UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ TAYNARA SOARES NUNES O SEGURO DE VIDA E SUAS DIVERGÊNCIAS JURÍDICAS

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1 0 UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ TAYNARA SOARES NUNES O SEGURO DE VIDA E SUAS DIVERGÊNCIAS JURÍDICAS Biguaçu 2009

2 1 TAYNARA SOARES NUNES O SEGURO DE VIDA E SUAS DIVERGÊNCIAS JURÍDICAS Monografia apresentada à Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI, como requisito parcial a obtenção do grau em Bacharel em Direito. Orientadora: Profa. MSc. Marciane Zimmermann Ferreira Biguaçu 2009

3 2 TAYNARA SOARES NUNES O SEGURO DE VIDA E SUAS DIVERGÊNCIAS JURÍDICAS Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de bacharel e aprovada pelo Curso de Direito, da Universidade do Vale do Itajaí, Centro de Ciências Sociais e Jurídicas. Área de Concentração: Direito Civil Biguaçu, 19 de novembro de Profa. MSc. Marciane Zimmermann Ferreira UNIVALI Campus de Biguaçu Orientadora Profa. Tânia Margarete de Souza Trajano UNIVALI Campus de Biguaçu Membro Prof. Pedro Joaquim Cardoso Junior UNIVALI Campus de Biguaçu Membro

4 3 Dedico este trabalho a meu amado pai, José Gonzaga Nunes, homem incrível e pai maravilhoso, verdadeiramente o maior mestre que tenho. E minha querida mãe, Ezenilda Soares Nunes, que sempre acreditou em mim, dando força nessa longa caminhada, e que nunca perdeu a fé.

5 4 AGRADECIMENTOS A Deus, primeiramente pela dádiva da vida, e ao seu filho, Jesus Cristo, pela esperança e misericórdia, que se renova a cada manhã. Ao meu irmão, Karlyle Soares Nunes, com quem sempre pude contar, apesar de todas as nossas diferenças. Aos meus sobrinhos, Lara Nunes e Vitor Nunes, que me contagiam com a alegria de criança nos momentos mais críticos. Ao meu namorado, por toda compreensão e paciência, que de uma forma toda especial me deu força e coragem para chegar até aqui. A todos os meus amigos de perto, que estiveram ao meu lado nesses cinco anos de faculdade, em especial, minha amiga Marcia Maria Martins, por cada palavra de força, momentos bons de festas e de dedicação, onde pude buscar apoio na certeza da ajuda. Aos meus amigos de longe, que estiveram do meu lado, transmitindo confiança e apoio para conclusão deste trabalho, e que me deram a certeza do significado da verdadeira amizade. Aos Mestres de Direito, que sempre estiveram ao meu lado nesses anos, transmitindo conhecimentos, em especial a minha Orientadora Marciane Zimmermann Ferreira, que acreditou em minha capacidade, e que me deu total suporte para conclusão deste trabalho. A todos que direta ou indiretamente contribuíram para este trabalho, meus sinceros agradecimentos.

6 5 "Permanecei firmes e adiante. Nunca, jamais desanimeis, embora venham ventos contrários" Santa Paulina

7 6 TERMO DE ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE Declaro, para todos os fins de direito, que assumo total responsabilidade pelo aporte ideológico conferido ao presente trabalho, isentando a Universidade do Vale do Itajaí, a coordenação do Curso de Direito, a Banca Examinadora e o Orientador de toda e qualquer responsabilidade acerca do mesmo. Biguaçu, 19 novembro de Taynara Soares Nunes

