do ar, especialmente os 30 km para poluentes secundários 56

57 Decreto Estadual nº n , de 12/12/2007 Aspectos Meritórios, Inconvenientes e Inoportunos Ausência de mecanismos práticos e viáveis para compensação das emissões com ganho ambiental 57

58 Decreto Estadual nº n , de 12/12/2007 Aspectos Não Meritórios, Inconvenientes e Inoportunos Não atuação sobre as fontes móveis, exceto no aspecto inventário Não revogação do Decreto anterior 58

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