Daniel Melo Ribeiro. Vantagens Corporativas da Aplicação dos Padrões Web Voltados para Acessibilidade e Usabilidade

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Daniel Melo Ribeiro. Vantagens Corporativas da Aplicação dos Padrões Web Voltados para Acessibilidade e Usabilidade"

Transcrição

1 Daniel Melo Ribeiro Vantagens Corporativas da Aplicação dos Padrões Web Voltados para Acessibilidade e Usabilidade Belo Horizonte Agosto/2006

2 Daniel Melo Ribeiro Vantagens Corporativas da Aplicação dos Padrões Web Voltados para Acessibilidade e Usabilidade Trabalho de conclusão de curso apresentado ao Núcleo de Informação Tecnológica e Gerencial da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais como requisito parcial para o título de Especialista em Gestão Estratégica da Informação. Orientador: Marcello Peixoto Bax Belo Horizonte Escola de Ciência da Informação da UFMG 2006

3 Resumo RIBEIRO, Daniel Melo. Vantagens Corporativas da Aplicação dos Padrões Web Voltados para Acessibilidade e Usabilidade f. Monografia (Especialização em Gestão Estratégica da Informação) Escola de Ciência da Informação, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, O objetivo deste trabalho é discutir e apresentar os benefícios para as empresas da busca pela acessibilidade e usabilidade resultantes da aplicação dos padrões web. Para isso, será introduzido um breve histórico das linguagens de marcação utilizadas na Internet; a evolução para o cenário atual do estado da arte ; definição dos principais conceitos envolvidos e aplicação das novas propostas de padronização. Por meio de um estudo de caso relacionado a um portal institucional público na esfera federal, pretende-se legitimar a hipótese sugerida, seguida da devida avaliação dos resultados. Abstract The objective of this work is to discuss and present the benefits of accessibility and usability to the companies from the application of the web-standards. A short historical context of markup language to the internet will be introduced. After that, it will be discussed the evolution to actual state of the art; the definition of main concepts and application of new standard proposals. By a case study related to an institutional federal public website, this work intends to legitimate the suggested hypothesis, followed by properly analysis of the results. i

4 SUMÁRIO 1) INTRODUÇÃO ) HISTÓRICO E CONTEXTO ) A evolução das páginas de internet ) O que há de errado com as páginas de internet hoje? ) PRINCIPAIS CONCEITOS ) Acessibilidade ) Usabilidade ) Padrões web voltados à usabilidade e acessibilidade ) CSS (Cascading Style Sheets) ) XHTML ) POR QUE ADOTAR PADRÕES DE ACESSIBILIDADE E USABILIDADE? ) Aspectos gerais ) Fatores sociais ) Fatores técnicos ) Fatores financeiros ) Fatores legais ) Estratégias para promover acessibilidade e usabilidade ) Níveis de conformidade com as recomendações ) ESTUDO DE CASO ) Introdução e objetivo ) Metodologia ) O portal público avaliado ) Apresentação do portal ) Entrevista ) Avaliação da estrutura ) Site atual ) Site novo ) Análise dos resultados e conclusões ) Por que é importante validar os códigos? ) Avaliação comparativa: houve evolução? ) Nova proposta: benefícios e vantagens para o governo e para a sociedade ) CONCLUSÃO ) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ii

5 LISTA DE ILUSTRAÇÕES FIGURA 1- Exemplo de página HTML... 5 FIGURA 2 - Exemplo de uso de informações visuais inseridas nas tags FIGURA 3 - Exemplo de aplicação de estilo numa tag parágrafo FIGURA 4 - Exemplo de arquivo XML FIGURA 5 - Código CSS do portal iii

6 LISTA DE ABREVIATURAS HTML Hyper Text Markup Language Linguagem de marcação de hipertextos. XML Extensive Markup Language Linguagem de marcação extensível XHTML Extensive Hyper Text Markup Language - Linguagem de marcação de hipertextos extensível DTD Data Type Document CSS Cascading Style Sheets Folhas de estilo em cascata W3C World Wide Web Consortium WAI Web Accessibility Initiative Iniciativa de acessibilidade para a web iv

7 1) INTRODUÇÃO The power of the Web is in its universality. Access by everyone regardless of disability is an essential aspect.. Tim Berners-Lee, diretor da W3C. A prosperidade das nações, das regiões, das empresas e dos indivíduos depende de sua capacidade de navegar no espaço do saber. A força é conferida de agora em diante pela gestão ótima dos conhecimentos, sejam eles técnicos, científicos, da ordem da comunicação ou derivem da relação ética com o outro. Quanto melhor os grupos humanos conseguem se constituir em coletivos inteligentes, em sujeitos cognitivos, abertos, capazes de iniciativa, de imaginação e de reação rápidas, melhor asseguram seu sucesso no ambiente altamente competitivo que é o nosso. (LEVY, 1994, p.19). Percebemos que a corrida tecnológica lança inúmeras novidades na área de telecomunicações e exige, cada vez mais, a presença digital em rede dos indivíduos e das corporações. Fazer parte da inteligência coletiva, cooperar, lucrar, são imposições inegáveis deste momento econômico e cultural da humanidade, onde a dinâmica de sobrevivência pelo capital se transferiu para a gestão do conhecimento e dos ativos intangíveis. Assim, as possibilidades de interação entre usuários e conseqüente abertura para exploração de novos mercados de consumo se intensificam com a ampliação da telecomunicação e dos serviços em rede. Mais além, a conquista por novos nichos se torna determinante para a sobrevivência das empresas. Nesse contexto, a expansão da Internet para outros dispositivos de comunicação (palms, celulares, TV digital, por exemplo) irá ampliar o acesso à rede para além do computador pessoal, proporcionando oportunidades de negócio. O acesso à Internet tende a ganhar mobilidade, com a popularização desses novos dispositivos. Na outra ponta, encontram-se usuários dispostos a estabelecer esse relacionamento. Cada vez mais pessoas ganham acesso à rede, seja em casa, no trabalho ou nas instituições de ensino. Diversifica-se o público, como também seus interesses e demandas. 1

8 Tal contexto nos leva a refletir sobre como as empresas têm tratado a acessibilidade do seu conteúdo de Internet, considerando os seguintes aspectos: Aspecto 1: a expansão do acesso por meio de novas mídias; Aspecto 2: a abrangência do público potencial; Aspecto 3: a linguagem e a forma de interação com o usuário. Trata-se de uma abertura para possibilidades de negócio que a maioria das empresas ainda não está preparada, pois requer a percepção de que a Internet pode ir além dos limites atuais. Assim, atuar em rede não mais significa apenas ocupar um espaço virtual com uma página de Internet institucional. Ou, em outras palavras, simplesmente transferir seu cartão-de-visita para um endereço www qualquer. Novas mídias são desenvolvidas, e cada uma delas possuirá características técnicas próprias, como telas menores, teclados simplificados, ausência de mouse, etc. Assim, podemos constatar que tais dispositivos não serão capazes de reproduzir, com exatidão, as páginas da Internet como são desenvolvidas hoje. A maioria das páginas foi projetada visando um tipo de usuário modelo: aquele que utiliza um computador pessoal, com um determinado tamanho de tela e com uma determinada velocidade de conexão. (aspecto 1) Um outro aspecto do debate em torno da acessibilidade surge com apropriada relevância: a ampliação do acesso à Internet para usuários que possuem algum tipo de deficiência - auditiva, motora ou visual. Trata-se de uma parcela de usuários carente de ferramentas adequadas para traduzir a web numa linguagem compreensível. Simplesmente desconsiderar tal público não parece uma estratégia coerente com o direito ideal de pleno acesso à informação. (aspecto 2) Mais um desdobramento desta análise é revelado após uma navegada corriqueira. A maioria dos sites, corporativos ou pessoais, é deficitária em oferecer interfaces amigáveis, objetivas e de fácil acesso ao conteúdo disponível. As soluções oferecidas parecem não contribuir para que o usuário complete uma operação qualquer ou requisite um dado conteúdo de maneira satisfatória. Ou seja, a Internet cresce, mas, ao mesmo tempo, usuários demandam maior cuidado com a usabilidade das páginas. (aspecto 3) 2

