3 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATOS E DESPACHOS DO PRESIDENTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "3 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATOS E DESPACHOS DO PRESIDENTE"

Transcrição

1 3 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATOS E DESPACHOS DO PRESIDENTE ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DA PRESIDÊNCIA EMENDA REGIMENTAL Nº 003/2007 Modifica as estruturas das Câmaras Isoladas e Reunidas, e dá outras providências. O Exmº Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Vice-Presidente no exercício da Presidência do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, ad referendum do Egrégio do Tribunal Pleno, no uso de suas atribuições legais e CONSIDERANDO o advento da Lei Complementar Estadual nº 399, de 28 de junho de 2007, que criou mais 05 (cinco) cargos de Desembargador na estrutura do Poder Judiciário do Estado do Espírito Santo; CONSIDERANDO que no dia 18 de outubro de 2007 foram empossados 04 (quatro) novos Desembargadores; CONSIDERANDO deliberação tomada pela Comissão de Regimento Interno em reunião realizada nesta data; CONSIDERANDO o disposto no art. 58 da Resolução 15/95 - Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, que atribui ao Presidente da instituição a competência geral para exercer a superintendência de todo o serviço judiciário, na qualidade de Chefe da Magistratura do Estado; RESOLVE: Art. 1º. Os artigos 2º, 6º e 7º do Regimento Interno passam a vigorar com a seguinte redação: "... Art. 2º - Compõe-se o Tribunal de vinte e seis (26) desembargadores, nomeados na forma da Constituição e das leis, tendo como órgãos julgadores: a) - Tribunal Pleno; b) - Conselho da Magistratura; c) - 1º Grupo de Câmaras Cíveis Reunidas; d) - 2º Grupo de Câmaras Cíveis Reunidas; e) - Câmaras Criminais Reunidas; f) - Câmaras Cíveis Isoladas; g) - Câmaras Criminais Isoladas. (NR)... Art. 6º - O Conselho da Magistratura será constituído pelo Presidente, pelo Vice-Presidente e pelo Corregedor-Geral da Justiça, bem como por dois (2) Desembargadores e seus respectivos suplentes, eleitos bienalmente. (NR)... Art. 7º - As Câmaras Reunidas serão constituídas pelos Desembargadores das Câmaras Isoladas que as integram, além do seu Presidente: I - O Primeiro Grupo de Câmaras Cíveis Reunidas é composto pelos Desembargadores que integram as Primeira e Segunda Câmaras Cíveis e o Segundo Grupo de Câmaras Cíveis Reunidas é composto pelos Desembargadores que integram a Terceira e Quarta Câmaras Cíveis; (NR) II - O Grupo de Câmaras Criminais Reunidas é composto pelos Desembargadores que integram a Primeira e Segunda Câmaras Criminais; (NR) III - Integram as Câmaras Cíveis Isoladas quatro (04) Desembargadores; as Primeira e Segunda Câmaras Criminais são integradas por quatro e três Desembargadores, respectivamente.... 3º - Nas Câmaras Isoladas, os autos serão distribuídos a todos os Desembargadores. Entretanto, para o julgamento de cada processo apenas 3 (três) terão direito a voto, na forma estabelecida no art. 72, caput, c/c art. 80 caput deste Regimento, ou seja: sorteado o Relator, terão direito a voto o Revisor, se for o caso, e outro membro, na ordem decrescente de antigüidade na Câmara e, se inexistente, o mais antigo.... Art. 2º. Revogam-se as disposições em contrário. Publique-se. Vitória, 22 de outubro de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício -**********- ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DA PRESIDÊNCIA RESOLUÇÃO Nº 44/2007 EMENTA: "Modifica a competência do 5º Juizado Especial Cível de Vitória." O Excelentíssimo Senhor Desembargador JORGE GOES COUTINHO, Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, e tendo em vista decisão do Egrégio Tribunal Pleno em sessão realizada nesta data, e CONSIDERANDO o disposto no Ofício snº, datado de 05/09/2007 e protocolizado neste Egrégio Tribunal de Justiça sob o nº , lavrado pelo Eminente Desembargador Supervisor e pela Juíza Coordenadora dos Juizados Especiais. CONSIDERANDO que cabe ao Presidente do Tribunal de Justiça, na qualidade de Chefe máximo do Poder Judiciário Estadual, superintender os trabalhos judiciários e administrativos. RESOLVE: Art. 1º. ESTABELECER que o 5º Juizado Especial Cível de Vitória passa a ter competência para conhecer, processar e julgar todas as ações comuns aos Juizados Especiais, à exceção, por óbvio, daquelas causas afetas ao 3º Juizado Especial Cível. Art. 2º. Revogam-se as disposições em contrário. Art. 3º. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Publique-se. Cumpra-se. Vitória, 11 de outubro de Desembargador JORGE GOES COUTINHO Presidente do TJES

2 4 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DA PRESIDÊNCIA RESOLUÇÃO Nº 045/2007 Define a lotação dos novos Desembargadores nas Câmaras Isoladas e dá outras providências. O Exmº Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Vice-Presidente no exercício da Presidência do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, ad referendum do Egrégio do Tribunal Pleno, no uso de suas atribuições legais e CONSIDERANDO o advento da Lei Complementar Estadual nº 399, de 28 de junho de 2007, que criou mais 05 (cinco) cargos de Desembargador na estrutura do Poder Judiciário do Estado do Espírito Santo; CONSIDERANDO que dia 18 de outubro de 2007 foram empossados 04 (quatro) novos Desembargadores; CONSIDERANDO o disposto no art. 58 da Resolução 15/95 - Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, que atribui ao Presidente da instituição a competência geral para exercer a superintendência de todo o serviço judiciário, na qualidade de Chefe da Magistratura do Estado; RESOLVE: Art. 1º. Fixar, nas Câmaras Isoladas, a lotação dos novos Desembargadores, conforme listagem a seguir: Cível; Cível; e I - Desembargador FÁBIO CLEM DE OLIVEIRA - 1ª Câmara Cível; II - Desembargador JOSENIDER VAREJÃO TAVARES - 3ª Câmara III - Desembargador SAMUEL MEIRA BRASIL JUNIOR - 2ª Câmara IV - Desembargador NEI BATISTA COUTINHO - 4ª Câmara Cível. Art. 2º. ESTABELECER que durante o prazo de 06 (seis) meses, a distribuição deverá ser realizada na proporção de 2 (dois) x 1 (um) novos feitos para os Desembargadores citados no artigo anterior, em relação aos demais. Art. 3º. Revogam-se as disposições em contrário. Publique-se. Vitória, 22 de outubro de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO NORMATIVO 116/2007 O Excelentíssimo Senhor Desembargador JORGE GOES COUTINHO, Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, e CONSIDERANDO os termos do Ofício SJCI nº 441/07, datado de 16 de outubro de 2007, da lavra do Excelentíssimo Senhor Juiz de Direito Diretor do Fórum de Itapemirim, protocolizado neste Tribunal de Justiça sob o número ; CONSIDERANDO o disposto no Art. 58 da Resolução nº 15/95 - Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, que atribui ao Presidente do Tribunal de Justiça a competência geral para exercer a superintendência de todo o serviço judiciário, na qualidade de Chefe da Magistratura do Estado; RESOLVE: AUTORIZAR o fechamento do prédio do Fórum da Comarca de Itapemirim, no dia 26/10/2007 (sexta-feira), para realização dos serviços de dedetização, desratização, descupinização, limpeza de calhas e caixas d água, quando, por este motivo, os prazos processuais ficarão suspensos. DETERMINO que afixe-se em local visível e de acesso ao público, mesmo estando o Fórum fechado, o nome do Juiz de Direito Diretor do Fórum e dos servidores por ele designados, onde possam ser encontrados, inclusive com telefones, para apreciação de causas urgentes. PUBLIQUE-SE. Vitória, 19 de outubro de DESEMBARGADOR JORGE GOES COUTINHO PRESIDENTE COMISSÃO PERMENANTE DE LICITAÇÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO AVISO DE LICITAÇÃO PREGÃO PRESENCIAL N.º 125/ FUNEPJ 102 OBJETO: Aquisição de aparelhos de Ar Condicionado do tipo SPLIT, com instalação e manutenção preventiva, para atender à Comarca de Nova Venécia e ao TJES. ABERTURA: 06/11/2007 às 09:00 horas LOCAL: Rua Desembargador Homero Mafra s/nº, Enseada do Suá, Sala n 01 do Mini-Auditório, Sede do Tribunal de Justiça - Vitória/ES. INFORMAÇÕES: Tel: (27) , Fax: (27) ou pessoalmente. DOCUMENTAÇÃO: No endereço acima ou mediante fornecimento de disquete formatado tipo 3½ ou pelo site Vitória/ES, 22 de outubro de LUDMILA FRANKLIN MENDES DE ANDRADE Pregoeira -**********- -**********- TRIBUNAL DE JUSTIÇA COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO AVISO DE LICITAÇÃO PREGÃO PRESENCIAL N.º 126/ FUNEPJ 103 OBJETO: Aquisição de materiais permanentes (eletroeletrônicos) para atender às necessidades da Diretoria Judiciária de Patrimônio. ABERTURA: 06/11/2007 às 14:00 horas LOCAL: Rua Desembargador Homero Mafra s/nº, Enseada do Suá, Sala n 01 do Mini-Auditório, Sede do Tribunal de Justiça - Vitória/ES. INFORMAÇÕES: Tel: (27) , Fax: (27) ou pessoalmente. DOCUMENTAÇÃO: No endereço acima ou mediante fornecimento de disquete formatado tipo 3½ ou pelo site Vitória/ES, 22 de outubro de LUDMILA FRANKLIN MENDES DE ANDRADE Pregoeira

3 5 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AVISO DE RESULTADO DE JULGAMENTO DE LICITAÇÃO Edital de Pregão Nº 115/07 Processo Nº TJ /07 FUNEPJ 096 Objeto: Aquisição de materiais permanentes (móveis), para atender às necessidades de vários setores do Tribunal de Justiça. O Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, HOMOLOGA, na conformidade do disposto no inciso XXII do art. 4º da Lei /02, o resultado do pregão de que tratam os autos do processo em referência, em que o objeto de seus lotes foi ADJUDICADO pela Pregoeira à seguinte licitante vencedora: LOTES 1 E 4 - DESERTOS LOTES 2 E 3 - ORMAQ COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES LTDA, pelo valor global de R$ ,00 (doze mil e quatrocentos reais), sendo o LOTE 2, pelo valor total de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) e o LOTE 3, pelo valor total de R$ 7.400,00 (sete mil e quatrocentos reais). Vitória/ES, 17 de outubro de Des. JORGE GOES COUTINHO Presidente SECRETARIA DO PLENO INTIMO: TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRIBUNAL PLENO INTIMAÇÕES 1 NO PROCESSO Nº RECURSO ESPECIAL EXC SUSPEIÇÃO O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, ONDE É RECORRIDO POR SEUS ADVS. DRS ES PROCURADOR GERAL DO ESTADO PARA OS EFEITOS DO ART. 508 DO CPC. 2 NO PROCESSO Nº RECURSO EXTRAORDINÁRIO MAND SEGURANÇA F G N (MENOR IMPÚBERE), ONDE É RECORRIDO POR SEUS ADVS. DRS ES DAVID MARLON OLIVEIRA PASSOS FABIANA GRIGIO PASSAMAI, ONDE É RECORRIDO POR SEUS ADVS. DRS ES DAVID MARLON OLIVEIRA PASSOS PARA OS EFEITOS DO ART. 508 DO CPC. 3 NO PROCESSO Nº MANDADO DE SEGURANÇA ALEXSANDRA TOMAZELLI SARTORIO, ONDE É REQUERENTE POR SEUS ADVS. DRS ES SIMONE PAGOTTO RIGO 8647 ES MONICA PERIN ROCHA PARA TOMAR CIÊNCIA DO R. DESPACHO/DECISÃO DO DESEMB. RELATOR DE FLS. 51/ NO PROCESSO Nº MANDADO DE SEGURANÇA DEUSDETE RODRIGUES MACARRONI, ONDE É REQUERENTE POR SEUS ADVS. DRS BA ALCIDES JOSE GIACOMIN JUNIOR 8722 ES VALDIR LOUREIRO PARA TOMAR CIÊNCIA DO R. DESPACHO/DECISÃO DO DESEMB. RELATOR DE FLS. 72/75. 5 NO PROCESSO Nº PROCESSO 13A CLASSE - SUSPENSÃO LIMINAR ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, ONDE É REQUERENTE POR SEUS ADVS. DRS ES ARLETE ULIANA ES FRANCISCO DE A R DE OLIVEIRA JOSE MARIA DE OLIVEIRA, ONDE É PARTE INT. PASSIVA POR SEU ADV. DR ES FRANCISCO DE A R DE OLIVEIRA PARA TOMAR CIÊNCIA DO R. DESPACHO/DECISÃO DO DESEMB. RELATOR DE FLS NO PROCESSO Nº MANDADO DE SEGURANÇA GEORGE ANTONIO BOLZAN PEMENTEL, ONDE É REQUERENTE POR SEU ADV. DR ES FELIPE SARDENBERG MACHADO PARA TOMAR CIÊNCIA DO R. DESPACHO/DECISÃO DO DESEMB. RELATOR DE FLS. 55, NO PRAZO DE 10 (DEZ) DIAS. 7 NO PROCESSO Nº MANDADO DE SEGURANÇA JULIO CESAR RITTO CARLINI, ONDE É REQUERENTE POR SEUS ADVS. DRS BA ALCIDES JOSÉ GIACOMIN JÚNIOR 8722 ES VALDIR LOUREIRO PARA TOMAR CIÊNCIA DO R. DESPACHO/DECISÃO DO DESEMB. RELATOR DE FLS. 93/94. 8 NO PROCESSO Nº MANDADO DE SEGURANÇA SEBASTIAO RIBEIRO NUNES, ONDE É REQUERENTE POR SEUS ADVS. DRS ES RITA DE CASSIA DA VITÓRIA BERNARDO PARA TOMAR CIÊNCIA DO R. DESPACHO/DECISÃO DO DESEMB. RELATOR DE FLS. 38, NO PRAZO DE 10 (DEZ) DIAS. VITÓRIA, 19 DE OUTUBRO DE 2007 LUCIENE VERVLOET FEU ROSA SECRETÁRIA DE CÂMARA CONSELHO DA MAGISTRATURA TRIBUNAL DE JUSTIÇA CONSELHO DA MAGISTRATURA CONCLUSÃO DE ACÓRDÃOS PARA EFEITO DE RECURSO OU TRÂNSITO EM JULGADO 1- EXPEDIENTE Nº TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESPÍRITO SANTO REQTE.: SECRETÁRIO DE ESTADO DA JUSTIÇA - SEJUS RELATOR: DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA JULGADO EM 20/08/2007 E LIDO EM 15/10/2007 ACÓRDÃO: CONSELHO DE ÉTICA - REPRESENTAÇÃO - MAGISTRADO -DIVERGÊNCIA ENTRE AUTORIDADES PÚBLICAS - RAZOABILIDADE - CONDUTA COMPATÍVEL COM A ÉTICA FUNCIONAL - REPRESENTAÇÃO ARQUIVADA. ARQUIVA-SE REPRESENTAÇÃO OFERECIDA EM DESFAVOR DE MAGISTRADO SE OS FATOS ARTICULADOS REFEREM-SE A DIVERGÊNCIA FUNCIONAL ENTRE AUTORIDADES PÚBLICAS, NÃO TENDO O MAGISTRADO PRATICADO ATO INCOMPATÍVEL COM A ÉTICA OU O DECORO DO CARGO PÚBLICO QUE EXERCE. CONCLUSÃO: ACORDA O EGRÉGIO CONSELHO DA MAGISTRATURA NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, À UNANIMIDADE, ARQUIVAR OS PRESENTES AUTOS. 2- RECURSOS DO CONSELHO Nº TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESPÍRITO SANTO RECTE.: ROSA MARIA SANTANA SILVA ADVOGADA: MONICA PERIN ROCHA ADVOGADA: SIMONE PAGOTTO RIGO RELATOR: DES. RÔMULO TADDEI JULGADO EM 24/09/2007 E LIDO EM 15/10/2007 EMENTA: RECURSO. 1) PRINCÍPIO DA ISONOMIA SALARIAL. IDÊNTICOS TRABALHO E REMUNERAÇÃO. EXCLUSÃO DAS VANTAGENS PESSOAIS DO PARADIGMA. PRECEDENTES. 2) VEDAÇÃO À IRREDUTIBILIDADE SALARIAL. RESGUARDO DE VENCIMENTOS. PLANO DE CARREIRAS E VENCIMENTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 41, 4º, DA LEI Nº 7.854/04. AGENTE DE SERVIÇOS. DIFERENÇA A MAIOR DANTES PERCEBIDA. VANTAGEM PESSOAL. 3) TELEFONISTA. ADICIONAL POR INSALUBRIDADE. FALTA DE REGULAMENTAÇÃO. GRATIFICAÇÃO INDEVIDA. 4)

4 6 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO JURISPRUDÊNCIA PÁTRIA. RECEPÇÃO DE SINAIS. VOZ HUMANA. TELEFONIA. ADICIONAL DE INSALUBRIDADE INDEVIDO. RECURSO IMPROVIDO. 1) O PRINCÍPIO DA ISONOMIA ENCERRA IDÊNTICOS TRABALHO E REMUNERAÇÃO, NÃO ALCANÇANDO AS VANTAGENS PESSOAIS DO PARADIGMA. ASSIM, CONQUANTO SEJA POSSÍVEL, EM PRIMEIRO E AÇODADO MOMENTO, PENDER PELO RECONHECIMENTO DE OFENSA À ISONOMIA, VERIFICA-SE QUE A DISCREPÂNCIA ENTRE OS VENCIMENTOS FIXOS DECORRE DA INSERÇÃO DE PARCELAS PESSOAIS NO VENCIMENTO PESSOAL FIXO DA SERVIDORA PARADIGMA. 2) PARTINDO DA PREMISSA DE QUE A CARTA DE OUTUBRO VEDA A IRREDUTIBILIDADE SALARIAL, O ART. 41, 4º, DA LEI Nº 7.854/04, A BEM DE RESGUARDAR O VENCIMENTO DOS SERVIDORES QUE OSTENTAVAM VANTAGENS PESSOAIS QUANDO DO ENQUADRAMENTO NO CARGO DE AGENTE DE SERVIÇOS, ASSEGUROU O DIREITO DE RECEBER A DIFERENÇA A MAIOR DO VENCIMENTO QUE DANTES PERCEBIA, A TÍTULO DE VANTAGEM PESSOAL. 3) À MÍNGUA DE REGULAMENTAÇÃO (RECTIUS, DE INCLUSÃO DA ATIVIDADE NO ROL DAQUELAS QUE SÃO CONSIDERADAS INSALUBRES, PERIGOSAS OU PENOSAS), IMPOSSÍVEL CARACTERIZAR A FUNÇÃO DE TELEFONISTA COMO PASSÍVEL DE PERCEPÇÃO DE GRATIFICAÇÃO ADICIONAL POR INSALUBRIDADE. 4) MUTATIS MUTANDIS, COLHE-SE DA JURISPRUDÊNCIA DOS TRIBUNAIS DA JUSTIÇA LABORAL A LIÇÃO DE QUE O TRABALHO HABITUALMENTE REALIZADO POR TELEFONISTA NÃO SE CARACTERIZA, TECNICAMENTE, COMO DE RECEPÇÃO DE SINAIS, DE MOLDE A CONFIGURAR O DIREITO À PERCEPÇÃO DE ADICIONAL DE INSALUBRIDADE. RECURSO IMPROVIDO. CONCLUSÃO: ACORDA O EGRÉGIO CONSELHO DA MAGISTRATURA NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, POR UNANIMIDADE, NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO. VITÓRIA, 17 DE OUTUBRO DE 2007 KARLA STELLA MARIA DE S. LYRIO SECRETÁRIA DE CÂMARA PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL PODER JUDICIÁRIO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL PAUTA DE JULGAMENTO DA 42 ª SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA 30/10/2007 TERÇA-FEIRA, QUE TERÁ INÍCIO ÀS 14:00 HORAS, PODENDO, ENTRETANTO, NESSA SESSÃO OU EM SESSÕES SUBSEQUENTES, PROCEDER-SE AO JULGAMENTO DE PROCESSOS ADIADOS OU CONSTANTES DE PAUTAS JÁ PUBLICADAS. 1 - CONFLITO DE COMPETÊNCIA Nº VITÓRIA - 11ª VARA CÍVEL SUCTE.: JUIZ DE DIREITO DA 11ª V CÍVEL DE VITÓRIA SUCDO.: JUIZ DE DIREITO DA 2ª V CÍVEL DE VITÓRIA LITIS. ATIVO MERCANTIL SILVA DE TECIDOS E CONFECÇÕES LTDA. ADVOGADO(A): BRUNO REIS FINAMORE SIMONI ADVOGADO(A): LUIZ F Z F SIMONI ADVOGADO(A): LUIZ OTAVIO PEREIRA GUARÇONI DUARTE ADVOGADO(A): THIAGO FONSECA V DE REZENDE LITIS. ATIVO LENALDO DA SILVA AMARAL ADVOGADO(A): BRUNO REIS FINAMORE SIMONI ADVOGADO(A): LUIZ F Z F SIMONI ADVOGADO(A): LUIZ OTAVIO PEREIRA GUARÇONI DUARTE ADVOGADO(A): THIAGO FONSECA V DE REZENDE LITIS. ATIVO SOPHIA ELISA HEMERLY ELIAS SILVA ADVOGADO(A): BRUNO REIS FINAMORE SIMONI ADVOGADO(A): LUIZ F Z F SIMONI ADVOGADO(A): LUIZ OTAVIO PEREIRA GUARÇONI DUARTE ADVOGADO(A): THIAGO FONSECA V DE REZENDE LITIS. ATIVO ARMANDO AMARAL SILVA JUNIOR ADVOGADO(A): BRUNO REIS FINAMORE SIMONI ADVOGADO(A): LUIZ F Z F SIMONI ADVOGADO(A): LUIZ OTAVIO PEREIRA GUARÇONI DUARTE ADVOGADO(A): THIAGO FONSECA V DE REZENDE LITIS. ATIVO CRISTIANE HENRIQUES PINHEIRO SILVA ADVOGADO(A): BRUNO REIS FINAMORE SIMONI ADVOGADO(A): LUIZ F Z F SIMONI ADVOGADO(A): LUIZ OTAVIO PEREIRA GUARÇONI DUARTE ADVOGADO(A): THIAGO FONSECA V DE REZENDE LITIS. PASSIVO BANCO SAFRA DE INVESTIMENTOS S/A RELATOR: DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL 2 - AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº CARIACICA - 3ª VARA CÍVEL CLASSE 1º GRAU:OBRIGAÇÃO DE FAZER AGVTE.: SILOCAF DO BRASIL S/A ADVOGADO(A): ALEXANDRA FRANCISCO ADVOGADO(A): ARLINDO SASSO ADVOGADO(A): EDUARDO CALVI COSTA ADVOGADO(A): HENRIQUE TORRES DE FARIA ADVOGADO(A): JOAO CLAUDIO GONCALVES LEAL ADVOGADO(A): LUIZ EDUARDO LESSA SILVA ADVOGADO(A): MARIA LUISA DE CARLI ADVOGADO(A): ORLANDO DIAS ADVOGADO(A): RODRIGO P BUENO ADVOGADO(A): SERGIO LYRIO FIRMO AGVDO.: LOUIS DREYFUS COMMODITIES BRASIL S/A ADVOGADO(A): BEATRIZ M. A. CAMARGO KESTENER ADVOGADO(A): MARCELO ANTONIO MURIEL ADVOGADO(A): NANCY GOMBOSSY DE MELO FRANCO ADVOGADO(A): RACHEL DE ANCHIETA PIMENTEL RELATOR: DES. ARNALDO SANTOS SOUZA 3 - AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº VITÓRIA - 9ª VARA CÍVEL ORDINÁRIA CLASSE 1º GRAU: AGVTE.: BELGO MINEIRA S/A ADVOGADO(A): DIOGO PAIVA FARIA ADVOGADO(A): FLAVIO CHEIM JORGE ADVOGADO(A): MARCELO ABELHA RODRIGUES AGVDO.: LM MADEIRAS E DERIVADOS LTDA. - ME ADVOGADO(A): CASSIO DRUMOND MAGALHÃES ADVOGADO(A): RICARDO LEAO DE CALAIS ROLDAO RELATOR: DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL 4 - AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº VILA VELHA - 6ª VARA CÍVEL CLASSE 1º GRAU:EXECUÇÃO AGVTE.: HOSPITAL SANTA MONICA LTDA. ADVOGADO(A): CARLOS EDUARDO RIVERO AGVDO.: MAGDA REZENDE ANTONACCI RELATOR: DES. ARNALDO SANTOS SOUZA 5 - AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº FUNDÃO - CARTÓRIO DO 3º OFÍCIO OFERTA DE ALIMENTOS CLASSE 1º GRAU: AGVTE.: L.C.T (MENOR IMPÚBERE) ADVOGADO(A): ALINE RUDIO SOARES ADVOGADO(A): NOELLI SAGRILLO TONINI AGVTE.: MARIA APARECIDA DE CARLI THOME ADVOGADO(A): ALINE RUDIO SOARES ADVOGADO(A): NOELLI SAGRILLO TONINI AGVDO.: WILSON LIMA THOME ADVOGADO(A): DORIO ANTUNES DE SOUZA RELATOR: DES. ARNALDO SANTOS SOUZA 6 - APELAÇÃO CÍVEL Nº GUARAPARI - 3ª VARA CÍVEL CLASSE 1º GRAU:COBRANÇA APTE.: BANESTES SEGUROS S/A ADVOGADO(A): GUSTAVO SICILIANO CANTISANO ADVOGADO(A): LEANDRO FIGUEIRA VAN DE KOKEN APDO.: M B G M (MENOR IMPÚBERE)

5 7 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO ADVOGADO(A): ANDREI COSTA CYPRIANO APDO.: EDIANA GALVAO MARIANO ADVOGADO(A): ANDREI COSTA CYPRIANO RELATOR: DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL 7 - APELAÇÃO CÍVEL Nº IBIRAÇU - CARTÓRIO DO 2º OFÍCIO CLASSE 1º GRAU:INDENIZATÓRIA APTE.: MARIO PEREIRA ARRUDA ADVOGADO(A): JULIANA COUTINHO PIOL ADVOGADO(A): ODAIR NOSSA SANT'ANA APDO.: JOSE ROBERTO FERREIRA ADVOGADO(A): FRANCISCO GUILHERME MARIA APOLONIO COMETTI ADVOGADO(A): JOSE PAULO ROSALEM ADVOGADO(A): RODRIGO LEONARDO PIGNATON COMETTI * Nº APELAÇÃO ADESIVA APTE.: JOSE ROBERTO FERREIRA ADVOGADO: FRANCISCO GUILHERME MARIA APOLONIO COMETTI APDO.: MARIO PEREIRA ARRUDA ADVOGADO: JULIANA COUTINHO PIOL RELATOR: DES. ARNALDO SANTOS SOUZA 8 - APELAÇÃO CÍVEL Nº MIMOSO DO SUL - CARTÓRIO 2º OFÍCIO CLASSE 1º GRAU:RESSARCIMENTO DE DANOS APTE.: SUL - AMERICA CIA NACIONAL DE SEGUROS ADVOGADO(A): ELIAS JOSE MOSCON FERREIRA DE MATOS ADVOGADO(A): HUASCAR ROBERTE CARDOSO PASSOS APDO.: LUIZ CEZAR LIMA TEIXEIRA ADVOGADO(A): EVALDO CESAR FARIAS ARAUJO RELATOR: DES. ARNALDO SANTOS SOUZA 9 - APELAÇÃO CÍVEL Nº VILA VELHA - 4ª VARA CÍVEL CLASSE 1º GRAU:ORDINARIA CIVIL APTE.: SALOMAO DA PAZ BATISTA ADVOGADO(A): SEBASTIAO LEITE PELAES APDO.: BANCO BRADESCO S/A ADVOGADO(A): MARIA HELENA KILL RELATOR: DES. CARLOS HENRIQUE RIOS DO AMARAL REVISOR: DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL VITÓRIA, 22/10/2007 LANUSSY PIMENTEL DE REZENDE SECRETÁRIO DE CÂMARA -**********- TRIBUNAL DE JUSTIÇA PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL DECISÕES MONOCRÁTICAS - PARA EFEITO DE RECURSO OU TRÂNSITO EM JULGADO 1 EMBARGOS INFRINGENTES AP CÍVEL Nº EMGTE.: LUIZ CARLOS RODRIGUES DIAS ADVOGADO: EVERALDO CUCCO EMGDO.: ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ADVOGADO: MARIA DA PENHA BORGES RELATOR: FREDERICO GUILHERME PIMENTEL EMBARGOS INFRINGENTES NA APELAÇÃO CÍVEL Nº EMGTE: LUIS CARLOS RODRIGUES DIAS EMBGO: ESTADO DO ESPÍRITO SANTO RELATOR: DESIGNADO: DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL DECISÃO TRATAM-SE DE EMBARGOS INFRINGENTES CONTRA O ACÓRDÃO DE FLS. 255/275, MEDIANTE O QUAL RESTOU NEGADO PROVIMENTO AO APELO INTERPOSTO PELO ORA EMBARGANTE - SRº LUIS CARLOS RODRIGUES DIAS - DESTARTE, MANTENDO- SE A SENTENÇA QUE EXTINGUIRA O FEITO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO, PORÉM, COM FULCRO NA NORMA PREVISTA NO ART. 267, VI, DO CPC, E NÃO COM BASE NO INCISO V, DO REFERIDO DISPOSITIVO LEGAL. DE ACORDO COM A DISPOSIÇÃO PRESCRITA NO ART. 530, DO CPC:...CABEM EMBARGOS INFRINGENTES QUANDO O ACÓRDÃO NÃO UNÂNIME HOUVER REFORMADO, EM GRAU DE APELAÇÃO, A SENTENÇA DE MÉRITO... (GRIFEI) ASSIM SENDO, CREIO QUE A DECISÃO COLEGIADA ORA EM QUESTÃO NÃO SE APRESENTA PASSÍVEL DE IMPUGNAÇÃO POR MEIO DOS EMBARGOS INFRINGENTES, ANTE OS FUNDAMENTOS QUE PASSO A EXPOR. PRIMEIRAMENTE, CONFORME SUPRA CONSIGNADO, A SENTENÇA OBJETO DO RECURSO DE APELAÇÃO INTERPOSTO PELO EMBARGANTE, NÃO DECIDIRA O MÉRITO DESTA AÇÃO, TENDO O JULGADOR A QUO ENTENDIDO PELA EXTINÇÃO DO FEITO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO, COM FULCRO NO ART. 267, V, DO CPC. POR OUTRO LADO, A DESPEITO DE TER SIDO NEGADO PROVIMENTO À APELAÇÃO, NÃO RESTOU REFORMADA A SENTENÇA PELO ACÓRDÃO EMBARGADO, POIS, MANTEVE-SE POR MAIORIA DE VOTOS A DECISÃO A QUO QUE EXTINGUIU O PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO, PORÉM, COM FUNDAMENTO NO INCISO VI, DO ART. 267, DO CPC, AO INVÉS DO INCISO V, APRESENTADO COMO FUNDAMENTO DO DECISUM SINGULAR. ASSIM SENDO, INADMITO OS EMBARGOS INFRINGENTES INTERPOSTOS CONTRA O ACÓRDÃO DE FLS. 255/275 ANTE OS MOTIVOS SUPRA EXPOSTOS. INTIME-SE POR PUBLICAÇÃO DESTA NA ÍNTEGRA. RESSALTANDO-SE QUE A INTIMAÇÃO DA DOUTA PROCURADORA DO ESTADO DEVE SER APERFEIÇOADA PESSOALMENTE. VITÓRIA, 28 DE SETEMBRO DE DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL RELATOR 2 APELAÇÃO CÍVEL Nº APTE.: SAYURI NEUBAUER ADVOGADO: ALTIVO MACIEL BARROS SILVA APDO.: CACHOEIRO VEICULOS LTDA ADVOGADO: ANDRE FRANCISCO RIBEIRO GUIMARAES RELATOR: FREDERICO GUILHERME PIMENTEL APELAÇÃO CÍVEL Nº APTE: SAYURI NEUBAUER APDO: CACHOEIRO VEÍCULOS LTDA. RELATOR: DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL DECISÃO TRATA-SE DE APELAÇÃO CÍVEL, CONTRA A DECISÃO DE FLS. 157/159 DESTES AUTOS, MEDIANTE A QUAL RESTARAM REJEITADOS OS EMBARGOS MONITÓRIOS OPOSTOS PELA APELANTE, DESTARTE, CONSTITUINDO DE PLENO DIREITO O TÍTULO EXECUTIVO JUDICIAL EM DESFAVOR DA RECORRENTE, CONFORME PRESCRITO NO ART C, 3º, DO CPC. EM SEDE DE RAZÕES RECURSAIS DEFENDE A APELANTE, PRELIMINARMENTE, CERCEAMENTO DE DEFESA AFIRMANDO NÃO TER SIDO INTIMADA PARA A AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO; TAMBÉM, ADVERTE ACERCA DE DESCUMPRIMENTO DE ORDEM JUDICIAL, ASSEVERANDO PARA TANTO QUE NOS AUTOS DA AÇÃO INDENIZATÓRIA EM APENSO FOI DETERMINADO À EMPRESA APELADA QUE EXIBISSE EM JUÍZO OS TÍTULOS QUE ORIGINARAM O DÉBITO ORA EM DISCUSSÃO, O QUE NÃO FOI REALIZADO. NO MÉRITO, PUGNA PELA SUSPENSÃO DESTE FEITO ATÉ QUE SEJA SOLUCIONADA OUTRA DEMANDA CUJA CONCLUSÃO INTERFERIRÁ NA DECISÃO A SER PROFERIDA NESTA AÇÃO; POR OUTRO LADO, INSISTE EM SUA TESE DE DEFESA ACERCA DA AUSÊNCIA DE OBRIGAÇÃO INADIMPLIDA, ARGUMENTANDO QUE QUANDO DO APERFEIÇOAMENTO DA LOCAÇÃO DO VEÍCULO COM A EMPRESA RECORRIDA - CACHOEIRO VEÍCULOS LTDA. - CONTRATOU, TAMBÉM, O SERVIÇO DE SEGURO TOTAL CONTRA ACIDENTES, RAZÃO PELA QUAL NÃO PODE SER ACIONADA AO PAGAMENTO DAS AVARIAS SOFRIDAS NO VEÍCULO LOCADO. CONTRA-RAZÕES ONDE FORAM RECHAÇADOS OS ARGUMENTOS LEVANTADOS PELA APELANTE. EM SUMA ERA O QUE TINHA DE PERTINENTE PARA RELATAR; PASSO, ENTÃO, A DECIDIR.

