VIVÊNCIAS SUBJETIVAS DE PSICÓLOGOS EM SEU DIA-A-DIA DE TRABALHO: O CONTATO COM PACIENTES SUICIDAS

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1 1 VIVÊNCIAS SUBJETIVAS DE PSICÓLOGOS EM SEU DIA-A-DIA DE TRABALHO: O CONTATO COM PACIENTES SUICIDAS Eneida Silveira Santiago Luciane Soarez Lopez Ribeiro 1 INTRODUÇÃO A morte traz consigo muitos atributos e associações: dor, ruptura, interrupção desconhecimento, tristeza. Além de todos estes atributos e associações, traz para o homem a única certeza existencial, a certeza de sua própria finitude. Existem diferentes tipos de morte, a morte clínica, a morte encefálica, morte por acidentes, e tantos outros tipos de morte, porém há uma morte em especial que nos chama a atenção, a morte por suicídio. A morte por suicídio é uma morte diferente da morte eminente, daquela que entendemos como parte natural do desenvolvimento humano. O suicídio é uma morte diferenciada, pois, é uma morte que cresce por dentro, não é uma morte que vem de fora, que chega sem ser convidada, como na mão do assassino ou pela doença terminal, é um gesto do indivíduo contra si próprio. (CASSORLA, 1998). O número de tentativas de suicídio vem crescendo gradativamente, o que aponta uma necessidade de profissionais preparados para atender esta demanda. Neste sentido, pesquisas e debates acerca deste tema se faz necessário em tempos atuais, pois, os profissionais de psicologia estão cada vez mais em contato com esta realidade. Historicamente é possível visualizar como a sociedade tratou este fenômeno e como isso se alterou no decorrer dos tempos, o suicídio enquanto questão política foi tratado de diferentes maneiras pelo estado. Na antiguidade, entre gregos e romanos, o suicídio era fato punível, pois tomava o caráter de violação de um dever para com outrem ou para com o estado. Sobre o cadáver do suicida recaíam ou a pena de infâmia ou a prática de mutilação ou de outros tratamentos impiedosos. (NOGUEIRA, 1995, p.119).

2 2 Na idade média a vida era compreendida como sendo um dom de Deus e somente ele poderia tirá-la, o suicida, portanto, era privado dos sacramentos e de uma sepultura eclesiástica. (NOGUEIRA, 1995). Estes tipos de pensamentos favoreceram para a constituição preconceituosa que o suicida tem que enfrentar quando este não chega a falecer, pois estes pensamentos certamente foram transmitidos de geração em geração. Há vários tipos de posicionamentos em relação a este ato, existem sociedades que abominam e rejeitam (como a nossa sociedade ocidental), e sociedades que incentivam por fins ideológicos ou religiosos, como o caso das sociedades orientais (quase sempre de forma camuflada) onde o suicídio é uma alternativa de solução para determinadas circunstâncias da vida, como por exemplo, quando os guerreiros samurais optavam por se matar diante da derrota de uma guerra, ou hoje em dia, quando o jovem japonês não consegue alcançar o sucesso escolar esperado. (CASSORLA, 1998). Só podemos considerar o ato como suicídio se houver por parte do suicida a intenção consciente de por fim a própria vida. Há a necessidade da intenção deliberada de si matar, isto é comportamento doloso. (NOGUEIRA, 1995). Segundo Kovács, (1992) o tratamento de um caso como este exige profunda compreensão das motivações básicas que leva o indivíduo a este ato. Para autora, este profissional deve estar devidamente preparado, pois o ato suicida pode despertar no terapeuta seus próprios desejos de morte, sua impotência. O profissional de psicologia não está restrito a campos como: empresas, escolas, ou a carreira acadêmica, mas estará sujeito a trabalhar também nos campos da saúde, como nos hospitais, nas clínicas entre outros. Nestes campos, em determinado momento, este profissional poderá entrar em contato com a morte, muitas vezes atenderá casos como os de tentativa de suicídio. Segundo Kovács (1992), toda doença é uma ameaça à vida, conseqüentemente um aceno á morte. Sendo assim, se faz necessário que este profissional esteja devidamente qualificado para este tipo de atendimento, tanto técnica como afetivamente, uma vez que, caso isso não ocorra este profissional estará infringindo o código de ética do psicólogo. Trabalhar com o sofrimento ou a perda de significado da existência pelo paciente, pode despertar no profissional as mesmas vivências, ferindo seu narcisismo e sua 1 Bacharel em Psicologia FAI- Faculdades Adamantinenses Integradas -