9 Esses três aspectos nos incitam a refletir que as empresas poderiam, portanto, atentar-se para as seguintes questões: Como se antecipar para disponibilizar seu conteúdo de Internet também em outros dispositivos além do computador pessoal? Como incluir usuários com algum tipo de deficiência no seu nicho de mercado e, ao mesmo tempo, contribuir para a melhora da sua imagem corporativa? Como fazer com que a sua página web possa ser mais amigável e mais objetiva para as reais demandas dos seus clientes? Pensar a Internet sem considerar tais questões é restringir todo o seu potencial de acessibilidade. É eliminar parte do seu público somente pelo fato de não oferecer condições para que a sua mensagem transite livre de restrições de plataforma ou recursos. Assim, o objetivo geral deste estudo é fornecer argumentos que atendam ao seguinte problema: por que as empresas deveriam se preocupar em disponibilizar páginas na Internet preparadas para atender padrões de acessibilidade e usabilidade? Durante o desenvolvimento da argumentação, identificaremos também outras questões relacionadas, tais como: Por que melhorar a usabilidade representa um ganho efetivo para os usuários? De maneira geral, quais regras ou padrões deveriam ser observados para promover uma melhor usabilidade? O que as empresas ganham com o aumento da usabilidade? Na próxima seção, será abordado um breve histórico da Internet, posicionando melhor o leitor sobre o contexto tratado. No terceiro capítulo, serão tratados os principais conceitos envolvidos neste estudo, para que, então, no quarto capítulo sejam discutidas as vantagens da aplicação dos padrões. Na quinta parte, será apresentado o estudo de caso, feito a partir da avaliação de um portal governamental. A última parte deste trabalho apontará algumas conclusões, bem como indicações de estudos futuros. 3

10 2) HISTÓRICO E CONTEXTO Antes de discutir sobre o problema apresentado, cabe situar, de maneira resumida, como a Internet se desenvolveu a partir da criação da World Wide Web no final dos anos 80. Em seguida, será apresentado, brevemente, o panorama atual e os principais conceitos envolvidos na discussão. Após isso, a hipótese central será analisada, juntamente com alguns apontamentos das soluções disponíveis hoje. 2.1) A evolução das páginas de Internet A linguagem padrão para construção de páginas na Internet, o HTML (hyper-text markup language) surgiu da necessidade de interligação (link) entre documentos que poderiam estar localizados em locais remotos. A informação contida nesses documentos precisava ser formatada de uma maneira que pudesse trafegar pela rede e ser compreendida por um leitor (browser ou navegador de Internet). Um texto formatado em HTML possui identificadores ou tags que classificam suas partes em títulos, parágrafos, listas, quebras de linha, cabeçalhos, etc. Além disso, o HTML também carrega uma indicação de quais regras de interpretação devem ser observadas, ou, em outras palavras, sua própria gramática (DTD Data Type Document). Tais marcações permitem que o interpretador (geralmente um computador) possa entender esse documento e exibir de maneira apropriada. Ao visitar uma página de Internet usando um navegador, o usuário irá ver o resultado dessa interpretação, e não o documento HTML no seu real formato. 4

11 <!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/tr/xhtml1/dtd/xhtml1-transitional.dtd"> <head> <title>título do documento</title> </head> <body> <h1>título principal</h1> <h2>título secundário</h2> <p>parágrafo de texto</p> <p>parágrafo de texto</p> <img src="imagem.jpg"> </body> </html> FIGURA 1- Exemplo de página HTML. Cada tag ou marcação é indicada entre os caracteres < >. Cada bloco de informação é delimitado no seu início por <tag> e no fim por </tag>. As tags classificam os blocos de informações de acordo com a sua função dentro da página, de maneira a acrescentar significado ao conteúdo (código semântico). Ao abrir um códigofonte de um arquivo HTML padronizado, é possível identificar mais facilmente, através das tags qual a função de determinado bloco no contexto geral. (No exemplo dado na Figura 1, podemos identificar que o bloco de texto inserido entre as tags <p> e </p> se trata de um parágrafo. A tag <h1> delimitará um título principal.) Com a expansão da Internet a partir da década de 90 e conseqüente aumento exponencial de sites, as empresas e os usuários demandaram páginas com uma apresentação visual mais apurada, tarefa dificultada devido à falta de flexibilidade do HTML. Isso fez com que o código-fonte do documento se tornasse demasiadamente complexo, já que informações relativas à formatação visual foram adicionadas. Algumas tags foram adaptadas para funções de apresentação, e não de conteúdo, comprometendo sua estrutura semântica, já que, originalmente, o HTML foi concebido para codificar o significado da informação, e não a sua apresentação. A maneira exata como as páginas devem ser exibidas, seria determinada pelo próprio equipamento do usuário. (NIELSEN, 2000, p. 36) Na tentativa de tornar o processo de construção de uma página mais amigável, empresas de software lançaram editores HTML do tipo WYSIWYG ( What you see is what you get ). Tal como programas de interface gráfica, os usuários passaram a criar suas páginas sem nem mesmo ver o código-fonte, apenas arrastando itens para a tela: tabelas, figuras e outros componentes. 5

12 Em parte isso representou uma evolução no processo de criação das páginas. Cada empresa buscou uma maneira particular de mostrar a sua cara na web, porém sem ainda compreender a linguagem própria dessa nova mídia. Acompanhando a expansão da Internet no final dos anos 90, a criação de páginas se tornou mais popular. Oportunidades de trabalho na área de tecnologia da informação aumentaram com o surgimento de novas especialidades. 2.2) O que há de errado com as páginas de Internet hoje? Na verdade, o mais apropriado seria dizer que muitas páginas de Internet hoje não estão adequadas se avaliadas sob a ótica da usabilidade e acessibilidade. Tal constatação surge num contexto de amadurecimento da Internet como nova mídia de comunicação interativa. Já é comum o conhecimento de técnicas de programação e apresentação complementares ao HTML, o que permitiu, por exemplo, o advento do comércio eletrônico, dos serviços bancários pela rede, das comunidades virtuais, dos grupos de discussão, entre outros. Por outro lado, existem estudos e técnicas que demonstram que, a partir da observação de regras conhecidas como padrões web, é possível melhorar as páginas para atenderem à nova realidade futura. Os padrões web (web standards) são protocolos e diretivas pesquisados por um consórcio internacional chamado W3C (World Wide Web Consortium, com o objetivo de assegurar um crescimento a longo prazo na Internet, através do desenvolvimento pleno de suas potencialidades. A W3C é uma referência mundial na definição de tais padrões, principalmente porque incentiva o uso de tecnologias e linguagens não-proprietárias, de código aberto. As recomendações lançadas pela W3C pretendem, segundo a sua própria definição, fazer com que os benefícios de compartilhamento de comunicação, de informações e de comércio sejam disponíveis para todos, independente de equipamentos ou dispositivos. 6

13 Existem diversos padrões web recomendados pela W3C. Alguns deles, que pertencem ao nosso objeto de estudo, proporcionarão ganhos de usabilidade e acessibilidade. No entanto, antes de prosseguir, torna-se fundamental conceituar esses termos, de acordo com o significado que será utilizado em diante. 7