6 8 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO A HIPÓTESE DOS AUTOS, A MEU VER, COMPORTA DECISÃO MONOCRÁTICA, CONFORME ME AUTORIZA A NORMA INSCULPIDA NO ART. 557, DO CPC, HAJA VISTA QUE O PRESENTE RECURSO ENCONTRA-SE MANIFESTAMENTE IMPROCEDENTE, BEM COMO EM CONFRONTO COM JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO STJ, CONFORME PASSO A EXPOR: QUANTO A PRELIMINAR DE CERCEAMENTO DE DEFESA, DEFENDE-SE SUA CONFIGURAÇÃO ANTE A INEXISTÊNCIA DE INTIMAÇÃO DA RECORRENTE PARA A AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO; TODAVIA, TAL NÃO MERECE ACOLHIMENTO, POIS, CONFORME SE VERIFICA DOS AUTOS, O OFICIAL DE JUSTIÇA QUANDO DO CUMPRIMENTO DA RESPECTIVA DILIGÊNCIA, CERTIFICOU (FLS. 153-V) NÃO TER INTIMADO A APELANTE, POIS, A MESMA NÃO RESIDE MAIS NO LOCAL INDICADO NO MADADO, NÃO SABENDO INFORMAR SEU PARADEIRO O PORTEIRO DO EDIFÍCIO ONDE RESIDIA. ADEMAIS, SABE-SE QUE EM TEMPOS ATUAIS, ONDE A CADA DIA É MAIS PRIVILEGIADA A ECONOMIA PROCESSUAL E CELERIDADE NA PRESTAÇÃO DA TUTELA JURISDICIONAL, TODO VÍCIO PASSÍVEL DE SER SANADO SOMENTE ACARRETARÁ A NULIDADE DO PROCESSO QUANDO DEMONSTRADO PREJUÍZO À PARTE QUE O ALEGA, NÃO TENDO A RECORRENTE COMPROVADO QUALQUER DANO SUPORTADO EM DECORRÊNCIA DA SUA AUSÊNCIA À AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO, ATÉ PORQUE, EM RELAÇÃO À PRODUÇÃO PROBATÓRIA, OUTRAS OPORTUNIDADES FORAM-LHE OFERTADAS TENDO EM VISTA QUE JUNTO À ESTA AÇÃO CORRERAM MAIS DUAS PARALELAMENTE, ONDE SE DISCUTIU A MESMA RELAÇÃO JURÍDICA CUJA SOLUÇÃO SE BUSCA NESTES AUTOS. HC / MG HABEAS CORPUS 2003/ RELATOR(A) MINISTRO CASTRO FILHO (1119) ÓRGÃO JULGADOR T3 - TERCEIRA TURMA DATA DO JULGAMENTO 11/05/ DATA DA PUBLICAÇÃO/FONTE DJ P. 299 EMENTA: HABEAS CORPUS. PRESTAÇÃO ALIMENTÍCIA. EXECUÇÃO. AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO. DEFENSOR PÚBLICO. AUSÊNCIA DE INTIMAÇÃO. NÃO SE DECLARA NULIDADE DE ATO SE DELE NÃO RESULTA PREJUÍZO OBJETIVAMENTE COMPROVADO PARA A DEFESA. NO CASO, ALÉM DE NÃO HAVER DEMONSTRAÇÃO DE PREJUÍZO DECORRENTE DA AUSÊNCIA DE INTIMAÇÃO PESSOAL AO DEFENSOR PARA A AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO, FOI EXERCITADA A DEFESA LOGO APÓS, COM IMPUGNAÇÃO POR HABEAS CORPUS NO TRIBUNAL A QUO. ORDEM DENEGADA. PORTANTO, REJEITO A PRELIMINAR EM QUESTÃO, POIS, EM MANIFESTO CONFRONTO COM JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO STJ, CONFORME ME AUTORIZA A NORMA DESCRITA NO ART. 557, DO CPC. JÁ, EM RELAÇÃO À OUTRA PRELIMINAR LEVANTADA PELA RECORRENTE, ACERCA DE EVENTUAL DESCUMPRIMENTO DE ORDEM JUDICIAL EXARADA NOS AUTOS DA AÇÃO INDENIZATÓRIA EM APENSO; TAMBÉM, AQUI MELHOR SORTE NÃO SOCORRE A APELANTE, HAJA VISTA A MANIFESTA INADEQUAÇÃO/IMPROPRIEDADE DA VIA RECURSAL ELEITA PELA RECORRENTE VISANDO IMPUGNAR REFERIDA QUESTÃO, TENDO EM VISTA QUE EVENTUAL DESCUMPRIMENTO DE ORDEM JUDICIAL DEVE SER INVESTIGADO NOS PRÓPRIOS AUTOS ONDE A MEDIDA FOI DETERMINADA, E NÃO EM DEMANDA DIVERSA, A DESPEITO DA IDENTIDADE DA RELAÇÃO JURÍDICA ANALISADA EM AMBAS AÇÕES. PORTANTO, REJEITO A PRELIMINAR EM APREÇO, POIS, MANIFESTAMENTE IMPROCEDENTE O PRESENTE RECURSO NESTE PONTO. QUANTO AO MÉRITO, CONFORME SUPRA CONSIGNADO, PUGNA-SE PRIMEIRAMENTE PELA SUSPENSÃO DESTE FEITO ATÉ QUE SEJA SOLUCIONADA A OUTRA DEMANDA CUJA CONCLUSÃO, NO ENTENDIMENTO DA APELANTE, INTERFERIRÁ NA DECISÃO A SER PROFERIDA NESTA AÇÃO, TODAVIA, EQUIVOCA-SE A RECORRENTE QUANTO AO PROSSEGUIMENTO DA OUTRA AÇÃO, POIS, COMO SE VERIFICA DOS AUTOS EM APENSO O MESMO JÁ ENCONTRA-SE COM A RESPECTIVA DECISÃO DE MÉRITO PROFERIDA PELO JUÍZO SINGULAR, INCLUSIVE, ACOBERTADAS PELO MANTO DA COISA JULGADA, NÃO SE PODENDO MAIS TÊ-LA COMO PREJUDICIAL AO EXAME DESTA AÇÃO MONITÓRIA. QUANTO AO OUTRO ASPECTO DEDUZIDO NO MÉRITO DAS RAZÕES RECURSAIS, CONFORME ADIANTADO NA PARTE REFERENTE AO RELATÓRIO DESTA DECISÃO, INSISTE A RECORRENTE EM SUA TESE ACERCA DA INEXISTÊNCIA DE OBRIGAÇÃO ASSUMIDA E INADIMPLIDA EM FACE DA EMPRESA DE LOCAÇÃO DE VEÍCULOS AUTORA DESTA AÇÃO. NO ENTANTO, NÃO SE DESINCUMBIRA A APELANTE DE RECHAÇAR A TESE REVELADA NA EXORDIAL DE FLS. 02/07, ACERCA DA EXISTÊNCIA DO CONTRATO DE LOCAÇÃO DE VEÍCULO ENTABULADO ENTRE AS PARTES LITIGANTES, CONTRATO ESSE QUE ENSEJOU A RESPONSABILIZAÇÃO DA RECORRENTE QUANTO AO PAGAMENTO DA MULTA DE TRÂNSITO TIRADA NA VIGÊNCIA DA LOCAÇÃO EM COMENTO, BEM COMO, A SUPORTAR OS PREJUÍZOS DECORRENTES DA AVARIA SOFRIDA NO VEÍCULO LOCADO, CONFORME FARTA DOCUMENTAÇÃO ACOSTADA AOS AUTOS, AS QUAIS COMPROVAM QUE NO MOMENTO DO ACIDENTE ENVOLVENDO O AUTOMÓVEL LOCADO, O MESMO ENCONTRAVA-SE EM PODERES DO FILHO DA APELANTE, O QUAL NA OCASIÃO FOI AUTUADO POR CONDUZIR VEÍCULO EMBRIAGADO. QUANTO AO TEMA DO ÔNUS DA PROVA EM SEDE DE MONITÓRIA, NÃO HÁ DÚVIDAS QUE O PAPEL DO EMBARGANTE É O DE RECHAÇAR A EXISTÊNCIA DO DÉBITO COBRADO, TODAVIA, NÃO LOGRANDO ÊXITO NA EMPREITADA A APELANTE CONFORME ACERTADAMENTE DECIDIRA O MM. JUIZ DE PISO. NESTES MESMOS TERMOS, NÃO VACILA A JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO STJ, CONFORME SE VERIFICA DAS EMENTAS ABAIXO TRANSCRITAS: RESP /MS RECURSO ESPECIAL 2005/ RELATOR(A) MINISTRO JORGE SCARTEZZINI (1113) ÓRGÃO JULGADOR T4 - QUARTA TURMA DATA DO JULGAMENTO 24/10/2006 DATA DA PUBLICAÇÃO/FONTE DJ P. 337 EMENTA: PROCESSO CIVIL - RECURSO ESPECIAL - AÇÃO MONITÓRIA - INSTRUÇÃO - CHEQUE PRESCRITO - DEMONSTRAÇÃO DA CAUSA DEBENDI - DESNECESSIDADE - RECURSO PROVIDO. 1 - A TEOR DA JURISPRUDÊNCIA DESTA CORTE, NA AÇÃO MONITÓRIA FUNDADA EM CHEQUE PRESCRITO, É DESNECESSÁRIA A DEMONSTRAÇÃO DA CAUSA DE SUA EMISSÃO, CABENDO AO RÉU O ÔNUS DA PROVA DA INEXISTÊNCIA DO DÉBITO. 2 - RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARA AFASTAR A EXTINÇÃO DO FEITO SEM JULGAMENTO DO MÉRITO E DETERMINAR O REGULAR PROCESSAMENTO DA AÇÃO PELAS INSTÂNCIAS ORDINÁRIAS RESP /MG RECURSO ESPECIAL 2003/ RELATOR(A) MINISTRO CESAR ASFOR ROCHA (1098) ÓRGÃO JULGADOR T4 - QUARTA TURMA DATA DO JULGAMENTO 05/08/ DATA DA PUBLICAÇÃO/FONTE DJ P. 356 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO MONITÓRIA. CHEQUE PRESCRITO. DECLINAÇÃO DA CAUSA DEBENDI. DESNECESSIDADE. NA AÇÃO MONITÓRIA FUNDADA EM CHEQUE PRESCRITO, NÃO SE EXIGE DO AUTOR A DECLINAÇÃO DA CAUSA DEBENDI, POIS É BASTANTE PARA TANTO A JUNTADA DO PRÓPRIO TÍTULO, CABENDO AO RÉU O ÔNUS DA PROVA DA INEXISTÊNCIA DO DÉBITO. PRECEDENTES. RECURSO ESPECIAL CONHECIDO E PROVIDO RESP /PR RECURSO ESPECIAL 2002/ RELATOR(A) MINISTRO BARROS MONTEIRO (1089) ÓRGÃO JULGADOR T4 - QUARTA TURMA DATA DO JULGAMENTO 17/09/2002 DATA DA PUBLICAÇÃO/FONTE DJ P. 237 EMENTA: AÇÃO MONITÓRIA. CHEQUE PRESCRITO. EMBARGOS AO MANDADO MONITÓRIO. ARGÜIÇÃO DE ILEGITIMIDADE DE PARTE ATIVA E DE INÉPCIA DA INICIAL. IMPROCEDÊNCIA DAS PRELIMINARES. - PARA O EXERCÍCIO DA AÇÃO MONITÓRIA, CABE AO AUTOR INSTRUÍ-LA COM A PROVA ESCRITA DA DÍVIDA SEM EFICÁCIA DE TÍTULO EXECUTIVO (ART A DO CPC). APRESENTADO PELO CREDOR O CHEQUE, O ÔNUS DA PROVA DA INEXISTÊNCIA DO DÉBITO INCUMBE AO RÉU (RESP Nº MG). RÉU EMBARGANTE QUE, NO CASO, NÃO NEGA A EMISSÃO DAS CÁRTULAS, ASSIM COMO A PRÓPRIA EXISTÊNCIA DA DÍVIDA. RECURSO ESPECIAL NÃO CONHECIDO ASSIM SENDO, COM FULCRO NO ART. 557, DO CPC, NEGO SEGUIMENTO AO PRESENTE RECURSO, POIS, MANIFESTAMENTE

7 9 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO IMPROCEDENTE E/O EM CONFRONTO COM JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO STJ. INTIMEM-SE AS PARTES POR PUBLICAÇÃO DESTA NA ÍNTEGRA. VITÓRIA, 15 DE OUTUBRO DE DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL RELATOR 3 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGVTE.: PAULO CESAR ZAMBELLI ADVOGADO: JORGE TEIXEIRA NADER AGVDO.: CVC - COMERCIAL DE VEICULOS CAPIXABA LTDA ADVOGADO: BRENO BONELLA SCARAMUSSA ADVOGADO: ISAAC PANDOLFI ADVOGADO: ITALO SCARAMUSSA LUZ RELATOR: FREDERICO GUILHERME PIMENTEL RELATOR: FREDERICO GUILHERME PIMENTEL PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGTE: PAULO CÉSAR ZAMBELLI AGDO: CVC - COMERCIAL DE VEÍCULOS CAPIXABA LTDA RELATOR: DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL. DECISÃO TRATA-SE DE AGRAVO DE INSTRUMENTO INTERPOSTO POR PAULO CÉSAR ZAMBELLI CONTRA A DECISÃO PROFERIDA PELO JUÍZO DA 2ª VARA CÍVEL DE VITÓRIA/ES (CÓPIA DE FL. 15), QUE INDEFERIU OS BENEFÍCIOS DA ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA FORMULADO NA AÇÃO DE PISO AJUIZADA EM DESFAVOR DE CVC - COMERCIAL DE VEÍCULOS CAPIXABA LTDA. MEDIANTE PRELIMINAR SUSCITADA PELA AGRAVADA, CONSTATEI QUE O AGRAVANTE NÃO CUMPRIU O DISPOSTO NO ARTIGO 526, DO CPC. INCLUSIVE, O JUIZ DE PISO EM SUAS INFORMAÇÕES TAMBÉM SALIENTOU ESTE FATO. PARA MELHOR ELUCIDAR A PRESENTE QUESTÃO TRANSCREVO O ARTIGO 526, DO CPC, IN VERBIS: ART O AGRAVANTE, NO PRAZO DE TRÊS DIAS, REQUERERÁ JUNTADA, AOS AUTOS DO PROCESSO, DE CÓPIA DA PETIÇÃO DO AGRAVO DE INSTRUMENTO E DO COMPROVANTE DE SUA INTERPOSIÇÃO, ASSIM COMO A RELAÇÃO DOS DOCUMENTOS QUE INSTRUÍRAM O RECURSO. PARÁGRAFO ÚNICO. O NÃO-CUMPRIMENTO DO DISPOSTO NESTE ARTIGO, DESDE QUE ARGÜIDO E PROVADO PELO AGRAVADO, IMPORTA INADMISSIBILIDADE DO AGRAVO. COMO VISTO, DA LETRA DA NORMA EM REFERÊNCIA DESTACA-SE UM REQUISITO DE ADMISSIBILIDADE RECURSAL, ACRESCENTADO PELA LEI N.º /2001, O QUAL OBRIGA O RECORRENTE A JUNTAR AOS AUTOS ORIGINAIS A CÓPIA DA PETIÇÃO DO AGRAVO E DOS DOCUMENTOS QUE A INSTRUEM, PERMITINDO AO JUIZ DE PRIMEIRO GRAU QUE EXERÇA O JUÍZO DE RETRATAÇÃO E, TAMBÉM, A PRESTAÇÃO DAS INFORMAÇÕES AO TRIBUNAL, SOB PENA DE NÃO CONHECIMENTO DO RECURSO. CORROBORANDO COM ESTE ENTENDIMENTO, RECENTÍSSIMA DECISÃO DO COLENDO STJ: PROCESSO CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. ART. 526, CAPUT E PARÁGRAFO ÚNICO, DO CPC. 1. CONSOANTE DISPÕE O ART. 526 DO CPC, NA REDAÇÃO INSTITUÍDA PELA LEI N /2001, DEVE O AGRAVANTE, NO PRAZO DE 3 (TRÊS) DIAS, REQUERER A JUNTADA AO FEITO DE CÓPIA DA PETIÇÃO DO AGRAVO DE INSTRUMENTO, SOB PENA DE NÃO- CONHECIMENTO DO RECURSO. 2. O NÃO-CONHECIMENTO DO RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO EM VIRTUDE DA NÃO-JUNTADA AOS AUTOS DA RESPECTIVA PETIÇÃO DE INTERPOSIÇÃO (CPC, ART. 526, PARÁGRAFO ÚNICO) EXIGE QUE O AGRAVADO MANIFESTE-SE ACERCA DO DESCUMPRIMENTO DO COMANDO INSCRITO NO ART. 526, CAPUT, DO CPC. 3. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. (RESP /SC, REL. MIN. JOÃO OTÁVIO DE NORONHA, 2ª TURMA, DJ , P. 326). PELO EXPOSTO, EM RAZÃO DO NÃO ATENDIMENTO DO DISPOSTO NO ARTIGO 526, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, NÃO CONHEÇO DO AGRAVO DE INSTRUMENTO. REVOGO, PORTANTO, A ANTECIPAÇÃO DOS EFEITOS DA TUTELA RECURSAL AO SEU TEMPO DEFERIDA. INTIME-SE POR PUBLICAÇÃO DESTA NA ÍNTEGRA. VITÓRIA, 10 DE OUTUBRO DE DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL RELATOR 4 APELAÇÃO CÍVEL Nº APTE.: RAYNNER RIBEIRO MOTTA ADVOGADO: LUIZ ANTONIO TARDIN RODRIGUES APDO.: COOPERATIVA DE CREDITO RURAL DE SÃO GABRIEL ADVOGADO: LUIZ CARLOS BASTIANELLO RELATOR: FREDERICO GUILHERME PIMENTEL APELAÇÃO CÍVEL Nº APTE: RAYNNER RIBEIRO MOTTA APDO: COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL DE SÃO GABRIEL RELATOR: DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL DECISÃO TRATA-SE DE APELAÇÃO CÍVEL, CONTRA A DECISÃO DE FLS. 94-V DESTES AUTOS, MEDIANTE A QUAL NÃO SE CONHECEU DOS EMBARGOS MONITÓRIOS PROPOSTOS PELO RECORRENTE, POIS, ENTENDERA O JUÍZO DE PISO PELA INTEMPESTIVIDADE DA DEFESA APRESENTADA PELO APELANTE. EM SEDE DE RAZÕES RECURSAIS DEFENDE-SE, DENTRE OUTRAS MATÉRIAS, A TEMPESTIVIDADE DOS EMBARGOS AFIRMANDO-SE QUE A CITAÇÃO TIDA COMO CONCRETIZADA NÃO FOI REALIZADA, INCLUSIVE, TAXANDO DE FALSA A CERTIDÃO DO OFICIAL DE JUSTIÇA (FLS. 62-V), PLEITEANDO-SE, DESTARTE, A EXPEDIÇÃO DE OFÍCIO AO DIRETOR DO FÓRUM, BEM COMO AO REPRESENTANTE DO PARQUET A FIM DE INVESTIGAR A ATITUDE DO SERVIDOR DA JUSTIÇA QUE A CONFECCIONOU. CONTRA-RAZÕES ONDE, PRELIMINARMENTE, SE PLEITEIA O NÃO CONHECIMENTO DA APELAÇÃO TIDA COMO INTEMPESTIVA; NO MÉRITO, FORAM RECHAÇADOS OS ARGUMENTOS LEVANTADOS PELO APELANTE. EM SUMA ERA O QUE TINHA DE PERTINENTE PARA RELATAR; PASSO, ENTÃO, A DECIDIR. A HIPÓTESE DOS AUTOS, A MEU VER, COMPORTA DECISÃO MONOCRÁTICA, CONFORME ME AUTORIZA A NORMA INSCULPIDA NO ART. 557, DO CPC, HAJA VISTA QUE O PRESENTE RECURSO ENCONTRA-SE MANIFESTAMENTE IMPROCEDENTE, CONFORME PASSO A EXPOR: QUANTO À PRELIMINAR DE INTEMPESTIVIDADE DO RECURSO DE APELAÇÃO, REFERIDA TESE NÃO MERECE ACOLHIMENTO, POIS, A DATA QUE MARCA O INÍCIO DO PRAZO RECURSAL DE 15 DIAS PARA A INTERPOSIÇÃO DO PRESENTE RECURSO É A CONSTANTE NA DECISÃO DE FLS. 94-V, PROFERIDA EM 22/03/2007, O QUE ENSEJA A MANIFESTA TEMPESTIVIDADE DO RECURSO EM APREÇO UMA VEZ QUE PROTOCOLADO EM 03/04/2007, PORTANTO, DENTRO DO PRAZO RECURSAL PREVISTO PARA O RECURSO DE APELAÇÃO. NO MÉRITO, A DESPEITO DE MUITO BEM EXPLANADA, A TESE ACERCA DA NULIDADE DA CITAÇÃO NÃO MERECE PROSPERAR ANTE A FÉ PÚBLICA QUE LEGITIMA A CERTIDÃO DE FLS. 62-V, CONFECCIONADA PELO SRº OFICIAL DE JUSTIÇA. RESSALTA-SE QUE A PRESUNÇÃO DE VERACIDADE DA CERTIDÃO SUSO CITADA NÃO PODE SER ELIDIDA, APENAS E TÃO SOMENTE, PELA SIMPLES DECLARAÇÃO COLACIONADA ÀS FLS.82, ONDE SE ATESTA QUE NO DIA EM QUE OCORRERA A CITAÇÃO DO APELANTE O MESMO ENCONTRAVA-SE EM TRATAMENTO DENTÁRIO. A UMA, PORQUE O HORÁRIO FIXADO NA CERTIDÃO DO SRº OFICIAL DE JUSTIÇA COMO SENDO O DÁ EFETIVA CITAÇÃO DO APELANTE, SE COMPATIBILIZA COM A HORA DO ENCERRAMENTO DO TRATAMENTO DENTÁRIO O QUAL SE SUBMETERA O RECORRENTE, POIS, CONFORME A DECLARAÇÃO DO CIRURGIÃO DENTISTA QUE O ATENDEU, O MESMO FOI LIBERADO AS 14:30H, SENDO, PORTANTO, ABSOLUTAMENTE POSSÍVEL A REALIZAÇÃO DA DILIGÊNCIA EM QUESTÃO MEIA HORA APÓS O TÉRMINO DA INTERVENÇÃO CIRÚRGICA, CONFORME FIXADO PELO MEIRINHO, OU SEJA, ÀS 15H. POR OUTRO LADO, CONCLUI-SE QUE O OFICIAL DE JUSTIÇA TIVERA REALMENTE CONTATO COM O CITADO - SRº RAYNNER RIBEIRO MOTTA - POIS, CONSIGNOU NA CERTIDÃO DE FLS. 62-V QUE A SUA RECUSA EM ASSINAR O MANDADO TINHA MOTIVAÇÃO NA PROPOSTA DE ACORDO ENDEREÇADA À COOPERATIVA AUTORA, SENDO QUE TAL JUSTIFICATIVA HARMONIZA-SE COM O DESEJO REVELADO NA PETIÇÃO DE FLS. 65, ONDE O APELANTE PLEITEOU A