3 3 onipotência, colocando o diante do incompleto. (TORRES & GUEDES, 1987 apud KOVÁCS, 1992). Cassorla (1998) ressalta a importância que o profissional tem como receptor e decodificador da mensagem implícita no ato suicida, o preconceito ou a indiferença serve apenas como faixa aos olhos para que este profissional menospreze a importância do ato. Segundo o autor, até mesmo o profissional de saúde mental despreparado, muitas vezes acaba caindo no julgamento moral e termina por dar conselhos ao indivíduo. Isto muitas vezes acontece diante da ansiedade contratransferencial. O desprezo neste momento pode ser letal, indo de rumo contrário ao da tarefa do psicólogo que é o de se preocupar com o bem-estar do ser humano ao longo de seu desenvolvimento, estando ele no estado em que estiver, pois, este analisa os processos intrapessoais e as relações interpessoais para que possa compreender e problematizar o comportamento humano em seus diversos estados, tendo como objetivo identificar e intervir nos fatores determinantes das ações dos indivíduos considerando sua história biológica, pessoal, familiar e social. Freud percebeu que o contato com o paciente despertava no terapeuta alguns sentimentos que ele denominou contratransferência, que poderia se manifestar tanto conscientemente quanto inconscientemente no terapeuta. Este aspecto se tornou importante quanto à compreensão do conteúdo inconsciente que estava sendo analisado. (MATTIOLI, 2004). Não podemos esquecer que o analista, é um ser humano como todos os outros, com seus próprios problemas, qualidades e defeitos, conflitos e características de personalidade. O analista não deixa de ser uma pessoa, um ser humano vulnerável, sensível, vaidoso, ambicioso, invejoso, que ama e odeia, que ainda que capacitado para sua prática terapêutica, também sente, segundo as circunstâncias, carinho, afeto, rejeição, tédio, frente ao que seu "paciente" fala, relata, apresenta, projeta nele/nela (transferência), e se irrita, fica entediado, sente empatia e segundo o material da temática tratada, se angustia e sofre. (SANTOS, 2007, p 02)

4 4 Segundo Morgado (2002, p.94) a estrutura libidinal do analista também é ambivalente, fixada em etapas psicossexuais infantis, podendo reviver nas relações atuais os mesmos conflitos que o analisando: atualização de protótipos, compulsão á repetição e resistência. Quando o terapeuta se depara frente a uma tentativa de suicídio, frente a um indivíduo que lhe chega extremamente frágil e como aponta Cassorla (1998), um indivíduo que encontrou a única forma de pedir ajuda sob este ato, trazendo ainda sob si resquícios da morte, o terapeuta se identifica porque entre outras coisas, este não escapará da morte, talvez não desta forma como o paciente suicida, mas dentre uma das tantas faces dela. (LABAKI, 2006). Segundo Volich, (1999) tratar o outro é poder entrar em contato com o próprio sofrimento, e com as experiências que ele evoca em nosso foro mais íntimo É efetuar o trabalho permanente de reparação de nossas próprias feridas, reencontradas nas dores daqueles de quem cuidamos (VOLICH, 1999 apud LABAKI, 2006 p. 53). Labaki, (2006 p. 53) aponta que a ameaça de morte precipita no psicoterapeuta formas íntimas de amálgama com o paciente ou, opostamente modos abismais de escutá-los. Cassorla (1998) fez um levantamento e concluiu que no atendimento a pacientes suicidas a equipe de saúde e principalmente o médico, se sente perdido no atendimento a estes casos, isto aconteceria segundo o autor pela captação inconsciente do sofrimento intenso do paciente, por identificação e necessidade de negá-lo; por ser aterrorizante; ou pela sensação de impotência e desesperança por identificação de aspectos do paciente e/ou por mobilização de conflitos próprios do profissional. Segundo o autor quando o paciente chega a efetivar o ato a equipe de saúde sofre com o impacto violento deste. Aparecerão com grande intensidade, sentimentos de culpa, remorsos, impotência, desespero, complicados por defesas do tipo: negações, projeções, racionalizações. (CASSORLA, 1998, p. 162). Portanto, no atendimento a pacientes suicidas a relação contratransferencial é de suma importância quando devidamente detectada e devidamente utilizada, pois, como já enfatizado o profissional de psicologia como todo e qualquer ser humano não escapa as projeções de seus pacientes, este deverá tomar cuidado para que seus conflitos próprios, não se misturem com as projeções de seus pacientes de forma muito intensa, a ponto de tornar esta atividade tão rica em pleno desprazer e fonte de sofrimento.