14 3) PRINCIPAIS CONCEITOS 3.1) Acessibilidade O conceito de acessibilidade é bem amplo e abrange outras áreas além da informática e da informação. No nosso caso, iremos nos restringir à acessibilidade para a Internet. Pressupõe, portanto, todas as disfunções que afetam o acesso à rede, incluindo a visão, audição, dificuldades físicas, de fala, cognitivas e neurológicas. A Lei de Acessibilidade brasileira (BRASIL, 2000) define, no seu Capítulo III, como barreiras nas comunicações e informações: qualquer entrave ou obstáculo que dificulte ou impossibilite a expressão ou o recebimento de mensagens por intermédio dos dispositivos, meios ou sistemas de comunicação, sejam ou não de massa, bem como aqueles que dificultem ou impossibilitem o acesso à informação. Segundo a definição do portal da Acessibilidade Brasil 1, acessibilidade representa para o nosso usuário não só o direito de acessar a rede de informações, mas também o direito de eliminação de barreiras arquitetônicas, de disponibilidade de comunicação, de acesso físico, de equipamentos e programas adequados, de conteúdo e apresentação da informação em formatos alternativos. A Acessibilidade Brasil, em conformidade com os estudos da W3C, também aponta algumas situações nas quais a acessibilidade para a Internet se evidencia: Incapacidade de ver, ouvir ou deslocar-se, ou grande dificuldade - quando não a impossibilidade - de interpretar certos tipos de informação. Dificuldade visual para ler ou compreender textos. Incapacidade para usar o teclado ou o mouse, ou não dispor deles. Insuficiência de quadros, apresentando apenas texto ou dimensões reduzidas, ou uma ligação muito lenta à Internet. Dificuldade para falar ou compreender, fluentemente, a língua em que o documento foi escrito. 1 8

15 Ocupação dos olhos, ouvidos ou mãos, por exemplo, ao volante a caminho do emprego, ou no trabalho em ambiente barulhento. Desatualização, pelo uso de navegador com versão muito antiga, ou navegador completamente diferente dos habituais, ou por voz ou sistema operacional menos difundido. Outros exemplos de dificuldades com acessibilidade: Páginas que não possuem legendas nas fotos, por exemplo, prejudicam a compreensão do conteúdo por portadores de deficiência visual. Usuários de dispositivos que não possuem mouse ou teclado podem ser prejudicados por certas soluções de navegação. Navegadores antigos podem não conseguir interpretar recursos novos, tais como plugins, vídeos e animações. A variedade de tamanhos de tela e quantidade de cores disponíveis pelo equipamento para exibição pode inviabilizar a correta visualização de páginas. Alguns desses aspectos indicam que a acessibilidade não se aplica somente a usuários portadores de deficiência física. Qualquer situação ou ambiente que proporcione alguma dificuldade para se ter acesso à Internet também deve ser observada. Um princípio chave ao se considerar a acessibilidade para a Internet é a flexibilidade, a fim de satisfazer as diversas preferências, necessidades e situações do usuário. Portanto, sempre que se for discutido algum tópico relacionado à acessibilidade neste estudo, deve-se considerar todos os tipos de usuários circunscritos nessa perspectiva. 3.2) Usabilidade No seu conceito mais amplo, usabilidade é um conjunto de propriedades que fazem com que algo seja fácil de ser utilizado. 2 Está relacionada com a facilidade com que um usuário alcança seu objetivo ao utilizar um determinado produto. Neste estudo, poderemos entender o 2 9

16 produto como uma página ou serviço de Internet, com o qual o usuário interage com um objetivo específico. A usabilidade para a Internet pode ser compreendida nos seguintes aspectos, entre outros: Navegação clara e objetiva; Senso de orientação ( onde está, de onde veio e para onde vai ); Localização da informação desejada; Design da interface; Diagramação do texto; Tempo de resposta. Muitos desses aspectos são subjetivos, dependem de preferências do usuário e características de interface, o que dificulta uma medida precisa ou graus de usabilidade. Ainda assim, é sensato notar como a usabilidade é determinada, basicamente, pelo design das páginas e pela arquitetura da informação. Os usuários não chegarão ao conteúdo desejado a menos que a página seja estruturada de acordo com as suas necessidades e contenha um esquema de navegação facilitador. Compreender a usabilidade, portanto, implica em se posicionar como os usuários e pensar como eles se comportariam frente ao seu produto. Segundo NIELSEN (2000), estudioso do assunto e guru da usabilidade, o modo como se alcançam conceitos de design apropriados consiste em observar os usuários e perceber o que eles gostam, o que eles consideram fácil e onde eles encontram empecilhos. Usabilidade e acessibilidade são conceitos próximos, de maneira que, em muitos aspectos, o esforço em promover acessibilidade poderá resultar em ganho de usabilidade, e vice-versa. Mas não de forma obrigatória, ou seja, é possível, por exemplo, encontrarmos páginas acessíveis, mas que apresentam deficiências de usabilidade. 10

17 3.3) Padrões web voltados à usabilidade e acessibilidade Para que as páginas de Internet alcancem níveis satisfatórios de usabilidade e acessibilidade, é necessário conhecer os padrões web, desenvolvidos pela W3C. Como vimos, a W3C pesquisa as melhores práticas de desenvolvimento de páginas, no intuito de garantir que a web cresça com todo o seu potencial, assegurando o máximo possível de universalidade do acesso à informação. Os padrões web se caracterizam por um conjunto de tecnologias que envolvem: Estratégias de planejamento e desenvolvimento de páginas; Especificações técnicas; Linguagens para tratamento de dados e formatação de código; Recomendações; Softwares; Procedimentos; Entre outras. Tais tecnologias antecipam soluções e apontam tendências identificadas no contexto atual da Internet. A familiaridade com os padrões web, portanto, deverá se tornar recorrente entre as empresas que buscam vantagens competitivas no âmbito da comunicação e do uso da informação em rede. Dentre os padrões existentes, cabe, neste momento, identificar quais tecnologias estão diretamente relacionadas à usabilidade e acessibilidade, pois referências a estes padrões serão retomadas durante todo o estudo ) CSS (Cascading Style Sheets) Como principal característica, o uso das folhas de estilo (CSS) permite que as informações do código-fonte de uma página relativas à apresentação sejam separadas da sua estrutura e do seu conteúdo. 11

18 Conforme citado anteriormente, à medida que as páginas de Internet se tornaram mais complexas, códigos relacionados à apresentação visual das páginas foram adicionados ao HTML. Assim, a cada novo bloco de conteúdo, (por exemplo: um parágrafo ou título) foram adicionadas informações do tipo: cor da fonte, tamanho da fonte, cor de fundo, espaçamento, posicionamento, alinhamento de texto, etc. <font face="verdana, Arial, Helvetica" size="2" color="#ffffff"> Texto qualquer</font> <table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="5"> <tr><td>item da tabela</td></tr> </table> FIGURA 2 - Exemplo de uso de informações visuais inseridas nas tags. No primeiro caso, a tag <font> define as características do bloco de texto compreendido: tipo de letra, tamanho e cor. No segundo exemplo, foram adicionadas à tag <table> informações de largura, borda e espaçamento. Assim, podemos constatar que, quanto mais informações visuais forem necessárias para caracterizar uma página, mais extenso se torna o código-fonte de um documento HTML. De fato, facilmente conseguiríamos atingir algumas centenas de linhas em um único arquivo. Códigos extensos e complexos não facilitam o trabalho de manutenção das páginas, seja para corrigir e localizar um erro ou mesmo compreender a semântica da estrutura - em outras palavras, para que serve cada tag, ou qual a sua função dentro do contexto geral. A fim de contornar essa situação, o padrão CSS foi criado para permitir que as informações visuais pudessem ser separadas do conteúdo, seja em um local diferente dentro do próprio código ou em um arquivo distinto. As folhas de estilo permitem que todos os blocos no arquivo HTML que possuem comportamento similar herdem os padrões definidos no CSS. Dessa forma, a alteração de um comando no CSS, irá redefinir automaticamente todos os elementos que compartilham das mesmas predefinições. 12