8 10 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO REALIZAÇÃO DE AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO ANTEVENDO A REALIZAÇÃO DE POSSÍVEL ACORDO ENTRE AS PARTES; QUALQUER CONCLUSÃO AO CONTRÁRIO, DEMANDARIA DAR CRÉDITO A UMA CONHECIDÊNCIA INCRÍVEL, POIS, O OFICIAL DE JUSTIÇA, DENTRE A GAMA DE JUSTIFICATIVAS PLAUSÍVEIS AO ATO DE RECUSA EM ASSINAR O MANDADO, ELEGEU LOGO AQUELA QUE ENCONTRA GUARIDA COM A INTENÇÃO MANIFESTADA PELO APELANTE DE COMPOR A LIDE AMIGAVELMENTE. ASSIM SENDO, COM FULCRO NA NORMA DISPOSTA NO ART. 557, DO CPC, NEGO SEGUIMENTO AO PRESENTE RECURSO, POIS, CONFORME ACERTADAMENTE DECIDIRA O JUÍZO A QUO, APRESENTA-SE A PRESENTE IMPUGNAÇÃO MANIFESTAMENTE IMPROCEDENTE, ANTE A FLAGRANTE INTEMPESTIVIDADE DOS EMBARGOS MONITÓRIOS PROPOSTOS PELO APELANTE, HAJA VISTA A VALIDADE DA CITAÇÃO CERTIFICADA ÀS FLS. 62-V DOS PRESENTES AUTOS, CONFORME SUPRA EXPOSTO. INTIMEM-SE AS PARTES POR PUBLICAÇÃO DESTA NA ÍNTEGRA. VITÓRIA, 11 DE OUTUBRO DE DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL RELATOR 5 APELAÇÃO CÍVEL Nº APTE.: BANESTES SEGUROS S.A ADVOGADO: ANOZOR ALVES DE ASSIS ADVOGADO: CLAUDIA VALLI CARDOSO ADVOGADO: FERNANDA ALVES DE MATTOS MENEGUSSI ADVOGADO: FRANKLIN DELMAESTRO ADVOGADO: GERALDO LUIZ DA SILVEIRA ADVOGADO: GISLAINE DE OLIVEIRA ADVOGADO: JOSE ALOISIO PEREIRA SOBREIRA ADVOGADO: JOSE CARLOS SAID ADVOGADO: KATIA GIANORDOLI MALTA ADVOGADO: LUIZ ALFREDO PRETTI APDO.: TEREZA FELIX MORAIS NEVES ADVOGADO: MANOEL FERNANDES ALVES APDO.: LANDUARD RODRIGUES MORAIS NEVES ADVOGADO: MANOEL FERNANDES ALVES APDO.: EDUARDO MORAIS NEVES ADVOGADO: MANOEL FERNANDES ALVES APDO.: WELLINGTON MOARIS NEVES ADVOGADO: MANOEL FERNANDES ALVES RELATOR: FREDERICO GUILHERME PIMENTEL APELAÇÃO CÍVEL Nº APTE: BANESTES SEGUROS S.A. APDO: TEREZA FELIZ MORAIS NEVES E OUTROS RELATOR: DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL DECISÃO TRATA-SE DE APELAÇÃO CÍVEL, CONTRA A SENTENÇA EXARADA ÀS FLS. 133/136 DESTES AUTOS, MEDIANTE A QUAL RESTOU JULGADO PROCEDENTE O PEDIDO EXTERNADO NA EXORDIAL DE FLS. 02/09, DESTARTE, DETERMINANDO À SEGURADORA APELANTE O PAGAMENTO DA INDENIZAÇÃO PERSEGUIDA COM BASE NOS DOIS CONTRATOS DE SEGURO DE VIDA ENTABULADOS ENTRE A RECORRENTE E O GENITOR E MARIDO DOS DEMANDADOS. EM SEDE DE RAZÕES RECURSAIS, INSISTE A SEGURADORA EM SUA TESE ACERCA DA NÃO COBERTURA DO SEGURO EM CASO DE SUICÍDIO. CONTRA-RAZÕES ONDE FORAM RECHAÇADOS OS ARGUMENTOS LEVANTADOS PELO APELANTE, PUGNANDO-SE PELA MANUTENÇÃO DO DECISUM RECORRIDO. EM SUMA ERA O QUE TINHA DE PERTINENTE PARA RELATAR; PASSO ENTÃO A DECIDIR. A HIPÓTESE DOS AUTOS COMPORTA DECISÃO MONOCRÁTICA, CONFORME ME AUTORIZA A NORMA INSCULPIDA NO ART. 557, DO CPC, HAJA VISTA QUE O PRESENTE RECURSO ENCONTRA-SE EM MANIFESTO CONFRONTO COM SÚMULA DO STF E DO STJ, BEM COMO, COM A JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DESTE EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, CONFORME PASSO A EXPOR: A HIPÓTESE DOS AUTOS SUBSUME-SE PERFEITAMENTE À REGRA DISPOSTA NO ART. 798, PARÁGRAFO ÚNICO, DO CPC, QUE DETERMINA A NULIDADE DE CLÁUSULA CONTRATUAL QUE EXCLUA O PAGAMENTO DE INDENIZAÇÃO NO CASO DE SUICÍDIO DO SEGURADO. PORTANTO, CORRETAMENTE, DECIDIRA O JUÍZO A QUO, INCLUSIVE COM RESPALDO EM SÚMULAS DO STF E STJ, SENÃO VEJAMOS: SÚMULA Nº 105, DO STF: SALVO SE TIVER HAVIDO PREMEDITAÇÃO, O SUICÍDIO DO SEGURADO NO PERÍODO CONTRATUAL DE CARÊNCIA NÃO EXIME O SEGURADOR DO PAGAMENTO DO SEGURO. SÚMULA Nº 61, DO STJ: O SEGURO DE VIDA COBRE O SUICÍDIO NÃO PREMEDITADO. ASSIM SENDO, ANDOU BEM O MM. JUIZ SENTENCIANTE AO DECIDIR QUE:...EM RELAÇÃO AO ÔNUS DA PROVA, COMPETE À SEGURADORA PROVAR A OCORRÊNCIA DA PREMEDITAÇÃO DO ATO SUICIDA, DE ACORDO COM O ART. 333, II, DO CPC, DE SORTE QUE NÃO O FAZENDO, PREVALECE A PRESUNÇÃO DE QUE O GESTO EXTREMO DO SUICIDA REVESTIU-SE DE INVOLUNTARIEDADE. [...] AO ANALISAR OS AUTOS, VERIFICO QUE EM NENHUM MOMENTO A SEGURADORA RÉ PREOCUPOU EM PROVAR QUE O SUICÍDIO ERA CONSCIENTE, MAS APENAS AFIRMOU QUE ESTE FATO NÃO É COBERTO PELA APÓLICE DE SEGURO... NESTE MESMO SENTIDO APRESENTA-SE A JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DESTE EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, CONFORME SE OBSERVA DOS JULGADOS ABAIXO TRANSCRITOS: APELAÇÃO CÍVEL: ÓRGÃO JULGADOR: QUARTA CÂMARA CÍVEL DATA DE JULGAMENTO: 17/04/2007 DATA DE LEITURA: 15/05/2007 DATA DA PUBLICAÇÃO NO DIÁRIO: 22/05/2007 RELATOR: CATHARINA MARIA NOVAES BARCELLOS EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL. PLANO DE PREVIDÊNCIA PRIVADA COM PREVISÃO DE PAGAMENTO DE PECÚLIO. FALECIMENTO DO PROPONENTE EM VIRTUDE DE SUICÍDIO. RECUSA DE PAGAMENTO DA QUANTIA AJUSTADA AOS BENEFICIÁRIOS. ALEGAÇÃO DE MORTE NATURAL E DE ÓBITO OCORRIDO DURANTE O PRAZO DE CARÊNCIA. INSUBSISTÊNCIA DOS ARGUMENTOS. FATO EQUIPARADO AO ACIDENTE PESSOAL. INAPLICABILIDADE DA CARÊNCIA BIENAL. RECURSO DESPROVIDO. I. [...] IV. O SUICÍDIO NÃO PREMEDITADO ENCONTRA-SE ABRANGIDO PELO CONCEITO DE ACIDENTE PESSOAL. V. SE O PROPONENTE SOMENTE DEU CABO DE SUA PRÓPRIA VIDA APÓS O TRANSCURSO DE APROXIMADAMENTE 09 (NOVE) MESES DESDE A ASSINATURA DO CONTRATO - UM PERÍODO BASTANTE SIGNIFICATIVO - NÃO SE HÁ FALAR EM EXISTÊNCIA DE PREMEDITAÇÃO NO TOCANTE AO SUICÍDIO. VI. O ÔNUS DE PROVAR EVENTUAL PREMEDITAÇÃO CABIA À EMPRESA DE PREVIDÊNCIA, HAJA VISTA TRATAR-SE DE FATO MODIFICATIVO, EXTINTIVO OU IMPEDITIVO DO DIREITO DAS AUTORAS (ART. 333, INC. II, DO CPC). VII. ALÉM DE EXISTIR CLÁUSULA QUE EXCLUI A CARÊNCIA NOS CASOS DE MORTE EM CONSEQÜÊNCIA DE ACIDENTE PESSOAL, APLICA-SE AO CASO A INTELIGÊNCIA DO VERBETE SUMULAR Nº 105 DO STF, SEGUNDO O QUAL SALVO SE TIVER HAVIDO PREMEDITAÇÃO, O SUICÍDIO DO SEGURADO NO PERÍODO CONTRATUAL DE CARÊNCIA NÃO EXIME O SEGURADOR DO PAGAMENTO DO SEGURO. VIII. RECURSO DESPROVIDO. CONCLUSÃO: À UNANIMIDADE, NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO. APELAÇÃO CÍVEL: ÓRGÃO JULGADOR: TERCEIRA CÂMARA CÍVEL DATA DE JULGAMENTO: 01/02/2005 DATA DE LEITURA: 01/02/2005 DATA DA PUBLICAÇÃO NO DIÁRIO: 18/02/2005 RELATOR: NIVALDO XAVIER VALINHORELATOR SUBSTITUTO: ABGAR TORRES PARAISO APELAÇÃO CÍVEL EM EMBARGOS À EXECUÇÃO - PRELIMINARES DE ILEGITIMIDADE PASSIVA E PRESCRIÇÃO, REJEITADAS - MÉRITO: - SEGURO DE VIDA - SUICÍDIO VOLUNTÁRIO - ACIDENTE PESSOAL - CLÁUSULA NULA - APELAÇÃO IMPROVIDA. 1.- [...] 3.- NO MÉRITO: SE O SUICÍDIO VOLUNTÁRIO É CARACTERIZADO COMO ACIDENTE PESSOAL, NULA É A CLÁUSULA QUE EXCLUI A SEGURADORA DA OBRIGAÇÃO DE INDENIZAR. APELAÇÃO IMPROVIDA. CONCLUSÃO: À UNANIMIDADE, REJEITAR AS PRELIMINARES ARGUÍDAS, PARA NO MÉRITO, NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO ASSIM SENDO, POR ENTENDER QUE A SENTENÇA DE PISO NÃO MERECE RETOQUE, HAJA VISTA QUE DECIDIU O JUÍZO SINGULAR EM CONSONÂNCIA COM SÚMULAS DO STF E STJ, BEM COMO, JURISPRUDÊNCIA DESTE EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, NEGO SEGUIMENTO AO PRESENTE RECURSO, COM FULCRO NO ART. 557, DO CPC.

9 11 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO INTIMEM-SE AS PARTES POR PUBLICAÇÃO DESTA NA ÍNTEGRA. VITÓRIA, 09 DE OUTUBRO DE DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL RELATOR 6 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGVTE.: JOSE PINTO GUIMARAES ADVOGADO: JABES MIGUEL MORAES ADVOGADO: JABES MIGUEL MORAES JUNIOR AGVDO.: JOSE CARVALHO FERNANDES DE OLIVEIRA ADVOGADA: VERONICA FELIX CORDEIRO RELATOR: FREDERICO GUILHERME PIMENTEL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGVTE: JOSÉ PINTO GUIMARÃES AGVDO: JOSÉ CARVALHO FERNANDES DE OLIVEIRA RELATOR: DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL DECISÃO TRATA-SE DE AGRAVO DE INSTRUMENTO, COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA, INTERPOSTO POR JOSÉ PINTO GUIMARÃES, IRRESIGNADO COM A R. DECISÃO DE FLS. 37 (CÓPIA), PROFERIDA NOS AUTOS DA AÇÃO DE DESPEJO CUMULADA COM COBRANÇA EM QUE SÃO PARTES O AGRAVANTE E JOSÉ CARVALHO FERNANDES DE OLIVEIRA, NA QUAL O JUÍZO DE PISO ASSIM SE MANIFESTOU: "UMA VEZ QUE QUANTO AO PEDIDO DE DESPEJO, RECEBI O APELO SOMENTE EM SEU EFEITO DEVOLUTIVO (FLS.98) E TENDO EM TRANSCORRIDO O PRAZO DA ALÍNEA "A" DO 1º DP ARTIGO 63 DA LEI 8.245/91, EXPEÇA-SE MANDADO DE DESPEJO." EM SUAS RAZÕES, ALEGA O AGRAVANTE QUE DEVERIA HAVER SIDO RECEBIDO O APELO NO SEU EFEITO DEVOLUTIVO E SUSPENSIVO, EIS QUE EM SEU ENTENDER, A PRESENTE SITUAÇÃO NÃO SE ENQUADRA EM QUALQUER DAS HIPÓTESES PREVISTAS NO ARTIGO 520 DO CPC, AUTORIZADORAS DO RECEBIMENTO DA APELAÇÃO APENAS NO EFEITO DEVOLUTIVO. OCORRE QUE, DA LEITURA DOS AUTOS DEDUZ-SE QUE, ANTES DA PROLAÇÃO DA DECISÃO APONTADA PELO AGRAVANTE COMO SENDO O OBJETO DE SEU INCONFORMISMO (FLS 37 DOS AUTOS DO AGRAVO, 105 DOS AUTOS ORIGINAIS), HOUVE OUTRA DECISÃO PROLATADA PELO JUÍZO DE PISO, À QUAL O MESMO FAZ REFERÊNCIA (FLS 98 DO PROCESSO ORIGINAL), NA QUAL O MESMO RECEBEU A APELAÇÃO APENAS NO EFEITO DEVOLUTIVO. É, PORTANTO, RAZOÁVEL SUPOR (EMBORA NÃO SE SAIBA COM CERTEZA, VEZ QUE TAL DECISÃO NÃO SE ENCONTRA NOS AUTOS) QUE A REFERIDA DECISÃO É QUE CAUSOU O GRAVAME AO AGRAVANTE, E EM FACE DA MESMA DEVERIA HAVER MANEJADO O PRESENTE AGRAVO. NÃO FOSSE ISSO SUFICIENTE, HÁ AINDA O FATO DE QUE, MESMO QUE A INTENÇÃO DO AGRAVANTE TENHA SIDO EFETIVAMENTE RECORRE DA DECISÃO QUE CONSTA DOS AUTOS - FLS 37 (CÓPIA), 105 DOS AUTOS ORIGINAIS - DEIXOU DE JUNTAR AOS AUTOS DO AGRAVO A PROVA DA INTIMAÇÃO, EXIGÊNCIA LEGAL PARA O PROCESSAMENTO DESTA MODALIDADE RECURSAL, NOS TERMOS DO ARTIGO 525, INCISO I DO CPC, QUE TEM O SEGUINTE TEOR: "ART A PETIÇÃO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO SERÁ INSTRUÍDA: I - OBRIGATORIAMENTE, COM CÓPIAS DA DECISÃO AGRAVADA, DA CERTIDÃO DA RESPECTIVA INTIMAÇÃO E DAS PROCURAÇÕES OUTORGADAS AOS ADVOGADOS DO AGRAVANTE E DO AGRAVADO." DO EXAME DOS AUTOS, VERIFICA-SE QUE DEIXOU DE JUNTAR AOS AUTOS O AGRAVANTE CÓPIA DA CERTIDÃO DA INTIMAÇÃO ATRAVÉS DA QUAL FOI COMUNICADO DA DECISÃO QUE COMBATE. JUNTOU AOS AUTOS: A) CÓPIA DAS PROCURAÇÕES - FLS 07 E 29; B) CÓPIA DA DECISÃO QUE QUIS ATACAR - FLS 37 - E AINDA; C) CÓPIA DO MANDADO DE DESPEJO - FLS 36. ENTRETANTO, NÃO É ENCONTRÁVEL NOS AUTOS A CÓPIA DA CERTIDÃO DE INTIMAÇÃO DA DECISÃO RECORRIDA. 1DESTA FORMA, AUSENTE REQUISITO ESSENCIAL PARA O PROCESSAMENTO DO PRESENTE RECURSO NOS TERMOS DO QUE DISPÕEM O TEXTO EXPRESSO DA LEI PROCESSUAL, ENTENDO POR BEM, COM FUNDAMENTO NO ARTIGO 557 DO CPC, NEGAR SEGUIMENTO MONOCRATICAMENTE AO RECURSO: "ART O RELATOR NEGARÁ SEGUIMENTO A RECURSO MANIFESTAMENTE INADMISSÍVEL, IMPROCEDENTE, PREJUDICADO OU EM CONFRONTO COM SÚMULA OU COM JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO RESPECTIVO TRIBUNAL, DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, OU DE TRIBUNAL SUPERIOR." (REDAÇÃO DADA PELA LEI Nº 9.756, DE ) ISTO POSTO, TENDO EM VISTA AS RAZÕES ACIMA EXPOSTAS, NÃO CONHEÇO DO RECURSO NA FORMA DAS RAZÕES ACIMA DELINEADAS, EIS QUE AUSENTE REQUISITO ESSENCIAL PARA SEU CONHECIMENTO. INTIME-SE POR PUBLICAÇÃO DESTA NA ÍNTEGRA. VITÓRIA, 04 DE OUTUBRO DE DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL RELATOR 7 REMESSA EX-OFFICIO Nº REMTE.: JUIZ DE DIREITO DA 4ª VARA CÍVEL DE SÃO MATEUS PARTE: DARCILIA TOZE AGUIAR ADVOGADO: LUIZ CARLOS BARBOSA PARTE: ROSANE NASCIMENTO MARCOLINO ADVOGADO: LUIZ CARLOS BARBOSA PARTE: MARCOS AURELIO QUAGLIANE RIBEIRO ADVOGADO: LUIZ CARLOS BARBOSA PARTE: MUNICÍPIO DE SÃO MATEUS ADVOGADO: JAYME HENRIQUE RODRIGUES DOS SANTOS ADVOGADO: MARCO ANTONIO BRUNELI PESSOA ADVOGADO: RODRIGO DE SOUZA GRILLO RELATOR: FREDERICO GUILHERME PIMENTEL PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL REMESSA EX-OFFICIO Nº REMTE: JUIZ DE DIREITO DA 4ª VARA CÍVEL DE SÃO MATEUS RELATOR: DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL DECISÃO TRATA-SE DE REMESSA NECESSÁRIA DO PRESENTE MANDADO DE SEGURANÇA, IMPETRADO POR DARCÍLIA TOZE AGUIAR, ROSANE NASCIMENTO MARCOLINO E MARCOS AURÉLIO QUAGLIANE RIBEIRO EM FACE DE ATO APONTADO COMO COATOR PRATICADO PELO PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO MATEUS, SR. ÉDIO MIRANDA LISBOA FILHO, AO QUAL RESTOU DECIDIDO PELA CONCESSÃO EM PARTE DA SEGURANÇA PLEITEADA. EM SÍNTESE, ALEGAM OS IMPETRANTES QUE O DECRETO LEGISLATIVO Nº 020, DE 01/02/2002, SUPRIMIU AS VANTAGENS AGREGADAS ÀS SUAS REMUNERAÇÕES MENSAIS, VIOLANDO DIREITO LÍQUIDO E CERTO, POIS AS GRATIFICAÇÕES DE ESTABILIDADE FINANCEIRA, ASSIDUIDADE, ANUÊNIO E DESEMPENHO FUNCIONAL, JÁ FORAM DEVIDAMENTE INCORPORADAS AOS SEUS PATRIMÔNIOS. OCORRE QUE, CONFORME INFORMADO PELA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO MATEUS, O DECRETO LEGISLATIVO Nº 068/2007, PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL DO DIA 14/08/2007, ANULOU O DECRETO Nº 020/2002, SENÃO VEJAMOS: ART. 1º. - FICA ANULADO COM FUNDAMENTO NAS DECISÕES DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO E DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA O DECRETO Nº 020/2002, COM ESPEQUE NA SÚMULA 473 DO SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, RETROAGINDO-SE SEUS EFEITOS DESDE A SUA ORIGEM, HAJA VISTA A NULIDADE E A ILEGALIDADE FLAGRANTE DO MALFADADO DECRETO, POR MALFERIR OS PRINCÍPIOS DA AMPLA DEFESA E DO CONTRADITÓRIO DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE ART. 2º. ESTE DECRETO ENTRA EM VIGOR NA DATA DE SUA PUBLICAÇÃO, RETROAGINDO-SE SEUS EFEITOS A 31 DE JANEIRO DE 2002, REVOGANDO-SE AS DISPOSIÇÕES EM CONTRÁRIO, MORMENTE AO DECRETO 020/2002. DESSA MANEIRA, É DE SE CONSIDERAR PREJUDICADA A REMESSA, PELA PERDA SUPERVENIENTE DO OBJETO, TENDO EM VISTA A ANULAÇÃO DO DECRETO QUE ORIGINOU O ATO COATOR DO PRESENTE MANDAMUS. ANTE O EXPOSTO, JULGO PREJUDICADA A REMESSA, FACE A PERDA DO SEU OBJETO. PUBLIQUE-SE NA ÍNTEGRA. COMUNIQUE-SE AO JUIZ DA CAUSA. INTIME-SE POR PUBLICAÇÃO DESTA NA ÍNTEGRA, DEVENDO O DOUTO PROCURADOR DO MUNICÍPIO SER INTIMADO PESSOALMENTE. VITÓRIA, 21 DE SETEMBRO DE DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL RELATOR

10 12 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO 8 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGVTE.: MUNICÍPIO DE VITÓRIA ADVOGADA: PATRICIA M GAZOLA AGVDO.: MIRIAN LOYOLA MUQUI RELATOR: FREDERICO GUILHERME PIMENTEL RELATOR: FREDERICO GUILHERME PIMENTEL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGVTE: MUNICÍPIO DE VITÓRIA AGVDO:MIRIAN LOYOLA MUQUI RELATOR: DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL DECISÃO TRATA-SE DE AGRAVO DE INSTRUMENTO, COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA, INTERPOSTO POR MUNICÍPIO DE VITÓRIA, IRRESIGNADO COM A R. DECISÃO DE FL. 26/28 DOS AUTOS (CÓPIA), PROFERIDA EM MANDADO DE SEGURANÇA MANEJADO POR MIRIAN LOYOLA MUQUI NA QUAL O MAGISTRADO DE PISO CONCEDEU LIMINAR GARANTINDO O FORNECIMENTO DO MEDICAMENTO RITUXIMAB 630 MG, NA DOSAGEM 04 AMPOLAS DE 500 MG E 04 AMPOS DE 100 MG. EM SUAS RAZÕES RECURSAIS, ALEGOU O AGRAVANTE QUE HÁ NO PROCESSO DE PISO UMA SÉRIE DE EQUÍVOCOS, QUE VÃO ABAIXO LISTADOS, MERECENDO CADA UM DELES AS DEVIDAS CONSIDERAÇÕES. EM PRIMEIRO LUGAR É ALEGADO QUE OCORREU NO PRESENTE CASO IMPOSIÇÃO DE OBRIGAÇÃO AO MUNICÍPIO DE VITÓRIA EM RELAÇÃO A MORADORA DO MUNICÍPIO DE ANCHIETA, O QUE SERIA INDEVIDO. OCORRE QUE DA LEITURA ATENTA DOS AUTOS, NÃO FICA DEMONSTRADA A EXISTÊNCIA DE QUALQUER PROVA QUE DEMONSTRE DE FORMA IRREFUTÁVEL TAL FATO, QUE RESTOU APENAS ALEGADO, MAS NÃO PROVADO. ÀS FLS 38 DOS AUTOS, HÁ A AFIRMAÇÃO POR PARTE DO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE DE VITÓRIA, EM PAPEL TIMBRADO DO REFERIDO ÓRGÃO MUNICIPAL DE QUE "...A IMPETRANTE É MORADORA DO MUNICÍPIO DE ANCHIETA E REALIZA TRATAMENTO NO HUCAM EM VITÓRIA, CONFORME INFORMAÇÃO DE SUA FILHA MIRTES PELO TELEFONE." ÀS FLS 41 DOS AUTOS, A MESMA AFIRMAÇÃO É REPETIDA, DESTA VEZ NAS INFORMAÇÕES PRESTADAS PELO SERVIDOR ASSISTIDO POR PROCURADORA MUNICIPAL. DESTA FORMA, HÁ DE SER AFASTADA TAL LINHA DE ARGUMENTAÇÃO, POIS É CEDIÇO QUE COMPETE A QUEM ALEGA UM FATO DEMONSTRAR SUA VERACIDADE, SITUAÇÃO QUE GANHA CONTORNOS AINDA MAIS IMPORTANTES E MAIOR DESTAQUE EM SE TRATANDO DE PROCEDIMENTO QUE INADMITE DILAÇÃO PROBATÓRIA E QUE EXIGE PORTANTO QUE AS PROVAS DAS ALEGAÇÕES VENHAM AOS AUTOS JUNTAMENTE COM AS MANIFESTAÇÕES DAS PARTES. PROSSEGUE O RECURSO COM A AFIRMAÇÃO DE SER INDEVIDA A UTILIZAÇÃO DE VIA MANDAMENTAL PARA DISCUSSÃO DE ASSUNTO QUE DEMANDA NECESSÁRIA DILAÇÃO PROBATÓRIA, TANTO NO QUE TANGE AO DOMICÍLIO DA IMPETRANTE, ORA AGRAVADA, QUANTO À DEMONSTRAÇÃO DE REAL NECESSIDADE DE FORNECIMENTO DO MEDICAMENTO INDICADO ACIMA, ALEGAÇÃO ESTA QUE TAMBÉM DEVE SER AFASTADA, POSTO QUE A QUESTÃO REFERENTE AO DOMICÍLIO É DE FACÍLIMA DEMONSTRAÇÃO DOCUMENTAL - BASTANDO PARA TANTO ATUAÇÃO DILIGENTE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - SENDO QUE NO QUE TANGE À NECESSIDADE DE FORNECIMENTO DO MEDICAMENTO, BASTA A AFIRMAÇÃO FIRMADA PELO MÉDICO QUE ACOMPANHA O CASO CLÍNICO PARA QUE TAL SITUAÇÃO FIQUE DOCUMENTALMENTE DEMONSTRADA, SENDO INADMISSÍVEL CRER QUE, EM SITUAÇÃO DE TAMANHA GRAVIDADE, UM MÉDICO EXPEDIRIA DECLARAÇÃO EM TAL SENTIDO DE FORMA LEVIANA E SEM CORRESPONDÊNCIA COM A REALIDADE, SUJEITANDO-SE, EM CASO DE DEMONSTRAÇÃO DA FALSIDADE ATRAVÉS DAS VIAS JUDICIAIS COMPETENTES, A RESPONDER A PROCESSO CRIMINAL. DANDO PROSSEGUIMENTO AO RECURSO, FOI ALEGADA UMA PRETENSA INÉPCIA DA INICIAL, POR INCOMPETÊNCIA DA FAZENDA PÚBLICA MUNICIPAL EM DECORRÊNCIA DE UM SUPOSTO LITISCONSÓRCIO ATIVO NECESSÁRIO ENTRE O ESTADO, A UNIÃO E O MUNICÍPIO. DA LEITURA DO ARTIGO 295 DO CPC, VERIFICA-SE QUE A PETIÇÃO INICIAL DEVERÁ SER INDEFERIDA, ENTRE OUTROS MOTIVOS, QUANDO FOR CONSIDERADA INEPTA, SENDO QUE O PARÁGRAFO ÚNICO DO MENCIONADO ARTIGO LISTA AS HIPÓTESES EM QUE DEVE SER CONSIDERADA INEPTA A INICIAL, NÃO SE ENCONTRANDO PREVISTO ENTRE TAIS HIPÓTESES A INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO; HOUVESSE NO CASO CONCRETO A INCOMPETÊNCIA E SERIA CASO DE, EM SE RECONHECENDO TAL SITUAÇÃO, REMETER-SE AO JUÍZO COMPETENTE, MAS JAMAIS DE EXTINGUIR O FEITO PELA RAZÃO APONTADA. NO MESMO SENTIDO NO QUE SE REFERE À SOLIDARIEDADE ENTRE OS ENTES FEDERADOS, POIS O CASO PRESENTE É DE COMPETÊNCIA CONSTITUCIONAL COMUM DOS REFERIDOS ENTES, COM FUNDAMENTO NO ARTIGO 196 DA CARTA POLÍTICA, QUE ESTIPULA SER A SAÚDE DIREITO DE TODOS E DEVER DO ESTADO. A ESTE RESPEITO, É INTERESSANTE TRANSCREVER MANIFESTAÇÕES DA SUPREMA CORTE SOBRE O ASSUNTO EM TELA: "O DIREITO PÚBLICO SUBJETIVO À SAÚDE REPRESENTA PRERROGATIVA JURÍDICA INDISPONÍVEL ASSEGURADA À GENERALIDADE DAS PESSOAS PELA PRÓPRIA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA. TRADUZ BEM JURÍDICO CONSTITUCIONALMENTE TUTELADO, POR CUJA INTEGRIDADE DEVE VELAR, DE MANEIRA RESPONSÁVEL, O PODER PÚBLICO, A QUEM INCUMBE FORMULAR E IMPLEMENTAR POLÍTICAS SOCIAIS E ECONÔMICAS IDÔNEAS QUE VISEM A GARANTIR, AOS CIDADÃOS, INCLUSIVE ÀQUELES PORTADORES DO VÍRUS HIV, O ACESSO UNIVERSAL E IGUALITÁRIO À ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA E MÉDICO-HOSPITALAR. O DIREITO À SAÚDE ALÉM DE QUALIFICAR-SE COMO DIREITO FUNDAMENTAL QUE ASSISTE A TODAS AS PESSOAS REPRESENTA CONSEQÜÊNCIA CONSTITUCIONAL INDISSOCIÁVEL DO DIREITO À VIDA. O PODER PÚBLICO, QUALQUER QUE SEJA A ESFERA INSTITUCIONAL DE SUA ATUAÇÃO NO PLANO DA ORGANIZAÇÃO FEDERATIVA BRASILEIRA, NÃO PODE MOSTRAR-SE INDIFERENTE AO PROBLEMA DA SAÚDE DA POPULAÇÃO, SOB PENA DE INCIDIR, AINDA QUE POR CENSURÁVEL OMISSÃO, EM GRAVE COMPORTAMENTO INCONSTITUCIONAL. A INTERPRETAÇÃO DA NORMA PROGRAMÁTICA NÃO PODE TRANSFORMÁ-LA EM PROMESSA CONSTITUCIONAL INCONSEQÜENTE. O CARÁTER PROGRAMÁTICO DA REGRA INSCRITA NO ART.196 DA CARTA POLÍTICA QUE TEM POR DESTINATÁRIOS TODOS OS ENTES POLÍTICOS QUE COMPÕEM, NO PLANO INSTITUCIONAL, A ORGANIZAÇÃO FEDERATIVA DO ESTADO BRASILEIRO NÃO PODE CONVERTER-SE EM PROMESSA CONSTITUCIONAL INCONSEQÜENTE, SOB PENA DE O PODER PÚBLICO, FRAUDANDO JUSTAS EXPECTATIVAS NELE DEPOSITADAS PELA COLETIVIDADE, SUBSTITUIR, DE MANEIRA ILEGÍTIMA, O CUMPRIMENTO DE SEU IMPOSTERGÁVEL DEVER, POR UM GESTO IRRESPONSÁVEL DE INFIDELIDADE GOVERNAMENTAL AO QUE DETERMINA A PRÓPRIA LEI FUNDAMENTAL DO ESTADO. (...) O RECONHECIMENTO JUDICIAL DA VALIDADE JURÍDICA DE PROGRAMAS DE DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DE MEDICAMENTOS A PESSOAS CARENTES, INCLUSIVE ÀQUELAS PORTADORAS DO VÍRUS HIV/AIDS, DÁ EFETIVIDADE A PRECEITOS FUNDAMENTAIS DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA - ART. 5º, CAPUT E 196 -ÜŸ E REPRESENTA, NA CONCREÇÃO DO SEU ALCANCE, UM GESTO REVERENTE E SOLIDÁRIO DE APREÇO À VIDA E À SAÚDE DAS PESSOAS, ESPECIALMENTE DAQUELAS QUE NADA TÊM E NADA POSSUEM, A NÃO SER A CONSCIÊNCIA DE SUA PRÓPRIA HUMANIDADE E DE SUA ESSENCIAL DIGNIDADE. PRECEDENTES DO STF." (RÉ AGR, REL. MIN. CELSO DE MELLO, JULGAMENTO EM , DJ DE ). NO MESMO SENTIDO: RÉ AGR, REL. MIN. CELSO DE MELLO, JULGAMENTO EM , DJ DE "ACÓRDÃO RECORRIDO QUE PERMITIU A INTERNAÇÃO HOSPITALAR NA MODALIDADE DIFERENÇA DE CLASSE, EM RAZÃO DAS CONDIÇÕES PESSOAIS DO DOENTE, QUE NECESSITAVA DE QUARTO PRIVATIVO. PAGAMENTO POR ELE DA DIFERENÇA DE CUSTO DOS SERVIÇOS. RESOLUÇÃO N. 283/91 DO EXTINTO INAMPS. O ART.196 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL ESTABELECE COMO DEVER DO ESTADO A PRESTAÇÃO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE E GARANTE O ACESSO UNIVERSAL E IGUALITÁRIO DO CIDADÃO AOS SERVIÇOS E AÇÕES PARA SUA PROMOÇÃO, PROTEÇÃO E RECUPERAÇÃO. O DIREITO À SAÚDE, COMO ESTÁ ASSEGURADO NA CARTA, NÃO DEVE SOFRER EMBARAÇOS IMPOSTOS POR AUTORIDADES ADMINISTRATIVAS, NO SENTIDO DE REDUZI-LO OU DE DIFICULTAR O ACESSO A ELE. O ACÓRDÃO RECORRIDO, AO AFASTAR A LIMITAÇÃO DA CITADA RESOLUÇÃO N. 283/91 DO INAMPS, QUE VEDA A COMPLEMENTARIEDADE A QUALQUER TÍTULO, ATENTOU PARA O OBJETIVO MAIOR DO PRÓPRIO ESTADO, OU SEJA, O DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE." (RÉ , REL. MIN. ILMAR GALVÃO, JULGAMENTO EM

