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1 P A I N E L I I I P R O P O S T A D E O R D E N A M E N T O I Proposta de Qualificação do solo Estrutura Ecológica Municipal Solo Rural Solo Urbano II Proposta de Acessibilidades, Transportes e Mobilidade C Â M A R A M U N I C I P A L D E B R A G A J A N E I R O P A I N E L I I I P R O P O S T A D E O R D E N A M E N T O I Proposta de Qualificação do solo Estrutura Ecológica Municipal Solo Rural Solo Urbano II Proposta de Acessibilidades, Transportes e Mobilidade C Â M A R A M U N I C I P A L D E B R A G A J A N E I R O

2 ESTRUTURA ECOLÓGICA - REDE HIDROGRÁFICA 1 Simulação em Geomedia, através das curvas de nível. 2 Rede hidrográfica proveniente da carta militar. 3 Classificação da rede hidrográfica segundo a classificação de Strahler. 4 Validação da carta da rede hidrográfica in loco. 86 ESTRUTURA ECOLÓGICA - REDE HIDROGRÁFICA 87 2

3 ESTRUTURA ECOLÓGICA MODELO DIGITAL DO TERRENO CARTA DE FESTOS E TALVEGUES PRINCIPAIS BACIAS HIDROGRÁFICAS CARTA HIPSOMÉTRICA CARTA DE DECLIVES CARTA DE EXPOSIÇÕES DE ENCOSTAS 88 ESTRUTURA ECOLÓGICA MUNICIPAL UNIDADES DE PAISAGEM Paisagem Agrícola Tradicional Paisagem Periurbana Paisagem Urbana 89 3

4 ESTRUTURA ECOLÓGICA MUNICIPAL UNIDADES DE PAISAGEM 90 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ESTRUTURA ECOLÓGICA Estrutura Ecológica Fundamental Estrutura Ecológica Municipal Estrutura Ecológica Urbana Estrutura Ecológica Rural A EEM assume como principal objetivo contribuir para o equilíbrio ecológico, ambiental, paisagístico e dos sistemas rural e urbano. A EEM não constitui uma categoria autónoma dado que incide nas diversas categorias de solo urbano e rural. 91 4

5 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ESTRUTURA ECOLÓGICA ESTRUTURA ECOLÓGICA FUNDAMENTAL Foram integradas na EEF as áreas consideradas como essenciais ao equilíbrio global do território no seu todo, com base nos estudos elaborados para a delimitação das cartas de RAN e REN (sistema húmido e sistema seco de encosta) Reserva Ecológica Nacional: Áreas sensíveis (risco de erosão; cabeceiras dos cursos de água; risco de inundação; infiltração máxima); domínio hídrico (leitos e margens dos cursos de água e albufeiras). Reserva Agrícola Nacional (solos de elevada produtividade) 92 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ESTRUTURA ECOLÓGICA Rede de parques urbanos, distribuídos radialmente ao centro e correlacionados com a circular urbana (Parque da Ponte, Parque do Monte Picoto, Parque de Sete Fontes, Parque Oeste Ferreiros/Lomar e Parque Norte); Estrutura verde principal composta por: Jardins e espaços verdes significativos (Av. Central, jardim de Sta Bárbara, envolvente santuários etc.) Áreas verdes rurais de descompressão (UOPG da GranjaedeCones) Estrutura verde complementar (percorre todo o tecido urbano: canteiros, jardins e espaços verdes de enquadramento de edifícios) Logradouros e jardins privados (que pela sua dimensão e localização se consideram fundamentais para o equilíbrio e sustentabilidade do tecido urbano) Corredores ecológicos (interligam a estrutura verde urbana com a envolvente rural) Corredores Naturais Corredores Principais Corredores Secundários Sistema cultural (locais de interesse patrimonial, traçado das vias romanas, do caminho de Santiago, percurso turístico) 93 5

