ACESSIBILIDADE DIGITAL: SITES ADAPTADOS PARA DEFICIENTES VISUAIS

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1 Angela Uhn Mi Jun ACESSIBILIDADE DIGITAL: SITES ADAPTADOS PARA DEFICIENTES VISUAIS São Paulo 2013

2 Faculdades Metropolitanas Unidas Angela Uhn Mi Jun ACESSIBILIDADE DIGITAL: SITES ADAPTADOS PARA DEFICIENTES VISUAIS Projeto Integrado apresentado para a conclusão do 2º semestre do curso Tecnólogo Análise e Desenvolvimento de Sistemas/FMU sob orientação do Professor Marcelo H. Santos. São Paulo 2013

3 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Problemática Objetivo Metodologia Estrutura do Projeto Integrado DEFICIÊNCIA VISUAL A realidade do deficiente visual no Brasil Entrevista Dificuldades Melhorias Programas adaptados Conselho para os programadores PROGRAMAS DE ACESSIBILIDADE Acessibilidade Design para todos Design inclusivo Tecnologias assistivas Usabilidade Braille A origem O funcionamento Leitor de tela JAWS Leitor de tela DOSVOX NORMAS WCAG WCAG Principais diferenças entre o WCAG 1.0 e WCAG Símbolo de Acessibilidade na Web PROPOSTAS DE ADAPTAÇÃO DE SITES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 24

4 3 1 INTRODUÇÃO A preocupação crescente com a inclusão social levou-nos a pesquisar como a tecnologia pode auxiliar portadores de deficiência visual nas escolas, no trabalho, enfim no seu dia a dia. Termos como acessibilidade digital, tecnologia assistiva, usabilidade ganham destaque, enquanto novas tecnologias são lançadas no mercado em grande velocidade a cada dia. Segundo o Censo Demográfico de 2010, cerca de 45,6 milhões de pessoas declararamse portadoras de alguma deficiência, número que corresponde a 23,9% da população brasileira. Abaixo segue uma tabela por tipo de deficiência e que mostra o tamanho da população que pode ser atendida com mais adequação pelas novas tecnologias: Tipo de deficiência População residente Auditiva Mental/Intelectual Motora Visual Tabela 1: Tipo de deficiência População Residente Fonte: IBGE, Censo Demográfico Para incentivar as empresas a contratarem pessoas que possuam algum tipo de deficiência, foi criada a chamada Lei de Cotas, em 24 de julho de 1991, a lei nº Prevê, por exemplo, que toda empresa com 100 ou mais funcionários deve destinar de 2% a 5% (dependendo do total de empregados) dos postos de trabalho a pessoas com alguma deficiência. Mais recentemente, o Governo brasileiro tem investido em medidas que apóiam a tecnologia assistiva, como com o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Dentre as várias iniciativas está a liberação de recursos para inovação e pesquisa na área de tecnologia assistiva, além de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para equipamentos de acessibilidade. 1 Disponível em:

5 4 Há no mercado, produtos para que os deficientes visuais utilizem computador e acessem a internet, como softwares (leitor de tela, Voz sintetizada, Ampliador de tela com ou sem voz, leitor de textos, telefonia celular), impressoras Braille, máquinas Braille, displays Braille, vídeo-ampliadores. Seguindo tendências, algumas empresas já disponibilizam sites com as ferramentas da acessibilidade digital. Mas a questão é: estes sites realmente atendem as necessidades de seus usuários? Com este projeto, esperamos responder esta questão, além de propor melhorias e apresentar um modelo de página web adequada, que não só atenda as padronizações e normas mas atendam de forma eficiente quem a acessa. 1.1 Problemática Verificamos que já existe no mercado uma gama de produtos voltados à acessibilidade digital para os portadores de deficiência visual, assim como sites que já estariam adaptados para eles. A problemática levantada neste projeto é: os sites estão efetivamente adaptados a estes usuários? Atendem devidamente àqueles que têm um obstáculo maior? Como tornar uma página web mais acessível aos deficientes visuais? 1.2 Objetivo Temos como objetivos: verificar as dificuldades que os deficientes visuais têm ao acessar uma página web; estudar os equipamentos existentes que auxiliam na utilização do computador e ao acesso à internet; estudar as normas existentes para criação de sites acessíveis para estes usuários; analisar melhorias que possam ser implementadas e desenvolver um site acessível aos deficientes visuais.