11 13 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO , DJ DE ). NO MESMO SENTIDO: RÉ , REL. MIN. MOREIRA ALVES, JULGAMENTO EM , DJ.DE "FORNECIMENTO DE MEDICAMENTOS A PACIENTE HIPOSSUFICIENTE. OBRIGAÇÃO DO ESTADO. PACIENTE CARENTE DE RECURSOS INDISPENSÁVEIS À AQUISIÇÃO DOS MEDICAMENTOS DE QUE NECESSITA. OBRIGAÇÃO DO ESTADO EM FORNECÊ-LOS. PRECEDENTES." (AI AGR, REL. MIN. EROS GRAU, JULGAMENTO EM , DJ DE ). NO MESMO SENTIDO: AI AGR, REL. MIN. EROS GRAU, JULGAMENTO EM , DJ DE AS MANIFESTAÇÕES ACIMA ESPANCAM QUALQUER DÚVIDA QUANTO À COMPETÊNCIA DO ESTADO - EXPRESSÃO EMPREGADA A ESTA ALTURA EM SEU SENTIDO MAIS AMPLO, ABARCANDO TODAS AS ESFERAS EM QUE SE ENCONTRA INSTITUÍDO O PODER ESTATAL NUMA FEDERAÇÃO (UNIÃO, ESTADOS, D.FEDERAL E MUNICÍPIOS) - DE PROVER AS NECESSIDADES DOS CIDADÃOS NA ÁREA DE SAÚDE, NÃO CABENDO, DESTA FORMA, QUALQUER TIPO DE DISCUSSÃO PAUTADA EM UMA SUPOSTA NÃO RESPONSABILIDADE POR PARTE: DO MUNICÍPIO DE VITÓRIA. DECORRE DOS ARGUMENTOS ANTERIORMENTE EXPENDIDOS QUE NÃO CABEM AS ALEGAÇÕES ESGRIMIDAS NO RECURSO DE UTILIZAÇÃO DO MANDADO DE SEGURANÇA COM FINALIDADE CONDENATÓRIA, EIS QUE O QUE BUSCOU - E EFETIVAMENTE OBTEVE A PARTE: - NÃO FOI PRIMORDIALMENTE A CONDENAÇÃO DA AGRAVANTE À PRÁTICA DE UM ATO, MAS O RECONHECIMENTO DE DIREITO LÍQUIDO E CERTO, ESTAMPADO DE FORMA LITERAL NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. SE DO RECONHECIMENTO DE TAL DIREITO DECORREU A OBRIGAÇÃO DO ESTADO PRATICAR UM ATO, ISTO EM NADA PREJUDICA A VALIDADE DO MANDADO DE SEGURANÇA, COMO DEMONSTRA A DOUTRINA: "PARTINDO DE DECISÃO UNÂNIME DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, PROLATADA EM SESSÃO PLENÁRIA QUE AFIRMOU "'NÃO CABE MANDADO DE SEGURANÇA, CUJO PEDIDO SEJA MERAMENTE DECLARATÓRIO"' (RF 106/64), VICTOR NUNES LEAL CONCLUIU QUE COMO COROLÁRIO SE HÁ DE ENTENDER QUE A DECISÃO PLEITEADA NO MANDADO DE SEGURANÇA DEVE SER SEMPRE CONDENATÓRIA OU CONSTITUTIVA. EM SUA TESE DE CONCURSO (...) BUENO VIDIGAL CONCLUI QUE A SENTENÇA CONCESSIVA DO MANDADO DE SEGURANÇA PODE SER "MERAMENTE DECLARATÓRIA, CONSTITUTIVA OU CONDENATÓRIA". (COMENTÁRIOS À LEI DE MANDADO DE SEGURANÇA - 3ª EDIÇÃO - J.CRETELLA JUNIOR - ED. FORENSE - PAG. 245) FINALMENTE, HÁ DE SER REPUDIADO O ÚLTIMO DOS PRINCIPAIS ARGUMENTOS EXPOSTOS NO AGRAVO DE INSTRUMENTO, QUAL SEJA, DESRESPEITO AO PRINCÍPIO DA ISONOMIA EM FACE DAQUELOUTROS QUE ESTEJAM AGUARDANDO RECURSOS FINANCEIROS PARA ATENDIMENTO DE SUAS NECESSIDADES, POSTO QUE TAL SITUAÇÃO DEMANDA A DEMONSTRAÇÃO DA EXISTÊNCIA DE OUTRA PESSOA EM IGUAL SITUAÇÃO E QUE NÃO TENHA SIDO ATENDIDA EM SUAS NECESSIDADES. ALIÁS, NÃO CUSTA MENCIONAR: QUALQUER OUTRA PESSOA QUE EVENTUALMENTE ENCONTRE-SE EM SITUAÇÃO ANÁLOGA À PRESENTE TEM O DIREITO DE BUSCAR A TUTELA JURISDICIONAL PARA, SENDO RECONHECIDA TAL SITUAÇÃO, VER ATENDIDA SUA NECESSIDADE, E DEMONSTRANDO A GRAVIDADE DA SITUAÇÃO - COMO LOGROU FAZER A AGRAVADA NO PRESENTE CASO - VERÁ, SEM SOMBRA DE DÚVIDA, ATENDIDO SEU PLEITO. DESTA FORMA, RECEBERÁ DO ESTADO UM TRATAMENTO ISONÔMICO QUANDO COMPARADO AO QUE SE PRESTA À AGRAVADA, RAZÃO PELA QUAL DEVE SER AFASTADA A ALEGAÇÃO DE SE ESTAR BENEFICIANDO UMA PESSOA EM DETRIMENTO DE OUTRAS QUE SE ENCONTREM EM IGUAL SITUAÇÃO, AINDA MAIS QUANDO SE VERFICA QUE, INEXISTINDO COMPROVAÇÃO DE TAL FATO - DESRESPEITO À REGRA DE TRATAMENTO ISONÔMICO - MAS MERA ALEGAÇÃO DE SITUAÇÃO HIPOTÉTICA, NÃO HÁ QUE SE FALAR EM TRATAMENTO DESIGUAL, NÃO SENDO, ADEMAIS, INÚTIL, LEMBRAR AS PALAVRAS DE RUI BARBOSA NA CÉLEBRE "ORAÇÃO AOS MOÇOS", EM QUE O ÍMPAR PERSONAGEM DE NOSSA HISTÓRIA PONTIFICOU QUE "...A REGRA DA IGUALDADE NÃO CONSISTE SENÃO EM QUINHOAR DESIGUALMENTE AOS DESIGUAIS, NA MEDIDA EM QUE SE DESIGUALAM. NESTA DESIGUALDADE SOCIAL, PROPORCIONADA À DESIGUALDADE NATURAL, É QUE SE ACHA A VERDADEIRA LEI DA IGUALDADE. O MAIS SÃO DESVARIOS DA INVEJA, DO ORGULHO, OU DA LOUCURA. TRATAR COM DESIGUALDADE A IGUAIS, OU A DESIGUAIS COM IGUALDADE, SERIA DESIGUALDADE FLAGRANTE, E NÃO IGUALDADE REAL..." DONDE SE PODE CONCLUIR QUE PELA SITUAÇÃO PECULIAR EM QUE SE ENCONTRA A AGRAVADA, MERECE, SEM DÚVIDAS, UM TRATAMENTO DIFERENCIADO - QUE CERTAMENTE DEVE SER TAMBÉM GARANTIDO A QUALQUER UM QUE PORVENTURA DEMONSTRE ESTAR EM SITUAÇÃO IDÊNTICA, OU QUE COM A MESMA GUARDA SEMELHANÇA. DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS PELO JUÍZO DE PISO, RESSALTA A INFORMAÇÃO DE QUE O MESMO DECIDIU-SE POR DEFERIR A LIMINAR RECONHECENDO A PRIMAZIA DO DIREITO À VIDA - E DE UM DE SEUS COROLÁRIOS LÓGICOS, O DIREITO À SAÚDE - EM FACE DE QUAISQUER OUTRAS CONSIDERAÇÕES, ACOLHENDO PORTANTO A TESE DA OBRIGAÇÃO DO ESTADO EM FORNECER REMÉDIOS NECESSÁRIOS PARA O TRATAMENTO MÉDICO DE PESSOAS QUE NÃO POSSUAM CONDIÇÕES FINANCEIRAS PARA TANTO, COMO NO CASO EM ANÁLISE, PROCEDIMENTO QUE NÃO MERECE QUALQUER CENSURA, MAS AO REVÉS, É DIGNA DE LOUVOR E MERECEDORA DE TODOS OS ELOGIOS, POR RECONHECER SER O DIREITO À VIDA - E MAIS IMPORTANTE, O DIREITO À UMA VIDA DIGNA - SE NÃO ABSOLUTO - EIS QUE NECESSÁRIO LEMBRAR QUE NÃO HÁ DIREITOS FUNDAMENTAIS ABSOLUTOS - É DAQUELES MAIS DIFÍCEIS DE RELATIVIZAR, SÓ MERECENDO SER OBJETO DE TAL MEDIDA EM SITUAÇÕES PECULIARES E ESPECIALÍSSIMAS AUSENTES NO PRESENTE CASO. FEITAS TAIS CONSIDERAÇÕES, É IMPORTANTE LEMBRAR QUE A JURISPRUDÊNCIA ACOLHE A TESE DE QUE A AVALIAÇÃO LIMINAR EM SEDE DE PRIMEIRO GRAU DE JURISDIÇÃO APENAS DEVE SER REFORMADA QUANDO CONSTATADO ALGUMA GRAVE IRREGULARIDADE NA DECISÃO PROLATADA, SENDO QUE NO PRESENTE CASO A DECISÃO OBJURGADA NÃO SE MOSTRA ILEGAL, ABUSIVA, TERATOLÓGICA, OU PORTADORA DE QUALQUER PATOLOGIA QUE JUSTIFIQUE SUA MODIFICAÇÃO; EM SENTIDO CONTRÁRIO, DEMONSTRA-SE AMPARADA PELO PODER GERAL DE CAUTELA CONFERIDO AOS MAGISTRADOS QUANDO DA APRECIAÇÃO DE LIMINARES EM MANDADO DE SEGURANÇA, O QUE AFASTA A POSSIBILIDADE OU NECESSIDADE DE REVISÃO, COMO DEMONSTRAM AS JURISPRUDÊNCIAS ABAIXO: À PARLA DE LIMINAR, O CONVENCIMENTO DO JUIZ NATURAL SOMENTE DEVE SER SUBSTITUÍDO NA INSTÂNCIA RECURSAL QUANDO A DECISÃO REVELAR A ILEGALIDADE OU ABUSIVIDADE, UMA VEZ QUE O SEU CONTEÚDO, COM O SINETE DA PROVISORIEDADE, ESTÁ ADSTRITO A REQUISITOS ESSENCIAIS, CONEXOS OU ADITIVOS E NÃO ALTERNATIVOS (ART. 7º, II, LEI 1533/51). (RMS / SP - DJ PRIMEIRA TURMA - REL. MIN.L MILTON LUIZ PEREIRA) A CONCESSÃO OU DENEGAÇÃO DE LIMINAR, INSERE-SE NO PODER GERAL DO JUIZ. INEXISTINDO VÍCIOS, ILEGALIDADE OU ABUSO DE PODER, NEM DEMONSTRADAS CIRCUNSTÂNCIAS EXCEPCIONAIS QUE FAVORECERIAM O IMEDIATO PROVIMENTO JUDICIAL, A PRETENSÃO DE OBTER LIMINAR COM RECURSO ORDINÁRIO, VIA OBLÍQUA, SUBSTITUINDO ATIVIDADE DO JUIZ NATURAL, NÃO MERECE ACOLHIMENTO. (AGRG NA MC 3950 / SP - DJ PRIMEIRA TURMA - REL. MIN. MILTON LUIZ PEREIRA) DESTA FORMA, FICA CLARO NÃO MERECER QUALQUER REPARO A DECISÃO ATACADA, EIS QUE, ALÉM DAS CONSIDERAÇÕES EFETUADAS ATÉ ENTÃO, HÁ QUE SE ACRESCER QUE A DECISÃO DE PISO ESTÁ EM CONSONÂNCIA COM A JURISPRUDÊNCIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL TRANSCRITA - MERECENDO AINDA MENÇÃO E DESTAQUE O RE-AGR ORIGINÁRIO DA MESMA CORTE, QUE TRATA ESPECIFICAMENTE DE SITUAÇÃO ANÁLOGA À PRESENTE E OBRIGOU O MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE (RS) A FORNECER REMÉDIOS A PESSOA ECONOMICAMENTE HIPOSSUFICIENTE - RAZÃO PELA QUAL CONCLUO QUE A PRESENTE SITUAÇÃO SE AMOLDA AO DISPOSTO NO ART. 557, CAPUT, DO CPC, DISPOSITIVO ESTE QUE DECLARA SER POSSÍVEL AO RELATOR NEGAR SEGUIMENTO (RECTIUS PROVIMENTO) MONOCRATICAMENTE AO RECURSO NA SITUAÇÕES QUE O MESMO DESCREVE. "ART O RELATOR NEGARÁ SEGUIMENTO A RECURSO MANIFESTAMENTE INADMISSÍVEL, IMPROCEDENTE, PREJUDICADO OU EM CONFRONTO COM SÚMULA OU COM JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO RESPECTIVO TRIBUNAL, DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, OU DE TRIBUNAL SUPERIOR." (REDAÇÃO DADA PELA LEI

12 14 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO Nº 9.756, DE ) DIANTE DO EXPOSTO CONHEÇO DO RECURSO MAS LHE NEGO PROVIMENTO MONOCRATICAMENTE, COM FUNDAMENTO NO SUPRA TRANSCRITO DISPOSITIVO DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. INTIMEM-SE. COMUNIQUE-SE. PUBLIQUE-SE NA ÍNTEGRA. VITÓRIA, 18 DE SETEMBRO DE DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL RELATOR 9 AGRAVO INOMINADO EMB DECLARAÇÃO AGV INSTRUMENTO Nº AGVTE.: MUNICÍPIO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM ADVOGADO: CLEMILDO CORRÊA ADVOGADO: CRISTIANO TESSINARI MODESTO ADVOGADO: CRISTINA DE OLIVEIRA ADVOGADO: EDSON DA SILVA JANOARIO ADVOGADO: JOSE ALEXANDRE CHEIM SADER ADVOGADA: KARLA DENISE HORA FIORIO ADVOGADO: LUIZ C S JUNIOR ADVOGADO: MARCO AURELIO COELHO ADVOGADO: MARTA SAVIATTO ADVOGADO: RICARDO CLAUDINO PESSANHA AGVDO.: FELICIA RIBEIRO DOS SANTOS PRATES ADVOGADO: ARY JOSE GOUVEA DERCY, DEF. PÚBLICO RELATOR: FREDERICO GUILHERME PIMENTEL AGRAVO INOMINADO NO AG INSTRUMENTO Nº AGVTE: MUNICÍPIO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM-ES AGVDA: FELÍCIA RIBEIRO DOS SANTOS PRATES RELATOR: DES. SUBST. DAIR JOSÉ BREGUNCE DE OLIVEIRA DECISÃO TRATA-SE DE AGRAVO INOMINADO INTERPOSTO PELO MUNICÍPIO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM-ES, UMA VEZ QUE IRRESIGNADO COM A R. DECISÃO MONOCRÁTICA PROFERIDA NO AGRAVO DE INSTRUMENTO INTERPOSTO EM FACE DE FELÍCIA RIBEIRO DOS SANTOS PRATES (FLS. 25/27 - AUTOS EM APENSO), A QUAL CONVERTEU O AGRAVO DE INSTRUMENTO EM AGRAVO RETIDO. ESCLARECE, INICIALMENTE, QUE O AGRAVO DE INSTRUMENTO VISAVA A ANÁLISE DA DECISÃO QUE INDEFERIU A DEDUÇÃO DO SEU INTERESSE JURÍDICO NA LIDE ORIGINÁRIA (AÇÃO DE USUCAPIÃO), PARA, AO DEPOIS, JUSTIFICAR O PERIGO DE LESÃO GRAVE E DE INCERTA REPARAÇÃO NO FATO DA AQUISIÇÃO DA PROPRIEDADE VIA USUCAPIÃO INVIABILIZAR O PAGAMENTO, PELO ADQUIRENTE, DAS DÍVIDAS FISCAIS EXISTENTES (IPTU), E NO FERIMENTO DO PRINCÍPIO DA ECONOMIA PROCESSUAL. NO ENTANTO, EM QUE PESE OS ARGUMENTOS SUSTENTADOS PELO AGRAVANTE, O CERTO É QUE A DECISÃO RECORRIDA ENCONTRA-SE SUBSUMIDA DENTRE AQUELAS QUE SOMENTE COMPORTAM REFORMA NO MOMENTO DO JULGAMENTO DO AGRAVO (ART. 527, PARÁGRAFO ÚNICO, DO CPC), NÃO SENDO CASO, POR ORA, DE RECONSIDERAÇÃO DA DECISÃO, QUE DEVE SER MANTIDA PELOS SEUS PRÓPRIOS FUNDAMENTOS, EM ESPECIAL AQUELE CONSISTENTE NA POSSIBILIDADE DA MUNICIPALIDADE RECEBER SEUS CRÉDITOS POR MEIOS PRÓPRIOS DE COBRANÇA (AÇÃO EXECUTIVA). VEJA-SE: SENDO IRRECORRÍVEL, POR DISPOSIÇÃO EXPRESSA DE LEI, A DECISÃO QUE DETERMINA A CONVERSÃO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO EM AGRAVO RETIDO, ELA SOMENTE É IMPUGNÁVEL PELA VIA DO REMÉDIO HERÓICO. (RMS / MT - DJ TERCEIRA TURMA - REL. MINISTRA NANCY ANDRIGHI) DIANTE DE TAIS CONSIDERAÇÕES, CONSTATADA A IRRECORRIBILIDADE DA DECISÃO OBJURGADA, E NEM SENDO CASO DE RECONSIDERAÇÃO, PROFIRO JUÍZO NEGATIVO DE ADMISSIBILIDADE E, EM CONSEQÜÊNCIA, NEGO SEGUIMENTO AO PRESENTE RECURSO. I-SE, INCLUSIVE O DOUTO PROCURADOR DO MUNICÍPIO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM/ES, ESTE ÚLTIMO PESSOALMENTE. COMUNIQUE-SE. PUBLIQUE-SE NA ÍNTEGRA. VITÓRIA, 02 DE AGOSTO DE DES. SUBST. DAIR JOSÉ BREGUNCE DE OLIVEIRA RELATOR 10 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGVTE.: MARILENE DE SOUZA PIFFER ADVOGADO: PIRRO CAMPOS BRANDAO ADVOGADA: VERONICA FELIX CORDEIRO AGVTE.: ELIAS JOSE PIFFER ADVOGADO: PIRRO CAMPOS BRANDAO ADVOGADA: VERONICA FELIX CORDEIRO AGVDO.: CONDOMINIO DO EDIFICIO PIFFER ADVOGADO: AYLTON PAULO DALMASO ADVOGADO: BRENO PAVAN FERREIRA RELATOR: FREDERICO GUILHERME PIMENTEL PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGTE: MARILENE DE SOUZA PIFFER E OUTROS AGDO: CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO PIFFER RELATOR: DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL. DECISÃO TRATA-SE DE AGRAVO DE INSTRUMENTO INTERPOSTO POR MARILENE DE SOUZA PIFFER E OUTROS CONTRA DECISÃO INTERLOCUTÓRIA DE FLS. 27/28 (CÓPIA), DA LAVRA DO JUÍZO DA 6ª VARA CÍVEL DE VITÓRIA/ES, EXARADA NOS AUTOS DE AÇÃO DE REINTEGRAÇÃO DE POSSE, QUE DEFERIU O PEDIDO DE LIMINAR NO SENTIDO DE POSSIBILITAR AOS CONDÔMINOS DO EDIFÍCIO PIFFER ACESSO AO TERRAÇO, ONDE SE ENCONTRAM O REGISTRO E A CAIXA D'AGUA. OS RECORRENTES SUSTENTAM, EM SEDE DE PRELIMINAR, QUE O CONDOMÍNIO AGRAVADO NÃO DETÉM LEGITIMIDADE PARA PROPOR A DEMANDA ORIGINÁRIA, UMA VEZ QUE O SR. CUSTÓDIO DE ALMEIDA JÚNIOR FOI ELEITO SÍNDICO SEM A OBSERVÂNCIA DAS FORMALIDADES LEGAIS. AFIRMAM, AINDA, QUE A DECISÃO IMPUGNADA É NULA, TENDO EM VISTA QUE NÃO FORAM INTIMADOS PARA A AUDIÊNCIA DE JUSTIFICAÇÃO. AO FINAL, PLEITEIAM A CONCESSÃO DE EFEITO SUSPENSIVO AO PRESENTE RECURSO, CONFORME PREVISÃO LEGAL ESTATUÍDA NOS ART. 527, III C/C 558, DO CPC. É A SÍNTESE DOS FATOS. PASSO A DECIDIR. PRECIPUAMENTE, É DE SE DESTACAR QUE NÃO HÁ QUALQUER NULIDADE NA DECISÃO AGRAVADA EM RELAÇÃO À AUSÊNCIA DE INTIMAÇÃO DOS AGRAVANTES PARA AUDIÊNCIA DE JUSTIFICAÇÃO, UMA VEZ QUE É LÍCITO AO JUIZ PROFERIR DECISÃO SEM A OITIVA DA PARTE CONTRÁRIA, NOS EXATOS TERMOS DO ART. 928, PRIMEIRA PARTE, DO CPC. RESSALTO, AINDA, QUE NÃO SE CONHECE DA PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE ATIVA, SOB PENA DE SUPRESSÃO DE GRAU DE JURISDIÇÃO, POIS TAL MATÉRIA NÃO FOI ENFRENTADA NA DECISÃO AGRAVADA. NESSE SENTIDO, MANIFESTOU-SE ESTA EGRÉGIA 1ª CÂMARA CÍVEL NOS AUTOS DO AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº , DA LAVRA DO EMINENTE DESEMBARGADOR CARLOS HENRIQUE RIOS DO AMARAL, DJ 18/09/2007, CUJA A EMENTA TRANSCREVO: EMENTA: PROCESSO CIVIL - ADMINISTRATIVO - REINCORPORAÇÃO DE VALORES JUNTO A PROVENTOS DE INATIVO - GRATIFICAÇÃO DE ADICIONAL E INCORPORAÇÃO DE ASSIDUIDADE - (...) - PRELIMINAR DE INÉPCIA DA INICIAL: NÃO CONHECIDA. - (...) - PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA DA AUTORIDADE IMPETRADA: ACOLHIDA. (...) 2. NO QUE PERTINE À INÉPCIA DA INICIAL, VERIFICO QUE NÃO DEVE SER CONHECIDA, EM FACE DA AUSÊNCIA DE PROVIMENTO JURISDICIONAL EXARADO EM PRIMEIRO GRAU DE JURISDIÇÃO ACERCA DA QUESTÃO PREAMBULAR REFERENCIADA, SOB PENA DE OCORRER SUPRESSÃO DE INSTÂNCIA; (...) NO MÉRITO, A DECISÃO DE PISO NÃO MERECE RETOQUES, PELO MENOS NESTE MOMENTO PROCESSUAL. AO APRECIAR O PEDIDO LIMINAR, O JUIZ DE PISO ASSEVEROU QUE: " (...) A POSSE É RELAÇÃO DE FATO COM A COISA. NO CASO EM EXAME, A DEMANDA POSSESSÓRIA É RELATIVA AO ESBULHO POSSESSÓRIO DE UM TERRAÇO COM CAIXA D'ÁGUA DE UM EDIFÍCIO RESIDENCIAL DE SEIS ANDARES. EM RAZÃO DESSE ESBULHO, ESTÁ OCORRENDO VAZAMENTO DE ÁGUA E ENCARECENDO, POR DEMASIADO, AS CONTAS DOS CONDÔMINOS. O AUTOR COMPROVOU QUE DETINHA A POSSE DO TERRAÇO; PROVOU O ESBULHO DOS REQUERIDOS ATRAVÉS DE FOTOGRAFIAS; A DATA DO ESBULHO CORROBORA A TESE DOS REQUERIDOS DE QUE SE TRATA DE AÇÃO DE FORÇA NOVA COM ESBULHO