5 5 OBJETIVOS Compreender como o psicólogo vivencia afetivamente e utiliza as práticas terapêuticas num caso de finitude tão próxima como é o caso de pacientes que tentaram suicídio. Objetivos específicos Verificar como o psicólogo compreende o fenômeno do suicídio, e como ele vivencia, ou vivenciou a experiência de atendimento deste caso. Problematizar as razões cognitivas e psíquicas presentes na decisão do psicólogo de empreender uma relação terapêutica com pacientes que tentaram o suicídio. Verificar as técnicas terapêuticas adotadas pelo psicólogo no atendimento de pacientes que cometeram tentativa de suicídio, uma vez que este paciente já vem com uma alta carga emocional e uma experiência de proximidade da morte. Verificar se existe por parte do psicólogo uma cobrança maior consigo mesmo por estar em contato com a possibilidade da morte do outro, podendo vir a se sentir responsável pela sobrevivência do paciente. Caso seja afirmativo, como este psicólogo vivencia o sentir-se responsável pelo outro.compreender como é vivenciado pelo psicólogo, o trabalho com o sofrimento e a perda do significado de existência do paciente suicida, uma vez que isto pode despertar no psicólogo as mesmas vivências. Compreender as possíveis dificuldades encontradas pelo profissional nesse encontro. METODOLOGIA Participaram desta pesquisa 4 (quatro) sujeitos. Todos profissionais formados em psicologia com atuação clínica mínima de 3 anos, que atendem ou já atenderam pacientes que tentaram suicídio. Os sujeitos possuíam idades entre 36 a 48 anos, sendo 1 (um) homem e 3 ( três) mulheres, todos moradores do interior do Estado de São Paulo. O tempo de atuação clínica destes sujeitos variaram de 08 há 19 anos.

6 6 Instrumentos Utilizamos como instrumento de pesquisa a entrevista semi-dirigida, com perguntas relacionadas à prática terapêutica que foi utilizada, ou que atualmente estava sendo utilizada com pacientes que passaram por tentativa de suicídio, bem como, perguntas relacionadas ao como é ou como foi para este profissional lidar diretamente com a possibilidade ou até mesmo a morte real do outro. Procedimentos O procedimento adotado foi à realização das entrevistas semi-dirigidas, utilizadas como fonte de coleta de dados, sendo estruturadas e analisadas de acordo com enfoque psicanalítico. A entrevista foi realizada de forma individual com psicólogos que atendem ou já atenderam pacientes que tentaram suicídio. Cada entrevista foi realizada de acordo com a disponibilidade deste profissional, no horário estipulado por ele, assim como o local (desde que fatores quanto à privacidade do encontro fossem atendidas). Foram explicados aos sujeitos alguns dados da pesquisa, tais como: objetivo e o sigilo total de sua identidade. Foram coletadas as assinaturas no termo de consentimento, e entregue aos sujeitos a carta de informação constando todos os dados da pesquisa a ser realizada. RESULTADOS: Ato de desespero, fracasso individual e social, punição aos seus, fuga da realidade vivente, desistência dos sonhos, da vida, busca de alívio, essas entre outras, são as concepções que os profissionais de psicologia entrevistados fazem da pessoa que comete o suicídio. Segundo Cassorla (1998), a morte em nossa sociedade possui caráter depreciativo, não é encarada como um dado natural do desenvolvimento humano, pois esforçamo-nos para bani-la de nossas experiências de vida. Se a morte natural já é encarada desta forma, pior ainda é a morte por suicídio. Carregada de preconceitos e fantasias a cerca da causa, a morte por suicídio pode ser encarada como fracasso individual ou social como disse uma das entrevistadas: Pra mim, o suicídio é um sinal

