Universidade Católica de Santos Faculdade de Comunicação Curso: Relações Públicas

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1 Universidade Católica de Santos Faculdade de Comunicação Curso: Relações Públicas RELAÇÕES PÚBLICAS A SERVIÇO DA VIDA: UM PROGRAMA DE PREVENÇÃO AO SUICÍDIO DO CVV - POSTO SANTOS Santos

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3 Agradecimentos Ao meu Deus maravilhoso, pois foi Ele quem me deu inspiração e forças a cada momento, suprindo todas as minhas necessidades. Ao meu pai e, principalmente, a minha mãe que participou em todos os sentidos, orientando através de seus conhecimentos como psicóloga e me confortando como mãe. carinho. A minha irmã Bruna, que sempre tinha para mim uma palavra de incentivo e Aos meus colegas de trabalho da Cosipa e as minhas grandes amigas: Carine, Lilian e Ellen pelas sugestões, críticas e disponibilidade constante para me ouvir. Aos professores, diretores e funcionários da Unisantos que estiveram sempre prontos para me ajudar em todos os momentos. Ao coordenador regional do CVV, Renato Caetano de Jesus, à coordenadora local, Olga Maria Zecchi e a todos os voluntários por terem sido tão solícitos, dando uma grande contribuição através de conversas e explicações sobre a entidade. Ao professor e orientador Cássio de Oliveira Santos, ao publicitário e criador de todas as peças deste trabalho, Christiano Arco e Flexa e a minha grande companheira neste projeto, Dayene Cristina Rosa. Três pessoas muito especiais que caminharam ao meu lado e hoje se tornaram, acima de tudo, minhas amigas. Bianca de Freitas Gomes 3

4 Agradeço A Deus por iluminar a mim e a todos os que estão ao meu redor, ao longo deste caminho. A minha maravilhosa mãe que me apoiou e aconselhou nas escolhas da minha vida, mesmo que para isto ela tivesse que ficar longe de mim, sempre incentivando e possibilitando meus estudos, principalmente quando vim morar em Santos para cursar a faculdade. A minha família, principalmente a minha avó Hilda e ao meu irmão Willian, por me darem o amor de que preciso. A Tatiana Silveira de Marco, uma grande amiga que esteve presente sempre que precisei, inclusive no apoio a este projeto. A todas as pessoas com quem convivi até hoje e que, de alguma forma, colaboraram na minha formação. Aos funcionários, professores e diretores da Faculdade de Comunicação da Unisantos pela atenção e colaboração. A todos os voluntários do CVV, principalmente ao Renato Caetano de Jesus, coordenador regional do CVV e a Olga Maria Zecchi, coordenadora do Posto de Santos por disponibilizar todas as informações necessárias para a realização deste projeto. Em especial à Bianca de Freitas Gomes, parceira no projeto, ao Christiano Arco e Flexa, publicitário que ajudou na criação das peças e ao Cássio de Oliveira Santos, orientador deste projeto. Pessoas que se tornaram meus grandes amigos para a vida toda. Dayene Cristina Rosa 4

5 Agradeço a Deus pela preparação e execução de nosso Projeto Experimental, que com pleno êxito nos conduziu pelo melhor caminho assim como aos nossos mestres que o fizeram com eficiência e sabedoria, sem as quais, com certeza, nada teríamos conseguido. Peço a Deus que nos mantenha firmes e convictos nos conceitos do humanismo, solidariedade e amor ao próximo, que desta faculdade recebemos, aliado a um profissionalismo consciente e interessado, que com certeza irá nos permitir uma carreira promissora, pontilhada de sucessos. Agradeço aos meus colegas, que com demonstrações de confiança, amizade e companheirismo, permitiram que cada um dos obstáculos a serem vencidos, durante toda trajetória percorrida nestes quatro anos de convivência, se tornassem momentos de aprendizado e alegrias, que hoje ainda tão próximos, já nos trazem tanta saudades. Por fim, muito especialmente, externo minha profunda gratidão àquela que nesse período foi minha melhor amiga, conselheira e incentivadora, Bianca de Freitas Gomes. E que Deus nos permita encontrar nesta nova etapa que agora iniciamos, pessoas como estas com quem tive o privilégio de conviver nesta verdadeira Escola. Gustavo Maldonado 5