13 15 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO POSSESSÓRIO ANTERIOR A ANO E DIA, E, FINALMENTE, A PERDA DA POSSE COM A DEMONSTRAÇÃO DA COLOCAÇÃO DE GRADES QUE IMPEDEM OS DEMAIS CONDÔMINOS DE TEREM ACESSO AO TERRAÇO, ÁREA COMUM DO CONDOMÍNIO.". TAIS FUNDAMENTOS, ALÉM DE ESTAREM EM CONSONÂNCIA COM O ORDENAMENTO JURÍDICO, NÃO FORAM IMPUGNADOS NAS RAZÕES RECURSAIS, LIMITANDO-SE OS AGRAVANTES A AFIRMAR QUE SÃO OS LEGÍTIMOS PROPRIETÁRIOS DA ÁREA OBJETO DO LITÍGIO, MATÉRIA ESTA IRRELEVANTE PARA O DESLINDE DA PRESENTE LIDE. ADEMAIS, NÃO SE PODE OLVIDAR QUE A REALIZAÇÃO DOS REPAROS NO SISTEMA HIDRÁULICO DO EDIFÍCIO TRAZ EVIDENTES BENEFÍCIOS TAMBÉM PARA OS AGRAVANTES, NA MEDIDA EM QUE CESSARÃO OS VAZAMENTOS E, AINDA, AS DESPESAS DO CONDOMÍNIO SOFRERÃO DIMINUIÇÃO. DESTA FEITA, TENHO QUE O ENTENDIMENTO ENCAMPADO PELO JUÍZO DE PRIMEIRO GRAU DEVE SER MANTIDA, EIS QUE, COMO DITO, NÃO HÁ NA DECISÃO IMPUGNADA QUALQUER VÍCIO QUE AUTORIZE A REFORMA POR ESTE EGRÉGIO TRIBUNAL. ANTE AO EXPOSTO, CONFORME ME AUTORIZA O ART. 557, CAPUT, DO CPC, NEGO SEGUIMENTO AO PRESENTE RECURSO, POR CONSIDERÁ-LO MANIFESTAMENTE IMPROCEDENTE. INTIMEM-SE POR PUBLICAÇÃO DESTA NA ÍNTEGRA. VITÓRIA, 09 DE OUTUBRO DE DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL RELATOR 11 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGVTE.: ANADELÇO CARLOS DOS SANTOS ADVOGADO: JOSÉ EDUARDO DA ROCHA FROTA AGVTE.: ZILMA ALVES FERREIRA CARLOS DOS SANTOS ADVOGADO: JOSÉ EDUARDO DA ROCHA FROTA AGVDO.: MARINA LEITE COSTA BARBOSA ADVOGADO: JOSE CASSIMIRO RELATOR: FREDERICO GUILHERME PIMENTEL PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL AGRAVO DE INSTRUMENTO N AGVTE: ANADELÇO CARLOS DOS SANTOS E ZILMA ALVES FERREIRA CARLOS DOS SANTOS. AGVDA: MARINA LEITE COSTA BARBOSA. RELATOR: DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL. DECISÃO TRATA-SE DE AGRAVO DE INSTRUMENTO, COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA, INTERPOSTO EM DESFAVOR DOS ATOS DO MM. JUIZ DE PRIMEIRA INSTÂNCIA ACOSTADOS ÀS FLS. 59 E 66 DESSE RECURSO. OS AGRAVANTES (FLS. 02/05) ALEGAM SE TRATAR DE TERRENO FOREIRO À MUNICIPALIDADE DE SÃO MATEUS, DO QUAL SÃO ENFITEUTAS, RAZÃO PELA QUAL SUSTENTAM SER IMPOSSÍVEL DE SER COMERCIALIZADO EM HASTA PÚBLICA, MESMO TENDO SIDO DESCRITO COMO TAL NO EDITAL DE CONVOCAÇÃO. ADUZEM QUE A RESSALVA CONSTANTE NO EDITAL DE SE CUIDAR DE IMÓVEL FOREIRO NÃO É SUFICIENTE PARA CONFERIR DIREITOS E PREVENIR POSSÍVEIS ARREMATANTES INCAUTOS DE QUE NÃO PODERÃO DELE DISPOR DURANTE ALGUM TEMPO. ALEGAM QUE A CARTA DE ARREMATAÇÃO É IMPRÓPRIA A SER REGISTRADA NO COMPETENTE CARTÓRIO DE REGISTRO GERAL DE IMÓVEIS, POIS NÃO OBSERVA O 1º, ARTIGO 2.038, DO CÓDIGO CIVIL, SOB O ARGUMENTO DE SER VEDADO A CONSTITUIÇÃO DE NOVAS ENFITEUSES SOBRE O MESMO BEM. ARGUMENTAM A FALTA DE INTERESSE PROCESSUAL EXECUTÓRIO DA AGRAVADA. EM QUE PESEM OS FUNDAMENTOS DEDUZIDOS PELOS AGRAVANTES, CUMPRE-ME, ANTES DE MAIS NADA, ANALISAR A ADMISSIBILIDADE DO PRESENTE. REFORÇO TRATAR-SE DE RECURSO QUE PRETENDE A ANULAÇÃO DOS 2 (DOIS) ATOS JUDICIAIS ABAIXO TRANSCRITOS, DATADOS DE 08 DE AGOSTO DE 2007 E 17 DE SETEMBRO DE 2007, RESPECTIVAMENTE, PRATICADOS NOS AUTOS DA AÇÃO PAULIANA ORIGINÁRIA, TOMBADA SOB O Nº , VEJAMOS: DESIGNO 1ª PRAÇA PARA O DIA 18 DE SETEMBRO DE 2007 E 2ª PRAÇA PARA O DIA 02 DE OUTUBRO DE 2007, AMBOS ÀS 14:00 HORAS. EXPEÇA-SE EDITAIS NA FORMA DA LEI, DEFERINDO A REUNIÃO DE PUBLICAÇÕES REFERENTES AOS AUTOS DO PROCESSO APENSO, NA FORMA DO 4º DO ART. 687 DO CPC, DEVENDO O EXEQUENTE DILIGENCIAR NO SENTIDO DE SUA REGULAR PUBLICAÇÃO. INTIMEM-SE AS PARTES POR SEU ADVOGADOS DO DIA, HORA E LOCAL DA ALIENAÇÃO JUDICIAL, CONFORME PRECONIZA O 5º DO ART. 687 DO CPC, BEM COMO, A PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO MATEUS, CONFORME REQUERIDO ÀS FLS (FL. 59) INDEFIRO O PEDIDO DE FLS. 197/198, POR VERIFICAR QUE NÃO HÁ NADA QUE IMPEÇA QUE O DOMÍNIO ÚTIL DE UM IMÓVEL SEJA PENHORADO E LEVADO À PRAÇA¹, SOBRETUDO, QUANDO SE CONSTATA QUE TAL CARACTERÍSTICA ESTÁ DESCRITA NO EDITAL DE PRAÇA DE FLS ALIÁS, SEQUER A EXECUTADA TERIA INTERESSE PROCESSUAL NESTA ALEGAÇÃO, UMA VEZ QUE O INTERESSE SERIA, SE HOUVESSE, DO DETENTOR DO DOMÍNIO DIRETO, OU SEJA, DO MUNICÍPIO DE SÃO MATEUS. (FL. 66) SENDO ASSIM, O PRESENTE MOSTRA-SE INTEMPESTIVO, EIS QUE A INTIMAÇÃO DO 1º (PRIMEIRO) ATO SUPRAMENCIONADO FOI PUBLICADA EM 13 DE AGOSTO DE 2007, CONFORME LISTA Nº 109/2007 (FL. 60), QUE ENSEJOU O PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO DESTE, EFETIVADO POR MEIO DA PETIÇÃO DE FLS. 64/65, SEM ÊXITO. É PACÍFICO NO ORDENAMENTO JURÍDICO PÁTRIO QUE O PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO DA DECISÃO ORIGINÁRIA NÃO POSSUI O CONDÃO DE INTERROMPER OU SUSPENDER O CURSO DO PRAZO RECURSAL RESPECTIVO, EIS QUE O MESMO COMEÇA A CONTAR A PARTIR DO DIA SEGUINTE A QUE OS AGRAVANTES TIVERAM CONHECIMENTO DAQUELA DECISÃO. ISSO SIGNIFICA DIZER QUE NO AGRAVO DE INSTRUMENTO DEVERIA TER SIDO IMPUGNADO O ATO JUDICIAL ORIGINÁRIA E NÃO AQUELE ORIUNDO DO PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO. NESSE SENTIDO, COLACIONO RECENTE JULGADO DO COLENDO STJ: PROCESSUAL CIVIL. ADMINISTRATIVO. RECURSO ESPECIAL. IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. INDISPONIBILIDADE DE BENS. DECISÃO NÃO-IMPUGNADA.PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO. INTEMPESTIVIDADE DO RECURSO. PRECLUSÃO CONFIGURADA. PRECEDENTES DO STJ. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL. 1. É PACÍFICO O ENTENDIMENTO DESTA CORTE SUPERIOR DE QUE O PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO NÃO SUSPENDE NEM INTERROMPE O PRAZO PARA A INTERPOSIÇÃO DE AGRAVO, QUE DEVE SER CONTADO A PARTIR DO ATO DECISÓRIO QUE PROVOCOU O GRAVAME. INEXISTINDO A INTERPOSIÇÃO DO RECURSO CABÍVEL NO PRAZO PRESCRITO EM LEI, TORNOU-SE PRECLUSA A MATÉRIA, EXTINGUINDO-SE O DIREITO DA PARTE DE IMPUGNAR O ATO DECISÓRIO. 2. NO CASO DOS AUTOS, O ORA RECORRIDO NÃO APRESENTOU RECURSO DA DECISÃO QUE DETERMINOU A INDISPONIBILIDADE DE SEUS BENS, EM SEDE DE AÇÃO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA, MAS, APENAS, PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO FORMULADO APÓS SEIS MESES DA REFERIDA DECISÃO. ASSIM, O AGRAVO DE INSTRUMENTO INTERPOSTO CONTRA A DECISÃO QUE DEIXOU DE ACOLHER PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO DO ORA RECORRIDO DEVE SER CONSIDERADO INTEMPESTIVO, EM FACE DA OCORRÊNCIA DA PRECLUSÃO. 3. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. (RESP /AC, REL. MIN. DENISE ARRUDA, PRIMEIRA TURMA, DJ ) NÃO É OUTRO O POSICIONAMENTO DESTA EGRÉGIA CÂMARA CÍVEL: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. INTEMPESTIVIDADE. PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO. RECURSO NÃO CONHECIDO. 1. PADECE DE INTEMPESTIVIDADE O RECURSO DE AGRAVO INTERPOSTO APÓS O DECURSO DO PRAZO RECURSAL, SOBRETUDO PORQUE, NO SISTEMA PROCESSUAL PÁTRIO, O PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO NÃO É DOTADO DE EFEITO SUSPENSIVO OU INTERRUPTIVO DOS PRAZOS RECURSAIS. 2. AGRAVO NÃO CONHECIDO. (TJES, 1ª CÂMARA CÍVEL, AI Nº , REL. DES. ARNALDO SANTOS SOUZA, DJ 20/09/06). NO CASO EM TELA, O PRAZO PARA A INTERPOSIÇÃO DO RECURSO INICIOU-SE EM 15 DE AGOSTO DE 2007 (FL. 60) - DIA POSTERIOR A DATA NA QUAL OS AGRAVANTES TOMARAM CIÊNCIA DA DESIGNAÇÃO DAS PRAÇAS, TENDO ESTES QUEDADO INERTES. EM 10 DE SETEMBRO (FLS. 64/65), OS AGRAVANTES FORMULARAM PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO, O QUAL NÃO FOI ACOLHIDO PELO MAGISTRADO SINGULAR (FL. 66), QUANDO, IRRESIGNADOS, EM 28 DE SETEMBRO DE 2007, INTERPUSERAM O PRESENTE AGRAVO DE INSTRUMENTO.

14 16 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO DIANTE DESTE BREVE HISTÓRICO E, CONSIDERANDO O ENTENDIMENTO FIRMADO PELA JURISPRUDÊNCIA PÁTRIA, REPITO, RESTA PATENTE A INTEMPESTIVIDADE DESSE RECURSO. ISTO POSTO, COM FULCRO NO ARTIGO 557 DO CPC, NÃO CONHEÇO DO RECURSO, EIS QUE INTEMPESTIVO. INTIMEM-SE AS PARTES DESTA NA ÍNTEGRA POR PUBLICAÇÃO. VITÓRIA, 1º DE OUTUBRO DE DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL RELATOR 12 APELAÇÃO CÍVEL Nº APTE.: IZAIAS MIGUEL SCHIFLER ADVOGADO: GENES TADEU WANDERMUREM ADVOGADO: JORGE INACIO ADVOGADO: MONIKE FARIAS WANDERMUREM ADVOGADO: RICARDO WILLIAN PARTELI ROSA APDO.: FRANCISCO DE ASSIS DOS SANTOS ADVOGADO: EDISON ALVES FURTADO ADVOGADO: EGEU ANTONIO BISI RELATOR: FREDERICO GUILHERME PIMENTEL APELAÇÃO CÍVEL Nº APTE: IZAIAS MIGUEL SCHIFLER APDO: FRANCISCO DE ASSIS DOS SANTOS RELATOR: DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL DECISÃO TRATA-SE DE APELAÇÃO EM FACE DA SENTENÇA PROFERIDA ÀS FLS. 94/96 DESTES AUTOS, MEDIANTE A QUAL RESTOU JULGADO PROCEDENTE O PEDIDO REVELADO NA EXORDIAL DESTA AÇÃO DE COBRANÇA, DESTARTE, RESTOU CONDENADO O RECORRENTE AO PAGAMENTO DA QUANTIA DE R$ ,89, CORRIGIDOS MONETARIAMENTE DESDE A PROPOSITURA DA DEMANDA, BEM COMO JUROS DE MORA CONTADOS DESDE A CITAÇÃO, TAMBÉM, AO PAGAMENTO DAS CUSTAS PROCESSUAIS E HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS, FIXADOS EM 10% DO VALOR DA CONDENAÇÃO. EM SEDE DE RAZÕES RECURSAIS O DEMANDADO - IZAIAS MIGUEL SCHIFLER - INSISTE NOS ARGUMENTOS UTILIZADOS QUANDO DE SUA CONTESTAÇÃO, REFUTANDO O PLEITO AUTORAL. CONTRA-RAZÕES, ONDE SE PLEITEIA O NÃO CONHECIMENTO DO PRESENTE RECURSO DEFENDENDO-SE A INEXISTÊNCIA DE ENFRENTAMENTO DA TESE EXTERNADA NA DECISÃO GUERREADA; NO MÉRITO, PELO IMPROVIMENTO DO RECURSO EM QUESTÃO, MANTENDO-SE A SENTENÇA OBJURGADA CONFORME PROFERIDA. É O RELATÓRIO. PASSO, ENTÃO, A DECIDIR CONFORME ME AUTORIZA A NORMA PRESCRITA NO ART. 557, DO CPC, HAJA VISTA QUE O PRESENTE RECURSO ENCONTRA-SE EM MANIFESTO CONFRONTO COM JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DESTE EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PRELIMINAR NÃO CONHECIMENTO DO RECURSO DEFENDE-SE EM SEDE DE CONTRA-RAZÕES O NÃO CONHECIMENTO DO PRESENTE RECURSO POR AUSÊNCIA DE ENFRENTAMENTO POR PARTE: DO APELANTE DA TESE SUSTENTADA NO DECISUM RECORRIDO. TENHO QUE O RECORRENTE AO INSISTIR EM SUA TESE INAUGURAL, A DESPEITO DE NÃO TER SE REBELADO DIRETAMENTE CONTRA A SENTENÇA A QUO, POR VIA TRANSVERSA A IMPUGNOU; RAZÃO PELA QUAL REJEITO A PRELIMINAR EM APREÇO. MÉRITO NO MÉRITO, CREIO QUE ACERTADA FOI A DECISÃO DO JUÍZO A QUO, AO JULGAR PROCEDENTE O PEDIDO DO AUTOR, DETERMINANDO POR CONSEGUINTE O PAGAMENTO DA QUANTIA COBRADA ATRAVÉS DESTA AÇÃO. EM SUA DECISÃO, O MM. JUIZ DE PISO ASSEVEROU O SEGUINTE:...VEJO QUE O INSTRUMENTO DE FLS. 07/08, COMPROVA A EXISTÊNCIA DA DÍVIDA COBRADA PELO AUTOR. NO MAIS, A PLANILHA DE DÉBITO ELABORADA À FLS. 30 DOS AUTOS, DEMONSTRA A ORIGEM DO DÉBITO, E A FORMA QUE FORA ELABORADO O CÁLCULO. TENHO DO INSTRUMENTO DE FLS. 07/08, QUE O REQUERIDO SE COMPROMETE A EFETUAR O PAGAMENTO DE DETERMINADA QUANTIA. O REQUERENTE COMPROVOU A EXISTÊNCIA DE DÍVIDA. O REQUERIDO, POR SUA VEZ, NÃO UTILIZOU DO SEU ÔNUS PARA COMPROVAR A QUITAÇÃO DA MESMA, NÃO JUNTANDO AOS AUTOS, QUALQUER DOCUMENTO QUE COMPROVE O PAGAMENTO DA DÍVIDA, NÃO SE PRESTANDO PARA TAL FIM A CÓPIA DE DOCUMENTO DE FLS REALMENTE, ANALISANDO DE FORMA MINUCIOSA OS PRESENTES AUTOS, VERIFICA-SE QUE A CONCLUSÃO EXTERNADA NA SENTENÇA APELADA NÃO PODERIA TER SIDO DIFERENTE, RESSALTANDO-SE QUE DEFESA DO REQUERIDO, ORA APELANTE, NÃO COMPROVOU DA FORMA DEVIDA A QUITAÇÃO DO DÉBITO COBRADO NESTA AÇÃO. ESTE EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA JÁ SE MANIFESTOU POR DIVERSAS VEZES EM CASOS SEMELHANTES AOS DOS AUTOS, VALENDO TRANSCREVER ALGUNS JULGADOS QUE BEM ILUSTRAM O POSICIONAMENTO CONSOLIDADO DESTA CASA, VEJAMOS: APELAÇÃO CÍVEL Nº APELANTE: LUZIA CALENZANI RIBEIRO APELADA: DISTRIBUIDORA JARÃO LTDA. RELATOR: DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA EMENTA: CIVIL E PROCESSUAL CIVIL - AÇÃO DE COBRANÇA - ALEGAÇÃO DE PAGAMENTO - INEXISTÊNCIA DE PROVA - ÔNUS DA PROVA - RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO. 1. INCUMBE AO DEVEDOR, EM TESE, FAZER A PROVA SATISFATÓRIA DE QUITAÇÃO DA DÍVIDA QUE LHE É JUDICIALMENTE COBRADA. 2. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS OS PRESENTES AUTOS DE APELAÇÃO CÍVEL, EM QUE SÃO PARTES LUZIA CALENZANI RIBEIRO E DISTRIBUIDORA JARÃO LTDA., ACORDA A COLENDA 1A. CÂMARA CÍVEL, NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, À UNANIMIDADE, CONHECER E NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO, NOS TERMOS DO VOTO DO RELATOR APELAÇÃO CÍVEL Nº ÓRGÃO JULGADOR: QUARTA CÂMARA CÍVEL DATA DE JULGAMENTO: 09/09/2002 DATA DE LEITURA: 07/10/2002 DATA DA PUBLICAÇÃO NO DIÁRIO: 07/10/2002 RELATOR: FREDERICO GUILHERME PIMENTELRELATOR SUBSTITUTO: CARLOS SIMÕES FONSECA VARA DE ORIGEM: COMARCA DA CAPITAL - JUÍZO DE VILA VELHA EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO SUMÁRIA DE COBRANÇA - LOCAÇÃO - FIADOR - PRELIMINAR: CARÊNCIA DA AÇÃO - IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DO PEDIDO - REJEITADA - MÉRITO: COBRANÇA DE ALUGUEL - ALEGAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DA DÍVIDA - QUITAÇÃO NÃO COMPROVADA - RECURSO IMPROVIDO - SENTENÇA MANTIDA. 1. [...] 2. SE LEVANTA-SE DÚVIDAS QUANTO À EXISTÊNCIA DA DÍVIDA COBRADA PELO AUTOR, CABE AO RÉU APELADO O ÔNUS DA PROVA DO FATO EXTINTIVO DO DIREITO DAQUELE, QUE, NO CASO DESTES AUTOS, DEIXOU DE PROMOVER. 3. RECURSO IMPROVIDO. SENTENÇA MANTIDA. CONCLUSÃO: À UNANIMIDADE, REJEITAR A PRELIMINAR ARGUÍDA, E NO MÉRITO, POR IGUAL VOTAÇÃO, NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO. ANTE TODO O EXPOSTO, CONFORME ME AUTORIZA A NORMA INSCULPIDA NO ART. 557, DO CPC, NEGO SEGUIMENTO AO PRESENTE RECURSO, POIS, EM MANIFESTO CONFRONTO COM JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DESTE EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, CONFORME SUPRA DEMONSTRADO. INTIMEM-SE POR PUBLICAÇÃO DESTA NA ÍNTEGRA. VITÓRIA, 08 DE OUTUBRO DE DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL RELATOR 13 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO AGV INSTRUMENTO Nº EMGTE.: JOSIANE GOMES DE OLIVEIRA ADVOGADO: SANSÃO SILVA BORGES EMGDO.: COMANDANTE GERAL DA POLICIA MILITAR DO ESTADO DO ESPÍRITO SA RELATOR: ARNALDO SANTOS SOUZA DECISÃO MONOCRÁTICA TRATA-SE DE EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS CONTRA DECISÃO POR MIM PROFERIDA ÀS FLS. 88/90 DOS AUTOS, POR MEIO DA QUAL NEGUEI SEGUIMENTO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO INTERPOSTO PELA EMBARGANTE, COM BASE NO ART. 557, CAPUT, DO CPC.

15 17 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO SUSTENTA A RECORRENTE QUE A DECISÃO EMBARGADA FOI OMISSA, EIS QUE NÃO SE MANIFESTOU EXPRESSAMENTE ACERCA DOS PRINCÍPIOS DA PROPORCIONALIDADE E DA RAZOABILIDADE, SOBRE A ILEGALIDADE DO SILÊNCIO DA ADMINISTRAÇÃO QUANTO AO SEU RECURSO ADMINISTRATIVO, SOBRE QUAL HIPÓTESE DO ART. 557, CAPUT, DO CPC, INCIDIU O CASO CONCRETO E, FINALMENTE, SOBRE O PRINCÍPIO DA ISONOMIA. A FINAL, REQUER SEJAM SANADAS AS OMISSÕES APONTADAS COM CONSEQÜENTE REFORMA DO JULGADO. DE UM SIMPLES COTEJO DO TEOR DA DECISÃO EMBARGADA COM OS ARGUMENTOS CONSIGNADOS NO ARRAZOADO DOS DECLARATÓRIOS, FÁCIL A CONSTATAÇÃO DE QUE É MANIFESTAMENTE IMPROCEDENTE RECURSO EM APREÇO. OCORRE QUE A DECISÃO HOSTILIZADA CULMINOU POR EXPLICITAR QUE A RECORRENTE FORA ELIMINADA DO CERTAME EM VIRTUDE DE NÃO TER OBTIDO ÊXITO NA PROVA DE FLEXÃO DE ISOMETRIA NA BARRA FIXA CONFORME CLARIVIDENTE PREVISÃO EDITALÍCIA (FLS. 44) E QUE A ILEGALIDADE DA SUPOSTA INÉRCIA ADMINISTRATIVA NÃO RESTOU SUFICIENTEMENTE DEMONSTRADA (FLS. 89). ORA, ENTENDIMENTO DIVERSO DO QUE RESTOU CONSIGNADO NO DECISUM É QUE, AO MEU ENTENDER, IMPLICARIA EM FLAGRANTE VIOLAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DE DIREITO ANTES INVOCADOS, MÁXIME QUANTO AO DA ISONOMIA, NA MEDIDA EM QUE ESTARIA SE CONCEDENDO A CANDIDATA/RECORRENTE UM PRIVILÉGIO QUE CERTAMENTE NÃO FOI ESTENDIDO AOS DEMAIS PARTICIPANTES DO CONCURSO. QUANTO À HIPÓTESE DE INCIDÊNCIA DO ART. 557, DO CPC, LEIA-SE O DESFECHO DO ATO JURISDICIONAL ATACADO E OBSERVAR-SE- Á QUE A NEGATIVA DE SEGUIMENTO DO INSTRUMENTO EM RELEVO OCORREU EM VIRTUDE DE SUA MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA (FLS. 90). ASSIM, DESCABIDOS OS ARGUMENTOS LANÇADOS PELA EMBARGANTE QUE, A TODA EVIDÊNCIA, PRETENDE NOVA ANÁLISE DE QUESTÕES JÁ APRECIADAS, PELO SIMPLES FATO DE QUE O DESLINDE DA CONTROVÉRSIA CONTRARIA AOS SEUS INTERESSES, O QUE, SABE-SE, NÃO É PERMITIDO PELA VIA ADOTADA. PELO EXPOSTO, CONHEÇO, MAS NEGO PROVIMENTO AOS EMBARGOS, DEIXANDO DE APLICAR A MULTA PREVISTA NO PARÁGRAFO PRIMEIRO, DO ART. 538, DO CPC, EM VIRTUDE DE NÃO VISLUMBRAR ÍNDOLE PROTELATÓRIA NO RECURSO EM APREÇO. PRECLUSAS AS VIAS RECURSAIS, REMETAM-SE OS AUTOS À COMARCA DE ORIGEM. PUBLIQUE-SE. INTIME-SE. VITÓRIA, 02 DE OUTUBRO DE DES. ARNALDO SANTOS SOUZA RELATOR 14 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGVTE.: A. J. VIEIRA TRANSPORTE E COMERCIO LTDA ADVOGADO: FERNANDO CARLOS FERNANDES ADVOGADO: WELITON ROGER ALTOE AGVDO.: BANCO MERCANTIL ADVOGADO: LUIZ ANTONIO DE SOUZA ADVOGADO: LUIZ ANTONIO STEFANON ADVOGADO: MARCUS VINICIUS SILVA ARAUJO ADVOGADO: WANDERSON CORDEIRO CARVALHO RELATOR: ARNALDO SANTOS SOUZA DECISÃO MONOCRÁTICA TRATA-SE DE RECURSO DE AGRAVO MANEJADO SOB O VIÉS INSTRUMENTAL CONTRA DECISÃO PROFERIDA POR JUIZ CORREGEDOR QUE, REVOGANDO A DECISÃO PROFERIDA PELO JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE ICONHA, INDEFERIU O PEDIDO DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA FORMULADO PELA RECORRENTE NOS AUTOS ORIGINÁRIOS. EM QUE PESEM OS TERMOS DA DECISÃO AGRAVADA, TENHO QUE O PRESENTE RECURSO DEVA SER EXAMINADO À LUZ DO ART. 557, 1º-A, DO CPC. POIS BEM. DEPREENDE-SE DOS AUTOS, EM SUMA, QUE A AGRAVANTE AJUIZOU AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO EM FACE DO RECORRIDO, TENDO PLEITEADO AO JULGADOR DE PRIMEIRO GRAU O BENEFÍCIO DA ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA, O QUE RESTOU DEFERIDO. TODAVIA, UMA SUPERVENIENTE DECISÃO PROFERIDA POR JUIZ CORREGEDOR LHE SUPRIMIU TAL BENEFÍCIO, REVOGANDO A DECISÃO ANTERIOR. INCONFORMADA, A AGRAVANTE INTERPÔS O PRESENTE RECURSO. EIS O ÂMAGO DA CONTROVÉRSIA. ORA, TEM RAZÃO A RECORRENTE EM SEU INCONFORMISMO, JÁ QUE O JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE ICONHA, AO DEFERIR O PEDIDO DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA EM SEU FAVOR, JUSTIFICOU QUE VISLUMBRAVA SITUAÇÃO FÁTICA FAVORÁVEL AOS SEUS ANSEIOS (FLS. 93). EM CONTRAPARTIDA, SEM QUE HOUVESSE QUALQUER PROVOCAÇÃO POR PARTE DO AGRAVADO, O JUIZ CORREGEDOR ENTENDEU POR BEM EM REVOGAR O BENEFÍCIO CONCEDIDO PELO JUIZ DA COMARCA E DETERMINOU A INTIMAÇÃO DO AGRAVANTE PARA QUE PROVIDENCIASSE O RECOLHIMENTO DAS CUSTAS PROCESSUAIS, SOB PENA DE EXTINÇÃO DO PROCESSO. COMO SE SABE, A JURISPRUDÊNCIA DOS TRIBUNAIS SUPERIORES ENTENDE SER POSSÍVEL A CONCESSÃO DA ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA ÀS PESSOAS JURÍDICAS COM FINS LUCRATIVOS QUE COMPROVAREM O ESTADO DE NECESSIDADE, O QUE, A TEOR DA DECISÃO DE FLS. 91/101, RESTOU EVIDENCIADO. ALÉM DISSO, TAMBÉM É CONSABIDO QUE O INDEFERIMENTO OU A REVOGAÇÃO DO BENEFÍCIO EM COMENTO IMPRESCINDE DE IMPUGNAÇÃO DA PARTE CONTRÁRIA, VIDE: "PROCESSUAL CIVIL. BENEFÍCIO DA ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA. ART. 2º DA LEI Nº 1.060/50. PESSOA JURÍDICA. POSSIBILIDADE. 1. 'O BENEFÍCIO DA ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA PODE SER ESTENDIDO À PESSOA JURÍDICA, DESDE QUE COMPROVADA SUA IMPOSSIBILIDADE DE ARCAR COM AS DESPESAS DO PROCESSO SEM PREJUDICAR A PRÓPRIA MANUTENÇÃO' (ERESP /RS, CORTE ESPECIAL, REL. MIN. LAURITA VAZ). 2. AGRAVO REGIMENTAL NÃO PROVIDO." (AGRG NO RESP /MS - REL. MIN. CASTRO MEIRA - 2ª TURMA - 16/08/ DJ: , P. 246) "[...]O ART. 4º, 1º, DA LEI 1.060/50 É MUITO CLARO AO DISCIPLINAR QUE A NECESSIDADE DO BENEFÍCIO DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA É AUFERIDA PELA AFIRMAÇÃO DA PRÓPRIA PARTE. A NEGATIVA DO BENEFÍCIO FICA CONDICIONADA À COMPROVAÇÃO DA ASSERTIVA NÃO CORRESPONDER À VERDADE, MEDIANTE PROVOCAÇÃO DO RÉU. NESTA HIPÓTESE, O ÔNUS É DESTE DE PROVAR QUE O AUTOR NÃO SE ENCONTRA EM ESTADO DE MISERABILIDADE JURÍDICA.[...]" (RESP /PR - REL. MIN. JOSÉ DELGADO - 1ª TURMA - 05/09/ DJ: , P. 279) (GRIFEI E NEGRITEI) NÃO HÁ, POIS, COMO MANTER INCÓLUME A DECISÃO VERGASTADA, EIS QUE, COMO VISTO, COLIDE FRONTALMENTE COM JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE NO ÂMBITO DOS TRIBUNAIS SUPERIORES. PELO EXPOSTO, COM BASE NO ARTIGO 557, 1-A, DO CPC, CONHEÇO DO RECURSO E LHE DOU PROVIMENTO MONOCRATICAMENTE, PARA REFORMAR A DECISÃO ATACADA E RESTABELECER O BENEFÍCIO DA ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA EM FAVOR DA EMPRESA AGRAVANTE. PRECLUSA A PRESENTE DECISÃO, ENCAMINHEM-SE OS AUTOS AO JUÍZO DE 1º GRAU. INTIMEM-SE. VITÓRIA, 08 DE OUTUBRO DE DES. ARNALDO SANTOS SOUZA RELATOR 15 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGVTE.: ROSTAND REINE CASTELLO ADVOGADO: DYNA HOFFMANN PADUA ASSI ADVOGADA: FERNANDA DE MEDEIROS VILLAÇA ADVOGADO: JOEL NUNES DE MENEZES JUNIOR ADVOGADO: KLAUSS COUTINHO BARROS ADVOGADA: MICHELA COSTA RODRIGUES ADVOGADO: RICARDO CLAUDINO PESSANHA AGVTE.: RITA DE CASSIA MALVERDI DA SILVA CASTELLO ADVOGADO: DYNA HOFFMANN PADUA ASSI ADVOGADA: FERNANDA DE MEDEIROS VILLAÇA ADVOGADO: JOEL NUNES DE MENEZES JUNIOR ADVOGADO: KLAUSS COUTINHO BARROS