8 7 RESUMO A presente monografia tem por escopo investigar as divergências jurídicas oriundas das relações contratuais no que tange especificamente o seguro de vida, identificando qual o entendimento do Tribunal de Justiça de Santa Catarina e Tribunais Superiores sobre o tema. O problema formulado questiona qual tem sido o entendimento da jurisprudência a cerca das controvérsias jurídicas relativas aos contratos de seguro de vida no que se refere à cobertura em caso de suicídio e doença preexistente, bem como, o prazo prescricional da ação e os efeitos da mora. A atividade securitária tomou vulto nos últimos anos e as lides tem sido frequentes. Muitas seguradoras embasadas em Resoluções da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) têm negado a cobertura em caso de suicídio alegando premeditação do segurado quando firmou o contrato, todavia, discute-se o pagamento do capital quando o segurado se suicida nos dois primeiros anos de vigência do seguro, sob a influência de uma patologia mental. As seguradoras também têm negado o pagamento do capital sob a argumentação da preexistência de doença no momento da contratação do seguro alegando que o segurado não há declarou na proposta por dolo. À aplicação do instituto da prescrição também é bastante controvertida. O Código Civil de 2002 fixou o prazo de um ano enquanto o Código de Defesa do Consumidor determina que a prescrição ocorre em cinco anos. Com relação há prescrição há ainda divergência quanto ao início da contagem do prazo, bem como, se há ou não interrupção no mesmo. Quanto à mora discute-se se a seguradora deve notificar por escrito o segurado ou a simples falta de pagamento é suficiente para o rompimento do contrato e também qual o número de parcelas em atraso constituem efetivamente mora. Empregando-se o método dedutivo, entendido como aquele que parte do geral para o específico, estabeleceu-se como ponto de partida o estudo do contrato de seguro, posteriormente tratou-se do contrato de seguro de pessoas, para então enfrentar a problemática, qual seja, as divergências jurídicas dos contratos de seguro de vida. Palavras-chave: Seguro de vida. Suicídio do segurado. Doença preexistente do segurado. Prescrição. Mora.

9 8 ABSTRACT This monograph is to investigate the scope of legal disagreements arising from contractual relations with respect specifically identifying life insurance which the understanding of the Court of Santa Catarina and Superior Courts on the subject. The problem formulated questions which have been understanding about the case of legal disputes relating to contracts of life insurance with respect to coverage in case of suicide and preexisting conditions, and the tolling of action and the effects of late. Activity became significant with security in recent years and ends and has been frequent. Many insurers based on published Resolution of the Superintendency of Private Insurance (SUSEP) have denied coverage in the event of suicide alleging premeditation when the insured signed the contract, however, discusses the payment of principal when the insured commits suicide within the first two years of insurance, under the influence of a mental pathology. Insurance companies also have denied the payment of the premium under the reasoning of the preexisting disease at the time of contracting the insurance claiming that the insured is not stated in the proposal by deceit. In the implementation of the Institute of the prescription is also quite controversial. The Civil Code of 2002 set a deadline of one year as the Code of Consumer Protection determines that the limitation is five years. Regarding the limitation period is still disagreement as to the beginning of the period, and, whether or not the same interruption. The live debate as to whether the insurer must notify in writing the insured or the simple failure to pay is enough to break the contract and also to determine the number of installments in arrears are actually live. By employing the deductive method, understood as that part of the general to the specific, established himself as a starting point to study the contract, then this was the contract of insurance people, and then tackle the problems, which is, the differences of legal contracts for life insurance. Keywords: Life insurance. Suicide of the insured. Previous illness of the insured. Prescription. Late.