6 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ESTRUTURA ECOLÓGICA ESTRUTURA ECOLÓGICA MUNICIPAL MARGENS DO RIO CÁVADO PAISAGEM AGRÍCOLA ÁREAS DE INTERESSE RELEVANTE FLORESTA DE ENQUADRAMENTO ENQUADRAMENTO DE PATRIMÓNIO RELEVANTE LOCALIZAÇÃO PRIORITÁRIA DE EQUIPAMENTOS PARQUE URBANO E- EXISTENTE C-EXISTENTE A CONSOLIDAR P- PROPOSTO ESTRUTURA VERDE PRINCIPAL COMPLEMENTAR LOGRADOUROS ESTRUTURAECOLÓGICA URBANA CORREDORES ECOLÓGICOS NATURAL PRINCIPAIS SECUNDÁRIOS LOCAL DE INTERESSE RELEVANTE SISTEMA CULTURAL TRAÇADO DAS VIAS ROMANAS TRAÇADO DO CAMINHO DE SANTIAGO PERCURSO TURÍSTICO 94 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ESTRUTURA ECOLÓGICA ESTRUTURA ECOLÓGICA URBANA A EEU, propõe o equilíbrio do sistema urbano, através do adequado balanço das áreas construídas com os vazios urbanos, constituindo uma oportunidade para a melhoria da qualidade de vida urbana. 95 6

7 P A I N E L I I I P R O P O S T A D E O R D E N A M E N T O I Proposta de Qualificação do solo Estrutura Ecológica Municipal Solo Rural Solo Urbano II Proposta de Acessibilidades, Transportes e Mobilidade C Â M A R A M U N I C I P A L D E B R A G A J A N E I R O METODOLOGIA 1- Análise de cartografia temática COS 90 CARTAS DE APTIDÃO AGRÍCOLA CARTAS DE APTIDÃO FLORESTAL Fonte: Instituto Geográfico Português Fonte: Atlas do Ambiente Fonte: Atlas do Ambiente 97 7

8 METODOLOGIA 2 Digitalização de todos os espaços com características rurais independentemente da sua classificação no PDM em vigor, com base no ortofotomapa de Visitas ao local para certificar as opções tomadas nos estudos de caracterização. 98 CARACTERIZAÇÃO DO SOLO RURAL EX: ESPAÇOS AGRÍCOLAS Considera-se um solo agrícola aquele que é traduzido por terras aráveis, culturas permanentes, prados e pastagens permanentes. 99 8

9 CARACTERIZAÇÃO DO SOLO RURAL EX: ESPAÇOS FLORESTAIS Considera-se solo florestal as áreas com ocupação florestal com as funções de produção, proteção, silvo pastorícia, caça e pesca nas águas interiores, recreio, enquadramento e estética da paisagem, conservação de habitats da fauna, da flora e de geomonumentos. 100 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Rural ALTERAÇÕES À QUALIFICAÇÃO DO ESPAÇO FLORESTAL APÓS 4ª REUNIÃO PLENÁRIA E REUNIÕES SETORIAIS COM REPRESENTANTE DO ICNF 101 9

10 CARACTERIZAÇÃO DO SOLO RURAL PDM 2001 Espaço Agrícola Espaço Florestal : Espaço Florestal de Proteção Espaço Florestal de Produção Espaço de Uso Múltiplo REVISÃO PDM Espaço Agrícola: AGRICULTURA INTENSIVA AGRICULTURA TRADICIONAL CULTURA DE POMAR CULTURA DE VINHA Espaço Agro - Florestal Espaço Florestal : FLORESTA DE CARVALHOS E OUTRAS FOLHOSAS EUCALIPTO, PINHEIRO E OUTRAS RESINOSAS Espaço Cultural Espaço Natural Espaço Afeto à Exploração de Recursos Geológicos: ÁREAS DE PROSPEÇÃO E PESQUISA ÁREAS DE INDUSTRIA EXTRATIVA Espaço de Ocupação Turística Espaço destinado a Equipamento e outras Infraestruturas Espaço afeto a Atividades Industriais 102 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Rural

11 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Rural 104 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Rural

12 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Rural 106 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Rural