16 18 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO ADVOGADA: MICHELA COSTA RODRIGUES ADVOGADO: RICARDO CLAUDINO PESSANHA AGVDO.: PEDRO SIMOES ADVOGADO: JAYME HENRIQUE R DOS SANTOS AGVDO.: CARMEM FANTINI SIMOES ADVOGADO: JAYME HENRIQUE R DOS SANTOS RELATOR: ARNALDO SANTOS SOUZA DECISÃO MONOCRÁTICA TRATA-SE DE RECURSO DE AGRAVO SOB O VIÉS INSTRUMENTAL INTERPOSTO CONTRA DECISÃO PROFERIDA PELO JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE SÃO MATEUS/ES. DE PLANO DEVO CONSIGNAR QUE O RECURSO NÃO FOI INSTRUÍDO COM TODAS AS PEÇAS NECESSÁRIAS A SUA INTERPOSIÇÃO, A TEOR DO QUE DISPÕE O INCISO I, DO ARTIGO 525, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, VERBIS: ART A PETIÇÃO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO SERÁ INSTRUÍDA: I - OBRIGATORIAMENTE, COM CÓPIAS DA DECISÃO AGRAVADA, DA CERTIDÃO DA RESPECTIVA INTIMAÇÃO E DAS PROCURAÇÕES OUTORGADAS AOS ADVOGADOS DO AGRAVANTE E DO AGRAVADO; (GRIFEI) ORA, A INADMISSIBILIDADE DO AGRAVO EM APREÇO SE DEMONSTRA PATENTE, EM VIRTUDE DE QUE, SENDO DOIS OS RECORRENTES, APENAS O SR. ROSTAND REINE CASTELLO APRESENTOU INSTRUMENTO PROCURATÓRIO. 1NESSE ASPECTO, ATENTE-SE PARA OS SEGUINTES ARESTOS: "[...]AS PROCURAÇÕES OUTORGADAS POR TODOS OS AGRAVANTES CONSTITUEM PEÇAS DE TRASLADO OBRIGATÓRIO NA FORMAÇÃO DO INSTRUMENTO, LEVANDO SUA FALTA AO NÃO-CONHECIMENTO DO AGRAVO DE INSTRUMENTO. 3. É DE RESPONSABILIDADE DO AGRAVANTE A FISCALIZAÇÃO DA CORRETA FORMAÇÃO DO INSTRUMENTO, NÃO SE ADMITINDO SUA REGULARIZAÇÃO POR OCASIÃO DO MANEJO DE AGRAVO REGIMENTAL.[...]) (AGRG NO AG /RJ; REL. MIN. PAULO GALLOTTI - 6ª TURMA - 03/05/ DJ: , P. 631) "PROCESSO CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. FORMAÇÃO. HAVENDO MAIS DE UM AGRAVANTE, TODAS AS PROCURAÇÕES DEVEM CONSTAR DO INSTRUMENTO, DE MODO A COMPROVAR QUE O ADVOGADO, REALMENTE, REPRESENTA TODOS OS AGRAVANTES, E NÃO UM SÓ DELES. AGRAVO REGIMENTAL NÃO PROVIDO." (AGRG NO AG /RJ; REL. MIN. ARI PARGENDLER - 3ª TURMA - 21/11/ DJ: , P. 373) PORTANTO, SEM MAIS DELONGAS, NEGO SEGUIMENTO AO RECURSO, COM BASE NO ARTIGO 557, CAPUT, DO CPC, DIANTE DE SUA MANIFESTA INADMISSIBILIDADE. PRECLUSA A PRESENTE DECISÃO, ENCAMINHEM-SE OS AUTOS AO JUÍZO DE 1º GRAU. PUBLIQUE-SE. INTIME-SE. VITÓRIA, 02 DE OUTUBRO DE DES. ARNALDO SANTOS SOUZA RELATOR 16 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO AG INOM. AGV INSTRUMENTO Nº EMGTE.: MAGDA REGINA DE OLIVEIRA ADVOGADO: GEOVANE DE OLIVEIRA CERQUEIRA EMGDO.: MARCELO OLIVEIRA ELIZEU ADVOGADO: EVALDO SILVA DE OLIVEIRA RELATOR: ARNALDO SANTOS SOUZA DECISÃO TRATA-SE DE EMBARGOS DE DECLARAÇÃO INTERPOSTOS POR MAGDA REGINA DE OLIVEIRA CONTRA A DECISÃO MONOCRÁTICA DE FLS. 16/17, QUE NEGOU SEGUIMENTO AO AGRAVO REGIMENTAL, EM RAZÃO DA SUA MANIFESTA INADMISSIBILIDADE - AUSÊNCIA DE PREPARO. NAS RAZÕES RECURSAIS DE FLS. 26/31, A EMBARGANTE APRESENTA INÚMEROS ARGUMENTOS PARA SUSTENTAR A INTERPOSIÇÃO TEMPESTIVA DO AGRAVO DE INSTRUMENTO EM APENSO E DO PRESENTE AGRAVO REGIMENTAL. SEGUNDO AFIRMA, DEVEM OS PONTOS ACIMA SER ESCLARECIDOS, A FIM DE QUE A D. DECISÃO MONOCRÁTICA ESCLAREÇA SE A FUNDAMENTAÇÃO JURÍDICA CONTIDA NA LEGISLAÇÃO FEDERAL (L /99 - VIA FAX), DÁ SUPORTE A INTERPOSIÇÃO TEMPESTIVA DO AGRAVO INOMINADO (FLS. 30). É O BREVE RELATÓRIO. PASSO A DECIDIR: CONSTATO QUE O PRESENTE RECURSO NÃO ATENDE AO PRINCÍPIO DA DIALETICIDADE, UMA VEZ QUE OS ARGUMENTOS EXPOSTOS PELA EMBARGANTE NAS RAZÕES RECURSAIS NÃO IMPUGNAM ESPECIFICAMENTE O FUNDAMENTO DA DECISÃO EMBARGADA. MUITO EMBORA A DECISÃO VERGASTADA TENHA SE BASEADO NA AUSÊNCIA DE PREPARO PARA NEGAR SEGUIMENTO AO RECURSO, AS RAZÕES RECURSAIS DISCUTEM APENAS A SUA TEMPESTIVIDADE. SEGUNDO A DOUTRINA DE FREDIE DIDIER JR. E LEONARDO JOSÉ CARNEIRO DA CUNHA, PROCESSUALISTAS DE ESCOL, PARA QUE O RECURSO SEJA CONHECIDO É NECESSÁRIO QUE SEJAM PREENCHIDOS DETERMINADOS REQUISITOS FORMAIS EXIGIDOS POR LEI, DE MODO QUE DEVE O RECORRENTE, POR EXEMPLO, SOB PENA DE INADMISSIBILIDADE DE SEU RECURSO: A) APRESENTAR AS SUAS RAZÕES, IMPUGNANDO ESPECIFICAMENTE AS RAZÕES DA DECISÃO RECORRIDA; (...). (IN DIREITO PROCESSUAL CIVIL: MEIOS DE IMPUGNAÇÃO ÀS DECISÕES JUDICIAIS E PROCESSO NOS TRIBUNAIS. SALVADOR: JUSPODIVM, 2006, P. 46) NO MESMO SENTIDO TEM SE POSICIONADO O SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA: EM RESPEITO AO PRINCÍPIO DA DIALETICIDADE, OS RECURSOS DEVEM SER FUNDAMENTADOS. É NECESSÁRIA A IMPUGNAÇÃO ESPECÍFICA DOS FUNDAMENTOS DA DECISÃO RECORRIDA. (AGRG NO RESP /RS, REL. MINISTRO FRANCISCO FALCÃO, PRIMEIRA TURMA, JULGADO EM , DJ P. 338) -336SOB TAIS ARGUMENTOS, NÃO CONHEÇO DO RECURSO. INTIMEM-SE DESTA DECISÃO EM SEU INTEIRO TEOR. PRECLUSAS AS VIAS RECURSAIS, REMETAM-SE OS AUTOS À COMARCA DE ORIGEM. VITÓRIA, 15 DE OUTUBRO DE DES. ARNALDO SANTOS SOUZA RELATOR 17 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO AGV INSTRUMENTO Nº EMGTE.: ANTONIO OLIVAL POSTAY ADVOGADO: ARILDO GERALDO FANCHIOTTI EMGDO.: IMOBILIARIA SOL E MAR LTDA ADVOGADO: JUAREZ PIMENTEL MENDES JUNIOR ADVOGADO: LUCIANO OLIMPIO RHEM DA SILVA RELATOR: ARNALDO SANTOS SOUZA DECISÃO MONOCRÁTICA CUIDAM OS AUTOS DE EMBARGOS DE DECLARAÇÃO INTERPOSTOS CONTRA A DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NEGOU SEGUIMENTO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO, ANTE SUA MANIFESTA INADMISSIBILIDADE, EM RAZÃO DA AUSÊNCIA DE DOCUMENTO ESSENCIAL À SUA INTERPOSIÇÃO. OBSERVO QUE O RECURSO EM APREÇO DESAFIA JULGAMENTO POR DECISÃO MONOCRÁTICA DO RELATOR, NA FORMA DO ART. 557, DO CPC, EM VIRTUDE DA AUSÊNCIA DE PRESSUPOSTO DE ADMISSIBILIDADE RECURSAL, SENÃO VEJAMOS: O RECORRENTE INTERPÔS OS PRESENTES DECLARATÓRIOS ATRAVÉS DOS CORREIOS, APROVEITANDO-SE DO CONVÊNIO FIRMADO ENTRE ESTE EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA E A ECT (EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS). SEGUNDO O ART. 2º, DA RESOLUÇÃO Nº 004/2006, QUE DISCIPLINA O REFERIDO CONVÊNIO, "PODERÃO SER PROTOCOLADOS VIA POSTAL, EM QUAISQUER DAS AGÊNCIAS DO ESTADO, TODA DOCUMENTAÇÃO DE INTERESSE DA PARTE, INCLUSIVE PROCESSOS, DESDE QUE NÃO SEJA OBRIGATÓRIO O PREPARO PRÉVIO E/OU O PAGAMENTO DE DESPESAS PRÉVIAS". AINDA, DE ACORDO COM O PARÁGRAFO ÚNICO DO CITADO ARTIGO, "SOMENTE SERÃO RECONHECIDOS COMO TEMPESTIVOS, OS PROTOCOLOS EFETUADOS DURANTE O HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DO TJ/ES, NOS TERMOS DO ART. 40 DA LC 234/02 - CÓDIGO DE ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA -, OU SEJA, DE 08:00 ÀS 18:00 HORAS, CABENDO À ECT INCLUIR O HORÁRIO DA POSTAGEM EFETIVADA NA DOCUMENTAÇÃO POSTADA". IN CASU, O EMBARGANTE FOI INTIMADO DA DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NEGOU SEGUIMENTO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO EM (QUINTA-FEIRA). EFETUOU O PROTOCOLO VIA POSTAL DO RECURSO EM , ÚLTIMO DIA

17 19 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO PARA SUA INTERPOSIÇÃO, SEM, CONTUDO, INCLUIR O HORÁRIO EM QUE FORA EFETUADA A POSTAGEM. DESSE MODO, O RECURSO DEVE SER TIDO POR INTEMPESTIVO, POIS NÃO HÁ COMO SE AFERIR SE OS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO FORAM INTERPOSTOS NO HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DESTE TRIBUNAL DE JUSTIÇA. CONSIGNO, AFINAL, QUE NÃO HÁ QUE SE FALAR QUE A RESPONSABILIDADE PELA ANOTAÇÃO DO HORÁRIO DA POSTAGEM DA DOCUMENTAÇÃO RECAI SOBRE OS CORREIOS, POIS É ÔNUS DA PARTE INSTRUIR CORRETAMENTE OS RECURSOS. EM ÚLTIMO CASO, SE O ATENDENTE DOS CORREIOS NÃO FIZER O APONTAMENTO DO HORÁRIO, DEVE O ADVOGADO SOLICITAR SUA ANOTAÇÃO, A FIM DE POSSIBILITAR A AFERIÇÃO DA REGULARIDADE DO RECURSO. ANTE O EXPOSTO, ESTANDO AUSENTE O PRESSUPOSTO RECURSAL EXTRÍNSECO DA TEMPESTIVIDADE, TENHO POR INADMISSÍVEL OS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM TELA, RAZÃO PELA QUAL, COM ARRIMO NO ART. 557, DO CPC, LHE NEGO SEGUIMENTO. INTIME-SE DESTA DECISÃO EM SEU INTEIRO TEOR. PRECLUSAS AS VIAS RECURSAIS, REMETAM-SE OS AUTOS À COMARCA DE ORIGEM. VITÓRIA, 02 DE OUTUBRO DE DES. ARNALDO SANTOS SOUZA RELATOR 18 APELAÇÃO CÍVEL Nº APTE.: BRITAMAR INDUSTRIA E COMERCIO LTDA ADVOGADO: AILTON FELISBERTO ALVES FILHO ADVOGADO: BRUNO PERCISI ADVOGADO: BRUNO PERSICI ADVOGADO: EDUARDO GIVAGO COELHO MACHADO ADVOGADO: EDUARDO SANTOS SARLO ADVOGADO: GUILHERME MACHADO COSTA APDO.: BETUNEL -INDUSTRIA E COMERCIO LTDA ADVOGADO: MAURICIO GUTERRES ROCHA RELATOR: ARNALDO SANTOS SOUZA DECISÃO MONOCRÁTICA TRATAM OS AUTOS DE APELAÇÃO INTERPOSTA EM FACE DE SENTENÇA, QUE "JULGOU EXTINTO O PRESENTE PROCESSO CAUTELAR, COM FUNDAMENTO NO ART. 808, INCISO III, DO CPC, E EM CONSEQÜÊNCIA, DECLARO CESSADOS OS EFEITOS DECORRENTES DA MEDIDA CAUTELAR CONCEDIDA AB INITIO" (FLS. 66). NOS AUTOS PRINCIPAIS, ATINENTES À AÇÃO DECLARATÓRIA, O MAGISTRADO A QUO, ENTENDENDO SER ÔNUS DA AUTORA/APELANTE COMPROVAR O ANIMUS NOVANDI, JULGOU IMPROCEDENTE O PEDIDO INSERTO NA EXORDIAL. EM SUAS RAZÕES RECURSAIS, A RECORRENTE SUSTENTA QUE, POR SE TRATAR DE AÇÃO DECLARATÓRIA NEGATIVA, MOSTRA-SE EXCESSIVA E DESCABIDA A IMPUTAÇÃO DO ÔNUS DA PROVA A SI, EIS QUE IMPOSSÍVEL A COMPROVAÇÃO DE FATO NEGATIVO. ALEGA QUE A EMISSÃO DE CHEQUES EVIDENCIA CLARAMENTE O ANIMUS NOVANDI, NA MEDIDA QUE DESCARACTERIZA CABALMENTE A OBRIGAÇÃO ANTERIORMENTE CONTRAÍDA ENTRE AS PARTES. POR FIM, ADUZ ESTAREM PRESENTES O FUMUS BONI IURIS E O PERICULUM IN MORA. ESSES SÃO OS SINGELOS CONTORNOS DA DEMANDA. TENHO QUE O RECURSO DESAFIA DECISÃO MONOCRÁTICA DO RELATOR, EM RAZÃO DE SUA MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA, NA FORMA PRECONIZADA PELO ART. 557 CPC. OPORTUNO SALIENTAR QUE MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA NÃO É NECESSARIAMENTE O MESMO QUE CONFRONTO COM SÚMULA OU COM A JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO RESPECTIVO TRIBUNAL, DO SUPREMO TRIBUNAL, OU DE TRIBUNAL SUPERIOR, POIS O LEGISLADOR NÃO TERIA FEITO MENÇÃO A DUAS HIPÓTESES EM PRETENDENDO SE TRATAR DE APENAS UMA. ALIÁS, NESSE SENTIDO LECIONAM LUIZ GUILHERME MARINONI E SÉRGIO CRUZ ARENHART: NÃO É POSSÍVEL DEIXAR DE ENXERGAR QUE O ART. 557 AFIRMA QUE O RELATOR PODE NEGAR SEGUIMENTO AO RECURSO EM CASO DE MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA E CONFRONTO COM SÚMULA OU COM A JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO RESPECTIVO TRIBUNAL, DO SUPREMO TRIBUNAL, OU DE TRIBUNAL SUPERIOR. SE É ASSIM, DEVE O INTÉRPRETE DIZER O QUE É MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA, NÃO LHE SENDO LÍCITO AFIRMAR QUE CONFRONTO COM A SÚMULA OU COM A JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO TRIBUNAL, DE TRIBUNAL SUPERIOR OU DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, É O MESMO QUE MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA, POIS SE REALMENTE DE UMA HIPÓTESE PRETENDESSE TRATAR O LEGISLADOR, NÃO TERIA FEITO REFERÊNCIA A DUAS. (MANUAL DO PROCESSO DE CONHECIMENTO. 3.ED., RT, P. 625) NO EXERCÍCIO DO MISTER QUE LHE FORA ATRIBUÍDO PELA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, O COLENDO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, EXALTANDO A NECESSIDADE DE APLICAÇÃO DO DISPOSITIVO EM QUESTÃO NAS HIPÓTESES DE RECURSO MANIFESTAMENTE IMPROCEDENTE, INVOCA A MENS LEGIS DO MENCIONADO PRECEITO, SEGUNDO A QUAL ESSA NOVA SISTEMÁTICA PRETENDEU DESAFOGAR AS PAUTAS DOS TRIBUNAIS, AO OBJETIVO DE QUE SÓ SEJAM ENCAMINHADOS À SESSÃO DE JULGAMENTO AS AÇÕES E OS RECURSOS QUE DE FATO NECESSITEM DE DECISÃO COLEGIADA. OS DEMAIS A GRANDE MAIORIA DOS PROCESSOS NOS TRIBUNAIS DEVEM SER APRECIADOS O QUANTO E MAIS RÁPIDO POSSÍVEL (STJ - AGRG NO RESP /AL - 1ª TURMA - REL. MIN. JOSÉ DELGADO - J DJU DESTAQUE NÃO-ORIGINAL). POIS BEM. EM JULGAMENTO DA AÇÃO PRINCIPAL, ENTENDEU ESTE RELATOR POR NEGAR SEGUIMENTO AO RECURSO INTERPOSTO, EM VISTA DE SUA TAMBÉM CLARIVIDENTE IMPROCEDÊNCIA, MANTENDO A SENTENÇA QUE HAVIA JULGADO IMPROCEDENTE O PEDIDO FORMULADO NAQUELA AÇÃO. TRANSCREVO AS RAZÕES DE DECIDIR PROFERIDAS NAQUELA SEARA: "COMO CONSABIDO, SEGUNDO O ART. 360, I, DO CÓDIGO CIVIL/2002 (CORRESPONDENTE AO ART. 999, DO CCB/1916), OCORRERÁ A NOVAÇÃO OBJETIVA, TAMBÉM CHAMADA DE REAL, 'QUANDO O DEVEDOR CONTRAI COM O CREDOR NOVA DÍVIDA, PARA EXTINGUIR E SUBSTITUIR A ANTERIOR'. SEGUNDO ARNALDO RIZZARDO, SÃO NECESSÁRIOS CINCO ELEMENTOS PARA QUE SE CONFIGURE A NOVAÇÃO OBJETIVA, SENÃO VEJAMOS: A) A EXISTÊNCIA DE UMA DÍVIDA ANTERIOR; B) A CRIAÇÃO DE UMA NOVA DÍVIDA QUE FICA NO LUGAR DA ANTERIOR; C) A VALIDADE DA NOVA OBRIGAÇÃO; D) O ÂNIMO DE NOVAR; E) A CAPACIDADE DE QUEM PARTICIPAR DA OBRIGAÇÃO ('DIREITO DA OBRIGAÇÕES'. 2 ED. RIO DE JANEIRO: FORENSE,. P ). NA HIPÓTESE DOS AUTOS, DE FATO, NÃO LOGROU A AUTORA/APELANTE COMPROVAR O ANIMUS NOVANDI. E NÃO SE FALE QUE, EM VISTA DA NATUREZA DA AÇÃO POR ELA AJUIZADA - DECLARATÓRIA NEGATIVA -, SERIA DA APELADA/REQUERIDA O ÔNUS DE COMPROVAR A EXISTÊNCIA DA RELAÇÃO JURÍDICA, PELO SEGUINTE: EM SUA EXORDIAL, ALEGOU A RECORRENTE QUE, COM O REPASSE À RECORRIDA DE DOIS CHEQUES SACADOS CONTRA O BANESTES S/A PARA A QUITAÇÃO DE DÍVIDA ANTERIOR REPRESENTADA PELAS TRIPLICATAS LEVADAS A PROTESTO, OPEROU-SE A NOVAÇÃO, MOTIVO PELO QUAL POSTULA A DECLARAÇÃO DA QUITAÇÃO DOS TÍTULOS CAMBIÁRIOS SUBSTITUÍDOS. A REQUERIDA/RECORRIDA, POR SUA VEZ, TORNANDO CONTROVERTIDA A MATÉRIA, NEGOU A EXISTÊNCIA DO ÂNIMO DE NOVAR, SUSTENTANDO QUE OS CHEQUES QUE LHE FORAM REPASSADOS PELA AUTORA/RECORRENTE DESTINAVAM-SE A FIM DIVERSO DA QUITAÇÃO EM TELA. NOTE-SE, PORTANTO, QUE O ÔNUS PARA COMPROVAR O ANIMUS NOVANDI PERMANECEU COM A AUTORA/RECORRENTE, ATÉ MESMO POR SE TRATAR DE FATO CONSTITUTIVO DE SEU DIREITO. ISSO, POR CONTA DA PREVISÃO INSERTA NO INCISO I, DO ART. 333, DO CPC. TODAVIA, NÃO LOGROU A APELANTE DEMONSTRÁ-LO, RAZÃO PELA QUAL HÁ DE SUPORTAR O ÔNUS PELOS FATOS ALEGADOS E NÃO PROVADOS". ORA, A IMPROCEDÊNCIA DA AÇÃO PRINCIPAL DESCARACTERIZA, POR COMPLETO, O FUMUS BONI JURIS DA AÇÃO CAUTELAR. TANTO É QUE O LEGISLADOR PREVIU QUE UMA VEZ DECLARADO EXTINTO O PROCESSO PRINCIPAL, CESSA A EFICÁCIA DA MEDIDA CAUTELAR (CPC, ART. 808, III), PRINCIPALMENTE, QUANDO A DEMANDA PRINCIPAL É JULGADA IMPROCEDENTE. ALIÁS, COMO ENSINA OVÍDIO A. BATISTA DA SILVA: (...) A FUNÇÃO DO PROCESSO CAUTELAR É PROTEGER O PROCESSO PRINCIPAL, DE MODO QUE,

18 20 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO EXTINTO ESTE, NÃO VISLUMBRA O LEGISLADOR QUALQUER INTERESSE EM PRESERVAR A EFICÁCIA DA MEDIDA CAUTELAR PORVENTURA DECRETADA COMO MEDIDA PREPARATÓRIA OU INCIDENTE (SILVA, OVÍDIO A. BATISTA. DO PROCESSO CAUTELAR. 3 ED. RIO DE JANEIRO: FORENSE, 2001, P. 208). DESTACO TAMBÉM O SEGUINTE JULGADO DO COLENDO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA: AGRAVO REGIMENTAL. RECURSO ESPECIAL NÃO ADMITIDO. SFH. AÇÃO CAUTELAR. 1. JULGADA IMPROCEDENTE A CAUTELAR, EM RAZÃO DA IMPROCEDÊNCIA DO PEDIDO PRINCIPAL DO MESMO TEOR, NÃO HÁ VIOLAÇÃO DOS ARTIGOS 796 E 808, III, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, QUE VINCULAM A CAUTELAR À AÇÃO PRINCIPAL. NÃO HÁ COMO SE COGITAR, NO CASO, DE DECISÃO EM OUTRO SENTIDO. (...) 3. AGRAVO REGIMENTAL DESPROVIDO" (STJ, 3.ª TURMA, AGRG NO AG /DF, RELATOR MINISTRO CARLOS ALBERTO MENEZES DIREITO, DATA DO JULGAMENTO 28/10/, DATA DA PUBLICAÇÃO/FONTE DJ P DESTAQUE NÃO-ORIGINAL). COM ESTEIO NESSAS CONSIDERAÇÕES, VERIFICA-SE A PATENTE IMPROCEDÊNCIA DO RECURSO EM APREÇO, RAZÃO PELA QUAL LHE NEGO SEGUIMENTO, NOS TERMOS DO ART. 557, DO CPC. INTIME-SE DESTA DECISÃO EM SEU INTEIRO TEOR. PRECLUSAS AS VIAS RECURSAIS, REMETAM-SE OS AUTOS À COMARCA DE ORIGEM. VITÓRIA, 02 DE OUTUBRO DE DES. ARNALDO SANTOS SOUZA RELATOR 19 APELAÇÃO CÍVEL Nº APTE.: BRITAMAR INDUSTRIA E COMERCIO LTDA ADVOGADO: AILTON FELISBERTO ALVES FILHO ADVOGADO: BRUNO PERCISI ADVOGADO: BRUNO PERSICI ADVOGADO: EDUARDO GIVAGO COELHO MACHADO ADVOGADO: EDUARDO SANTOS SARLO ADVOGADO: GUILHERME MACHADO COSTA APDO.: BETUNEL INDUSTRIA E COMERCIO LTDA ADVOGADO: MARIA APARECIDA K CAETANO VIANNA ADVOGADO: MAURICIO GUTERRES ROCHA RELATOR: ARNALDO SANTOS SOUZA DECISÃO MONOCRÁTICA CUIDA A HIPÓTESE DE APELAÇÃO INTERPOSTA EM FACE DA SENTENÇA QUE, ENTENDENDO SER ÔNUS DA AUTORA/APELANTE COMPROVAR O ANIMUS NOVANDI, JULGOU IMPROCEDENTE O PEDIDO INSERTO NA EXORDIAL, CONDENANDO-A AO PAGAMENTO DAS CUSTAS E HONORÁRIOS SUCUMBENCIAIS. EM SUAS RAZÕES RECURSAIS, A RECORRENTE SUSTENTA QUE, POR SE TRATAR DE AÇÃO DECLARATÓRIA NEGATIVA, MOSTRA-SE EXCESSIVA E DESCABIDA A IMPUTAÇÃO DO ÔNUS DA PROVA A SI, EIS QUE IMPOSSÍVEL A COMPROVAÇÃO DE FATO NEGATIVO. ALEGA QUE A EMISSÃO DE CHEQUES EVIDENCIA CLARAMENTE O ANIMUS NOVANDI, NA MEDIDA QUE DESCARACTERIZA CABALMENTE A OBRIGAÇÃO ANTERIORMENTE CONTRAÍDA ENTRE AS PARTES. EM RESPOSTA À PRETENSÃO RECURSAL, PRETENDE O APELADO A MANTENÇA DA DECISÃO VERGASTADA. TENHO QUE O RECURSO DESAFIA DECISÃO MONOCRÁTICA DO RELATOR, EM RAZÃO DE SUA MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA, NA FORMA PRECONIZADA PELO ART. 557, DO CPC. OPORTUNO SALIENTAR QUE MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA NÃO É NECESSARIAMENTE O MESMO QUE CONFRONTO COM SÚMULA OU COM A JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO RESPECTIVO TRIBUNAL, DO SUPREMO TRIBUNAL, OU DE TRIBUNAL SUPERIOR, POIS O LEGISLADOR NÃO TERIA FEITO MENÇÃO A DUAS HIPÓTESES EM PRETENDENDO SE TRATAR DE APENAS UMA. ALIÁS, NESSE SENTIDO LECIONAM LUIZ GUILHERME MARINONI E SÉRGIO CRUZ ARENHART: NÃO É POSSÍVEL DEIXAR DE ENXERGAR QUE O ART. 557 AFIRMA QUE O RELATOR PODE NEGAR SEGUIMENTO AO RECURSO EM CASO DE MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA E CONFRONTO COM SÚMULA OU COM A JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO RESPECTIVO TRIBUNAL, DO SUPREMO TRIBUNAL, OU DE TRIBUNAL SUPERIOR. SE É ASSIM, DEVE O INTÉRPRETE DIZER O QUE É MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA, NÃO LHE SENDO LÍCITO AFIRMAR QUE CONFRONTO COM A SÚMULA OU COM A JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO TRIBUNAL, DE TRIBUNAL SUPERIOR OU DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, É O MESMO QUE MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA, POIS SE REALMENTE DE UMA HIPÓTESE PRETENDESSE TRATAR O LEGISLADOR, NÃO TERIA FEITO REFERÊNCIA A DUAS (MANUAL DO PROCESSO DE CONHECIMENTO. 3.ED., RT, P. 625). NO EXERCÍCIO DO MISTER QUE LHE FOI ATRIBUÍDO PELA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, O COLENDO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, EXALTANDO A NECESSIDADE DE APLICAÇÃO DO DISPOSITIVO EM QUESTÃO NAS HIPÓTESES DE RECURSO MANIFESTAMENTE IMPROCEDENTE, INVOCA A MENS LEGIS DO MENCIONADO PRECEITO, SEGUNDO A QUAL ESSA NOVA SISTEMÁTICA PRETENDEU DESAFOGAR AS PAUTAS DOS TRIBUNAIS, AO OBJETIVO DE QUE SÓ SEJAM ENCAMINHADOS À SESSÃO DE JULGAMENTO AS AÇÕES E OS RECURSOS QUE DE FATO NECESSITEM DE DECISÃO COLEGIADA. OS DEMAIS A GRANDE MAIORIA DOS PROCESSOS NOS TRIBUNAIS DEVEM SER APRECIADOS O QUANTO E MAIS RÁPIDO POSSÍVEL (STJ - AGRG NO RESP /AL - 1ª TURMA - REL. MIN. JOSÉ DELGADO - J DJU DESTAQUE NÃO-ORIGINAL). TECIDAS ESSAS BREVES CONSIDERAÇÕES, PASSO A ANALISAR OS RECURSOS INTERPOSTOS: COMO CONSABIDO, SEGUNDO O ART. 360, I, DO CÓDIGO CIVIL/2002 (CORRESPONDENTE AO ART. 999, DO CCB/1916), OCORRERÁ A NOVAÇÃO OBJETIVA, TAMBÉM CHAMADA DE REAL, "QUANDO O DEVEDOR CONTRAI COM O CREDOR NOVA DÍVIDA, PARA EXTINGUIR E SUBSTITUIR A ANTERIOR". SEGUNDO ARNALDO RIZZARDO, SÃO NECESSÁRIOS CINCO ELEMENTOS PARA QUE SE CONFIGURE A NOVAÇÃO OBJETIVA, SENÃO VEJAMOS: A) A EXISTÊNCIA DE UMA DÍVIDA ANTERIOR; B) A CRIAÇÃO DE UMA NOVA DÍVIDA QUE FICA NO LUGAR DA ANTERIOR; C) A VALIDADE DA NOVA OBRIGAÇÃO; D) O ÂNIMO DE NOVAR; E) A CAPACIDADE DE QUEM PARTICIPAR DA OBRIGAÇÃO ("DIREITO DA OBRIGAÇÕES". 2 ED. RIO DE JANEIRO: FORENSE,. P ). NA HIPÓTESE DOS AUTOS, DE FATO, NÃO LOGROU A AUTORA/APELANTE COMPROVAR O ANIMUS NOVANDI. E NÃO SE FALE QUE, EM VISTA DA NATUREZA DA AÇÃO POR ELA AJUIZADA - DECLARATÓRIA NEGATIVA -, SERIA DA APELADA/REQUERIDA O ÔNUS DE COMPROVAR A EXISTÊNCIA DA RELAÇÃO JURÍDICA, PELO SEGUINTE: EM SUA EXORDIAL, ALEGOU A RECORRENTE QUE, COM O REPASSE À RECORRIDA DE DOIS CHEQUES SACADOS CONTRA O BANESTES S/A PARA A QUITAÇÃO DE DÍVIDA ANTERIOR REPRESENTADA PELAS TRIPLICATAS LEVADAS A PROTESTO, OPEROU-SE A NOVAÇÃO, MOTIVO PELO QUAL POSTULA A DECLARAÇÃO DA QUITAÇÃO DOS TÍTULOS CAMBIÁRIOS SUBSTITUÍDOS. A REQUERIDA/RECORRIDA, POR SUA VEZ, TORNANDO CONTROVERTIDA A MATÉRIA, NEGOU A EXISTÊNCIA DO ÂNIMO DE NOVAR, SUSTENTANDO QUE OS CHEQUES QUE LHE FORAM REPASSADOS PELA AUTORA/RECORRENTE DESTINAVAM-SE A FIM DIVERSO DA QUITAÇÃO EM TELA. NOTE-SE, PORTANTO, QUE O ÔNUS PARA COMPROVAR O ANIMUS NOVANDI PERMANECEU COM A AUTORA/RECORRENTE, ATÉ MESMO POR SE TRATAR DE FATO CONSTITUTIVO DE SEU DIREITO. ISSO, POR CONTA DA PREVISÃO INSERTA NO INCISO I, DO ART. 333, DO CPC. TODAVIA, NÃO LOGROU A APELANTE DEMONSTRÁ-LO, RAZÃO PELA QUAL HÁ DE SUPORTAR O ÔNUS PELOS FATOS ALEGADOS E NÃO PROVADOS. POR TODO O EXPOSTO, ANTE A PATENTE IMPROCEDÊNCIA DO RECURSO EM APREÇO, NEGO-LHE SEGUIMENTO, COM ARRIMO NO ART. 557, DO CPC. INTIME-SE DESTA DECISÃO EM SEU INTEIRO TEOR. PRECLUSAS AS VIAS RECURSAIS, REMETAM-SE OS AUTOS À COMARCA DE ORIGEM. VITÓRIA, 02 DE OUTUBRO DE DES. ARNALDO SANTOS SOUZA RELATOR