6 Índice 1. Apresentação 9 2. Introdução Referencial Teórico A Comunicação e seu processo As Relações Públicas e seu processo Público e Opinião Pública O Terceiro Setor A Comunicação no Terceiro Setor Relações Públicas no Terceiro Setor A Responsabilidade Social nas empresas Conceito Vida Morte O Suicídio Breve histórico do suicídio O suicídio e as religiões Comportamento suicida Solidão e suicídio Depressão e suicídio Variáveis associadas ao suicídio Suicídio na região O Cliente Histórico do CVV O CVV Posto Santos O CVV de hoje Central de Comunicação 46 6

7 5.4 Os atendimentos A relação de ajuda Tipos de ligações A questão do 0300 e Organograma Públicos Pesquisa Pesquisa com o Público Interno Análise Pesquisa com o estudantes de Psicologia Análise Pesquisa com o Público Externo Análise Diagnóstico Objetivos Objetivo Geral Objetivos Específicos Estratégia Ações Propostas Público Interno Cartão de Aniversário Reuniões de integração Boletim Informativo Interno Mural Institucional Estruturação da Comissão de Divulgação 120 7

8 Confraternização de Final de Ano Público Externo Placas de Sinalização Press Release Identificação Frontal do Posto Mensagem telefônica Linha Ocupada Feira de Solidariedade Distribuição estratégica do material de divulgação recebido Mensagens em Boletins Informativos institucionais Criação de Slogans Brindes Institucionais Filme Institucional Palestras Itinerantes Quadrinhos Palestras para estudantes Folheto Institucional Colocação do número do CVV nos telefones públicos Cartões Telefônicos Recolocação dados do CVV na Utilidade Pública da Lista Telefônica Mensagens de texto por celular Ações Administrativas Aquisição de mais linhas telefônicas Aproveitamento de voluntários Cronograma de ações Considerações Finais Referências Bibliográficas Anexos 187 8

9 1. Apresentação 9

10 1. Apresentação Através deste projeto, nosso grupo presta uma homenagem in memorian a um homem que fez parte da história da Comunicação no Brasil e da criação de uma Campanha de Valorização da Vida, que mais tarde originaria o CVV: Valentim Lorenzetti. Um profissional que além de ter participado da fundação da Associação Brasileira de Relações Públicas ABRP, e portanto estar totalmente ligado a nossa área, desenvolveu um belo trabalho de difusão do CVV pelo país. Ao final do mês de outubro de 2001, quando nos deparamos com a tarefa de escolher um cliente para realizar este projeto experimental, nosso grupo começou a pesquisar sobre as possibilidades que poderiam ser exploradas na área das Relações Públicas. Após analisarmos algumas instituições, percebemos que gostaríamos de trabalhar com uma entidade sem fins lucrativos, e foi então que surgiu a oportunidade de desenvolver um projeto para este cliente. No entanto, não imaginávamos que além de tratarmos de uma causa nobre, iríamos também abordar um assunto extremamente delicado e complexo: a prevenção ao suicídio. Em novembro do ano passado começamos a colher material a respeito do CVV Programa de Prevenção ao Suicídio, criado pelo Centro de Valorização da Vida, e a ler sobre temas afins. Conforme nos inteirávamos sobre a questão do suicídio, percebíamos a necessidade de uma explanação sobre temas como a solidão, processos autodestrutivos e principalmente sobre a depressão, que mais tarde confirmaríamos ser uma das etapas que leva o indivíduo ao suicídio na grande maioria dos casos, segundo profissionais desta e de outras áreas relacionadas. À medida que nos informávamos, descobríamos quão difícil era dar seguimento a um trabalho de comunicação voltado a uma entidade com uma filosofia muito séria, que prima pelo sigilo e anonimato. Em alguns momentos, realmente, pensamos em desistir, porém, algo maior, o desafio de vencer tais barreiras, nos levou a ir em frente. Entre os obstáculos, estava a impossibilidade de conhecer a opinião e o perfil do usuário do serviço, já que os atendidos são anônimos e um dos princípios do programa é respeitar o espaço e vontade do outro. Daí, notamos que não poderíamos nem mesmo testar, precisamente, ou, pelo menos, através dos meios tradicionais, a eficiência dos atendimentos 10