10 9 ROL DE CATEGORIAS Apólice: [...] apólice é o documento que tem a finalidade de extremar o conteúdo do contrato entabulado entre segurado e companhia seguradora. 1 Beneficiário: O beneficiário é a pessoa física, jurídica, ou de personificação anômala, que desfruta dos benefícios concedidos pelo contrato de seguro. 2 Contrato: [...] é um negócio jurídico por meio do qual as partes declarantes, [...], autodisciplinam os efeitos patrimoniais que pretendem atingir, segundo a autonomia das suas próprias vontades. 3 Contrato de seguro: O Seguro é o contrato em que uma parte (sociedade seguradora) se obriga, mediante o pagamento do prêmio, a garantir interesse legítimo da outra parte (segurado), contra riscos pré-determinados (CC, art. 757). 4 Contrato de seguro de pessoas: [...] é o contrato que tem por objetivo garantir ao segurado ou aos seus beneficiários o pagamento de determinada soma em dinheiro no caso de algum evento danoso afetar a sua vida ou saúde. 5 Contrato de seguro de vida: [...] contrato de seguro de vida é aquele em que a duração da vida humana serve de base para cálculo do prêmio devido ao segurador, para que este se obrigue a 1 SILVA, Ivan de Oliveira. Curso de direito do seguro. São Paulo: Saraiva, p SILVA, Ivan de Oliveira. Curso de direito do seguro. 3 GAGLIANO, Pablo Stolze. RODOLFO FILHO, Pamplona. Novo curso de Direito Civil: contratos. 2. ed. rev., atual e reform. São Paulo: Saraiva, V. IV. p COELHO, Fabio Ulhoa. Manual de Direito Comercial. 17. ed. rev. e atual. de acordo com a nova Lei de falências. São Paulo: Saraiva, p KRIGER FILHO, Domingos Afonso. Seguro no Código Civil. Florianópolis: OAB/SC, p.208

11 10 pagar uma indenização de forma de um capital ou uma renda determinada ao beneficiário, por morte do segurado, [...]. 6 Mora: Mora é uma situação jurídica temporária, geradora de responsabilidade civil aumentada, na qual se encontra o devedor que não cumpre ou credor que não recebe, culposa ou dolosamente, no modo, tempo ou lugar previsto pela obrigação. 7 Prêmio: [...] o valor total pago pelo segurado ao segurador, para que aquele goze de tranqüilidade em relação ao objeto do risco, [...]. Prêmio, portanto, é o preço do seguro. 8 Prescrição: [...] prescrição é a perda da ação atribuída a um direito, e de toda a sua capacidade defensiva, em consequência do não-uso delas, durante um determinado espaço de tempo. 9 Segurado: [...] pessoa física ou jurídica, que, através do pagamento do preço do seguro, o prêmio, adquire uma garantia sobre interesse segurável, transferindo ao segurador o risco, objeto da apólice do seguro. 10 Suicídio: O suicídio é a deliberada destruição da própria vida FUNDAÇÃO ESCOLA NACIONAL DE SEGUROS. Seguro de pessoas: vida individual, vida em grupo e acidentes pessoais. Supervisão e coordenação metodológica da Diretoria de Ensino e Produtos; assessoria técnica de Danilo de Souza Sobreira. 8. ed. Rio de Janeiro: Funenseg, p SOUZA NETO, João Baptista de Mello e; CLÁPIS, Alexandre Laizo. Direito Civil: obrigações. 2. ed. São Paulo: Atlas, (Série Fundamentos Jurídicos). p SENE, Leone Trida. Seguro de pessoas. p 41 9 BEVILÁQUA, Clóvis. [apud] VENOSA, Silvo de Salvo. Direito Civil. p SENE, Leone Trida. Seguro de pessoas: negativa de pagamento das seguradoras. Curitiba: Juruá, p CAPEZ, Fernando. Curso de Direito Penal: parte especial dos crimes contra a pessoa e dos crimes contra o sentimento religioso e contra o respeito aos mortos (arts. 121 a 212). 6. ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, v. 2. p.85

12 11 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CONTRATO DE SEGURO BREVE HISTÓRICO DO CONTRATO DE SEGURO CONCEITO PRINCÍPIOS BASILARES DO CONTRATO DE SEGURO CLASSIFICAÇÃO Contrato Bilateral ou sinalagmático Contrato Oneroso Contrato Consensual Contrato Nominado Contrato de Adesão Contrato Aleatório ELEMENTOS E REQUISITOS DE VALIDADE DO CONTRATO DE SEGURO Elementos Segurador Segurado Estipulante Beneficiário Prêmio Risco Co-Seguro Requisitos DIREITOS E OBRIGAÇÕES DO SEGURADO E DA SEGURADORA FASES E INSTRUMENTO DO CONTRATO Proposta Apólice e/ou bilhete de seguro A APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONDUMIDOR A ATIVIDADE SEGURITÁRIA MODALIDADES DE SEGURO Seguro de dano Seguro de pessoa... 51