19 p { } font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; color: #3B3B3B; margin: 0px; padding: 0px; line-height: 18px; FIGURA 3 - Exemplo de aplicação de estilo numa tag parágrafo. Neste caso, o CSS define que todo parágrafo, representado no HTML pela tag <p>, deverá ser apresentado com determinada fonte, tamanho, cor, margem, espaçamento e espaçamento entre linhas. Por meio do CSS é possível definir, entre outros: A posição dos elementos na tela; Fonte, cor da letra, espaçamento entre linhas, tamanho do texto, alinhamento; Cor de fundo; Imagem de fundo; Bordas; Altura e largura. A adoção das folhas de estilo é amplamente incentivada pela W3C como um dos padrões web, pois permite diversos benefícios, tais como simplificação do código-fonte, facilidade de manutenção das páginas, diminuição do tamanho (em bytes) dos arquivos finais. Atualmente, a W3C desenvolve as especificações do CSS versão 3. Porém, a maioria dos navegadores de Internet instalados nos computadores ainda não suporta essa versão. Mesmo assim, a versão 1 já disponibiliza os comandos básicos para atender às necessidades de usabilidade e acessibilidade em questão neste estudo ) XHTML XHTML (extensible hyper text markup language) é o sucessor do HTML. Desde que foi criada, a linguagem HTML sofreu evoluções, à medida que novas funcionalidades foram demandadas. A partir de sua última versão (4.01), o HTML foi reestruturado para se adequar a outro padrão, o XML, daí se tornando XHTML. 13

20 XML é um padrão de formatação de texto muito flexível que tem sido largamente usado para o intercâmbio de informações entre aplicações, inclusive para operações na Internet. Sistemas originalmente construídos em plataformas diferentes podem conversar, desde que definam um idioma comum. <bandas> <item name="beatles"> <subitem name="john"/> <subitem name="paul"/> <subitem name="george"/> <subitem name="ringo"/> </item> <item name="stones"> <subitem name="mick"/> <subitem name="keith"/> <subitem name="charlie"/> <subitem name="ron"/> </item> </bandas> FIGURA 4 - Exemplo de arquivo XML. Neste caso, identificamos elementos pai e filhos. O XML contém, além dos dados em si, sua descrição e sua estrutura lógica de organização. Em XML, as tags são flexíveis, definidas de acordo com a necessidade, a fim de melhor caracterizar os dados armazenados. Por ser baseada em XML, o XHTML incorporou algumas vantagens, dentre elas: Possibilidade de ser interpretado, editado e validado por qualquer ferramenta padrão XML; Maior interoperabilidade entre diversos ambientes; Garantia de compatibilidade futura com outros dispositivos. O XHTML encoraja os desenvolvedores a utilizar as tags para representar os dados nas suas reais funções dentro da estrutura da página. Ou seja, <p> indicaria um parágrafo, <h1> um título principal, <ul> uma lista, e assim por diante. Isso garante que a semântica do códigofonte seja preservada, já que as tags descrevem os seus dados, tal como o XML. 14

21 Em resumo, páginas validadas em XHTML e que utilizam CSS para definir suas características de apresentação aumentam consideravelmente as chances de o documento atender padrões de usabilidade e acessibilidade. 15

22 4) POR QUE ADOTAR PADRÕES DE ACESSIBILIDADE E USABILIDADE? Após a apresentação do contexto e a explicação dos conceitos envolvidos, podemos discutir a hipótese norteadora do trabalho: a acessibilidade e a usabilidade na Internet trazem benefícios para as empresas e para os usuários? 4.1) Aspectos gerais No mundo, por volta de 750 milhões de pessoas possuem algum tipo de disfunção e, embora seja difícil precisar, grande parte delas são usuários potenciais da Internet. Parece justo e sensato, portanto, promover iniciativas que eliminem as barreiras de navegação e acesso à rede. Como veremos, não somente por uma postura social, mas também por questões técnicas, financeiras e legais. Mais do que isso, os cuidados em promover a acessibilidade irão também afetar diretamente aqueles que não possuem qualquer tipo de disfunção. Quando a informação é tratada sob a ótica da usabilidade e acessibilidade, todos ganham, já que as páginas são construídas com uma estrutura lógica mais clara e objetiva, com foco no conteúdo. Assim, pensar em usabilidade e acessibilidade não irá significar somente uma postura benevolente com uma certa parcela de usuários. É muito mais do que isso, pois afinal as empresas também ganharão, por exemplo, reduzindo custos e aumentando a oferta de seus serviços ou produtos. Dessa forma, acessibilidade e usabilidade são, como vimos, conceitos relevantes também quando aplicados à internet, e proporcionarão benefícios nos seguintes aspectos (HENRY, 2005): - sociais; - técnicos; - financeiros; - legais. 16

23 4.2) Fatores sociais Quando uma página é construída sem observar os padrões web, ela irá oferecer diversas barreiras de acessibilidade, impedindo que o seu conteúdo chegue ao maior universo de usuários possíveis. A Internet é imprescindível fonte de informações para o cotidiano, seja no trabalho, em pesquisas, nos serviços públicos ou privados, educação, treinamento, comércio, notícias e entretenimento. Consolida-se também como meio de comunicação à distância e interação dos indivíduos e instituições. Constitui-se, para pessoas portadoras de deficiências, oportunidade sem precedentes de inclusão na sociedade. Serviços tradicionais que antes apresentavam barreiras físicas, como por exemplo, transações bancárias, comércio ou bibliotecas, hoje podem ser realizados remotamente, com o mínimo de dificuldades, seja no deslocamento ou na interação com o produto ou vendedor. O trabalho à distância também se torna uma possibilidade, o que pode gerar oportunidades de emprego para este público. Assim, é fundamental que a Internet seja acessível a fim de não excluir usuários com deficiências, promovendo a igualdade de oportunidades para acesso à informação. Adotar os padrões web assegura maior acessibilidade. Quando um documento em HTML é bem estruturado e segue os padrões, ferramentas especiais conseguem interpretar o código corretamente. Podem, por exemplo, por meio de sintetizadores de voz, ler o conteúdo da página para usuários portadores de deficiência visual ou usuários que não podem ter a sua atenção visual desviada de outra tarefa. Mesmo aqueles usuários que não são portadores de deficiência, mas que enfrentam algum tipo de dificuldade ao utilizar a Internet são beneficiados, tais como: idosos, pessoas que não são fluentes na língua em que o documento se apresenta e usuários com conexão lenta ou que possuem navegadores antigos. Por separar estrutura de apresentação, uma página padronizada não tem o seu conteúdo comprometido caso ocorra alguma restrição de recursos de visualização. O uso dos padrões também permite que preferências pessoais adaptem os 17

Desenvolvimento em Ambiente Web. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Desenvolvimento em Ambiente Web. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Desenvolvimento em Ambiente Web Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com No início A Web é criada em 1989, para ser um padrão de publicação e distribuição de textos científicos e acadêmicos.