7 7 de fracasso. Pesquisador: Por que fracasso? Entrevistada: Porque significa que a pessoa falhou, e a sociedade também. Segundo Durkheim (1983), o suicídio é um ato individual, porém com contribuições significativas da sociedade que as produz. O autor acredita que a sociedade tem papel fundamental na decisão suicida do indivíduo, pois este meio social de certa maneira, não foi favorável e acolhedor de maneira a dar subsídios para que este indivíduo pudesse sobreviver. Segundo Cassorla (1998), sob um olhar sociológico, as motivações que levariam o indivíduo a buscar pelo suicídio como sua última forma de arte no mundo estaria associada a motivações de aspectos sociais que transcenderiam a esfera da vida pessoal e dependeriam de forças exteriores ao indivíduo presentes na dinâmica dos valores e padrões da cultura de determinada sociedade. Os profissionais entrevistados acreditam que este indivíduo não encontrando outra saída tenta fugir de sua realidade, desiste da vida, dos sonhos, do sentido que a vida antes lhe trazia, acredita que somente encontrará alívio após esta atitude, onde possivelmente ocorreria uma cisão do ego, um surto do psiquismo. A baixa estima, a disfunção mental como a depressão também seriam fatores importantes que permeiam o ato segundo estes profissionais de psicologia. As razões cognitivas presentes na decisão do psicólogo em empreender uma relação terapêutica com pacientes que tentaram o suicídio, na maioria dos casos é por falta de poder optar por atender ou não este tipo de caso. A maioria dos entrevistados atende ou atenderam seus pacientes em hospitais ou centros públicos de saúde, nestes locais não é permitido segundo eles, não atender um caso como este ou outro qualquer, desde que seja identificada sua necessidade. Sobre as dificuldades encontradas no atendimento a estes casos, Priscila assim respondeu: Eu fui à luta, fui estudar sobre o suicídio, e fui fazer terapia. Pesquisador: Por que você foi buscar terapia? Entrevistada: Porque eu tinha dificuldade com estes assuntos de morte... Então eu decidi buscar ajuda... até pra me compreender melhor. Alguns profissionais descobrem a tentativa ou a possibilidade de uma possível tentativa durante o tratamento, e com o vínculo já estabelecido e uma transferênciacontratransferência já instaurada. Isso de certa forma contribui para que este profissional acabe por continuar o tratamento.