6 5 1.3 Metodologia Pesquisamos bibliografia e artigos na internet sobre a deficiência visual e a tecnologia assistiva. Realizaremos entrevistas para conhecer melhor a realidade dos portadores de deficiência visual e a partir disto propor melhorias na criação/adaptação das páginas web, considerando as padronizações vigentes. 1.4 Estrutura do Projeto Integrado Este Projeto está disposto da seguinte forma: Capítulo 1 Introdução: em que apresentamos a problemática, o objetivo e a metodologia deste projeto; Capítulo 2 Deficiência Visual: apresentaremos alguns dados e informações sobre a deficiência visual, a realidade dos deficientes visuais no Brasil, serão transcritas a entrevista feita com um aluno deficiente visual e alguns conselhos para os programadores; Capítulo 3 Programas de acessibilidade: serão expostas as terminologias usadas na acessibilidade digital e apresentaremos os principais programas de acessibilidade, do Braille ao leitor de tela; Capítulo 4 Normas: apresentaremos uma padronização internacional para tornar os sites acessíveis aos deficientes visuais; Capítulo 5 Propostas de adaptação de sites: serão propostas melhorias que tornarão os sites mais acessíveis aos deficientes visuais, de acordo com a padronização proposta pelo W3C, e que será base para a próxima etapa do Projeto Integrado, em que desenvolveremos um modelo de site acessível.

7 6 2 DEFICIÊNCIA VISUAL Para Amiralian (1986) a perda visual é, sem dúvida, traumática, pois nosso mundo é organizado por símbolos dos quais as palavras, imagens e quadros são os maiores veículos. Relata também que além do grau de cegueira, é essencial considerar a idade de sua ocorrência. Uma criança cega de nascença depende da audição e do tato para adquirir conhecimentos e formar imagens mentais, enquanto a criança que ficou cega depois do nascimento retém imagens visuais, sendo capaz de relacioná-las com suas imagens auditivas e/ou táteis. A Organização Mundial da Saúde 2 em outubro de 2013 apresentou dados em que estima que há 285 milhões de pessoas com problemas de visão no mundo: 39 milhões são cegos e 246 milhões têm baixa visão. De acordo com a Classificação Internacional de Doenças 10, atualizada e revisada em 2006, há quatro tipos de função visual, visão normal, deficiência moderada, deficiência severa e a cegueira. As maiores causas da deficiência visual são: 43% - miopia, astigmatismo, hipertropia; 33% - cataratas não operadas; 2% - glaucoma. De forma geral, houve uma redução da deficiência visual desde o início dos anos 1990, resultante de: ações de saúde pública; aumento da disponibilidade de tratamento oftalmológico; consciência da população sobre os problemas relacionados a visão. 2.1 A realidade do deficiente visual no Brasil No Brasil, segundo Dias (2007, p.118) são consideradas legalmente cegas, de acordo com o Decreto Lei nº (1999), as pessoas com acuidade visual de 20/200 ou pior no melhor olho, após a melhor correção, ou com campo visual inferior a 20 graus. 2

8 7 Em países em desenvolvimento, Dias (2007, p. 119) informa que as principais causas são infecciosas, nutricionais, traumáticas e causadas por doenças como a catarata e o diabetes. Os principais fatores de risco para esta deficiência visual são: histórico familiar; histórico pessoal de diabetes, hipertensão arterial e outras doenças sistêmicas; senilidade; não realização de cuidados pré-natais e prematuridade; não utilização de óculos de proteção durante a realização de determinadas tarefas (ex. durante o uso de solda elétrica); não imunização contra rubéola da população feminina em idade reprodutiva, o que pode levar a maior probabilidade de rubéola congênita e consequente acometimento visual do bebê. Dentre as pessoas com necessidades especiais, Dias nota que os deficientes visuais são os que mais têm dificuldades no acesso ao conteúdo das páginas web, principalmente por sua natureza gráfica. Alerta ainda que apesar de recursos que auxiliem no uso do computador, dependendo de como a página web foi projetada, monitores e programas especiais não conseguem oferecer o resultado desejado. Borges (2005) acredita que grande parte dos obstáculos enfrentados pela pessoa cega podem ser virtualmente eliminadas através de dois elementos: educação adaptada; e uso de tecnologia para diminuir as barreiras. 2.2 Entrevista Entrevistamos um aluno adolescente com deficiência visual através do contato com a professora Luciana Ruiz, professora de português do 6º ao 9º ano, da Escola de Ensino Fundamental de Instituto de Cegos Padre Chico. Formada em Letras e Educação Especial. Atua na escola há 11 anos e é também monitora de visitas na Instituição.