13 EXTINÇÃO DO CONTRATO DO CONTRATO DE SEGURO DE PESSOA BREVE HISTÓRICO CONCEITO E CARACTERÍSTICAS MODALIDADES DO SEGURO DE PESSOAS O seguro de vida tradicional O seguro de vida em caso de sobrevivência O seguro misto O seguro de vida em grupo O seguro de acidentes pessoais DO CONTRATO DO SEGURO DE PESSOAS Contrato individual Contrato coletivo SINISTRO NO SEGURO DE PESSOAS COBERTURA DO SEGURO DE PESSOAS BENEFICIÁRIO DO CONTRATO DE SEGURO DE PESSOAS EXTINÇÃO DO CONTRATO DE SEGURO DE PESSOAS DA POSSIBILIDADE DE ARBITRAGEM O SEGURO DE VIDA E SUAS DIVERGÊNCIAS JURÍDICAS SUICÍDIO DOENÇA PREEXISTENTE PRESCRIÇÃO NO SEGURO DE VIDA Prescrição dos segurados Prescrição dos beneficiários MORA NO PAGAMENTO DO PRÊMIO DO SEGURO CONCLUSÃO REFERÊNCIAS

14 13 INTRODUÇÃO Trata-se de trabalho acadêmico de conclusão de Curso de Direito (Monografia) sobre seguro de vida e suas divergências no âmbito jurídico. O problema da pesquisa questiona qual tem sido o entendimento da doutrina e da jurisprudência a cerca das controvérsias jurídicas relativas aos contratos de seguro de vida no que se refere à cobertura em caso de suicídio e doença preexistente, bem como, o prazo prescricional da ação e os efeitos da mora. O motivo da escolha do presente tema deu-se em virtude do exercício profissional na área de seguros a partir do qual se vislumbrou que com mais frequência as seguradoras têm negado o pagamento do capital alegando doença preexistente, morte decorrente de suicídio, prescrição do direito do segurado e/ou beneficiário, e ainda, em decorrência da mora no contrato. Em razão das negativas, muitos segurados têm adentrado em juízo contra as seguradoras, o que enseja o presente estudo. A importância da pesquisa encontra-se, principalmente, pela grande repercussão do contrato de seguro de vida no âmbito social. A presente pesquisa possui como objetivos, primeiramente institucional, cuja finalidade é produzir uma Monografia para obtenção do título de bacharel em Direito, pela Universidade do Vale do Itajaí; geral, tem por escopo investigar qual o posicionamento da jurisprudência e da doutrina, quanto ao dever de indenizar quando a seguradora alega doença preexistente do segurado ou morte decorrente de suicídio. E ainda a aplicação do instituto da prescrição e os efeitos da mora no contrato. E específicos, distinguir o contrato de seguro das demais espécies de contrato; distinguir o contrato de danos do contrato de pessoas e analisar as especificidades do contrato de seguro de vida; verificar se há legalidade nas negativas das seguradoras em pagar o capital segurado, em caso de suicídio, sob alegação de premeditação do segurado quando firmou o contrato, ou sob a argumentação da preexistência de doença no momento da contratação do seguro, alegando que segurado agiu de má-fé, investigar em que prazo ocorre à prescrição