8 8 O suicida é compreendido segundo estes profissionais como uma pessoa solitária, fragilizada e depressiva. Muitas vezes não percebe que inconscientemente busca por seu aniquilamento como, por exemplo, os alcoolistas, dependentes entre outros, que são compreendidos como suicida em potencial. Pôde-se perceber durante as entrevistas que os sentimentos em relação a estas pessoas tentadoras de suicídio estão permeados por sentimentos ambivalentes, pois, segundo os entrevistados estas seriam pessoas solitárias, fragilizadas e depressivas, porém em outro momento são lembradas como pessoas fortes e corajosas uma vez que, para cometer o suicídio há a necessidade de muita coragem. Márcia, em relação à compreensão que faz do indivíduo suicida diz que: Uma pessoa desta é muito forte... Tem que ser forte pra fazer isso... E depois a gente fala que são pessoas fracas.... Através desta fala podemos perceber que não é apenas o fato da morte que chama a atenção, mas a forma pela qual o indivíduo procura por ela. A forma agressiva que se mostra aos outros, um ato revestido de desespero. Sabemos que a morte um dia irá chegar, e que segundo Murphy (1959), o medo dela é universal e atinge a todos, está associada ao medo da solidão, da separação de quem se ama e do desconhecido; o medo dos julgamentos por atos terrenos e o medo do que possa ocorrer aos dependentes; o medo da interrupção dos planos e fracasso em realizar os objetivos mais importantes da pessoa (apud Kovács, 1992). Por isso este tipo de ato causa certo espanto em nossa sociedade, pois a maioria das pessoas busca viver numa sociedade que é quase impossível apenas sobreviver. Rebeca ao se referir sobre o valor da vida diz: Veja bem que espetáculo maravilhoso é a nossa vida! Como é difícil gerar uma vida... Um espermatozóide disputa com centenas de outros espermatozóides o óvulo... Que milagre que é a vida... Pra acabar assim... É muito triste!. Estamos inseridos numa sociedade que não apóia este tipo de ato (não pelo menos diretamente) quando isso acontece é como se estivessem infligindo à lei, assim como antigamente, porém não a lei dos homens, mais a lei da vida. Muitas vezes, estes profissionais embasados neste tipo de representação preferem defender-se com a técnica, ou sob a instituição que trabalha. Paulo relata a sua vivência com este tipo de caso: Na verdade o paciente não era meu, não atendia na minha clínica... Era da instituição!

9 9 Podemos perceber certo tipo de distanciamento em relação ao paciente, Paulo provavelmente busca se manter distante. O atendimento foi num hospital de base (ou público) o paciente passava não só por mim, mas pelo psiquiatra, pelos médicos então eu me senti seguro. Em outra entrevista percebe-se o quão é importante para Priscila o trabalho juntamente com o psiquiatra: Acho importantíssimo o trabalho em conjunto com o psiquiatra, sendo assim eu encaminho o paciente ao psiquiatra Eu não brinco com essas coisas não. Não é só com a terapia não... Tem que ter trabalho em conjunto. Talvez exista ligado a esta fala e a de Paulo um sentimento de insegurança, pois ambos sentem-se mais seguros com a ajuda de certos aparatos como: os remédios do psiquiatra, e a segurança da instituição. A divisão da responsabilidade com outros colegas da área, seria uma forma de alívio, pois, caso o tratamento não obtivesse resultados e o paciente tentasse novamente e dessa vez conseguisse, este profissional teria com quem dividir esta impotência diante do caso. Este profissional muitas vezes chega a considerar o suicídio não tão importante quanto uma doença. Podemos observar isto através da fala de Paulo: Na verdade me preocupo muito mais com os pacientes que tem doenças auto-imune do que com um caso de tentativa de suicídio, os pacientes com doenças auto-imune podem comparar com uma bomba relógio, a qualquer momento o pior pode acontecer. Como sabemos através de Cassorla (1998), alguns profissionais de saúde chegam a tratar este sujeito com indiferença, não compreendem o que se passa com este indivíduo e acabam por tratá-lo muito mal, às vezes até com zombarias. Diante da fala de Paulo podemos verificar que mesmo sendo psicólogo e conhecendo em certo grau as vivências humanas, Paulo não se distância destes profissionais de saúde, pois para ele é muito mais preocupante um paciente com doenças auto-imune. O acolhimento a estes indivíduos vai depender de como este profissional vê e compreende este ato, bem como o contexto cultural em que esta inserido. De acordo com as entrevistas conviver e efetuar uma relação com este tipo de paciente é angustiante para estes profissionais, pois, apesar de seus conhecimentos a cerca do homem e de suas possíveis atitudes, estão inseridos em uma sociedade que não esta aberta a problematizar e abordar assuntos como o da morte, muito menos, morte por