9 Dificuldades A primeira questão foi sobre as principais dificuldades que os deficientes visuais têm ao utilizar computadores, internet e celular e tablet. O adolescente respondeu que o Pacote Office é totalmente acessível ao deficiente visual, porque o leitor de tela proporciona tudo: criar tabelas, formatar textos, etc. Já na utilização da Internet, o problema maior, muitas vezes, não é o leitor de tela em si e sim alguns sites que são mal construídos, impossibilitando a acessibilidade do deficiente. Já na utilização do celular, ele usa o aplicativo Talks em seu celular Nokia E71. Comentou que é um bom aplicativo, mas lamenta que não lê aplicativos do Facebook. O Talks só lê o site do Facebook. Então utiliza outros recursos para agenda, calendário e músicas. Quanto ao tablet, não pode comentar, pois nunca utilizou um Melhorias A segunda pergunta foi: Dos programas com leitores de telas e outros que auxiliem os deficientes visuais a acessar a informática e a internet, quais as possíveis melhorias que estes usuários gostariam que fossem implantadas? O aluno respondeu que gostaria que todos os criadores de site pensassem em montar um site mais organizado e acessível. Os links são confusos e repetitivos. Por exemplo: já perdeu muito tempo para achar o link das mensagens do Facebook, sendo que para quem enxerga fica bem no topo da página Programas adaptados A terceira pergunta foi sobre algum programa ou aplicativo que gostariam que fossem adaptados às necessidades dos deficientes visuais. O adolescente respondeu que nos estudos, quando uma professora pede para fazer um trabalho, digita o assunto no Google, procura o melhor local para copiar o conteúdo, porém

10 9 como não possui uma impressora Braille, tem que digitar o que está na tela. Gostaria que algum aplicativo ditasse as frases, desse uma pausa de 30 segundos (tempo para que ele escrevesse em sua máquina Braille) e continuasse a ditar. Isso o ajudaria a realizar o trabalho sozinho Conselho para os programadores A quarta pergunta foi mais uma solicitação de comentário, sugestão que pudesse fazer para aqueles que desejam desenvolver programas que visam à acessibilidade tecnológica. Quais pontos essências deveriam ser considerados? O aluno pontuou que como usuário, era difícil opinar, mas deixou a dica que alguns sites possuem mapas de links em ordem alfabética. Isso era ótimo, pois assim vai direto onde precisa, sem precisar ler todo o site. A professora Luciana Ruiz sugeriu uma matéria do programa PGM da TV USP Canal Universitário de São Paulo sobre acessibilidade digital 3. O vídeo começa contando que 62 milhões de brasileiros se conectam à internet, mas algumas pessoas conseguem algo a mais sem olhar para a tela do computador, relata então a experiência de Cristiana Cerchiari, educadora e na época estudante de mestrado da faculdade de Educação da USP que utiliza o computador tanto para o trabalho como para os estudos. A reportagem perguntou como ela sabe o que está na tela do computador, Cristiana respondeu que programas conhecidos como leitores de tela informam o que está na tela de maneira organizada. Para navegar nas telas, o deficiente visual digita atalhos no teclado. Por exemplo, com a tecla TAB ela passa por todas as partes de um site, ouvindo o conteúdo. Existe outro comando para procurar palavras em ordem alfabética e se o site foi desenvolvido pensando naqueles que não enxergam, o leitor de tela até descreve as imagens que estão na página. Mas para que o leitor de tela funcione adequadamente, os sites devem seguir alguns padrões de acessibilidade. Cristiana Cerchiari comenta que como a internet é ilimitada, as pessoas colocam vários links, sem pensar na estruturação. Lembra que é importante que todos os links tenham 3