11 realizados. Então, começamos a imaginar alternativas que nos levassem a obter resultados satisfatórios, sem quebrar as regras do CVV. O primeiro passo foi realizar um levantamento nos três Institutos Médicos Legais da região (IML de Santos, Praia Grande e Guarujá), com o objetivo de obter características das pessoas que cometeram suicídio nos últimos três anos , 2000 e na tentativa de conseguir parâmetros, como sexo e faixa etária, para identificar o público em potencial do serviço. O grupo fez este levantamento, nos dias 30 de janeiro, 5 de fevereiro, 8 de março no IML Santos; 7 de março no IML Praia Grande e 10 de março de 2002 no IML Guarujá, coletando laudo por laudo nos arquivos, pois os órgãos não possuíam esses dados informatizados. Logo após, sugerimos passar algumas horas na sala de atendimento das ligações telefônicas para que o grupo sentisse o clima e a metodologia do apoio oferecido, pois tais observações poderiam ser úteis no andamento do trabalho. Porém, esta sugestão não foi aceita pelos representantes do Posto de Santos por julgarem que nossa presença poderia atrapalhar a prestação do serviço, podendo provocar constrangimento nos voluntários ou desatenção, o que os levaria a perder o foco principal do trabalho que é atenção total ao atendido. O grupo explicou a necessidade deste envolvimento para o êxito do projeto, e então o CVV Posto Santos nos convidou a participar do Programa de Seleção de Voluntários que aconteceu de 18 a 22 de março de Nas aulas pudemos observar como os voluntários abordam temas como o comportamento do homem no mundo globalizado e as verdades e mitos sobre o suicídio. Durante palestras eles também relatam os princípios do CVV além de realizarem dinâmicas de grupo. A segunda etapa deste Programa de Seleção foi o treinamento, em que estivemos presentes nos dias 25 de março e 8, 15 e 22 de abril. Esta fase foi de extrema importância, pois foi aí que conhecemos os tipos de ligação mais freqüentes, como o voluntário deve proceder em cada uma delas e também o treinamento de fato (role playing), onde são simulados atendimentos seguidos de avaliações que apontam aspectos que podem ser aprimorados nas situações. Tal experiência nos deu uma visão muito mais precisa do que é a proposta de apoio oferecida pelo Programa de Prevenção ao Suicídio. No decorrer do trabalho sentimos a necessidade de aplicar três tipos de pesquisa. Uma foi direcionada para o público interno (voluntários) e as outras para o público externo (estudantes de Psicologia e comunidade em geral). A inter-relação entre as pesquisas se 11

12 evidenciava quando notávamos a importância do papel do voluntário, pois ele precisa estar bem consigo e com o ambiente para realizar um bom atendimento e a satisfação dele é um dos fatores que dá a entidade mais segurança com relação à qualidade do apoio oferecido. Já com o público externo seguimos vertentes diferentes, buscando avaliar além do conhecimento sobre o CVV, se os estudantes opinariam de maneira positiva com relação ao trabalho, o que os posicionaria como possíveis multiplicadores do serviço. Na elaboração da pesquisa para a população que freqüenta a cidade, tivemos a orientação do psicólogo e professor da Faculdade de Comunicação da Universidade Católica de Santos, Wagner José Tedesco, que colaborou para que as questões não induzissem o entrevistado em suas repostas, pois haviam questões bem pessoais relacionadas com a situação emocional deles. Os resultados de todas as pesquisas foram decisivos e produtivos no momento de planejamento as ações de Relações Públicas. O estabelecimento de metas para avaliação das ações também é um pouco complexo. Não podemos mensurar o efeito das ações através do aumento do número de apoios realizados, já que além de divulgarmos o serviço, trabalhamos a conscientização das pessoas para que elas identifiquem e ajudem as outras. Enfim, o grupo teve a oportunidade de aprender muito e, através da fundamental colaboração e direcionamento dados por nossos professores envolvidos nos projetos experimentais, pudemos mostrar que há uma enorme necessidade de existir um trabalho de Comunicação e Relações Públicas para uma sociedade civil como o CVV Programa de Prevenção ao Suicídio/ Posto - Santos. 12