15 14 da ação que tem por objeto o contrato de seguro; e investigar se a simples falta de pagamento de uma parcela configura mora, e é suficiente, por si só, para o rompimento do contrato. O método de abordagem utilizado na Monografia foi o dedutivo, entendido como aquele que se parte do geral para o específico. Estabeleceu-se como ponto de partida o estudo do contrato de seguro, posteriormente abordou-se o contrato de seguro de pessoas, para então enfrentar a problemática, quais sejam as divergências jurídicas no contrato de seguro de vida. Será utilizada a técnica de documentação indireta, através da pesquisa documental, que envolverá o estudo de Leis, Circulares e Resoluções da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), bem como, jurisprudências principalmente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina e Tribunais Superiores sobre o tema, e da pesquisa bibliográfica em livros e artigos, que versem sobre o assunto do presente trabalho, a fim de se alcançar o objetivo proposto. Nesse sentido, visando à consecução dos objetivos acima, a monografia foi disposta em três capítulos. O primeiro capítulo destinar-se-á a estudar o contrato de seguro, iniciando com um breve histórico, trazendo posteriormente o conceito de contrato de seguro, os princípios basilares que norteiam tal negócio jurídico, sua classificação frente à doutrina, seus requisitos e elementos de validade, a caracterização das figuras do segurado, seguradora, estipulante e beneficiário, que compõem os pólos do contrato, elencando os direitos e deveres do segurador e da seguradora. Analisarse-á ainda as fases e instrumentos para realização do contrato, bem como a aplicação do Código de Defesa do Consumidor na relação securitária, a divisão das modalidades de seguro em seguro de dano e seguro de pessoas, finalizando com as formas de extinção do negócio jurídico. O segundo capítulo limita-se ao estudo do contrato de seguro de pessoas, trazendo primeiro um breve histórico, em seguida o conceito e as características peculiares desse contrato, elencando posteriormente as modalidades de seguro de pessoas, dividindo-o em seguro de vida, seguro vida por sobrevivência, seguro de vida em grupo e seguro de acidentes pessoais. Na sequência especificará as coberturas desse contrato, a ocorrência, e regulamentação do sinistro em todas as

16 15 modalidades de seguro de pessoas, a instituição dos beneficiários, as hipóteses de extinção desse negócio jurídico, encerrando com a possibilidade prevista em lei do arbitramento no contrato de seguro de pessoas. O terceiro capítulo abordará, portanto, com especificidade o seguro de vida e suas divergências no âmbito jurídico. Inicialmente analisará a negativa da seguradora em pagar o valor devido, sob fundamento da ocorrência do suicídio premeditado, e a alegação de doença preexistente. E ainda, o questionamento acerca do instituto da prescrição e quanto à mora. O trabalho acadêmico assim encerra-se com a conclusão, na qual são oferecidos pontos destacados durante o estudo de cada capítulo.

17 16 1 CONTRATO DE SEGURO O presente capítulo tem por objetivo principal analisar o contrato de seguro. Será abordado inicialmente, um breve histórico acerca de sua criação, o conceito disposto na doutrina, os princípios norteadores deste contrato, a classificação frente à doutrina, os elementos e requisitos essenciais de validade, os direitos do segurado e da seguradora, as fases do contrato e seus instrumentos, a aplicação do Código de Defesa do Consumidor na relação contratual, as modalidades de seguro e sua extinção. Esses tópicos por hora abordados servirão para subsidiar o apreciador com uma noção a cerca do contrato de seguro de modo geral, para posteriormente adentrar no contrato de seguro de pessoas, objeto do segundo capítulo, que dará, por conseguinte, impulso ao terceiro capítulo, que versa sobre seguro de vida e suas divergências. 1.1 BREVE HISTÓRICO DO CONTRATO DE SEGURO Nota-se que se perdeu no tempo a data do primeiro negócio jurídico que teve por objetivo o seguro de um bem. 12 A história do seguro é muito antiga e nasceu da necessidade que o homem tem de se proteger contra o perigo, do medo dos acontecimentos imprevisíveis e perda dos bens. 13 Duas teorias traduzem o surgimento do seguro no contexto histórico. A primeira é a Teoria dos cameleiros e o deserto inóspito, e a segunda é a Teoria dos fenícios e o mar revolto. 14 A Teoria dos cameleiros explica o surgimento do seguro para proteger cameleiros nômades, que precisavam percorrer grandes regiões desérticas, para prática de suas atividades mercantis. Como os camelos representavam o mais 12 SILVA, Ivan de Oliveira. Curso de direito do seguro. p OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Contrato de Seguro: interpretação doutrinária e jurisprudencial. Campinas: LZN Editora, p SILVA, Ivan de Oliveira. Curso de direito do seguro. p. 2