11 10 um nome. Não adianta colocar clique aqui e não ter o caminho para aquele link. É preciso que o desenvolvedor seja criativo. A reportagem menciona um exemplo de site, o da Rede SACI 4 da USP, que desde 1999 trabalha pela inclusão das pessoas com deficiência. O site é construído para facilitar o acesso digital. Uma de suas vantagens permite ao usuário acessar primeiro o conteúdo principal da página, passando pela lista de links disponíveis do lado esquerdo da tela. A coordenadora da Rede SACI, Ana Maria Barbosa, cita o Decreto de 02 de dezembro de 2004, que diz que todos os espaços públicos virtuais (sites do governo ou que prestam serviço público) devem estar completamente adaptados. O artigo 47 desta lei diz: será obrigatória a acessibilidade nos portais e sítios eletrônicos da administração pública na rede mundial de computadores (internet), para o uso das pessoas portadoras de deficiência visual, garantindo-lhes o pleno acesso às informações disponíveis. A reportagem indaga se isso já é realidade e pediu para Cristiana Cerchiari fazer um teste com o site da USP. O desafio proposta era encontrar o museu de arte contemporânea. Logo de início, ela encontrou dificuldade, por não ter muito claro o caminho a seguir para atingir o objetivo proposto. A única alternativa que tem quando não conhece o site é ir navegando com a tecla TAB, e por se tratar de um site grande, não é possível decorar todos os links. Levou mais de 160 cliques para entrar no site do MAC. Em uma segunda tentativa, usou a busca em ordem alfabética do leitor de tela. Havia um ponto antes dos nomes de todos os museus, não fosse isso conseguiria usar o atalho INSERT + F7 para listar os links em ordem alfabética e poderia digitar a letra m para encontrar o museu mais rapidamente. A reportagem termina mencionado sobre o consórcio World Wide Web (W3C) que preocupa-se em criar padrões para a rede, entre suas sugestões para facilitar a navegação de pessoas com deficiência de visão total estão: colocar legendas em todo o conteúdo que não é texto, como fotos, vídeos e gráficos; programar o site para que todo o acesso ao site seja feito pelo teclado, dispensando o mouse; dar tempo suficiente para leitura do conteúdo antes de atualizar automaticamente a página. 4

12 11 Kátia Marques, estudante com deficiência visual, relata a dificuldade em navegar em sites com letras de segurança. Diz que mesmo para as pessoas que enxergam é difícil identificar as letras, e muitos sites não dão a opção de ouvir as letras e aquelas que fornecem esta opção, o que dispõem é inaudível. Lucia Filgueiras, professora da Escola Politécnica USP comentou sobre um princípio importante que utilizam naquela Instituição: o da usabilidade, que significa fazer as coisas que se quer fazer e conseguir ter uma experiência positiva deste trabalho. 3 PROGRAMAS DE ACESSIBILIDADE Para melhor compreensão sobre os programas de acessibilidade, veremos a seguir a definição dos principais termos utilizados neste campo. 3.1 Acessibilidade Dias (2007, p. 103) define a acessibilidade como: a capacidade de um produto ser flexível o suficiente para atender às necessidades e preferências do maior número possível de pessoas, além de ser compatível com tecnologias assistivas usadas por pessoas com necessidades especiais. A acessibilidade, segundo a ABNT 9050 é a possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a utilização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos. Newell citado por Benyon (2011, p.50) ressalta que os problemas enfrentados por pessoas com deficiências em ambientes comuns podem ser comparados aos problemas que afetam pessoas comuns em ambientes extraordinários (por exemplo, estresse, pressão de tempo, etc.). As pessoas são excluídas do acesso aos sistemas interativos por uma série de razões:

13 12 fisicamente, quando um equipamento está em uma localização inadequada, por exemplo, um caixa eletrônico pode estar posicionado alto demais para um cadeirante; conceitualmente, quando as pessoas não conseguem entender instruções complicadas ou comandos obscuros, ou porque não conseguem formar um modelo mental claro do sistema; Economicamente, quando as pessoas não tem condições para comprar alguma tecnologia que lhes seja essencial; exclusões culturais ocorrem quando os designers fazem suposições inadequadas sobre como as pessoas trabalham e organizam a vida; exclusão social pode ocorrer quando o equipamento não está disponível m hora e local adequados ou se as pessoas não orem parte de um determinado grupo social e não conseguem entender certas normas ou mensagens sociais. Benyon (2011, p.50) infere que a consideração fundamental do design é vencer essas barreiras. Duas das principais abordagens do design que visam a acessibilidade são o design para todos e o design inclusivo Design para todos Design para todos, também conhecido como design universal vai além do design de sistemas interativos e aplica-se a todos os empreendimentos do design. Princípios do design universal Uso equitativo: o design não prejudica ou estigmatiza nenhum grupo de usuários. Flexibilidade no uso: o design acomoda uma ampla variedade de preferências e habilidades individuais. Uso simples e intuitivo: o suo do design é fácil de entender, independentemente da experiência do conhecimento, das habilidades lingüísticas ou do nível de concentração do usuário no momento. Informação perceptível: o design comunica a informação necessária efetivamente ao usuário, independentemente das condições do ambiente ou das habilidades sensoriais do usuário. Tolerância ao erro: o design minimiza perigos e conseqüências adversas de ações acidentais ou não intencionais.