13 ESTUDOS DE VERIFICAÇÃO DE INCOMPATIBILIDADES CONFLITOS ENTRE ÁREAS ARDIDAS E PROPOSTA DE SU 1. Sobreposição da carta das áreas percorridas por incêndio com o espaço rural do PDM em vigor. 2. Cruzamento das áreas obtidas da sobreposição anterior com a proposta de solo urbano, obtendo assim as áreas de conflito. 108 ESTUDOS DE VERIFICAÇÃO DE INCOMPATIBILIDADES CONFLITOS ENTRE ÁREAS COM RISCO DE INCÊNDIO E PROPOSTA DE SU Sobreposição da carta das áreas com perigosidade de incêndio alta e muito alta com a proposta de solo urbano, obtendo assim as áreas de conflito

14 P A I N E L I I I P R O P O S T A D E O R D E N A M E N T O I Proposta de Qualificação do solo Estrutura Ecológica Municipal Solo Rural Solo Urbano II Proposta de Acessibilidades, Transportes e Mobilidade C Â M A R A M U N I C I P A L D E B R A G A J A N E I R O CARACTERIZAÇÃO MORFOTIPOLÓGICA Fonte: Adaptado de Corais, Filipa; Dinâmicas Territoriais na Aglomeração urbana de Braga ; Tese de Mestrado; FAUP/FEUP;

15 CARACTERIZAÇÃO MORFOTIPOLÓGICA Adaptado de: Corais, Filipa; Dinâmicas Territoriais na Aglomeração urbana de Braga ; Tese de Mestrado; FAUP/FEUP; CARACTERIZAÇÃO DO EDIFICADO- FUNCIONAL CARACTERIZAÇÃO DO EDIFICADO- CÉRCEAS VIAS INFRAESTRUTURADAS E HABILITANTES EQUIPAMENTOS

16 QUALIFICAÇÃO DO SOLO URBANO CARACTERIZAÇÃO PLANTA DA SITUAÇÃO EXISTENTE CORREÇÕES PLANTA MORFOTIPOLÓGICA IN LOCO CARTA DE DECLIVES CARTAS DE SOLO RURAL PME PMDFI PATRIMÓNIO QUADRO PRÉVIO DE ORDENAMENTO PLANTA DE ORDENAMENTO 114 QUALIFICAÇÃO DO SOLO URBANO A proposta de Solo Urbano (SU) corresponde ao resultado de uma metodologia aplicada a todo o Concelho, designadamente: Buffer de 25m às construções (exceto anexos) e limites AE e EQ Contiguidades Polígonos com área mínima de 5ha; Buffer de 40m ao eixo das vias infraestruturadas; Retiraram-se as áreas com declives acentuados ou que apresentavam frentes significativas de Solo Rural existente no PDM de 2001 Retiraram-se espaços interiorizados com aptidão para integrar a categoria de espaço verde ou Solo Rural; Retiraram-se do SU áreas de REN; Retiraram-se áreas com perigo de incêndio elevado ou muito elevado

17 QUALIFICAÇÃO DO SOLO URBANO A proposta de Solo Urbano (SU) corresponde ao resultado de uma metodologia aplicada a todo o Concelho, designadamente: Buffer de 25m às construções (exceto anexos) e limites AE e EQ Contiguidades Polígonos com área mínima de 5ha; Buffer de 40m ao eixo das vias infraestruturadas; Retiraram-se as áreas com declives acentuados ou que apresentavam frentes significativas de Solo Rural existente no PDM de 2001 Retiraram-se espaços interiorizados com aptidão para integrar a categoria de espaço verde ou Solo Rural; Retiraram-se do SU áreas de REN; Retiraram-se áreas com perigo de incêndio elevado ou muito elevado. 116 QUALIFICAÇÃO DO SOLO URBANO A proposta de Solo Urbano (SU) corresponde ao resultado de uma metodologia aplicada a todo o Concelho, designadamente: Buffer de 25m às construções (exceto anexos) e limites AE e EQ Contiguidades Polígonos com área mínima de 5ha; Buffer de 40m ao eixo das vias infraestruturadas; Retiraram-se as áreas com declives acentuados ou que apresentavam frentes significativas de Solo Rural existente no PDM de 2001 Retiraram-se espaços interiorizados com aptidão para integrar a categoria de espaço verde ou Solo Rural; Retiraram-se do SU áreas de REN; Retiraram-se áreas com perigo de incêndio elevado ou muito elevado