19 21 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO 20 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGVTE.: MASSA FALIDA DA BRASPEROLA INDUSTRIA E COMERCIO S/A ADVOGADO: RENATA STAUFFER DUARTE ADVOGADO: RODRIGO MIGUEL VERVLOET ADVOGADO: SUELI DE PAULA FRANCA AGVDO.: FUNDO DE RECUPERAÇÃO ECONOMICA DO ESPÍRITO SANTO ADVOGADO: ERCIO DE MIRANDA MURTA ADVOGADO: RENATO REZENDE RIBEIRO ADVOGADA: SABRINA B. SALIM MURTA RELATOR: ARNALDO SANTOS SOUZA DECISÃO MONOCRÁTICA TRATA-SE DE RECURSO DE AGRAVO SOB O VIÉS INSTRUMENTAL, COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DOS EFEITOS DA TUTELA RECURSAL, INTERPOSTO PERANTE INTERLOCUTÓRIA PROFERIDA PELA MMª. JUÍZA DE DIREITO DA 3ª VARA CÍVEL DE CARIACICA, QUE, NOS AUTOS DA AÇÃO MONITÓRIA ORIGINÁRIA, INDEFERIU O INGRESSO DA RECORRENTE NA RELAÇÃO JURÍDICA EM REFERÊNCIA. EM QUE PESEM OS ARGUMENTOS EXPENDIDOS PELA AGRAVANTE, TENHO QUE O PRESENTE RECURSO DEVA SER EXAMINADO À LUZ DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. DEPREENDE-SE DOS AUTOS QUE, EM AÇÃO FALIMENTAR AJUIZADA CONTRA TÊXTIL BRASLINHO S/A, PERANTE O JUÍZO DA VARA DE FALÊNCIA E CONCORDATA DE VITÓRIA/ES, O MAGISTRADO DESCONSIDEROU A PERSONALIDADE JURÍDICA DA EMPRESA BRASPÉROLA INDÚSTRIA E COMÉRCIO S/A, ESTENDENDO A ESTA OS EFEITOS DA QUEBRA DAQUELA, JÁ QUE PERTENCEREM AO MESMO GRUPO ECONÔMICO (FLS. 30). TODAVIA, INOBSTANTE A CONSTATAÇÃO, NA PRÓPRIA DECISÃO QUE DETERMINOU A DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA EM RELEVO, QUE TAL PROVIDÊNCIA TINHA EFEITOS MERAMENTE PATRIMONIAIS (FLS. 29), O MAGISTRADO NOMEOU ADMINISTRADOR JUDICIAL PARA A "MASSA FALIDA DE BRASPÉROLA INDÚSTRIA E COMÉRCIO S/A" (FLS. 18). ASSIM, O REFERIDO ADMINISTRADOR, TENDO NOTÍCIA DE QUE HAVIA AÇÃO MONITÓRIA AJUIZADA CONTRA A EMPRESA BRASPÉROLA INDÚSTRIA E COMÉRCIO S/A, JUNTO AO JUÍZO DA 3ª VARA CÍVEL DE CARIACICA, PLEITEOU QUE FOSSE HABILITADO NOS AUTOS PARA REPRESENTÁ- LA. A JUÍZA DA COMARCA DE CARIACICA INDEFERIU O PEDIDO, AO ARGUMENTO DE QUE A DECISÃO ANTES MENCIONADA APENAS ESTENDEU OS EFEITOS DA FALÊNCIA DE TÊXTIL BRASLINHO S/A A OUTRA EMPRESA DO MESMO GRUPO ECONÔMICO, SEM TODAVIA DECRETAR TAMBÉM A SUA QUEBRA. ASSIM, A EMPRESA BRASPÉROLA IND. E COM. S/A DEVE SER REPRESENTADA POR SEUS REPRESENTANTES LEGAIS E NÃO POR ADMINISTRADOR JUDICIAL (FLS. 33/36). EIS O ÂMAGO DA CONTROVÉRSIA. SUSTENTA A RECORRENTE, EM SUMA, QUE A DECISÃO PROFERIDA PELO MAGISTRADO DA VARA DE FALÊNCIA E CONCORDATA DE VITÓRIA/ES, AO ESTENDER OS EFEITOS DA FALÊNCIA DE TÊXTIL BRASLINHO S/A À BRASPÉROLA IND. E COM. S/A E NOMEAR PARA ELA UM ADMINISTRADOR JUDICIAL, CULMINOU POR LEGITIMÁ-LO A REPRESENTÁ-LA EM JUÍZO. NÃO VEJO COMO POSSAM PROSPERAR OS ANSEIOS DA AGRAVANTE, EIS QUE, CONFORME JÁ REFERENCIADO, DOS PRÓPRIOS TERMOS DA DECISÃO PROFERIDA PELO JULGADOR TITULAR DA VARA DE FALÊNCIA E CONCORDATA DE VITÓRIA SE EXTRAI RESPALDO DOUTRINÁRIO A FULMINAR SUA TESE. É QUE AQUELE MAGISTRADO CONSIGNOU QUE A DOUTRINA DE FABIO KONDER COMPARATO, APUD CÁIO MÁRIO DA SILVA PEREIRA, ESCLARECE QUE "[...]OS EFEITOS DA DESCONSIDERAÇÃO SÃO MERAMENTE PATRIMONIAIS E SEMPRE RELATIVOS À OBRIGAÇÕES DETERMINADAS, NÃO FAZENDO COM QUE A PESSOA JURÍDICA ENTRE EM LIQUIDAÇÃO OU SE 'DESPERSONALIZE'[...]" (FLS. 29). ORA, A DECISÃO RECORRIDA SE SUSTENTA EXATAMENTE NESSA PREMISSA, DE QUE "[...]A EMPRESA BRASPÉROLA COMÉRCIO E INDÚSTRIA S/A APENAS TEVE SUA PERSONALIDADE JURÍDICA DESCONSIDERADA PARA ATINGIR SEU PATRIMÔNIO, ENTRETANTO, SUA 'PESSOA' NÃO FOI ATINGIDA PELOS EFEITOS DA FALÊNCIA DA TÊXTIL BRASLINHO; MORMENTE DO QUE ENTENDO QUE OS REPRESENTANTES LEGAIS CONTINUAM SENDO AS PESSOAS DE SEUS SÓCIOS E NÃO A PESSOA DO SÍNDICO." (SIC) (FLS. 35) DIANTE DESSAS ASSERTIVAS, ENTENDO QUE OS ARGUMENTOS TRAZIDOS PELA AGRAVANTE NÃO CONVERGEM PARA UMA RAZÃO DE CONVENCIMENTO QUE POSSA PROVOCAR A REFORMA, AINDA QUE PARCIAL, DO ATO HOSTILIZADO, POIS VERIFIQUEI QUE O MESMO NÃO TRAZ EM SI MÁCULA QUE JUSTIFIQUE TAL MEDIDA. NÃO SE TRATA, IN CASU, DE DECISÃO TERATOLÓGICA, OU SEJA, CONTRARIA À LEI OU À PROVA DOS AUTOS. PATENTE, POIS, A MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA DO RECURSO, MOTIVO PELO QUAL LHE NEGO SEGUIMENTO, COM ARRIMO NO ARTIGO 557, CAPUT, DO CPC. PRECLUSA A PRESENTE DECISÃO, ENCAMINHEM-SE OS AUTOS AO JUÍZO A QUO. PUBLIQUE-SE. INTIME-SE. VITÓRIA, 10 DE OUTUBRO DE DES. ARNALDO SANTOS SOUZA RELATOR 21 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGVTE.: PAO GOSTOSO IND COMERCIO S/A ADVOGADO: EDUARDO METZKER FERNANDES ADVOGADA: ERIKA CAVERSAN VASCONCELOS ADVOGADO: LUIZ F Z F SIMONI ADVOGADO: RODRIGO DA ROCHA SCARDUA ADVOGADO: TIAGO SIMONI NACIF ADVOGADO: WELLINGTON MARIN SANTOS AGVDO.: O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ADVOGADO: GUSTAVO LUIS TEIXEIRA DAS CHAGAS - PROCURADOR DO ESTADO RELATOR: ARNALDO SANTOS SOUZA DECISÃO MONOCRÁTICA CUIDA A HIPÓTESE DE RECURSO DE AGRAVO SOB O VIÉS INSTRUMENTAL MANEJADO CONTRA DECISÃO PROFERIDA NOS AUTOS DA AÇÃO DE EXECUÇÃO FISCAL MOVIDA PELO AGRAVADO, ATRAVÉS DA QUAL A JUÍZA SINGULAR, ACOLHENDO OS EMBARGOS DECLARATÓRIOS OPOSTOS PELO AGRAVADO, REFORMULOU OS TERMOS DA INTERLOCUTÓRIA EMBARGADA E RECUSOU O BEM OFERECIDO À PENHORA PELA RECORRENTE. EM QUE PESEM OS ARGUMENTOS EXPENDIDOS PELA AGRAVANTE, TENHO QUE O PRESENTE RECURSO DEVA SER EXAMINADO À LUZ DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. DEPREENDE-SE DOS AUTOS QUE A FAZENDA PÚBLICA ESTADUAL AFOROU AÇÃO EXECUTIVA A FIM DE HAVER CRÉDITO FISCAL CONSTANTE DA CERTIDÃO DE DÍVIDA ATIVA Nº 3376/1999, EM FACE DA RECORRENTE, A QUAL, CITADA, NOMEOU À PENHORA OS DIREITOS SOBRE O CRÉDITO DO PRECATÓRIO Nº DEVIDAMENTE INTIMADO, O AGRAVADO RECUSOU O BEM OFERECIDO PELA AGRAVANTE, O QUE FOI ACATADO PELO JULGADOR SINGULAR (FLS. 71). A RECORRENTE PLEITEOU, ENTÃO, O PARCELAMENTO DA DÍVIDA (FLS. 72), O QUE TAMBÉM FOI DEFERIDO (FLS. 86). TODAVIA, TENDO EM VISTA QUE A RECORRENTE NÃO CUMPRIU COM O ESTABELECIDO, O MENCIONADO PARCELAMENTO FOI REVOGADO, PROSSEGUINDO-SE A EXECUÇÃO FISCAL (FLS. 93). EM SEQÜÊNCIA, A AGRAVANTE NOVAMENTE NOMEOU À PENHORA PARTE DO CRÉDITO DO PRECATÓRIO DE Nº , O QUE, DESTA FEITA, FOI DEFERIDO PELO JUÍZO A QUO (FLS. 128/130). INCONFORMADO, O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO OPÔS EMBARGOS DECLARATÓRIOS, OS QUAIS FORAM CONHECIDOS E PROVIDOS EM DECISÃO ATRAVÉS DA QUAL A MAGISTRADA DE PRIMEIRO GRAU RECONSIDEROU A DECISÃO EMBARGADA, REFUTANDO OS BENS OFERECIDOS À PENHORA PELA RECORRENTE (FLS. 143/144), SUSTENTANDO, ENTRE OUTROS ARGUMENTOS, O FATO DE QUE OS PRECATÓRIOS OFERTADOS TEM COMO SUPORTE A NORMA DE TRIMESTRALIDADE PREVISTA NA LEI ESTADUAL Nº 3.935/87, A QUAL FOI DECLARADA INCONSTITUCIONAL PELO EXCELSO STF. EIS O ÂMAGO DA CONTROVÉRSIA. A AGRAVANTE SUSTENTA, EM SUMA, QUE O BEM OFERECIDO À PENHORA É TÍTULO EMITIDO PELA PRÓPRIA FAZENDA CREDORA, OU SEJA, PRECATÓRIO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO E, PORTANTO, NÃO REPRESENTA AFRONTA ÀS GRADAÇÕES ESTABELECIDAS PELO ART. 11, DA LEI Nº 6.830/80. REVELA QUE A REJEIÇÃO EM COMENTO IMPLICA EM DESPRESTÍGIO DO QUE PRECONIZA O ART. 620, DO CPC, E QUE A AGRAVADA NÃO COMPROVOU QUALQUER DAS HIPÓTESES CONSTANTES DO ART.

20 22 Terça-Feira 23 de Outubro de 2007 Edição nº 3183 D.J. ESPÍRITO SANTO 656, DO CPC, PARA JUSTIFICAR A SUA RECUSA. DIZ QUE A MANUTENÇÃO DO ATO RECORRIDO CONFIGURA VIOLAÇÃO AOS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DO DEVIDO PROCESSO LEGAL E DO CONTRADITÓRIO E, QUANTO À DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE DA LEI Nº 3.935/87, ADUZ QUE HÁ RECURSO PENDENTE NO ÂMBITO DO EXCELSO STF QUE IMPEDE A IMPOSIÇÃO DE COISA JULGADA SOBRE A QUESTÃO. A FINAL, PLEITEIA A REFORMA DO DECISUM PARA QUE SEJA ACEITA A NOMEAÇÃO DA PENHORA OFERECIDA. NÃO VEJO COMO POSSAM PROSPERAR OS ANSEIOS DA RECORRENTE, TENDO EM VISTA QUE UM DOS ARGUMENTOS DO FISCO ESTADUAL PARA REFUTAR A PENHORA OFERECIDA É A BAIXA LIQUIDEZ DO BEM OFERTADO. ORA, NÃO É ESSA A HIPÓTESE PREVISTA NO ART. 656, V, DO CPC, QUE LEGITIMA A RECUSA EM RELEVO? NÃO POR OUTRO MOTIVO TENHO ENTENDIDO SER JUSTA A RESISTÊNCIA DO ESTADO QUANDO A EXECUTADA OFERECE À PENHORA CRÉDITOS DE PRECATÓRIOS, AINDA QUE PROVENIENTES DA PRÓPRIA FAZENDA CREDORA. A UMA PORQUE, INOBSTANTE TRATAR-SE DE TÍTULO DA DÍVIDA PÚBLICA, TAIS PRECATÓRIOS NÃO POSSUEM COTAÇÃO EM BOLSA E, PORTANTO, SEM QUALQUER VALOR NO MERCADO DE TÍTULOS; E, A DUAS, POIS NÃO SE PODE COMPELIR O EXEQÜENTE A ACEITAR A GARANTIA OFERECIDA, VEZ QUE A EXECUÇÃO DEVE SER FEITA PARA ATENDER OS INTERESSES DO CREDOR E NÃO DA DEVEDORA. A PROPÓSITO, O SEGUINTE ARESTO: "[...]É LEGÍTIMA A RECUSA PELA EXEQÜENTE DE NOMEAÇÃO À PENHORA DE BEM DE DIFÍCIL ALIENAÇÃO, IN CASU, AS APÓLICES DA DÍVIDA PÚBLICA, SEM COTAÇÃO NA BOLSA DE VALORES. PRECEDENTES (.AGRG NO AG / SP RELATORMINISTRO TEORI ALBINO ZAVASCKI DJ ; AGRG NO AG / RJ RELATOR MINISTRO LUIZ FUX DJ ; RESP Nº /MG, DJ DE , REL. MIN. CÉSAR ASFOR ROCHA; RESP Nº /SP, DJ DE , REL. MIN. FRANCIULLI NETTO; AGRESP Nº /MG, DJ DE ), REL. MIN. FRANCISCO FALCÃO; AGRG NO RESP /RS RELATOR MINISTRA ELIANA CALMON DJ ; RESP /MT RELATOR MINISTRO BARROS MONTEIRO DJ ) 7. A EXEGESE DO ART. 656 DO CPC (APLICÁVEL SUBSIDIARIAMENTE À EXECUÇÃO FISCAL) TORNA INDISCUTÍVEL A CIRCUNSTÂNCIA DE QUE A GRADAÇÃO DE BENS ESTABELECIDA NO ARTIGO 655 VISA FAVORECER APENAS O CREDOR/EXEQÜENTE, PORQUANTO A NOMEAÇÃO PELO EXECUTADO SÓ É VÁLIDA E EFICAZ SE HOUVER CONCORDÂNCIA DAQUELE. [...]." (RESP /RS; REL. MIN. LUIZ FUX - 1ª TURMA - 19/09/ DJ: , P. 210) NO CASO VERTENTE, ALÉM DAS DUAS PREMISSAS ANTES MENCIONADAS, HÁ UM OUTRO ELEMENTO QUE CULMINA POR ROBUSTECER TAL JUÍZO, QUAL SEJA, O FATO DE QUE OS PRECATÓRIOS OFERECIDOS PELA EXECUTADA, ORA, AGRAVADA, DECORREM DE DIREITOS REIVINDICADOS COM BASE EM LEI ESTADUAL QUE CINGE-SE DE INCONSTITUCIONALIDADE. NÃO POR OUTRO MOTIVO, O PLENO DESTE EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA AFASTOU OS EFEITOS DA COISA JULGADA EM PRECATÓRIOS SEMELHANTES AOS REFERENCIADOS NOS AUTOS, O QUE CULMINA POR CORROBORAR A ASSERTIVA DE QUE TAIS TÍTULOS NÃO POSSUEM LIQUIDEZ GARANTIDA, JUSTIFICANDO A RECUSA DO AGRAVADO. A PROPÓSITO OS SEGUINTES ARESTOS: "[...]4. É INVÁLIDA A NOMEAÇÃO À PENHORA DE DIREITO DE CRÉDITO DECORRENTE DE PRECATÓRIO JUDICIAL ORIGINÁRIO DA LEI ESTADUAL Nº 3.935/87, QUE INSTITUIU A TRIMESTRALIDADE DOS REAJUSTES DOS VENCIMENTOS DOS SERVIDORES PÚBLICOS ESTADUAIS, DECLARADA INCONSTITUCIONAL PELO STF (ART. 741, PAR. ÚNICO, CPC). 5. A DECISÃO PLENÁRIA DESTA CORTE ESTADUAL QUE ACOLHEU A TESE DA RELATIVIZAÇÃO DA COISA JULGADA INCONSTITUCIONAL, SENDO ATACADO POR RECURSO DESPROVIDO DE EFEITO SUSPENSIVO (ART. 542, 2º, CPC), OPERA OS SEUS EFEITOS DE IMEDIATO SOBRE A ESFERA JURÍDICA INDIVIDUAL DOS INTERESSADOS, TORNANDO INEFICAZ A NOMEAÇÃO DO DIREITO CREDITÓRIO CEDIDO À EXECUTADA, ENQUANTO NÃO HOUVER DECISÃO DA INSTÂNCIA SUPERIOR EM SENTIDO CONTRÁRIO." (TJES; AR NO AI Nº REL.(A) DES.(A) CATHARINA MARIA NOVAES BARCELLOS - 4ª CÂMARA CÍVEL - 15/05/ DJ: 21/06/2007) "[...]A JURISPRUDÊNCIA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA É UNÍSSONA EM PROCLAMAR COMO LEGÍTIMA A RECUSA DE NOMEAÇÃO À PENHORA DE TÍTULO DA DÍVIDA PÚBLICA QUANDO ESTE É DE DIFÍCIL E DUVIDOSA LIQUIDAÇÃO E NÃO TENHA COTAÇÃO EM BOLSA DE VALORES.[...]" (AG DECISÃO MONOCRÁTICA - REL. MIN. JOÃO OTÁVIO DE NORONHA - DJ: ) PATENTE, POIS, A MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA DO RECURSO, MOTIVO PELO QUAL LHE NEGO SEGUIMENTO, COM ARRIMO NO ARTIGO 557, CAPUT, DO CPC. PRECLUSA A PRESENTE DECISÃO, ENCAMINHEM-SE OS AUTOS AO JUÍZO A QUO. PUBLIQUE-SE. INTIME-SE. VITÓRIA, 15 DE OUTUBRO DE DES. ARNALDO SANTOS SOUZA RELATOR 22 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGVTE.: FLAVIO DE ARRAZ CRISPIM ADVOGADA: KASSIA FERRAZ MARTINS ARRAZ ADVOGADO: PAULO AUGUSTO MARTINS PINHEIRO CHAGAS AGVDO.: MARIA DE FATIMA JEREMIAS ADVOGADO: CARLO ROMÃO RELATOR: ARNALDO SANTOS SOUZA DECISÃO MONOCRÁTICA TRATA-SE DE RECURSO DE AGRAVO SOB O VIÉS INSTRUMENTAL, COM PEDIDO DE ATRIBUIÇÃO DE EFEITO SUSPENSIVO, INTERPOSTO CONTRA DECISÃO QUE DEFERIU A LIMINAR PLEITEADA PELA AGRAVADA, DETERMINANDO A IMEDIATA SUSPENSÃO DA OBRA OBJETO DA DEMANDA ORIGINÁRIA, SOB PENA DE MULTA DIÁRIA NO CASO DE DESCUMPRIMENTO. EM QUE PESEM OS ARGUMENTOS EXPENDIDOS PELO RECORRENTE, TENHO QUE O PRESENTE RECURSO DEVA SER EXAMINADO À LUZ DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. DEPREENDE-SE DOS AUTOS QUE O RECORRENTE, AO PROMOVER A AMPLIAÇÃO DA ÁREA DE SUA UNIDADE HABITACIONAL, FOI SURPRESADO COM MANDADO DE CITAÇÃO E INTIMAÇÃO EXPEDIDO PELO JUÍZO DE DIREITO DA 3ª VARA CÍVEL DE VILA VELHA/ES, ATRAVÉS DO QUAL TEVE CIÊNCIA DE QUE CONTRA SI FORA DEFERIDA MEDIDA LIMINAR SUSPENDENDO A MENCIONADA OBRA. INCONFORMADO, INTERPÔS O AGRAVO DE INSTRUMENTO EM APREÇO COM VISTAS À RETOMADA DAS OBRAS DE SEU APARTAMENTO. AO QUE SE VÊ DA EXORDIAL DE FLS. 14/17, A RECORRIDA AJUIZOU AÇÃO DE NUNCIAÇÃO DE OBRA NOVA EM FACE DO RECORRENTE, SUSTENTANDO QUE A DITA EDIFICAÇÃO IRIA DIMINUIR A CIRCULAÇÃO DE AR PARA SEU APARTAMENTO E QUE A OBRA JÁ ESTAVA EMBARGADA PELA PREFEITURA DE VILA VELHA/ES, MAS O AGRAVANTE INSISTIA EM CONSTRUIR, CONTRARIANDO À ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. AO DECIDIR, O MAGISTRADO VISLUMBROU A PRESENÇA DOS REQUISITOS ENSEJADORES À CONCESSÃO DA MEDIDA URGENTE PLEITEADA PELA AGRAVADA, SOBRETUDO NO QUE CONCERNE A APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS QUE COMPROVAM O EMBARGO DA OBRA EM COMENTO (FLS. 53/54). O AGRAVANTE, POR SEU TURNO, ADUZ, EM SUMA, QUE OS ARGUMENTOS OFERECIDOS PELA AGRAVADA SÃO INVERÍDICOS E QUE A MUNICIPALIDADE TINHA CIÊNCIA DE SUA CONSTRUÇÃO, REVELANDO QUE O PROTOCOLO DE Nº 33808, EMITIDO PELA PRÓPRIA PREFEITURA DE VILA VELHA/ES, COMPROVA AS SUAS ASSERTIVAS (FLS. 08). ORA, DE ACORDO COM O DOCUMENTO DE FLS. 80, O MENCIONADO PROTOCOLO Nº APENAS REFERENCIA A EXISTÊNCIA DE ALGUM PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO NA PREFEITURA DE VILA VELHA/ES, ENVOLVENDO A SRª. MARIA DA PENHA GOMES, ESPOSA DO AGRAVANTE (FLS. 65), EM QUESTÕES AFETAS À LICENÇA PARA REFORMA E CONSTRUÇÃO, SENDO CERTO QUE NÃO HÁ NOS AUTOS QUALQUER COMPROVANTE DE QUE A MUNICIPALIDADE TENHA DEFERIDO OU INDEFERIDO QUALQUER PEDIDO DE CONSTRUÇÃO OU REFORMA EM RELAÇÃO AO IMÓVEL ONDE ACONTECE A OBRA OBJETO DA CONTROVÉRSIA EM APREÇO. POR OUTRO LADO, DE UMA SIMPLES LEITURA DO DOCUMENTO DE FLS. 20/21, FÁCIL CONSTATAR QUE O CONVENCIMENTO DO JUIZ DE PRIMEIRO GRAU PAUTOU-SE EM EVIDENTE COMPROVAÇÃO DE

ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa

ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa Agravo de Instrumento n 2 073.2012.001287-4 /001 Relator: Des. José Di Lorenzo Serpa Agravante: Marina Jacaré Clube Advogado:

Leia mais

D E C I S Ã O. Contra-razões ofertadas as fls. 176/184 em total prestígio a. sentença.

D E C I S Ã O. Contra-razões ofertadas as fls. 176/184 em total prestígio a. sentença. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA QUARTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO CÍVEL Nº 0168239-18.2007.8.19.0001 APELANTE: BRADESCO VIDA E PREVIDÊNCIA S/A APELADO: CATIA MARIA DA SILVA COUTO RELATOR:

Leia mais

ACÓRDÃO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA. Apelação Cível ri 026.2006.000553-0/001 Origem : 2 4 Vara da Comarca de naná

ACÓRDÃO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA. Apelação Cível ri 026.2006.000553-0/001 Origem : 2 4 Vara da Comarca de naná ACÓRDÃO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA Apelação Cível ri 026.2006.000553-0/001 Origem : 2 4 Vara da Comarca de naná TRIBUNAL DE JUSTIÇA Relator : Desembargador Frederico Martinho da NObrega Coutinho

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR JOÃO ALVES DA SILVA DECISÃO MONOCRÁTICA APELAÇÃO CÍVEL N. 048.2009.000261-8/001 RELATOR : Desembargador João Alves da Silva APELANTE : Sérgio Pia

Leia mais

Gabinete do Desembargador Carlos Alberto França R E L A T Ó R I O E V O T O

Gabinete do Desembargador Carlos Alberto França R E L A T Ó R I O E V O T O Agravo Regimental em Agravo Regimental em Apelação Cível 437320-59.2008.8.09.0051 (200894373200) Comarca de Goiânia Agravante : Pienge Construtora Ltda Agravada : Agência Municipal do Meio Ambiente Amma

Leia mais

(ambas sem procuração).

(ambas sem procuração). ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 001.2009.006097-9 / 001 Relator: Des. José Di Lorenzo Serpa. Agravante: Itatj Seguros S/A. Advogado:

Leia mais

APELAÇÃO CÍVEL Nº 110200-7/188 (200701442380) COMARCA GOIÂNIA APELANTE BANCO ITAÚ S/A APELADA BLANCHE DANIELLA BARBOSA BAILÃO RELATOR DES.

APELAÇÃO CÍVEL Nº 110200-7/188 (200701442380) COMARCA GOIÂNIA APELANTE BANCO ITAÚ S/A APELADA BLANCHE DANIELLA BARBOSA BAILÃO RELATOR DES. APELAÇÃO CÍVEL Nº 110200-7/188 (200701442380) COMARCA GOIÂNIA APELANTE BANCO ITAÚ S/A APELADA BLANCHE DANIELLA BARBOSA BAILÃO RELATOR DES. LUIZ EDUARDO DE SOUSA EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL. BUSCA E APREENSÃO.

Leia mais

4ª Câmara Cível AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 55413-2/180 (200701476731) COMARCA DE URUANA

4ª Câmara Cível AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 55413-2/180 (200701476731) COMARCA DE URUANA 4ª Câmara Cível AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 55413-2/180 (200701476731) COMARCA DE URUANA AGRAVANTE MAFRE VERA CRUZ SEGURADORA S/A AGRAVADA MARIA FRANCISCA DE OLIVEIRA RELATOR Juiz GILMAR LUIZ COELHO RELATÓRIO

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA o. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR JOÃO ALVES DA SILVA DECISÃO MONOCRÁTICA AGRAVO DE INSTRUMENTO NQ 001.2010.006903-6/001 RELATOR : Desembargador João Alves da Silva AGRAVANTE

Leia mais

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DESEMB - DAIR JOSÉ BREGUNCE DE OLIVEIRA 26 de agosto de 2014

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DESEMB - DAIR JOSÉ BREGUNCE DE OLIVEIRA 26 de agosto de 2014 ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DESEMB - DAIR JOSÉ BREGUNCE DE OLIVEIRA 26 de agosto de 2014 REEXAME NECESSÁRIO Nº 0031154-87.2008.8.08.0024 (024080311541) - VITÓRIA

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 447.888 - RO (2002/0084713-3) RELATORA : MINISTRA NANCY ANDRIGHI RECORRENTE : ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS - RONSEG ADVOGADO : ODAILTON KNORST RIBEIRO RECORRENTE : SUL AMÉRICA

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça S EMENTA CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. PLANO DE SAÚDE. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO. CIRURGIA BARIÁTRICA. PEDIDO MÉDICO. NEGATIVA DE AUTORIZAÇÃO. DANO MORAL. DECISÃO

Leia mais

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DESEMB - WILLIAM COUTO GONÇALVES 9 de outubro de 2012

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DESEMB - WILLIAM COUTO GONÇALVES 9 de outubro de 2012 ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DESEMB - WILLIAM COUTO GONÇALVES 9 de outubro de 2012 APELAÇÃO CIVEL Nº 0020860-15.2004.8.08.0024 (024040208605) - VITÓRIA - VARA ESPECIALIZADA

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 972.075 - SC (2007/0178356-6) RELATOR : MINISTRO TEORI ALBINO ZAVASCKI ADVOGADO : DANTE AGUIAR AREND E OUTRO(S) EMENTA PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. RECURSO ESPECIAL. VIOLAÇÃO AO ART.