14 Baixo esforço físico: o design pode ser usado eficiente e confortavelmente, e com um mínimo de fadiga. Tamanho e espaço para aproximação e uso, independentemente do tamanho do corpo, postura ou mobilidade do usuário. Quadro 1 Princípios do design universal Fonte: BENYON, David. Interação Humano-Computador. Tradução Heloísa Coimbra de Souza, 2ª edição. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2001, p Design inclusivo O design inclusivo baseia-se em quatro premissas, segundo Benyon (2011): Diferenças nas habilidades não é uma condição especial de poucos, mas uma característica comum do ser humano, que muda física e intelectualmente ao longo da vida; Se um design funciona bem para pessoas com deficiências, funciona melhor para todos; A qualquer momento da vida, a auto-estima, a identidade e o bem-estar são profundamente afetados pela capacidade de funcionar; Usabilidade e estética são mutuamente compatíveis. Como meio de garantir que um sistema seja acessível, Benyon (2011, p.51) recomenda que o designer deve: Incluir pessoas com necessidades especiais na análise dos requisitos e nos testes dos sistemas existentes; Considerar se as novas características afetarão estes usuários (positiva ou negativamente) e anotar isso nas especificações; Levar em consideração as diretrizes incluir avaliações contrárias às diretrizes; Incluir usuários com necessidades especiais nos testes de usabilidade nos teste beta.

15 Tecnologias assistivas A ABNT 9050 define a tecnologia assistiva como sendo: Conjunto de técnicas, aparelhos, instrumentos, produtos e procedimentos que visam auxiliar a mobilidade, percepção e utilização do meio ambiente e dos elementos por pessoas com deficiência. Tecnologias assistivas Software leitor de tela Monitor Braille Tradutor texto em voz Navegador Web textual Ampliador tela de de Funcionalidade proporcionada Permite ao usuário navegar por janelas, menus e controles enquanto recebe informações textuais e gráficas (com certas limitações). Esse software interpreta o que é apresentado na tela e o direciona a um sintetizador de voz (saída em áudio) ou monitor Braille (saída táctil). Imagens sem texto equivalente alternativo associado não são lidas por esse software. Alguns leitores de tela não conseguem distinguir colunas, tabelas, frames e lêem páginas web horizontalmente, misturando textos, imagens e links. Apresenta, linha a linha, o texto que aparece na tela, usando uma série de pinos em forma de símbolos Braille que são constantemente atualizados (abaixados ou levantados) à medida que o usuário navega pela interface. Traduz texto eletrônico, gerado por software leitor de tela ou navegador textual, em texto falado por meio de um sintetizador de voz. Navegador web, como alternativa aos navegadores de interface gráfica que pode ser utilizado em conjunto com software leitor de tela para auxiliar pessoas cegas. Também é usado por pessoas com conexões de baixo desempenho ou que não queiram aguardar pelo download de imagens. Provê o aumento de uma porção ou de toda a tela, incluindo textos, gráficos e janelas, permitindo, ao usuário, acompanhar o foco de entrada. Quadro 2 Tecnologias Assistivas Fonte: DIAS, Claudia. Usabilidade na web: criando portais mais acessíveis. Rio de Janeiro: Alta Books, 2007, p.121.

16 Usabilidade Dias (2007, p.25) menciona que a primeira norma que definiu este termo foi a ISO/IEC 9126 de 1991 ao tratar da qualidade de software: um conjunto de atributos de software relacionado ao esforço necessário para seu uso e para o julgamento individual de tal uso por determinado conjunto de usuários. A autora informa que a usabilidade também pode ser definida como uma medida da qualidade da experiência do usuário ao interagir com alguma coisa seja um site na Internet, um aplicativo de software tradicional ou outro dispositivo que o usuário possa operar de alguma forma. E para a avaliação de usabilidade de sistemas interativos, Dias (2007, p.52) lembra que o padrão internacional mais comum é a norma 9241, com destaque para a parte 10 que trata de princípios de diálogo como requisitos ergonômicos para trabalho de escritório em terminais de vídeo e a parte 11 que define o termo usabilidade e outros conceitos que tratam de requisitos de teclados, reflexões da tela de vídeo, menus, formulários. Princípios abordados na norma ISSO Adequação à tarefa um diálogo é adequado para uma tarefa quando auxilia o usuário durante a realização eficaz e eficiente da tarefa; 2. Autodescrição um diálogo é autodescritivo quando cada passo do diálogo é imediatamente compreensível através de feedback do sistema ou é explicado após solicitação do usuário; 3. Controle um diálogo é controlável quando o usuário é capaz de iniciar e controlar a direção e a velocidade da interação até o ponto em que seu objetivo tenha sido atingido; 4. Conformidade com as expectativas dos usuário um diálogo está de acordo com as expectativas do usuário quando é consistente e corresponde às características do usuário, tais como conhecimento da tarefa, educação e experiência, e convenções geralmente aceitas; 5. Tolerância a falhas um diálogo é tolerante a falhas quando, independentemente dos erros evidentes de entrada de dados, o resultado esperado puder ser atingido com nenhuma ou mínima ação corretiva por parte do usuário; 6. Adequação para personalização um diálogo é capaz de individualização quando o software de interface pode ser modificado para atender às necessidades, preferências ou habilidades individuais do usuário; 7. Adequação para o aprendizado um diálogo é adequado para o aprendizado quando suporta e guia o usuário em se aprendizado sobre o sistema. Quadro 3 - Princípios abordados na norma ISSO Fonte: DIAS Claudia. Usabilidade na web: criando portais mais acessíveis. Rio de Janeiro: Alta Books, 2007, p. 53.