18 QUALIFICAÇÃO DO SOLO URBANO A proposta de Solo Urbano (SU) corresponde ao resultado de uma metodologia aplicada a todo o Concelho, designadamente: Buffer de 25m às construções (exceto anexos) e limites AE e EQ Contiguidades Polígonos com área mínima de 5ha; Buffer de 40m ao eixo das vias infraestruturadas; Retiraram-se as áreas com declives acentuados ou que apresentavam frentes significativas de Solo Rural existente no PDM de 2001 Retiraram-se espaços interiorizados com aptidão para integrar a categoria de espaço verde ou Solo Rural; Retiraram-se do SU áreas de REN; Retiraram-se áreas com perigo de incêndio elevado ou muito elevado. 118 RECLASSIFICAÇÃO DO SOLO- SALDO ZERO

19 QUALIFICAÇÃO DO SOLO CATEGORIAS OPERATIVAS Solo Urbanizado(Consolidados ou infraestruturados) Solo Urbanizável (Expansão urbana programada) Sujeito a UOPG exceto terrenos contíguos a vias infraestruturadas e habilitantes que não comprometam a execução de outros terrenos CATEGORIAS FUNCIONAIS Espaços centrais Espaços residenciais (ER1; ER2; ER3; ER4; ER5) Espaços de atividades económicas o AE1 A.P.Industrial degrande dimensão o AE2 A.P.Industrial depeq. emédia dim. o AE3 A.P.Comercialdegrande dimensão o AE4 A.P.Comercialdepeq.emédiadim. o AE5 A.P.Logística Espaços verde o EV1 E.V.deutilização coletiva o EV2 E.V.deenquadramento; o EV3 E.V. interiorizados; o EV4 E.V.dodomínio hídrico; o EV5 E.V.deproteção(sobreiros) o EV6 E.V.delogradouros privados Espaços de uso especial Equipamentos; infraestruturas Espaços urbanos de baixa densidade BD1; BD2 120 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Urbano

20 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Urbano 122 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Urbano

21 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Urbano 124 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Urbano

22 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Urbano 126 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Urbano

23 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Urbano 128 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Urbano

24 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Urbano 130 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Urbano

25 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Urbano 132 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Urbano

26 I PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO SOLO ORDENAMENTO Solo Urbano 134 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO DO PDM UOPG/PU/PP/UE

27 CAPÍTULO VIII PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO DO PDM PROGRAMA DE EXECUÇÃO E PLANO DE FINANCIAMENTO 1ª Fase (Prioridade de execuções elevada - 2 anos) 2ª Fase (Prioridade de execução moderada - 5 anos) 3ª Fase (Longo prazo) 136 P A I N E L I I I P R O P O S T A D E O R D E N A M E N T O I Proposta de Qualificação do solo Estrutura Ecológica Municipal Solo Rural Solo Urbano II Proposta de Acessibilidades, Transportes e Mobilidade C Â M A R A M U N I C I P A L D E B R A G A J A N E I R O

28 REDE VIÁRIA CARACTERIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Fonte: Estradas de Portugal e CMB 138 II PROPOSTA DE ACESSIBILIDADES, TRANSPORTES E MOBILIDADE REDE VIÁRIA CARACTERIZAÇÃO FUNCIONAL Para o Concelho de Braga, a Rede Viária Funcional, distribui-se pelas cinco tipologiasacima referidas.. As três primeiras (Via Arterial, Via Distribuidora Principal e Secundária) estão interligadas, embora com pesos distintos, à função de circulação, constituindo a rede fundamental do conjunto do espaço urbano.. As Vias de Distribuição local e de Acesso Local, também se encontram ligadas entre si, também com pesos diferentes, estas encontram-se localizadas nas áreas onde se pretende dar prioridade à vivência urbana e que constituíram as redes viárias locais