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO EM HABEAS CORPUS Nº 21.628 - SP (2007/0158779-3) RELATORA : MINISTRA LAURITA VAZ RECORRENTE : AGOSTINHO FERRAMENTA DA SILVA JÚNIOR ADVOGADO : JULIANA FERRAMENTA DA SILVA RECORRIDO : TRIBUNAL DE

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 468.333 - MS (2002/0108270-6) RELATOR : MINISTRO LUIS FELIPE SALOMÃO RECORRENTE : BANCO DO BRASIL S/A ADVOGADO : GILBERTO EIFLER MORAES E OUTRO(S) RECORRIDO : LEODARCY DA SILVA ANGELIERI

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 963.454 - SC (2007/0143805-5) RELATOR RECORRENTE ADVOGADOS RECORRIDO PROCURADOR INTERES. : MINISTRO PAULO DE TARSO SANSEVERINO : LIBERTY PAULISTA SEGUROS S/A : SÉRGIO ALEXANDRE SODRÉ

Leia mais

(ft.." 4 Án 41. sks, 4, Pus JUSTIT11 Pijj z ESTADO DA PARAIBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DO DES. MÁRCIO MURILO DA CUNHA RAMOS

(ft.. 4 Án 41. sks, 4, Pus JUSTIT11 Pijj z ESTADO DA PARAIBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DO DES. MÁRCIO MURILO DA CUNHA RAMOS (ft.." 4 Án 41 sks, 4, Pus JUSTIT11 Pijj z ESTADO DA PARAIBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DO DES. MÁRCIO MURILO DA CUNHA RAMOS ACÓRDÃO APELAÇÃO CÍVEL N 076.2008.000525-9/001 Comarca de

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 781.703 - RS (2005/0152790-8) RELATOR RECORRENTE RECORRIDO ADVOGADO : MINISTRO ARNALDO ESTEVES LIMA : UNIÃO : MARCOS ROBERTO SILVA DE ALMEIDA E OUTROS : WALDEMAR MARQUES E OUTRO EMENTA

Leia mais

JI WrIlei. ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Genésio Gomes Pereira Filho

JI WrIlei. ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Genésio Gomes Pereira Filho ).,, JI WrIlei ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Genésio Gomes Pereira Filho ACÓRDÃO AGRAVO DE INSTRUMENTO n 041.2007.001993-4/001 RELATOR: Eduardo José de Carvalho Soares

Leia mais

Desembargador SEBASTIÃO COELHO Acórdão Nº 732.640 E M E N T A

Desembargador SEBASTIÃO COELHO Acórdão Nº 732.640 E M E N T A Poder Judiciário da União Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios Órgão 5ª Turma Cível Processo N. Agravo de Instrumento 20130020148016AGI Agravante(s) SINDICATO DOS ODONTOLOGISTAS DO

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO Acórdão 10a Turma PODER JUDICIÁRIO FEDERAL CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. DECADÊNCIA. PRESCRIÇÃO. PRAZO INICIAL. O processo do trabalho guarda perfeita simetria ao processo administrativo tributário posto

Leia mais

,^0; 71/3ápf. d.) ír.o.t.lra

,^0; 71/3ápf. d.) ír.o.t.lra ,^0; 71/3ápf Moto/ 2udiço, d.) ír.o.t.lra ACÓRDÃO APELAÇÃO CÍVEL N 035.2005.000.510-3/001 - Sapé RELATOR: Miguel de Britto Lyra Filho, Juiz de Direito convocado APELANTE: INTERNÁUTICA INFORMÁTICA LTDA

Leia mais

GILDA MARIA DIAS CARRAPATOSO Desembargadora Relatora ACÓRDÃO

GILDA MARIA DIAS CARRAPATOSO Desembargadora Relatora ACÓRDÃO AGRAVO DE INSTRUMENTO nº 0044451-57.2013.8.19.0000 AGRAVANTE: ARTECHE EDC EQUIPAMENTOS E SISTEMAS S/A AGRAVADO: JORGE LUIZ RIBEIRO GONZALEZ AGRAVADA: PATRICIA CRUZ PEREIRA RELATORA: DES. GILDA MARIA DIAS

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.084.748 - MT (2008/0194990-5) RELATOR RECORRENTE ADVOGADO RECORRIDO ADVOGADO : MINISTRO SIDNEI BENETI : AGRO AMAZÔNIA PRODUTOS AGROPECUÁRIOS LTDA : DÉCIO JOSÉ TESSARO E OUTRO(S) :

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.280.171 - SP (2011/0144286-3) RELATOR RECORRENTE RECORRIDO : MINISTRO MASSAMI UYEDA : A C DE A : ANNA CRISTINA BORTOLOTTO SOARES E OUTRO(S) : B L C DE A E OUTRO : CLEBER SPERI EMENTA

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 26.044 - MS (2008/0000154-1) RELATORA RECORRENTE ADVOGADO RECORRIDO PROCURADOR : MINISTRA MARIA THEREZA DE ASSIS MOURA : MÁRCIA ARAÚJO LIMA : IGOR NAVARRO RODRIGUES CLAURE

Leia mais

Athayde Filho e outros) Vistos etc.

Athayde Filho e outros) Vistos etc. ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa DECISÃO MONOCRÁTICA APELAÇÃO CÍVEL N2 107.2009.000348-7/001 Relator: Des. José Di Lorenzo Serpa Apelante: Município de Lagoa

Leia mais

P O D E R J U D I C I Á R I O

P O D E R J U D I C I Á R I O Registro: 2013.0000791055 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0024907-79.2012.8.26.0564, da Comarca de São Bernardo do Campo, em que é apelante CRIA SIM PRODUTOS DE HIGIENE

Leia mais

AGRAVO DE INSTRUMENTO: Conceito: é o recurso adequado para a impugnação das decisões que denegarem seguimento a outro recurso.

AGRAVO DE INSTRUMENTO: Conceito: é o recurso adequado para a impugnação das decisões que denegarem seguimento a outro recurso. AGRAVO DE INSTRUMENTO: Conceito: é o recurso adequado para a impugnação das decisões que denegarem seguimento a outro recurso. Por que se diz instrumento: a razão pela qual o recurso se chama agravo de

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA - Gab. Des. Genésio Gomes Pereira Filho

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA - Gab. Des. Genésio Gomes Pereira Filho , 1. " ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA - Gab. Des. Genésio Gomes Pereira Filho ACÓRDÃO. APELAÇÃO CÍVEL N 076.2005.000115-5/001 Comarca de Gurinhém RELATOR: Des. Genésio Gomes Pereira

Leia mais

RELATÓRIO. Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL

RELATÓRIO. Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Órgão: TURMA REGIONAL DE UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA N. Processo: 0500029-74.2008.4.05.8103 Origem: Primeira Turma Recursal do Estado do Ceará Recorrente: João Ferreira

Leia mais

XV Exame de Ordem 2ª Fase OAB Civil - ProfessorAoVivo Qual a peça Juquinha? Prof. Darlan Barroso

XV Exame de Ordem 2ª Fase OAB Civil - ProfessorAoVivo Qual a peça Juquinha? Prof. Darlan Barroso XV Exame de Ordem 2ª Fase OAB Civil - ProfessorAoVivo Qual a peça Juquinha? Prof. Darlan Barroso 2ª Fase OAB - Civil Juquinha Junior, representado por sua genitora Ana, propôs ação de investigação de paternidade

Leia mais

ACÓRDÃO. oes i n'ítiu v.5

ACÓRDÃO. oes i n'ítiu v.5 o AI no 037.2010.002.240-1/001, oes i n'ítiu v.5 Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete da Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira ACÓRDÃO AGRAVO INTERNO No

Leia mais

VISTOS, relatados e discutidos os autos acima referenciados.

VISTOS, relatados e discutidos os autos acima referenciados. 4* 'L, Á `4'INI ~nu Pd Estado da Paraíba Poder Judiciário Tribunal de Justiça Gabinete do Des. Marcos Antônio Souto Maior ACÓRDÃO APELAÇÃO CÍVEL N 001.2008.001148-7/001 - CAMPINA GRANDE RELATOR : Juiz

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL MARCELO NAVARRO

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL MARCELO NAVARRO APELAÇÃO CÍVEL (AC) Nº 296203/AL (2000.80.00.003296-1) APTE : INSS - INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL ADV/PROC : NATHALIE PAIVA TEIXEIRA CAMBUY SODRE VALENTIM E OUTROS APTE : PREVI - CAIXA PREVIDENCIARIA

Leia mais

Poder Judiciário da União Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios

Poder Judiciário da União Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios Poder Judiciário da União Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios Órgão 1ª Turma Cível Processo N. Agravo de Instrumento 20130020241390AGI Agravante(s) GOLDEN CROSS ASSISTENCIA INTERNACIONAL

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.228.778 - MT (2010/0217471-4) RELATOR RECORRENTE RECORRIDO RECORRIDO : MINISTRO SIDNEI BENETI : WANDER CARLOS DE SOUZA : SÉRGIO DONIZETE NUNES : GILBERTO LUIZ DE REZENDE : DANIELA

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RELATOR : MINISTRO JOÃO OTÁVIO DE NORONHA RECORRENTE : E L DOS S E OUTRO ADVOGADO : JULIANO FONSECA DE MORAIS EMENTA RECURSO ESPECIAL. PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO DE DIVÓRCIO DIRETO CONSENSUAL. CASAMENTO REALIZADO

Leia mais

1-9N8 Jtk"iitE. tsr 'ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA GAB. DES. MANOEL SOARES MONTEIRO

1-9N8 JtkiitE. tsr 'ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA GAB. DES. MANOEL SOARES MONTEIRO , 1-9N8 Jtk"iitE tsr 'ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA GAB. DES. MANOEL SOARES MONTEIRO DECISÃO MONOCRÁTICA RECURSO EX OFFICIO N. 032.2009.000.034-3/001 RELATOR : Des.

Leia mais

Estado de Mato Grosso do Sul Poder Judiciário Sonora Juizado Especial Adjunto

Estado de Mato Grosso do Sul Poder Judiciário Sonora Juizado Especial Adjunto fls. 213 Estado de Mato Grosso Poder Judiciário Sonora CERTIDÃO CARTORÁRIA Autos n.º 0001764-60.2011.8.12.0055 parte interessada se manifestar transcorreu em 26.1.2015. CERTIFICO, para os devidos fins,

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 437880-18.2012.8.09.0000 (201294378805) DE GOIÂNIA

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 437880-18.2012.8.09.0000 (201294378805) DE GOIÂNIA AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 437880-18.2012.8.09.0000 (201294378805) DE GOIÂNIA AGRAVANTE AGRAVADO RELATOR CÂMARA ELETROENGE ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES LTDA BANCO INDUSTRIAL E COMERCIAL S/A DESEMBARGADOR CARLOS

Leia mais

- A PBPREV é autarquia previdenciária estadual

- A PBPREV é autarquia previdenciária estadual AC no 200.2010.039908-4/001 1 Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete da Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira ACÓRDÃO APELAÇÃO CÍVEL No 200.2 010.039908-4/001

Leia mais

Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba Gabinete do Desembargador José Ricardo Porto

Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba Gabinete do Desembargador José Ricardo Porto Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba Gabinete do Desembargador José Ricardo Porto DECISÃO MONOCRÁTICA AGRAVO DE INSTRUMENTO N 200.2011.047193-1/001 Capital. itelator : Desembargador

Leia mais

PROCESSO Nº TST-RR-104800-93.1995.5.02.0254. A C Ó R D Ã O (1ª Turma) GMWOC/am/af

PROCESSO Nº TST-RR-104800-93.1995.5.02.0254. A C Ó R D Ã O (1ª Turma) GMWOC/am/af A C Ó R D Ã O (1ª Turma) GMWOC/am/af RECURSO DE REVISTA. EXTINÇÃO DA EXECUÇÃO. PRESCRIÇÃO INTERCORRENTE. INAPLICABILIDADE AO PROCESSO DO TRABALHO. SÚMULA Nº 114 DO TST. Viola o art. 5º, XXXVI, da Constituição

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 864.760 - GO (2006/0145586-0) RELATORA : MINISTRA JANE SILVA (DESEMBARGADORA CONVOCADA DO TJ/MG) RECORRENTE : UNIÃO RECORRIDO : SALVADOR LAUREANO DE ASSUNÇÃO ADVOGADO : LÁZARO SOBRINHO

Leia mais

Nº 70034654392 COMARCA DE NOVO HAMBURGO BRUNA MACHADO DE OLIVEIRA

Nº 70034654392 COMARCA DE NOVO HAMBURGO BRUNA MACHADO DE OLIVEIRA AGRAVO DE INSTRUMENTO. DECISÃO MONOCRÁTICA. AÇÃO DE COBRANÇA DE SEGURO OBRIGATÓRIO. DPVAT. LEGITIMIDADE PASSIVA. RESPONSABILIDADE DE QUALQUER SEGURADORA INTEGRANTE DO CONSÓRCIO. INCLUSÃO DA SEGURADORA

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RELATORA RECORRENTE ADVOGADO RECORRIDO ADVOGADO : MINISTRA NANCY ANDRIGHI : S B : JASON SOARES DE ALBERGARIA FILHO E OUTRO : T C DA C : EBER CARVALHO DE MELO E OUTRO EMENTA Direito civil e processual civil.

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL LUIZ ALBERTO GURGEL DE FARIA

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL LUIZ ALBERTO GURGEL DE FARIA AGTR Nº 74178 - PB (2007.05.00.005494-7) AGRAVANTE(S) : CEF CAIXA ECONÔMICA FEDERAL ADVOGADO(S) : ISAAC MARQUES CATÃO e outros AGRAVADO(S) : ANA PATRÍCIA SAMPAIO DE ALMEIDA e cônjuge ADVOGADO(S) : JAIRO

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg no AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 550.302 - DF (2003/0167033-6) RELATOR : MINISTRO ALDIR PASSARINHO JUNIOR AGRAVANTE : JOÃO DA SILVA CARNEIRO ADVOGADO : ADILSON RAMOS E OUTRO AGRAVADO : GISELE EVELEEN HRDINA

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RELATOR : MINISTRO CASTRO MEIRA ADVOGADO : LUIZ ANTÔNIO MUNIZ MACHADO E OUTRO(S) EMENTA DIREITO SINDICAL. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL RURAL. ART. 8º, IV, DA CF/88. COMPETÊNCIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. PUBLICAÇÃO

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 31.648 - MT (2010/0037619-1) RELATOR RECORRENTE ADVOGADO RECORRIDO PROCURADOR : MINISTRO MAURO CAMPBELL MARQUES : AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA : EUCLIDES RIBEIRO

Leia mais

PRESSUPOSTOS SUBJETIVOS DE ADMISSIBILIDADE RECURSAL: - Possui legitimidade para recorrer quem for parte na relação jurídica processual.

PRESSUPOSTOS SUBJETIVOS DE ADMISSIBILIDADE RECURSAL: - Possui legitimidade para recorrer quem for parte na relação jurídica processual. PRESSUPOSTOS SUBJETIVOS DE ADMISSIBILIDADE RECURSAL: - Legitimidade - art. 499 CPC: - Possui legitimidade para recorrer quem for parte na relação jurídica processual. Preposto é parte? Pode recorrer? NÃO.

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg no RECURSO ESPECIAL Nº 1.311.383 - RS (2012/0041009-1) RELATOR : MINISTRO NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO AGRAVANTE : ANTONIO CHAGAS DE ANDRADE ADVOGADOS : MARCELO LIPERT E OUTRO(S) ROBERTO DE FIGUEIREDO

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg no CONFLITO DE COMPETÊNCIA Nº 112.956 - MS (2010/0125033-8) AGRAVANTE : APARECIDA CALVIS AGRAVADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF ADVOGADO : CLEONICE JOSÉ DA SILVA HERCULANO E OUTRO(S) SUSCITANTE

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.045.616 - DF (2008/0069652-2) RELATOR RECORRENTE ADVOGADO RECORRIDO ADVOGADA : MINISTRO ALDIR PASSARINHO JUNIOR : NEUZA JOSE RIBEIRO : MARCOS ATAIDE CAVALCANTE E OUTRO(S) : BRB CLUBE

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO GABINETE DO DES. SAULO HENRIQUES DE SÁ E BENE VIDES

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO GABINETE DO DES. SAULO HENRIQUES DE SÁ E BENE VIDES ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO GABINETE DO DES. SAULO HENRIQUES DE SÁ E BENE VIDES DECISÃO TERMINATIVA Agravo de Instrumento 200.2011.026679-4/001 2 1' Vara Civel da Capital. Relator : Des. Saulo Henriciues

Leia mais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais Número do 1.0071.07.034954-4/001 Númeração 0349544- Relator: Relator do Acordão: Data do Julgamento: Data da Publicação: Des.(a) Bitencourt Marcondes Des.(a) Bitencourt Marcondes 25/03/2009 30/04/2009

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015 R E S O L V E:

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015 R E S O L V E: ESTADO DO PARANÁ INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015 O Desembargador Fernando Wolff Bodziak, 2º Vice-Presidente e Supervisor-Geral dos Juizados Especiais, no uso de suas atribuições legais e CONSIDERANDO o

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg no RECURSO ESPECIAL Nº 1.171.486 - SP (2009/0239644-0) RELATOR AGRAVANTE AGRAVADO : MINISTRO MARCO BUZZI EMENTA AGRAVO REGIMENTAL - AÇÃO DE COBRANÇA - ASSOCIAÇÃO DE MORADORES - PAGAMENTO DE TAXA DE

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO fls. 359 ACÓRDÃO Registro: 2014.0000557534 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 1043649-38.2013.8.26.0100, da Comarca de São Paulo, em que é apelante AMIL SAÚDE S/A, é apelado FELLIPE

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO A C Ó R D Ã O 3ª T U R M A PODER JUDICIÁRIO FEDERAL MEMBRO DE CONSELHO CONSULTIVO. ESTABILIDADE. DESCABIMENTO. Não faz jus à estabilidade sindical o empregado eleito pelo órgão consultivo da entidade,

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 865.121 RIO GRANDE DO SUL RELATOR RECTE.(S) : MIN. LUIZ FUX :MUNICÍPIO DE SOBRADINHO ADV.(A/S) :CLÁUDIO ROBERTO NUNES GOLGO E OUTRO(A/S) RECDO.(A/S) :BANCO ITAULEASING

Leia mais

A apelante aduziu serem devidas as verbas relativas às férias não gozadas e, por conseqüência, aos terços constitucionais decorrentes das férias.

A apelante aduziu serem devidas as verbas relativas às férias não gozadas e, por conseqüência, aos terços constitucionais decorrentes das férias. ESTADO rj'à PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Ga6inete d Desembargador José Lorenzo Seipa APELAÇÃO CÍVEL N 055.2005.000.156-3/002 Relator Miguel de Britto Lyra Filho, Juiz Convocado em substituição ao Des. José

Leia mais

Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete do Desembargador Marcos A. Souto Maior

Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete do Desembargador Marcos A. Souto Maior Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete do Desembargador Marcos A. Souto Maior DECISÃO APELAÇÃO CIVEL N 048.2003.001021-8/001 CUITEGI RELATOR: Juíza Maria das Neves do Egito

Leia mais

A executada PATRÍCIA DOMINGUES DOS SANTOS opôs embargos à execução às fls. 862/875 dos autos.

A executada PATRÍCIA DOMINGUES DOS SANTOS opôs embargos à execução às fls. 862/875 dos autos. PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 8ª REGIÃO 7ª VARA DO TRABALHO DE BELÉM Processo: 0000239-19.2012.5.08.0007 Exequente : ANTONIO CLAUDIO DARWICH CNPJ/CPF:044.002.007-79 BORGES LEAL Executado

Leia mais

SEGUNDA CÂMARA CÍVEL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 32721/2011 - CLASSE CNJ - 202 - COMARCA DE RONDONÓPOLIS ANIVALDO CORREIA DE MELLO

SEGUNDA CÂMARA CÍVEL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 32721/2011 - CLASSE CNJ - 202 - COMARCA DE RONDONÓPOLIS ANIVALDO CORREIA DE MELLO AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 32721/2011 CLASSE CNJ 202 COMARCA DE Fls. AGRAVANTE: AGRAVADO: ANIVALDO CORREIA DE MELLO LUIZ CARLOS FANELLI Número do Protocolo: 32721/2011 Data de Julgamento: 2262011 EMENTA

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL MINUTA DE JULGAMENTO FLS. *** SEGUNDA TURMA ***

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL MINUTA DE JULGAMENTO FLS. *** SEGUNDA TURMA *** TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL MINUTA DE JULGAMENTO FLS. *** SEGUNDA TURMA *** ANOTAÇÕES: JUST.GRAT. 95.03.010267-7 233069 AC-SP PAUTA: 13/03/2007 JULGADO: 13/03/2007 NUM. PAUTA: 00050 SANTOS RELATOR: DES.FED.

Leia mais

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DESEMB - CARLOS SIMÕES FONSECA 11 de dezembro de 2012

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DESEMB - CARLOS SIMÕES FONSECA 11 de dezembro de 2012 ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DESEMB - CARLOS SIMÕES FONSECA 11 de dezembro de 2012 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0902402-16.2012.8.08.0000 (048129002084) - SERRA - 4ª VARA

Leia mais

3 351ity, '1211. ,ffl O. :Y/ r Gabinete do Desembargador TRIBUNAL DE JUSTIÇA

3 351ity, '1211. ,ffl O. :Y/ r Gabinete do Desembargador TRIBUNAL DE JUSTIÇA 4~~1~1~,- - _ - - - -- 1 1 j : 3 351ity, '1211 "71:\ ikl ESTADO DA PARA(BA t UM I PODER JUDICIÁRIO - 1. TRIBUNAL DE JUSTIÇA,ffl O. :Y/ r Gabinete do Desembargador 1891 III, / Marcos Cavalcanti de Albuquerque

Leia mais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais Número do 1.0024.14.148142-4/001 Númeração 0807534- Relator: Relator do Acordão: Data do Julgamento: Data da Publicação: Des.(a) Mariângela Meyer Des.(a) Mariângela Meyer 24/02/2015 06/03/2015 EMENTA:

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg no AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 184.727 - DF (2012/0112646-2) RELATOR : MINISTRO HERMAN BENJAMIN : MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS EMENTA PROCESSUAL CIVIL. COMPETÊNCIA. PERIÓDICO

Leia mais

D E C I S Ã O. Vistos.

D E C I S Ã O. Vistos. D E C I S Ã O Vistos Trata-se de mandado de segurança impetrado pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos ECT pretendendo a concessão de liminar nas modalidades initio litis e inaudita altera pars

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 712.998 - RJ (2004/0180932-3) RELATOR : MINISTRO HERMAN BENJAMIN RECORRENTE : MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO PROCURADOR : MARIANA RODRIGUES KELLY E SOUSA E OUTRO(S) RECORRIDO : ADELINO

Leia mais

RELATÓRIO. O Sr. Des. Fed. FRANCISCO WILDO (Relator):

RELATÓRIO. O Sr. Des. Fed. FRANCISCO WILDO (Relator): APELAÇÃO CÍVEL Nº 511146/AL (0002840-14.2010.4.05.8000) APTE : CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS DA 6ª REGIÃO (AL/PE/PB/RN/CE/PI/MA) ADV/PROC : ALINE JANISZEWSKI LINS APDO : SHBRS/AL - SINDICATO DOS

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO fls. 1 ACÓRDÃO Registro: 2013.0000216806 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Agravo de Instrumento nº 0196471-72.2012.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que é agravante SOCIORTHO COMERCIO

Leia mais

Ricardo Roesler RELATOR E PRESIDENTE

Ricardo Roesler RELATOR E PRESIDENTE Apelação Cível em Mandado de Segurança n.º 2013.035539-0, de Lages Relator: Desembargador Ricardo Roesler APELAÇÃO CÍVEL EM MANDADO DE SEGURANÇA. VESTIBULAR. INDEFERIMENTO DE MATRÍCULA EM CURSO SUPERIOR.

Leia mais

PODER JUDICIáRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL FRANCISCO WILDO

PODER JUDICIáRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL FRANCISCO WILDO AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 116320/PB (0008159-67.2011.4.05.0000) AGRTE : MÁRIO CÉSAR CALIMAN ADV/PROC : LUCIANA PEREIRA ALMEIDA DINIZ AGRDO : CEF - CAIXA ECONÔMICA FEDERAL ADV/PROC : AURÉLIO HENRIQUE FERREIRA

Leia mais

Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete da Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira

Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete da Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira AC no 035.2005.000.557-4/001 1 Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete da Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira ACÓRDÃO APELAÇÃO CÍVEL No 035.2005.000.5 001

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL FRANCISCO BARROS DIAS

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL FRANCISCO BARROS DIAS PROCESSO: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 183923/RN (99.05.45463-2) APTE : POTY REFRIGERANTES LTDA ADV/PROC : MANUEL LUÍS DA ROCHA NETO E OUTROS APDO : INSS - INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB PADRÃO DE RESPOSTAS PEÇA PROFISSIONAL : Fábio é universitário, domiciliado no Estado K e pretende ingressar no ensino superior através de nota obtida pelo Exame Nacional, organizado pelo Ministério da

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 575.590 - RS (2003/0130567-7) RELATOR : MINISTRO TEORI ALBINO ZAVASCKI RECORRENTE : ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PROCURADOR : LUCIANA MABILIA MARTINS E OUTROS RECORRIDO : BANCO DO BRASIL

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR JOSÉ RICARDO PORTO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR JOSÉ RICARDO PORTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR JOSÉ RICARDO PORTO DECISÃO MONOCRÁTICA REMESSA NECESSÁRIA N. 011.2010.000052-7/001 CABACEIRAS. Relator : Des. José Ricardo

Leia mais

:João Batista Barbosa - Juiz Convocado. Apelante :Unibanco AIG Seguros S/A (Adv. Vanessa Cristina de Morais Ribeiro e outros).

:João Batista Barbosa - Juiz Convocado. Apelante :Unibanco AIG Seguros S/A (Adv. Vanessa Cristina de Morais Ribeiro e outros). APELAÇÃO CÍVEL N 200.2008.032.045-61 001. Relator :João Batista Barbosa - Juiz Convocado. Apelante :Unibanco AIG Seguros S/A (Adv. Vanessa Cristina de Morais Ribeiro e outros). Apelado :Evaldo de Lima

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RELATOR : MINISTRO JORGE SCARTEZZINI EMENTA PROCESSO CIVIL - AGRAVO DE INSTRUMENTO - NEGATIVA DE PROVIMENTO - AGRAVO REGIMENTAL - SEGURO - ALEGAÇÃO DE DOENÇA PRÉ-EXISTENTE - MÁ-FÉ - REEXAME DE PROVA SÚMULA

Leia mais

110 - O auto de infração é ato administrativo que, enquanto tal, goza de presunção de veracidade e legitimidade.

110 - O auto de infração é ato administrativo que, enquanto tal, goza de presunção de veracidade e legitimidade. Z.+ TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR JOÃO ALVES DA SILVA ACÓRDÃO APELAÇÃO CINTEL NI' 200.2008.013618-3/001 RELATOR : Marcos Williain de Oliveira Juiz Convocado APELANTE: : Renascente

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo Registro: 2013.0000250943 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0080413-48.2010.8.26.0002, da Comarca de São Paulo, em que é apelante

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA APELAÇÃO CÍVEL N. 001.2008.

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA APELAÇÃO CÍVEL N. 001.2008. Ntátuald, TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA - APELAÇÃO CÍVEL N. 001.2008.012051-0/002, ORIGEM :Processo n. 001.2008.012051-0 da 3 a Vara

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.061.500 - RS (2008/0119719-3) RELATOR : MINISTRO SIDNEI BENETI RECORRENTE : BANCO CITIBANK S/A ADVOGADO : EDUARDO GRAEFF E OUTRO(S) RECORRIDO : ADELINA FARINA RUGA ADVOGADO : MARCOS

Leia mais

Precedente da Câmara. APELAÇÃO DESPROVIDA. EDUARDO SANTOS DA SILVA

Precedente da Câmara. APELAÇÃO DESPROVIDA. EDUARDO SANTOS DA SILVA APELAÇÃO CÍVEL. REINTEGRAÇÃO DE POSSE. HOMOLOGAÇÃO DE ACORDO APRESENTADO EM JUÍZO. RECURSO DO RÉU. A transação em juízo não exige a intervenção de advogados, restando válido o acordo pactuado no presente

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa

ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa APELAÇÃO E RECURSO ADESIVO N. 2001997051712-0/001 Relator Des. José Di Lorenzo Serpa 1 Apelante Banco do Nordeste do Brasil

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA GAB. DES. ABRAHAM LINCOLN DA CUNHA RAMOS. Vistos, etc.

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA GAB. DES. ABRAHAM LINCOLN DA CUNHA RAMOS. Vistos, etc. 'a?/) ool -l botr4 PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA GAB. DES. ABRAHAM LINCOLN DA CUNHA RAMOS IMPETRANTE ADVOGADOS IMPETRADO MANDADO DIE RELATO!' SEGURANÇA N 200.2008.024236-1/002 : Dr. Alexandre

Leia mais

TURMA RECURSAL ÚNICA J. S. Fagundes Cunha Presidente Relator

TURMA RECURSAL ÚNICA J. S. Fagundes Cunha Presidente Relator RECURSO INOMINADO nº 2006.0003375-3/0, DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA COMARCA DE APUCARANA Recorrente...: ROVIGO INDUSTRIA E COMERCIO DE CONFECÇÕES LTDA Recorrida...: FINASA LEASING ARRENDAMENTO MERCANTIL

Leia mais

Poder Judiciário Tribunal Regional Federal da 5ª Região Gabinete do Desembargador Federal Vladimir Souza Carvalho

Poder Judiciário Tribunal Regional Federal da 5ª Região Gabinete do Desembargador Federal Vladimir Souza Carvalho AGTR 95997/SE (2009.05.00.027575-4) AGRTE : UNIÃO AGRDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL ORIGEM : 3ª Vara Federal de Sergipe (Competente p/ Execuções Penais) RELATOR : DESEMBARGADOR FEDERAL VLADIMIR SOUZA

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg no MANDADO DE SEGURANÇA Nº 14.450 - DF (2009/0121835-8) RELATOR : MINISTRO ARNALDO ESTEVES LIMA AGRAVANTE : VERA LÚCIA DE ARAÚJO COSTA ADVOGADO : PEDRO ULISSES COELHO TEIXEIRA AGRAVADO : MINISTRO

Leia mais

APELAÇÃO CÍVEL nº 442358/RN (2007.84.00.006636-6)

APELAÇÃO CÍVEL nº 442358/RN (2007.84.00.006636-6) APTE REPTE APDO ADV/PROC ORIGEM RELATORA : INSS - INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL : PROCURADORIA REPRESENTANTE DA ENTIDADE : ALLIETE BEZERRA DE MEDEIROS ARAUJO e outro : ASTÉRIO ALVES DE ARAÚJO FILHO

Leia mais

Estado da Paraíba Poder Judiciário Tribunal de Justiça

Estado da Paraíba Poder Judiciário Tribunal de Justiça Estado da Paraíba Poder Judiciário Tribunal de Justiça DECISÃO APELAÇÃO CÍVEL N 200.2001.026206-7/001 CAPITAL RELATOR: Miguel de Britto Lyra filho, Juiz de Direito Convocado, APELANTE: Maria Betânia de

Leia mais

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Rio de Janeiro

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Rio de Janeiro 63 4ª TURMA RECURSAL DOS JUIZADOS ESPECIAIS FEDERAIS PROCESSO Nº 0000798-11.2011.4.02.5164/01 (2011.51.64.000798-0/01) RECORRENTE: ALEXANDRE ANDERSON DE SOUZA RECORRIDA: UNIAO FEDERAL RELATORA: JUÍZA FEDERAL

Leia mais

Poder Judiciário. Tribunal de Justiça da Paraíba Gabinete do Des. Manoel Soares Monteiro

Poder Judiciário. Tribunal de Justiça da Paraíba Gabinete do Des. Manoel Soares Monteiro Poder Judiciário Tribunal de Justiça da Paraíba Gabinete do Des. Manoel Soares Monteiro DECISÃO AGRAVO DE INSTRUMENTO N 200.2009.043121-0/ 001 RELATOR: AGRAVANTE: ADVOGADOS: AGRAVADO: ADVOGADO: Des. Manoel

Leia mais

PU8L~ADO EM SESSlo ACÓRDÃO N 20.018 (17.9.2002) RECURSO ESPECIAL ELEITORAL N 20.018 - CLASSE 22 a - RIO GRANDE DO NORTE (Natal).

PU8L~ADO EM SESSlo ACÓRDÃO N 20.018 (17.9.2002) RECURSO ESPECIAL ELEITORAL N 20.018 - CLASSE 22 a - RIO GRANDE DO NORTE (Natal). PU8L~ADO EM SESSlo TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL ACÓRDÃO N 20.018 (17.9.2002) RECURSO ESPECIAL ELEITORAL N 20.018 - CLASSE 22 a - RIO GRANDE DO NORTE (Natal). Relator: Ministro Fernando Neves. Recorrente:

Leia mais