Leia mais

Departamento de Governo Eletrônico Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Departamento de Governo Eletrônico Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. 215 Departamento de Governo Eletrônico Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. www.governoeletronico.gov.br Recomendações de Acessibilidade para

Leia mais

Desenvolvimento Web. Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas. http://www.saymonyury.com.br

Desenvolvimento Web. Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas. http://www.saymonyury.com.br Desenvolvimento Web Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas http://www.saymonyury.com.br Vantagens Informação em qualquer hora e lugar; Rápidos resultados; Portabilidade absoluta; Manutenção facilitada

Leia mais

Sumário. HTML CSS JQuery Referências IHC AULA 6 5-09-2011 1

Sumário. HTML CSS JQuery Referências IHC AULA 6 5-09-2011 1 Sumário HTML CSS JQuery Referências IHC AULA 6 5-09-2011 1 Linguagem HTML HTML é a abreviação de HyperText Markup Language, que pode ser traduzido como Linguagem de Marcação de Hipertexto. Não é uma linguagem

Leia mais

> Herbet Ferreira Rodrigues > contato@herbetferreira.com

> Herbet Ferreira Rodrigues > contato@herbetferreira.com Curso HTML & CSS > Herbet Ferreira Rodrigues > contato@herbetferreira.com Sumário > Apresentação > Introdução ao HTML História Começando a Programar > Tags em HTML Headings (Cabeçalhos) Parágrafos Formatação

Leia mais

TECNOLOGIAS WEB AULA 8 PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO @RIBEIRORD

TECNOLOGIAS WEB AULA 8 PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO @RIBEIRORD TECNOLOGIAS WEB AULA 8 PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO @RIBEIRORD Objetivos: Apresentar os principais problemas de acessibilidade na Internet. Apresentar as principais deficiências e as tecnologias de apoio.

Leia mais

Aplicativos para Internet Aula 01

Aplicativos para Internet Aula 01 Aplicativos para Internet Aula 01 Arquitetura cliente/servidor Introdução ao HTML, CSS e JavaScript Prof. Erika Miranda Universidade de Mogi das Cruzes Uso da Internet http://www.ibope.com.br/pt-br/noticias/paginas/world-wide-web-ou-www-completa-22-anos-nesta-terca-feira.aspx

Leia mais

Acessibilidade na Web para Deficientes Auditivos: Um Estudo de Caso do Site do Vestibular da UFG

Acessibilidade na Web para Deficientes Auditivos: Um Estudo de Caso do Site do Vestibular da UFG Acessibilidade na Web para Deficientes Auditivos: Um Estudo de Caso do Site do Vestibular da UFG Adoniran Dias Ribeiro Andrade, Renato de Freitas Bulcão Neto Instituto de Informática Universidade Federal

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com. IntroduçãoàTecnologiaWeb FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb

Leia mais

Acessibilidade. Profa. Renata Pontin de Mattos Fortes

Acessibilidade. Profa. Renata Pontin de Mattos Fortes Acessibilidade Profa. Renata Pontin de Mattos Fortes 1 Acessibilidade 2 Roteiro Acessibilidade Acessibilidade na Informática Inclusão Digital Design da Interação e Acessibilidade 3 Acessibilidade Definição

Leia mais

PRnet/2013. Linguagem de Programação Web

PRnet/2013. Linguagem de Programação Web Linguagem de Programação Web Linguagem de Programação Web Prnet/2013 Linguagem de Programação Web» Programas navegadores» Tipos de URL» Protocolos: HTTP, TCP/IP» Hipertextos (páginas WEB)» HTML, XHTML»

Leia mais

Técnicas e processos de produção. Profº Ritielle Souza

Técnicas e processos de produção. Profº Ritielle Souza Técnicas e processos de produção Profº Ritielle Souza INTRODUÇÃO HTML Sigla em inglês para Hyper Text Markup Language, traduzindo daria algo como Linguagem para marcação de Hipertexto. E o que seria o

Leia mais

Oficina: ASES 2.0 Beta 6.0

Oficina: ASES 2.0 Beta 6.0 Oficina: ASES 2.0 Beta 6.0 André Luiz Andrade Rezende ¹ ¹Rede de Pesquisa e Inovação em Tecnologias Digitais (RENAPI) Doutorando em Educação e Contemporaneidade (UNEB) Estes slides são concedidos sob uma

Leia mais

XHTML 1.0 DTDs e Validação

XHTML 1.0 DTDs e Validação XHTML 1.0 DTDs e Validação PRnet/2012 Ferramentas para Web Design 1 HTML 4.0 X XHTML 1.0 Quais são os três principais componentes ou instrumentos mais utilizados na internet? PRnet/2012 Ferramentas para

Leia mais

Acessibilidade na Web Cesár Bomfim Brasília 15 de Março

Acessibilidade na Web Cesár Bomfim Brasília 15 de Março Acessibilidade na Web Cesár Bomfim Brasília 15 de Março Avaliação Passos para Site Acessível -Seguir padrões Web; -Seguir as diretrizes e recomendações de acessibilidade; -Realizar avaliação de acessibilidade.

Leia mais

TAW Tópicos de Ambiente Web

TAW Tópicos de Ambiente Web TAW Tópicos de Ambiente Web Teste rveras@unip.br Aula 11 Agenda Usabilidade Compatibilidade Validação Resolução de tela Velocidade de carregação Acessibilidade Testes Nesta etapa do projeto do web site

Leia mais

INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB. PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO

INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB. PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO Internet Internet é o conjunto de diversas redes de computadores que se comunicam entre si Internet não é sinônimo de WWW (World Wide

Leia mais

Desenvolvimento Web Introdução a XHTML. Prof. Bruno Gomes

Desenvolvimento Web Introdução a XHTML. Prof. Bruno Gomes Desenvolvimento Web Introdução a XHTML Prof. Bruno Gomes 2014 Introdução HTML e XHTML Estrutura básica do documento DTDs Validação do documento Exercícios HTML e XHTML HTML (Hipertext Markup Language)

Leia mais

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação Thiago Miranda Email: mirandathiago@gmail.com Site: www.thiagomiranda.net Objetivos da Disciplina Conhecer os limites de atuação profissional em Web

Leia mais

Unidade 4 Concepção de WEBSITES. Fundamentos do planeamento de um website 1.1. Regras para um website eficaz 1.1.1.

Unidade 4 Concepção de WEBSITES. Fundamentos do planeamento de um website 1.1. Regras para um website eficaz 1.1.1. Unidade 4 Concepção de WEBSITES Fundamentos do planeamento de um website 1.1. Regras para um website eficaz 1.1.1. Sobre o conteúdo 1 Regras para um website eficaz sobre o conteúdo Um website é composto

Leia mais

Aula 1 Desenvolvimento Web. Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme

Aula 1 Desenvolvimento Web. Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme Aula 1 Desenvolvimento Web Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme Plano de Aula Ementa Avaliação Ementa Noções sobre Internet. HTML

Leia mais

USABILIDADE, DESIGN UNIVERSAL E ACESSIBILIDADE PARA PORTAIS WEB

USABILIDADE, DESIGN UNIVERSAL E ACESSIBILIDADE PARA PORTAIS WEB USABILIDADE, DESIGN UNIVERSAL E ACESSIBILIDADE PARA PORTAIS WEB Adans Schopp dos Santos 1 Daniele Pinto Andres 2 RESUMO Este artigo procura abordar as principais características relacionadas a Portais

Leia mais

Afinal o que é HTML?

Afinal o que é HTML? Aluno : Jakson Nunes Tavares Gestão e tecnologia da informacão Afinal o que é HTML? HTML é a sigla de HyperText Markup Language, expressão inglesa que significa "Linguagem de Marcação de Hipertexto". Consiste

Leia mais

Análise Comparativa dos Recursos e Diferenças das Tecnologias de Programação HTML5 e HTML4

Análise Comparativa dos Recursos e Diferenças das Tecnologias de Programação HTML5 e HTML4 Análise Comparativa dos Recursos e Diferenças das Tecnologias de Programação HTML5 e HTML4 Guilherme Miranda Martins 1, Késsia Rita da Costa Marchi 1 1 Universidade paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil

Leia mais

Acessibilidade na Web

Acessibilidade na Web Acessibilidade na Web Departamento de Computação - UFS Tópicos Especiais em Sistemas de Informação Lucas Augusto Carvalho lucasamcc@dcomp.ufs.br Prof. Rogério Vídeo Custo ou Benefício? http://acessodigital.net/video.html

Leia mais

QUEM FEZ O TRABALHO?