18 17 importante instrumento destinado ao sustento dos indivíduos que praticavam aquela atividade, e era comum a morte desses animais, em virtude do grande caminho percorrido, e consequentemente, grande era a despesa do cameleiro com essa morte, sentiu-se a necessidade de dirimir tais despesas. Foi, portanto, para evitar que a morte de um camelo recaísse em prejuízo apenas de uma pessoa, que os cameleiros firmavam acordos mútuos, para que diante de um sinistro, todos arcassem junto com o prejuízo. 15 Já na Teoria dos fenícios, o surgimento teria ocorrido para reduzir os prejuízos advindos de suas embarcações em meio ao mar revolto. [...] Se por ventura, algum prejuízo fosse sofrido por alguns dos integrantes do grupo, o dano seria recomposto através da participação de todos os navios em certo percentual previamente ajustado. 16 Nota-se desta forma, a alto grau de mutualidade que rondou o seguro nos seus mais remotos sinais. No século XII, tem-se notícia do surgimento de uma nova modalidade de seguro, agora já formalizada, o Contrato de Dinheiro a Risco Marítimo, entre o navegador e um financiador. 17 Neste tipo de seguro, um capitalista emprestava dinheiro aos empresários de uma embarcação marítima, caso a viagem fosse bem sucedida, o valor era devolvido acrescido de juros. Caso contrário, se houvesse algum prejuízo, ou acidente, nenhum reembolso era devido ao capitalista. 18 Todavia, segundo Oliveira: Essa evolução passou pela cobrança de compensação pelos riscos assumidos pelo capitalista, até chegar à desvinculação da cobertura contra o risco do contrato de empréstimo, com a promessa de pagamento, condicionada ao pagamento do prêmio correspondente, caso o risco se concretizasse. Surgia, desta forma, o contrato de seguro, em meados do século XIII. 19 Entretanto, há autores que divergem ainda quanto o surgimento do contrato de seguro. Segundo Silva, o surgimento se deu no século XIV, com as 15 SILVA, Ivan de Oliveira. Curso de direito do seguro. p SILVA, Ivan de Oliveira. Curso de direito do seguro. p OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Contrato de Seguro. p OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Contrato de Seguro. p OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Contrato de Seguro. p. 4

19 18 primeiras apólices de seguro da qual se tem conhecimento, a de Pisa, em 1385, e a e Florença, em De toda sorte, mesmo com essa grande aceitabilidade do seguro já em meados do século XIII e XIV, o seu grande desenvolvimento se deu na Renascença. Mas, com a grande evolução marítima da época, o seguro concentrava ainda seus riscos mais na atividade marítima. 21 Com essa expansão, em virtude do seguro marítimo e da própria atividade marítima, foi surgindo à necessidade da proteção de outros bens. Uma prova dessa grande necessidade encontra-se na Europa, em meados do século XVII, no registro de uma nova modalidade de seguro, o terrestre, engrenado para suprir as necessidades do povo inglês, que se deparou com um incêndio de gigantescas proporções. 22 Esse seguro terrestre surgiu em 1666, em decorrência do grande incêndio que marcou a história de Londres, com proporções que destruiu cerca de casas, deixando mais de pessoas desabrigadas, ficando conhecido na história como o Grande Incêndio Londriano. 23 Tem-se, portanto, que desse trágico fato, foi criado então o mais antigo seguro terrestre, o seguro contra incêndio. 24 Em contra partida, [...] as operações securitárias no Brasil tiveram início retardado, não obstante a maturidade do instituto além-mar. 25 Tem-se notícia de que as atividades securitárias no país iniciam-se em meados do ano 1808, com a abertura dos portos às nações estrangeiras. Esse período inicial é marcado pela fundação (1808), na Bahia, da Companhia de Seguros Boa-Fé, a primeira seguradora brasileira. O seguro então praticado regia-se pelas Regulações da Casa de Seguro de Lisboa [...]. À época, já se permitia o funcionamento de seguradores estrangeiros em nosso país SILVA, Ivan de Oliveira. Curso de direito do seguro. p SILVA, Ivan de Oliveira. Curso de direito do seguro. p SILVA, Ivan de Oliveira. Curso de direito do seguro. p SILVA, Ivan de Oliveira. Curso de direito do seguro. 24 OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Contrato de Seguro. p SILVA, Ivan de Oliveira. Curso de direito do seguro. p SENE, Leone Trida. Seguro de pessoas. p