17 16 Segundo Benyon (2011, p.53) para alcançar a usabilidade, temos de considerar o design centrado no humano e adotar uma abordagem de design na qual a avaliação seja fundamental. O autor sugere ainda uma maneira de olhar a usabilidade para atingir o equilíbrio entre quatro principais fatores do design de sistemas interativos centrados no humano, PACT: pessoas; atividades que as pessoas querem realizar; contextos nos quais a interação acontece; tecnologias (hardware e software) 3.4 Braille Anteriormente a 1825, registram-se várias tentativas em diferentes países, em encontrar meios que proporcionassem às pessoas cegas condições de ler e escrever. O Sistema Braille foi inventado na França por Louis Braille, e representa uma importante conquista para a educação e a integração dos deficientes visuais na sociedade. A partir desta invenção, Braille desenvolveu estudos que resultaram em 1837, a definição da estrutura básica do sistema, utilizada mundialmente até os dias de hoje. Outras formas de leitura e escrita foram propostas, mas sem resultado prático para o aperfeiçoamento desta invenção A origem Louis Braille, quando ainda era jovem estudante tomou conhecimento de uma invenção denominada sonografia ou código militar, desenvolvida por um oficial do exército francês, chamado Charles Barbier. O invento inicialmente tinha como objetivo possibilitar a comunicação noturna entre os oficiais em tempos de guerra. Baseava-se em 12 sinais, compreendendo linhas e pontos salientes, representando sílabas na língua francesa.

18 No entanto, não logrou êxito no campo militar, e o oficial levou seu invento para ser experimentado entre as pessoas cegas do instituto Real dos Jovens Cegos O funcionamento A significação tátil dos pontos em relevo do invento de Barbier foi a base para a criação do Sistema Braille, mas as estruturas divergem. O Sistema Braille utiliza seis pontos em relevo, dispostos em duas colunas, possibilita a formação de 63 símbolos diferentes empregados em textos em diversos idiomas, simbologias matemática e científica, até na música e mais recentemente na informática. 3.5 Leitor de tela JAWS Ted Henter 5 sofreu um acidente de carro em 1978 e perdeu a visão. Recebeu algum treinamento inicial em como usar um terminal com fala de Deane Balzie and Maryland Computer Services, que mais tarde contratou-o para representar aquele produto. Em 1987, ele se juntou a Bill Joyce e fundou a Henter-Joyce, desenvolvendo JAWS, originalmente um leitor de tela para DOS e mais tarde para Windows. O software JAWS 6 (Job Access with Speech) for Windows é uma solução de acessibilidade que lê a informação da tela usando um sintetizador de fala. JAWS provê muitos comandos úteis que facilitam o uso de programas, edição de documentos e lê páginas da web. E ao invés de voz, pode imprimir em Braille. É possível personalizar opções de acordo com as necessidades e preferências. Atualmente na versão 14, o software custa 7 U$ 895,00 para o pacote padrão e U$ 1.095,00 o profissional