10 10 suicídio. Porém, de acordo com os relatos, estes profissionais não deixam de tratá-los com respeito e cordialidade, o fato de serem psicólogos colabora para a compreensão desse ser humano, mas não suaviza totalmente a impressão do ato agressivo, e do impacto que isto causa a sociedade atual, pois, o fator morte ainda é considerado um tabu em nossa sociedade. Trabalhar com este tipo de caso está longe de se tornar um costume, é considerado como um caso difícil. Segundo os entrevistados constatar a perda da vontade de viver do outro é muito triste, não há como se acostumar. A vida é considerada para estes o bem mais precioso, perde-la ou querer perdê-la é um fracasso. Para alguns profissionais como Márcia vencer através de seus pacientes a vontade de morrer ou ver seus pacientes vencer suas dificuldades lhe traz grande orgulho. Em relação ao trabalho desenvolvido com os tentadores: Pesquisador: Você se orgulha disso? Entrevistada: Com certeza, como eu te disse, eu já trabalhei em vários lugares, e aonde eu vou eu procuro fazer o meu melhor... Eu tenho um profundo respeito pelo ser humano, eu amo o que eu faço, me orgulho da nossa profissão, eu jamais me arrependo da profissão que eu escolhi. Aqui eu não recebo muito, mais eu adoro trabalhar aqui. Obs: Neste momento Márcia se emociona e pede desculpas ao entrevistador. Acostumar seria para estes o mesmo que aceitar, e isto não é aceito nem pela sociedade em geral muito menos por estes profissionais cujo objetivo de sua profissão é o de se preocupar com o bem-estar do ser humano ao longo de seu desenvolvimento, estando ele no estado em que estiver. Márcia que já atendeu mais de 30 casos como este nos diz: O dia que eu achar normal atender um caso deste... o dia que eu me acostumar... eu vou parar de lutar. Esta fala nos mostra como disse Kovács (1992), que a morte seria o inimigo que os vivos passam suas vidas tentando superar e derrotar para sempre. Isso ressalta o carater negativo que cai sobre a morte, juntamente com isso com quem a ousa cutucá-la a fim de encontra-la, neste sentido, podemos imaginar o quão doloroso deve ser para o indivíduo que passou por um suicídio mal sucedido, o caráter negativo que recai sobre este. O psicólogo deve estar atento a isto, pois o que ele menos nescessita neste momento é de mais uma rejeição.

11 11 Quando perguntado a estes profissionais como eles se sentiam no atendimento a estes casos, respostas como: sentimento de impotência, tristeza, fracasso e angústia foram as mais citadas. Impotente responde uma das entrevistadas: Porque muitas vezes não sei se o tratamento vai dar certo, e se o indivíduo vai se curar ou melhorar. Pensamentos como: E se ele fizer de novo? E se dessa vez ele conseguir? Permeiam a psique destes profissionais. Segundo Cassorla, (1998) a maior dificuldade destes profissionais da saúde decorrem da invasão destes sentimentos como a impotência, frustração e a fragilidade que se é sentida por estes profissionais diante dos ataques violentos de ordem emocional que recebe destes pacientes. Portanto o profissional se vê tomado por estes sentimentos, que os deixam paralisados, o autor ressalta que este profissional se não estiver bem preparado e não souber utilizar corretamente a favor do paciente os mecanismos contratransferências pode ao invés de ajudar o paciente, apenas piorar a situação. Ao perguntar a estes profissionais se eles se sentiam responsáveis pela vida de seus pacientes alguns responderam que sim e outros que não, os que responderam que sim se justificam como nesta frase: Com certeza... Como eu disse antes, é muita responsabilidade, é uma vida! Tem a família que espera o resultado do tratamento, e nós mesmos esperamos que dê tudo certo. Os entrevistados que responderam que não se sentem responsáveis por estas vidas apoiam-se nas técnicas, como esta entrevistada: Responsabilidade sempre há, como em qualquer outro caso... Porém quando o profissional de psicologia assume um caso como este, ele está ciente que está capacitado tecnicamente. Isso é agir com ética, se eu sei que não estou apto a seguir com o caso, eu nem devo aceitá-lo. Por isso caso venha o paciente a concretizar o ato, não me sentiria responsabilizada, pois estava respaldada pela técnica. Pode-se perceber que há sim uma responsabilidade sentida por estes, porém uns sentem isso de forma mais intensa e outros apoiam-se nas técnicas, maneira esta de se sentir segura caso algo venha a acontecer. O sentimento de tristeza aparece com destaque nas falas de alguns, questionamentos acerca da causa, bem como a sensação de fracasso de uma sociedade que não pôde fazer algo pra impedir é sempre citado.