20 19 Segundo Oliveira, a primeira seguradora estrangeira a atuar no país, teria sido a portuguesa Garantia, do Porto, e a segunda, teria sido a Royal Insurance. 27 Antes da criação de normas brasileiras, o mercado de seguro nacional era dominado pelas companhias de seguro estrangeiras, principalmente pelas portuguesas já com atuação no país, que agiam de acordo com suas normas, e inclusive, transferiam para suas matrizes do exterior, os excedentes de sua capacidade dentro do Brasil. 28 De acordo com Silva: Registra a história que até metade do século XIX o Brasil não apresentou uma legislação própria que tratasse de construir normas a respeito e, por conta dessa ausência de regras nacionais, os contratos de seguro seguiam tão-somente as convenções atinentes às normas de contratos em geral com especial atenção ao princípio de origem romana de que o contrato faz lei entre as partes. 29 As primeiras regras que trataram do comércio brasileiro datam de 25 de junho de 1850, o Código Comercial Brasileiro, que proibia o seguro sobre a vida de pessoas livres, admitindo-o, contudo, sobre a vida de escravos, por serem eles objeto de propriedade. Nota-se que em virtude desta permissão, é dessa época o surgimento da Cia de Seguros Mútuos sobre a Vida de Escravos, fundada em Todavia, mesmo com a proibição, tem-se notícia de que o seguro sobre a vida de pessoas livres também era praticado, através da seguradora Cia. Tranqüilidade, contrariando aquela proibição. 31 Apenas em 10 de dezembro de 1901, que surge a primeira regulamentação específica a respeito do seguro sobre a vida da pessoa, pelo Decreto n , conhecido com Regulamento Murtinho, que criou por sua vez a Superintendência Geral de Seguros. Em seguida, em virtude do alto grau de oposição instituído por aquele regulamento em relação as seguradores estrangeiras continuarem agindo dentro do país, começou haver uma forte oposição, motivo pelo 27 OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Contrato de Seguro. p SENE, Leone Trida. Seguro de pessoas. 29 SILVA, Ivan de Oliveira. Curso de direito do seguro. p OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Contrato de Seguro. p OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Contrato de Seguro. p. 5