19 18 Para o acesso à Internet, esta versão oferece Flexible Web 8 que permite ao usuário ter mais controle sobre às páginas da Web para encontrar rapidamente o conteúdo procurado, pois frequentemente páginas web contem conteúdo em excesso que torna mais difícil encontrar o que se deseja, ou que interrompe o fluxo durante a leitura. Por exemplo, alguns sites com anúncios podem causar problemas para a leitura da tela. Flexible Web também permite esconder estes conteúdos que interrompem a leitura da tela. Para usá-lo é preciso abrir a página web que se quer personalizar no Internet Explorer ou Firefox. Então mover o Cursor virtual até o elemento que se quer esconder ou de onde se quer iniciar a leitura quando a página carregar pela primeira vez. Para acessar o assistente Flexible Web é preciso pressionar as teclas INSERT + barra de espaço, X. Outra alternativa é teclar INSERT + F2 para abrir a tela de diálogo do JAWS. É possível criar diversas personalizações das páginas, também é possível salvá-las como regras que podem ser aplicadas em outras páginas. Esta opção pode ser usada para uma página web, ou para um site inteiro ou para todos os sites da web. 3.6 Leitor de tela DOSVOX Importante destacar o leitor de tela projetado por um estudante e hoje programador cego do NCE (Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ). Borges 9 (2005) responsável pela coordenação do projeto DOSVOX destaca que este sistema evoluiu a partir do trabalho de Marcelo Pimentel Pinheiro, estudante de informática cego na época, e hoje programador do NCE (Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ). O sistema DOSVOX foi criado para auxiliar os deficientes visuais a utilizar o computador, executando tarefas como edição de texto (com impressão comum ou Braille), leitura/audição de textos, utilização de ferramentas de produtividade faladas, como calculadora, agenda, além de diversos jogos. O sistema fala através de um sintetizador de som de baixo custo, que é acoplado a um microcomputador. O projeto conta com as seguintes vantagens: 8 9

20 19 custo baixo; a tecnologia de produção é muito simples e viável para as indústrias nacionais; o sistema fala e lê português, realiza um diálogo simples, removendo ao máximo jargões usados em computação; o sistema obedece às restrições e características da maioria das pessoas cegas leigas; utiliza padrões internacionais de computação, desta forma, o DOSVOX pode ser lido e pode ler dados e textos gerados por programas e sistemas de uso comum em informática; 4 NORMAS O W3C 10 World Wide Web Consortium (Consórcio World Wide Web) é uma comunidade internacional, que desenvolve padrões com objetivo de garantir o crescimento da web. Um dos documentos que foi objeto deste estudo é o WCAG - Web Content Accessibility Guidelines (Guia de Acessibilidade de conteúdo Web) que são recomendações para tornar a Web mais acessível. Seguir este guia, não só torna a web mais acessível para os portadores de deficiência, sejam visuais, auditivos, com problemas de aprendizado, limitações cognitivas, movimentos limitados, problemas na fala, mas também mais usável para usuários em geral. O primeiro foi criado em 05 de maio de 1999 e explica como fazer o conteúdo web acessível às pessoas com deficiência. As orientações foram destinadas a todos desenvolvedores Web (autores das páginas e designers de sites) e independem do meio, se browser de computador, voz, celular. Um documento a parte entitulado de Techniques for Web Content Accessibility Guidelines 1.0 (Guia de técnicas para acessibilidade para conteúdo web) explica como implementar os pontos definidos no WCAG. O WCAG foi publicado em 11 de dezembro de 2008, após 9 anos da publicação do primeiro WCAG. 10

21 20 Dias (2007, p.120) lembra que os softwares que fazem leitura de tela, lêem botões, menus e outras áreas de controle, mas ainda não é capaz de ler o conteúdo de um ícone ou imagem. Por isso é recomendável que todo ícone, figura ou imagem tenha um equivalente textual. 4.1 WCAG 1.0 Lançado em maio de 1999, Recomendações para Acessibilidade de Conteúdo Web 1.0 como guia oficial do W3C, abaixo um quadro com as recomendações. Recomendações para Acessibilidade de Conteúdo Web Fornecer alternativas equivalentes ao conteúdo sonoro e visual; 2. Não recorrer apenas à cor; 3. Utilizar corretamente marcações e folhas de estilo; 4. Indicar claramente qual o idioma utilizado; 5. Criar tabelas passíveis de transformação harmoniosa; 6. Assegurar que as páginas dotadas de novas tecnologias sejam transformadas harmoniosamente; 7. Assegurar o controle do usuário sobre as alterações temporais do conteúdo; 8. Assegurar a acessibilidade direta de interfaces de usuário integradas; 9. Projetar páginas considerando a independência de dispositivos; 10. Utilizar soluções de transição; 11. Utilizar tecnologias e recomendações do W3C; 12. Fornecer informações de contexto e orientações; 13. Fornecer mecanismos de navegação claros; 14. Assegurar a clareza e a simplicidade dos documentos. Quadro 3 - Recomendações para Acessibilidade de Conteúdo Web 1.0 Fonte: DIAS, Claudia. Usabilidade na web: criando portais mais acessíveis. Rio de Janeiro: Alta Books, 2007, p. 139 e WCAG 2.0 O WCAG 2.0 prevê quatro princípios para um site ser acessível: ser perceptível, operável, compreensível e robusto. 11 Web Content Accessibility Guidelines (WCAG) 2.0. Disponível em