QUEM FEZ O TRABALHO? Introdução a Linguagem HTML: Conceitos Básicos e Estrutura ANA PAULAALVES DE LIMA 1 QUEM FEZ O TRABALHO? Com as tagsaprendidas hoje, faça uma página HTML sobre você com as seguintes informações: Seu nome

Leia mais

Coleção - Análises de email marketing em clientes de email

Coleção - Análises de email marketing em clientes de email Coleção - Análises de email marketing em clientes de email Introdução O Gmail possui duas versões distintas para seu webmail: uma mais recente, que é a versão atual utilizada pelos usuários de Gmail, e

Leia mais

Monday, January 23, 12. Introdução sobre Acessibilidade na web

Monday, January 23, 12. Introdução sobre Acessibilidade na web Introdução sobre Acessibilidade na web Acessibilidade na web é o consumo da informação por qualquer pessoa por qualquer tipo de meio de acesso. Para que serve a web? A web serve para compartilhar informação.

Leia mais

WebDesign. Professor: Paulo Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br. Escola CDI de Videira

WebDesign. Professor: Paulo Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br. Escola CDI de Videira WebDesign Professor: Paulo Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira Entendendo Alguns Conceitos Antes de prosseguirmos é importante ter em mente o motivo pelo

Leia mais

Web Design. Prof. Felippe

Web Design. Prof. Felippe Web Design Prof. Felippe 2015 Sobre a disciplina Fornecer ao aluno subsídios para o projeto e desenvolvimento de interfaces de sistemas Web eficientes, amigáveis e intuitivas. Conceitos fundamentais sobre

Leia mais

Tópicos de Ambiente Web. Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres

Tópicos de Ambiente Web. Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres Tópicos de Ambiente Web Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres Roteiro Motivação Desenvolvimento de um site Etapas no desenvolvimento de software (software:site) Analise

Leia mais

Linguagem de Estruturação e Apresentação de Conteúdos

Linguagem de Estruturação e Apresentação de Conteúdos UNIVERSIDADE TECNOLOGICA FEDERAL DO PARANA MINISTERIO DA EDUCAÇÃO Câmpus Santa Helena Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Linguagem de Estruturação e Apresentação de Conteúdos Prof. Me. Arlete

Leia mais

WWW - World Wide Web

WWW - World Wide Web WWW World Wide Web WWW Cap. 9.1 WWW - World Wide Web Idéia básica do WWW: Estratégia de acesso a uma teia (WEB) de documentos referenciados (linked) em computadores na Internet (ou Rede TCP/IP privada)

Leia mais

CSS é a abreviatura para Cascading Style Sheets Folhas de Estilo em Cascata

CSS é a abreviatura para Cascading Style Sheets Folhas de Estilo em Cascata CSS CSS é a abreviatura para Cascading Style Sheets Folhas de Estilo em Cascata CSS é uma linguagem para estilos (formatação) que define o layout de documentos HTML. CSS controla fontes, cores, margens,

Leia mais

Unidade 13: Acessibilidade de OA

Unidade 13: Acessibilidade de OA Autoria: Braga, Juliana Cristina; França, Roberta Kelly A. de; Ponchio, Rita A... Estamos na fase final do processo INTERA, é importante que as etapas onde se trabalham as qualidades técnicas e pedagógicas

Leia mais

PADRÕES PARA O DESENVOLVIMENTO NA WEB

PADRÕES PARA O DESENVOLVIMENTO NA WEB PADRÕES PARA O DESENVOLVIMENTO NA WEB Ederson dos Santos Cordeiro de Oliveira 1,Tiago Bonetti Piperno 1, Ricardo Germano 1 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR- Brasil edersonlikers@gmail.com,

Leia mais

Web Design Aula 01: Conceitos Básicos

Web Design Aula 01: Conceitos Básicos Web Design Aula 01: Conceitos Básicos Professora: Priscilla Suene priscilla.silverio@ifrn.edu.br Motivação Motivação Motivação Motivação Roteiro Introdução Papéis e Responsabilidades Construindo um site

Leia mais

Facilidade e flexibilidade na web

Facilidade e flexibilidade na web Facilidade e flexibilidade na web palavras-chave: acessibilidade, usabilidade, web 2.0 Tersis Zonato www.tersis.com.br Web 2.0 o termo de marketing x a nova forma de conhecimento Web 2.0 O conceito começou

Leia mais

Introdução ao Desenvolvimento e Design de Websites

Introdução ao Desenvolvimento e Design de Websites Introdução ao Desenvolvimento e Design de Websites Prof.: Salustiano Rodrigues de Oliveira Email: saluorodrigues@gmail.com Site: www.profsalu.wordpress.com Introdução ao Desenvolvimento e Design de Websites

Leia mais

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA PARA INTERNET

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA PARA INTERNET CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA PARA INTERNET WEBSITE MUNDO MULHER GABRIELA DE SOUZA DA SILVA LUANA MAIARA DE PAULA SILVA

Leia mais

Desenvolvedor Web Docente André Luiz Silva de Moraes

Desenvolvedor Web Docente André Luiz Silva de Moraes Roteiro 2: Introdução a Linguagem HTML Neste roteiro é explorada a linguagem HTML. A linguagem HTML (Hypertext Markup Language) é amplamente utilizada na construção de páginas de internet e é responsável

Leia mais

Número de pessoas com acesso à internet passa de 120 milhões

Número de pessoas com acesso à internet passa de 120 milhões MÍDIA KIT INTERNET Número de pessoas com acesso à internet passa de 120 milhões Segundo pesquisa da Nielsen IBOPE, até o 1º trimestre/2014 número 18% maior que o mesmo período de 2013. É a demonstração

Leia mais

Júlio Coutinho Consultor Web Webdesign & Joomla! SEO for Joomla! Joomla! Security Web development. http://www.juliocoutinho.com.br

Júlio Coutinho Consultor Web Webdesign & Joomla! SEO for Joomla! Joomla! Security Web development. http://www.juliocoutinho.com.br Júlio Coutinho Consultor Web Webdesign & Joomla! SEO for Joomla! Joomla! Security Web development WEB E WEB APPLICATION CMS JOOMLA PROPOSTA WEBSITE Página:1 Índice Tópico Página 1. Introdução 3 1.1 Finalidade

Leia mais

Desenvolvimento de Sites com PHP e Mysql Docente André Luiz Silva de Moraes

Desenvolvimento de Sites com PHP e Mysql Docente André Luiz Silva de Moraes Roteiro 2: Introdução a Linguagem HTML Desenvolvimento de Sites com PHP e Mysql Neste roteiro é explorada a linguagem HTML. A linguagem HTML (Hypertext Markup Language) é amplamente utilizada na construção

Leia mais

Ferramenta para design de web site Macromedia Dreamweaver Fábio Fernandes

Ferramenta para design de web site Macromedia Dreamweaver Fábio Fernandes Ferramenta para design de web site Macromedia Dreamweaver Fábio Fernandes Em Abril de 2005, as duas maiores gigantes em desenvolvimento de software de web, gráfico e multimídia design se juntaram: a Adobe

Leia mais

Hospedagem de site. Prof. Marciano dos Santos Dionizio

Hospedagem de site. Prof. Marciano dos Santos Dionizio Hospedagem de site Prof. Marciano dos Santos Dionizio Hospedagem de site O mundo está preparado para ver suas páginas? O mundo está preparado sim - você, em breve, estará também. Para publicar seu trabalho

Leia mais

CSS. Oficina de CSS Aula 10. Cascading Style Sheets. Cascading Style Sheets Roteiro. Cascading Style Sheets. Cascading Style Sheets W3C

CSS. Oficina de CSS Aula 10. Cascading Style Sheets. Cascading Style Sheets Roteiro. Cascading Style Sheets. Cascading Style Sheets W3C Roteiro Oficina de Aula 10 s Selos de conformidade Prof. Vinícius Costa de Souza www.inf inf.unisinos..unisinos.br/~vinicius outubro de 2006 W3C São um conjunto de normas, diretrizes, recomendações, notas

Leia mais

MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo.

MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo. MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com URL: http://esganarel.home.sapo.pt GABINETE: 1G1 - A HORA DE ATENDIMENTO: SEG. E QUA. DAS 11H / 12H30 (MARCAÇÃO

Leia mais

Curso de Capacitação em Gerenciador de Conteúdo PLONE

Curso de Capacitação em Gerenciador de Conteúdo PLONE Curso de Capacitação em Gerenciador de Conteúdo PLONE 1 Índice Customização Acionar modo debug 3 Propriedades Básicas 10 Arquivos de Customização 15 2 Customização Intermediário Com a definição do posicionamento

Leia mais

e-mag Checklist de Acessibilidade Manual para Deficientes Visuais

e-mag Checklist de Acessibilidade Manual para Deficientes Visuais Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Departamento de Governo Eletrônico Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica

Leia mais

Adaptação de materiais digitais. Manuela Francisco manuela.amado@gmail.com

Adaptação de materiais digitais. Manuela Francisco manuela.amado@gmail.com Adaptação de materiais digitais Manuela Francisco manuela.amado@gmail.com Plano da sessão Tópicos Duração Documentos acessíveis: porquê e para quem. Diretrizes de acessibilidade Navegabilidade, legibilidade

Leia mais

Proposta Loja Virtual. Schmitt Tricot

Proposta Loja Virtual. Schmitt Tricot Proposta Loja Virtual Schmitt Tricot Apresentação: Atualmente atuo no mercado de sites e lojas virtuais desde 2010, desenvolvendo novas ideias, trabalhando com agilidade, para sempre atender a todas as

Leia mais

Coleção - Análises de email marketing em clientes de email

Coleção - Análises de email marketing em clientes de email Coleção - Análises de email marketing em clientes de email Thunderbird e Terra Nesta terceira edição da Coletânea de Análises de Email Marketing em Clientes de Email, apresentamos os estudos do webmail

Leia mais

HTML5. Prof. Salustiano Rodrigues de Oliveira saluorodrigues@gmail.com www.profsalu.com.br

HTML5. Prof. Salustiano Rodrigues de Oliveira saluorodrigues@gmail.com www.profsalu.com.br HTML5 Prof. Salustiano Rodrigues de Oliveira saluorodrigues@gmail.com www.profsalu.com.br HTML5 HTML5 é considerada a próxima geração do HTML e suas funcionalidades inovadoras o tornam uma alternativa

Leia mais

Análise da Nova Linguagem HTML5 para o Desenvolvimento Web

Análise da Nova Linguagem HTML5 para o Desenvolvimento Web Análise da Nova Linguagem HTML5 para o Desenvolvimento Web Sergio N. Ikeno¹, Késsia Rita da Costa Marchi¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil sergioikn@gmail.com, kessia@unipar.br Resumo.

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Seção do Corpo Imagens

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Seção do Corpo Imagens IntroduçãoàTecnologiaWeb HTML HyperTextMarkupLanguage XHTML extensiblehypertextmarkuplanguage SeçãodoCorpo Imagens ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger SeçãodoCorpo Imagens Índice

Leia mais

Introdução à Cascading Style Sheets

Introdução à Cascading Style Sheets Estilo e Produtividade para Websites OVERVIEW História e Significado Por que usar? Como usar? Orientações ao Desenvolvedor O que é CSS? O que é CSS? Cascading Style sheets" ou "Folhas de Estilo Encadeadas

Leia mais

DESAFIO ETAPA 1 Passo 1

DESAFIO ETAPA 1 Passo 1 DESAFIO Um dos maiores avanços percebidos pela área de qualidade de software foi comprovar que a qualidade de um produto final (software) é uma consequência do processo pelo qual esse software foi desenvolvido.

Leia mais

História e Evolução da Web. Aécio Costa

História e Evolução da Web. Aécio Costa Aécio Costa A História da Web O que estamos estudando? Período em anos que a tecnologia demorou para atingir 50 milhões de usuários 3 As dez tecnologias mais promissoras 4 A evolução da Web Web 1.0- Passado

Leia mais

Home Page da Estação Automática do IF-SC

Home Page da Estação Automática do IF-SC Home Page da Estação Automática do IF-SC Ana Paula Jorge Fraga Email: anaa_fraga@hotmail.com Artur da Silva Querino E-mail: arturquerino@gmail.com Kathilça Lopes de Souza E-mail: kathii16@hotmail.com Rayana

Leia mais

Identidade Digital Padrão de Governo

Identidade Digital Padrão de Governo Identidade Digital Padrão de Governo Participantes do Projeto Presidência da República Secretaria de Comunicação SECOM Diretoria de Tecnologia DITEC Ministério do Planejamento Secretaria de Logística e

Leia mais

O que torna a Web interessante?? Web Design: Visão Geral e Diretrizes. O que torna a Web interessante?? Qual o desafio?? Usuários detestam...

O que torna a Web interessante?? Web Design: Visão Geral e Diretrizes. O que torna a Web interessante?? Qual o desafio?? Usuários detestam... O que torna a Web interessante?? Web Design: Visão Geral e Diretrizes??? Interação Usuário-Computador (SCE-224) Prof. Rudinei Goularte O que torna a Web interessante?? Informação não-linear Textos + Gráficos

Leia mais

WEBDESIGN. Professor: Paulo Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira

WEBDESIGN. Professor: Paulo Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira WEBDESIGN Professor: Paulo Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira 1 CDI - Curso de Webdesign - Prof. Paulo Trentin Objetivos para esta aula Debater sobre

Leia mais

Fone: (19) 3234-4864 E-mail: editora@komedi.com.br Site: www.komedi.com.br HTM3.0. Tutorial HTML. versão 4.01

Fone: (19) 3234-4864 E-mail: editora@komedi.com.br Site: www.komedi.com.br HTM3.0. Tutorial HTML. versão 4.01 Fone: (19) 3234-4864 E-mail: editora@komedi.com.br Site: www.komedi.com.br HTM3.0 Tutorial HTML versão 4.01 K O M Σ D I Copyright by Editora Komedi, 2007 Dados para Catalogação Rimoli, Monica Alvarez Chaves,

Leia mais

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Agenda Introdução Aplicações interativas de TV Digital Desafios de layout e usabilidade Laboratório de usabilidade Desafios

Leia mais

HTML. Leandro Sorgetz, Roberto Pretto

HTML. Leandro Sorgetz, Roberto Pretto HTML Leandro Sorgetz, Roberto Pretto Faculdades de Informática de Taquara Curso de Sistemas de Informação Fundação Educacional Encosta Inferior do Nordeste Av. Oscar Martins Rangel, 4500 Taquara RS Brasil

Leia mais

TÉCNICAS DE ESTRUTURAÇÃO PARA DESIGN RESPONSIVO: AMPLIANDO A USABILIDADE NO AMBIENTE WEB

TÉCNICAS DE ESTRUTURAÇÃO PARA DESIGN RESPONSIVO: AMPLIANDO A USABILIDADE NO AMBIENTE WEB TÉCNICAS DE ESTRUTURAÇÃO PARA DESIGN RESPONSIVO: AMPLIANDO A USABILIDADE NO AMBIENTE WEB Tiago Volpato 1, Claudete Werner 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil tiagovolpatobr@gmail.com,

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 13 Web Services Web Services

Leia mais

Sumário INTRODUÇÃO 3 DICAS PARA CRIAR UM BOM SITE 4

Sumário INTRODUÇÃO 3 DICAS PARA CRIAR UM BOM SITE 4 Sumário Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 5.988 de 14/12/73. Nenhuma parte deste livro, sem prévia autorização por escrito de Celta Informática, poderá ser reproduzida total ou parcialmente,