21 20 qual aquele Decreto veio a ser alterado pelo Decreto n , de 12 de dezembro de 1902, reduzindo consideravelmente o nível de oposição instituído naquele. 32 Quanto aos seguros terrestres, entre os quais se inclui o seguro de vida, sua regulamentação inicial foi feita pelo Decreto n. 4270, de 16 de dezembro de 1901, modificado, ao depois, pelo art. 3º, VIII, da Lei n. 1616, de 30 de dezembro de Medida importante, entretanto, foi a trazida pelo Decreto n , de 12 de dezembro de 1903, que submeteu as companhias de seguro à autorização para funcionar no País. 33 Após, em 1º de janeiro de 1916, foi promulgado o primeiro Código Civil Brasileiro, que tratou dos seguros em geral, com exceção dos Marítimos, que possuíam regulamentação própria. Este Código regulamentava o contrato em 45 artigos, dispostos do a Todavia, outros diplomas legais completavam esses dispositivos. 34 A partir de 1932, o governo começou a eliminar todo o privilégio das seguradoras estrangeiras que atuavam no país. [...], quando o país atravessava um período político de exceção, o governo acabou com o privilégio, até então estabelecido a favor das seguradoras estrangeiras, de transferirem livremente parte de suas operações para as matrizes. [...] O novo regulamento (Dec. lei 2.063, de ) trouxe consigo uma série de dispositivos, restringindo as operações das seguradoras estrangeiras com prazo marcado para nacionaliza-se ou cessar suas operações no território nacional. 35 Em 1934 foi criado o Departamento Nacional de Seguros Privados e Capitalização, regulado pelo Decreto n Em 1939, foi criado o Instituto de Resseguros do Brasil. 36 E mais, Esse órgão foi divisor de águas no progresso do seguro nacional, vez que permitiu às seguradoras brasileiras, inclusive àquelas de menos potencial econômico, assumir grandes riscos, os quais passaram a ser garantidos pelo ressegurador. 37 Em foi baixado o Decreto-lei nº 2.063, regulando as operações de seguros nos moldes da nacionalização, de 32 OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Contrato de Seguro. p RODRIGUES, Silvio. Direito Civil: dos contratos e das declarações unilaterais da vontade. 30. ed. atual. de acordo com o novo Código Civil (Lei n , de ). São Paulo: Saraiva, p VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito Civil: contratos em espécie. 4. ed. São Paulo: Atlas, V. 3. p ALVIM apud SENE, Leone Trida. Seguro de pessoas. p. 27 (grifos no original) 36 OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Contrato de Seguro. p SENE, Leone Trida. Seguro de pessoas. p. 28

22 21 conformidade com as disposições contidas na Constituição do denominado Estado Novo, promulgada em Em foi editado o Decreto-lei nº 73, dispondo sobre o Sistema Nacional de Seguros Privados e regulando as operações de seguros e resseguros, bem como criando o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), extinguindo o Conselho Nacional de Seguros Privados e Capitalização (DNSPC) e criando, no seu lugar, a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). 38 Em 1971 foi criada a FUNENSEG, (Fundação Escola Nacional de Seguros), instituição destinada ao ensino de seguros a interessados na carreira, bem como a divulgação da instituição do seguro. 39 Em 1988 foi promulgada a Constituição da República Federativa do Brasil, e nota-se que no capítulo destinado ao Sistema Financeiro ouve o cuidado de regulamentar a atividade de seguros. Posteriormente com a Emenda Constitucional 40 de , suprimiu-se tal regularização, de modo que a Constituição deixou de tratar matéria securitária, [...] no que respeita à autorização e funcionamento dos estabelecimentos de seguro, resseguro, previdência e capitalização, bem como, do órgão oficial fiscalizador. 40 Posteriormente, com o advento do Código Civil de 2002, atual e vigente no país, dedicou-se um capítulo específico para tratar do seguro e suas peculiaridade, dividindo a matéria em 46 artigos (757 a 802) os quais perfazem a base de estudo para o presente trabalho. 1.2 CONCEITO Após a entrada em vigor do Código Civil de 2002, o conceito de seguro foi alterado, bem como sua disposição dentro do Diploma Legal, sendo reservado um capítulo específico para abordar o tema, qual seja Capítulo XV do seguro. Abrindo as disposições do seguro, o artigo 757 do referido Diploma, traz o conceito de contrato de seguro, que serve de base para os demais dispositivos que 38 OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Contrato de Seguro. p FUNDAÇÃO ESCOLA NACIONAL DE SEGUROS. Teoria Geral do Seguro I. Supervisão e coordenação metodológica da Superintendência de Tecnologia Educacional. Assessoria técnica de Wagner Attina Xavier. Rio de Janeiro: Funenseg, p SENE, Leone Trida. Seguro de pessoas. p. 29

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