29 II PROPOSTA DE ACESSIBILIDADES, TRANSPORTES E MOBILIDADE IMPLANTAÇÃO DA CIRCULAR EXTERIOR Criação de uma estrutura viária externa à Circular de Braga, com o objectivo principal de possibilitar uma alternativa ao atravessamento da área urbana de Braga. Constituídapor:. Traçado novo Variante Nascente.PartedaVariantedoFojo. Traçado novo Variante à EN103. Traçado novo Variante do Nordeste.Traçadonovo VariantedoCávado Estão previstos vários Nós de ligação que fazem a interligação entre os diversos elementos que constituem esta estrutura. 140 TRANSPORTES E MOBILIDADE PÓLOS ATRATORES E GERADORES DE MOBILIDADE Concentração significativa dos serviços públicos, sociais, de saúde, religiosos e comércio no centro urbano. As unidades industriais e comerciais de dimensão relevante surgem em torno dos principais eixos viários (IP1; IP9; IC14; EN14; EN103) Estas unidades exercem níveis distintos de pressão sobre a rede viária e da utilização do solo

30 TRANSPORTES E MOBILIDADE REPARTIÇÃO MODAL Outro Motociclo / Bicicleta Comboio Transporte Coletivo Autocarro,137%,551%,684% 1,185% 1,116%,548% 2,535% 3,836% 11,702% 18,806% No último momento censitário a população móvel representa cerca de 63% (114205) dos residentes. Os indivíduos que utilizam o automóvel como principal meio de transporte aumentaram 43,5%, reforçando a sua posição de principal provedor de mobilidade do Município de Braga. Automóvel ligeiro - como passageiro Automóvel ligeiro - como condutor Pedonal 19,909% 12,452% 45,672% 35,422% 18,205% 26,658% No Município de Braga verifica-se que cerca de 65% da população do Concelho utiliza o automóvel ligeiro e 15,3% utiliza o transporte público. Fonte: INE 2011,00% 10,00% 20,00% 30,00% 40,00% 50,00% Verifica-se que houve um decréscimo considerável das deslocações pedonais (-28,5%) e de autocarro (-34,8%) na última década. 142 TRANSPORTES E MOBILIDADE Transporte individual Transporte coletivo Pedonal Ciclovias Essencial elaborar um Plano de Mobilidade e Transportes para a Cidade de Braga Aposta no transporte colectivo, pedonal e ciclável Mobilidade Sustentável Objectivos: Definir e garantirníveis adequadosde acessibilidadeoferecidospelo sistemade transportesa todosos cidadãos; Melhorara qualidadede vidadoscidadãospela reduçãodosimpactesnegativos(sociais, ambientaise económicos)damobilidade; Criarboascondiçõesparaosmodosnão motorizados, particularmenteparaospeões; Assegurarserviçosde transportepúblicosde boaqualidadee comcaracterísticastécnicasadequadasà procura; Assegurara participaçãopúblicanosprocessosdedecisãoassociadosàmobilidade

31 TRANSPORTES E MOBILIDADE Proposta da Rede de Percursos e Corredores Cicláveis Objetivos:. Promover a utilização quotidiana da bicicleta como um modo de deslocação sustentável, alternativo ao transporte individual, devidamente integrada no sistema de transportes públicos coletivos e promover a interligaçãocom a rede de transportes.. Potenciar ligações à rede escolar, equipamentos desportivos, culturais, de lazer, com o património e a estrutura ecológica.. Contribuir para a requalificação do espaço público.. Delinear uma política de integração efetiva da bicicleta como modo suave de deslocação. 144 TRANSPORTES E MOBILIDADE OFERTA E PROCURA DE ESTACIONAMENTO Fonte: CMB Neste estudo utilizou-se os parâmetros urbanísticos definidos no PDM em vigor para este efeito. HABITAÇÃO COMÉRCIO ARMAZÉNS 1 Lugar por cada 2 fogos 1 Lugarpor cada 50 m2 de a.b.c. 1 Lugar por cada 150 m2 de a.b.c. Quantificação do estacionamento público Artigo 60º do PDM em vigor Conclusão: existe um défice generalizado em todas as áreas estudadas. Este défice não é tão representativo na área delimitada do Centro Histórico, devido ao estacionamento coberto tarifado que não se encontra totalmente ocupado, essencialmente devido à tarifa utilizada. 31

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