13 2. Introdução 13

14 2. Introdução O suicídio ainda é um tema muito pouco abordado em nossa sociedade. Parece que as pessoas têm receio de falar e até de pensar nisso. É uma palavra feia, pesada, mas que infelizmente faz parte da realidade de muitos. Os números de suicídios no Brasil são cada vez maiores, principalmente entre os jovens. Existem várias entidades filantrópicas que atuam em prol de crianças, no combate ao câncer, à AIDS e a outros males, mas poucas são as que lutam contra o suicídio. As doenças emocionais nunca tiveram tanto destaque quanto agora. A depressão, que é uma doença seríssima, virou moda e hoje é muito comum ouvimos que fulano está em depressão somente pelo fato de ter ficado triste ou aborrecido com algo durante mais do que um dia. Porém, os profissionais da área afirmam que o tratamento é fundamental nos casos reais de depressão, pois os sintomas que abordaremos adiante são tão prejudiciais que podem até provocar a morte. O trabalho do CVV tem uma proposta de pró-ativismo, ou seja, o intuito é colocar-se à disposição dos que precisam de apoio para evitar que ele chegue a ponto de pensar em suicídio. Nesta perspectiva, notamos a importância da comunicação para a realização do serviço. A comunicação do CVV deve ser eficiente em vários aspectos. A informação da existência do serviço deve chegar ao receptor e ser compreendida de forma que ele se sinta seguro para utilizar o serviço caso haja necessidade. A absorção deve ocorrer da mesma maneira por pessoas que poderão indicar o CVV a conhecidos, pois o multiplicador tem que acreditar na causa e no trabalho desenvolvido. E, finalmente, o público que talvez seja aquele que precisa ser melhor trabalhado no que se refere à Comunicação e às Relações Públicas são os voluntários, os grandes responsáveis pelo sucesso dos atendimentos no CVV. Este público precisa compreender a importância do seu papel, as suas maneiras de se comunicar com os atendidos e a necessidade de manter um clima agradável e um bom ambiente de trabalho. Portanto, o planejamento de Comunicação para o CVV Posto - Santos é fundamental para ressaltar a qualidade do trabalho, otimizando seus resultados que refletirão positivamente nos índices de tentativas e casos de suicídio. 14

15 3. Referencial Teórico 15

16 3.1. A Comunicação e seu processo Observamos, com certa naturalidade, que a comunicação sempre fez parte da vida do homem, já que temos a necessidade de emitir, transmitir e receber mensagens seja através do corpo e da linguagem falada ou escrita, constituída por sinais, signos, símbolos, expressões ou outras formas. A comunicação é efetivada através desta linguagem falada e escrita, peça fundamental do relacionamento humano, já que apesar de não sermos os únicos seres a nos comunicar, somos exclusivos na arte de pensar, argumentar e armazenar emoções decorrentes de convívios. Notamos neste contexto a importância da comunicação, um processo complexo que engloba não só cada indivíduo, mas também as organizações instituídas ao seu redor, que devem trabalhar aliadas a ela. Portanto, a comunicação é imprescindível para qualquer organização social. O sistema organizacional se viabiliza graças ao sistema de comunicação nele existente, que permitirá sua realimentação e sua sobrevivência. Caso contrário, ele entrará num processo de entropia e morte 1 Como um sistema que se transforma e evolui, o processo de comunicação revela o mecanismo por meio do qual existem e se desenvolvem tanto as relações humanas, quanto as Relações Públicas. Trata-se de um mecanismo que abrange todos os símbolos da mente e os meios de transmiti-los, através do espaço, e preservá-los no tempo 2 Tal processo se dá quando o emissor transmite estímulos que afetarão o comportamento de outros indivíduos. Então, este ato de compartilhar, onde deve existir o comunicador e receptor, só é efetivado quando a mensagem atinge seu objetivo, ou seja, as pessoas entendem o mesmo signo de maneira igual e acontece o feedback, ou retorno, responsável pela continuação do processo. Verifica-se aí a importância do papel do comunicador, que precisa estar atento às respostas e possíveis reações daqueles que recebem suas mensagens, para que a comunicação seja plena e bem sucedida. 1 KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada. São Paulo: Summus p.29 2 WEY, Hebe.O Processo de Relaçòes Públicas.São Paulo. Summus Editorial.1986.p.11 16