12 12 Este sentimento de tristeza advém da constatação deste profissional de que este paciente perdeu a vontade de viver, perdeu o brilho pela vida. E como citado por Brim (1970 apud Kovács, 1992), o atendimento a estes casos pode ativar no terapeuta o medo da sua própria mortalidade, ou seja, lidar com a morte ou a possível morte do outro uma vez que, não se sabe se o tratamento vai realmente dar certo, é se perceber como um ser também transitório. Em relação à prática terapêutica, pode-se perceber através das entrevistas que o trabalho em conjunto com o psiquiatra é utilizado em todos ou quase todos os casos, na maioria dos atendimentos o paciente já vem medicado e o encaminhamento é feito pelo médico psiquiatra. Geralmente este paciente é atendido de uma a três vezes por semana, isso dependerá de como ele se encontra psiquicamente, para uma de nossas entrevistadas existe a necessidade para a efetivação do tratamento de um trabalho feito sob o seguinte tripé: O tratamento acontece com o seguinte tripé: O paciente, a medicação e a família, os três fatores são importantes e devem ser trabalhados em conjunto. Isso demonstra a importância que o meio social tem na vida deste indivíduo e que além do tratamento deste, deve haver um trabalho em conjunto com o meio social que este está inserido, como a família. Na maioria das entrevistas realizadas, foi constatado que o profissional de psicologia não chega a dar alta a estes pacientes, pois estes acabam abandonando o tratamento, um dado muito significativo, pois o que será que ocorre para que estes pacientes acabem desistindo do tratamento? São alguns questionamentos para possíveis discussões. Em nenhuma das entrevistas foi constatado que após o início do tratamento o paciente tenha tentado novamente e desta vez chegado a óbito. Estes profissionais de maneira geral não teriam mais nenhum tipo de contato após o rompimento do tratamento, alguns chegam a ter notícias por vias diversas como à família, ou quando acabam se encontrando ocasionalmente. Através dos dados levantados eis que nos surgem alguns questionamentos, o atendimento a pacientes suicidas requer um novo tipo de profissional ou abre portas para uma nova prática? Para esta pergunta ainda não há respostas, porém podemos visualizar através desta pesquisa que este profissional no atendimento a este tipo de paciente se vê diante de uma situação onde somente sua técnica já não é suficiente para lidar com este tipo de

13 13 caso, pois no contato com o indivíduo suicida, este profissional de psicologia se depara com aspectos pessoais que se não forem devidamente interpretados e trabalhados a favor do caso, possivelmente favorecerá para uma prática não eficaz. CONCLUSÃO Os dados nos permitiram perceber que no atendimento a pacientes suicidas o profissional de psicologia passa por uma série de alterações emocionais, como sentimentos de impotência e até mesmo angústia ao lidar com assuntos referentes à morte. A pesquisa nos trouxe dados relevantes quanto ao impacto que à escolha dos meios utilizados pelo tentador causa á estes profissionais, uma vez que, ambos caminham rumo contrário, enquanto um busca contribuir para vidas mais satisfatórias o outro busca por eliminá-la, ou seja, sua própria morte. Isso muitas vezes leva estes profissionais a buscar auxílio de outros profissionais da área para melhor orienta-lo ou para seu próprio atendimento. Pensamentos acerca do êxito do tratamento são freqüentes, muitas vezes se questionam se darão conta do caso, alguns dos profissionais entrevistados visualizam este tipo de caso como um desafio á sua prática como psicólogo, pois, muitas vezes buscam aprimoramento para poder dar conta. Para tal, existe a necessidade de construção de políticas públicas de atenção ao suicídio, uma vez que este número de tentadores e suicidas vem crescendo gradativamente, o que aponta a uma necessidade de medidas preventivas. Da mesma forma existe a necessidade de profissionais mais bem preparados tanto técnica como afetivamente para lidar com essa realidade tão corriqueira em tempos atuais. Podemos nos questionar se os cursos de formação destes profissionais têm estado atentos a estes tipos de atendimento, pois como já citado anteriormente estamos inseridos em uma sociedade onde cada vez mais assuntos referentes à morte estão sendo abolidos e deixados de lado, o que vemos é uma sociedade que prioriza o ocultamento das manifestações de morte bem como suas ramificações como o suicídio. Pesquisas e debates a cerca de temas como a morte, a morte por suicídio e o preconceito que este indivíduo (tentador) enfrenta em relação á sociedade em que vive (devido à falta de conhecimento desta sociedade em relação aos fatores que levam este indivíduo a este ato, bem como, o aspecto negativo da morte) entre outros se faz necessários.