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2

Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2 Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2 Objetivo. O objetivo da disciplina é conhecer os princípios da programação de

Leia mais

Humano-Computador (IHC)

Humano-Computador (IHC) 1 INF1403 Introdução a Interação Humano-Computador (IHC) Turma 3WA Professora: Clarisse Sieckenius de Souza Acessibilidade: Uma questão de lei e direitos humanos 15/Mar/2010 Stephen Hawking um dos maiores

Leia mais

Checklist para ações de E-mail Marketing

Checklist para ações de E-mail Marketing Checklist para ações de E-mail Marketing Os tópicos abordados neste checklist são úteis antes de começar e depois de concluir o desenvolvimento de uma mensagem de email marketing, pois abrange desde os

Leia mais

Coleção - Análises de email marketing em clientes de email

Coleção - Análises de email marketing em clientes de email Coleção - Análises de email marketing em clientes de email Introdução Nesta quinta edição da Coletânea de Análises de Email Marketing em Clientes de Email, apresentamos o estudo do Windows Mail, um cliente

Leia mais

JOOMLA V3.2 PARA INICIANTES

JOOMLA V3.2 PARA INICIANTES JOOMLA V3.2 PARA INICIANTES Material desenvolvido para uso no ensino da plataforma Joomla para alunos de graduação do Instituto de Arquitetura e Urbanismo de São Carlos Autor: Daniel Picon Versão 1.1 -

Leia mais

VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo

VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo Introdução Recursos de acessibilidade principais Navegação usando

Leia mais

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza O QUE É XML? Tecnologia desenvolvida pelo W3C http://www.w3c.org W3C: World Wide Web Consortium consórcio

Leia mais

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Artigos Técnicos Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Marcelo Salvador, Diretor de Negócios da Elipse Software Ltda. Já faz algum tempo que ouvimos falar do controle e supervisão

Leia mais

e-mag 3.0 Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico Projeto de Acessibilidade Virtual da RENAPI SETEC/MEC Andréa Poletto Sonza

e-mag 3.0 Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico Projeto de Acessibilidade Virtual da RENAPI SETEC/MEC Andréa Poletto Sonza e-mag 3.0 Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico SETEC/MEC Andréa Poletto Sonza Brasília, 21 de Setembro de 2011 e-mag Acessibilidade Conceitos Por que acessibilidade? e-mag Histórico Versão 3.0

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 2 Computação em Nuvem Desafios e Oportunidades A Computação em Nuvem

Leia mais

Acessibilidade no SIEP (Sistema de Informações da Educação Profissional e Tecnológica) Módulo de Acessibilidade Virtual CEFET Bento Gonçalves RS Maio 2008 ACESSIBILIDADE À WEB De acordo com Cifuentes (2000),

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza O QUE É XML? Tecnologia desenvolvida pelo W3C http://www.w3c.org W3C: World Wide Web Consortium consórcio

Leia mais

Ferramentas desenvolvidas internamente não atendem às necessidades de crescimento, pois precisam estar sendo permanentemente aperfeiçoadas;

Ferramentas desenvolvidas internamente não atendem às necessidades de crescimento, pois precisam estar sendo permanentemente aperfeiçoadas; APRESENTAÇÃO O Myself é um sistema de gerenciamento de conteúdo para websites desenvolvido pela Genial Box Propaganda. Seu grande diferencial é permitir que o conteúdo de seu website possa ser modificado

Leia mais

Manual do Publicador. Wordpress FATEA Sistema de Gerenciamento de Conteúdo Web

Manual do Publicador. Wordpress FATEA Sistema de Gerenciamento de Conteúdo Web Manual do Publicador Wordpress FATEA Sistema de Gerenciamento de Conteúdo Web Sumário Painel de Administração... 3 1 - Inserção de post... 5 2 Publicação de post com notícia na área headline (galeria de

Leia mais

IMPORTÂNCIA DOS PADRÕES DE DESENVOLVIMENTO WEB

IMPORTÂNCIA DOS PADRÕES DE DESENVOLVIMENTO WEB IMPORTÂNCIA DOS PADRÕES DE DESENVOLVIMENTO WEB Isadora dos Santos Rodrigues, Tiago Piperno Bonetti Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil isadora.santosrodrigues@hotmail.com, bonetti@unipar.br

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras Núcleo de Pós Graduação Pitágoras Professor: Fernando Zaidan Disciplina: Arquitetura da Informática e Automação MBA Gestão em Tecnologia 1 da Informaçao 2 Figura: Tela do IBM Mainframe Fonte: Arquivo próprio

Leia mais

DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3

DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3 DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3 Eduardo Laguna Rubai, Tiago Piperno Bonetti Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR- Brasil eduardorubay@gmail.com, bonetti@unipar.br Resumo.

Leia mais

escanner: uma ferramenta para validação de páginas Web segundo o e-mag - Modelo de Acessibilidade de Governo Eletrônico.

escanner: uma ferramenta para validação de páginas Web segundo o e-mag - Modelo de Acessibilidade de Governo Eletrônico. escanner: uma ferramenta para validação de páginas Web segundo o e-mag - Modelo de Acessibilidade de Governo Eletrônico. Victor Adriel de Jesus Oliveira¹, Vânia Cordeiro da Silva² ¹Instituto de Informática

Leia mais

Módulo 11 A Web e seus aplicativos

Módulo 11 A Web e seus aplicativos Módulo 11 A Web e seus aplicativos Até a década de 90, a internet era utilizada por acadêmicos, pesquisadores e estudantes universitários para a transferência de arquivos e o envio de correios eletrônicos.

Leia mais

28 de dezembro de 2003

28 de dezembro de 2003 Padrões Web e Tableless Marcelo Toledo 28 de dezembro de 2003 O HTML, HyperText Markup Language ou Linguagem de Marcação HiperTexto, foi criado para marcar um texto através

Leia mais

HTML Página 1. Índice

HTML Página 1. Índice PARTE - 1 HTML Página 1 Índice HTML A HISTÓRIA... 2 O COMEÇO E A INTEROPERABILIADE... 3 Primeira Página... 4 Entendendo seu código... 5 Abrindo o código fonte da sua página... 6 Comentários na página...

Leia mais

Abaixo você conhecerá algumas técnicas de SEO utilizadas para obter grande sucesso com as postagens no WordPress.

Abaixo você conhecerá algumas técnicas de SEO utilizadas para obter grande sucesso com as postagens no WordPress. 1 TUTORIAL PARA DEIXAR POSTAGENS E PÁGINAS BEM POSICIONADAS Abaixo você conhecerá algumas técnicas de SEO utilizadas para obter grande sucesso com as postagens no WordPress. Conhecimento básico de Html

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Declaração DOCTYPE e Tag Raiz html

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Declaração DOCTYPE e Tag Raiz html IntroduçãoàTecnologiaWeb HTML HyperTextMarkupLanguage XHTML extensiblehypertextmarkuplanguage DeclaraçãoDOCTYPEeTagRaizhtml ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger

Leia mais

ACESSIBILIDADE WEB: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DO CONHECIMENTO DO DESENVOLVEDOR WEB BRASILEIRO

ACESSIBILIDADE WEB: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DO CONHECIMENTO DO DESENVOLVEDOR WEB BRASILEIRO ACESSIBILIDADE WEB: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DO CONHECIMENTO DO DESENVOLVEDOR WEB BRASILEIRO Timóteo Moreira Tangarife, Cláudia Mont Alvão Laboratório de Ergonomia e Usabilidade de Interfaces LEUI Programa

Leia mais

Professor: Paulo Macos Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira 4/6/2011 1

Professor: Paulo Macos Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira 4/6/2011 1 Professor: Paulo Macos Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira 4/6/2011 1 Do inglês, Cascading Style Sheet, ou folha de estilo em cascata. É uma linguagem

Leia mais