17 3.2. As Relações Públicas e seu processo Apesar de também ser utilizada em regimes totalitários, é na democracia que as Relações Públicas se tornam imprescindíveis, já que foram fruto da consolidação e expansão de um regime aberto, pluralista e transparente. A atividade se originou nos Estados Unidos e seus princípios e práticas se desenvolveram lá, porém o seu elemento básico os seres humanos - tem sua essência e natureza semelhantes em todos os lugares. Isto faz das Relações Públicas, além de um produto do avanço da democracia, uma atividade universal e em expansão, visto que supre necessidades generalizadas, da grande à pequena empresa; do governo ao profissional liberal e até às ONGs. Relações Públicas é um trabalho objetivo e contínuo no sentido de estabelecer e manter um entendimento mútuo e permanente entre as entidades e seus públicos, de tal forma que resulte em proveito para a entidade e em benefício para os públicos. 3 E para conseguir criar e manter o relacionamento com tais públicos o profissional de Relações Públicas utiliza atividades que englobam assessoria e consultoria, pesquisa, planejamento, execução e avaliação. Porém, o escolpo do moderno RP é muito amplo, envolvendo. relações com a imprensa, comunicação interna, consultoria e pesquisa de opinião pública, relações comunitárias, relações com o governo, relações com acionistas, Doações, Programas Filantrópicos etc. Também são várias denominações que variam de empresa pra empresa. 4 O objetivo principal de todas estas atuações é identificar as necessidades dos públicos e estabelecer as melhores condições para conciliar os interesses das partes, em prol da imagem organizacional. Então, no intuito de criar o clima ideal para alcançar este objetivo, em Relações Públicas podemos desenvolver diversos tipos de programas de atividades, o que depende dos objetivos, das finalidades propostas pela organização e de sua política. Conforme o caso, levar-se-ão a efeito ações mais promocionais: patrocínios (marketing cultural), identidade visual, propaganda institucional, campanhas educativas, palestras, seminários,(...) 5 3 COQUEIRO, Márcio César Leal. Relações Públicas. São Paulo: Editora Sugestões Literárias. 1ª edição p NEVES, Roberto de Castro. Imagem empresarial: como as organizações(e as pessoas) podem proteger e tirar partido do seu maior patrimônio.rio de Janeiro: Mauad, 1998.p

18 3.3. Público e Opinião Pública No planejamento de Relações Públicas, este é um dos pontos mais importantes, pois é a partir daí que acontecerá o direcionamento de cada ação proposta. Os públicos, normalmente, são de três categorias: interno, misto e externo. O interno é formado por funcionários, diretores e seus familiares. O misto por acionistas, fornecedores e revendedores. O externo, por consumidores, imprensa, comunidade, poderes públicos, concorrentes, escolas, sindicatos, bancos, etc 5 Esta definição não deve ser entendida como regra, até porque, no caso, ela se refere mais às empresas. Nas entidades filantrópicas ou organizações não governamentais há certas adaptações a serem feitas já que cada organização tem seus públicos específicos. A necessidade de sobrevivência das organizações faz com que alguns públicos sejam mais importantes que outros em determinadas circunstâncias. O principal de tudo isso é a conscientização, por parte das organizações, do que representa identificar devidamente os seus públicos, para ampliar sua convivência com o mundo ambiental interno e externo. 6 Atualmente o público é mais esclarecido e se torna mais crítico e interessado nos fatos ao seu redor. E, através da divulgação estratégica das informações, o profissional de Relações Públicas assume uma posição-chave na formação da opinião pública que nada mais é do que a designação coletiva. Representa mais do que uma quantidade de opiniões individuais dos membros de um grupo, é o complexo resultado da ação recíproca de opiniões individuais de um grupo em face de um assunto controverso. 7 Sendo assim, caracterizamos como um dos objetivos fundamentais das Relações Públicas moldar e influenciar a opinião pública, já que as pessoas que fazem parte dela querem opinar e se envolver com certos assuntos que são de interesse da organização. 5 KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Op. Cit. p KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Op. Cit. p CANFIELD, Bertrand R. Relações Públicas. São Paulo. Livraria Pioneira Editora p.28 18