14 14 Deixar que sentimentos negativos em relação a este ato contribua para uma prática não eficaz ou que aspectos pessoais deste profissional interfira no atendimento a estes casos só colabora para o impedimento do avanço de uma ciência e de uma bela profissão como é a psicologia. BIBLIOGRAFIA ALVARENGA, D. P. de. Anencefalia e aborto. Disponível em: <http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=5167>. Acesso em: 04 out ANGERAMI-CAMON, V.A. Implantação do serviço de atendimento aos casos de urgência e suicídio na cidade de São Paulo. In: Valdemar Augusto Angerami-Camon; Heloisa Benevides de Carvalho Chiattone; Edela Aparecida Nicoletti. O doente, a psicologia e o hospital. São Paulo: Pioneira, CASSORLA, R. M. S. Do suicídio: estudos brasileiros. 2. ed. Campinas: Papirus, CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Código de ética profissional do psicólogo. Disponível em: <http:// Acesso em 05 Out Atribuições Profissionais do Psicólogo no Brasil. Disponível em: Acesso em: 06 Out DURKHEIM, E. O suicídio. São Paulo: Abril Cultural, MEDEIROS FILHO. C. F. Só biografias. Disponível em: <http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/ index.html?submit=home+page >.Acesso em GRESPAN, I. Brasil assume suicídio como questão de saúde pública. Disponível em: <http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2006/08/22/materia /vie> Acesso em 02/10/2007. KOVÁCS, M. J. Morte e desenvolvimento humano. 4. ed. São Paulo: Casa do psicólogo, LABAKI, E. P. Morte. 3. ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2006.

15 15 MANN J. OQUENDO M. UNDERWOOD MD. ARANGO V. Resumos do simpósio sobre o suicídio. Disponível em: <http://gballone.sites.uol.com.br/acad/suicidio.htm>. Acesso em MARQUES, C. F. F. da C; ARRUDA, S. L. S. Autismo infantil e vínculo terapêutico. Disponível em: Acesso em: 30 Set MATTIOLI, O.C. Método psicanalítico e pesquisa científica. mimeo, MORGADO, M. A. Da sedução na relação pedagógica. 2.ed. São Paulo: Summus, NOGUEIRA, P. L. Em defesa da vida: aborto, eutanásia, pena de morte, suicídio, violência, linchamento. São Paulo: Saraiva, PIETRO. D; TAVARES. M. Fatores de risco para suicídio e tentativa de suicídio: incidência, eventos estressores e transtornos mentais. Disponível em: < ->. Acesso em SCARPATO, A. T. Transferência Somática: a dinâmica formativa do vínculo terapêutico. Disponível em: Acesso em: 10 Out SILVA, A.O. Suicídio, literatura e sociologia. Disponível em: <http://www.espaçoacademico. com.br/044/44eozai.htm>.acesso em: 20 Mar SANTOS, M. B. A transferência e a contratransferência no espaço terapêutico. Disponível em: < > Acesso em: 05 Out

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