22 21 Princípios do WCAG 2.0 Princípio 1: Ser Perceptível: os componentes de interface de informação e de usuário devem ser apresentados aos usuários de modo que eles compreendam. Diretriz Alternativas para texto: prover alternativas para qualquer conteúdo não textual, de forma que possa ser trocado por outras formas que as pessoas precisem, por exemplo, braille, fala, símbolos ou linguagem mais simples. Diretriz fornecer alternativas para mídia. Diretriz Adaptável: criar conteúdo que possa ser apresentado em formas diferentes (por exemplo, layout mais simplificado) sem perder a informação ou estrutura. Diretriz Distinguível: Facilitar para os usuários verem, ouvirem o conteúdo, inclusive. Princípio 2: Ser Operável: os componentes de interface e navegação devem ser operáveis. Diretriz teclado acessível: todas as funcionalidades devem estar disponíveis no teclado. Diretriz Tempo suficiente: fornecer aos usuários tempo suficiente para ler e usar o conteúdo. Diretriz Convulsão: não desenvolver conteúdo que é sabido causar convulsão. Diretriz Navegável: fornecer formas para ajudar os usuários a navegar, encontrar conteúdo e que indique com precisão onde eles estão. Princípio 3: Compreensível: Diretriz Legível: fazer com que o texto seja legível e compreensível. Diretriz Previsível: fazer com que a página web apareça e opere de modo previsível. Diretriz Assistência: ajuda os usuários a evitar e corrigir erros. Princípio 4: Robusto - Conteúdo deve ser suficientemente robusto de forma que possa ser interpretado com segurança por uma vasta gama de usuários, inclusive por tecnologia assistiva. Diretriz Compatível: maximizar a compatibilidade dos usuários atuais e futuros, inclusive tecnologia assistiva. Quadro 4 Princípios do WCAG 2.0 Fonte: Web Content Accessibility Guidelines (WCAG) Principais diferenças entre o WCAG 1.0 e WCAG 2.0 O WCAG aplica-se às mais diferentes formas de tecnologia web e às mais avançadas. Foi desenvolvida para ser aplicada às tecnologias enquanto evoluem. Assim os requisitos do WCAG 2.0 o tornam mais fáceis de serem usados quando há necessidade de testes de conformidade, por exemplo, especificações de design, compra, regulação e acordos contratuais. O WCAG 1.0 é organizado através de guias que possuem pontos a serem checados, conhecidos como prioridade 1, 2 ou 3. A base que determina a conformidade com o WCAG 1.0 são estes pontos

23 22 O WCAG 2.0 é organizado por quatro princípios de design da acessibilidade digital. Estes princípios possuem diretrizes e cada uma delas tem um critério de sucesso testável nível A, AA ou AAA. Assim a base que determina a conformidade com o WCAG 2.0 são estes critérios. A maioria dos sites que tem conformidade com o WCAG 1.0 não deve ter mudanças significativas para ter conformidade com o WCAG 2.0, e alguns talvez não precisem de nenhuma mudança. As questões fundamentais à acessibilidade são as mesmas, apesar de haver diferenças na organização e requerimentos entre eles. 4.4 Símbolo de Acessibilidade na Web O símbolo de acessibilidade na Web foi criado por Stormship Studios of Boston, escolhido entre 17 símbolos por CPB/WGBH National Center for Accessible Media (NCAM). Pode ser utilizado por webmasters para indicar que o site contem funcionalidades de acessibilidade. Deve ser colocado na página de entrada do site e deve ser incluída a sua definição Um globo inclinado, com uma grelha sobreposta. Na sua superfície está recortado um buraco de fechadura O CPF/WGBH informa que a utilização deste símbolo não garante que o site seja 100% acessível ou que tenha sido desenvolvido seguindo as Regras de Acessibilidade. Contudo, considerando o espírito da Internet, deixam para que os internautas avisem os webmasters de que o site é acessível ou não. Figura 1 Símbolo da Acessibilidade Fonte: Web Access Project Web Access Symbol

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