19 3.4. O Terceiro Setor No Brasil, o terceiro setor surgiu da necessidade de suprir carências sociais que, por inúmeras razões, fugiram do controle do Estado e do mercado. Segundo Gohn, o terceiro setor é uma nova ordem social, que se coloca ao lado do Estado o primeiro setor -, e do mercado tido como o segundo setor. 8 Em meio às mudanças tecnológicas, políticas e sócio-econômicas, as ações deste novo setor foram tomando forma de tal maneira que hoje é difícil imaginar a sociedade sem as associações, fundações, organizações não-governamentais e movimentos que existem para realizar projetos de desenvolvimento social em parceria com o Estado e iniciativa privada. Esta posição não altera o papel do mercado, que continua sendo o gerador de impostos, empregos e giro de capital e nem do Estado que ainda é responsável por oferecer à sociedade assistência em áreas como a saúde, educação e moradia (fatores básicos para formação do indivíduo) e pela formulação das políticas públicas. O Terceiro Setor age no limite entre essas duas realidades e usa sua estrutura e, inúmeras vezes, o apoio financeiro dos outros dois setores para auxiliar às pessoas em situação de risco social. Assim, aqueles que não acreditavam no potencial econômico do setor tendem a se surpreender cada vez mais, pois a exemplo de países desenvolvidos como os EUA, França, Alemanha, Japão, no Brasil há um evidente crescimento: estima-se que o Terceiro Setor tenha entre 1,4 e 2 milhões de empregados (formais e informais) e ainda que, considerando a existência de 1,4 milhão de empregados recebendo em média 4,5 salários mínimos por mês, chegar-se-ia a um volume total de 1% do PIB brasileiro. Porém, apesar desta abordagem um tanto otimista, a grande maioria das organizações sociais enfrenta muitas dificuldades para se manter e ter credibilidade junto à sociedade. Esta realidade tem mudado aos poucos, principalmente, porque hoje várias empresas têm adotado uma política de responsabilidade social, o que não significa a execução de ações isoladas como doações esporádicas ou colaboração em datas comemorativas, mas a implantação de um verdadeiro programa de incentivo social, com acompanhamento contínuo. Obviamente, a 8 GOHN, Maria da Glória. Educação não formal e cultura política: impactos sobre o associativismo do terceiro setor. São Paulo: Cortez, 1999.p.33 19

20 mentalidade de que é importante fazer caridade ou ajudar aos necessitados ainda prevalece e está presente entre os dirigentes das empresas, mas já existe uma conscientização maior com relação a isso desde o momento em que o empresariado mais visionário percebeu que a responsabilidade social, se não afeta agora, afetará em seus lucros. 20

21 A Comunicação no Terceiro Setor O ponto-chave no que diz respeito à sobrevivência das organizações do terceiro setor é a credibilidade. Hoje as pessoas desconfiam da integridade de muitas sociedades civis (associações sem fins comerciais) e ONGs devido à banalização da arrecadação de recursos e, até mesmo, aos escândalos que envolvem desvios de verbas disponibilizadas pelo governo ou doadas por cidadãos comuns. Percebemos assim, a necessidade da transparência das ações destas entidades, que precisam prestar contas de sua atuação; mostrando à comunidade sua missão, valores e resultados do serviço prestado. Só há uma área onde a comunicação predomina, é no setor sem fins lucrativos. A própria razão de uma associação existir é ouvir seus membros, comunicar suas posições, representá-los e proporcionar feedback. 9 Nesse contexto, há organizações que comunicam muito bem o seu trabalho e conseguem visibilidade, agregando cada vez mais valor a sua causa. Fica notória que as entidades do terceiro setor precisam da presença de um profissional de comunicação que trabalhe seu planejamento estratégico, maximizando resultados e diminuindo gastos, através do estabelecimento de parcerias e apoios. 9 CORRADO, Frank M. A força da Comunicação. São Paulo: Atlas p

22 Relações Públicas no Terceiro Setor Nas organizações não-governamentais (ONGs), a presença do profissional de Relações Públicas não se resume a divulgar as ações da entidade, mas ele busca o reconhecimento da sociedade, um clima interno adequado e um bom relacionamento com a imprensa e órgãos do governo. Esse conjunto lhe garantirá além da sobrevivência, uma imagem positiva que atrairá mais recursos e crescimento da sua atuação. O planejamento de Relações Públicas nas organizações sociais poderá minimizar os inúmeros problemas decorrentes de uma falta de integração da organização com seus diversos públicos, oriundo muitas vezes da inexistência de uma comunicação sistemática e planejada que permita o conhecimento da instituição pela opinião pública. 10 Principalmente no terceiro setor, as Relações Públicas têm o difícil papel de conciliar os interesses públicos e privados, utilizando conhecimentos sobre ambas as partes para planejar a comunicação de forma eficaz e responsável. Algumas organizações já possuem profissionais trabalhando nesta área, mas a grande maioria é deficiente e necessita de um trabalho profissional e ativo, de gestão da imagem através da comunicação. 10 KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Op.Cit. p

23 3.5. A responsabilidade social nas empresas Modismos à parte, a responsabilidade social surgiu com força nos últimos tempos e hoje faz parte da visão de diversos conglomerados como General Motors, Pão de Açúcar, Belgo- Mineira, entre outros, que perceberam que, em uma realidade como a de nosso país, com diferenças sócio-econômicas gritantes e crescentes os seus lucros seriam afetados no futuro, caso não agissem em benefício da sociedade. Em virtude dessa preocupação, em se mostrar como uma empresa responsável, criaramse os balanços sociais que quantificam os lucros, relacionando-os aos investimentos em responsabilidade social e reúnem algumas análises qualitativas interligando indicadores. No entanto, esse conceito vai além das velhas práticas paternalistas e assistencialistas, em que as empresas ajudavam os pobres ou faziam uma boa ação, mas elas devem começar esse processo de serem cidadãs, primeiramente, com os seus funcionários. A medida que eles se sentem valorizados, reconhecidos e assistidos, haverá um bom ambiente de trabalho, e a empresa estará melhor estruturada para começar a agir e a colaborar com a comunidade ao seu redor. O resultado desse engajamento será reconhecido no mercado, pois os colaboradores produzirão mais e melhor por estarem se sentindo motivados e valorizados e, dificilmente, mencionarão negativamente o nome da empresa, ao contrário, tendem a se sentirem aliados, acreditando na filosofia e princípios da organização. Como conseqüência, o lucro da instituição tem mais chances de aumentar, já que os consumidores cada vez mais dão preferência aos produtos de empresas que abraçam causas sociais. 23

24 4. Conceitos 24

25 4.1. Vida Do Latim, existere, denota permanecer para fora, ser no mundo, ou seja, existir. Esta definição nos leva a refletir se a existência, a vida e o viver significam ou não o mesmo. A partir disto, podemos notar alguns conceitos que nos ajudam a entender estas diferenças. Segundo o padre Waldemar Valle Martins filósofo, escritor e professor da Universidade Católica de Santos qualquer objeto, animal, vegetal ou ser humano existe, mas somente vegetais, animais e seres humanos possuem vida, que nada mais é do que o tempo entre o nascimento e a morte. Então nos perguntamos se isto é tão simples assim. E quanto aos valores, crenças, problemas, relacionamentos e todos os sentimentos que temos ao longo dos anos, nas diversas situações? A resposta para todas estas questões resume-se em apenas uma palavra: viver. Neste contexto, viver significa o gozar da vida 11 e está diretamente ligado ao ato de agir, algo peculiar aos seres humanos. Há várias formas de viver e elas variam de acordo com cada um, levando-se em consideração o ambiente, a educação recebida pelo indivíduo, entre outros fatores externos. Além disto, não podemos ignorar o papel da convivência, das relações interpessoais e da interação dentro e fora da sociedade. Conviver é algo muito complexo, pois, como já foi colocado, cada pessoa vive de uma maneira e têm parâmetros particulares para avaliar as diversas situações. Tais diferenças podem gerar conflitos, julgamentos, tabus e, conseqüentemente, depressões, descontroles emocionais além de bloqueios psicológicos que podem levar o indivíduo a não dominar a própria vida e a buscar a morte. 11 Dicionário Aurélio Virtual XXI. 25

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